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Vitamina pré-treino: 3 receitas caseiras ricas em proteínas

As vitaminas são excelentes aliadas no pré-treino, especialmente para quem busca praticidade sem abrir mão da nutrição adequada. Fáceis e rápidas de preparar, elas combinam ingredientes que fornecem proteínas, carboidratos e gorduras boas, ajudando a garantir energia e disposição antes da atividade física. Além disso, por serem versáteis, podem ser adaptadas conforme as necessidades de cada pessoa.
Abaixo, confira receitas de vitaminas ricas em proteínas para o pré-treino!
1. Vitamina proteica de banana com mirtilo
Ingredientes

1 banana cortada em rodelas
1/2 xícara de chá de mirtilo
1 scoop de proteína em pó sabor baunilha
200 ml de leite gelado
1 colher de sopa de iogurte natural
Gelo a gosto

Modo de preparo
No liquidificador, coloque a banana, o mirtilo, o leite e a proteína em pó. Bata por alguns segundos até obter uma mistura homogênea. Em seguida, acrescente o iogurte e o gelo e bata novamente até ficar bem cremoso. Sirva em seguida.
2. Vitamina proteica de manga e leite de coco
Ingredientes

1 xícara de chá de manga madura picada
200 ml de leite de coco gelado
1 scoop de proteína de ervilha
1 colher de sopa de linhaça
1 colher de chá de mel
Gelo a gosto

Modo de preparo
No liquidificador, coloque a manga, o leite de coco e a proteína de ervilha. Bata até formar uma mistura homogênea. Em seguida, acrescente a linhaça, o gelo e o mel e bata novamente até ficar bem cremosa. Sirva em seguida.
Vitamina proteica de maçã-verde com espinafre Imagem: Liliya Kandrashevich | Shutterstock
3. Vitamina proteica de maçã-verde com espinafre
Ingredientes

1 maçã-verde sem sementes e picada
1 xícara de chá de folhas de espinafre
1 scoop de proteína em pó sabor baunilha
200 ml de leite de aveia gelado
1 colher de sopa de sementes de chia
Gelo a gosto

Modo de preparo
No liquidificador, coloque a maçã-verde, o espinafre, o leite e a proteína em pó. Bata até obter uma mistura homogênea. Em seguida, acrescente a chia e o gelo e bata novamente até ficar bem cremosa. Sirva em seguida.


Fonte: Jovem Pan

Davi defende diálogo entre Poderes e construção de políticas a várias mãos

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou nesta terça-feira (14), no Palácio do Planalto — sede do Executivo federal —, que a relação entre o Executivo e o Legislativo tem resultado em políticas públicas efetivas. A declaração foi feita durante a cerimônia em que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, deu posse ao novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães, reunindo autoridades dos Três Poderes no evento que marcou a transição na pasta responsável pela articulação política do governo.
Davi defendeu que o diálogo entre os Poderes é o caminho para construir iniciativas voltadas à redução da desigualdade, ao fortalecimento do setor produtivo e à geração de emprego e renda. Ele também apelou para que disputas ideológicas, partidárias e eleitorais sejam deixadas de lado em prol de políticas que beneficiem os brasileiros.
— As conquistas que essa relação honesta e verdadeira entregou para a sociedade brasileira foram políticas públicas efetivas, construídas a várias mãos e que estão efetivamente mudando a vida nos rincões do Brasil. A diminuição das desigualdades, o fortalecimento do setor produtivo brasileiro, o fortalecimento da economia, a geração de emprego e a geração de renda foram conquistas idealizadas pelo Poder Executivo, mas que tiveram muito, absolutamente muita contribuição do Poder Legislativo. E isso verdadeiramente o que importa — afirmou o presidente do Senado.


Fonte: Senado Federal

Izalci defende derrubada de veto ao PL da dosimetria e critica penas do 8/1

O senador Izalci Lucas (PL-DF), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (14), defendeu a derrubada do veto presidencial ao projeto de lei (PL 2.162/2023), que trata da dosimetria das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. O parlamentar afirmou que a medida é necessária para corrigir “a desproporcionalidade das condenações”.
— Nós precisamos derrubar os vetos que impedem a correção dessas injustiças. Não é sobre defender erro, é sobre defender uma justiça que realmente seja justa. Teve gente que doou R$ 500 e recebeu uma condenação de 14 anos pelo terrível crime de doar dinheiro para uma causa em que acredita. Isso não é justiça, isso é um recado; e nós precisamos ter coragem de dizer isso — afirmou.
O senador mencionou casos em que, segundo ele, pessoas receberam penas elevadas por condutas que não configuram crimes graves. Izalci também questionou a atuação de autoridades responsáveis pela segurança pública no dia dos atos e afirmou que houve falhas que não foram devidamente apuradas.
— Onde estava a responsabilidade de quem deveria garantir a segurança naquele dia? Onde estava a atuação do então ministro da Justiça, Flávio Dino? Onde estava o coordenador das forças de segurança? Porque é muito fácil punir quem está lá na ponta; difícil é assumir a responsabilidade de quem tinha o poder de evitar tudo isso. Nós não podemos aceitar que a narrativa se sobreponha à verdade. E a verdade é simples: não houve golpe, não houve organização militar, não houve comando estruturado.


Fonte: Senado Federal

Mineração em terras indígenas deve ouvir comunidades, dizem debatedores

Com a apresentação de experiências em vários países, a audiência pública do Grupo de Trabalho sobre Regulamentação da Mineração em Terras Indígenas (GTMTI) nesta terça-feira (14) destacou como necessária a consulta prévia às comunidades envolvidas. Os especialistas ouvidos pelo grupo também pediram equilíbrio entre as questões econômicas, ambientais e sociais envolvidas na exploração mineral.
Direito de autorizar
Falando por videoconferência, Hannele Pokka, ex-secretária permanente do Ministério do Meio Ambiente da Finlândia, citou o povo Sami, único grupo indígena reconhecido na União Europeia e na Constituição do país. Ela lembrou que, pela legislação, a Finlândia tem que se adaptar a esse povo, cujos direitos devem ser identificados e garantidos — inclusive o direito de autorizar atividades em suas terras demarcadas
— Havia uma certa exploração [mineral] nas terras Sami, mas o povo enfrentou e lutou contra esse tipo de exploração depois de alguns anos, e as atividades de mineração pararam.
Melanie Campbell, diretora de políticas estratégicas de terras e minerais no Canadá, disse que o país tem posição de destaque na mineração, atividade que tem as comunidades indígenas como importantes parceiras. Pela lei canadense, é obrigatória a consulta às comunidades afetadas e a avaliação de impactos negativos, e as comunidades são compensadas por meios financeiros e não-financeiros.
— Avaliamos o impacto dentro desses projetos: habitat de peixes, terras, divisão de águas e todos os efeitos dessas decisões para os povos indígenas. Se um projeto tem um impacto muito grande nessas áreas, ele precisa ser avaliado — sublinhou.
Tensões sociais
Diretor de assuntos políticos e imprensa da embaixada do México no Brasil, Raúl Mendoza Gallo declarou que a legislação de seu país recentemente aumentou as exigências para a mineração, reforçando a preservação dos direitos dos povos indígenas e a defesa do meio ambiente. Para ele, os mecanismos de participação das comunidades afetadas são essenciais, sem os quais surgem tensões sociais e insegurança jurídica.
— Um dos pilares centrais do modelo mexicano é o princípio de consulta prévia, livre, informada, culturalmente adequada e de boa-fé, conforme previsto tanto na legislação nacional quanto nos compromissos internacionais assumidos pelo país.
Por sua vez, Raquel Yrigoyen Fajardo, professora e diretora do Instituto Internacional de Derecho y Sociedad de Lima (Peru), avaliou que seu país enfrenta contradições entre os tratados internacionais de defesa dos povos indígenas e a prática das normas nacionais de mineração.
— Na prática, não é feita a consulta prévia de concessões. São outorgadas concessões para atividades de extração sem garantir os direitos dos povos. (…) Mas qualquer projeto de desenvolvimento tem que ter como prioridade a melhoria das condições de vida dos povos.
E a vice-embaixadora da Austrália no Brasil, Vanessa Voss, salientou a importância da mineração para a economia australiana e disse que a atividade em terras indígenas é submetida a uma legislação em constante evolução.
Sem regulamentação
Tratando do Brasil, o procurador-chefe da Agência Nacional de Mineração (ANM), Thiago de Freitas Benevenuto chamou a atenção para a falta de regulamentação das atividades minerárias em terras indígenas e para o entendimento da Advocacia Geral da União (AGU) e da ANM de que não há respaldo jurídico para tais atividades.
— A Constituição (…) não vedou; o que fez foi estabelecer alguns pressupostos: disciplina nos termos de lei ordinária, aproveitamento dependente de autorização do Congresso Nacional, oitiva das comunidades afetadas e participação dessas comunidades no resultado da lavra.
O senador Marcos Rogério (PL-RO), que presidiu o evento, citou casos de exploração mineral ilegal em terras indígenas em seu estado, avaliando que a falta de regulamentação não tem inibido a atividade.
— E a experiência que nós temos no Brasil é desastrosa. (…) Nem o índio é beneficiado pela exploração; o Estado, muito menos, porque, se a exploração é ilegal e clandestina, você não tem nenhum dividendo (…). Quem acaba lucrando com isso é o mercado paralelo, o ambiente do crime.
O senador Jaime Bagattoli (PL-RO) concordou, lembrando que a situação atual prejudica as comunidades indígenas.
— Nós podemos importar o potássio que vem do Canadá, que é explorado em terras indígenas, (…) e a gente não consegue fazer a legalização para que nossos indígenas tenham o direito de fazer a exploração de minério.


Fonte: Senado Federal

Senado aprova indicação para embaixada do Brasil na Austrália

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (14) a indicação de Alexandre Peña Ghisleni para exercer o cargo de embaixador do Brasil em Camberra, na Austrália. A aprovação da indicação, por 40 votos favoráveis e um contrário, será comunicada à Presidência da República.
Ghisleni vai acumular a vaga de embaixador na Austrália com as chefias das representações em Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão, Fiji, Nauru e Vanuatu. 
Em sabatina na Comissão de Relações Exteriores (CRE) em fevereiro, Ghisleni disse que pretende focar no fortalecimento das ações estratégicas já existentes para essas nações, que, segundo ele, são líderes em temas globais, como as mudanças climáticas.
A indicação do diplomata (MSF 3/2026) foi relatada pelo senador Laércio Oliveira (PP-SE).
Ghisleni atuou na delegação permanente em Genebra, na Suíça (2000-2003), como conselheiro na embaixada em Washington, nos Estados Unidos (2001-2010), e como ministro conselheiro na embaixada em Havana, capital de Cuba (2011-2013). Atualmente, é diretor do Departamento de Política Econômica, Financeira e de Serviços do Ministério das Relações Exteriores.
A Comunidade da Austrália é uma monarquia constitucional com sistema parlamentar de governo. O chefe de Estado é o rei Charles III, do Reino Unido, representado pela governadora-geral, Sam Mostyn. O chefe de governo é o primeiro-ministro Anthony Albanese. Atualmente, é a 14ª economia do mundo e grande exportadora mineral e agrícola.
O fluxo comercial entre os dois países é tradicionalmente deficitário para o Brasil, em razão da importação de carvão mineral e derivados. Em 2024, o intercâmbio comercial bilateral foi de cerca de US$ 2,1 bilhões, com as exportações brasileiras somando US$ 612,7 milhões e as importações, cerca de US$ 1,49 bilhão.
Os países mantêm acordos de cooperação bilateral nas áreas de educação e de ciência e tecnologia. Segundo o Itamaraty, há potencial para cooperação nas áreas de biocombustíveis e saúde. Estão em negociação tratados para evitar a dupla tributação e de auxílio jurídico em matéria penal, e acordos de cooperação e facilitação de investimentos e de previdência social. A Austrália apoia a candidatura brasileira a assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.


Fonte: Senado Federal

Davi celebra 80 anos da Secretaria-Geral da Mesa e da Diretoria-Geral do Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, celebrou os 80 anos de criação da Secretaria Geral da Mesa (SGM) e da Diretoria-Geral do Senado (Dger). Em 1946, lembrou Davi, ocorreu a nomeação do primeiro secretário-geral da Mesa, Isaac Brown, e do primeiro diretor-geral, Júlio Barbosa.
— Essas nomeações marcaram a criação da Secretaria Geral da Mesa e da Diretoria-Geral, dois setores fundamentais para o funcionamento do Senado — registrou o presidente do Senado, no Plenário, na tarde desta terça-feira (14).
Davi anunciou que, para comemorar os 80 anos de existência, a Dger e a SGM realizarão uma série de eventos no decorrer de 2026.
O presidente elogiou a diretora-geral, Ilana Trombka; o secretário-geral da Mesa, Danilo Aguiar; e todos os servidores dos dois setores, “cuja dedicação e comprometimento resultam no pronto atendimento às demandas de senadoras e senadores”.


Fonte: Senado Federal

TRE-RJ faz retotalização de votos e delegado Carlos Augusto é eleito para Alerj

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) homologou nesta terça-feira (14) o resultado da retotalização dos votos das eleições de 2022 para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Com a medida, o delegado Carlos Augusto (PL-RJ) é eleito deputado estadual.
O procedimento foi realizado por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que cassou o diploma do ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar. A punição se deu no âmbito do processo que julgou o uso de recursos da Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) para fins eleitorais e tornou inelegível o ex-governador Cláudio Castro (PL).
Segundo o presidente do TRE-RJ, o desembargador Claudio de Mello Tavares, partidos e federações não apresentaram reclamação contra o procedimento. A decisão não altera a distribuição entre as legendas e federações.
Além disso, o presidente do Tribunal determinou a comunicação da decisão do Tribunal à Alerj para serem tomadas as providências necessárias à posse do delegado Carlos Augusto.


Fonte: Jovem Pan

Entenda como comer mais frutas e vegetais pode melhorar a qualidade do sono

O que colocamos no prato ao longo do dia pode ir muito além da nutrição imediata, refletindo também no funcionamento do organismo à noite, incluindo a qualidade do sono. O estudo “Higher daytime intake of fruits and vegetables predicts less disrupted nighttime sleep in younger adults”, conduzido por pesquisadores da Universidade de Columbia e da Universidade de Chicago, analisou a relação entre alimentação e qualidade do sono em adultos jovens e saudáveis.
A pesquisa investigou como o consumo diário de diferentes grupos alimentares pode influenciar padrões de descanso na noite seguinte, com destaque para frutas e vegetais, associados a um sono mais contínuo e reparador.
“Muitas pessoas têm essa dúvida se existem alimentos que podem ajudá-las a dormir melhor. Sabemos que pequenas mudanças podem impactar o sono. A alimentação desempenha um papel importante na qualidade do sono, pois o que e quando se come pode influenciar diversos aspectos do sono”, afirma a nutróloga Dra. Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). 
Nesse contexto, a médica explica que substâncias estimulantes, como a cafeína, podem prejudicar o sono ao deixar o organismo em estado de alerta, dificultando o início do descanso. Em contrapartida, alguns alimentos possuem compostos que ajudam no relaxamento e podem favorecer uma melhor qualidade do sono, como aqueles ricos em triptofano, magnésio e vitaminas do complexo B.
Impactos da alimentação na qualidade do sono
Segundo a Dra. Marcella Garcez, as perturbações do sono podem ter consequências de longo alcance, afetando a saúde cardiovascular e metabólica, a memória, a aprendizagem, a regulação do humor e os relacionamentos interpessoais. “É necessário um melhor entendimento dessa associação. Modificações na dieta podem representar uma abordagem nova e natural para conseguir dormir melhor”, afirma.
No estudo, 34 adultos jovens saudáveis, sem histórico de problemas de sono, forneceram dados sobre dieta e qualidade do sono ao longo de 201 dias, em registros combinados de alimentação e descanso. Eles anotaram diariamente o consumo alimentar por meio de um aplicativo e utilizaram um monitor de pulso para medir os padrões de sono. A partir desses dados, os pesquisadores observaram que a dieta diária influenciava o sono da noite seguinte.
“Os participantes que consumiram mais frutas e vegetais durante o dia dormiram melhor (ou seja, tiveram menos interrupções na continuidade do sono) naquela mesma noite do que os participantes que consumiram mais carboidratos saudáveis (sem adição de açúcar). Com base em suas descobertas, os pesquisadores estimam que, em comparação com uma pessoa que não consome frutas e vegetais, alguém que consome cinco xícaras por dia — quantidade recomendada pelas diretrizes alimentares internacionais — pode experimentar uma melhora de 16% na qualidade do sono”, comenta a nutróloga.  
Os carboidratos presentes em frutas e vegetais ajudam o cérebro a absorver o triptofano, o que pode levar ao aumento da produção de melatonina e contribuir para um sono mais saudável Imagem: Hananeko_Studio | Shutterstock
Consumo de frutas e vegetais melhora o sono
A Dra. Marcella Garcez explica que uma teoria sobre por que o consumo de frutas e vegetais pode melhorar a qualidade do sono é que os carboidratos presentes neles ajudam o cérebro a absorver o triptofano, levando a um aumento na produção de melatonina — um hormônio natural que promove a manutenção do sono.  
“Comer frutas e vegetais durante o dia tem um impacto imediato na qualidade do sono à noite. Uma dieta rica em carboidratos complexos, frutas e vegetais, consumida regularmente, é a melhor opção para a saúde do sono a longo prazo”, esclarece.  
Hábitos que podem afetar o sono
Para dormir melhor, a especialista ainda destaca que é importante evitar refeições muito pesadas pouco antes de se deitar, já que isso pode causar desconforto gastrointestinal e prejudicar a qualidade do sono. A desidratação também pode provocar incômodos durante a noite, enquanto o consumo excessivo de líquidos antes de dormir pode levar a interrupções frequentes para ir ao banheiro.
De acordo com a nutróloga, uma alimentação equilibrada e nutritiva pode contribuir para a estabilidade dos níveis de açúcar no sangue, ajudando a reduzir despertares noturnos. A regularidade nos horários das refeições também pode auxiliar na regulação do relógio biológico do corpo, enquanto o consumo excessivo de álcool e nicotina tende a impactar negativamente a qualidade do sono.
Alimentos que podem contribuir para um sono mais saudável
A médica diz que não existe uma receita “mágica” para garantir uma boa noite de sono, mas que alguns alimentos e refeições podem contribuir para um sono mais saudável, embora a resposta ao consumo varie entre indivíduos.
Para atingir a recomendação de cinco xícaras diárias de frutas e vegetais, é preciso considerar equivalências práticas, como as da Associação Americana do Coração. “Para essa tabela, uma xícara equivale a: 1 maçã, pera, laranja, toranja ou pêssego de tamanho médio; 22 uvas; 12 cenouras pequenas ou 2 cenouras médias; 2 xícaras de folhas verdes; 1 espiga grande de milho; 1 batata média”, conta.
Conforme a Dra. Marcella Garcez, também é possível apostar em alimentos que ajudam a dormir melhor, “como os alimentos ricos no aminoácido triptofano, que é precursor da serotonina e da melatonina, hormônio que regula o sono, presente em alimentos como peru, frango, leite, iogurte, banana e nozes. Alguns alimentos, como cerejas, tomates, uvas e morangos, contêm naturalmente a melatonina e podem ajudar a regular os ciclos do sono”.
A lista de alimentos que contribuem para a qualidade do sono é longa: “Os carboidratos integrais, como aveia, arroz integral e quinoa, vegetais verdes, alimentos ricos em ômega 3, como peixes de águas frias, sementes e nozes, sem esquecer dos alimentos ricos em vitaminas do complexo B, especialmente B6, como carne magra, batata, banana e abacate, todos podem ter benefícios para a qualidade do sono”, finaliza a médica.
Por Maria Claudia Amoroso


Fonte: Jovem Pan

ENQUETE – OS PINGOS NOS IS – Você acredita que a investigação da CPI do Crime Organizado resultará na punição de algum indiciado?

Você acredita que a investigação da CPI do Crime Organizado resultará na punição de algum indiciado?

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Sim, alguns indiciados serão denunciados e punidos pela justiça.

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Não, em ano eleitoral, vão abafar o caso e engavetar a investigação.

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Depende. Se alguém for punido, será “peixe pequeno”.

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Fonte: Jovem Pan

Israel e Líbano concordam com negociações diretas, afirmam EUA

Os Estados Unidos afirmaram nesta terça-feira (14) que Israel e Líbano concordam com negociações diretas após reunião em Washington. Data e local foram mutuamente acordados após uma reunião trilateral organizada pelos Estados Unidos, informou o Departamento de Estado dos EUA em um comunicado.
Nesta terça, representantes libaneses e israelenses em Washington para as primeiras conversas diretas entre os dois países em mais de 30 anos. O encontro ocorre em meio à guerra no Oriente Médio, mas a forte oposição do Hezbollah deixa poucas perspectivas de um acordo para interromper os combates.
Os EUA pressionam por um cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah, temendo que o conflito afete as negociações paralisadas com o Irã desde o fracasso da reunião no Paquistão no fim de semana. No dia 9 de abril, o presidente do Parlamento do Irã afirmou que o Líbano é parte central do cessar-fogo de duas semanas firmado com os Estados Unidos, alertando que violações terão consequências severas, após intensos ataques de Israel no país.
“O Líbano e todo o Eixo da Resistência, como aliados do Irã, formam uma parte inseparável do cessar-fogo”, disse Mohammad Bagher Ghalibaf em publicação na rede X. “Violações do cessar-fogo terão custos explícitos e respostas FORTES”, acrescentou. Israel, entretanto, havia rejeitado incluir o Líbano nas negociações.
*Reuters


Fonte: Jovem Pan