Entenda por que a mpox voltou a ser uma emergência global
O governo de Rondônia informou que a vacina contra a Mpox está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), mas não faz parte do calendário de rotina. O imunizante é aplicado de forma estratégica e seletiva, voltado para pessoas com maior risco de exposição ao vírus ou de desenvolver formas graves da doença.
Em Rondônia, a estratégia segue as diretrizes do Ministério da Saúde e é executada pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa). O objetivo é proteger grupos vulneráveis, reduzir a transmissão e fortalecer a resposta do sistema de saúde diante de casos suspeitos e confirmados.
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Não há indicação de vacinação em massa para toda a população. A oferta depende da avaliação de risco e da disponibilidade de doses enviadas aos estados.
Situação em Rondônia
O estado confirmou nove casos de Mpox, ambos em Porto Velho. Todos os pacientes receberam avaliação clínica, estão em isolamento e seguem monitorados pelas autoridades de saúde.
Quem pode tomar a vacina contra Mpox?
Segundo o Ministério da Saúde, a vacina pode ser usada em duas situações:
Profilaxia pós-exposição (PEP): para pessoas que tiveram contato direto com caso confirmado, especialmente em situações íntimas, domiciliares ou ocupacionais sem proteção adequada.
Profilaxia pré-exposição (PrEP): para grupos com maior risco epidemiológico, como:
profissionais de saúde que atuam diretamente com casos suspeitos ou confirmados;
trabalhadores de laboratório que manipulam Orthopoxvirus;
pessoas vivendo com HIV com imunossupressão significativa, mediante avaliação clínica;
pessoas em contextos de maior vulnerabilidade à exposição.
A Agevisa reforça que pessoas com sintomas ou que tiveram contato com casos confirmados devem procurar orientação nas unidades de saúde. A estratégia envolve o Ministério da Saúde, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a Agevisa e secretarias municipais.
Além da vacinação para grupos prioritários, especialistas reforçam cuidados básicos para evitar a transmissão da Mpox:
Lavar as mãos com água e sabão ou álcool em gel;
Isolar-se imediatamente em caso de suspeita ou confirmação da doença, até a cicatrização total das lesões;
Não compartilhar rupas, toalhas, lençóis, talheres ou copos;
Usar máscara ao se aproximar de pessoas doentes;
Higienizar superfícies e objetos contaminados;
Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que apresentem lesões na pele.
Vacina contra Mpox
Reprodução
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Operação de combate ao garimpo ilegal mobiliza agentes em Rondônia
Uma operação da Polícia Federal (PF) e do Ibama inutilizou 47 embarcações usadas no garimpo ilegal de ouro em um trecho do rio Rio Madeira, em Porto Velho, na última sexta-feira (27). Entre os equipamentos estão dragas, balsas e motores.
Segundo a Polícia Federal, as estruturas estavam completas e prontas para operar, o que indica a existência de um esquema organizado com capacidade de exploração em larga escala.
A operação, intitulada como Leviatã II, ocorreu em um trecho de Porto Velho, nas proximidades de Humaitá, do Igarapé do Beem e da Lagoa Paraíso.
Apesar da quantidade de equipamentos encontrados, não houve prisões nem apreensão de ouro. Quando a polícia chegou ao local, as dragas não estavam em funcionamento, o que, segundo os agentes, pode indicar que os suspeitos já tinham conhecimento da operação.
A PF informou que as investigações continuam e que busca identificar os financiadores da atividade ilegal. Até o momento, não há estimativa oficial sobre o prejuízo causado ao meio ambiente nem sobre o volume financeiro movimentado pelo grupo.
Balsa do garimpo ilegal no Rio Madeira
Reprodução
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Idosa manda áudio pedindo ajuda após ser baleada em RO; neta é principal suspeita
Momentos depois de ser baleada dentro de casa, Maria Aparecida, de 70 anos, conseguiu enviar um áudio para a família pedindo ajuda. Na mensagem, ela pediu que chamassem a polícia. A principal suspeita do ataque é a própria neta, de 17 anos. (escute a mensagem acima)
A jovem também é acusada de atirar contra o avô, José dos Santos, que morreu após ser atingido pelas costas.
Segundo a Polícia Militar, o crime aconteceu na última terça-feira (24), na zona rural de Ariquemes (RO). De acordo com o relato de Maria Aparecida, a adolescente pediu que os avós se sentassem no sofá para conversar e, em seguida, disparou contra eles. José dos Santos não resistiu. Já Maria Aparecida foi atingida na boca e no peito, mas sobreviveu. Para escapar, fingiu estar morta, o que fez a neta interromper os disparos.
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Após o ataque, a jovem fugiu em uma caminhonete vermelha. A polícia investiga se o namorado dela também teria participado da ação. O caso foi registrado como homicídio qualificado e tentativa de homicídio.
Na quarta-feira (25), a adolescente se apresentou à polícia acompanhada de dois advogados e foi apreendida. A defesa informou que ainda está analisando o caso antes de se manifestar.
A defesa da menina disse que está se inteirando sobre o caso antes dar qualquer declaração.
O corpo do idoso foi velado na tarde da última sexta-feira (27), em Salmourã, no interior de São Paulo, e enterrado na manhã deste sábado (28).
Familiares disseram que Maria Aparecida passou por cirurgias e segue internada na UTI do Hospital Regional de Ariquemes. Ela deve prestar novos esclarecimentos à polícia nos próximos dias.
Maria Aparecida
Reprodução
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Vítima era José Lucas dos Santos Filho. Corpo foi velado em Salmourão (SP)
Reprodução/Funerária
O corpo do idoso que morreu em Ariquemes (RO), na terça-feira (24), foi velado na tarde desta sexta-feira (27), em Salmourã, no interior de São Paulo. A neta, de 17 anos, é suspeita de ter atirado contra os avós. A avó sobreviveu ao ataque.
Segundo a funerária, o velório de José Lucas dos Santos Filho começou às 16h30 desta sexta-feira (27), enquanto o sepultamento estava previsto para às 9h deste sábado (28), no cemitério local de Salmourão, cidade onde a família da vítima mora.
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Relembre o caso
O g1 informou que uma adolescente de 17 anos é apontada como a principal suspeita de matar o avô, José dos Santos, e tentar matar a avó, Maria Aparecida, em Ariquemes (RO), na última terça-feira (24).
Segundo a Polícia Militar, ela teria atirado contra os familiares dentro da casa da família, localizada na zona rural do município.
Maria Aparecida, que sobreviveu ao ataque, relatou à polícia que a neta pediu para que os avós se sentassem no sofá para conversar e, em seguida, disparou contra eles.
O avô foi atingido pelas costas, enquanto a avó foi baleada na boca e no peito. Para escapar, Maria fingiu estar morta, o que fez a suspeita interromper os disparos.
Após o crime, a suspeita fugiu em uma caminhonete vermelha. A polícia também investiga se o namorado dela teria participado da ação. O caso foi registrado como homicídio qualificado e segue sob investigação da Polícia Civil.
A adolescente se apresentou à Polícia Civil na quarta-feira (25), acompanhada de dois advogados. Ela foi apreendida. A defesa da menina disse que está se inteirando sobre o caso antes de dar qualquer declaração.
Até a manhã de quinta-feira (26), a avó continuava se recuperando e deveria prestar novos esclarecimentos sobre o caso.
José dos Santos
Reprodução
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