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‘Vácuo de poder’: centro e direta se movimentam com nomes à Prefeitura de SP para 2028

Os partidos de direita e de centro já tem se movimentado pensando na eleição de 2028 em São Paulo. Isso porque, após o segundo mandato do atual prefeito, Ricardo Nunes (MDB), a leitura é que não há nenhum nome na linha de sucessão para o posto.
O atual vice, coronel Mello Araújo (PL), não é encarado como possibilidade nos bastidores. Como já mostrou a coluna, ele é visto como alguém distante politicamente desse plano.
Nesse sentido, alguns nomes passam a circular. Em entrevista ao Direto ao Ponto da Jovem Pan, por exemplo, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, chegou a dizer que já tem um nome escolhido. Ele não deu pista, mas nos bastidores o nome do Secretário de Desenvolvimento Econômico da cidade de São Paulo, Rodrigo Goulart (PSD), tem circulado. Eleito três vezes vereador e com forte influência entre o empresariado, ele tem sido visto cada vez mais próximo de Kassab e tem o perfil procurado pelo partido: moderado.
Já no gabinete de Ricardo Nunes, circulam nomes como o do secretário de Subprefeituras, Fabrício Cobra, de maneira mais forte; e de Sidney Cruz (MDB), da Habitação. Edson Aparecido (MDB), secretário de Governo, é sempre citado, mas rechaça a ideia nos bastidores. Outro nome ventilado é o do ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando.
Recém filiado ao partido de Nunes, ele foi secretário de Segurança Urbana da gestão atual da Prefeitura de São Paulo, ganhando destaque. Agora, saiu para disputar um cargo na Câmara dos Deputados – mas deve voltar em breve à capital paulista, abrindo esse espaço.
Enquanto isso, a ala mais bolsonarista também faz planos: há a possibilidade do ex-secretário e empresário Felipe Sabará, hoje atuando na pré-campanha de Flávio Bolsonaro, se lançar em 2028. Ele ainda estuda uma possível candidatura a deputado estadual ainda neste ano, de 2026, para ganhar visibilidade. O plano seria uma tentativa via um partido próprio que está sendo criado, chamado Bom Senso. Sabará é, atualmente, sócio de Pablo Marçal, que está inelegível após disputar a Prefeifura de São Paulo em 2024.
RICARDO NUNES E 2030
Como já mostrou a coluna, nem só de 2026 e 2028 vive a política paulista. A eleição estadual de 2030 entrou em pauta recentemente entre os aliados do Palácio dos Bandeirantes e da Prefeitura de São Paulo. Interlocutores dos dois governos têm visto as mudanças recentes como um “jogo casado” entre o governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), para trilhar um caminho em que Nunes seja o sucessor de Tarcísio.
 
 


Fonte: Jovem Pan

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