O jogo estava marcado para o sábado (07/03), porém foi transferido para domingo (08/03), às 10 horas (horário de Rondônia), no estádio Aglair Tonelli Nogueira, em Cacoal....
"Graças a Deus hoje estou aqui operada dos dois olhos, estou no retorno do segundo olho e muito feliz, pois enxergo muito bem”, disse uma aposentada...
Entenda por que a mpox voltou a ser uma emergência global
O número de casos de mpox subiu para oito em Rondônia após a confirmação de mais dois diagnósticos nesta quarta-feira (25), segundo a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa).
Os novos casos são de duas pacientes do sexo feminino: uma mulher de 28 anos e uma criança de 8 anos. Com a atualização, o perfil dos infectados inclui cinco homens com idades entre 20 e 35 anos, uma adolescente de 16 anos e as duas novas pacientes, totalizando oito pessoas diagnosticadas.
🔍 A mpox é uma doença viral que causa febre e lesões na pele que podem virar bolhas e feridas, sendo transmitida principalmente pelo contato direto com as lesões ou com objetos contaminados.
As ocorrências foram registradas em Porto Velho. Os pacientes passaram por avaliação clínica, receberam orientações e permanecem em isolamento.
A orientação das autoridades de saúde é que pessoas com lesões suspeitas, com ou sem febre, procurem atendimento em unidades de saúde. O estado segue em vigilância epidemiológica e monitoramento dos casos.
Transmissão
A transmissão de Mpox entre seres humanos ocorre, principalmente, por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas.
A doença causada pelo mpox vírus (MPXV) provoca os seguintes sintomas: manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, podendo estar associadas a febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse.
O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença.
Em caso de suspeita, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para avaliação. Se o diagnóstico for confirmado, a orientação é adotar medidas preventivas para evitar a transmissão da doença e iniciar o manejo clínico individualizado.
Prevenção contra a Mpox:
Higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel;
Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais;
Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele;
Manter isolamento imediato em caso de suspeita ou confirmação de Mpox.
Entenda como o vírus da mpox infecta o corpo humano
Foto: Ana Moscatelli/Arte g1
Imagem de microscópio eletrônico mostra partículas do vírus da mpox, em laranja, encontradas dentro de células infectadas, em verde.
NIAID
José dos Santos
Reprodução
Uma adolescente é apontada como a principal suspeita de matar o avô, José dos Santos, e tentar matar a avó, Maria Aparecida, em Ariquemes (RO), na última terça-feira (24). Segundo a Polícia Militar, ela teria atirado contra os familiares dentro da casa da família, localizada na zona rural do município.
Maria Aparecida, que sobreviveu ao ataque, relatou à polícia que a neta pediu para que os avós se sentassem no sofá para conversar e, em seguida, disparou contra eles. O avô foi atingido pelas costas, enquanto a avó foi baleada na boca e no peito. Para escapar, Maria fingiu estar morta, o que fez a suspeita interromper os disparos.
Após o crime, a suspeita fugiu em uma caminhonete vermelha. A polícia também investiga se o namorado dela, teria participado da ação. Os dois estão sendo procurados.
O caso foi registrado como homicídio qualificado e segue sob investigação da Polícia Civil.
Veja vídeos em alta no g1:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
LEIA TAMBÉM:
Entenda como funciona a lei que autoriza mulheres usarem spray de pimenta para defesa pessoal em Rondônia
Adolescente é encontrada morta com sinais de tortura em Porto Velho; pai, madrasta e avó são presos
Implante contraceptivo
Prefeitura de Porto Velho
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), promove neste sábado (28) um mutirão para inserção do implante contraceptivo. A ação é voltada para mulheres que já estão cadastradas no sistema de regulação municipal.
Ao todo, 1.700 mulheres fazem parte do público previsto para atendimento. A equipe da regulação entrará em contato diretamente com cada paciente para informar data, horário e orientações necessárias. Por isso, é importante que o número de telefone informado no cadastro esteja atualizado.
O implante é um método moderno e seguro, com 99% de eficácia e duração de até três anos. A inserção é feita por profissional capacitado e disponibilizada gratuitamente pelo SUS.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça
Como participar?
O mutirão é destinado apenas às mulheres já reguladas.
Quem ainda não iniciou o processo deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) para se cadastrar.
No dia do procedimento, será feita uma avaliação médica antes da inserção.
É necessário apresentar documento com foto, cartão do SUS ou CPF e comprovante de regulação.
A Semusa reforça que o implante previne a gravidez, mas não protege contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). O uso de preservativo continua sendo fundamental para a prevenção de doenças como HIV e sífilis.
Veja vídeos em alta no g1:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
LEIA TAMBÉM:
Adolescente é encontrada morta com sinais de tortura em Porto Velho; pai, madrasta e avó são presos
Entenda como funciona a lei que autoriza mulheres usarem spray de pimenta para defesa pessoal em Rondônia
Marta Isabelle dos Santos
Reprodução
Marta Isabelle dos Santos, de 16 anos, foi encontrada morta dentro de uma casa com sinais de maus-tratos e tortura em Porto Velho (RO), na noite de segunda-feira (24). O pai, a madrasta e a avó da menina foram presos em flagrante por suspeita de envolvimento na morte.
A adolescente foi encontrada deitada em uma cama, coberta por um lençol e usando fralda descartável. O laudo inicial indicou que Marta estava desnutrida, tinha ossos expostos, ferimentos cheios de larvas e marcas indicando que ela passou dias imobilizada.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça
Segundo a Polícia Militar, a vítima estava desaparecida há meses. A madrasta, Ivanice Farias de Souza, contou a polícia que a menina apareceu no dia anterior, muito debilitada e com ferimentos pelo corpo.
O pai da jovem, Callebe José da Silva, confessou que mantinha a filha amarrada todas as noites com fios elétricos e a deixava trancada em casa durante o dia. Testemunhas também relataram que ela sofria maus-tratos constantes, incluindo cortes de cabelo forçados como forma de punição.
Veja vídeos em alta no g1:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A polícia identificou contradições nos relatos da madrasta e da avó paterna, Benedita Maria da Silva, que estavam na casa e não acionaram socorro mesmo diante da gravidade da situação.
Além disso, roupas e fraldas da vítima foram encontradas parcialmente queimadas em uma fogueira ao lado da residência, levantando suspeita de tentativa de ocultação de provas.
A família foi presa por suspeita de crimes de tortura com resultado morte, cárcere privado, maus-tratos e omissão de socorro. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
O g1 tenta localizar a defesa dos suspeitos.
LEIA TAMBÉM:
Entenda como funciona a lei que autoriza mulheres usarem spray de pimenta para defesa pessoal em Rondônia
PF realiza operação contra esquema de madeira ilegal que causou prejuízo de R$ 41 milhões em terra indígena de RO