Fonte: UOL Noticias
Chanceleres de China e Irã se reúnem em Pequim, segundo mídia estatal
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, recebeu nesta quarta-feira (6, data local) em Pequim seu par iraniano, Abbas Araghchi, para manter conversas, informou a agência estatal de notícias chinesa Xinhua, sem dar mais detalhes.
Fonte: UOL Noticias
Aviso de férias
Fonte: UOL Noticias
Aviso de férias
O colunista está em férias.Leia mais (05/05/2026 – 23h43)
Fonte: UOL Noticias
PF investiga suspeita de liberação irregular de precatórios e repasse dos créditos a fundos de investimento
A Polícia Federal investiga um possível “comércio de precatórios” envolvendo ordens judiciais para que a União faça pagamentos bilionários em desconformidade com as normas.
Investigação começou a partir de processo administrativo iniciado no Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
Lucas Castor/Agência CNJ
A apuração da PF partiu de um processo administrativo iniciado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e aprofundado pela Corregedoria do Tribunal Federal Regional da 1ª Região (TRF-1) no ano passado. O TRF-1 fica em Brasília.
As suspeitas ganharam maior atenção de investigadores e autoridades do Judiciário neste ano, depois que o escândalo do Banco Master revelou que fundos de investimento estão sendo usados na prática de crimes diversos. No caso dos precatórios, os créditos eram vendidos a fundos antes mesmo de a Justiça reconhecer as dívidas da União.
O CNJ e a Corregedoria do TRF-1 identificaram em correição que juízes de cinco varas (3ª, 4ª, 6ª, 16ª e 22ª) expediram precatórios sem registro da data do trânsito em julgado (encerramento) dos processos.
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Isso significa que os juízes estariam colocando precatórios na fila de pagamentos antes da hora, enquanto a União ainda podia recorrer para contestar os valores das dívidas.
🔎A Justiça expede um precatório quando reconhece que uma dívida deve ser paga. A expedição é um aviso ao ente público para que coloque o pagamento no seu orçamento. Um precatório expedido até o dia 2 de abril de um determinado ano entra no orçamento do ano seguinte.
A prática identificada pelo CNJ e pela Corregedoria do TRF-1 teria contrariado dispositivos da Constituição e normas do CNJ, do Conselho da Justiça Federal e do próprio TRF-1 que tratam da expedição de precatórios.
O processo administrativo não puniu nenhum juiz. A medida mais dura adotada pela Corregedoria foi cancelar os precatórios supostamente irregulares e recomendar aos magistrados que passem a observar as regras.
Agora, a análise do caso – do ponto de vista criminal – está a cargo da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção (Dicor) da PF, a mesma que é responsável pelos inquéritos do Banco Master.
Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), no Distrito Federal
TV Globo/Reprodução
Valores
Inicialmente, o CNJ cancelou R$ 3,5 bilhões de precatórios expedidos com suspeita de irregularidade, a maioria referente a processos de hospitais privados que pediram atualização dos valores da tabela do SUS.
Desse total, R$ 512 milhões iriam para fundos de investimento que compraram os créditos e R$ 545 milhões iriam para advogados que atuaram nos processos, mas os valores não foram pagos por causa do cancelamento.
Posteriormente, a Corregedoria do TRF-1 ampliou a apuração e cancelou centenas de precatórios que somavam R$ 10,9 bilhões — o processo não detalha quanto desse total iria para fundos e advogados. A medida evitou que a União tivesse que pagar esse valor nos anos de 2025 e 2026.
🔎Como comparação, o montante cancelado é maior que os orçamentos previstos em 2026 para os ministérios da Cultura, do Turismo e do Esporte juntos (R$ 9,8 bilhões).
Fundos
A Corregedoria do TRF-1 destacou em um relatório que esses precatórios, antes mesmo de serem expedidos pelos juízes, estavam sendo cedidos (“vendidos”) a fundos de investimento de direitos creditórios — um tipo de instrumento que entrou na mira de investigadores por causa das apurações de fraudes do Master.
🔎As empresas que têm direito de receber dinheiro da União vendem o crédito por um preço menor do que ele vale. Com isso, conseguem antecipar o recebimento de pelo menos uma parte da dívida. Os fundos que compram o precatório só vão receber o valor depois, “se e quando” a União fizer o pagamento, mas desde a aquisição já registram o crédito como um ativo em suas demonstrações financeiras.
“Chama atenção que os precatórios […] são sempre objeto de negociações com cessões de crédito [em favor de fundos], gerando volumosos incidentes nos processos somente para as homologações, bem como, gerando a necessidade de maior controle no momento da expedição das requisições de pagamento. O volume dessas operações causa certa espécie, porquanto se trata de ordens de pagamento fundadas em decisões judiciais ainda submetidas a questionamento na via recursal”, alertou em setembro de 2025 o então corregedor do TRF-1, desembargador Ney Bello.
Corregedor do TRF-1, desembargador Ney Bello.
Douglas Câmara/Ascom-TRF1
O magistrado também anotou nos relatórios que, de acordo com informações prestadas por servidores das varas inspecionadas, “todos da Vara — servidores, Diretor e Magistrados — sofrem muita pressão dos advogados ao se aproximar o termo constitucional final para pagamento de precatório (02/04), acontecendo inúmeros atendimentos presenciais e on-line, tanto com a assessoria como com os Juízes”.
Alerta para novas regras
A apuração do TRF-1 apresenta tabelas que listam os fundos de investimento que compraram os precatórios suspeitos e os advogados que atuaram nesses processos. Um grupo restrito de escritórios de advocacia aparece em vários processos.
Ao menos dois fundos que adquiriram fatias milionárias desses precatórios eram administrados por empresas investigadas pelas fraudes do Master — a Reag e a Trustee DTVM. Outros cinco são administrados pelo BTG, que não é alvo de investigações.
Devido a essas suspeitas, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino incluiu a questão dos precatórios em uma proposta que apresentou para uma reforma do Judiciário. O artigo do ministro foi publicado no site ICL no último dia 20 de abril.
Ministro Flávio Dino incluiu precatórios em proposta que apresentou para reforma do Judiciário
Luiz Silveira/STF
Dino sugeriu estabelecer “critérios para expedição de precatórios e para cessão de tais créditos a empresas e fundos, visando eliminar precatórios temerários ou fraudulentos”.
Nesta segunda-feira (4), o ministro realizou uma audiência pública no STF para discutir se a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tem sido capaz de fiscalizar os fundos de investimento. Há indícios de que a CVM demorou a apontar irregularidades nos fundos usados nas fraudes do Master.
Para Dino, a CVM deve se somar ao Banco Central, à PF e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) na prevenção e no combate a crimes contra o sistema financeiro.
Fonte:
Segundo passageiro de cruzeiro na Argentina testa positivo para hantavírus; veja número de casos e óbitos
Foto: WHoP
O navio de cruzeiro MV Hondius, da operadora Oceanwide Expeditions, enfrenta surto de hantavírus desde que partiu de Ushuaia, na Argentina, com destino a Cabo Verde. A embarcação carrega 149 pessoas de 23 nacionalidades e se encontra atualmente ao largo da costa de Praia, capital do arquipélago africano.
A OMS confirmou um caso laboratorial de hantavírus e contabilizou cinco outros casos suspeitos. Das seis pessoas afetadas, três morreram e uma está em tratamento intensivo em hospital na África do Sul.
Cronologia do surto
A primeira morte ocorreu em 11 de abril, a bordo do navio. O corpo do homem foi levado para a ilha de Santa Helena em 24 de abril, juntamente com o da esposa, que também faleceu posteriormente. Ambos eram cidadãos holandeses.
Em 27 de abril, um passageiro britânico de 69 anos adoeceu e foi transportado para a África do Sul, onde testou positivo para hantavírus. Um alemão morreu a bordo em 2 de maio, mas a causa da morte permanece ainda desconhecida.
Dois tripulantes também apresentam sintomas respiratórios agudos e precisam de atendimento médico em caráter de urgência, segundo a operadora.
O que é o hantavírus
O hantavírus é um vírus RNA pertencente à família Hantaviridae, transmitido principalmente por roedores silvestres que carregam o agente por toda a vida sem adoecer. Em casos raros, segundo a OMS, a transmissão pode ocorrer diretamente entre seres humanos.
Infecções ao fazer limpeza em áreas contaminas
A infecção ocorre principalmente pela inalação de partículas microscópicas suspensas no ar, geradas a partir de excrementos, saliva e urina ressequidos de roedores infectados. O risco é especialmente alto ao limpar com vassoura, sem umedecimento prévio, locais fechados por longos períodos onde ratos ou camundongos estiveram presentes, como chão comum, galpões, porões e casas de campo.
Mexer nesses ambientes a seco levanta poeira contaminada que fica suspensa no ar e pode ser inalada sem que a pessoa perceba. A recomendação das autoridades sanitárias é umedecer o piso com água sanitária antes de qualquer limpeza, para que as partículas não se dispersem.
O vírus e a origem do nome
O nome hantavírus deriva do Rio Hantan, na Coreia do Sul, onde o vírus foi isolado pela primeira vez na década de 1970. O agente causa duas formas distintas de doença: a síndrome cardiopulmonar, predominante nas Américas, que compromete pulmões e coração com letalidade de até 40%, e a febre hemorrágica com síndrome renal, mais comum na Europa e na Ásia, de evolução relativamente mais benigna. A forma pulmonar é a que concentra maior atenção médica pelo risco de morte elevado e pela rapidez com que o quadro pode se agravar.
Sintomas, tratamento e letalidade
Não há tratamento específico para o hantavírus. O manejo clínico é de suporte: nos casos graves, exige internação em UTI, oxigenoterapia ou ventilação mecânica para controle do edema pulmonar, monitoramento rigoroso da pressão arterial e, quando há comprometimento renal, hemodiálise. A doença evolui com rapidez, o que torna o diagnóstico precoce determinante para o prognóstico. Por isso, a orientação das autoridades sanitárias é notificar qualquer caso suspeito em até 24 horas às Secretarias de Saúde e ao Ministério da Saúde.
A transmissão direta entre seres humanos é extremamente rara e foi documentada em apenas um tipo específico do vírus. Na Europa e na Ásia, os tipos predominantes afetam principalmente os rins, com evolução menos grave. Nas Américas, incluindo o Brasil, predomina a forma cardiopulmonar, de maior letalidade, que pode matar em menos de 48 horas após o início dos sintomas mais severos.
Brasil e o hantavírus
No Brasil, a doença foi diagnosticada pela primeira vez em 1993, em Juquitiba, São Paulo. Desde então, foram reportados 2.376 casos até dezembro de 2024, com letalidade de quase 40%.
A maior concentração de casos confirmados está nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus já foi identificada em 16 unidades da federação, e em algumas regiões apresenta padrão sazonal ligado ao comportamento dos roedores reservatórios.
Para prevenção, as autoridades sanitárias recomendam não varrer a seco locais fechados por longos períodos, umedecer o chão com água sanitária antes da limpeza e armazenar alimentos em recipientes fechados e à prova de roedores.
Sem porto e coordenação internacional
Cabo Verde negou autorização para o desembarque dos passageiros em seu território. A operadora estuda a possibilidade de dirigir o navio às ilhas de Las Palmas e Tenerife, nas Canárias. O Ministério das Relações Exteriores dos Países Baixos confirmou que ‘considera’ a repatriação das duas pessoas sintomáticas ainda a bordo.
A OMS, por sua vez, notificou que está facilitando a coordenação entre Estados-membros e os operadores do navio para viabilizar a retirada dos passageiros sintomáticos restantes da embarcação.
Fonte: Conexão Política
Governo Lula deixa vacina contra meningite B fora do SUS e mantém imunizante restrito à rede privada
Foto: WHoP
Sob Lula, o Ministério da Saúde decidiu não incorporar ao SUS a vacina contra meningite do tipo B para crianças menores de 1 ano. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União, mantendo o imunizante fora do calendário público infantil.
Com isso, a proteção contra o sorogrupo mais frequente da doença meningocócica no país seguirá disponível apenas na rede privada. O quantitativo disponível atenderia apenas 15% da demanda nacional e o custo da oferta ultrapassaria R$ 5,5 bilhões em cinco anos.
Quem quiser imunizar o filho paga entre R$ 600 e R$ 750 por dose, podendo chegar a mais de R$ 2 mil no esquema completo.
A decisão da Conitec alega fatores econômicos e técnicos. Entre eles estão o alto custo da vacina e o impacto no orçamento público, além de análises que apontaram relação custo-efetividade desfavorável para inclusão ampla no sistema. Também pesaram, segundo a pasta, incertezas sobre a duração da proteção oferecida pelo imunizante e seu impacto na redução da circulação da bactéria.
O orçamento anual do Programa Nacional de Imunizações é de R$ 8 bilhões para mais de 30 vacinas. Incorporar a meningite B custaria, sozinha, quase 70% desse valor ao ano. A decisão não é definitiva e pode ser revista futuramente caso surjam novas evidências científicas ou haja redução de custos.
O problema é que a doença não espera reavaliações. Em 2025, foram registrados 2.357 casos de meningite bacteriana no Brasil, com 454 mortes. Desses, 138 casos foram atribuídos ao sorogrupo B, que causou 21 óbitos.
Entre 10% e 20% dos sobreviventes sofrem sequelas graves como surdez, amputações ou comprometimentos neurológicos. No Brasil, a letalidade média da doença meningocócica nos últimos anos foi de 24%, mais do dobro da média mundial de 10%.
Sem tratamento, a meningite pode ser fatal em até 50% dos casos. O sorogrupo B é o mais prevalente entre crianças de 0 a 4 anos, justamente a faixa mais vulnerável e o público-alvo da vacina rejeitada.
Fonte: Conexão Política
Safra recorde, exportações em alta e armários vazios: brasileiro paga cada vez mais caro pela comida que o próprio país produz de sobra
Foto: WHoP
O Brasil é hoje o maior exportador mundial de commodities agrícolas, tendo atingido US$ 169,2 bilhões em vendas ao exterior em 2025. Lidera as exportações globais de soja, milho, café, açúcar, suco de laranja, carne bovina e carne de frango.
A produção nacional é suficiente para atender as necessidades calóricas de aproximadamente 900 milhões de pessoas, mais de quatro vezes a população do país. No caixa do supermercado, apesar de toda a disparada produtiva, cerca de R$ 50 mal fecham uma cesta básica.
De junho de 2006 a dezembro de 2025, o custo da alimentação subiu 302,6% no Brasil, multiplicando por quatro, enquanto a inflação geral acumulou 186,6%. Os alimentos ficaram 62% mais caros que a inflação oficial no período.
Pesquisadores classificam a inflação alimentar como estrutural, composta por pressões permanentes que não se resolvem sozinhas e exigem mudanças no modo como a economia está organizada. A inflação de alimentos passou de -0,5% em 2023 para 8,2% em 2024.
O paradoxo tem explicação direta no modelo exportador. A prioridade dos produtores é vender para outros países e receber em dólares, em vez de abastecer o mercado interno. Em 2025, as exportações de alimentos chegaram a 209,4 milhões de toneladas, enquanto as importações ficaram em 17,7 milhões.
A área plantada com commodities de exportação cresceu mais do que o território inteiro da Alemanha nas últimas duas décadas. No mesmo período, a área dedicada a arroz, feijão, batata, trigo, mandioca, tomate e banana encolheu de 10,22 para 6,41 milhões de hectares.
A produção de grãos na safra 2025/26 está estimada em 353,4 milhões de toneladas, recorde histórico. O número alimenta expectativas de queda nos preços internos, mas os analistas de mercado estão céticos.
Como o câmbio está favorável, os produtores tendem a ampliar as exportações em vez de direcionar o excedente para o mercado doméstico. Em 2024, como dado comparativo, a desvalorização do real chegou a 27%, aumentou a competitividade dos produtos brasileiros no exterior, reduzindo ainda mais a oferta no mercado interno.
Fonte: Conexão Política
Quem é o maior artilheiro da seleção do Catar na história das Copas do Mundo?
A resposta para quem busca saber quem é o maior artilheiro da seleção do Catar na história das Copas do Mundo se resume a um único nome: Mohammed Muntari. O jogador nascido em Gana e naturalizado catariano marcou o único gol do país na edição de 2022, torneio em que o Catar fez sua estreia absoluta como país-sede. Com apenas uma participação em Mundiais em toda a sua trajetória esportiva, a equipe encerrou sua campanha com três derrotas e apenas uma bola na rede, o que coloca o centroavante no topo isolado dessa estatística.
O cabeceio histórico de Mohammed Muntari contra o Senegal
O momento que garantiu o nome do atacante nos registros da Federação Internacional de Futebol (Fifa) aconteceu no dia 25 de novembro de 2022, no Estádio Al Thumama, em Doha. Pela segunda rodada da fase de grupos, o Catar perdia para o Senegal quando Muntari entrou em campo no segundo tempo com a missão de reverter a desvantagem.
Aos 34 minutos da etapa final, o lateral Ismaeel Mohammad acertou um cruzamento preciso pela ponta direita. Muntari subiu mais alto que a defesa africana e finalizou de cabeça para o fundo da meta defendida por Édouard Mendy. Apesar da festa intensa nas arquibancadas pelo primeiro gol catariano em Copas, a partida terminou com a vitória senegalesa por 3 a 1, placar que decretou a eliminação precoce dos anfitriões do torneio.
Ranking geral: os maiores goleadores da seleção catariana
Como a lista de artilheiros do Catar no principal torneio da Fifa se limita a uma única linha, a verdadeira dimensão do poder ofensivo do país pode ser observada no retrospecto geral de todas as competições. Em torneios como a Copa da Ásia e nas Eliminatórias, outros ídolos locais construíram números expressivos.
Abaixo, apresentamos o Top 5 histórico de artilheiros da seleção do Catar em jogos oficiais, que conta com nomes de amplo destaque no futebol asiático contemporâneo:
1º Almoez Ali (60 gols): O atual camisa 19 é o maior goleador de todos os tempos do país, sendo a principal referência técnica e artilheiro isolado no bicampeonato da Copa da Ásia;
2º Hassan Al-Haydos (40 gols): O histórico ex-capitão da seleção soma mais de 180 convocações e atuou como o grande maestro do meio-campo catariano ao longo da última década;
3º Akram Afif (39 gols): Eleito o melhor jogador do continente asiático, o veloz ponta-esquerda é a principal arma ofensiva da equipe e o grande garçom do elenco atual;
4º Sebastián Soria (30 gols): O uruguaio naturalizado catariano foi o pioneiro do ataque da seleção nos anos 2000, liderando a artilharia por muitos anos antes da consolidação da nova geração;
5º Boualem Khoukhi (19 gols): Nascido na Argélia, o versátil jogador atua tanto como zagueiro quanto como volante, mas construiu um faro de gol raro para atletas do sistema defensivo;
Nota: Mohammed Muntari, o dono do histórico gol na Copa do Mundo, ocupa atualmente a 7ª posição no ranking geral, com 16 gols marcados pela equipe nacional.
O futuro do ataque e a busca por novas vagas
Para que a estatística catariana em Mundiais deixe de ser uma exclusividade solitária de Muntari, a seleção precisa confirmar sua presença na Copa do Mundo de 2026, que será sediada em conjunto por Estados Unidos, México e Canadá. Diferente do que ocorreu em 2022, quando obteve a vaga automática como país-sede, o Catar agora disputa as duras eliminatórias asiáticas para tentar retornar ao principal palco do futebol.
O peso de buscar essa classificação recai diretamente sobre a dupla Almoez Ali e Akram Afif, jogadores que dominam o cenário continental, mas que ainda não conseguiram balançar as redes no torneio da Fifa. O desempenho dos atacantes nas fases decisivas das Eliminatórias ditará se o gol de Muntari continuará sendo um evento isolado ou se o país começará, de fato, a escalar o seu próprio ranking global.
O único gol anotado em 2022 carrega um forte simbolismo esportivo para a Associação de Futebol do Catar. Ele materializa os investimentos pesados no projeto da Aspire Academy e na profissionalização da liga local nas últimas duas décadas, garantindo que o país cravasse a sua marca oficial nos gramados do maior torneio esportivo do planeta.
Fonte: Jovem Pan
Os maiores artilheiros da Espanha na história das Copas do Mundo
A resposta curta e direta para os fãs de estatísticas é: o maior artilheiro da seleção da Espanha na história das Copas do Mundo é o ex-atacante David Villa, com um total de nove gols. O lendário camisa 7 construiu essa marca ao disputar três edições do torneio da FIFA (2006, 2010 e 2014), deixando para trás ícones históricos de gerações anteriores para se consolidar como o principal goleador da La Roja nos mundiais.
A construção do recorde de David Villa
A liderança de “El Guaje” no principal torneio de futebol do planeta não foi obra do acaso. Ele estreou em mundiais na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, onde marcou três vezes. No entanto, foi na edição de 2010, na África do Sul, que Villa escreveu seu nome na eternidade do esporte.
Durante a campanha do título inédito, o atacante anotou cinco dos oito gols de toda a equipe espanhola na competição, dividindo a artilharia geral do torneio com Thomas Müller, Wesley Sneijder e Diego Forlán. O nono e último gol de Villa em Copas aconteceu em 2014, no Brasil, no jogo de despedida contra a Austrália. Além de dominar os mundiais, ele também é o maior artilheiro geral da seleção espanhola, somando 59 gols em 98 partidas oficiais.
O ranking histórico dos goleadores espanhóis
Atrás do líder absoluto, o pódio espanhol é marcado por um impressionante empate quádruplo na segunda posição. Nomes históricos que marcaram época nas décadas de 1980, 1990 e 2000 dominam o topo desta lista estatística.
Confira a lista dos jogadores com mais gols pela Espanha em Copas:
1. David Villa (9 gols): O dono da coroa balançou as redes em 2006 (3), 2010 (5) e 2014 (1).
2. Emilio Butragueño (5 gols): O letal atacante dos anos 80 anotou todos os seus tentos na Copa de 1986, incluindo quatro gols na mesma partida contra a Dinamarca.
3. Fernando Hierro (5 gols): Um feito extraordinário para um jogador de defesa. O ex-zagueiro marcou nas Copas de 1994, 1998 e 2002, muitos deles através de cobranças de falta e pênaltis.
4. Raúl González (5 gols): O eterno ídolo espanhol registrou sua marca nos mundiais de 1998, 2002 e 2006.
5. Fernando Morientes (5 gols): O centroavante tradicional ajudou a equipe com dois gols em 1998 e três em 2002.
Logo atrás do quinteto principal, aparecem jogadores que marcaram quatro gols em Copas, como Fernando Torres (três em 2006 e um em 2014), Míchel (todos no mundial de 1990) e o lendário Telmo Zarra (que anotou todos os seus tentos na Copa de 1950).
Quem pode ameaçar o trono no atual elenco?
Olhando para a realidade contemporânea da equipe, a distância para o topo ainda é considerável. O jogador em atividade mais próximo do recorde é Álvaro Morata, com três gols marcados. O atual capitão da equipe anotou todas as suas bolas na rede durante a fase de grupos da Copa do Mundo de 2022, no Catar, empatando marcas de ídolos do passado.
Para o Mundial de 2026, a renovada equipe espanhola aposta no talento de uma nova geração. Atletas mais jovens, como Ferran Torres e Lamine Yamal, surgem como as principais esperanças ofensivas para iniciar uma nova dinastia de gols, embora ultrapassar as nove bolas na rede exija precisão cirúrgica ao longo de vários ciclos de Copa.
A marca imposta por David Villa representa o auge técnico e tático do futebol espanhol em sua era mais vitoriosa. Enquanto novos atacantes buscam seu espaço na história da equipe nacional, o desempenho de 2010 permanece como o parâmetro máximo de excelência ofensiva da Espanha nos grandes palcos globais.
Fontes Consultadas
itatiaia.com.br
goal.com
itatiaia.com.br
blogspot.com
wikipedia.org
goal.com
wikipedia.org
wikipedia.org
transfermarkt.com
grokipedia.com
wikipedia.org
Fonte: Jovem Pan
