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’80 anos de memória’: debate celebra Secretaria-Geral da Mesa

Nesta quinta-feira (16), a mesa-redonda Secretaria-Geral da Mesa: 80 anos de institucionalidade e memória reuniu o atual secretário-geral, Danilo Aguiar, e os ex-secretários Gustavo Sabóia, Luiz Fernando Bandeira, Cláudia Lyra e Raimundo Carreiro (esse de forma remota).
Os palestrantes lembraram do cotidiano no cargo e relataram momentos históricos, desafios e reflexões sobre o futuro da Secretaria-Geral da Mesa (SGM). O órgão é o responsável pelo suporte técnico para o processo legislativo no Senado Federal.
Processo legislativo
Danilo Aguiar destacou que a celebração dos 80 anos da SGM tem como marco inicial a nomeação do primeiro secretário-geral, e não a data de criação da Secretaria. Isso reforça o foco nas pessoas, sempre vinculadas ao compromisso com a Casa.
— O servidor da SGM possui espírito de equipe e uma vocação para a atividade-fim. Temos a responsabilidade de contribuir para o processo legislativo e, consequentemente, para a própria democracia brasileira — afirmou.
O secretário adiantou que as comemorações contarão com uma série de ações ao longo do ano, incluindo eventos esportivos, o lançamento de um Regimento Interno do Senado Federal comemorativo e uma sessão especial. Ele fez questão de homenagear os outros secretários-gerais da Mesa de períodos anteriores que não estavam presentes.
‘Soluções criativas’
Cada um dos ex-secretários relatou a própria chegada à SGM, em contextos políticos e institucionais distintos. Eles destacaram momentos de tensão, aprendizados e transformações ao longo do tempo.
Cláudia Lyra, secretária-geral da Mesa entre 2007 e 2014, relembrou sua trajetória, iniciada na taquigrafia, passando por funções de assessoria na própria SGM até chegar ao cargo mais importante da SGM.
— Eu e Carreiro chegamos à Secretaria da Mesa em 1991. São 35 anos de história, quase metade do tempo de existência da Secretaria. Assumi a SGM em 2007, um ano especialmente desafiador, em que tivemos três presidentes e momentos delicados no Senado — lembrou.
Ela compartilhou episódios que exigiram “soluções criativas” para impasses e lembrou situações tensas em que chegou a receber “dedo em riste de deputado em sessão do Congresso”.
— Nesses 80 anos, a palavra que define a SGM é a excelência no trabalho e o compromisso com o acerto. O Senado e a sociedade têm muita sorte de ter os servidores que essa secretaria possui — concluiu ela.
Evolução tecnológica
Hoje embaixador do Brasil em Portugal, Raimundo Carreiro foi secretário-geral da Mesa entre 1995 e 2007 e também rememorou momentos marcantes. Carreiro começou trabalhando na ata em 1975, onde ficou até 1991. Em seguida, trabalhou como assessor da Mesa e foi diretor de comissões.
— Em 1995, quando o presidente [do Senado] José Sarney me convidou para assumir a SGM, eu disse que estava preparado. Foi um período politicamente bastante tumultuado — recordou.
Carreiro destacou a evolução tecnológica do trabalho ao longo dos anos, desde os processos totalmente em papel, o uso de disquetes, até a implantação do processo legislativo eletrônico.
— A posição exige calma para resolver problemas e buscar soluções com segurança. Às vezes a sessão está seguindo tranquila, surge um problema e temos que tomar uma decisão capaz de garantir a continuidade dos trabalhos — exemplificou.
Democratização da informação
Luiz Fernando Bandeira, secretário-geral da Mesa entre 2014 e 2021, relembrou que seu primeiro contato com a SGM ocorreu durante uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Depois de atuar como advogado-geral do Senado, passar pelo Ministério da Previdência e chefiar o gabinete da Presidência do Senado, ele assumiu a SGM.
— Acumulei por um tempo as funções de chefe de gabinete da Presidência com a de secretário-geral da Mesa. Depois acumulei o cargo da Diretoria Geral do Senado com a SGM por 10 meses. Sou originalmente da Consultoria Legislatia, mas minha verdadeira paixão é a SGM, onde vivi muitas histórias — declarou.
Bandeira mencionou situações inusitadas, como o período da pandemia e o uso do bunker para votações no período de isolamento social.
— O secretário-geral é um para-raio. Temos caminhado para uma democratização da informação, trabalhando com menos pessoas e entregando mais resultados e transparência. Quanto mais a democracia se aprofunda, mais o eleito tende a se parecer com o eleitor. O Parlamento precisa entregar mais informação rapidamente à população — avaliou.
Debate político
Gustavo Sabóia, secretário-geral da Mesa entre 2021 e 2025, classificou a transição para o encaminhamento digital de documentos e textos legislativos como um marco da sua gestão. Além de abordar a complexidade do retorno ao trabalho presencial após a pandemia, Sabóia enfatizou que a modernização do processo legislativo não deve eliminar o espaço fundamental para a negociação política.
— O que não pode mudar e nem ser comprometido na SGM é a capacidade do debate e persuasão, ainda que o processo seja simplificado. Acredito que toda modernização, mudança ou implementação deve resguardar um espaço para o convencimento e negociação política — reforçou.
Modernização
Danilo Aguiar, atual secretário-geral da Mesa, também compartilhou reflexões sobre a própria experiência à frente da Secretaria e os desafios contemporâneos da unidade. O atual secretário também chefiou a Consultoria Legislativa por quase 10 anos.
— Tenho 22 anos de Senado. É fundamental incorporar as mudanças aos nossos processos. O Regimento [Interno do Senado] vai sendo moldado por essas transformações. Não apenas o conhecimento do Regimento faz a diferença, mas a experiência, as vivências prévias e o feeling que ajudam na resolução dos desafios que surgem — ressaltou.
Ele também mencionou o legado de modernizações tecnológicas herdadas por sua gestão e os avanços recentes, como a modernização do painel do Plenário do Senado.
— Após dez anos, precisávamos remodelar os sistemas para incorporar novas tecnologias e evitar a obsolescência. Conseguimos implementar as mudanças em tempo recorde, durante o recesso parlamentar, com impacto positivo para os senadores — afirmou.
Ao final do encontro, os ex-secretários-gerais da Mesa receberam uma homenagem em reconhecimento à contribuição prestada ao Senado.
Transmissão
Na plateia, estiveram o consultor-geral legislativo, Paulo Henrique Dantas, o consultor-geral de Orçamento, Flávio Diogo Luz, a advogada-geral, Gabrielle Tatith Pereira, o diretor-executivo do ILB, Nilo Amaro Bairros dos Santos, e a diretora da Secretaria de Comunicação em exercício, Glauciene Diniz Lara.
O evento foi transmitido ao vivo no YouTube do Interlegis, com mediação da jornalista Isabela Dutra.


Fonte: Senado Federal

Irã ameaça novo fechamento em Ormuz, caso EUA não acabem com bloqueio naval

Uma autoridade iraniana afirmou nesta sexta-feira (17) que Teerã poderá voltar a fechar o Estreito de Ormuz, caso o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mantenha o bloqueio naval na região. A declaração foi divulgada pela agência iraniana Fars, que classificou a decisão do norte-americano de manter as restrições como uma “chantagem”.
Trump publicou na rede Truth Social que o bloqueio aos portos iranianos será mantido até a conclusão de um acordo de paz. A mensagem foi divulgada após o presidente dos EUA agradecer ao governo iraniano pela liberação do Estreito de Ormuz durante o cessar-fogo acordado entre Líbano e Israel.
Na postagem, o presidente norte-americano afirmou que o bloqueio naval continuará em pleno vigor em relação ao Irã até que a negociação esteja 100% concluída, acrescentando que o processo deve avançar rapidamente, já que a maior parte dos pontos já teria sido negociada.
Trump também disse que o Irã concordou em nunca mais fechar o Estreito de Ormuz e que a rota não será usada como arma contra o mundo, afirmações que não foram confirmadas por autoridades iranianas.

Abertura do Estreito de Ormuz
Mais cedo nesta sexta-feira (17), o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, anunciou que as autoridades da República Islâmica decidiram abrir “totalmente” o Estreito de Ormuz à navegação comercial durante a trégua no Oriente Médio.
“Em consonância com o cessar-fogo no Líbano, declara-se totalmente aberta a passagem de todos os navios mercantes pelo Estreito de Ormuz durante o restante período do cessar-fogo”, afirmou o ministro das Relações Exteriores em uma mensagem nas redes sociais, na qual indicou que os navios seguirão a rota “coordenada e já anunciada” com a Organização Portuária e Marítima do Irã.
A reabertura do Estreito de Ormuz é um importante passo dado em direção ao fim da guerra, pois essa é uma das principais reivindicações dos Estados Unidos nas negociações entre as duas partes.
*Com informações da AFP e do Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Conheça as plantas consideradas tóxicas para cães e gatos

Quem tem plantas em casa nem sempre sabe, mas algumas espécies comuns na decoração podem representar riscos à saúde de cães e gatos. Por isso, a escolha e o cuidado exigem atenção redobrada dos tutores, já que muitas passam despercebidas no dia a dia e podem causar intoxicações e outros problemas de saúde aos pets.
A ingestão de uma planta tóxica pode causar náuseas, vômito, diarreia e salivação excessiva. A professora Mariana Teixeira, do curso de Medicina Veterinária na UniRitter, explica que esses são sintomas gastrointestinais comuns em quadros de intoxicação e que a salivação é resultado de feridas que podem ocorrer na boca. Além desses, em alguns casos, as plantas podem causar lesões em órgãos internos após algum tempo de exposição. Irritações na pele e desânimo súbito também são sinais de alerta para os tutores.
Espécies que exigem mais atenção
O lírio é uma dessas plantas perigosas para a saúde animal. Para os gatos, a flor é extremamente tóxica e pode causar lesões renais. Até mesmo o contato não intencional com o pólen pode ser prejudicial aos felinos, pois, após caminhar em um local contaminado ou brincar com a planta, o animal pode lamber a região com pólen para se higienizar, ingerindo resíduos.
Para os cães, a palmeira cica, também conhecida como palmeira-sagu e comumente utilizada no Domingo de Ramos, apresenta riscos ao ter qualquer parte ingerida pelo pet, com casos ainda mais graves envolvendo as sementes (ou “nozes”) da planta.
As ornamentais comuns, como samambaias, espada-de-são-jorge, copo-de-leite, comigo-ninguém-pode, jiboia, bico-de-papagaio, azaleia e costela-de-adão, também estão na lista de espécies que fazem mal para a saúde de cães e gatos. Para os felinos, em especial, antúrio, dracena, tulipa, hortênsia, dama-da-noite, violeta, amarílis e mamona oferecem risco. Para os cachorros, filodendro, folha-da-fortuna, cheflera e prímula são tóxicas.
“Às vezes, o tutor nem sabe que a planta é tóxica; por isso, nas primeiras consultas de rotina, alertamos sobre esse tema e os riscos que os pets correm com algumas espécies”, aponta Mariana Teixeira. Além do tipo da flora, outro cuidado importante é com adubos e fertilizantes utilizados em casa que, por se tratar de produtos químicos, podem fazer mal aos animais.
Após a ingestão da planta, o animal deve ser levado com urgência ao veterinário Imagem: Standret | Shutterstock
O que fazer em caso de intoxicação?
A especialista alerta para que, em caso de suspeita de que o pet tenha ingerido algo indevido, não se deve tentar induzir o vômito, nem esperar que ele melhore sozinho. “Intervenções não profissionais e negligência podem ter repercussões muito graves, chegando a relatos de falências hepáticas e problemas renais gravíssimos, então quanto antes o veterinário conseguir investigar e intervir, melhor é a chance de recuperação do animal”, explica Mariana Teixeira.
Quando não houver a identificação da espécie, é recomendado que o tutor leve a planta ou uma foto dela para a consulta para auxiliar no diagnóstico.
Como manter plantas e pets no mesmo ambiente
Pode parecer que a solução é escolher entre manter os pets seguros ou ter plantas em casa, mas esta não é a realidade. “A pessoa não tem que doar todas as suas plantas, mas se há a identificação de uma espécie potencialmente tóxica, o ideal é que ela seja tirada do alcance do animal”, orienta a docente.
Outra alternativa é ter ou oferecer aos animais espécies que não fazem mal como forma de enriquecimento do ambiente. A grama para gatos, por exemplo, é uma planta que não representa riscos à saúde dos pets. Também há opções mais seguras, como ervas de temperos e chás, assim como plantas do tipo clorofito, orquídea, maranta e a palmeira areca, uma espécie de bambu.
Mariana Teixeira alerta que, mesmo sem toxicidade, as espécies mais seguras não devem ser consumidas livremente pelos animais. “Ser pet friendly não significa que a planta pode ser ingerida sempre e à vontade. Mesmo quando são oferecidas opções que animais podem comer, como a grama para gato ou chás, é preciso ter cuidado para o cão ou gato não exagerar no consumo ou desenvolver alguma sensibilidade”, ressalta.
Por Carol Passos


Fonte: Jovem Pan

Outono-inverno: 4 grupos de cores para usar na maquiagem

A cada virada de estação, as cores de maquiagem ganham novos significados — e o outono-inverno 2026 chega com uma proposta que equilibra sofisticação e praticidade. Para a maquiadora e influenciadora digital Letícia Gomes, conhecida pelas transformações impressionantes que cria usando apenas maquiagem, a escolha das cores faz toda a diferença na construção de um visual estiloso e atual.
Conforme a profissional, a tendência para 2026 mistura referências naturais com toques de brilho na medida certa, criando makes versáteis que funcionam tanto para o dia quanto para a noite. Para ajudar quem ainda está na dúvida sobre os tons que estarão em alta, a beauty artist destaca, abaixo, os quatro principais grupos de cores para apostar na temporada. Confira!
1. Marrom, caramelo e terracota
Esses tons remetem muito à estação do outono, caracterizada pelas folhas secas, luz dourada e um calor leve. E, apesar de terem um tom mais quente, são tons neutros e fáceis de combinar com tudo, além de deixarem a maquiagem superelegante.
2. Vinho, bordô e roxo
Essas cores são mais profundas, com mais contraste e, assim como a estação, trazem esse ar mais introspectivo e levemente dramático. Esses tons também fazem esse papel, trazendo um certo mistério sem deixar a elegância de lado.
O verde-oliva é um tom que traz profundidade à make e deixa o look mais moderno Imagem: LightField Studios | Shutterstock
3. Verde-oliva
Esse é menos óbvio que o marrom, mas ainda traz uma cor natural, sem pesar. Ele traz uma profundidade e deixa o look mais moderno.
4. Dourado, bronze e champanhe
Fugindo um pouco dos tons mais fechados, o glow também está em alta com tons mais neutros, sem exagerar, trazendo sofisticação para a maquiagem.
Por Lucas Siciliano


Fonte: Jovem Pan

Sonhado há 30 anos, acordo Mercosul-UE entra em vigor


Fonte: Senado Federal

Reconhecimento do circo como manifestação cultural vai à sanção

Será encaminhado à sanção presidencial o projeto de lei que reconhece a atividade circense brasileira como manifestação da cultura e da arte popular em todo o território nacional.
O PL 4.740/2025 é de autoria do senador Flávio Arns (PSB/PR) e foi aprovado pela Comissão de Educação (CE) do Senado antes se seguir para apreciação da Câmara. O texto foi aprovado pelos deputados na quarta-feira (15) e vai agora à sanção.
Expressão cultural
Flávio Arns ressalta que o circo é uma expressão cultural que une música, dança, teatro e acrobacia, com papel fundamental na formação da identidade cultural brasileira.
O autor do projeto destaca ainda que, além de inclusão social, as representações circenses falam da vivência e da resiliência do povo.
O autor do projeto também observa ainda que o circo no Brasil possui uma rica história que remonta ao século 19, tornando-se elemento essencial da formação cultural do país.
Identidade nacional
No Senado, o PL 4.740/2025 foi relatado pelo senador Paulo Paim (PT-RS). Segundo ele, a aprovação do projeto de lei cumpre o dever constitucional de proteger uma arte que é pilar da identidade nacional e refúgio vital para a saúde e dignidade do povo brasileiro.
A relevância econômica do setor também não deve ser subestimada, observa Paulo Paim. Ele destaca também que a Fundação Nacional das Artes (Funarte) estima a existência de ao menos 800 circos de lona, que provêm sustento direto a cerca de 20 mil profissionais em todas as regiões brasileiras.
Desafios
Paim observa ainda que a natureza itinerante da atividade circense impõe desafios severos ao exercício pleno da cidadania. Segundo ele, a dificuldade histórica de comprovação de domicílio tem obstruído o acesso a direitos fundamentais, como assistência no Sistema Único de Saúde (SUS) e a transferência de matrícula escolar para filhos de artistas.
O senador ressalta que, embora a Lei nº 6.533, de 1978, já assegure a vaga escolar para esses dependentes, a prática ainda esbarra em obstáculos burocráticos.
Ele acredita que o reconhecimento oficial da manifestação cultural por meio do PL 4.740/2025 fortalecerá políticas que sensibilizem os gestores públicos para o acolhimento dessas famílias itinerantes.


Fonte: Senado Federal

‘É possível que aconteça’, diz Boulos sobre revogação da taxa das blusinhas

O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, adimitiu que “é possível” que a chamada “taxa das blusinhas” seja revogada.
“Olha, é possível. É importante dizer que a taxa das blusinhas não foi uma iniciativa do governo. Quem colocou a taxa das blusinhas foi o parlamento a partir de uma pressão e de um lobby de empresas varejistas”, disse o ministro do governo Lula em entrevista ao Estúdio i da Globonews nesta sexta-feira (17)
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Este post está em atualização


Fonte:

g1 > Política

‘Acontece um Hitler’, diz Lula sobre retrocessos na democracia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva advertiu que, quando a democracia retrocede, “acontece um Hitler“, instando a fortalecê-la em encontros como o convocado para este sábado (18) em Barcelona, ao qual comparecerão vários líderes internacionais, encabeçados pelo chefe de governo espanhol, Pedro Sánchez.
“O que nós queremos é discutir para ver se a gente consegue encontrar uma solução para fortalecer o processo democrático no mundo. Para que a gente não permita um retrocesso. Porque quando há um retrocesso, acontece um Hitler”, afirmou Lula em uma coletiva de imprensa ao lado do socialista Pedro Sánchez, em Barcelona.
Anteriormente, ocorreu a plenária da I Cúpula Espanha-Brasil, que contou com a presença de cerca de doze ministros de cada país, e na qual foram assinados vários acordos bilaterais em áreas como minerais críticos, combate à violência contra as mulheres e cooperação científica.
“Nossos países estão chamados a ser motores que aproximem ainda mais a União Europeia da América Latina e do Caribe”, destacou Sánchez sobre este encontro realizado no Palácio de Pedralbes, que representa a primeira cúpula bilateral desse nível que a Espanha realiza com um país latino-americano.
“Enquanto outros abrem feridas, o que queremos é justamente fechá-las e curá-las, e nos dedicarmos ao que é importante”, acrescentou.
O encontro antecede o IV Fórum em Defesa da Democracia, que será realizado na manhã de sábado, em Barcelona, e para a qual é esperada a presença de líderes de diferentes países, como a presidente do México, Claudia Sheinbaum; o mandatário da Colômbia, Gustavo Petro; e o da África do Sul, Cyril Ramaphosa.
Trata-se da quarta reunião desta iniciativa lançada por Lula e Sánchez em 2024, que busca impulsionar a colaboração entre países em favor do multilateralismo.
“Hoje, é evidente que essa paz e os valores que a sustentam estão sendo atacados por essa onda reacionária, pelos autoritários, pela desinformação, males que ameaçam a solidez de nossas instituições democráticas”, afirmou Sánchez.
O encontro também coincide com o fórum Global Progressive Mobilisation (GPM), uma reunião de forças de esquerda, movimentos sindicais e pensadores que acontece paralelamente em Barcelona.
No encerramento do fórum, no sábado, Lula e Sánchez devem discursar novamente.


Fonte: Jovem Pan

Salada morna: 5 receitas ricas em proteínas para o almoço

Montar um almoço completo nem sempre precisa ser complicado. Com boas combinações, é possível criar refeições práticas e que garantem saciedade ao longo do dia. Nesse contexto, as saladas ricas em proteínas se destacam. Na versão morna, elas podem ser variadas, misturando elementos frescos com preparos quentes para criar pratos que vão muito além do básico.
A seguir, confira 5 receitas de salada morna ricas em proteínas!
1. Salada morna de quinoa com vegetais
Ingredientes
Salada

1 xícara de chá de quinoa
2 xícaras de chá de água
1 pimentão vermelho cortado em tiras
1 cenoura cortada em palitos
1/2 berinjela cortada em cubos
1/2 abobrinha cortada em rodelas
2 colheres de sopa de azeite de oliva
1/2 xícara de chá de queijo branco em cubos
Salsinha picada, sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Molho

Suco de 1 limão
1 colher de sopa de azeite de oliva
1 colher de chá de mostarda
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo
Salada
Lave bem a quinoa em água corrente. Em uma panela, cubra com as 2 xícaras de chá de água e uma pitada de sal. Deixe cozinhar em fogo baixo até a água secar e os grãos ficarem macios (cerca de 12 a 15 minutos). Reserve. Enquanto isso, disponha os legumes em uma assadeira, regue com azeite, tempere com sal e pimenta-do-reino e leve ao forno preaquecido a 200 °C por cerca de 25 minutos, até ficarem macios e levemente dourados. Em uma tigela grande, misture a quinoa ainda morna com os legumes assados. Acrescente o queijo branco e a salsinha.
Molho
Para o molho, misture todos os ingredientes em um recipiente até emulsionar e despeje sobre a salada, envolvendo bem. Sirva morna.
2. Salada morna de frango com legumes
Ingredientes

1/2 peito de frango cortado em cubos
1 abobrinha cortada em rodelas
1 cenoura cortada em rodelas
1/2 pimentão cortado em tiras
1/2 cebola-roxa cortada em pétalas
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de chá de páprica
1 colher de chá de alecrim seco
1 colher de chá de tomilho seco
Suco de 1/2 limão
1 xícara de chá de folhas de alface
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo
Em uma assadeira, distribua a abobrinha, a cenoura, o pimentão e a cebola-roxa. Tempere com 1 colher de sopa de azeite, sal, pimenta-do-reino, páprica, alecrim e tomilho. Leve ao forno preaquecido a 200 °C por cerca de 25 minutos, mexendo na metade do tempo, até dourar.
Tempere o frango com o restante do azeite, sal e pimenta-do-reino. Grelhe em uma frigideira, em fogo médio, até dourar e cozinhar completamente. Em um recipiente, misture os legumes ainda quentes com o frango, finalize com o suco de limão e sirva sobre a alface.
3. Salada morna de atum com batata
Ingredientes

2 filés de atum fresco cortados em cubos
2 xícaras de chá de batata cortada em cubos médios
1 xícara de chá de vagem cortada ao meio
1/2 cebola-roxa fatiada
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de suco de limão
1 colher de sopa de mostarda
1 colher de sopa de salsinha picada
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Água

Modo de preparo
Coloque as batatas em uma panela com água e uma pitada de sal. Cozinhe em fogo médio por aproximadamente 12 minutos. Escorra e reserve. Em outra panela, ferva água com uma pitada de sal. Adicione a vagem e cozinhe por 5 minutos, até ficar al dente. Escorra e reserve. Em um recipiente, tempere o atum com sal e pimenta-do-reino. Em fogo médio, aqueça 1 colher de sopa de azeite em uma frigideira e grelhe o peixe por 2 a 3 minutos, mantendo o interior levemente rosado. Retire e reserve. Na mesma frigideira, adicione a cebola-roxa e refogue por 1 a 2 minutos, até murchar levemente.
Em uma tigela, misture a mostarda, o suco de limão e o restante do azeite até formar um molho. Em um recipiente, junte as batatas, a vagem e a cebola-roxa ainda quentes, regue com o molho e misture bem. Adicione o atum por cima e finalize com a salsinha. Sirva em seguida.
Salada morna de polvo com batata Imagem: DronG | Shutterstock
4. Salada morna de polvo com batata
Ingredientes

2 xícaras de chá de batata cortada em rodelas
1 1/2 xícara de chá de tentáculos de polvo cozidos e cortado em pedaços
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de chá de páprica defumada
1 colher de sopa de salsinha picada
1 dente de alho picado
1 colher de sopa de suco de limão
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Água

Modo de preparo
Em uma panela, cubra a batata com água, adicione uma pitada de sal e leve ao fogo médio. Cozinhe por cerca de 10 minutos, até ficar macia, mas ainda firme. Escorra e reserve. Em uma frigideira, aqueça 1 colher de sopa de azeite em fogo médio. Adicione o polvo cozido e deixe dourar por cerca de 3 a 5 minutos, até ganhar cor e leve crocância. Acrescente o alho, a páprica defumada e misture rapidamente para perfumar.
Em uma tigela, disponha a batata ainda morna, adicione o polvo e regue com o restante do azeite e o suco de limão. Finalize com a salsinha e sirva em seguida.
5. Salada morna de tomate-cereja com frango
Ingredientes

2 1/2 xícaras de chá de tomate-cereja cortado ao meio
1 cebola-roxa cortada em meia-lua fina
1 1/2 xícara de chá de frango cozido e desfiado
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
1 1/2 colher de sopa de azeite
10 folhas de manjericão
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo
Em uma frigideira grande, aqueça o azeite em fogo médio. Adicione a cebola-roxa, tempere com sal e refogue por cerca de 2 minutos, até murchar. Acrescente o tomate-cereja e cozinhe por aproximadamente 3 minutos, mexendo de vez em quando, até ficar levemente macio. Adicione o frango desfiado e misture bem para aquecer. Desligue o fogo, regue com o vinagre balsâmico e tempere com sal e pimenta-do-reino. Finalize com as folhas de manjericão e sirva em seguida.


Fonte: Jovem Pan

Escala 6X1: ministro da Fazenda diz que pode haver transição para ‘alguns setores’, mas que conta não pode sobrar para o Tesouro

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu nesta sexta-feira (17) que pode ser necessário, na discussão e eventual implementação do fim da escala 6X1, a transição para alguns setores da economia. Mas ponderou, também, que a “conta” não pode sobrar para o Tesouro Nacional.


Fonte:

g1 > Política