Se Liga Cacoal – Header
.

Se Liga Cacoal – Header

Kitkat roubado? Saiba como rastrear o chocolate e descobrir a origem da mercadoria

A Nestlé lançou uma plataforma para rastrear unidades da barra de chocolate KitKat após o roubo de uma carga de 12 toneladas do produto na Europa em março.
A ferramenta é chamada “rastreador de KitKat roubado”. O usuário precisa inserir o código do lote para verificar se a unidade pertence à carga que foi desviada.
A iniciativa veio junto a um pedido da marca aos consumidores, feito pelo X na quarta-feira (1º), para que eles ajudassem a encontrar os produtos roubados. “Obrigado pelo seu interesse nos KitKats desaparecidos. Mas, apenas para esclarecer, isso não é uma ação de marketing nem uma piada de 1º de abril. Alguém realmente roubou 12 toneladas de Kit Kats e queremos saber para onde eles foram”, escreveu a empresa.
No último dia 28 a empresa havia confirmado, em um comunicado, que “um caminhão que transportava 413.793 unidades da sua nova linha de chocolates foi roubado durante o transporte na Europa”.
A carga, de 12 toneladas, desapareceu em meados de março, durante uma viagem até centros de produção e distribuição, indicou.
“Sempre incentivamos as pessoas a fazerem uma pausa com o KitKat”, comentou um porta-voz da marca, citando o slogan da barra de chocolate. “Mas parece que os ladrões levaram a mensagem muito a sério e roubaram mais de 12 toneladas do nosso chocolate”, acrescentou.
A marca advertiu que “o roubo pode provocar escassez de KitKats” e que os consumidores “podem ter dificuldades para encontrar seus chocolates favoritos antes da Páscoa”.
O caminhão roubado saiu do centro da Itália e seguia para a Polônia, com a missão de distribuir as barras em vários países ao longo do trajeto.
A empresa não informou onde a mercadoria desapareceu, mas indicou que “o veículo e seu conteúdo continuam desaparecidos“.
“As investigações prosseguem em estreita colaboração com as autoridades locais e os parceiros da cadeia de suprimentos”, acrescentou.
A Nestlé também já havia alertado que as barras de chocolate roubadas “poderiam entrar em canais de venda não oficiais nos mercados europeus“.
*Com informações da AFP


Fonte: Jovem Pan

Destaques