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Ministro da Fazenda se reúne com Alcolumbre para tentar conter pauta-bomba de R$ 270 bilhões

Presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP)
Carlos Moura/Agência Senado
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), recebeu nesta terça-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, para discutir projetos sensíveis à equipe econômica pelo elevado impacto nas contas públicas.
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O custo fiscal das matérias em debate no Senado ultrapassa R$ 270 bilhões, segundo estimativas da equipe econômica.
O encontro ocorreu na residência oficial do Senado em meio a uma relação conturbada entre Alcolumbre e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Apesar do cenário, Durigan é dos ministros que tem melhor relação com Alcolumbre na Esplanada dos Ministérios.
Uma das propostas, a com maior impacto, está na pauta da sessão do Senado de amanhã: o projeto de lei (PL) que trata da renegociação das dívidas dos produtores rurais.
💸O texto foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e tem um impacto estimado de R$ 120 bilhões nas contas públicas nos próximos dez anos.
Ministro da Fazenda Dario Durigan.
Washington Costa/MF
Outro tema que preocupa a equipe econômica é a proposta de emenda à Constituição (PEC) que concede aposentadoria integral e com paridade a agentes de saúde também, aprovada pela Câmara no ano passado.
💰A PEC está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e a Fazenda calcula um custo de R$ 99 bilhões.
🪙O projeto de lei que estabelece o novo piso salarial para médicos e cirurgiões dentistas é outro que preocupa o Ministério da Fazenda pelo impacto fiscal, calculado em R$ 47 bilhões.
A proposta tramita em caráter terminativo — se aprovada vai direto pra Câmara — na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
💵O governo também quer adiar a discussão da PEC que aumenta a fatia de recursos da União destinada ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O impacto estimado é de R$ 10 bilhões apenas neste ano.
Agora no g1


Fonte:

g1 > Política

PT dá início à pré-campanha de Lula e espelha tática bolsonarista em disputa nas redes

Lula em agenda em Sergipe.
Ricardo Stuckert/ Presidência da República
O PT vai iniciar nesta terça-feira (9) a pré-campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com orientações para quadros políticos, militantes e simpatizantes para a batalha nas redes sociais.
A iniciativa parte de dois diagnósticos: de que a direita é mais eficaz na disputa de narrativa nas redes, colocando a esquerda na defensiva na maior parte do tempo; e de que as iniciativas da esquerda são muito fragmentadas, sem uma unidade discursiva e temática.
Mais bastidores: acompanhe o canal da Sadi no WhatsApp
A primeira ação da pré-campanha será a divulgação das diretrizes para a produção e compartilhamento de conteúdo nas redes sociais, que espelham as táticas utilizadas pela oposição bolsonarista no ambiente digital.
A largada da pré-campanha vai ser dada em um evento na noite desta terça (9) em Brasília, com a presença do presidente nacional do PT, Edinho Silva, e do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.
Agora no g1
Será divulgado um vídeo gravado por Guilherme Boulos explicando como deve ser a atuação da esquerda no ambiente digital. Boulos, que é do PSOL, foi chamado por Edinho Silva para articular a iniciativa por ter mais familiaridade com o uso das redes sociais.
No vídeo, Boulos admite que a direita leva vantagem nas redes por conseguir organizar melhor as pautas e as mensagens para os seguidores, ou seja, por atuar com unidade narrativa. O ministro explica que a ideia da pré-campanha é buscar a mesma unidade.
Foram selecionados, num primeiro momento, cerca de 50 políticos da base que vão atuar como “porta-vozes de Lula”. A pré-campanha irá escolher, diariamente, os temas e a abordagem para as redes sociais e pedir para que os porta-vozes produzam conteúdo próprio com os temas escolhidos.
Entre os porta-vozes estão nomes como Fernando Haddad, Simone Tebet, Erika Hilton, Jorge Messias, Alexandre Padilha, André Janones, Marina Silva, Pedro Campos, José Dirceu, Gleisi Hoffmann e Pastor Henrique Vieira.
GloboPop: veja os vídeos do palco da Andréia Sadi


Fonte:

g1 > Política

CCJ da Câmara discute PEC que reduz maioridade penal

CCJ da Câmara discute PEC que reduz maioridade penal Texto reduz maioridade de 18 para 16 anos; se aprovado, ainda precisará passar por comissão especial antes de chegar ao plenário.

A CCJ da Câmara retomou nesta terça-feira (9) a discussão sobre a PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. Leia mais aqui.. A análise começou na semana passada, mas foi suspensa após um pedido de vista coletiva. Durante a sessão, parlamentares de esquerda criticaram a proposta.. O texto, de autoria do então deputado Gonzaga Patriota (PSB- PE) e apresentada em 2015, altera a Constituição Federal para estabelecer a imputação penal a partir dos 16 anos.. A PEC precisa de maioria simples na comissão. Se aprovada, ainda precisará passar por comissão especial antes de chegar ao plenário.


Fonte:

g1 > Política

CCJ da Câmara discute PEC que reduz maioridade penal

CCJ da Câmara discute PEC que reduz maioridade penal Texto reduz maioridade de 18 para 16 anos; se aprovado, ainda precisará passar por comissão especial antes de chegar ao plenário.

A CCJ da Câmara retomou nesta terça-feira (9) a discussão sobre a PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. Leia mais aqui.. A análise começou na semana passada, mas foi suspensa após um pedido de vista coletiva. Durante a sessão, parlamentares de esquerda criticaram a proposta.. O texto, de autoria do então deputado Gonzaga Patriota (PSB- PE) e apresentada em 2015, altera a Constituição Federal para estabelecer a imputação penal a partir dos 16 anos.. A PEC precisa de maioria simples na comissão. Se aprovada, ainda precisará passar por comissão especial antes de chegar ao plenário.


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g1 > Política

Conselho de Ética da Câmara aprova parecer que recomenda suspensão de Marcos Pollon por dois meses

O Conselho de Ética da Câmara aprovou nesta terça-feira (9), por 9 votos a 4, um relatório que recomenda a suspensão do deputado Marcos Pollon (PL-MS) por dois meses após ele ter feito declarações consideradas ofensivas contra o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
(CORREÇÃO: o g1 errou ao publicar que o prazo de suspensão de Pollon recomendado pelo Conselho de Ética era de três meses. Na verdade, o tempo de suspensão sugerido pelo colegiado é de dois meses. A informação foi corrigida às 16h55 desta terça-feira.)
O deputado ainda pode recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de o caso chegar ao plenário, a quem cabe a palavra final sobre a suspensão.
Pollon já teve outra recomendação de suspensão aprovada pelo Conselho por ter ocupado a Mesa Diretora e impedido os trabalhos da Câmara em agosto de 2025. Neste caso, a suspensão sugerida também foi de dois meses. O plenário ainda não analisou a representação.
Já o parecer aprovado nesta terça se refere a declarações contra Motta.
Agora no g1
Durante uma manifestação em Campo Grande (MS), Pollon questionou o fato de o projeto que previa anistia aos envolvidos na tentativa de golpe de 8 de janeiro não ter sido pautado e proferiu ofensas contra o presidente da Câmara.
“A anistia está na conta da p… do Hugo Motta. Nós queremos colocar o povo para enfrentar o Alexandre de Moraes, mas nós não podemos peitar o bosta do Hugo Motta, um baixinho de 1,60m″, disse na oportunidade.
O deputado negou que sua fala tenha levado à quebra de decoro parlamentar. Em sua defesa, Pollon disse que não havia provas inequívocas que comprovassem sua intenção de desrespeitar a autoridade de Motta ou descumprir seu dever funcional.
Voto
O relator da representação, deputado Ricardo Maia (MDB-BA), afirmou que a imunidade dos parlamentares não alcança “atos em dissonância com a dignidade do parlamento”.
“Há nítida distinção entre criticar uma decisão política ou posicionamento institucional – o que é não apenas legítimo mas essencial ao debate democrático – e proferir ofensas de caráter pessoal, que nada agregam ao debate público”, disse o relator.
Maia destacou que o Código de Ética da Casa estabelece como dever fundamental respeitar a dignidade dos colegas e recomendou a suspensão por três meses por quebra de decoro parlamentar.
Deputado Marcos Pollon (PL-MS).
Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados


Fonte:

g1 > Política

Kassio Nunes Marques vê chance do TSE balizar pesquisas e evitar que levantamentos sejam usados como ringue na disputa eleitoral

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou a interlocutores que o julgamento nesta terça-feira (9) da decisão que suspendeu a divulgação de pesquisa realizada pelo instituto Atlasintel é uma oportunidade de a Corte balizar a atuação dos institutos de pesquisa para as eleições de outubro.
Nunes Marques entende que a discussão não envolve um debate sobre liberdade de expressão, sendo que os institutos de pesquisa não têm liberdade para perguntar o que quiserem sobre o que quiserem em matéria eleitoral.
Isso porque a Justiça Eleitoral tem regras especificas para as pesquisas, que devem ser registradas e não podem influenciar o eleitor ou desequilibrar o pleito.
Na decisão, contudo, o ministro Nunes Marques citou uma entrevista do CEO da AtlasIntel Tecnologia de Dados Ltda., Andrei Roman, à “CNN Brasil” que corroboraria o pedido feito pelo Partido Liberal (PL) de suspender a pesquisa.
Agora no g1
Nunes Marques destaca que o conteúdo da entrevista fortaleceria os argumentos acerca do viés político do conteúdo submetido aos entrevistados e teria tratado do potencial desgaste eleitoral para Flávio Bolsonaro.
Segundo a decisão, o CEO do instituto defendeu a formulação das perguntas que associavam grupos políticos ao denominado “esquema de fraudes financeiras do Banco Master” e ainda classificou como “muito problemático para a imagem” do pré-candidato.
O texto do ministro menciona ainda que Andrei Roman afirmou durante a entrevista que o caso relevaria “fatos extremamente graves”, capazes de comprometer “a viabilidade dele neste ciclo eleitoral e a permanência dele na corrida”.
Debate técnico
De acordo com relato de interlocutores, o ministro avalia que o julgamento é um debate técnico sobre cumprimento das regras e a não interferência na disputa. Dessa forma, não envolveria liberdade de expressão.
Nas conversas, Nunes Marques aponta que o objetivo da decisão é não deixar que o tema “pesquisa” seja usado como ringue na disputa eleitoral.
O plenário do TSE deve discutir na noite desta terça se mantém ou não a decisão do ministro Nunes Marques que determinou na segunda (8) a retirada do conteúdo e a suspensão da divulgação de uma pesquisa realizada pelo Instituto AtlasIntel.
Ministro do STF Nunes Marques
Rosinei Coutinho/STF
O levantamento apontou, em maio, queda de cinco pontos nas intenções de voto do pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro.
A divulgação ocorreu após o vazamento de um áudio de uma conversa do senador pedindo dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para o filme sobre Jair Bolsonaro.
A decisão determinou que a empresa retirasse de seus canais oficiais a pesquisa e não promovesse nova divulgação, impulsionamento ou republicação até nova análise do caso pelo TSE.
Em nota, a empresa afirmou que respeita a decisão do ministro e que está fornecendo informações sobre a metodologia da pesquisa.
“A situação será devidamente esclarecida a partir da análise técnica dos fatos e da metodologia empregada e confiamos no colegiado do TSE para afirmar a robustez técnica e a legalidade do estudo”, disse a AtlasIntel.
Além de Nunes Marques, votam os ministros André Mendonça, Dias Toffoli, Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano Azevedo Marques Neto e Estela Aranha.
O ministro Dias Toffoli tem se declarado suspeito de participar de casos ligados ao Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), mas a indicação é de que deve participar da análise da ação no TSE.
O julgamento é apontado como uma prévia de como a nova composição da Corte vai atuar em casos delicados nas eleições.
Há uma expectativa de que a gestão de Nunes Marques no comando da Justiça Eleitoral tenha um perfil mais discreto e com decisões menos intervencionistas na disputa eleitoral.
Ressalvas
Internamente, ministros apontaram ressalvas ao entendimento de Nunes Marques, já que a pesquisa foi divulgada em maio e, portanto, não haveria urgência neste momento para uma decisão individual.
Uma ala do TSE aponta que a decisão do presidente deve ser confirmada pela maioria.
Outa corrente tem discutido se não deveria ter um pedido de vista, ou seja, mais tempo para analisar a decisão e discutir possíveis ajustes.
Nos bastidores, ministros avaliam que mesmo o TSE mantendo a decisão, o caso pode ser questionado no Supremo.
Kassio Nunes Marques analisou uma representação do PL, partido de Flávio Bolsonaro.
O partido alegou ao TSE que o questionário do instituto teria sido estruturado para induzir respostas negativas sobre o senador, criando uma narrativa acusatória.
Isso porque das 49 perguntas, 8 envolviam diretamente o Banco Master e foram apresentadas em sequência, influenciando a percepção dos entrevistados e não só medindo a percepção deles.
Nunes Marques disse que “a controvérsia suscitada nos autos não se limita, portanto, à mera discordância quanto às escolhas metodológicas da representada, mas envolve alegação objetiva de possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado”.


Fonte:

g1 > Política

TSE analisa decisão de Nunes Marques que suspendeu pesquisa com queda de Flávio Bolsonaro

Nunes Marques manda tirar do ar pesquisa que apontou queda de Flávio Bolsonaro
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a julgar nesta terça-feira (9) se mantém ou não a decisão individual do presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, que determinou na segunda-feira (8) a retirada do conteúdo e a suspensão da divulgação de uma pesquisa realizada pelo Instituto AtlasIntel.
O levantamento apontou, em maio, queda de cinco pontos nas intenções de voto do pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro. A divulgação ocorreu após o vazamento de um áudio de uma conversa do senador pedindo dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para o filme sobre Jair Bolsonaro.
‘Topa jantar com o Jim Caviezel?’: veja e ouça TODOS os textos e o áudio que mostram Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro
A decisão de Kassio Nunes Marques determinou que a empresa retirasse de seus canais oficiais a pesquisa e não promovesse nova divulgação, impulsionamento ou republicação até nova análise do caso pelo TSE.
Em nota, a empresa afirmou que respeita a decisão do ministro e que está fornecendo informações sobre a metologia da pesquisa. “A situação será devidamente esclarecida a partir da análise técnica dos fatos e da metodologia empregada e confiamos no colegiado do TSE para afirmar a robustez técnica e a legalidade do estudo”, disse a AtlasIntel.
Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro
Adriano Machado/Reuters e Reprodução
Sinalização
Além do presidente do TSE, votam os ministros André Mendonça, Dias Toffoli, Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano Azevedo Marques Neto e Estela Aranha.
O ministro Dias Toffoli tem se declarado suspeito de participar de casos ligados ao Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), mas a indicação é de que deve participar da análise da ação no TSE.
O julgamento é apontado como uma prévia de como a nova composição da Corte vai atuar em casos delicados nas eleições. Há uma expectativa de que a gestão de Nunes Marques no comando da Justiça Eleitoral tenha um perfil mais discreto e com decisões menos intervencionistas na disputa eleitoral.
Internamente, ministros apontaram ressalvas ao entendimento de Nunes Marques, já que a pesquisa foi divulgada em maio e, portanto, não haveria urgência neste momento para uma decisão individual.
Nunes Marques assumiu a presidência do TSE em maio; ministro vai comandar as eleições de outubro
Jornal Nacional/ Reprodução
Decisão
Kassio Nunes Marques analisou uma representação do PL, partido de Flávio Bolsonaro. O partido alegou ao TSE que o questionário do instituto teria sido estruturado para induzir respostas negativas sobre o senador, criando uma narrativa acusatória.
Isso porque das 49 perguntas, 8 envolviam diretamente o Banco Master e foram apresentadas em sequência, influenciando a percepção dos entrevistados e não só medindo a percepção deles.
🔎O instituto entrevistou 5.032 eleitores do Brasil de 13 a 18 de maio. A margem de erro é de 1 ponto percentual e o nível de confiança é de 95%.
O PL disse que houve uma progressão:
medo eleitoral;
comparação Lula x Flávio;
fraude financeira;
Banco Master;
Daniel Vorcaro;
conversas vazadas;
possível envolvimento direto;
impacto sobre voto;
enfraquecimento da candidatura;
retirada da candidatura.
E o áudio, segundo a legenda, não poderia ser usado na pesquisa porque não tem prova de autenticidade.
“Essa cadeia produz contexto, não mera medição. A pesquisa, da maneira heterodoxa em que formulada, pode criar, indevidamente, manchetes e narrativas de campanha baseadas em resultados obtidos após estímulo negativo. Isso desvirtua a função informativa da pesquisa eleitoral e permite que o instrumento de medição se converta em meio indireto de propaganda negativa”, argumenta o ministro.
Na decisão, Nunes Marques disse que “a controvérsia suscitada nos autos não se limita, portanto, à mera discordância quanto às escolhas metodológicas da representada, mas envolve alegação objetiva de possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado”.
O presidente do TSE ressaltou que outras 27 pesquisas feitas pela AtlasIntel não apresentaram questionários com perguntas semelhantes ao teor da pesquisa questionada e nem veicularam áudio.


Fonte:

g1 > Política

Flávio Bolsonaro faz campanha em reduto do pai na Bahia e critica governo Lula

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em sessão no Plenário do Senado Federal
Plenário do Senado Federal
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aproveitou a ida a Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, para fazer campanha. A cidade é um dos berços do agronegócio no estado e foi uma das poucas em que o pai dele, Jair Bolsonaro (PL), foi o mais votado.
Em 2018, o ex-presidente conquistou maioria em quatro dos 417 municípios baianos e, em 2022, repetiu o êxito em apenas dois. Em ambas ocasiões, Luís Eduardo Magalhães pôde ser classificada como uma cidade pró-bolsonarismo.
A visita desta terça-feira (9) foi motivada pelo “Bahia Farm Show”, evento de negócios e tecnologia agrícola. Flávio esteve ao lado do prefeito Júnior Marabá.
“Não tenho como agradecer o carinho que eu estou recebendo de cada um de vocês aqui. Um monte de gente mostrando foto com o presidente Bolsonaro no passado e completando o álbum agora tirando foto comigo”, destacou o pré-candidato à Presidência da República.
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Na ocasião, o político também teceu críticas ao governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e prometeu “libertar cada baiano que hoje mora numa área dominada por narcoterroristas”.
“Um governo federal que vai defender traficantes de PCC e Comando Vermelho fora do Brasil. Enquanto a gente aqui, nós, o povo brasileiro, vamos trabalhar para que eles fossem considerados terroristas pelo que eles são”.
Agora no g1
Na ocasião, o político também teceu críticas ao governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e prometeu “libertar cada baiano que hoje mora numa área dominada por narcoterroristas”.
“Um governo federal que vai defender traficantes de PCC e Comando Vermelho fora do Brasil. Enquanto a gente aqui, nós, o povo brasileiro, vamos trabalhar para que eles fossem considerados terroristas pelo que eles são”.
Flávio se refere à classificação feita pelo governo dos Estados Unidos, que categorizou as duas principais facções criminosas do Brasil como organizações terroristas. Dois dias antes do presidente Donald Trump anunciar a medida, o senador disse que fez o pedido diretamente ao político republicano.
A medida, no entanto, preocupa o governo Lula, que tentou evitar essa situação. A avaliação no entorno do governo é de que essa classificação pode abrir margem para ações mais duras dos Estados Unidos no território nacional.
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g1 > Política

Antifacção: projeto para corrigir lei aprovada avança na Câmara; se mantida, falha pode antecipar benefícios a condenados

Câmara aprova Projeto Antifacção, que aumenta penas pra integrantes de milícias e organizações criminosas
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (9) a urgência de um projeto de lei para corrigir falhas apontadas na Lei Antifacção por integrantes do Ministério Público.
O texto, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em março, criou um marco legal para o combate ao crime organizado no Brasil.
O projeto inclui agora quatro novos crimes tipificados na legislação recente – homicídio, latrocínio, extorsão e extorsão mediante sequestro considerados ultraviolentos – na Lei de Crimes Hediondos, que tem regras de progressão de regime mais severas.
Com a urgência, o texto pode ser votado diretamente no plenário, pulando a etapa das comissões. Ainda não há data para votação do conteúdo da proposta, já que a pauta da Câmara está trancada devido à urgência do Executivo ao projeto que regulamenta o fim da escala 6×1.
A análise da urgência ocorre após a Fundação Escola Superior do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (FESMP-MT), vinculado ao Ministério Público do estado, encaminhar um ofício para os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), apontando falhas na Lei Antifacção recém-aprovada pelas duas Casas.
O documento – revelado pela ‘Folha de S. Paulo’ e confirmado pela Globonews – afirma que trechos incluídos na legislação poderiam beneficiar membros de organizações criminosas condenados por quatro novos crimes criados na nova legislação.

São eles:

o homicídio doloso ultraviolento;
o latrocínio ultraviolento com emprego de arma de fogo;
a extorsão ultraviolenta;
a extorsão mediante sequestro ultraviolenta.
Embora esses crimes tenham recebido penas de até 40 anos, ficaram de fora da Lei dos Crimes Hediondos – o que, na prática, segundo os integrantes do Ministério Público, poderia facilitar a progressão de regime desses criminosos, antecipando benefícios a esses condenados.
“O paradoxo produzido por essa omissão é de extrema gravidade: as formas agravadas desses crimes — criadas exatamente para punir com mais rigor os integrantes de organizações criminosas ultraviolentas — submetem-se, na fase de execução da pena, a regime menos rigoroso do que as formas básicas dos mesmos crimes”, diz o ofício dos integrantes do Ministério Público.
No documento, FESMP-MT explica que um condenado por crime de homicídio doloso ultraviolento, com pena de 20 a 40 anos de prisão, “pode progredir de regime em percentuais inferiores, requerer livramento condicional e beneficiar-se de institutos vedados aos hediondos”.
Um condenado por homicídio qualificado ordinário, com pena mínima de 12 anos, portanto menos grave do que o crime ultraviolento, ainda de acordo com o documento, “está submetido ao regime mais rigoroso”, uma vez que esse crime é considerado hediondo.
“Trata-se de omissão do processo legislativo, não de escolha deliberada de política criminal — o que seria manifestamente irracional”, diz o ofício.
A sugestão dos integrantes do Ministério Público é incluir essas quatro modalidades na Lei dos Crimes Hediondos.
Justificativa para a correção do texto
O projeto cuja urgência foi aprovada foi apresentado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), relator da Lei Antifacção na Câmara, e faz exatamente o que sugere o ofício.
Na justificativa, Derrite explica que o projeto “limita-se a promover a adequação do tratamento jurídico dessas condutas, assegurando que crimes de máxima gravidade, especialmente aqueles praticados no contexto do crime organizado ultraviolento, recebam resposta penal compatível com sua elevada lesividade social”.
O relator do projeto no Senado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), disse à reportagem que a falha foi incluída na Câmara, retirada pelos senadores, mas retomada pelos deputados quando o texto retornou para última análise.
“O projeto do Executivo mantinha o que já previsto em lei, considerava como hediondo o crime de organização criminosa quando direcionado à prática de crime hediondo ou equiparado, o que não configuraria o problema retratado no artigo. O texto do Senado também não teria esse problema, porque facções e milícias entravam no guarda-chuva de Orcrim [Lei de Organizações Criminosas]. O problema é que a Câmara criou o tipo por fora e não promoveu as alterações”, disse.


Fonte:

g1 > Política

Grupo E da Copa do Mundo: seleções, convocados, jogos e horários

O Grupo E da Copa do Mundo de 2026 é composto por Alemanha, Costa do Marfim, Curaçao e Equador. Os jogos entre as seleções iniciam no dia 14 de junho, com Alemanha x Curaçao e Costa do Marfim x Equador (Confira abaixo os demais jogos).

Confira os convocados do Grupo E

Alemanha

Goleiros

Oliver Baumann (Hoffenheim)

Manuel Neuer (Bayern de Munique)

Alexander Nubel (Stuttgart)

Defensores

Waldemar Anton (Borussia Dortmund)

Nathaniel Brown (Frankfurt)

Pascal Gross (Brighton)

Joshua Kimmich (Bayern de Munique)

Felix Nmecha (Borussia Dortmund)

Aleksandar Pavlovic (Bayern de Munique)

David Raum (Leipzig)

Antonio Rudiger (Real Madrid)

Nico Schlotterbeck (Borussia Dortmund)

Angelo Stiller (Stuttgart)

Jonathan Tah (Bayern de Munique)

Malick Thiaw (Newcastle);

Meias/Atacantes

Nadiem Amiri (Mainz)

Maximilian Beier (Borussia Dortmund)

Leon Goretzka (Bayern de Munique)

Kai Havertz (Arsenal)

Lennart Karl (Bayern de Munique)

Jamie Leweling (Stuttgart)

Jamal Musiala (Bayern de Munique)

Leroy Sané (Galatasaray)

Deniz Undav (Stuttgart)

Florian Wirtz (Liverpool)

Nick Woltemade (Newcastle)

Costa do Marfim

Goleiros

Yahia Fofana (Caykur Rizespor)

Mohamed Koné (Charleroi)

Alban Lafont (Panathinaikos)

Defensores

Emmanuel Agbadou (Besiktas);

Clément Akpa (Auxerre);

Ousmane Diomande (Sporting CP);

Guéla Doué (Strasbourg);

Ghislain Konan (Gil Vicente);

Odilon Kossounou (Atalanta);

Evan Ndicka (Roma);

Wilfried Singo (Galatasaray);

Meias/Atacantes

Seko Fofana (Porto)

Parfait Guiagon (Charleroi)

Christ Inao Oulaï (Trabzonspor)

Franck Kessié (Al-Ahli)

Ibrahim Sangaré (Nottingham Forest)

Jean Michaël Seri (Maribor)

Simon Adingra (Sunderland)

Ange-Yoan Bonny (Inter de Milão)

Amad Diallo (Manchester United)Oumar Diakité (Brugge)

Yan Diomande (RB Leipzig)

Evann Guessand (Crystal Palace)

Nicolas Pépé (Villarreal)

Bazoumana Touré (TSG Hoffenheim)

Elye Wahi (Nice)

Curaçao

Goleiros

Tyrick Bodak

Trevor Doornbusch

Eloy Room

Defensores

Riechedly Bazoer

Joshua Brenet

Roshon Van Eijma

Sherel Floranus

Deveron Fonville

Jurien Gaari

Armando Obispo

Shurandy Sambo

Meias/Atacantes

Juninho Bacuna

Leandro Bacuna

Livano Comenencia

Kevin Felida

AR’Jany Martha

Tyrese Noslin

Godfried Roemeratoe

Jeremy Antonisse

Tahith Chong

Kenji Gorré

Sontje Hansen

Gervane Kastaneer

Brandley Kuwas

Jurgen Locadia

Jearl Margaritha

Equador

Goleiros

Hernán Galíndez (Huracán)

Moisés Ramírez (AE Kifisias)

Gonzalo Valle (LDU Quito)

Defensores

Willian Pacho (PSG)

Piero Hincapié (Arsenal)

Joel Ordóñez (Club Brugge)

Jackson Porozo (Tijuana)

Félix Torres (Internacional)

Pervis Estupiñán (Milan)

Yaimar Medina (Genk)

Ángelo Preciado (Atlético-MG)

Meias/Atacantes

Moisés Caicedo (Chelsea)

Jordy Alcívar (Independiente del Valle)

Pedro Vite (Vancouver Whitecaps)

Denil Castillo (Midtjylland)

Alan Franco (Atlético-MG)

Kendry Páez (River Plate)

Nilson Angulo (Sunderland)

Alan Minda (Atlético-MG)

Gonzalo Plata (Flamengo)

John Yeboah (Venezia)

Enner Valencia (Pachuca)

Jordy Caicedo (Huracán)

Jeremy Arévalo (Stuttgart)

Anthony Valencia (Royal Antwerp)

Kevin Rodríguez (Union Saint-Gilloise)

Confira os jogos

Primeira rodada

14 de junho

Alemanha x Curaçao – 14h

Costa do Marfim x Equador – 20h

Segunda rodada 

20 de junho

Alemanha x Costa do Marfim – 17h

Equador x Curaçao – 21h

Terceira Rodada 

25 de junho 

Equador x Alemanha – 17h

Curaçao x Costa do Marfim – 17h


Fonte: Jovem Pan