O Ministério Público de Rondônia (MPRO) ajuizou uma Ação Civil Pública contra o Estado com o objetivo de ampliar leitos clínicos na rede hospitalar e liberar vagas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), especialmente no município de Cacoal.
A medida foi tomada após a identificação de um problema crítico na rede pública: pacientes que já possuem alta da UTI permanecem ocupando os leitos por falta de vagas em enfermarias. Com isso, pacientes em estado grave acabam enfrentando dificuldades para acesso ao atendimento intensivo.
⚠️ Situação preocupa
Hospitais estaduais vêm enfrentando escassez de leitos clínicos, o que tem provocado atrasos nas transferências de pacientes. Em alguns casos, a espera ultrapassa 24 horas, gerando pressão sobre o sistema de saúde e aumentando os riscos à população.
📋 O que o MPRO pede
Na ação, o Ministério Público solicita que o Estado adote medidas imediatas para:
- ampliar a oferta de leitos clínicos
- melhorar o fluxo de internações
- garantir a liberação de UTIs para pacientes graves
Além disso, o órgão requer que sejam apresentados dados periódicos sobre a ocupação hospitalar e o tempo de espera por vagas.
O descumprimento das medidas pode resultar em multa diária.
⚖️ Acompanhamento
A ação foi proposta pela 3ª Promotoria de Justiça de Cacoal, sob responsabilidade do promotor Marcos Ranulfo Ferreira, que acompanha a situação da saúde pública na região.
📌 Fonte
Informações baseadas em publicação do perfil @ro24hnoticias