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PT aposta em crise para aliviar antipetismo e tirar votos de Flávio

O PT está apostando na crise envolvendo o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), como forma de alívio ao antipetismo. Na avaliação da alta cúpula do Partido dos Trabalhadores, se o Banco Master se tornar um assunto recorrente da campanha, ficando colado ao bolsonarismo, o sentimento “anti-PT” pode ser diluído.
Levantamentos internos da sigla do presidente Lula tem apontado, nesta sexta-feira (15), vantagem para a reeleição na corrida nacional. A pré-campanha, no entanto, observa com cautela o cenário e as reações de Flávio e outros envolvidos.
A chance de rompimento de Flávio com outros partidos, como o NOVO, do também presidenciável Romeu Zema, por exemplo, tem sido vista com bons olhos. Zema aproveitou o momento para criticar Flávio, e a leitura do PT é que pode conseguir retirar votos do filho do ex-presidente, assim como Ronaldo Caiado (PSD), a depender da postura.
O PT, no entanto, tem visto Flávio como “resiliente”. Ele manteve todas as agendas de campanha até então, além de conceder entrevistas.
São Paulo 
O entendimento é que esse possível alívio do antipetismo, além de beneficiar Lula e a corrida nacional, também pode ter impactos diretos em outros estados, como São Paulo. Por aqui, o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que vai concorrer ao Palácio dos Bandeirantes, tenta se esquivar do público mais resistente ao PT com a figura do vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), e da ex-ministra Simone Tebet (PSB), por exemplo, que já tem atuado. Mas a avaliação a nível nacional e federal pode gerar melhores resultados.
Além disso, o PT está aguardando um alinhamento maior do governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos) – que até então vem tentando se desvincular da crise – à defesa de Flávio.


Fonte: Jovem Pan

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