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O que os pais precisam saber antes de escolher um tratamento de miopia para seus filhos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o avanço da miopia como uma “epidemia silenciosa”, chamando atenção para a rapidez com que o problema cresce e para seu impacto como desafio de saúde pública global. A organização estima que a prevalência do distúrbio deve aumentar nas próximas décadas, podendo atingir cerca de metade da população mundial até 2050 — reforçando a necessidade de medidas preventivas na infância.
No Brasil, a preocupação é crescente. Segundo a Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO), uma em cada três crianças em idade escolar já apresenta algum grau de miopia. Diante desse cenário, identificar o tratamento mais adequado para cada fase da condição, garantindo intervenções precoces e eficazes, é fundamental.
“Antes de qualquer decisão, é importante compreender que a miopia não tem cura. Os tratamentos disponíveis buscam controlar sua progressão, sobretudo na infância, período em que o crescimento ocular é mais rápido e o risco de aumento do grau é maior. Por isso, o acompanhamento oftalmológico regular é indispensável para monitorar a evolução do quadro e ajustar a estratégia de controle”, explica Celso Cunha, oftalmologista e consultor da HOYA Vision Care, multinacional japonesa referência global em soluções ópticas de alta tecnologia.
Importância da avaliação oftalmológica
O processo de acompanhamento começa com uma avaliação oftalmológica completa, incluindo refração com dilatação e medição do comprimento axial do olho. Esses exames permitem identificar o grau atual, entender a velocidade de progressão e orientar o tratamento mais apropriado. “Intervir cedo é essencial, já que graus elevados estão associados a complicações futuras, como descolamento de retina e glaucoma”, reforça o especialista.
Fatores genéticos e ambientais também influenciam a evolução da miopia Imagem: Wallenrock | Shutterstock
Fatores que influenciam a evolução da miopia
Além dos aspectos clínicos, fatores genéticos e ambientais também influenciam a evolução da miopia. Crianças filhas de pais míopes têm maior predisposição, enquanto hábitos como uso excessivo de telas e pouca exposição à luz natural contribuem de forma significativa para o avanço do problema. “Pausas frequentes durante o uso de dispositivos digitais e atividades ao ar livre fazem diferença na saúde ocular infantil”, destaca Celso Cunha.
Tecnologia e inovação no tratamento
Ao avaliar o tratamento ideal, Celso Cunha ressalta que a decisão deve ser sempre individualizada, levando em conta exames detalhados, estilo de vida e necessidades específicas de cada criança. “Com informação, acompanhamento profissional e ajustes na rotina, os pais podem atuar de maneira ativa e eficaz no controle da miopia”, afirma.
Mais do que corrigir o erro refrativo, é necessário considerar que a miopia é progressiva e tende a avançar justamente na infância, quando o globo ocular está em desenvolvimento e mais suscetível ao aumento acelerado do grau. Diante desse cenário, é importante reforçar que a escolha pelo melhor método de controle da miopia deve sempre considerar uma análise das particularidades de cada paciente.
Ações que tornam o tratamento da miopia completo
Embora as inovações tecnológicas representem avanços significativos, elas fazem parte de um conjunto maior de ações que incluem acompanhamento clínico contínuo, promoção de hábitos visuais saudáveis e educação das famílias sobre a importância da prevenção. “Dessa forma, o tratamento da miopia infantil se torna mais completo, responsável e alinhado às recomendações de saúde pública, contribuindo para uma visão de longo prazo mais segura e sustentável para crianças e adolescentes”, finaliza o consultor da HOYA Vision Care.
Por Fabio Saulo Costa


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Saúde no prato: 5 cuidados com a alimentação para a prevenção de doenças

O Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, relembra a criação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Mais do que uma data simbólica, o momento chama a atenção para a importância da qualidade de vida, da prevenção de doenças e do acesso universal aos cuidados de saúde. Além disso, é um convite para adotar, na prática, atitudes que contribuam para o cuidado com o corpo, começando pela alimentação. Isso porque a saúde começa no prato.
Segundo o nutrólogo Dr. Sandro Ferraz, CEO do Instituto Evollution, em São Paulo, essa abordagem conecta alimentação e medicina preventiva ao mostrar que escolhas diárias à mesa podem funcionar como um verdadeiro “check-up metabólico”, ajudando a reduzir inflamação, equilibrar o metabolismo e evitar doenças crônicas de forma prática e acessível.
A seguir, o especialista compartilha 5 dicas para transformar a rotina alimentar em uma estratégia eficaz de longevidade. Confira!
1. A regra do arco-íris metabólico
Em vez de focar apenas em calorias, a recomendação é priorizar o consumo de fitoquímicos, compostos bioativos presentes nos alimentos naturais. Cada cor de alimento exerce uma função específica, protegendo diferentes sistemas do organismo. “O ideal é incluir pelo menos três cores diferentes em cada refeição principal. O pigmento roxo, por exemplo, é um aliado direto da saúde cardiovascular e cerebral”, destaca o Dr. Sandro Ferraz.
2. Crononutrição: não é só o “quê”, mas “quando”
A medicina preventiva moderna também considera o ciclo circadiano. Consumir grandes volumes de alimentos à noite pode desregular o metabolismo e comprometer a regeneração celular durante o sono. A recomendação é concentrar a maior ingestão energética ao longo do dia, enquanto o organismo está mais ativo, e evitar refeições nas horas que antecedem o descanso. “Parar de comer de duas a três horas antes de dormir é uma estratégia importante na prevenção do diabetes tipo 2”, orienta o médico.
Aumentar a ingestão de fibras fermentáveis favorece o equilíbrio da microbiota intestinal Imagem: Timmary | Shutterstock
3. Saúde intestinal como escudo imunológico
A nutrologia hoje entende o intestino como peça-chave na prevenção de doenças autoimunes e até transtornos mentais. A recomendação é reduzir o consumo de ultraprocessados e aumentar a ingestão de fibras fermentáveis, como aveia, chicória e biomassa de banana verde, que favorecem o equilíbrio da microbiota. “Um intestino saudável atua como uma barreira, ajudando a filtrar toxinas que, a longo prazo, podem desencadear inflamação crônica”, explica o Dr. Sandro Ferraz.
4. Densidade nutricional x calorias vazias
Prevenção é sobre dar ao corpo matéria-prima de qualidade. A dica é priorizar alimentos naturais e minimamente processados, que realmente forneçam nutrientes para o bom funcionamento do organismo. “Se o alimento tem uma lista de ingredientes que você não reconhece, ele provavelmente não está prevenindo doenças, mas sobrecarregando o fígado”, alerta o especialista.
5. Hidratação estratégica e micronutrientes
Muitas vezes, sintomas como cansaço e baixa energia estão ligados à desidratação ou à deficiência de minerais como magnésio e zinco. A recomendação é não esperar a sede para se hidratar, já que ela pode ser um sinal de um quadro leve de desidratação. Além disso, incluir sementes de abóbora e de girassol nos lanches é uma forma prática de garantir a ingestão de micronutrientes essenciais, muitas vezes escassos na alimentação atual.
A medicina preventiva propõe uma mudança de perspectiva: não se trata apenas de evitar doenças, mas de garantir vitalidade ao longo de toda a vida. Seguir os pilares apresentados é um passo essencial para transformar os cuidados com a saúde em uma prática diária. “A proposta é construir um organismo mais resiliente, com energia, equilíbrio e qualidade de vida”, conclui o Dr. Sandro Ferraz.
Por Carla Baptista


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FGC inicia pagamento a 312 mil credores do Will Bank que tem mais de R$ 1 mil a receber; valor total soma R$ 6 bilhões

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou que iniciou nesta terça-feira (7) a segunda fase do pagamento de garantias aos credores do Will Bank que possuam valores a receber superiores a R$ 1 mil e de até R$ 250 mil.
Segundo o fundo, deverão ser pagos, neste etapa, R$ 6,06 bilhões, contemplando cerca de 312 mil credores.
🔎 O FGC é uma entidade privada criada para proteger parte do dinheiro aplicado por clientes em bancos e outras instituições financeiras associadas.
🔎🔎Quando uma dessas instituições entra em processo de liquidação — etapa que ocorre quando suas atividades são encerradas — o fundo pode devolver aos investidores os valores garantidos, respeitando os limites definidos pelas regras do sistema.
A liquidação extrajudicial do Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, conhecida como Will Bank, que faz parte do conglomerado do Banco Master, foi decretada em janeiro deste ano pelo Banco Central. A medida interrompeu as atividades da empresa.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A ação deixou, naquele momento, clientes mais vulneráveis, de renda média e baixa, com todo o dinheiro bloqueado e sem prazo definido para reembolso. O banco afirmava ter cerca de 12 milhões de clientes, dos quais 60% estavam no Nordeste, em sua maioria em cidades pequenas.
Segundo o FGC, os pagamentos aos clientes do Will Bank serão realizados por meio do aplicativo do FGC, observadas as etapas aplicáveis à solicitação da garantia ordinária.
O credor deverá efetuar seu cadastro, complementar as informações requeridas, encaminhar a documentação necessária e formalizar a solicitação pelos canais disponibilizados na plataforma.
É importante que as pessoas mantenham ativas as notificações do aplicativo para serem alertadas quanto à necessidade de alguma atuação para a evolução de seu processo.
O FGC lembra que, em 13 de fevereiro deste ano, foi iniciada a antecipação do pagamento da garantia aos credores que são clientes diretos do Will Bank e que tinham valores a receber de até R$ 1 mil. Já foram pagos R$ 126 milhões, o que representa 70,84% do montante das antecipações a ser pago (valor estimado em R$ 177,8 milhões).
Em termos de número de beneficiários, aproximadamente 1,145 milhão de credores já receberam os valores, correspondente a 18,28% do total de 6,269 milhões de pessoas que atendem aos requisitos para receber a antecipação da garantia, acrescentou o fundo.
O FGC observou que, caso o credor tenha recebido valores do Banco Master, Master de Investimento e Letsbank e atingido o limite da garantia de até R$ 250 mil no conglomerado, não terá valores a receber do Will Bank por ser do mesmo conglomerado financeiro.
“Os instrumentos elegíveis adquiridos até 31/08/2024, inclusive, contam com a garantia preservada (limitada a R$ 250mil). A partir de 1º/09/2024, o limite passa a ser consolidado no conglomerado Master”, acrescentou o fundo.
O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Will Bank, que estava sob Regime de Administração Especial Temporária desde novembro, período em que também foi determinada a liquidação do Banco Master.
Aloisio Mauricio/Estadão Conteúdo


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Caiado, Tebet, Moro, Pacheco: veja políticos que trocaram de partido para disputar a eleição

Desincompatibilização: 11 governadores renunciaram para serem candidatos
Terminaram no início de abril a janela partidária e o prazo para quem pretende se candidatar estar filiado a um partido e com domicílio eleitoral no estado em que vai disputar a eleição. Na reta final do prazo, foram registradas várias movimentações envolvendo nomes conhecidos e pré-candidaturas à Presidência, aos governos estaduais e ao Congresso.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, deixou o União Brasil e se filiou ao PSD para ser candidato ao Planalto. O senador Sergio Moro, que também estava no União Brasil, migrou para o PL e se reaproximou do bolsonarismo para disputar o governo do Paraná. O vereador Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, continua no PL, mas trocou o domicílio eleitoral do Rio para Santa Catarina e deve ser candidato ao Senado.
No campo governista, a ministra Simone Tebet deixou o MDB após 30 anos para ingressar no PSB e tentar uma vaga no Senado em uma chapa com o PT em São Paulo. Em Minas Gerais, estado considerado estratégico na campanha presidencial, o senador Rodrigo Pacheco trocou o PSD pelo PSB e pode se lançar candidato a governador com apoio do presidente Lula (PT).
As trocas também refletem disputas regionais e alinhamentos nacionais, redesenhando o cenário político a seis meses do início da campanha eleitoral.
Veja alguns:
Ronaldo Caiado (PSD)
Ronaldo Caiado, governador de Goiás
Hellenn Reis/Alego
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, trocou de partido no começo do ano numa aposta para ser candidato a presidente, por entender que esse caminho estava bloqueado no União Brasil.
Foi para o PSD de Gilberto Kassab, que àquela altura tinha outros dois nomes na disputa: Ratinho Junior e Eduardo Leite. Após a desistência do favorito Ratinho, Caiado foi o escolhido.
Ao lançar sua pré-candidatura, em março, vendeu-se como uma opção na direita a Flávio Bolsonaro, mas disse que um de seus primeiros atos seria anistiar o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Simone Tebet (PSB)
Ministra do Planejamento, Simone Tebet, fala em coletiva de imprensa sobre o bloqueio do Orçamento e elevação do IOF
Diogo Zacarias/MF
Após quase 30 anos de MDB, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, migrou para o PSB em março.
A mudança foi articulada para que ela dispute uma vaga ao Senado por São Paulo, atendendo a um convite direto de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
Tebet tem trajetória ligada ao agro e fez carreira em Mato Grosso do Sul. Ela se aproximou de Lula no segundo turno da campanha de 2022, após ficar em terceiro lugar, e justificou a escolha de ser candidata em SP pela projeção política que obteve no estado naquele ano.
Sergio Moro (PL)
Senador Sérgio Moro chega ao Senado Federal em Brasília (DF), nesta quarta-feira (22).
WALLACE MARTINS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O senador Sergio Moro oficializou em março sua entrada no PL para concorrer ao governo do Paraná.
A filiação do ex-juiz da Lava Jato marcou também o rompimento do PL com o governador Ratinho Junior, do PSD, que deve apoiar outro candidato.
Em seu discurso de filiação, Moro prometeu um palanque forte para Flávio Bolsonaro e anunciou uma chapa composta por nomes ligados à Lava Jato, como Deltan Dallagnol (Novo), que pretende disputar o Senado.
Rodrigo Pacheco (PSB)
O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Edilson Rodrigues/Agência Senado
Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado, deixou o PSD para se filiar ao PSB. O objetivo é a disputa pelo governo de Minas Gerais, em um movimento de alinhamento com o presidente Lula.
A permanência de Pacheco no PSD se tornou inviável porque o atual governador, Mateus Simões, que assumiu após a renúncia de Romeu Zema (Novo), também deve ser candidato.
No ano passado, o nome de Pacheco também foi cogitado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), mas Lula decidiu indicar o ministro Jorge Messias justamente porque conta com o senador para a eleição.
Minas Gerais é peça-chave no xadrez da corrida presidencial e o segundo maior colégio eleitoral do país, atrás de São Paulo. Em 2022, Lula derrotou Bolsonaro por uma margem apertada no estado: 50,20% a 49,80%.
Ciro Gomes (PSDB)
Candidato a Presidência da República pelo PDT Ciro Gomes, participou no final da tarde desta quinta-feira (04) da Convenção Estadual do Partido no Palácio do Trabalhador, no bairro da Liberdade, centro da cidade de São Paulo.
SUAMY BEYDOUN/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO
O ex-ministro e ex-presidenciável Ciro Gomes deixou o PDT após críticas à aliança com o PT no Ceará e retornou ao PSDB para disputar o governo do estado, cargo que já ocupou na década de 1990.
A filiação ao PSDB ocorreu em outubro de 2025, em uma cerimônia com a presença de lideranças bolsonaristas e de oposição ao PT, como o deputado federal André Fernandes (PL) e o ex-deputado Capitão Wagner (União Brasil).
Ciro deixou o PDT após considerar sua permanência “insustentável” devido à decisão do partido de apoiar Elmano de Freitas (PT), governador que tentará a reeleição e será seu adversário.
Kátia Abreu (PT)
Kátia Abreu em pronunciamento no plenário do Senado
Jefferson Rudy / Agência Senado
A ex-senadora Kátia Abreu, de trajetória ligada a partidos de direita e ao agronegócio, anunciou sua filiação ao PT no Tocantins. A mudança foi classificada por ela como uma etapa de “luta pela democracia” e um gesto de apoio à reeleição de Lula. Ela não mencionou planos para a eleição.
Kátia Abreu estava no PP e disse que a decisão contou com o apoio direto do Palácio do Planalto e ocorreu após um convite reforçado pelo presidente.
“Estaremos juntos nessa luta pela democracia, pela reeleição do presidente Lula, para que todos nós continuemos lutando por dias melhores, pela igualdade das pessoas e por mais justiça social”, afirmou a ex-senadora.
Para o partido, a entrada dela é um “reforço de peso” para melhorar a articulação política no Tocantins e fortalecer a base aliada do governo federal no estado. Durante o ato de filiação, lideranças destacaram a lealdade de Kátia a Dilma Rousseff, de quem foi ministra, afirmando que ela esteve ao lado da ex-presidente nos momentos mais difíceis durante o processo de impeachment.
Eliziane Gama (PT)
Eliziane Gama lê o relatório final da CPI dos Atos Golpistas
Geraldo Magela/Agência Senado
A parlamentar maranhense Eliziane Gama saiu do PSD para ingressar no PT a convite de Lula, de olho na reeleição ao Senado. Ela oficializou a movimentação no dia 2 de abril.
A mudança foi motivada por divergências de posicionamento, segundo Eliziane. A senadora afirmou que o PSD, que lançou Caiado na corrida pelo Planalto, decidiu seguir um “novo caminho político” com o qual ela não concorda.
Mesmo após receber garantias do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, Eliziane optou por encerrar sua passagem de quase quatro anos na legenda.
Efraim Filho (PL)
O senador Efraim Filho (União-PB).
Marcos Oliveira/Agência Senado
O senador paraibano Efraim Filho trocou o União Brasil pelo PL para lançar sua pré-candidatura ao governo da Paraíba.
O anúncio ocorreu durante um evento em João Pessoa no dia 22 de março e contou com o apoio de lideranças nacionais do partido, como Flávio Bolsonaro.
A saída do União Brasil foi motivada por embates internos com o grupo do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) pelo controle da estrurura partidária no estado.
PP e União Brasil formaram uma federação e terão que tomar decisões juntos na eleição e durante os próximos anos, incluindo a discussão de alianças e a formação de chapas.
JHC (PSDB)
JHC, prefeito de Maceió
Secom Maceió
O prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (JHC), trocou o PL pelo PSDB e assumiu a presidência estadual da nova sigla.
Em 4 de abril, último dia do prazo para a desincompatibilização, JHC renunciou ao mandato para disputar a eleição. Ele vinha dizendo que tentaria o governo do estado, mas não confirmou esse plano após trocar de partido e deixar a prefeitura.
O vice-prefeito Rodrigo Cunha (Podemos) assumiu o comando da capital alagoana. JHC justificou sua movimentação afirmando que há uma “adesão muito grande” ao seu projeto atual.
Soraya Thronicke
A senadora Soraya Thronicke, durante sessão final da CPI dos Atos Golpistas, nesta quarta (18)
Edilson Rodrigues/Agência Senado
A senadora Soraya Thronicke deixou o Podemos e se filiou ao PSB na última sexta-feira (03), com apoio do vice-presidente Geraldo Alckmin.
A mudança foi registrada no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um dia antes do encerramento da janela partidária. Com mandato válido até 2027, ela deve concorrer à reeleição em outubro no Mato Grosso do Sul.
Soraya foi eleita pelo PSL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018. Em 2022, a parlamentar concorreu à presidência pelo União Brasil, antigo Democratas. Em 2023, ela deixou o partido para se filiar ao Podemos.
Trocas de partido na Câmara
A Câmara dos Deputados registrou ao menos 37 trocas durante a janela partidária, mas levantamentos feitos pelas próprias legendas indicam que esse número é maior.
A janela partidária é um período de 30 dias em que deputados podem trocar de partido sem perder o mandato.
Algumas movimentações que ocorreram neste ano:
Luizianne Lins deixou o PT após 37 anos e se filiou à Rede Sustentabilidade devido a divergências internas no Ceará;
Túlio Gadêlha migrou da Rede para o PSD, lançando sua pré-candidatura ao Senado por Pernambuco na chapa da governadora Raquel Lyra;
Duda Salabert deixou o PDT e retornou ao PSOL, pelo qual buscará a reeleição como deputada federal por Minas Gerais;
Kim Kataguiri migrou do União Brasil para o recém-criado Missão, partido que reúne militantes do MBL;
André Janones deixou o Avante e filiou-se à Rede;
Rosangela Moro acompanhou o marido e trocou o União Brasil pelo PL;
Dani Cunha, filha do ex-deputado Eduardo Cunha, trocou o União Brasil pelo PL.
Um deputado teve duas movimentações no período: Nelson Padovani (Republicanos). No dia 25 de março, segundo os registros da Câmara, ele trocou o PL pelo União Brasil. Na semana seguinte, apareceu como filiado ao Republicanos.
A movimentação durante a janela partidária acabou por agravar um incômodo entre o União Brasil, que perdeu oito deputados federais, e o PL, cuja bancada ganhou o reforço de 10 deputados.
Integrantes da cúpula do União Brasil dizem que o PL “foi pra cima” de quadros do partido com protagonismo no Congresso, como por exemplo:
Mendonça Filho (PE), relator da PEC da Segurança;
Alfredo Gaspar (AL), relator da CPMI do INSS; e
Rodrigo Valadares (SE), relator da primeira versão do projeto da anistia.
Todos eram do União Brasil e se filiaram ao partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. Além deles, outros sete deputados fizeram o mesmo movimento.


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Cálculo do governo ao mandar indicação de Messias considera crise e formação incompleta no STF

Jorge Messias foi indicado por Lula para substituir Barroso no STF
WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
O cálculo do governo ao mandar agora ao Senado a indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) inclui o fato de que a Corte está incompleta num momento de crise reputacional — com ministros enrolados no caso Master — e julgamentos importantes na pauta.
Desde que Barroso se aposentou, em outubro, o Supremo está com 10 ministros. O presidente Lula escolheu Messias em novembro, mas só mandou na semana passada o nome dele ao Senado, que deve marcar a sabatina e a votação do indicado. Não há data definida ainda.
Bastidores da política: acesse o canal da Sadi no WhatsApp
O Planalto não quer na sua conta a fatura de que estaria demorando para soltar a indicação em meio à crise.
A mensagem do governo ao STF é: enviamos o nome e agora cabe ao Senado fazer a sua parte para que a Corte volte a ter formação completa.
Outra preocupação do governo é o calendário. Como é ano de eleição, aliados de Messias e setores do Planalto defendem que é preciso resolver logo. O entendimento é que o Congresso trabalha menos em anos eleitorais e os parlamentares ficam focados em suas candidaturas.
Então, quanto antes votar a indicação de Messias, maiores as chances de aprovar.
Também causou alerta no governo o fato de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), teria cogitado deixar a sabatina para depois de outubro. Para evitar isso, o governo resolveu não adiar mais.
Disputa interna no STF
Nos bastidores do tribunal, diferentes grupos estão trabalhando para aprovar o nome de Messias.
Segundo aliados dele, os ministros Cristiano Zanin, Nunes Marques, Gilmar Mendes e André Mendonça estão empenhados nisso.
E já há uma disputa de grupos na Corte para que, se Messias for mesmo aprovado e virar ministro, vote com um dos respectivos grupos a depender dos temas de interesse de cada um.


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Brasil não é o único agindo para conter efeitos da guerra: veja o que outros países estão fazendo, alguns com medidas inusitadas

A equipe econômica brasileira adotou uma série de ações nos últimos meses para tentar conter o impacto da alta do preço do petróleo – decorrente da guerra no Oriente Médio – no custo de vida da população.
🌎Mas o governo brasileiro não está agindo isoladamente. Vários outros países também estão adotando medidas, algumas inusitadas, para enfrentar as consequências da guerra.
Após pouco mais de dois meses de conflito, o Ministério da Fazenda anunciou redução de impostos federais, subsídio ao diesel, fechou um acordo com os estados para uma ajuda financeira aos importadores do combustível e, mais recentemente, medidas para o gás de cozinha e querosene da aviação.
⛽Também foram anunciadas pelo governo brasileiro linhas de crédito aos setores afetados e fiscalização para evitar abusos nos preços dos combustíveis.
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➡️Vários outros países também têm se movimentado para mitigar os efeitos do conflito sobre suas economias, com a adoção de medidas semelhantes àquelas anunciadas pelo Brasil (redução de impostos e subsídios aos setores afetados).
➡️Alguns deles têm ido um pouco mais além, com controle de preços e até mesmo medidas consideradas mais heterodoxas (não convencionais), para conter a demanda da população e do setor produtivo por combustíveis e energia elétrica.
💵Os efeitos mais claros que as nações têm buscado diminuir são o aumento da inflação, por conta do repasse da disparada do petróleo aos combustíveis e preços domésticos de energia, e o impacto da crise no crescimento econômico e no bem estar das populações.
No caso do Brasil, especialistas avaliam que os efeitos não são tão graves, pelo fato de o país ser exportador de petróleo (o que gera ingresso de divisas no país e impacto menor no câmbio) e ter biocombustíveis.
Por outro lado, ainda tem de importar parte do diesel e da querosene de aviação consumidos internamente.
Entre as medidas mais curiosas adotadas por alguns países, estão:
só usar ar-condicionado com temperaturas mais altas;
fechar de universidades;
limitar para abastecimento de combustíveis;
congelar tarifas e de preços;
realizar reuniões online para funcionários públicos;
reduzir viagens oficiais de longa distância;
evitar deslocamentos em horários de pico;
fechar diariamente o centro administrativo às 18h para desligar luzes e os aparelhos eletrônicos;
limitar iluminação comercial e pública;
limitar e racionar uso de gás natural e gás de cozinha;
determinar trabalho remoto às sextas-feiras para servidores públicos;
incentivar estratégias de economia de energia em prédios governamentais;
solicitar que veículos particulares não circulem um dia por semana e limitar o acesso a estacionamentos públicos de acordo com as placas dos veículos;
reduzir a semana escolar de cinco para três dias;
limitar aumento de preços de combustíveis a apenas uma vez por dia;
subsidiar combustíveis por meio de cartão para as famílias;
fixar apoio direcionado para pensionistas, cuidadores e pessoas com deficiência;
subsidiar motoristas de ônibus, táxi, entregadores, motoristas de aplicativos de transporte;
declarar emergência energética nacional;
promover auditorias energéticas;
viagens de ônibus gratuitas para estudantes e trabalhadores em cidades selecionadas;
aumentar preços de placas de veículos estrangeiros;
congelar preços dos combustíveis para cozinhar;
anunciar apoio ao aquecimento para consumidores vulneráveis;
incentivar o compartilhamento de carros.
Ações anunciadas pelos países
Os Estados Unidos e Israel atacaram instalações fundamentais para o programa nuclear iraniano, além de unidades produtoras de petróleo e gás do Irã
Getty Images via BBC
De acordo com painel da Agência Internacional de Energia (AIE), pelo menos 39 países já adotaram ações para conter os impactos da disparada do petróleo e do custo da energia.
A Agência Internacional de Energia (AIE) é um fórum de energia criado em 1974, composto por 29 países industrializados que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Entre as medidas adotadas, segundo o levantamento, estão:
Alemanha: limitou o aumento de preços da gasolina e diesel a apenas uma vez por dia.
África do Sul: reduziu taxação de combustíveis.
Austrália: reduziu imposto sobre combustíveis, concedeu empréstimos sem juros para apoiar as empresas mais afetadas e incentivou os cidadãos a reduzirem voluntariamente o consumo de combustível para ajudar a garantir o abastecimento.
Argentina: adiaou aumentos nos impostos sobre combustíveis e permitiu maior teor de bioetanol na mistura de gasolina.
Bangladesh: limitou o uso de ar-condicionado a temperaturas acima de 25 graus, determinou fechamento de universidades públicas e privadas; determinou ao público e às empresas que evitem iluminação desnecessária e estabeleceu limites de abastecimento de combustível para veículos, além de incentivar o transporte público.
Brunei: limitou a compra de combustível para veículos estrangeiros e veículos nacionais que saem do país.
Camboja: reduziu imposto sobre combustíveis e tarifa de de importação para produtos relacionados a veículos elétricos, energias renováveis ​​e fogões elétricos; aumentou a supervisão governamental para evitar a especulação de preços nos postos de gasolina; está realizando reuniões online para funcionários públicos, está incentivando a limitação da temperatura a 24-25 graus em repartições públicas; reduziu viagens oficiais de longa distância e está evitando deslocamentos em horários de pico. A empresa estatal de eletricidade está incentivando o público a reduzir o consumo de eletricidade.
Cingapura: incentivou o público a conservar energia e usar eletrodomésticos eficientes.
Chile: congelou ou conteve o aumento das tarifas do transporte público nas cidades; estabeleceu créditos para táxis comprarem veículos elétricos; suspender crédito diferenciado para combustíveis e congelou os preços da querosene.
China: impôs controles aos preços do petróleo refinado no mercado interno.
Coreia do Sul: fixou teto para o preço dos combustíveis domésticos; proibição dirigir por dois dias na semana, com base na placa do veículo, para funcionários do setor público; fez campanha sobre ações práticas e solicitou que as principais empresas consumidoras de petróleo reduzam o consumo de energia. Também solicitou que veículos particulares não circulem um dia por semana e limitou o acesso a estacionamentos públicos de acordo com as placas dos veículos.
Croácia: limitou preços do petróleo e do diesel e reduzir imposto sobre combustíveis.
Egito: fixou um dia de trabalho remoto para o setor público; limitou as viagens de funcionários públicos; fechou diariamente capital administrativa às 18h para desligar as luzes e os aparelhos eletrônicos; pediu à população que economize combustível, limitou iluminação comercial e pública; promoveu o transporte público e exigir que as administrações governamentais reduzam o consumo de combustível.
Eslováquia: limitou a compra de combustível, aumentou os preços das placas de veículos estrangeiros.
Eslovênia: limitou temporariamente compras de combustível e reduziu imposto especial de consumo sobre gasolina, diesel e óleo de aquecimento.
Espanha: reduziu o IR para reformas, instalação de energia solar e medidas de eletrificação, baixou o imposto sobre o consumo sobre combustíveis e suspendeu o imposto especial de consumo sobre hidrocarbonetos. Também alterar a regulamentação para promover novas comunidades energéticas e outras modalidades de autoconsumo.
Etiópia: incentivou o público a ser “frugal” no uso de combustível.
Filipinas: anunciou subsídios de combustível para motoristas de ônibus, táxi, entregadores, motoristas de aplicativos de transporte e trabalhadores do setor de transportes, para combustíveis e fertilizantes para agricultores e pescadores; reduziu impostos sobre combustíveis; anunciou uma semana de trabalho de 4 dias para funcionários públicos; incentivou limitar da temperatura a 24 graus em repartições públicas; limitar viagens governamentais não essenciais; declarou emergência energética nacional; solicitou que órgãos públicos reduzam o consumo de combustível, pediu aos consumidores que limitem a demanda e promoveu auditorias energéticas; além de viagens de ônibus gratuitas para estudantes e trabalhadores em cidades selecionadas.
Índia: reduziu o imposto sobre combustíveis e diesel, limitou o consumo de gás natural pela indústria, acelerou a implantação de gás natural canalizado para substituir o GLP, e racionou o uso comercial de GLP.
Irlanda: estendeu subsídio de combustível e aumentou o desconto no diesel; reduziu o imposto especial de consumo sobre gasolina e diesel e diminuição e fixou apoio direcionado para pensionistas, cuidadores e pessoas com deficiência.
Indonésia: aumentou orçamento estatal para subsídios aos combustíveis; fixou trabalho remoto às sextas-feiras para servidores públicos; limitou as viagens de funcionários públicos; incentivou estratégias de economia de energia em prédios governamentais e acelerou programa de biodiesel.
Itália: reduziu impostos sobre combustíveis.
Laos: fixou trabalho remoto e turnos rotativos para funcionários públicos; reduziu a semana escolar de cinco para três dias; fez campanha para incentivar a economia de combustível; incentivou o transporte público e reduziu do imposto sobre veículos elétricos.
França: esta fornecendo apoio temporário direcionado a setores-chave, como transportes, pesca e agricultura.
Grécia: limitou as margens de lucro sobre combustíveis por três meses; subsidiou o diesel, o cartão de combustível para famílias e fertilizante para agricultores.
Hungria: limitou os preços dos combustíveis.
Japão: reduziu impostos sobre combustíveis.
México: fechou acordo com os distribuidores de combustíveis para limitar os preços da gasolina.
Moçambique: limitou os preços dos combustíveis no varejo.
Namíbia: reduziu impostos sobre combustíveis.
Nova Zelândia: anunciou um pacote de ajuda a famílias vulneráveis.
Reino Unido: anunciou apoio ao aquecimento para consumidores vulneráveis; acelerou o Plano de Casas Aquecidas e, também, trabalho para aprovar a energia solar plug-in e realizou declarações ministeriais contra a especulação de preços de combustíveis.
República Checa: reduziu o imposto sobre o consumo e limitou as margens de lucro dos revendedores de combustíveis.
Senegal: fez um apelo à população para adaptar os hábitos de consumo de energia.
Suécia: reduziu temporariamente o imposto sobre combustíveis para veículos.
Tailândia: incentivou trabalho remoto e as videoconferências; incentivar a limitação da temperatura de ar condicionado a 26 graus; está evitando viagens internacionais de funcionários públicos, pedir aos funcionários de escritório que limitem o consumo de energia; incentivou o compartilhamento de carros e limitou viagens desnecessárias; aumentou a mistura de biocombustíveis; congelou preços dos combustíveis para cozinhar até maio e forneceu subsídios para combustíveis no âmbito do Fundo de Combustíveis Petrolíferos.
Turquia: reduziu imposto sobre combustíveis.
Vietnã: reduziu tarifas de importação de combustível até 30 de abril, fornecer fundos extras ao mecanismo de estabilização de preços de combustível existente; incentivou o trabalho remoto, limitou viagens de funcionários públicos, solicitar que governos locais ajudem a economizar energia, desencorajou o uso de veículos particulares e está promovendo o uso do transporte público, além do compartilhamento de carros.
Zâmbia: reduziu o imposto sobre consumo sobre gasolina e diesel.


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Sancionado, Estatuto dos Direitos do Paciente entra em vigor

Pacientes atendidos na rede pública e privada de saúde passam a contar com um conjunto unificado de direitos e deveres com a entrada em vigor do Estatuto dos Direitos do Paciente. A norma estabelece regras para garantir mais autonomia, informação, segurança e respeito à dignidade de quem utiliza serviços de saúde. É o que estabelece a Lei 15.378, de 2026, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicada nesta terça-feira (7) no Diário Oficial da União (DOU).
O estatuto assegura a participação do paciente nas decisões sobre o próprio tratamento, com direito a informações claras sobre diagnóstico, prognóstico, riscos, benefícios e alternativas terapêuticas. A norma também prevê a possibilidade de aceitar ou recusar procedimentos, indicar um representante para decisões em caso de incapacidade e registrar diretivas antecipadas de vontade.
Privacidade
O texto inclui medidas voltadas à privacidade e à dignidade, como direito a acompanhante em consultas e internações, acesso ao prontuário médico, busca por segunda opinião e confidencialidade das informações de saúde. Também proíbe discriminação no atendimento e determina o respeito ao nome de preferência e às características culturais, religiosas e sociais do paciente, além de prever cuidados paliativos e apoio a familiares em situações de doença grave.
A medida ainda assegura o direito de questionar profissionais sobre procedimentos adotados, identificação da equipe responsável, higienização de mãos e instrumentos, além da procedência e da dosagem de medicamentos e insumos utilizados. Também prevê o direito a cuidados paliativos, com alívio da dor e do sofrimento, e a possibilidade de escolher o local da morte, conforme as regras do Sistema Único de Saúde (SUS) ou dos planos de assistência à saúde, além de apoio aos familiares em situações de doença grave.
Além dos direitos, a lei define responsabilidades do paciente ou de seu representante, como prestar informações corretas sobre o histórico de saúde, seguir orientações médicas e respeitar normas das instituições.
Garantias
A proposta teve origem no PL 2.242/2022, apresentado pelos deputados Pepe Vargas (PT-RS), Chico D’Angelo (PDT-RJ) e Henrique Fontana (PT-RS), aprovado pelo Senado em 11 de março sob relatoria do senador Humberto Costa (PT-PE). O texto também determina a divulgação periódica dos direitos dos pacientes e prevê mecanismos para apuração de reclamações em casos de descumprimento das normas estabelecidas.
No dia da aprovação do projeto, Humberto Costa afirmou que o Estatuto trará resultados objetivos no cuidado aos pacientes, pois estabelecerá em lei um conjunto claro de garantias, fortalecendo a “dimensão humana” do cuidado.
— Se esse estatuto já estivesse vigendo, com toda certeza nós poderíamos ter evitado esse terrível episódio acontecido aqui em Brasília, de várias pessoas que foram mortas por profissionais de saúde completamente indignos de serem classificados como tal — disse Humberto Costa.


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CAE adia votação e aprova debate sobre política do fim do plástico de uso único

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) fará audiência pública para debater o projeto da Política Nacional de Desplastificação, que busca substituir o plástico de uso único por opções renováveis.  
O PL 258/202, do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) é relatado pelo presidente do colegiado, senador Renan Calheiros (MDB-AL), que apresentou parecer favorável à proposta. O projeto seria votado nesta terça-feira (7), mas a análise foi adiada. O senador Esperidião Amin (PP-SC) apresentou o REQ 38/2026 – CAE para a realização do debate, cuja data ainda será marcada.
Amin afirma no requerimento que o fim do plástico não renovável afetará diversos setores, como os de saúde, construção civil e tecnologia. Ele sugere o convite de representantes da Confederação Nacional da Indústria e do Sindicato das Indústrias Plásticas do Sul Catarinense, entre outros.
O senador afirmou que impedir o uso do plástico não renovável pode prejudicar atividades científica e de inovação. E apontou que o Instituto Federal de Santa Catarina está desenvolvendo o Projeto Green Fuel, que produz gasolina a partir destes materiais descartados.
— Do lixo, o professor Mário Lettieri produz, por quilo de plástico de uso único, 200 mililitros de gasolina — disse.
A CAE também adiou a votação do projeto que permite a permanência de pequenas e microempresas no Simples Nacional, mesmo depois de receberem investimentos de outras empresas. O PLP 74/2024, da ex-senadora Janaína Farias (CE), tem relatório favorável, com emendas, do senador Laércio Oliveira (PP-SE).
Foi adiada, ainda, a votação do plano de trabalho do grupo de senadores criado para acompanhar as investigações sobre o Banco Master. O documento inclui audiências públicas, diligências, visitas a órgãos de controle e a possibilidade de medidas como a quebra de sigilos.


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PGR se manifesta a favor de eleições diretas para mandato-tampão no Rio de Janeiro

A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta terça-feira (7) a realização de uma eleição direta para a escolha do novo governador do Rio de Janeiro, que ficará no cargo em um chamado “mandato-tampão”.
O Supremo Tribunal Federal julga nesta quarta (8) duas ações que discutem o modelo da escolha: se será uma eleição indireta, quando a escolha é feita pela Assembleia Legislativa do Rio, ou direta, pelo voto popular.
– Esta reportagem está em atualização.


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FGC inicia pagamento a 312 mil credores do Will Bank que tem mais de R$ 1 mil a receber; valor soma R$ 6 bilhões

O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) informou que iniciou nesta terça-feira (7) a segunda fase do pagamento de garantias esaos credores do Will Bank que possuam valores a receber superiores a R$ 1 mil e de até R$ 250 mil.
Segundo o fundo, deverão ser pagos, neste etapa, R$ 6,06 bilhões, contemplando cerca de 312 mil credores.
🔎 O FGC é uma entidade privada criada para proteger parte do dinheiro aplicado por clientes em bancos e outras instituições financeiras associadas. Quando uma dessas instituições entra em processo de liquidação — etapa que ocorre quando suas atividades são encerradas — o fundo pode devolver aos investidores os valores garantidos, respeitando os limites definidos pelas regras do sistema.
Os pagamentos serão realizados por meio do aplicativo do FGC, observadas as etapas aplicáveis à solicitação da garantia ordinária.
Para tanto, o credor deverá efetuar seu cadastro, complementar as informações requeridas, encaminhar a documentação necessária e formalizar a solicitação pelos canais disponibilizados na plataforma.
É importante que as pessoas mantenham ativas as notificações do aplicativo para serem alertadas quanto à necessidade de alguma atuação para a evolução de seu processo.
Em 13 de fevereiro foi iniciada a antecipação do pagamento da garantia aos credores que são clientes diretos do Will Bank e que tinham valores a receber de até R$ 1.000,00 (mil reais). Sobre estes casos, em que o processo está sendo realizado pelo aplicativo do Will Bank, já foram pagos R$ 126 milhões, o que representa 70,84% do montante das antecipações a ser pago (valor estimado em R$ 177,8 milhões). Em termos de número de beneficiários, aproximadamente 1,145 milhão de credores já receberam os valores, correspondente a 18,28% do total de 6,269 milhões de pessoas que atendem aos requisitos para receber a antecipação da garantia.
Importante: caso o credor tenha recebido valores do Banco Master, Master de Investimento e Letsbank e atingido o limite da garantia de até R$ 250 mil no conglomerado, não terá valores a receber do Will Bank por ser do mesmo conglomerado financeiro. Os instrumentos elegíveis adquiridos até 31/08/2024, inclusive, contam com a garantia preservada (Limitada a R$ 250mil). A partir de 1º/09/2024, o limite passa a ser consolidado no conglomerado Master.


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