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Desemprego sobe e chega a 6,1% no trimestre encerrado em março, diz IBGE

No período finalizado em fevereiro, taxa era de 5,8%; dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo instituto

Enquete Morning Show – Você acha que o veto da dosimetria deve ser derrubado?

Você acha que o veto da dosimetria deve ser derrubado? 0% Sim 49 votos 0% Não 1 votos Sua resposta foi registrada. Enviando... Votar *As enquetes do Grupo de Comunicação Jovem Pan não possuem caráter científico e só refletem a opinião de sua audiência.

SP e RJ terão sol e calor, mas frente fria traz chuva no domingo

Feriado prolongado de 1º de maio terá tempo firme em grande parte do Brasil, mas a passagem de uma massa fria atinge o sul e o sudeste

Oposição defende análise de nova indicação ao STF somente após as eleições; líder diz ver ‘boa vontade’ de Alcolumbre

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou nesta quinta-feira (30) que negocia o adiamento de votações para indicações ao Supremo Tribunal Federal (STF). O objetivo do grupo é que o plenário da Casa analise nomes apenas após o processo eleitoral. Em entrevista à GloboNews, Marinho declarou que o pedido já foi levado ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e que os sinais são favoráveis à proposta. "É de bom tom aguardarmos o fim do processo eleitoral. E há uma boa vontade do presidente do Senado para isso. Nós já formulamos esse pedido conversando com ele e vamos renovar esse pedido hoje", disse o parlamentar. Embora Marinho veja chances reais de acordo, Alcolumbre ainda não se pronunciou oficialmente sobre o cronograma. Pela Constituição, a indicação de ministros ao STF é uma prerrogativa do Presidente da República, mas a definição da data de votação (pauta) cabe à presidência do Senado. "É uma discricionariedade do presidente da República fazer a indicação e do presidente da Casa colocar em votação", pontuou o líder da oposição.

Dobradinha Alcolumbre-Moraes, sombra do Master e fator eleitoral derrubam Messias no Senado


Alcolumbre manda recado ao governo Lula: 'Quem manda no Senado sou eu' Aliados que fizeram campanha pela indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) dizem agora que o desfecho já vinha sendo sinalizado. Segundo esses relatos, Davi Alcolumbre (União-AP) teria dito desde a véspera que a indicação seria derrotada, o que de fato aconteceu nesta quarta-feira (29) à noite. Bastidores: acompanhe o canal da Sadi no WhatsApp Nos bastidores, senadores chegaram a relatar a um ministro do Supremo que até gostariam de votar a favor de Messias, mas não estavam sendo liberados por Alcolumbre — reforçando a leitura de que o controle político da votação passou diretamente pelo presidente do Senado. Após a derrota, no entorno de Lula há quem defenda que Messias não volte para o cargo de advogado-geral da União, mas sim assuma o Ministério da Justiça, que comanda a Polícia Federal. Fontes ligadas ao presidente Lula (PT) atribuem o resultado a uma combinação de fatores: traições de última hora, frustração com votos que eram considerados certos e, principalmente, a disputa política-eleitoral em curso no Senado. Nesse cenário, o grupo de Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, aparece como peça-chave. A avaliação é que houve uma articulação organizada para transformar a votação em um símbolo de enfrentamento ao governo. A estratégia que acabou bem-sucedida. Jorge Messias tem nome rejeitado no Senado Geraldo Magela/Agência Senado A isso se somou a vontade pessoal de Alcolumbre, apoiado dentro do próprio Supremo por ministros que não queriam Messias, entre eles Alexandre de Moraes. Outro elemento é o cálculo individual de senadores: a expectativa de futuras indicações ao Supremo também pesou. Ainda assim, aliados de Lula afirmam que, mesmo após a derrota, o presidente não deve ceder a esse tipo de pressão na escolha de um novo nome. Caso Master Fontes do STF apontam como mais um fator a expectativa sobre delações do caso do Banco Master, com o possível envolvimento de nomes do Centrão, em mais um recado de descontentamento com o governo.

Anatel suspende leilão da faixa 700 MHz após decisão da Justiça


Anatel suspende leilão da faixa 700 MHz após decisão da Justiça Júlia Martins/g1 A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou nesta quinta-feira (30) que o leilão de frequências na faixa de 700 MHz foi suspenso de maneira temporária pela Justiça. A decisão liminar foi proferida pela 10ª vara cível federal de São Paulo na noite de quarta-feira como parte de um mandado de segurança coletivo apresentado pela Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp). De acordo com o presidente da Comissão Especial de Licitação (CEL) da Anatel, Vinicius Caram, a agência está tomando "todas as medidas cabíveis para a reversão da decisão". A retomada do certame depende de nova decisão judicial, acrescentou Caram. O leilão envolve autorizações de uso de radiofrequências nas subfaixas de 708 MHz a 718 MHz e de 763 MHz a 773 MHz. Além de fortalecer o 4G, a faixa de 700 MHz também ajuda a ampliar o alcance do 5G.   Anteriormente, a agência disse que o investimento previsto é de R$2 bilhões.  Ao todo, oito operadoras participam do leilão: Claro, TIM, Telefônica Brasil, Amazônia Serviços Digitais, Brisanet, IEZ! Telecom, MHNet e Unifique

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