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Justiça barra megaevento de Randolfe e ameaça multa de R$ 25 mil por hora

O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) suspendeu nesta quinta-feira (11) o evento de lançamento de pré-candidatura do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), agendado para o Estacionamento do Araxá, em Macapá. A decisão, à qual a Jovem Pan teve acesso, atende a representação do Ministério Público Eleitoral por propaganda antecipada e foi proferida em caráter de urgência, com aplicação de multa de 25 mil reais por hora em caso de descumprimento.

Segundo o Ministério Público, Randolfe ignorou recomendação prévia expedida após um primeiro evento, o chamado “Adesivaço do Rands”, realizado em 6 de junho. Na ocasião, o parquet já havia instaurado processo e orientado o parlamentar a se abster de usar jingles eleitorais, distribuir brindes e montar estruturas típicas de campanha. A recomendação não foi respondida. Ao contrário, Randolfe passou a divulgar o novo evento nas redes sociais como um “megaevento”, convocando o público para o lançamento de sua pré-candidatura.

Diligências do Ministério Público constataram a montagem de palco de grande porte com sistema box truss, sonorização profissional com line array, painéis eletrônicos de LED e balões publicitários estilo blimp com o nome do parlamentar, além de distribuição massiva de adesivos e vestuário padronizado.

A juíza relatora Keila Christine Banha Bastos Utzig entendeu que a estrutura montada é incompatível com os limites da pré-campanha estabelecidos pelo art. 36-A da Lei das Eleições, que permite apenas a menção à candidatura e a exaltação de qualidades pessoais, sem pedido explícito de voto. Para a magistrada, o volume do investimento financeiro e logístico gerava desequilíbrio ilícito entre os concorrentes, em linha com jurisprudência consolidada do Tribunal Superior Eleitoral.

A decisão determinou a suspensão imediata do evento e autoriza o uso de força policial federal e oficiais de fiscalização do TRE-AP para garantir o cumprimento da medida. Randolfe tem dois dias para apresentar contestação. O evento só poderá ser realizado após decisão final do colegiado do tribunal.

“Eu aprendi com a vida a respeitar a vontade de Deus, do povo e o cumprimento dos fundamentos da democracia e da justiça. Decisão judicial se cumpre! Neste momento suspendemos esse ato, mas daqui desço do palco e fico no meio do povo em gratidão”, disse o senador após assinar o documento de notificação.


Fonte: Jovem Pan

Nunes Marques cria comissão no TSE para definir como a Justiça Eleitoral vai usar inteligência artificial

Veja as regras sobre IA e redes sociais nas eleições de 2026
O ministro Kassio Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), criou uma comissão permanente para acompanhar o uso da inteligência artificial pela Justiça Eleitoral e reforçar as ações de combate à desinformação nas eleições.
🔎 O grupo reunirá representantes do TSE e dos tribunais regionais eleitorais (TREs).
Entre as atribuições, estão definir padrões para a contratação e o desenvolvimento de ferramentas de IA, organizar o compartilhamento dessas tecnologias entre os tribunais e elaborar um catálogo nacional com as soluções já usadas pela Justiça Eleitoral.
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A comissão também acompanhará parcerias com universidades e outras instituições especializadas em inteligência artificial e perícia de ilícitos digitais. Especialistas de fora da Justiça Eleitoral poderão ser chamados para colaborar com o trabalho, de forma não remunerada.
A iniciativa faz parte das medidas preparadas pela Corte para lidar com conteúdos falsos ou manipulados durante a campanha eleitoral.
O trabalho da comissão se soma às regras já aprovadas pelo TSE para as eleições de 2026.
O uso de IA na propaganda eleitoral é permitido, mas o material deve informar de forma destacada que foi criado ou alterado com a tecnologia e indicar qual ferramenta foi utilizada.
Eleições 2026: veja regras aprovadas pelo TSE para uso de IA
As normas também proíbem a circulação de conteúdos gerados por IA nas 72 horas anteriores à eleição e nas 24 horas posteriores à votação. Plataformas de inteligência artificial não poderão recomendar candidatos nem fazer rankings de candidaturas, mesmo quando houver pedido do usuário.
O ministro Kassio Nunes Marques em 14 de abril, quando foi eleito o próximo presidente do TSE.
Luiz Roberto/TSE


Fonte:

g1 > Política

Áudio: Projeto que restringe divulgação de imagens de vítimas vai ao Plenário

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou o Projeto de Lei (PL) 1.242/2026, que criminaliza o registro ou a divulgação não autorizada de imagens que identifiquem vítimas de crimes ou acidentes, bem como de cadáveres. O texto altera o Código Penal e o Código Civil para prever que o registro ou a divulgação de imagens de vítimas de crimes ou acidentes e de cadáveres poderão ser proibidos quando atingirem a honra da pessoa retratada ou tiverem finalidade comercial.
O projeto, da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), teve relatório favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI), na forma de um texto substitutivo, e segue para votação no Plenário do Senado.


Fonte: Senado Federal

Correção: Justiça da Itália divulga decisão sobre pedido de extradição de Zambelli

O g1 errou ao informar que a decisão da Justiça italiana previa a absolvição da ex-deputada Carla Zambelli. Na verdade, os magistrados anularam o pedido de extradição feito pelo Brasil contra ela. A matéria foi corrigida às 10h11 de 12 de junho de 2026.
Leia mais aqui.


Fonte:

g1 > Política

Justiça italiana vê ‘múltiplos elementos’ de parcialidade de Moraes sobre Zambelli

A Corte de Cassação, instância máxima do sistema judicial da Itália, apontou uma suposta parcialidade do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), para anular a sentença de extradição da ex-parlamentar da Europa para o Brasil.

Em decisão divulgada nesta sexta-feira (12), a Justiça italiana diz que Moraes atuou sob “dupla veste”, como julgador e de pessoa afetada pelo crime imputado a Zambelli.

“Múltiplos elementos capazes de fazer duvidar da imparcialidade, sob o aspecto objetivo, do Tribunal que proferiu a condenação da recorrente. Isso em razão da dupla veste assumida pelo M. A. D. M. (referência ao ministro) como componente do colegiado julgador e como pessoa danificada por um dos crimes imputados à recorrente”, diz.

Zambelli foi condenada pela invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo porte de arma de fogo ilegal nas eleições de 2022.

A mando da ex-deputada, o hacker Walter Delgatti Neto inseriu um mandado falso de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes no sistema da Justiça. “Expeça-se o mandado de prisão em desfavor de mim mesmo, Alexandre de Moraes. Publique-se, intime-se e faz o L”, dizia o documento falso.

Para a Justiça italiana, Moraes incorreu em um “acúmulo atípico de funções judiciais” ao conduzir parte das investigações e ser o juiz responsável por analisar o mérito do caso.

“Resulta dos autos transmitidos que o M. A. D. M. foi designado como relator do procedimento penal em desfavor de Z. S. O. C. (Zambelli); nessa condição, ele participou da decisão das questões preliminares, inclusive aquela relativa à sua incompatibilidade, bem como da decisão de condenação da recorrente no que tange aos crimes imputados e daquela que determinou a perda imediata do mandato parlamentar de Z. S. O. C ; o mesmo Juiz, ademais, expediu o mandado de prisão em desfavor de Z. S. O. C., redigiu o pedido de extradição e forneceu informações a respeito do Estabelecimento prisional”, diz.

Entenda o caso

A Corte de Cassação anulou no dia 22 de maio, a extradição da ex-deputada federal. Zambelli foi solta após a decisão. Ela publicou um vídeo no perfil de seu marido, Coronel Aginaldo, no Instagram, acompanhada dele e do advogado Pieremilio Sammarco.

“Hoje é dia 22 de maio de 2026, dia de Santa Rita, nome da minha mãe e da pessoa que era minha companheira de cela”, disse Zambelli.

O processo ainda depende de uma decisão do ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio. O ministro tem um prazo de 45 dias para se manifestar a partir do acórdão da nova decisão da Justiça.

Antes da decisão desta sexta-feira, a Justiça italiana vinha proferindo decisões a favor da extradição de Zambelli nos dois processos em que ela foi condenada no STF. A defesa recorreu, então, à Corte de Cassação, que é a última instância da Justiça no país. Zambelli teve seu mandato de parlamentar cassado pela Justiça eleitoral de São Paulo em 2025.


Fonte: Jovem Pan

OMS sugere que “pontos cegos” podem ocultar verdadeira extensão do surto de Ebola no Congo

NAIRÓBI, 12 Jun (Reuters) – Existem muitos ?pontos cegos? no surto de Ebola na República ?Democrática do Congo, afirmou ?nesta sexta-feira um especialista da Organização Mundial da Saúde (OMS), sugerindo que a propagação da doença ?mortal pode ?ser ?muito mais ampla do que ?as estimativas oficiais.


Fonte: UOL Noticias

Videogames e pingue-pongue, os passatempos da Seleção para aliviar a pressão na Copa

Como se distrair antes da estreia em uma Copa do Mundo? Os jogadores brasileiros encontraram uma receita para aliviar a pressão e passar o tempo livre nos Estados Unidos: campeonatos de pingue-pongue, videogames e um simulador de Fórmula 1.


Fonte: UOL Noticias

Entidades lançam programa de liderança feminina no Judiciário

As organizações Justa, Fórum Justiça e Themis vão lançar um programa voltado à formação de lideranças femininas no sistema de Justiça. Batizada de “Caminhos para Liderança de Mulheres na Justiça”, a iniciativa abrirá inscrições na segunda (15) e selecionará 30 integrantes do Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública.Leia mais (06/12/2026 – 10h30)


Fonte: UOL Noticias