Início Site

Avó e madrasta do menino de 11 anos achado morto e acorrentado são presas

A avó e a madrasta do menino de 11 anos que morreu dentro de casa no Itaim Paulista, na zona leste de São Paulo, foram presas, acusadas de omissão e envolvimento no crime. Na terça-feira (12), a Justiça de São Paulo havia decretado a prisão do pai do garoto.
O B.O obtido pela Jovem Pan apontou que tanto a avó, quanto a madrasta estavam na residência durante a situação e que afirmaram ter ciência do caso. Além disso, a avó do menino também era responsável por manter a vítima acorrentada.
O garoto foi achado sem vida na noite de segunda-feira (11). De acordo com o depoimento de Chris Douglas, o pai, o menino ficava acorrentado para não fugir. A Polícia Militar informou que a morte foi confirmada pelo Samu, que encontrou sinais de tortura no corpo da vítima.
A perícia e o IML foram acionados, e o caso foi registrado como tortura no 50º Distrito Policial.
O B.O informou ainda que foram apreendidos diversos objetos eletrônicos encontrados no local, “tais como celulares, tabletes, computadores, e serão encaminhados a exame pericial”, para coletar novos elementos de prova.


Fonte: Jovem Pan

Receita lança operação contra fraudes no setor de plásticos em mais de R$ 2 bi

A Receita Federal, integrada com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo (CIRA-SP), deflagrou nesta quinta-feira, 14, a Operação Refugo para combater fraudes fiscais no setor de plásticos. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em 14 municípios do Estado de São Paulo, contando, também, com o apoio do Gaeco e das Polícias Civil e Militar.
A investigação quer desarticular esquema utilizado para sonegar mais de R$ 2,5 bilhões em impostos, através da utilização de empresas de fachada, emissão de notas fiscais “frias”, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.
Durante a apuração foram identificados três grandes grupos empresariais distintos – que juntos representam fatia considerável do mercado de plásticos no estado de São Paulo -, que teriam se utilizado de pelo menos 60 empresas de fachada criadas para gerar créditos tributários falsos, por meio da emissão de notas fiscais inidôneas.
Segundo o órgão, o esquema bilionário blindava os destinatários, reais favorecidos, que se aproveitavam desses créditos para a redução artificial do pagamento de seus tributos estaduais e federais (ICMS, IPI, PIS/Cofins e IR).
Há 46 mandatos de busca e apreensão cumpridos  em 48 endereços localizados em residências, empresas e escritórios ligados aos investigados.
As diligências ocorreram simultaneamente em 14 municípios do Estado de São Paulo: duas em Arujá, oito em Barueri, uma em Bertioga, nove em Caieiras, duas em Cotia, quatro em Franco da Rocha, uma em Guarulhos, uma em Itapevi, duas em Itupeva, três em Jundiaí, três em Santana de Parnaíba, três em São Bernardo do Campo, oito em São Paulo e uma em Sertãozinho.


Fonte: Jovem Pan

Eduardo acusa Zema de receber doação de pai de Vorcaro, preso em operação da PF

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) utilizou suas redes sociais nesta quinta-feira (14) para confrontar o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro compartilhou uma foto de prestação de contas que indica uma doação de R$ 1 milhão feita por Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, e preso em operação da PF, ao diretório do partido Novo, sigla do ex-líder do Executivo estadual de Minas Gerais.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o pagamento de Henrique Vorcaro aconteceu no dia 4 de agosto de 2022 e foi feito diretamente para o diretório do partido, e não para Zema especificamente.
O pai do dono do Master foi preso nesta quinta-feira durante a sexta fase da Operação Compliance Zero, da PF. Ele é acusado de ligação a grupos violentos e o responsável por operar o fluxo financeiro de um esquema ilegal, denominado como “A Turma”.
Em seu perfil no X (antigo Twitter), Eduardo Bolsonaro ironizou o ex-governador: “Isso aqui seria, nas suas palavras, ‘fazer a mesma coisa que o PT’, Zema?”. Veja a resposta:

Isso aqui seria, nas suas palavras, “fazer a mesma coisa que o PT”, Zema?https://t.co/RuUvklK0VI pic.twitter.com/aT1ZkR1Zl8
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) May 14, 2026

 
Desgaste na direita
A resposta de Eduardo Bolsonaro ocorreu em uma postagem de Zema na quarta-feira (13), em que o ex-governador e pr[e-candidato criticou o senador Flávio Bolsonaro (PL) pela divulgação de áudios, através do site The Intercept Brasil, que mostram o parlamentar negociando financiamento privado com Vorcaro para a produção do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.
O ex-governador de Minas Gerais classificou a conduta de Flávio como “imperdoável” e afirmou que a prática seria um “tapa na cara dos brasileiros de bem”. Zema acrescentou que “não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa”. Veja o vídeo de Zema:

Isso é imperdoável.
É preciso ter credibilidade pra mudar o Brasil. pic.twitter.com/govXHsZ2iU
— Romeu Zema (@RomeuZema) May 13, 2026

 
Após a fala de Zema, tanto Eduardo quanto o vereador Carlos Bolsonaro (PL) reagiram e saíram em defesa de Flávio. Eduardo acusou Zema de fazer “acusações sem fundamentos” sem ouvir o outro lado e ironizou o fato de o governador mineiro já ter sido cotado como potencial vice em chapas ligadas aos Bolsonaro. Carlos Bolsonaro, por sua vez, afirmou que Zema estaria “passando de todos os limites”.
A Operação Compliance Zero, que resultou na prisão de Henrique Vorcaro, investiga um suposto esquema criminoso que envolve corrupção, lavagem de dinheiro, ameaças a autoridades e a obtenção de informações sigilosas. A defesa do empresário afirmou que a medida é desnecessária e que demonstrará a licitude das movimentações financeiras.


Fonte: Jovem Pan

Aliados dizem que Flávio não revelou investidores do filme por risco de multas milionárias

Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e nomes próximos à produção do filme “Dark Horse”, cinebiografia inspirada na trajetória de Jair Bolsonaro, dizem nos bastidores que o longa bancado por Daniel Vorcaro tem mais de dez investidores. Segundo esses interlocutores, Flávio não participa da produção e detém somente os direitos autorais de imagem do pai cedidos ao projeto.
O mesmo grupo tem defendido que o senador não poderia ter revelado antes os nomes dos demais financiadores por se tratar de negócio privado, com cláusula de sigilo nos contratos assinados. Pelos termos do acordo, dizem, Flávio estaria sujeito a multa caso vazasse quem estava colocando dinheiro no filme.
A ala da oposição, no entanto, ficou irritada por Flávio não ter revelado o contato com Vorcaro antes da divulgação dos áudios e ter pegado parlamentares de surpresa com o vazamento. Com agendas canceladas nesta quinta-feira (14), aliados têm defendido que o senador concentre esforços na própria defesa e monte uma estratégia para inverter o jogo e blindar a pré-campanha presidencial de novos impactos.


Fonte: Jovem Pan

Após meses atacando Banco Master, Flávio Bolsonaro admite pedido de dinheiro a Vorcaro

‘É mentira’, disse Flávio Bolsonaro mais cedo sobre dinheiro de Vorcaro em filme
O senador Flávio Bolsonaro (PL) admitiu, nesta quarta-feira (13), ter solicitado recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horses, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, após negar publicamente qualquer relação com o caso. A mudança de versão ocorreu depois de o site Intercept Brasil divulgar mensagens e um áudio em que o parlamentar cobra dinheiro do empresário.
As revelações vieram à tona horas após Flávio voltar a negar acusações de que teria pedido dinheiro ao banqueiro, classificando as informações como “mentira” durante declarações na tarde de quarta-feira.
Segundo a reportagem do Intercept Brasil, Vorcaro repassou R$ 61 milhões para bancar a produção, que ainda não foi lançada. A TV Globo confirmou com investigadores e pessoas com acesso às apurações a existência do áudio e do conteúdo revelado.
Após a divulgação do material, o senador reconheceu o pedido de recursos, afirmando que se tratava de um “patrocínio privado para um filme privado”. Ele negou ter recebido vantagens indevidas e acusou aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de manterem “relações espúrias” com o Banco Master.
De acordo com o Intercept, os repasses do banqueiro para o filme ocorreram entre fevereiro e maio de 2025, por meio de um fundo nos Estados Unidos ligado a um aliado de Eduardo Bolsonaro, irmão do senador.
Já as conversas entre Flávio e Vorcaro aconteceram entre setembro e novembro de 2025. Um dia antes da operação da Polícia Federal que resultou na prisão do banqueiro, quando ele se preparava para deixar o país em um jatinho, o senador enviou uma mensagem afirmando: “estou e estarei contigo sempre”.
Entre março e maio de 2026, Flávio intensificou ataques públicos à instituição financeira, defendeu a criação de uma CPI para investigar o caso e reiterou que a direita não tinha ligação com o escândalo apurado pela Polícia Federal.
Veja a cronologia:
2025: Troca de mensagens e o financiamento do filme
Neste período, as mensagens mostram Flávio Bolsonaro tratando Daniel Vorcaro como um aliado próximo, essencial para a produção da cinebiografia de Jair Bolsonaro, intitulada “Dark Horse”.
24 de setembro: Flávio e Vorcaro trocam ligações e tentam agendar reuniões em São Paulo.
Flavio Bolsonaro: Ligação de Voz (00:45) (13:38)
Flavio Bolsonaro: Ligação de Voz (00:25) (17:46)
Daniel Vorcaro: Irmao, Infelizmente vou precisar ficar em sp amanha. Poderiamos marcar terça final dia ou quarta qq hora? (21:25)
Flavio Bolsonaro: Fala mermao, veja o que for melhor pra vc. Vou estar aqui a semana toda. (21:53)
Daniel Vorcaro: Quarta 14:30? (21:59)
Flavio Bolsonaro: Ligação de Voz (01:50) (22:00)
1 de outubro: Flávio envia um áudio longo expressando preocupação com as contas do filme. Ele afirma que estão em um “momento decisivo” e teme dar um “calote” em astros como Jim Caviezel e no diretor Cyrus Nowrasteh. Pede uma “posição” de Vorcaro sobre repasses financeiros, citando que “já tem muita conta para pagar esse mês”.
22 de outubro: Flávio convida Vorcaro para um jantar reservado em São Paulo com Jim Caviezel. Vorcaro oferece sua própria casa para o evento. Na mesma conversa, Flávio se oferece para que seu irmão (Eduardo Bolsonaro) encontre Vorcaro em Dubai caso ele precise de algo.
07 de novembro: Flávio envia um vídeo a Vorcaro com a mensagem: “Tudo isso só está sendo possível por causa de vc!”.
16 de novembro: Em meio a pressões financeiras, Flávio escreve: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente”.
Março a primeira semana de maio: ataque ao Master e tentativa de vinculação ao governo Lula
Com a proximidade das eleições e o avanço das investigações sobre o Banco Master, Flávio Bolsonaro adota um discurso de ataque à instituição, vinculando-a ao governo Lula.
O senador também vinha defendendo a instauração de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) no Congresso para investigar o escândalo.
Em suas contas no X e no Instagram, foram publicados ao menos 17 conteúdos com citações diretas ao Banco Master na legenda, sendo 4 republicações entre as redes, em três meses.
09 de março: Flávio anuncia publicamente que assinou o pedido de CPI do Banco Master.
18 de março: Posta no Instagram questionando se o esquema seria “Master Lula ou Lula Master?”.
23 de março: Declara nas redes sociais que o “lulopetismo baiano está no DNA do caso Master” e que o esquema é a “cara da esquerda”.
O vídeo finaliza com a fala: “Esperamos que Daniel Vorcaro faça a sua delação e entregue tudo que ele sabe”.
Postagem de Flávio Bolsonaro no X em 23 de março de 2026
Reprodução/X
24 de março: Em entrevista à CNN, nega qualquer vínculo da direita com o banco: “Essa conta do Banco Master tá longe de chegar perto da direita”. Pede a convocação de Gabriel Galípolo e Fernando Haddad para depor sobre agendas não públicas com o banco.
06 de abril: No podcast Inteligência Ltda, inclui o Banco Master em uma lista de “escândalos de corrupção” do governo Lula.
12 de abril: Ataca o chefe da Polícia Federal, chamando-o de “pau mandado de Lula” e alegando que ele “viaja bancado pelo banco Master”.
Postagem de Flávio Bolsonaro no X em 12 de abril de 2026
Reprodução/X
16 de abril: Em entrevista à Jovem Pan, Flávio Bolsonaro classifica o caso como um “escândalo de corrupção” do governo Lula e afirma que as investigações revelariam conexões do banco com o poder político em Brasília. Diz que o nome de Bolsonaro não aparece nas apurações.
“Com relação ao caso do Banco Master, mais um escândalo de corrupção ocorrido dentro do governo Lula, que provocou essa boca rota toda, essa preocupação toda no sistema financeiro que atingiu tantas pessoas e mostrou as entranhas como funciona o poder em Brasília e tem que tem tentáculos em tudo quanto é lugar, mas mais uma vez você não encontra o nome de Bolsonaro em nenhuma lista dessa, em nada que possa ter algum envolvimento com o Banco Master”.
19 de abril: Compartilha no X reportagem que relaciona Banco Master e Lula e lança o slogan: “O Pix é do Bolsonaro, o Banco Master é do Lula!”.
Postagem de Flávio Bolsonaro no X em 19 de abril de 2026
Reprodução/X
No fim de abril, o PT exibiu um vídeo em seu congresso nacional em que associava o caso Master ao governo Bolsonaro, nomeando o escândalo como Bolsomaster. O argumento é que as irregularidades reveladas pela Polícia Federal ocorreram na gestão de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central indicado pelo ex-presidente. O material também cita doações de Fabiano Zettel, cunhado e sócio de Vorcaro, à campanha de Bolsonaro.
Em nota, Flávio mais uma vez acusou o PT de ligações com o escândalo e citou a reunião intermediada por Mantega e o contrato de Lewandowski.
“As acusações do PT são mentirosas e absurdas. A tentativa de vincular o senador Flávio Bolsonaro revela o desespero de quem vê a crise atingir o próprio governo. Flávio não tem qualquer relação com o banco Master e esse esquema de corrupção ocorrido em 2024, já no governo Lula”, diz o texto.
08 de maio: Afirma, em postagens no Instagram e no X, que o PT tem “medo” da investigação e que a oposição sempre apoiou a CPI. “Tudo acontece nos governos do PT. Mas, curiosamente, nunca é culpa deles.”
“O PT foi contra a CPI. Os deputados do PT não assinaram. Só que agora não dá mais para segurar. Aí vem o teatro e eu te pergunto, será que o PT tá contra a CPI porque envolve político da Bahia, que eles controlam há mais de 20 anos? Ou será porque a família do Jaques Wagner, líder do PT, recebeu 11 milhões em uma empresa ligada ao caso? Ou porque o Guido Mantega que já foi ministro da Fazenda do Lula recebia 1 milhão por mês no banco só para fazer lobby dentro do governo? Ou por que o Lewandowski, ex-ministro da Justiça, recebeu 5 milhões? Agora segura essa: ou será que é porque o próprio Lula teve uma ótima reunião fora da agenda oficial com o dono do Banco Master cercado de ministros de primeiro escalão como Rui Costa, da casa civil Coincidências demais né? ”
Postagem de Flávio Bolsonaro no Instagram no dia 8 de maio de 2026
Reprodução/Instagram
Em fevereiro, Lula confirmou que houve a reunião e contou que apenas disse a Vorcaro que as investigações sobre o Master seriam técnicas, sem interferência política. Segundo o presidente, interesses privados não foram tema da conversa.
09 de maio: Em evento em Florianópolis, Flávio usa uma camiseta verde com a frase “O Pix é do Bolsonaro, o Master é do Lula”.
Flávio Bolsonaro usou uma camiseta com a inscrição “O PIX é do Bolsonaro; o Master é do Lula”.
Reprodução
Durante uma entrevista coletiva no último fim de semana, Flávio afirmou que “a esquerda tenta criar narrativas querendo vincular de alguma forma o Bolsonaro à questão do Banco Master, mas não dá liga”.
“Não foi o Bolsonaro que se reuniu escondidinho com o Vorcaro, foi o Lula”, afirmou. Flávio se referia ao encontro ocorrido em 2024 no Palácio do Planalto, quando Lula recebeu Vorcaro fora da agenda oficial, a pedido do ex-ministro Guido Mantega.
13 de maio: o áudio vazado
13 de maio: Questionado por repórteres na saída do STF sobre os pedidos de dinheiro a Vorcaro, Flávio nega tudo, afirmando ser “mentira”. Após a publicação do áudio, o parlamentar volta atrás e admite ter solicitado recursos para financiamento do filme Dark Horses.
14 de maio: Relatórios indicam que o financiamento de Vorcaro para o filme teria chegado a R$ 61 milhões. Aliados do senador declaram estar “perplexos” com a contradição entre o discurso público e as mensagens privadas.
Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro.
Reprodução


Fonte:

g1 > Política

Recursos assegurados por Cirone facilitam dia a dia de quem vive na área rural

O deputado é parceiro das associações rurais na viabilização de equipamentos, implementos e outros benefícios

O deputado estadual Cirone Deiró disse que, desde o início de seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa, escolheu defender aqueles que acordam cedo para trabalhar e ajudar o Estado a crescer. Parceiro das associações de produtores rurais, ele tem priorizado investimentos na agricultura familiar. O apoio do governador, coronel Marcos Rocha, segundo o parlamentar, tem sido decisivo na liberação dos recursos.

O trabalho desenvolvido pelo deputado tem garantido a chegada de maquinário, equipamentos e implementos agrícolas nas associações de produtores rurais. A chegada de placas de energia solar também já se tornou realidade.

A Associação Juventude, localizada no município de Cacoal, já foi contemplada, por meio de emenda do deputado, com um micro trator cortador de grama, além de um torrador, um descascador e um secador de café. “A instalação das placas solares é mais um sonho, que se tornou realidade, pelas mãos do nosso deputado”, disse o agricultor Wanderlei Knaack, presidente da associação. Na opinião de Wanderlei, a agricultura rondoniense tem o antes e o depois do deputado Cirone, “porque ele simplesmente revolucionou a realidade das associações de produtores rurais”.

O agricultor Sérgio Ferreira, presidente da Associação dos Produtores Rurais da Agricultura Familiar (Aproaf), de Presidente Médici, explicou que os recursos assegurados por Cirone garantiram a aquisição de um trator, que atende não só os associados, mas também outros agricultores do município. “Agora podemos fazer nossos plantios na hora certa, melhorar a qualidade de nossas lavouras, aumentar nossa produção e nossos ganhos”, disse.

O trabalho desenvolvido pelo parlamentar não se limita apenas na viabilização dos recursos para a aquisição de equipamentos e implementos. “Recebemos o apoio do deputado Cirone, desde o início, quando decidimos regularizar a documentação da associação, por isso sempre soubemos que estávamos mexendo com gente boa”, disse o agricultor Fernando Lima da Silva, secretário da Associação de Produtores Rurais Rio Branco (Asprorib), localizada no município de Ministro Andreazza.

Texto: Eli Batista
Jornalista

Áudio: CCJ aprova Política Nacional da Juventude

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou na quarta-feira (13) o Projeto de Lei (PL) 3.893/2023, que institui a Política Nacional da Juventude. O projeto, da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), estabelece princípios e diretrizes para a permanência de jovens nas escolas, a promoção do bem-estar e o combate à criminalidade. O relator, senador Izalci Lucas (PL-DF), disse que a política nacional permitirá uma ação governamental mais estratégica e coordenada. A matéria segue para a Comissão de Direitos Humanos (CDH).


Fonte: Senado Federal

Áudio: Aprovada alteração nas carreiras públicas da área de Ciência e Tecnologia

O Plenário do Senado aprovou na quarta-feira (13) alteração no plano de carreiras da área de Ciência e Tecnologia. O PL 3.102/2022 reestrutura órgãos ligados ao Ministério da Saúde para melhor aproveitamento profissional dos servidores públicos da área. A matéria volta à Câmara dos Deputados porque sofreu alterações no Senado.


Fonte: Senado Federal

Desembargadora manda soltar dono da Choquei, preso em operação contra o PCC

A desembargadora Sylvia Marlene de Castro Figueiredo, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, mandou soltar nesta quarta-feira (13) Raphael Sousa Oliveira, dono da página de fofocas “Choquei”, que foi alvo da Operação Narco Fluxo, investigação que apura um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro do crime organizado, incluindo o Primeiro Comando da Capital (PCC), por meio de bets e rifas ilegais.
A Justiça também concedeu liberdade a Marlon Brendon Coelho, o MC Poze do Rodo; a MC Ryan, um dos maiores funkeiros do Brasil; ao influenciador Chrys Dias e ao empresário Rodrigo Oliveira, dono da produtora de funk GR6. Outros 17 investigados na Operação Narco Fluxo também foram beneficiados com a decisão.
No despacho, a desembargadora do TRF-3 afirmou que a prisão preventiva dos alvos da Narco Fluxo não pode ser mantida sem elementos suficientes para o oferecimento de eventual denúncia pelo Ministério Público Federal. A magistrada ressaltou que, até o momento, nenhum dos investigados foi formalmente acusado e que a Polícia Federal pediu mais 90 dias para concluir as apurações.
“Destaca-se que, de fato, o caso é de grande complexidade, no entanto, não há justificativa para a manutenção da prisão do paciente se ainda não há os elementos necessários para o oferecimento da denúncia. É incongruente entender que não há provas para a formação da opinio delicti e manter a prisão preventiva, pois se não há elementos para o oferecimento da denúncia, a fortiori pode-se entender que faltam elementos para a manutenção da prisão”, aponta a decisão.
Os alvarás de soltura dos investigados já foram expedidos pela Justiça, o que significa que a liberação deles do sistema prisional foi formalmente autorizada e agora depende apenas dos procedimentos administrativos das unidades onde estão detidos.
Como medidas cautelares, os investigados deverão informar, em até dez dias, o endereço atualizado e comunicar eventual mudança de residência. Eles também terão de comparecer a todos os atos do processo e se apresentar mensalmente à Justiça para comprovar suas atividades.
A decisão ainda proíbe que deixem a cidade onde moram por mais de cinco dias sem autorização judicial e impede viagens ao exterior sem autorização, com entrega do passaporte, caso possuam o documento.
Segundo as investigações da Operação Narco Bet, abertas a partir de elementos reunidos na Operação Narco Vela, foi identificado um esquema de uso de plataformas de apostas de quotas fixas, as chamadas bets, para lavar dinheiro de origem ilícita, incluindo recursos ligados ao tráfico internacional de drogas.
A apuração também aponta a atuação de uma possível organização criminosa dedicada à movimentação de grandes quantias, com uso de dinheiro em espécie, transferências bancárias e operações com criptoativos, especialmente a moeda digital USDT (Tether), tanto no Brasil quanto no exterior.

Lei Antifacção
Há uma semana, o juiz Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Criminal Federal de Santos, enquadrou MC Ryan SP e todos os investigados na Operação Narco Fluxo na Lei Antifacção, a pedido da Polícia Federal.
Em sua decisão, de 13 páginas, o magistrado afirma que os alvos da investigação são descritos pelos federais como envolvidos com “organizações criminosas ultraviolentas”, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), as duas maiores facções do País, que construíram um império criminoso ao longo dos últimos 20 anos.
Na percepção do juiz Roberto Lemos dos Santos Filho, há incontestáveis “sinais de envolvimento de investigados na Operação Narco Fluxo com organizações criminosas de maior envergadura, que vêm dominando o território nacional, e que também atuam em âmbito internacional”.
*Com informações do Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Policia faz operação contra ‘Gangue das Correntinhas’ e prende 16 suspeitos em SP

A Polícia Civil de São Paulo realizou, na manhã desta quinta-feira (14), a Operação Eldorado com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em roubos e receptação de correntes de ouro, com atuação na região central da capital paulista.
Segundo o governo estadual, a ação resultou até o momento na prisão de 16 suspeitos. Do total, nove pessoas foram capturadas durante a operação e outras sete já estavam recolhidas no sistema prisional por envolvimento em crimes semelhantes, ocasião em que também tiveram as ordens judiciais formalmente cumpridas.
Foram apreendidas correntes de ouro, aparelhos celulares e outros objetos de interesse para o avanço das investigações.
A Polícia Civil ainda procura por outros investigados e busca aprofundar as apurações sobre a atuação do grupo criminoso na região central da cidade.


Fonte: Jovem Pan