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Fontes para financiar zoneamento ecológico-econômico vão à Câmara

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (28) projeto que estabelece as fontes de financiamento para a implementação do zoneamento ecológico-econômico (ZEE), mecanismo que orienta políticas públicas e atividades produtivas para conciliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental.
O PL 4.080/2020 modifica a Política Nacional do Meio Ambiente para determinar dez fontes de financiamento para o ZEE:

Fundo Nacional sobre Mudança do Clima;
Fundo Nacional de Meio Ambiente;
Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal;
Fundo Social;
recursos de acordos sobre clima, que envolvam a União ou os estados;
recursos de convênios com entidades da administração pública;
doações de entidades nacionais e internacionais;
recursos provenientes de compromissos nacionais e internacionais para ações de mitigação;
investimentos privados;
outros fundos específicos que atendam às finalidades da PNMA.

A proposta, do senador Jader Barbalho (MDB-PA), recebeu parecer favorável do relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM). O projeto foi aprovado em votação final e segue para análise da Câmara dos Deputados, se não houver recurso para análise no Plenário do Senado.
Zoneamento ecológico-econômico
O ZEE funciona por meio da delimitação de zonas ambientais e, a partir disso, da atribuição de atividades econômicas e de preservação compatíveis com as especificidades de cada uma delas. O programa define um equilíbrio entre o desenvolvimento socioeconômico e a conservação ambiental das áreas, presentes em seis dos nove estados que compõem a Amazônia Legal.
“A implementação do ZEE trará oportunidades de emprego e sobrevivência para milhares de famílias que se encontram nos estados que compõem a Amazônia Legal, permitindo que as administrações municipais desenvolvam instrumentos para a geração de emprego e renda, através da mineração, turismo, pecuária, preservação ambiental, entre outros”, afirma Jader na justificativa.
Para o relator, “é salutar a previsão de que os entes federal e subnacionais possam atrair recursos de outras origens além dos determinados na lei orçamentária anual (LOA)”.


Fonte: Senado Federal

Arrecadação federal soma R$ 229 bilhões em março, com alta de 5% e bate recorde para o mês

A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 229,2 bilhões em março deste ano, informou nesta terça-feira (28) a Receita Federal.
O resultado representa um aumento real de 4,99% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 218,4 bilhões (valor corrigido pela inflação).
O valor também foi o maior já registrada para meses de março desde o início da série histórica da Receita Federal em 1995 — ou seja, em 32 anos.
▶️Segundo a Receita Federal, o recorde pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento da arrecadação da contribuição previdenciária e pelos desempenhos das arrecadações do PIS/Cofins, do IRRF-Capital e do IOF.
▶️O recorde na arrecadação está relacionado com o crescimento da economia brasileira e, também, e com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Relembre alguns aumentos de impostos:
alta na tributação de fundos exclusivos (alta renda) e das “offshores” (exterior);
mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;
aumento de impostos sobre combustíveis feito em 2023 e mantido desde então;
imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas);
reoneração gradual da folha de pagamentos;
fim de benefícios para o setor de eventos (Perse);
início da taxação das bets;
aumento do IOF sobre crédito e câmbio;
alta na tributação dos juros sobre capital próprio.
Primeiro trimestre
Nos três primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 777,12 bilhões — sem a correção pela inflação.
Em valores corrigidos pela variação dos preços, a arrecadação totalizou R$ 784,24 bilhões no primeiro trimestre, o que representa um crescimento real (acima da inflação) de 4,6% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somou R$ 749,9 bilhões.
O montante também é o recorde histórico para a arrecadação federal no período.
Meta fiscal em 2026
Assim como nos últimos anos, o governo espera contar com o aumento da arrecadação para tentar atingir a meta para as suas contas em 2026.
Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.
De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.
Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.
O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).
Na prática, portanto, a previsão é que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.
Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.


Fonte:

g1 > Política

Justiça manda Renan Santos excluir vídeos em que chama Wesley Safadão de ‘novo ícone da corrupção’

Safadão obtém decisão judicial contra Renan Santos, que o chamou de ‘ícone da corrupção’.
A Justiça do Ceará decidiu que Renan Santos, um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e pré-candidato à presidência da República pelo partido Missão, deve apagar conteúdos com críticas ao cantor Wesley Safadão. A decisão judicial ocorreu após um processo movido pelo artista contra o político. Em março deste ano, Renan publicou um vídeo em que chamava o artista de “novo ícone da corrupção”. O g1 obteve acesso ao processo nesta segunda-feira (27).
Na decisão, datada da tarde desta segunda (27), a 15ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza deferiu parcialmente o pedido de tutela provisória de urgência feito pela defesa de Safadão.
Com isso, Renan tem de apagar o vídeo de março e outros que sejam ofensivos contra Safadão, além de ficar impedido de fazer novas publicações com o mesmo teor sob pena de multa diária de R$ 5 mil – caso haja descumprimento. O Facebook — membro da mesma empresa que administra o Instagram — também foi notificado para a remoção do conteúdo.
Em resposta ao g1, Renan Santos afirmou, via assessoria de comunicação, que “o fato de um artista famoso estar servindo como instrumento nesse modelo político falido, deveria ser um motivo de, vamos dizer, de vergonha para o senhor Safadão”.
“Mas dado que ele já vem de uma família que administra uma cidade muito pobre, e que não tem nenhum compromisso com a melhora da vida das pessoas, muito pelo contrário, tem denúncias estranhas que envolvem eles, eu não esperaria nada diferente dele. Espero que ele me processe bastante”, acrescentou. (Leia a nota na íntegra abaixo)
Já a defesa de Wesley Safadão, representada pelo advogado Ricardo Valente Filho, sustentou que “é fundamental que a sociedade compreenda: a internet não é território sem lei! O ambiente digital não confere imunidade a quem pratica atos ilícitos, tampouco transforma acusações falsas em exercício legítimo da liberdade de expressão”.
“A Constituição Federal garante a livre manifestação do pensamento, mas estabelece, com igual clareza, que são invioláveis a honra e a imagem das pessoas, assegurando o direito à reparação pelo dano decorrente de sua violação”, completou a nota. (Leia a nota na íntegra abaixo)
Processo ingressado por Safadão
Wesley Safadão obtém decisão judicial contra Renan Santos por vídeos em que é chamado de ‘novo ícone da corrupção’.
Reprodução
O cantor Wesley Safadão entrou com um processo por calúnia, difamação e injúria contra Renan Santos após o vídeo em que o político criticou os cachês que o cantor cearense recebeu em shows de prefeituras de “municípios pobres”.
“O cantor lidera um esquema bizarro que explora prefeituras pobres no Nordeste e toma para si milhões em dinheiro que não deveria estar com ele. Somente entre 2024 e 2025, Safadão fez mais de 50 contratos a um valor de 52 milhões de reais, enchendo bolso de grana em municípios que não sabem explicar até agora como fizeram isso”, disse Renan, em vídeo publicado em 21 de março.
O juiz entendeu que “as declarações preferidas pelo requerido não se apresentam, em análise preliminar, como mera opinião, crítica política ou juízo de valor, mas como afirmações categóricas de prática criminosa atribuída ao autor, desprovidas, ao menos por ora, de qualquer substrato probatório, circunstância que evidencia, em tese, a ocorrência de ilícito”.
Segundo a decisão, “o perigo de dano, por sua vez, também se mostra evidente. A veiculação do conteúdo em rede social de grande alcance potencializa exponencialmente sua difusão, sendo certo que sua permanência no ambiente digital contribui para a contínua propagação das ofensas, agravando progressivamente os danos à honra e à imagem da parte autora”.
“Trata-se, portanto, de situação apta a gerar prejuízos de difícil reparação, sobretudo considerando que a atividade profissional do autor está intrinsecamente vinculada à sua reputação pública”, completou o juiz.
No processo, a defesa de Safadão pediu que Renan:
remova, em até 24 horas, o vídeo publicado no dia 21 de março e também outras postagens e comentários de mesmo teor do perfil dele no Instagram e de qualquer outra plataforma digital controlada por ele, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.
se abstenha de realizar novas publicações, menções ou comentários de natureza ofensiva, caluniosa ou difamatória contra Safadão, em qualquer meio físico ou virtual, sob pena de multa diária de R$ 10 mil para cada novo ato praticado.
apague todas as postagens e/ou comentários em postagens realizados por ele, nas redes sociais que, de alguma forma, venham a mencionar o artista, ainda que não expressamente, no prazo de 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 10 mil, limitado a R$ 50 mil.
tenha o perfil oficial do Instagram excluído caso descumpra qualquer medida liminar
Relações de Safadão
Nos vídeos, Renan apontou a relação próxima de Safadão com o deputado federal Junior Mano (PSB) afirmando que o parlamentar promovia os eventos nas cidades do interior do Ceará onde tem influência.
O fundador do MBL lembrou ainda que um irmão de Safadão, Edim Oliveira, foi acusado de estelionato e a mãe deles, Maria Valmira Silva de Oliveira — conhecida como “Dona Bil”, foi cassada por abuso de poder durante o processo eleitoral de 2016.
Renan publicou um novo vídeo, nesta segunda (27), confirmando o processo e reafirmando as críticas da primeira publicação.
A defesa de Wesley Safadão rebateu que “Wesley Safadão nunca foi indiciado, denunciado ou investigado em relação a qualquer dos fatos criminosos falsamente mencionados pelo infrator”.
Leia a nota de Renan Santos na íntegra:
“Os municípios brasileiros gastam bilhões, são bilhões todos os anos em shows que não tem nada a ver com promoção de cultura, mas shows com artistas pop nacionais, como é o caso do Safadão, que tem como intuito promoção da classe política local, passando por cima de investimentos que esses municípios poderiam fazer na área de infraestrutura, na área de ensinamento básico, em prover, vamos dizer, o básico para os seus cidadãos. Há esquemas de corrupção correlados a isso. E o senhor Wesley Safadão vai ter que explicar a relação dele com o Júnior Mano e com outros prefeitos e deputados que vivem de enviar emendas não para melhorar a vida das pessoas, mas para fazer show e autopromoção.
O fato de um artista famoso estar servindo como instrumento nesse modelo político falido, deveria ser um motivo de, vamos dizer, de vergonha para o senhor Safadão. Mas dado que ele já vem de uma família que administra uma cidade muito pobre, e que não tem nenhum compromisso com a melhora da vida das pessoas, muito pelo contrário, tem denúncias estranhas que envolvem eles, eu não esperaria nada diferente dele. Espero que ele me processe bastante.”
Leia a nota da defesa de Wesley Safadão na íntegra:
“Os advogados de Wesley Oliveira da Silva, artista nacionalmente conhecido como Wesley Safadão, vêm a público prestar esclarecimentos acerca da ação penal em curso perante a 14ª Vara Criminal da Comarca de Fortaleza.
Em 21 de março de 2026, o Sr. Renan Antônio Ferreira dos Santos publicou, em seu perfil pessoal na rede social Instagram, vídeo no qual imputou ao nosso cliente, de forma direta, categórica e pública, a prática de graves crimes, entre eles corrupção, enriquecimento ilícito, corrupção eleitoral, participação em peculato e associação criminosa, sem qualquer amparo em investigação formal, indiciamento ou decisão judicial. O infrator convocou expressamente seus seguidores ao compartilhamento massivo do conteúdo, potencializando, de forma deliberada, o alcance das ofensas e seus atos criminosos.
É fundamental que a sociedade compreenda: a internet não é território sem lei! O ambiente digital não confere imunidade a quem pratica atos ilícitos, tampouco transforma acusações falsas em exercício legítimo da liberdade de expressão. A Constituição Federal garante a livre manifestação do pensamento, mas estabelece, com igual clareza, que são invioláveis a honra e a imagem das pessoas, assegurando o direito à reparação pelo dano decorrente de sua violação.
A liberdade de expressão é um pilar da democracia, porém não autoriza a imputação pública de crimes a quem jamais foi investigado, indiciado ou sequer notificado por qualquer autoridade competente. Quando o discurso abandona o campo da crítica ou da opinião e passa a afirmar, como fatos consumados, a prática de crimes por pessoa determinada, configura-se abuso de direito, e, na esfera penal, os crimes de calúnia, difamação e injúria, tipificados nos artigos 138, 139 e 140 do Código Penal, com a causa de aumento prevista no artigo 141, §2º, que determina a triplicação da pena para crimes praticados por meio de redes sociais.
Wesley Safadão nunca foi indiciado, denunciado ou investigado em relação a qualquer dos fatos criminosos falsamente mencionados pelo INFRATOR. A Polícia Federal, instituição com acesso irrestrito a todos os elementos de prova colhidos no inquérito policial que trata de fatos conexos, não encontrou razão alguma para avançar sobre nosso cliente. O silêncio das autoridades competentes é, por si só, a mais contundente resposta às acusações veiculadas.
A gravidade da situação foi reconhecida em duas frentes judiciais independentes:
Vale ressaltar que a 15ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza, ao examinar os mesmos fatos em ação paralela, deferiu tutela de urgência determinando a remoção imediata do conteúdo, reconhecendo que as declarações do Renan Santos (querelado) configuram, afirmações categóricas de prática criminosa desprovidas de qualquer substrato probatório.
O Ministério Público do Estado do Ceará, atuando como fiscal da ordem jurídica no processo criminal, manifestouse expressamente favorável ao deferimento da medida cautelar requerida, reconhecendo que a conduta do INFRATOR extrapola os limites da liberdade de expressão e caracteriza ilícito de caráter continuado, cujos danos se renovam a cada novo acesso e compartilhamento, SOLICITANDO apuração dos fatos criminosos.
A defesa de Wesley Safadão reitera que as medidas judiciais adotadas visam apuração de todos os atos delituosos, pois o artista é pessoa íntegra, como figura pública, está sujeito ao escrutínio da sociedade e jamais se furtou a isso. O que não se pode admitir, em nenhuma democracia que se preze, é a fabricação e a disseminação deliberada de acusações criminosas falsas, com finalidade eleitoral confessa e em detrimento da honra, da imagem e do patrimônio de um cidadão que nunca respondeu a qualquer processo por conduta análoga às que lhe foram imputadas.
A assessoria jurídica permanece à disposição para esclarecimentos adicionais.”
A defesa de Safadão também é representada pelos advogados Daniel Moraes de Miranda Farias, Marcos Antonio Cavalcanti de Sá e Benevides Filho, Alyne Cristina Palmeira dos Santos e Danilo Soares Sousa.
Assista aos vídeos mais vistos do Ceará


Fonte:

g1 > Política

Messias e Alcolumbre se encontraram em Brasília e falaram de sabatina

Presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP).
Carlos Moura/Agência Senado
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, se encontraram na semana passada em Brasília e conversaram sobre a sabatina no Senado marcada para quarta-feira (29).
Messias é o indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para preencher a vaga de Luis Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo o blog apurou, no encontro, Alcolumbre e Messias conversaram sobre o cenário no Senado. Foi lembrado que as últimas sabatinas não tiveram placar com muita vantagem, como caso de Paulo Gonet na recondução ao cargo de procurador-geral da República.
Interlocutores de Messias definem ao blog como um “reencontro de dois amigos”, afastados por “razões do destino” mas que tinham “certeza que se queriam bem logo que se encontraram”.
Interlocutores de Alcolumbre afirmam que ele não se comprometeu com votos para Messias, mas que garantiria um processo institucional.


Fonte:

g1 > Política

MP libera R$ 330 milhões para subsidiar desconto no gás de cozinha

Já está em vigor a medida provisória que prevê subvenção econômica de R$ 330 milhões para empresas importadoras de gás liquefeito de petróleo, o gás de cozinha.
Publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (28), a MP 1.351/2026 integra o pacote do governo para a contenção dos impactos nos preços do petróleo e de seus derivados causados pela guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.
O crédito extraordinário foi liberado para o Ministério de Minas e Energia (MME) e busca garantir a equalização dos preços do produto importado com o nacional. A subvenção se aplica aos produtos entregues entre 1º de abril e 31 de maio deste ano, com possibilidade de prorrogação por mais dois meses. 
No início de abril, o Poder Executivo já havia adotado outras medidas para conter os impactos da alta dos combustíveis, como subvenções à importação de diesel e incentivos à produção nacional do combustível.
Vigência
Medidas provisórias entram imediatamente em vigor, mas o Congresso Nacional deve analisá-las no máximo em 120 dias. Se aprovada, a norma é convertida em lei, mantendo-se os prazos previstos.
Caso a MP não seja aprovada, o governo não pode repassar os valores que não tiverem sido usados.
Com Agência Brasil


Fonte: Senado Federal

2021


Fonte: Agricultura e Pecuária

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Relacionadas ao apoio e promoção à produção agrícola no país, exportação dos produtos agrícolas, entre outros assuntos


Fonte: Agricultura e Pecuária