O chefe de gabinete argentino, Manuel Adorni, enfrentava uma pressão política e judicial crescente nesta sexta-feira (12), após admitir que omitiu US$ 500 mil (R$ 2,5 milhões) de suas declarações financeiras, com uma nova denúncia da oposição e críticas de aliados do governo de Javier Milei.
Fonte: UOL Noticias