A ex-ministra Marina Silva, que deixou o Ministério do Meio Ambiente nesta semana para disputar a eleição em outubro, anunciou neste sábado (4) que vai permanecer na Rede Sustentabilidade e vai ser candidata ao Senado por São Paulo.
“Decidi permanecer na Rede como uma forma de reafirmar meu compromisso com a construção de um campo democrático plural, diverso e dedicado a criar um novo ciclo de prosperidade, que seja capaz de promover justiça social, respeito à diversidade, à democracia e à sustentabilidade”, disse Marina em nota.
“Mesmo permanecendo na Rede, estarei ao lado de candidaturas do campo democrático popular e sustentabilista nos mais diferentes partidos da frente Lula Presidente e Fernando Haddad governador de São Paulo”, afirmou.
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Na última quarta-feira (1º), Marina disse que recebeu convites de diversos partidos de esquerda para concorrer nas eleições deste ano em São Paulo.
No entanto, ela não havia revelado por qual legenda disputaria e nem para qual cargo.
Marina Silva durante a plenária de encerramento da COP em Belém, em 2025.
Fernando Donasci/MMA
Na noite deste sábado, ao anunciar sua candidatura, a ex-ministra agradeceu “pelos convites recebidos e pelos diálogos realizados com PT, PSB, PDT, PV, PCdoB e PSOL”.
“Coloco, assim, meu nome à disposição do debate dentro do nosso campo político para representar a Federação liderada pelo PSOL, na segunda vaga para o Senado, ao lado de Simone Tebet, do PSB”, afirmou Marina.
Marina já foi vereadora de Rio Branco (AC), deputada estadual no Acre, senadora e ministra do Meio Ambiente (de 2003 a 2008). Em 2022, elegeu-se deputada federal pela Rede-SP, licenciou-se e assumiu como ministra do Meio Ambiente em fevereiro de 2023, no início do atual mandato do presidente Lula.
Na última quarta (1º), ao deixar o ministério, voltou a assumir seu mandato na Câmara dos Deputados.
Marina anuncia que vai ficar na Rede e vai disputar uma vaga no Senado por SP
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