Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas nesta terça-feira (16) para cumprir 63 mandados judiciais contra suspeitos dos crimes de caça de animais silvestres e comércio ilegal de armas de fogo. A…
Fonte: UOL Noticias
Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas nesta terça-feira (16) para cumprir 63 mandados judiciais contra suspeitos dos crimes de caça de animais silvestres e comércio ilegal de armas de fogo. A…
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Facção criminosa utiliza empresas de fachada para movimentar R$ 230 milhões
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a tarde de segunda-feira (15), a Guarda Municipal (GM) interceptou um carro com alerta de furto no quilômetro 1 da PR-444, em Arapongas. O veículo, que havia sido levado de seu proprietário na cidade…
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A Bombardier entregou o primeiro Global 8000 da África ao BUA Group, da Nigéria
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Pesquisa RealTime Big Data divulgada nesta terça-feira (16) sobre a corrida para o governo do estado de São Paulo aponta que o atual governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos), venceria o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), com uma grande margem nas votações; no primeiro cenário, que considera a participação de nomes como Kim Kataguiri (Missão), Tarcísio venceria por 46% contra os 33% de intenções de voto de Haddad. Votos nulos, brancos, que não sabem ou que não responderam somam somente 4% e 3% respectivamente.
Em um segundo cenário estimulado, com a participação somente de Paulo Serra (PSDB) na disputa com Tarcísio e Haddad, o atual governador venceria o petista por 49% a 33%. Neste cenário, votos nulos, brancos e indecisos ou que não responderam representam somente 4% dos eleitores.
Foram feitas 2.000 entrevistas com eleitores do estado de São Paulo, entre os dias 13 e 15 de junho. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada sob o protocolo SP-09734/2026.
Fonte: Jovem Pan
ma tentativa de furto foi registrada na madrugada desta terça-feira (16) em um estabelecimento comercial na Avenida Paraná, no Centro de Ivaiporã. A Polícia Militar foi até o local após o sistema de …
Fonte: UOL Noticias
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes devolveu a vista do processo que discute a pertinência da manutenção da prisão de Henrique Vorcaro, pai do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.Leia mais (06/16/2026 – 09h16)
Fonte: UOL Noticias
esquisa RealTime Big Data divulgada nesta terça-feira, 16, sobre a corrida presidencial no Estado de São Paulo mostra empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o pré-candidato à reeleiçã…
Fonte: UOL Noticias
O aumento do valor pago a médicos residentes, com mecanismo de atualização automática do benefício, é tema de dois projetos em tramitação no Senado. O objetivo das duas proposições é valorizar a residência médica, considerada etapa fundamental na formação de especialistas.
Do senador Rogério Carvalho (PT-SE), o PL 1.800/2026 altera a legislação que rege a residência médica (Lei 6.932, de 1981) para atualizar o valor da bolsa e estabelecer reajustes anuais. A bolsa, atualmente fixada em R$ 2.384,82, passaria a ser corrigida periodicamente com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de modo a evitar a defasagem dos pagamentos ao longo do tempo.
“Com efeito, a defasagem da bolsa tem gerado consequências negativas para a formação médica no Brasil. É possível observar que há abandono de programas de residência, especialmente nas especialidades consideradas menos lucrativas no mercado privado, bem como dificuldade de retenção de médicos residentes em regiões e especialidades de maior necessidade social”, pontua o senador na justificação do projeto.
Natureza educacional
Outra proposta, da senadora Roberta Acioly (Republicanos-RR), prevê que a bolsa dos médicos residentes passaria a ser de R$ 8.105 mensais, para jornadas de até 60 horas semanais. O PL 1.809/2026, com o objetivo de valorizar a formação especializada dentro do sistema público de saúde, estabelece que o valor seja reajustado todos os anos com base na inflação oficial. A proposta também permite que estados, municípios ou instituições complementem esse valor, se desejarem.
Outro ponto da proposição destaca a manutenção da natureza educacional da residência médica. Segundo o texto, a bolsa não configura vínculo empregatício, mas uma etapa de formação profissional, ainda que em regime intensivo de trabalho. A medida busca dar segurança jurídica ao modelo já adotado no país.
Para a senadora, o valor de R$ 8.105 ainda não é ideal diante das exigências da atividade, mas representa “avanço relevante”.
“Programas federais de incentivo à atuação médica em regiões prioritárias chegam a prever bolsas em valores significativamente superiores, podendo ultrapassar R$ 12.000,00 mensais, o que demonstra a defasagem atualmente existente entre a bolsa da residência médica e outros programas estratégicos da área da saúde. A proposta busca, portanto, reduzir essa assimetria, ainda que de forma gradual e responsável do ponto de vista fiscal”, acrescenta Roberta Acioly.
Os dois projetos foram apresentados em abril de 2026 e aguardam despacho para análise nas comissões temáticas do Senado.
Fonte: Senado Federal