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As seleções com mais cartões vermelhos na história das Copas

Se a sua dúvida é qual seleção tem o maior número de jogadores expulsos na história da Copa do Mundo, a resposta factual é o Brasil. A Seleção Brasileira acumula 11 cartões vermelhos ao longo de todas as 22 edições do torneio disputadas até aqui. O dado estatístico evidencia que o país do futebol arte também ocupa o degrau mais alto do pódio de advertências máximas no palco global.
As penalidades aplicadas aos brasileiros estão diluídas ao longo de quase um século de competições oficiais. O levantamento estatístico contabiliza tanto os cartões vermelhos diretos por faltas quanto as exclusões decorrentes de um segundo amarelo, evidenciando um padrão de confrontos ríspidos no mata-mata.
O histórico da indisciplina brasileira nos gramados
O Brasil sustenta a liderança de forma absolutamente isolada, sendo a única equipe esportiva do planeta a ultrapassar a barreira de uma dezena de punições máximas em Mundiais. A Seleção passou ilesa pelas edições da Rússia e do Catar, mas ergueu esse número expressivo em embates de extrema rivalidade no passado.
As edições de 1938, 1954 e 2010 configuram os momentos de maior tensão brasileira, com dois atletas convidados a sair de campo mais cedo em cada um desses anos. O memorial das advertências clássicas inclui desde a agressão cometida por Leonardo na Copa dos Estados Unidos, em 1994, até as pesadas divididas protagonizadas por Felipe Melo e Kaká na África do Sul.
O ranking completo das seleções com mais punições
O topo do ranking de infrações na história dos eventos organizados pela Fifa é amplamente dominado por países da América do Sul. O ritmo quente das partidas eliminatórias do continente é rotineiramente transportado para as chaves da Copa.
Confira como está configurada a lista das equipes mais advertidas do torneio:
1. Brasil (11 cartões vermelhos)
Esse alto índice não é explicado apenas pela presença nacional em todas as Copas. A equipe tem uma frequência expressiva de infrações gravíssimas e segue mantendo a dianteira solitária no levantamento de exclusões de campo.
2. Argentina (10 cartões vermelhos)
Os atuais tricampeões do esporte dividem o protagonismo da lista com a segunda posição mundial. O futebol argentino registrou seu pico de indisciplina histórica durante a Copa do Mundo da Itália, disputada em 1990, acumulando três baixas disciplinares apenas naquela edição.
3. Uruguai (9 cartões vermelhos)
Respeitado mundialmente pela vigorosa força tática e imposição física, o Uruguai encerra o pódio deste ranking. A seleção vizinha é detentora de outro recorde global notório. O lateral uruguaio José Batista foi mandado para o chuveiro de forma precoce com escassos 56 segundos de bola rolando, contra a Escócia no Mundial de 1986.
O impacto da tecnologia para as próximas gerações
O vigor nas divididas e o rígido balanço da arbitragem transformaram a estrutura tática das comissões que sonham com o próximo título. A modernização do jogo com o VAR erradicou agressões invisíveis aos olhos do árbitro central, diminuindo bruscamente a impunidade nos gramados internacionais.
Na era esportiva atual, os critérios rigorosos de Fair Play determinam mais do que a simples perda de um jogador titular de defesa para a partida subsequente. A quantidade de cartões age hoje como um valioso critério de desempate na fase classificatória. O descontrole na marcação e as atitudes violentas acarretam a eliminação iminente de um elenco quando as chaves terminam espelhadas em pontos e no saldo de gols.
Manter o controle mental é imprescindível, já que estar na dianteira dessa estatística específica da Fifa expõe somente o fragilizado limite emocional de uma federação em um evento assistido por bilhões de espectadores simultâneos.
Dúvidas frequentes sobre expulsões em Mundiais
Qual foi a Copa do Mundo com o maior número de expulsões?
O Mundial sediado na Alemanha, em 2006, sustenta o recorde de indisciplina. A equipe de árbitros exibiu incríveis 28 cartões vermelhos somando todas as partidas da chave principal. O instante de maior confusão ocorreu no embate entre Holanda e Portugal, que entrou para a cultura esportiva por conta de quatro exclusões geradas na mesma partida.
 


Fonte: Jovem Pan

Quem fez o gol mais rápido da história das Copas e em quantos segundos

Se você piscar no momento do apito inicial de uma partida, corre o risco de perder um momento histórico. Quando o torcedor pesquisa quem fez o gol mais rápido da história das Copas e em quantos segundos a rede balançou, a resposta leva direto ao dia 29 de junho de 2002. O dono dessa marca implacável é o centroavante turco Hakan Şükür, que vazou a defesa da Coreia do Sul em exatos 10,8 segundos. Arredondado e oficializado pela Fifa como 11 segundos, o feito ocorreu na disputa de terceiro lugar daquele Mundial e segue intacto como o recorde absoluto do torneio.
A origem do recorde turco na Ásia
Naquele sábado, na cidade sul-coreana de Daegu, a equipe anfitriã deu a saída de bola e recuou para o seu sistema defensivo. Em uma ação de abafa imediata, o atacante Ilhan Mansiz apertou o experiente zagueiro Hong Myung-Bo, roubou a posse na entrada da área e deixou a bola limpa para seu capitão. Com um chute rápido de perna esquerda, Hakan Şükür silenciou o estádio asiático.
O mais curioso daquele momento histórico é que o jogador, amplamente conhecido como o Touro do Bósforo, enfrentava um longo jejum de gols na competição. Ele desembarcou na Ásia como o grande nome de seu país, mas passou as rodadas anteriores em branco. Aquele tento não só quebrou a maldição pessoal do atleta, como também encaminhou a vitória por 3 a 2, garantindo a melhor campanha turca em Copas.
O ranking dos gols relâmpagos em Mundiais
No decorrer das décadas, o esporte presenciou falhas de atenção drásticas das defesas e genialidades instantâneas de atacantes lendários. Abaixo, listamos o Top 5 dos artilheiros mais rápidos do evento máximo do futebol de seleções.
1. Hakan Şükür (11 segundos)
O centroavante turco lidera o topo desde a Copa de 2002, marcando contra os donos da casa de forma letal após um roubo de bola no setor de ataque.
2. Václav Mašek (15 segundos)
Na fase de grupos da competição de 1962, o ponta da antiga Tchecoslováquia surpreendeu a seleção do México logo na primeira investida ofensiva, mantendo o recorde por quatro décadas.
3. Ernst Lehner (25 segundos)
No Mundial de 1934, sediado em solo europeu, o ponta-direita alemão avançou rapidamente e abriu o placar contra a Áustria, cravando o primeiro registro relâmpago oficializado da era clássica.
4. Bryan Robson (28 segundos)
Na edição de 1982, durante o clássico europeu entre Inglaterra e França, o meio-campista britânico se aproveitou da desatenção adversária em uma cobrança de lateral e marcou com um belo voleio.
5. Clint Dempsey (30 segundos)
No torneio de 2014, realizado no Brasil, o camisa 8 dos Estados Unidos apresentou grande capacidade de drible ao passar pelo zagueiro de Gana e mandar para as redes logo no minuto inaugural.
O contexto atual e as marcas recentes
No cenário tático moderno, marcado por sistemas defensivos compactos e rígidos, marcar um gol no primeiro minuto tornou-se um acontecimento muito raro. Uma marca relâmpago demanda um comportamento altamente agressivo após o apito inicial e, quase sempre, depende de um erro grosseiro na saída de bola adversária.
A demonstração mais recente do quão difícil é entrar nesta seleta lista ocorreu no Catar, em 2022. O lateral e meia canadense Alphonso Davies estufou as redes de cabeça aos 68 segundos no confronto da fase de grupos contra a Croácia. Mesmo sendo o lance mais ágil daquela edição do evento, o tempo não foi suficiente para integrar os dez gols mais rápidos de todos os tempos.
A imortalidade estatística do recorde
Registrar seu nome como o dono do tento mais rápido da história assegura uma blindagem estatística imensurável na trajetória de qualquer atleta. Para os torcedores da Turquia, a marca veloz representa não apenas um número exato de cronômetro, mas o símbolo máximo de uma geração vencedora, materializando um recorde que tem plenas chances de atravessar o século sem ser superado.
Dúvidas frequentes sobre as estatísticas do torneio
O gol do recorde absoluto aconteceu na partida final da Copa?
Não. O recorde registrado por Hakan Şükür ocorreu na disputa de terceiro lugar em 2002, em jogo que colocou frente a frente a Turquia e a Coreia do Sul.
Qual foi o gol marcado de forma mais rápida em uma grande decisão de Mundial?
A honraria pertence ao holandês Johan Neeskens. Na finalíssima da Copa de 1974, disputada contra a Alemanha Ocidental, ele anotou um gol de pênalti com 88 segundos de bola rolando, antes mesmo de qualquer jogador alemão encostar na bola.
A Fifa considera a fração dos milissegundos para os seus rankings oficiais?
Os painéis dos estádios e as transmissões de televisão flagraram o relógio travando em exatos 10,8 segundos na partida da Turquia, mas a federação internacional adota a prática de nivelar as contagens, registrando a estatística com 11 segundos cravados.


Fonte: Jovem Pan

TCU analisa contas do presidente Lula na quarta-feira (10)

Os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) apreciam, na quarta-feira (10), às 10h, as contas do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), relativas ao exercício financeiro de 2025. A sessão plenária extraordinária será transmitida ao vivo pelo canal oficial do TCU no Youtube.

A partir desta edição, o TCU vai adotar uma nova maneira de analisar as contas do presidente da República. Segundo o Tribunal, o objetivo é “atender às modernas práticas internacionais de auditoria recomendadas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pela Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores (Intosai)”.

Entre as mudanças está a integração entre o relatório sobre as Contas do Presidente da República e os processos de controle externo que o financiaram. Dessa forma, os achados e as conclusões foram extraídos de fiscalizações individualizadas.

As contas prestadas pelo pelo presidente incluem o Balanço Geral da União (BGU) e o relatório do órgão central do sistema de controle interno do Poder Executivo.

A análise feita pelo Tribunal verifica se os dados apresentados pela União representam as posições financeira, orçamentária, contábil e patrimonial, e se a gestão dos recursos públicos observou os princípios e as normas constitucionais e legais que regem a administração pública federal. O relator é o ministro Benjamin Zymler.

Mudanças na análise

De forma geral, a mudança adota baseia o relatório e a opinião do TCU em achados de auditoria relatados ao longo do ano, no âmbito de processos de fiscalização já debatidos com os gestores do Poder Executivo.

Apesar da nova medida adotada para a análise neste ano, a deliberação do TCU não será ampliada em relação a edições anteriores. Os temas examinados continuam alinhados aos eixos previstos no art. 228 do Regimento Interno.

O que mudou foi a profundidade e a forma de construção das opiniões técnicas: os achados passaram a derivar de cerca de três dezenas de processos de controle externo conduzidos ao longo de todo o ano de 2025 e início de 2026, com fiscalizações individualizadas, produção de evidências, observância do contraditório e tramitação própria, conferindo maior rastreabilidade, segurança jurídica e aderência às melhores práticas internacionais de auditoria governamental.

Já em relação à forma como apresentar o problemas e recomendações pelo TCU passam a ser apresentados sob a forma de achados de auditoria. Uma estrutura técnica que, a partir da comparação entre a situação encontrada e o parâmetro normativo de referência, identifica causas, efeitos e responsabilidades, delimitando com precisão o que requer atenção”, explicou o TCU.

O resultado prévio do TCU pode ser pela aprovação, aprovação com ressalvas ou pela rejeição. “Quando o parecer prévio conclui que as contas devem ser aprovadas com ressalvas, serão indicadas as ressalvas/irregularidades que dão base para a referida opinião. A conclusão pode ser pela rejeição das contas, se houver irregularidades graves o suficiente para afetar o conjunto da gestão dos recursos públicos”, finalizou.


Fonte: Jovem Pan

CCJ da Câmara retoma nesta terça discussão sobre PEC que reduz maioridade penal

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados retoma nesta terça-feira (9) a discussão sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos.
O texto, de autoria do então deputado Gonzaga Patriota (PSB- PE), é o único item da pauta da reunião. O presidente da CCJ disse que colocará a proposta em votação, mas que a análise final do projeto dependerá do tempo de discussão. A ideia é votar a PEC ainda nesta semana.
Na sequência, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), precisará criar uma comissão especial para votar o mérito da PEC. Só depois o texto vai ao plenário.
A proposta altera o artigo 228 da Constituição para estabelecer que a maioridade é atingida aos dezesseis anos, idade a partir da qual a pessoa é considerada penalmente imputável.
Agora no g1
Atualmente, o mesmo artigo diz que os menores de dezoito anos são inimputáveis e sujeitos às normas da legislação especial.
Para ser aprovada, a PEC precisa de maioria simples na comissão. O plenário exige apoio de pelo menos 308 deputados.
Sem alterações em idade para disputar eleições
Além de reduzir a maioridade penal, o texto original da PEC tornava obrigatório o voto para maiores de 16 anos e reduzia a idade mínima para concorrer a cargos eletivos.
O texto permitia que um cidadão pudesse ter 16 anos para concorrer a vereador. Hoje, o mínimo é 18.
Relator da PEC que reduz maioridade penal lendo relatório na CCJ da Câmara
Bruno Spada / Câmara dos Deputados
A idade mínima para se candidatar a presidente e senador passaria dos 35 para os 30 anos e de 21 para 18 anos para deputados federais, estaduais, prefeitos e vereadores.
No entanto, o relator, deputado Coronel Assis (PL-MT), retirou esses trechos da proposta e manteve apenas as alterações que tratam da maioridade penal.
Segundo o parlamentar, os dispositivos tratavam de matéria de direitos políticos, “estranha à imputabilidade penal” e ofendiam “o princípio da unidade de matéria”.


Fonte:

g1 > Política

Deolane Bezerra: STJ julga nesta terça pedido de liberdade de influenciadora suspeita de ligação com o PCC

Saiba como foram os primeiros dias de Deolane Bezerra em cadeia do interior de SP
A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve julgar nesta terça-feira (9) um pedido de liberdade de Deolane Bezerra, influenciadora digital e advogada que cumpre prisão preventiva desde 21 de maio.
Deolane Bezerra foi alvo de uma operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil de São Paulo contra lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). A influenciadora é suspeita de lavagem de dinheiro, associação com o tráfico de drogas e de fazer parte da facção criminosa.
Os advogados de Deolane argumentam ao STJ que o caso não se enquadra nos requisitos legais para uma prisão preventiva. Eles alegam que não haveria risco concreto à ordem pública, à instrução criminal ou à aplicação da lei penal e que as provas reunidas já estão sob poder das autoridades.
A defesa também aponta que:
a prisão preventiva deve ser substituída por uma domiciliar porque Deolane é mãe de criança de 9 anos de idade, sendo a única responsável pelos cuidados;
os fundamentos da prisão são genéricos e não individualizam a reiteração delitiva, destruição de provas ou fuga, sem indicação de fatos concretos atuais. Os fatos investigados são de 2018 a 2021;
outras medidas cautelares são adequadas e suficientes ao caso, como entrega do passaporte, proibição de deixar a cidade e vedação de contato com investigados.
Relatório da polícia indica que Deolane movimentou R$ 13,6 milhões entre 2018 e 2022 em suas contas pessoais, enquanto outros R$ 14 milhões passaram por três de suas empresas.
Para os investigadores, a origem dos recursos é “espúria” e foram identificadas empresas fantasmas em nome da influenciadora, localizadas em cidades do interior paulista, próximas ao presídio de Presidente Venceslau, dividindo o mesmo endereço com dezenas de outras firmas de fachada.
A defesa da influenciadora nega qualquer tipo de envolvimento com o crime organizado ou com dinheiro de origem ilícita, afirmando que todos os seus recebimentos são declarados e justificados.
Rejeição
Inicialmente, o pedido de liberdade foi rejeitado pela Presidência do STJ que entendeu que o pedido de habeas corpus não poderia ser analisado neste momento porque o caso ainda não foi totalmente julgado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, a instância anterior ao STJ.
Os advogados recorreram dessa decisão e pediram uma nova análise do caso. Esse recurso está previsto para ser analisado nesta terça pelos cinco ministros da Quinta Turma.
Operação que prendeu Deolane Bezerra partiu de bilhetes achados em cela da Penitenciária de Presidente Venceslau (SP)
Jornal Nacional/ Reprodução
Indiciamento
Deolane Bezerra foi indiciada pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro pela Polícia Civil de Presidente Venceslau (SP). Além dela, outras seis pessoas também foram indiciadas após a corporação concluir o relatório do inquérito da Operação Vérnix.
O documento detalha o resultado das investigações após o cumprimento das medidas judiciais da fase que levou à prisão da influenciadora e de outros investigados.
De acordo com a polícia, o grupo alvo da operação continuava em atividade no momento das prisões e estaria promovendo a reestruturação de empresas supostamente utilizadas para ocultar e dissimular patrimônio e recursos financeiros.
Os investigadores também identificaram indícios do uso de novas pessoas jurídicas, movimentações patrimoniais recentes e mecanismos alternativos para circulação de valores, incluindo operações com ativos virtuais.
Com base nas novas provas, a Polícia Civil formalizou sete indiciamentos, incluindo o de Deolane por lavagem de dinheiro e organização criminosa, apresentou representações complementares ao Poder Judiciário.
Entre os pedidos estão o sequestro cautelar de veículos apreendidos durante a operação, a ampliação de bloqueios patrimoniais e a custódia judicial de joias e relógios localizados nas diligências.
Investigações contr Deolane
Este é apenas o capítulo mais recente de um extenso histórico de problemas da famosa com as autoridades.
Abaixo, relembre as principais investigações, prisões e processos que envolvem o nome de Deolane Bezerra:
Julho de 2022
Busca e Apreensão por lavagem em empresa de apostas: A Polícia Civil de São Paulo cumpriu mandados de busca e apreensão na mansão de Deolane em Alphaville.
A ação investigava crimes contra a economia popular e lavagem de dinheiro relacionados a uma empresa de apostas esportivas patrocinadora da influenciadora. Na ocasião, dois carros de luxo (um Porsche e um Land Rover Discovery) foram apreendidos.
Fevereiro de 2024
Investigação por foto com colar de chefe do tráfico: Deolane virou alvo de um inquérito da Polícia Civil do Rio de Janeiro após publicar fotos no Baile da Disney, no Complexo da Maré, usando o cordão de ouro do traficante Thiago da Silva Folly, o “TH”, chefe do Terceiro Comando Puro (TCP). Na época, a influenciadora postou um vídeo em suas redes explicando a selfie:
“Fui no Complexo da Maré ontem, tava lá no baile da Disney. Fui bem recebida, não gastei um real. Tirei foto com geral, com cordão, sem cordão, botaram o cordão em mim, tiraram, e pocas, eu sou isso”, disse a influencer.
A polícia apurou uma possível associação ao tráfico de drogas.
Setembro de 2024
A primeira prisão na Operação Integration: O primeiro grande revés judicial de Deolane ocorreu em setembro de 2024, quando ela foi presa preventivamente em Recife (PE).
A Operação Integration, conduzida pela Polícia Civil de Pernambuco, investigava um esquema de lavagem de dinheiro e jogos de azar ilegais que movimentou cerca de R$ 2 bilhões.
Na ocasião, bens de luxo da influenciadora foram sequestrados. “Sei que as coisas vão se esclarecer”, declarou ela em carta escrita à mão na prisão. Após idas e vindas jurídicas, ela obteve um habeas corpus.
No início de 2026, a Justiça Federal assumiu a competência do caso, anulando os atos estaduais anteriores e repassando o inquérito para a Polícia Federal.
Abril de 2026
Alvo da PF na Operação Narco Fluxo: Há cerca de um mês, Deolane entrou na mira de uma megaoperação da Polícia Federal batizada de Narco Fluxo.
A PF passou a investigá-la por suposta participação em uma rede que utilizava o meio artístico e plataformas digitais para lavar dinheiro oriundo do tráfico internacional de drogas, rifas clandestinas e apostas.
Relatórios de inteligência apontaram que a conta bancária da advogada funcionava como “conta de passagem” para ocultar recursos de uma organização criminosa suspeita de enviar mais de três toneladas de cocaína para o exterior.


Fonte:

g1 > Política

Diretor da PF vê ‘equívoco’ em classificar facções como terroristas e pede prisão de foragidos nos EUA

Medida dos EUA que classifica PCC e CV como organizações terroristas passa a valer hoje (05)
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, chamou de “equívoco” a decisão dos Estados Unidos de classificar as facções criminosas brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.
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Em entrevista à TV Globo nesta sexta-feira (5), Andrei também defendeu a cooperação das autoridades brasileiras com os EUA para a prisão de foragidos que estão no território norte-americano e para o bloqueio do envio de armas para o Brasil (leia mais aqui).
A entrada das organizações criminosas na lista norte-americana foi anunciada em 28 de maio pela Secretaria de Estado dos EUA, e passou a valer nesta sexta-feira (5).
“As organizações terroristas têm motivos ideológicos, motivos religiosos, objetivos diferentes daquele do crime organizado que, em que pese aterrorizar as pessoas, busca o lucro”, pontuou o diretor da PF.
“E essa definição [como terroristas] é um equívoco, porque a estratégia de enfrentamento é diferente para um grupo e para outro grupo. Então, nós não podemos confundir essas iniciativas, né? Para o cidadão pouco importa a definição, qual a semântica, o que vai ser chamado esse grupo que está impingindo o medo”, prosseguiu.
Rodrigues explicou que a decisão norte-americana não vai alterar a estratégia brasileira de combate ao crime organizado nem a atuação da PF no combate às facções criminosas.
Isso porque, na avaliação de Rodrigues, o narcotráfico e o terrorismo têm características diferentes, portanto, exigem estratégias distintas.
“Há questões técnicas que precisam ser colocadas mas, ao mesmo tempo, tornar muito claro que para nós essa definição que os Estados Unidos atribui às organizações criminosas em nada altera o vigor e a firmeza que nós vamos seguir atuando contra o crime organizado. É motivação distinta, é objetivo distinto”, destacou.
Nos bastidores, integrantes do Palácio do Planalto e do Itamaraty defendem a manutenção do diálogo com as autoridades norte-americanas, mas admitem que a decisão dificilmente será revertida no curto prazo.
Diretor-geral da PF, Andrei Passos Rodrigues, é ouvido na CPI do Crime Organizado
Andressa Anholete/Agência Senado
A Polícia Federal não foi comunicada oficialmente sobre a medida e tomou conhecimento da decisão pela imprensa. Segundo o diretor da PF, ainda é cedo para avaliar se a classificação terá impacto na cooperação entre Brasil e Estados Unidos.
“Não tivemos nenhuma alteração, nenhuma interlocução que tenha sinalizado mudança imediata nessa cooperação. Precisamos aguardar para saber qual será a política dos Estados Unidos e se é o caso de haver alterações”, disse.
O diretor da PF ressaltou, ainda, que a decisão de Washington não tem “nenhuma influência” nas políticas de combate ao crime no Brasil.
“Na prática, essa decisão de um outro país soberano não tem nenhuma influência, não tem o condão de mudar as políticas públicas brasileiras. A nossa maneira de enfrentar o crime organizado é baseada na integração, na descapitalização dessas organizações criminosas e na prisão de lideranças”, afirmou.
Espaço para cooperação
Apesar das críticas à classificação adotada pelos Estados Unidos, Andrei avaliou que a medida pode servir como oportunidade para ampliar a cooperação internacional.
“Eu penso que isso se torna uma oportunidade de ampliarmos a cooperação, de termos mais troca de informações, bloqueio do envio de armas para o Brasil, prisão de foragidos da Justiça brasileira nos Estados Unidos. Aqueles países que quiserem verdadeiramente enfrentar o crime organizado e cooperar terão na Polícia Federal e no nosso país um grande parceiro”, declarou.
Em abril deste ano, o Brasil e os EUA tiveram um mal-estar diplomático por causa da prisão do ex-deputado federal (PL-RJ) e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem.
Condenado a 16 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2025 por tentativa de gople de Estado, ele está em Miami desde setembro do ano passado e é considerado foragido. Ramagem foi preso pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) em 13 de abril. Segundo a Polícia Federal, a detenção ocorreu por questões migratórias. Ocorre que, de acordo com investigações, ele havia comprado um automóvel utilizando um passaporte que já havia sido cancelado por determinação da Justiça brasileira. No mesmo dia, Ramagem foi levado a um centro de detenção no Condado de Orange, na Flórida, onde ficou em uma cela separada.
Na época, o blog de Ana Flor mostrou que um delegado da Polícia Federal brasileira, Marcelo Ivo de Carvalho, que atuava como oficial de ligação junto ao ICE em Miami, teve papel fundamental no processo. De acordo com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, esse delegado emitiu os alertas necessários que auxiliaram as agências norte-americanas na captura. A estratégia fez parte de um acordo de cooperação mútua entre as forças de segurança dos dois países para o combate ao crime organizado e a localização de foragidos.
Entretanto, o ex-deputado foi solto em 15 de abril, sem procedimento judicial ou pagamento de fiança. O Brasil não havia sido formalmente informado da libertação, e teve uma reunião com representantes dos Estados Unidos para entender a soltura. A expectativa do governo federal era que Ramagem permanecesse preso durante negociações sobre uma eventual vinda para o Brasil, já que ele está foragido no país. Membros do ICE informaram à PF que Ramagem poderia aguardar em liberdade, nos EUA, a análise de um pedido de asilo.
Alguns dias depois, em 20 de abril, os EUA publicaram que ordenaram a saída do delegado Marcelo Ivo de Carvalho do país. A medida foi divulgada pelo Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental do governo americano. No comunicado, o país disse que a autoridade brasileira tentou “contornar pedidos formais de extradição” para promover “perseguições políticas” no país.
Andrei Rodrigues, por sua vez, disse em entrevista ao Estúdio i da GloboNews que o delegado voltou por ordens brasileiras. “Não há nenhuma expulsão de funcionário brasileiro. Ele voltou por determinação minha, em razão desse episódio para que nós consigamos esclarecer se há um processo formal no Departamento de Estado, no próprio ICE…seja onde for”, disse em 22 de abril.
Carvalho havia sido nomeado para atuar em Miami em março de 2023, em uma missão junto ao ICE com duração de dois anos. Uma das suas funções era a identificação e a prisão de foragidos da Justiça brasileira nos EUA. Em março de 2025, o governo publicou uma portaria que prorrogou a permanência dele na missão até agosto de 2026.
Em seguida, a Polícia Federal adotou reciprocidade e retirou as credenciais de um agente de imigração dos Estados Unidos que trabalhava em Brasília. Foi uma resposta à decisão americana contra o delegado que atuou na prisão de Ramagem. “Eu retirei, com pesar, as credenciais de um servidor dos EUA pelo princípio da reciprocidade”, disse Rodrigues durante entrevista ao Estúdio i.
Circulação de armas
Ao citar o bloqueio do envio de armas para o Brasil, Andrei refere-se à entrada ilícita de peças e armamentos no país. O Atlas da Violência 2026, divulgado no final de maio, cita um artigo acadêmico de Langeani e Pollachi (2025), que analisou a circulação ilícita de armas de fogo no Brasil entre 2019 e 2023.
Segundo o artigo, houve queda na apreensão de revólveres, que passaram de 38% para 35%, e aumento no confisco de pistolas semiautomáticas, de 17% para 28%. Ao mesmo tempo, foi registrada maior incidência de armas de estilo militar: de 1,7% para 2,4% no país e de 3% para 4,3% no Sudeste.
Para os pesquisadores, a mudança sugere maior acesso de organizações criminosas a diferentes tipos de armamento, provenientes de origens distintas. Rifles, por exemplo, costumam estar ligados ao tráfico internacional, com armas e peças vindas dos Estados Unidos, além da produção doméstica irregular de dispositivos sem número de série.
Efeitos econômicos
Especialistas apontam possíveis efeitos econômicos da medida. Para Eduardo Mello, professor de Política e Relações Internacionais da FGV, a classificação pode aumentar exigências de compliance para empresas que mantêm negócios ou relações financeiras com os Estados Unidos.
Segundo ele, investidores e companhias poderão enfrentar custos maiores para comprovar que não possuem qualquer vínculo com organizações enquadradas como terroristas, o que pode desestimular investimentos no Brasil.
Em nota divulgada na semana passada, o governo brasileiro afirmou que o combate ao crime organizado é uma prioridade, mas destacou que a cooperação internacional deve respeitar a soberania nacional.
Integrantes do Ministério da Justiça também avaliam que a cooperação jurídica internacional é uma ferramenta essencial para a repressão ao crime organizado e que o Brasil mantém acordos com diversos países nessa área.


Fonte:

g1 > Política

TSE deve julgar nesta terça decisão de Nunes Marques que suspendeu pesquisa com queda de Flávio

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve julgar nesta terça-feira (9) se mantém ou não a decisão individual do presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, que determinou na segunda-feira (8) a retirada do conteúdo e a suspensão da divulgação de uma pesquisa realizada pelo Instituto AtlasIntel.
Nunes Marques manda tirar do ar pesquisa que apontou queda de Flávio Bolsonaro
O levantamento apontou, em maio, queda de cinco pontos nas intenções de voto do pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro. A divulgação ocorreu após o vazamento de um áudio de uma conversa do senador pedindo dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para o filme sobre Jair Bolsonaro.
‘Topa jantar com o Jim Caviezel?’: veja e ouça TODOS os textos e o áudio que mostram Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro
A decisão determinou que a empresa retirasse de seus canais oficiais a pesquisa e não promovesse nova divulgação, impulsionamento ou republicação até nova análise do caso pelo TSE.
Em nota, a empresa afirmou que respeita a decisão do ministro e que está fornecendo informações sobre a metologia da pesquisa. “A situação será devidamente esclarecida a partir da análise técnica dos fatos e da metodologia empregada e confiamos no colegiado do TSE para afirmar a robustez técnica e a legalidade do estudo”, disse a AtlasIntel.
Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro
Adriano Machado/Reuters e Reprodução
Sinalização
Além de Nunes Marques, votam os ministros André Mendonça, Dias Toffoli, Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano Azevedo Marques Neto e Estela Aranha.
O ministro Dias Toffoli tem se declarado suspeito de participar de casos ligados ao Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), mas a indicação é de que deve participar da análise da ação no TSE.
O julgamento é apontado como uma prévia de como a nova composição da Corte vai atuar em casos delicados nas eleições. Há uma expectativa de que a gestão de Nunes Marques no comando da Justiça Eleitoral tenha um perfil mais discreto e com decisões menos intervencionistas na disputa eleitoral.
Internamente, ministros apontaram ressalvas ao entendimento de Nunes Marques, já que a pesquisa foi divulgada em maio e, portanto, não haveria urgência neste momento para uma decisão individual.
Nunes Marques assumiu a presidência do TSE em maio; ministro vai comandar as eleições de outubro
Jornal Nacional/ Reprodução
Decisão
Kassio Nunes Marques analisou uma representação do PL, partido de Flávio Bolsonaro.
O partido alegou ao TSE que o questionário do instituto teria sido estruturado para induzir respostas negativas sobre o senador, criando uma narrativa acusatória.
Isso porque das 49 perguntas, 8 envolviam diretamente o Banco Master e foram apresentadas em sequência, influenciando a percepção dos entrevistados e não só medindo a percepção deles.
🔎O instituto entrevistou 5.032 eleitores do Brasil de 13 a 18 de maio. A margem de erro é de 1 ponto percentual e o nível de confiança é de 95%.
O PL disse que houve uma progressão:
medo eleitoral;
comparação Lula x Flávio;
fraude financeira;
Banco Master;
Daniel Vorcaro;
conversas vazadas;
possível envolvimento direto;
impacto sobre voto;
enfraquecimento da candidatura;
retirada da candidatura.
E o áudio, segundo a legenda, não poderia ser usado na pesquisa porque não tem prova de autenticidade.
“Essa cadeia produz contexto, não mera medição. A pesquisa, da maneira heterodoxa em que formulada, pode criar, indevidamente, manchetes e narrativas de campanha baseadas em resultados obtidos após estímulo negativo. Isso desvirtua a função informativa da pesquisa eleitoral e permite que o instrumento de medição se converta em meio indireto de propaganda negativa”, argumenta o ministro.
Na decisão, Nunes Marques disse que “a controvérsia suscitada nos autos não se limita, portanto, à mera discordância quanto às escolhas metodológicas da representada, mas envolve alegação objetiva de possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado”.
O presidente do TSE ressaltou que outras 27 pesquisas feitas pela AtlasIntel não apresentaram questionários com perguntas semelhantes ao teor da pesquisa questionada e nem veicularam áudio.


Fonte:

g1 > Política

Tebet diz que disputa por vagas de São Paulo ao Senado exige ‘diálogo’ entre os partidos

A ex-ministra do Planejamento e Orçamento Simone Tebet (PSB) afirmou que a disputa pelas duas vagas ao Senado por São Paulo exige diálogo entre os partidos da base aliada para evitar a fragmentação de votos.

Durante entrevista ao programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan, Tebet citou possíveis candidaturas de Marina Silva (Rede) e Márcio França (PSB) e avaliou que três nomes alinhados ao mesmo campo político poderiam enfraquecer o grupo na disputa.

Segundo a ex-ministra, as legendas precisam construir um entendimento conjunto, levando em consideração não apenas a eleição de 2026, mas também futuras oportunidades políticas.

Outro tema abordado na entrevista foi a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. Questionada sobre uma possível demora na tramitação da matéria no Senado, Tebet defendeu o presidente da Casa, o senador Davi Alcolumbre (União Brasil).

A ex-ministra afirmou acreditar que o debate deve avançar nas próximas semanas e declarou apoio à proposta, defendendo a aprovação de medidas que ampliem a qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.

PCC e CV

Ao falar sobre política nacional, Tebet comentou a atuação da família Bolsonaro e afirmou estar mais preocupada com a possível reclassificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas do que com as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil.

Ela também atribuiu parte das tensões diplomáticas recentes à atuação de integrantes da família do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Simone Tebet defendeu ainda a importância do diálogo entre diferentes correntes políticas, incluindo setores da direita e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.

No entanto, ela afirmou que não considera possível dialogar com grupos que classifica como de extrema direita e antissistema. Para a ex-ministra, o compromisso com a democracia deve ser um requisito básico para qualquer construção política.

Estratégia eleitoral

Em relação às críticas recebidas, Tebet afirmou que a transferência de domicílio eleitoral do Mato Grosso do Sul para São Paulo foi uma mudança articulada para fortalecer o palanque da base aliada no estado e ampliar sua viabilidade eleitoral.

A oposição classificou a decisão como oportunismo político diante das dificuldades enfrentadas pela ex-ministra em seu estado de origem. Tebet rebateu e afirmou que possui forte ligação com São Paulo.

Como exemplo, ela citou a eleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), natural do Rio de Janeiro, argumentando que a origem geográfica não deve ser um impedimento para a representação política.

Onde assistir

A íntegra da entrevista com Simone Tebet e outras edições do Direto ao Ponto estão disponíveis no canal da Jovem Pan no Youtube e na plataforma Panflix.


Fonte: Jovem Pan

André do Prado tenta mediar acordo entre deputados após acusação de violência política

O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado (PL), tem atuado nos bastidores para costurar um entendimento entre o líder do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) na Casa, o deputado estadual Gilmaci Santos (Republicanos), e a deputada estadual Ana Carolina Serra (PSDB), após ela acusá-lo de violência política de gênero. A tendência é que os três se reúnam ainda nesta semana.

A crise teve origem após Gilmaci Santos retirar o presidente da Sabesp, Carlos Piani, de uma reunião da Comissão de Assuntos Metropolitanos. Na ocasião, o líder do governo alegou ausência de quórum para a realização do encontro e descartou qualquer conversa informal com Piani. Ana Carolina Serra afirmou ter se sentido desrespeitada pelas falas do parlamentar. Gilmaci nega as acusações.

De acordo com interlocutores, André do Prado ligou para ambos os deputados tentando marcar um encontro para selar um acordo de paz. Gilmaci Santos sinalizou estar aberto ao diálogo. Já Ana Carolina Serra impôs uma condição: não se sentará à mesa enquanto o líder do governo não recuar de uma nota publicada pelo Republicanos de São Paulo negando as acusações.

O imbróglio pode ganhar um novo capítulo. Aliados da parlamentar avaliam que ela deve levar o caso ao Conselho de Ética da Alesp — desfecho que André do Prado tenta, a todo custo, evitar.


Fonte: Jovem Pan

Grupo D da Copa do Mundo: seleções, convocados, jogos e horários

O grupo D da primeira fase da Copa do Mundo de 2026 é composto pelo Paraguai, com sete jogadores que atuam no Brasil, uma das seleções anfitriãs, a dos Estados Unidos da América, Austrália e Turquia. Os jogos da chave começam no dia 12 de junho, com o confronto EUA x Paraguai.

Confira os times que disputam o grupo D

Estados Unidos

JAMIE SQUIRE / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

Goleiros:

Matt Turner (New England Revolution/EUA)

Matt Freese (New York City/EUA)

Chris Brady (Chicago Fire/EUA)

Defensores:

Alex Freeman (Villarreal/ESP)

Antonee Robinson (Fulham/ING)

Sergiño Dest (PSV Eindhoven, HOL)

Chris Richards (Crystal Palace/ING)

Tim Ream (Charlotte FC/EUA)

Max Arfsten (Columbus Crew/EUA)

Miles Robinson (FC Cincinnati/EUA)

Mark McKenzie (Toulouse/FRA)

Joe Scally (Borussia Mönchengladbach/ALE)

Auston Trusty (Celtic/ESC)

Meio-campistas:

Tyler Adams (Bournemouth/ING)

Gio Reyna (Borussia Mönchengladbach/ALE)

Weston McKennie (Juventus/ITA)

Brenden Aaronson (Leeds United/ING)

Sebastian Berhalter (Vancouver Whitecaps/CAN)

Cristian Roldan (Seattle Sounders)

Malik Tillman (Bayer Leverkusen/ALE)

Atacantes:

Ricardo Pepi (PSV Eindhoven/HOL);

Tim Weah (Olympique de Marselha/FRA);

Christian Pulisic (Milan/ITA);

Haji Wright (Coventry City/ING)

Folarin Balogun (Monaco/FRA)

Alejandro Zendejas (América/MEX)

Paraguai

DANIEL DUARTE / AFP

Goleiros:

Orlando Gill (San Lorenzo),

Gatito Fernández (Cerro Porteño)

Gastón Olveira (Olimpia)

Defensores:

Juan Cáceres (Dínamo)

José Canale (Lanús)

Fabián Balbuena (Grêmio),

Omar Alderete (Sunderland)

Gustavo Gómez (Palmeiras)

Alexandro Maidana (Talleres)

Junior Alonso (Atlético-MG)

Gustavo Velázquez (Cerro Porteño)

Meio-campistas:

Braian Ojeda (Orlando City)

Damián Bobadilla (São Paulo)

Andrés Cubas (Vancouver Whitecaps)

Diego Gómez (Brighton)

Alejandro Romero Gamarra (Al -Ain)

Mauricio (Palmeiras)

Matías Galarza (Atlanta United)

Atacantes:

Gustavo Caballero (Porstmouth),

Ramón Sosa (Palmeiras)

Miguel Almirón (Atlanta United)

Gabriel Ávalos (Independiente)

Isidro Pitta (Red Bull Bragantino)

Álex Arce (LDU)

Julio Enciso (Strasbourg)

Antonio Sanabria (Cremonese)

Austrália

Divulgação / Instagram @socceroos

Goleiros:

Patrick Beach (Melbourne City)

Paul Izzo (Randers FC)

Maty Ryan (Levante)

Defensores:

Aziz Behich (Melbourne City)

Jordan Bos (Feyenoord)

Cameron Burgess (Swansea City)

Alessandro Circati (Parma)

Milos Degenek (APOEL)

Jason Geria (Albirex Niigata)

Lucas Herrington (Colorado Rapids)

Jacob Italiano (Grazer AK)

Harry Souttar (Leicester City)

Kai Trewin (New York City FC)

Meio-campistas:

Cameron Devlin (Hearts)

Ajdin Hrustic (Heracles Almelo)

Jackson Irvine (St. Pauli)

Connor Metcalfe (St. Pauli)

Paul Okon-Engstler (Sydney FC)

Aiden O’Neill (New York City FC)

Atacantes:

Nestory Irankunda (Watford)

Mathew Leckie (Melbourne City)

Awer Mabil (CD Castellón)

Mohamed Toure (Norwich City)

Nishan Velupillay (Melbourne Victory)

Cristian Volpato (Sassuolo)

Tete Yengi (Machida Zelvia)

Turquia

Nikolay DOYCHINOV / AFP

Goleiros:

Altay Bayindir (Manchester United)

Mert Gunok (Fenerbahçe)

Ugurcan Çakir (Galatasaray)

Defensores:

Abdulkerim Bardakci (Galatasaray)

Çağlar Söyüncü (Fenerbahçe)

Eren Elmali (Galatasaray)

Ferdi Kadioglu (Brighton)

Merih Demiral (Al-Ahli)

Mert Muldur (Fenerbahçe)

Ozan Kabak (Hoffenheim)

Samet Akaydin (Çaykur Rizespor)

Zeki Celik (Roma)

Meio-campistas:

Hakan Çalhanoglu (Inter de Milão)

Ismail Yuksek (Fenerbahçe)

Kaan Ayhan (Galatasaray)

Orkun Kökçü (Besiktaş)

Salih Özcan (Borussia Dortmund)

Atacantes:

Arda Güler (Real Madrid)

Baris Yilmaz (Galatasaray)

Can Uzun (Eintracht Frankfurt)

Deniz Gul (Porto)

Irfan Kahveci (Kasımpasa)

Kenan Yildiz (Juventus)

Kerem Akturkoglu (Fenerbahçe)

Oguz Aydin (Fenerbahçe)

Yunus Akgun (Galatasaray)

Jogos

12 de junho de 2026

EUA x Paraguai – 22h00

14 de junho de 2026

Austrália x Turquia – 01h00

19 de junho de 2026 

EUA x Austrália – 16hoo

20 de junho de 2026

Turquia x Paraguai – 00h00

25 de junho de 2026

Paraguai x Austrália – 23h00

Turquia x EUA – 23h00


Fonte: Jovem Pan