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Pressa para votar dosimetria passa por acordo sobre não instalar CPMI do Master, avaliam governistas

Parlamentares da base governista avaliam que a pressa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em pautar a derrubada dos vetos à dosimetria passa por uma costura com a oposição para não instalar a CPMI do Banco Master.
A proposta conhecida como “PL da Dosimetria” reduz as penas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros condenados por atos golpistas, inclusive pelos episódios de vandalismo de 8 de janeiro de 2023. O presidente Lula vetou integralmente o texto.
Congresso Nacional
Reprodução
Alcolumbre emitiu uma nota em que afirma que a análise destes vetos será o “único item na pauta” da sessão do Congresso marcada para o dia 30 de abril. Segundo seus aliados, esta é a sinalização de que ele não fará a leitura da criação da CPMI do Banco Master.
Pelo regimento, o presidente do Congresso precisa ler a criação de uma CPMI na primeira sessão conjunta, caso haja assinaturas suficientes — situação da CPMI do Banco Master.
Até o momento, a oposição pressionava pela criação da comissão. Nos bastidores, contudo, não há nenhum interesse político da Cúpula do Congresso e dos principais líderes partidários na instalação da CPMI.
O líder da Oposição na Câmara, Cabo Gilberto (PL-PB), admitiu que concorda que a sessão do Congresso seja apenas para votar os vetos da dosimetria e disse que vai se comprometer para que não haja pressão para a instalação da CPMI.
“Se tiver um acordo para a sessão conjunta só para derrubar os vetos, para essas pessoas [os condenados pelo 8 de janeiro] irem pra casa, eu vou me comprometer para só derrubar os vetos. Os outros assuntos a gente debate em outras sessões.”
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O líder do PL, Carlos Portinho (RJ), também afirmou que a costura era possível. “O caso Master também [é importante]. Entre pessoas presas e que precisam de uma resposta, se for por essa razão, a gente deve fazer, sim [um acordo para que não haja pressão para a CPMI]”, disse.
O vice-líder do governo Lindbergh Farias disse que “[o governo] não tem acordo com isso” e que, se a sessão for aberta, ele próprio irá pressionar pela abertura da CPMI do Banco Master.
Interlocutores de Alcolumbre negam que tenha havido um acordo com a Oposição. Dizem que o presidente do Senado fez um gesto para a oposição após ter feito um gesto para o governo Lula de despachar a indicação de Jorge Messias para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Messias aguarda há mais de quatro meses para ser sabatinado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).
“O Davi é republicano. Botou duas pautas importantes de lados opostos”, afirmou um interlocutor.
A votação do projeto da dosimetria será feita no dia 30 de abril, um dia depois da análise da sabatina de Jorge Messias para o cargo de ministro do STF.
Um líder do Centrão afirma que, com isso, Davi “deu um doce para a oposição, outro para o governo”, ou seja, agradou os dois lados.
Além disso, a leitura é que Alcolumbre dá seguimento ao trâmite sobre Messias sem deixar o governo numa situação totalmente confortável, já que a votação da dosimetria virá na sequência.
Alcolumbre nunca escondeu a preferência pelo nome do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para ocupar o cargo de ministro do Supremo.
A demora do governo em enviar a mensagem oficial levou o presidente do Senado a criticar publicamente o que chamou de “perplexidade” e a cancelar uma sabatina que ele mesmo havia marcado para dezembro, por falta do documento.
Em 1º de abril, 132 dias depois do anúncio, a Casa Civil da Presidência da República entregou ao Senado Federal a indicação de Messias.
Há uma avaliação no entorno de Lula de que o atual momento para enviar a mensagem era bom, porque Alcolumbre está mais recluso em meio as investigações envolvendo o Banco Master.
O presidente do Senado também está lidando com a pressão pela instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar o caso do banco de Daniel Vorcaro.
O Palácio do Planalto decidiu aproveitar o momento e enviar a indicação de Messias para não correr o risco de deixar a votação para depois das eleições e ver a indicação sofrer influência das urnas.


Fonte:

g1 > Política

Ibovespa fecha acima de 195 mil pontos pela 1ª vez na história

O Ibovespa avançou 1,5% nesta quinta-feira (09), fechando acima dos 195 mil pontos pela primeira vez na sua história, endossado pela relativa trégua na aversão a risco no cenário internacional, mesmo com a visão de um cessar-fogo ainda frágil entre Estados Unidos e Irã. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa .BVSP subiu 1,52%, a 195.129,25 pontos, após marcar 195.513,91 na máxima e 192.206,22 na mínima. O volume financeiro no pregão somou R$37,2 bilhões.
A bolsa paulista tem apresentado uma certa resiliência desde o começo da guerra no final de fevereiro. Apesar do desempenho negativo do Ibovespa em março, a bolsa ainda registrou entrada líquida de capital externo, que persiste em abril, com saldo positivo de R$1,6 bilhão até o dia 6.
De acordo com o sócio e advisor da Blue3 Investimentos Willian Queiroz, o anúncio sobre o cessar-fogo abriu espaço para uma recuperação nos mercados, bem como um alívio de volatilidade, mesmo que ainda existam alguns riscos, com recursos militares de prontidão no Oriente Médio. Mas, acrescentou, a perspectiva de um fim para a guerra “trouxe a calmaria que o Ibovespa precisava para continuar batendo máximas históricas”.
Destaque da bolsa brasileira nesta quinta foram:

PETROBRAS PN PETR4.SA fechou em alta de 2,77%, endossada pelo movimento do petróleo no exterior, embora tenha reduzido o fôlego com a commodity também se afastando da máxima do dia;
ITAÚ UNIBANCO PN ITUB4.SA avançou 1,71%, ganhando fôlego durante o pregão, assim como outros papéis do setor;
VALE ON VALE3.SA caiu 1,05%, com os futuros do minério de ferro na China atingindo uma mínima em mais de um mês, pressionados pelo aumento da oferta e pelas dúvidas sobre as perspectivas de demanda chinesa;
SABESP ON SBSP3.SA avançou 3,3%, em sessão marcada por evento da companhia com analistas e investidores, com divulgação de previsão de investimento de cerca de R$20 bilhões em 2026;
AXIA ENERGIA ON AXIA3.SA subiu 3,81%, também entre as principais contribuições para a alta do Ibovespa, em pregão positivo no setor elétrico na B3, com o respectivo índice;
HAPVIDA ON HAPV3.SA fechou em alta de 4,74%, ampliando os ganhos da véspera, quando o noticiário trouxe comunicação da companhia sobre aumento de participação pelos acionistas controladores e pelo BTG Pactual, bem como planos de vender suas operações no Sul do país.

*Reuters


Fonte: Jovem Pan

Congresso analisará veto presidencial ao PL da Dosimetria em 30 de abril

O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), convocou para 30 de abril sessão para analisar o veto presidencial ao projeto de lei nº 2.162/2023, o chamado PL da Dosimetria. O texto propunha a redução de pena dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, sentenciado a 27 anos e três meses por golpe de Estado. Agora, o Legislativo decidirá se mantém ou derruba o veto.
Em janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rejeitou integralmente o PL. Por meio de mensagem enviada ao Congresso, o chefe do Executivo argumentou que a diminuição das penas “representaria não apenas a impunidade baseada em interesses casuísticos, mas também a ameaça ao ordenamento jurídico e a todo o sistema de garantias fundamentais”. O governo federal avalia que o projeto de lei é inconstitucional e contrário ao interesse público.
Para reverter o veto presidencial, são necessários 257 votos na Câmara dos Deputados e 41 no Senado, em sessão conjunta. Se obtiver esse apoio, o presidente da Casa Alta do Congresso pode promulgar o texto, caso o chefe do Executivo se abstenha. O projeto entra em vigor na sequência.
Entretanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) pode anular o PL. Após promulgado, partidos, entidades de classe, a Procuradoria-Geral da República (PGR) ou o próprio governo podem contestar a validade junto à Corte. Dessa forma, fica a cargo dos ministros julgarem se a norma respeita a Constituição.

O que diz o PL da Dosimetria?
O texto aprovado em dezembro no Senado determina que os crimes de tentativa de acabar com o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, implicarão no uso da penalidade mais grave em vez da soma de ambas as penas.
Também foi estabelecida a redução do tempo para progressão do regime de prisão. Isso significa que o condenado precisa ter bom comportamento e cumprir com pelo menos 16,6% da pena para progredir do regime fechado para o semiaberto ou do semiaberto para o aberto.
Outra definição foi a redução da pena de um terço para dois terços em casos em que as infrações ocorrerem em multidão, mas o réu não pode ter exercido papel de liderança ou financiado os atos.
Além de Bolsonaro, podem ser beneficiados pelo PL o ex-ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto; o ex-ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira; o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres; o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno; o ex-comandante da Marinha, Almir Garnier.
Todos integraram o chamado núcleo 1 durante os julgamentos na Primeira Turma do STF. O grupo teria tido papel central no esquema que, além do golpe de Estado, planejava o assassinato de Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro Alexandre de Moraes.


Fonte: Jovem Pan

Dólar fecha a R$ 5,06 e atinge o menor nível em dois anos

O dólar caiu e fechou a R$ 5,06 nesta quinta-feira (09), o menos valor em dois anos. Com mínima de R$ 5,0588, o dólar à vista terminou em baixa de 0,77%, a R$ 5,0634 – menor valor desde 9 de abril de 2024. Depois de alta de 0,87% em março, a divisa já recua 2,22% nos primeiros seis pregões de abril. No ano, a moeda americana acumula agora desvalorização de 7,75% em relação ao real.
A baixa do dólar foi puxada pela guerra no Oriente Médio. Após uma manhã marcada por preocupações com a fragilidade do acordo de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, sugiram ao longo da segunda etapa de negócios sinais positivos de arrefecimento das tensões no Oriente Médio, o que reduziu o fôlego dos preços do petróleo e abriu espaço para alívio dos prêmios de risco.
Termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes, o índice DXY recuou e voltou a ser negociado abaixo da linha dos 99,000 pontos, com mínima aos 98,625 pontos. Dados dos EUA divulgados nesta quinta mostraram perda de fôlego de atividade e inflação ainda acima da meta de 2% perseguida pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
A leitura final do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no quarto trimestre mostrou taxa anualizada de 0,5%, abaixo da estimativa de analistas, de 0,7%. A atividade pode ter sido abalada, segundo analistas, pelo efeito da paralisação parcial (shutdown) da máquina pública. Já o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) dos EUA e seu núcleo vieram em linha com as expectativas, embora mostrem inflação anual perto de 3%.

Real com maiores ganhos 
Após dois dias com desempenho inferior ao de pares, o real figurou nesta quinta no grupo das moedas globais mais líquidas com maiores ganhos em relação ao dólar. Operadores relatam entrada de recursos estrangeiros para a bolsa doméstica. O Ibovespa atingiu a marca histórica de 195 mil pontos, impulsionado por ganhos de mais de 2% das ações da Petrobras.
*Reuters


Fonte: Jovem Pan

Messias celebra data da sabatina e diz que seguriá buscando diálogo com ‘todos os senadores’

O advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, comemorou a data para sua sabatina para o Supremo Tribunal Federal (STF), e disse que até a data informada, dia 29 de abril, seguirá “buscando o diálogo franco e aberto com todos os 81 senadores, de forma respeitosa, transparente e propositiva.”, disse. “Agradeço ao presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre, ao presidente da CCJ, senador Otto Alencar, e ao relator do processo, senador Weverton Rocha, o envio e o trâmite da mensagem presidencial.”, declarou Messias.
Nesta quinta-feira (09), o senador Weverton Rocha (PDT-MA) comunicou que a sabatina de Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) será realizada em 29 de abril. Em fala a jornalistas, o parlamentar não arriscou dar um placar da votação no Plenário,  mas avaliou que o clima entre os colegas é favorável à aprovação do AGU para a vaga deixada pelo ex-ministro Luis Roberto Barroso, conforme antecipou a Jovem Pan.
Segundo Weverton, o Planalto enviou a indicação de Messias ao Senado dias antes da Semana Santa.
Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o cargo de ministro do STF em 21 de novembro de 2025. No mês seguinte, o presidente do Senado decidiu adiar a sabatina do AGU.

Quem é Jorge Messias?
O AGU ganhou notoriedade em 2016, quando a então presidente Dilma Rousseff disse a Lula, em ligação gravada pela Polícia Federal (PF), que iria enviar o “Bessias” para levar o termo de posse “em caso de necessidade”. À época, Messias era subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência da República e o atual chefe do Executivo era investigado pela Operação Lava Jato.
Jorge Rodrigo Araújo Messias, 45 anos, nasceu em Recife, Pernambuco. Formou-se em direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Possui títulos de mestre e doutor em desenvolvimento, sociedade e cooperação internacional pela Universidade de Brasília (UnB). Desde 2007, é procurador concursado da Fazenda Nacional.
Messias também foi subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil, secretário de Regulação e Supervisão do Ministério da Saúde e consultor jurídico das pastas da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação. O AGU ainda trabalhou na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e na Procuradoria do Banco Central.
Em 1º de janeiro de 2023, Messias assumiu a Advocacia-Geral da União. Casado e pai de dois filhos, o AGU é evangélico e frequenta a Igreja Batista. A religião dele foi vista como aceno de Lula à comunidade.


Fonte: Jovem Pan

Tontura: veja as causas e quando procurar um médico

Sensação de cabeça leve, desequilíbrio, tudo girando: a tontura é uma queixa frequente nos consultórios médicos e pode afetar diretamente a rotina e a qualidade de vida. Apesar de comum, o termo é amplo e costuma gerar confusão. Enquanto a tontura descreve uma desorientação espacial, a vertigem é um quadro mais específico, marcado pela sensação de movimento, como se o ambiente ou o próprio corpo estivesse girando, mesmo parado.
No Brasil, o problema é mais disseminado do que se imagina. O estudo “Estudo epidemiológico populacional da prevalência de tontura na cidade de São Paulo”, realizado na cidade de São Paulo, em 2012, por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), indica uma prevalência ainda maior: cerca de 42% entre adultos, com incidência mais elevada em mulheres e idosos. Mesmo assim, embora 27% relatem impacto nas atividades diárias, menos da metade busca atendimento médico.
No primeiro dos idosos, ocorre pelo envelhecimento natural do sistema vestibular e pela maior presença de doenças associadas. No caso das mulheres, por influência de fatores hormonais.
Causas da tontura
Na prática clínica, a percepção é de crescimento nos casos. Segundo o otorrinolaringologista José Carlos Convento Júnior, do Vera Cruz Centro Médico Indaiatuba, fatores contemporâneos ajudam a explicar esse cenário. “Estresse, ansiedade, sedentarismo, uso excessivo de tecnologia e até possíveis sequelas pós-covid-19 estão entre os principais gatilhos”, afirma. Entre as causas mais comuns, estão a neurite vestibular, a vertigem posicional paroxística benigna (VPPB) — conhecida como “tontura dos cristais” —, a enxaqueca vestibular e alterações metabólicas.
No caso do uso prolongado de telas, a exposição excessiva pode provocar fadiga ocular e interferir na integração entre visão e equilíbrio, além de favorecer má postura e inatividade física.
Sinais de alerta
Embora a maioria dos episódios não esteja associada a quadros graves, alguns sinais funcionam como alerta. Tontura súbita e intensa, especialmente quando acompanhada de dificuldade para falar, engolir ou andar, perda de força, visão dupla, dor de cabeça ou no peito, taquicardia ou desmaios, exige avaliação médica imediata.
O diagnóstico da tontura é baseado no histórico do paciente e no exame físico Imagem: fizkes | Shutterstock
Diagnóstico e tratamento da tontura
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado no histórico do paciente e no exame físico, com apoio de exames complementares quando necessário. O tratamento, por sua vez, varia conforme a causa. “Grande parte dos casos pode ser controlada com mudanças de hábitos. Em situações específicas, como na VPPB, manobras terapêuticas simples costumam resolver”, destaca.
Prevenção e cuidados
A prevenção da tontura passa por medidas relativamente simples: alimentação equilibrada, boa hidratação, sono regular, prática de exercícios físicos e controle do estresse. Também é recomendável evitar longos períodos em jejum, consumo excessivo de álcool e cafeína, além do uso prolongado de telas.
Quando os sintomas se tornam frequentes ou persistentes, a orientação é clara: procurar avaliação especializada. “Ouvir o corpo e buscar acompanhamento médico são passos fundamentais para evitar complicações e recuperar a qualidade de vida”, conclui o otorrinolaringologista.
Por Aline Telles


Fonte: Jovem Pan

Por que consumir mexerica? Veja 5 benefícios da fruta

Quando o assunto é alimentação saudável, as frutas se destacam como grandes aliadas do bem-estar, e a mexerica — também conhecida como tangerina ou bergamota — é um excelente exemplo disso. Muito popular em diversas regiões do Brasil, ela conquista pelo sabor doce e refrescante, além da praticidade, já que é fácil de descascar e consumir no dia a dia. Mais do que isso, ela é rica em nutrientes importantes para a saúde.
A seguir, confira os principais motivos para incluir a mexerica na sua alimentação!
1. Fortalecimento do sistema imunológico
Por ser rica em vitamina C e outros antioxidantes, a mexerica desempenha um papel importante no fortalecimento do sistema imunológico. Esses nutrientes ajudam a estimular a produção de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo contra agentes infecciosos, como vírus e bactérias.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde do Brasil, a recomendação diária de vitamina C para adultos é de 90 mg para homens e 75 mg para mulheres. Conforme a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA), da Universidade de São Paulo e do Food Research Center, 100 g da fruta fornecem 21,8 mg do nutriente.
2. Apoio à digestão e metabolismo
A mexerica fornece fibras alimentares e fitoquímicos que favorecem o trânsito intestinal e contribuem para o equilíbrio da microbiota. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo diário recomendado para adultos é de, no mínimo, 25 g de fibras. Conforme a TBCA, 100 g da fruta oferecem cerca de 3,07 g de fibras alimentares.
As pectinas, um tipo de fibra solúvel, ajudam a regular o trânsito intestinal e a reduzir o colesterol, enquanto os polifenóis, antioxidantes presentes na fruta, auxiliam na digestão e promovem uma sensação de saciedade. Esses componentes podem contribuir para manter o corpo saudável e ajudar no controle de peso.
3. Favorece o controle da glicemia
A mexerica pode favorecer o controle da glicemia devido à presença de fibras solúveis, como a pectina, e de compostos antioxidantes que ajudam a desacelerar a absorção dos açúcares no organismo. Esse efeito contribui para evitar picos rápidos de glicose no sangue após as refeições, promovendo maior estabilidade nos níveis glicêmicos ao longo do dia.
O diabetes mellitus é uma condição que atinge mais de 20 milhões de pessoas no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes. Além disso, a Federação Internacional de Diabetes aponta que o país ocupa o 6º lugar no mundo entre as nações com mais pessoas diabéticas.
O consumo regular de mexerica pode ajudar a reduzir o colesterol e controlar a pressão arterial Imagem: Pixel-Shot | Shutterstock
4. Ajuda na saúde cardíaca
A combinação de fibras, potássio e antioxidantes presentes na mexerica contribui para a manutenção da saúde do coração. A fibra solúvel ajuda a reduzir os níveis de colesterol LDL, enquanto o potássio atua na regulação da pressão arterial. Além disso, os efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios da fruta também beneficiam o sistema cardiovascular.
No Brasil, cerca de 4 em cada 10 adultos apresentam níveis alterados de colesterol, segundo alerta da Sociedade Brasileira de Cardiologia. O elevado nível de LDL aumenta significativamente o risco de infarto e acidente vascular cerebral (AVC), doenças que vitimaram juntas 20.184 brasileiros em todo o país apenas no primeiro semestre de 2025, conforme registro do DataSUS, do Ministério da Saúde.
5. Favorece a saúde da pele
A mexerica favorece a saúde da pele principalmente por ser rica em vitamina C e antioxidantes. A vitamina C estimula a produção de colágeno, uma proteína essencial para manter a firmeza, elasticidade e aparência jovem da pele. Além disso, os antioxidantes presentes na fruta ajudam a combater os radicais livres, que são responsáveis pelo envelhecimento precoce e pelo surgimento de rugas e manchas.


Fonte: Jovem Pan

Vídeo: Sabatina de Jorge Messias é marcada para 29 de abril

Está prevista para o dia 29 de abril a sabatina de Jorge Messias, indicado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O anúncio foi feito nesta quinta-feira (9) pelo senador Weverton (PDT-MA), que é o relator da indicação.
A análise ocorrerá pela manhã na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e seguirá no mesmo dia para votação em Plenário. Embora anunciado em 2025, o nome de Messias foi formalizado ao Senado apenas na última semana.


Fonte: Senado Federal

Seguro-defeso: Câmara rejeita mudança feita pelo Senado e texto vai à sanção

Vai à sanção o projeto que altera as regras para pagamento do seguro-defeso. A Câmara dos Deputados rejeitou, na sessão desta quinta-feira (9), as mudanças feitas na quarta-feira (8) pelo Senado na Medida Provisória 1.323/25. O Projeto de Lei de Conversão (PLV) 1/2026 que vai à sanção é o parecer do senador Beto Faro (PT-PA), apresentado na comissão mista que analisou a MP.
O seguro-defeso — como é mais conhecido o Seguro-Desemprego do Pescador Artesanal — é um benefício social decorrente da proibição da pesca no período de reprodução dos peixes.
A proposta estabelece novas condições de cadastro e identificação para evitar fraudes no pagamento do seguro-defeso e autoriza a quitação das parcelas pendentes em 2026 se o beneficiário atender aos requisitos exigidos em lei.
Segundo o texto aprovado, para ter direito ao benefício de anos anteriores, o interessado deve ter solicitado dentro dos prazos legais. O pagamento ocorrerá em até 60 dias depois da regularidade plena do pescador no programa.
As despesas ficarão de fora do limite previsto na Lei 10.779/03, que é a dotação orçamentária do ano anterior mais a correção permitida pelo arcabouço fiscal (IPCA mais até 2,5% da variação real da receita primária).
Para 2026, o total do seguro-defeso previsto, exceto esses atrasados, é de R$ 7,9 bilhões.
Senado
Na sessão da quarta-feira, lideranças do governo, o relator da matéria e os senadores da oposição fecharam um acordo para aprovar uma série de mudanças, entre elas a obrigação de comprovação de contribuição ao INSS por parte do pescador de pelo menos 6 meses, no período de 12 meses. A medida constava do texto original.
Os senadores também mudaram as regras sobre comprovação de limite de renda para acesso ao benefício e decidiram suprimir a previsão de pagamento de benefícios retroativos relativos aos períodos de defeso do ano de 2025. Ainda retiraram a possibilidade de entidade parceira receber requerimento de habilitação e documentos por parte do pescador artesanal.
Todas essas mudanças foram rejeitadas pelos deputados.


Fonte: Senado Federal

Sessão especial destaca compromisso social do Hospital Dom Orione

Aos 50 anos de sua fundação, o Hospital Dom Orione, em Araguaína (TO), foi homenageado pelo Senado em sessão especial nesta quinta-feira (9) que destacou os serviços prestados pela instituição ao povo do Tocantins.
O evento atende a requerimento (RQS 893/2025) do senador Eduardo Gomes (PL-TO), que definiu o hospital como “expressão viva da caridade” pela prestação de atendimento integral e humanizado a milhares de famílias. Em mensagem gravada, o parlamentar cumprimentou a equipe da instituição por seus esforços pelo povo do Tocantins.
— É um hospital de referência no Brasil, na alta complexidade, no atendimento direto à população, no trabalho extraordinário que o hospital fez durante a pandemia, salvando muitas vidas.
A senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL), que presidiu a sessão, disse que a sessão especial é o reconhecimento público a uma obra que atravessou décadas com “espírito público e sentido de missão”.
— O Hospital Dom Orione cumpre papel estratégico na rede de saúde na região norte do Tocantins. Mais de 60% de seus atendimentos são destinados ao SUS, o que demonstra sua natureza filantrópica e sua integração efetiva com a saúde pública.
No mesmo sentido, a senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), em mensagem gravada, destacou a relevância dos serviços do hospital.
— Dom Orione faz um trabalho que garante qualidade no atendimento à saúde, no atendimento humanitário e, mais do que tudo, cumpre a sua tarefa no atendimento ao povo do nosso estado, com uma qualidade no seu serviço, com a qualidade e o respeito às famílias.
Compromisso histórico
O diretor-presidente do hospital, padre Bruno Rodrigues, lembrou que 33% das crianças do Tocantins nascem no Dom Orione. Ele destacou o compromisso histórico do hospital com os mais pobres e vulneráveis, incluindo a assistência à população indígena.
— Celebrar 50 anos é olhar com gratidão para trás, é servir com responsabilidade no presente, mas, acima de tudo, é avançar com coragem para o futuro. Que venham mais 50 anos de missão e inovação a serviço da vida.
Representando a Pequena Obra da Divina Providência, congregação responsável pelo Hospital Dom Orione, o diretor provincial padre Jorge Henrique Rocha afirmou que os colaboradores da instituição realizam uma “vocação de cuidado e de humanização”.
— O hospital começou assim, de forma muito humilde, despretensiosa, aquele grãozinho de mostarda de que fala o Evangelho: é tão pequenininho, mas carrega uma potencialidade imensa. Então hoje nós louvamos a Deus pela providência que nos trouxe até aqui, por tantas gerações de religiosos, as irmãs, leigos e leigas, colaboradores, profissionais da saúde.
O superintendente do hospital, Osvair Murilo da Cunha, destacou benefícios que vão além da prestação de serviços de saúde.
— A instituição representa um importante vetor de desenvolvimento econômico e social para o município de Araguaína e para toda a região Norte, e, sob a ótica econômica, sua importância pode ser analisada em três dimensões principais: colaboradores, sociedade tocantinense e região Norte.
O deputado federal Alexandre Guimarães (MDB-TO) saudou os 50 anos do hospital, que considera um orgulho da população de Araguaína e do Tocantins. O diretor técnico do Dom Orione, Arnaldo Alves Nunes, lembrou que o hospital serviu de referência para a criação dos serviços estaduais de saúde quando o Tocantins foi criado. E o reitor da Universidade do Norte do Tocantins (UFNT), Airton Sieben, salientou a importância do hospital na formação dos estudantes da área da saúde.


Fonte: Senado Federal