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PE: Raquel Lyra empata na estimulada, alcança 57% na espontânea e tem metade da rejeição de João Campos

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Uma nova rodada de pesquisas em Pernambuco, realizada entre 24 e 30 de março com 2.010 eleitores, mostra a governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) empatados, ambos com 35,4% das intenções de voto.
Na sequência aparecem Anderson Ferreira, com 5,3%, Ivan Moraes, com 3,5%, Gilson Machado, com 3,2%, Eduardo Moura, com 2,5%, e Alfredo Gomes, com 0,2%.
O quadro muda quando o eleitor responde sem lista de nomes à frente. Na pesquisa espontânea, a governadora tem 57,5% e João Campos 39,2%.
A diferença de 18 pontos percentuais entre os dois formatos indica que a transferência do capital político de Campos da prefeitura do Recife para o palanque estadual ainda não se consolidou no eleitorado mais amplo de Pernambuco.
A rejeição ao ex-prefeito é maior entre os prováveis candidatos, alcançando 30,1%, enquanto a rejeição à governadora é de 19,1%.
Já o índice de aprovação da governadora Raquel Lyra é de 61,3% e a desaprovação é de 38,7%. Seu governo é considerado ótimo por 28,2% e bom por 20,2%, enquanto 12,8% classificam como ruim e 12,3% como péssimo.
O patamar de aprovação supera o do presidente Lula no próprio estado, onde o petista registra aprovação de 51,5% e reprovação de 48,5% na mesma pesquisa.
A pesquisa, de autoria do Instituto Veritá, tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrada no TSE sob o protocolo BR-04215/2026.


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Trump parabeniza astronautas da Artemis II: ‘Vocês fizeram história’

O presidente Donald Trump parabenizou nesta segunda-feira (6) os astronautas da Artemis II que sobrevoaram a Lua durante uma chamada com o grupo, na qual disse a eles que fizeram “história”.
“São pioneiros modernos, todos vocês”, afirmou Trump antes de iniciar uma conversa com os tripulantes, três americanos e um canadense, que estão em uma missão histórica de 10 dias ao redor do satélite natural da Terra.
“Vocês têm muita coragem para fazer o que estão fazendo”, declarou o presidente aos astronautas. “Vocês fizeram história e fizeram com que todos os Estados Unidos se sintam orgulhosos.”
Retorno à Terra
Os astronautas da missão Artemis II concluíram o sobrevoo da Lua e iniciaram nesta terça-feira (7) a viagem de retorno à Terra, após a observação de partes pouco conhecidas do satélite até agora.
Por cerca de 40 minutos, os tripulantes da nave Orion – Christina Koch, Victor Glover, Reid Wiseman e Jeremy Hansen – ficaram sem qualquer tipo de contato com a Terra ao passarem por trás do satélite natural. Nesse momento, puderam ver tanto o ocaso como o nascer da Terra.
“É maravilhoso escutar novamente a Terra”, afirmou Cristina Koch quando a conexão foi retomada.
“Sempre vamos escolher a Terra. Sempre vamos escolher uns aos outros”, disse Koch, em suas primeiras declarações após o corte de sinal.
Pouco depois do início da viagem de retorno à Terra, que levará cerca de quatro dias, os astronautas observaram um eclipse solar.
Na segunda-feira, a equipe da Artemis II bateu o recorde de 400.171 km de distância da Terra, estabelecido pela missão Apollo 13 na década de 1970. A missão atual superou a marca anterior, alcançando 406.771 km de distância.
*AFP


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Duelo entre Brasil e Uruguai que terminou em pancadaria faz cinquenta anos

A imagem de Rivellino correndo de Ramirez e depois caindo na escada do Maracanã dá o tom da rivalidade entre as seleções de Brasil e Uruguai nos anos setenta. As duas equipes entraram em campo no dia 28 de abril de 1976 pela Taça do Atlântico, torneio tradicional da época e que também envolvia Argentina e Paraguai.
O time nacional, comandado por Oswaldo Brandão, terminou o primeiro tempo perdendo por 1 a 0, gol de Torres. Mas, na etapa final, o Brasil conseguiu a virada: Rivellino, em um chute de fora da área, e Zico, de pênalti. Entretanto, a rivalidade entre as duas seleções aflorou como nunca. O “galinho de quintino” sofreu uma falta do lateral direito Ramirez, na entrada da área. No meio da discussão entre os jogadores, Rivellino deu um soco no adversário, mas a confusão foi contornada. 
Assim que o árbitro Romualdo Arppi Filho encerrou o jogo, Riva foi saindo calmamente do gramado. De repente, Ramirez começou a correr em direção a ele. Alertado por um repórter, o atleta brasileiro partiu rumo às escadas que davam em direção ao vestiário e escorregou. No entanto, conseguiu escapar da pancadaria que continuou no gramado. 
Um integrante da delegação uruguaia, de terno e gravata, perdeu os óculos ao trocar socos durante a confusão. O Jornal dos Sports estampou em manchete: “Brasil venceu na bola. Uruguai apelou”. A reportagem destacava: “No final do jogo, depois que Marco Antônio carimbou a trave de Corbo – outro destaque – Ramirez perseguiu Rivellino e deu início a um tremendo sururu, que envolveu todos os jogadores, os reservas e até mesmo os repórteres em campo. E mais uma vez os uruguaios sentiram na carne que já vai longe o tempo em que o Brasil se preocupava apenas com o futebol. Nossa seleção ganhou no jogo e na pancada, com destaque para Orlando, Chicão e Gol, os que mais bateram.”
O jogo é mais lembrado pela confusão no Maracanã do que pela boa vitória da seleção brasileira sobre os rivais.
BRASIL 2 x 1 URUGUAI – MARACANÃ – 28.04.1976
BRASIL: Jairo; Toninho (Orlando), Miguel, Amaral e Marco Antônio; Chicão, Zico e Rivellino; Gil, Enéas (Roberto Dinamite) e Lula.
Técnico: Oswaldo Brandão.
URUGUAI: Corbo; Washington González, De Los Santos, Chagas e Ramírez; Acosta, Dario Pereyra e Jiménez; Rudy Rodríguez (Revetria), Fernando Morena e Daniel Torres (Manuel Keosseián).
Técnico: José Rodríguez.
Árbitro: Romualdo Arppi Filho (Brasil).
Gols: Torres (15) no primeiro tempo. Rivellino (9) e Zico (27) no segundo tempo.
Expulsão: Manuel Keosseián
Competição: Taça do Atlântico e Copa Rio Branco.
Público: 62.672 pagantes.


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Qual a diferença exata entre polimento, cristalização e vitrificação da pintura do carro?

O sistema de pintura de um veículo é composto por três camadas principais ancoradas sobre a chapa de aço: primer, base de cor e verniz incolor. É o verniz que sofre o impacto direto da radiação UV, chuva ácida, seiva de árvores e atrito aerodinâmico,. Quando a superfície perde o brilho original, o mercado de detalhamento automotivo oferece diferentes intervenções corretivas e protetivas, o que gera confusão sobre a indicação técnica de cada procedimento. A escolha incorreta do tratamento pode resultar no desgaste prematuro da proteção de fábrica e expor a carroceria à oxidação severa.
Espessura de fábrica e o limite de desbaste da pintura
A linha de montagem automotiva trabalha com tolerâncias milimétricas na aplicação do revestimento externo. A espessura total da pintura original de um veículo padrão varia entre 100 e 200 mícrons (μm). Desse total, a camada de verniz transparente representa apenas de 30 a 60 mícrons — dimensão física muitas vezes equivalente à espessura de um único fio de cabelo humano.
Profissionais de estética automotiva utilizam um medidor de espessura digital (espessímetro) para aferir a integridade dessa camada antes de ligar as máquinas. Leituras globais abaixo de 80 mícrons indicam que o verniz está criticamente fino, proibindo qualquer intervenção abrasiva. A remoção excessiva dessa proteção elimina a barreira contra os raios solares, causando o craquelamento e a descamação acelerada da lataria, o que exige a repintura completa da peça afetada.
Sintomas de contaminação e fadiga da camada protetora
Antes de autorizar o tipo de intervenção, é necessário diagnosticar as falhas presentes na superfície. O verniz automotivo manifesta degradação estrutural por meio de falhas visuais e táteis na lataria.
O primeiro estágio de fadiga é a perda de hidrofobia, quando a água da chuva deixa de formar gotas esféricas e passa a escorrer de forma irregular, criando poças achatadas na pintura. Em seguida, surgem as marcas de teia de aranha (swirls), que são micro-riscos circulares causados por lavagens incorretas com buchas ou panos contaminados por poeira abrasiva. A exposição contínua ao sol sem proteção química gera a oxidação severa, deixando a cor original com aspecto leitoso e opaco. O surgimento de manchas esbranquiçadas sólidas indica que o verniz já foi rompido em definitivo, expondo a tinta base à degradação climática.
Protocolo técnico para o tratamento e selagem da lataria
A recuperação da superfície exige o cumprimento de etapas rigorosas dentro da oficina especializada. A aplicação de qualquer vitrificador ou selante sobre uma pintura não tratada sela as contaminações e atua como uma lente de aumento, evidenciando todos os defeitos visuais prévios.
1. Polimento técnico (correção por microabrasão)
Este é um procedimento estritamente corretivo e destrutivo. O profissional utiliza uma politriz rotativa ou roto-orbital combinada com boinas específicas e compostos de corte, refino e lustro,. A fricção mecânica remove uma fina camada do verniz original para nivelar a superfície e eliminar os riscos profundos, oxidações e marcas calcárias de chuva ácida,. Por desgastar a pintura fisicamente, o polimento não deve ser feito de forma rotineira, limitando-se a três ou quatro intervenções ao longo de toda a vida útil do automóvel. O polimento não oferece proteção química autônoma; ele apenas prepara e nivela a chapa para receber a selagem.
2. Cristalização (selagem sintética de médio prazo)
Também conhecida comercialmente como espelhamento, a cristalização é uma etapa puramente protetiva aplicada após a correção do verniz. O processo utiliza resinas ou ceras sintéticas enriquecidas com polímeros. O produto preenche as microporosidades da pintura, nivelando a refração da luz e entregando um brilho intenso e espelhado,. A cristalização cria uma barreira química que repele água e evita a aderência de partículas de asfalto e fuligem de freio, mas possui baixa resistência contra atritos físicos.
3. Vitrificação (revestimento cerâmico de alta dureza)
A vitrificação é a tecnologia de proteção máxima disponível hoje no detalhamento automotivo de alta performance. O produto é um revestimento líquido formulado à base de sílica (vidro líquido) ou nanocerâmica,. Ao entrar em contato com o oxigênio e a umidade, a resina cura e forma uma película rígida de sacrifício sobre o verniz original. Diversas formulações atingem o grau de dureza 9H na escala de lápis, oferecendo altíssima resistência química contra micro-riscos de lavagem, acidez de fezes de pássaros e seiva vegetal agressiva. Diferente das ceras comuns, o vitrificador ancora-se molecularmente na pintura, não sendo removido com lavagens ácidas ou alcalinas.
Ciclo de vida dos produtos e tabela de custos nas estéticas
O orçamento para o detalhamento automotivo varia conforme a metragem quadrada da carroceria (hatch, sedã ou picape), a gravidade dos defeitos acumulados e a tecnologia química empregada no frasco do revestimento,. O serviço exige que o veículo permaneça no box climatizado da oficina de dois a três dias, respeitando o tempo de cura exato dos compostos.

Polimento comercial e técnico: O custo inicial de mão de obra fica entre R$ 250 e R$ 800 no mercado brasileiro. O resultado visual limpo dura apenas até a primeira lavagem agressiva caso a pintura não receba a aplicação imediata de um protetor.
Cristalização automotiva: O serviço completo, que engloba a lavagem técnica, a descontaminação de pintura, o polimento de lustro e a aplicação do selante, custa de R$ 300 a R$ 1.000. A proteção química tem vida útil comprovada entre 3 e 6 meses, exigindo reaplicações anuais,.
Vitrificação de pintura: O pacote premium exige alto rigor clínico do aplicador. Produtos de entrada com garantia e durabilidade de 1 ano partem de R$ 800 a R$ 1.500,. Por outro lado, resinas cerâmicas de alta performance, projetadas pela engenharia química para resistir de 3 a 5 anos, elevam o orçamento para a faixa de R$ 3.000 a R$ 5.000.

A negligência na manutenção preventiva do verniz reduz de forma irreversível a vida útil da chapa metálica. Deixar a carroceria desprotegida contra intempéries acelera o ressecamento da pintura sob a radiação solar e permite que os contaminantes perfurem o esquema de pintura original. Uma vez que o verniz colapsa, a umidade infiltra diretamente na base de aço, iniciando um processo de corrosão e ferrugem irrefreável. Esse cenário compromete a integridade estrutural dos painéis de estamparia e deprecia drasticamente o valor comercial do automóvel no momento da revenda. Manter o verniz selado não é um capricho estético, mas o procedimento mecânico primário para a conservação do patrimônio rodoviário.
Fontes Consultadas

l2wauto.com.br
globo.com
kmabrasil.com.br
youtube.com
vonixx.com.br
birdsesteticautomotiva.com.br
martelinho.net
esteticaautomotivacuritiba.com.br
atosprotecaoveicular.com.br
icarros.com.br
lincolnesteticaautomotiva.com


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Análise do limite de dedução com despesas de educação no Imposto de Renda 2026

A declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) permite que contribuintes que optam pelo modelo completo utilizem despesas específicas para reduzir a base de cálculo do imposto devido. Entre as deduções mais relevantes estão os gastos com educação, que possuem regras rígidas de elegibilidade e um teto financeiro pré-estabelecido pela Receita Federal. Compreender a mecânica desse benefício é essencial para o planejamento tributário das famílias brasileiras, especialmente em um cenário de custos educacionais crescentes.
O conceito e mecânica da dedução educacional
A dedução de despesas com educação funciona como um incentivo fiscal destinado a reduzir a carga tributária sobre os investimentos no ensino regular. Para usufruir deste benefício, o contribuinte deve, obrigatoriamente, optar pelo regime de Deduções Legais (Modelo Completo) no momento do envio da declaração. No modelo simplificado, aplica-se um desconto padrão de 20% sobre os rendimentos tributáveis, o que substitui qualquer dedução específica, incluindo saúde e educação.
O cálculo da dedução não é realizado sobre o valor total pago às instituições de ensino, mas sim limitado a um teto individual. Isso significa que, independentemente de o contribuinte gastar valores superiores ao limite estabelecido, o abatimento na base de cálculo do imposto restringir-se-á ao valor máximo fixado pela legislação vigente. É fundamental diferenciar o valor declarado (o total pago, que deve ser informado integralmente para fins de cruzamento de dados) do valor deduzido (o montante que efetivamente reduz o imposto).
As despesas podem ser referentes à educação do próprio contribuinte, de seus dependentes incluídos na declaração ou de alimentandos (em casos de pagamento de pensão alimentícia judicial ou por escritura pública que preveja custos educacionais).
Fatores de influência e elegibilidade
Para determinar qual o limite de dedução com despesas de educação no imposto de renda 2026 e sua aplicabilidade, é necessário analisar o enquadramento da despesa segundo a Lei nº 9.250/1995 e as instruções normativas da Receita Federal. Nem todo gasto educacional é passível de abatimento.
Os critérios de elegibilidade dividem-se em categorias aceitas e rejeitadas pelo fisco:

Despesas Dedutíveis (Ensino Regular):
Educação Infantil (creches e pré-escolas).
Ensino Fundamental e Médio.
Educação Superior (Graduação e Pós-graduação, incluindo mestrado, doutorado e especialização).
Ensino Técnico e Tecnológico.
Despesas Não Dedutíveis:
Cursos de idiomas, música, dança ou esportes (exceto se integrarem a grade curricular da escola regular).
Cursos preparatórios para vestibulares ou concursos (cursinhos).
Material escolar, transporte e alimentação.
Aquisição de tablets, computadores ou uniformes.

A legislação tributária brasileira não prevê indexação automática desse limite pela inflação. Portanto, o valor do teto pode permanecer congelado por longos períodos, resultando em uma defasagem em relação aos custos reais da educação privada no Brasil.
Cenário atual e valores para o exercício 2026
Ao analisar o cenário fiscal para o exercício de 2026 (referente ao ano-calendário 2025), o contribuinte deve atentar-se ao valor estipulado pela legislação. Historicamente, e mantido nas últimas atualizações até o fechamento deste ciclo de análise, o limite individual anual para dedução de despesas com instrução é de R$ 3.561,50 por beneficiário (contribuinte, dependente ou alimentando).
Embora tenha havido atualizações na tabela progressiva do Imposto de Renda (como as promovidas pela Lei 14.663/2023, que alterou as faixas de isenção), o teto específico para gastos educacionais não sofreu reajuste proporcional nos últimos anos.
Pontos críticos para o planejamento de 2026:

Limite Global vs. Individual: O limite de R$ 3.561,50 aplica-se por pessoa. Se um contribuinte possui dois filhos em escola particular, ele poderá deduzir até R$ 7.123,00 (sendo R$ 3.561,50 para cada um), desde que comprove as despesas.
Excedente: Todo valor pago acima desse teto deve ser declarado na ficha de “Pagamentos Efetuados” para justificar a variação patrimonial e o fluxo de caixa, mas não gerará restituição adicional nem reduzirá o imposto a pagar além do limite.
Pensão Alimentícia: No caso de alimentandos, se a decisão judicial determinar o pagamento da escola, o valor pode ser deduzido como despesa de instrução (respeitando o limite) ou como pensão alimentícia (neste caso, sem limite de valor, mas seguindo regras específicas de lançamento).

Perguntas frequentes
Abaixo, esclarecemos as dúvidas mais comuns sobre a dedução de educação no IR.

Cursos no exterior podem ser deduzidos?
Sim. Pagamentos a instituições de ensino no exterior são dedutíveis, desde que se enquadrem nas categorias de ensino regular (médio, superior, pós-graduação) e sejam devidamente comprovados com documentação traduzida, se exigido pela Receita. O limite de valor permanece o mesmo.
Posso deduzir o valor da matrícula?
Sim. A matrícula e as mensalidades são consideradas despesas com instrução. Taxas extras para material didático ou uso da biblioteca cobradas à parte geralmente não são dedutíveis.
Se eu gastar menos que o limite, posso usar a diferença para outro dependente?
Não. O limite é individual e intransferível. Se a despesa com um dependente foi de R$ 2.000,00, a dedução será de apenas R$ 2.000,00. A “sobra” do limite não pode ser transferida para outro dependente que gastou R$ 5.000,00.
O material escolar entra na dedução?
Não. Gastos com livros, apostilas (mesmo que da própria escola), uniformes e transporte escolar não são dedutíveis.

A compreensão exata de qual o limite de dedução com despesas de educação no imposto de renda 2026 permite ao contribuinte avaliar com precisão se vale a pena optar pelo modelo completo de tributação. Embora o teto de R$ 3.561,50 esteja defasado em relação à inflação acumulada do setor de serviços educacionais, ele ainda representa uma ferramenta importante de recuperação fiscal para famílias com múltiplos dependentes no ensino privado. Recomenda-se sempre a organização antecipada dos recibos e a consulta à legislação vigente no momento da entrega, visto que normas tributárias podem sofrer alterações.
Disclaimer: As informações contidas neste artigo têm caráter informativo e baseiam-se na legislação vigente até a data da publicação. Regras tributárias estão sujeitas a alterações legislativas. Recomenda-se a consulta a um contador ou profissional tributarista qualificado para análise de casos específicos.


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Relator da CPI do Crime diz ter protocolado pedido de prorrogação dos trabalhos

Relator pede prorrogação da CPI do Crime Organizado
O relator da CPI do Crime Organizado no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), informou nesta segunda-feira (6) que protocolou um pedido de prorrogação dos trabalhos do colegiado por mais 60 dias.
Instalada em novembro do ano passado para apurar a atuação de organizações criminosas, a comissão tem, atualmente, prazo final no próximo dia 14 de abril.
O pedido de prorrogação, segundo Vieira, foi assinado por 28 senadores e será analisado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Recentemente, Alcolumbre se posicionou contra a prorrogação da CPMI do INSS.
O relator afirma que o colegiado reuniu um “volume monumental” de documentos para analisar e que é necessário mais tempo para cruzar os dados coletados e ouvir investigados e testemunhas.
Vieira argumenta também que a comissão ainda não teve prazo suficiente para concluir um diagnóstico sobre a atuação de facções e milícias em diferentes estados do país. O relator quer ouvir ainda governadores e secretários de segurança de diferentes regiões.
“O encerramento prematuro desta CPI representaria não apenas um retrocesso inaceitável na elucidação completa da infiltração do crime organizado nos mais diferentes domínios da economia brasileira, mas também um prejuízo incalculável ao interesse público”, diz Vieira.
Entre os parlamentares que assinaram o pedido de prorrogação, está o presidente do colegiado, Fabiano Contarato (PT-ES), que agendou para esta semana os seguintes depoimentos:
terça-feira (7): Ibaneis Rocha (MDB), ex-governador do Distrito Federal, citado em investigações sobre o Banco Master; e André Garcia, secretário de Políticas Penais do Ministério da Justiça.
quarta-feira (8): Roberto Campos Neto e Gabriel Galípolo, o ex e o atual presidente do Banco Central, respectivamente.
Senador Alessandro Vieira (MDB-SE).
Ascom


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Beneficiários de programas sociais sem cadastro biométrico ganham mais prazo para fazer nova identidade

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) informou nesta segunda-feira (6) que foi estabelecido um novo cronograma para o uso das bases biométricas na concessão ou renovação de benefícios sociais.
De acordo com a pasta, os beneficiários de programas sociais que ainda não têm nenhum cadastro biométrico terão de emitir a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) até janeiro de 2027.
Já quem é beneficiário ou tem cadastro biométrico do Tribunal Superior Eleitoral ou da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou passaporte, a CIN só passará a ser obrigatória em janeiro de 2028.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
➡️Antes da mudança, as pessoas que buscassem um benefício poderiam ser impactadas a partir de maio deste ano.
Segundo o governo, a mudança serve para que os cidadãos tenham mais tempo para fazer o cadastro biométrico de forma gratuita a partir da CIN. Além disso, garante que nenhuma pessoa será prejudicada.
Como fazer
O primeiro passo para a emissão da carteira de identidade nacional, de acordo com o Ministério da Gestão, é acessar o gov.br/identidade, entrar no link de agendamento de seu estado e marcar a coleta da biometria.
No dia da emissão, o governo explicou que é necessário levar a certidão de nascimento ou de casamento.
Caso seja do interesse, a versão digital da CIN também possibilita a inclusão de outros documentos, como a CNH ou o título de eleitor.
Nova Carteira de Identidade Nacional.
Ascom SSP-PI


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Associações de juízes articulam obstáculo ao fim da aposentadoria compulsória como punição

Em 20 anos, 126 magistrados foram punidos com aposentadoria compulsória, diz CNJ
Às vésperas da votação, a senadora Eliziane Gama (PSB-MA), relatora da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com a aposentadoria compulsória como punição para juízes, militares e integrantes do Ministério Público, tenta driblar lobby para criar uma brecha na proposta.
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Associações que representam os juízes tentam condicionar a perda do cargo à decisão judicial transitada em julgado. Pela proposta, a punição poderá ser aplicada em casos de faltas graves que tenham sido condenadas em processos administrativos, cuja tramitação tende a ser mais rápida.
Apesar da pressão, senadores resistem em encampar a defesa, tendo em vista o ano eleitoral e o potencial desgaste com a população.
Entenda a mudança na Constituição que retirou a possibilidade de aposentadoria compulsória como punição a juízes
PGR recorre de decisão de Dino que derrubou aposentadoria compulsória como maior punição a juízes
Outra tentativa de alteração à proposta foi feita pelo ex-juiz e senador Sérgio Moro (PL-PR). Na emenda, o parlamentar restringe quais crimes poderia ser punidos com a perda do cargo, tais como corrupção, favorecimento a organizações criminosas e os cometidos com grave violência contra pessoa.
O relatório de Eliziane Gama será votado nesta quarta-feira (8) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. Ela não pretende acatar alterações porque acredita que o texto está alinhado à decisão recente do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino.
No último dia 16, o ministro definiu que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) deverá aplicar a perda de mandato como punição mais grave a violações disciplinares. No despacho, no entanto, o próprio Dino determina que, uma vez decretada a penalidade, ela precisa ser referendada pelo STF.
A PEC é de autoria de Dino, que apresentou o texto antes de ser nomeado ministro do Supremo.
“Aposentadoria se destina a assegurar dignidade ao trabalhador que, após regular cumprimento de suas obrigações laborais, deve ser transferido para a inatividade. Esse pressuposto torna inadequada a utilização do instituto da aposentadoria (ou pensão por morte ficta ou presumida) para justificar ‘aparente quebra’ de vínculo entre o Poder Público e o servidor que tenha cometido conduta grave que acarrete alto grau de desmoralização do serviço público e perda da confiança nas instituições públicas”, argumentou o então parlamentar.
Durante a leitura de seu voto, a senadora Eliziane Gama pretende elencar casos nos quais a aposentadoria compulsória aplicada como punição. Um deles é o do juiz Peter Eckschmidt, acusado desviar dinheiro de ações que julgava. Desde que se aposentou, ele vem recebendo, em média, R$ 93 mil líquidos mensais de acordo com o Portal da Transparência do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo).
Outro magistrado que deve ser citado é Orlan Donato Rocha, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5). Ele foi acusado de assédio e importunação sexual entre os anos de 2014 e 2022 contra funcionárias do seu gabinete.
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Como o helicóptero AH-64 Apache da Boeing domina o espaço aéreo em zonas de guerra

O AH-64 Apache é um helicóptero de ataque bimotor projetado para missões de alta precisão, destruição de blindados e escolta armada em ambientes hostis. Desenvolvido originalmente pela Hughes Helicopters e atualmente fabricado pela Boeing, o modelo atua como a espinha dorsal da aviação de combate do Exército dos Estados Unidos e de mais de 18 nações parceiras. Com mais de 5,3 milhões de horas de voo acumuladas desde sua introdução em 1986, a aeronave se destaca por sua capacidade de operar em qualquer condição climática, de dia ou de noite, combinando blindagem reforçada com um arsenal capaz de destruir alvos a quilômetros de distância antes mesmo de ser detectada pelo inimigo.
As especificações técnicas e a estrutura da aeronave
O design do Apache prioriza a sobrevivência da tripulação e a letalidade no campo de batalha. A cabine em formato tandem acomoda dois militares: o copiloto/atirador senta-se na parte frontal, enquanto o piloto fica na posição traseira, em um assento ligeiramente mais alto. Essa configuração permite que ambos operem a aeronave e os sistemas de armas de forma independente, caso a situação tática exija.
Equipado com dois motores turboeixo General Electric T700, a versão mais recente da frota, o AH-64E Guardian, alcança velocidades de cruzeiro superiores a 260 km/h e atinge uma velocidade máxima de 279 km/h. O helicóptero possui peso máximo de decolagem de 10.433 kg e é construído para resistir a disparos de projéteis de até 23 milímetros nas áreas críticas. As pás do rotor principal são fabricadas com materiais compostos estruturados para suportar danos severos por fogo antiaéreo e garantir o retorno seguro da tripulação à base.
Operação tática e sistemas de armamento na prática
A vantagem estratégica do Apache reside na sua eletrônica embarcada. A integração entre sensores, comunicação e poder de fogo transforma o helicóptero em uma central de comando aérea, capaz de compartilhar dados no campo de batalha e controlar veículos aéreos não tripulados (UAVs).
1. Detecção de ameaças pelo radar Longbow
O radar de controle de fogo AN/APG-78 Longbow, instalado em uma cúpula acima do mastro do rotor principal, dita a dinâmica de caça do helicóptero. Esse posicionamento permite que o Apache paire escondido atrás de árvores ou montanhas, expondo apenas o equipamento para varrer o cenário. O radar opera na faixa de ondas milimétricas e consegue detectar, localizar e classificar até 256 alvos simultaneamente, ignorando fumaça, chuva ou neblina.
2. Priorização e seleção de alvos
Em questão de segundos, os computadores de bordo processam as informações captadas e exibem no painel as 16 maiores ameaças à tripulação. A prioridade é estipulada com base no tipo de veículo inimigo — como sistemas de defesa antiaérea ou tanques pesados — e na sua proximidade. Os dados são então compartilhados em tempo real com outras aeronaves aliadas por meio do sistema de conectividade tática Link 16, evitando que dois helicópteros disparem contra o mesmo alvo.
3. Engajamento e disparo de precisão
Com o alvo travado, o atirador define a munição apropriada. Para blindados a longas distâncias (entre 8 e 12 quilômetros), o míssil AGM-114 Hellfire, guiado por laser ou radar, é acionado no modo “atire e esqueça”. Para posições de infantaria ou blindagem leve, a aeronave emprega foguetes Hydra 70 nas asas ou seu canhão M230 de 30 milímetros. Localizado na parte inferior frontal, o canhão de corrente é sincronizado ao capacete do atirador, acompanhando o movimento da cabeça do militar e apontando a arma exatamente para onde ele olha.
Aplicações militares e implantação no cenário global
Concebido como uma arma antitanque durante a Guerra Fria, o AH-64 diversificou suas funções para atender às doutrinas militares contemporâneas. Forças armadas do Reino Unido, Israel, Países Baixos, Japão e Polônia operam a plataforma sob diferentes frentes operacionais:

Apoio aéreo aproximado: Oferece cobertura contínua a tropas de infantaria no solo durante avanços territoriais ou em rotas de extração, papel desempenhado massivamente nas operações do Afeganistão e do Iraque.
Defesa anti-drone (Counter-UAS): Para lidar com a ameaça crescente dos enxames de drones comerciais armados, o Exército dos EUA confirmou, no início de 2026, a adoção da munição XM1225 APEX de 30 mm com espoleta de proximidade. O projétil detona no ar perto do alvo, criando uma nuvem de fragmentação letal contra pequenos veículos não tripulados, configurando uma solução de baixo custo se comparada ao disparo de mísseis convencionais.
Segurança naval e litorânea: Utilizando sensores atualizados, o helicóptero rastreia ameaças navais e intercepta pequenos barcos de ataque rápido em áreas portuárias e missões marítimas.
Reconhecimento armado: Coleta informações topográficas e monitora movimentações de tropas através de seus sistemas térmicos (FLIR) e de visão noturna (PNVS), enviando coordenadas de ataque diretas para unidades de artilharia pesada terrestre.

Dúvidas frequentes sobre as operações da aeronave
Qual é a autonomia de voo e o alcance do helicóptero Apache?
O AH-64 possui uma autonomia operacional baseada em três horas e nove minutos contínuos, com um raio de combate padrão ajustado ao peso da carga. Em missões de traslado longo, utilizando tanques de combustível externos fixados nas asas, a aeronave atinge um alcance máximo de aproximadamente 1.900 quilômetros (ferry range).
Quantas munições o AH-64 Apache consegue carregar de uma só vez?
No seu limite de capacidade bélica antitanque, a aeronave decola portando 16 mísseis Hellfire nos pilones externos e carrega até 1.200 cartuchos de munição para o canhão de 30 milímetros, que dispara a uma taxa de 625 tiros por minuto. Parte dos mísseis também pode ser substituída por casulos que abrigam um total de 76 foguetes não guiados de 70 milímetros.
Como o helicóptero se defende de ataques inimigos?
Para assegurar sua viabilidade no espaço aéreo, o modelo conta com uma suíte de contramedidas eletrônicas de defesa (Defensive Aid Suite). O pacote engloba receptores de alerta de radar inimigo, sistemas de alerta de aproximação de mísseis (MAW) e de alerta de laser (LWS). Ao rastrear um lançamento inimigo, o sistema age ejetando iscas térmicas (“flares”) para despistar mísseis guiados por calor e palhas metálicas (“chaffs”) para confundir radares inimigos de superfície.
A rápida incorporação de tecnologia garante a longevidade tática do projeto em campos de batalha moldados por sistemas autônomos. Com o desenvolvimento da versão de software V6.5 e a introdução de testes para radares multifuncionais AESA — montados diretamente nos pilones de armamento em meados de 2026 —, a plataforma da Boeing amplia sua consciência situacional e capacidade de interceptação de obstáculos no ar e no solo. Baseado nesses avanços em letalidade e proteção contínua, a aeronave tem projeção governamental para continuar na linha de frente do ataque aéreo ocidental pelo menos até a década de 2060.
Fontes Consultadas

wikipedia.org
boeing.com
aviatorsdatabase.com
army-technology.com
airvectors.net
des.mod.uk
lockheedmartin.com
theaviationgeekclub.com
aviationnews.eu
outono.net
armyrecognition.com
warthunder.com
turdef.com
twz.com


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Como a tecnologia do M1 Abrams define o combate blindado moderno

O M1 Abrams é o principal carro de combate (Main Battle Tank) do Exército dos Estados Unidos e um dos blindados mais pesados em operação no mundo. Desenvolvido originalmente para neutralizar os avanços das forças soviéticas durante a Guerra Fria, este veículo bélico, que atinge cerca de 66 toneladas em suas versões modernas, consolidou-se como o equipamento primário de ruptura em operações terrestres. O maquinário militar atua com a função central de fornecer alta mobilidade em terrenos inóspitos, segurança máxima para sua tripulação e um sistema balístico desenhado para abater alvos inimigos a quilômetros de distância.

A estrutura de engenharia do blindado da General Dynamics
Concebido inicialmente pela Chrysler Defense e atualmente produzido sob o comando militar dos Estados Unidos, o M1 faz parte da terceira geração de carros de combate pesados. O parâmetro técnico que define qual o poder de destruição dos tanques M1 Abrams fabricados pela General Dynamics baseia-se no equilíbrio rigoroso entre letalidade, proteção balística da tripulação e capacidade de aceleração rápida sob fogo inimigo.
O chassi e a torre utilizam a blindagem composta Chobham, que intercala placas de cerâmica, aço e tecidos sintéticos de alta tração. Nas variantes atualizadas, como o M1A2 SEPv3, essa barreira física ganha o reforço de malhas de urânio empobrecido, garantindo densidade extrema contra impactos de mísseis antitanque. No aspecto ofensivo, a máquina trocou o canhão inicial de 105 mm pelo tubo de alma lisa Rheinmetall M256 de 120 mm, capaz de transpassar as defesas da maioria dos veículos oponentes.
Para garantir versatilidade contra alvos distintos, o blindado opera com diferentes categorias de munição pesada:
Projéteis de energia cinética (APFSDS): grandes dardos de metal denso estabilizados por aletas, disparados em velocidade hipersônica para perfurar blocos de aço pelo simples impacto de sua massa;
Munições de alto explosivo antitanque (HEAT): cargas moldadas que concentram o poder da detonação em um jato incandescente, desenvolvido para derreter e perfurar veículos secundários;
Munições multipropósito e de fragmentação: cilindros desenhados para dispersar estilhaços metálicos e desmobilizar concentrações de infantaria leve;
O funcionamento mecânico e tático no terreno
Colocar um veículo deste porte em operação exige alinhamento absoluto entre propulsão mecânica e sistemas eletrônicos computadorizados. O deslocamento e a mira térmica funcionam divididos em três etapas críticas de combate.
1. Propulsão por turbina a gás
Diferentemente dos veículos convencionais movidos a grandes blocos a diesel, o Abrams possui um motor Honeywell AGT1500, uma turbina a gás derivada de projetos de aviação. A peça entrega 1.500 cavalos de potência direta, o que permite acelerar a massa de mais de 60 toneladas de 0 a 32 km/h em meros seis segundos. A turbina é desenhada com capacidade multicombustível, podendo operar de forma contínua com querosene de aviação civil ou militar, gasolina pura ou óleo diesel marítimo, flexibilizando o abastecimento da tropa em território ocupado.
2. Identificação e rastreamento de alvos
Os militares dentro do tanque dependem de matrizes de imagem térmica e visores noturnos para cruzar o campo de visão sob fumaça espessa ou total ausência de luz. Os dados do telêmetro a laser alimentam o computador principal de controle de fogo. O processador lê simultaneamente a velocidade do próprio tanque, o vento exterior, a pressão atmosférica e a movimentação do inimigo, ajustando de forma automatizada a inclinação do canhão para que o projétil atinja o alvo com exatidão máxima no primeiro disparo.
3. Engajamento e disparo
Após a ordem de fogo pelo comandante e a ativação dos gatilhos pelo artilheiro, o municiador retira um projétil pesado do paiol localizado na parte de trás da torre e o insere manualmente na culatra do canhão. Todo o armazenamento de explosivos do M1 Abrams é isolado do compartimento principal da tripulação por pesadas portas blindadas automáticas. Caso o tanque sofra uma perfuração na área de estoque de munição, painéis estruturais no teto cedem imediatamente e ejetam a explosão para fora, mantendo os ocupantes intactos.
O uso em cenários de conflito contemporâneos
Desde o início de sua operação na Guerra do Golfo em 1991, o veículo atuou na infantaria americana em territórios do Iraque e nas montanhas do Afeganistão. Nessas missões, as Forças Armadas equiparam as frotas com o Tank Urban Survival Kit (TUSK), instalando placas de blindagem reativa lateral para barrar o avanço letal de granadas propelidas por foguete (RPG) em becos e estradas estreitas.
O cenário bélico modificou-se bruscamente nos anos recentes com a chegada das frotas de M1A1 à Ucrânia, transferidas por pacotes de apoio técnico dos Estados Unidos e da Austrália. Em solo europeu, a máquina lidou com um espaço aéreo tomado por drones de reconhecimento, quadricópteros kamikazes e mísseis focados no ataque vertical. Esses armamentos exploram ativamente o topo da torre dos Abrams, região onde as chapas metálicas são consideravelmente mais finas.
Como adaptação direta aos combates ucranianos, o Pentágono interrompeu as modernizações antigas e avançou rapidamente para a criação da plataforma M1E3, focada nos conflitos do futuro. O modelo que entra em fase de testes operacionais ao longo de 2026 abandonará o ganho de peso das gerações anteriores, adotando uma estrutura fisicamente mais leve associada à inteligência artificial, controle robótico de recarga e sistemas ativos para abater aeronaves não tripuladas remotamente.
Perguntas frequentes sobre o carro de combate
Qual é a autonomia e o consumo da turbina AGT1500?
O mecanismo rotativo da turbina garante movimentação veloz, mas cobra um preço logístico expressivo no consumo. A propulsão queima o querosene de maneira contínua, garantindo uma autonomia máxima que beira os 400 a 500 quilômetros antes do esgotamento total, dependendo do terreno percorrido. Para manter uma divisão blindada ativa, exércitos necessitam mobilizar frotas de caminhões-tanque logo na retaguarda.
Como a tripulação é dividida dentro da máquina militar?
A condução exige quatro operadores alocados em posições estanques. O motorista fica isolado na parte frontal inferior do chassi. Na torre, o trabalho flui em triângulo: o comandante varre o cenário de forma independente, localizando o inimigo; o artilheiro trava a mira eletrônica no alvo selecionado; e o carregador manuseia mecanicamente os cartuchos do compartimento blindado para dentro do armamento principal.
O Abrams é impenetrável contra minas terrestres e explosivos?
Nenhum blindado contemporâneo é invulnerável de todos os ângulos. Enquanto a porção frontal da torre e o bico do chassi contam com a malha pesada e ultradensa de urânio e cerâmica, as esteiras metálicas e o piso inferior mantêm medidas defensivas regulares. Consequentemente, IEDs enterrados e minas antitanque focam na quebra do sistema de tração do equipamento, o que imobiliza o veículo em campo aberto, tornando-o um alvo fácil para bombardeios de precisão.
A evolução constante do Abrams documenta a corrida material da guerra mecanizada no século XXI. A construção de tanques modernos encerrou a fase focada apenas em empilhar peso e grossas chapas de aço bruto, dando lugar às integrações com sensores avançados e defesas computadorizadas contra ofensivas aéreas. Com os projetos da versão M1E3 aterrissando no campo de testes americano em 2026, a indústria de armamentos tenta neutralizar a atual saturação de equipamentos autônomos que transformou o tráfego de colunas blindadas na linha de frente em um jogo de sobrevivência tática de alto risco.


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