O ex-presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSB-MG) oficializou nesta quarta-feira (1º) a sua filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). O evento ocorreu em Brasília.
A escolha do partido é mais um passo de alinhamento de Pacheco com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que desde o ano passado tenta convencer o senador a ser candidato ao governo de Minas Gerais.
A ideia é que Pacheco apoie Lula no estado. O movimento se tornou inviável no antigo partido do senador, o PSD, após a filiação do então vice-governador do estado, Mateus Simões, que assumiu o governo com a renúncia de Romeu Zema (Novo) para disputar a Presidência, e disputará a reeleição.
O evento contou com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), principal figura do partido, e do prefeito de Recife (PE), João Campos, presidente nacional do partido.
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O peso de Minas
Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral brasileiro. O estado é estratégico para todos os candidatos presidenciáveis, uma vez que costuma ditar o rumos das eleições.
De acordo com os dados estatísticos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acumulados desde 1998, todos os candidatos que venceram no estado acabaram levando as eleições presidenciais.
Em 2022, o presidente Lula venceu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no estado por uma margem pequena, pouco mais de 563 mil, uma diferença de 9%.
Lula chama Rodrigo Pacheco de futuro governador durante evento em MG
Reprodução/TV Globo
Cotado para ser candidato a governador de Minas Gerais, senador Rodrigo Pacheco se filia ao PSB
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