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Lula determina apoio federal a autoridades de Pernambuco devido às chuvas fortes em Recife

O president afirmou nesta sexta-feira (1º), nas redes sociais, que disponibilizou apoio federal para as autoridades de Pernambuco em razão das fortes chuvas que caem na região metropolitana de Recife e em outras partes do estado.
“Conversei hoje pela manhã por telefone com o ex-prefeito [de Recife] João Campos e o senador Humberto Costa [PT] sobre as fortes chuvas que caem no Grande Recife e em outras regiões de Pernambuco. Determinei imediatamente o pronto apoio federal às autoridades locais”, afirmou Lula em post no X (antigo Twitter).
“O ministro da Integração Regional, Waldez Góes, acionou a Defesa Civil Nacional para prestar todo suporte às cidades atingidas, inclusive com o reconhecimento da situação de emergência e o deslocamento de técnicos para a área. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também mobilizou a Força Nacional do SUS no atendimento às vítimas”, disse o presidente.
Vídeos em alta no g1
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), que não foi citada por Lula em sua publicação, também informou pelo X, na manhã desta sexta, que está “monitorando de perto a situação das cidades pernambucanas atingidas pelas fortes chuvas nas últimas horas”.
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) colocou a Região Metropolitana do Recife e a Zona da Mata Norte em estado de alerta, com aviso meteorológico vermelho, o mais grave.
Para o sábado (2), a tendência de precipitação, de acordo com a Apac, é de chuva moderada a forte na Zona da Mata e na Região Metropolitana.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto.
Ricardo Stuckert/PR
De acordo com o g1 PE, ao menos 80 pessoas ficaram desalojadas na capital e foram encaminhadas para um abrigo da prefeitura no bairro de Cajueiro, na Zona Norte da cidade.
Segundo o Corpo de Bombeiros, ao menos 55 moradores foram resgatados após ficarem ilhados em Cajueiro e em Peixinhos, em Olinda. Os rios Capibaribe e Sirigi inundaram. O grande volume de água causou deslizamentos de terra e o ramal Jaboatão do Metrô do Recife foi interditado.


Fonte:

g1 > Política

Motta convoca sessões para acelerar PEC da 6×1 e prevê aprovação ainda em maio

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou sessões deliberativas do Plenário de segunda, 4, a sexta-feira, 8, com objetivo de acelerar a contagem do prazo para a apresentação de emendas na comissão especial que analisa a PEC da escala 6×1.
A pauta de votação deve ser divulgada ainda nesta sexta-feira, 1º, pela Secretaria-Geral da Mesa.
O deputado destacou que pretende entregar a aprovação do texto ainda em maio, em mensagem sobre o Dia do Trabalho publicada no Instagram.
“Neste 1º de maio eu quero reafirmar o compromisso da Câmara dos Deputados com os seus direitos. Sei que muitos aguardam a resposta sobre a PEC da escala 6 por 1 e o meu compromisso é claro, não ficaremos só no discurso. Já instalamos a Comissão Especial para um debate profundo e rápido. Nossa meta é entregar a aprovação do texto ainda no mês de maio, sempre com o equilíbrio que o Brasil precisa”, disse.

 

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Fonte: Jovem Pan

Trump diz que está insatisfeito com o Irã: ‘Não sabe mais quem são seus líderes’

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que não está satisfeito com o Irã, após conversas por telefone com a liderança persa e recentes negociações bilaterais em busca de um acordo de paz. Segundo o republicano, o governo iraniano está muito fragmentado, o que dificulta chegar a um consenso em relação ao acordo.
“Irã não sabe mais quem são seus líderes, estão muito confusos e a liderança não se dá bem, há tremenda discordância”, afirmou ele a repórteres na Casa Branca, embora tenha ressaltado que ainda quer chegar a um “bom acordo” com Teerã.
“Estávamos avançando e próximos de um acordo, mas vieram representantes de uma ala que apoia armas nucleares e a conversa desandou. Não sei se algum dia chegaremos lá em um acordo”.
De acordo com ele, todos os grupos de lideranças do Irã, incluindo os mais extremistas, querem um acordo. No entanto, esses grupos possuem demandas diferentes e conflitantes com os termos propostos pelos EUA.
Trump reiterou ameaças ao país persa, frisando que “ou vamos destruí-los ou fazemos um acordo”. Questionado sobre a situação militar dos EUA, o presidente disse que o país ainda possui estoques suficientes de mísseis ao redor do mundo e que suas forças armadas estão em boas condições. “Estamos a caminho de uma vitória no Irã”, disse, acrescentando que o bloqueio do Estreito de Ormuz está funcionando e continuará em vigor.
“Se sairmos agora do Irã, levará mais de 20 anos até que possam reconstruir seu país. Mas não estamos satisfeitos ainda com operações lá”, afirmou. Trump, contudo, evitou responder a perguntas se novos ataques serão realizados contra Teerã. “Por que eu falaria sobre isso?”, rebateu.
O republicano criticou ainda a Itália e a Espanha ao dizer que “não está feliz” com o posicionamento de ambos os países sobre a guerra no Irã, acusando ambos de serem favoráveis à obtenção de armas nucleares por Teerã. Apesar disso, Trump sinalizou que pode estar presente na próxima reunião do G7.


Fonte: Jovem Pan

Bolsonaro continua internado após cirurgia no ombro em Brasília

O ex-presidente Jair Bolsonaro continua internado após passar por cirurgia em Brasília, nesta sexta-feira (1º), segundo boletim médico divulgado pelo Hospital DF Star. Ainda não há previsão de alta. Também segundo o texto, o procedimento ocorreu sem intercorrências.
A intervenção tinha como objetivo tratar o ombro direito do capitão da reserva. Bolsonaro teve que passar pela operação por sofrer com dores e incapacidade funcional no local, segundo a defesa do ex-presidente. O procedimento foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na quinta-feira (30).
Mais cedo, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pediu orações para seu marido. “Peço aos meus irmãos em Cristo que orem pelo procedimento cirúrgico do meu galego”, escreveu Michelle.
De acordo com os advogados, Bolsonaro sofre com os sintomas mesmo após tentativas de tratamentos conservadores e o uso diário de analgésicos. Conforme a defesa, os exames físicos e de imagem constataram uma retração importante e uma lesão de alto grau no tendão supraespinhal, estrutura responsável pelo movimento de levantar o braço.
A cirurgia foi recomendada pelo ortopedista Alexandre Firmino Paniago. Os advogados destacaram que o pedido para operar tinha caráter “estritamente humanitário e sanitário”. A defesa justificou que não se trata de uma conveniência pessoal, mas sim de uma “necessidade terapêutica concreta” para preservar a integridade física e a qualidade de vida de Bolsonaro.

Prisão domiciliar
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados à trama golpista. Em 24 de março, Moraes autorizou o ex-presidente  a ficar em prisão domiciliar por 90 dias para se recuperar do quadro de broncopneumonia.


Fonte: Jovem Pan

Brasil tem menor número de homicídios no primeiro trimestre em 10 anos

O Brasil registrou o menor número de homicídios dolosos e latrocínios nos últimos dez anos, nos primeiros três meses de 2026. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) nesta quinta-feira (30), por meio do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp).
De 2016 a 2026, houve uma redução de 42,7% no número de homicídios dolosos, saindo de 12.719 para 7.289. De 2022 para este ano, a redução foi de 25%. Os latrocínios (roubos seguidos de morte) foram de 591 em 2016 para 160 em 2026.  O número representa uma redução de 54%. Se comparado com 2022, a redução foi de 48%.
Ainda segundo os dados divulgados, o número de mandados de prisão cumpridos entre 2022 e 2026 aumentou em 37%, saindo de 53.212 para 72.965. Segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, os resultados são fruto de uma mudança no enfrentamento do crime por parte do Estado.
Também segundo o ministro, a estratégia nacional tem priorizado a integração entre a União e os estados, com utilização de dados e foco em estruturas econômicas do crime.


Fonte: Jovem Pan

Trump amplia sanções dos EUA contra o governo cubano

O presidente Donald Trump assinou nesta sexta-feira um decreto ampliando as sanções dos Estados Unidos contra o governo cubano, disseram duas autoridades da Casa Branca à Reuters, em um momento em que ele busca colocar mais pressão sobre Havana depois de tirar o líder da Venezuela do poder.
As novas sanções têm como alvo pessoas, entidades e afiliadas que apoiam o aparato de segurança do governo cubano ou são cúmplices de corrupção ou de graves violações dos direitos humanos, disseram as autoridades, bem como agentes, funcionários ou apoiadores do governo.
Não ficou imediatamente claro quais pessoas ou entidades foram atingidas pelas sanções previstas na ordem, que foi relatada pela primeira vez pela Reuters.
A ordem autoriza sanções secundárias para a realização ou facilitação de transações com os alvos da ordem, disseram as autoridades.
As novas sanções foram a última investida do governo Trump contra Cuba, que o presidente declarou repetidamente estar próxima de um estado de colapso.
Sob o comando de Trump, as forças dos EUA lançaram ataques a barcos na Venezuela e entraram em Caracas para capturar o presidente Nicolás Maduro e, com Israel, travaram uma guerra contra o Irã desde 28 de fevereiro. Trump disse que “Cuba é a próxima”. Ele não especificou o que planeja fazer com a nação insular.


Fonte: Jovem Pan

Casa Branca se recusa a comentar sobre negociações com o Irã

A Casa Branca rejeitou, nesta sexta-feira (1º), fazer comentários sobre uma nova proposta de negociações do Irã. “As conversas continuam”, afirmou uma porta-voz do governo.
“Não fornecemos detalhes sobre conversas privadas. O presidente Trump deixou claro que o Irã nunca deve se dotar de armas nucleares e as negociações continuam para garantir a segurança nacional a curto e longo prazo dos Estados Unidos”, declarou Anna Kelly, porta-voz adjunta do Executivo americano, em uma declaração transmitida à AFP.
“A República Islâmica enviou na noite de quinta-feira o texto de sua última proposta ao Paquistão, mediador nas conversações com os Estados Unidos”, informou a agência oficial iraniana Irna, sem dar mais detalhes.


Fonte: Jovem Pan

Acordo Mercosul-UE: Brasil deve ampliar exportações em até US$ 1 bilhão em um ano, estima agência

Acordo UE-Mercosul passa a valer no Brasil: o que muda para o agro
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) projeta que, já no primeiro ano de vigência do Acordo Mercosul-União Europeia, o Brasil poderá ampliar suas exportações em até US$ 1 bilhão.
A estimativa considera 543 produtos com maior potencial de ganho imediato, dentro de um universo de cerca de 5 mil itens do Mercosul que passam a ter tarifa zerada a partir desta sexta-feira (1º).
Na prática, cerca de 54% das exportações do bloco passam a contar com tarifa zero, enquanto aproximadamente 10% dos produtos europeus terão o mesmo benefício no acesso ao mercado sul-americano.
Entre os itens com maior potencial de impulsionar as vendas externas estão:
🍯mel
🍇uvas
🔋geradores elétricos
🛩️aeronaves
⚙️motores
👞couro
“Uma tarifa de 3% ou 7% pode definir se o negócio acontece ou não. A eliminação desses custos abre espaço imediato para o produto brasileiro ganhar participação”, destacou o presidente da Apex, Laudemir Muller, a jornalistas.
Ele acrescentou que o segmento de aeronaves, com a tarifa zerada, pode acessar um mercado estimado em cerca de US$ 16 bilhões.
A União Europeia é o segundo maior importador do mundo. Somados, os países do bloco movimentam cerca de US$ 7,4 trilhões em importações, sendo mais de US$ 3 trilhões provenientes de mercados externos ao próprio bloco.
O mercado europeu é cerca de nove vezes maior que o do Mercosul, e sua abertura ocorre em ritmo até cinco vezes mais acelerado, o que pode ampliar o potencial de inserção internacional das empresas brasileiras.
A redução de preços para os consumidores, no entanto, não deve ser imediata. O impacto inicial tende a se concentrar nas empresas exportadoras, enquanto os efeitos para o consumidor final devem ocorrer de forma gradual, à medida que os fluxos comerciais se ajustam e os produtos passem a chegar mais baratos aos mercados.
Quem ganha e quem perde com o acordo UE-Mercosul
Arte/g1


Fonte:

g1 > Política

Cirurgia em ombro de Bolsonaro é concluída sem intercorrências, diz boletim médico

A equipe médica que realizou uma cirurgia no ombro do ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira (1º), informou em nota que o procedimento foi concluído sem intercorrências.
Bolsonaro, que cumpre pena após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe, teve autorização do ministro Alexandre de Moraes para ser internado e operado.
“O hospital DF Star informa que o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro foi submetido a cirurgia de reparo artroscópico do manguito rotador à direita, sem intercorrências. No momento encontra-se internado em unidade de internação para controle de dor e observação clínica”, diz o boletim divulgado no início desta tarde.
O texto é assinado pelos médicos Alexandre Firmino Paniago (ortopedista cirurgião de ombro), Claudio Birolini (cirurgião geral), Leandro Echenique (cardiologista), Brasil Caiado (cardiologista) e Allisson Barcelos Borges (diretor geral do hospital).
➡️O manguito rotador é um grupo de quatro músculos e tendões que ajudam a estabilizar e a movimentar a articulação do ombro. Quando o tratamento com fisioterapia e medicamentos não é suficiente, a cirurgia de reparo torna-se o caminho para dar mais qualidade de vida ao paciente.
Segundo especialistas, a cirurgia no manguito rotador é realizada principalmente em três cenários:
rupturas completas ou extensas: quando o tendão está totalmente desligado do osso;
falha no tratamento conservador: no caso do paciente que não apresenta melhora da dor ou da função após meses de fisioterapia;
lesões agudas por trauma: situações nas quais uma queda (ou um esforço súbito) causa a ruptura.


Fonte:

g1 > Política

Crise e protestos marcam cenário político na Bolívia em 2026

Por Redação


A Bolívia enfrenta um período de instabilidade em 2026, com protestos registrados em diferentes regiões do país em meio à crise econômica e tensões políticas. Medidas relacionadas ao combustível e ao aumento do custo de vida têm provocado reações de diversos setores da sociedade, incluindo transportadores e trabalhadores.

Um vídeo obtido pela reportagem, enviado por uma fonte identificada como Jair, que está na Bolívia, mostra uma grande concentração de motociclistas ocupando ruas e avenidas. Segundo ele, as imagens registram um protesto contra o governo no país. Na gravação, um narrador afirma: “isso aqui é um protesto na Bolívia contra o governo… olha os bolivianos tudo empurrando as motos”.

De acordo com a fonte, que presenciou a situação, o cenário reflete a insatisfação popular. Indignado, ele também fez uma comparação com a realidade brasileira: “aqui em Cacoal vai a minoria nos protestos que fazemos”, destacando a percepção de menor adesão a manifestações locais.

Apesar do relato, não há até o momento confirmação oficial independente de que o registro específico corresponda a um protesto organizado. Especialistas alertam que cenas como essa também podem estar relacionadas a congestionamentos, filas por combustível ou impactos indiretos da crise no transporte.

Nos últimos meses, manifestações no país têm incluído bloqueios de estradas, paralisações e atos públicos, refletindo a insatisfação com a situação econômica. Analistas apontam que o cenário é resultado de uma combinação de fatores, como dificuldades no abastecimento, aumento de preços e disputas políticas internas.

Autoridades seguem monitorando a situação, enquanto organizações sociais continuam convocando mobilizações em diferentes regiões.

Diante da circulação de conteúdos nas redes sociais, especialistas recomendam cautela: imagens e vídeos podem ser compartilhados sem contexto, o que pode levar a interpretações equivocadas sobre os acontecimentos.

A situação segue em desenvolvimento.