A Ypê orientou nesta sexta-feira (15) que os consumidores que tiverem produtos do lote 1 mantenham a mercadoria guardado até “que novos laudos de laboratórios independentes confirmem a ausência de contaminação.”.
A decisão vem após a Anvisa manter nesta sexta a decisão sobre o recurso da fabricante, inicialmente prevista para quarta (13), foi definida em reunião da Diretoria Colegiada do órgão sanitário. O resultado da votação foi de forma unânime. Apesar da decisão, em um post compartilhado nas redes sociais, a empresa garantiu que “os produtos são seguros para o consumidor”.
Segundo a empresa, “os produtos lava-roupas líquidos, lava-louças líquidos e desinfetantes com lote final 1 não precisam ser devolvidos neste momento.”. A empresa também reforçou que todos os produtos que não possuem final 1 no lote continuam liberados para venda e uso.
A Ypê também destaca que segue trabalhando em conjunto com a Anvisa e reforçando nosso compromisso com a qualidade, a transparência e a segurança dos consumidores, e que os produtos abaixo nunca apresentaram qualquer risco de contaminação e seguem liberados para venda e uso:
Lava-roupas em pó Tixan e Ypê Power Act
Lava-louças para máquina Ypê
Amaciantes Ypê (tradicionais, diluídos e concentrados)
Multiuso Ypê
Água sanitária, alvejantes e cloro gel Ypê
Sabões em barra Ypê
Tira-manchas Tixan (pó e líquido)
Limpadores perfumados e limpeza pesada Ypê
Lã de aço Assolan e esponjas Ypê e Assolan
Saponáceo Ypê
Lustra-móveis Ypê
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Um post compartilhado por Ypê (@oficialype)
No site da empresa, entretanto, já foi disponibilizado um formulário em que os usuários podem obter informações sobre os produtos lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquido, ou desinfetantes, e gerar um código de confirmação único para você acompanhar seu protocolo.
Relembre o caso
No último dia 7, a agência determinou o recolhimento e a suspensão da fabricação e da venda de produtos da Ypê cujos lotes terminam com o número 1, englobando categorias de lava-louças concentrado, lava-roupas líquido e desinfetantes.
A restrição original foi motivada por possível contaminação e pelo descumprimento de normas de Boas Práticas de Fabricação, falhas identificadas durante uma inspeção sanitária conjunta com órgãos do estado e do município de São Paulo.
A Química Amparo, fabricante da Ypê, apresentou um recurso contra a decisão. O apelo garantiu efeito suspensivo automático à punição, o que liberou a comercialização temporária dos itens. Entretanto, com a decisão da Anvisa desta sexta, o recurso não vale mais.
Fonte: Jovem Pan