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Vídeo: CSP vota convite a diretor da PF e reserva de vagas para mulheres na segurança

A Comissão de Segurança Pública (CSP) tem reunião deliberativa marcada para esta terça-feira (28), às 11h. Na pauta está um projeto de lei para incentivar a presença de mulheres nas forças de segurança. Uma das medidas do PL 1.722/2022 é reservar para elas 20% das vagas dos concursos e dos efetivos das PMs ou dos corpos de bombeiros militares. Também deve ser votado um convite para que o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, compareça ao Senado para prestar esclarecimentos sobre a detenção, nos Estados Unidos, do ex-diretor da Abin e ex-deputado federal Alexandre Ramagem, que está foragido da Justiça brasileira. Ramagem passou dois dias detido e foi libertado pelo governo norte-americano no dia 15 de abril.


Fonte: Senado Federal

Vídeo: Senadores debatem Síndrome de Prader-Willi, doença rara, em audiência conjunta

Três comissões do Senado, as de Direitos Humanos, de Assuntos Sociais e de Educação, se reuniram nesta segunda-feira (27) em audiência conjunta para debater a Síndrome de Prader-Willi. A doença neurogenética rara é causada por uma alteração no cromossomo 15 e provoca perda de tônus muscular, entre outros problemas de saúde.


Fonte: Senado Federal

Comissões debatem dificuldades de pessoas com Prader-Willi, síndrome rara

Pessoas com a Síndrome de Prader-Willi, doença genética rara que afeta cerca de 1 a cada 15 mil recém-nascidos, sofrem com a falta de diagnóstico precoce e uma política pública estruturada, apontaram especialistas em audiência pública conjunta de três comissões do Senado, nesta segunda-feira (27).
A síndrome se caracteriza por hipotonia (redução do tônus muscular), dificuldades alimentares na infância e excesso de apetite na idade adulta. Por isso, exige cuidado multiprofissional ao longo da vida.
A audiência reuniu a Comissão de Direitos Humanos (CDH), a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e a Comissão de Educação e Cultura (CE). Foi solicitada pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF).
Especialistas, gestores de saúde e familiares apontaram a necessidade de integrar ações e garantir acesso efetivo ao tratamento e ao acompanhamento contínuo. 
— Estamos falando de famílias que convivem com uma condição rara, que, sem o suporte adequado, pode ser devastadora. Esta é uma pauta de saúde, de educação e de dignidade — afirmou Marco Aurélio Cardoso, presidente da Associação Brasileira da Síndrome de Prader-Willi. 
Complicações graves  
Os participantes convergiram na avaliação de que o diagnóstico ainda ocorre tarde no país, o que compromete o desenvolvimento e aumenta o risco de complicações graves. 
— Se a gente não fizer o diagnóstico muito cedo, a história da doença segue um caminho de obesidade grave e mortalidade precoce — alertou a médica Ruth Rocha Franco, coordenadora do ambulatório da Síndrome de Prader-Willi do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. 
Representantes do governo reconheceram avanços, como a ampliação de serviços especializados, mas apontaram lacunas na rede. 
— Não adianta ampliar os serviços se essas crianças não chegam até eles. A atenção primária precisa identificar os sinais e encaminhar — destacou Renata de Paula Faria Rocha, tecnologista da coordenação-geral de doenças raras do Ministério da Saúde. 
Na área da educação, o desafio é garantir inclusão com suporte adequado. 
— O profissional de apoio não é acessório, é essencial para assegurar permanência e segurança desses alunos na escola — afirmou Marco Franco, coordenador-geral de política pedagógica da educação especial e diretor substituto da diretoria de educação especial na perspectiva inclusiva do Ministério da Educação. 
Política integrada 
A conclusão dos debatedores foi a necessidade de uma política nacional que organize o cuidado, desde o diagnóstico até a inclusão social. 
— Discutir diagnóstico precoce, tratamento e políticas integradas é o nosso objetivo — resumiu a senadora Damares.
A audiência ainda contou com a participação de Maria Teresinha Oliveira Cardoso, coordenadora da regional Centro-Oeste da Sociedade Brasileira de Génetica e Genômica, além de mães de crianças com a Síndrome de Prader-Willi.


Fonte: Senado Federal

Cristãos, jovens e foco no Congresso: as prioridades de direita, esquerda e centro para 2026

Faltando pouco menos de 6 meses para as eleições de 2026, coligações, partidos e candidatos já tem algumas de suas principais estratégias definidas para a disputa. No campo nacional, o PT, que busca a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Planalto e o PL, que tem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato, já decidiram suas prioridades para o pleito. Boa parte dos partidos de centro e centro-direita, no entanto, seguem negociando apoios e fechando acordos.
A reportagem da Jovem Pan conversou com assessores, congressistas, ministros e marqueteiros para explicar as estratégias dos partidos mais relevantes para 2026.
No campo da esquerda, algumas estratégias usadas em 2022 devem continuar em foco. Um exemplo é a retomada da pauta de “defesa da democracia”, que, na avaliação de líderes, deu certo em 2022 e foi reforçada no ano passado, durante o tarifaço de Donald Trump, com a narrativa de soberania — também com bons resultados. A expectativa é que os temas retornem, mas de forma mais tangencial, para mostrar os feitos do governo, ganhando força com a aproximação do calendário eleitoral. Imagens do 9 de janeiro, inclusive, devem ser muito utilizadas na campanha.
Além disso, a ideia também é resgatar a imagem de farol internacional, mantendo o bom relacionamento com Trump, mas também atuando como porta-voz de pedidos de paz, como Lula já tem feito recentemente, em meio à guerra entre Estados Unidos e Irã — com destaque para acenos à defesa da Palestina, algo inegociável para o presidente. Avançar no acordo com a União Europeia, mantendo também a boa relação com os BRICS e com os vizinhos da América Latina, também é considerado importante.
“Muito coisa boa resultará desta parceria”, diz Trump sobre Lula │Ricardo Stuckert / PR
Para alavancar a campanha de Lula, uma das grandes apostas é o avanço da pauta do fim da escala 6×1, com alto teor popular. O objetivo é conquistar especialmente o eleitorado mais jovem e desiludido, que rejeita Lula. Outro público-chave, considerado prioridade, são os evangélicos. Em 2022, por exemplo, o presidente chegou a assinar uma carta de compromisso com essa fatia do eleitorado, mas a leitura é que o avanço desde então foi muito pequeno, e o diálogo com esse setor ainda é visto como essencial. Mulheres e nordestinos, mais afeitos ao presidente, serão foco da campanha voltada a esse público.
Há, ainda, frustração de que números da economia, como o desemprego recorde e a inflação controlada, não tenham ajudado na popularidade. Ainda assim, aposta-se no efeito da isenção de IR para quem ganha mais de R$ 5 mil como ponto economicamente positivo.
O histórico recente, no entanto, não é animador: recordes de empregabilidade, inflação controlada e o exito na negociação para derrubar a maioria das tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos não conseguiram evitar a queda de Lula nas pesquisas. Por isso, o governo aposta mais fichas na discussão pelo fim da escala 6×1.
A resistência do setor produtivo, no entanto, ajuda a narrativa da oposição de que a suposta irresponsabilidade fiscal do governo Lula vai “quebrar” o Brasil. Apesar disso, a avaliação é que, faltando poucos meses para a eleição, a pauta ajuda a alavancar a candidatura do atual presidente, especialmente entre os mais jovens, demografia que é uma das que mais rejeita Lula e o PT.
Outro trunfo da campanha petista está na força da figura do presidente: apesar dos 80 anos, Lula continua com energia e discurso afiado. Notoriamente reconhecido com um dos grandes oradores da história da política brasileira, o petista tem histórico de crescimento na hora H: debates, discursos e propagandas na TV e na rádio foram essenciais nas três vitórias de Lula até aqui. Mesmo nas vezes em que foi derrotado, o ex-sindicalista teve momentos de protagonismo nos embates com Fernando Collor e FHC.
Apostas de Flávio 
O senador e pré-candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro, participou nesta quarta-feira (22) da feira agropecuária Norte Show, em Sinop, no Mato Grosso │Bruno Pinheiro/Jovem Pan
Enquanto isso, a campanha de Flávio aposta na moderação. Desde o ano passado, ele tem se apresentado como “Bolsonaro suave”, e a estratégia deve continuar, inclusive com inserções na internet reforçando a ideia de ponderação. A leitura é que o pré-candidato pode ganhar maior confiança do eleitorado geral e de parcelas receosas da população, especialmente diante da volatilidade do mercado a depender de falas específicas, caso permaneça contido. Críticas mais duras ao Supremo Tribunal Federal (STF) e menções explícitas ao 8 de janeiro devem ficar a cargo da ala mais radical de aliados, e não do próprio Flávio.
O entendimento do entorno de Flávio é que vale a pena desagradar parte da direita para ir atrás de outros públicos. Para eles, os votos dos ultraconservadores e bolsonaristas já estão garantidos, independentemente de posicionamentos do candidato. Isso não significa, no entanto, que ex-presidente ficará escondido. A popularidade de Bolsonaro com eleitores de direita e políticos conservadores de outros países, obriga a campanha do PL a quebrar a cabeça para encontrar a dose ideal de Bolsonaro em uma campanha encabeçada por um membro da própria família. No entorno, o projeto é chamado de “bolsonarismo light”.
Dentro dos indecisos, um público em especial é bastante cobiçado pelo pré-candidato do PL: os jovens, que tem mostrado uma resistência ao presidente Lula até mesmo maior que a dos evangélicos.

Nesse sentido, o escândalo envolvendo o Banco Master é apontado como peça central. O objetivo é transformá-lo em símbolo contra o Supremo Tribunal Federal, reforçando a narrativa de desgaste das instituições de maneira geral. A ideia, segundo aliados, é usar o caso como exemplo de um sistema que precisa ser investigado.
No campo das prioridades, principalmente para o primeiro turno, estão o agronegócio — tradicionalmente alinhado à direita, mas que pode migrar para Ronaldo Caiado, na avaliação de interlocutores — e os insatisfeitos com Lula que também não aceitaram bem a gestão de Jair Bolsonaro. Daí a estratégia de explorar um tom mais moderado.
Além disso, a idade de Lula, que fará 81 anos em 2026, logo após as eleições, e o fato de já ter sido presidente três vezes devem ser amplamente explorados. O objetivo é demonstrar que não há novidade por vir. “Se nada mudou até agora, não é em um quarto mandato que vai mudar”, explica um líder. Essa bandeira será usada, principalmente, em temas-chave para a sociedade, como segurança pública e corrupção.
Há uma expectativa crescente de que a preocupação com a corrupção tenha aumentado recentemente em pesquisas com o eleitorado, o que pode abrir espaço para discussões como o escândalo do INSS. Membros da campanha, no entanto, pedem cautela, já que os desvios iniciais, segundo as investigações, datam de 2016, com intensificação em 2019, na gestão de Jair Bolsonaro. A avaliação é que pode haver desgaste, mas com risco de efeito reverso para Flávio. De maneira geral, o entendimento é que ambas as campanhas têm “munição” guardada umas contra as outras nesse tema.
A economia também não ficará de fora das prioridades da direita. Os ataques devem se concentrar principalmente na sensação de alta de preços e no apelido do ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de “Taxad”. Ainda há incertezas sobre como explorar a pauta da escala 6×1, considerada eleitoreira, contra o atual presidente, mas é possível que a direita utilize argumentos de empresários e aposte no aumento da informalidade para criticar a medida.
No campo da segurança, a estratégia é explorar a sensação de insegurança no país e levantar pautas como o aumento da violência contra mulheres para atacar a esquerda. Além do argumento de que o governo “não tomou medidas efetivas” em um terceiro mandato, também deve ser explorada a questão de o governo Lula ter freado a classificação de organizações criminosas como terroristas.
Tanto Lula quanto Flávio têm outros adversários poderosos: os votos brancos, nulos e abstenções. Foram 5,7 milhões entre bancos e nulos, além de 32,2 milhões de eleitores que não foram votar no pleito de 2022. Convencer parte desse eleitorado a ir às urnas seria essencial em na disputa apertada que se desenha para outubro.
Lula e Flávio Bolsonaro aparecem técnicamente empatados nas pesquisas eleitorias │Bruno Peres/Agência Brasil/TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
POLARIZAÇÃO E “VÁCUO” NO CENTRÃO
Tanto a direita quanto a esquerda entendem que há espaço para dialogar com o centro. De ambos os lados, há a visão de que esse público pode definir a eleição, mas as siglas do chamado Centrão têm demonstrado pouca disposição para diálogo.
No PSD de Kassab, por exemplo, a orientação é apostar no cansaço com a polarização para construir um público próprio. Há preocupação, tanto na campanha de Lula quanto na de Flávio, em conquistar o eleitorado que pode migrar para Ronaldo Caiado, influenciado pelo crescimento do partido.
No caso de Lula, a avaliação é que a escolha de Jair Bolsonaro por Flávio abriu espaço para negociar com partidos que nunca fizeram parte do governo ou que já se afastaram. União Brasil e MDB estão no radar, enquanto PP e PSD são considerados mais distantes. Já na campanha de Flávio, o cenário é mais tranquilo em relação às alianças: com o vice sendo negociado pelo PP, o entendimento é que a federação União-Progressista já está “no jogo”. As ligações do MDB e do PSD com Tarcísio de Freitas, em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, também são vistas como fator positivo e possível facilitador de apoio em um eventual segundo turno.
Foco no Congresso
Em paralelo à disputa presidencial, um dos principais focos dos três espectros políticos é o controle do Congresso Nacional.
A saída de 17 ministros do governo federal evidenciou a importância do Legislativo para a esquerda. O objetivo foi ampliar a presença, principalmente no Senado, considerado prioridade, com nomes fortes e de confiança de Lula. Na Câmara, o governo admite inferioridade numérica, mas busca eleger figuras combativas para equilibrar a disputa de narrativas.
Palácio do Congresso Nacional │Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Enquanto isso, direita e centrão disputam protagonismo. A ampliação das bancadas na Câmara e no Senado, tanto para dominar a agenda legislativa quanto para controlar parcelas maiores do orçamento, é prioridade quase unânime. Partidos como PL, PP e União Brasil têm apostado em “puxadores de voto”, ou seja, figuras com grande influência popular, especialmente nas redes sociais. Até mesmo nomes inelegíveis, como Pablo Marçal, são utilizados como trunfos nesse sentido.
Já no caso de PSD e MDB, há o reconhecimento da falta desses “puxadores”, sobretudo no partido de Kassab. No MDB, liderado por Baleia Rossi, há votações consideradas expressivas que podem impulsionar a legenda. Existe grande expectativa em relação à representatividade de deputados federais por São Paulo. O prefeito da capital, Ricardo Nunes, por exemplo, perdeu 30% do secretariado para a disputa, já que muitos pretendem concorrer à Câmara.


Fonte: Jovem Pan

Modric sofre duas fraturas no rosto e preocupa a Croácia para a Copa

Os problemas de contusão para a Copa do Mundo do Canadá, Estados Unidos e México parecem sem fim. E mais uma seleção mostra preocupação com um de seus principais jogadores, restando pouco mais de 40 dias para a largada da competição. Astro da Croácia, o meia Luka Modric sofreu duas fraturas no rosto e está fora da temporada no Milan.
O time de Milão e a Juventus disputavam clássico acirrado pelas primeiras colocações do Campeonato Italiano neste domingo quando, após uma disputa pelo alto na intermediária, Modric e Locatelli se chocaram fortemente de cabeça.
Ambos foram ao chão e o croata precisou ser substituído pelo protocolo de concussão. Saiu de campo grogue e exames nesta segunda-feira constataram duas fraturas no osso zigomático (maçã do rosto), antecipando o fim da temporada para o experiente meia de 40 anos.
“Modric me disse: ‘Sua cabeça é dura. Eu disse a ele: ‘a sua também’”, afirmou Locatelli após a partida, revelando que pediu desculpas ao rival de 38 anos. “Colidimos forte, isso é claro. Sinto muito por isso acontecer com qualquer jogador, mas um campeão como ele sair de uma partida dessa forma é lamentável para todos. Estou triste por isso e já me desculpei com ele”, revelou o defensor. “Espero que se recupere o mais rápido possível e, no final, que seja apenas um hematoma. Tenho todo respeito por ele.”
Infelizmente para Modric, não foi apenas o hematoma previsto por Locatelli. E sua presença na Copa do Mundo é incerta por causa da fragilidade do setor atingido. Os croatas devem utilizar uma máscara especial de proteção para o armador jogar na Copa.
A Croácia está no Grupo L do Mundial, ao lado da forte Inglaterra, adversária da estreia, dia 17 de junho, além de Panamá (rival do dia 23) e Gana (se enfrentam no dia 27). Apontada como forte candidata à vaga junto dos ingleses, os croatas poderiam poupar Modric em algum jogo da primeira fase por “prevenção” até a cicatrização das fraturas.


Fonte: Jovem Pan

El Niño deve entrar em ação em maio e afetar chuvas no Brasil, diz entidade internacional

A Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência das Nações Unidas para clima e tempo, vê maior probabilidade de formação de um novo El Niño já a partir de maio, com possível impacto sobre o padrão de chuvas e temperaturas em várias regiões do mundo, incluindo o Brasil. Segundo a OMM, as temperaturas da superfície do mar no Pacífico Equatorial estão subindo rapidamente após um período de neutralidade no início do ano.
A entidade afirma que os modelos climáticos indicam uma mudança clara no oceano e apontam alta probabilidade de retorno das condições de El Niño entre maio e julho, com intensificação nos meses seguintes.
“Após um período de condições neutras no início do ano, os modelos climáticos estão agora fortemente alinhados, e há grande confiança no início do El Niño, seguido por uma maior intensificação nos meses seguintes”, afirmou em nota o chefe de previsão climática da OMM, Wilfran Moufouma Okia.
O El Niño ocorre quando as águas do Pacífico Equatorial central e oriental ficam mais quentes que o normal por um período prolongado. Esse aquecimento altera a circulação da atmosfera e pode mudar o comportamento das chuvas, das secas e das temperaturas em diferentes partes do planeta.
A OMM pondera, porém, que ainda há incerteza nas previsões feitas nesta época do ano. Segundo Okia, os modelos indicam que o evento pode ser significativo, mas a chamada barreira de previsibilidade da primavera no Hemisfério Norte dificulta projeções mais precisas antes do fim de abril.
Para o trimestre de maio a julho, a entidade prevê temperaturas acima do normal em quase toda a superfície terrestre. A OMM também destaca que o El Niño costuma favorecer mais chuva em partes do sul da América do Sul e tempo mais seco em áreas da Austrália, Indonésia e sul da Ásia.
No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o fenômeno costuma provocar efeitos opostos entre as regiões: mais chuva no Sul e maior risco de seca na faixa norte das regiões Norte e Nordeste. O impacto, no entanto, depende da intensidade do evento, da época do ano e da interação com outros fatores climáticos.
A OMM afirma ainda que não usa a expressão “super El Niño”, por não se tratar de uma classificação técnica padronizada. A entidade diz que não há evidência de que as mudanças climáticas aumentem a frequência ou a intensidade dos eventos de El Niño, mas ressalta que oceanos e atmosfera mais quentes podem ampliar efeitos associados, como calor intenso e chuva volumosa.
A próxima atualização da OMM sobre El Niño será divulgada no fim de maio.


Fonte: Jovem Pan

Jovem Pan anuncia Fernando Pelegio como Diretor Artístico e de Programação

A Jovem Pan anuncia a chegada de Fernando Pelegio como seu Diretor Artístico e de Programação. Com uma trajetória consolidada de mais de quatro décadas na televisão brasileira, sendo mais de 30 anos em posição de liderança executiva, o profissional chega para reforçar a estratégia de conteúdo e expansão da emissora.
A chegada do executivo acontece em um momento estratégico da Jovem Pan, que iniciou sua expansão na TV aberta no fim de 2025 e intensificou esse movimento no início de 2026, ampliando sua presença em diversas praças do país. Reconhecida por seu DNA inovador e por sua atuação multiplataforma, integrando rádio, TV e digital, a emissora reforça agora o foco no crescimento e na consolidação de sua operação no sinal aberto, buscando ampliar audiência e alcance nacional.
“Voltar a trabalhar com a família Carvalho será um enorme prazer. Foi ao lado deles que dei meus primeiros passos profissionais e onde aprendi, na prática, o verdadeiro significado de respeito, dedicação e visão empreendedora. Sempre admirei a forma como conduzem seus projetos, com amor pela comunicação, seriedade nas relações e uma honestidade que inspira confiança. Entrar para a família Jovem Pan me enche de orgulho e me motiva demais para contribuir com esta importante empresa, hoje atuante em todas as plataformas disponíveis e sendo relevante em todas elas. Para mim, mais do que um reencontro profissional, é a oportunidade de reviver valores que ajudaram a moldar minha trajetória e continuar contribuindo com pessoas que admiro profundamente”, afirma Fernando Pelegio.
Pelegio construiu grande parte de sua carreira em uma das principais emissoras de TV aberta do país, onde esteve à frente de áreas estratégicas como Produção, Promoção e Programação, contribuindo diretamente para o posicionamento de uma das maiores redes de televisão do Brasil. Ao longo desse período, liderou equipes, desenvolveu projetos de alto impacto e participou da cobertura de eventos internacionais relevantes, incluindo Copas do Mundo e campanhas presidenciais.
“A experiência e o olhar estratégico do Pelegio serão fundamentais para fortalecer nossa programação, acelerar o crescimento da Jovem Pan e ampliar ainda mais a conexão com o público, especialmente neste momento de expansão na TV aberta”, afirma Roberto Araujo, CEO da Jovem Pan.
Com forte visão estratégica e profundo conhecimento do comportamento da audiência, Fernando Pelegio assume o desafio de impulsionar a grade da Jovem Pan, fortalecendo a conexão entre seus diferentes canais de distribuição e acelerando a expansão no ambiente de TV aberta. Sua chegada marca um novo momento para a emissora, que segue investindo em talentos e inovação para consolidar sua presença no cenário nacional.


Fonte: Jovem Pan

Mbappé tem lesão na coxa confirmada a menos de dois meses para a Copa

O atacante francês Kylian Mbappé, do Real Madrid, sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda, confirmou nesta segunda-feira (27) o clube espanhol, sem anunciar o tempo de recuperação necessário.
O capitão da seleção francesa, que foi substituído durante o jogo da última sexta-feira contra o Betis (1-1), teve diagnosticada uma lesão “no músculo semitendinoso da perna esquerda”, informou o departamento médico do Real Madrid.
De acordo com as primeiras informações da imprensa espanhola, Mbappé deve perder a próxima partida de La Liga contra o Espanyol, no próximo domingo (3), e é dúvida para o clássico de 10 de maio contra o Barcelona.
A participação do atacante na Copa do Mundo de 2026, que será disputada de 11 de junho a 19 de julho nos Estados Unidos, Canadá e México, não está, a princípio, comprometida.
Eliminado na Liga dos Campeões, na Copa do Rei e derrotado pelo Barcelona na final da Supercopa da Espanha, o Real Madrid ficou para trás na luta pelo título da Liga e está 11 pontos atrás do seu rival catalão, que está muito próximo do título.


Fonte: Jovem Pan

Flávio diz que MDB ‘está mais perto da gente que do outro lado’ na Agrishow

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, fez um aceno nesta segunda-feira (27) ao MDB e afirmou que o partido está mais perto de seu campo do que o do “outro lado”, referindo-se ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Tenho certeza que o MDB está muito mais perto de cá do que de lá. Já foi assim com o prefeito Ricardo Nunes, está sendo assim agora com o Felício Ramuth, excelentes quadros no partido, e tenho a convicção de que nós vamos fazer muito pelo nosso País juntos”, disse Flávio na Agrishow, que reúne o público do setor de agronegócio em Ribeirão Preto (SP), dirigindo-se a Baleia Rossi, presidente do MDB, presente na plateia.
A declaração vem em um momento em que o senador tenta atrair partidos de centro para sua campanha. O MDB, porém, tem a tradição de liberar seus diretórios estaduais no pleito presidencial.

Disputa do Senado em São Paulo
O evento também contou com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Flávio incluiu o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL), ao citar nomes que, segundo ele, “vão fazer muito pelo Brasil”. O senador também mencionou Tarcísio e o deputado federal Guilherme Derrite (PP). A menção a Prado vem em um momento em que o PL discute os pré-candidatos ao Senado pelo Estado.


Fonte: Jovem Pan

Vídeo: Comissão vota Tarifa Social de Energia para paciente internado em casa

Pacientes em assistência de atenção ou em internação no regime domiciliar poderão ter desconto na conta de energia da residência. O projeto de lei (PLS 187/2017) que prevê esse tipo de abatimento para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) está na pauta da Comissão de Infraestrutura (CI) desta terça feira (27), a partir das 11h.  


Fonte: Senado Federal