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Corpos de mergulhadores que sumiram em caverna nas Maldivas são encontrados

Oficiais confirmaram à emissora BBC News que os corpos dos italianos que sumiram durante mergulho em Maldivas foram encontrados na semana passada. No dia do ocorrido, um corpo já havia sido localizado na entrada da caverna , porém quatro ainda estavam  sendo procurados.

Os italianos foram encontrados dentro de uma caverna de 60 metros de profundidade, no Atol de Vaavu, por uma equipe conjunta de mergulhadores finlandeses e maldivos altamente treinados, segundo autoridades locais.
Um mergulhador de resgate também morreu no sábado enquanto procurava os corpos do grupo. “Novos mergulhos serão realizados nos próximos dias para recuperar os corpos”, afirmou Mohamed Hossain Shareef, porta-voz do governo das Maldivas, em mensagem enviada à BBC.
Segundo ele, dois dos corpos seriam retirados na terça-feira e os dois restantes no dia seguinte.
O Ministério das Relações Exteriores da Itália informou que os quatro corpos foram localizados na terceira seção da caverna — a mais distante da entrada — e que seriam necessários mergulhos adicionais para recuperá-los.

Entenda o caso

 

Cinco italianos morreram em Maldivas após um acidente durante scooby diving, uma modalidade de mergulho na qual são utilizados equipamentos autônomos para respirar debaixo d’água, permitindo liberdade de movimento e exploração do fundo do mar sem depender de ar da superfície. As informações da BBC.

A polícia informou que o mar estava agitado na região, localizada a cerca de 100 km ao sul da capital Malé. Um alerta amarelo foi emitido para embarcações de passageiros e pescadores. Segundo a imprensa local, os  cinco italianos entraram na água na manhã de quinta-feira (14). A tripulação da embarcação de mergulho em que eles viajavam comunicou o desaparecimento após o grupo não retornar à superfície.
As Forças Armadas das Maldivas informaram que um corpo foi encontrado em uma caverna a cerca de 60 metros de profundidade, e acredita-se que os outros quatro mergulhadores também estejam no local.
Quatro dos mergulhadores faziam parte de uma equipe da Universidade de Gênova, incluindo a professora de ecologia Monica Montefalcone, sua filha e dois pesquisadores.
Mais tarde, a universidade identificou as vítimas como Monica Montefalcone, sua filha Giorgia Sommacal — que também era estudante —, a pesquisadora Muriel Oddenino e o formado em biologia marinha Federico Gualtieri.
A quinta vítima foi identificada como Gianluca Benedetti, gerente de operações da embarcação e instrutor de mergulho.

 


Fonte: Jovem Pan

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