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Nunes Marques é eleito o novo presidente do TSE; André Mendonça é o novo vice-presidente

Nunes Marques é eleito o novo presidente do TSE; André Mendonça é o novo vice-presidente Ministro indicado por Bolsonaro deve defender na presidência do tribunal a robustez e credibilidade das urnas. Eleição é protocolar e funciona como rodízio. Nunes Marques, atual vice, substitui a ministra Cármen Lúcia;. Nunes Marques tem dito a interlocutores que fará pessoalmente a defesa das urnas eletrônicas;. O ministro André Mendonça foi eleito vice-presidente da Corte;. Os dois ministros que formarão o novo comando do TSE foram indicados para o STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.


Fonte:

g1 > Política

Lula pede que Alcolumbre organize jantar com senadores para articular aprovação de Jorge Messias para vaga no STF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), que organizasse um jantar com senadores para intensificar o corpo-a-corpo para aprovar a indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União, para a vaga de ministros no Supremo Tribunal Federal (STF).
Lula pediu que Alcolumbre reúna os senadores em um jantar na residência oficial do Senado Federal. A indicação de Messias, que hoje comanda a Advocacia-Geral da União está sendo relatada pelo senador Weverton Rocha (PDT-MA) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A sabatina deve ser realizada em 29 de abril.
“Qual sua agenda?”, quis saber Lula, segundo relatos.
“Se o senhor ficar perguntando da minha agenda eu também vou querer saber da sua”, respondeu Alcolumbre em tom de brincadeira.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O presidente do Senado ainda sugeriu que Lula chamasse os senadores para um jantar no Alvorada.
O pedido foi feito nesta terça-feira (14) no Palácio do Planalto, quando Alcolumbre esteve para participar da solenidade de posse do novo ministro das Relações Institucionais da Presidência, José Guimarães (PT).
A posse de Guimarães marcou a volta de Alcolumbre a um evento na sede do Poder Executivo.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e presidente do Senado, Davi Alcolumbre
Ricardo Stuckert / PR
O presidente do Senado não pisava no Planalto há tempos. A ida ocorreu após Guimarães convidá-lo pessoalmente para sua posse.
Lula já queria marcar o jantar com senadores nesta semana. Mas o presidente do Senado disse que já tinha uma agenda de jantar para esta quarta.
Na quinta-feira (16), Lula embarca em uma viagem internacional, ele terá agendas na Europa durante o feriadão de Tiradentes.


Fonte:

g1 > Política

CPI do Crime Organizado: mais um round entre Congresso e Supremo – O Assunto #1701

Em novembro de 2025, o Senado Federal instalou a comissão parlamentar que iria investigar o avanço das facções criminosas e milícias pelo país.
Nesta terça-feira (14), data limite para os trabalhos da CPI, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), presidente da comissão, apresentou o relatório final da investigação – que pouco tratou de crime organizado e que estabeleceu um novo patamar de tensão entre Congresso e Supremo.
No texto, Vieira propõe o indiciamento três ministros do STF, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. O parecer recebeu críticas públicas e foi rejeitado pela comissão.
Neste episódio, Natuza Nery conversa com Valdo Cruz, comentarista de política e economia da GloboNews, para analisar o relatório da CPI e explicar as reações ao texto em todo o mundo político de Brasília.
Convidado: Valdo Cruz, comentarista de política e economia da GloboNews.
O que você precisa saber:
CPI do Crime Organizado rejeita relatório que pedia indiciamento de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet;
Gilmar Mendes quer ação contra Alessandro Vieira; ala da corte articula inelegibilidade;
CPI do Crime Organizado: Relator diz que manobra para rejeitar parecer teve ‘intervenção direta’ do Palácio do Planalto;
CPI do Crime Organizado rejeita relatório que pedia indiciamento de PGR e ministros do STF: como foi a votação
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti e Stéphanie Nascimento. Apresentação: Natuza Nery.
Por que a Hungria se tornou ‘hub’ da extrema direita
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Peter Magyar, líder do partido de oposição Tisza, segura uma bandeira nacional após os resultados parciais da eleição parlamentar, em Budapeste, Hungria, em 12 de abril de 2026.
REUTERS/Marton Monus


Fonte:

g1 > Política

Evangélicos lançam campanha para zerar base de Lula e levá-lo a 100% de rejeição nas eleições

Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
Com rejeição de quase 90% entre o eleitorado evangélico, conforme dados da AtlasIntel/Bloomberg, Lula pode sofrer um desgaste ainda maior até outubro.
Desde que os dados foram divulgados pelos institutos, no mês passado, influenciadores, cantores gospel, lideranças evangélicas e fiéis passaram a impulsionar uma campanha para ampliar a desaprovação ao petista.
As publicações listam uma série de ações da esquerda contra ideias e princípios do segmento religioso, com afirmações de que esse campo político viola valores cristãos. Os posts também mencionam um boicote com o objetivo de zerar a base do lulopetismo no pleito deste ano e elevar a rejeição a 100%.
Estimativas mais recentes indicam que os evangélicos já somam mais de 50 milhões no Brasil, representando cerca de 30% da população. Em 2022, na disputa polarizada entre Lula e o ex-presidente Jair Bolsonaro, já havia forte resistência nesse grupo.
Desde o início do terceiro mandato, a relação se deteriorou ainda mais, não apenas pela condução do governo, mas também por declarações de aliados e medidas vistas como contrárias à base religiosa.
Ao longo de 2023, primeiro ano do atual mandato, os índices de desaprovação já vinham em alta, avançando até um patamar considerado difícil de reverter. A tendência, segundo avaliações de mercado, é que Lula alcance cerca de ao menos 95% de rejeição entre os fiéis, o que tornaria uma eventual reeleição praticamente inviável.
Jornais, portais e revistas têm publicado reportagens e análises destacando, com base em dados, o peso do eleitorado evangélico na definição do resultado não apenas da disputa presidencial, mas também dos cenários estaduais. Isso porque há forte convergência na formação de opinião e na decisão de voto dentro do grupo. Apesar das diferenças entre denominações, os fiéis tendem a seguir direções semelhantes no momento do voto.


Fonte: Conexão Política

No dia do aniversário de 114 anos, Santos empata com Recoleta na Vila Belmiro

O Santos ganhou um presente na terça-feira (14), no dia em que completou 114 anos. Enfrentar o Deportivo Recoleta, time paraguaio que veio com os reservas para a Vila Belmiro, em seu primeiro jogo internacional, porque luta contra o rebaixamento no torneio nacional, na segunda rodada do Grupo D da Copa Sul-Americana. Os quase dez mil torcedores esperavam uma goleada, mas se envergonharam ao ver o time só empatar por 1 a 1. O gol santista foi de Neymar em mais um jogo apático do camisa 10.
O Santos conquistou o primeiro ponto na competição continental, enquanto a equipe paraguaia soma dois. A liderança da chave é do Deportivo Cuenca (três), que joga na quinta-feira (16), na Argentina, diante do San Lorenzo, com um ponto.
O frágil time argentino resolveu atacar o Santos e sofreu o primeiro contragolpe aos quatro minutos. Gabriel Barbosa escapou pela esquerda e cruzou para Neymar abrir o placar.
Ansioso diante da facilidade para trocar passes perto da área do Recoleta, o Santos errou muito na armação das jogadas e não incomodou o goleiro Toledo, apesar dos mais de 70% de posse de bola.
A torcida santista começou a perder a paciência com a falta de iniciativa do time, que só voltou a incomodar o goleiro aos 30 minutos, após bom passe de Neymar, que Gabriel Barbosa não aproveitou.
Aos 32 minutos, Neymar bateu com o ombro na cabeça de Figueredo e levou cartão amarelo. Três minutos depois, o camisa 10 ficou com a bola, após saída errada do goleiro, mas errou ao tentar o gol de cobertura.
Mas o pior ainda estava por vir para o Santos. Em bola alçada na área, Luan Peres fez pênalti em Figueredo. Ortiz bateu bem e empatou o jogo para delírio de todos os integrantes da equipe paraguaia, aos 46 minutos. O primeiro tempo terminou sob vaias.
O Santos voltou para a etapa final com a mesma formação, mas com mais paciência para trocar passes. O problema é que o time não tinha inspiração para encontrar a melhor alternativa para furar o bloqueio paraguaio e nada de emocionante aconteceu em campo para desespero da torcida na Vila.
O técnico Cuca colocou Rollheiser, Miguelito e Tachiano em campo, aos 20 minutos, e no primeiro ataque Rollheiser, de cabeça, quase fez o segundo. Depois, o Santos abusou das bolas altas e facilitou o trabalho do goleiro Toledo.
Apesar de lento e um pouco desorganizado, o Santos teve chance com Miguelito, Rafael Gonzaga, Adonis Frias, mas parou por aí. Foi um capítulo triste no dia de 114 anos do clube.
FICHA TÉCNICA
SANTOS 1 × 1 DEPORTIVO RECOLETA
SANTOS: Gabriel Brazão; Igor Vinícius (Lautaro Diaz), Adônis Frias, Luan Peres e Escobar (Rafael Gonzaga); Willian Arão, Gustavo Henrique, Gabriel Bontempo (Rollheiser) e Neymar; Moisés (Miguelito) e Gabriel Barbosa (Tachiano). Técnico: Cuca.
DEPORTIVO RECOLETA: Toledo; Figueredo (Marcelo Medina), Cardozo, Pereira e Mendoza; Schupp (Nuñez), Lopez (Masi), Galeano (Garay) e Dominguez, Vidal (Junior Nogueira) e Ortiz. Técnico: Jorge González Frutos.
GOLS: Neymar aos quatro e Ortiz aos 46 minutos do primeiro tempo.
CARTÕES AMARELOS: Pereira, Neymar, Bontempo, Galeano, Toledo e Ortiz.
ÁRBITRO: Fernando André Vejar Díaz. (Chile).
RENDA: R$ 504.381,26.
PÚBLICO: 9.648 torcedores.
LOCAL: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP).


Fonte: Jovem Pan

Senadores criticam trocas na CPI do Crime Organizado após rejeição de relatório

Senadores criticaram nesta terça-feira (14) a troca de parlamentares da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado antes da votação do relatório final. Os parlamentares se manifestaram depois de o texto que pedia indiciamento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ter sido rejeitado por seis votos contra e quatro a favor.
Por meio de publicação no X (ex-Twitter), o relator, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), disse que, em uma democracia, o resultado das votações deve ser respeitado “mesmo quando não lhe é favorável”. “É importante registrar o adiamento da votação e posterior substituição para fins de votação de dois parlamentares que seriam favoráveis ao relatório, por dois parlamentares que votaram contra o relatório, seguindo a orientação do governo. Essas movimentações fazem parte das estratégias regimentais, mas apontar seu impacto é necessário”, escreveu.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS), em vídeo publicado nas redes sociais, disse que “todos têm direito à ampla defesa e são inocentes até que se prove o contrário, mas ninguém está acima da lei”. “É sempre assim, quando investigações ameaçam quem está no poder, o governo age para abafar”, declarou.
O senador Marcos do Val (Avante-ES), em publicação no X, disse que “a reação do sistema foi brutal”. “Trabalharam pesado para tirar do caminho quem é compromissado com a Justiça e não passa pano para criminoso”, escreveu.

Articulação de Lula e Alcolumbre
Uma manobra feita em conjunto pelo chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), resultou na troca de integrantes da CPI do Crime Organizado. Saíram os senadores Sergio Moro (PL-PR) e Marcos do Val (Avante-ES). Eles foram substituídos por Teresa Leitão (PT-PE) e Beto Faro (PT-PA).
Em entrevista coletiva a jornalistas, Moro destacou que as investigações precisam ter prosseguimento: “Quando foi lido o relatório, havia perspectiva de aprovação, o governo Lula me tirou e colocou em substituição senadores do PT. Vamos apurar os fatos e extrair consequências, tinha condenações, mas por meio dessa manobra serei impedido de fazê-lo, uma manobra que impede que os fatos sejam investigados”, argumentou.
Nomes de oposição e adversários do STF foram substituídos por nomes governistas para blindar os ministros citados no relatório.
Já o senador Eduardo Girão (Novo-CE) afirmou que manobras digitais do governo Lula foram feitas para derrubar um texto elaborado após muitas oitivas e cruzamento de dados. “É mudar a regra do jogo na hora do jogo, trocar integrantes que jamais participaram de nada e que vão votar, e ao que tudo indica, derrotar o relatório”, pontuou.
A CPI do Crime Organizado tinha 11 senadores titulares, dos quais dez votam, e sete suplentes.


Fonte: Jovem Pan

Fachin repudia inclusão de ministros em relatório da CPI do Crime Organizado

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, repudiou nesta terça-feira (14) o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado que pedia o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. O magistrado manifestou solidariedade aos colegas da Corte.
Em nota, Fachin afirmou que os ministros foram “indevidamente mencionados no relatório final”. O presidente do STF disse reconhecer a “garantia fundamental” para o exercício das CPIs, desde que, “nos limites constitucionais” e “circunscritas à pertinência temática que deu ensejo à sua criação”.
“Desvios de finalidade temática dessas comissões, todavia, enfraquecem os pilares democráticos e ameaçam os direitos fundamentais de qualquer cidadão”, declarou Fachin.
O magistrado reafirmou que o STF “seguirá firme em sua missão de guardar a Constituição e proteger as liberdades democráticas”.

Relatório final rejeitado
A CPI do Crime Organizado rejeitou nesta terça-feira o relatório final apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Foram seis votos contra e quatro a favor.
A rejeição do relatório se deu depois de manobra conjunta do chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A articulação resultou na troca dos senadores Sergio Moro (PL-PR) e Marcos do Val (Avante) por Teresa Leitão (PT-PE) e Beto Faro (PT-PA). A CPI foi formada por 11 parlamentares titulares, dos quais dez votaram, e sete suplentes.
Veja como votou cada senador:

Alessandro Vieira (MDB-SE): a favor;
Beto Faro (PT-PA): contra;
Eduardo Girão (Novo-CE): a favor;
Esperidião Amin (PP-SC): a favor;
Humberto Costa (PT-PE): contra;
Magno Malta (PL-ES): a favor;
Otto Alencar (PSD-BA): contra;
Rogério Carvalho (PT-SE): contra;
Soraya Thronicke (PSB-MS): contra
Tereza Leitão (PT-PE): contra.

CPI do Crime Organizado
Instalada em 4 de novembro de 2025, a CPI apurou a atuação, a expansão e o funcionamento de organizações criminosas no território brasileiro, em especial de facções e milícias. O colegiado investigou o modus operandi, a atuação em cada região e as suas estruturas a fim de identificar soluções adequadas para o combate, principalmente por meio de aperfeiçoamento da atual legislação.


Fonte: Jovem Pan

Com gols de Luciano e Artur, São Paulo vence O’Higgins por 2 a 0 na Sul-Americana

O são-paulino viveu noite de sentimentos distintos no MorumBis provocados pela instabilidade do São Paulo, que fez sua parte em casa ao ganhar do O’Higgins por 2 a 0, em duelo da segunda rodada da Copa Sul-Americana nesta terça-feira (14), mas chegou a ouvir vaias ao final do primeiro tempo depois de péssima apresentação e de sofrer pressão do adversário chileno. Melhorou no segundo, porém, e assegurou o triunfo com um melhor futebol.
A vitória desta terça-feira deixa o São Paulo com 100% de aproveitamento. São seis pontos, fruto de dois triunfos que garantem a equipe tricolor na liderança do Grupo C, que também tem o Boston River, do Uruguai, e o Millonarios, da Colômbia. O O’Higgins tem três.
Dois bonitos gols, de Luciano e Artur, no início de cada tempo, definiram o resultado no MorumBis. Ambos foram construídos a partir de tramas coletivas que envolveram todos os jogadores de ataque.
As duas jogadas evidenciam que o São Paulo é capaz de colocar a bola no chão e vencer convencendo o seu torcedor. O problema é que a equipe de Roger Machado, criticado desde antes de assumir o time, não passa confiança. Tem sido instável até nas partidas que vence.
Foi o caso do duelo desta noite. Depois de abrir o placar, os anfitriões nada mais produziram e foram pressionados pelos visitantes, que deram a impressão de que jogavam em casa. Contribuiu para a queda de desempenho também a lesão de Marcos Antônio, substituído por Danielzinho.
O time chileno se sentiu confortável e encontrou espaço para empatar o jogo. Não empatou por causa das defesas de Rafael e da ineficiência da equipe chilena. O sufoco foi tamanho que o time do Chile terminou o primeiro tempo com 10 finalizações e o São Paulo, apenas duas. A torcida, insatisfeita, vaiou os atletas.
As vaias podem ter ajudado o São Paulo a mudar a postura na etapa final. Os donos da casa ajustaram os erros, sobretudo os de marcação, e definiram o resultado com golaço de Artur, de pé em pé com Luciano e Calleri, até o atacante balançar a rede. O O’Higgins cresceu no final do jogo, mas não a ponto de voltar a incomodar. O triunfo são-paulino estava garantido.


Fonte: Jovem Pan

Receita começa cobrança de R$ 10 bilhões em impostos devidos por quase 3 mil supermercados

Empresários terão um prazo de 60 dias para regularizar sua situação, ou poderão ser multados
Reprodução/EPTV
A Secretaria da Receita Federal está iniciando nesta quarta-feira (15) a notificação de 2.959 supermercados para cobrar R$ 10 bilhões em impostos pelo uso indevido de créditos tributários (valores a receber) do PIS e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).
As notificações serão enviadas por meio da por meio da caixa postal dos contribuintes no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e, também, pelos Correios.
Por meio da operação “Caixa Rápido”, a Receita encontrou “inconsistências” em mais de 55 mil pedidos de ressarcimento e compensação, ou seja, valores já abatidos em impostos a pagar. Ao fiscalizar esses pedidos, o órgão encontrou irregularidades.
Faturamento do setor de supermercados atinge mais de R$ 135 bilhões em 2025
Cesta básica e bebidas
Entre os exemplos mais comuns do uso indevido de créditos tributários pelos supermercados identificados pela Receita estão:
itens da cesta básica, com alíquota zero;
produtos cuja tributação ocorre nas etapas iniciais da cadeia, como bebidas, combustíveis e produtos de higiene.
“Em muitos casos, consultorias tributárias se valem da complexidade da legislação e da limitada familiaridade técnica dos empreendedores com a matéria para induzir contribuintes à utilização de créditos sem respaldo legal”, informou a Receita Federal.
De acordo com a Receita Federal, o objetivo desta operação é promover a “correção voluntária de inconsistências e a adoção de práticas alinhadas à legislação”.
Segundo a Receita, os donos dos supermercados terão até 30 de junho deste ano para regularizar sua situação. Após esse prazo, poderão ser multados.
O órgão informou que, sem a regularização, os sócios ou dirigentes também poderão responder solidariamente pelas dívidas da pessoa jurídica, sendo executados em seu patrimônio pessoal.
O setor supermercadista pode obter mais informações em página específica da Receita Federal na internet sobre o assunto.
Para regularizar a situação, os empresários deverão retificar as declarações fiscais, informar os valores corretos, cancelar os pedidos irregulares e pagar os impostos devidos.
Veja como regularizar a situação
Receita Federal


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g1 > Política

6×1: governo apresenta projeto que reduz limite de jornada de trabalho semanal para 40 horas e prevê dois dias de descanso; veja detalhes

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encaminhou ao Congresso Nacional nesta terça-feira (14) de lei que acaba com a escala 6×1.
O texto prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas e reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado (veja mais detalhes abaixo).
Governo envia ao Congresso PL para fim da escala 6×1
Na prática, isso leva à adoção do modelo 5×2. Segundo o governo, os dias de repouso poderão ser definidos em negociação coletiva, “respeitando as peculiaridades de cada atividade”.
A proposta foi encaminhada com urgência constitucional. O texto da proposta já está disponível no sistema da Câmara dos Deputados e aguarda despacho do presidente da Casa para começar a tramitar.
🔎A chamada urgência constitucional limita a até 45 dias o prazo máximo de tramitação em cada Casa Legislativa. Além disso, prevê mais 10 dias, caso o texto seja alterado na Casa revisora, como aconteceu com o PL Antifacção. Depois, disso, se não retirada a urgência, o projeto passa a trancar a pauta e impede a votação de outras matérias até que o texto seja apreciado.
O projeto promove ajustes na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e outras normas para prever a redução da jornada de trabalho.
“O objetivo central da proposta é garantir mais tempo para a vida além do trabalho, tempo com a família, para o lazer, para a cultura e para o descanso. A garantia do descanso ainda tem potencial impacto positivo sobre a economia, estando alinhada com uma visão moderna de desenvolvimento, que combina produtividade, bem-estar e inclusão social”, informou a Casa Civil.
Segundo a Presidência da República, atualmente, cerca de 14 milhões de brasileiros trabalham na escala 6×1. Desse total, 1,4 milhão (10%) são trabalhadoras domésticas.
Ao encaminhar a proposta, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirma que o texto busca “atualizar o marco normativo trabalhista, enfrentando distorções históricas relacionadas à organização da jornada de trabalho, em especial aquelas decorrentes da adoção sistemática da escala 6×1”.
Proposta do governo
A proposta encaminhada nesta terça mantém escala 12hx36 em casos de acordo coletivo, desde que seja respeitada média de 40 horas semanais.
🔎A escala 12×36 é um regime de trabalho onde o funcionário trabalha por 12 horas seguidas e descansa nas 36 horas subsequentes, garantindo um dia de folga para cada dia de trabalho
Além disso, proíbe que o salário do trabalhador seja reduzido com as mudanças.
Segundo o governo, o texto possui abrangência ampla e alcança domésticos, comerciário, atletas, aeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela CLT e leis especiais.
Fim da escala 6×1 ainda precisa passar por diversas etapas legislativas antes de virar lei
Getty Images via BBC
O envio do projeto de lei do governo foi acertado nesta terça em um almoço no Palácio do Planalto entre Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Também participaram do encontro o ministro José Guimarães e o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).
Motta vinha defendendo a votação de uma Proposta de Emenda à Constituição que já tramita na Casa.
A proposta está na pauta de votações da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara desta quarta-feira (15). O próximo passo será a análise do assunto em uma Comissão Especial.
Após o encontro com o presidente Lula, Motta concordou com o envio do projeto pelo governo. No entanto, o deputado não abriu mão da PEC que já está em tramitação na Câmara.
Tramitação simultânea
No almoço, Lula fez um apelo à Motta. O acordado entre os dois foi que o projeto e a PEC tramitem paralelamente, de forma simultânea, até que fique claro qual dos textos tem maior viabilidade política de aprovação.
A avaliação de Motta, segundo pessoas com conhecimento do tema, é de que o almoço serviu para “distensionar” a relação entre o Congresso e o Executivo sobre este assunto.
No começo do ano, o presidente da Câmara determinou que fossem analisadas juntas uma proposta da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e outra apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).
O objetivo central das propostas é acabar com a possibilidade de escalas de 6 dias de trabalho e 1 de descanso. Ambas preveêm que a jornada não seja superior a 36 horas semanais e que o trabalhador tenha três dias de folga.
Ressalvas do setor produtivo
Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.
Na avaliação de economistas, o debate precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.


Fonte:

g1 > Política