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Bahrein, Kuwait e Catar afirmam ter sido atacados pelo Irã em meio a conflito com EUA

Bahrein, Kuwait e Catar afirmaram, nesta sexta-feira (17), terem sido alvos de ataques iranianos, um dos quais atingiu uma usina elétrica no Kuwait, após a sexta noite consecutiva de bombardeios dos Estados Unidos contra o Irã.

O Exército do Kuwait relatou “ataques com drones e mísseis” durante a noite, atribuídos ao Irã, assim como feridos entre seus membros.

O chefe do Estado-Maior, Khaled Daraj Saad Al Sharian, “visitou vários membros feridos das forças terrestres do Kuwait, que ficaram feridos após ataques com drones contra diversas instalações e acampamentos do exército kuwaitiano”, disse o Exército no X.

Por sua vez, o Ministério da Eletricidade do Kuwait também anunciou que uma usina de geração de energia e dessalinização de água foi atingida.

Horas antes, o Exército iraniano afirmou ter atacado no Kuwait, usando drones Arash, instalações de “mobilização das forças americanas e de apoio logístico ao exército” dos Estados Unidos, em retaliação aos bombardeios dos EUA contra a República Islâmica.

No Bahrein, o Irã afirmou ter atacado com drones helicópteros e aviões de reconhecimento do Exército dos EUA estacionados na base de Sakhir, em resposta aos ataques dos EUA às “infraestruturas urbanas” iranianas, segundo um comunicado transmitido pela televisão estatal.

O Catar, que atua como mediador nas negociações com os Estados Unidos juntamente com o Paquistão, e abriga a maior base militar dos EUA no Oriente Médio, também foi alvo de um ataque iraniano.

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou em um comunicado ter atacado “a base aérea americana em Al Udeid, no Catar, para punir o agressor e o Exército americano”.

Mais tarde, o Ministério do Interior do Catar informou que uma criança ficou ferida por destroços após o ataque ter sido interceptado.

Os Estados Unidos alegaram ter bombardeado “alvos militares iranianos” durante a madrugada de quinta para sexta-feira, mas Teerã acusa Washington de ter atacado infraestruturas civis.


Fonte: Jovem Pan

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