Durante anos, o bolsonarismo transformou o “faz o L” numa acusação. Quem não se curvava o suficiente, quem curtia o post errado, quem conversava com o centro, era levianamente rotulado de “isentão” e de “fazer o L”. Era o teste de pureza stalinista que radicais, oportunistas, bajuladores e autoritários aplicavam em qualquer um que quisessem perseguir.
Fonte: UOL Noticias