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Raphinha, Vini Jr. e Douglas Santos se destacam nos números da estreia

As estatísticas dos jogadores do Brasil no empate por 1 a 1 com Marrocos, no último sábado (13), na estreia da Copa do Mundo, destacam três atletas: o lateral-esquerdo Douglas Santos e os atacantes Raphinha e Vinícius Júnior. Os números constam no banco de dados da Federação Internacional de Futebol (Fifa).

Entre os 16 brasileiros que estiveram em campo, Raphinha foi quem mais se movimentou. O atacante do Barcelona (Espanha) percorreu 11,65 quilômetros (km) na partida. Pouco menos que os 11,68 km do jovem volante Ayyoub Bouaddi, do Marrocos, atleta que mais correu durante os 90 minutos.

Notícias relacionadas:Austrália e Escócia vencem no terceiro dia da Copa; Brasil só empata.Ancelotti garante que empate na estreia da Copa não abala confiança.Alemanha repete 7×1 sobre Curaçao, que faz seu primeiro gol em Copas.Raphinha foi, ainda, o brasileiro que mais conseguiu arrancadas (80) e que mais pressionou os jogadores marroquinos, com 47 ações de desarme ou redução de espaço do ataque adversário. Menos, porém, que o também atacante Ismael Saibari, autor do gol africano no Estádio MetLife, que realizou 67 movimentos de caráter defensivo enquanto esteve em campo.

Outra estatística em que Raphinha se sobressaiu entre os brasileiros foi a das recepções de bola entre as linhas defensiva e de meio-campo (17). Ele foi o jogador do Brasil mais acionado na intermediária de ataque. O camisa 11 conseguiu gerar seis cruzamentos, mas foi, também, quem mais cometeu erros forçados (cinco).

Vini Jr.

 

 Vinicius Junior comemora lance na estreia do Brasil – Reuters/Caean Couto/Proibida reprodução

Autor do gol de empate, Vinícius Júnior foi o jogador do Brasil que mais apareceu para o jogo. Ninguém da equipe verde e amarela pediu mais bolas do que ele durante a partida: 61. Apenas o marroquino Bouaddi (69) foi mais participativo que o atacante do Real Madrid (Espanha), eleito o melhor da partida.

Há mais um dado em que Bouaddi se destacou que evidencia as dificuldades do Brasil no jogo de sábado. O volante de apenas 18 anos foi o jogador de Marrocos que mais distribuiu passes: 67. No time canarinho, o jogador com mais toques na bola (84) foi um zagueiro, Gabriel Magalhães.

Douglas Santos, por sua vez, chamou atenção como o brasileiro que mais buscou jogadas de penetração pelos lados do campo. Foram 22 tentativas, sendo 18 realizadas com êxito.

O flanco esquerdo, por onde atua o lateral do Zenit (Rússia), foi justamente o mais acionado pelo ataque contra o Marrocos. Segundo os números da Fifa, a seleção de Carlo Ancelotti fez 27 penetrações por ali e somente 18 pela direita.

O desequilíbrio se explica com a opção do zagueiro Ibañez para iniciar a partida na lateral direita, levando o Brasil a atacar quase exclusivamente pela esquerda. Com a entrada de Danilo na vaga de Ibañez depois do intervalo, a equipe canarinho passou a mesclar as ações ofensivas.

Haiti é o próximo adversário

A seleção brasileira retorna ao Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Morristown, nesta segunda-feira (15). A primeira atividade depois da estreia na Copa do Mundo inicia às 18h (horário de Brasília). De acordo com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a imprensa poderá acompanhar os 15 minutos iniciais dos trabalhos em campo.

O próximo compromisso do Brasil será na sexta-feira (19), às 21h30, contra o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C. A liderança da chave é da Escócia, que derrotou os haitianos por 1 a 0 no Gillette Stadium, em Boston, no último sábado.


Fonte: Feed Últimas

Lula sanciona lei do Marco Legal do Transporte Público Coletivo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a lei que institui o Marco Legal do Transporte Público Coletivo. O objetivo do texto é modernizar a política desse tipo de transporte no país, com a diversificação do financiamento e a melhoria da regulação e da operação dos transportes públicos urbanos.

Um dos avanços estruturais do novo marco é a ruptura com o modelo predominante no Brasil, no qual o financiamento do transporte coletivo recaía quase exclusivamente sobre a tarifa paga pelo usuário. A Lei nº 15.432/2026 foi publicada, neste domingo (14), em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

Notícias relacionadas:Lula no G7 gera expectativa por tarifa dos EUA e veto à carne pela UE.Tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde, diz estudo.BNDES abre financiamento para transporte de carga e passageiros.A medida abre caminho para a discussão da tarifa zero e autoriza o uso de novas fontes de custeio para subsidiar as tarifas, como publicidade, exploração comercial de espaços e recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide Combustíveis).

A Cide é um tributo federal cobrado na importação e comercialização de petróleo, gás natural, álcool combustível e seus derivados. Criada por uma lei de 2001, tem seus recursos destinados à infraestrutura de transportes, projetos ambientais e subsídios ao preço de combustíveis.

O texto foi aprovado em maio pelo Congresso Nacional e também trata do fortalecimento da integração física e tarifária dos sistemas de transporte, da ampliação da transparência na gestão pública, da transição para fontes renováveis de energia e da criação de mecanismos nacionais para compartilhamento de dados e monitoramento da qualidade dos serviços.

Outro ponto de destaque é a definição de parâmetros mínimos de qualidade para os sistemas de transporte público, incluindo critérios como regularidade, pontualidade, acessibilidade, segurança, conforto e satisfação dos passageiros. O texto também prevê que a remuneração das operadoras possa ser vinculada ao desempenho e à qualidade do serviço prestado.

Vetos

Em comunicado, a Presidência de República informou que os vetos presidenciais ao Marco Legal do Transporte Público Coletivo tiveram como objetivo preservar a sustentabilidade fiscal e evitar impactos sobre políticas de gratuidade já existentes.

Foram retirados trechos que obrigavam estados e municípios a custear integralmente gratuidades e descontos tarifários com recursos do orçamento público, além de dispositivos que vinculavam subsídios públicos à remuneração das operadoras.

“A avaliação foi de que essas exigências poderiam gerar despesas sem previsão de recursos e colocar em risco benefícios já concedidos à população”, diz o comunicado, ao acrescentar que os vetos não impedem a concessão de subsídios para financiar gratuidades e descontos tarifários.

“O que foi retirado foi a obrigatoriedade desse custeio e o prazo para adequação, medidas que poderiam inviabilizar o modelo atualmente adotado por diversos entes federativos e gerar instabilidade no sistema”, reforçou a Presidência.

Também foram vetados dispositivos relacionados às competências dos entes federativos, como a obrigatoriedade de isenção de pedágio para ônibus em rodovias estaduais e municipais e a previsão de subsídios federais para tarifas de transporte local. A justificativa foi preservar a autonomia de estados e municípios, evitar novas despesas obrigatórias para a União e garantir segurança jurídica na gestão dos sistemas de transporte.

Outros vetos se aplicam à criação de novas estruturas administrativas, regras de indenização a concessionárias e a vinculação obrigatória de 60% dos recursos da Cide Combustíveis para áreas urbanas. Segundo o governo, as medidas buscam evitar aumento de gastos permanentes, reduzir riscos fiscais para o poder público e preservar a flexibilidade do orçamento para atender às diferentes necessidades e prioridades do país.


Fonte: Feed Últimas

Ato em São Paulo presta solidariedade a protestos na Bolívia

Um ato em solidariedade ao povo boliviano foi realizado na tarde deste domingo (14), em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, em São Paulo. A manifestação reuniu bolivianos que vivem no Brasil, apoiados por movimentos sociais e sindicalistas.

Os manifestantes pedem a renúncia do presidente Rodrigo Paz e a revogação da Lei de Estado de Exceção, que autoriza as Forças Armadas a reprimirem protestos no país.

Notícias relacionadas:Bolívia prende líderes de protestos em meio a respaldo militar dos EUA.Em meio a protestos, Bolívia revoga lei que limitava estado de exceção.Bolívia registra 23 bloqueios e marchas antigoverno chegam a La Paz.Integrante do movimento FeminismoComunitário de Abya Yala – Tecido Pindorama Brasil, Rafaela Vilaça foi uma das organizadoras do ato e reforçou que o objetivo era demonstrar apoio aos protestos na Bolívia.

“É para a gente colocar a nossa solidariedade e colocar que o que acontece com o povo na Bolívia também acontece aqui com o povo brasileiro. Além disso, a luta da Bolívia é a luta do Brasil hoje também”, disse.

O governo Paz enfrenta uma série de protestos que pedem sua renúncia. A mobilização reúne camponeses, indígenas, professores, mineiros, entre outras categorias. Bloqueios em estradas têm causado desabastecimento em várias regiões do país andino, levando à escassez de combustíveis, alimentos e medicamentos nas cidades afetadas.

Decisões do novo presidente boliviano, que assumiu o poder após quase 20 anos de hegemonia da esquerda, vinham provocando manifestações no país desde o início do mandato, em dezembro de 2025, com um decreto que retirava o subsídio à gasolina.

Os protestos aumentaram depois de camponeses e indígenas acusarem o governo de promulgar leis fundiárias com o objetivo de prejudicar pequenos agricultores e em favor de grandes empresários do agronegócio.

“A Bolívia hoje também sofre pelos altos preços e pela falta de combustível. Além disso, os governos anteriores da Bolívia tinham um processo em que os alimentos eram muito acessíveis à população. Hoje, isso já não acontece. Tem falta de alimento e o que tem é muito caro”, criticou Rafaela.

“Por isso os povos hoje estão na rua e em luta. Essa luta é defender os direitos dos bolivianos. E aqui em São Paulo isso não é diferente: os bolivianos estão aqui, mas estão também solidários ao que está acontecendo lá”.


Fonte: Feed Últimas

Edições regionais de O Pasquim em SP e RS ganham acervo digital

Abertura política no país, lançamento do Plano Cruzado, fim da fabricação do fusca, acidente radioativo em Chernobyl. Foi em meio a esse cenário que, em 1986, os estados de São Paulo e Rio Grande do Sul ganharam edições regionais de O Pasquim. 

O periódico, que havia se consolidado no Rio de Janeiro em plena ditadura militar, com uma linha editorial irreverente, crítica e, não raro, censurada, passou a falar com o sotaque desses dois estados por um curto período de tempo.  

Notícias relacionadas:Copa do Mundo: Fenaj denuncia constrangimento a jornalistas nos EUA.Entidades repudiam prisão de jornalista perseguido por Zambelli.MPF quer investigar novas empresas cúmplices da ditadura.Para celebrar essa história, que completa quatro décadas, as 114 edições regionais do Pasquim foram digitalizadas e colocadas à disposição dos leitores na Biblioteca Nacional Digital. O acervo já incluía as 1.072 edições cariocas do jornal alternativo.

Quando surgiu a ideia de levar o Pasquim para São Paulo e para o Rio Grande do Sul, o tabloide já não tinha mais a relevância que teve nos anos 60 e 70. Dois jornalistas tomaram lideraram o projeto, movidos pela admiração que sentiam por essa que foi uma das marcas do jornalismo brasileiro. 

Em São Paulo, o jovem Paulo Markun embarcou na aventura (definição dele próprio), levando consigo Manoel Canabarro e apoiado por Dante Matiussi.

Assim que soube que o jornal se abriria a outros mercados, Flávio Braga pegou um ônibus do Rio Grande do Sul rumo ao Rio de Janeiro, disposto a convencer o cartunista Jaguar ─ na época, diretor de O Pasquim ─ a autorizar uma sucursal gaúcha.

Flávio acredita que as pessoas podem até saber da importância do Pasquim, mas dificilmente têm a real dimensão do que ele significou para toda uma geração. 

O jornalista exalta o papel transgressor expresso em artigos e entrevistas comandadas por nomes como Millôr Fernandes, Tarso de Castro, Sergio Cabral, Ruy Castro e Paulo Francis, além das charges e caricaturas de Jaguar, Henfil, Ziraldo. Tudo entremeado de palavrões, sátiras políticas e contracultura. “E isso em plena ditadura militar”, pontua.

 

Capa de edição do jornal O Pasquim. Foto: Pasquim/Reprodução

Pautas locais com a mesma irreverência

Uma das particularidades das edições regionais era a pauta. Os assuntos tratados eram locais, ainda que, eventualmente, utilizassem entrevistas e reportagens da matriz carioca. 

No Sul, o Pasquim manteve o tom satírico para, por exemplo, falar do típico “macho sulino”, o que provocou confrontos e debates, lembra Flávio. 

Já em São Paulo, espelhou a “efervescência política, fruto do fim da ditadura, que tinha acabado pouquíssimo tempo antes”, diz Markun.

As edições regionais expuseram também aspectos comportamentais típicos da contracultura e que eram muito mais visíveis no Rio de Janeiro, como, por exemplo, a liberdade sexual e o uso recreativo de drogas.

As sátiras políticas, responsáveis por boa parte do sucesso de O Pasquim, encontraram em políticos como Paulo Maluf um prato cheio. Governador do estado de São Paulo e, por duas vezes, prefeito da capital, Maluf não tinha o apoio político de nenhum dos colaboradores na regional paulista. 

“Todos eram contra o Maluf. Tinha os defensores do Eduardo Suplicy, que era do PT, do Orestes Quércia, que era do PMDB, e até do Antônio Ermínio de Moraes, que era, na época, do PTB, um empresário candidato pelo Partido Trabalhista Brasileiro, veja só”, conta Markun.

Outra das particularidades de O Pasquim em suas edições regionais foi dar relevância ao trabalho de cartunistas e jornalistas locais. Em São Paulo, Markun, cita nomes como Marangoni, Régis, Laerte, Jau (Jaguar), Jô Soares, Augusto Nunes, Gabriel Priolli, Alberto Dines e Fernando Morais. 

“Aliás, os dois tiveram uma briga pública no Pasquim São Paulo, por conta da defesa de seus candidatos a governador”, conta sobre Dines e Morais.

No Rio Grande do Sul, Flávio lembra: “Edgard Vasquez, que até hoje continua desenhando, Santiago, Bier (Augusto Franke Bier), Canini (Renato Vinícius Canini), o jornalista Reverbel e muitos outros. O jornal não existiria sem eles”.

 

Capa de edição do jornal O Pasquim. Foto: Pasquim/Reprodução

Sobrevivência no pós-ditadura

A subsistência financeira, crucial para qualquer publicação ontem e hoje, foi um dos aspectos determinantes para que O Pasquim durasse pouco mais de um ano, tanto em São Paulo quanto no Rio Grande do Sul.

No Sul, a redação ficava em Porto Alegre, e o tabloide se sustentou com parcerias estratégicas e anunciantes de peso, como a extinta companhia aérea Varig.

Em São Paulo, diz Markun, os anunciantes não eram muitos, e a venda avulsa era razoável, mas aquém do necessário. 

“Havia muita gente que ainda resistia à ideia de anunciar no Pasquim, por conta do passado mais irreverente”, analisa Markun.

“Os cenários eram diferentes: no tempo da ditadura, o Pasquim foi um tal êxito de vendas que não foram os anúncios que deram dinheiro, foi a venda avulsa. Ele vendia 200 mil exemplares, um número impressionante”, pontua.

Para Markun, a falta de clareza sobre qual seria o papel de um jornal alternativo, finda a ditadura, foi outro aspecto que tornou a sobrevivência das edições regionais difícil. 

“A imprensa tradicional já abria espaço para debates e discussões anteriormente proibidas, então, sobrava uma franja muito reduzida para a gente operar”.

 

Capa de edição do jornal O Pasquim. Foto: Pasquim/Reprodução

Digitalização

Esta semana, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) manteve, por unanimidade, a decisão que obriga uma produtora cultural a devolver à União R$ 812 mil captados por meio da Lei Rouanet, para o projeto de digitalização de “O Pasquim”. 

A produtora já tinha sido condenada em primeira instância pela Justiça Federal no Rio de Janeiro. O projeto havia sido aprovado pelo Ministério da Cultura e recebeu patrocínio da Petrobras. 

O problema surgiu na hora da prestação de contas, já que não foi comprovado que todo o acervo do jornal seria disponibilizado gratuitamente na internet.

Já a digitalização do acervo pela Biblioteca Nacional foi coordenada de forma voluntária pelo corretor de seguros Fernando Coelho dos Santos, outro admirador de O Pasquim, além de amigo de vários dos jornalistas e cartunistas que fizeram a fama do jornal. 

Depois que se aposentou, em 2016, Fernando trabalhou gratuitamente na digitalização do acervo original, das edições cariocas, e também coordenou uma exposição no SESC no cinquentenário do jornal, em 2019. 

Em seguida, o admirador do periódico alternativo trabalhou nas edições regionais de São Paulo e Rio Grande do Sul em conjunto com a Biblioteca Nacional, em um extenso trabalho de “formiguinha”, que incluiu desde a reunião do material até a operacionalização técnica. De todas as edições publicadas regionalmente, faltou digitalizar apenas duas, que o corretor não conseguiu encontrar. 

“Hoje, o site do Pasquim dentro da Biblioteca Nacional Digital tem 100% do principal e 98% das duas franquias. E as franquias são uma coisa inédita, porque muitas pessoas não se lembram que elas existiram”, conta.

Segundo Fernando, o trabalho foi uma espécie de doação. “Eu doei minha parte para essa história ficar. Tem tanta história! E fico muito feliz da Biblioteca Nacional Digital ter apoiado a ideia e ter ido além, porque o site é o único que tem tudo de um periódico que marcou época e é um dos mais importantes do Brasil”.

Quem quiser saber mais sobre como era e o que significou O Pasquim, tanto nas edições originais, quanto na das franquias regionais, pode acessar o endereço: https://bndigital.bn.gov.br/dossies/o-pasquim/

 

Capa de edição do jornal O Pasquim. Foto: Pasquim/Reprodução

 

 


Fonte: Feed Últimas

Alemanha repete 7×1 sobre Curaçao, que faz seu primeiro gol em Copas

No duelo entre uma seleção tetracampeã e outra estreante em Copas do Mundo, deu a lógica ─ e um placar de recordação amarga ao Brasil. A Alemanha goleou Curaçao por 7 a 1 no NRG Stadium, em Houston.

A partida abriu o Grupo E do Mundial, que é sediado pelos Estados Unidos, México e Canadá. Costa do Marfim e Equador completam a chave.

Notícias relacionadas:Austrália e Escócia vencem no terceiro dia da Copa; Brasil só empata.Ancelotti garante que empate na estreia da Copa não abala confiança.Escócia vence Haiti e vira líder do grupo do Brasil na Copa do Mundo.O jogo deste domingo (14) opôs uma das maiores disparidades de posições no ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa) desta Copa. Os alemães ocupam o décimo lugar, enquanto os caribenhos estão na 82ª colocação. A diferença de 72 postos é inferior, somente, aos confrontos entre Bélgica e Nova Zelândia (76) e Brasil e Haiti (77).

Além de marcar a estreia de Curaçao, o duelo colocou Dick Advocaat na história do maior evento do futebol. O holandês, de 78 anos, que comanda a seleção caribenha, tornou-se o técnico mais velho a trabalhar em um Mundial. Do lado germânico, estava justamente o técnico mais jovem desta edição: Julian Nagelsmann, de 38 anos

As seleções voltam a campo no sábado que vem (20). Às 17h (horário de Brasília), a Alemanha vai ao Canadá enfrentar a Costa do Marfim, no Toronto Field. Curaçao, por sua vez, permanece nos Estados Unidos e joga contra o Equador, às 21h, no Arrowhead Stadium, em Kansas City.

 

Alemanha e Curaçao jogaram em Houston, nos Estados Unidos REUTERS/Annegret Hilse/Proibida reprodução

Gol aos cinco minutos

A pressão exercida pelos alemães desde o primeiro pontapé se transformou em gol logo aos cinco minutos. Após tabelar com Florian Wirtz na entrada da área pela direita, o também meia Nmecha chutou cruzado, no canto do goleiro. Eloy Room sequer conseguiu esboçar reação para defender.

Quem esperava ver Curaçao fragilizado após sair atrás tão cedo se surpreendeu. A seleção caribenha conseguiu conter a ofensiva alemã e sair para o jogo em velocidade. Aos 20 minutos, veio a recompensa. Em contra-ataque pela esquerda, o volante Livano Comenencia pegou a sobra de uma finalização travada do atacante Juergen Locadia na área e mandou de primeira. A bola ainda desviou no lateral Joshua Kimmich e saiu do alcance do goleiro Manuel Neuer. O primeiro gol da história do país em uma Copa.

A pausa para hidratação, cinco minutos após o empate, ajudou a Alemanha a retomar o equilíbrio e controle sobre o duelo. Curaçao resistiu até os 37 minutos, quando o lateral Nathaniel Brown cobrou escanteio pela direita e o zagueiro Nico Schlotterbeck, de cabeça, recolocou os europeus em vantagem. Nos acréscimos, Nmecha foi derrubado na área pelo zagueiro Riechedly Bazoer. O atacante Kai Havertz bateu e fez o terceiro.

 

Jamal Musiala e Felix Nmecha celebram quarto gol da Alemanha Reuters/MARIA LYSAKER/Proibida reprodução

Mais quatro no segundo tempo

A discrepância técnica entre as equipes seguiu evidente na volta do intervalo. No primeiro minuto da segunda etapa, Kimmich lançou Jamal Musiala, na área, às costas da zaga pela direita. O meia chutou rasteiro e cruzado e marcou o quarto dos alemães.

Aos 22, Comenencia cortou o passe de Wirtz na entrada da área, mas a bola sobrou com Deniz Undav. O atacante, que tinha acabado de entrar no lugar de Musiala, ajeitou para Brown bater de primeira e fazer o quinto. Dez minutos depois, na sequência de uma boa troca de passes, Havertz cruzou pela esquerda, Kimmich dominou e rolou para Undav mandar para as redes.

Ainda deu tempo para, aos 42 minutos, Havertz ser lançado por Undav, superar dois marcadores de Curaçao na velocidade e tocar na saída de Room. Alemanha 7 a 1.


Fonte: Feed Últimas

Copa do Mundo: quais jogos acontecem nesta segunda? 

Esta segunda-feira (15) marcará a estreia do Grupo G e Grupo H na 23ª edição da Copa do Mundo, que começou no dia 11 de junho e vai até o dia 19 de julho, quando será conhecida a grande campeã.  

O Grupo G é composto por: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia. 

Já no Grupo H, tem Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai. 

Ao todo, quatro jogos vão ser realizados nesta segunda-feira. 

Confira os jogos deste segunda 

13h – Espanha x Cabo Verde – Estádio de Los Angeles

16h – Bélgica x Egito – Estádio de Seattle 

19h – Atábia Saudita x Uruguai – Estádio de Boston

22h – Irã x Nova Zelândia – Estádio de Atlanta 


Fonte: Jovem Pan

Suspeito diz que não havia funções fixas para checar salto que matou jovem

Um dos três instrutores presos após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21, durante um salto de rope jump, afirmou à Polícia Civil que os funcionários não tinham funções fixas para a checagem de segurança das atividades. A jovem caiu de aproximadamente 40 metros de altura depois de ter sido lançada de uma plataforma sem estar presa a uma corda em Limeira, no interior de São Paulo.


Fonte: UOL Noticias