A União Europeia pediu explicações à Meta, dona do Facebook e do Instagram, e ao grupo chinês ByteDance, que controla o TikTok, para esclarecer se boatos disseminados nas redes sociais levaram milhares de pessoas a se dirigir ao enclave espanhol de Ceuta, no norte da África. Um dos rumores afirmava que “a fronteira de Ceuta estava aberta”.
Fonte: UOL Noticias