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Senado celebra 50 anos do Teste do Pezinho e defende diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce de doenças raras e genéticas, capaz de evitar sequelas graves e transformar a vida de crianças e famílias, foi apontado como um dos principais legados dos 50 anos do Teste do Pezinho durante homenagem no Senado nesta terça (2).
A triagem neonatal, mais conhecida como Teste do Pezinho, é um exame simples (uma “picada” feita com uma agulha bem fina para coletar gotas de sangue) em recém-nascidos para se detectar precocemente doenças raras e genéticas, permitindo o tratamento antes do surgimento de sequelas.
O teste é gratuito e obrigatório — e é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A sessão, que aconteceu no Plenário do Senado, atendeu a um requerimento (o RQS 342/2026) da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que conduziu a sessão.
Instituto Jô Clemente
A homenagem também celebrou os 65 anos do Instituto Jô Clemente, entidade de referência na promoção de saúde, inclusão e garantia de direitos para pessoas com deficiência intelectual, transtorno do espectro autista e doenças raras.
Mara Gabrilli elogiou a trajetória do Instituto Jô Clemente e apontou a contribuição dessa entidade para a implantação do Teste do Pezinho no país. Segundo ela, a iniciativa ajudou a implementar uma das mais importantes políticas de prevenção da saúde pública brasileira.
— O teste pode salvar e transformar vidas. O diagnóstico precoce é uma das políticas de prevenção mais eficazes que existe e permite o acesso a tratamentos e intervenções no tempo certo — afirmou ela.
A senadora também lembrou que o Instituto Jô Clemente introduziu no país, em 1976, a técnica de diagnóstico precoce da fenilcetonúria por meio de amostras de sangue seco, marco que, segundo Mara, deu origem à expansão da triagem neonatal no Brasil.
O presidente voluntário do conselho de administração do instituto, Michel Brull, destacou que a homenagem reconhece uma trajetória de defesa da inclusão e da autonomia construída ao longo de décadas.
— A verdadeira inclusão acontece quando garantimos acesso à saúde, à educação, à comunicação, ao trabalho, à autonomia e à participação plena na sociedade — disse ele.
Já a superintendente-geral do instituto, Daniela Mendes, ressaltou que o exame representa, para muitas crianças, a oportunidade de receber tratamento antes do surgimento de sequelas.
— Quando falamos do Teste do Pezinho, falamos em tempo. E, para muitas doenças raras e condições graves, tempo é vida — declarou ela.
Crianças indígenas
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) salientou a importância da triagem neonatal para a proteção de crianças indígenas em situação de vulnerabilidade.
— O Teste do Pezinho ajudou a salvar muitas crianças indígenas no Brasil. É uma ferramenta importante no enfrentamento dessa realidade — enfatizou ela.
Ampliação da cobertura
Diversos participantes da sessão destacaram a importância da Lei 14.154, de 2021, que determinou o aumento gradual — em etapas — do número de doenças a serem rastreadas pelo Teste do Pezinho: das 6 originais em 2021 para cerca de 50.
Daniela Mendes, do Instituto Jô Clemente, defendeu mais rapidez na implementação das novas etapas.
— A melhor forma de homenagear os 50 anos do Teste do Pezinho é garantir que ele realmente avance e que aquilo que já está previsto em lei se torne realidade para todos os bebês brasileiros — argumentou ela.
A cobertura não é uniforme no país: a quantidade de doenças detectadas pelo teste varia conforme o estado (o governo de Minas Gerais, por exemplo, informa que o Teste do Pezinho nesse estado abrange 60 doenças).
Representante do Ministério da Saúde, Natan Monsores de Sá reconheceu que há desafios tecnológicos e estruturais para a ampliação da triagem neonatal, mas frisou que o governo federal possui um planejamento para efetivar o aumento. Natan é o coordenador-geral de doenças raras desse ministério.
— Temos avançado em um cronograma para que, nos próximos anos, possamos ofertar para toda a população brasileira a triagem neonatal e ampliar ainda mais essa cobertura — reiterou ele.


Fonte: Senado Federal

Novo tarifaço dos EUA reduz competitividade de produtos, mas há ‘janela’ para negociar, diz Amcham Brasil

EUA propõem tarifa de 25% sobre produtos do Brasil, após investigação comercial
A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) avaliou nesta terça-feira (2) que a investigação dos Estados Unidos concluída nesta semana, e que acusa o governo brasileiro de cometer práticas irregulares e propõe uma sobretaxa a produtos brasileiros, pode aumentar custos, reduzir a competitividade e criar obstáculos ao comércio e aos investimentos bilaterais — se confirmada.
A medida, anunciada na noite dessa segunda-feira (1º), representa a fase mais avançada de um processo que pode levar à imposição de sanções comerciais diretas e reforça o uso de um dos principais instrumentos de pressão da política comercial dos Estados Unidos.
A investigação foi iniciada em 15 de julho de 2025 pelo Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR), após uma determinação do presidente Donald Trump. O processo é respaldado pela Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 dos EUA.
Apesar do cenário, a Amcham destaca que o relatório reconhece os avanços do diálogo entre os governos dos dois países, intensificado nas últimas semanas após o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump, em 7 de maio.
A Amcham também pontua que o texto sinaliza interesse do governo Trump na continuidade das negociações até a decisão final sobre o caso, prevista para 15 de julho.
“Trata-se de uma janela concreta para a busca de soluções que possam evitar ou revisar as medidas tarifárias propostas”, acrescenta a entidade.
Abrão Neto, presidente da Amcham Brasil, destaca que o relatório não é final e reforça que ainda há tempo para evitar a adoção de novas tarifas.
Segundo ele, o setor empresarial espera que os dois governos “intensifiquem seus esforços nas próximas semanas e alcancem uma solução que enderece as questões em discussão, preservando as condições necessárias para a evolução do comércio e dos investimentos nos dois países”.
Nova investigação preocupa exportadores
Além da investigação em andamento sobre o Brasil, a Amcham acompanha a expectativa pela divulgação de um segundo relatório dos Estados Unidos, também baseado na Seção 301. Nesse caso, a apuração trata de importações de produtos elaborados com trabalho forçado.
Segundo a entidade, essa investigação poderá resultar na aplicação de tarifas adicionais a cerca de 60 países, incluindo o Brasil.
Na avaliação da Amcham, esse cenário aumenta a importância de uma solução negociada para o processo atualmente em curso, evitando que produtos brasileiros enfrentem condições tarifárias mais desfavoráveis do que as de concorrentes de outros mercados.
A conclusão da investigação ocorre dentro do prazo estabelecido para as negociações do grupo de trabalho criado pelos governos dos EUA e Brasil para tratar de temas comerciais e evitar aplicação de novas tarifas.


Fonte:

g1 > Política

Governo vê espaço para negociar após tarifa dos EUA, mas vai culpar Flávio Bolsonaro se ela falhar por motivos políticos

EUA propõem tarifa de 25% sobre mercadorias brasileiras para punir práticas ‘irrazoáveis’
O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já esperava uma recomendação de aumento de tarifa de importação pelos Estados Unidos por alegadas práticas desleais da parte do Brasil, como anunciado na madrugada desta terça-feira (2), no horário de Brasília.
Mas acredita haver espaço para negociação, e recebeu com alívio a lista de exceções. Nela, estão incluídos café e carne, além de aeronaves e peças.
Por outro lado, se as negociações falharem, o presidente Lula vai responsabilizar o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pela medida, e usar o PIX para defender a posição brasileira.
Na avaliação da equipe presidencial, incluir o PIX ajuda o discurso do Brasil de perseguição política por parte de uma ala do governo Trump.
Lula anunciou acordo no mês passado para negociar impasse sobre tarifas e investigação comercial americana
Ricardo Stuckert/Divulgação
Segundo assessores de Lula, além do PIX, incluir acordos comerciais do Brasil com México e Índia não faz sentido. Como também não faz alegar falhas no combate à corrupção no momento em que a Polícia Federal faz várias investigações sobre fraudes bancárias e roubo de aposentados.
Integrantes do governo brasileiro afirmaram ao blog que já havia a expectativa de alguma medida por parte dos Estados Unidos no âmbito da investigação aberta contra o Brasil com base na Seção 301 da legislação comercial americana.
O que ainda não era conhecido pelas autoridades brasileiras era o percentual da tarifa que seria anunciado por Washington.
Negociações foram positivas
Nesta terça-feira, o governo americano informou a recomendação de aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros no contexto da investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR).
Interlocutores do Palácio do Planalto afirmam que as negociações recentes foram positivas e ressaltam que representantes dos Estados Unidos fizeram referências aos contatos realizados nos últimos dias, incluindo reuniões envolvendo o presidente Lula.
Segundo fontes do governo, as tratativas mantidas nas últimas semanas com autoridades americanas indicavam que alguma recomendação poderia surgir no início da semana. Apesar disso, em reservado, a avaliação interna é que o resultado poderia ter sido mais duro para o Brasil.
A leitura dentro do governo é que a decisão é política, mas preserva espaço para a continuidade do diálogo entre os dois países. Por isso, a orientação é seguir apostando na negociação para tentar reduzir os impactos da medida e buscar alternativas para reverter ou amenizar as tarifas.
Nos bastidores, integrantes do governo também criticam parte dos argumentos apresentados durante a investigação americana.
Segundo esses interlocutores, referências ao PIX e a supostos acordos preferenciais foram recebidas com estranheza e consideradas desconectadas da discussão comercial que levou à abertura da investigação.
A expectativa do governo brasileiro é manter os canais diplomáticos abertos e intensificar as conversas com a administração americana nas próximas semanas.


Fonte:

g1 > Política

Em Goiás, Lula aparece em evento segurando cartaz: ‘O PIX é do Brasil’ e diz que sistema assusta EUA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apareceu em um evento nesta terça-feira (2) em Catalão, Goiás, segurando um cartaz que dizia: “O PIX é do Brasil”.
Lula justificou o ato diante das medidas anunciadas pelos Estados Unidos de impor um novo tarifaço ao Brasil. Segundo Lula, os americanos têm medo do PIX.
“Voces viram que eu entrei com essa faixa aqui do PIX, que ‘O PIX é do Brasil’, porque ontem [segunda] o governo americano, numa atitude intempestiva — que a gente estava negociando depois da minha visita ao [Donald] Trump — de forma intempestiva, anunciaram 25% de tarifas com base em mentira” afirmou.
“Alegam déficit, mas têm superavit. A segunda coisa: que fiquei preocupado é que o PIX assusta eles. Falei para o Trump que ao invés de ter medo do PIX, ele deveria colocar o PIX para funcionar nos EUA”, prosseguiu o presidente.
Lula associa ‘filhos de Bolsonaro’ a novo tarifaço proposto pelos EUA


Fonte:

g1 > Política

Trump faz post com foto ao lado de Flávio Bolsonaro

Trump faz post sobre encontro com Flávio Bolsonaro
Reprodução/Truth Social
O presidente dos EUA, Donald Trump, fez um post nesta terça (2) sobre o encontro com o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em uma das fotos, também aparece seu irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
“Foi muito bom ter Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca — um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil!”, escreveu Trump, na Truth Social, a sua rede social.
A mensagem é publicada no dia em que os EUA propuseram uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros, sob a alegação de práticas restritivas ao comércio americano. Lula responsabilizou família Bolsonaro pela taxação, relacionando-a à visita de Flávio à Casa Branca, no último dia 26.
O presidente dos EUA, Donald Trump, conversa com Flávio Bolsonaro na Casa Branca.
Divulgação/ Truth Social
Flávio Bolsonaro foi recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na terça-feira da semana passada, dia 26 de maio.
Esta reportagem está em atualização.


Fonte:

g1 > Política

Áudio: CDH aprova sustar norma sobre aborto em criança vítima de estupro

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta terça-feira (2) o cancelamento da Resolução nº 258 de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), que estabelece diretrizes para o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual (PDL 3/2025). A resolução determina o acesso à interrupção legal da gravidez nos casos de estupro, além de procedimentos de encaminhamento das vítimas às autoridades.
A relatora do PDL, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), afirmou que parte do conteúdo extrapola as atribuições do Conanda e trata de matérias que deveriam ser disciplinadas pelo Congresso Nacional. Texto segue para a análise do Plenário.


Fonte: Senado Federal

‘Para nós, foi uma surpresa’, diz diretor da PF sobre classificação de PCC e CV como terroristas

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, disse nesta terça-feira (2) que a decisão dos Estados Unidos de classificar as facções PCC e CV como terroristas foi uma surpresa para o governo brasileiro.
“Tem a questão técnica e a questão política também, e o tema que nós estamos agora enfrentando é a tipificação de facções criminosas como entidades terroristas, e ali foi apresentada toda a explicação. Inclusive, é técnica e trabalho que a Polícia Federal faz, inclusive com a cooperação internacional, para combater o crime organizado, que é o que temos feito com muita intensidade aqui no país. E, de fato, para nós, é uma surpresa termos essa declaração. Enfim, essa afirmação é dos Estados Unidos de tentar equiparar é crime organizado com terrorismo, que, na nossa avaliação, é um equívoco técnico”, disse em entrevista ao Estúdio i.
Agora no g1
Este post está em atualização


Fonte:

g1 > Política

Marco Rubio diz que Brasil não integra grupo de aliados dos EUA

Marco Rubio colocou o Brasil no grupo dos países que não integram o atual bloco de aliados estratégicos de Washington no Hemisfério Ocidental, ao lado de Cuba, Venezuela e Nicarágua. A fala ocorreu nesta terça-feira (2), durante uma audiência no Congresso americano.
Ao defender que a América Latina vive hoje um momento de aproximação com os Estados Unidos, Rubio afirmou que a região está “cheia de aliados” e de governos amigáveis aos interesses americanos. Em seguida, porém, fez uma lista de exceções – e incluiu o Brasil entre elas.
“Com exceção da Nicarágua, com exceção de Cuba, obviamente com exceção da Venezuela (…), e claro, do Brasil, embora eles estejam no meio de um ciclo eleitoral (…), de modo geral agora é uma região cheia de aliados dos Estados Unidos, líderes amigáveis aos EUA e uma direção favorável à América.”
A declaração chama atenção porque coloca o Brasil na mesma relação de países frequentemente criticados por Washington por seu distanciamento político dos Estados Unidos. Embora Rubio tenha citado o atual ciclo eleitoral brasileiro como um fator de contexto, a mensagem transmitida foi clara: o governo brasileiro não é visto hoje pela principal autoridade diplomática americana como parte do grupo de países alinhados aos interesses estratégicos dos EUA na região.
Recado direto a Brasília
A fala representa um dos posicionamentos mais duros já feitos por um integrante de alto escalão do governo americano em relação ao Brasil desde o início da atual administração brasileira.
Ao elogiar a maioria dos governos latino-americanos e separar nominalmente Brasil, Cuba, Venezuela e Nicarágua desse grupo, Rubio sinalizou que Washington vê Brasília mais distante de sua agenda regional do que seus principais parceiros continentais.
O secretário também afirmou que os Estados Unidos precisam recuperar espaço na América Latina após duas décadas de “negligência”, período que, segundo ele, permitiu o avanço da influência chinesa no continente. Na visão de Rubio, o fortalecimento de governos alinhados aos EUA é parte fundamental dessa estratégia.
Escalada de atritos
A declaração ocorre em meio a uma sequência de episódios que vêm aumentando a tensão entre Washington e Brasília.
Nos últimos dias, Rubio já havia endurecido o discurso contra o Brasil ao defender medidas relacionadas ao combate ao crime organizado transnacional e ao ampliar críticas à condução de temas considerados estratégicos pelos Estados Unidos.
Agora, ao mencionar o Brasil ao lado de regimes historicamente apontados pelos EUA como problemáticos na região, o secretário eleva o tom do embate diplomático e expõe publicamente o desconforto da Casa Branca com os rumos da relação bilateral.
Sinal político em ano pré-eleitoral
Outro trecho que chamou atenção foi a referência explícita ao processo eleitoral brasileiro.
Ao afirmar que o Brasil está “no meio de um ciclo eleitoral”, Rubio indicou que Washington acompanha de perto o cenário político brasileiro e considera que o resultado das eleições poderá influenciar o futuro da relação entre os dois países.
Na prática, a declaração foi interpretada por observadores em Washington como um recado político raro: os Estados Unidos enxergam hoje o Brasil fora do núcleo de governos considerados plenamente alinhados à estratégia americana para o Hemisfério Ocidental.
“É uma região cheia de aliados dos Estados Unidos”, afirmou Rubio. Brasil, Cuba, Venezuela e Nicarágua ficaram fora dessa lista. Quase simultaneamente, Rubio era alvo do presidente Lula, em um evento em Catalão (GO), inaugurando a nova sede do Instituto Federal Goiano (IF Goiano).
Lula usou um tom bem duro, chamando Rubio de “anti-América Latina” e “inimigo mortal” de Cuba e outros países da região. Ele também repetiu que já tinha reclamado disso diretamente com Trump.
“Ele (Rubio) é anti-América Latina, ele é o inimigo mortal de Cuba, é o inimigo mortal de vários países latino-americanos. Eu já disse ao Trump que ele não gosta do Brasil. Ele não estava na reunião que eu fiz com o Trump.”


Fonte: Jovem Pan

Em BH, Flávio e Zema brindam com leite e dividem palanque na em feira do setor

A maior feira de pecuária leiteira da América Latina virou palco político nesta terça-feira (2). Na Mega-Leite, em Belo Horizonte, o senador Flávio Bolsonaro encontrou e abraçou dois nomes que também circulam como pré-candidatos à Presidência da República em 2026: o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Uma cena nos bastidores chamou atenção: os dois, ao lado do atual governador de Minas Gerais, Mateus Simões, brindaram e tomaram leite puro enquanto discutiam a situação econômica do país. O brinde virou foto, e a foto virou símbolo do momento.
O timing do encontro com Zema não passou despercebido. O ex-governador mineiro fez duras críticas a Flávio Bolsonaro no mesmo dia em que o áudio do banqueiro Daniel Vorcaro foi divulgado, gerando ruído na ala bolsonarista. Nesta terça-feira, os dois apareceram lado a lado, sorrindo e alinhados no discurso.


Fonte: Jovem Pan