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Quaest para o Senado no RJ: Castro e Benedita lideram cenários

Quaest: 36% avaliam Cláudio Castro negativamente no RJ
Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (27) apresenta 3 cenários de intenção de voto para o Senado no Rio de Janeiro em 2026.
Em 2 deles, os ex-governadores Cláudio Castro (PL) e Benedita da Silva (PT) lideram. A Quaest ainda simulou a corrida ao Senado sem Castro, que, hoje, está inelegível por oito anos (entenda no fim da reportagem).
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Neste ano, cada eleitor votará para eleger 2 senadores. A Quaest apresentou os votos totais de cada pré-candidato, considerando as 2 intenções de voto.
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Veja os números do cenário 1:
Cláudio Castro (PL): 12%
Benedita da Silva (PT): 10%
Felipe Curi (PL): 6%
Marcelo Crivella (Republicanos): 6%
Márcio Canella (União): 4%
Alessandro Molon (PSB): 3%
Waguinho (Republicanos): 3%
Mônica Benício (PSOL): 2%
Luciana Boiteux (PSOL): 1%
Pedro Paulo (PSD): 1%
Helio Secco (Missão): não pontuou
Indecisos: 18%
Branco/Nulo/Não vai votar: 34%
Veja os números do cenário 2:
Cláudio Castro (PL): 12%
Benedita da Silva (PT): 10%
Felipe Curi (PL): 6%
Marcelo Crivella (Republicanos): 6%
Márcio Canella (União): 5%
Mônica Benício (PSOL): 3%
Waguinho (Republicanos): 3%
Helio Secco (Missão): não pontuou
Indecisos: 17%
Branco/Nulo/Não vai votar: 38%
Veja os números do cenário 3:
Benedita da Silva (PT): 11%
Marcelo Crivella (Republicanos): 8%
Felipe Curi (PL): 7%
Márcio Canella (União): 6%
Waguinho (Republicanos): 4%
Mônica Benício (PSOL): 4%
Helio Secco (Missão): não pontuou
Indecisos: 20%
Branco/Nulo/Não vai votar: 40%
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.200 eleitores fluminenses entre os dias 21 e 25 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, e o nível de confiança das estimativas é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RJ-00613/2026.
Situação de Castro
A pesquisa se deu cerca de um mês após a renúncia de Castro, em 23 de março, um dia antes de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomar o julgamento que resultou na declaração de inelegibilidade do ex-governador, por oito anos, por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.
Após a condenação, a defesa de Castro afirmou que iria recorrer. Mesmo inelegível, Castro pode se candidatar até que o TSE julgue os recursos.
O caso começou na Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro, ainda em 2022, quando o Ministério Público Eleitoral e a coligação que apoiou Marcelo Freixo (o adversário na disputa), entraram com ações de investigação eleitoral.
O MP Eleitoral e a campanha de Freixo acusaram o governador e o vice, Thiago Pampolha de irregularidades na Ceperj (uma fundação estadual que atua em estratégias de políticas públicas) e na Uerj (a universidade do estado).
Os processos também envolvem Rodrigo Bacellar, deputado estadual afastado do comando da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro; e Gabriel Rodrigues Lopes, ex-presidente da Ceperj.
Entre elas:
o desvirtuamento da atuação da Ceperj com finalidade eleitoreira;
aumento exponencial do orçamento e valores empenhados pela Ceperj para a execução de projetos não previstos na lei;
criação de programas sociais não previstos no orçamento;
manutenção de uma “folha de pagamento secreta” de 18 mil pessoas contratadas sem concurso público.
Fachada do Congresso Nacional
Saulo Cruz/Agência Senado


Fonte:

g1 > Política

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