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Caldo de mocotó: aprenda receita prática e saudável

Tradicional na culinária brasileira, o caldo de mocotó é conhecido pelo sabor intenso e pela textura consistente, que conquista principalmente nos dias mais frios. Presente em diferentes regiões do país, ele carrega um preparo que atravessa gerações e se mantém como uma opção nutritiva e reconfortante para o dia a dia.
O mocotó é feito a partir do pé do boi, uma parte com alta concentração de colágeno e gelatina natural, responsáveis pela densidade característica do caldo. Durante o cozimento prolongado, esses componentes são liberados, resultando em uma preparação mais cremosa e saborosa.
Além de aquecer, o prato também se destaca pelo valor nutricional. Por conta dessa composição, pode contribuir para a saúde das articulações, da pele e até para a sensação de saciedade, sendo uma alternativa interessante para quem busca refeições mais completas e sustanciosas.
A seguir, veja como preparar uma versão prática e deliciosa do caldo de mocotó!
Caldo de mocotó Imagem: Paulo Vilela | Shutterstock
Caldo de mocotó
Ingredientes

1,2 kg de mocotó bovino limpo
1 colher de sopa de azeite
1 cebola picada
8 dentes de alho picados
1 colher de chá de colorau
1 colher de chá de açafrão-da-terra
1 colher de chá de páprica defumada
1 colher de chá de pimenta-do-reino moída
1 colher de chá de tempero baiano
1 1/2 colher de sopa de sal
Água fervente
Pimenta dedo-de-moça, coentro e cebolinha picados a gosto

Modo de preparo
Em uma panela de pressão, aqueça o azeite em fogo médio. Adicione a cebola e os dentes de alho e refogue até dourarem levemente. Acrescente o colorau, o açafrão-da-terra, a páprica defumada, a pimenta-do-reino, o tempero baiano e a pimenta dedo-de-moça, misturando bem para liberar os aromas. Adicione o mocotó à panela, tempere com o sal e misture para envolver bem nos temperos.
Cubra com água fervente, tampe a panela e cozinhe em fogo médio por cerca de 50 a 60 minutos após pegar pressão, ou até que o mocotó esteja bem macio. Desligue o fogo, aguarde a pressão sair naturalmente e abra a panela. Se desejar um caldo mais encorpado, deixe cozinhar por mais alguns minutos sem tampa. Finalize com coentro e cebolinha e sirva em seguida.


Fonte: Jovem Pan

Veja como o ovo ajuda a fortalecer a saúde no outono

Uma alimentação equilibrada é a base para o bem-estar em qualquer momento do ano. Seja para atravessar o outono sem gripes, manter a disposição no verão ou simplesmente apoiar as funções do corpo no cotidiano, escolher alimentos com alto valor nutricional faz toda a diferença. Entre as opções mais acessíveis e completas disponíveis, o ovo se destaca com facilidade — especialmente com a queda das temperaturas e o combo que o outono traz: rinites, sinusites, crises alérgicas e resfriados.
“O ovo é um alimento muito completo e pode contribuir diretamente para o fortalecimento adequado do sistema imunológico, especialmente em períodos em que estamos mais suscetíveis a infecções. Uma alimentação equilibrada ajuda o organismo a responder melhor tanto a infecções quanto às mudanças típicas da estação”, explica a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil.
Por trás da simplicidade do alimento, existe uma composição muito rica: vitaminas, proteínas, minerais e compostos antioxidantes trabalham juntos para fortalecer o organismo de forma abrangente.
Consumo em alta e presença cada vez maior na rotina
O consumo de ovos tem crescido no Brasil, acompanhando a busca por alimentos nutritivos, versáteis e com bom custo-benefício. A expectativa é que, em 2026, isso ultrapasse 300 unidades por pessoa ao ano, reforçando o protagonismo do alimento na dieta cotidiana.
Fácil de preparar e adaptável a diferentes refeições, o ovo pode ser consumido no café da manhã, almoço, jantar ou em lanches intermediários, o que contribui para sua presença cada vez mais frequente no dia a dia.
O ovo vai além da proteína, sendo também rico em vitaminas e antioxidantes Imagem: Nitr | Shutterstock
Ovo pode contribuir para o equilíbrio do organismo
Durante o outono, o organismo demanda mais suporte para manter suas funções em equilíbrio. Nesse contexto, o ovo contribui por reunir nutrientes importantes que atuam diretamente nesse processo:

Proteínas: essenciais para a formação de anticorpos;
Vitamina D: auxilia na regulação do sistema imunológico;
Vitamina A: contribui para a proteção do organismo contra infecções;
Colina: importante para o funcionamento celular;
Antioxidantes: ajudam a reduzir processos inflamatórios.

Além disso, manter uma alimentação equilibrada ao longo desse período pode contribuir para que o organismo responda melhor não apenas com infecções, mas também com as respostas inflamatórias associadas às alergias respiratórias.
Formas de consumir o ovo no outono
Com a queda das temperaturas, cresce a preferência por refeições quentes, práticas e confortantes. O ovo se adapta facilmente a esse cenário e pode ser incorporado em diferentes preparações do dia a dia. Confira algumas ideias:

Legumes com ovo pochê: leve, nutritivo e reconfortante, o ovo adiciona proteína e aumenta a saciedade da refeição.
Omelete de forno com vegetais: prática e versátil, pode levar ingredientes como abóbora, espinafre e cenoura.
Ovo mexido cremoso com cogumelos: opção rápida e nutritiva para o jantar, combinando sabor e praticidade.
Sopa de lentilha com ovo cozido: rica em nutrientes e ideal para dias mais frios.
Ovos no molho de tomate quente (shakshuka): receita aromática e reconfortante, preparada diretamente em molho quente e bem temperado.

“O grande diferencial do ovo é a versatilidade. Ele pode ser usado em preparações simples, em preparações doces e salgadas do dia a dia e, ao mesmo tempo, oferecer um aporte nutricional significativo”, destaca a nutricionista.
Um alimento para todas as fases da vida
Outro ponto positivo é que o ovo pode ser consumido em todas as idades. Ele contribui para o crescimento e desenvolvimento infantil, é importante durante a gestação, auxilia na manutenção da massa muscular em idosos e é amplamente utilizado por quem pratica atividade física.
Combinando praticidade, valor nutricional e versatilidade, o ovo se consolida como um aliado importante para quem busca manter o bem-estar durante o outono, de forma simples e acessível no dia a dia.
Por Mayra Barros


Fonte: Jovem Pan

Criado o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas

A partir deste ano, o dia 5 de setembro será celebrado como o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas. A medida está na Lei 15.382, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (10).
O texto, sancionado sem vetos, teve origem no projeto de lei da deputada federal Célia Xakriabá (PSOL-MG). O PL 1.020/2023, foi aprovado no Senado em março de 2026, com relatoria do senador Eduardo Braga (MDB-AM).
O relator destacou que, entre 2003 e 2022, o feminicídio de mulheres e adolescentes indígenas aumentou 500%, segundo estudo da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Para ele, os dados revelam uma escalada de violência letal que não pode ser naturalizada nem tratada como fenômeno periférico. O senador também ressaltou o simbolismo da data:
— A escolha do 5 de setembro, coincidente com o Dia Internacional da Mulher Indígena, reforça o sentido pedagógico e simbólico da proposta, ao conectar a data à memória de resistência e à necessidade contemporânea de enfrentamento do machismo, do racismo e de outras formas de vulnerabilização — disse Eduardo Braga.


Fonte: Senado Federal

Defesa de Carla Zambelli recorre de aval da Justiça italiana a extradição da deputada ao Brasil

Justiça italiana decide extraditar Carla Zambelli
A defesa da ex-deputada Carla Zambelli recorreu nesta sexta-feira (10) um recurso
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➡️ Uma decisão da Corte de Apelações da Itália no fim de março acatou o pedido do Supremo Tribunal Federal (STF) para que Zambelli seja extradita ao Brasil. Seus advogados disseram que recorrerão, e o Ministério da Justiça italiano dará o aval final à eventual extradição.
A Justiça da Itália afirmou em decisão nesta quinta-feira (26) que a cidadania italiana de Carla Zambelli, um dos argumentos utilizados pela defesa para tentar impedir que ela fosse mandada ao Brasil, não impede a sua extradição.
O tribunal afirmou que a cidadania da ex-deputada tem um “status meramente formal” e acrescentou que ela não possui um “enraizamento social, territorial ou cultural efetivo na Itália”.
A decisão também destaca que Zambelli obteve a cidadania por direito de sangue, mas que sua vida profissional e política foi construída integralmente no Brasil. O fato de a ex-deputada ter dupla cidadania, diz a sentença, não só impede a extradição como a incentiva, já que a cidadania brasileira “fortalece o vínculo jurídico” com o Brasil.
“A circunstância de o extraditado possuir dupla cidadania, italiana e brasileira, não tem qualquer significado impeditivo e, pelo contrário, fortalece o vínculo jurídico entre a pessoa e o Estado requerente…”, diz a sentença.
A cidadania italiana foi um dos principais eixos da argumentação da defesa para impedir que Zambelli — presa na Itália — fosse extraditada ao Brasil. Segundo a íntegra da decisão desta quinta, a defesa argumento que, como o Brasil proíbe a extradição de brasileiros e aplica o princípio da reciprocidade, a Itália deveria fazer o mesmo e, portanto, negar o pedido do STF.
Os advogados afirmaram ainda que, caso contrário, a Itália não estaria aplicando o princípio de “cooperação paritária” com o Brasil.
No ano passado, ao deixar o Brasil, a ex-deputada chegou a dizer que estaria segura na Europa por ter cidadania italiana.
No entanto, tribunal explicou que a Constituição italiana não proíbe de forma absoluta a extradição de cidadãos, mas a subordina a acordos internacionais. No caso, o Tratado Bilateral entre Itália e Brasil (1989) permite explicitamente a extradição.
👉 Brasil e Itália têm um tratado recíproco de extradição, em vigor desde 1993 – e que já foi acionado dezenas de vezes desde então. O primeiro artigo do tratado determina, inclusive, que Brasil e Itália ficam obrigados a entregar, um ao outro, pessoas que sejam procuradas pelo outro país – seja para levar a julgamento ou para cumprir uma pena restritiva de liberdade.
Defesa vai recorrer
Nesta quinta-feira (26), a Corte de Apelações da Itália aceitou o pedido de extradição feito pelo Brasil contra Zambelli. No entanto, esta não é a decisão final, e ainda cabe recurso à decisão. Ainda é preciso, também, que o ministro da Justiça italiano dê aval a uma eventual extradição.
Os advogados que fazem a defesa de Zambelli na Itália disseram à TV Globo que vão protocolar o recurso. Com isso, o caso voltará aos tribunais e subirá ao Supremo Tribunal de Cassação, que dará o parecer final antes de o caso ir para as mãos do Ministério da Justiça italiano.
O processo que corre na corte em Roma julga um pedido do STF para que Zambelli, presa após pedido da Interpol no país europeu, seja devolvida à Justiça brasileira.
👉 O Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro ordenou em dezembro a cassação do mandato de Zambelli, revogando decisão contrária da Câmara dos Deputados. Ela entregou uma carta de renúncia à Casa três dias depois.
Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e fugiu para a Itália após a decisão. Ela é considerada foragida da Justiça brasileira.
Saiba mais sobre o presídio onde está Zambelli
A ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP), em foto de arquivo.
NINO CIRENZA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
➡️ A ex-deputada federal Carla Zambelli está presa na Itália desde o dia 29 de julho de 2025. Ela está em um presídio nos arredores de Roma que abriga mulheres em regimes de segurança média e alta e é dividido em oito seções.
A unidade prisional na Itália onde está Zambelli sofre com um problema grave de superlotação. Apesar de ter capacidade para receber apenas 272 mulheres, atualmente 371 estão presas lá.
Outro problema é o déficit de funcionários. De acordo com o site do Ministério da Justiça italiano, até junho deste ano, 181 agentes penitenciários atuavam no local, sendo que o necessário seria 214. O número de membros da administração também está abaixo do esperado, assim como o de educadores.
Estrutura e história
A penitenciária está localizada no bairro de Rebibbia, em Roma.
Foi construída na década de 1950 para abrigar, originalmente, detentas juvenis. Depois foi administrada por freiras vicentinas até que as diretoras da prisão assumiram o controle em 1979.
A estrutura é composta por duas alas grandes e quatro menores, além de espaços verdes para uso interno das detentas e uma grande fazenda onde algumas delas trabalham.
A maior ala, chamada “Camerotti”, abriga as mulheres detidas sob o regime geral – ou seja, que ainda estão aguardando julgamento -, o caso de Zambelli. Cada andar tem 12 celas com quatro camas (dois beliches) e um banheiro separado (com bidê). Os chuveiros com água quente são compartilhados em cada um dos três andares.
São 156 celas funcionando no total e 94 banheiros, além de 2 campos esportivos, um teatro, seis salas de aula, uma creche e uma biblioteca
A unidade conta com um médico de plantão 24 horas por dia, 7 dias por semana. Psiquiatras prestam 25 horas de atendimento por semana.
Visitas e comunicação
Para receber visitas, as presas precisam pedir autorização à diretora da prisão e elas só podem ocorrer quando houver “motivos razoáveis”. No caso das detentas que ainda aguardam julgamento, um alvará da Justiça deve ser apresentado.
Advogados das detentas devem fazer agendamento de encontros no local – não há opção por telefone – e as visitas são liberadas apenas no período da manhã, de 8h30 às 14h.
Para fazer ligações telefônicas, as internas precisam comprar um cartão disponibilizado pela Central de Comando.
As prisioneiras podem receber quatro pacotes por mês, com peso máximo de 20 quilos, contendo roupas e alimentos. No entanto, há várias restrições de itens. As peças de vestuário enviadas, por exemplo, não podem ter enchimento, ombreiras, capuzes, botões acolchoados ou strass e enfeites.
Atrasos no processo
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O processo de extradição de Zambelli enfrentou atrasos por diversos motivos e já teve quatro adiamentos de audiências. Na primeira delas, no fim de novembro, a defesa de Zambelli aderiu a uma greve de advogados em Roma, e na segunda, no mês seguinte, seus advogados apresentaram novos documentos à corte.
A ex-deputada, que tem cidadania italiana, deixou o Brasil em maio. Ela passou também pelos Estados Unidos antes de se mudar para a Itália. Após a prisão, Zambelli disse que quer ser julgada no país europeu e que provaria que não tem envolvimento na invasão do sistema do CNJ. A Justiça italiana decidiu mantê-la presa durante o julgamento, por entender que há risco de fuga.
Colmeia
A deputada licenciada Carla Zambelli chega para audiência no Tribunal de Apelações de Roma, em 27 de agosto de 2025.
TV Globo
A documentação brasileira informa que, caso seja extraditada, a ex-deputada ficará presa na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia, e dá detalhes sobre as condições de detenção.
Durante a primeira audiência, em 4 de dezembro, a defesa de Zambelli apresentou diversos argumentos para que ela não seja extraditada. Um deles é sobre a situação carcerária para o eventual cumprimento da pena no Brasil.
👉Foi então que a Justiça italiana suspendeu o julgamento para esperar respostas sobre as condições penitenciárias brasileiras. Moraes respondeu com um documento de 11 páginas, com informações e imagens, explicando onde são alojadas as detentas da Colmeia.
Também foi informado que nunca houve rebelião nesta prisão, que as presas fazem cursos técnicos e recebem atendimento médico, respeitando padrões de salubridade, segurança e assistência. Além disso, a escolha desta penitenciária foi conforme determinou a Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, local de domicílio da condenada.


Fonte:

g1 > Política

Vídeo: Senado Aprova: Aumento do prazo de validade para pedidos de exames médicos

Pedidos de exames médicos poderão ter validade estendida de 30 para até 180 dias em todo o país, de acordo com projeto de lei (PL 3.539/2024) do senador Jorge Seif (PL-SC) aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Se não houver recurso para votação no Plenário, o texto segue para a Câmara dos Deputados.
O estágio realizado por estudantes será contado como experiência profissional, segundo projeto de lei (PL 2.762/2019) aprovado no Plenário do Senado. O texto, aprovado na forma do parecer favorável da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), ainda determina que o poder público regulamentará as hipóteses em que a experiência profissional do estágio valerá para provas de concursos públicos.


Fonte: Senado Federal

Nu e desnutrido: menino é resgatado após ser preso pelo pai em van por 1 ano

Um homem de 43 anos foi indiciado na França por manter seu filho de nove anos sequestrado durante mais de um ano dentro de uma van, onde foi encontrado na segunda-feira nu e desnutrido, anunciou nesta sexta-feira (10) o Ministério Público.
Militares encontraram o menino em Hagenbach, uma pequena localidade com 800 habitantes no noroeste da França, após terem sido alertados por uma moradora que ouviu “barulhos de criança” no veículo estacionado em um pátio privado com várias casas.
Depois de destravarem o veículo, os agentes o encontraram “deitado em posição fetal, nu, coberto por uma manta e sobre um monte de lixo e perto de excrementos“, segundo uma nota do promotor de Mulhouse, Nicolas Heitz.
“Devido à posição sentada por um longo período”, o menino, “pálido e manifestamente desnutrido”, já não conseguia andar, detalhou o promotor. Ele foi atendido imediatamente no hospital de Mulhouse.
A criança contou aos investigadores que a companheira de seu pai “não o queria no apartamento e queria que o internassem em um hospital psiquiátrico”, e que o pai o trancou no veículo “para não interná-lo”.
O menino, que tomou banho pela última vez no final de 2024, tinha uma trouxa de roupa e precisava urinar em garrafas de plástico e fazer suas necessidades em sacos de lixo.
O pai morava com sua companheira de 37 anos e duas meninas de 10 e 12 anos — uma filha dele e a outra dela — e reconheceu que manteve o filho sequestrado e privado de cuidados desde “novembro de 2024” para protegê‑lo da mulher, segundo Heitz.
O menino frequentou a escola até o ano letivo de 2023-2024 em Mulhouse, e a escola “arquivou o seu processo” quando a família indicou que ele seria escolarizado de outra forma. “Desapareceu de um dia para o outro”, segundo vizinhos e testemunhas interrogados pelos investigadores.
O acusado, que está em prisão preventiva, afirmou, ainda, que deixou o menino sair em maio de 2025 e permitiu que ele tivesse acesso ao apartamento em meados daquele ano, quando o restante da família estava de férias.
A companheira do homem — que não é a mãe do menino — também enfrenta acusações, entre elas não denunciar maus-tratos, privação ou agressão sexual, disse o representante do Ministério Público.
Segundo o pai, sua companheira suspeitava de algo, mas não sabia que o menino estava recluso no veículo. Ela negou todas as acusações.
“Nenhum elemento médico” atestou possíveis problemas psiquiátricos da criança, indicou o promotor. As autoridades assumiram provisoriamente a custódia dos três menores, enquanto a investigação continua.
*AFP


Fonte: Jovem Pan

Relator do caso, Gilmar vota contra lei de SC que restringe cotas raciais

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou em julgamento virtual nesta sexta-feira (10) pela inconstitucionalidade de uma lei de Santa Catarina que impede a adoção de cotas raciais e para outros grupos minorizados em universidades públicas no estado.
O texto destaca o risco de retrocesso social e a urgência da medida cautelar diante de processos seletivos e matrículas acadêmicas já em andamento. A norma é questionada no STF pela Ordem dos Advogados do Brasil, (OAB), PSOL, PT, PCdoB, União Nacional dos Estudantes (Une), Coalizão Negra por Direitos e Educafro – associação que luta pela inclusão de negros, em especial, e pobres em geral, em universidades públicas ou particulares, com bolsa de estudo, entre outras entidades.
Elas argumentam que o Estado de Santa Catarina invadiu a competência privativa da União para legislar sobre as diretrizes e bases da educação nacional. A norma estadual contraria o sentido inclusivo de legislações federais já existentes, como o Estatuto da Igualdade Racial.
Também argumenta que a lei tem origem no poder legislativo (parlamentar), mas estabelece sanções disciplinares para agentes públicos e dispõe sobre organização administrativa e regime de servidores, assuntos cuja iniciativa de lei é de competência exclusiva do Chefe do Poder Executivo (Governador).
Entre os argumentos apresentados, também dizem que a medida é uma violação de precedentes do STF e infringe a liberdade das universidades de desenhar e definir os seus próprios critérios de ingresso, políticas de diversidade e acesso.

A Lei
A restrição da Lei 19.722/2026 vale para instituições que sejam beneficiárias de bolsas bancadas pelo governo catarinense. A medida é válida para o ingresso de estudantes, contratação de professores, técnicos e outros profissionais, restringindo a implementação de reserva de vagas, qualquer forma de cota ou ação afirmativa, como vagas suplementares.
A legislação mantém, porém, a reserva de vagas a pessoas com deficiência, baseada em “critérios exclusivamente econômicos” e para estudantes que cursaram o ensino médio em escola pública.
O novo texto não proíbe expressamente a reserva de vagas utilizando o parâmetro de raça ou de outros grupos (como transexuais), mas exclui esses grupos ao restringir as possibilidades de critérios para adotar cotas. A medida não afeta instituições federais, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ou institutos federais.
Foram atingidas a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), instituições que integram o sistema da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe) e faculdades privadas que recebem bolsas do programa Universidade Gratuita e do Fundo de Apoio à Educação Superior (Fumdesc).
Punição
Instituições que descumprirem a medida ficam sujeitas às seguintes punições:

multa administrativa de R$ 100 mil;
corte dos repasses de verbas públicas;
processo administrativo disciplinar aos “agentes públicos responsáveis pela confecção e publicação das normas do certame”

A Udesc lamentou e expressou discordância à lei. Para a instituição, a proibição das cotas “contraria o interesse público, caracterizando um retrocesso inconstitucional e um dano irreparável ao progresso social e científico de Santa Catarina”.
Apesar de não ser afetada, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) também se manifestou, afirmando estar sendo alvo de ataques e de desinformação relacionados às políticas de ações afirmativas, principalmente às vagas suplementares voltadas a pessoas trans na graduação, em vigor desde 2023.
A UFSC esclareceu que “as vagas suplementares não reduzem nem comprometem o quantitativo original dos cursos de graduação, tratando-se de vagas adicionais, criadas para ampliar o acesso de grupos historicamente subrepresentados ao ensino superior”.
*Com informações da Agência Brasil


Fonte: Jovem Pan

Dia da Engenharia: veja como ter sucesso no mercado de trabalho

Celebrado em 10 de abril, o Dia da Engenharia destaca a importância da área no desenvolvimento tecnológico. Muito procurados por estudantes do ensino médio, que se interessam pela área de exatas, os cursos de Engenharia contemplam profissões importantes em diversos setores da sociedade, abrangendo tanto empresas como indústrias. Inclusive, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), estão entre os 10 cursos mais procurados no Brasil.   
É importante lembrar que, independentemente da graduação — Engenharia Civil, Mecânica, de Produção, Ambiental, Elétrica, de Controle e Automação e da Computação, entre tantas outras —, os cursos possuem ligação com as questões tecnológicas e as mudanças da sociedade. Um exemplo claro é a Engenharia da Computação, que, nos últimos anos, apresentou uma aceleração dos processos e a busca por profissionais para atuação no mercado de trabalho.  
Transformações na engenharia e impacto da tecnologia
A área da engenharia passou por diversas mudanças e, segundo Gabriel Juraski, professor do curso de Engenharia Mecânica da Faculdade Anhanguera, uma das principais atualizações está relacionada à forma de prestação de serviços, tendo em vista que as redes sociais ajudaram a aproximar clientes dos profissionais.
O especialista acrescenta que a tecnologia também está presente nas ferramentas e sistemas utilizados no trabalho, fazendo com que os projetos sejam desenvolvidos com mais velocidade. “As ferramentas que usamos no trabalho sofrem diversas mudanças e atualizações. Por isso, é importante que o profissional esteja antenado às novidades para não ficar para trás”, explica.   
O cuidado com a formação é essencial para se destacar como engenheiro no futuro Imagem: Xavier Lorenzo | Shutterstock
Importância da formação profissional
Alcançar destaque em um mercado de trabalho concorrido pode parecer desafiador, mas o professor explica que sempre há espaço, principalmente para aqueles que se dedicam, independentemente do curso escolhido. “Investir em uma formação completa, que vá além da sala de aula, contribui significativamente para a construção de um perfil profissional mais preparado, versátil e atrativo para o mercado de trabalho”, afirma. 
Habilidades essenciais para crescer na carreira
Para se destacar profissionalmente, o professor Gabriel Juraski elenca algumas dicas:

Participação em projetos práticos, como iniciação científica, empresas juniores e competições tecnológicas, permitem o desenvolvimento de habilidades técnicas e resolução de problemas reais;
Competências como domínio de idiomas, conhecimento em ferramentas digitais e programação ampliam as oportunidades e a capacidade de atuação em contextos globais;
Habilidades comportamentais, como trabalho em equipe, comunicação e liderança, também são altamente valorizadas pelas empresas. 

Por Camila Souza Crepaldi


Fonte: Jovem Pan

Fraldinha: 5 receitas clássicas com o corte bovino

Suculenta, versátil e cheia de sabor, a fraldinha é um dos cortes mais queridos da culinária brasileira. Com fibras macias e um preparo relativamente simples, ela se adapta bem a diferentes técnicas e temperos, entregando resultados que vão do churrasco de fim de semana ao almoço caprichado do dia a dia. Seja assada, grelhada ou até desfiada, sempre entrega suculência e sabor marcante, agradando até os paladares mais exigentes.
A seguir, confira 5 receitas clássicas com a fraldinha!
1. Fraldinha grelhada
Ingredientes

1,2 kg de fraldinha
3 colheres de sopa de azeite
3 dentes de alho amassados
1 colher de sopa de alecrim picado
1 colher de sopa de tomilho
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo
Retire a carne da geladeira cerca de 20 minutos antes do preparo, para atingir a temperatura ambiente. Em um recipiente, tempere com sal, pimenta-do-reino, alho, azeite, alecrim e tomilho, espalhando bem por toda a peça. Aqueça uma grelha ou frigideira grande em fogo alto. Quando estiver bem quente, coloque a carne e sele por cerca de 4 a 6 minutos de cada lado, formando uma crosta dourada.
Reduza o fogo e cozinhe por mais alguns minutos, se desejar um ponto mais passado. Retire a carne do fogo e deixe descansar por cerca de 5 a 10 minutos antes de fatiar, para manter a suculência. Fatie contra as fibras e sirva em seguida.
2. Fraldinha assada na mostarda
Ingredientes

1,2 kg de fraldinha
4 colheres de sopa de manteiga
1 xícara de chá de mostarda dijon
2 dentes de alho amassados
5 batatas pré-cozidas e cortadas em cubos
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo
Com o auxílio de uma faca, faça pequenos furos na carne e tempere com sal e pimenta-do-reino. Em um recipiente, misture a manteiga, a mostarda e o alho amassado até formar um creme homogêneo. Coloque a carne em uma assadeira média forrada com papel-alumínio e besunte com metade da mistura de manteiga e mostarda. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno médio preaquecido a 180 °C por cerca de 30 minutos, ou até dourar levemente.
Retire o papel-alumínio, disponha as batatas ao redor da carne e regue com o restante da mistura. Volte ao forno por mais 30 minutos, ou até que a carne esteja dourada, macia e as batatas bem assadas. Retire do forno e sirva em seguida.
3. Carne louca de fraldinha
Ingredientes

1 kg de fraldinha
2 colheres de sopa de óleo
1 cebola fatiada
4 dentes de alho amassados
1 pimentão vermelho cortado em tiras
1 pimentão verde cortado em tiras
2 tomates picados
1/2 xícara de chá de molho de tomate
1/3 de xícara de chá de vinagre
1/2 xícara de chá de caldo de carne
1 folha de louro
Sal, pimenta-do-reino moída e cheiro-verde picado a gosto

Modo de preparo
Em uma panela de pressão, aqueça o óleo em fogo médio e doure a carne por todos os lados. Retire e reserve. Na mesma panela, refogue a cebola e o alho até ficarem levemente dourados. Adicione os pimentões e refogue por mais alguns minutos. Acrescente os tomates, o molho de tomate, o vinagre, o caldo de carne e a folha de louro. Misture bem. Volte a carne para a panela, tempere com sal e pimenta-do-reino, tampe e cozinhe por cerca de 40 minutos após pegar pressão.
Desligue o fogo, aguarde a pressão sair naturalmente e retire a carne. Desfie com o auxílio de dois garfos. Retorne a carne desfiada para a panela com o molho e cozinhe por mais alguns minutos, até incorporar bem os sabores e o caldo reduzir levemente. Finalize com cheiro-verde e sirva em seguida.
Fraldinha cozida com molho de tomate Imagem: MariaKovaleva | Shutterstock
4. Fraldinha cozida com molho de tomate
Ingredientes

1 kg de fraldinha cortada em cubos grandes
2 colheres de sopa de óleo
1 cebola picada
3 dentes de alho amassados
2 xícaras de chá de molho de tomate
1 xícara de chá de caldo de carne
1 folha de louro
Sal, folhas de manjericão e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo
Em uma panela de pressão, aqueça o óleo em fogo médio e doure bem a carne em etapas, para selar todos os lados. Retire e reserve. Na mesma panela, refogue a cebola e o alho até ficarem levemente dourados. Adicione o molho de tomate, o caldo de carne e a folha de louro, misturando bem. Volte a carne para a panela e tempere com sal e pimenta-do-reino. Tampe a panela e cozinhe por cerca de 35 a 40 minutos após pegar pressão.
Desligue o fogo, aguarde a pressão sair naturalmente e abra a panela. Se necessário, deixe o molho apurar por alguns minutos sem tampa até ficar mais encorpado. Finalize com folhas de manjericão e sirva em seguida.
5. Fraldinha assada na cerveja
Ingredientes

1,2 kg de fraldinha
1 cebola picada
6 dentes de alho amassados
1 folha de louro
350 ml de cerveja preta
1 colher de chá de farinha de trigo
1 xícara de chá de champignon fatiado
4 batatas cortadas em cubos e cozidas al dente
4 colheres de sopa de manteiga
Sal, pimenta-do-reino moída e salsa picada a gosto

Modo de preparo
Em um recipiente, tempere a carne com a cebola, 4 dentes de alho, o louro, a cerveja preta, o sal e a pimenta-do-reino. Tampe e leve à geladeira por cerca de 6 horas para marinar. Após o descanso, retire a carne da marinada e disponha em uma assadeira. Coe o líquido e regue a carne com o tempero coado. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 1 hora. Em seguida, retire o papel-alumínio. Transfira o líquido restante da assadeira para uma panela e volte a carne ao forno por mais 40 minutos, ou até dourar bem.
Enquanto isso, em fogo baixo, aqueça 1 xícara de chá do molho reservado em uma panela. Acrescente a farinha de trigo e o champignon. Cozinhe, mexendo sempre, até engrossar. Ajuste o sal, se necessário.
Para as batatas, derreta a manteiga em uma frigideira grande e refogue os 2 dentes de alho restantes por cerca de 2 minutos. Adicione as batatas cozidas e salteie rapidamente. Tempere com sal e finalize com salsa picada. Sirva a carne fatiada, regada com o molho e acompanhada das batatas salteadas.


Fonte: Jovem Pan

Uso da tecnologia nas empresas evolui e impulsiona novos modelos de negócio

Nos últimos anos, a tecnologia consolidou seu papel nas empresas como ferramenta de eficiência. Sistemas foram estruturados para otimizar processos, reduzir falhas e automatizar rotinas, atendendo a uma demanda crescente por produtividade. Esse movimento trouxe ganhos significativos, mas também evidenciou um limite: a predominância de uma lógica voltada à correção, e não à criação.
Ainda hoje, grande parte do mercado utiliza a tecnologia de forma reativa, acionando soluções principalmente diante de problemas ou da necessidade de aprimorar estruturas já existentes. Nesse cenário, seu uso permanece concentrado no suporte operacional, apesar do potencial mais amplo que as ferramentas digitais oferecem.
Do suporte operacional ao potencial estratégico
Para Pablo Rodrigues Nunes, CEO da Brevya, essa abordagem não contempla todas as possibilidades. Segundo ele, o uso estratégico da tecnologia pode ir além da melhoria de processos e contribuir diretamente para a criação de novos modelos e dinâmicas de negócio.
Essa mudança de perspectiva propõe uma inversão na forma como as empresas lidam com inovação. Em vez de focar apenas a solução de problemas específicos, a discussão passa a considerar quais novas estruturas podem surgir a partir de tecnologias já consolidadas. Plataformas amplamente utilizadas, como o WhatsApp, deixam de ser apenas canais de comunicação para assumir funções mais complexas dentro das operações e do relacionamento com clientes.
Uso estratégico da tecnologia nas empresas amplia as possibilidades de atuação Imagem: Pixel-Shot | Shutterstock
Uma nova forma de pensar a tecnologia nos negócios
Esse movimento também altera o papel da tecnologia dentro das organizações. De instrumento voltado à eficiência, ela passa a ser incorporada como vetor de desenvolvimento, ampliando as possibilidades de atuação e criação dentro do ambiente corporativo.
“Não se trata apenas de usar a tecnologia para resolver o que já existe, mas de investigar o que ainda pode ser construído a partir dela. Quando as empresas passam a olhar para as ferramentas dessa forma, elas deixam de operar apenas no campo da eficiência e começam a expandir o próprio modelo de negócio”, afirma Pablo Rodrigues Nunes.
Por Ana Carolina Freitas


Fonte: Jovem Pan