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Rejeição de Messias é a maior derrota do ‘governo Lula 3’ e fortalece Flávio, admitem aliados

A rejeição do Supremo Tribunal Federal (STF) a indicação do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, para ministro do STF, foi a maior derrota do governo Lula, apontam os alidos do presidente. Messias foi o primeiro rejeitado para o cargo desde 1894. Ele recebeu 42 votos contra e 34 a favor.
Além de derrota para Lula, os aliados também vêm um momento delicado para presidente a meses da eleição, que acontece em outubro, porque a decisão, somada às últimas pesquisas, que mostra o mandatário empatado com Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato do PL, e derrotado no segundo turno, fortalece a candidatura do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Apesar do resultado, os aliados elogiaram a postura de Messias durante a Sabatia. O advogado da AGU, chegou a ser aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado após sabatina. Voi uma votação apertada, com 16 votos a favor e 11 contra.
“Precisamos por sua importância, de que o STF se mantenha aberto ao aperfeiçoamento. A percepção pública de que Cortes supremas resistem às autocríticas e ao aperfeiçoamento institucional tende a pressionar a relação entre a jurisdição e a nossa democracia”, disse Messias, que completou dizendo que “em uma República, todo poder deve se sujeitar a regras e contenções”. Messias foi uma indicação de Lula para o cargo, e ainda não se sabe se o presidente pretende fazer uma nova indicação. 
Durante a sabatina, Jorge Messias tratou de temas polêmicos, como o aborto. O AGU afirmou ser totalmente contra a medida. “Da minha parte, não haverá qualquer tipo de ação de ativismo em relação ao tema aborto na minha jurisdição constitucional. Eu quero deixar absolutamente vossas excelências tranquilas quanto a isso”.
Rejeição de Messias
Em fato inédito, o Senado Federal reprovou a indicação do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Foram 42 votos contra, 34 a favor e uma abstenção.
A expectativa geral era de que o AGU fosse aprovado para a vaga deixada pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso. No entanto, a oposição ao governo do presidente Lula (PT) se movimentou nas últimas semanas para barrar a indicação.


Fonte: Jovem Pan

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