Acusação (Imagem ilustrativa) Foto: IAChat GPT
A história de José e a esposa de Potifar, relatada em Gênesis 39, destaca a integridade dele contra o assédio da mulher de seu senhor no Egito. A Bíblia nos mostra, que a mulher tentou seduzir o funcionário de seu marido repetidamente, contudo, por lealdade tanto a Potifar como a Deus, José a recusou.
Isto posto, as Escrituras afirmam que mulher o acusou falsamente de tentativa de estupro, resultando na prisão do filho de Jacó.
Ora, ao lermos esse episódio bíblico é inevitável não pensarmos nos dias atuais e na denominada lei da misoginia.
Segundo a lei em questão, se uma mulher afirmar que foi assediada ou mesmo vítima de palavras desrespeitosas por parte de um homem, este poderá ser levado às barras da justiça e por conseguinte a prisão, visto que o Projeto de Lei (PL) 896/2023, equipara o que chamam de misoginia ao crime de racismo.
Segundo o projeto de lei, a misoginia se caracteriza como a manifestação de aversão ou ódio contra mulheres, baseada na crença de supremacia do gênero masculino.
Como já escrevi anteriormente nesta coluna, se o projeto de lei for aprovado, promoverá a divisão e ódio entre homens e mulheres colocando a palavra da mulher acima de qualquer suspeita.
José foi acusado injustamente e preso, sem direito a defesa ou mesmo a expor o contraditório, mostrando com isso que injustiças podem ser cometidas e feitas quando fundamentada na palavra de uma pessoa perversa, caluniadora e disposta a destruir alguém por um capricho não atendido.
Hoje, não vivemos no Egito e muito menos na Antiguidade, mas parece que a lei, se aprovada, poderá levar muitos “Josés” para a cadeia.
Pense nisso.