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Presidente do INSS Gilberto Waller é demitido; Ana Cristina Viana Silveira assume o cargo

O presidente do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), Gilberto Waller, foi demitido nesta segunda-feira (13). No lugar dele assume Ana Cristina Viana Silveira, que é servidora de carreira do órgão.
Waller esteve à frente do INSS nos últimos 11 meses. A informação foi confirmada em nota no órgão.
“A partir desta segunda-feira (13), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passa a ser liderado por Ana Cristina Viana Silveira. Servidora de carreira, ela assume a presidência do órgão com a missão estratégica de acelerar a análise de benefícios e simplificar os processos internos do Instituto. Ana Cristina substitui Gilberto Waller, que esteve à frente da instituição nos últimos 11 meses”, diz o texto.
– Esta reportagem está em atualização.
Veja os vídeos que estão em alta no g1


Fonte:

g1 > Política

BC diz que PIX permitiu inclusão financeira dos mais pobres; ferramenta está na mira dos EUA

O lançamento e a “rápida disseminação” do PIX, ferramenta de transferências em tempo real que funciona sem interrupção, “contribuíram de forma expressiva para a inclusão financeira da população de baixa renda no Brasil”.
A análise consta no Relatório de Cidadania Financeira, divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Banco Central.
“Os dados de dezembro de 2023 evidenciam o sucesso da plataforma em ampliar tanto o acesso quanto o uso de serviços de pagamento entre os adultos inscritos no CadÚnico. À medida que o PIX se consolida, ele não apenas amplia a participação econômica desse público, mas também transforma seus hábitos financeiros, viabilizando transações mais frequentes e de menor valor, adequadas às necessidades cotidianas”, diz a instituição.
De acordo com dados do BC, em dezembro de 2023 – três anos após o lançamento do PIX –, 74% dos adultos inscritos no CadÚnico haviam registrado ao menos uma chave Pix, evidenciando a ampla penetração do sistema entre a população de baixa renda.
“Além disso, 72% desses indivíduos realizaram pelo menos um pagamento via Pix ao ano, demonstrando seu uso expressivo nas transações do dia a dia. A diferença entre acesso (registro da chave) e uso efetivo caiu de 7 pontos percentuais em 2022 para apenas 2 pontos em 2023, indicando maior engajamento e confiança no sistema. O PIX consolidou-se como parte da rotina financeira desse público”, acrescentou o BC.


Fonte:

g1 > Política

Você precisa saber: folga para se proteger do câncer


Fonte: Senado Federal

Ministros do STF articulam votos para Messias no Senado

Nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF), ministros já fazem contas e avaliam que há votos suficientes para aprovar o nome de Jorge Messias para uma vaga na Corte.
Desde que Luis Roberto Barroso se aposentou, em outubro, o Supremo está com 10 ministros. O presidente Lula escolheu Messias em novembro, mas só mandou no início de abril o nome dele ao Senado.
No próximo dia 29, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado realizará a sabatina do escolhido de Lula para a vaga de Barroso. O relator da indicação será o senador Weverton Rocha (PDT-MA), oficializado na quinta-feira (9).
Como o blog revelou, a articulação para aprovação inclui ministros como Kassio Nunes Marques, André Mendonça, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin.
A avaliação de bastidor de integrantes do tribunal ouvidos pelo blog é de que Messias teria apoio suficiente para que a indicação avance.
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Aliados do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, no entanto, não garantem a aprovação. Segundo eles, a articulação cabe ao governo federal, e o senador não deve se envolver diretamente no processo.
A leitura no Supremo é que, com essa articulação, Messias tem caminho aberto para ser aprovado.
Foto de arquivo de 01/07/2025 – o advogado-geral da União, Jorge Messias
WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO


Fonte:

g1 > Política

Petróleo dispara mais de 7% e supera US$ 102, antes do bloqueio dos EUA ao Irã

Os preços do petróleo voltaram a superar US$100 por barril nesta segunda-feira (14), enquanto a Marinha dos EUA se preparava para bloquear a passagem de navios de e para o Irã pelo Estreito de Ormuz, em uma medida que poderia restringir as exportações de petróleo iraniano, após Washington e Teerã não terem conseguido chegar a um acordo para encerrar a guerra.
Os contratos futuros do petróleo Brent LCOc1 ganhavam US$6,81, ou 7,2%, para US$102,01 por barril, às 8h29 (horário de Brasília), após terem caído 0,75% na sexta-feira. O West Texas Intermediate (WTI) norte-americano CLc1 subia US$7,50, ou 7,8%, para US$104,07, após uma perda de 1,33% na sessão anterior.
O presidente Donald Trump disse no domingo que a Marinha dos EUA iniciaria o bloqueio do Estreito de Ormuz, aumentando as apostas depois que a maratona de negociações com o Irã não conseguiu chegar a um acordo para encerrar a guerra, colocando em risco um frágil cessar-fogo de duas semanas.
Ele acrescentou que os preços do petróleo e da gasolina poderiam permanecer altos até as eleições de meio de mandato norte-americanas em novembro, um raro reconhecimento das possíveis consequências políticas de sua decisão de atacar o Irã há seis semanas.
“O bloqueio anunciado pelos EUA marca uma admissão de que a premissa central do cessar-fogo — ao menos conforme interpretado pelos EUA –, que era a reabertura do Estreito, é insustentável por enquanto”, disse Erik Meyersson, analista do banco nórdico SEB.
O Comando Central dos EUA disse que as forças dos EUA começariam a implementar o bloqueio de todo o tráfego marítimo que entra e sai dos portos iranianos nesta segunda-feira.
O bloqueio seria “aplicado imparcialmente contra embarcações de todas as nações que entrassem ou saíssem dos portos e áreas costeiras do Irã, incluindo todos os portos iranianos no Golfo Arábico e no Golfo de Omã”, disse o CENTCOM em um comunicado no X.
As forças norte-americanas não impediriam a liberdade de navegação das embarcações que transitam pelo Estreito de Ormuz de e para portos não iranianos, acrescentou.
Guardas Revolucionários do Irã disseram no domingo que qualquer embarcação militar que tentasse se aproximar do Estreito de Ormuz seria considerada uma violação do cessar-fogo e seria tratada de forma severa e decisiva.
Os preços do petróleo bruto físico estão sendo negociados com prêmios significativos em relação aos futuros, com alguns tipos já atingindo máximas recordes de cerca de US$150 por barril.
“[Se] o presidente Trump de fato apoiar sua ameaça de bloqueio com barcos reais, uma convergência entre os mercados físico e de papel poderá ocorrer em breve”, disse Helima Croft, analista da RBC Capital Markets.
Petroleiros estão se afastando do Estreito de Ormuz antes do bloqueio norte-americano ao Irã, segundo dados de navegação da LSEG.
No entanto, três superpetroleiros totalmente carregados de petróleo passaram pelo estreito no sábado, segundo dados de navegação. Eles parecem ter sido os primeiros navios a sair do Golfo desde que o acordo de cessar-fogo foi fechado na semana passada.
*Estadão Conteúdo 


Fonte: Jovem Pan

Manchester United x Leeds: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Manchester United e Leeds se enfrentam nesta segunda-feira (13), às 16h, em Old Trafford, em partida válida pela 32ª rodada do Campeonato Inglês.
O United ocupa atualmente a 3ª colocação, com 55 pontos. Do outro lado, o Leeds aparece no 15º lugar, com 33 pontos.
Onde assistir Manchester United x Leeds ao vivo
A partida será transmitida ao vivo pela ESPN (TV fechada) e pelo Disney+ (Streaming).


Fonte: Jovem Pan

PT tenta aliança com o PSDB para fortalecer Haddad na disputa em SP

Depois de levar o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) para a vice de Luiz Inácio Lula da Silva, o PT busca agora atrair o PSDB para a chapa de Fernando Haddad ao governo de São Paulo. Integrantes da direção nacional do PSDB confirmaram ao Estadão que os petistas tentam abrir diálogo com o ex-prefeito de Santo André Paulo Serra, pré-candidato tucano ao governo paulista.
Eles relataram, ainda, que lideranças do PT na Câmara dos Deputados e no Senado sondaram o partido sobre uma eventual filiação da ex-ministra do Planejamento e Orçamento Simone Tebet
As conversas, no entanto, não avançaram, e Tebet acabou trocando o MDB pelo PSB para disputar o Senado por São Paulo.
Para dirigentes tucanos, a aliança com o PT é de difícil costura. Já petistas argumentam que os tucanos foram escanteados na administração paulista e estão sem espaço no projeto de reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos), o que justificaria uma composição inédita com o PT, seu adversário histórico.
Coordenador do grupo Prerrogativas e aliado próximo de Haddad, Marco Aurélio de Carvalho confirmou que há um movimento de aproximação do PT com o PSDB em São Paulo e disse ver com bons olhos a iniciativa. O Prerrogativas esteve à frente da articulação que levou Tebet a disputar o Senado pelo Estado.
“É induvidoso que Haddad quer construir uma frente ampla em São Paulo”, disse Carvalho. “O PSDB colaborou muito para a democracia do País. É um luxo para nós ter relação com suas lideranças. Haddad é um político amplo e vai saber conduzir esse processo.” Procurado, Paulo Serra não respondeu aos contatos da reportagem.
Um tucano ouvido reservadamente afirmou não ver sentido em um apoio do PSDB ao PT, mas disse considerar plausível que os petistas estimulem o partido a lançar candidato próprio, numa estratégia para aumentar o número de candidaturas e favorecer a realização de um segundo turno.

Barganha
Esse mesmo tucano avaliou que seria mais interessante para o PSDB ter candidato próprio do que caminhar com Tarcísio, já que, numa eventual segunda etapa da disputa, o partido seria um apoio importante e teria maior poder de barganha. Além disso, a estratégia ajudaria a fortalecer o uso do número de urna do PSDB e, por consequência, a impulsionar a eleição de deputados.
Mesmo que apoie o governador, o PSDB ficará de fora da chapa de Tarcísio. A composição terá como vice Felício Ramuth (MDB), atual ocupante do cargo, além de Guilherme Derrite (PP) e um nome indicado pelo PL para o Senado.
Na chapa de Haddad, ainda há duas vagas indefinidas: a de vice e uma de senador, que está sendo disputada pelos ex-ministros Márcio França (PSB) e Marina Silva (Rede). Tebet será a outra candidata ao Senado.
Haddad tem buscado ampliar o arco de alianças, que atualmente conta apenas com partidos de esquerda. Além do PSDB, o pré-candidato do PT tenta se aproximar do PSD de Gilberto Kassab O dirigente partidário descartou uma aliança e disse que está fechado com Tarcísio.
Reunião
Aliados do governador estranharam o que interpretaram como uma abertura de diálogo dos tucanos com os petistas. No mês passado, os presidentes nacional, Aécio Neves (PSDB), e estadual, Paulo Serra, se reuniram com Tarcísio e pediram ajuda na montagem da chapa de deputados em São Paulo.
O movimento foi lido no Palácio dos Bandeirantes praticamente como uma confirmação de que o PSDB estaria na coligação do governador. Além da conversa com o PT, outro ponto que desagradou ao entorno de Tarcísio foi a declaração de Aécio, de que Paulo Serra poderia ser candidato a governador. A avaliação no Bandeirantes, contudo, é a de que Serra não conseguiria viabilizar uma candidatura competitiva.
Atualmente, o PSDB forma uma federação com o Cidadania, o que significa que os partidos precisam atuar de forma conjunta.
O deputado federal Alex Manente (Cidadania-SP), que preside o Cidadania em nível nacional, disse ao Estadão que pedirá a Aécio para que o partido comande a federação em São Paulo – atualmente, o posto está vago.
“Por uma razão simples e objetiva que está no estatuto: nós temos dois deputados federais de São Paulo no Cidadania e nenhum do PSDB”, disse Manente. A posição do Cidadania, segundo ele, é apoiar a reeleição de Tarcísio.
Esvaziamento
Depois de perder o governo de São Paulo após quase 30 anos de hegemonia, o PSDB sofreu uma sequência de derrotas no Estado. Enfrentou debandada de prefeitos, desapareceu na Câmara Municipal da capital, onde chegou a ter a bancada mais expressiva ao lado do PT, e sofreu um esvaziamento na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) durante a janela partidária, passando de oito deputados para um. Boa parte de seus quadros migrou para o PSD de Kassab.
*Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Após ser criticado, Papa diz que não tem intenção de entrar em um debate com Trump

Durante o voo de ida para Argel, primeira etapa da viagem à África, o papa Leão XIV disse que não tem medo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Continuarei falando com voz forte sobre a mensagem do Evangelho, pela qual a Igreja trabalha. Não somos políticos, não olhamos para a política externa com a mesma perspectiva. Mas acreditamos na mensagem do Evangelho como construtores de paz”.
Leão XIV respondeu às críticas de Trump, feitas na rede Truth Social, de que o papa é fraco em política externa e deve deixar de agradar a esquerda radical.
“Não quero um papa que ache que está bem o Irã ter arma nuclear. Não quero um papa que considere terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela. E não quero um papa que critique o presidente dos Estados Unidos quando estou fazendo exatamente aquilo para que fui eleito”, declarou.” Trump sugeriu que Leão XIV foi eleito porque era estadunidense, pensaram que seria a melhor forma de lidar com o republicano, e pediu que ele seja grato.
Leão XIV diz que não vê seu papel como o de um político e que não quer entrar em debate com o presidente dos EUA. “A minha mensagem é o Evangelho e continuo a falar com força contra a guerra”.
Durante a viagem, o papa cumprimentou os cerca de 70 jornalistas que o acompanham: “É uma viagem especial, a primeira que eu queria fazer. Uma oportunidade muito importante para promover a reconciliação e o respeito pelos povos”. Ele visitará até a próxima quinta-feira (23) a Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial.

Falar com força contra a guerra
Segundo Leão XIV, a mensagem do Evangelho não deve ser deturpada como alguns estão fazendo. “Eu continuo a falar com força contra a guerra, buscando promover a paz, promovendo o diálogo e o multilateralismo com os Estados para encontrar soluções aos problemas. Muitas pessoas estão sofrendo hoje, muitos inocentes foram mortos e acredito que alguém deve se levantar e dizer que há um caminho melhor”.
Ele diz que sua mensagem é para todos os líderes do mundo, não apenas para Trump: “Tentemos acabar com as guerras e promover a paz e a reconciliação”.
*Com informações da Agência Brasil


Fonte: Jovem Pan

EUA ameaçam impor bloqueio a todos os portos do Irã após fracasso em negociações

O Exército dos Estados Unidos anunciou que vai impor um bloqueio a todos os portos iranianos a partir desta segunda-feira (13), depois que as negociações no Paquistão fracassaram devido à recusa do Irã em renunciar ao seu programa nuclear, segundo o presidente americano Donald Trump.
“Os Estados Unidos imporão um bloqueio aos navios que entrem e saiam dos portos iranianos em 13 de abril às 10h00” (horário de Washington, 11h00 de Brasília), escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.
As forças americanas autorizarão a circulação de navios que não saiam do Irã nem se dirijam para este país, destacou o Comando Central dos Estados Unidos para o Oriente Médio.
Trump afirmou ao canal Fox News que o Reino Unido “e alguns outros países” enviariam navios para a detecção de minas.
A resposta do Irã não demorou: o Exército da República Islâmica afirmou que o bloqueio seria “ilegal” e um ato de “pirataria”. O país advertiu que, se a ameaça for concretizada, nenhum porto do Golfo “estará a salvo” de represálias.
Alguns países, como Espanha e China, também criticaram a medida.
“É algo sem sentido, sem razão (…) mais um episódio de toda essa guinada em que fomos metidos”, disse a ministra da Defesa da Espanha, Margarita Robles.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, pediu o restabelecimento de uma navegação “sem obstáculos” no Estreito de Ormuz e resolução das disputas “por meios políticos e diplomáticos”, evitando “reavivar a guerra”.
O anúncio do bloqueio e o fracasso do diálogo em Islamabad (Paquistão) durante o fim de semana para encerrar a guerra no Oriente Médio geram preocupação.
O preço do barril de petróleo começou a semana acima da barreira simbólica de 100 dólares, com uma alta de mais de 7% para o barril de Brent do Mar do Norte, referência mundial, e de mais de 8% para o West Texas Intermediate (WTI).
A incapacidade das partes em alcançar um acordo provoca o temor de uma retomada dos ataques na guerra iniciada em 28 de fevereiro com a ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que se propagou para toda a região com as ações de retaliação da República Islâmica contra seus vizinhos.
Desde então, mais de 6.000 pessoas morreram no conflito, principalmente no Irã e no Líbano.
A manutenção do cessar-fogo de duas semanas, que expira em 22 de abril, continua incerta.
O Paquistão, mediador nas negociações, pediu que a trégua seja respeitada, mas Estados Unidos e Irã não se pronunciaram sobre a medida.

“Muito perto” de um acordo
Os dois inimigos trocam acusações pelo fracasso das negociações, mas não consideram as conversações encerradas.
Segundo Trump, as negociações fracassaram porque o Irã não aceita renunciar ao desenvolvimento de armas nucleares, uma acusação desmentida por Teerã.
O presidente dos Estados Unidos disse que para ele “não importa” se os iranianos retornarão à mesa de negociações.
“Se não voltarem, para mim tudo bem”, declarou Trump aos jornalistas na base militar de Andrews, perto de Washington, ao retornar de um fim de semana na Flórida.
O Irã afirmou que as partes estavam “muito perto” de alcançar um acordo. Para o ministro iraniano das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, um dos principais negociadores, o fracasso foi provocado pelo “maximalismo dos Estados Unidos”.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, mencionou “um clima de suspeita e desconfiança” e considerou “evidente” que não seria possível alcançar um acordo “em apenas uma sessão”.
Ataques no Líbano
No Líbano, outra frente da guerra, os ataques continuam porque Israel considera o país excluído do acordo de cessar-fogo. Nesta segunda-feira, o movimento islamista pró-Irã Hezbollah anunciou o lançamento de foguetes contra duas localidades israelenses próximas da fronteira.
O Ministério da Saúde libanês informou o balanço de quatro mortos em um ataque israelense contra a localidade de Maaraub (sul).
As vítimas se somam aos mais de 2.000 mortos desde que o Hezbollah arrastou o país para a guerra no início de março.
Libaneses e israelenses devem iniciar negociações na terça-feira em Washington.
*AFP
 


Fonte: Jovem Pan

EUA ameçam impor bloqueio a todos portos do Irã após fracasso em negociações

O Exército dos Estados Unidos anunciou que vai impor um bloqueio a todos os portos iranianos a partir desta segunda-feira (13), depois que as negociações no Paquistão fracassaram devido à recusa do Irã em renunciar ao seu programa nuclear, segundo o presidente americano Donald Trump.
“Os Estados Unidos imporão um bloqueio aos navios que entrem e saiam dos portos iranianos em 13 de abril às 10h00” (horário de Washington, 11h00 de Brasília), escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.
As forças americanas autorizarão a circulação de navios que não saiam do Irã nem se dirijam para este país, destacou o Comando Central dos Estados Unidos para o Oriente Médio.
Trump afirmou ao canal Fox News que o Reino Unido “e alguns outros países” enviariam navios para a detecção de minas.
A resposta do Irã não demorou: o Exército da República Islâmica afirmou que o bloqueio seria “ilegal” e um ato de “pirataria”. O país advertiu que, se a ameaça for concretizada, nenhum porto do Golfo “estará a salvo” de represálias.
Alguns países, como Espanha e China, também criticaram a medida.
“É algo sem sentido, sem razão (…) mais um episódio de toda essa guinada em que fomos metidos”, disse a ministra da Defesa da Espanha, Margarita Robles.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, pediu o restabelecimento de uma navegação “sem obstáculos” no Estreito de Ormuz e resolução das disputas “por meios políticos e diplomáticos”, evitando “reavivar a guerra”.
O anúncio do bloqueio e o fracasso do diálogo em Islamabad (Paquistão) durante o fim de semana para encerrar a guerra no Oriente Médio geram preocupação.
O preço do barril de petróleo começou a semana acima da barreira simbólica de 100 dólares, com uma alta de mais de 7% para o barril de Brent do Mar do Norte, referência mundial, e de mais de 8% para o West Texas Intermediate (WTI).
A incapacidade das partes em alcançar um acordo provoca o temor de uma retomada dos ataques na guerra iniciada em 28 de fevereiro com a ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que se propagou para toda a região com as ações de retaliação da República Islâmica contra seus vizinhos.
Desde então, mais de 6.000 pessoas morreram no conflito, principalmente no Irã e no Líbano.
A manutenção do cessar-fogo de duas semanas, que expira em 22 de abril, continua incerta.
O Paquistão, mediador nas negociações, pediu que a trégua seja respeitada, mas Estados Unidos e Irã não se pronunciaram sobre a medida.

“Muito perto” de um acordo
Os dois inimigos trocam acusações pelo fracasso das negociações, mas não consideram as conversações encerradas.
Segundo Trump, as negociações fracassaram porque o Irã não aceita renunciar ao desenvolvimento de armas nucleares, uma acusação desmentida por Teerã.
O presidente dos Estados Unidos disse que para ele “não importa” se os iranianos retornarão à mesa de negociações.
“Se não voltarem, para mim tudo bem”, declarou Trump aos jornalistas na base militar de Andrews, perto de Washington, ao retornar de um fim de semana na Flórida.
O Irã afirmou que as partes estavam “muito perto” de alcançar um acordo. Para o ministro iraniano das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, um dos principais negociadores, o fracasso foi provocado pelo “maximalismo dos Estados Unidos”.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, mencionou “um clima de suspeita e desconfiança” e considerou “evidente” que não seria possível alcançar um acordo “em apenas uma sessão”.
Ataques no Líbano
No Líbano, outra frente da guerra, os ataques continuam porque Israel considera o país excluído do acordo de cessar-fogo. Nesta segunda-feira, o movimento islamista pró-Irã Hezbollah anunciou o lançamento de foguetes contra duas localidades israelenses próximas da fronteira.
O Ministério da Saúde libanês informou o balanço de quatro mortos em um ataque israelense contra a localidade de Maaraub (sul).
As vítimas se somam aos mais de 2.000 mortos desde que o Hezbollah arrastou o país para a guerra no início de março.
Libaneses e israelenses devem iniciar negociações na terça-feira em Washington.
*AFP
 


Fonte: Jovem Pan