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México dá adeus à Copa, mas mostra raça que faltou ao Brasil contra a Noruega

“Jogamos como nunca, mas perdemos como sempre”: essa é uma máxima que envolve o futebol mexicano nas Copas e o roteiro no Azteca, neste domingo, foi o mesmo. Os comandados de Javier Aguirre jogaram com muita raça, dificultaram a vida da Inglaterra, mas perderam por 3 a 2, pelas oitavas de final.

Os donos da casa pressionavam, quando Bellingham fez dois gols na sequência aos 36 e 37 minutos. Quiñonez diminuiu, cinco minutos depois. O segundo tempo foi eletrizante e tenso. Quansah recebeu cartão vermelho aos oito minutos. Apesar da vantagem numérica, os ingleses ampliaram com Kane, em cobrança de pênalti: 3 a 1. O próprio goleador fez falta dentro da área inglesa e os mexicanos também ganharam um penal convertido por Jiménez.

Apesar da raça e da correria final dos mexicanos, tudo o que faltou à seleção brasileira, o placar não mudou mais. A Inglaterra vai enfrentar a Noruega em busca de uma vaga na semifinal.

Nesta segunda-feira, a promessa é de um grande jogo entre Espanha e Portugal, em Dallas, às 16h (horário de Brasília). Já às 21h, os Estados Unidos, único anfitrião ainda vivo na Copa, enfrenta a Bélgica, em Seattle.

Uma das maiores desmoralizações da história da FIFA foi aceitar a interferência do presidente Donald Trump para que a expulsão de Folarin Balogun contra a Bósnia fosse revertida. O Comitê Disciplinar da entidade decidiu suspender o cartão vermelho que o jogador recebeu na vitória sobre a Bósnia, que o tiraria automaticamente da partida contra os belgas.

O caso me lembrou um fato lamentável da Copa de 1982, na Espanha. Depois que a França marcou um gol, o sheik do Kuwait entrou no gramado e forçou o árbitro a anular a jogada. Não adiantou nada porque a seleção dele perdeu por 4 a 1.

Os anos passam e a FIFA continua igual ou, talvez, pior, assim como a seleção brasileira.


Fonte: Jovem Pan

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