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Silvio Almeida se manifesta após denúncia de importunação sexual pela PGR: ‘Sou inocente’

O ex-ministro de Direitos Humanos Silvio Almeida se manifestou nas redes sociais sobre a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra ele. O jurista é acusado de importunação sexual a Anielle Franco.
A denúncia foi apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, que avalia que há indícios que respaldam o relato da agora, ex-ministra. Um dos depoimentos colhidos no caso foi o do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
🔎Anielle deixou o ministério da Igualdade Racial nesta semana para se candidatar às eleições de 2026. A medida é obrigatória conforme a legislação eleitoral, que prevê que pessoas em cargos de governo precisam se descompatibilizar para concorrer ao pleito.
“Eu sou um homem inocente”, afirmou Almeida. “Eu fiquei em silêncio até aqui por responsabilidade, por respeito à dor da minha família, por respeito a lei. uma vez que a investigação corre em sigilo, e eu respeito isso”.
PGR denuncia Silvio Almeida ao STF
Silvio Almeida foi exonerado pelo governo após a divulgação das denúncias feitas para a ONG Me Too, em setembro de 2024. Anielle Franco prestou depoimento em outubro daquele ano.
Em entrevista ao Fantástico em outubro de 2024, a ministra da Igualdade Racial explicou por que demorou para levar o caso a público e refletiu sobre a violência que atinge até mesmo mulheres em posições de poder, como ela.
“Durou alguns meses, assim, mais de ano, na verdade. Começa com falas e cantadas mal postas, eu diria. E vai escalando para um desrespeito pelo qual eu também não esperava. Até situações que mulher nenhuma precisa passar, merece passar ou deveria passar”, disse a ministra Anielle Franco, na ocasião.
Anielle Franco fala sobre relação com Silvio Almeida: ‘Nunca teve nenhum tipo de intimidade’
Pacto contra o feminicídio
Em fevereiro, os Três Poderes lançaram o “pacto contra o feminicídio”, uma iniciativa que busca o compromisso institucional para enfrentar a violência letal contra mulheres e meninas no Brasil.
Segundo o Executivo, em linhas gerais, a iniciativa visa articular esforços entre União, estados, Distrito Federal, municípios, sistema de Justiça e sociedade civil.
O pacto, batizado com o lema “Todos Por Todas”, tem como eixos principais a prevenção, a proteção, a responsabilização de agressores e a garantia de direitos para mulheres vítimas de violência de gênero.


Fonte:

g1 > Política

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