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‘O Fim da Rua’: veja as principais curiosidades sobre o novo filme de David Robert Mitchell

A Warner Bros. divulgou novos detalhes de O Fim da Rua (The End of Oak Street), longa escrito e dirigido por David Robert Mitchell (Corrente do Mal e Under the Silver Lake) e produzido por J.J. Abrams. O filme acompanha uma família que vive em um típico bairro suburbano dos anos 1980 e precisa lutar pela sobrevivência depois que um misterioso evento cósmico transporta toda a vizinhança para um lugar desconhecido, repleto de dinossauros. O elenco é liderado por Anne Hathaway e Ewan McGregor.

Confira algumas curiosidades da produção:

Um sonho de infância virou filme

David Robert Mitchell revelou que sonhava em fazer um filme de dinossauros desde criança. A paixão nasceu por influência do pai, fascinado por paleontologia, e dos clássicos em stop-motion de Ray Harryhausen, especialmente O Vale de Gwangi.

A ideia surgiu durante uma caminhada

A imagem que deu origem ao roteiro apareceu de forma inesperada. Enquanto caminhava por um bairro residencial, Mitchell imaginou um alossauro revirando sacos de lixo em um beco comum. A partir dessa cena, decidiu criar uma história que misturasse o fantástico com o cotidiano.

Ambientação nos anos 1980 foi uma escolha pessoal

O diretor decidiu situar a trama em 1985 por considerar que os filmes da época valorizavam personagens fortes antes do espetáculo visual. Segundo ele, esse tipo de narrativa fazia o público se importar mais com os protagonistas antes de colocá-los em situações extremas.

Visual inspirado no cinema dos anos 70 e 80

Ao lado do diretor de fotografia Mike Gioulakis, Mitchell buscou reproduzir a estética dos thrillers produzidos entre o fim dos anos 1970 e o início dos anos 1980. A equipe evitou excesso de cobertura de câmera, privilegiou iluminação naturalista e um ritmo de montagem mais acelerado.

A perseguição ao alossauro exigiu meses de preparação

Uma das principais cenas do filme envolveu um grande trabalho de planejamento. A sequência passou por ensaios, testes de câmera e estudo de locações para que o resultado transmitisse naturalidade, apesar da complexidade técnica.

Atlanta substituiu os estúdios

Em vez de recorrer massivamente a telas verdes, a produção optou por filmar em bairros reais de Atlanta, na Geórgia. A intenção era criar um contraste convincente entre o ambiente suburbano e as criaturas pré-históricas.

Cenários recriaram uma verdadeira cápsula do tempo

A designer de produção Maya Shimoguchi pesquisou diversas locações até encontrar o bairro ideal. O interior da casa da família foi construído para transportar elenco e espectadores diretamente aos anos 1980.

Dinossauros com comportamento animal

Outro diferencial do filme é a maneira como as criaturas foram concebidas. Em vez de monstros tradicionais, os dinossauros foram pensados como animais tentando sobreviver naquele ambiente, o que permite que o longa transite entre aventura, humor, suspense e terror.

J.J. Abrams promete uma cena memorável

Segundo o produtor, o filme combina a escala de um blockbuster com a linguagem de um longa independente. Abrams também afirma que uma das sequências tem potencial para se tornar um clássico moderno do terror e destaca que o maior espetáculo está justamente em ver criaturas pré-históricas vivendo em um bairro suburbano aparentemente comum.

O filme estreia dia 13 de agosto nos cinemas.


Fonte: Jovem Pan

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