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Caiado, Moro, Tebet e Pacheco: quais políticos trocaram de partido para as eleições de 2026?

Candidatos que tinham interesse em participar das eleições de 2026 tiveram até o dia 4 de abril para renunciarem ao cargo ou trocarem de partido. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) exige que as movimentações políticas sejam feitas ao menso 6 meses antes das eleições, com objetivo de ecitar o uso da estrutura e do cargo para obter vantagens sobre outros candidatos. A regra, no entanto, não vale para casos de reeleição.
Para as eleições deste ano, a troca de partido movimentou os bastidores, com alguns nome como Simone Tebet (PSB), Rodrigo Pacheco (PSB) e Ronaldo Caiado (PSD) em destaque. Entretanto, além deles, mais de 100 candidatos trocaram de partido.
As eleições estão marcadas para acontecer no dia 4 de outubro, Primeiro Turno, e 25 de outubro, Segundo Turno.

Confira os principais parlamentares que trocaram de partido
Simone Tebet
A ex-ministra do planejamento, Simone Tebet (PSB), deixou o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) pelo Partido Socialista Brasileiro visando uma vaga pelo senado em São Paulo. “Eu, no juramento final, digo que tenho convicção que esta é minha segunda e última morada”, esclareceu a ex-ministra durante filiação.
A troca partidária estreita alianças políticas do PSB com o governo Lula. Tebet enfatizou sua aliança ao governo Lula. “Com amor, com ética e com coragem vamos juntos ajudar o governo do presidente Lula a eleger o maior número possível de parlamentares aqui (São Paulo) e no restante no Brasil”, finalizou.
Simone Tebet (PSB) vai concorrer ao Senado por São Paulo │Diogo Zacarias / MPO
Rodrigo Pacheco

O senador Rodrigo Pacheco saiu do Partido Social Democrata (PSD) e se filiou ao Partido Social Brasileiro (PSB) para disputar o governo mineiro. Em seu discurso no ato de filiação, Pacheco disse que mesmo “com 9 anos de atraso” ele se junta ao PSB com “muita alegria e o coração cheio de esperança”.
Com a filiação ao PSB, o senador deve ser o nome do presidente Lula para a campanha do governo de Minas Gerais. Durante a cerimônia, Pacheco destacou que sua motivação para a filiação foi, entre outros motivos, pelos ideiais do PSB. “Primeiro que é um partido que tem história, uma história muito longa, de oito decadas. O PSB, desde a sua inauguração concebeu uma ideia de combater o autoritarismo”, afimou o senador.
Sérgio Moro

Sérgio Moro (PL) deixou o União Brasil e se filiou ao Partido Liberal, do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele vai concorrer ao governo do Paraná. Em entrevista ao Morning Show, da Jovem Pan, Moro explicou sua decisão. Segundo ele, o alinhamento de princípios e valores com a sigla, além da oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foram fatores determinantes para a mudança. Moro também citou a boa relação com o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), pré-candidato à Presidência da República.

Ronaldo Caiado
O pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), partido de Gilberto Kassad. Ele era filiado ao União Brasil e a mudança se deu para ter a chance de concorrer à Presidência, fato que se confirmou no dia 31 de março. A mudança foi anunciada nas redes sociais pelo próprio Caiado.
Em publicação, o governador afirmou viver “um importante momento” de sua trajetória política e destacou a recepção no novo partido. “Vivo hoje um importante momento na minha trajetória. Ao lado dos governadores Ratinho Junior e Eduardo Leite, estou sendo muito bem recebido no PSD, onde assino minha nova filiação partidária”, escreveu.
A filiação ao PSD ocorreu em meio à reorganização do quadro partidário e amplia o peso da sigla no campo governista estadual, ao incorporar um dos governadores mais experientes do país.
Felício Ramuth
Vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth │Sidinei Lopes/Governo do Estado de SP
Em São Paulo, o vice-governador, Felício Ramuth, trocou o PSD pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB) com apoio do governador Tarcísio de Freitas. A informações foi antecipada pela coluna da Beatriz Manfredini, da Jovem Pan. “Em São Paulo, vamos crescer ainda mais apoiando a reeleição do nosso governador Tarcísio de Freitas”, publicou nas redes sociais o deputado federal Baleia Rossi, presidente nacional do MDB.
Segundo interlocutores do Palácio dos Bandeirantes, Kassab teria sinalizado para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que o PSD não tinha espaço para a indicação de Ramuth como vice. Como mostrou com exclusividade a coluna, na quinta-feira (26), Kassab se demitiu do governo Tarcísio, em que tinha o cargo de secretário de Relações Institucionais, por mensagem.
Carlo Viana 
Carlos Viana, senador e ex-presidente da CPMI do INSS, deixou o Podemos e se filiou ao PSD. Ele vai sair buscar a reeleição de Minas Gerias. Viana já havia sido filiado ao PSD no passado. “Hoje nós começamos a dar o primeiro passo juntos de uma caminhada que, tenho certeza, vai gerar muitos frutos para Minas Gerais”, disse Viana em evento realizado em Belo Horizonte.
Senador Carlos Viana (PSD) │Carlos Moura/Agência Senado
Eliziane Gama
Eliziane Gama, senadora do Maranhão, anunciou no dia 2 de abril a troca do Partido Social Democrático (PSD) pelo Partido dos Trabalhadores (PT). A decisão marca sua candidatura de reeleição ao senado e reforça apoio ao presidente Lula.
Em nota, compartilhada nas redes sociais, ela agradeceu os quatro anos que ficou no partido de Gilberto Kassab, mas enfatizou que ‘inicia um novo ciclo’. “Hoje inicio um novo ciclo ao lado do presidente Lula, que me convidou e abonou pessoalmente minha filiação ao PT.”, escreveu. “Seguimos juntos, unidos pelo compromisso com a justiça social e um Brasil mais igual e solidário.”, acrescentou.
Gama, que deve concorrer à reeleição em 2026, agradeceu a Kassab pela acolhida e deixou um agradecimento especial aos “senadores Omar Aziz e Otto Alencar, ao ex-governador Paulo Octávio, às senadoras e deputadas deste grande partido e aos demais correligionários e líderes da legenda.

 

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Fonte: Jovem Pan

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