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Lula passará por procedimento para retirada de ceratose e infiltração em punho para tratar tendinite, diz Planalto

A Secretaria de Comunicação da Presidência informou nesta quinta-feira (23) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passará por procedimento para retirada de ceratose e por uma infiltração no punho para tratar uma tendinite.
Os procedimentos devem ser realizados no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, nesta sexta-feira (24).
Segundo o governo, os procedimentos são simples e não haverá nenhuma restrição para o presidente. Não será necessário, segundo a Secom, que Lula fique em repouso, de acordo com a equipe médica do presidente.


Fonte:

g1 > Política

Governo envia ao Congresso projeto que permite usar receita do petróleo para reduzir impostos sobre combustíveis

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (23) que encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei que abre a possibilidade de converter aumento de receita com petróleo em redução de tributos a combustíveis. A proposta já foi protocolada na Câmara dos Deputados.
No início do mês, o governo anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo decorrente da guerra no Oriente Médio (veja mais abaixo).
Governo anuncia pacote de medidas para tentar frear alta nos combustiveis
A proposta é uma autorização para reduzir tributos sobre combustíveis (diesel, gasolina, etanol e biodiesel) toda vez que for apurado aumento extraordinário da receita decorrente das cotações do preço do petróleo.
Assim, quando houver aumento de receita, o montante seria utilizado para reduzir tributos sobre combustíveis, como PIS Cofins e Cidi.
Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, a tese do governo é de que, como o Brasil é produtor e exportador de petróleo, as receitas públicas aumentam quando o preço sobe em função de receitas com royalties e PPSA, por exemplo.
“O ponto central nosso é converter esse aumento de receita em mecanismos que possam amortecer os efeitos para a população”, explicou.
Segundo Moretti, a medida durará enquanto durar a guerra no Oriente Médio.
“Para o caso da gasolina nós não temos proposta imediata de redução de tributos. A proposta é nos dar condições fiscais para redução do tributo”, adicionou.
“A cada 10 centavos retirados dos tributos teríamos o impacto de 800 milhões por dois meses. A retirada é efetivada por meio de um decreto presidencial e só serão propostos na medida em que houver autorização do Congresso”, complementou.
Segundo o projeto enviado pelo governo federal, os recursos decorrentes de aumento de receita extraordinário que poderão ser utilizados terão como fonte: 
royalties e participação especial da União da exploração de petróleo ou gás natural;
dinheiro oriundo da venda do petróleo, o gás natural e outros hidrocarbonetos destinados à União;
montante oriunda de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) relativos ao setor de óleo e gás;
dividendos da União recebidos de empresas do setor de óleo e gás;
recursos oriundos do Imposto de Exportação de 12% extraordinário das exportações de petróleo.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que as medidas serão acompanhadas diariamente pela equipe econômica.
“Vamos manter o compromisso de que a gente perceber de arrecadação adicional é o limite para reduzir a tributação. Aprovando o projeto, faremos uma redução parcial sobre gasolina e etanol. Trabalho pelo período de dois meses que vai ser avaliado”, explicou.
Pacote de medidas
No início do mês, o governo anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo decorrentes da guerra no Oriente Médio.
Segundo o ministro do Planejamento, o custo total das medidas anunciadas no início do mês será de R$ 30,5 bilhões. Mas, segundo ele não terá impacto fiscal, pois será compensado por receita advinda do óleo diesel e royalties, por exemplo.
As ações contemplam subvenção (um apoio financeiro) ao diesel importado, ao Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha, e ao querosene da aviação.
Entre as medidas anunciadas estão:
subvenção ao diesel (importado e ao produzido no Brasil);
isenção de impostos federais sobre o biodiesel;
subvenção ao gás de cozinha;
subvenção ao querosene da aviação;
linhas de crédito para o setor aéreo.
Medidas para o diesel
A subvenção ao diesel prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel importado (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual).
Somada ao subsídio anterior concedido pela União, de R$ 0,32, a subvenção total chega a R$ 1,52.
➡️ O objetivo central é blindar o setor produtivo, especialmente o agronegócio, contra a disparada de preços causada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã.
Foto de posto de gasolina.
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
⛽ O diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando seu preço sobe, há um efeito em cadeia na economia. O custo maior do frete, por sua vez, tende a ser repassado para alimentos, produtos industrializados e serviços, pressionando a inflação.
A divisão busca repartir o custo da medida e facilitar a adesão dos governos estaduais, reduzindo a pressão sobre apenas um nível de governo.
Segundo o governo, a medida será aplicada pelo menos durante os meses de abril e maio deste ano e terá custo de R$ 4 bilhões, sendo R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para os estados e o Distrito Federal.
Pelo lado dos estados, o subsídio será feito por meio do Fundo de Participação dos Estados (FPE). O fundo é usado pelo governo federal para repassar recursos mensalmente aos governos estaduais.
Agora, parte desse dinheiro será retido, em valor equivalente a R$ 0,60 por litro, que cada estado vai contribuir.
➡️ O FPE é formado por 21,5% da receita líquida do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
O benefício será direcionado aos importadores de diesel, empresas responsáveis por trazer o combustível do exterior para complementar a oferta no país.
A medida também cria uma nova subvenção de R$ 0,80 por litro de diesel produzido no Brasil, que se somará àquela de R$ 0,32/litro que já está em vigor.
Essa subvenção será realizada apenas com recursos federais, com custo estimado de R$ 3 bilhões por mês.
A medida durará por dois meses, podendo ser prorrogada por igual período. Os produtores deverão aumentar o volume vendido aos distribuidores e garantir o repasse do benefício aos preços ao consumidor.
Além disso, o governo vai publicar um decreto que zera o PIS/Cofins que incidem sobre o biodiesel. Segundo o Palácio do Planato, a medida vai gerar uma economia de R$ 0,02 por litro do combustível.
O combustível renovável hoje é adicionado ao óleo diesel vendido nas bombas, em uma proporção de 15%.
Gás de cozinha
O governo também subsidiará o gás de cozinha. Segundo o governo, haverá uma compensação relativa à diferença entre o preço nacional e o internacional, que será coberto por uma subvenção de até R$ 330 milhões.
De acordo com o ministro da Fazenda, a isenção do PIS/Cofins, tanto para o biodiesel quanto para o querosene da aviação, será compensada pelo ajuste da alíquota dos cigarros.
Com isso, a alíquota será elevada a 3,5%, e o preço mínimo aumentará de R$ 6,50 para R$ 7,50.
Querosene da aviação
Diante do risco de as passagens aéreas aumentarem em até 20%, o governo federal anunciou que vai zerar o PIS/Cofins até o final do ano sobre o querosene da aviação.
O combustível é um insumo sensível para aviação, visto que, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), passou a representar cerca de 45% do custo operacional das companhias aéreas após o aumento anunciado pela Petrobras na última semana.
Também serão lançadas duas linhas de crédito. Uma delas será ofertada pelo Fundo Nacional da Aviação (Fnac) e terá valor total de até R$ 2,5 bilhões por mutuário e foco em reestruturação financeira das empresas.
As tarifas de navegação também serão prorrogadas. As taxas referentes aos meses de abril, maio e junho serão pagas pelas empresas aéreas somente no mês de dezembro.


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g1 > Política

TSE aprova transferência de R$ 13 milhões para Itamaraty organizar eleições no exterior

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quinta-feira (23), por unanimidade, a transferência de R$ 13,2 milhões para a locação de imóveis em outros países a pedido do Ministério das Relações Exteriores. Os espaços serão utilizados nas eleições presidenciais deste ano em territórios nos quais as embaixadas ou repartições consulares brasileiras não comportam o movimento das votações.
Segundo o voto da relatora e presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, sessenta e cinco seções eleitorais serão atendidas. Ela não especificou quais países serão destino da verba.
De acordo com dados da Justiça Eleitoral de fevereiro, o Brasil tem ao menos 793.330 eleitores e eleitoras cadastrados com domicílio em outros países.
Para comparação, o total de votantes cadastrados no TSE é de 155,8 milhões.
Na eleição presidencial de 2022, Lisboa era o maior colégio eleitoral fora do Brasil, com 45.273 pessoas aptas a votar. Na sequência vinham Miami e Boston, nos EUA,e Nagóia, no Japão.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Neste ano, só será possível saber exatamente quantos brasileiros estarão aptos a votar — dentro e fora do país — depois de 6 de maio, data limite para os cidadãos regularizarem sua situação eleitoral.
O número de brasileiros em outros países que participam das eleições presidenciais tem aumentado constantemente: 697.078 estavam aptos a votar em 2022. Em 2018, eram 500.727. Nos pleitos de 2014 e 2010 foram, respectivamente, 354.184 e 200.392 eleitores aptos.
A solicitação do orçamento foi feita pelo Itamaraty em conjunto com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, responsável pelo eleitorado no exterior.
A Justiça Eleitoral recebeu o documento em 10 de abril. O calendário eleitoral deste ano estabelece que o TSE tem até 6 de julho para designar e comunicar ao Itamaraty as seções eleitorais para votação no exterior. Já o ministério tem até 22 de junho para pedir o funcionamento de seções fora de locais previstos e deve também decidir como os recursos serão distribuídos.
Regras para voto no exterior
Assim como em território nacional, brasileiros morando no exterior são convocados para serem mesários. Servidores públicos também podem contribuir no pleito. Cabe ao Ministério das Relações Exteriores contratar serviços associados necessários, como alimentação e limpeza de lugares alugados.
As regras no exterior são as mesmas do Brasil. O voto é obrigatório para pessoas alfabetizadas e maiores de 18 anos e opcional para analfabetos, maiores de 70 anos e pessoas entre 16 e 18 anos.
A diferença é que, fora do país, os brasileiros votam apenas para presidente, e não para governador, senador e deputado.


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g1 > Política

Eleições 2026: TV Liberal e representantes de partidos definem regras e datas da cobertura eleitoral

TV Liberal e representantes de partidos definem regras e datas da cobertura eleitoral.
Reprodução/TV Liberal
A direção de Jornalismo da TV Liberal se reuniu nesta quinta-feira (23) com representantes de 18 partidos políticos para apresentar as datas da cobertura jornalística da emissora nas eleições de 2026. Onze partidos não enviaram representantes.
Ao todo, serão exibidas reportagens, entrevistas e debates de primeiro e segundo turno. A reunião foi realizada no auditório da sede da TV Liberal, em Belém.
Participaram do encontro: MDB, PDT, PT, PCdoB, PSB,PSDB, Mobiliza, Cidadania, PV, PSTU, DC, PSOL, PL, Podemos, Solidariedade, UP, União Brasil e Missão.
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Nos próximos meses, serão realizadas outras reuniões com representantes dos candidatos ao governo do estado.
Confira as datas dos debates e entrevistas com candidatos ao governo do Pará:
Debates
1º turno: terça-feira, 29 de setembro.
2º turno: quinta-feira, 22 de outubro.
Entrevistas
1º turno: a partir de 14 de setembro, no JL1.
2º turno: 15 e 16 de outubro, no JL2.
VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará
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g1 > Política

Áudio: Senadores defendem educação financeira na escola para prevenir endividamento

O senador Izalci Lucas (PL-DF) cobrou a votação de um projeto de lei apresentado por ele em 2023 para inserir na grade curricular dos ensinos fundamental e médio conteúdo de educação e administração financeira (PL 5.950/2023). Ele avalia que a falta de consciência sobre o uso do dinheiro desde criança tem provocado superendividamento da população. A proposta de Izalci está em análise na Comissão de Educação e Cultura (CE). Já o senador Humberto Costa (PT-PE) chamou a atenção para os juros altos e a oferta indiscriminada de crédito, sem orientações aos consumidores sobre custos do uso do cartão e de empréstimos. Ele também aponta o impacto do vício em apostas no endividamento dos brasileiros.


Fonte: Senado Federal

Áudio: Teresa Leitão elogia Enem; prazo para pedido de isenção termina nesta sexta

Termina nesta sexta-feira (24) o prazo para solicitar a isenção da taxa do Enem 2026. A senadora Teresa Leitão (PT-PE), presidente da Comissão de Educação (CE), destaca que o exame é uma importante política de acesso ao ensino superior. Podem pedir o benefício estudantes da rede pública, inscritos no CadÚnico e participantes de programas sociais.


Fonte: Senado Federal

Vídeo: Debatedores na CDH defendem ampliar uso de medicamento contra raquitismo

Em audiência na Comissão de Direitos Humanos (CDH) sobre o raquitismo XLH, pacientes, familiares e especialistas pediram mudança na norma do Ministério da Saúde que restringe o acesso de adultos a um medicamento considerado por especialistas como eficaz contra a doença.


Fonte: Senado Federal

Projeto aperfeiçoa decisão de investimento na previdência complementar

Um projeto de lei complementar que está na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado busca aperfeiçoar o processo decisório de alocação de recursos das entidades fechadas de previdência complementar.
O PLP 87/2026, de autoria do senador Esperidião Amin (PP-SC), determina a necessidade de maioria absoluta no conselho deliberativo dessas entidades, para aprovar investimentos de valor igual ou superior a 5% de seus recursos garantidores.
O objetivo, segundo o autor, é impedir que investimentos de valor elevado exponham a saúde financeira dessas entidades a riscos elevados, prejudicando não apenas os participantes e assistidos, mas também os patrocinadores públicos e o erário.
A Lei Complementar 108, de 2001 já prevê, no inciso IV do art. 13, que o conselho deliberativo dessas entidades tenha que autorizar investimentos de 5% ou mais. Porém, não fala explicitamente em maioria absoluta. “A proposta qualifica o processo decisório nessas entidades, exigindo diálogo efetivo entre representantes do patrocinador e dos participantes e assistidos, ao mesmo tempo em que preserva a racionalidade do modelo de governança concebido na LC 108/2001”, destaca Esperidião Amin na justificativa do projeto.
Conselho deliberativo
O projeto dispõe ainda que o presidente do conselho deliberativo dessas entidades, formado por seis membros, não poderá invocar o chamado “voto de qualidade” (de desempate) para formar maioria absoluta nas votações sobre essas decisões de investimento.
O texto aguarda designação de relator na CAE.


Fonte: Senado Federal

Correios devem manter ‘elevado prejuízo’ neste ano; governo vê estatais federais no vermelho até 2030

Os Correios podem continuar a ter um agravamento da situação econômico-financeira, seguindo tendência observada nos últimos dois anos, apesar do plano de restruturação em vigor.
A informação está no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, encaminhado na semana passada pelo governo ao Congresso Nacional.
“Entre as medidas do referido plano [de restruturação financeira], estão a redução de custos, com medidas de saneamento de seus planos de previdência complementar, reestruturação de planos de saúde, programas de demissão voluntária, alienação de imóveis ociosos e reajuste tarifário, dentre outras, mas a tendência é de que a empresa ainda apresente elevado prejuízo em 2026”, diz o governo.
No documento, o Executivo diz também que é provável que a empresa estatal tenha de receber aportes de capital da União até 2027, algo já admitido pela ministra da Gestão, Esther Dweck.
O governo também projeta que as estatais federais seguirão no vermelho até 2030 (veja mais abaixo nessa reportagem).
🔎 Um aporte do governo nos Correios significa que o governo federal, por meio de transferência direta do Tesouro Nacional, vai repassar recursos para a empresa.
Segundo a ministra informou em março, a medida está prevista no contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões firmado com um consórcio de bancos em dezembro de 2025.
De acordo com ela, mesmo com um novo empréstimo, o aporte pode ajudar no processo de recuperação financeira da estatal. “Por isso é parte da equação também”, explicou a ministra.
Em fevereiro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) deu mais espaço para os Correios conseguirem captar um novo empréstimo com garantias da União. Pela decisão, os Correios poderão conseguir mais R$ 8 bilhões em empréstimo.
Rombo das estatais
Puxado pela situação dos Correios, as estatais federais registraram, em todo ano passado, um déficit de R$ 5,13 bilhões, o segundo pior resultado da história.
A situação continuou ruim no primeiro bimestre deste ano, quando o resultado negativo somou R$ 4,1 bilhões.
🔎Os números foram divulgados pelo Banco Central. O termo “déficit” significa que o gasto somado dessas estatais foi maior que a receita que elas conseguiram gerar no ano.
A série do Banco Central não considera a Petrobras, a Eletrobras e nem as empresas do setor financeiro (bancos públicos).
O BC lembra que a Petrobras e a Eletrobras foram excluídos do cálculo das estatais federais em 2009, mas explica que a série histórica de anos anteriores foi revisada com base na nova metodologia — sendo válida, portanto, de 2002 em diante.
Entram nesse cálculo empresas como Correios, a Emgepron, a Hemobrás, a Casa da Moeda, a Infraero, o Serpro, a Dataprev e a Emgea.
O conceito do Banco Central considera apenas a variação da dívida, conceito amplamente utilizado em análises fiscais internacionais, enquanto o governo se utiliza do conceito conhecido por “acima da linha” (receitas menos despesas, sem contar juros da dívida).
O Tribunal de Contas da União (TCU) destacou nesta quarta-feira (22) que 95% do déficit das estatais não dependentes foi puxado por 4 empresas, dentre elas os Correios
Para 2026, o governo estimou, no projeto de lei de diretrizes orçamentárias, um aumento do déficit das estatais para R$ 6,75 bilhões.
Para 2027, a equipe econômica projetou que o rombo pode ser maior ainda: R$ 7,55 bilhões.
Para 2028, 2029 e 2030, o déficit estimado para as estatais federais é de, respectivamente: R$ 6,1 bilhões; R$ 5,04 bilhões e de R$ 5,71 bilhões.


Fonte:

g1 > Política

STF decide que são válidas restrições à compra de terras por empresas brasileiras controladas por estrangeiros

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (23), que são válidas as restrições à compra de terras por empresas brasileiras controladas por estrangeiros.
Os ministros analisaram duas ações que tratam do tema, apresentadas pela Sociedade Rural Brasileira (SRB), a União e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
🔎A questão envolve uma lei de 1971. Pela norma, as regras aplicadas à compra de imóveis rurais por estrangeiros também valem para empresas brasileiras cujo capital majoritário é controlado por pessoas ou grupos de fora do país.
Prevaleceu o entendimento do relator, ministro Marco Aurélio Mello (aposentado), favorável às restrições da legislação. Seguiram esta linha os ministros Gilmar Mendes, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Dias Toffoli e o presidente Edson Fachin.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Retomada do julgamento
A análise do caso foi retomada nesta quinta-feira (23), com o voto do ministro Alexandre de Moraes, que consolidou a maioria.
Moraes ponderou que as regras não promovem discriminação, mas representam um tratamento razoável e proporcional, que leva em conta questões de soberania.
Em seu voto, o ministro citou a questão das terras raras. A questão dos minerais críticos tem gerado debate diante do aumento da demanda global por insumos como lítio, terras raras e níquel, fundamentais para a produção de baterias, equipamentos eletrônicos e tecnologias de energia limpa.
“Não se trata de vedar acesso, dar tratamento discriminatório, mas de fazer prevalecer a soberania nacional, fazer prevalecer a possibilidade de o próprio país, de forma regulada, não discrimine, mas diferencie a aquisição das terras”, afirmou.


Fonte:

g1 > Política