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Lula e Trump posam juntos na foto oficial do G7 em meio a tensão por tarifas

Foto de família da cúpula do G7 em Evián, na França, com residente dos EUA, Donald Trump; presidente da França, Emmanuel Macron; primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney; primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni; primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi; presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa; chanceler da Alemanha, Friedrich Merz; presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi; presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung; primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi; presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; presidente do Quênia, William Ruto; e primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, em 16 de junho de 2026.
Evelyn Hockstein/ Reuters
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) posou em foto nesta terça-feira (16) junto com o presidente norte-americano Donald Trump em meio ao cenário de tensão envolvendo a aplicação de novas tarifas contra o Brasil pelos Estados Unidos (leia mais abaixo).
O G7 é um grupo das principais economias ricas do mundo que se reúne para discutir temas globais, como economia, guerra, clima e segurança. É um fórum político (não toma decisões obrigatórias, mas tem muita influência).
Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão — além da União Europeia, que participa das reuniões.
O Brasil não integra o G7, mas pode ser convidado para reuniões, como aconteceu com Lula na atual cúpula.
Agora no g1
Tensão envolvendo tarifas
A tensão entre Brasil e Estados Unidos cresceu após o governo americano concluir uma investigação comercial e propor a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.
Segundo o relatório do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), o Brasil adotaria práticas consideradas “irrazoáveis” e que prejudicariam empresas americanas — incluindo regras sobre o Pix, políticas ambientais, combate à corrupção e proteção de propriedade intelectual.
A medida ainda não entrou em vigor e passa por consultas públicas antes de uma decisão final, prevista para julho.
O governo Lula reagiu com críticas, classificou o tratamento como inaceitável e afirmou que o país não pode aceitar medidas unilaterais, o que elevou o tom do conflito entre os dois países.
– Esta reportagem está em atualização


Fonte:

g1 > Política

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