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Citada como possibilidade ao STF ou vice, PSB quer Tebet no Senado

O PSB, partido de Simone Tebet, não vê como alternativas viáveis uma possível candidatura dela como vice de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo ou uma indicação para a vaga ao Supremo Tribunal Federal (STF). O entendimento é que qualquer uma das possibilidades, ventiladas nos últimos dias, seria um “apagamento” da ex-ministra do Planejamento, que tem aparecido em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto ao Senado Federal.
Além disso, Tebet mudou o domicílio eleitoral para São Paulo após acordo com o presidente Lula de que seria candidata à Casa Alta. Nos últimos dias, no entanto, o nome dela foi citado internamente no PT como alternativa a recusa à indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF. Segundo interlocutores, ela teria simpatia tanto de ministros da Corte como do Congresso Nacional. Recentemente, o ex-ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PAB), também sugeriu que Tebet ou Marina Silva (Rede), ex-ministra do Meio Ambiente, ocupassem o posto de vice de Haddad.
Os três disputam as duas vagas ao Senado na vaga do ex-ministro da Fazenda. Na última quinta-feira (7), em um evento na Fundação Fernando Henrique Cardoso, Haddad foi questionado sobre Tebet já estar confirmada ao Senado. Ele não confirmou e nem negou. “Nós não voltamos a conversar. Eu vou voltar a conversar com os três [Tebet, Marina e França] assim que for possível”, disse, destacando que Marina Silva é deputada federal e tem a agenda da Câmara dos Deputados para lidar.
O PSB, no entanto, pretende bater o pé por Simone Tebet no Senado. Internamente, há um entendimento de que Haddad gostaria que os três se resolvessem entre eles. Uma possibilidade é alguém ficar de suplente, e o nome do vice ser alguém de fora – o PT ainda procura nomes do agro, como mostrou a coluna.
Caso algum dos ex-ministros precise ocupar o cargo de vice, a avaliação é que Marina Silva, hoje, seria a mais provável de aceitar o posto – apesar da federação PSOL e Rede não demonstrarem interesse. Uma fonte disse à coluna, no entanto, que os três são “muito fiéis” a Lula e, ao depender do andamento da chapa, podem atender pedidos do presidente.


Fonte: Jovem Pan

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