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‘Está entre mim e Márcio França’, diz Marina Silva sobre segunda vaga na chapa para Senado em SP

Marina Silva afirma que a decisão sobre pré-candidatura ao Senado ainda está em processo
Victor Hugo Bittencourt/ EPTV
A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) afirmou que decisão do nome para concorrer à segunda vaga no Senado por São Paulo nas eleições de outubro de 2026 ainda está em processo. Mas, adiantou que a cadeira da pré-candidatura na chapa majoritária é disputada entre ela e Márcio França.
A declaração foi feita durante participação de Marina Silva no 3º Fórum Mulheres na Política, nesta sexta-feira (15), em Limeira (SP), no interior de São Paulo. O evento reuniu lideranças para debaterem a participação feminina e violência política de gênero.
“Ainda estamos no processo decisório, já temos a pré-candidatura do Fernando Haddad para o governo do Estado de São Paulo, a ministra Simone Tebit e a segunda vaga está sendo debatida entre mim e o meu ex-colega de governo, Márcio França”, declarou.
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Marina Silva ainda ressaltou a importância do grupo se inserir na cena política.
“É legítimo que todos nos coloquemos na cena política, mas nós da Federação Rede PSOL entendemos que temos uma grande contribuição a dar nessa chapa majoritária e que vamos conseguir dar uma resposta adequada no final de tudo isso e termos uma candidatura forte do Haddad, do presidente Lula para o governo do estado de São Paulo”, completou.
Presença feminina no congresso
Marina Silva também falou da sub-representação das mulheres no congresso, apesar de serem a maioria da população, ao destacar ocupação 18% das cadeiras na Câmara e no Senado.
“As mulheres têm uma sub-representação no Congresso Nacional. Das 513 vagas de deputados e deputadas, nós temos apenas 18%. O mesmo em relação aos 81 senadores, são apenas 18% de mulheres e nós somos mais da metade da população”, detalhou.
A ex-ministra defendeu que a presença de mulheres garante que seus direitos sejam defendidos por elas mesmas, e não por terceiros.
 “Essa população que hoje vive situação de violência, as mais prejudicadas quando nós temos situações de enchentes, de secas ou de incêndios, são sobre as mulheres que recaem a responsabilidade, muitas vezes, do cuidado com cargas de trabalho bastante extenuantes. Então, ter mulheres no Congresso Nacional é ter a certeza de que teremos pessoas que estarão representando nossos legítimos direitos. Não é alguém falando por nós, somos nós mesmas nos colocando na cena política para defender cada vez mais igualdade de oportunidade, salários iguais para quem tem atividade igual”, completou.
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Fonte:

g1 > Política

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