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João Fonseca faz jogo duro com Ben Shelton, mas amarga revés e se despede do ATP 500 de Munique

O brasileiro João Fonseca bem que tentou fazer frente ao americano Ben Shelton (6º) na manhã desta sexta-feira, mas não resistiu à intensidade do rival e acabou sendo derrotado por 2 sets 1, parciais de 6/3, 3/6 e 6/3 em 1h49 de jogo. Com a derrota, o jovem tenista carioca deu adeus ao objetivo de buscar uma vaga nas semifinais do ATP 500 de Munique.
Considerado um dos destaques da nova geração, ele, porém, voltou a ser superado por um adversário de nível Top-10. Depois de vencer Andrey Rublev em edição do Australian Open, ele parou em Jack Draper, Taylor Fritz, Jannik Sinner, Carlos Alcaraz e Alexander Zverev.
Depois de ver frustrada a chance de buscar a sua terceira semifinal em torneio de ATP, ele centra o foco no Masters 1000 de Madrid, onde será cabeça de chave em função das ausências de Carlos Alcaraz e Novak Djokovic.
Classificado para as semifinais, Ben Shelton agora aguarda o vencedor do confronto entre o canadense Denis Shapovalov e o checo Alex Molcan para conhecer o seu próximo adversário na próxima etapa do torneio europeu.
O início do jogo deu o tom do que viria pela frente. Ben Shelton iniciou sacando, mas encontrou um rival bastante focado e com devoluções seguras. Em um duelo bastante acirrado, o americano só conseguiu confirmar o seu serviço no primeiro game após cinco minutos de disputa.
A partida seguiu equilibrada com os tenistas utilizando estratégias bem definidas. Enquanto o americano forçava bem o saque, Fonseca apostava na movimentação e na troca de bolas para tentar se impor em quadra. No oitavo game, porém, Ben Shelton obteve a primeira quebra e abriu 5 a 3.
Com o serviço na mão, ele fez valer a sua categoria. Com quatro aces em todo o primeiro set (contra apenas um do brasileiro), ele definiu a parcial em 6/3 em 36 minutos e abriu vantagem contra João Fonseca nesta disputa por uma vaga nas semifinais da competição.
O segundo set apresentou o mesmo enredo da primeira parcial com os dois competidores aproveitando bem os seus serviços para não dar vantagem na disputa. No oitavo game, indo bem para a rede e variando os golpes, Fonseca obteve a quebra e abriu 5 a 3. Confiante e com o saque na mão, o brasileiro forçou bem o jogo, criou dificuldades para Shelton e venceu o segundo set por 6/3 empatando o duelo.
O terceiro set foi disputado ponto a ponto, mas com os dois competidores mais determinados e definir os games com mais agressividade. Em um jogo decidido nos detalhes, Shelton obteve a quebra no sexto game, abriu 4 a 2 e administrou a vantagem para definir o set em 6/3 e carimbar o passaporte para as semifinais da competição.


Fonte: Jovem Pan

5 livros para inserir as crianças pequenas no mundo da leitura

Celebrado em 18 de abril, o Dia Nacional do Livro Infantil convida a refletir sobre a importância da leitura desde os primeiros anos de vida. Em um cenário marcado pelo aumento do tempo diante das telas, cresce a atenção para a necessidade de estimular experiências que favoreçam o aprendizado, a criatividade e o vínculo com os livros desde cedo. 
O contato com a leitura é essencial antes mesmo da alfabetização, visto que o desenvolvimento humano alcança sua velocidade e potência máximas na primeira infância — dos 0 aos 6 anos de idade. “Mesmo sem compreender palavras, o bebê já se beneficia do contato com os livros. Ao observar imagens, manusear o livro e participar de leituras compartilhadas, ele desenvolve habilidades motoras finas e outros aspectos, como a identificação de objetos e a construção da relação com o mundo ao seu redor”, diz Juliana Tomasello, do time editorial de Leiturinha, clube de leitura e editora.
Mas o impacto desses primeiros anos ainda é subestimado. De acordo com a pesquisa “Panorama da Primeira Infância: O que o Brasil sabe, vive e pensa sobre os primeiros seis anos de vida”, realizada pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal em parceria com o Datafolha, uma grande parcela de brasileiros (84%) não reconhece os anos iniciais como decisivos para o desenvolvimento humano.
Toda atividade oferecida às crianças deve ser pensada com critério, especialmente diante do uso excessivo de telas. Assim, a leitura mostra-se uma estratégia eficaz. “Os livros possibilitam um vocabulário mais rico, melhor compreensão de texto, maior capacidade crítica, além da construção de empatia e autonomia, estímulos essenciais que as telas não substituem. Criar o hábito da leitura na infância é, portanto, um investimento de longo prazo”, explica a especialista.
Pensando nisso, Juliana Tomasello lista 5 livros para o primeiro passo de um dia a dia com leitura interativa. Confira! 
1. Din Don! (0 – 3 Anos)
Em “Din Don!”, personagens clássicos vivem a rotina infantil em uma história interativa que convida a criança a se reconhecer na leitura Imagem: Reprodução digital | Editora Leiturinha
A parlenda “Janela, janelinha” aqui ganha novos contornos. O texto de Sarah Helena com ilustrações de Jéssyka Gomes, em rimas, apresenta personagens dos contos clássicos em suas rotinas, como uma criança faria: acordar, tomar café, brincar e se preparar para dormir — estas são algumas das ações realizadas por Peter Pan, Pequena Sereia, Chapeuzinho Vermelho, João e Maria. Ao final, um espelho escondido na última aba traz também a criança leitora para participar da história. 
2. O bebê sumiu! (0 – 2 anos)
Em “O bebê sumiu!”, a criança participa de uma brincadeira de esconde-esconde enquanto acompanha a busca pelo bebê em diferentes cenários Imagem: Reprodução digital | Editora Leiturinha
Nesta história interativa escrita e ilustrada por Daniel Kondo, a criança é convidada a participar de uma divertida brincadeira de esconde-esconde. Com a ajuda de um mecanismo deslizante, é possível procurar o bebê em diferentes cantos da casa e do jardim, acompanhando seus passos e descobrindo onde ele está escondido até o encontro final com um abraço carinhoso.
3. Lá no rio Matapi (0 – 3 anos)
Em “Lá no rio Matapi”, Binho apresenta sua rotina simples e conectada à natureza em um dia cheio de descobertas Imagem: Reprodução digital | Editora Leiturinha
O livro de Anna Claudia Ramos e Layla Ramos Campelo se passa às margens do Rio Matapi e acompanha um personagem chamado Binho em seu dia a dia. A história começa quando o protagonista acorda junto à natureza. Depois do café da manhã, ele e outras crianças vão brincar. 
Na hora do almoço, Binho come seu prato favorito: peixe com açaí. Em seguida, ele dá tchau para as irmãs e, à tarde, ele toma banho, tira uma soneca e brinca mais. As irmãs de Binho chegam da escola e é hora de jantar e dormir. A história ilustrada por Thai Rodrigues termina com a promessa de que tudo começa outra vez no dia seguinte.
4. Dia de passeio! (até 1 ano)
Em “Dia de passeio!”, o bebê explora a fazenda em uma experiência sensorial com texturas, abas e elementos interativos Imagem: Reprodução digital | Editora Leiturinha
No livro escrito e ilustrado por Amanda Bahia, acompanhe um bebê em sua primeira aventura na fazenda! Com recortes, abas e texturas para tocar e sentir, ele convida os bebês a explorar o mundo das frutas e vegetais, e os diferentes animais da fazenda de forma tátil e divertida.
5. A nova invenção da Beca (1 – 2 Anos)
Em “A nova invenção da Beca”, a criatividade da protagonista transforma materiais simples em uma solução para ajudar sua cachorrinha Imagem: Reprodução digital | Editora Leiturinha
No livro escrito e ilustrado por Rodrigo Cordeiro, Beca é uma menina criativa que transforma ideias em soluções, usando apenas materiais que seriam descartados. Quando sua cachorrinha Cacau se machuca, Beca decide inventar algo especial para ajudá-la a voltar a brincar.
Por Beatriz Bastos


Fonte: Jovem Pan

A dança das cadeiras de MT: por que o governador quer ser senador e o senador quer ser governador

Mato Grosso vai viver em 2026 um movimento raro na política brasileira: o governador quer ser senador e o senador quer ser governador. E cada um usa a trajetória do outro como argumento de campanha.
Mauro Mendes (União Brasil) renunciou ao Palácio Paiaguás em 31 de março para disputar o Senado. Deixa um legado que ele mesmo faz questão de quantificar: “Ao assumirmos a gestão, encontramos Mato Grosso atolado em dívidas. Implementamos um rigoroso ajuste fiscal, tornando as contas públicas mais eficientes.” mt.gov.br Os números que carrega na bagagem para Brasília são robustos — desde 2019, o governo asfaltou 6.189 quilômetros de rodovias, com previsão de que até o fim de 2026 o estado tenha pavimentado mais quilômetros em oito anos do que em todas as gestões anteriores somadas.
No Senado, promete o mesmo estilo sem filtro que marcou o governo. “Olha, eu tenho coragem para muita coisa. Já pode ter me faltado juízo. Agora, coragem nunca me faltou. Como senador, pode esperar lealdade, coragem, demonstração de resultado. Se tiver errado, doa a quem doer. Pode ser ministro, supremo, pode ser quem for” Muvuca Popular, afirmou ao deixar o cargo. E não poupa críticas ao destino que escolheu. Para Mendes, o Congresso tem “preguiça” e “não tem coragem” de criar leis para combater as facções criminosas que avançam pelo Brasil. O recado é claro: vai a Brasília para fazer o que, na sua avaliação, os parlamentares nunca fizeram.
Wellington Fagundes (PL) faz o caminho inverso. Médico veterinário, foi deputado federal por 30 anos antes de chegar ao Senado em 2014. Exame Agora quer executar — e usa exatamente o que Mendes construiu como ponto de partida para sua crítica. “Mato Grosso é um estado grandioso e rico, mas ainda com uma concentração de renda muito grande. Temos hoje, por incrível que pareça, quase 400 mil pessoas em situação de pobreza. Queremos incluir todos e fazer um governo onde principalmente os jovens tenham oportunidades.” Metrópoles O discurso é municipalista e de chegada ao cidadão. “É no município que as pessoas vivem e acontecem os problemas. Eu sei o que é a vida do cidadão, olho as pessoas, e é assim que quero fazer um governo.”
Nas pesquisas, Fagundes lidera com folga: levantamento da Real Time Big Data aponta o senador com 43% das intenções de voto no primeiro cenário testado, contra 17% do atual governador Otaviano Pivetta. CNN Brasil Mendes, por sua vez, chega ao pleito com 72% de aprovação e lidera todas as simulações para o Senado. CartaCapital Dois políticos, duas cadeiras, dois discursos que se completam — e que em outubro vão mostrar o que o eleitor de Mato Grosso valoriza mais: a obra feita ou a promessa de chegar mais longe com ela.


Fonte: Jovem Pan

Novos governadores do Centro-Oeste transformam segurança pública no maior cabo eleitoral de 2026

A Jovem Pan mapeou as principais ações anunciadas pelos novos governadores do Centro-Oeste e do Distrito Federal desde que assumiram o poder. O levantamento mostra um padrão comum: segurança pública na vitrine, discurso duro e operações policiais celebradas em vídeos e declarações de impacto nas redes sociais. A coincidência não é acidental — todos têm outubro no horizonte.
Em Goiás, Daniel Vilela (MDB) assumiu o Palácio das Esmeraldas em 31 de março, após Ronaldo Caiado (PSD) deixar o cargo para disputar a Presidência, e não perdeu tempo. Dez dias após a posse, lançou a Operação Tiradentes — de 10 a 30 de abril, com mil policiais extras por dia nas ruas — e entregou R$ 44,8 milhões em equipamentos e viaturas. Na sequência, a Polícia Civil deflagrou a 4ª fase da Operação Destroyer, com 61 mandados de prisão e bloqueio de R$ 10,5 milhões em quatro estados simultaneamente.
Vilela celebrou pessoalmente nas redes com a frase que já virou marca: “Em Goiás, faccionado não manda em um centímetro de terra.” E completou: “Não se trata de sensação de segurança, não é isso que fazemos aqui em Goiás. Nós garantimos a segurança para os goianos. Goiás nunca viveu um momento de integração institucional como vive hoje.” Pré-candidato à reeleição, herdou índices invejáveis — 74% de aprovação na área de segurança, melhor resultado entre oito estados avaliados em pesquisa Genial/Quaest — e aposta que manter o tom de Caiado é o atalho mais curto para a vitória em outubro.
Em Mato Grosso, o roteiro se repete com variações. Otaviano Pivetta (Republicanos) tomou posse no mesmo dia que Vilela, após a renúncia de Mauro Mendes, que trocou o Palácio Paiaguás pela disputa ao Senado. No dia 6 de abril, fez uma escolha que gerou barulho: nomeou a coronel da reserva Susane Tamanho para comandar a Secretaria de Segurança Pública, tornando-a a primeira mulher e a primeira pessoa LGBTQIA+ a ocupar o cargo na história do estado.
O currículo pesa — Susane foi a primeira mulher no Brasil a se formar no curso de especialização do Batalhão de Choque e Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), da PM de São Paulo. No campo legislativo, sancionou lei que proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia, afirmando que a medida “reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência.” Nas redes, adotou o tom que o momento político pede. No discurso de posse, já havia dado a tônica: “A tolerância zero vai ser menos um.”
No Distrito Federal, quem assumiu foi Celina Leão (PP), vice de Ibaneis Rocha (MDB), que deixou o Palácio do Buriti para disputar o Senado. A nova governadora, pré-candidata à reeleição, estreou com operações e equipamentos exibidos nas redes com declarações de efeito. Lançou a Operação Brasília Mais Segura, mobilizando mais de 1.200 policiais militares em policiamento ostensivo em todas as regiões administrativas. No mesmo período, entregou 13 novas viaturas e drones à PMDF com foco no enfrentamento à violência doméstica.
Ao anunciar os equipamentos, foi direta: “Quando você troca o equipamento da polícia, dá mais agilidade e protege mais o cidadão.” E completou: “De cada três homens que estão na rua, dois foram nomeados e contratados pelo nosso governo. Temos muito orgulho em conduzir esse trabalho.”
Em Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP) não enfrenta sucessão — é candidato à reeleição e lidera as pesquisas com folga. Levantamento do Instituto Resultado de março aponta 47,83% das intenções de voto, mais que o triplo do segundo colocado. Riedel aposta na particularidade geográfica do estado — quase 1.520 km de fronteira com Paraguai e Bolívia — para justificar a prioridade na área. “Aqui em Mato Grosso do Sul nós não vamos permitir desordem. A garantia de direito de propriedade é sagrada. Nós não vamos perder essa batalha pro crime organizado”, afirmou. Para 2026, assinou contrato de gestão com foco em maior vigilância na fronteira e ações para reduzir índices de criminalidade.
O movimento é regional, mas o cálculo é o mesmo nos quatro palácios. Vídeos de operações, parabenizações públicas a policiais e frases de efeito postadas logo após cada ação tornaram-se o ritual padrão de uma gestão que governa com um olho no crime e outro nas urnas. O que ficou evidente com a temporada de grandes operações é que ações de impacto midiático são o caminho mais efetivo para atrair a simpatia do eleitor interessado no tema — e com outubro no horizonte, a escalada não tem sinal de arrefecimento.


Fonte: Jovem Pan

Áudio: CAS dará palavra final em projeto sobre luto parental

Um pedido de vista coletivo adiou a votação do projeto que trata do luto parental pós-aborto espontâneo na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Originalmente, o PL 28.64/2025, da senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL), garantia o mesmo período de licença da mãe ao pai da criança, mas a relatora, senadora Jussara Lima (PSD-PI), alterou o texto para dois dias como já assegura a “licença por luto”. Se aprovado na CAS e não houver pedido de votação em Plenário, o texto poderá seguir diretamente para a Câmara.


Fonte: Senado Federal

Áudio: Presidente do Senado pede cautela em projetos que impactam orçamento

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pediu cautela aos senadores que cobram a votação de projetos que podem comprometer o orçamento público. Apesar de se dizer favorável à valorização das mais diversas carreiras, ele destacou que a criação de pisos salariais deve ser negociada com os governos federal, estaduais e municipais. O vice-líder da oposição, senador Marcos Rogério (PL-RO), também afirmou que considera essencial o reconhecimento de muitas categorias, mas afirmaa que alguns projetos podem inviabilizar os caixas de muitas prefeituras. Entre as propostas de criação de piso salarial em discussão no Senado estão a dos médicos e cirurgiões-dentistas (PL 1.365/2022), a dos fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais (PEC 24/2022), a dos técnicos administrativos da educação básica pública (PL 2.531/2021) e a dos técnicos e auxiliares em saúde bucal (PL 2.504/2019).


Fonte: Senado Federal

Damares Alves destaca prevenção ao afogamento infantil

Em pronunciamento no Plenário nesta sexta-feira (17), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) destacou a importância da lei que institui o Dia Nacional de Prevenção ao Afogamento Infantil, celebrado em 14 de abril. A parlamentar alertou para o número de mortes de crianças por afogamento no país e defendeu a ampliação de campanhas de conscientização, além de medidas preventivas em ambientes domésticos.
— São quatro mortes por dia de crianças no Brasil por afogamento infantil. A maioria dos casos acontece dentro de casa, em piscinas, baldes, bacias e até em vaso sanitário. É uma morte evitável e precisamos trabalhar para evitar o afogamento infantil — afirmou.
A senadora também abordou o Dia dos Povos Indígenas, celebrado neste domingo (19) e destacou a diversidade cultural brasileira, com centenas de povos e línguas. Segundo ela, o Senado tem adotado iniciativas voltadas à proteção dessas populações, incluindo a criação de uma subcomissão para acompanhar a situação do povo ianomâmi.
— Precisamos nos orgulhar dessa diversidade. Os nossos indígenas são 391 povos diferentes e eles falam 295 línguas diferentes. É uma riqueza cultural que precisa ser valorizada e protegida — disse.
BRB
Damares comentou ainda as investigações envolvendo o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master. Ela afirmou que senadores do Distrito Federal continuam atuando em comissões da Casa para apurar informações relacionadas ao caso, mesmo após o encerramento da CPMI do INSS e da CPI do Crime Organizado. 


Fonte: Senado Federal

Douglas Ruas é escolhido presidente da Alerj em eleição esvaziada pela oposição

O deputado estadual Douglas Ruas (PL) foi eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) nesta sexta-feira, 17. Ele foi o único candidato na disputa, já que a oposição deixou a sessão extraordinária em que ocorreu a votação.
Ruas recebeu 44 votos favoráveis em plenário e comandará a Casa até o fim de 2026. Ao todo, 45 parlamentares participaram da votação e houve uma abstenção. O quórum mínimo exigido era de 36 deputados.
A eleição ocorreu em meio a um movimento de boicote articulado por partidos de oposição, que optaram por não participar da votação em protesto contra a manutenção do voto aberto. Na quinta-feira, 16, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) rejeitou pedido para adoção de votação secreta.
A oposição, ligada ao ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD), via no voto secreto uma possibilidade de atrair dissidências na base de Ruas, que era o favorito na disputa. Paes e Ruas devem ser adversários na eleição para governo do Estado, em outubro.
A Justiça também negou pedido do grupo para a suspensão da eleição até que o Supremo Tribunal Federal (STF) decida como será a escolha do governador para o “mandato-tampão” do Estado, que ficará no cargo até o final do ano.
Pleito anulado
Douglas Ruas chegou a ser eleito para o cargo em eleição realizada no fim de março. O pleito foi anulado poucas horas depois porque a recontagem dos votos do ex-presidente da Casa, Rodrigo Bacellar (União), não havia sido feita.


Fonte: Jovem Pan

Moraes vota a favor da condenação de Eduardo Bolsonaro por difamação

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (17) a favor da condenação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por difamação contra a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). O magistrado é o relator do caso na Suprema Corte.
Moraes rejeitou os argumentos de defesa sobre imunidade parlamentar e cerceamento de defesa, concluindo que o réu disseminou informações falsas para atacar a honra da parlamentar nas redes sociais.
*Em atualização
 


Fonte: Jovem Pan