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Blake Lively x Justin Baldoni: atores chegam a acordo e processo termina

A batalha judicial entre a atriz Black Lively e a produtora de Justin Baldoni não irá a julgamento após as duas partes chegarem a um acordo, que foi anunciado duas semanas antes antes do início previsto para a seleção do jurí.
De acordo com a CNN Internacional, os detalhes do acordo não foram divulgados.
Lively alegou que o ator havia a assediado sexualmente durante a produção do filme “É assim que acaba“, no qual os atores contracenaram e contou com Baldoni como diretor. De acordo com a atriz, após a alegação, Baldoni teria organizado uma campanha contra o que foi dito sobre suas ações. Ele negou todas as acusações.
Ainda segundo a emissora, no mês passado, 13 das acusações feitas por Lively foram descartadas por um juiz federal, entre elas estavam: assedio e difamação. Algumas das alegações, como a de assedio, foram anuladas devido a questões técnicas legais, como o fato de Lively ser considerada uma prestadora de serviços independente, e não uma funcionária.
Restaram três acusações — retaliação, auxílio e incentivo à retaliação, e quebra de contrato — que não eram contra Baldoni pessoalmente, mas sim contra a produtora dele, Wayfarer, e uma empresa de relações públicas contratada por sua equipe.
Em um comunicado divulgado na segunda-feira (4) pelos advogados de Lively e dos demais réus, eles reconheceram que o processo de produção do filme ‘apresentou desafios’ e que as ‘preocupações levantadas pela Sra. Lively mereciam ser ouvidas’.”

“Continuamos firmemente comprometidos com ambientes de trabalho livres de condutas inadequadas e de ambientes improdutivos”, diz um trecho da nota.
Entenda o caso
Black Lively processou Justin Baldoni, Wayfarer e outros em dezembro de 2024, pedindo indenização não especificada por suposto assédio, difamação, invasão de privacidade e violações de leis federais e estaduais de direitos civis. O caso atraiu pessoas famosas como a cantora Taylor Swift, a modelo Gigi Hadid e o ator Hugh Jackman, que podem, segundo Lively, ter informações que sustentam suas alegações.
Ela reclamou que os réus criaram uma atmosfera sexualmente carregada durante a produção do filme e, em seguida, planejaram silenciá-la e outras pessoas para que não se manifestassem sobre o ambiente hostil que criaram.
Baldoni, de 42 anos, argumentou que resolveu as preocupações de Lively assim que ela as levantou e que ele tinha o direito de contratar uma empresa de gerenciamento de crises após Lively começar a depreciá-lo publicamente.


Fonte: Jovem Pan

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