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Independentes lideram em quase todos os grupos e se tornaram peça-chave para a eleição de 2026, aponta Quaest

Independentes lideram em quase todos os grupos e se tornaram peça-chave para a eleição de 2026
A última pesquisa Quaest, divulgada na quarta-feira (15), mostrou que o grupo de eleitores que se declaram independentes — aqueles que não se identificam com a esquerda, com a direita, nem com nomes específicos — tornou-se peça-chave para a eleição de 2026. Representando 32% do eleitorado, esse contingente inverteu sua preferência nos últimos meses: se em dezembro de 2025 Lula vencia Flávio Bolsonaro por 37% a 23%, agora em abril, o senador lidera o segmento com 33% contra 26% do atual presidente.
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Mais do que a intenção de voto, os dados destrincham o perfil sociodemográfico desse eleitor que hoje foge da polarização direta.
Os independentes são maioria em quase todo o país. No Sul, formam 34% da população, segundo a Quaest. No Nordeste, eles somam 32%, mesmo patamar dos lulistas convictos na região. No Sudeste, também lideram com 32%, seguidos pela direita não bolsonarista. Já no Norte e Centro-Oeste, somam os mesmos 32% — abrindo 10 pontos de vantagem sobre o segundo grupo mais expressivo, a direita não bolsonarista.
Veja os números do posicionamento político dos eleitores por região:
Nordeste
Lulista: 32%
Esquerda não lulista: 14%
Independente: 32%
Direita não bolsonarista: 10%
Bolsonarista: 10%
Não sabe/não respondeu: 2%
Sudeste
Lulista: 14%
Esquerda não lulista: 16%
Independente: 32%
Direita não bolsonarista: 25%
Bolsonarista: 12%
Não sabe/não respondeu: 1%
Sul
Lulista: 11%
Esquerda não lulista: 12%
Independente: 34%
Direita não bolsonarista: 27%
Bolsonarista: 14%
Não sabe/não respondeu: 2%
Centro-Oeste/Norte
Lulista: 18%
Esquerda não lulista: 12%
Independente: 32%
Direita não bolsonarista: 22%
Bolsonarista: 13%
Não sabe/não respondeu: 3%
O recorte de renda revela onde o governo Lula mais perde terreno. Os independentes lideram entre os eleitores que ganham até cinco salários mínimos. Até 2 salários mínimos aparece com 35% (contra 29% de lulistas e 9% de bolsonaristas). De 2 a 5 salários mínimos é de 32%, enquanto lulistas e bolsonaristas somam apenas 14% cada.
O segmento só perde a liderança no estrato de renda superior (acima de 5 salários), onde a direita não bolsonarista corresponde com 29%, seguida pelos independentes com 28%.
Veja os números do posicionamento político dos eleitores por renda familiar:
Até 2 salários mínimos
Lulista: 29%
Esquerda não lulista: 14%
Independente: 35%
Direita não bolsonarista: 10%
Bolsonarista: 9%
Não sabem/Não respondeu: 3%
Mais de 2 salários mínimos a 5 salários minimos
Lulista: 14%
Esquerda não lulista: 13%
Independente: 32%
Direita não bolsonarista: 25%
Bolsonarista: 14%
Não sabem/Não respondeu: 2%
Mais de 5 salários mínimos
Lulista: 14%
Esquerda não lulista: 15%
Independente: 28%
Direita não bolsonarista: 29%
Bolsonarista: 13%
Não sabem/Não respondeu: 1%
Na divisão por idade, os independentes representam 31% entre os mais jovens (16 a 34 anos) e também entre os idosos (acima de 60 anos). O pico ocorre entre os eleitores de 35 a 59 anos, onde o percentual sobe para 34%.
Veja os números do posicionamento político dos eleitores por faixa etária:
16 a 34 anos
Lulista: 14%
Esquerda não lulista: 18%
Independente: 31%
Direita não bolsonarista: 25%
Bolsonarista: 10%
Não sabem/Não respondeu: 2%
35 a 59 anos
Lulista: 19%
Esquerda não lulista: 12%
Independente: 34%
Direita não bolsonarista: 22%
Bolsonarista: 11%
Não sabem/Não respondeu: 2%
60 anos ou mais
Lulista: 25%
Esquerda não lulista: 12%
Independente: 31%
Direita não bolsonarista: 13%
Bolsonarista: 16%
Não sabem/Não respondeu: 3%
Independentes no 2º turno
A pesquisa Quaest de segundo turno à Presidência mostrou que, entre os eleitores independentes, Flávio Bolsonaro (PL) tem 33% das intenções de voto e o presidente Lula (PT), 26%. Contudo, 36% afirmam que não vão votar.
Veja os números de intenção de voto entre os independentes:
Não vai votar: 36% (eram 36% em março e 38% em fevereiro);
Flávio Bolsonaro: 35% (eram 33% em março e 31% em fevereiro);
Lula: 26% (eram 27% em março e 31% em fevereiro);
Indecisos: 5% (eram 5% em março e 5% em fevereiro).
A pesquisa geral mostra que Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) aparecem tecnicamente empatados em um eventual 2º turno das eleições 2026. Flávio tem 42% das intenções de voto contra 40% de Lula. É a primeira vez na Quaest que o senador filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ultrapassa Lula numericamente.
Quaest: intenção de voto 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro
Arte/g1


Fonte:

g1 > Política

Áudio: Congresso recebe LDO com cartilha para facilitar compreensão do Orçamento

O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional o projeto de lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027 (PLN 2/2026), com a inauguração da cartilha “Orçamento Cidadão”. Trata-se de uma publicação encaminhada simultaneamente ao Parlamento, que funciona como uma versão mais acessível do projeto de lei.


Fonte: Senado Federal

‘Fiz as contas para chegar no valor que combinamos’: mensagens entre Vorcaro e ex-BRB apontam ajuste milionário por imóveis

‘Valor que combinamos’: as mensagens entre Vorcaro e ex-BRB preso
A investigação da Polícia Federal (PF) que resultou na prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, apontou que “há fortes indícios” de que ele e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, “ajustaram um valor milionário a título de corrupção”.
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As mensagens trocadas entre os dois, mostrando que imóveis milionários de luxo fariam parte de um suposto acerto, surpreenderam até investigadores com quem o blog conversou. Chamou atenção a naturalidade com que Vorcaro e Paulo Henrique conversavam sobre corrupção e lavagem de dinheiro.
O documento obtido pelo blog com o conteúdo das conversas faz parte da nova fase da Operação Compliance Zero deflagrada pela PF, que prendeu o ex-presidente do BRB nesta quinta-feira (16).
Troca de mensagens entre Paulo Henrique e Vorcaro
Reprodução
‘Preciso dele feliz’
Em outro trecho das conversas em que Vorcaro e Paulo Henrique negociam detalhes sobre os imóveis, o ex-diretor do BRB disse ter ficado decepcionado por não conseguir visitar um dos apartamentos. Segundo a investigação, isso fez o dono do Master procurar a corretora de imóveis dizendo que precisava de Paulo Henrique “feliz”.
Trecho em que Daniel Vorcaro procura a corretora de imóveis
Reprodução / g1
➡️ O BRB é um banco público controlado pelo governo do Distrito Federal. Ele aparece no caso Master por ter sido o principal interessado na compra do banco de Daniel Vorcaro.
Paulo Henrique Costa é suspeito de não seguir práticas de governança e permitir negócios com o Banco Master sem lastro.
O conteúdo das conversas, que inclui desde planos de carreira futuros até a escolha de materiais de construção, é apontado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como prova de que o executivo atuava como um “verdadeiro mandatário” de interesses privados dentro do banco público.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master e Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa
Reprodução e Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília
Em uma das conversas, Paulo Henrique agradece a Vorcaro pelo “alinhamento pessoal” e afirma estar “empolgado com o que vamos construir”
Troca de mensagens entre Paulo Henrique e Vorcaro
Reprodução
Em seguida, Daniel Vorcaro responde:
DANIEL VORCARO: “Fala amigo, ótimo, também estou empolgado. Vou alinhar tudo com Daniel. Vou te passar uma pessoa que te mostrará o apto”.
PAULO HENRIQUE: “Fechado! Obrigado”.
Os diálogos também mostram que os imóveis de luxo não eram apenas investimentos abstratos, mas faziam parte de um “cronograma pessoal”.
Ex-presidente do BRB teria recebido imóveis avaliados em R$ 146 milhões em suposto esquema, aponta investigação
Paulo Henrique enviou mensagens relatando visitas às propriedades em São Paulo acompanhado da esposa. Em um trecho, ele comenta que a esposa estava “meio cismada” com uma das unidades e pede para olhar outra para ter “parâmetro”.
PAULO HENRIQUE: “Estive no outro hoje de manhã. A esposa ainda está meio cismada. Seria ótimo olhar outro para construir uma referência”.
DANIEL VORCARO: “Por quê?”
PAULO HENRIQUE: “Hoje estava com a região toda fechada. Seria bom dar o parâmetro”.
DANIEL VORCARO: “Ah tá. Esse outro é uma cobertura. Já pensando trazer família.”
PAULO HENRIQUE: “Eu venho na frente mesmo e elas vêm depois. Boa.“
DANIEL VORCARO: “Vale a pena ver”
PAULO HENRIQUE: “Claro. Qual o empreendimento?”
DANIEL VORCARO: “Outra coisa, quando tiver um tempinho aí final de semana, veja se conseguimos falar. Esta semana estou com um gargalo de 300mm na quarta, queria bolar contigo o que acha que poderíamos conseguir fazer”.
PAULO HENRIQUE: “Meu foco é nisso nessa semana. Já monto uma estrutura na segunda com a equipe. O que ainda temos de carteira varejo? E aí equilibro com PJ”.
DANIEL VORCARO: “Vou levantar aqui com minha turma. E te volto.”
Enquanto cobrava celeridade na entrega dos imóveis, Paulo Henrique tranquilizava o empresário sobre sua atuação no BRB, afirmando estar “focado na agenda que combinamos” e “tratando de carteira de outro lado”.
Em outro momento de pressão, Vorcaro questiona se ele ainda tinha interesse no negócio (deal), ao que o então presidente do banco responde: “Estou com vc. Continuo no deal mode. Estou virando noite e tentando resolver”.
Troca de mensagens entre Paulo Henrique e Vorcaro
Reprodução
As investigações da PF pontam que o ex-presidente do BRB negociou pelo menos seis imóveis de Vorcaro em troca de supostamente facilitar os negócios entre os dois bancos. Os imóveis são avaliados em cerca de R$ 140 milhões e dois dos empreendimentos estão sediados em Brasília.
Do montante, cerca de R$ 74 milhões foram efetivamente pagos. Segundo a investigação, o pagamento total dos valores acordados entre Daniel Vorcaro e Paulo Henrique não se concretizou porque o banqueiro soube “da instauração de procedimento investigatório sigiloso para apurar, exatamente, o pagamento de propina” ao ex-presidente do BRB por meio da aquisição e repasse de imóveis.


Fonte:

g1 > Política

ENQUETE – OS PINGOS NOS IS – Você defende a reforma do judiciário e a criação de mandatos para ministros do STF?

Você defende a reforma do judiciário e a criação de mandatos para ministros do STF?

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Fonte: Jovem Pan

Vai viajar no feriado? Veja 7 dicas para proteger a coluna e evitar dores

Com a proximidade dos feriados prolongados, muitos brasileiros se preparam para pegar a estrada ou encarar longas horas de voo. No entanto, o que deveria ser um momento de relaxamento pode se tornar um pesadelo para a saúde lombar e cervical. O tempo prolongado na mesma posição, somado a posturas inadequadas, pode desencadear dores e até comprometer o descanso da viagem.
Para evitar desconfortos, o cirurgião de coluna Dr. Rodrigo Góes, do Hospital Albert Einstein, reúne sete dicas práticas para manter a saúde da coluna durante os deslocamentos. Confira!
1. Evite ficar muito tempo na mesma posição
A imobilidade prolongada é um dos principais vilões das viagens longas. Ficar mais de duas horas sentado reduz o fluxo sanguíneo e sobrecarrega a coluna. Para evitar o desconforto, a regra é clara: movimente-se. “Sempre que possível, faça pausas no trajeto. O ideal é levantar a cada duas horas e caminhar um pouco para despertar o corpo e reativar a circulação”, indica o especialista.
2. Ajuste a postura corretamente
Manter a coluna bem apoiada é essencial para prevenir dores. “Use uma almofada ou toalha enrolada na região lombar para preservar a curvatura natural das costas, principalmente no carro ou no avião. O objetivo é preencher o espaço entre a coluna e o assento, reduzindo a sobrecarga”, orienta o cirurgião.
3. Aposte em alongamentos simples
Mesmo sentado, é possível aliviar a tensão muscular. Segundo o Dr. Rodrigo Góes, alguns alongamentos simples ajudam a prevenir e reduzir o desconforto ao longo da viagem. “Faça rotações com os pés para os dois lados para estimular a circulação. Alongue o pescoço inclinando a cabeça lateralmente, levando a orelha em direção ao ombro, e mantenha por 20 segundos de cada lado. Outra dica é contrair o abdômen e tentar encostar toda a lombar no banco, relaxando em seguida”, sugere.
Cuidar da postura durante a viagem é importante para evitar dores Imagem: ORION PRODUCTION | Shutterstock
4. Evite cruzar as pernas por muito tempo
Evite cruzar as pernas por longos períodos, pois isso pode desalinhar o quadril e comprometer a postura. Se os pés não alcançarem o chão confortavelmente, utilize a própria mochila como apoio. Além disso, em viagens mais longas, o uso de meias elásticas, sob indicação médica, pode ajudar a melhorar a circulação sanguínea e reduzir o risco de inchaço, desconforto nas pernas e até de trombose venosa profunda em pessoas com predisposição.
5. Cuidado com o uso do celular
Olhar para baixo por longos períodos sobrecarrega a região cervical. O ideal é manter o celular ou o tablet na altura dos olhos e evitar o uso contínuo.
6. Utilize apoio para o pescoço
Durante o sono em viagens, a posição inadequada da cabeça pode favorecer o surgimento de torcicolos e desconfortos na região cervical. Para evitar esse problema, a recomendação é utilizar travesseiros em formato de “U”, que ajudam a manter o alinhamento do pescoço e oferecem mais estabilidade ao descansar.
7. Atenção ao carregar bagagens
O esforço inadequado ao transportar bagagens pode sobrecarregar a coluna e causar dores ou lesões. “Para evitar esse risco, o ideal é flexionar os joelhos ao levantar peso, mantendo a coluna alinhada, e evitar curvar apenas as costas durante o movimento”, alerta o médico.
O Dr. Rodrigo Góes destaca que a dor deve ser vista como um sinal de alerta e que a prevenção é o melhor companheiro de viagem. “Não ignore os sinais de desconforto. Pequenos ajustes posturais e pausas ao longo da viagem não só melhoram a experiência no trajeto, como também evitam crises que podem atrapalhar todo o período de descanso no feriado”, finaliza.
Por Beatriz de Mello


Fonte: Jovem Pan

Real Madrid: crise instalada no clube mais rico do mundo!

É fácil imaginar o tamanho da repercussão na Espanha após a eliminação do Real Madrid da Liga dos Campeões.
A imprensa espanhola não está dando trégua: a crise está oficialmente instalada e ganha proporções ainda maiores justamente porque o Real Madrid é o clube mais rico e poderoso financeiramente do mundo — líder absoluto tanto em receita quanto em valorização.
No futebol, o dinheiro pode comprar talento e infraestrutura de ponta, mas não garante títulos, nem oferece imunidade contra erros de gestão ou falta de competitividade. Esse tem sido o gancho principal da imprensa espanhola nos últimos dias.
Estamos vivendo um dos momentos mais delicados da história recente do clube, talvez dos últimos 15 a 20 anos.
Nas redes sociais e nas páginas dos jornais, a pergunta que não quer calar é: como um clube com tantos recursos pode atravessar uma crise dessas?
O jogo contra o Bayern de Munique foi espetacular, cheio de emoção e lance a lance memorável. No entanto, o que permanece é a eliminação precoce mais uma vez.
A crise não é apenas esportiva: ela abala a imagem de “instituição intocável” que Florentino Pérez construiu ao longo de mais de duas décadas.
Os jornais de Madrid, como Marca e AS, falam abertamente no “fantasma da temporada em branco”. Reconhecem o esforço final da equipe, mas não escondem a decepção profunda e o risco real de uma mudança drástica na dinâmica do clube.
Já a imprensa catalã (Mundo Deportivo e Sport) celebra o que chama de “fracasso coletivo”, “crise interminável” e “fim de ciclo”.
Os questionamentos são intensos e vão em várias direções: a adaptação ainda incompleta de Mbappé, a irregularidade de Vinícius Júnior, os erros defensivos recorrentes e o futuro de Arbeloa como treinador.
Em Madrid, já se especula sobre reuniões de crise com desdobramentos fortes nos próximos dias.
Enfim, a crise é proporcional ao tamanho gigante do Real Madrid. Quando um gigante tropeça, o mundo inteiro para para assistir.


Fonte: Jovem Pan

Pedra na vesícula: conheça os sintomas da doença

Nem sempre o desconforto que surge após as refeições deve ser ignorado. Em alguns casos, principalmente quando o incômodo aparece após comidas mais gordurosas, pode indicar o início de pedra na vesícula — uma condição bastante comum que pode evoluir para quadros graves se não for tratada.
De acordo com o Dr. Iuri Tamasauskas, coordenador da Cirurgia Geral do Hospital Albert Sabin (HAS-SP), o problema pode se desenvolver de forma discreta ao longo dos anos. “A pedra na vesícula muitas vezes é uma doença insidiosa, silenciosa, que pode demorar anos para se manifestar […]”, explica.
Primeiros sinais de pedra na vesícula
Quando aparecem, os sintomas iniciais de pedra na vesícula costumam ser leves e facilmente confundidos com má digestão. Dor abdominal após refeições, sensação de estufamento, náuseas e digestão lenta são alguns dos sinais mais comuns, geralmente após a ingestão de alimentos mais gordurosos.
“Muitas vezes o paciente convive com esse desconforto achando que é algo passageiro, mas esses sinais merecem atenção. O ideal é buscar avaliação para diagnóstico precoce e evitar a progressão da doença”, orienta o médico.
Condição pode evoluir para quadros mais graves
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a tendência é que o quadro se repita e, com o tempo, piore. “Esse quadro pode evoluir para uma infecção da vesícula, chamada colecistite aguda. Além disso, uma pedra pode sair da vesícula e obstruir os canais biliares, levando a problemas mais sérios, como pancreatite ou colangite”, alerta o Dr. Iuri Tamasauskas.
A presença de sintomas pode levar à recomendação da cirurgia como forma de prevenir novos episódios e complicações Imagem: Peakstock | Shutterstock
Tratamento para pedra na vesícula
A cirurgia para pedra na vesícula é recomendada principalmente quando o paciente apresenta sintomas. O procedimento, chamado colecistectomia, é considerado padrão e bastante seguro. “Quando o paciente já apresenta sintomas, a indicação cirúrgica costuma ser o melhor caminho para evitar novas crises e complicações. É uma cirurgia segura, amplamente realizada e com bons resultados”, afirma o especialista.
Na maioria dos casos, a recuperação é rápida, especialmente quando a cirurgia é feita por laparoscopia, técnica minimamente invasiva. Em poucos dias, o paciente já consegue retomar suas atividades habituais, sempre com orientação médica. “O principal ponto é não esperar a doença evoluir. Quanto mais precoce o tratamento, menor o risco de complicações e mais tranquila é a recuperação”, conclui o Dr. Iuri Tamasauskas.
Por Renata Sbrissa


Fonte: Jovem Pan

Pele no outono: 5 cuidados essenciais para adotar na estação

Durante o outono, a pele exige cuidados especiais devido às mudanças no clima. Com a maior amplitude térmica e a queda da umidade do ar, é comum que a pele fique mais ressecada, com aspecto áspero e sensível. Por isso, a atenção deve se voltar para a hidratação e proteção, evitando também o chamado efeito rebote — quando a falta de hidratação leva o organismo a produzir mais sebo como forma de compensação, o que pode aumentar a oleosidade e favorecer o surgimento da acne.
Nesse contexto, pequenos ajustes na rotina diária de beleza e saúde são fundamentais. Por isso, Ana Cândida Bracarense, dermatologista do Hospital Orizonti, lista as principais orientações para proteger o corpo e o rosto ao longo do outono. Confira!
1. Foco na hidratação
Intensifique a hidratação com os ativos indicados pelo seu dermatologista. Algumas substâncias são realmente importantes para essa manutenção, como glicerina, ceramidas e pantenol. Os hidratantes com ureia devem ser usados de acordo com a avaliação específica da pele. 
2. Atenção redobrada à rotina de banho
Com a queda das temperaturas, a tentação de tomar banhos longos e muito quentes aumenta, mas isso é um grande inimigo, principalmente para peles secas e sensíveis. A recomendação da dermatologista é de banhos rápidos, mornos e sem bucha, utilizando sabonetes menos abrasivos, mais hidratantes, com glicerina ou com a denominação “syndet”. Ao sair, seque-se com uma toalha macia, sem esfregar. O momento ideal para aplicar o hidratante é logo em seguida, com a pele ainda úmida, para garantir a melhor absorção do produto.
O filtro solar deve ser usado mesmo em dias frios ou nublados Imagem: Boryana Manzurova | Shutterstock
3. Protetor solar continua sendo inegociável
A percepção de que dias nublados ou frios não exigem proteção solar é um mito perigoso. A radiação no Brasil continua alta mesmo no outono e no inverno, e os raios UV seguem causando envelhecimento precoce e aumentando os riscos de câncer de pele. O uso diário de um filtro com amplo espectro, com FPS superior a 30, dando preferência para os com 50 ou mais, além de proteção UVA, não deve sair da rotina.
4. Óleos naturais na rotina de cuidados podem ser usados com cautela 
Os óleos faciais e corporais podem ser aliados para selar a umidade da pele, desde que eles tenham indicação. Existem alguns que podem ser utilizados por quem tem pele oleosa, de forma orientada pelo dermatologista. Não havendo contraindicações para o uso, aplique uma pequena quantidade de óleo antes do banho para proteger a pele da água quente, ou logo após o creme hidratante, para ajudar a reter a água na pele.
5. Cuide da pele de dentro para fora
Os cuidados tópicos devem ser acompanhados de bons hábitos. A ingestão de água continua sendo vital no outono. Além disso, uma dieta rica em frutas, vegetais e gorduras boas (como o ômega 3) é fundamental, devendo-se evitar o excesso de açúcares e alimentos ultraprocessados para controlar a oleosidade. Boas noites de sono, controle do estresse e a prática regular de exercícios físicos melhoram a circulação sanguínea, refletindo diretamente no viço e na saúde da pele. Em casa, o uso de umidificadores de ar também é muito bem-vindo.
Por Pedro Ramos 


Fonte: Jovem Pan

PF terá reunião com EUA nesta quinta para saber motivos da soltura de Ramagem

PF diz que aguarda informações sobre soltura de Ramagem
A Polícia Federal (PF) vai se reunir nesta quinta-feira (16) com representantes dos Estados Unidos para entender as condições que levaram à soltura do ex-deputado federal Alexandre Ramagem.
O Brasil não foi formalmente informado da libertação, que ocorreu nessa quarta-feira (15).
A reunião entre a Polícia Federal e autoridades do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) dos Estados Unidos já estava marcada, mesmo antes da informação de que Ramagem foi solto. O objetivo era discutir o caso e evitar que ele fosse libertado, o que acabou acontecendo antes do encontro.
Ramagem foi preso na segunda-feira (13), em Orlando, na Flórida, por questões migratórias. No mesmo dia, ele foi levado a um centro de detenção no Condado de Orange, na Flórida, onde ficou em uma cela separada.
Na quarta-feira (15), o nome dele já não constava na lista de detidos do centro nem no sistema do Serviço de Imigração dos EUA (ICE, na sigla em inglês). A TV Globo apurou com a polícia local que ele foi liberado às 14h52, pelo horário local (15h52, em Brasília).
A expectativa do governo federal era que Ramagem permanecesse preso durante negociações sobre uma eventual vinda para o Brasil, já que ele está foragido no país.
O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi condenado a 16 anos de prisão no caso da trama golpista. Segundo o STF, ele instrumentalizou o órgão na tentativa de facilitar a tentativa de golpe para o manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder.
Alexandre Ramagem durante interrogatório no STF
Gustavo Moreno/STF
Segundo informado pelo g1, autoridades brasileiras começaram a preparar um relatório com informações e documentos para tentar acelerar o processo de deportação de Ramagem para o Brasil.
O documento seria entregue ao Enforcement and Removal Operations (ERO), divisão da polícia americana responsável por prisões de indivíduos que violam as leis de imigração.
Com a colaboração entre as autoridades policiais, o Brasil também pretende impedir a concessão de asilo político. O asilo já foi solicitado pelo parlamentar cassado.
Saída do Brasil
Segundo a Polícia Federal, Ramagem deixou o Brasil em setembro do ano passado por Roraima e entrou na Guiana de carro, de forma clandestina.
Ainda de acordo com as autoridades, ele atravessou a fronteira terrestre entre os dois países e seguiu até Georgetown, capital guianense. De lá, embarcou de avião para os Estados Unidos.
O documento que está sendo preparado deve destacar que essa ação, em 2025, se deu, inclusive, com o apoio de uma organização criminosa envolvida com garimpo ilegal.
“Não há necessidade de pedido específico de deportação. No nosso entendimento, caso os argumentos sejam aceitos [contidos no documento], a deportação é automática”, dizem os investigadores.


Fonte:

g1 > Política

  Escala 6×1: equipe econômica descarta discutir contrapartidas para as empresas; Motta e ministro da articulação política marcam reunião

Governo envia ao Congresso PL para fim da escala 6×1
A ala econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não prevê discutir contrapartidas financeiras às empresas caso prospere alguma das proposições que prevê o fim da escala 6×1. 
Duas propostas de emenda à Constituição (PECs) tramitam juntas na Câmara dos Deputados. E, na terça-feira (14), o governo encaminhou ao Congresso Nacional projeto de lei ao Congresso Nacional sobre o mesmo assunto.  
Na quarta-feira (15), o deputado federal Paulo Azi (União-BA) apresentou relatório favorável ao avanço, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aos textos que estabelecem a redução de jornada no país.
Embora o relatório tenha se limitado a analisar a compatibilidade das propostas com a Constituição, ele fez sugestões em relação ao mérito das PECs. 
Azi sugeriu medidas para a adaptação do setor produtivo e uma regra de transição, progressiva, para a entrada em vigor da redução da jornada de trabalho, com prazos diferenciados conforme o porte e o tipo da empresa.
“Uma possibilidade para mitigar estes riscos da redução da jornada é fazer compensações fiscais, ou seja, reduzir tributos, especialmente sobre a folha, para os agentes que reduzirem sua jornada, o que foi seguido por alguns países europeus”, destacou o relator.
Interlocutores da área econômica que acompanham o debate disseram ao g1 que o governo está aberto a discutir formas de reduzir os impactos sobre as empresas, incluindo uma regra de transição, mas se opõe à ideia de compensar financeiramente empresários por eventuais perdas decorrentes da redução da jornada de trabalho.
O projeto enviado pelo Executivo não traz qualquer previsão de escalonamentos para a redução da jornada.
Após a leitura do relatório na CCJ, o deputado da oposição Lucas Redecker (PSD-RS), que é crítico ao fim da escala 6×1, apresentou um pedido de vista – mais tempo para análise do relatório –, que foi aceito pelo presidente da CCJ, Leur Lomanto Júnior (União-BA). A votação deve ocorrer, agora, em até 15 dias.

Motta e governo
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), recebe nesta sexta-feira (17) o ministro da secretaria das relações institucionais, José Guimarães, para tratar das propostas que reduzem a jornada de trabalho no Brasil.
Na terça-feira (14), o governo acertou o envio do projeto do Executivo em um almoço no Palácio do Planalto entre Lula e Motta.

O presidente da Câmara vinha defendendo a votação das PECs que já tramitavam na Casa. O processo para se alterar um dispositivo constitucional exige mais tempo de análise e quórum de votação mais amplo, de três quintos.

O governo, por sua vez, passou a advogar por um projeto de lei. O PL encaminhado pelo governo altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e outras legislações infraconstitucionais. Para ser aprovado, precisa apenas dos votos da maioria simples das duas Casas Legislativas.

O que diz o setor produtivo
Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Azi apresentou estudo da Fecomércio que calcula que R$ 158 bilhões será o custo sobre a folha de pagamentos de empresas do país, em um cenário conservador, caso o projeto de reduzir a jornada legal de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas seja aprovado.
Na avaliação de economistas, o debate precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.


Fonte:

g1 > Política