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Zidane, Simeone, Haaland: quais jogadores seguiram os passos dos pais e estão na Copa

Existem muitas coisas que passam de geração em geração pela mesma família, e a Copa do Mundo de 2026 vem para mostrar que o talento para futebol pode ser uma delas. A edição do maior palco do futebol mundial deste ano, com 48 seleções, é a que possui mais jogadores na história, e 12 deles já tiveram seu pai disputando o mesmo campeonato.

Se jogar uma Copa do Mundo já é o ápice da carreira de muitos atletas, fazer isso carregando um sobrenome que brilhou em edições passadas transforma o torneio em “assunto de família”.

Convocados em 2026 com pais que disputaram o campeonato:

Jogador SeleçãoPaiCopas disputadas pelo paiLuca ZidaneArgéliaZinedine Zidane1998, 2002 e 2006Sebastian BerhalterEstados UnidosGregg Berhalter1998, 2002 e 2006Giovanni ReynaEstados UnidosClaudio Reyna1994, 1998, 2002 e 2006Francisco ConceiçãoPortugalSérgio Conceição2002Marcus ThuramFrança Lilian Thuram1998, 2002 e 2006Justin Kluivert HolandaPatrick Kluivert 1998Lee Tae-seokCoreia do SulLee Eul-yong2002 e 2006Angus GunnEscóciaBryan Gunn1990Giuliano SimeoneArgentinaDiego Simeone1994, 1998 e 2002Nico PazArgentinaPablo Paz1998Erling HaalandNoruegaAlf-Inge Haaland1994Kristian ThorstvedtNoruegaErik Thorstvedt1994

As seleções da Noruega, Estados Unidos e Argentina são as únicas que têm dois casos em cada equipe: Haaland e Thorstvedt, filhos de jogadores da seleção norueguesa de 1994; Berhalter e Reyna, pelo lado norte-americano, trazem o DNA para jogar em casa; e Giuliano Simeone e Nico Paz são descendentes diretos de ex-craques argentinos.

Justin Kluivert, da Holanda, representa a terceira geração de sua família em seleções, já que seu pai, Patrick Kluivert, também atuou pela Laranja Mecânica em 1998, e seu avô, Kenneth Ramon Kluiver, jogou pela Seleção do Suriname em eliminatórias.

Luca Zidane (Argélia)

O goleiro nascido na França decidiu defender as redes da Seleção da Argélia, país de nascimento de seus avós, mudou sua cidadania esportiva recentemente e foi convocado, renovando o sobrenome em mundiais. Seu pai, o lendário Zinedine Zidane, fez história jogando pela França, ganhando a Copa de 1998 com dois gols na final e alcançando o vice-campeonato em 2006.

Sebastian Berhalter (Estados Unidos)

O segundo estadunidense com antepassado convocado é o meio-campista, que atualmente joga pelo Vancouver Whitecaps e é filho de Gregg Berhalter, zagueiro que defendeu os EUA nas Copas de 2002 e 2006. O pai também chegou a treinar a seleção norte-americana de 2018 a 2023 e novamente de 2023 a 2024.

Giovanni Reyna (Estados Unidos)

Um dos norte-americanos a renovar o DNA familiar na Copa, o meia-atacante que atua pelo futebol alemão disputa o mundial em casa, feito que seu pai não conseguiu, mesmo tendo participado de três edições do mundial. Ele é filho de um dos maiores meio-campistas da história dos EUA, Claudio Reyna, que vestiu as cores dos Estados Unidos nas Copas de 1998, 2002 e 2006.

Francisco Conceição (Portugal)

Conhecido pela velocidade e drible, o jovem atacante assegurou seu espaço no estrelado elenco de Portugal para carregar o legado do pai, Sérgio Conceição, ponta-direita habilidoso que disputou a Copa do Mundo de 2002 pela seleção portuguesa.

Marcus Thuram (França)

O atacante da Inter de Milão, que já havia participado da campanha do vice-campeonato em 2022 no Catar, traz o sobrenome de seu pai novamente para a camiseta francesa. Ele é filho de Lilian Thuram, uma lenda histórica do futebol francês, campeão do mundo em 1998 e vice em 2006.

Justin Kluivert (Holanda)

O ponta-esquerda do Bournemouth, da Inglaterra, integra a laranja mecânica, assim como fez seu pai, o atacante histórico do Barcelona, Patrick Kluivert, que jogou no mundial de 1998, marcando gols decisivos contra Argentina e Brasil. É a terceira geração familiar a atuar em seleções, já que seu avô, Kenneth Ramon Kluivert, atuou como ponta-esquerda na Seleção do Suriname em eliminatórias nos anos 1960.

Lee Tae-seok (Coreia do Sul)

Atua como lateral-esquerdo ou ponta-esquerda no Austria Viena, que disputa o campeonato austríaco, e está convocado para a seleção sul-coreana. Seu pai, Lee Eul-yong, defendeu a mesma camiseta nas Copas do Mundo de 2002 e 2006. Na primeira, ajudou a Coreia do Sul na conquista do quarto lugar, melhor colocação do país em Mundiais.

Angus Gunn (Escócia)

O goleiro, inglês naturalizado escocês, ocupa a vaga como titular da seleção da Escócia, mesma posição de seu pai, Bryan Gunn, que defendeu as redes de sua seleção na Copa do Mundo de 1990, na Itália.

Giuliano Simeone (Argentina)

Parte do elenco da atual Campeã, Argentina, o atacante do Atlético de Madrid é filho do técnico de seu atual clube, Diego Simeone. O pai, lendário e raçudo meio-campista argentino, disputou três Copas: 1994, 1998 e 2002.

Nico Paz (Argentina)

A jovem estrela argentina joga atualmente no Como 1907, da Série A italiana, após se destacar nas categorias de base do Real Madrid. Seu pai, Pablo Paz, foi zagueiro da Argentina na Copa do Mundo de 1998, na França.

Erling Haaland (Noruega)

O centroavante do Manchester City, considerado um dos melhores atacantes do futebol mundial e estrela da seleção norueguesa, leva a história das Copas em sua árvore genealógica. Seu pai, Alf-Inge Haaland, era um jogador versátil, utilizado principalmente como meio-campista, que entrou em campo usando a camiseta da Noruega na Copa do Mundo de 1994.

Kristian Thorstvedt (Noruega)

Um dos noruegueses com descendência futebolística, o meio-campista atua no Sassuolo, da Série A italiana. Seu pai, Erik Thorstvedt, foi o goleiro titular da Noruega na Copa do Mundo de 1994, também nos Estados Unidos.


Fonte: Jovem Pan

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