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Ala no Planalto defende indicação de ministra do STJ após rejeição de Messias para vaga no STF

Com dificuldade política e técnica em reenviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga aberta com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso em 2025, o presidente Lula tem sido aconselhado a indicar a ministra Daniela Teixeira, do STJ, para o Supremo Tribunal Federal (STF).
A avaliação pragmática em setores do Palácio do Planalto é que a ministra Daniela Teixeira passou no teste do Senado quando foi indicada para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) com um placar de 68 votos favoráveis.
Ou seja, exatamente o dobro de Messias, que recebeu 34 votos na votação em que foi rejeitado no Senado.
Com isso, Lula resolveria a demanda interna de indicar uma mulher para a vaga no Supremo Tribunal Federal com um perfil mais técnico e já testado num tribunal superior. Ao escolher Messias, Lula optou pelo critério da lealdade.
Agora no g1
Mesmo assim, um setor do PT ainda quer insistir no nome de Messias, mesmo com a sinalização clara de Alcolumbre que não analisaria mais o nome este ano. Até uma resolução de 2010 foi divulgada para reforçar a inviabilidade de votação em 2026 de um nome que já foi rejeitado pela Casa.
Já defensores do nome da ministra Daniela Teixeira acham um risco Lula segurar uma indicação por um ano.
A avaliação pragmática é que seria melhor virar a página, indicando uma mulher com perfil técnico e com boa aceitação no Supremo Tribunal Federal e no próprio Senado.
“Não é mais hora de correr riscos apenas para marcar posição. É preciso uma aposta segura, sem turbulência, e que seja um nome leve. O nome de uma ministra do STJ mudaria o cenário”, ressaltou ao blog um interlocutor próximo ao presidente.
A ministra Daniela Teixeira, do Superior Tribunal de Justiça; setor no Planalto passou a defender indicação dela ao STF
Gustavo Lima/STJ​/Divulgação


Fonte:

g1 > Política

Equipe de Lula quer Flávio ferido, mas não a ponto de abandonar campanha; já Zema e Caiado querem sangrar senador

A equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer um Flávio Bolsonaro ferido, mas não a ponto de ele ser obrigado a deixar a campanha presidencial.
“Um Flavio Bolsonaro ferido sempre esteve na nossa estratégia, mas não a ponto de forçá-lo a abandonar a disputa”, diz um interlocutor do presidente Lula.
Segundo ele, o ideal é que o senador do PL, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, caia alguns pontos nas pesquisas de intenção de voto, mas não registre uma queda aguda que faça crescer as pressões para sua substituição. Esse é o melhor cenário para Lula na disputa presidencial.
A campanha de Lula estava preparada para relembrar investigações sobre o senador, como o esquema da “rachadinha” no seu gabinete de deputado estadual, os negócios suspeitos de sua loja de chocolate e o apoio que ele dava para um miliciano no Rio de Janeiro.
Agora no g1
O senador nega qualquer irregularidade nestes casos, mas a equipe de Lula vai usá-los na campanha eleitoral.
O receio da equipe de Lula é que, numa eventual saída de Flávio Bolsonaro, outro candidato da direita venha a se firmar na disputa eleitoral e se torne um adversário mais difícil de ser batido num segundo turno.
Em busca deste espaço, os candidatos Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) querem sangrar cada vez mais o senador do PL do Rio.
Zema voltou a subir o tom ontem. Chegou a dizer que seu vice já está decidido e será alguém com “ficha muito limpa” e “não queremos ninguém com qualquer envolvimento com banqueiro bandido”.
Caiado vai num tom mais leve, mas repete que o próximo presidente não pode ser alguém “contaminado”.
Renan Santos, do Missão, não mede palavras e bate forte em Flávio Bolsonaro nas redes sociais.
A pesquisa Datafolha desta sexta (22) vai trazer um aferimento de como esses movimentos estão atingindo o filho de Bolsonaro.
Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
SEAUD/PR, Vittor Sales/Divulgação, Cristiano Borges e Karoline Barreto/Imprensa MG


Fonte:

g1 > Política

Congresso deve analisar em junho veto ligado ao setor elétrico, diz Davi

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta quinta-feira (21) que pretende convocar nova sessão conjunta do Congresso em junho para analisar vetos presidenciais pendentes, entre eles o que trata do aproveitamento de empregados de empresas estatais do setor elétrico federal privatizadas (VET 50/2025). 
A declaração foi dada em resposta a um apelo da deputada Heloisa Helena (Rede-RJ), que pediu a realização de nova sessão para apreciação do veto. Ao defender a derrubada da medida, a parlamentar citou trabalhadores do setor elétrico atingidos por processos de privatização. 
— Eu faço um apelo a Vossa Excelência que o mais rápido possível convoque uma nova sessão do Congresso para que possamos derrubar o Veto 50. O Congresso votou por unanimidade, como é que vai aceitar o veto sem nenhuma explicação? — argumentou. 
Davi afirmou que o tema vem sendo discutido nos últimos meses e indicou a intenção de realizar nova sessão entre os dias 8 e 15 de junho, após articulação entre líderes partidários e governo. 
— A deputada Heloisa Helena tem tratado com a Presidência ao longo dos últimos meses sobre esse assunto. Quero pedir para os líderes partidários de todos os partidos que vossas excelências possam fazer uma reunião com a liderança do governo no Congresso para a gente tentar também buscar o entendimento — declarou. 
A manifestação ocorreu durante sessão do Congresso destinada à análise de vetos à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. Atualmente, há 86 vetos pendentes de deliberação. 
Veto integral
O Veto 50/2025 atingiu integralmente o Projeto de Lei (PL) 1.791/2019, do deputado Assis Carvalho (PT-PI), que autorizava o aproveitamento, em outras empresas públicas ou sociedades de economia mista, de trabalhadores de empresas públicas do setor elétrico federal privatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização, quando não houvesse possibilidade de permanência na empresa adquirente. O texto previa realocação em funções com atribuições e remuneração compatíveis.  
Ao justificar o veto, o Poder Executivo alegou inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público. Entre os argumentos apresentados estão a criação de despesa sem estimativa de impacto orçamentário e financeiro, possível impacto sobre metas fiscais e limites de gastos, além do entendimento de que a proposta permitiria aproveitamento de empregados em carreiras diferentes daquelas para as quais foram originalmente admitidos.


Fonte: Senado Federal

Congresso derruba veto de Lula e permite doações durante campanha eleitoral

O Congresso derrubou nesta quinta-feira (21) um veto do presidente Lula que impedia a doação de bens, valores e benefícios a três meses das eleições. Os dispositivos seguem para sanção do presidente.
O Congresso aprovou, no final de 2025, uma regra que permitia ao poder público continuar fazendo doações de bens, dinheiro ou outros benefícios mesmo durante o período eleitoral — desde que o beneficiário tivesse alguma obrigação a cumprir em troca.
Pela Lei Eleitoral, esse tipo de transferência é proibida no período que antecede as eleições, justamente para evitar que governos usem recursos públicos para favorecer candidatos. O dispositivo aprovado pelo Congresso criava uma exceção a essa regra.
Em outras palavras, o texto abria uma exceção para que políticos continuem realizando esse tipo de transferência mesmo durante o período em que a legislação eleitoral restringe a distribuição de benefícios governamentais, com o objetivo de evitar favorecimento a candidatos.
Agora no g1
“É bom lembrar que o governo Lula supriu os rombos feitos pelo governo Bolsonaro aos municípios. A nossa intenção é manter o veto que impede o repasse de recursos em período eleitoral. Queremos fazer com que os municípios se valorizem. Não queremos estados financiando bancos falidos, como aqui em Brasília”, disse a deputada Erika Kokay (PT-DF).
O dispositivo, incluído na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), foi vetado por Lula sob a justificativa de inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público por criar exceção à norma de direito eleitoral.
Segundo o Executivo a LDO, por ser uma lei ordinária temporária, não tem competência para criar exceções à Lei Eleitoral, que é norma permanente de hierarquia diferente. Além disso, o tema foge ao escopo constitucionalmente previsto para as diretrizes orçamentárias.
“O governo quer manter o povo na pobreza, dependente de Bolsa Família. Derrubar os vetos é essencial”, afirmou a deputada Bia Kicis (PL-DF).
Municípios inadimplentes
Outro veto derrubado foi o que vedava a transferência de recursos e assinatura de convênios com municípios inadimplentes de até 65 mil habitantes.
O governo vetou o dispositivo alegando que a regra contrariava o interesse público e que exigência de adimplência fiscal dos municípios está prevista na Lei de Reponsabilidade Fiscal.
“Entendemos que há municípios inadimplentes, mas vamos votar pela derrubada do item 25. O 23 em questão, se soma a uma aberração de permissividade para a compra de votos e ilegalidade em período eleitoral. Isso é inaceitável, uma vergonha”, afirmou o deputado Chico Alencar PSOL (RJ).
Dinheiro federal para estradas estaduais e municipais
Os outros dois vetos derrubados nesta quinta dizem respeito à infraestrutura de transporte.
O Congresso havia aprovado, na LDO 2026, uma exceção que permitiria à União destinar recursos orçamentários para a construção e manutenção de rodovias estaduais e municipais — desde que essas vias fossem voltadas à integração de modais de transporte ou ao escoamento produtivo. Um segundo dispositivo estendia essa lógica à malha hidroviária brasileira.
O Executivo vetou ambos os trechos, argumentando que as exceções ampliariam de forma significativa a competência da União e poderiam descaracterizar a finalidade dos programas orçamentários.
Com a derrubada dos vetos, o governo federal ficará autorizado a repassar verbas para rodovias e hidrovias que não são de sua competência direta — o que parlamentares defendem como essencial para o escoamento da produção agropecuária e a integração logística do país.


Fonte:

g1 > Política

Fortes chuvas voltam a atingir o país; veja previsão para SP

A passagem de uma frente fria pelo oceano irá manter o tempo instável e provocar chuva em diferentes regiões do Brasil ao longo deste fim de semana. A previsão indica volumes mais expressivos principalmente no Sudeste, com alerta para temporais isolados entre os próximos dias.
O sistema intensificou a entrada de umidade e mantém a atmosfera instável, favorecendo a formação de áreas de chuva entre Minas Gerais e Rio de Janeiro.
A partir desta quinta-feira, 21, porém, as instabilidades começam a mudar de posição. Com o deslocamento da frente fria, a chuva deve se concentrar principalmente sobre o Espírito Santo, o leste e a região dos Vales de Minas Gerais, além do extremo sul da Bahia.
Segundo informações da Climatempo, a combinação entre circulação marítima e umidade persistente na faixa leste do País deve aumentar a nebulosidade e provocar pancadas de chuva em diferentes períodos do dia.
O alerta maior é para o Espírito Santo e o sul da Bahia, onde a chuva pode ganhar força entre o fim desta semana e o próximo fim de semana. Nessas regiões, há possibilidade de temporais isolados, descargas elétricas, altos volumes acumulados em curto período e transtornos pontuais em áreas vulneráveis.
Além da chuva, a presença mais constante de nuvens também contribui para temperaturas mais baixas, especialmente nas cidades próximas ao litoral.
Fim de semana na capital
Em São Paulo, a previsão indica manutenção do tempo fechado e temperaturas mais baixas nos próximos dias. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), a sexta-feira, 22, ainda deve ter chuviscos e céu encoberto, embora o sol possa aparecer rapidamente entre muitas nuvens ao longo do dia.
Já no sábado, 23, a propagação de um sistema de baixa pressão deve provocar chuva mais intensa na capital paulista e em outras áreas do Estado. As primeiras pancadas podem ocorrer ainda pela manhã, mas as instabilidades ganham força entre a tarde e o período da noite. Há risco de chuva moderada a forte, com raios, rajadas de vento, possibilidade de alagamentos e queda de árvores.


Fonte: Jovem Pan

Mais de 200 mortos: relembre como foi o acidente do voo 447

A justiça francesa declarou, nesta quinta-feira (21), a Air France e a fabricante Airbus culpadas de homicídios culposos na queda do voo 447 que aconteceu em 2009 e deixou 228 mortos. O avião saiu do Rio de Janeiro com destino a Paris quando caiu no Oceano Atlântico, matando todos os passageiros e tripulantes de 33 nacionalidades. 
Relembre o caso
O Airbus A330 decolou do aeroporto Tom Jobim, na capital do Rio de Janeiro, às 19h29 do dia 31 de maio de 2009, com previsão de pouso no aeroporto Charles de Gaulle na manhã seguinte. 
O último contato por rádio ocorreu por volta das 22h33, com o Centro de Controle de Área Atlântico, em Recife (PE), quando o piloto informou estar passando pelo ponto limite entre as Regiões de Informação de Voo de Recife e do Atlântico. Às 22h49, a aeronave deixava a área de abrangência dos radares brasileiros rumo à Europa. Depois disso, uma série de erros dos pilotos e da aeronave fez com que ela caísse no mar, às 23h14.
Buscas
No dia seguinte, a Força Aérea, Marinha e outras organizações iniciaram as buscas, contando com o auxílio da França e Países Baixos. Foram 26 dias, em uma área de aproximadamente 60.000 quilômetros quadrados, maior que o estado do Rio de Janeiro, definida por diversos fatores, como a última posição conhecida da aeronave, as possibilidades de deriva e as capacidades dos recursos disponíveis.
Nos primeiros dias, partes da aeronave e alguns corpos começaram a ser encontrados a centenas de quilômetros do arquipélago de Fernando de Noronha, mas a busca foi suspensa no dia 26 de junho de 2009 com 51 corpos de passageiros recuperados e alguns poucos destroços recolhidos.
A dificuldade de localizar a caixa-preta virou um dos principais desafios da investigação devido à profundidade naquela região. Foram necessários quase dois anos até que, em maio de 2011, robôs submarinos encontrassem os gravadores de voz e dados do avião a uma profundidade de 3.900 metros.
Das 228 vítimas, de 33 nacionalidades, estavam 61 franceses e 58 brasileiros. A tripulação era formada por 12 pessoas, 11 franceses e um brasileiro.
Mudanças 
O acidente do AF447 fez com que acontecessem mudanças em sistemas de aviação, como:

Inserção de treinamento em simuladores de voo diante de situações semelhantes às do AF447 nos programas de treinamento das empresas aéreas.
Os critérios para a substituição do comandante da aeronave foram revistos.
Aprimoramento do dispositivo que emite alerta de socorro automático.
Proibição no modelo de tubos de pitot utilizados pela aeronave.


Fonte: Jovem Pan

Republicanos quer Cleitinho presidente; pesquisa vai balizar decisão do senador

O Republicanos deve encomendar nos próximos dias uma pesquisa de opinião para sondar a viabilidade do nome do senador Cleitinho Azevedo (MG) como pré-candidato à Presidência da República em 2026. A informação foi confirmada à Jovem Pan por interlocutores ligados ao senador e à cúpula do partido, em Brasília.
A iniciativa, segundo essas fontes, partiu do próprio Republicanos e não do parlamentar mineiro. O partido estaria animado com a possibilidade de lançar candidatura própria ao Palácio do Planalto, em meio aos escândalos que têm desgastado o nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), considerado um dos herdeiros políticos do bolsonarismo.
Cleitinho, por ora, não se manifestou sobre o assunto e, de acordo com pessoas próximas, só o fará após ter os números da pesquisa em mãos. O senador mantém o foco na disputa pelo governo de Minas Gerais, estado que considera sua prioridade política para o próximo ciclo eleitoral.
Apesar da cautela do parlamentar, o clima no Republicanos é de otimismo. Dirigentes do partido acreditam que uma candidatura própria à Presidência pode fortalecer a legenda nacional e ampliar seu espaço nas negociações da eleição de 2026.


Fonte: Jovem Pan

Lula sobre Flávio: ‘Quem imaginava que estaria pegando milhões para filme do pai?’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que “ainda vão aparecer muito mais coisa” sobre a relação entre o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
“Nós nunca vamos atrás da ‘Lei Daniel Vorcaro’ para financiar nenhum artista brasileiro. E ainda vai aparecer muito mais coisa”, disse na 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura e anúncio de ações para a Cultura em Aracruz (ES).
Aos artistas, Lula disse que eles sabem quantas ameaças receberam “porque iam buscar um dinheirinho na Lei Rouanet“. “E todo mundo era muito criticado, todo mundo era achincalhado. Aliás, a cultura como um todo era achincalhada”, afirmou.
Ainda em referência a Flávio, Lula disse que ninguém imaginava que “aquele menino que parecia ser o mais santo da família Bolsonaro estaria pegando milhões para fazer um filme do pai“. “Ninguém imaginava. E isso é apenas o que a gente sabe agora”, afirmou durante o evento.
O presidente ainda voltou a criticar a inteligência artificial (IA) na campanha eleitoral e disse que não se pode votar “em mentira” ou em “coisa abstrata”. “A inteligência artificial não poderia servir para política”, reforçou.
“Tem gente que acha que eu sou contra a internet. Eu não sou bobo de ser contra a internet. A internet é uma coisa que veio para revolucionar. O que eu sou contra é que o ser humano está perdendo o controle dos algoritmos e está virando algoritmo”, afirmou.
Lula ainda comentou que não se incomoda de ser cobrado, mas que o que “incomoda de verdade é a gente não ter competência de fazer tudo que a sociedade brasileira precisa e tudo que a cultura merece neste país”.
 


Fonte: Jovem Pan

Como recuperar gov.br após troca ou perda de celular? Processo foi simplificado

O governo federal simplificou o processo para a recuperação da conta gov.br, em caso de perda ou troca do celular, para os usuários que utilizam a Verificação em Duas Etapas. A mudança entrou em vigor nesta quinta-feira, 21.
Agora, para usar, basta o usuário cadastrar um e-mail específico para esse processo, que pode ser o mesmo já utilizado na conta GOV.BR ou um endereço diferente, apenas para essa funcionalidade.
Segundo o governo, o cadastro desse e-mail de recuperação é mais um passo de segurança, já que dificulta a ação criminosa e proporciona uma forma mais agilizada de retomar o acesso para quem usa a Verificação em Duas Etapas.
A recuperação da conta por e-mail estará disponível para os usuários que cadastrarem previamente um e-mail de recuperação no aplicativo GOV.BR no momento da ativação da Verificação em Duas Etapas. Para isso, é preciso atualizar o aplicativo para ter acesso a essa nova opção de restauração.
Como fazer?

Estar com o aplicativo GOV.BR atualizado: Atualize o aplicativo para ter acesso a esta opção de recuperação com e-mail;
Informar dificuldade para gerar o código;
Na etapa de verificação em duas etapas, clique em “estou com dificuldades para gerar o código” e siga os passos;
Realizar o reconhecimento facial: Para confirmar a sua identidade, durante o processo, será necessário concluir com sucesso o reconhecimento facial;
Ter acesso ao e-mail cadastrado para recuperação da Verificação em Duas Etapas;
Ao final, será necessário confirmar um código enviado para o seu e-mail.
Atualmente, o GOV.BR possibilita o acesso a mais de 4600 serviços digitais federais e a outros mais de oito mil serviços de Estados e municípios.


Fonte: Jovem Pan

Alcolumbre descarta ler requerimentos para criar CPMI do Banco Master

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), descartou ler nesta quinta-feira (21), os requerimentos de criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar irregularidades do Banco Master.
Em resposta às questões de ordem apresentadas por parlamentares durante a sessão conjunta da Câmara e do Senado, Alcolumbre ressaltou que a leitura dos pedidos é um “ato discricionário” da Mesa do Congresso Nacional.
“A presidência esclarece que, conforme disposto no parágrafo 2º do artigo 156 do Regimento Interno do Senado Federal, primeiro subsidiário do Regimento Comum, as matérias do expediente serão objeto da leitura a juízo do presidente. Além disso, o inciso 1 do parágrafo único do artigo 214 do mesmo regimento do Senado dispõe que requerimentos de leituras de matérias devem ser objeto de despacho da presidência”, justificou.
O senador também destacou que a sessão conjunta foi convocada apenas para análise de vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a trechos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que liberam a doação de bens, valores ou benefícios pela administração pública durante o período eleitoral, mesmo para municípios inadimplentes.
“Nós temos hoje, no Brasil, mais de 5.034 municípios que estão aguardando esta sessão. Dos 5.034 municípios brasileiros, ou seja, 92% dos municípios de todas as regiões do Brasil, estão impedidos. E se nós não deliberarmos esse assunto o mais rápido possível, nós vamos, infelizmente, continuar transferindo para esses municípios esta responsabilidade de obras inacabadas sem o recurso na conta do convênio, de obras paralisadas com crítica de toda a ordem”, argumentou Alcolumbre.


Fonte: Jovem Pan