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Mpox: casos sobem para oito em Rondônia; criança está entre infectados


Entenda por que a mpox voltou a ser uma emergência global O número de casos de mpox subiu para oito em Rondônia após a confirmação de mais dois diagnósticos nesta quarta-feira (25), segundo a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa). Os novos casos são de duas pacientes do sexo feminino: uma mulher de 28 anos e uma criança de 8 anos. Com a atualização, o perfil dos infectados inclui cinco homens com idades entre 20 e 35 anos, uma adolescente de 16 anos e as duas novas pacientes, totalizando oito pessoas diagnosticadas. 🔍 A mpox é uma doença viral que causa febre e lesões na pele que podem virar bolhas e feridas, sendo transmitida principalmente pelo contato direto com as lesões ou com objetos contaminados. As ocorrências foram registradas em Porto Velho. Os pacientes passaram por avaliação clínica, receberam orientações e permanecem em isolamento. A orientação das autoridades de saúde é que pessoas com lesões suspeitas, com ou sem febre, procurem atendimento em unidades de saúde. O estado segue em vigilância epidemiológica e monitoramento dos casos. Transmissão A transmissão de Mpox entre seres humanos ocorre, principalmente, por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. A doença causada pelo mpox vírus (MPXV) provoca os seguintes sintomas: manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, podendo estar associadas a febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse. O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença. Em caso de suspeita, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para avaliação. Se o diagnóstico for confirmado, a orientação é adotar medidas preventivas para evitar a transmissão da doença e iniciar o manejo clínico individualizado. Prevenção contra a Mpox: Higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel; Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais; Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele; Manter isolamento imediato em caso de suspeita ou confirmação de Mpox. Entenda como o vírus da mpox infecta o corpo humano Foto: Ana Moscatelli/Arte g1 Imagem de microscópio eletrônico mostra partículas do vírus da mpox, em laranja, encontradas dentro de células infectadas, em verde. NIAID

Neta é suspeita de matar avô e tentar matar avó em Ariquemes, RO


José dos Santos Reprodução Uma adolescente é apontada como a principal suspeita de matar o avô, José dos Santos, e tentar matar a avó, Maria Aparecida, em Ariquemes (RO), na última terça-feira (24). Segundo a Polícia Militar, ela teria atirado contra os familiares dentro da casa da família, localizada na zona rural do município. Maria Aparecida, que sobreviveu ao ataque, relatou à polícia que a neta pediu para que os avós se sentassem no sofá para conversar e, em seguida, disparou contra eles. O avô foi atingido pelas costas, enquanto a avó foi baleada na boca e no peito. Para escapar, Maria fingiu estar morta, o que fez a suspeita interromper os disparos. Após o crime, a suspeita fugiu em uma caminhonete vermelha. A polícia também investiga se o namorado dela, teria participado da ação. Os dois estão sendo procurados. O caso foi registrado como homicídio qualificado e segue sob investigação da Polícia Civil. Veja vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM: Entenda como funciona a lei que autoriza mulheres usarem spray de pimenta para defesa pessoal em Rondônia Adolescente é encontrada morta com sinais de tortura em Porto Velho; pai, madrasta e avó são presos

Porto Velho realiza mutirão para implante contraceptivo gratuito no sábado, 28; saiba como participar


Implante contraceptivo Prefeitura de Porto Velho A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), promove neste sábado (28) um mutirão para inserção do implante contraceptivo. A ação é voltada para mulheres que já estão cadastradas no sistema de regulação municipal. Ao todo, 1.700 mulheres fazem parte do público previsto para atendimento. A equipe da regulação entrará em contato diretamente com cada paciente para informar data, horário e orientações necessárias. Por isso, é importante que o número de telefone informado no cadastro esteja atualizado. O implante é um método moderno e seguro, com 99% de eficácia e duração de até três anos. A inserção é feita por profissional capacitado e disponibilizada gratuitamente pelo SUS. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça Como participar? O mutirão é destinado apenas às mulheres já reguladas. Quem ainda não iniciou o processo deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) para se cadastrar. No dia do procedimento, será feita uma avaliação médica antes da inserção. É necessário apresentar documento com foto, cartão do SUS ou CPF e comprovante de regulação. A Semusa reforça que o implante previne a gravidez, mas não protege contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). O uso de preservativo continua sendo fundamental para a prevenção de doenças como HIV e sífilis. Veja vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM: Adolescente é encontrada morta com sinais de tortura em Porto Velho; pai, madrasta e avó são presos Entenda como funciona a lei que autoriza mulheres usarem spray de pimenta para defesa pessoal em Rondônia

Adolescente é encontrada morta com sinais de tortura em Porto Velho; pai, madrasta e avó são presos


Marta Isabelle dos Santos Reprodução Marta Isabelle dos Santos, de 16 anos, foi encontrada morta dentro de uma casa com sinais de maus-tratos e tortura em Porto Velho (RO), na noite de segunda-feira (24). O pai, a madrasta e a avó da menina foram presos em flagrante por suspeita de envolvimento na morte. A adolescente foi encontrada deitada em uma cama, coberta por um lençol e usando fralda descartável. O laudo inicial indicou que Marta estava desnutrida, tinha ossos expostos, ferimentos cheios de larvas e marcas indicando que ela passou dias imobilizada. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça Segundo a Polícia Militar, a vítima estava desaparecida há meses. A madrasta, Ivanice Farias de Souza, contou a polícia que a menina apareceu no dia anterior, muito debilitada e com ferimentos pelo corpo. O pai da jovem, Callebe José da Silva, confessou que mantinha a filha amarrada todas as noites com fios elétricos e a deixava trancada em casa durante o dia. Testemunhas também relataram que ela sofria maus-tratos constantes, incluindo cortes de cabelo forçados como forma de punição. Veja vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 A polícia identificou contradições nos relatos da madrasta e da avó paterna, Benedita Maria da Silva, que estavam na casa e não acionaram socorro mesmo diante da gravidade da situação. Além disso, roupas e fraldas da vítima foram encontradas parcialmente queimadas em uma fogueira ao lado da residência, levantando suspeita de tentativa de ocultação de provas. A família foi presa por suspeita de crimes de tortura com resultado morte, cárcere privado, maus-tratos e omissão de socorro. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O g1 tenta localizar a defesa dos suspeitos. LEIA TAMBÉM: Entenda como funciona a lei que autoriza mulheres usarem spray de pimenta para defesa pessoal em Rondônia PF realiza operação contra esquema de madeira ilegal que causou prejuízo de R$ 41 milhões em terra indígena de RO

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