Confira a live de encerramento da leitura de “Fahrenheit 451”, de Ray Bradbury, obra do mês de junho do Clube do Livro do Brasil Escola.
Fonte: UOL Noticias
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O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na última sexta-feira (19) com o objetivo de garantir a asfixia financeira a bets clandestinas fecha lacuna sobre quem deveria supervisionar as plataformas, afirma Fabio Macorin, secretário-adjunto de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.
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Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mandou remover uma imagem gerada por Inteligência Artificial (IA) que associava o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao banqueiro preso …
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O controlador do grupo Cosan, Rubens Ometto, afirmou nesta segunda-feira (22) que o processo de recuperação extrajudicial da Raízen será bem-sucedido. A empresa luta para renegociar uma dívida de R$ 64,7 bilhões.
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icença-paternidade diminui risco de depressão para homens – Direito à ausência remunerada do trabalho por tempo suficiente para cuidar dos filhos é questão de saúde pública, dizem cientistas. S…
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Partidos já protocolaram 135 representações no TSE contra campanha antecipada
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 135 representações das pré-campanhas eleitorais desde 1º de janeiro deste ano até agora. Todas foram feitas pelos partidos que têm pré-candidatos à presidência da República.
No mesmo período de 2022, foram 31 representações, ou seja, um aumento de 335% entre o último ano de eleições presidenciais e agora.
Entre os partidos que mais protocolaram as representações, estão o PT e PL, com as pré-campanhas do presidente Lula para reeleição e do senador Flávio Bolsonaro, especialmente com denúncias envolvendo o uso irregular de inteligência artificial, que ainda não era usada como é hoje em 2022, e contribui com a explicação do aumento da judicialização.
Na última quinta-feira (18), o ministro do STF André Mendonça, que também é vice-presidente do TSE, decidiu favoravelmente à pré-campanha do presidente Lula (PT) em três casos, pedindo a remoção de conteúdo que associava o presidente ao caso Master.
Em outra decisão recente de Mendonça, ele determinou a retirada do ar de uma deepfake contra o senador do PL, que trazia Flávio Bolsonaro em uma reunião com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Os petistas também acionaram a Justiça Eleitoral para que o filme Dark Horse, que conta a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, não fosse veiculado antes das eleições, por entenderem que aquilo é propaganda antecipada. Mas uma decisão do ministro do STF e atual presidente do TSE, Kássio Nunes Marques, rejeitou esse pedido dos petistas.
Outra decisão de Kássio Nunes Marques nesse sentido foi favorável à pré-campanha do PL, que acatou o pedido para retirar do ar uma pesquisa da Atlas/Intel sobre a queda na intenção de votos do senador. Ao protocolar a representação contra a pesquisa, a equipe de Flávio Bolsonaro argumentou que uma das perguntas prejudicava o direcionamento das respostas.
A postura mais ativa das pré-campanhas é vista na escolha da equipe jurídica. A pré-campanha de Flávio Bolsonaro buscou Maria Cláudia Buchaneri, que foi ministra do TSE e é vista como alguém que tem trânsito junto aos tribunais superiores.
Já a pré-campanha de Lula (PT) escolheu o advogado Ângelo Ferraro, que foi sócio de Eugênio Aragão, ex-procurador eleitoral e ex-ministro da Justiça.
Fonte:
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou nesta segunda-feira (22) pedido para estender o período de visita dos advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro para prepará-lo ao depoimento sobre a arma apreendida em blitz. O magistrado também autorizou o acompanhamento da defesa durante a prestação de esclarecimentos à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
Em atualização
Fonte: Jovem Pan
O senador Hermes Klann (PL-SC) defendeu nesta segunda-feira (22) o endurecimento das punições para quem comete atos de vandalismo e pichação no país. O parlamentar destacou o PL 3.241/2026, de sua autoria, que aumenta as penas para esse tipo de crime e cobra a reparação financeira dos danos causados aos cofres públicos.
O senador iniciou seu pronunciamento elogiando atitudes de cidadãos em Santa Catarina que decidiram, por conta própria, recuperar espaços públicos. Ele citou o exemplo de um morador de Blumenau que limpou um muro pichado por iniciativa própria, e os mutirões comunitários do projeto “Joinville é Nossa Casa”.
— Por mais importante que seja a ação desses voluntários, existe uma pergunta que precisa ser feita: por que cidadãos de bem precisam gastar seu tempo limpando aquilo que outras pessoas decidiram destruir? — questionou o parlamentar.
Klann apresentou dados sobre os gastos de Belo Horizonte e Manaus com repintura e remoção de pichações e argumentou que a pichação gera prejuízos financeiros altos, que retiram dinheiro de áreas essenciais como saúde e educação.
— Durante muito tempo, essa prática foi sendo relativizada, foi sendo tratada como algo menor, como uma simples travessura, como uma manifestação sem maiores consequências. Mas quem administra uma prefeitura sabe que não é assim. Quem é dono de um comércio sabe que não é assim. E a conta chega, e chega para todos.
Hermes Klann concluiu apelando à população para que continue denunciando o vandalismo e apoiando ações de cuidado com as cidades.
Fonte: Senado Federal
Fonte: Senado Federal