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A pesquisa eleitoral suspensa por Nunes Marques a pedido de Flávio – O Assunto #1.736

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Nunes Marques, determinou nesta segunda-feira (8) a suspensão de uma pesquisa eleitoral que apontava queda no desempenho de Flávio Bolsonaro após a revelação das mensagens e dos áudios nos quais o pré-candidato a presidente pede dinheiro para Daniel Vorcaro para financiar o filme ‘Dark Horse’, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A pedido de Flávio e do PL, Nunes Marques decidiu monocraticamente que o instituto Atlas Intel não pode mais divulgar o resultado daquela rodada de pesquisa realizada em maio, logo após a revelação da conversa. A decisão do ministro diz que a inclusão de perguntas sobre o escândalo do Banco Master configura “contaminação metodológica”.
A Atlas Intel afirma que essas perguntas foram apresentadas depois do questionário eleitoral e que não tiveram interferência no resultado – outros institutos também mostraram tendência de queda no desempenho de Flávio. O plenário do TSE iniciou nesta terça votação para validar ou derrubar a liminar de Nunes Marques.
Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois convidados. Primeiro, ela fala com João Francisco Meira, presidente do Conselho de Opinião Pública da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, sobre o ineditismo da decisão em uma corte superior. Depois, participa Joel Pinheiro, que avalia a importância das pesquisas para que os eleitores estejam bem-informados.
Convidado: João Francisco Meira, doutor em Ciência Política, sócio fundador do instituto Vox Populi e presidente do Conselho de Opinião Pública da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, e Joel Pinheiro, economista, mestre em filosofia pela USP e comentarista da GloboNews.
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti, Stéphanie Nascimento e Guilherme Gama. Apresentação: Natuza Nery.
O que você precisa saber:
Kassio Nunes Marques determina suspensão de pesquisa que apontou queda de Flávio Bolsonaro
‘Topa jantar com o Jim Caviezel?’: veja e ouça TODOS os textos e o áudio que mostram Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro
Nunes Marques assume relatoria de representações eleitorais envolvendo Flávio Bolsonaro e Master no TSE
Bolsonaro anuncia indicação de Kassio Nunes Marques para vaga no Supremo Tribunal Federal
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Nunes Marques e Flávio Bolsonaro
Reprodução TV Globo/Adriano Machado


Fonte:

g1 > Política

‘Nunca me viu envolvido em escândalos neste país’, diz Caiado

O ex-governador e pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) afirmou na terça-feira (9) que nunca foi visto envolvido em escândalo. A declaração foi dada em entrevista exclusiva à Jovem Pan.

“São 40 anos de vida pública em que não se vê nada que possa macular minha trajetória de vida. Nunca me viu envolvido em escândalo neste país em momento algum”, disse.

Caiado também reiterou que o senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), deve “responder ao seu partido e à população brasileira” sobre os pedidos feitos ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, de financiamento do filme “Dark Horse”, que contará a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Sobre a polarização no país em torno dos nomes de Flávio e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-governador disse que a situação se atenuará no momento em que a sociedade “passar a comparar candidaturas”. “Nunca foi esse o nosso hábito. De repente, deformou-se totalmente e levou para um lado onde um tem que ser inimigo do outro”, declarou.


Fonte: Jovem Pan

STF deve julgar nesta quarta recursos de big techs em ação que ampliou responsabilidades das plataformas 

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar a partir desta quarta-feira (4) 12 recursos apresentados por big techs e entidades do setor de tecnologia que pedem esclarecimentos e ajustes na decisão que ampliou a responsabilidade das plataformas pelo conteúdo que publicam.
Uma das principais questões colocadas é quando deve ser aplicado o entendimento adotado pelo Supremo, já que as empresas pedem que as regras tenham validade só após o encerramento de todas as chances de recursos no tribunal.
Em junho do ano passado, por 8 votos a 3, o STF declarou a inconstitucionalidade parcial do artigo 19 do Marco Civil da Internet. O plenário analisou dois recursos que discutiam a validade desse trecho da norma.
O artigo diz que “o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros” se, após ordem judicial, “não tomar as providências” para retirar o conteúdo.
A maioria do Supremo fixou como regra geral que as plataformas digitais são responsáveis pelo conteúdo publicado pelo usuário e devem ser responsabilizadas caso não retirem do ar postagens ilícitas ou criminosas.
A decisão do STF
Os ministros do Supremo decidiram que o artigo 19 “não confere proteção suficiente” a direitos fundamentais e, por isso, deve ser interpretado de forma que os provedores estejam sujeitos à responsabilização civil.
Na prática, quando uma postagem configurar um crime ou ato ilícito, a vítima ou seu representante podem acionar diretamente a plataforma e pedir a retirada. Se, após essa notificação, a rede não retirar a postagem, será responsável pelos danos que a postagem causar. Se a Justiça vier a considerar que a postagem era irregular, a rede terá que indenizar a vítima.
No caso de crimes contra a honra – injúria, calúnia e difamação –, a retirada depende de decisão judicial. Nessas situações, há a possibilidade de remoção por notificação extrajudicial, ou seja, a notificação direta à plataforma pela vítima ou advogado, quando houver postagens reiteradas de conteúdo já considerado ilícito pela Justiça.
As empresas vão responder por conteúdos ilícitos divulgados por meio de anúncios e impulsionamentos pagos e por disseminação desses conteúdos por robôs.
O Supremo também estabeleceu que as empresas deverão ter o dever de cuidado pelo conteúdo publicado. Isso significa que elas vão ter que remover imediatamente, e por conta própria, conteúdos com crimes considerados graves.
Recursos
Os ministros devem começar a julgar os chamados embargos de declaração que pedem esclarecimentos sobre obscuridade, imprecisão, contradição ou omissão na decisão.

A expectativa é que o julgamento não gere grandes mudanças na tese já fixada. O presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que a ideia é “começar e acabar” nesta semana.
Entre os recursos estão questionamentos do Facebook, Google, Sleeping Giants Brasil e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.
➡️O Facebook pede que o Supremo deixe expresso que a decisão só vai produzir efeitos para fatos que ocorram após o encerramento do julgamento no Tribunal e que as empresas tenham um prazo de seis meses para a implementar todas as obrigações.
Outra demanda é para que os ministros deixem claro o conceito de presunção de responsabilidade das empresas. Isso porque, segundo a empresa, o uso da expressão ‘presunção de responsabilidade’ “poderia levar à interpretação de que a responsabilidade civil dos provedores de aplicações de internet independeria da apuração dos requisitos de culpa, dano e nexo causal”.
➡️Já o Google aponta que não ficou claro os requisitos mínimos que as notificações extrajudiciais de remoção devem apresentar para garantir sua credibilidade, a análise e a tomada de providências por parte do provedor, como a legitimidade do requerente e a descrição do suposto ilícito. A empresa diz que é preciso explicitar que a tese da Corte só vale para casos futuros, para evitar conclusões díspares nas instâncias inferiores e a multiplicação de recursos.
➡️Sleeping Giants Brasil defende que é preciso esclarecer os parâmetros objetivos que definem a ‘atuação diligente’, o ‘tempo hábil’ e o conceito de ‘rede artificial de distribuição’ para definir a responsabilidade das plataformas digitais. E qual o dever do Executivo na implementação, regulamentação e fiscalização da decisão da Corte, além de como a decisão será aplicada aos processos que estão em andamento na Justiça.
➡️Associação Internetlab de Pesquisa em Direito e Tecnologia afirmou que as plataformas precisam entender como poderão demonstrar a adoção das medidas adequadas para o cumprimento do dever de cuidado.
➡️A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) sustenta que falta definição de quais tipos de provedores estão sujeitos às novas regras, já que a tese menciona apenas algumas categorias de plataformas, além da ausência de referência a microempresas, pequenas empresas e plataformas com menos de 10 milhões de usuários. Questiona ainda a falta de definição sobre quais informações as plataformas podem exigir de quem pede a remoção de conteúdo e quem está legitimado a fazer essas notificações.
➡️O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor diz que o entendimento do Supremo não impede que se aplique o regime de responsabilidade objetiva do Código de Defesa do Consumidor nas relações de consumo estabelecidas no âmbito dos marketplaces.
A decisão do STF terá que ser seguida por todos os juízes e tribunais do Brasil. Isso valerá até que o Congresso Nacional edite uma lei específica para os deveres das plataformas e a proteção das pessoas.
Decretos
Saiba o que muda com as novas regras para atuação das plataformas digitais no Brasil
Após a decisão do STF, em maio, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou dois decretos que criam novas regras para a atuação das redes sociais.
O primeiro detalhou deveres dos provedores quanto à moderação de conteúdo, transparência, segurança dos serviços e mitigação da circulação massiva de conteúdos criminosos.
O outro estabelece diretrizes para o enfrentamento da violência contra mulheres no ambiente digital, com obrigação de indisponibilização de conteúdo íntimo não autorizado em até duas horas após notificação e medidas contra deepfakes íntimos gerados por IA.
Também ficou definido que cabe à Agência Nacional de Proteção de Dados, vinculada ao Ministério da Justiça, fiscalizar se as plataformas estão cumprindo as regras impostas pela Corte.


Fonte:

g1 > Política

Em meio à nova ameaça tarifária de Trump, Lula participa de reunião com empresários nesta quarta

Quais os próximos passos e prazos da investigação comercial dos EUA contra o Brasil?
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta quarta-feira (10) da primeira reunião do ano do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, conhecido como “Conselhão”.
O encontro, que terá empresários de diversos setores da economia, ocorrerá em meio à nova ofensiva tarifária dos Estados Unidos aos produtos brasileiros. As tarifas propostas pelo governo de Donald Trump podem chegar a 37,5%, caso as medidas sejam implementadas.

🔎O “Conselhão”, que reúne ministros, empresários e ativistas e foi criado em 2003, discute e sugere ao governo políticas públicas em diferentes áreas.
A reunião está marcada para as 10h no Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores. O encontro deste ano tem como mote “Da soberania nacional ao protagonismo global”.
A previsão é que a reunião seja aberta pelo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT). Na sequência, conselheiros fazem breves discursos, seguidos do presidente Lula, que encerra a abertura da reunião.
Defesa da soberania nacional
Segundo auxiliares do Palácio do Planalto, as declarações deverão reforçar o posicionamento do Brasil no cenário internacional, com falas direcionadas à soberania nacional e à defesa do multilateralismo.
Ainda de acordo com esses interlocutores, também seraõ apresentados resultados dos trabalhos dos conselheiros e um balanço das ações do colegiado desde a sua reconstituição.
Na parte da tarde, a previsão é que o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) participe de um painel que reunirá autoridades e conselheiros para debater a agenda internacional na busca de caminhos convergentes para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do país.
🎯Esse será o sétimo encontro do tipo desde que o órgão foi recriado em 2023. O órgão chegou a ser extinto no governo de Jair Bolsonaro (PL). As reuniões têm o objetivo de colocar juntos setores da sociedade civil das mais diversas frentes e tratam também dos grandes temas da atualidade.
Combate ao feminicídio
Durante a reunião, está prevista também a apresentação de uma cartilha elaborada por membros do Conselhão sobre enfrentamento ao feminicídio intitulado “Manual Mulheres Protegidas”.
O manual organiza fundamentos teóricos, evidências, diretrizes de gestão e instrumentos operacionais para orientar políticas públicas de prevenção e enfrentamento ao feminicídio, com foco na proteção integral das mulheres, na atuação coordenada do Estado e na corresponsabilidade social.
“Em geral, não se trata de evento imprevisível ou isolado. A maior parte dos casos é precedida por sinais de escalada, pedidos de ajuda, ameaças, controle coercitivo, violência psicológica, agressões físicas, perseguição, ruptura relacional, descumprimento de medidas protetivas ou omissões institucionais. Por isso, a política pública deve deslocar seu centro de gravidade da resposta posterior ao crime para a prevenção ativa e para a proteção baseada em risco”, cita o material que será entregue ao presidente Lula.
Retrospectiva
A secretária-executiva do Conselhão, Raimunda Monteiro, afirmou ao g1 que, ao longo dos anos, o colegiado foi aumentando o número de membros, chegando aos atuais 280 integrantes.
“A sociedade hoje é uma sociedade complexa, uma sociedade com uma organização de sociedade civil muito forte em todos os setores, em todas as regiões do país, em todos os segmentos e esse universo social diverso, organizado, representativo precisava estar de alguma forma presente na reinstalação do Conselhão. Inclusive esse apelido que agora vai se institucionalizando justamente pelo número de membro, mas também pela representatividade que apresenta hoje”, disse.
Segundo Raimunda Ribeiro, nessa sétima edição do encontro, o colegiado apresentará uma retrospectiva de iniciativas especiais e pautas que foram sendo desenvolvidas dentro do governo no âmbito de políticas públicas.
A secretária-executiva pontou alguns exemplos como contribuições para lei do mercado regulado de carbono, impulsionamento da política de primeira infância, recuperação das áreas degradadas do país, estratégia de economia circular, propostas para transição energética, intensificação da produção de biocombustível.


Fonte:

g1 > Política

PEC que dá autonomia financeira ao BC deve ser votada na CCJ do Senado nesta quarta; texto inclui PIX na Constituição

Entidades ligadas ao setor financeiro defendem autonomia do BC
Sem acordo com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê autonomia financeira e orçamentária do Banco Central (BC) deve ser votada nesta quarta-feira (10).

A equipe econômica diverge do parecer apresentado pelo relator, senador Plínio Valério (PSDB-AM), no que diz respeito à nova natureza jurídica conferida ao BC.
O relatório transforma o BC em uma entidade pública sob um novo regime jurídico. O governo defende a classificação de “autarquia de natureza especial”.
No regime defendido pelo governo, o BC precisa de autorização do Ministério da Gestão para realização de concursos, o que, segundo o relator, deixa o banco sem autonomia administrativa.
Pelo texto do relator, o BC pode realizar contrações como julgar necessário, desde que com a supervisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
O governo preparou uma emenda alterando a natureza jurídica do BC, mas, antes de formalizar, encaminhou para a avaliação do relator.

Plínio Valério garantiu ao g1 que não aceitará a mudança proposta pelo governo Lula e acusou a equipe econômica de trabalhar para que a PEC não seja votada.
“Eu não vou nem ler. É absurdo dizer isso, mas eu não vou ler. Por quê? Porque eles vão sugerir coisas que vão protelar. Eu não vou mudar mais, eu não vou mexer mais no relatório. Se mexer de novo, tem outro pedido de vista. A gente vai para o voto e seja o que Deus quiser. Eles [governo] querem que fique subordinado ao ministério”, afirmou Valério.
Aliado de primeira hora do governo no Senado, o presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a PEC será votada na sessão desta quarta-feira (10), independente do risco de derrota do governo.
“Meu papel é colocar para votar e vou colocar para votar. Ninguém me procurou pedindo retirada de pauta porque sabem e respeitam a minha condução”, declarou Alencar.
PIX na Constituição
Incluído nas justificativas para a proposta de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros do governo dos Estados Unidos, o PIX entrou no relatório de Plínio Valério. Ele inclui o mecanismo na Constituição.
Hoje, o PIX é regulado por norma infralegal do BC. O texto de Valério prevê a garantia da gratuidade para pessoas físicas em nível constitucional e proíbe expressamente qualquer privatização, concessão ou transferência de sua gestão a qualquer ente que não seja o próprio Banco Central.
Com o argumento da soberania e inclusão financeira, Valério cobra que Lula e o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, apoiem a PEC.
“Os dois falam tanto na defesa do PIX, que o PIX é do Brasil, então têm que apoiar a PEC”, afirmou o relator.
Servidores
Sede do Banco Central em Brasília
Raphael Ribeiro/BCB
Nesta terça-feira (9), gestores do BC divulgaram uma carta aberta em que apoiam de forma “integral” o relatório de Valério. O documento foi elaborado pelo secretário-executivo do órgão, Rogério Antônio Lucca, e por chefes de departamento e de gabinete, da diretoria e da presidência.
Os gestores defendem que o PIX seja fortalecido diante da garantia de “recursos humanos e orçamentários adequados de forma perene” já que houve um aumento “expressivo” das instituições que são supervisionadas pelo BC.
De acordo com eles, a redução de pessoal na autarquia “ameaça a capacidade do Banco Central de acompanhar esse crescimento e preservar a estabilidade financeira do País”.
Dados do BC revelam que, em 20 anos, de 2006 até este ano, o número de servidores caiu de 5.072 para 3.311. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, explicou, em uma comissão no Senado, no dia 8 de abril, que essa redução ocorreu por conta da aposentadoria de quase um quarto dos funcionários.
Por outro lado, o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) vem se posicionando contra o atual formato da PEC.
“A verdadeira proteção da gratuidade, da acessibilidade e da capacidade de inovação do PIX reside na preservação da natureza pública, estável e tecnicamente orientada do BC, autarquia responsável por sua concepção, operação e evolução”, afirmou o Sinal.
Entenda a PEC
A proposta tramita no Senado desde 2023 e retira o Banco Central do orçamento da União.
O texto da PEC define o Banco Central como “entidade pública de natureza especial”, não vinculada a qualquer ministério ou órgão da administração pública, e garante autonomia orçamentária e financeira.
Na prática, isso significa que a autarquia teria orçamento próprio, separado do Orçamento da União, e não precisará se submeter às regras do arcabouço fiscal — o conjunto de limites de gastos que o governo federal precisa cumprir — até fazer a recomposição de seus quadros.
Após a recomposição do quadro de servidores, as despesas de pessoal e encargos sociais do BC não poderão superar o valor do ano anterior corrigido pelo IPCA mais 2,5% — mesma regra do arcabouço fiscal —, salvo autorização expressa do Senado Federal.
Autonomia operacional
Em 2021, o Congresso Nacional aprovou uma lei que deu autonomia operacional ao BC.
Com isso, o presidente e os oito diretores do banco — indicados pelo presidente da República e aprovados pelos senadores — passaram a ter mandatos fixos de quatro anos e garantiram estabilidade nos cargos contra demissões por motivações políticas.
Um dos objetivos da mudança foi blindar o órgão de pressões político-partidárias.
Apesar da autonomia nas operações, o Banco Central continuou sem autonomia financeira, discutida agora pelo Senado.


Fonte:

g1 > Política

Com 1º europeu a integrar missão, Nasa anuncia tripulação da Artemis III

A Nasa anunciou nesta terça-feira (9) a tripulação da Missão Artemis III. Randy Bresnik, Luca Parmitano, Andre Douglas e Frank Rubio irão compor a equipe na próxima expedição. Bob Hines é o astronauta reserva da viagem espacial.

A missão Artemis III está programada para 2027. O foguete lunar SLS lançará a tripulação a bordo da espaçonave Orion em direção à órbita terrestre baixa. O objetivo da expedição é testar operações de encontro e acoplamento com os módulos de pouso em desenvolvimento pela SpaceX e Blue Origin, empresas espaciais de Elon Musk e Jeff Bezos, respectivamente.

Quem são os astronautas da Missão Artemis III?

Randy Bresnik

Comandante da Missão Artemis III, Randy Bresnik é formado em matemática pela The Citadel. Natural da Califórnia, nos Estados Unidos, é coronel aposentado do Corpo de Fuzileiros Navais norte-americano. Ele também acumula mais de 7.000 horas de voo em 95 tipos de aeronaves e é integrante da Sociedade de Pilotos de Teste Experimentais.

Bresnik ingressou na Nasa na turma de candidatos a astronauta de 2004. A expedição à Lua será a sua terceira missão espacial. Desde 2018, é assistente do chefe do Escritório de Astronautas para Exploração, onde supervisiona o desenvolvimento e os testes da espaçonave e dos sistemas que operam durante as expedições do programa Artemis.

Luca Parmitano

Integrante da Agência Espacial Europeia, Luca Parmitano é o primeiro astronauta da organização a integrar o programa Artemis. Ele será piloto da expedição que testará o módulo de pouso. Esse será seu terceiro voo ao espaço.

Desde 2009 na Agência Espacial Europeia, é formado em ciências políticas pela Universidade de Nápoles Federico II. É mestre em engenharia de testes de voo experimental pelo Instituto Superior de Aeronáutica e Espaço em Toulouse, na França. Tornou-se piloto de testes em 2007 pela Academia da Força Aérea da Itália. Também acumula mais de 2.000 horas de voo em 40 tipos de aeronaves.

Andre Douglas

Natural de Virgínia, nos Estados Unidos, Andre Douglas ingressou na Nasa na turma de candidatos a astronauta de 2021. Foi integrante da tripulação reserva da Missão Artemis II. É formado em engenharia mecânica pela Academia da Guarda Costeira norte-americana e doutor em engenharia de sistemas pela Universidade George Washington.

Frank Rubio

A Missão Artemis III será a segunda expedição de Frank Rubio ao espaço. Ele ingressou na Nasa na turma de candidatos a astronauta de 2017. É natural da Flórida, nos Estados Unidos. Formou-se na Academia Militar norte-americana em 1998. Possui doutorado em medicina pela Universidade de Ciências da Saúde dos Serviços Uniformizados. Serviu ao Exército por mais de 28 anos nas posições de aviador, astronauta e médico.

Programa Artemis

O programa Artemis reúne componentes de outras empreitadas da Nasa que foram canceladas. Estabelecido em 2017, o objetivo do projeto é explorar a Lua a fim de consolidar as bases para missões tripuladas a Marte. Para isso, é necessário construir a infraestrutura de viagens ao satélite natural, desativada com o fim do Programa Apollo, com tecnologia, segurança e estrutura diferentes da era anterior de expedições.

Em 16 de novembro de 2022, a Nasa lançou a Missão Artemis I. A viagem consistiu em um teste de voo da espaçonave Orion sem tripulação para além da Lua.

A Missão Artemis II fez sobrevoo do satélite natural e analisou e documentou as características da superfície lunar. Além disso, a expedição teve como objetivo verificar se o foguete SLS e a espaçonave Orion estavam em perfeito estado de funcionamento, na esperança de abrir caminho para um retorno e um pouso na Lua em 2028 pela Missão Artemis IV.

O programa sofre pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que acelerou o ritmo do projeto. Por isso, foi estipulada a meta de que os astronautas pisem na superfície lunar antes de 2029, quando termina o mandato do republicano.


Fonte: Jovem Pan

Rancho Dutton conquista fãs de Yellowstone e bate recordes de audiência

O universo de Yellowstone continua mostrando sua força. A nova série Dutton Ranch (ou Rancho Dutton, como vem sendo divulgada no Brasil) estreou recentemente no Paramount+ e já se tornou um dos maiores sucessos da história da plataforma.

A produção acompanha os queridos personagens Beth Dutton e Rip Wheeler, interpretados por Kelly Reilly e Cole Hauser, após os acontecimentos do final de Yellowstone. Agora, o casal deixa para trás parte do passado e tenta construir uma nova vida no Texas, administrando um rancho próprio e enfrentando novos desafios, inimigos poderosos e conflitos que ameaçam o futuro da família.

Mas o que parecia ser um recomeço tranquilo rapidamente se transforma em uma nova batalha pela sobrevivência. Em meio a disputas por terras, problemas com o gado e rivais influentes da região, Beth e Rip precisam provar que conseguem preservar o legado dos Dutton longe de Montana.

O sucesso da série foi imediato. Segundo dados oficiais da Paramount, Dutton Ranch registrou 12,9 milhões de visualizações globais em sua primeira semana, tornando-se a maior estreia de uma série original da história do Paramount+. Além disso, a produção alcançou o primeiro lugar entre as séries mais assistidas da semana nos Estados Unidos e também conquistou o posto de maior estreia de uma nova série na TV a cabo desde 2023.

Grande parte desse desempenho pode ser explicada pela enorme popularidade de Beth e Rip, considerados por muitos fãs o casal mais icônico de todo o universo criado por Taylor Sheridan. Nas redes sociais e fóruns dedicados à franquia, a expectativa pela nova fase dos personagens já era enorme antes mesmo da estreia.

Além do retorno dos protagonistas, a série também conta com nomes de peso como Ed Harris e Annette Bening no elenco, ampliando ainda mais a escala da produção.

Com apenas alguns episódios exibidos, Rancho Dutton já se consolidou como um dos maiores lançamentos televisivos de 2026 e reforça o domínio da franquia Yellowstone no streaming. Se o ritmo continuar o mesmo, tudo indica que Beth e Rip estão longe de encerrar sua jornada e o império dos Dutton continua mais vivo do que nunca.


Fonte: Jovem Pan

Espanha, França e Dinamarca se classificam para a Copa do Mundo no Brasil

A Espanha goleou a Islândia por 6 a 1 nesta terça-feira (9) e garantiu a classificação para a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil, onde defenderá o título conquistado há três anos na Austrália e na Nova Zelândia. Os gols de Vicky López (5′ e 50′), Edna Imade (37′), Salma Paralluelo (45′), Claudia Pina (68′) e Aitana Bonmatí (84′) garantiram para a seleção espanhola a liderança do Grupo A3 das eliminatórias, a única posição da chave que assegura uma vaga direta no Mundial.

A Espanha consolidou a liderança que havia assumido na última sexta-feira (05) ao golear por 4 a 0 a Inglaterra, segunda colocada do grupo, que terá agora de disputar uma repescagem para garantir sua vaga no Brasil.

‘La Roja’, que dependia apenas de si mesma após a vitória sobre as campeãs europeias na semana passada, precisava igualar ou superar o resultado obtido pela Inglaterra para se classificar para o Mundial. A Islândia, que teve Linda Boama marcando seu único gol do jogo (58′), também disputará a repescagem após terminar em terceiro lugar no grupo, à frente da Ucrânia.

A França também se classificou nesta terça-feira, ao vencer a Irlanda por 1 a 0 em Grenoble. A seleção francesa terminou na liderança de seu grupo nas Eliminatórias (A2), à frente dos Países Baixos.

Quem também garantiu vaga foi a Dinamarcar, que ficou com a vaga no Grupo 1 após golear a Sérvia por 4 a 1, fora, e chegou aos 14 pontos, cinco à frente da Itália, que empatou em 2 a 2 com a Suécia.

Também já estão garantidas, além do Brasil:

Alemanh

Argentina

Colômbia

Nova Zelândia

Austrália

China

Coreia do Norte

Coreia do Sul

Filipinas

Japão

*Com informações da AFP


Fonte: Jovem Pan

Grupo G da Copa do Mundo: seleções, convocados, jogos e horários

A Copa do Mundo de 2026 inicia oficialmente em 11 de junho, com a Cerimônia de Abertura no Estádio Azteca, na Cidade do México, antes da partida entre a seleção mexicana e sul-africana. Já os dois primeiros confrontos do Grupo G (composto por Bélgica, Egito, Nova Zelândia e Irã) estão agendados para 15 de junho.

Bélgica

O técnico belga, Rudi Garcia, divulgou em 15 de maio a lista dos 26 convocados com a presença de veteranos, como Thibaut Courtois, Kevin de Bruyne e Romelu Lukaku.

Goleiros

Thibaut Courtois

Senne Lammens

Mike Penders

Defensores

Zeno Debast

Arthur Theate

Brandon Mechele

Maxim de Cuyper

Thomas Meunier

Koni de Winter

Joaquin Seys

Thimothy Castagne

Nathan Ngoy

Meio-campista

Axel Witsel

Kevin de Bruyne

Youri Tielemans

Diego Moreira

Hans Vanaken

Alexis Saelemaekers

Nicolas Raskin

Amadou Onana

Atacantes

Romelu Lukaku

Leandro Trossard

Jeremy Doku

Dodi Lukebakio

Charles de Ketelaere

Matias Fernandez-Pardo

Egito

A relação dos egípcios convocados para a Copa do Mundo foi divulgada em 20 de maio. O principal destaque do plantel do Egito é Mohamed Salah, que disputará o segundo Mundial da carreira.

Goleiros

Mohamed Elshenawy

Mahdy Soliman

Mostafa Shoubir

Mohamed Alaa

Defensores

Yasser Ibrahim

Mohamed Hany

Hossam Abdelmaguid

Ramy Rabia

Mohamed Abdelmoneim

Ahamed Fatouh

Karim Hafez

Tarek Alaa

Meio-campistas

Emam Ashou

Mostafa Zico

Hamdy Fathy

Mohanad Lashin

Nabil Donga

Marawan Attia

Mahamoud Saber

Atacantes

Trezeguet

Hamza Abdelkarim

Mohamed Salah, Haissem Hassan, Ibrahim Adel, Omar Marmoush e Zizo.

Seleção da Nova Zelândia

Fora da Copa do Mundo desde 2010, a seleção neozelandesa contará com dois jogadores que estiveram no Mundial da África do Sul: Chris Wood e Tommy Smith. O esquadrão da Nova Zelândia foi conhecido em 14 de maio.

Goleiros

Max Crocombe

Alex Paulsen

Michael Woud

Defensonres

Tim Payne

Francis de Vries

Tyler Bindon

Michael Boxall

Liberato Cacace

Nando Pijnaker

Finn Surman

Callan Elliot

Tommy Smith

Meio-campistas

Joe Bell

Matthew Garbet

Marko Stamenic

Sarpreet Singh

Elijah Just

Alex Rufer

Ben Old

Callum McCowatt

Ryan Thomas

Lachlan Bayliss

Atacantes

Chris Wood

Kosta Barbarouses

Ben Waine

Jesse Randall

Seleção do Irã

Sem Sardar Azmoun, a lista final de convocados do Irã foi anunciada na segunda-feira (1º). Em março, o terceiro maior artilheiro da seleção iraniana foi alvo de críticas por aparecer em foto ao lado do primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos, país aliado dos Estados Unidos. Apesar de o treinador Amir Ghalenoei garantir que a escolha dos 26 nomes se baseou em critérios técnicos, há suspeita de que o jogador ficou fora do plantel por motivos políticos. Ali Gholizadeh também não foi chamado por causa de uma ruptura de ligamento no joelho.

Goleiros

Alireza Beiranvand

Payam Niazmand

Hossein Hosseini

Defensores

Saleh Hardani

Ehsan Hajisafi

Shoja Khalilzadeh

Milad Mohammadi

Hossein Kanani

Arya Yousefi

Ali Nemati

Ramin Rezaeian

Danial IRI

Meio-campistas

Saeid Ezatolahi

Alireza Jahanbakhsh

Mohammad Mohebbi

Saman Ghoddos

Roozbeh Cheshmi

Mehdi Torabi

Mohammad Ghorbani

Amirmohammad Razaghinia

Atacantes

Mehdi Taremi

Mehdi Ghayedi

Ali Aliopour

Amirhossein Hosseinzadeh

Shahriyar Moghanloo e Dennis Dargahi.

Confira os jogos

15 de junho

16h: Bélgica x Egito – Estádio de Seattle, nos Estados Unidos

22h: Irã x Nova Zelândia – Estádio de Los Angeles, nos Estados Unidos

21 de junho

16h: Bélgica x Irã – Estádio de Los Angeles, nos Estados Unidos

22h: Nova Zelândia x Egito – BC Place de Vancouver, no Canadá

27 de junho

Meia-noite: Nova Zelândia x Bélgica – BC Place de Vancouver, no Canad

Meia-noite: Egito x Irã – Estádio de Seattle, nos Estados Unidos


Fonte: Jovem Pan

Grupo H da Copa do Mundo: seleções, convocados, jogos e horários

O Grupo H da da Copa do Mundo de 2026 é composto pela Espanha, Uruguai, bicampeão mundial, Arábia Saudita e Cabo Verde, que participa pela primeira vez da competição.

Confira os times que disputam o grupo H

Espanha

UEFA Nations League semi-final entre Espanha e França │EFE/EPA/ANNA SZILAGYI

Goleiros:

Unai Simón (Athletic Bilbao)

David Raya (Arsenal)

Joan García (Barcelona)

Defensores:

Marcos Llorente (Atlético de Madrid)

Marc Pubill (Atlético de Madrid)

Pedro Porro (Tottenham)

Aymeric Laporte (Athletic Bilbao)

Eric García (Barcelona)

Pau Cubarsí (Barcelona)

Marc Cucurella (Chelsea)

Alejandro Grimaldo (Bayer Leverkusen)

Meio-campistas:

Rodri (Manchester City)

Martin Zubimendi (Real Sociedad)

Mikel Merino (Arsenal)

Pedri (Barcelona)

Gavi (Barcelona)

Fabián Ruiz (PSG)

Álex Baena (Atlético de Madrid)

Atacantes:

Yeremy Pino (Crystal Palace)

Victor Muñoz (Osasuna)

Mikel Oyarzabal (Real Sociedad)

Ferran Torres (Barcelona)

Lamine Yamal (Barcelona)

Dani Olmo (Barcelona)

Nico Williams (Athletic Bilbao)

Borja Iglesias (Celta de Vigo)

Uruguai

Seleção do Uruguai em amistoso contra os Estados Unidos │Rich Storry / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

Goleiros:

Sergio Rochet (Internacional)

Fernando Muslera (Estudiantes-ARG)

Santiago Mele (Monterrey-MEX)

Defensores:

Guillermo Varela (Flamengo)

Maxi Araújo (Sporting-POR)

José María Giménez (Atlético de Madrid-ESP)

Ronald Araújo (Barcelona-ESP)

Mathias Oliveira (Napoli-ITA)

Santiago Bueno (Wolverhampton-ING)

Sebastián Cáceres (América-MEX)

Jorge Piquerez (Palmeiras)

Matías Vinã (River Plate-ARG)

Meio-campistas:

Manuel Ugarte (Manchester United-ING)

Emiliano Martínez (Palmeiras)

Rodrigo Bentancur (Tottenham-ING)

Federico Valverde (Real Madrid-ESP)

Juan Sanabria (Real Salt Lake-EUA)

De La Cruz (Flamengo)

Giorgian De Arrascaeta (Flamengo)

Rodrigo Salazar (Sporting Braga-POR)

Atacantes:

Brian Rodríguez (América-MEX)

Agustín Canobbio (Fluminense)

Facundo Pellistri (Panathinaikos-GRE)

Federico Viñas (Real Oviedo-ESP)

Rodrigo Aguirre (Tigres-MEX)

Darwin Nuñez (Al-Hilal-KSA)

Arábia Saudita

Waheb Saleh, atacante da Arábia Saudita durante as qualificatórias para a Copa do Mundo 2026 │Abdel Ghani BASHIR / AFP

Goleiros:

Ahmed Al Kassar (Al-Qadsiah)

Mohammed Al Owais (Al-Ula)

Nawaf Al Aqidi (Al-Nassr)

Defensores:

Saud Abdulhamid (Lens)

Mohammed Abu Al Shamat (Al-Qadsiah)

Khalid Al Ghannam (Al-Ettifaq)

Moteb Al Harbi (Al-Hilal)

Abdulelah Al Amri (Al-Nassr)

Nawaf Boushal (Al-Nassr)

Hassan Kadesh (Al-Ittihad)

Ali Lajami (Al-Hilal)

Ali Majrashi (Al-Ahli)

Hassan Tambakti (Al-Ahli)

Jehad Thikri (Al-Qadsiah)

Meio-campistas:

Nasser Al Dawsari (Al-Hilal)

Alaa Al Hajji (Neom)

Ziyad Al Johani (Al-Ahli)

Musab Al Juwayr (Al-Qadsiah)

Abdullah Al Khaibari (Al Nassr)

Mohammed Kanno (Al-Hilal)

Sultan Mandash (Al Hilal)

Ayman Yahya (Al-Nassr)

Atacantes:

Feras Al Brikan (Al-Ahli)

Salem Al Dawsari (Al-Hilal)

Abdullah Al Hamdan (Al-Nassr)

Saleh Al Shehri (Al-Ittihad)

Cabo Verde

Cabo Verde garante vaga inédita na Copa do Mundo 2026 │Reprodução / Instagram

Goleiros:

Josimar Dias (Vozinha)

Márcio da Rosa (Montana)

Carlos Santos (San Diego FC)

Defensores:

Steven Moreira (Columbus Crew)

Wagner Pina (Trabzonspor)

Sidny Cabral (Benfica)

Logan Costa (FC Villarreal)

Roberto Lopes “Pico”(Shamrock Rovers)

Kelvin Pires (SJK Seinäjoki)

Ianique Tavares (SC União Torreense) 

Edilson Borges “Diney”(Al-Bataeh CSC)

Meio-campistas:

Jamiro Monteiro (PEC Zwolle)

Deroy Duarte (Ludogorets Razgrad)

Kevin Pina (FK Krasnodar)

Laros Duarte (Puskás Akadémia FC)

Telmo Arcanjo (Vitória Sport Clube)

Yannick Semedo (SC Farense)

João Paulo Fernandes (FCSB)

Atacantes:

Garry Rodrigues (Apollon Limassol)

Jovane Cabral (CF Estrela Amadora)

Ryan Mendes  (Igdir FK)

Nuno da Costa (Basaksehir FK)

Dailon Livramento (Casa Pia AC)

Gilson Benchimol (Akron Togliatti)

Willy Semedo (Omónia Nicósia)

Hélio Varela (Maccabi Tel Aviv)

Confira os jogos do grupo H

15 de junho de 2026 

Espanha x Cabo Verde – 13h00

Arábia Saudita x Uruguai – 19h00

21 de junho de 2026 

Espanha x Arábia Saudita – 13h00

Uruguai x Cabo Verde – 19h00

26 de junho de 2026 

Cabo Verde x Arábia Saudita – 21h

Uruguai x Espanha – 21h


Fonte: Jovem Pan