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ENQUETE – OS PINGOS NOS IS – Após Edson Fachin admitir que o STF está em crise, o que você acha que a Corte deve fazer para mudar esse cenário?

Após Edson Fachin admitir que o STF está em crise, o que você acha que a Corte deve fazer para mudar esse cenário?

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Implementar o código de conduta com previsão de punição para quem desrespeitar

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Afastar ministros que estejam sendo investigados por casos que tramitam na Corte

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Voltar a ser uma Corte constitucional que respeita os demais poderes

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Fonte: Jovem Pan

Oscar Schmidt recusou convite para jogar na NBA para defender o Brasil

O ex-jogador de basquete Oscar Schmidt recusou convite para jogar na NBA. Em entrevista ao Pânico, da Jovem Pan, em maio de 2015, o “Mão Santa” explicou que a franquia impedia os seus atletas de atuarem na seleção de seus países.
Perguntado se teria ideia de como seria sua carreira caso tivesse ido para a NBA, Oscar Schmidt disse que “teria sido o melhor jogador do planeta”. “Ninguém treina o que treinei, impossível treinar o que treinei”, declarou.
O ex-atleta quase jogou pelo Brooklyn Nets. Ele foi selecionado pelo então New Jersey Nets no Draft de 1984. Em 2013, Oscar Schmidt passou a integrar o Hall of Fame do basquete, foi um dos poucos a receber a honraria sem ter jogado na NBA.
Sobre os Jogos Pan-Americanos de 1987, quando o Brasil conquistou ouro no basquete, Oscar Schmidt afirmou que foi graças ao título brasileiro que o Dream Team surgiu em 1992. “Depois daquele Pan, os Estados Unidos não venceram mais (…) Eles foram para as Olimpíadas (de 1988) e fizeram um time para jogar contra o Brasil, mas esqueceram que tinha União Soviética e Iugoslávia”, contou.
Lenda do basquete, Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. A causa da morte não foi divulgada. Ele passou recentemente por uma cirurgia.

Assista à entrevista completa


Fonte: Jovem Pan

No Senado, Izalci reafirma candidatura ao GDF e manda recado a Michele Bolsonaro

O senador Izalci Lucas (PL-DF) usou a tribuna do Senado Federal nesta sexta-feira (17) para reafirmar sua pré-candidatura ao governo do Distrito Federal, um dia após ser publicamente rebatido por Michele Bolsonaro.
“Sim, sou pré-candidato ao governo do DF. O PL é o maior partido do Brasil e muito grande aqui em Brasília. Não faz sentido não ter candidatura própria”, declarou.
O senador citou as incertezas jurídicas em torno dos principais adversários. “A governadora Celina Leão será julgada na Operação Draco, que pode torná-la inelegível. O ex-governador Arruda vai ser julgado pelo TSE e também pode ficar inelegível. Nem os candidatos que estão postos têm certeza de suas candidaturas”, afirmou.
Izalci também listou problemas na gestão atual — rombo de R$ 2,7 bilhões nas contas do GDF, crise na saúde e perda de controle na segurança pública — e defendeu uma alternativa. “O DF precisa de uma candidatura limpa, com um passado inquestionável, para ter esperança de futuro”, disse.
Sobre Michele, adotou tom conciliador. “No momento certo, que é perto das convenções, nós vamos sentar com ela para conversar sobre o PL nacional e sobre o Distrito Federal”, afirmou, acrescentando: “Tem 90 dias de muita luta daqui para frente e vamos provar que Brasília merece um candidato limpo, competente e com experiência.“


Fonte: Jovem Pan

Vídeo: Davi Alcolumbre manifesta pesar pela morte de Oscar Schmidt

Nesta sexta-feira (17), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, lamentou o falecimento de Oscar Schmidt, ex-jogador de basquete. “O ‘Mão Santa’ deixa um legado que ultrapassa as quadras e se eterniza na história do país”, disse Davi em nota. Ícone do esporte brasileiro, Oscar morreu aos 68 anos, em Santana do Parnaíba (SP).


Fonte: Senado Federal

Fachin nega crise com Legislativo após relatório de CPI do Crime Organizado

Fachin nega crise com Legislativo após relatório de CPI
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou nesta sexta-feira (17) que haja uma crise institucional entre os Poderes Legislativo e Judiciário após a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado rejeitar o relatório que pedia o indiciamento de três ministros da Corte.
A declaração foi dada depois de uma palestra na Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo, sobre o papel do Judiciário na garantia da segurança pública como direito fundamental.
“Entendo que não há crise institucional entre o Poder Judiciário e o Legislativo. Há compreensões distintas sobre um determinado fenômeno, como a abrangência de uma CPI e sua pertinência temática. Mas, de modo algum, se colocou — e não se deve colocar — em questão a importância de o Parlamento fiscalizar todas as instituições por meio de CPIs”, afirmou Fachin.
O ministro também criticou a tentativa de responsabilização por decisões judiciais.
“Quem nada deve nada teme. Não há crise institucional. O caminho diante de uma decisão judicial com a qual não se concorda é recorrer, contestar, impugnar, e não atacar a institucionalidade”, disse.
Fachin participou de palestra na FGV, em São Paulo, sobre o papel do Judiciário na garantia da segurança pública como direito fundamental.
Reprodução/GloboNews
Relatório da CPI rejeitado
Na terça-feira (14), a CPI do Crime Organizado rejeitou o relatório final apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator dos trabalhos. O placar foi de 6 votos contrários e 4 favoráveis.
O texto pedia o indiciamento de três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) – Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes – e do procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet.
➡️ Na prática, o pedido de indiciamento — desde que fosse aprovado pela maioria da CPI — poderia levar a uma solicitação de impeachment das quatro autoridades citadas.
Em uma manobra para conseguir maioria para rejeitar o parecer, a composição da CPI do Crime Organizado foi alterada horas antes da votação do relatório.
Três dos 11 membros titulares foram trocados. Conforme os registros do Senado, os senadores Sergio Moro (PL-PR) e Marcos do Val (Avante-ES) foram substituídos por Beto Faro (PT-PA) e Teresa Leitão (PT-PE).
Além disso, a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), que era suplente, foi designada membro titular.
Com as trocas, a CPI teve maioria para derrotar o relatório proposto por Vieira. Além de Beto Faro e Teresa Leitão, votaram dcontra o relatório os senadores Rogério Carvalho (PT-SE), Otto Alencar (PSD-BA), Humberto Costa (PT-PE) e Soraya Thronicke.
Vieira apontou indícios de crimes de responsabilidade por parte do procurador-geral e dos ministros do STF.
🔎 O processo para julgar um crime de responsabilidade corre no próprio Senado. Crime de responsabilidade é um delito de natureza política, portanto, tem um trâmite diferente do crime comum.
A TV Globo questionou o Supremo e os ministros sobre os pedidos de indiciamento feito pelo relator, mas ainda não obteve retorno. A PGR afirmou que não vai se manifestar.
Gilmar Mendes publicou uma mensagem nas redes sociais na qual afirma que “CPI não tem ‘base legal’ para pedir indiciamento de ministros do STF”.
Segundo ele, o indiciamento é um ato que cabe exclusivamente à autoridade policial e não se aplica aos crimes de responsabilidade, que seguem um rito próprio, previsto na legislação.
Depois, durante sessão da 2ª Turma do STF, Gilmar chamou o relatório de “proposta tacanha” e disse que eventuais excessos da comissão podem configurar crime de abuso de autoridade.
Esses crimes, segundo ele, são analisados por procedimentos específicos, que envolvem o Congresso Nacional, sem previsão de atuação de CPIs nesse tipo de processo.
O ministro também criticou o que classificou como tentativa de criminalizar a interpretação da lei por magistrados, prática conhecida no meio jurídico como “crime de hermenêutica” — expressão usada para definir tentativas de punir juízes por suas decisões.
Senador Alessandro Vieira (MDB-SE).
Ascom
O relatório de Alessandro Vieira
No relatório, o senador Alessandro Vieira afirma que a CPI foi alvo de “flagrante limitação de recursos”, agravada pelas “enormes barreiras políticas e institucionais levantadas na medida em que as informações sobre fatos relacionados a figuras imponentes da República” começaram a ser investigadas.
Por isso, entre os motivos de indiciamento, “é razoável que a decisão se concentre naqueles fatos e indivíduos que estão fora do alcance dos meios usuais de persecução e que podem ser sujeitos ativos de crime de responsabilidade”.
🔎 Crimes de responsabilidade são atos cometidos por presidentes, ministros e outros agentes públicos que ameacem a Constituição, a União, o funcionamento dos Poderes, os direitos políticos e a segurança interna, entre outros. A sanção é política, podendo resultar na perda do cargo ou na inelegibilidade.
De acordo com o relator da CPI, os ministros citados deveriam ter se declarado suspeitos para julgar o caso do banco Master no STF, devido a supostas relações de proximidade com os envolvidos no caso. Principalmente o dono do banco, Daniel Vorcaro.
🔎 A CPI foi instalada em novembro de 2025 para investigar omissões no combate ao crime organizado no Brasil. O Master entrou nos assuntos da comissão após suspeitas de irregularidades em operações financeiras para ocultar recursos de origem ilícita.
Crimes de responsabilidade
Vieira enquadrou os indiciados nos seguintes critérios de descumprimento da lei:
➡️Ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes
Proferir julgamento quando, por lei, seja suspeito na causa;
Proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções.
➡️Ministro Gilmar Mendes
Proferir julgamento quando, por lei, seja suspeito na causa.
➡️Procurador-geral da República, Paulo Gonet
Ser patentemente desidioso no cumprimento de suas atribuições. Segundo a lei, isso significa “proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo”.


Fonte:

g1 > Política

Mora de aluguel? Saiba como declarar no Imposto de Renda

Quem mora de aluguel costuma ter dúvidas na hora de prestar contas ao Fisco, principalmente sobre a possibilidade de deduzir esse gasto. No entanto, na Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026, a regra permanece: o valor pago mensalmente não pode ser abatido, mas deve ser obrigatoriamente declarado.
Segundo João Roberto de Souza, professor do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Anhanguera, a principal atenção do contribuinte deve estar na consistência das informações. “Mesmo não sendo uma despesa dedutível, o aluguel precisa ser informado corretamente, pois a Receita Federal cruza os dados com o que foi declarado pelo proprietário do imóvel. Qualquer divergência pode levar à malha fina”, explica.
Como declarar corretamente o aluguel no IR 
O preenchimento deve ser feito na ficha “Pagamentos Efetuados”, sob o código “70 – Aluguéis de imóveis”, com a indicação do nome e CPF ou CNPJ do locador, além do valor total pago ao longo de 2025. Os dados devem seguir exatamente o que consta em contrato ou comprovantes de pagamento.
Para evitar erros comuns, alguns cuidados simples fazem diferença na hora da declaração:

Conferir se o CPF ou CNPJ do proprietário está correto;
Informar o valor total pago no ano, sem omissões;
Utilizar apenas dados que possam ser comprovados;
Verificar quem é o responsável pelo contrato em casos de aluguel compartilhado.

“Esses detalhes ajudam a garantir que não haja inconsistências no cruzamento de informações feito pela Receita”, orienta o docente.
Erros pequenos no preenchimento da declaração podem gerar inconsistências que levam à malha fina Imagem: OPOLJA | Shutterstock
Casos de aluguel compartilhado 
Outro ponto de atenção é quando o imóvel é dividido entre mais de uma pessoa. Nesses casos, a recomendação é que a declaração seja feita por quem consta como responsável financeiro no contrato de locação. “Se houver mais de um morador, é importante observar quem está formalmente vinculado ao pagamento. Isso evita divergências”, ressalta João Roberto de Souza.
Atenção às regras da Receita Federal
Além disso, é importante lembrar que a obrigatoriedade de entrega da declaração segue os critérios definidos pela Receita Federal, como ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888 no ano de 2025, entre outras regras vigentes.
Por fim, o especialista reforça que, embora o aluguel não traga benefício direto na restituição, sua omissão pode gerar dor de cabeça. “Deixar de informar o pagamento pode parecer irrelevante, mas é um erro comum que pode levar o contribuinte à malha fina e até à aplicação de multas”, finaliza.
Por Priscila Dezidério


Fonte: Jovem Pan

Moraes vota para condenar Eduardo Bolsonaro por difamação

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (17) a favor da condenação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por difamação contra a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). O magistrado é o relator do caso na Suprema Corte.
Moraes rejeitou os argumentos dos advogados sobre imunidade parlamentar e cerceamento de defesa, concluindo que o ex-deputado disseminou informações falsas para atacar a honra da parlamentar nas redes sociais.
O magistrado ressaltou que a imunidade parlamentar exige conexão com o desempenho da função e não serve como “escudo protetivo” para a prática de crimes, agressões, discursos de ódio ou disseminação de mentiras. Também defendeu que as falas de Eduardo violam o direito à liberdade de expressão.
“Liberdade de expressão não é liberdade de agressão! Liberdade de expressão não é liberdade de destruição da democracia, das instituições e da dignidade e honra alheias! Liberdade de expressão não é liberdade de propagação de discursos mentirosos, agressivos, de ódio e preconceituosos! A Constituição Federal consagra o binômio “LIBERDADE e RESPONSABILIDADE”, diz o documento.
O julgamento acontece em plenário virtual, iniciado nesta sexta, e os ministros têm até o dia 28 de abril para darem seus votos. Moraes votou por condenar o ex-parlamentar a um ano de detenção e o pagamento de multa de aproximadamente R$ 125 mil, em regime inicial aberto.

Entenda o caso
Eduardo acusou Tabata nas redes sociais, em 2021, de elaborar um projeto de lei para beneficiar o empresário Jorge Paulo Lemann. Segundo o ex-deputado, o PL que trata da distribuição de absorventes em locais públicos tinha como objetivo beneficiar a empresa Procter & Gamble, de produtos higiênicos, da qual Lemann é um dos donos.
“A deputada agindo desta maneira quase infantil mais parece querer atender ao lobby de seu mentor-patrocinador Jorge Paulo Lemann, um dos donos da produtora de absorventes P&G, do que realmente conseguir um benefício ao público”, disse Eduardo à época.


Fonte: Jovem Pan

Davi lamenta morte de Oscar Schmidt, ‘ícone do basquete brasileiro’

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, divulgou uma nota de pesar pelo falecimento do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt. O parlamentar sublinhou que o “Mão Santa”, reconhecido internacionalmente, é “um dos maiores nomes da história do esporte brasileiro”. Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos.
A senadora Leila Barros (PDT-DF) também se manifestou logo após a notícia do falecimento do atleta.
— É um dia muito triste não só para o basquete, mas a todo o esporte brasileiro. Tive o prazer de ir a duas olimpíadas com o Oscar: em 1992, em Barcelona, e em 1996, em Atlanta. E posso falar com muita convicção: foi um dos atletas que conheci que mais tiveram prazer vestindo a camisa da seleção brasileira, que mais se dedicaram servindo o país numa Olimpíada ou por onde ele estivesse. A energia dele contagiava. Era uma figura incrível, alegre. Meus sentimentos à toda a família e a todos amigos — disse a senadora.
Leia a íntegra da nota do presidente do Senado:
Nota de pesar
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, manifesta profundo pesar pelo falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do esporte brasileiro.O Brasil se despede, nesta sexta-feira (17), de uma de suas grandes referências. O “Mão Santa” deixa um legado que ultrapassa as quadras e se eterniza na história do país.Ícone do basquete brasileiro, Oscar construiu uma trajetória marcada por talento e dedicação, tornando-se um dos maiores pontuadores do basquete mundial e levando o nome do Brasil ao reconhecimento internacional.O Congresso Nacional se solidariza com familiares, amigos e admiradores, certo de que sua história permanecerá viva na memória dos brasileiros.
Davi AlcolumbrePresidente do Congresso Nacional e do Senado Federal


Fonte: Senado Federal

STF tem maioria para manter cassação do ex-deputado Rodrigo Bacellar

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) registrou nesta sexta-feira (14) maioria de votos para manter a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou a cassação do mandato do deputado estadual Rodrigo Bacellar (União), ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Até o momento, o placar do julgamento virtual está 3 votos a 0 para manter a decisão.
Em março, Bacellar foi condenado no mesmo processo que levou à inelegibilidade do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro. A ação tratou das contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj).
Com a cassação, o deputado Carlos Augusto (PL) assumiu uma cadeira na Alerj.
Após a decisão do TSE, a defesa de Bacellar recorreu ao Supremo e pediu a decretação de efeito suspensivo da decisão que condenou o ex-deputado.
Ao analisar o caso, o relator, ministro Cristiano Zanin, negou o pedido por razões processuais. O ministro entendeu que ainda cabe recurso contra a decisão, e o caso não justifica a concessão de uma medida liminar.
“Diante dos fundamentos da decisão agravada e pelo fato de não ter ocorrido nenhuma mudança em relação a situação processual quanto à interposição de eventual recurso extraordinário e de seu juízo de admissibilidade pelo Tribunal Superior Eleitoral, entendo ser o caso de manter a negativa da medida cautelar por seus próprios fundamentos”, afirmou.
O voto foi seguido pelos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Falta o voto da ministra Cármen Lúcia.
Prisão
No dia 27 de março, em função da cassação, Rodrigo Bacellar voltou a ser preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes.
O ex-parlamentar é investigado no inquérito que apura o vazamento de informações sigilosas sobre a investigação que envolve o ex-deputado estadual TH Joias.


Fonte: Jovem Pan

8 livros para aproveitar o feriado de Tiradentes

A pausa na rotina durante o feriado de Tiradentes cria o cenário ideal para mergulhar em narrativas ainda desconhecidas e ampliar o olhar sobre o mundo. A seleção a seguir reúne obras que transitam entre história, ficção e espiritualidade, oferecendo diferentes portas de entrada para a leitura.
Com o ritmo menos acelerado, aproveite para desvendar recortes do passado e compreender contextos contemporâneos. Abaixo, selecione o livro que será sua companhia durante o respiro!
1. Se eu fosse você
“Se Eu Fosse Você” é um romance histórico e emocionante sobre amizade, amor e redenção durante a Segunda Guerra Mundial Imagem: Divulgação | Editora Mundo Cristão
Da consagrada autora Lynn Austin, esse romance histórico é uma emocionante história de amizade, amor e redenção durante a Segunda Guerra Mundial. Audrey, da aristocracia, e Eve, de origem humilde, têm seus destinos entrelaçados desde a infância. Anos depois, em meio à dor e à maternidade, uma decisão surpreendente muda suas vidas para sempre, mostrando como escolhas em tempos difíceis ecoam por toda a vida.
2. Os filhos de Ema
“Os filhos de Ema” acompanha a trajetória de três órfãs que vivem juntas em um casebre no sertão Imagem: Divulgação | Grupo Editorial Caravana
Neste livro, D. B. Frattini apresenta, pela primeira vez em publicação em língua portuguesa, a releitura de uma peça escrita em 1992. Inspirada no conto popular sergipano “Os Três Coroados”, de Sílvio Romero, a obra articula sentimentos universais como inveja, vingança e perdão em uma narrativa marcada por reflexões que permanecem atuais mesmo após três décadas de sua estreia. Dividido em três atos, o texto acompanha a trajetória de Ema, Ana e Iva, órfãs que vivem juntas em um casebre no sertão.
3. A maldição da mandioca
“A maldição da mandioca” convida o leitor a revisitar o passado sob uma nova perspectiva e refletir sobre seus impactos no presente e no futuro Imagem: Divulgação | Editora Viseu
Como você enxerga o futuro do Brasil? Essa é a pergunta que conduz uma ficção econômica que entrelaça história, economia e autoconhecimento. A narrativa acompanha Max, um jovem que vive na São Paulo de 3050 e decide viajar no tempo em busca de respostas sobre o país. Ao percorrer momentos-chave, como a Proclamação da Independência e a Era Vargas, a obra convida o leitor a revisitar o passado sob uma nova perspectiva e refletir sobre seus impactos no presente e no futuro.
4. Meu mundo é uma bola
“Meu mundo é uma bola” acompanha a trajetória de quatro amigos unidos pelo sonho de jogar futebol Imagem: Divulgação | Editora Ciranda Cultural
Perfeito para compartilhar bons momentos em família, a obra das escritoras Regiane Alves e Liliane Mesquita acompanha a trajetória de quatro amigos unidos pelo sonho de jogar futebol. Entre desafios, diferenças e descobertas, a história aborda temas como amizade, empatia e superação de forma leve e envolvente. Com uma narrativa acessível e sensível, o livro cria uma ponte entre diversão e aprendizado, tornando a leitura uma oportunidade especial de conexão entre adultos e crianças neste feriado.
5. A dor crônica que me transformou
“A dor crônica que me transformou” convida o leitor a reflexões e exercícios simples que integram ciência, experiência e ação cotidiana Imagem: Divulgação | Hanoi Editora
A dor crônica não afeta apenas o corpo, ela altera planos, relações e identidade. Em muitos momentos, parece reduzir a vida ao diagnóstico. Mas e se a dor não precisasse ser o fim da história? Após o diagnóstico de dor crônica miofascial, Léa Tande escolheu unir tratamento médico aos fundamentos da Psicologia Positiva, desenvolvendo um caminho concreto para reconstruir a qualidade de vida.
6. I’ve got a blank space, baby
“I’ve got a blank space, baby” descomplica os métodos dos trabalhos científicos unindo a teoria acadêmica com referências do universo pop Imagem: Divulgação | Wigvan Pereira dos Santos
Se você sente que está estagnado na escrita acadêmica, este é o livro ideal! Professor de Metodologia há 15 anos, Wigvan Pereira dos Santos decidiu desenvolver uma publicação que fosse capaz de descomplicar os métodos dos trabalhos científicos. Contemplada pelo Edital nº 14/2024 – Goiás Mundo Afora, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, a obra cumpre o papel ao unir a teoria acadêmica com referências do universo pop.
7. A biblioteca de Stalin  
Em “A biblioteca de Stalin”, Geoffrey Roberts investiga o acervo pessoal de uma das figuras mais decisivas do século XX para acessar os seus processos de pensamento Imagem: Divulgação | Editora Matrix
Leitor obsessivo, intelectual disciplinado e estrategista do poder que fez dos livros uma arma política. Entre estantes organizadas com rigor e páginas marcadas por anotações, revela-se um Joseph Stalin muito além da figura pública do ditador: um leitor obsessivo que fazia dos livros instrumentos de poder. É a partir desse recorte que se constrói a análise em que o historiador Geoffrey Roberts investiga o acervo pessoal de cerca de 25 mil volumes para acessar os processos de pensamento de uma das figuras mais decisivas do século XX.
8. Identidade 
“Identidade” investiga por que tantas mulheres aprendem a se diminuir para caber em expectativas externas Imagem: Divulgação | Editora Vida
A obra investiga por que tantas mulheres aprendem a se diminuir para caber em expectativas externas. A partir da “Síndrome da Pessoa Bonsai”, a psicóloga Fernanda Aoki mostra como rótulos, comparação e busca por aprovação podam desejos e potencial. Com exemplos do cotidiano, propõe reconhecer esses padrões, resgatar a própria essência e reconstruir uma identidade mais livre e íntegra.
Por Lara Montezuma


Fonte: Jovem Pan