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Trump e Lula cancelam entrevista à imprensa na Casa Branca

Veja vídeo da chegada de Lula na Casa Branca
Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e Luiz Inácio Lula da Silva cancelaram a entrevista conjunta que dariam à imprensa na Casa Branca nesta quinta-feira (7).
A informação é da equipe da TV Globo no local.
Esta reportagem está em atualização.
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AO VIVO: Acompanhe a visita de Lula a Trump na Casa Branca
Lula e Trump se encontram
Divulgação/Casa Branca
O que esperar do encontro entre Lula e Trump
A reunião é vista por fontes da diplomacia brasileira como um passo para normalizar as relações comerciais entre os dois países, após um período de incertezas e tarifas de importação.
Além da economia, devem compor a mesa de discussões os seguintes temas:
ataque ao PIX;
cooperação contra crime organizado e narcotráfico;
parcerias em minerais críticos e terras raras;
geopolítica na América Latina, Oriente Médio e ONU; e
eleições no Brasil.
A viagem a Washington é fruto de um processo de aproximação que ganhou tração em 26 de janeiro de 2026, quando Lula e Trump conversaram por telefone por cerca de 50 minutos.
Após o telefonema, Lula disse que queria ir a Washington em março para ter um encontro “olho no olho” com Trump, mas a guerra no Oriente Médio atrasou a definição da agenda.
De janeiro para cá, a relação já marcada por divergências entre Lula e Trump ganhou novos elementos de tensão no cenário internacional.
A guerra no Oriente Médio, episódios diplomáticos como o cancelamento do visto do assessor Darren Beattie e ruídos envolvendo a prisão e posterior soltura do deputado Alexandre Ramagem contribuíram para tornar o ambiente mais complexo, adicionando desafios à interlocução entre os dois governos.
Enquanto a reunião era negociada nos últimos meses, um auxiliar do presidente Lula explicava que a reunião entre Lula e Trump poderia ser “mais um ponto de partida do que um ponto de chegada” em termos de acordos.


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g1 > Política

‘Resisti muito a virar a chave’, diz Haddad sobre aceitar disputar o governo de SP

Haddad em evento na Fundação Fernando Henrique Cardoso (FHC)
Júlia Zaremba/GloboNews
O ex-ministro e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta quinta-feira (8) que resistiu muito “a virar a chave” para disputar o governo de São Paulo e que o presidente Lula conversou com ele por “muitas horas”.
“É um esforço intelectual, mudança de projeto. É muito diferente. E eu estava convencido de que eu tinha que tentar elaborar esse plano de desenvolvimento, em torno desse eixo, estava muito focado nisso”, contou. “E aí o presidente Lula conversou comigo muitas horas, e em vários dias diferentes, e falou, ‘olha, precisamos de um candidato forte em São Paulo, que seja capaz de em pouco tempo explicar o que está acontecendo para a sociedade paulista, seus problemas e oportunidades, e eu considero você a pessoa para fazer isso’”.
Haddad participou nesta quinta (7) de um evento na Fundação Fernando Henrique Cardoso para falar sobre sua atuação no governo federal e desafios da economia e política, ao lado de Celso Lafer, presidente do Conselho da fundação, e Sergio Fausto, diretor-geral da fundação.
Quaest: Tarcísio tem 38%, Haddad, 26%, Kataguiri, 5% e Paulo Serra, 5% na disputa para o governo de São Paulo
Em seguida, em tom descontraído, disse: “Não vou pedir votos, mas você sabe que eu preciso deles, né?”
Questionado por jornalistas sobre a definição da chapa, Haddad afirmou que terá mais mulheres representadas do que na chapa de Tarcísio, que conta com o atual vice, Felício Ramuth (MDB), o deputado estadual André do Prado (PL) e o deputado federal Guilherme Derrite (PP) — estes dois últimos para o Senado.
A vice da Haddad e as duas vagas na chapa para o Senado seguem sem definição. Haddad relata que sondou a pecuarista Teresa Vendramini, ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira, mas que ela não tem intenção de se candidatar.
“Não é fácil se candidatar. Quem nunca se candidatou e passou por tanta coisa. Ela foi presidente sociedade rural, tem militância no setor agropecuário. Uma respeitabilidade muito grande. Ela vai ajudar no plano de governo, para mim é ótimo. Se dispôs a ajudar, inclusive, depois eleição, no plano estadual quanto federal, então está tudo bem”, disse.
O PDT está empenhado em ficar com a vaga. Além de Teresa, são estudados também os nomes de Marcelo Barbieri, ex-prefeito de Araraquara que era do MDB e migrou para PDT, e de Antonio Neto, presidente do diretório da sigla em São Paulo. Haddad disse que ele e Carlos Lupi, presidente do PDT, estão “muito sintonizados”.
Sobre Senado, disse que vai voltar a conversar com os ex-ministros Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB) e Márcio França (PSB) “assim que for possível”, quando estiverem em São Paulo.
A primeira vaga deve ficar com Tebet, enquanto a segunda é disputada por PSB e Federação PSOL-Rede.
A GloboNews apurou que o foco da federação em maio será conversar com partidos aliados para convencê-los de que Marina é a melhor alternativa. A deputada descarta ficar com uma eventual suplência. França também está convicto sobre a vaga e já lançou chapa com suplente.
O ex-ministro diz que espera contar na campanha também com a ajuda da deputada federal Tabata Amaral (PSB), que começou a publicar vídeos em redes sociais criticando a gestão Tarcísio.
Haddad voltou a criticar o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), seu principal oponente na disputa, a respeito de sua posição sobre a PEC da Segurança e disse que um dos grandes equívocos dele foi não entender o que é o pacto federativo.
“Tudo veio de lá pra cá, daqui para lá não foi nada. Ajudamos na renegociação da dívida, empréstimos BNDES, botamos o Minha Casa Minha Vida para funcionar no estado, tudo veio de lá pra cá”, diz. “Tem política que é de estado, e não de governo. E Tarcísio não fez essa distinção, o que é de governo e o que é de estado.”
Quaest: Tarcísio tem 38%, Haddad, 26%, Kataguiri, 5% e Paulo Serra, 5% na disputa para o g


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g1 > Política

Após rejeição de Messias em derrota histórica para o governo, ministros de Lula se reúnem com Alcolumbre

Em agendas diferentes, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), recebeu na residência oficial, o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, e o ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães. Os encontros ocorreram na terça (5) e na quarta-feira (6), respectivamente.
Ao g1, Múcio disse que foi conversar com Alcolumbre sobre temas relacionados ao Ministério da Defesa. Questionado sobre a relação do governo com Alcolumbre após o Senado rejeitar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), disse acreditar na pacificação.
“O meu perfil é sempre pela pacificação. A tendência é que o Senado e o governo se deem bem, para o bem do Brasil. Passada essa fase abrasiva, as questões vão voltar a encostar”, disse Múcio.
Vídeos em alta no g1
Apesar dos gestos, aliados de Lula descartam, por ora, a possibilidade de o presidente procurar Alcolumbre para uma conversa.
Do lado de Alcolumbre, interlocutores dizem que o fato de receber Múcio e Guimarães já é um sinal de reaproximação, mas garantem que o presidente do Senado só falará com Lula se for procurado.
Com isso, a comunicação entre Lula e Alcolumbre deve seguir através de interlocutores, principalmente Guimarães e o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP).
A estratégia do governo é manter o pragmatismo para aprovar antes das eleições pautas consideradas prioritárias, como o fim da escala 6×1 e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
Ricardo Stuckert / PR
Derrota de Messias
No dia 29 de abril, o Senado Federal rejeitou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Essa é a primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitam uma indicação do presidente da República ao Supremo.
Messias foi rejeitado por 42 votos a 34 e uma abstenção. A votação foi secreta. O ministro de Lula precisava do apoio de ao menos 41 dos 81 senadores, a maioria absoluta.
Com a rejeição, a mensagem com a indicação de Messias foi arquivada e o presidente Lula terá que enviar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luis Roberto Barroso no Supremo.
Segundo o blog da Ana Flor, Lula sinalizou que deve escolher um novo nome e não pretende deixar para o próximo governo a prerrogativa de indicar um novo ministro para o Supremo Tribunal Federal (STF).


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g1 > Política

Supremo Tribunal Federal volta a julgar regras de distribuição dos royalties do petróleo

Ex-diretor da ANP: O mais importante é definir o que são os royalties do petróleo
O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, nesta quinta-feira (7), o julgamento das seis ações que tratam das regras de distribuição, entre os estados e municípios, dos recursos resultantes da produção do petróleo.
O tema voltou à pauta com o voto da ministra Cármen Lúcia, relatora dos processos. Na sequência, devem votar os demais ministros.
O caso começou a ser analisado na quarta-feira (6). A magistrada apresentou um resumo da tramitação das ações. Na sequência, os ministros ouviram os argumentos de representantes dos governos estaduais.
“Algumas dezenas de audiências, manifestações e quase uma centena de memoriais foram anexados aos autos, a realçar o relevo da matéria, sensível ao pacto federativo e aos interesses republicanos de todas as pessoas no país”, declarou.
🔎Royalties são uma compensação financeira paga pelas empresas petroleiras ao Estado brasileiro pelo direito de extrair petróleo e gás natural no território brasileiro.
🔎Já as participações especiais são uma compensação adicional, cobrada apenas de campos de petróleo e gás com grande volume de produção ou alta rentabilidade.
Julgamento da lei que modifica distribuição dos royalties do petróleo segue no STF nesta quinta-feira (7)
Jornal Nacional/ Reprodução
Busca de acordo
O tema chegou a ser colocado na pauta em 2020, mas foi retirado a pedido de 17 governadores que buscavam um acordo com o governo federal.
No fim de 2022, foi iniciada uma tentativa de consenso. Em 2023, foi enviado, no âmbito da Corte, para tentativas de acordo entre a União e os estados.
Processos
A Corte analisa as ações que discutem a validade da lei aprovada pelo Congresso Nacional em 2012 que estabeleceu as regras para a partilha de recursos obtidos com a exploração do petróleo — royalties e participações especiais.
O texto estabelecia distribuição mais igualitária das receitas arrecadadas entre produtores e não produtores de petróleo tanto de blocos em operação quanto para futuras áreas de produção.
A proposta foi vetada pela então presidente Dilma Rousseff. Posteriormente, os parlamentares derrubaram o veto e restabeleceram a lei.
Ação do RJ
O estado do Rio de Janeiro entrou com uma ação no STF alegando que a lei é inconstitucional e, no início de 2013, a ministra Cármen Lúcia concedeu uma liminar que suspendeu os efeitos da lei e manteve as regras que estão em vigor até hoje. O tribunal também recebeu ações de outros estados produtores, como Espírito Santo e São Paulo.
A questão envolve saber se a norma em debate está de acordo com a Constituição.
Os estados não-produtores de petróleo defendem que a lei é constitucional, já que reordena os critérios de distribuição de receitas de forma alinhada com os objetivos constitucionais de redução das desigualdades regionais.
Julgamento no STF sobre royalties do petróleo preocupa o Norte do RJ
Arquivo Inter TV
Já os estados produtores consideram que os recursos são uma forma de compensação pelos impactos causados pela exploração do petróleo. Portanto, seriam um direito dos locais onde acontecem as atividades.
Impactos
Uma eventual mudança na legislação teria impacto principalmente para o Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, principais estados produtores de petróleo.
💰Um estudo da Federação das Indústrias do Rio mostra que o estado e seus municípios perderiam R$ 21 bilhões por ano em royalties e participações especiais.
Redistribuição
Segundo a regra atual, a União recebe em torno de 30% do total de royalties.
Se a lei de 2012 entrar em vigor, esse percentual cairá para 20%. A parte destinada a estados e municípios produtores de petróleo cairia de 61% para 26%, depois de um período de transição de sete anos. Já o Fundo Especial, destinado a estados e municípios não produtores, subirá de 8,75% para 54%.
As parcelas das participações especiais também mudariam:
▶️União passaria de 50% para 46%;
▶️Estados e municípios produtores de 50% para 24%;
▶️Estados e municípios não produtores, que hoje não recebem nada, passariam a receber 30%.


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g1 > Política

Balança comercial tem superávit de US$ 10,5 bilhões em abril, novo recorde para o mês

A balança comercial registrou superávit de 10,53 US$ bilhões em abril, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta quinta-feira (7).
🔎 O resultado é de superávit quanto as exportações superam as importações. Quando acontece o contrário, o resultado é deficitário.
O saldo positivo registrou alta de 37,5% em relação ao mesmo período ano passado, quando somou US$ 7,66 bilhões.
Esse também foi o melhor resultado para meses de abril desde o início da série histórica, em 1989.
💵 Segundo o governo, em abril:
As exportações somaram US$ 31,1 bilhões, com aumento de 14,3% pela média diária;
As importações somaram US$ 23,6 bilhões, com aumento de 6,2% pela média diária.


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g1 > Política

Em meio à polêmica com bolsonarismo,Tarcísio defende André do Prado no Senado

Em entrevista concedida à Jovem Pan News Ribeirão Preto nesta quinta-feira (7), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), expressou sua confiança na pré-candidatura ao Senado do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado (PL). “Na minha opinião, o André vai ser o candidato ao Senado mais votado de São Paulo”. Eduardo Bolsonaro (PL-SP) era candidato à indicação de Tarcísio, mas declarou seu apoio a Prado em meio ao autoexílio nos EUA.
A escolha de Eduardo em apoiar André do Prado gerou mal-estar na própria direita bolsonarista. Nos bastidores, lideranças do campo conservador avaliam que o movimento é desalinhado às pautas ideológicas do grupo no maior colégio eleitoral do país.
Como apurado pela colunista da Jovem Pan Beatriz Manfredini, a escolha de Prado atende a uma preferência de Tarcísio por um político de perfil mais moderado e com forte capacidade de articulação. Na presidência da Alesp, o deputado estadual construiu um bom trânsito entre diferentes frentes políticas, recebendo elogios até mesmo de parlamentares da oposição, como os do PT e do PSOL.
Tarcisio ainda destacou as vitórias de André em sua atuação pela Alesp “Ele tem sido um presidente da Assembleia Legislativa fora de série, extraordinário, que conduziu a assembleia com muita liderança e muita habilidade. Nos ajudou a conquistar avanços importantes, construir um legado no saneamento básico, na discussão da longevidade das pessoas, no financiamento do SUS”.
Nas palavras do governador, “ele (André) é muito agregador, ele vai ter os votos da direita, ele vai mobilizar votos do centro”. Na visão de Tarcísio, com essa articulação, André poderá alcançar o maior número de votos entre os candidatos do estado de São Paulo.


Fonte: Jovem Pan

Presidente da CBF garante renovação de Ancelotti até 2030: ‘Dá para cravar’

A Confederação Brasileira de futebol (CBF) está bastante satisfeita com o trabalho de Carlo Ancelotti no comando da seleção e, mais uma vez, Samir Xaud, presidente da entidade, ‘garantiu’ a permanência do italiano até o ciclo para a Copa do Mundo de 2030.
Xaud vem sendo repetitivo nas últimas semanas ao cravar a renovação de Carlo Ancelotti. Nesta quinta-feira, o presidente da CBF participou da FutPro Expo 2026, em Fortaleza, e voltou a falar sobre o assunto em atendimento à imprensa.
Há alguns dias, Xaud disse que Ancelotti chegaria à disputa da Copa do Mundo dos Estados Unidos, Canadá e México – anuncia a lista final no dia 18 de maio – já com o contrato renovado. O atual acordo termina justamente após a competição desde meio de ano. Questionado sobre o novo vínculo, o presidente da CBF mostrou-se confiante.
“(Vamos anunciar) Antes (da Copa do Mundo), com certeza”, cravou Xaud. “Estão faltando ajustes jurídicos, tanto dos advogados do lado dele, quanto do nosso, mas acredito que antes da nossa ida para a Copa do Mundo a gente vai estar anunciando”, disse. “Dá para cravar (a permanência até 2030).”
Seria uma maneira de dar tranquilidade e tirar a pressão sobre Ancelotti na Copa do Mundo, já que a seleção brasileira vem sofrendo com os desfalques com pouco tempo para a estreia na competição, diante do Marrocos.


Fonte: Jovem Pan

Duas vezes preterido pela família Bolsonaro, Feliciano desiste do Senado e desabafa em vídeo

Marco Feliciano (PL-SP) anunciou nesta quinta-feira que desistiu da candidatura ao Senado por São Paulo após Eduardo Bolsonaro confirmar o apoio ao deputado estadual André do Prado para a vaga. Em vídeo publicado nas redes sociais, o pastor e deputado federal revelou que soube da decisão pelas redes sociais e reagiu com uma mistura de resignação religiosa e alfinetadas veladas à família Bolsonaro.
“Eu soube ontem pelas redes sociais que o irmão Eduardo Bolsonaro lançou o deputado estadual André do Prado ao Senado pelo nosso partido PL”, disse Feliciano. “Não tenho intimidade com o deputado André do Prado, mas não o conheço dentro das nossas lutas conservadoras. Mas deve ser alguém bom. O Eduardo escolheu.”
Não foi a primeira vez. Feliciano já havia perdido o apoio da família Bolsonaro para a mesma vaga em outra oportunidade, e não deixou o fato passar em branco. Com o tom de quem perdoa mas não esquece, o deputado mandou um recado direto ao ex-presidente. “Jair, meu irmão, meu amigo, você que com esse coração de ouro recentemente disse que teve que deixar de me apoiar ao Senado por uma questão política e até se arrependia disso, fique em paz. A nossa amizade não depende de cargos ou de apoios. A nossa amizade não nasceu de conchavos, mas da verdadeira comunhão de ideais e da luta ferrenha pelo conservadorismo.”

 

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Um post compartilhado por Marco Feliciano (@marcofeliciano)

A frase “segunda vez” apareceu no vídeo como um acerto de contas discreto, mas audível. “Por mais uma vez as coisas da política não terem permitido que você e sua família tenham me apoiado ao Senado Federal. Segunda vez”, afirmou.
Ao encerrar o vídeo, Feliciano anunciou que seguirá na política, mas por outro caminho. “Eu sou pré-candidato a deputado federal mais uma vez pelo Estado de São Paulo”, declarou, pedindo orações dos evangélicos paulistas e encerrando com uma prece pela família Bolsonaro.


Fonte: Jovem Pan

Rússia confirma cessar-fogo de dois dias com a Ucrânia

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, confirmou nesta quinta-feira (7), que a Rússia adotará um cessar-fogo de dois dias com a Ucrânia a partir da 0h de sexta-feira (8).
A trégua ocorre em função das celebrações do Dia da Vitória, no sábado (9), que marca a derrota da Alemanha Nazista na Segunda Guerra Mundial e é considerado o feriado mais importante na Rússia. “Sim, estamos falando dos dias 8 e 9 de maio”, disse Peskov ao ser questionado sobre a pausa no conflito durante uma entrevista coletiva.
A Rússia já havia anunciado um cessar-fogo de dois dias na segunda-feira (4). Horas depois, a Ucrânia também anunciou uma trégua, que teria início 0h de quarta-feira (6). No entanto, Kiev acusou Moscou de ter desrespeitado a pausa.
O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sibiga, afirmou que a Rússia lançou mais de 100 drones e três mísseis nas primeiras horas de quarta-feira.
“Isto demonstra que a Rússia rejeita a paz e que seus falsos apelos para um cessar-fogo em 9 de maio não têm relação com a diplomacia. Para Putin, só importam os desfiles militares, não as vidas humanas”, escreveu Sibiga em publicação no X.
Questionado sobre a trégua proposta pela Ucrânia, Peskov respondeu apenas que “não houve reação por parte da Rússia a isso”. O presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, afirmou responderia “de maneira recíproca” a qualquer violação de sua iniciativa.
“É evidente para qualquer pessoa razoável que uma guerra em larga escala e o assassinato diário de pessoas constituem um péssimo momento para ‘celebrações’ públicas”, disse. “A escolha da Rússia é uma rejeição evidente a um cessar-fogo e a salvar vidas.”
Em resposta, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia ameaçou atacar Kiev caso a Ucrânia “execute os seus planos terroristas criminosos durante as celebrações do Dia da Vitória”
Neste ano, o tradicional desfile militar em Moscou não contará com alguns equipamentos, como tanques e mísseis. Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, a medida foi adotada devido à “situação operacional atual”.
Peskov afirmou que as celebrações também contarão com medidas de segurança adicionais “em vista da ameaça terrorista representada pelo regime de Kiev”, especialmente em torno do presidente russo, Vladimir Putin.


Fonte: Jovem Pan

Zema diz que ‘não tem rabo preso com ninguém’, ao contrário de Flávio

Pré-candidato à Presidência da República pelo Novo, Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais, busca distanciar-se de uma associação com o senador Flávio Bolsonaro, que disputará o Planalto pelo PL. Em um evento com empresários no Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira (7), o mineiro reforçou as diferenças e afirmou que “ao contrário de Flávio Bolsonaro”, ele “não tem rabo preso com ninguém”.
“Eu tenho questionado, criticado muito o Supremo. Me parece que tem muita gente do PL que tem restrição a essas críticas, porque tem coisas pendentes lá no Supremo. Eu e os parlamentares do Partido Novo não temos o rabo preso com ninguém. Nós somos um partido pequeno, mas um partido coerente, diferenciado, de quem tem ficha limpa”, afirmou Zema.
Questionado se desistiria da candidatura ao Planalto para apoiar Flávio Bolsonaro, o ex-governador de Minas evitou uma resposta definitiva, disse que ainda é “desconhecido para boa parte dos brasileiros” e que esse quadro tende a ser alterado às vésperas da eleição.
“Sou desconhecido ainda para boa parte dos brasileiros, mas, à medida que eu for andando pelo Brasil, mostrando as propostas que eu tenho, tenho certeza de que esse quadro tende a ser alterado. Eu sou uma alternativa à polarização”, disse.


Fonte: Jovem Pan