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Copa do Mundo: França busca repetir feito raro de Brasil e Alemanha; saiba qual

Somente Brasil e Alemanha. É em busca de se juntar a este seleto grupo que a França projeta a Copa do Mundo de 2026. Finalista das últimas duas edições, a seleção comandada por Didier Deschamps entra no torneio com o objetivo de alcançar sua terceira decisão de Mundial seguida, feito que apenas brasileiros (1994, 1998 e 2002) e alemães (1982, 1986 e 1990) ostentam.

A Seleção Francesa viveu, na última década, um dos períodos mais consistentes de sua história. Sob o comando de Didier Deschamps, os “Bleus” deixaram para trás o fantasma da eliminação na fase de grupos em 2010, na África do Sul, para construir uma equipe baseada em talento jovem, organização tática e ascensão de craques geracionais.

Abaixo, a Jovem Pan apresenta como foi a participação francesa nas últimas três Copas (2014, 2018, 2022):

Brasil 2014: Retomar a credibilidade

Após o vexame na África do Sul, a França chegou ao Brasil com o objetivo de recuperar sua credibilidade. Com um elenco jovem, que já contava com nomes como Paul Pogba (21 anos) e Antoine Griezmann (23 anos), os franceses convenceram na fase de grupos: venceram Honduras – 3 x 0 – e Suíça – 5 x 2 -, fechando com um empate sem gols com o Equador.

Nas oitavas, a França superou a Nigéria por 2 x 0 em um jogo complicado, com gols de Pogba e Joseph Yobo, contra.

Já nas quartas de final, a queda. Diante da seleção que viria a ser campeã do torneio daquela edição, a equipe comandada por Deschamps caiu para para a Alemanha por 1 a 0 e deixou a Copa do Mundo. Apesar da eliminação, o sentimento era de que uma base vitoriosa havia sido plantada.

Rússia 2018: A glória da geração

A França chegou à Rússia em 2018 como uma das seleções favoritas. Na fase de grupos, confirmou o favoritismo ao vencer a Austrália por 2 a 1 e o Peru por 1 x 0, além de um empate sem gols contra a Dinamarca.

O grande cartão de visitas, porém, veio nas oitavas de final: uma vitória gigante por 4 x 3 sobre a Argentina, onde o mundo pôde conhecer de perto a genialidade de Kylian Mbappé, de apenas 19 anos, autor de dois gols.

A caminhada seguiu firme com uma vitória segura sobre o Uruguai por 2 a 0 nas quartas e uma boa classificação contra a forte Bélgica – algoz do Brasil naquela edição – por 1 a 0 na semifinal, com gol do zagueiro Umtiti.

Na grande decisão em Moscou, os “Bleus” não deram chances à surpresa daquela edição: a Croácia. Com gols de Griezmann, Pogba, Mbappé e um contra de Mandžukić, a França venceu por 4 x 2, conquistando o bicampeonato mundial.

Catar 2022: O sonho do bi parado por um gênio

Em 2022, a França desafiou a “maldição dos campeões” e, mesmo assolada por lesões de grandes jogadores, como Benzema, Kanté e Pogba, passou tranquilamente pela fase de grupos ao bater Austrália por 4 x 1 e Dinamarca por 2 x 1. A seleção ainda perdeu para a Tunísia por 1 x 0 na última rodada, com o time reserva.

No mata-mata, eliminou a Polônia após vencer o jogo por 3 x 1 e superou a Inglaterra em uma partida tensa por 2 x 1. Na semifinal, outra zebra apareceu no caminho francês e, assim como em 2018, a França não tomou conhecimento e venceu Marrocos por 2 x 0, garantindo sua segunda final consecutiva.

A decisão contra a Argentina de Lionel Messi tornou-se, instantaneamente, a maior final da história das Copas. Após estar perdendo por 2 a 0 até os 80 minutos, a França buscou o empate com um hat-trick histórico de Kylian Mbappé (agora com 23 anos), levando o jogo para um espetacular 3 a 3 no tempo extra. A derrota veio apenas nos pênaltis (4 x 2), mas a França deixou o Catar sob aplausos de uma torcida que sabe que seguirá na luta pelo topo do futebol mundial por muitos anos.


Fonte: Jovem Pan

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