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Lula confirma Alckmin como candidato a vice-presidente

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou, nesta terça-feira (31), que o atual vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) será candidato à reeleição na chapa dele nas eleições deste ano. Lula deu a declaração durante uma reunião ministerial no Palácio do Planalto, nesta manhã. O evento marca a saída de pelo menos 14 ministros do governo para se candidatarem às eleições deste ano. - Esta reportagem está em atualização.

Em reunião ministerial, Lula diz que ‘política piorou muito’, virou negócio e cargos têm ‘preço alto’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (31) que a política "piorou muito", "virou negócio" e que os cargos "têm um preço muito alto". Lula deu a declaração durante uma reunião ministerial no Palácio do Planalto, nesta manhã. O evento marca a saída de pelo menos 14 ministros do governo para se candidatarem às eleições deste ano. "A política piorou muito. Ainda tem muita gente séria, tem muita gente que faz política com P maiúsculo. Mas, em muitos casos a política virou negócio. Quem está sendo candidato agora sabe o que eu estou falando. Sabe que os cargos agora têm um preço muito alto", afirmou o petista.

CPI do Crime Organizado aprova convocação de Ibaneis Rocha e Cláudio Castro

Comissão também aprovou depoimento de ex-diretor do Banco Central, além de pedidos de informações ao BNDES e registros de voos da Força Aérea Brasileira

A ação veio antes do SAC. E isso pode mudar

Já defendi empresas em processos onde o consumidor nunca tentou resolver o problema diretamente. Nenhuma ligação ao SAC. Nenhuma reclamação no Consumidor.gov. Nenhuma mensagem à ouvidoria. Entrou direto no juizado, ajuizou com pedido de dano moral e, em muitos casos, ganhou. Isso deixou de ser exceção há algum tempo e, em boa parte das carteiras, […]

Golpe milionário em herança de fundador do grupo Unip/Objetivo é alvo de operação do MP

Investigação do Gaeco aponta uso de contratos falsos e arbitragens simuladas para tentar enganar Justiça e herdeiros

RS e SE aderem a subsídio para baratear diesel importado; SP indica participação

Medida do governo federal prevê desconto de R$ 1,20 por litro, dividido entre União e governos estaduais

Ibaneis Rocha e Cláudio Castro são convocados pela CPI do Crime Organizado

O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, serão obrigados a depor perante a CPI do Crime Organizado. As convocações foram aprovadas nesta terça-feira (31), juntamente com outros requerimentos para investigar o Banco Master e a infiltração do crime organizado no Estado brasileiro. Castro e Ibaneis, inicialmente convidados, não compareceram em duas reuniões marcadas em dezembro e fevereiro. O relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), afirma no requerimento que Ibaneis deve esclarecer as negociações para o Banco Regional de Brasília (BRB) comprar o Banco Master, liquidado pelo Banco Central em 2025 por fraudes no sistema financeiro. No caso de Castro, o relator afirma que o ex-governador poderá falar sobre a situação do Rio de Janeiro, que "tem sido o laboratório das mais sofisticadas dinâmicas do crime organizado no país". O Banco Central impediu o negócio e comunicou à Polícia Federal e ao Ministério Público suas suspeitas quanto às operações do Master. Responsável pelo departamento que embasou a decisão, o então diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC Renato Dias de Brito Gomes também teve sua convocação aprovada, para falar como testemunha. Os requerimentos das convocações são de Alessandro Vieira (REQ 310/2026 - CPICrime, REQ 299/2026 - CPICrime e REQ 284/2026 - CPICrime). Quebras de sigilo Os senadores seguem votando, separadamente, os pedidos de quebra de sigilo, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal. O presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-ES), afirmou que as novas exigências para pedir informações ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) podem esvaziar as investigações das CPIs. A decisão foi proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes nesta sexta-feira (27). — [A decisão] cria um filtro administrativo não previsto na legislação. O Coaf pode proceder à verificação da veracidade ou da pertinência temática dos fundamentos apresentados pela comissão. Todas aquelas transferências que já aprovamos agora, sob pena de nulidade, tem que ser revista todas aquelas transferências — disse Contarato. Mais informações a seguir

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