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Escala 6×1: CCJ da Câmara vota nesta quarta relatório favorável a PECs

Escala 6×1: CCJ da Câmara vota nesta quarta relatório favorável a PECs Relator já apresentou parecer e propôs debate sobre regra de transição e redução de tributos para empresas. A CCJ vota nesta quarta-feira (22) parecer do deputado Paulo Azi (União-BA) favorável ao avanço da tramitação das propostas que preveem o fim da escala 6×1.. O relator já apresentou o relatório, que propõe debate sobre regra de transição e redução de tributos para empresas.. Após a leitura do texto na CCJ, porém, o deputado Lucas Redecker (PSD-RS) apresentou um pedido de vista, que foi concedido. Com isso, a votação foi adiada para hoje.. Se aprovada, a proposta será analisada por uma Comissão Especial e pelo plenário da Casa. O Senado ainda terá que discutir o assunto.


Fonte:

g1 > Política

Senta, que lá vem história: 18 de abril, Dia do Livro Infantil


Fonte: Senado Federal

PL aposta em Zucco e ex-líder da oposição já lidera no Rio Grande do Sul

Luciano Zucco (PL), ex-líder da oposição na Assembleia Legislativa e principal aposta do partido de Jair Bolsonaro no Rio Grande do Sul, lidera com folga a corrida ao Palácio Piratini, segundo pesquisa da Brasmarket divulgada nesta semana. O deputado federal aparece com 35,5% no cenário estimulado, abrindo vantagem sobre Juliana Brizola (PDT), com 20,6%, e deixando Gabriel Souza (MDB), vice-governador e candidato da continuidade, em distante terceiro com apenas 4,7%. No segundo turno simulado, Zucco vence Brizola por 40% a 31,4%.
A alta indecisão ainda domina o eleitorado gaúcho — 68,8% não souberam citar um nome na pergunta espontânea —, mas entre os que já têm escolha feita, o campo da direita sai na frente. Brizola, que absorveu o apoio do PT após a retirada forçada da candidatura petista, carrega a maior rejeição entre os principais postulantes: 27,4% disseram que jamais votariam nela, o dobro do registrado por Zucco e Gabriel Souza.
No Senado, Marcel Van Hattem (NOVO) lidera com 21,5% a disputa pelas duas vagas, mas o cenário está aberto. No somatório de primeiro e segundo votos, Sanderson (PL), Manuela D’Ávila (PSOL) e o ex-governador Germano Rigotto (MDB) aparecem praticamente empatados na casa dos 21%, brigando pela segunda cadeira.
Para a Presidência, o recorte gaúcho confirma o perfil hostil ao PT. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 42,2% contra 28,2% de Lula no cenário estimulado, e Jair Bolsonaro, mesmo inelegível, ainda recebe 7,6% das citações espontâneas — sinal de que o bolsonarismo segue como força eleitoral dominante no Rio Grande do Sul.
A pesquisa foi realizada entre 17 e 21 de abril com 1.200 eleitores e tem margem de erro de 2,8 pontos percentuais.


Fonte: Jovem Pan

MP investiga Geddel sob suspeita de receber R$ 1 mi na trama da fuga de líder do CV

O Ministério Público da Bahia investiga o ex-deputado federal Geddel Vieira Lima (MDB) por suspeita de recebimento de propina de R$ 1 milhão em meio a uma trama que levou à fuga do traficante Ednaldo Pereira de Souza, o “Dadá”, apontado como liderança do Primeiro Comando de Eunápolis, braço do Comando Vermelho no sul do Estado.
Diálogos recuperados pelos promotores a partir da extração dos celulares de dois alvos da Operação Duas Rosas revelam citações a Geddel, chamado de “chefe” pelos interlocutores – o também ex-deputado Uldurico Júnior e a ex-diretora do presídio de Eunápolis Joneuma Silva Neres. Ela fechou acordo de delação premiada e confessou sua participação na fuga de “Dadá” e outros 15 detentos em 12 dezembro de 2024.
O Estadão busca contato com Geddel e Uldurico Júnior. O espaço está aberto.
A Operação Duas Rosas foi deflagrada na quinta-feira, 16. O nome “Duas Rosas” faz referência ao valor estimado da vantagem indevida que teria sido paga a Uldurico Júnior, que foi preso em um hotel na Praia do Forte. Em conversas com Joneuma, ele sugere que metade da propina de R$ 2 milhões para executar o plano de fuga do líder da facção seria destinada a Geddel. O Ministério Público instaurou um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) sobre a suposta ligação de Geddel com Uldurico Júnior e se ele foi mesmo beneficiário da partilha.
Em setembro de 2017, na Operação Tesouro Perdido, a Polícia Federal achou R$ 51 milhões em dinheiro vivo em um apartamento no bairro da Graça, em Salvador, alugado por Geddel para “guardar documentos”. As cédulas de reais (R$ 42,6 milhões) e dólares (US$ 2,7 milhões) estavam estocadas em malas, caixas de papelão e também espalhadas pelo chão.
Os federais levaram três dias para concluir a contagem da fortuna, cuja origem nunca foi explicada pelo ex-ministro dos governos Dilma e Temer. Dois anos depois, formalmente acusado de lavagem de dinheiro, Geddel teve pena imposta pelo STF de 14 anos de prisão – a investigação revelou que o imóvel era usado pelo emedebista como “bunker” de ocultação de propinas. Peritos da PF capturaram impressões digitais dele nas notas e malas.
‘Choram as rosas’
Agora, quase uma década depois, Geddel vê seu nome citado na Operação Duas Rosas. Segundo a Promotoria, verificou-se que a expressão “rosa” era utilizada de forma codificada para se referir a dinheiro, aparecendo em diálogos e tratativas sob termos como “as rosas”, “quando as rosas vão chorar” ou “choram as rosas”, em alusão ao pagamento dos valores negociados.
Os promotores do Gaeco – grupo de combate ao crime organizado – apontam que Joneuma, indicação política de Uldurico Júnior para a direção do presídio, permitia a concessão de regalias aos internos integrantes do Primeiro Comando de Eunápolis, liderado por “Dadá”.
Entre as vantagens concedidas ao grupo de “Dadá” foram identificados acesso irrestrito a TVs, geladeiras e outros eletrodomésticos introduzidos na unidade, refeições diferenciadas, inclusive contratação de baiana de acarajé, uso de equipamentos sonoros, visitas íntimas nos pavilhões e livre circulação pelas dependências, até realização de velório.
Durante um ano e meio de gestão de Joneuma, o ex-parlamentar frequentou o presídio em diversas ocasiões, cujos ingressos, a seu pedido, não foram registrados em livros próprios, oportunidade em que se reunia reservadamente com “Dadá”, segundo os promotores.
O inquérito Duas Rosas indica que uma primeira parcela da propina do Comando Vermelho para Uldurico Júnior – R$ 200 mil em espécie – foi entregue ao ex-deputado em uma caixa de sapatos.
A entrega desse montante se deu mais de um mês antes da fuga, no dia 4 de novembro, quando um emissário de “Dadá” entregou a caixa a Joneuma “a título de adiantamento”. No dia seguinte, ela foi à casa de Uldurico Alves Pinto, pai de Uldurico Júnior, no município de Teixeira de Freitas – R$ 150 mil ficaram de posse de Uldurico, o pai.
Os R$ 50 mil restantes foram fracionados em um depósito de R$ 21 600 diretamente na conta bancária de Uldurico Júnior e um Pix de R$ 24 mil destinado a um aliado do ex-deputado, conforme comprovantes extraídos do celular da colaboradora.
Depois, Uldurico pressionou a ex-diretora do presídio para que lhe fosse entregue o restante do dinheiro, alegando, em várias ocasiões, que tinha que repassar a Geddel.
Acuada, Joneuma fechou acordo de delação premiada e espontaneamente abriu os dados de seu celular. Em troca de ficar apenas um ano presa em regime fechado e mais dois no semiaberto – depois, em domiciliar, mas “sem direito a promover, em sua residência, festas ou quaisquer outros eventos sociais” e sob vigilância eletrônica pessoal em tempo integral, através de rastreamento do GPS de seu telefone – ela revelou como foi arquitetada a fuga de “Dadá”.
Joneuma afirmou que, oito dias após a debandada dos 16 detentos, encontrou-se com Uldurico Júnior em um hotel em Salvador. Na ocasião, em 20 de dezembro de 2024, segundo ela, o ex-deputado a teria ameaçado “caso contasse algo sobre os fatos”.
Metade para o ‘chefe’
A delatora informou que Uldurico Júnior dizia que “metade do dinheiro da fuga seria para ele, e metade para o ‘chefe’ (referindo-se a Geddel Vieira Lima)”.
Joneuma relatou que Uldurico Júnior encaminhava a ela mensagens supostamente enviadas por Geddel, cobrando o dinheiro. Ela disse que as mensagens trocadas com Uldurico Júnior em 3 de janeiro de 2025, nas quais falam sobre “chorar as rosas”, referiam-se a quando ocorreria o pagamento do restante do valor acordado pela fuga.
O plano de fuga previa que apenas “Dadá” e seu braço direito “Sirlon” abandonariam a cadeia no dia 31 de dezembro de 2024. Os diálogos mostram que Uldurico Júnior cobrou Joneuma por mensagem de WhatsApp e a questionou por que fugiram mais internos e em uma data diferente da que havia sido programada. Ela atribuiu tudo a “Dadá”. “Ele fez na maldade, eu estava ajudando em tudo. Eu não sabia, de coração.”
Uldurico encaminhou a Joneuma capturas de tela de supostas conversas travadas com um contato salvo sob o nome “Geddel”. “O teor das mensagens sugere que Uldurico estaria repassando a Geddel (entende-se ser Geddel Vieira Lima) informações distorcidas sobre a fuga, numa aparente tentativa de atribuir a outrem a autoria dos fatos e, assim, afastar a responsabilidade de ambos pela participação direta no evento criminoso”, diz a Promotoria.
‘Se não der, tô morto’
Às 21h09 de 20 de dezembro de 2024, Uldurico Júnior encaminhou a Joneuma novas capturas de tela de mensagens em formato de imagem Em uma delas, mencionou: “Você achou oq? Rosa chora quando? Amanhã o chefe quer falar”.
“Salienta-se, uma vez mais, que o termo ‘rosas chorarem’ significa o pagamento de dinheiro, possivelmente advindo da corrupção aqui tratada”, argumentam os promotores.
Na sequência, Uldurico Júnior encaminhou outra captura de tela, supostamente de diálogo com contato salvo como “Geddel”. Em outro momento, ele remeteu novas mensagens em formato de imagem. Em uma delas, mencionou: “O que eu falo pro chefe quando ele perguntar da rosa? Na cabeça dele já chorou. To nervoso. Sem saber bem como falo.” Escreveu, ainda: “Se não der to morto. Estão mirando uma bazuca em mim”.
“As mensagens extraídas do celular da colaboradora revelam um padrão de pressão sistemática exercida por Uldurico Júnior, que cobrava o pagamento do saldo remanescente dos dois milhões por meio da expressão codificada ‘chorar as rosas’”, sustenta a Promotoria.


Fonte: Jovem Pan

Moraes suspende início de execução penal de advogada presa pelo 8 de Janeiro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou no último domingo, 19, o adiamento por 120 dias do início da execução da pena de advogada condenada a 14 anos por participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
Aline Morais de Barros realizou cirurgia de histerectomia total, para remoção de útero. Ela havia sido autorizada por Moraes a ficar sem tornozeleira eletrônica apenas no período de realização do procedimento.
Passado o acompanhamento pós-operatório, a defesa pediu um prazo de 60 dias para recolocação do dispositivo, sob o argumento de que a advogada passou por “procedimento bastante agressivo” e está “impossibilitada de se locomover”.
O ministro acatou a justificativa e concedeu prazo de 120 dias. Também determinou por esse mesmo período o sobrestamento (adiamento) do início da execução penal de Aline. O trânsito em julgado da ação penal em que ela foi condenada, etapa em que não restam mais recursos e em que a condenação se torna definitiva, foi decretado no dia 9 de abril.
Condenação pelo 8 de Janeiro
A advogada, que reside em Montes Claros (MG), foi condenada a pena de 14 anos por abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado.
A condenação inclui o pagamento de cem dias-multa no valor de um terço do salário mínimo e participação na indenização por danos morais coletivos de R$ 30 milhões, a ser paga de forma coletiva por outros responsabilizados pelo ataque às sedes dos Três Poderes.
Desde maio de 2023, Aline se encontra em liberdade provisória mediante medidas cautelares de uso da tornozeleira, proibição de deixar a Comarca em que reside e recolhimento domiciliar noturno e aos fins de semana.
Aline foi apontada como uma das organizadoras de caravanas para Brasília, com “objetivo declarado” de “abolição do Estado Democrático de Direito e a deposição do governo legitimamente constituído”. Em seu voto, o relator Moraes ressaltou que a advogada foi identificada em publicações próprias nas redes sociais e em “elementos de prova que atestam sua presença nos locais invadidos”.


Fonte: Jovem Pan

BBB 26 entra para a história e vai demorar para termos uma outra edição parecida

O Big Brother Brasil 26 não foi apenas mais uma edição de um reality consolidado, ele se transformou em um verdadeiro fenômeno cultural, daqueles que ultrapassam o entretenimento e passam a fazer parte das conversas diárias do país. O que se viu ao longo da temporada foi uma combinação rara de fatores que dificilmente se repetem com a mesma força, o que explica por que o impacto dessa edição deve demorar a ser superado.
Um dos principais elementos que tornaram o BBB 26 histórico foi a construção de uma narrativa orgânica e envolvente, centrada em personagens que não pareciam “interpretar” para as câmeras, mas viver intensamente o jogo. A vitória de Ana Paula Renault simboliza isso de forma clara. Sua trajetória foi marcada por um arco de redenção poderoso: de uma participante que saiu de forma polêmica no passado para uma campeã consagrada com ampla aprovação do público. Mais do que vencer, Ana Paula reconquistou o Brasil ao mostrar uma versão mais estratégica, emocionalmente consciente e, ao mesmo tempo, fiel à sua essência intensa.
Outro ponto decisivo foi a força do grupo formado por Ana Paula, Milena e Juliano, conhecidos como os “Eternos”. Diferente de alianças tradicionais que se desfazem rapidamente, o trio construiu uma relação que misturava lealdade, conflitos reais e reconciliações constantes. Essa dinâmica trouxe uma camada narrativa que aproximou o reality de uma série, com desenvolvimento contínuo e envolvente. O público não torcia apenas por indivíduos, mas pela relação entre eles, o que elevou o engajamento a outro nível.
A edição também acertou ao entregar o equilíbrio perfeito entre emoção, conflito e entretenimento. Houve momentos de vulnerabilidade genuína, como situações pessoais delicadas vividas dentro da casa, ao mesmo tempo em que o jogo seguiu intenso, repleto de embates e episódios que rapidamente viralizavam nas redes sociais. Esse conjunto transformou o programa em um evento diário, com repercussão constante fora da televisão.
Ao comparar com o fenômeno vivido no BBB 21, marcado pela vitória de Juliette, é possível identificar semelhanças importantes. Ambas as edições tiveram protagonistas com forte identificação popular e narrativas claras que mobilizaram o público. No entanto, há uma diferença fundamental: enquanto o BBB 21 foi conduzido por uma protagonista praticamente isolada em sua trajetória, o BBB 26 se destacou pela força de um trio. Essa construção coletiva trouxe mais complexidade à narrativa, explorando temas como amizade, lealdade e estratégia em grupo.
A dificuldade de repetir um sucesso como o do BBB 26 está justamente na raridade dessa combinação. O elenco apresentou um equilíbrio quase perfeito entre carisma, estratégia e autenticidade. Além disso, a história se desenvolveu de forma espontânea, sem a sensação de que os participantes estavam apenas tentando reproduzir comportamentos já vistos em edições anteriores. Soma-se a isso a presença de uma protagonista com um arco completo — passado, conflito, reconstrução e vitória — algo que não pode ser planejado ou replicado facilmente.
Milena teve papel essencial ao representar o lado mais emocional e humano da narrativa, criando identificação imediata com o público. Já Juliano funcionou como um ponto de equilíbrio dentro do grupo, garantindo estabilidade em momentos de tensão e evitando rupturas definitivas. Juntos, os três construíram uma das alianças mais marcantes da história do programa.
O BBB 26 mostrou que, mesmo após mais de duas décadas no ar, o reality ainda é capaz de surpreender quando encontra os elementos certos. Assim como aconteceu em 2021, o público teve a sensação de acompanhar algo maior do que um jogo, uma história coletiva, construída em tempo real. E justamente por depender de fatores tão específicos e difíceis de alinhar novamente, fica a certeza: edições como essa não acontecem todo ano. São exceções que entram para a história.


Fonte: Jovem Pan

‘O Advogado de Deus’: filme promete emocionar ao explorar justiça e fé

Prepare o coração: o novo filme “O Advogado de Deus”, baseado na obra de Zíbia Gasparetto, chega com a missão nada simples de transformar um dos universos mais complexos da literatura espírita em uma experiência cinematográfica envolvente e, ao que tudo indica, profundamente emocional.
Protagonizado por Nicolas Prattes, este drama de suspense espiritual tem como fio condutor a justiça, a dos homens e a de outros planos. Dirigido por Wagner de Assis (Nosso Lar 1 e 2), o longa reúne no elenco atores de diferentes gerações como Danilo Mesquita, Lorena Comparato, Leticia Braga, Lucas Letto, Beth Goulart, Augusto Madeira, Eucir de Souza, Henri Pagnoncelli e Gisele Fróes. Com produção da Cinética Filmes, coprodução da Sony Pictures International Productions e codistribuição da Sony Pictures e Film Connection, a obra narra uma história de amor e suspense, que envolve crimes do passado e do presente.
A produção mergulha em temas universais como justiça divina, relações familiares e vidas passadas, criando uma ponte entre o mundo espiritual e o terreno. Como destacado por um dos envolvidos no projeto, a adaptação exigiu coragem: “é preciso ter uma certa dose de coragem para tomar algumas decisões”, afirma Nicolas Prattes, protagonista do filme.
O filme estreou nos cinemas no último dia 16.

Conflitos intensos e personagens marcantes
A trama acompanha personagens com objetivos semelhantes, mas trajetórias completamente diferentes, o que gera tensão constante ao longo da história. Um dos atores resume bem essa dinâmica: “são dois personagens que querem coisas muito parecidas, têm objetivos parecidos, porém cada um escolhe um caminho por onde chegar”, afirma Danilo Mesquita.
Esse contraste não só impulsiona o conflito central como também aprofunda o lado emocional do filme, especialmente quando entram em cena questões familiares e traumas do passado. Há também um forte elemento de mistério e identidade, como explica outro trecho: “é um cara que está em busca da sua própria história, de saber quem ele é”, afirma Danilo.
Espiritualidade sem rótulos
Um dos pontos mais interessantes da produção é a forma como ela aborda a espiritualidade. Longe de ser um filme religioso tradicional, “O Advogado de Deus” aposta em uma abordagem mais ampla e acessível: “o filme mostra que tem como você até ser distante da religião e viver com essa essência”, disse o diretor.
A narrativa propõe reflexões sobre justiça, escolhas e livre-arbítrio, destacando que muitas situações da vida podem ter raízes em experiências passadas. “As nossas maiores escolhas serão feitas no aqui e agora”, reforça Wagner de Assis, diretor do longa, trazendo um tom filosófico que deve conectar com diferentes públicos.
Emoção e identificação
Com relações familiares complexas, amores intensos e dilemas morais, o filme promete tocar o público em diferentes níveis. Há histórias de relações tóxicas, reconciliações e até inversões emocionantes, como quando “a filha é que acaba protegendo a mãe”, conta Beth Goulart sobre um dos momentos que deve marcar a audiência.
No fim, “O Advogado de Deus” se posiciona como mais do que um drama espiritual: é um filme sobre escolhas, consequências e evolução pessoal. Ou, como resume Lorena Comparato: “é um filme emocionante para todos”.
Wagner também aproveita para analisar sobre justiça divina e terrena.
“Não tenho a menor dúvida que as pessoas que subjugam a justiça dos homens, porque ela é falha e imperfeita como os homens, e que uma das coisas que a gente vê é a evolução da sociedade, a capacidade da aplicação econômica de sua justiça. E a gente está aprendendo, e é para isso que servem as leis, para que a gente aprenda a nos regular de uma maneira cada vez melhor”, diz.
“Mas quando a gente falha, eu não tenho a menor dúvida que alguma coisa conserta, e conserta sério, e conserta sim. A gente vai responder tintim por tintim por todos os nossos atos, queiramos ou não. Isso, na verdade, essa frase tem no livro, e é uma frase que o Chico Xavier usou muito. O André Luiz, na verdade, usava, e o Chico usava, os nossos atos vão ser nossos advogados. E aí eu acrescento, sejam advogados de defesa ou de acusação”.
Se a proposta era transformar uma obra densa em algo universal, tudo indica que o filme pode seguir o caminho de outros sucessos do gênero, e conquistar não só fãs do espiritismo, mas qualquer pessoa em busca de uma boa história com alma.


Fonte: Jovem Pan

Lesão na coxa deve deixar Estêvão fora da Copa do Mundo, diz jornal

A lesão na coxa sofrida por Estêvão durante a derrota do Chelsea para o Manchester United no último sábado coloca em risco a presença do jovem atacante na Copa do Mundo com a seleção brasileira. As informações são do The Athletic, ligado ao jornal americano The New York Times.
De acordo com fontes próximas ao caso, o brasileiro de 18 anos sofreu uma contusão de grau quatro no músculo posterior da coxa, o que o deixa praticamente fora do torneio, que começa em 11 de junho. A estreia do Brasil está marcada para dois dias depois, contra o Marrocos.
O The Athletic já havia antecipado, em 18 de abril, que o jogador passaria por exames para avaliar a gravidade do problema. A ressonância foi feita na tarde de segunda-feira, e parte da equipe do Chelsea já temia o pior antes mesmo do resultado.
O incidente ocorreu ainda no primeiro tempo da partida no Stamford Bridge. Estêvão sentiu a lesão aos 16 minutos, deixou o campo mancando e, segundo o técnico Liam Rosenior, estava em lágrimas no vestiário após a derrota por 1 a 0.
A contusão deve encerrar precocemente a temporada de estreia do atacante com a camisa azul. Contratado junto ao Palmeiras em maio de 2024, ele se juntou ao clube inglês no verão passado e, em 36 jogos, acumula oito gols e quatro assistências — três deles em sete partidas da Champions League.
Sob o comando de Carlo Ancelotti, Estêvão se consolidou como peça importante da seleção brasileira, com 11 jogos pela equipe principal e quatro gols marcados nas últimas quatro convocações.
Após a goleada por 3 a 0 sofrida para o Brighton na terça-feira, o Chelsea ainda tem quatro rodadas pela frente no Campeonato Inglês e encara o Leeds United na semifinal da FA Cup no próximo domingo. Já o Brasil disputará o Grupo B contra Marrocos, Haiti e Escócia na Copa do Mundo.
*texto produzido com auxílio de IA


Fonte: Jovem Pan

Áudio: Calamidades: lei institui regras mais flexíveis para parcerias entre governo e OSCs

Sancionada na semana passada pela Presidência da República, a Lei 15.391, de 15 de abril de 2026, institui regras mais flexíveis para as parcerias entre o poder público e as organizações da sociedade civil (OSCs) em situações de calamidade. A norma teve origem em um projeto de lei apresentado pelo governo, o PL 1.707/2025 — que no Senado contou com o parecer favorável da senadora Eliziane Gama (PSD-MA).


Fonte: Senado Federal

Brasil tem alertas de tempestade e baixa umidade nesta quarta-feira  

Os Estados de Rio Grande do Sul e de Santa Catarina estão com alerta amarelo para tempestades ao longo desta quarta-feira (22). Chuvas intensas também atingem o Norte e o Nordeste do país, que estão com avisos laranja e amarelo válidos até quinta-feira (23), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Baixa umidade do ar
O Inmet também emitiu alerta amarelo para baixa umidade do ar no Estado de São Paulo, incluindo a capital paulista. “Umidade relativa do ar variando entre 30% e 20%”, acrescenta o instituto
O ar seco predomina ao longo desta quarta-feira, o que vai garantir um dia ensolarado e sem previsão de chuva para a Grande São Paulo. Na capital, a máxima prevista é de 26ºC. Não há previsão de chuva ao menos até o fim de semana.
Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais também estão com aviso para baixa umidade do ar nesta quarta-feira.
Veja as orientações:
– Beba bastante líquido.
– Evite desgaste físico nas horas mais secas.
– Evite exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.
– Caso necessário, entre em contato com a Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
*Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan