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Botafogo x Remo: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Botafogo e Remo se enfrentam neste sábado (2), às 16h, no estádio Nilton Santos, em partida válida pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Onde assistir Botafogo x Remo ao vivo
A partida será transmitida ao vivo pelo Premiere, com início da transmissão próximo ao horário do jogo.


Fonte: Jovem Pan

A campanha publicitária acabou. O problema, não

O mercado publicitário aprendeu a operar em alta velocidade. Briefing de manhã, casting fechado à tarde, campanha no ar no dia seguinte. A criatividade evoluiu. A produção evoluiu. A escala evoluiu. Mas há um ponto que ficou para trás de forma silenciosa e persistente: a maneira como essas relações vêm sendo estruturadas.
Não é que o setor funcione sem contratação. O problema é outro. Boa parte das campanhas ainda opera com combinações fragmentadas, formalizadas por mensagens, ajustadas em cima da hora e transmitidas de forma desigual entre os envolvidos. A campanha acontece. O conteúdo sobe. A entrega é feita. O conflito aparece depois.

A cadeia que distribui responsabilidade sem distribuir proteção
Uma campanha raramente segue uma linha simples. A marca contrata uma agência. A agência aciona outra. O casting vem de um terceiro elo. A modelo, muitas vezes, recebe apenas parte das informações que circularam no início da operação. Nesse fluxo, o risco não desaparece. Ele apenas muda de lugar.
E costuma se concentrar justamente em quem está mais perto da execução. Em quem viabiliza o casting, responde à urgência da campanha, organiza prazos apertados e faz a operação andar com o nível de informação disponível naquele momento.
É também aí que surgem alguns dos atritos mais recorrentes do setor. Etapas de validação comprimidas pela pressa. Expectativas que não foram alinhadas na origem. Fluxos financeiros que não acompanham a mesma velocidade da contratação. E, no fim, problemas que chegam a quem está no meio da engrenagem, mesmo quando nasceram antes e fora do seu controle direto.
Esse é um ponto que o mercado ainda evita encarar. A agilidade da operação muitas vezes depende de uma transferência silenciosa de risco. E risco transferido sem delimitação clara não desaparece. Apenas reaparece mais adiante, em forma de conflito, cobrança ou disputa sobre responsabilidade.
Quando a ausência de regra vira espaço de disputa
A informalidade não afeta apenas marcas e agências. Ela também cria um ambiente propício para rediscussões posteriores, interpretações oportunistas e disputas que poderiam ter sido evitadas.
É importante dizer isso com equilíbrio. Há modelos extremamente profissionais, que compreendem escopo, respeitam condições, constroem reputação e tratam a própria imagem com a seriedade de quem entende que carreira não se sustenta apenas com visibilidade, mas com consistência. São essas profissionais que ajudam a dar previsibilidade a um mercado que, muitas vezes, ainda opera no improviso.
Mas também há situações em que a ausência de clareza abre espaço para o contrário. Uso de imagem questionado depois da veiculação. Condições reinterpretadas quando a campanha já foi entregue. Limites renegociados quando a exposição já ocorreu. Sem uma base contratual mínima, o que deveria ser exceção começa a se aproximar da rotina. E, quando isso acontece, o problema deixa de ser apenas operacional. Passa a envolver prazo, mídia, território, finalidade de uso e extensão da autorização concedida.
O desalinhamento começa na linguagem
Um dos problemas menos discutidos desse mercado está na forma como a informação circula. A linguagem da marca, da agência e da modelo nem sempre significa a mesma coisa para todos. Expressões como campanha digital, uso institucional ou veiculação ampla parecem claras, mas frequentemente carregam interpretações diferentes ao longo da cadeia.
No início, isso parece detalhe. Depois, vira problema. Aquilo que parecia apenas uma divergência de linguagem passa a envolver escopo, prazo, mídia, território e responsabilidade. E, quando não há registro minimamente consistente do que foi combinado, a discussão deixa de ser apenas comercial e passa a ter consequência jurídica real.
Não raro, o conflito nasce menos de má-fé e mais de um defeito estrutural de comunicação. O setor se acostumou a operar rápido, mas ainda não consolidou um padrão mínimo de clareza para sustentar essa velocidade.
Formalidade operacional mínima
O setor não precisa de burocracia. Precisa de estrutura bem organizada. Protocolos definidos e modus operandi previamente estabelecidos, compatíveis com cada uma das situações e urgências comuns do setor.
Essa distinção é central. Ainda há quem trate a formalização como entrave, como se qualquer cuidado contratual fosse incompatível com o ritmo da publicidade. Não é. O que atrasa a operação não é o contrato. É o retrabalho. É o conflito. É o tempo gasto para resolver depois o que poderia ter sido delimitado antes.
Existe um caminho intermediário, e o mercado já deveria tê-lo incorporado: a formalidade operacional mínima. Ela não exige contratos longos nem modelos engessados. Exige apenas o básico bem definido. Uso de imagem. Prazo. Mídia. Território. Finalidade. Registro de aprovações. Formatos de prestação de serviços. Condições essenciais de pagamento. Fluxo minimamente organizado de informação entre os elos da cadeia.
Nada disso inviabiliza campanha. Nada disso engessa criação. Nada disso impede velocidade. Pelo contrário. É justamente esse tipo de estrutura leve que permite manter a velocidade sem transformar cada entrega em uma nova fonte de insegurança.
Nem os mais organizados estão imunes
Esse não é um problema restrito a operações desorganizadas. Ele atravessa o mercado inteiro. Mesmo estruturas altamente profissionais, com experiência, recorrência e operação madura, muitas vezes participam de campanhas como parte de uma engrenagem maior que não controlam integralmente. Isso significa que o nível de organização interna, por si só, nem sempre basta para neutralizar o risco gerado fora do seu campo direto de atuação.
O problema, portanto, não está em apontar um elo específico como culpado. Está em reconhecer que o modelo ainda distribui responsabilidades sem distribuir, na mesma proporção, clareza, proteção e previsibilidade.
O mercado publicitário já profissionalizou o casting, a estética e a execução. Falta profissionalizar o ponto em que a operação mais se expõe: a forma de contratar. Porque improviso, em escala, não é agilidade. É possível passivo.


Fonte: Jovem Pan

Saiba quem é o maior artilheiro da Inglaterra na história das Copas do Mundo

A resposta estatística direta para que o torcedor saiba quem é o maior artilheiro da Inglaterra na história das copas do mundo atende pelo nome de Gary Lineker. O ex-atacante balançou as redes 10 vezes vestindo a camisa da seleção nacional, dividindo seus gols entre as competições de 1986 e 1990. Ele supera lendas do passado e grandes craques em atividade, sustentando de forma isolada o principal recorde ofensivo do país no torneio.
Os números de Gary Lineker nos mundiais do México e da Itália
O atacante atingiu o estrelato global nos gramados mexicanos, em 1986, quando a Inglaterra chegou até as quartas de final. Naquela campanha, Lineker demonstrou enorme poder de finalização e anotou seis gols no torneio, garantindo o prêmio de maior goleador da edição.
Quatro anos depois, na Copa da Itália de 1990, sua fase artilheira continuava afiada. O camisa 10 marcou mais quatro vezes para levar a equipe britânica até a semifinal. Com essa constância, o centroavante consolidou a impressionante média de 10 gols em apenas 12 partidas disputadas no torneio mais importante do planeta.
O ranking dos ingleses com mais gols no torneio da Fifa
A história da seleção inglesa conta com goleadores implacáveis que cravaram seus nomes no cenário esportivo internacional. A lista histórica reúne campeões do mundo e ídolos recentes do futebol europeu.
1. Gary Lineker (10 gols)
O líder absoluto das estatísticas construiu sua fama resolvendo jogadas de forma clínica dentro da grande área. Ele foi o primeiro jogador inglês a faturar a Chuteira de Ouro, prêmio entregue ao artilheiro máximo do mundial do México, em 1986, repetindo o bom desempenho no mundial seguinte.
2. Harry Kane (8 gols)
O atual capitão da equipe assumiu a vice-liderança do ranking após atuações memoráveis na Rússia e no Catar. Ele conquistou o troféu de maior goleador em 2018 ao anotar seis gols na competição, e adicionou mais duas marcações em 2022 durante a caminhada do país até as quartas de final.
3. Geoff Hurst (5 gols)
Herói inquestionável do único título mundial da Inglaterra, Hurst assegurou seu lugar na história do esporte após marcar três gols na grande final de 1966 contra a Alemanha Ocidental. O atacante encerrou aquele ano com quatro gols e voltou a balançar a rede uma vez na Copa de 1970.
4. Bobby Charlton (4 gols)
O principal maestro do meio-campo no título de 1966 anotou três gols cruciais para a taça inédita dos ingleses. O lendário atleta do Manchester United já havia deixado sua marca de artilheiro uma vez na edição anterior, disputada no Chile, em 1962.
5. Michael Owen (4 gols)
O então garoto-prodígio do futebol britânico assombrou as arquibancadas francesas ao marcar um dos gols mais plásticos da Copa de 1998 contra a Argentina, encerrando sua participação com duas bolas na rede. No mundial de 2002, ele confirmou sua letalidade e somou mais dois tentos ao seu currículo histórico.
A corrida do atual capitão inglês para unificar os recordes
Embora o trono de Lineker nos mundiais permaneça estatisticamente seguro, sua liderança sofre ameaça direta da geração contemporânea. Harry Kane já ultrapassou o ídolo Wayne Rooney e se estabeleceu como o maior artilheiro absoluto da seleção da Inglaterra, somando os dados oficiais de eliminatórias, torneios continentais e amistosos.
Para se isolar também como o maior goleador do país apenas nos mundiais da Fifa, o camisa 9 do Bayern de Munique precisa de apenas três gols para tomar o posto. A manutenção do seu alto rendimento no futebol europeu sugere que o antigo recorde das décadas de 1980 e 1990 tem grandes chances de ser superado nas próximas competições internacionais.
O número de dois dígitos atingido por Lineker comprova a eficiência tática de um centroavante focado inteiramente na definição rápida de jogadas. Hoje, essa marca histórica pauta o rendimento da seleção atual e mantém viva a forte cultura de finalizadores implacáveis na construção do esporte britânico.


Fonte: Jovem Pan

Quem é o maior artilheiro da seleção do Senegal na história das Copas do Mundo?

O falecido meio-campista Papa Bouba Diop é o maior artilheiro do Senegal na história das Copas do Mundo da FIFA. O ídolo nacional balançou as redes três vezes no Mundial de 2002, disputado na Coreia do Sul e no Japão. Logo atrás dele aparece o atacante Henri Camara, com dois gols na mesma edição. Em três participações na competição (2002, 2018 e 2022), a seleção africana marcou um total de 16 gols, divididos entre 12 jogadores diferentes e um gol contra anotado pela Polônia.
A consagração de Papa Bouba Diop em 2002
O recorde de Bouba Diop foi estabelecido em apenas uma edição do torneio. O volante marcou o gol mais célebre do futebol senegalês: o tento da vitória por 1 a 0 sobre a França no jogo de abertura da Copa de 2002. O resultado chocou o planeta, já que os franceses eram os atuais campeões do mundo na época.
Ainda na fase de grupos daquele ano, Diop anotou mais dois gols no dramático empate por 3 a 3 contra o Uruguai, assegurando a classificação inédita da equipe para as oitavas de final. O ex-jogador faleceu precocemente em 2020, aos 42 anos, mas sua marca permanece intacta no topo das estatísticas dos “Leões de Teranga”.
Ranking de artilheiros senegaleses em Mundiais
De todos os atletas que já representaram o país no torneio da FIFA, apenas dois conseguiram marcar mais de uma vez. Abaixo, confira a lista oficial de goleadores do Senegal nas Copas:
1. Papa Bouba Diop (3 gols)

Edição disputada: 2002
Adversários vazados: França (1) e Uruguai (2)

2. Henri Camara (2 gols)

Edição disputada: 2002
Adversários vazados: Suécia (2)

3. Jogadores com 1 gol
A estatística de atletas com um gol marcado em Copas é extensa e demonstra a distribuição ofensiva da equipe nas suas três participações:

2002: Salif Diao e Khalilou Fadiga.
2018: M’Baye Niang, Sadio Mané e Moussa Wagué.
2022: Boulaye Dia, Famara Diédhiou, Bamba Dieng, Ismaila Sarr e Kalidou Koulibaly.

(Nota: O 16º gol contabilizado a favor do Senegal na história do torneio foi um gol contra marcado por Thiago Cionek, da Polônia, na Copa de 2018)
A busca pelo recorde na Copa do Mundo de 2026
Apesar de ser o maior artilheiro geral da história da seleção senegalesa com mais de 50 gols, o astro Sadio Mané anotou apenas um gol em Copas do Mundo (contra o Japão em 2018). Uma lesão na véspera do torneio tirou o atacante da edição do Catar em 2022, o que o impediu de tentar ultrapassar a marca histórica de Bouba Diop.
Com vaga praticamente encaminhada para a edição de 2026 nos Estados Unidos, México e Canadá, Mané segue ativo e com chances reais de quebrar o recorde de 2002. Ele divide o protagonismo ofensivo com uma nova safra de atacantes em atividade, como Nicolas Jackson e Ismaila Sarr, que chegarão ao próximo Mundial com a missão de reescrever o topo dessa estatística.O recorde isolado de Papa Bouba Diop permanece como o principal feito individual do futebol do Senegal. Seus três gols pavimentaram o caminho para a campanha inesquecível do país nas quartas de final em 2002 e ainda servem como o grande alvo a ser batido pela atual geração de jogadores africanos.


Fonte: Jovem Pan

Os maiores artilheiros da seleção do Marrocos na história das Copas do Mundo

O maior artilheiro da seleção do Marrocos na história das Copas do Mundo é o atacante Youssef En-Nesyri, que acumula três gols marcados na competição. Ele alcançou o feito inédito ao balançar as redes nas edições da Rússia (2018) e do Catar (2022), deixando para trás lendas históricas do esporte nacional. O recorde definitivo foi consolidado durante a jornada que transformou os Leões do Atlas na primeira equipe africana a disputar uma semifinal de Mundial.

A trajetória e os gols históricos de Youssef En-Nesyri
Para se isolar no topo da artilharia marroquina, En-Nesyri demonstrou uma letal capacidade de decidir jogos no alto nível. Além de deter o recorde de volume de gols, o atleta do Fenerbahçe também se consagrou como o primeiro jogador marroquino a marcar em duas edições distintas da Copa do Mundo.
A construção dessa marca esportiva aconteceu nos seguintes confrontos:

Fase de grupos em 2018 (Espanha 2 x 2 Marrocos): O centroavante anotou de cabeça para garantir o empate contra os espanhóis, lance que lhe rendeu o apelido de “voador” pela expressiva impulsão dentro da área.
Fase de grupos em 2022 (Canadá 1 x 2 Marrocos): Aproveitando um grave erro defensivo dos adversários, ele cravou o segundo gol da partida e carimbou a vaga no mata-mata.
Quartas de final em 2022 (Marrocos 1 x 0 Portugal): O tento mais icônico da história do país ocorreu quando ele saltou a 2,78 metros de altura para marcar de cabeça, eliminando os europeus e assegurando a classificação histórica.

Ranking de artilheiros do Marrocos em mundiais
Antes do protagonismo absoluto de En-Nesyri, o título de goleador máximo do Marrocos era dividido de forma equilibrada por três heróis do passado, todos empatados com duas bolas na rede.
Abaixo está o ranking oficial de artilheiros da equipe:

1. Youssef En-Nesyri (3 gols): O atual detentor do recorde absoluto, somando seus feitos nas Copas de 2018 e 2022.
2. Abderrazak Khairi (2 gols): Principal destaque da geração de 1986, marcou duas vezes na vitória por 3 a 1 sobre Portugal, que representou a primeira vitória marroquina no torneio.
3. Salaheddine Bassir (2 gols): Estrela ofensiva da equipe de 1998, anotou os seus dois tentos no triunfo por 3 a 0 contra a Escócia.
4. Abdeljalil Hadda (2 gols): Conhecido no futebol como “Camacho”, também marcou duas vezes no Mundial da França em 1998, punindo as defesas da Noruega e da Escócia.
5. Grupo de empate (1 gol cada): Diversos jogadores balançaram as redes apenas uma vez pelo seu país. A longa lista inclui pioneiros como Houmane Jarir e Maouhoub Ghazouani (na edição de 1970) e pilares da atualidade como o meia-atacante Hakim Ziyech e o ala Zakaria Aboukhlal (ambos em 2022).

Quem pode ampliar a estatística na Copa de 2026?
A seleção marroquina confirmou presença antecipada na Copa do Mundo de 2026, emplacando sua terceira participação consecutiva no campeonato mundial. Esse calendário favorável abre amplo espaço para que as estatísticas ofensivas do país sejam atualizadas em solo norte-americano.
O próprio Youssef En-Nesyri segue em atividade e terá a oportunidade de ampliar a sua confortável margem no topo da lista. Em paralelo, atletas testados internacionalmente, como Hakim Ziyech, buscarão engordar os seus números individuais. Outro nome que atrai as atenções é o do atacante Ayoub El Kaabi, que vem registrando excelente média de gols nas Eliminatórias Africanas e desponta como um forte candidato para estrear na artilharia do Mundial.
A quebra sucessiva desses recordes evidencia o claro amadurecimento tático e técnico do futebol marroquino. Ao fundir a intensidade tática desenvolvida nos grandes clubes europeus com a habilidade nativa africana, o Marrocos abandonou o antigo rótulo de zebra esportiva para se instalar como uma força altamente competitiva no cenário da FIFA.
Fontes Consultadas

itatiaia.com.br
fifa.com
wikipedia.org
betus.com.pa
grokipedia.com
fifa.com
onefootball.com


Fonte: Jovem Pan

Os maiores artilheiros da seleção da Jordânia na história do futebol asiático

Para quem busca saber quem é o maior artilheiro da seleção da Jordânia na história antes de jogar a copa, a resposta estatística é direta: o atacante Hamza Al-Dardour. O veterano centroavante marcou 35 gols em 125 partidas oficiais disputadas com a camisa de seu país. Ele lidera de forma isolada o ranking histórico da nação do Oriente Médio, que vive sua melhor fase técnica e desponta como uma forte candidata a disputar o primeiro Mundial de sua história em 2026.

A construção do recorde de Hamza Al-Dardour
Nascido em Ar-Ramtha, o dono da marca histórica estreou pela equipe principal em 2011 e rapidamente assumiu a referência ofensiva dos Nashama (Os Cavalheiros), apelido oficial da seleção jordaniana. A consagração definitiva do atleta ocorreu de forma espetacular durante a Copa da Ásia de 2015, quando ele alcançou o feito de anotar quatro gols em uma única partida contra a seleção da Palestina.
Com um estilo de jogo caracterizado pelo excelente posicionamento na grande área e finalização rápida, Al-Dardour acumulou seus números ao longo de mais de uma década de convocações regulares. Seus gols em amistosos internacionais, torneios regionais e eliminatórias garantiram o topo da estatística nacional, pavimentando o terreno muito antes do recente sucesso da atual geração.
O ranking dos maiores goleadores da Jordânia
Abaixo do atual líder, a lista oficial de goleadores conta com meio-campistas ofensivos e atacantes dinâmicos que foram os pilares do esporte local nas últimas duas décadas.
1. Hamza Al-Dardour
35 gols marcados em 125 jogos oficiais. O líder do ranking construiu sua vantagem mantendo uma alta taxa de conversão nas eliminatórias asiáticas e torneios regionais.
2. Hassan Abdel-Fattah
30 gols marcados em 111 jogos disputados. O ex-meia-atacante brilhou intensamente nas eliminatórias para o torneio de 2014, quando a Jordânia alcançou a fase de repescagem intercontinental contra o Uruguai.
3. Abdallah Deeb
20 gols marcados em mais de 100 partidas oficiais. Considerado um dos jogadores mais técnicos de sua geração, ele atuou como peça central na evolução tática da equipe durante a década de 2010.
4. Baha’ Faisal
16 gols marcados em 57 atuações. Um atacante caracterizado pela forte presença física, que sustentou uma alta média de gols por jogo nas recentes campanhas continentais.
5. Ali Olwan
14 gols marcados (número em ascensão). É o principal finalizador da nova geração e encerrou o ano de 2025 como um dos jogadores que mais balançaram as redes no futebol internacional de seleções.
O poderio da geração atual e o sistema ofensivo
A recente reestruturação do futebol jordaniano, impulsionada pela chegada na final da Copa da Ásia de 2023 sob o comando técnico de Hussein Ammouta, mudou o patamar da equipe. A transição para o estilo tático do técnico Jamal Sellami manteve um sistema ofensivo altamente produtivo, criando um ambiente propício para que novos nomes ameacem as estatísticas históricas.
Nesse cenário de evolução esportiva, atacantes em plena atividade como Ali Olwan e Musa Al-Taamari despontam como os herdeiros naturais da responsabilidade goleadora. Olwan, especificamente, tem quebrado marcas expressivas em partidas recentes, indicando que o topo do ranking pode sofrer alterações nos próximos ciclos de disputa.
A marca de 35 gols de Hamza Al-Dardour permanece como um símbolo estatístico de excelência e regularidade. Independentemente de quem venha a ultrapassá-lo na próxima década, seus números asseguram um registro permanente na história esportiva da Jordânia, servindo como o padrão de alto rendimento para o elenco que tenta consolidar o país na prateleira das grandes competições globais.


Fonte: Jovem Pan

Governo alerta para impacto do envelhecimento da população sobre sistemas previdenciário e de saúde

Idosos na fila para se vacinar contra a gripe, em Goiânia, Goiás
Reprodução/TV Anhanguera
O envelhecimento da população brasileira pressionará o sistema previdenciário brasileiro e, também, a área de saúde no futuro. Por outro lado, será possível gastar menos com educação.
🔎As informações constam no projeto de lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027, enviado ao Congresso Nacional em abril deste ano.
De acordo com as estimativas do governo, o sistema previdenciário será fortemente afetado, com o déficit do INSS quadruplicando até 2100. Governo e especialistas apontam a necessidade de uma nova reforma da Previdência (veja mais abaixo).
O sistema de saúde, por sua vez, demandará recursos já nos próximos anos. A estimativa do governo é de que serão necessários mais R$ 121 bilhões até 2036. A lógica é que a população de maior idade “demanda proporcionalmente” mais serviços de saúde.
Vídeos em alta no g1
Ao mesmo tempo, o governo diz que o setor de educação poderá contar com R$ 30,2 bilhões a menos pelo fato de que o “tamanho da população jovem tem caído não apenas em termos relativos, mas também em termos absolutos”.
“Nas próximas décadas, o Brasil passará por profunda modificação de sua estrutura etária, com aumento do número de idosos na população e redução do número de jovens. Tal transformação demográfica impõe desafios às políticas públicas, na medida em que influi diretamente sobre a demanda por diferentes formas de atuação estatal”, diz o governo, na LDO.
Como funcionam saúde e educação
O Sistema Único de Saúde (SUS) foi foi consolidado no texto da Constituição Federal de 1988, sendo que sua gestão é “solidária e participativa” entre os três entes da Federação: a União, os Estados e os municípios.
➡️Ao mesmo tempo em que oferece acesso universal à saúde no Brasil, o SUS enfrenta problemas de financiamento e, também, de acesso, ou seja, dificuldade na marcação de consultas e exames.
Estudo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, concluiu que o Brasil possui “crônico subfinanciamento” do Sistema Único de Saúde (SUS) na comparação com os países mais ricos — que formam a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Falta em consultas chegam a 57 mil no SUS em Piracicaba; vagas perdidas poderiam ter zerado fila, diz Saúde
Reprodução/EPTV
A educação pública, por sua vez, também funciona em regime de colaboração entre municípios, estados, Distrito Federal e a União (governo federal).
🔎Os municípios atuam principalmente na educação infantil e no ensino fundamental, sobretudo nos anos iniciais. Os estados se concentram mais nos últimos anos do ensino fundamental, e no ensino médio. E o governo federal fica, principalmente, com o ensino superior, além de coordenar as políticas e definir diretrizes.
Desde a aprovação do arcabouço fiscal, em 2023, as despesas de saúde e educação da União voltaram a estar atreladas à arrecadação federal (15% da receita líquida e as de educação, a 18%), com alta acima da inflação. Estados e municípios também têm um piso de aplicação de recursos nestas áreas.
Previdência Social
No sistema previdenciário de repartição, usado no Brasil, as contribuições dos trabalhadores ativos são utilizadas para pagar os benefícios dos aposentados e pensionistas, sem a formação de um fundo individual para cada segurado.
Previdência Social
Marco Favero/ Agencia RBS
Por isso, o governo avalia que o envelhecimento populacional vai gerar problemas maiores de financiamento nas próximas décadas, quando haverá menos trabalhadores na ativa para financiar um contingente maior de aposentados.
Para 2026, a previsão é de que o déficit do INSS atingirá 2,49% do PIB, ou R$ 338 bilhões;
Para 2100, a expectativa é de que o rombo totalizará 10,41% do PIB, ou R$ 28,44 trilhões.
A comparação na proporção com o PIB é considerada mais apropriada por especialistas.
O governo estima que, em 2060, para cada pessoa com mais de 60 anos, teremos 1,6 pessoa com idade entre 16 e 59 anos. Essa relação, diz a LDO, é “substancialmente inferior à atual, que está em 4,6 indicando um progressivo comprometimento da base de sustentação da previdência social”.
“Embora o Brasil ainda tenha uma estrutura etária relativamente jovem, a forte queda nas taxas de fecundidade associadas às quedas nas taxas de mortalidade levarão a um rápido processo de envelhecimento da população e a uma redução acentuada da participação dos jovens no total da população, gerando grandes pressões por mudanças nas políticas públicas de forma geral e especificamente na previdenciária”, avalia o governo federal.
O aumento no rombo previdenciário, estimado pelo governo, ocorrerá mesmo após a reforma da Previdência Social feita em 2019 no primeiro ano do governo Jair Bolsonaro.
Entre as mudanças, foi instituída uma idade mínima de aposentadoria de 62 anos mulheres e de 65 anos homens. Também foi fixado um tempo mínimo de contribuição de 15 anos para mulheres e de 20 anos para homens.
Foi determinado um sistema de pontos na regra de transição, que combina o tempo mínimo de contribuição e a idade, além de mudanças no cálculo para o benefício integral.
No ano passado, o então secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, afirmou que que o sistema previdenciário brasileiro está pressionado e que esse tema precisará ser discutido, inevitavelmente, em até dez anos.
Analistas do setor privado avaliam que uma nova reforma da Previdência é inevitável. Entre as medidas necessárias, eles elencam:
aumento da idade mínima na aposentadoria rural (hoje, de 55 anos para mulheres e de 60 para homens);
mudanças no regime do Microempreendedor Individual (MEI), que paga contribuição menor;
criação de um mecanismo de ajuste automático (por exemplo, elevar a idade mínima ou reduzir benefícios conforme sobe a expectativa de vida);
fim das regras especiais para aposentadoria de servidores estaduais e municipais;
fim da paridade e da integralidade para militares.


Fonte:

g1 > Política

Os maiores artilheiros da seleção de Curaçao em todos os tempos

O atacante Rangelo Janga é a resposta direta para a dúvida sobre quem é o maior artilheiro da seleção de Curaçao na história antes de estrear na copa do Mundo de 2026. O centroavante de 1,92m acumula a marca isolada de 21 gols oficiais com a camisa da equipe nacional. A marca foi construída ao longo da última década e ganha enorme relevância no momento em que a ilha caribenha de apenas 160 mil habitantes se prepara para disputar o principal torneio do futebol global pela primeira vez.
Nascido em Roterdã, na Holanda, Janga optou por representar a nação de seus descendentes. Ele estreou no futebol internacional em 2016 e construiu seu recorde de artilharia atuando como o típico homem de referência na grande área. O título de maior goleador do país foi consolidado em outubro de 2023, durante a Liga das Nações da Concacaf, quando balançou as redes contra o Panamá e ultrapassou de forma definitiva o meio-campista Leandro Bacuna no ranking.
Top 5 maiores goleadores da equipe nacional
A lista da artilharia histórica contabiliza os jogos oficiais reconhecidos pela Fifa desde que a nação caribenha passou a atuar como uma associação independente, sucedendo a antiga seleção das Antilhas Holandesas a partir da década de 2010. O ranking absoluto é dominado pela atual geração de atletas.
1. Rangelo Janga (21 gols)
Dono do recorde absoluto, o atacante construiu o status de principal referência ofensiva da equipe caribenha. Com carreira forjada em ligas da Romênia, Chipre, Cazaquistão e Holanda, ele é a principal arma do jogo aéreo do time.
2. Leandro Bacuna (14 gols)
Além de ser o vice-artilheiro histórico, o meio-campista é o jogador com mais partidas disputadas pela seleção (ao lado do goleiro Eloy Room, ambos com 68 jogos). Com larga experiência no futebol inglês, ele é o cobrador oficial de pênaltis e especialista em bolas paradas.
3. Juninho Bacuna (13 gols)
Irmão mais novo de Leandro, o volante alia forte poder de marcação com chegada constante no ataque. Com 45 jogos disputados, ele possui uma das médias de gol mais altas do meio-campo, sendo peça vital na construção das jogadas.
4. Gevaro Nepomuceno (8 gols)
Atuando pelos lados do campo, o ponta direita foi um pilar da equipe na última década. Ele anotou gols fundamentais durante as Eliminatórias caribenhas e fez parte do elenco que faturou a Copa do Caribe de 2017, o principal título internacional do país.
5. Felitciano Zschusschen (8 gols)
Apesar de uma passagem curta pela seleção nacional, o centroavante foi altamente letal. Ele precisou de apenas 12 jogos oficiais para anotar oito gols, cravando uma das melhores médias de conversão de chances na história da camisa azul.
O peso da geração atual no futebol internacional
A espinha dorsal que levou Curaçao ao Mundial de 2026 sob o comando do técnico holandês Fred Rutten concentra exatamente os donos do topo do ranking. Esse fenômeno estatístico explica o momento esportivo do país: a atual equipe técnica conseguiu mesclar a disciplina tática da formação europeia com a imposição física do futebol jogado no Caribe.
A grande maioria do elenco principal foi formada nas categorias de base do Campeonato Holandês, a Eredivisie, e se transferiu para ligas competitivas ao longo da carreira. Cada gol anotado por Rangelo Janga ou pelos irmãos Bacuna nas competições continentais não apenas engordou as estatísticas individuais, mas serviu de pilar para transformar a seleção de Curaçao no menor país em população e território a garantir uma vaga na Copa do Mundo.
Fontes Consultadas

wikipedia.org
sofascore.com
sofascore.com
lance.com.br
wikipedia.org
fifa.com
wordpress.com
worldfootball.net
wikipedia.org
sofascore.com
fotmob.com
sofascore.com
wikipedia.org
itatiaia.com.br


Fonte: Jovem Pan

Em discurso, Trump insinua que EUA vão ‘tomar Cuba quase imediatamente’

O presidente Donald Trump fez uma provocação sobre Cuba durante um evento no Forum Club of the Palm Beaches, na Flórida, nesta sexta-feira (1º). Ao homenagear o ex-deputado federal Dan Mica, que já atuou no país caribenho, Trump brincou que os EUA assumiriam o controle da ilha “quase imediatamente”.
Ao se referir ao congressista, Trump declarou: “E ele vem originalmente de um lugar chamado Cuba, que nós vamos tomar conta quase imediatamente”. Em seguida, o presidente emendou, ainda em tom de piada: “Cuba tem problemas. Vamos terminar um primeiro. Eu gosto de terminar o que começo”.
O presidente continuou o raciocínio com uma cena hipotética de demonstração de força americana. Ele imaginou o retorno de uma eventual operação no Irã e disse que, no caminho de volta, um porta-aviões seria enviado para as costas de Cuba.
“Na volta do Irã, vamos ter um dos nossos grandes — talvez o porta-aviões USS Abraham Lincoln — o maior do mundo”, afirmou. “Vamos fazer ele chegar, parar próximo da costa, e eles vão dizer: ‘Muito obrigado, nós nos rendemos’”.
Sanções contra Cuba
A declaração ocorreu no mesmo dia em que Trump ordenou novas sanções contra Cuba, visando um amplo conjunto de pessoas no país governado por comunistas e ameaçando bancos estrangeiros que trabalham com elas.
As medidas são a mais recente investida de uma campanha do governo Trump para exercer forte pressão sobre Cuba, que está em meio a uma grande crise econômica depois que os Estados Unidos cortaram o fluxo de petróleo da Venezuela.
Em uma ordem executiva, Trump disse que imporia sanções a pessoas envolvidas em amplos setores da economia cubana, que é dirigida pelo governo.
Os Estados Unidos aplicarão sanções a quaisquer instituições financeiras estrangeiras que negociem com as pessoas visadas pela nova ordem, dizia o texto.
*texto produzido com auxílio de IA e com informações da AFP


Fonte: Jovem Pan

Guerra de Trump é grave, mas juros já poderiam ter caído mais, diz Haddad

O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira, 1º, que os juros no Brasil estão muito altos sem necessidade. Ele mencionou o impacto da guerra no Oriente Médio, mas manteve a avaliação de que a taxa poderia estar em um nível mais baixo.
“Eu não canso de dizer que os juros estão muito altos, não há necessidade disso. Agora, nós estamos com um episódio grave, que é a guerra do Trump, que está atrapalhando o mundo inteiro, mas já dava para ter caído mais os juros”, afirmou ele, ao deixar o ato em comemoração ao Dia do Trabalho. O evento feito por centrais sindicais ocorreu em São Bernardo do Campo, em São Paulo.
Na última quarta-feira, 29, o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic pela segunda reunião consecutiva, novamente em 0,25 ponto porcentual. Com isso, a taxa passou de 14,75% para 14,50%.
Haddad também foi questionado sobre a possibilidade de “derrotas recentes no Congresso” prejudicarem o andamento da PEC 6X1. Também na última quarta-feira, o Senado negou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF). Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Não, vamos separar as coisas”, disse em resposta. “Isso (a PEC 6X1) é uma demanda dos trabalhadores. Nós estamos no 1º de maio para celebrar as conquistas deste governo, mas para colocar também perante o Congresso Nacional, que são os representantes dos trabalhadores, o que é imperioso agora, que é enfrentar essa coisa da jornada de trabalho”, afirmou Haddad.
Voo de galinha
Ao ser questionado sobre declaração recente do ex-ministro e pré-candidato à Presidência Aldo Rebelo (DC), ao Diário do Grande ABC, de que a economia brasileira fez um “voo de galinha”, Haddad afirmou lamentar que o político tenha “derrapado desse jeito”.
“Eu acho que ele não está acompanhando os indicadores de crescimento, comparando o governo Lula com o governo que ele apoiou. Eu até lamento por ele, porque ele tinha uma trajetória interessante. E aí, derrapar desse jeito nessa idade, eu fico, eu lamento. Tinha um apreço por ele”, disse.


Fonte: Jovem Pan