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Vídeo: Comissão aprova medida que destina 3% da arrecadação das bets a fundo da PF

A comissão mista que analisa a medida provisória que reestrutura as fontes de receita e as destinações do Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal (Funapol) aprovou na quarta-feira (1º) o relatório do deputado Aluisio Mendes (Republicanos-MA). A MP 1.348/2026 destina ao fundo 3% da arrecadação das apostas de quota fixa (bets) e também autoriza o redirecionamento de parte dos recursos que antes eram destinados à saúde, à assistência social e à Previdência Social. O texto agora será analisado pelos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.


Fonte: Senado Federal

Suspeito de participar de atentado contra tenente em SP é morto pela Rota

Um homem apontado como participante do atentado contra o tenente Ronickson Pimentel, da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), foi morto na quarta-feira (1º), na zona leste de São Paulo, após uma suposta troca de tiros com agentes da corporação.

De acordo com a Polícia Militar, os agentes receberam uma denúncia indicando a participação do suspeito no caso. Ao verificar a situação, na região de Guaianases, o homem resistiu à abordagem e, segundo a PM, atirou contra os policiais, que reagiram.

O suspeito foi atingido e socorrido a uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos. A ocorrência foi registrada no 68º Distrito Policial, no Lageado.

“A eventual participação do homem na tentativa de homicídio praticada contra o oficial da Polícia Militar será objeto de investigação por parte da polícia judiciária”, informou a PM em comunicado.

Ronickson Pimentel foi alvo de uma série de disparos quando estava parado com sua motocicleta em um semáforo em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, no último sábado (27). Ele foi surpreendido pelos criminosos, que se aproximaram em dupla, também em uma motocicleta, e abriram fogo contra o tenente.

O policial foi socorrido pelo helicóptero Águia e, desde então, segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André.

Dois homens suspeitos de envolvimento no crime foram presos temporariamente no domingo (28). Eles são investigados por prestar cobertura logística aos autores dos disparos, que seguem foragidos. Na quarta-feira, a polícia informou também que identificou o suspeito de efetuar os disparos.

Em conversa com o Estadão na quarta, o secretário da Segurança Pública, Nico Gonçalves, informou que as investigações apontaram que um dos suspeitos envolvidos no crime monitorava a casa do policial antes do atentado. “Isso aconteceu há cerca de três meses”, afirmou o chefe da pasta.

Documentos obtidos pelo Estadão evidenciam a complexidade da ação criminosa, que envolveu a participação de outros três veículos utilizados para dar cobertura aos atiradores, facilitar a fuga dos envolvidos e ocultar vestígios.

O caso é investigado pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil, com suporte da Corregedoria da PM. Ronickson é o irmão mais velho de Eloá Pimentel, assassinada no sequestro mais longo da história de São Paulo, em outubro de 2008.


Fonte: Jovem Pan

Está se desenhando outra negativa de extradição de Zambelli

O governo brasileiro, por provocação do Supremo Tribunal Federal (STF), formulou à Itália dois pedidos voltados à extradição da ex-deputada Carla Zambelli.


Fonte: UOL Noticias

Onça-pintada é capturada em área rural de Mandaguari após operação do IAT

ma onça-pintada foi capturada na madrugada desta quinta-feira (2) durante uma operação realizada pelo Instituto Água e Terra (IAT) na zona rural de Mandaguari, no norte do Paraná. O animal havia sido…


Fonte: UOL Noticias

Rússia bombardeia Kiev em grande ataque; pelo menos 18 pessoas morreram

Por Gleb Garanich e Olena Harmash


Fonte: UOL Noticias

Brasil rejeita acusação dos EUA e pede que tarifa de 25% não seja aplicada

O governo brasileiro apresentou uma resposta formal ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, rejeitando as conclusões da investigação aberta com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana.

No documento, assinado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, o Brasil afirma que suas políticas não são “irrazoáveis, discriminatórias ou prejudiciais” ao comércio dos Estados Unidos.

A manifestação foi enviada no âmbito do processo que pode levar à imposição de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. A medida foi proposta pelo governo Trump após o USTR apontar supostas práticas desleais do Brasil em áreas como comércio digital, Pix, tarifas preferenciais, combate à corrupção, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. Segundo a Reuters, a proposta prevê exceções para alguns produtos, incluindo café, carne bovina, petróleo, metais, fertilizantes, medicamentos e partes de aeronaves.

Na resposta, o Brasil argumenta que o USTR não demonstrou a ligação necessária entre políticas brasileiras concretas e algum prejuízo direto ao comércio americano. Para o governo brasileiro, a investigação parte de divergências políticas e regulatórias, mas não comprova que o país tenha adotado medidas discriminatórias contra empresas dos Estados Unidos.

Um dos principais pontos de contestação envolve o Pix. O Brasil afirma que o sistema é uma infraestrutura pública, aberta e não discriminatória, criada para ampliar a inclusão financeira, reduzir custos e estimular a concorrência no setor de pagamentos. O governo também sustenta que empresas estrangeiras, inclusive americanas, podem participar do ecossistema.

Sobre decisões judiciais envolvendo plataformas digitais, o Brasil rejeita a acusação de censura ou perseguição a empresas dos EUA. A defesa brasileira afirma que ordens de remoção de conteúdo e suspensão de perfis fazem parte de processos judiciais regulares, ligados a investigações criminais, integridade eleitoral e proteção de direitos fundamentais.

Na área de combate à corrupção, o documento contesta a ideia de enfraquecimento institucional. O governo cita acordos de leniência, cooperação internacional e relatórios recentes da OCDE para sustentar que o país continua atuando em casos complexos de corrupção, inclusive em cooperação com autoridades americanas.

O Brasil também rejeita as críticas sobre propriedade intelectual, afirmando que houve avanços no combate à pirataria, redução no tempo de análise de patentes e cooperação com organismos internacionais. Em relação ao etanol, o governo diz que a tarifa brasileira é aplicada de forma igual a todos os países sem acordo preferencial e está dentro dos limites permitidos pela Organização Mundial do Comércio.

No tema ambiental, o Brasil afirma que os Estados Unidos ignoraram dados recentes de queda no desmatamento na Amazônia e no Cerrado, além de investimentos em fiscalização, tecnologia, rastreabilidade e combate a fraudes em cadeias produtivas.

Ao final, o governo brasileiro afirma que a tarifa de 25% seria uma medida “inadequada”, “desproporcional” e desconectada dos problemas apontados pelo USTR. Para o Itamaraty, a imposição de tarifas prejudicaria empresas, consumidores e cadeias produtivas dos dois países, sem resolver as divergências comerciais.

O Brasil pede que Washington reconsidere a medida e defende que eventuais disputas sejam tratadas por meio de diálogo bilateral ou pelos mecanismos da Organização Mundial do Comércio, e não por ações unilaterais.


Fonte: Jovem Pan

Suspeito de ataque a tenente irmão de Eloá é morto em tiroteio com a PM

Um suspeito de participar do ataque contra o tenente da Rota Ronickson Pimentel foi morto ontem em confronto com policiais militares, informou a corporação.


Fonte: UOL Noticias

SP: Rota mata suspeito de envolvimento em atentado a tenente; polícia ainda investiga ligação

Um homem apontado como participante do atentado contra o tenente Ronickson Pimentel, da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), foi morto nesta quarta-feira, dia 1º, na zona leste de São Paulo, após uma suposta troca de tiros com agentes da corporação.


Fonte: UOL Noticias

Governo prorroga presença da Força Nacional no Rio por mais 90 dias

O governo federal prorrogou por mais 90 dias a atuação da Força Nacional de Segurança Pública no Rio de Janeiro. A decisão foi oficializada em portaria publicada nesta quinta-feira (02) no Diário Oficial da União pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Com a medida, a Força Nacional seguirá em operação no estado entre 30 de junho e 27 de setembro de 2026, em apoio aos órgãos de segurança pública federais e estaduais. Segundo o texto, a atuação será voltada para atividades consideradas essenciais à preservação da ordem pública e à proteção de pessoas e patrimônio.

A operação seguirá sob coordenação da Polícia Federal, em articulação com as forças de segurança do estado. O contingente mobilizado será definido pela Diretoria da Força Nacional, vinculada à Secretaria Nacional de Segurança Pública.

A prorrogação ocorre em meio ao cenário de violência persistente no Rio de Janeiro, marcado por operações policiais em áreas controladas por facções criminosas, confrontos armados e disputas territoriais entre grupos rivais. Nos bastidores, a manutenção da Força Nacional é vista como uma tentativa de reforçar a presença do governo federal em uma das frentes mais sensíveis da segurança pública no país.


Fonte: Jovem Pan