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Na Alemanha, Lula nega turbulência em cenário eleitoral e diz estar ‘tranquilo’ para disputar quarto mandato

Lula em agenda oficial na Alemanha.
Ricardo Stuckert/ Presidência da República
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) negou nesta segunda-feira (20) que esteja num período turbulento no cenário eleitoral e afirmou estar “tranquilo” para disputar o quarto mandato presidencial.
Lula deu a declaração ao ser questionado durante coletiva de imprensa na Alemanha.
“Não tem turbulência nenhuma. Eu encaro eleição como a coisa mais democrática, mais tranquila possível. Sou o cidadão que mais disputou eleição na história do Brasil, portanto eleição pra mim não tem turbulência”, disse o petista.
Na ocasião, o presidente fez críticas às investidas dos Estados Unidos contra outros países como Venezuela e Cuba. Afirmou também se opor ao que chamou de “falta de respeito à integridade territorial das nações”.
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“Eu sou contra qualquer país do mundo se meter a ter ingerência política de como sociedade de um país tem que se organizar ou não. Cadê a autodeterminação dos povos? Direitos humanos? Cadê o respeito a carta da ONU?”, questionou Lula.
“Eu quero que os Estados Unidos sejam do jeito que querem ser, Alemanha se organize do jeito que queira se organizar. Quero que o Brasil se organize do que o jeito que a sociedade brasileira queira se organizar. Ninguém pode se meter na nossa organização”, emendou.
Contexto eleitoral
Pesquisa Quaest divulgada na quarta-feira (15) mostra que Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) aparecem tecnicamente empatados em um eventual 2º turno das eleições 2026.
Flávio tem 42% das intenções de voto contra 40% de Lula. É a primeira vez na Quaest que o senador filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ultrapassa Lula numericamente.
Na pesquisa anterior da Quaest, realizada em março, Lula e Flávio empatavam pela primeira vez na série histórica, com o percentual de 41% cada.
A vantagem do presidente era de dez pontos em dezembro, passou para sete em janeiro e para cinco em fevereiro. Agora, em abril, Flávio Bolsonaro tem vantagem de dois pontos diante do petista.


Fonte:

g1 > Política

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