Oficial de justiça comunicou na segunda-feira (18) que não encontrou o deputado federal Mário Frias (PL-SP) para intimá-lo. O congressista é alvo de investigação que apura o envio de emendas parlamentares a organizações não-governamentais (ONGs) ligadas à produtora GO Up, responsável pelo filme “Dark Horse”, que contará a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Após receber denúncias dos deputados federais Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) e Tabata Amaral (PSB-SP), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, em 15 de maio, a abertura de investigação preliminar para apurar o caso.
Além de Mário Frias, foram denunciados à Corte os deputados federais Marcos Pollon (PL-MS) e Bia Kicis (PL-SP). Os parlamentares teriam enviado emendas ao Instituto Conhecer Brasil e à Academia Nacional de Cultura para custear indiretamente a produção de “Dark Horse”.
Ao ministro, o oficial de justiça que tentou intimar Mário Frias comunicou que não conseguiu contatar o deputado por telefone. Ele também procurou o gabinete do parlamentar em 13 de maio. Na ocasião, foi informado que o congressista estava em missão internacional e não se sabia a data de seu retorno.
O oficial de justiça relatou que, no endereço apresentado na intimação, foi dito que Mário Frias não morava mais no local há cerca de dois anos. O assessor do deputado também foi procurado, mas, segundo o ofício, o celular estava “sempre desligado”.
Fonte: Jovem Pan