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Reação de Gilmar Mendes turbina pré-candidatura de Zema e discurso anti-STF

Zema busca ocupar espaço de outsider com pauta anti-STF e amplia engajamento
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliam, nos bastidores, que a reação do tribunal às críticas de Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais, “vitaminam” a pré-candidatura dele à Presidência da República e recolocam o tribunal no centro do debate eleitoral.
Na leitura de integrantes da Corte, o episódio envolvendo o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) — que pediu o indiciamento de ministros do Supremo na CPI do Crime Organizado — abriu uma janela para tentar diminuir a pressão interna no STF. Mas isso não aconteceu. Pelo contrário: decisões e movimentos internos acabaram reintroduzindo o STF no debate.
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O primeiro ponto citado é a reação de ministros que passaram a falar na cassação de Vieira após o pedido de investigação, com destaque para Dias Toffoli. Para interlocutores, esse movimento elevou a temperatura e deu novo fôlego ao embate político.
O segundo fator foi o pedido do ministro Gilmar Mendes ao também ministro Alexandre de Moraes para incluir Zema no inquérito das fake news. No pedido, Gilmar argumenta ter tomado conhecimento de um vídeo em 5 de março e menciona que o conteúdo, publicado pelo mineiro, “vilipendia” não apenas a honra e a imagem do Supremo, como a dele também.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Na avaliação de ministros ouvidos pelo blog, a medida ampliou ainda mais a exposição e fortaleceu o discurso político de enfrentamento ao Supremo.
Há preocupação crescente dentro da Corte com o impacto eleitoral desse tipo de embate. A leitura é que tudo o que envolve o STF causa alto engajamento nas redes e acaba sendo apropriado por campanhas. “O sistema vira o Supremo e quem se coloca como anti-Supremo ganha voto”, resume um interlocutor.
O exemplo mais citado é o próprio Zema: aliados do ex-governador apontam crescimento dele nas redes sociais e tratam o episódio como ganho político. Nos bastidores, a avaliação é que o “estrago já foi feito” e que, mesmo com eventual recuo, ainda é incerto o efeito disso no cenário eleitoral.
Para ministros, o risco agora é de que o Supremo siga sendo usado como pauta permanente de campanha — o que amplia a crise e prolonga o desgaste da imagem da Corte.
Segundo o blog apurou, o pano de fundo da dianteira assumida pelo ministro Gilmar Mendes na defesa da Corte é uma queixa recorrente de um grupo de ministros de que o presidente do STF, Edson Fachin, não se posiciona sobre o que chamam de ataques ao Supremo.
Havia uma expectativa de bastidor de que Gilmar pudesse rever o pedido de inclusão de Zema no inquérito das fake news, mas, até o momento, a apuração do blog é a de que não há previsão desse movimento.
Gilmar Mendes não pretende mais falar de Zema publicamente.
O ministro reconheceu que errou ao associar a homossexualidade a uma acusação envolvendo Romeu Zema, em entrevista concedida ao Metrópoles nesta quinta-feira (23). Ao comentar a inclusão do ex-governador de Minas Gerais no inquérito das fake news, ele recorreu a um exemplo que considerou inadequado, mencionando algo que, em sua avaliação, Zema não aceitaria ser associado.
“Imagine que começássemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Isso não seria ofensivo?”, disse durante a entrevista. Posteriormente, nas redes sociais, o ministro pediu desculpas pela declaração.
“Errei quando citei a homossexualidade ao me referir ao que seria uma acusação injuriosa contra o ex-governador Romeu Zema”, disse Gilmar Mendes. “Desculpo-me pelo erro. E reitero o que está certo”, concluiu.
O episódio está relacionado a um vídeo publicado por Zema em março, no qual o político critica o Supremo Tribunal Federal e os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli no contexto do caso Master. Na gravação, os magistrados são retratados como fantoches.
De acordo com interlocutores do Supremo, Alexandre de Moraes encaminhou o caso para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, na segunda-feira (20), Zema afirmou que ainda não havia sido notificado sobre o pedido de inclusão no inquérito.
‘Outsider legítimo’: a estratégia de Zema
O objetivo de Zema é se consolidar como um “outsider” legítimo, com baixa rejeição — esse é o eixo central da sua estratégia de campanha.
A ideia é explorar o sentimento de “fora do sistema”, mas se diferenciando daqueles que adotaram esse discurso nos últimos anos.
Ao contrário de João Doria, Wilson Witzel, Alexandre Kalil, Marcelo Crivella e Jair Bolsonaro, ele concluiu seu mandato e ainda foi reeleito — o que reforça uma narrativa de continuidade e validação nas urnas.
A pesquisa Quaest mais recente, da semana passada, mostra Zema com 3% das intenções de voto, atrás de Lula (37%), Flávio Bolsonaro (32%) e Ronaldo Caiado (6%).
Ministro Gilmar Mendes e Romeu Zema
Rosinei Coutinho/SCO/STF e Reprodução/TV Globo


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g1 > Política

Funcionários e precatórios puxaram gastos dos Correios em 2025; despesas aumentaram 37% enquanto receitas caíram 12%

correios, crise, entregas, encomendas
Reprodução/TV Globo
Em 2025, as despesas gerais e administrativas dos Correios, que incluem parte do pagamento dos funcionários e precatórios, dívidas que precisam ser pagas por determinação da Justiça, atingiram R$ 6,3 bilhões, um crescimento de 37% em relação ao ano anterior, quando alcançaram R$ 4,6 bilhões.

Esse foi maior valor desde 2001, ano da demonstração financeira mais antiga disponibilizada pelos Correios na internet.
As receitas com a venda de serviços, como a entrega de encomendas, recuaram 12%, de R$ 18,9 bilhões em 2024 para R$ 16,7 bilhões para 2025.
O detalhamento dos números foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) na quinta-feira (23), após anúncio da estatal de um prejuízo financeiro de R$ 8,5 bilhões em 2025, fechando 14 trimestres seguidos com resultados negativos.
O resultado superou em mais de três vezes o prejuízo registrado em 2024, que foi de R$ 2,4 bilhões.
O que mais pesou no ano passado?
As duas despesas que mais impactaram o caixa dos Correios foram o pagamento de funcionários administrativos, que aumentou R$ 215 milhões entre 2024 e 2025, e os custos com os processos perdidos na Justiça pela estatal, já no formato de precatório, saindo de R$ 1,1 bilhão em 2024 para R$ 2,5 bilhões no período.
‘Taxa das blusinhas’
As receitas repetiram comportamento que vem sendo observado após o governo federal lançar em 2023 o progama Remessa Conforme, caíram principalmente por conta da queda da prestação de serviço de transportes de encomendas internacionais.

O programa passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre todas as compras internacionais de até US$ 50, que até então estavam isentas. A medida ficou conhecida como “taxa das blusinhas”.
Em 2024, a estatal tinha registrado uma receita de R$ 3,9 bilhões com encomendas internacionais, já com uma redução de R$ 530 milhões em relação a 2023.

Em 2025, o valor despencou para R$ 1,3 bilhão, R$ 2,6 bilhões a menos que o ano anterior. Com isso, a receita com esse tipo de produto, que chegou a representar 22% do todo em 2023, hoje representa apenas 7,8%.
Um documento produzido pela Diretoria Econômico-Financeira (Diefi) da instituição aponta que a criação do programa “Remessa Conforme” escancarou os problemas econômico-financeiros da empresa.
“A redução da participação de mercado no segmento de encomendas internacionais, que até agosto de 2024 representava uma espécie de “monopólio” para os Correios, evidenciou a ausência de reposicionamento negocial da Empresa, diante das transformações do comportamento da sociedade”, diz o documento.
correios, crise, entregas, encomendas, sedex
Reprodução/TV Globo


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g1 > Política

Governo inicia fiscalização de transparência de preços em aplicativos de transporte e delivery

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, começou nesta sexta-feira (24) a fiscalizar a transparência de preços ao consumidor em aplicativos de transporte individual e de delivery.
🚗 De acordo com a Senacon, o prazo de 30 dias para adequação às regras de transparência de preços terminou na quinta-feira (23).
🛵 Uma portaria editada pelo governo este determina que os aplicativos informem, de forma clara e destacada, como o valor pago em cada serviço é distribuído.
A norma determina que as plataformas detalhem a composição do preço ao consumidor, indicando:
quanto cabe ao aplicativo,
quanto cabeao motorista ou entregador; e
quanto cabe ao estabelecimento comercial.
“Com o fim do período de adequação, a Senacon passa a verificar o cumprimento efetivo das regras, para garantir que as mudanças não se limitem a ajustes formais nas interfaces, mas resultem em informação clara ao consumidor. O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) já recebeu relatos de usuários que identificaram alterações nas plataformas, indicando movimento inicial de adequação”, informou a Senacon.
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Freepik
Fiscalização e cumprimento da norma
A Senacon informou que a fiscalização concentra-se na verificação da apresentação adequada e compreensível das informações.
💰 O descumprimento pode ser caracterizado como infração às regras de defesa do consumidor, sujeitando as empresas às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor (CDC), como multa e suspensão temporária das atividades.
Segundo a portaria, as plataformas devem exibir, em cada transação, um quadro-resumo com a composição do valor cobrado. As informações devem ser apresentadas de forma clara e em local de fácil visualização.
Ao tornar mais visível a composição do preço, a Senacon diz que a norma reduz a assimetria de informação e fortalece a capacidade de escolha do consumidor.
Como reclamar
A Senacon afirmou que consumidores que não encontrarem as informações exigidas, ou identificarem apresentação inadequada ou incompleta, podem fazer uma reclamação.
A queixa pode ser registrada na plataforma consumidor.gov.br e junto aos Procons locais. De acordo com a Senacon, as manifestações também subsidiam as ações fiscalizatórias da secretaria.


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g1 > Política

PGR se manifesta a favor de pedido de Bolsonaro para cirurgia no ombro

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeestou favorável à liberação para que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realize uma cirurgia no ombro direito.
Nesta quinta-feira (23), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou nesta quinta-feira (23) à PGR o pedido da defesa do ex-presidente de autorização para realização de uma cirurgia no ombro direito do ex-presidente.
Moraes deu prazo de cinco dias para que a PGR se manifeste sobre o pedido dos advogados de Bolsonaro.
Segundo a solicitação da defesa, o procedimento está previsto para os dias 24 ou 25 de abril de 2026 e foi indicado por médico especialista. A cirurgia tem como objetivo a reparação do manguito rotador e de lesões associadas.
Os advogados também pedem que a autorização abranja todas as etapas do tratamento, como atos preparatórios, pré-operatório, internação, realização da cirurgia, pós-operatório e reabilitação.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A defesa solicita ainda que o pedido seja analisado com urgência, em razão da natureza médica do caso.
Na sexta-feira (17), a defesa do ex-presidente informou que Jair Bolsonaro havia melhorado e estava apto para a realização da cirurgia no ombro direito.
🔎Condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária temporária desde o dia 27 de março. O benefício, com prazo inicial de 90 dias, foi concedido pelo ministro Alexandre de Moraes em razão das condições de saúde do ex-presidente.
Segundo relatórios médicos enviados à Corte, Bolsonaro, atualmente com 71 anos, apresenta melhora clínica geral após um quadro de pneumonia bilateral.
De acordo com os documentos, Bolsonaro apresentou uma “boa evolução” dos quadros pulmonar e digestivo. Os documentos mencionam a redução de sintomas como falta de ar, cansaço e refluxo gastroesofágico.
Em relação às crises de soluço, os médicos informam que a dosagem de medicamentos foi ajustada e a resposta tem sido “satisfatória”.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão
Pablo Porciuncula/AFP
Apesar da melhora geral, o laudo ortopédico indica que o ex-presidente persiste com dores noturnas e incapacidade funcional no ombro direito. O exame físico e a ressonância magnética confirmaram uma lesão de alto grau.
“Dentro deste quadro refratário à fisioterapia, e considerando que foi uma lesão traumática, adicionado ao fato que o paciente apresenta melhora do quadro clínico, se encontrando, por conseguinte, apto para a realização da operação”, diz o trecho do laudo ortopédico.
A recomendação é que a cirurgia seja realizada por via artroscópica – um procedimento minimamente invasivo.
Atualmente, segundo a equipe médica, a rotina de Bolsonaro inclui dieta rigorosa, seis sessões semanais de fisioterapia cardiorrespiratória e motora e tratamento para controle da pressão arterial.
O ex-presidente Jair Bolsonaro
Getty Images via BBC


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g1 > Política

Entenda a polêmica envolvendo Gilmar Mendes e Romeu Zema

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) estão em conflito desde que Zema publicou um vídeo de sátira, no dia 1º de março, que retrata o magistrado pedindo uma troca de favores ao ministro Dias Toffoli em meio ao escândalo do Banco Master.
Após as postagens de Zema, Gilmar Mendes enviou uma representação ao ministro Alexandre de Moraes na segunda-feira (20) pedindo a investigação do pré-candidato à Presidência.
Na representação, Gilmar apontou a suspeita de indícios de crime em uma publicação feita por Zema, que deixou o governo de Minas em março para ser pré-candidato à Presidência da República.
Moraes pediu uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de decidir sobre a inclusão de Zema no inquérito.
O vídeo publicado por Zema retratava uma conversa entre dois bonecos, caracterizados por desenhos de fantoches, que representariam Dias Toffoli e Gilmar Mendes. No vídeo, Toffoli telefona para Gilmar e pede a ele que anule as quebras de sigilo de sua empresa, aprovada na CPI do Crime Organizado do Senado.
Gilmar Mendes em vídeo satírico de Zema
Também na segunda-feira, parlamentares da oposição na Câmara dos Deputados anunciaram que vão ingressar com um pedido de impeachment do ministro Gilmar Mendes. A iniciativa é liderada pelo deputado federal Gilberto Silva (PL-PA) após o magistrado solicitar inclusão do ex-governador no inquérito das fake news.
Zema compara ministros à coroa portuguesa
Um dia após o envio da representação de Gilmar Mendes, no dia da Inconfidência Mineira, Zema fez mais uma publicação criticando o STF. O ex-governador comparou os ministros e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à coroa portuguesa.
“Você acha que nós somos livres de verdade? Eu acho que não. No lugar da Coroa Portuguesa, se sentaram os intocáveis de Brasília Os políticos vendidos, os empresários ladrões e os juízes que se acham acima do bem e do mal”, diz em um trecho da publicação.
A representação que faz alusão à Inconfidência Mineira traz imagens de inteligência artificial com o rosto dos ministros Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além do presidente Lula e do banqueiro Daniel Vorcaro.

 

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Um post compartilhado por Romeu Zema (@romeuzemaoficial)

No mesmo dia, Zema também compartilhou na rede social X um vídeo de esquete do canal “Porta dos Fundos”, de 2018. O vídeo satiriza Gilmar Mendes e o retrata como alguém na Corte a quem recorrer sempre sobre todos os tipos de problemas jurídicos. “Como eu disse, se quiserem prender todos que criticarem os intocáveis, pode comprar mais caneta que vão precisar prender o Brasil inteiro”, escreveu Zema ao compartilhar a publicação.

Vídeo de 2018 do @portadosfundos . Como eu disse, se quiserem prender todos que criticarem os intocáveis, pode comprar mais caneta que vão precisar prender o Brasil inteiro. pic.twitter.com/BtPrJrU4h1
— Romeu Zema (@RomeuZema) April 21, 2026

Zema tem publicado uma série de vídeos, diariamente, criticando o STF e enfatizando as ações do ministro Gilmar Mendes. Na segunda-feira ele fez uma publicação dizendo que está sendo perseguido por compartilhar uma sátira. “O STF está me perseguindo por conta de uma sátira, uma ironia contra os ‘Intocáveis’”, falou.

Agora o papo é sério. Fica até o final que esse é um dos vídeos mais importantes que eu já fiz. pic.twitter.com/qFaC2p5FJm
— Romeu Zema (@RomeuZema) April 20, 2026

Gilmar chama Zema de ‘boneco homossexual’
O ministro Gilmar Mendes pediu desculpas na quinta-feira (23) por sugerir que “homossexual” seja ofensa. A manifestação aconteceu nas redes sociais após o magistrado questionar, em entrevista ao portal Metrópoles, se não seria ofensivo retratar o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) como um “boneco homossexual”.
Na publicação, Gilmar disse que não tem “receio em reconhecer o erro”, mas ponderou que existe “uma indústria de difamação e de acusações caluniosas contra o Supremo”.
Na entrevista ao portal Metrópoles, o ministro estava criticando uma publicação de Zema sobre a série “Os Intocáveis”, quando perguntou se seria ofensivo fazer bonecos do ex-governador de MG como homossexual.
“Se começamos a fazer piadas com coisas sérias, com as instituições, imagine que comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo? É correto brincar com isso?”, disse Gilmar Mendes.
Zema reagiu à fala de Gilmar e, também nas redes sociais, afirmou que o ministro do STF mostrou “todo o seu preconceito para o Brasil”.

Inacreditável. Gilmar Mendes equipara a nossa sátira dos intocáveis com uma possível sátira do STF me representando como homossexual e ladrão.
Nem tenho mais palavras pra definir o que está acontecendo. Esse sujeito extrapola cada vez mais os limites. Se comporta como um… pic.twitter.com/BnmRndx5wR
— Romeu Zema (@RomeuZema) April 23, 2026


Fonte: Jovem Pan

Nikolas e Jair Renan trocam farpas nas redes sociais: ‘Toupeira cega’

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o vereador de Balneário Camboriú Jair Renan Bolsonaro (PL-SC) trocaram farpas nesta sexta-feira (24) no X (ex-Twitter). A confusão começou quando um usuário comentou uma publicação do parlamentar em tom de deboche.
Na postagem, Nikolas compartilhou um vídeo sobre seu trabalho em Minas Gerais e na Câmara dos Deputados. “Se trocou a camiseta preta pela branca, é porque sentiu”, escreveu o usuário sobre a publicação do parlamentar.
Nikolas rebateu o comentário. Ele disse que iria “mandar emenda também para interná-lo em um hospício”.

Na sequência, Jair Renan fez brincadeira em tom de deboche com outro usuário da plataforma. O vereador comentou “Galvão”, foi respondido com um “Diga, Tino”, e, por fim, escreveu: “Sentiu!”.

O deputado federal fez uma outra publicação na rede social com uma imagem dos comentários. Na postagem, escreveu: “Se juntar a capacidade cognitiva dessa dupla, não alcança a de uma toupeira cega”.

Atrito com o clã Bolsonaro
Esse não é o primeiro atrito público de Nikolas com os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro tiveram alguns momentos de desavença nos últimos meses.
Mais recentemente, no início de abril, a desavença ganhou novo capítulo. Após Nikolas comentar “kkk” em uma publicação, Eduardo se sentiu atacado e classificou a ação como “deboche”. O ex-deputado federal disse que os “holofotes da fama” fizeram mal ao parlamentar que dá visibilidade “para quem deseja a morte” de seu pai.
O terceiro filho de Bolsonaro ainda declarou “não haver limites para o desrespeito” de Nikolas com ele e sua família. Após a confusão, Flávio pediu “unificação e pacificação” da direita.


Fonte: Jovem Pan

Valdemar confirma anúncio ao Senado em SP entre 7 e 10 dias; André do Prado é dado como certo

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou, em entrevista exclusiva à coluna, que o nome do candidato do partido ao Senado por São Paulos será anunciado dentro dos próximos sete a dez dias. “Dentro de uma semana, dez dias, o Eduardo [Bolsonaro, ex-deputado federal] vai decidir quem será o candidato. Nós estamos aguardando, já que o Eduardo – quando fazemos pesquisas ainda é ele quem tem muito voto, ele quem vai decidir. Precisamos tomar um rumo”, afirmou.
Apesar de questionado, Valdemar evitou confirmar o nome do escolhido, se limitando a dizer, sobre a viagem que fez com André do Prado, presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que o encontro foi muito bom e que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é um forte entusiasta da candidatura.
Internamente, no entanto, a direita em São Paulo já dá o nome de André como certo. Aliados falam em números como “80% a 98% de chances”. O que falta para o anúncio final, segundo interlocutores, é a conversa do deputado federal Mário Frias (PL) com Eduardo. Até os últimos dias, Frias era o preferido do filho do ex-presidente para concorrer à VAGA. Aulixiares do PL apontam que a viagem que Mário fará aos EUA para visitar Eduardo, nos próximos dias, será crucial: ele deve ser avisado, ali, que não vai concorrer.
No início da semana, a Jovem Pam atecipou que o sentimento era que o filho do ex-presidete Jair Bolsonaro, considerado “dono da vaga”, poderia ser “convencido” dessa decisão. O nome do presidente da Alesp vem sendo ventilado com timidez desde o meio de março, mas ganhou força nas últimas semanas.
Uma ala do PL, no entanto, já se prepara para o embate: o grupo mais ideológico da sigla, ligado diretamente ao bolsonarismo, já se articula para atacar André do Prado. A saída encontrada é apoiar apenas um dos candidatos da chapa majoritária, o deputado federal Guilherme Derrite (PP), visto como ideológico, e o deputado federal Ricardo Salles (NOVO), que não concorre vinculado à chapa do PL em São Paulo, vinculada à reeleição do governador Tarcísio de Freitas. Dessa forma, o objetivo seria “escantear” o presidente da Alesp.


Fonte: Jovem Pan

Mistério, nostalgia e tom sombrio: o que se sabe sobre a live-action de Scooby-Doo

A Netflix finalmente decidiu apostar alto em uma das franquias mais queridas da cultura pop ao desenvolver uma série live-action de Scooby-Doo e o projeto já chega com uma proposta bem diferente do que o público está acostumado. Ao invés de repetir a fórmula leve e cômica que marcou os desenhos e até os filmes dos anos 2000, a ideia agora é explorar uma abordagem mais jovem, com um clima de mistério mais denso e até um toque sombrio.
A série, que vem sendo chamada de “Scooby-Doo: Origins”, vai mergulhar justamente no início de tudo, mostrando como a famosa Mistério S.A. foi formada. A história acompanha versões mais jovens de personagens icônicos como Salsicha, Velma, Daphne e Fred, que se conhecem em um contexto que lembra um acampamento de verão e acabam envolvidos em um caso estranho que gira em torno de um filhote de dogue alemão, o próprio Scooby, que pode ter presenciado algo sobrenatural. É a partir desse evento que o grupo começa a se formar, dando início à dinâmica investigativa que conquistou gerações.
O elenco já divulgado também tem chamado atenção, principalmente por apostar em nomes jovens, mas com boa bagagem. Mckenna Grace interpreta Daphne, enquanto Tanner Hagen assume o papel do Salsicha. Abby Ryder Fortson será Velma e Maxwell Jenkins dará vida a Fred. Um detalhe que empolgou os fãs é o retorno de Frank Welker como a voz de Scooby-Doo, mantendo uma conexão direta com as versões clássicas do personagem. Além disso, Paul Walter Hauser também está confirmado no elenco, embora seu papel ainda não tenha sido totalmente revelado.
Nos bastidores, o projeto também chega com nomes de peso. A produção é da Warner Bros. Television e tem envolvimento de Greg Berlanti, conhecido por trabalhos populares na TV, o que já indica uma pegada mais dramática e moderna. A direção do episódio piloto fica por conta de Toby Haynes, e a primeira temporada deve contar com oito episódios. As filmagens começaram em 2026, o que coloca a estreia entre o fim de 2026 e, mais provavelmente, 2027.
O grande diferencial dessa versão está justamente no tom. Ao apostar em uma narrativa de origem, com personagens mais jovens e um mistério mais sério, a série tenta se aproximar de produções que misturam investigação com elementos sobrenaturais, criando uma atmosfera mais tensa do que o Scooby-Doo tradicional. Ainda assim, o desafio vai ser equilibrar essa nova identidade com a nostalgia que o público espera de uma franquia tão icônica.
No fim das contas, esse live-action tem tudo para dividir opiniões, mas também para gerar um hype enorme. Afinal, não é todo dia que um clássico como Scooby-Doo ganha uma releitura tão ousada e, se acertar o tom, pode facilmente se tornar um dos grandes sucessos da plataforma, que informou que as gravações já começaram.


Fonte: Jovem Pan

ENQUETE – OS PINGOS NOS IS – Se os embates entre Romeu Zema e o STF se intensificarem, o que você acha que pode acontecer?

Se os embates entre Romeu Zema e o STF se intensificarem, o que você acha que pode acontecer?

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Ser condenado por algum crime, ficar inelegível e ter a candidatura cassada.

31 votos

0%

Crescer nas pesquisas, conquistar eleitores e se tornar o principal nome da direita

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Pressionará o Senado a tomar alguma atitude ainda nesta legislatura

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Fonte: Jovem Pan

Hugo Motta cria comissão especial para tratar do fim da escala 6×1

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou nesta sexta-feira (24) comissão especial que tratará do Projeto de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala 6×1. O colegiado será instaurado na próxima semana.
Em entrevista a jornalistas, em 7 de abril, Motta disse que a expectativa é de o Plenário da Câmara dos Deputados apreciar a PEC até o fim de maio. “[Assim,] dá a oportunidade de que todos os setores possam se manifestar acerca dessa proposta que é importante para a classe trabalhadora do país, pois estamos tratando da redução da jornada de trabalho sem prejuízo salarial”, declarou.
O governo federal enviou, em 14 de abril, ao Congresso Nacional um projeto de lei para reduzir a jornada de trabalho e aumentar os dias de descanso semanal remunerado. A proposta foi encaminhada com urgência. Assim, uma das Casas Legislativas tem até 45 dias para apreciar o PL.
Para o deputado federal Paulo Azi (União Brasil-BA), relator da PEC 6×1, o envio do projeto pelo governo é desnecessário e pode tumultuar o andamento das discussões na Câmara. Nos bastidores, a avaliação do Palácio do Planalto é que a PEC está “demorando” para ser votada e há o temor de que não seja aprovada antes das eleições. O Executivo trata o tema como prioridade e como uma espécie de vitrine para a campanha eleitoral.


Fonte: Jovem Pan