A Polícia Civil de São Paulo, por meio da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São José do Rio Preto, realizou nesta terça-feira (16) a operação “Divina Proteção”, que resultou na prisão de quatro pessoas investigadas por envolvimento em crimes sexuais contra crianças e adolescentes.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Everson Contelli, a ação é resultado de uma investigação aprofundada iniciada após o recebimento de informações que permitiram reunir elementos considerados consistentes sobre a atuação dos suspeitos.
Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária — sendo três mulheres e um homem — além de cinco mandados de busca e apreensão em diferentes endereços, incluindo um condomínio de alto padrão em São José do Rio Preto.
Entre os presos estão um empresário do ramo de motelaria, mães de vítimas e uma babá. Segundo as investigações, há indícios da prática de crimes graves, como exploração sexual de crianças e adolescentes, associação criminosa, estupro de vulnerável, além da produção, armazenamento e compartilhamento de material ilícito.
As equipes policiais apreenderam dispositivos eletrônicos e outros materiais que serão submetidos à perícia técnica. A análise dos equipamentos deverá contribuir para o esclarecimento dos fatos e para o avanço das investigações.
Em nota, a Polícia Civil destacou que a operação reforça o compromisso da instituição no combate aos crimes que atentam contra os direitos de crianças e adolescentes, priorizando a proteção das vítimas e a responsabilização dos envolvidos.
As investigações prosseguem sob sigilo para preservar a eficácia das diligências e garantir a segurança das vítimas. A operação segue em andamento e novas medidas não estão descartadas.
Segundo o delegado Everson Contelli, a atuação da Polícia Civil busca interromper possíveis ciclos de violência e assegurar que todos os envolvidos sejam devidamente identificados e responsabilizados conforme o andamento das apurações.
Os nomes dos investigados não foram divulgados integralmente para preservar o andamento das investigações e em respeito às normas legais relacionadas à proteção de vítimas menores de idade.
Fonte: Jovem Pan