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Compra de votos: investigação leva à cassação de quase toda a Câmara Municipal de cidade no Paraná

O que deveria ser a “casa do povo” e o palco de debates democráticos transformou-se em um cenário de silêncio e irritação após a revelação de um grave escândalo eleitoral. No município de Francisco Alves, no interior do Paraná, quase na fronteira com o Paraguai, a Justiça Eleitoral cassou em 2026 os mandatos de sete dos nove vereadores eleitos devido a um esquema de compra de votos envolvendo a distribuição de combustível.
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Quarto e último episódio da série “O Valor do Voto”, da GloboNews, mostra como funcionava o esquema.
A investigação, conduzida pelo Ministério Público do Paraná (MPPR), comprovou que a coligação “Pra Frente Francisco Alves” utilizou uma rede econômica para garantir a eleição de seus candidatos, em vez de focar em propostas para a população.
De acordo com o promotor Filipe Rocha e Silva, a gravidade do caso reside na substituição do debate político pelo uso do poder econômico para cooptar o eleitor.
O esquema nos postos
O centro do esquema, segundo o MPPR, era um posto de combustíveis localizado a cerca de 10 quilômetros do centro urbano da cidade.
Em buscas autorizadas pela Justiça um dia antes das eleições de 2024, a polícia encontrou notas fiscais, anotações com nomes de candidatos e pequenos vales para a retirada de cinco e dez litros de gasolina ou álcool.
Apenas no mês de setembro de 2024, o esquema teria distribuído 2.100 litros de combustível para eleitores.
O promotor ressaltou que a localização do posto tornava a situação ainda mais suspeita, já que não era crível que eleitores se deslocassem repetidamente até o local, fora da zona de atos de campanha, apenas para abastecer pequenas quantidades várias vezes ao dia.
Provas digitais e silêncio dos acusados
Além dos documentos físicos, a investigação obteve provas por meio do celular apreendido de uma das candidatas da coligação, Maria Aparecida da Silva, conhecida como Cida.
Áudios recuperados mostram a candidata prometendo material de campanha e “o negócio lá para vocês pegarem a gasolina” a uma eleitora.
Após ser derrotada nas urnas, Cida chegou a lamentar em mensagens que não possuía dinheiro suficiente para competir com quem estava “comprando” votos.
Ao serem confrontados pela equipe de reportagem, os vereadores envolvidos evitaram responder às acusações. Enquanto alguns permaneceram em silêncio ou demonstraram irritação, outros afirmaram que só se manifestariam na presença de advogados ou que não tinham nada a declarar.
Para o Ministério Público, a prática compromete a integridade do sistema democrático. “A partir do momento em que o nosso voto é trocado pelo pagamento de uma conta ou pelo abastecimento de um veículo, isso compromete todo um sistema e prejudica a vida futura do município”, alertou o promotor Filipe Rocha e Silva.


Fonte:

g1 > Política

Morre Leivinha, ídolo do Palmeiras da segunda Academia, aos 76 anos

Um dos grandes ídolos da história do Palmeiras, João Leiva Campos Filho, o Leivinha, morreu nesta quinta-feira (4) aos 76 anos. O ex-jogador, que fez parte da chamada segunda Academia, enfrentava problemas de saúde nos últimos tempos. A causa da morte não foi divulgada.
Nascido em Novo Horizonte, no interior de São Paulo, Leivinha iniciou a carreira no Linense antes de se destacar na Portuguesa, onde chamou a atenção do Palmeiras. Contratado pelo Palmeiras em 1971, rapidamente se tornou um dos símbolos da equipe que encantou o futebol brasileiro na primeira metade da década de 1970.
Meia-atacante de boa capacidade técnica, movimentação e faro de gol, Leivinha jogou por quatro anos e meio no Palmeiras e conquistou dois títulos do Paulistão (1972 e 1974) e o bicampeonato Brasileiro (1972 e 1973), além de troféus de torneios nacionais e internacionais.
Leivinha está entre os 15 maiores artilheiros da história do Palmeiras e entre os cinco jogadores que mais marcaram pelo clube em edições do Campeonato Brasileiro. Foram 267 jogos pelo clube (158 vitórias, 80 empates e 29 derrotas) e 108 gols anotados.
O meia também protagonizou um dos lances mais controversos do futebol paulista. Na rodada decisiva do Campeonato Paulista de 1971, contra o São Paulo, teve um gol legítimo de cabeça anulado pelo árbitro Armando Marques, que alegou toque de mão. O episódio é lembrado até hoje como um dos erros de arbitragem mais marcantes da história do torneio.
O desempenho no Palmeiras o levou à seleção brasileira, pela qual disputou a Copa do Mundo de 1974. Em 1975, após conquistar o Torneio Ramón de Carranza e ajudar o Palmeiras a vencer o Real Madrid na decisão, transferiu-se para o Atlético de Madrid, da Espanha, ao lado do zagueiro Luis Pereira. No retorno ao Brasil, Leivinha teve uma breve passagem pelo São Paulo, mas os problemas físicos o levaram a se aposentar precocemente, aos 29 anos, em 1979.


Fonte: Jovem Pan

Brasil x República Dominicana na Liga das Nações Feminina de vôlei: onde assistir ao vivo

Depois de estrear com vitória sobre a Holanda, a seleção brasileira vai em busca de mais uma vitória na Liga das Nações de Vôlei (VNL). O próximo desafio é contra a República Dominicana nesta quinta-feira (4), às 20h (de Brasília), no ginásio Nilson Nelson.
Depois de Holanda e República Dominicana, a seleção ainda vai enfrentar a Bulgária no sábado (6) e a atual campeã da competição, Itália, no domingo (7), nesta primeira semana do campeonato.
Em seguida, as meninas da seleção feminina seguem para Ancara, na Turquia, onde disputarão a segunda semana da VNL contra a França, Bélgica, China e Alemanha.

Onde assistir Brasil x República Dominicana
A partida terá transmissão do sportv2 (fechado), com início às 20h.


Fonte: Jovem Pan

Explosão em apartamento leva polícia a descobrir laboratório caseiro de drogas no Rio

Um incêndio permitiu que a Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) localizasse, nesta quarta-feira (3) um laboratório caseiro de refino de drogas em um apartamento em Copacabana, na Zona Sul da cidade. Os policiais apreenderam grande quantidade de drogas e equipamentos usados para manipulação de entorpecentes. A descoberta se deu após denúncia de moradores.
De acordo com a PMERJ, os moradores do prédio denunciaram que o incêndio foi provocado pelo manuseio de substâncias químicas usadas para a produção de drogas. Os agentes do serviço de inteligência do Batalhão de Copacabana (19º BPM) foram responsáveis pela ocorrência.
O material apreendido foi encaminhado para a 13ª DP (Copacabana), que vai prosseguir com a investigação do caso.
O incêndio chegou a provocar uma explosão no imóvel, que fica na Rua Barata Ribeiro. Um homem ficou ferido e foi levado ao Hospital Miguel Couto, na Gávea, em estado gravíssimo. O Estadão tentou contato com o hospital e o Corpo de Bombeiros, mas não teve resposta.
Em vídeos de câmeras de segurança que circulam nas redes sociais, é possível ver que a explosão arremessa uma parte da janela. Em outra filmagem, um colchão e o que parece ser uma estrutura de ar-condicionado estão na rua, incendiados.


Fonte: Jovem Pan

México x Sérvia: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

México e Sérvia se enfrentam nesta quinta-feira (4), às 23h (de Brasília), pelos amistosos da Copa do Mundo, no estádio Nemesio Díez, em Toluca, no México. A seleção mexicana, está no Grupo A, com África do Sul, República Tcheca e Coreia do Sul. Já a Sérvia não se classificou para o Mundial.
Um dos países-sede da competição, o México fará o jogo de abertura da Copa no dia 11 de junho às 16h, contra a África do Sul, no Estádio Azteca, na Cidade do México.

Onde assistir México x Sérvia ao vivo
A partida será transmitida ao vivo pelo Fifa+ (streaming).
 


Fonte: Jovem Pan

Lula diz que não foi à Marcha para Jesus para ‘não tirar proveito político de uma coisa sagrada’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que escolheu não participar da Marcha para Jesus nesta quinta-feira (4), para não passar a ideia de que está tirando proveito político de algo sagrado. “Eu não participo de nada religioso em época de eleição porque não quero passar a ideia de que estou tirando proveito político de uma coisa sagrada”. 
A declaração foi feita durante uma ligação com o apóstolo Estevam Hernandes, criador do evento no Brasil, e o advogado-geral da União Jorge Messias, compartilhada nas redes sociais. Os dois participavam da Marcha para Jesus no feriado de Corpus Christi quando fizeram a chamada para Lula.

 

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Um post compartilhado por Jorge Messias (@jorgemessiasagu)

O presidente ainda comemorou o sucesso do evento que acontece em São Paulo, sancionado por ele. “Estou muito feliz porque uma coisa que sancionei há tanto tempo atrás e o sucesso que está tendo a Marcha para Jesus é uma coisa muito importante.”
Na fala, o presidente se refere à Lei Federal nº 12.025, oficializada em 2009 por ele, que institui o Dia Nacional da Marcha para Jesus. O evento chegou ao Brasil em 1993, trazido pelo apóstolo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo.
Lula busca a reeleição para a presidência concorrendo com Flávio Bolsonaro (PL), que também participou do evento, ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça e de outros políticos.
Messias no STF
O advogado-geral da União Jorge Messias foi o indicado por Lula para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal na vaga deixada pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso. No entanto, a oposição ao governo se movimentou para barrar a indicação no Senado, representando a maior derrota do mandato, segundo aliados.
Messias foi o primeiro rejeitado para o cargo desde 1894, recebendo 42 votos contra e 34 a favor de sua indicação. A negativa é atribuída a uma articulação do presidente da casa, Davi Alcolumbre, fortalecendo a pré-candidatura do principal rival de Lula na corrida eleitoral, Flávio Bolsonaro.
Messias e o filho do ex-presidente estiveram juntos no trio elétrico reservado para autoridades na Marcha para Jesus, mas o pré-candidato negou existir “climão” entre os dois. “Isso aqui não é um movimento político, estou aqui porque sou um cristão evangélico. (…) Não tem ‘climão’ nenhum aqui, estamos aqui no meu propósito que é Deus no comando”, disse.
Recentemente, Lula sinalizou que voltará a enviar ao Senado a indicação para que o advogado-geral da União assuma um lugar no Supremo. Segundo ele, Messias é um dos melhores advogados do país e a rejeição de sua indicação anterior ocorreu por motivos políticos e não por falta de qualificação técnica.
O presidente lembrou que o Senado tem prerrogativa de rejeitar nomes, desde que apresente critérios objetivos. “Sou eu que indico. O Senado pode derrotar alguém se ele não tiver competência jurídica. O que não pode é simplesmente derrotar por derrotar”, argumentou. “Portanto, eu vou indicar o Messias outra vez.”
*com informações do Estadão Conteúdo e Agência Brasil.


Fonte: Jovem Pan

Hezbollah rejeita acordo de cessar-fogo condicional no Líbano

O grupo pró-Irã Hezbollah rejeitou a trégua condicional anunciada pelas autoridades libanesas e israelenses nesta quinta-feira (4), exigindo, em vez disso, um cessar-fogo abrangente e a retirada de Israel do Líbano.
“O cessar-fogo deve ser global (…) e sem a permissão para matar em nome do inimigo no Líbano”, disse o líder do Hezbollah, Naim Qasem, em uma mensagem transmitida pelo canal Al Manar, pertencente ao seu movimento.
Enviados israelenses e libaneses realizaram a quarta rodada de negociações em Washington na quarta-feira. Eles concordaram com um cessar-fogo condicionado à suspensão dos ataques do Hezbollah e à retirada de todos os membros do grupo da área ao sul do rio Litani, que fica aproximadamente 30 quilômetros ao norte da fronteira entre Líbano e Israel.
Rendição e derrota
Para Qasem, uma retirada do Hezbollah equivaleria a “rendição e derrota”. Um alto funcionário do Hezbollah, falando sob condição de anonimato, confirmou à AFP que o grupo rejeita o cessar-fogo. A decisão foi comunicada “ao presidente do Parlamento, Nabih Berri”, um aliado da organização xiita, afirmou ele.
O presidente libanês, Joseph Aoun, aguardava a resposta do grupo ao acordo do dia anterior, que ele descreveu como uma “última chance” para alcançar um cessar-fogo abrangente.
Qasem instou o governo a interromper “a farsa e a humilhação chamadas negociações diretas” com Israel. “Enquanto nosso povo não estiver seguro (…) os assentamentos (no norte de Israel) não estarão seguros”, acrescentou.
O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, anunciou que o exército começará a se mobilizar “em zonas-piloto” no sul do país, o que considera como um primeiro passo “tangível”, mas a população permanece cética.
“Esta não é a primeira vez que um cessar-fogo é anunciado e Israel o viola“, disse à AFP Mohamad Chamsedin, de 56 anos, que abandonou sua casa nos arredores de Beirute.
O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, alertou que o exército “continuará seus ataques e operações terrestres por enquanto”. As forças israelenses mantêm “liberdade de ação, com o apoio americano, para atacar Beirute em resposta ao bombardeio de comunidades e território israelenses”, acrescentou.
O exército israelense ordenou novamente a evacuação de toda a área ao sul do rio Zahrani, cerca de 40 quilômetros ao norte da fronteira, enquanto as tropas “continuam atacando” a infraestrutura do Hezbollah naquele setor.
A agência de notícias estatal libanesa NNA relatou ataques de drones israelenses em várias cidades no sul e leste do país. Além disso, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil) anunciou que um soldado da paz sérvio morreu e outros dois ficaram feridos após um bombardeio atingir sua base na noite de quarta-feira, no sul do Líbano.
Duro revés
A situação na frente libanesa afeta as negociações entre os Estados Unidos e o Irã, que exige a cessação das hostilidades no Líbano como condição para um acordo que ponha fim à guerra regional que eclodiu em fevereiro.
Embora o presidente dos EUA, Donald Trump, pareça otimista, os ataques continuam esporadicamente no Golfo e as negociações estão estagnadas.
A Guarda Revolucionária, o exército ideológico da República Islâmica do Irã, exigiu a retirada do exército israelense do Líbano. “Apoiar a resistência no Líbano é dever de cada um de nós”, escreveu o general Esmail Qaani, chefe da Força Quds, o braço de operações estrangeiras da Guarda.
Israel e Líbano já haviam concordado com um cessar-fogo em 17 de abril, mas ele nunca se traduziu em uma calma genuína no terreno. O Hezbollah arrastou o Líbano para a guerra regional que começou com a ofensiva de EUA e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro.
Os bombardeios israelenses mataram mais de 3.500 pessoas e deslocaram mais de um milhão no Líbano desde 2 de março, o início das hostilidades entre esses dois países, segundo as autoridades libanesas. Do lado israelense, 26 soldados e um terceirizado civil morreram em território libanês.
Trump quer “separar” a frente libanesa da frente iraniana para pôr fim a uma guerra impopular entre os americanos. Na quarta-feira (3), a Câmara dos Representantes dos EUA pediu o fim da guerra em uma votação sobre uma resolução simbólica que Trump classificou como antipatriótica.
O líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, declarou em um comunicado que os Estados Unidos e Israel estão tentando “dividir” seu país após ter sofrido um “duro revés” na guerra.


Fonte: Jovem Pan

Governo nomeia Otto Lobo para presidir órgão que regula fundos de investimento

O advogado Otto Lobo, indicado para a presidência da Comissão de Valores Mobiliários
Geraldo Magela/Agência Senado
O governo federal nomeou nesta quarta-feira (3) o advogado Otto Lobo para a presidência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão responsável por regular e fiscalizar o mercado de capitais no país. Ele ocupará a vaga deixada por João Pedro Barroso do Nascimento, que renunciou ao cargo, e cumprirá mandato até 18 de julho de 2027.
A nomeação de Lobo e a de Igor Muniz para a diretoria da autarquia foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
🔎 A CVM é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda e responsável por fiscalizar, normatizar e disciplinar o mercado de valores mobiliários, que incluem ações, debêntures, cotas em fundos de investimento, entre outros , garantindo transparência e segurança para os investidores.
Antes de assumir oficialmente o cargo, Lobo se reuniu nesta semana com o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo ele, o encontro teve como objetivo discutir temas relacionados à atuação da autarquia.
Senado aprova indicação de Otto Lobo para presidir a CVM
Banco Master
A CVM vem sendo alvo de questionamentos sobre a condução de processos relacionados ao conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
No início de fevereiro, a própria CVM criou um grupo de trabalho para analisar todas as informações relacionadas ao conglomerado Master e à gestora de fundos Reag, suspeita de envolvimento nas fraudes investigadas pela PF, e para propor “melhorias estruturais em regulação, supervisão, governança processual e cooperação institucional”.
Questionado sobre a possibilidade de dar prioridade aos casos envolvendo o Banco Master, Lobo afirmou que a intenção é acelerar a tramitação de todos os processos em andamento na autarquia.
“Todos esses processos vão ser tratados com muita celeridade. A CVM sempre vai dar respostas para esse e outros processos”, afirmou Lovo, acrescentando que será feito um mutirão para julgar mais processos.
O novo presidente também afirmou que não haverá distinção entre investigados e que os procedimentos seguirão os princípios legais e constitucionais.
“Tudo será conduzido dentro da legalidade e do respeito à ampla defesa”, complementou ele.
Aprovação no Senado
O nome de Otto Lobo foi aprovado pelo Senado em maio, por 31 votos a 3. Na mesma sessão, os senadores também aprovaram a indicação de Igor Muniz para a diretoria da CVM.
A escolha de Lobo para comandar a autarquia foi atribuída nos bastidores a empresários e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que nega ter atuado como padrinho político da indicação.
A indicação gerou divergências dentro do governo. Integrantes da equipe econômica manifestaram resistência ao nome de Lobo, posição que teria sido compartilhada tanto pelo então ministro da Fazenda, Fernando Haddad, quanto pelo atual chefe da pasta, Dario Durigan.
Apesar disso, segundo fontes envolvidas nas negociações, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou ao senador Eduardo Braga, relator da indicação, sua preferência pelo nome de Lobo.
No mercado financeiro, a indicação também enfrentou resistência. Críticos apontam decisões consideradas favoráveis ao Banco Master tomadas por Lobo durante o período em que exerceu interinamente a presidência da CVM.


Fonte:

g1 > Política

Lula diz que não foi à Marcha para Jesus para não ‘tirar proveito político de algo sagrado’

Lula diz que não foi a Marcha para Jesus para não ‘passar ideia de que quer tirar proveito
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que decidiu não participar da Marcha para Jesus, evento com milhares de fiéis nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, em São Paulo, para “não passar a ideia de que quer tirar proveito político de algo sagrado”.
Lula deu a declaração em conversa por telefone com o bispo Estevam Hernandes e o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias.
O telefonema foi publicado nas redes sociais de Messias (veja no vídeo acima), que disse ter ido ao evento como representante do presidente.
“Eu vou lhe contar porque eu não vou. Eu não participo de nada religioso em época de eleição porque eu não quero passar a ideia de que estou tentando tirar proveito político de uma coisa sagrada”, disse Lula.
O petista é pré-candidato à reeleição no pleito de outubro. Adversário de Lula, o também pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou do evento, assim como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, além de outros políticos.
Em setembro de 2009, Lula sancionou a lei que criou o Dia Nacional da Marcha para Jesus.
Fiéis durante a 34ª Marcha para Jesus na cidade de São Paulo .
Marcello Zambrana /Estadão Conteúdo
Evento reúne milhares de fiéis
Diversos políticos e autoridades participam da Marcha para Jesus, que reuniu milhares de fiéis nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, em São Paulo.
Entre eles estão o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, e o advogado-geral da União, Jorge Messias, que representa o presidente Lula.
Eles acompanharam a marcha do alto de um trio elétrico, que saiu da estação da Luz, no centro, em direção à Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Zona Norte, onde estão programados shows e momentos de oração ao longo do dia, além de discursos.
Ainda durante o trajeto, Flávio se dirigiu à multidão e, numa breve fala, disse que o país vive uma “guerra espiritual” e que “o mal vai ser expulso do governo desse Brasil”.
“Vamos orar pelo nosso Brasil. Essa guerra é espiritual, e hoje é a maior resposta que nós podemos dar ao mundo do mal, que vai ser expulso do governo desse Brasil esse ano.”
Após a caminhada, a programação segue com apresentações de artistas da música gospel até as 21h. Entre os nomes anunciados estão Gabriela Rocha, Aline Barros, Renascer Praise, Thalles Roberto e Isadora Pompeo.


Fonte:

g1 > Política

Lula diz que não foi a Marcha para Jesus para não ‘passar ideia de que quer tirar proveito político’ da fé

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou que decidiu não participar da Marcha para Jesus, evento com milhares de fiéis nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, em São Paulo, para “não passar a ideia de que quer tirar proveito político de algo sagrado”.
Lula deu a declaração em conversa por telefone com o bispo Estevam Hernandes e o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias. O telefonema foi publicado nas redes sociais de Messias, que disse ter ido ao evento como representante do presidente.
“Eu vou lhe contar porque eu não vou. Eu não participo de nada religioso em época de eleição porque eu não quero passar a ideia de que estou tentando tirar proveito político de uma coisa sagrada”, disse Lula.
O petista é pré-candidato à reeleição no pleito de outubro. Adversário de Lula, o também pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou do evento, assim como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, além de outros políticos.
– Esta reportagem está em atualização.
Agora no g1


Fonte:

g1 > Política