Em pleno Mundial nos Estados Unidos, a Associação do Futebol Argentino (AFA), presidida por Claudio “Chiqui” Tapia, entrou na mira do FBI e de promotores federais americanos.Segundo informações confirmadas por veículos como La Nación, Miami Herald e Marca, agentes do FBI e do Departamento de Justiça dos EUA começaram a colher depoimentos sobre as operações financeiras da AFA em solo americano.O foco principal é a empresa TourProdEnter LLC, ligada ao produtor Javier Faroni e à esposa Erica Gillette. Essa organização atuava como intermediária na cobrança de contratos internacionais da AFA — incluindo patrocínios como Adidas e Warner — e teria administrado entre 260 e 300 milhões de dólares por vários bancos americanos.Os investigadores querem saber se parte dessas movimentações configura lavagem de dinheiro ou fraude no sistema bancário dos EUA. Eles estão atrás de testemunhas que conhecem a gestão de Tapia e do secretário-executivo Pablo Toviggino.Um depoimento já confirmado foi o do empresário Guillermo Tofoni, que durou mais de duas/três horas na semana passada.Importante: ainda é fase preliminar.Não há indiciamento formal nem acusação contra a AFA ou Tapia, que continua acompanhando a seleção na Copa.Mas a investigação ganha peso justamente durante o Mundial, o que aumenta o constrangimento.É mais um capítulo da história conturbada das finanças do futebol argentino. O acompanhamento é necessário porque o caso pode evoluir rápido.Até a próxima…
Fonte: Jovem Pan