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‘8 de janeiro foi um dos episódios mais tristes da história’, diz Jorge Messias em resposta a Flávio Bolsonaro na sabatina da CCJ; ASSISTA

‘8 de janeiro foi um dos episódios mais tristes da história’, diz Jorge Messias em resposta a Flávio Bolsonaro na sabatina da CCJ; ASSISTA Atual Advogado-Geral da União foi indicado por Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF). Se aprovado pela comissão e pelo plenário, ele vai ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso. A CCJ do Senado sabatina, nesta quarta-feira (29), Jorge Messias para a vaga no STF. Ele foi indicado por Lula para ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso.. Nesta etapa, ele precisará da maioria dos votos favoráveis entre os presentes para ser aprovado. O relator Weverton Rocha leu parecer favorável no último dia 14. . Se aprovado na CCJ, Messias ainda precisará de 41 votos no plenário do Senado; relembre outros placares. Nas duas etapas, a votação será secreta.. Segundo o blog da Sadi, Messias e Alcolumbre se encontraram na semana passada. Interlocutores dizem, porém, que o presidente do Senado não se comprometeu com votos.. A sabatina deve ser marcada por temas que vêm mobilizando a oposição, como INSS e presos do 8 de janeiro. Leia no blog de Octavio Guedes.


Fonte:

g1 > Política

Vídeos: Sabatina de Jorge Messias para vaga no STF


Fonte:

g1 > Política

Quaest para o Senado em SP: Simone Tebet, Marina Silva, Márcio França e Guilherme Derrite lideram cenários

Simone Tebet (PSB), Márcio França (PSB) e Guilherme Derrite (PP) e Marina Silva (Rede) lideram cenários para o Senado em São Paulo, segundo a pesquisa Quaest.
Montagem/g1/Reprodução/Redes Sociais e Agência Brasil
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) aponta Simone Tebet (PSB), Márcio França (PSB), Marina Silva e Guilherme Derrite (PP) na liderança da corrida para as duas vagas do Senado por São Paulo em 2026.
O levantamento apresenta 4 cenários de intenção de voto para o Senado em São Paulo já que, neste ano, cada eleitor votará para eleger dois senadores.
A Quaest apresentou os votos totais de cada pré-candidato, considerando as 2 intenções de voto.
Os nomes acima aparecem na liderança em três cenários diferentes. A Quaest também testou um quarto cenário com o nome de Pablo Marçal (União Brasil), que está inelegível pela Justiça Eleitoral, mas também aparece entre os escolhidos dos eleitores.
Pesquisa Quaest: Tarcísio tem 38% e Haddad 26 na disputa para o governo de São Paulo
O levantamento foi encomendado pelo Banco Genial e ouviu 1.650 eleitores paulistas entre os dias 23 e 27 de abril. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, e o nível de confiança das estimativas é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-03583/2026.
LEIA MAIS:
Tarcísio tem 38%, Haddad, 26%, Kataguiri, 5% e Paulo Serra, 5% na disputa para o governo de São Paulo
Quaest: 54% aprovam e 29% desaprovam governo Tarcísio de Freitas em São Paulo
Confira os números:
Veja os números do cenário 1:
Simone Tebet (PSB): 14%
Márcio França (PSB): 12%
Guilherme Derrite (PP): 8%
Ricardo Salles (Novo): 6%
André do Prado (PL): 5%
José Aníbal (PSDB): 4%
Indecisos: 24%
Branco ou nulo/não irá votar: 27%
Veja os números do cenário 2:
Simone Tebet (PSB): 14%
Marina Silva (Rede): 12%
Guilherme Derrite (PP): 8%
André do Prado (PL): 6%
Ricardo Salles (Novo): 6%
José Aníbal (PSDB): 4%
Indecisos: 22%
Branco ou nulo/não irá votar: 28%
Veja os números do cenário 3:
Simone Tebet (PSB): 14%
Márcio França (PSB): 12%
André do Prado (PL): 7%
Baleia Rossi (MDB): 5%
José Aníbal (PSDB): 5%
Indecisos: 24%
Branco ou nulo/não irá votar: 33%
Veja os números do cenário 4:
Simone Tebet (PSB): 15%
Márcio França (PSB): 12%
Pablo Marçal (União Brasil): 11%
André do Prado (PL): 7%
José Aníbal (PSDB): 4%
Indecisos: 22%
Branco ou nulo/não irá votar: 29%


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g1 > Política

Interino do RJ, Couto leva de volta ao governo dupla que fechou cerco à Refit

A influência que Ricardo Magro, o maior devedor de impostos do país, tinha no governo Cláudio Castro, segundo a oposição, foi reduzida a zero pelo governador interino do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto.
Couto chamou de volta os dois secretários que mais combateram a sonegação fiscal no mercado de combustíveis. O economista Guilherme Mercês retomou o comando da Secretaria de Fazenda, e o procurador-geral do estado, Bruno Dubeux, também foi reconduzido ao cargo.
Atuação de Ricardo Magro no mercado de combustíveis desperta suspeitas há 17 anos
Reprodução/TV Globo
Quando secretário de Fazenda, Mercês fechou o cerco contra grandes devedores do estado, sempre com respaldo jurídico do procurador Bruno Dubeux, que se recusava a assinar pareceres que beneficiassem a Refit. O resultado do trabalho da dupla fez a arrecadação do estado aumentar 17% em 2021, colocando R$ 800 milhões a mais no caixa estadual naquele ano.
Mercês chegou a fechar uma usina que fazia parte do ecossistema da Refit por problemas fiscais. A unidade ficava em Campos dos Goytacazes (RJ), reduto político do ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar, preso sob acusação de beneficiar a bancada do crime na Assembleia Legislativa.
O sucesso da dupla no combate aos grandes sonegadores — principalmente Ricardo Magro — foi tão grande que ambos acabaram deixando os cargos após pressões políticas.
Vídeos em alta no g1
O presidente do Instituto Combustível Legal, Emerson Kapaz, comemorou a decisão do governador interino do Rio.
“Temos boas expectativas ao observar as iniciativas do atual governo do estado, com indicações técnicas e capacidade de realizar um bom trabalho. É fundamental que o poder público siga apoiando um ambiente de negócios baseado na ética, na segurança jurídica e na concorrência leal, especialmente em áreas estratégicas como Meio Ambiente, Fazenda e Procuradoria. Isso reforça a valorização do mercado legal de combustíveis e protege o consumidor ao fortalecer empresas que atuam corretamente e combater práticas ilegais que prejudicam toda a sociedade”, afirmou.


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g1 > Política

Em sabatina de Messias, senador do PL diz que Caetano Veloso ‘pegou em armas’ durante ditadura, e Otto Alencar defende cantor: ‘só no violão’

‘Sou totalmente contra o aborto’, diz Messias em sabatina no Senado
Durante sua participação na sabatina de Jorge Messias, o senador Marcio Bittar (PL-AC), disse que o cantor Caetano Veloso teria pegado em armas durante a ditadura militar.
“Fernando Gabeira, até o Caetano Veloso, em um momento de lucidez admitiram isso, os dois disseram isso: ‘Nós não lutávamos pela democracia, lutávamos pela implantação da ditadura do proletariado’. E em nome disso pegaram em armas. Foram para a guerrilha urbana e rural. Mataram pessoas, fizeram justiçamento, e todas foram perdoadas e anistiadas em 1979″, disse o senador da oposição
Ao final de sua questão, o presidente da CCJ, Otto Alencar, pediu para Bittar retirar de sua fala citação a Caetano Veloso. ”
“Apenas peço que vossa excelência retire da sua fala que Caetano nunca pegou em armas, só pegou a vida inteira em violão”, comentou.
ASSISTA: Acompanhe em tempo real a sabatina de Jorge Messias na CCJ do Senado
Jorge Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) após Luís Roberto Barroso anunciar sua aposentadoria da Corte.
Quem é Messias?
Jorge Rodrigo Araújo Messias tem 45 anos e é natural de Pernambuco. Está no governo desde o início da terceira gestão Lula, em 2023.
Saiba os principais pontos da trajetória de Jorge Messias:
➡️ Tomou posse na AGU em 2023, no início do governo Lula. Antes mesmo da nova gestão começar, já integrava a equipe de transição;
➡️ Servidor público desde 2007, com atuação em diversos órgãos do Executivo, como o Banco Central (2006-2007) e o BNDES ();
➡️ É considerado um nome de confiança de Lula, com apoio de ministros do PT e da ala palaciana;
➡️ Mantém relação próxima e leal com o presidente, desde os tempos do governo Dilma Rousseff.
➡️Como advogado-geral da União, defendeu as instituições democráticas, especialmente o Supremo Tribunal Federal (STF), diante das ameaças do governo dos Estados Unidos, chefiado por Donald Trump;
➡️Também liderou ações judicias ligadas a pautas consideradas estratégicas para o governo Lula, como a defesa do decreto do IOF, derrubado no Congresso, e a regulamentação de redes sociais (veja mais abaixo).
Jorge Messias durante posse na AGU
Renato Menezes/AsocmAGU
Atuação na AGU
Desde que assumiu o comando da Advocacia-Geral da União (AGU), Messias desempenhou papel central na estratégia jurídica do governo Lula, liderando ações em frentes consideradas sensíveis para o Planalto.
Entre os principais casos, está a atuação na tentativa de reverter, no Supremo Tribunal Federal (STF), a decisão do Congresso Nacional que sustou o decreto do Executivo que previa um aumento nas alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
“Medida adotada pelo Congresso acabou por violar o princípio da separação de poderes”, diz Jorge Messias
A medida era considerada fundamental para o governo fechar as contas públicas. O caso gerou uma queda de braço entre governo e Congresso que envolveu a separação dos poderes e a autonomia do governo na condução da política fiscal.
Após o STF ser convocado a se manifestar, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, decidiu manter quase a totalidade do decreto do governo que aumentou o IOF.
Regulamentação das redes e defesa da democracia
Messias também se colocou como uma voz atuante nas discussões sobre a regulamentação das redes sociais, apoiando juridicamente iniciativas do Executivo para estabelecer regras mais rígidas contra desinformação e discursos de ódio nas plataformas digitais.
Em janeiro do ano passado, a AGU enviou uma notificação extrajudicial para que a Meta — empresa dona do Facebook, Instagram e WhatsApp — informasse, em um prazo de até 72 horas, como iria garantir o cumprimento legal da obrigação de combater crimes como racismo e homofobia em suas plataformas.
A notificação foi a primeira reação oficial do governo após a Meta anunciar que iria encerrar seu programa de checagem de fatos, que minimizava a circulação de fake news, e relativizou discursos preconceituosos e de ódio, principalmente contra imigrantes, população LGBTQIA+ e mulheres.
A Meta respondeu, esclarecendo que a medida era tomada apenas para a atuação das plataformas em território norte-americano.
Messias também usou as redes sociais para defender as pautas. “Aqui não é terra sem lei, obviamente. Nosso ordenamento jurídico já oferece anticorpos para combatermos desordem informacional. Portando, não vamos ficar de braços cruzados”. Relembre aqui.
Visto cancelado
Em julho de 2025, o ministro também afirmou, em nota da AGU, que o Brasil tomaria “todas as medidas adequadas” para defender sua soberania e instituições, após sanções dos Estados Unidos ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Moraes e a esposa foram sancionados com a Lei Magnistky, usada pelo governo norte-americano para punir estrangeiros . Na comunicação, a AGU classificou as sanções como “grave e inaceitável ataque à soberania do nosso país”.
Por conta dos posicionamentos, ele também entrou na lista de autoridades brasileiras que tiveram o visto norte-americano revogado.
“Diante desta agressão injusta, reafirmo meu integral compromisso com a independência constitucional do nosso Sistema de Justiça e recebo sem receios a medida especificamente contra mim dirigida. Continuarei a desempenhar com vigor e consciência as minhas funções em nome e em favor do povo brasileiro”, afirmou o ministro à época, em nota.
Ligação com a religião
Evangélico, Messias participou de uma reunião de Lula com lideranças evangélicas no Palácio do Planalto, em 16 de outubro.
O presidente Lula recebeu Jorge Messias, cotado para vaga no STF, e lideranças evangélicas no Palácio do Planalto
Ricardo Stuckert/Presidência da República
O nome de Messias para uma vaga na Suprema Corte contou com o apoio de alguns membros da bancada evangélica no Congresso, inclusive de parlamentares que não são governistas.
Inclusive, o ministro já foi acionado pelo governo Lula em outros momentos para construir pontes com a bancada e com a população evangélica. Em uma postagem nas redes sociais, Lula disse que o encontro foi “especial, de emoção e fé”.
O presidente afirmou que, durante a reunião, o pastor relatou o crescimento da igreja evangélica no país e o acolhimento aos fiéis.
Lula relatou ter recebido presentes durante o encontro: a Bíblia do Culto do Ministro e a edição de ouro do Centenário de Glória da Igreja. Uma oração também foi feita durante a reunião.
Carreira
Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE), é mestre pela Universidade de Brasília (UnB). Ingressou na Advocacia-Geral da União como procurador da Fazenda Nacional, função voltada à cobrança de dívidas fiscais de contribuintes inadimplentes com a União.
Ao longo da carreira, ocupou diversos cargos estratégicos no Executivo: foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência da República, secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior no Ministério da Educação e consultor jurídico nos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Também atuou como procurador do Banco Central e do BNDES.
Na transição e no governo Lula
Em 2022, integrou a equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Foi anunciado para o comando da AGU em dezembro daquele ano e tomou posse em janeiro de 2023. A instituição tem papel central na assessoria jurídica da Presidência e na representação da União junto ao Supremo Tribunal Federal.
No governo Dilma
Durante o governo Dilma Rousseff, Messias ocupou o cargo de subchefe para Assuntos Jurídicos (SAJ).
Ficou conhecido nacionalmente após ter seu nome citado em uma conversa entre Dilma e Lula, interceptada pela Operação Lava Jato. Na gravação, seu nome foi ouvido como “Bessias”, por conta da qualidade do áudio.


Fonte:

g1 > Política

Filme ‘Encontro com Darcy’ é exibido na UnB

Durante três dias, o filme Encontro com Darcy será exibido no Memorial Darcy Ribeiro, na Universidade de Brasília (UnB), como parte das celebrações do Mês dos Povos Indígenas. A mesa de abertura ocorreu nessa terça (28) com a presença do público acadêmico.
A ação é resultado de uma parceria entre o Senado e a Fundação Darcy Ribeiro (Fundar). O filme foi produzido pelo Secretaria de Relações Públicas do Senado e faz parte do Projeto Visite 360, que elabora filmes em realidade virtual sobre personagens relevantes da história política recente. 
O filme tem 13 minutos e dramatiza um encontro entre o antropólogo Darcy Ribeiro (interpretado por Zé Carlos Machado) e a jovem indígena Andara (Dandara Queiroz), criando uma narrativa sobre identidade, cultura e o futuro dos povos originários no Brasil. Fundador e primeiro reitor da UnB, Darcy Ribeiro foi antropólogo, historiador, indigenista e senador. 
— Me alegra muito pensar que Darcy se ressignifica em cada geração, nas gerações futuras. Que tenhamos a oportunidade de, novamente, encontrar uma jovem indígena e a todos nós como parte dessa experiência e imersão. Que tenhamos uma ótima experiência no Encontro com Darcy — disse a reitora da UnB, Rozana Naves


Fonte: Senado Federal

Rui Barbosa, Ariano Suassuna e mais: quem são as personalidades citadas por Messias em sabatina

Indicado de Lula para vaga no STF, Messias é sabatinado na CCJ do Senado
Reuters/Jorge Silva
O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, está sendo sabatinado nesta quarta-feira (29) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Ele foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ocupar o assento vago no Supremo Tribunal Federal (STF) desde a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025.
Ao longo de sua fala, o ministro citou alguns intelectuais, como o jurista Rui Barbosa e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Ulysses Guimarães. Messias também trouxe falas das suas referências.
Saiba quem são as personalidades citadas por Jorge Messias:
Assista a íntegra da fala de Jorge Messias em sabatina no Senado
Pontes de Miranda
Advogado e jurista brasileiro, é citado com frequência em tribunais brasileiros. O alagoano nasceu em 1892 e escreveu diversos livros sobre direito, sociologia, psicologia, política e filosofia. Foi advogado, desembargador, e embaixador na Colômbia. Também foi autor de obras de matemática e era apaixonado por física, o que lhe rendeu uma amizade com Albert Einstein. Pontes de Miranda faleceu em 1979.
No início do seu discurso, Jorge Messias citou uma frase atribuída ao jurista:
“Quem só sabe Direito, nem Direito sabe”, indicando a necessidade de uma abordagem multidisciplinar na magistratura. “Essa lição de Pontes de Miranda me inspira hoje perante este Senado”, declarou o indicado de Lula.
Rui Barbosa
Conhecido como patrono do Senado, Rui Barbosa foi advogado, jornalista, político e diplomata. Nasceu na Bahia em 1849 e, ao longo da sua carreira, atuou na elaboração da Constituição de 1891, que foi a primeira da República. Foi senador durante 32 anos e defendeu as leis e a democracia na Casa Alta. Faleceu em 1923.
O advogado-geral da União trouxe duas falas de Rui Barbosa durante seu pronunciamento. A primeira foi citada ao refletir sobre seu período trabalhando como assessor de Jaques Wagner (PT-BA) no Senado:
“A política é a higiene dos países moralmente sadios.”
Messias também citou a “advertência” do jurista sobre como o Supremo Tribunal Federal não possui “soldados” ou “tesouros”. Para o indicado, a autoridade do Tribunal se funda na “fidelidade à Constituição e às leis” e na confiança pública estabelecida por meio de suas sentenças.
Ariano Suassuna
Escritor, dramaturgo, professor e filósofo, foi o autor da peça “O Auto da Compadecida”. Também escreveu obras como “O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta” e “Uma Mulher Vestida de Sol”. Além disso, foi membro da Academia Brasileira de Letras. Nasceu na Paraíba em 1927 e morreu em 2014.
Messias citou um trecho do soneto “A mulher e o reino”, que trata sobre uma mulher amada e uma paixão imortal.
“’O tempo duro tudo esfarela’, como inspira o mestre Ariano Suassuna”, disse Messias.
Celso de Mello
Foi ministro do Supremo Tribunal Federal de 1989 a 2020, indicado por José Sarney. Antes disso, fazia parte do Ministério Público de São Paulo. Aposentou-se depois de 31 anos na Corte. O paulista nasceu em 1945.
O advogado-geral da União citou um artigo de opinião escrito pelo ex-ministro publicado em dezembro de 2025 na Revista Liberta. O título do texto, “A democracia começa pela ética dos juízes”, foi relembrado enquanto Messias falava sobre os deveres que identificava no Supremo, como ferramentas de transparência e controle.


Fonte:

g1 > Política

Campanha Julho Laranja para saúde bucal infantil vai a sanção

A criação do Julho Laranja como campanha nacional para incentivar o exame ortodôntico anual em crianças de seis a 12 anos foi aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (29).
A proposta busca ampliar a prevenção de problemas bucais nessa faixa etária, com impacto direto na saúde, no bem-estar psicológico e até no desempenho escolar. Relatado pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), o PL 2.888/2021, da Câmara, segue agora para sanção presidencial se não houver recurso para votação em Plenário.
A medida inclui o Julho Laranja no calendário oficial do país e prevê ações de conscientização sobre a importância da avaliação ortodôntica precoce. Segundo o texto, a campanha poderá contar com parcerias entre entidades públicas e privadas para ampliar o alcance das informações.
A proposta foca na identificação antecipada da necessidade de uso de aparelho dentário, a fim de evitar complicações futuras.
Prevenção e impactos na saúde infantil
O parecer aprovado destaca que alterações na arcada dentária são comuns nessa faixa etária e podem estar associadas a problemas respiratórios, dificuldades cognitivas e impactos emocionais, como baixa autoestima e exclusão social.
A relatora ressaltou que o diagnóstico precoce contribui para o desenvolvimento integral das crianças e para a melhoria de indicadores de saúde coletiva.
— A antecipação do diagnóstico e o tratamento adequado dessas condições contribuem não apenas para o desenvolvimento físico e psicológico adequado das crianças, mas também para a melhoria de indicadores de saúde coletiva — afirmou.


Fonte: Senado Federal