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Política

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O deputado federal Lúcio Mosquini oficializou sua filiação ao Partido Liberal (PL) durante um evento que reuniu importantes lideranças nacionais da legenda. O ato...

Lotofácil 3636: duas apostas da mesma cidade dividem prêmio de mais de R$ 2 milhões

Bilhetes registrados em Brasília acertaram as 15 dezenas do concurso 3636 e cada aposta levou pouco mais de R$ 1 milhão no sorteio realizado pela Caixa

Casal e comparsa são presos por tráfico em bar no Caladinho

Equipe do sgt Machado prende três suspeitos com maconha e cocaína em bar usado como ponto de venda de drogas na zona sul de Porto Velho, na madrugada deste domingo (15).

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VÍDEO: fotógrafo registra em Rondônia canto de ave que só pode ser ouvido 15 dias por ano


Uirapuru: conheça a ave que só canta 15 dias por ano na Amazônia O uirapuru é uma das aves mais enigmáticas da Amazônia. Discreto, difícil de ser visto e ainda mais raro de ser ouvido, pois ele guarda uma característica única: canta apenas entre 12 e 15 dias por ano. No folclore amazônico, a ave é conhecida por ter sido um guerreiro que caminhava pela floresta tocando sua flauta de bambu. 📹 No vídeo exclusivo gravado em Porto Velho pelo pesquisador Luis Morais, é possível ouvir o canto do uirapuru, considerado um dos maiores tesouros sonoros da mata. (assista acima) Segundo o biólogo e professor Guilherme Marietto, especialista em aves, o som do uirapuru é melodioso e doce, lembrando uma flauta. “Ele alcança notas complexas e muito impressionantes. É um canto que realmente chama atenção”, explica. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça Esse canto acontece apenas durante o período de reprodução, entre setembro e outubro. Assim que o macho encontra uma fêmea, ele se cala e só volta a cantar no ciclo seguinte. Outra curiosidade é que não existe diferença visível entre macho e fêmea. A identificação só é possível durante o canto, já que apenas os machos produzem o som. Ouvir o uirapuru é um privilégio raro. A ave vive em matas maduras e fechadas, ambientes escuros e de difícil acesso. Extremamente sensível a mudanças, abandona o local até mesmo quando uma árvore cai e abre uma clareira. Além disso, sua plumagem discreta se confunde com o chão da floresta, tornando a observação quase impossível. A espécie registrada no vídeo é o uirapuru ferrugíneo, que ocorre em Rondônia, Amazonas e Acre, além de regiões do Peru e da Bolívia. Apesar da dificuldade em estudá-lo, especialistas acreditam que o tamanho da floresta amazônica ajuda a proteger a espécie de ameaças diretas de extinção. Guilherme comenta que ainda há muito a ser descoberto sobre o uirapuru, pois segundo o especialista, não se sabe como é o ninho, quantos ovos coloca ou se o macho permanece com a fêmea após a reprodução. Essa falta de informações reforça o mistério em torno da ave e alimenta lendas populares, como a de que “quando o uirapuru canta, todos os outros pássaros se calam”. Uirapuru Luis Morais Conheça a lenda do Uirapuru Uirapuru é personagem de lenda amazônica Arte TG LEIA TAMBÉM: Alerta do TikTok ajuda Polícia Civil encontrar adolescente em situação de risco em Rondônia Presidente da Funcultural é exonerado após denúncia de assédio sexual em Porto Velho

Quem é o jovem padeiro de RO aprovado em medicina em MG: ‘Ouvir Linkin Park me ajudava’


Luiz Claudio de Castro Brito aluno aprovado na faculdade de medicina na Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG Arquivo pessoal O jovem padeiro Luiz Brito, de apenas 19 anos, conciliou uma rotina intensa entre fornadas de pão e longas horas de estudo, e conseguiu realizar o sonho de ser aprovado em Medicina. O portovelhense conquistou uma vaga na Universidade Federal de Minas Gerais na última semana. Antes da aprovação, Luiz dividia o tempo entre os estudos em um cursinho e o trabalho em uma panificadora de Porto Velho. A rotina era puxada: começava às 6h da manhã e seguia até as 15h, chegando às vezes às 16h. No fim da tarde, ia direto para a escola, onde tinha aulas das 17h30 até às 22h. 📱 Baixe o app do g1 para acompanhar as notícias de RO em tempo real Entre a vontade de vencer e a tentação de desistir, Luiz encontrava forças nos detalhes. Todos os dias, ainda de madrugada, fazia o trajeto de cerca de 10 minutos de bicicleta até a padaria. Como trilha sonora dessa jornada, as músicas da banda Linkin Park traziam a leveza necessária e o combustível ideal para seguir em direção ao sonho Veja os vídeos que estão em alta no g1 Para memorizar os conteúdos, Luiz desenvolveu métodos próprios de estudo. Um deles era escrever resumos à mão, com informações importantes e fórmulas de cálculo. Esses resumos eram colados nas paredes de casa e até no local de trabalho, para que pudesse revisar sempre que tivesse um momento livre, às vezes entre 10 e 20 minutos, entre uma fornada e outra. Mesmo com o dia cheio, Luiz aproveitava qualquer tempo disponível para estudar, até durante o almoço. Segundo ele, os professores chegavam a chamá-lo a atenção, porque comia rápido para voltar logo aos estudos, sempre buscando aproveitar ao máximo cada minuto. O preço do sucesso também se refletiu em sua vida pessoal. Luiz admite que perdeu amizades antigas e deixou relacionamentos amorosos em segundo plano. “Cheguei sim a perder amizades e ter relacionamentos amorosos colocados em 2° plano pelos estudos”, relata. Apesar do esforço, do cansaço e das perdas, Luiz afirma que tudo valeu a pena quando recebeu o resultado do Enem. Mas, junto à conquista da vaga, vieram novos desafios: a mudança de cidade e os custos para iniciar os estudos. Para se matricular na UFMG, Luiz precisou contar com um apoio que não imaginava que daria certo, mas manteve a fé. Por meio de uma campanha de arrecadação online, conseguiu comprar materiais das aulas práticas, jalecos, notebook e outros itens necessários. Em suas redes sociais, agradeceu às pessoas que se identificaram com sua história e fizeram doações para ajudar na realização do sonho. Agora, já na primeira semana de aula, Luiz espera que sua trajetória inspire outros jovens que também desejam conquistar uma vaga na universidade e seguir o curso dos seus sonhos. Veja também: Jovem é morto e outro fica ferido em ataque a tiros na zona Norte de Porto Velho 'Eu deixei de viver': Idosa vive há quase um ano com 'a pior dor do mundo' em RO

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A MÍDIA ELETRÔNICA EM RO (II) Lúcio Albuquerque, repórter 69 99910 8325 A Difusora, testemunha da história Por motivos diversos a Rádio Difusora do Guaporé encerra suas atividades em 1961. A emissora tinha potência que abrangia a cidade de Porto Velho, cuja zona urbana chegava até à atual av. Joaquim Nabuco, e testemunhou três fatos […]

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