A aquicultura deve fechar 2019 com crescimento perto da estabilidade
Ao contrário da maioria dos setores brasileiros, a aquicultura deve
fechar 2019 com crescimento perto da estabilidade. Com o consumo fraco,
os pequenos produtores de tilápia foram os mais prejudicados, com meses
seguidos de baixa nos preços, afirmou a Confederação de Agricultura e
Pecuária do Brasil (CNA).
No mercado de tilápia, para 2020, a CNA projeta aumento de até 8% na
produção, a entidade teme que a demanda pela proteína possa não
acompanhar a oferta do produto.
A expectativa é de crescimento de 150% no volume de tilápia congelada
exportada, atingindo 250 mil toneladas. A carcinicultura também deve
continuar a se recuperar no próximo ano, inclusive com a retomada das
exportações. A demanda externa aquecida deve valorizar a produção e o
preço das proteínas no mercado interno.
Produção
De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e
Alimentação (FAO), o país é o quarto maior produtor de tilápias do
mundo, atrás da China (1,86 milhão de toneladas), Indonésia (1,25 milhão
t.), Egito (860 mil t.) e à frente de Filipinas (330 mil t.) e
Tailândia (250 mil t.).
Atualmente, de acordo com o Censo Agropecuário 2017, do IBGE – Instituto
Brasileiro de Geografia -, há mais de 455 mil unidades de criação de
organismos aquáticos em todo o país. Fonte: ROLNEWS
A Defensoria Pública do Estado de Rondônia manifesta profundo pesar pelo falecimento do defensor público aposentado Adelino Catâneo, que será lembrado por sua dedicação e trabalho incansável em prol da população rondoniense.
Adelino Catâneo iniciou sua trajetória no serviço público como assistente jurídico do Estado de Rondônia e, em 2002, foi confirmado como defensor público. Ao longo de sua carreira, atuou inicialmente no Núcleo da Defensoria em Cacoal, onde permaneceu por nove anos. Em 2011, assumiu a função de coordenador do Núcleo da Comarca de Espigão do Oeste, retornando posteriormente a Cacoal, onde exerceu novamente a coordenação até 2016.
A partir de 2016, passou a atuar na titularização especial da 1ª Defensoria Pública – Extrajudicial, em Porto Velho. Em 2017, tornou-se coordenador do Núcleo de Execução Penal, também integrando o Comitê do Conselho Penitenciário Estadual (Copen) e atuando como coordenador do Núcleo de Assistência Jurídica Integral e Gratuita aos Presos e Familiares.
Ao todo, foram mais de 37 anos de serviço público, sendo 22 anos dedicados à Defensoria Pública e 15 anos como assistente jurídico, sempre comprometido com a promoção do acesso à justiça e com a garantia de direitos da população.
Neste momento de dor, a Defensoria Pública do Estado de Rondônia se solidariza com familiares, amigos e colegas, expressando sinceras condolências e gratidão pela trajetória e pelos relevantes serviços prestados à instituição e à sociedade rondoniense.