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Recorde atrás de recorde: onda de calor transforma a Europa num forno

44,3°C nas Landes, no sudoeste da França. 36,1°C em Gosport, no sul da Inglaterra. A onda de calor que castiga a Europa nesta semana não para de bater recordes: a França teve ontem seu dia mais quente desde que os registros meteorológicos começaram, em 1947, e o Reino Unido quebrou o recorde histórico para o mês de junho.


Fonte: UOL Noticias

Brasil 1 x 0 Escócia: Vini Jr. abre o placar aos 7 minutos do 1º tempo; acompanhe

os sete minutos do primeiro tempo, a Seleção Brasileira abre o placar de 1 a 0 em cima da Escócia, com gol de Vini Jr.O Brasil encerra a participação na fase de grupos da Copa do Mundo contra a Escóc…


Fonte: UOL Noticias

Qualcomm irá adquirir startup Modular por US$ 4 bi para impulsionar software de IA

Qualcomm anunciou nesta quarta-feira (24) a compra da startup de inteligência artificial Modular em uma operação totalmente em ações avaliada em cerca de US$ 3,92 bilhões. Pelo acordo, a fabricante …


Fonte: UOL Noticias

Hezbollah diz que Israel voltou a violar trégua com ataque de drone

O grupo libanês Hezbollah acusou hoje Israel de uma nova “violação” do cessar-fogo, após um drone israelense matar duas pessoas no sul do Líbano.


Fonte: UOL Noticias

Itamaraty critica Flávio ir aos EUA tratar de tarifaço: ‘Traidor da pátria’

Sem citar diretamente o nome de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o Itamaraty criticou hoje a possível participação do senador em uma audiência pública nos Estados Unidos que tratará do tarifaço do país sobre produtos brasileiros.


Fonte: UOL Noticias

Francesa é resgatada com 5 filhos após denúncia de cárcere no Paquistão

Uma mulher francesa de 54 anos foi resgatada com os cinco filhos no Paquistão depois que um dos filhos conseguiu sair de casa e chegar à polícia; após ser libertada, ela relatou que era mantida em cárcere pelo marido havia mais de dez anos e sofria violência doméstica.


Fonte: UOL Noticias

Juíza impede Trump de implementar exigência de comprovação de cidadania para votar

Nesta quarta-feira, 24, uma juíza federal proibiu definitivamente o governo dos Estados Unidos, comandado pelo presidente Donald Trump, de implementar a maior parte de seu primeiro decreto presidencial sobre eleições, cuja parte visava exigir que as pessoas apresentassem comprovante de cidadania ao se registrarem para votar.

A decisão da juíza Denise Casper, do Tribunal Distrital dos Estados Unidos em Boston, transforma efetivamente uma liminar que ela havia concedido há um ano – na qual bloqueou temporariamente muitas das tentativas de Trump de reformular o sistema eleitoral – em uma proibição definitiva.

Em uma aparente reconhecimento da dificuldade de implementar a exigência de comprovação de cidadania por meio de decreto presidencial, Trump está trabalhando pela aprovação de uma legislação no Congresso, controlado pelos republicanos, para fazer isso. A Lei Save America foi aprovada pela Câmara, mas está paralisada no Senado.

Nesta quarta, o presidente americano cancelou abruptamente a esperada assinatura de um projeto de lei bipartidário sobre habitação, afirmando que não assinará nenhuma legislação até que o Congresso aprove sua exigência de comprovação de cidadania para votar.

Casper rejeitou o argumento do governo de que a ação judicial movida pelos procuradores-gerais estaduais democratas para bloquear as mudanças era prematura, pois as regras ainda não haviam sido implementadas. Em vez disso, ela concordou que a Constituição confere aos estados e ao Congresso a autoridade para regulamentar as eleições e que as exigências de Trump violavam a separação de poderes. A Constituição “não concede ao presidente nenhum poder específico sobre as eleições”, escreveu ela.

Entre outras mudanças propostas, a ordem de Trump exigiria que as pessoas apresentassem comprovante de cidadania ao se registrarem para votar; impediria a contagem de votos por correspondência que chegassem após o dia da eleição, mesmo que tivessem carimbo postal com data anterior a essa data; e puniria os estados que não cumprissem a ordem com a retenção de certos recursos federais.

Em comunicado, a procuradora-geral de Nova York, Letitia James, disse estar grata pelo fato de o tribunal ter bloqueado a “tentativa inconstitucional de Trump de assumir o controle de nossas eleições” e afirmou que continuaria a defender os direitos eleitorais nas eleições de meio de mandato deste ano. “Gerações de americanos lutaram incansavelmente pelo direito ao voto, e honramos seu legado protegendo esse direito contra qualquer um que tente prejudicá-lo”, afirmou ela.

Solicitações de comentários enviadas pela agência de notícias Associated Press à Casa Branca e ao Departamento de Justiça não foram respondidas imediatamente.

Essa foi a mais recente de uma série de decisões contra o decreto presidencial sobre eleições que Trump assinou poucos meses após assumir o cargo para seu segundo mandato. Desde então, ele assinou outro decreto sobre eleições, buscando criar um cadastro eleitoral nacional e limitar o voto por correspondência – essa diretiva também enfrenta várias contestações judiciais.

No fim de 2025, um juiz federal em Washington, D.C., responsável por julgar uma ação separada contra a primeira ordem executiva eleitoral, movida por grupos de direitos civis e alinhados ao Partido Democrata, impediu o governo de tomar medidas para incluir a exigência de comprovação de cidadania no formulário federal de registro eleitoral. Posteriormente, esse juiz proibiu o Secretário de Defesa de exigir comprovação documental de cidadania quando militares se registram para votar ou solicitam cédulas eleitorais.

O presidente e muitos de seus aliados republicanos vêm promovendo a narrativa de que o voto de não cidadãos é um grande problema, quando, na verdade, é bastante raro. O formulário federal de registro eleitoral já exige que as pessoas atestem que são cidadãos dos EUA, e violar essa exigência é punível como crime grave, podendo levar à prisão ou à deportação.

Em outro importante caso relacionado ao voto, a Suprema Corte dos EUA deve emitir em breve um parecer sobre se as cédulas enviadas pelo correio devem chegar até o dia da eleição. Isso poderia alterar imediatamente as regras em 14 estados que permitem prazos de tolerância que variam de dias a semanas, desde que as cédulas tenham carimbo postal com data até o dia da eleição.


Fonte: Jovem Pan

Enviado dos EUA nega fim de sanções ao Irã, que pede a americanos para cumprirem acordo

O embaixador dos Estados Unidos na ONU, Mike Waltz, afirmou que as sanções contra o Irã não acabaram e estão apenas suspensas “temporariamente” enquanto duram as negociações. Em contrapartida, o Irã endureceu o tom e reforçou que os EUA devem cumprir os termos do memorando de entendimento.“Se eles o Irã não cumprirem sua parte do acordo, se não negociarem de boa fé, se não estiverem preparados para finalmente abandonar essa obsessão com o programa nuclear, as sanções serão reimpostas e todas as opções estarão sobre a mesa”, afirmou Waltz nesta quarta-feira, em entrevista à Fox News.De acordo com o representante estadunidense, os recursos desbloqueados vão ser depositados em uma conta de garantia controlada pelos EUA. Com os recursos, Teerã será obrigada a comprar os excedentes de safras dos agricultores do país, como trigo, soja e outros produtos agrícolas.Segundo Waltz, economia iraniana está “devastada”, assim como o exército do país, enquanto a situação do Líbano teria melhorado. “Pela primeira vez na história, temos negociações diretas entre o governo libanês e o governo israelense, com o objetivo de finalmente desarmar o Hezbollah”.Em paralelo, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, endureceu o tom e demonstrou desconfiança em relação aos Estados Unidos. Em uma publicação na rede social X, Baghaei afirmou que os americanos devem seguir o imposto pelo acordo e evitar interpretações que estejam em “total desacordo” com o texto do tratado.“As declarações contraditórias de autoridades americanas a respeito do memorando de entendimento para pôr fim à guerra imposta não farão nada para diminuir a desconfiança acumulada dos iranianos e servirão apenas como um lembrete de quebras de confiança passadas”, escreveu o porta-voz.


Fonte: Jovem Pan

A cada visita de um Bolsonaro à Casa Branca, quem paga a conta é o povo, diz ministro

O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, criticou a família de Jair Bolsonaro nesta quarta-feira, 24, atribuindo a parentes do ex-presidente a responsabilidade pela aplicação de tarifas do governo dos Estados Unidos contra o Brasil.“Eu lamento dizer isso, mas, a cada visita de um Bolsonaro à Casa Branca, quem paga a conta é o povo brasileiro, e tem sido assim desde o início”, disse o ministro, durante uma entrevista à CNN Brasil.Rosa relembrou que o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comemorou a abertura de uma investigação contra o Brasil pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês), ainda em julho do ano passado, com base na Seção 301.A investigação resultou, em junho deste ano, na recomendação do USTR para que os EUA aplicassem novas tarifas contra produtos brasileiros, por causa de supostas práticas comerciais indevidas do País. O governo brasileiro vem negociando para evitar que essas taxas entrem em vigor.“Me parece que foi uma encomenda que eles tinham feito para o governo norte-americano, imaginando que, quanto maior o dano à economia brasileira, melhor é o capital político deles”, acusou o ministro.Rosa relatou já ter participado de oito reuniões com o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, para tratar das investigações. Na mais recente delas – realizada no último sábado, 20 -, ficou acertado um prazo de duas semanas para que a próxima rodada aconteça.Segundo o ministro, a preocupação tem sido de indicar maneiras de fazer uma acomodação tarifária para aumentar a participação de bens e serviços americanos na economia brasileira, mas sem causar prejuízos ao País.“Um dos temas que a 301 levanta é que os nossos acordos preferenciais com Índia e México causariam dano para as exportações norte-americanas. Em algumas reuniões temos discutido isso, tentando mostrar que as linhas tarifárias com o México ou a Índia não causam dano aos EUA”, disse.


Fonte: Jovem Pan