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BC admite inflação se distanciando da meta, mas julgou que redução na taxa básica de juros na semana passada seria ‘mais adequada’

O Banco Central informou nesta terça-feira (5) que após o início da guerra no Oriente Médio, as expectativas de inflação subiram para este a para os próximos anos.
Mesmo assim, concluiu que esses “eventos recentes não impediriam o prosseguimento” do ciclo de corte de juros e avaliou que uma redução de 0,25 ponto percentual, como registrado na semana passada, seria “mais adequada”.
A informação consta na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada, quando a taxa básica de juros da economia foi reduzida de 14,75% para 14,5 ao ano. Foi o segundo corte seguido da Selic, que serve de referência para os juros bancários.
A autoridade monetária também não deu indicação de suas próximas decisões sobre a taxa de juros.
“Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta dentro do horizonte relevante para a política monetária, o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises”, informou o BC, na ata do Copom.
Como as decisões são tomadas
Para definir os juros, o Banco Central atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.
Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.
Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.
Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.
Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o ano de 2027 fechado.
Para o próximo ano, o mercado financeiro estimou, na semana passada, que o IPCA ficará em 4%, ou seja, acima da meta central de 3%.


Fonte:

g1 > Política

Moraes rejeita pedido de Débora do Batom para revisão de pena

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (4) pedido para que a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom, seja beneficiada imediatamente pelo projeto de lei (PL) da Dosimetria.
Na semana passada, o Congresso derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto, que beneficia condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
Na sexta-feira (1°), um dia após a votação, a defesa de Débora pediu ao Supremo a redução de pena, antes mesmo da promulgação do PL.
Pela Constituição, o projeto tem que ser encaminhado para promulgação pelo presidente da República em até 48 horas. Caso isso não ocorra, a tarefa caberá ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Crime
Ela foi condenada a 14 anos de prisão por participar dos atos e pichar a frase “Perdeu, mané” na estátua. A Justiça, localizada em frente ao edifício-sede do Supremo, com um batom.
Atualmente, ela cumpre pena em regime domiciliar por ter filhos menores de idade.
Segundo os advogados, Débora já cumpriu três anos de prisão e pode progredir para o semiaberto.
Decisão
Na decisão, Moraes julgou prejudicado o pedido da defesa porque o PL da Dosimetria ainda não foi promulgado pela Presidência da República ou pelo Congresso.
“O Congresso Nacional, em sessão realizada em 30/4/2026, derrubou o veto da Presidência da República (VET 3/2026), ressalvados dispositivos prejudicados, ao chamado PL da Dosimetria (PL 2.162/2023), não tendo ocorrido, até o momento, nem a promulgação, tampouco a publicação do diploma normativo, que, portanto, não está em vigor”, justificou o ministro.
Desde março do ano passado, Débora cumpre prisão domiciliar em Paulínia (SP), onde reside.
Ela é monitorada por tornozeleira eletrônica, não pode usar redes sociais, nem ter contato com outros investigados. No caso de descumprimento, ela deverá voltar para o presídio.


Fonte: Jovem Pan

OMS confirma dois casos de hantavírus e identifica cinco suspeitos em cruzeiro

A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou nesta terça-feira (5) dois casos de hantavírus entre as pessoas a bordo ou que desembarcaram de um cruzeiro ancorado em Cabo Verde, do qual três pessoas morreram.
“Em 4 de maio de 2026 foram identificados sete casos (dois casos de hantavírus confirmados em laboratório e cinco suspeitos), incluindo três falecimentos, um paciente em estado crítico e três pessoas com sintomas leves”, afirmou a OMS em um comunicado.
Três dessas pessoas já não estão no cruzeiro e quatro permanecem a bordo.
A OMS anunciou ainda que tenta localizar os passageiros do voo que saiu da ilha de Santa Helena com destino a Joanesburgo, do qual foi retirada uma turista holandesa infectada com hantavírus que morreu em um hospital da África do Sul.
A holandesa de 69 anos, cujo marido de 70 anos morreu a bordo do cruzeiro, havia desembarcado em Santa Helena em 24 de abril “com sintomas gastrointestinais” e embarcou no dia seguinte em um voo com destino a Joanesburgo, indicou a OMS.
Ela morreu no dia 26 de abril e sua infecção por hantavírus foi confirmada na segunda-feira. “Iniciamos as buscas para localizar os passageiros do voo”, acrescentou a OMS em um comunicado.


Fonte: Jovem Pan

‘Vácuo de poder’: centro e direta se movimentam com nomes à Prefeitura de SP para 2028

Os partidos de direita e de centro já tem se movimentado pensando na eleição de 2028 em São Paulo. Isso porque, após o segundo mandato do atual prefeito, Ricardo Nunes (MDB), a leitura é que não há nenhum nome na linha de sucessão para o posto.
O atual vice, coronel Mello Araújo (PL), não é encarado como possibilidade nos bastidores. Como já mostrou a coluna, ele é visto como alguém distante politicamente desse plano.
Nesse sentido, alguns nomes passam a circular. Em entrevista ao Direto ao Ponto da Jovem Pan, por exemplo, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, chegou a dizer que já tem um nome escolhido. Ele não deu pista, mas nos bastidores o nome do Secretário de Desenvolvimento Econômico da cidade de São Paulo, Rodrigo Goulart (PSD), tem circulado. Eleito três vezes vereador e com forte influência entre o empresariado, ele tem sido visto cada vez mais próximo de Kassab e tem o perfil procurado pelo partido: moderado.
Já no gabinete de Ricardo Nunes, circulam nomes como o do secretário de Subprefeituras, Fabrício Cobra, de maneira mais forte; e de Sidney Cruz (MDB), da Habitação. Edson Aparecido (MDB), secretário de Governo, é sempre citado, mas rechaça a ideia nos bastidores. Outro nome ventilado é o do ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando.
Recém filiado ao partido de Nunes, ele foi secretário de Segurança Urbana da gestão atual da Prefeitura de São Paulo, ganhando destaque. Agora, saiu para disputar um cargo na Câmara dos Deputados – mas deve voltar em breve à capital paulista, abrindo esse espaço.
Enquanto isso, a ala mais bolsonarista também faz planos: há a possibilidade do ex-secretário e empresário Felipe Sabará, hoje atuando na pré-campanha de Flávio Bolsonaro, se lançar em 2028. Ele ainda estuda uma possível candidatura a deputado estadual ainda neste ano, de 2026, para ganhar visibilidade. O plano seria uma tentativa via um partido próprio que está sendo criado, chamado Bom Senso. Sabará é, atualmente, sócio de Pablo Marçal, que está inelegível após disputar a Prefeifura de São Paulo em 2024.
RICARDO NUNES E 2030
Como já mostrou a coluna, nem só de 2026 e 2028 vive a política paulista. A eleição estadual de 2030 entrou em pauta recentemente entre os aliados do Palácio dos Bandeirantes e da Prefeitura de São Paulo. Interlocutores dos dois governos têm visto as mudanças recentes como um “jogo casado” entre o governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), para trilhar um caminho em que Nunes seja o sucessor de Tarcísio.
 
 


Fonte: Jovem Pan

Juventud x Atlético-MG: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Juventud de las Piedras e Atlético-MG se enfrentam nesta terça-feira (5), às 19h (de Brasília), no estádio Centenário, em Montevidéu, em partida válida pela quarta rodada da fase de grupos da Conmebol Sul-Americana. O duelo acontece pelo Grupo B da competição.
Onde assistir Juventud de las Piedras x Atlético-MG ao vivo
A partida será transmitida ao vivo pela ESPN (TV fechada) e pelo Disney+ (streaming), com início da transmissão às 19h (de Brasília).


Fonte: Jovem Pan

Arsenal x Atlético de Madrid: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Arsenal e Atlético de Madrid se enfrentam nesta terça-feira (5) às 14h30 (de Brasília), no Emirates Stadium, em partida válida pelo jogo de volta da semifinal da Champions League. O duelo acontece em fase decisiva da competição e coloca frente a frente duas equipes em busca de uma vaga na final, após empate por 1 a 1 no confronto de ida.
Onde assistir Arsenal x Atlético de Madrid ao vivo
A partida será transmitida ao vivo pela TNT (TV fechada) e pela HBO Max (streaming), com início da transmissão às 14h30 (de Brasília).
 


Fonte: Jovem Pan

História da batalha de quatro pilotos em 2010: a primeira conquista de Vettel

A temporada de 2010 da Fórmula 1 é frequentemente citada como uma das mais competitivas e imprevisíveis de todos os tempos. Pela primeira e única vez na história da categoria, quatro pilotos chegaram à última corrida com chances matemáticas de conquistar o título mundial. Relembre como Vettel venceu Alonso, Webber e Hamilton na decisão de 2010 em Abu Dhabi, em um desfecho que misturou velocidade pura, erros estratégicos cruciais e uma performance defensiva inesperada de um piloto da Renault. O palco foi o circuito de Yas Marina, onde a tensão nos boxes da Red Bull, Ferrari e McLaren definiu o início de uma nova era no automobilismo.
A jornada até a decisão final
A temporada de 2010 foi marcada por uma alternância constante de liderança e confiabilidade oscilante entre as principais equipes. A Red Bull Racing possuía o carro mais rápido, o RB6, mas sofria com problemas mecânicos e incidentes entre seus pilotos. A Ferrari, liderada por Fernando Alonso, cresceu na segunda metade do ano, enquanto a McLaren mantinha Lewis Hamilton na briga com consistência, e Mark Webber vivia a melhor fase de sua carreira.

Início equilibrado: As primeiras sete corridas tiveram quatro vencedores diferentes. Jenson Button e Lewis Hamilton lideraram a tabela no início, aproveitando a confiabilidade da McLaren.
O incidente na Turquia: Um momento chave ocorreu no GP da Turquia, onde Vettel e Webber, companheiros de equipe na Red Bull, colidiram enquanto disputavam a liderança, gerando tensão interna.
A recuperação de Alonso: Após parecer fora da disputa no meio da temporada, Fernando Alonso venceu em Monza, Singapura e na Coreia do Sul, assumindo a liderança do campeonato na reta final.
O cenário pré-Abu Dhabi: Ao chegarem para a última etapa, a classificação era:
Fernando Alonso (Ferrari): 246 pontos
Mark Webber (Red Bull): 238 pontos
Sebastian Vettel (Red Bull): 231 pontos
Lewis Hamilton (McLaren): 222 pontos

A matemática e as regras da decisão
O ano de 2010 introduziu um novo sistema de pontuação que vigora até hoje, concedendo 25 pontos ao vencedor, o que ampliou as possibilidades matemáticas na final. Para entender a complexidade da batalha, é necessário analisar os cenários que cada piloto enfrentava antes das luzes se apagarem em Yas Marina.

Fernando Alonso:
Precisava apenas terminar em segundo lugar, independentemente dos resultados dos rivais.
Se Vettel vencesse, um quarto lugar bastaria para o espanhol.
Mark Webber:
Precisava vencer a corrida e torcer para Alonso chegar, no máximo, em terceiro.
Sebastian Vettel:
Necessitava da vitória e que Alonso terminasse em quinto ou pior.
Lewis Hamilton:
Suas chances eram remotas: precisava vencer e torcer para que Alonso não pontuasse, Webber fosse sexto ou pior e Vettel terminasse em terceiro ou pior.

A estratégia de pneus também desempenhou um papel fundamental nas regras daquela corrida. A fornecedora Bridgestone disponibilizou compostos macios e médios. A obrigatoriedade de usar ambos os tipos de pneus durante a prova foi o fator que, somado à entrada do Safety Car na primeira volta (após um acidente entre Schumacher e Liuzzi), desencadeou o erro estratégico da Ferrari. 
Títulos, resultados e estatísticas da prova
O Grande Prêmio de Abu Dhabi de 2010 não foi decidido apenas pela velocidade, mas pelo tráfego na pista. Sebastian Vettel largou na pole position e manteve a liderança, controlando a prova com autoridade. No entanto, o drama desenrolou-se atrás dele. A Ferrari, preocupada com a parada antecipada de Mark Webber, chamou Fernando Alonso aos boxes na volta 15 para cobrir a estratégia do australiano.
Essa decisão provou ser catastrófica. Alonso voltou à pista atrás do russo Vitaly Petrov, da Renault, que já havia parado durante o Safety Car inicial. O circuito de Yas Marina, na época, oferecia poucos pontos de ultrapassagem, e a Renault possuía uma alta velocidade final de reta. 
O resultado da corrida:

Sebastian Vettel (Red Bull) – 25 pontos
Lewis Hamilton (McLaren) – 18 pontos
Jenson Button (McLaren) – 15 pontos
Fernando Alonso (Ferrari) – 6 pontos
Mark Webber (Red Bull) – 4 pontos

Classificação final do campeonato:

Sebastian Vettel: 256 pontos (Campeão)
Fernando Alonso: 252 pontos
Mark Webber: 242 pontos
Lewis Hamilton: 240 pontos

Com este resultado, Sebastian Vettel conquistou seu primeiro título mundial sem ter liderado a pontuação do campeonato em nenhum momento da temporada até a bandeirada final da última corrida.
Curiosidades sobre a final de 2010
A decisão de 2010 está repleta de fatos que entraram para a história da Fórmula 1 e ainda geram discussões entre analistas e torcedores.

O mais jovem da história: Ao vencer o título com 23 anos e 134 dias, Sebastian Vettel quebrou o recorde de Lewis Hamilton, tornando-se o campeão mundial mais jovem da história da categoria, uma marca que permanece até hoje.
A defesa de Petrov: Vitaly Petrov, que teve uma carreira discreta na F1, tornou-se o protagonista improvável. Ele segurou Alonso por quase 40 voltas. Após a corrida, Alonso gesticulou furiosamente para o russo, culpando-o por sua derrota, embora Petrov estivesse apenas defendendo sua posição legitimamente.
Rádio emocionante: Ao cruzar a linha de chegada, o chefe de equipe Christian Horner disse a famosa frase no rádio: “Sebastian Vettel, you are the World Champion!”, seguido por gritos e lágrimas do piloto alemão, que não sabia a posição exata de Alonso até aquele momento.
Red Bull sem ordens: Diferente da Ferrari, que usou ordens de equipe na Alemanha naquele ano (o famoso “Fernando is faster than you”), a Red Bull permitiu que Webber e Vettel disputassem livremente, o que poderia ter custado o título se Alonso tivesse chegado em quarto.

A vitória de Sebastian Vettel em 2010 não representou apenas um título isolado, mas o início de uma dinastia. Aquele triunfo validou a filosofia da Red Bull Racing de investir em jovens talentos e marcou o começo de um domínio que resultaria em quatro campeonatos consecutivos para o piloto alemão e para a equipe austríaca. Para Fernando Alonso e a Ferrari, a noite em Abu Dhabi permaneceu como uma ferida aberta, um lembrete doloroso de como a estratégia pode ser tão decisiva quanto a potência do motor na Fórmula 1 moderna.


Fonte: Jovem Pan

PT apostava em votos de Ciro Nogueira e de 7 senadores do PL para aprovar Messias ao STF

Jorge Rodrigo Araújo Messias concede entrevista após Senado Federal rejeitar a sua indicação para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal
Ton Molina/Agência Senado
Durante a sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias no Senado Federal para ocupar o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), uma lista elaborada pela articulação política do PT listava 45 senadores que iam votar com certeza pela aprovação de Messias. Entre os nomes, estavam o do senador Ciro Nogueira (PP) e até um senador do PL, Eduardo Gomes.
No entanto, o Plenário rejeitou a indicação do advogado para ocupar o cargo de ministro do Supremo Tribunal — primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitam uma indicação do presidente da República ao Supremo.
Além de Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil de Bolsonaro, o PT ainda considerava a possiblidade de ter o voto da ex-ministra Tereza Cristina, também aliada do ex-presidente. Outro que estaria em dúvida, segundo petistas, era Rodrigo Pacheco, nome preferido de Davi Alcolumbre para a vaga.
Hoje, o PT põe na conta do ministro do STF, Flavio Dino, parte da culpa pela rejeição, mas sua suplente, senadora Ana Paula, era contabilizada como voto certo para Messias.
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O otimismo do governo com a aprovação era tão grande, que além de Tereza Cristina, a listagem do PT colocava na coluna dos senadores com dúvida, 7 parlamentares do PL: Romário, Izalci Lucas, Marcos Rogério, Wellington Fagundes, Wilder Moraes, Styverson Valentin e Zequinha Marinho.
Na conta total do PT, portanto, seriam 45 senadores fechados com Messias, 21 em dúvida e apenas 17 contrários.
O resultado foi bem diferente. Em vez do apoio de 45 parlamentares, Messias teve minguados 34 votos. E não foram apenas 17 contrários, mas sim 42 votos.
Quando a lista chegou na mão do líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT) ligou para o Palácio e avisou que estava tudo errado. Randolfe confiava mais na contagem do presidente do Senado, David Alcolumbre. Pelas contas de Alcolumbre, Messias nunca teve mais do que 25 votos seguros. E 35 senadores já estavam convictos pela rejeição.
A versão que isenta a articulação política do PT da barbeiragem cometida, é a de que a articulação para derrubar o nome ocorreu dias antes da votação. No entanto, 15 dias antes da sabatina, David Alcolumbre conversou com José Dirceu e avisou que o nome não ia passar. Dirceu também ligou para ministros do PT, relatou a conversa , mas foi tranquilizado: a aprovação estava certa.


Fonte:

g1 > Política

PIX, minerais críticos e tarifas: o que o governo Lula quer discutir com Trump na economia

A visita acontece em um momento em que já se falava, nos bastidores, de um eventual afastamento entre Lula e Trump após o que ambos classificaram como uma “boa química”
Reuters
Anunciada de última hora, a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington, deverá acontecer na quinta-feira (7/5).
Esta será a segunda vez que Lula vai à capital norte-americana durante seu terceiro mandato, mas será a primeira vez que ele fará uma visita oficial ao atual presidente Donald Trump.
A visita acontece em um momento em que já se falava, nos bastidores, de um eventual afastamento entre Lula e Trump após o que ambos classificaram como uma “boa química” obtida depois dos encontros que eles tiveram no ano passado.
O governo brasileiro ainda não divulgou, oficialmente, os temas que serão discutidos entre os dois governos em Washington, mas duas fontes ouvidas pela BBC News Brasil em caráter reservado afirmaram que a equipe econômica tem pelo menos três tópicos principais a serem discutidos com os norte-americanos durante a passagem de Lula pelos Estados Unidos:
as investigações do governo Trump sobre o Pix;
o fim das tarifas restantes do chamado “tarifaço” que ainda incidem sobre exportações brasileiras;
investimentos em minerais críticos.
Essa agenda vinha sendo preparada há meses por integrantes de pelo menos quatro ministérios: Fazenda; Justiça e Segurança Pública (MJSP); Relações Exteriores (MRE); e Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Segundo a BBC News Brasil apurou, ainda não se sabe se todos os temas no radar da equipe econômica vão ser de fato tratados durante o encontro de Lula e Trump.
Essa definição será finalizada próximo ao embarque do presidente e, segundo uma das fontes ouvidas pela BBC News Brasil, vai depender da “temperatura” que a Casa Branca dará à reunião.
Apesar da confirmação da viagem por fontes ligadas ao governo brasileiro, a Casa Branca ainda não se manifestou sobre o assunto.
Pix na mira de Trump
A discussão em torno do sistema Pix é um dos tópicos sobre os quais os técnicos do governo brasileiro mais se debruçaram nos últimos meses. A equipe brasileira tenta dissuadir os Estados Unidos de adotarem medidas comerciais contra o Brasil em função da utilização do Pix.
A preocupação do Brasil com o assunto começou em julho do ano passado, no auge da crise causada pelo tarifaço aplicado pelo governo norte-americano.
Naquele mês, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) abriu uma investigação com base na seção 301 da Lei de Comércio do país sobre práticas comerciais supostamente irregulares do Brasil e incluiu o Pix entre os itens sob apuração.
As alegações norte-americanas seriam de que o sistema de transferência de valores eletrônico desenvolvido pelo Banco Central do Brasil representaria uma ameaça à atuação de empresas dos Estados Unidos que operam o mercado de meios de pagamento.
O governo brasileiro respondeu à investigação em agosto de 2025 negando que o Pix promova qualquer tipo de discriminação em relação a empresas norte-americanas e afirmou que até mesmo empresas do país como o Google já utilizam a ferramenta.
Apesar disso, o assunto voltou à tona em março deste ano.
O Pix foi mencionado em um relatório do USTR de 31 de março em que os EUA listam o que consideram barreiras comerciais de mais de 60 países contra empresas norte-americanas.
O Pix é citado três vezes nas mais de 500 páginas do National Trade Estimate Report de 2026.
“O Banco Central do Brasil criou, detém, opera e regula o Pix, uma plataforma de pagamentos instantâneos. Partes interessadas dos EUA expressaram preocupação com o fato de o Banco Central do Brasil conceder tratamento preferencial ao Pix, o que prejudica os fornecedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA. O Banco Central exige o uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500.000 contas.”
Os especialistas em comércio exterior e regulação econômica ouvidos pela BBC News Brasil em abril frisaram que os EUA não teriam jurisdição para agir diretamente contra o Pix.
Segundo eles, as ferramentas à disposição dos norte-americanos caso queiram punir o Brasil pelo uso do Pix se concentrariam na esfera comercial, como prevê a Lei de Comércio de 1974 que baseia a investigação.
A lei prevê que os Estados Unidos podem retaliar suspendendo benefícios e acordos comerciais e restringindo importações de produtos ou serviços de um determinado país.
O Pix foi mencionado em um relatório em que os EUA listam o que consideram barreiras comerciais de mais de 60 países contra empresas norte-americanas
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Politicamente, no entanto, o governo brasileiro vem usando o Pix como bandeira desde que o mecanismo foi citado pela primeira vez pela administração Trump.
Lula fez diversos discursos em defesa do Pix e o governo até lançou uma campanha publicitária sobre o assunto enfatizando que a defesa do Pix seria uma questão de soberania nacional.
“O Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix, pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira”, disse Lula no início de abril durante um evento na Bahia.
Guerra tarifária
Apesar do relaxamento do tarifaço de Trump a uma série de produtos brasileiros nos últimos meses, técnicos da área econômica brasileira querem aproveitar a visita a Washington para tentar diminuir ou eliminar o restante das tarifas que ainda vigoram sobre parte das exportações do país aos Estados Unidos.
Uma estimativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) aponta que pelo menos 29% das exportações brasileiras aos Estados Unidos estejam submetidas a tarifas adicionais impostas pelo governo norte-americano.
Em abril de 2025, os Estados Unidos impuseram uma tarifa de 10% linear a praticamente todos os países do mundo. Em julho daquele ano, a administração Trump impôs uma tarifa adicional de 40% sobre diversos produtos brasileiros.
À época, a medida foi justificada pelo governo norte-americano como uma resposta ao tratamento dado pelo Poder Judiciário ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que enfrentava um julgamento por crimes como golpe de Estado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O governo Trump chamou o processo de “caça às bruxas”. A administração do presidente Lula declarou que o governo não interferiria no julgamento de Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos de prisão. Sua defesa alega que ele é inocente.
O episódio foi considerado o auge do mal-estar nas relações entre os dois países, mas a partir de setembro daquele ano a situação começou a mudar. Naquele mês, Lula e Trump tiveram um primeiro encontro, em Nova York. Depois, os dois trocaram telefonemas e se encontraram novamente na Malásia.
Em novembro, o governo Trump retirou parte das tarifas que incidiam sobre produtos brasileiros.
Em fevereiro deste ano, foi a vez da Suprema Corte dos Estados Unidos decidir que o “tarifaço” de Trump era ilegal e derrubou outra parte das taxas cobradas pelas exportações ao país, o que beneficou países como o Brasil. Em seguida, os EUA implementaram uma tarifa linear de 15% sobre importações globais ao país.
Apesar de estudos como o do Global Trade Alert (GTA) apontarem que o Brasil foi um dos maiores beneficiados pela redução das tarifas, a equipe técnica brasileira quer convencer o governo norte-americano a reduzir tarifas que ainda incidem sobre segmentos considerados estratégicos para a economia brasileira como o da produção de máquinas industriais e a de revestimentos.
Dados da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham) estimam as exportações do Brasil para os Estados Unidos no primeiro trimestre deste ano atingiram a menor participação histórica desde 1997.
As exportações somaram US$ 7,8 bilhões no período, o que aponta para uma redução de 18,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025. Os números apontam que os Estados Unidos passaram a responder por 9,5% das exportações brasileiras.
Minerais críticos
Um dos temas considerados estratégicos para ambos os países e que está na pauta dos negociadores brasileiros são os minerais críticos.
“Tem espaço na questão das big techs, terras raras e minerais estratégicos”, disse o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) ao comentar sobre a viagem de Lula aos Estados Unidos, segundo o jornal Valor Econômico.
De um lado, os norte-americanos querem acesso facilitado a projetos de mineração em jazidas de minerais críticos, especialmente de terras raras. Eles defendem menores barreiras a investimentos estrangeiros e facilitação do processo de licenciamento ambiental desses projetos.
Do outro lado, o governo brasileiro vem defendendo um maior controle estatal sobre estes projetos e que os investimentos na área incluam o beneficiamento dos minerais e não apenas a exportação da matéria-prima.
Os minerais críticos, entre eles as terras raras, são um conjunto de elementos químicos considerados cruciais por serem necessários tanto em equipamentos utilizados para gerar e armazenar energia limpa como para a indústria eletrônica e militar.
O Brasil possui as maiores reservas de terras raras do mundo depois da China
Getty Images
Entre eles, estão lítio, cobalto e nióbio. Eles são usados, por exemplo, na fabricação de baterias elétricas, ímãs para turbinas eólicas, chips eletrônicos, aviões, mísseis e satélites.
Desde que assumiu seu segundo mandato, o governo Trump estabeleceu que o país deveria reduzir sua dependência em relação à China para ter acesso a minerais críticos e, sobretudo, a terras raras.
Estima-se que a China detenha em torno de 60% das reservas conhecidas desse material e seja responsável por 90% do refino. A China é hoje o principal adversário geopolítico dos Estados Unidos.
Nessa estratégia, o Brasil surgiu como um possível parceiro, uma vez que o país tem, de acordo com estudos recentes, a segunda maior reserva conhecida de terras raras, atrás apenas da China.
Nos últimos meses, os Estados Unidos lançaram uma série de iniciativas para ampliar seu acesso a reservas de minerais críticos, entre elas o projeto Cofre, que estabeleceu parcerias com outras nações detentoras de minerais considerados estratégicos.
O Brasil, no entanto, vem resistindo a aderir a acordos do tipo com os Estados Unidos, especialmente se eles implicarem em regras que obriguem o Brasil a dar preferência à exportação aos norte-americanos.
O presidente Lula e seus interlocutores afirmam que o Brasil pretende adotar políticas para agregar valor aos minerais críticos e evitar a exportação deles de forma bruta, como acontece com o minério de ferro e outros produtos.
A BBC News Brasil apurou que os Estados Unidos enviaram uma proposta de memorando de entendimento para o governo brasileiro sobre o assunto no início do ano, mas o documento ainda não havia sido respondido até o início de abril.
Apesar disso, os Estados Unidos já deram início a uma série de investimentos para ter acesso a jazidas de minerais críticos. Entre eles está a compra da empresa Serra Verde, responsável pela única mina de terras raras fora da Ásia.
A transação foi anunciada em abril e está estimada em US$ 2,8 bilhões. A mineradora foi vendida para a empresa norte-americana USA Rare Earths. Antes disso, um braço do governo norte-americano, a Corporação Internacional de Desenvolvimento dos Estados Unidos (DFC, na sigla em inglês), já havia feito um investimento de US$ 565 milhões.
Na esfera política, o governo norte-americano tem procurado governos estaduais para firmar acordos sobre a exploração de minerais críticos.
Um dos mais recentes foi firmado com o governo de Goiás, no primeiro trimestre deste ano, pelo então governador e atual pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD).
Interlocutores do presidente brasileiro avaliam que esse tipo de acordo não teria validade e que ele pode ser interpretado como uma tentativa de influenciar o desenho de uma política nacional sobre minerais críticos, que está em discussão no Congresso Nacional.
Vídeos em alta no g1


Fonte:

g1 > Política

História da polêmica colisão entre Michael Schumacher e Damon Hill em Adelaide que decidiu o título de 1994

A temporada de 1994 da Fórmula 1 é frequentemente lembrada por dois eventos distintos: a tragédia de Ímola que vitimou Ayrton Senna e Roland Ratzenberger, e o controverso final no Grande Prêmio da Austrália. A polêmica colisão entre Michael Schumacher e Damon Hill em Adelaide, que decidiu o título de 1994, permanece como um dos momentos mais debatidos da história do automobilismo. Chegando à última corrida separados por apenas um ponto, o piloto alemão da Benetton e o britânico da Williams protagonizaram um duelo tenso que terminou na volta 36, definindo o campeonato de forma abrupta e, para muitos, inconclusiva sob o ponto de vista da ética esportiva.
História e cronologia da temporada de 1994
Para compreender a magnitude do incidente em Adelaide, é necessário analisar o contexto volátil daquele ano. A Fórmula 1 passava por uma revolução técnica com a proibição de assistências eletrônicas, o que tornou os carros instáveis e perigosos.
A trajetória até a batida seguiu uma narrativa dramática:

Domínio inicial da Benetton: Michael Schumacher venceu as quatro primeiras corridas, estabelecendo uma vantagem considerável.
A tragédia de Ímola: A morte de Ayrton Senna colocou Damon Hill na posição de líder da Williams, com a responsabilidade de carregar a equipe emocionalmente abalada.
Penalidades e desclassificações:

Schumacher foi desclassificado do GP da Grã-Bretanha por ignorar bandeiras pretas.
O alemão perdeu a vitória no GP da Bélgica devido ao desgaste excessivo da prancha de madeira do assoalho.
Foi banido de duas corridas (Itália e Portugal) como punição pelos eventos em Silverstone.

A recuperação de Hill: Aproveitando as ausências e punições do rival, Damon Hill venceu em Monza, Estoril e Suzuka (numa performance épica na chuva), reduzindo a diferença para apenas um ponto antes da final na Austrália (92 a 91).

Regras, funcionamento e análise técnica do incidente
O incidente em Adelaide não foi apenas uma batida comum; foi um estudo de caso sobre as regras de conduta na pista e a telemetria dos carros. O regulamento esportivo da FIA previa punições severas para colisões evitáveis, mas a interpretação dos comissários na época foi de “incidente de corrida”.
A dinâmica técnica da colisão ocorreu da seguinte maneira:

O erro não forçado: Na volta 36, Schumacher, liderando a prova sob pressão de Hill, saiu da pista na curva East Terrace. Ele colidiu com o muro de concreto com o lado direito do carro.
O retorno à pista: O alemão trouxe o Benetton B194 de volta ao traçado, mas com a suspensão aparentemente danificada. A perda de ritmo foi imediata.
A tentativa de ultrapassagem: Damon Hill, vendo a oportunidade na curva seguinte, mergulhou por dentro para tomar a posição.
O fechamento da porta: Schumacher girou o volante bruscamente para a direita, fechando a tangência. O pneu dianteiro esquerdo da Williams tocou na lateral do Benetton, lançando o carro do alemão ao ar e contra a barreira de pneus.

A controvérsia reside na intencionalidade. Críticos e analistas apontam que, ao bater no muro momentos antes, Schumacher sabia que seu carro estava terminalmente danificado. A manobra subsequente seria, portanto, uma tentativa deliberada de eliminar o único rival capaz de tirar-lhe o título. Como ambos abandonaram (Hill com a suspensão quebrada pelo impacto), a pontuação manteve-se inalterada.
Títulos e recordes envolvidos
A resolução deste campeonato teve implicações profundas nas estatísticas da Fórmula 1 e nas carreiras dos envolvidos. A colisão garantiu que o troféu fosse para a Alemanha, mas deixou marcas duradouras.
Impactos diretos nos registros históricos:

Primeiro título de Schumacher: Foi o primeiro dos sete campeonatos mundiais conquistados por Michael, iniciando uma era de domínio que se consolidaria anos depois na Ferrari.
Campeonato de Construtores: Apesar de perder o título de pilotos, a Williams conquistou o Campeonato de Construtores de 1994, um prêmio de consolação para uma equipe devastada pelas perdas do ano.
Jejum britânico: A derrota de Hill adiou o sonho do título mundial para a família Hill, que só se concretizaria em 1996. Damon tornou-se o primeiro filho de um campeão mundial (Graham Hill) a também vencer a categoria.
Estatísticas da Benetton: Este foi o primeiro título de pilotos da equipe Benetton, que repetiria o feito em 1995 antes de declinar e ser vendida.

Curiosidades e bastidores
O incidente em Adelaide gerou uma série de fatos curiosos e declarações que ecoam até hoje no paddock da Fórmula 1. A percepção sobre o ocorrido mudou ao longo das décadas, especialmente após incidentes similares.
Detalhes que marcaram o evento:

A profecia de 1997: Três anos depois, em Jerez, Schumacher tentou uma manobra idêntica contra Jacques Villeneuve para decidir o título. Desta vez, a manobra falhou (Villeneuve continuou na prova) e a FIA, sob pressão do precedente de 1994, desclassificou Schumacher de todo o campeonato de 1997.
O perdão de Hill: Damon Hill manteve uma postura diplomática por anos. Em entrevistas recentes, ele admitiu acreditar que a manobra foi deliberada, mas afirmou não guardar rancor, reconhecendo a mentalidade competitiva extrema de Schumacher.
Dedicatória a Senna: Imediatamente após a corrida, em meio à confusão e celebração, Schumacher dedicou seu primeiro título a Ayrton Senna, afirmando que o brasileiro seria o campeão legítimo se não fosse o acidente em Ímola.
A posição dos comissários: Não houve inquérito oficial profundo ou análise de telemetria pública imediatamente após a prova, algo que seria padrão na F1 moderna. A decisão foi tomada com base na observação visual de que Schumacher “tinha o direito à curva” por estar à frente.

A colisão em Adelaide transcendeu a disputa por pontos e tornou-se um marco cultural no esporte. Ela definiu o caráter “ruthless” (impiedoso) de Michael Schumacher, estabelecendo um precedente perigoso sobre o que era aceitável na busca pela vitória. Para a Fórmula 1, aquele domingo na Austrália encerrou um ano de luto e caos com um ponto de exclamação polêmico, garantindo que a temporada de 1994 jamais fosse esquecida, tanto pelas tragédias quanto pela batalha feroz que se estendeu até a última curva.


Fonte: Jovem Pan