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Ala do STF vê Lula em modo campanha ao se afastar do caso Master

Os ministros do STF, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a solenidade
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Ala do STF avalia que Lula entrou em modo campanha ao adotar uma estratégia de se distanciar do Supremo Tribunal Federal para evitar desgaste eleitoral.
Isso ficou claro, segundo ministros da Corte ouvidos pelo blog, na fala de ontem.
Em entrevista ao ICL, o presidente da República disse ter aconselhado o ministro Alexandre de Moraes e também afirmou que o caso Master prejudica a imagem do STF.
“Eu disse para o companheiro Alexandre de Moraes e vou dizer para vocês exatamente o que eu disse para ele. É o seguinte: você construiu uma biografia histórica neste país com o julgamento do 8 de janeiro. Não permita que esse caso do Vorcaro jogue fora a sua biografia”, declarou Lula.
“Primeiro porque você não estava advogando no seu escritório há quase 15 anos, porque foi secretário da Justiça, foi ministro do Michel Temer, estava fora. Mas a sua mulher estava advogando, diga que: ‘A minha mulher estava advogando, minha mulher não tem que pedir licença para mim, eu só prometo que aqui na Suprema Corte, em caso da minha mulher, eu me sentirei impedido de votar qualquer coisa’. Alguma coisa que passe para sociedade uma firmeza, que ele [Moraes] tem”, completou o petista.
Nos bastidores, aliados de Lula dizem que essa movimentação é estratégica, uma tentativa de se descolar de uma percepção que cresceu na sociedade. A leitura dentro do Palácio do Planalto é de que há, hoje, uma imagem de mistura entre governo e Supremo. E isso, eleitoralmente, pesa.
Por isso, aliados passaram a defender que Lula passe a marcar posição, criando uma distância pública para evitar que essa associação respingue diretamente na campanha.
Esse movimento, aliás, já vinha sendo desenhado. Integrantes do governo reconhecem que o presidente vinha modulando esse distanciamento nos bastidores e agora resolveu explicitar.
No Supremo, porém, a reação não é boa.
A avaliação entre ministros é de irritação com esse gesto do Planalto.
Alguns avaliam que a estratégia não rende frutos, já que, além de irritar integrantes da Corte, inclusive aliados do governo, pode gerar ruídos desnecessários na relação entre os Poderes.
Veja os vídeos que estão em alta no g1


Fonte:

g1 > Política

Vídeo: Sessão solene marca o Dia Nacional da Saúde

Uma sessão solene do Congresso Nacional marcou o Dia Nacional da Saúde, com reconhecimento ao SUS e lançamento de uma obra de referência para a gestão do sistema.
A sessão foi presidida pela senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), autora do requerimento para sua realização, junto com o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB-MA). 


Fonte: Senado Federal

Vídeo: Durigan se compromete a manter diálogo com Senado sobre dívidas de produtores

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, participou de reunião de mais de duas horas na Presidência do Senado, nessa quarta-feira (8), com parlamentares e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, para discutir o impacto das guerras na atividade do agronegócio. Durigan se comprometeu a apresentar uma resposta ao setor, em meio à preocupação do governo com o endividamento no país, e a manter o diálogo aberto com o Senado. Ficou decidido que o senador Renan Calheiros (MDB-AL) será o relator do PL 5.122/2023, que garante recursos do Fundo Social do pré-sal para financiar dívidas de produtores atingidos por calamidades públicas.

 


Fonte: Senado Federal

Deputada ameaça usar Lei Maria da Penha contra Erika Hilton após discussão; veja vídeo

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados protagonizou na quarta-feira (8) novas cenas de embates entre deputadas da oposição e a presidente colegiado Erika Hilton (PSOL-SP). Um grupo de parlamentares tentou aprovar uma moção repudiando a eleição de Hilton.
Deputadas oposicionistas se revezaram em discursos criticando postagens em rede social da congressista do PSOL e disseram que as mulheres se sentiram ofendidas. Elas se referiam a textos em que a presidente da Comissão da Mulher se referia às críticas que recebe nas redes sociais como ditas por ‘imbeCIS’, dizendo que a grafia em letras maiúsculas na postagem de Hilton era uma crítica também às mulheres “cisgênero” (pessoas cuja identidade de gênero corresponde ao sexo biológico atribuído ao nascer).
Em meio a discussões acaloradas, a deputada Socorro Neri (PP-AC) ameaçou usar a Lei Maria da Penha, que pune a violência contra mulheres, contra Erika Hilton.
“A senhora grita e parece que vai partir para uma agressão. Se vier para cima de mim, para me enfrentar, vamos procurar a Lei Maria da Penha porque a senhora tem a força de um homem”, declarou Socorro Néri.
Veja:

🚨URGENTE – Deputada Socorro Neri diz para Érika Hilton que se for enfrentá-la, ela vai acionar a Lei Maria da Penha porque a parlamentar tem a força de um homem
“Se a senhora vier me enfrentar aqui, eu chamarei a Lei Maria da Penha, porque a senhora tem a força de um homem” pic.twitter.com/5MBmSl03Nw
— SPACE LIBERDADE  (@NewsLiberdade) April 9, 2026

 
Ela acusou Hilton de insuflar militantes de esquerda que acompanhavam a reunião da comissão. “A sua fala agressiva está incitando a militância contra nós deputadas que não concordamos com seu posicionamento. Enquanto mulher a senhora não me representa”, disse a deputada do Acre.
Após ouvir uma sequência de críticas, Erika Hilton deixou a cadeira de presidente e se posicionou na bancada de integrantes da comissão para rebater as declarações. Disse que desde que tomou posse participa das reuniões da comissão. Erika Hilton afirmou que boa parte das deputadas que a criticam agora nunca tinham aparecido para discutir projetos ali e explicou que suas postagens não se referiam às mulheres, muito menos às deputadas.
“(As mensagens são) para essas pessoas que vão para as redes sociais e me ameaçam de morte, que dizem que vão arrancar a minha cabeça, que dizem que eu não mereço estar no Parlamento. Foi para todo esse esgoto, esgoto da sociedade”, disse Hilton.
Um tumulto envolvendo deputados e a pessoas que acompanhavam levou à interrupção da sessão. Um visitante proferiu ofensas verbais contra a deputada Clarissa Tércio (PP-PE). O deputado Delegado Éder Mauro (PL-PA) reagiu ao incidente, aproximou-se do homem, derrubou o celular que ele segurava e exigiu sua retirada do plenário.
A deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) argumentou, em um primeiro momento, que não tinha competência para impedir o acesso de um cidadão às dependências da Câmara, mas, diante da escalada da confusão, acionou o Departamento de Polícia Legislativa (Depol) para intervir.
O visitante foi retirado do local pelos agentes. A sessão foi encerrada por iniciativa da deputada Chris Tonietto (PL-RJ) para que os parlamentares presentes pudessem acompanhar Clarissa Tércio no registro do boletim de ocorrência. Outros deputados manifestaram solidariedade à parlamentar pernambucana.
*Com informações do Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Enquete Morning Show – Existe ultradireita no Brasil?


Fonte: Jovem Pan

Petróleo dispara com incertezas sobre cessar-fogo e fluxo no Estreito de Ormuz

Os preços do petróleo deram um salto nesta quinta-feira (9), uma vez que as dúvidas sobre um frágil cessar-fogo de duas semanas no Oriente Médio aumentaram as preocupações de que os fluxos através do crucial Estreito de Ormuz permanecerão restritos.
Os contratos futuros do petróleo Brent LCOc1 subiam 4%, para US$98,51 por barril, por volta das 8h (horário de Brasília), enquanto o petróleo WTI dos EUA CLc1 avançava mais de 5%, para US$99,35 por barril.
Ambos os valores de referência caíram abaixo de US$100 por barril no pregão anterior, com o WTI registrando sua maior queda desde abril de 2020, devido ao otimismo de que o cessar-fogo resultaria na reabertura do estreito.
No entanto, os analistas disseram que os participantes do mercado estavam hesitantes em eliminar totalmente o prêmio de risco geopolítico e que não havia clareza sobre o que as negociações entre os EUA e o Irã significariam para os fluxos de petróleo.
“As chances de uma reabertura significativa (do estreito) em breve parecem escassas”, disse Vandana Hari, fundadora do provedor de análises do mercado de petróleo Vanda Insights, prevendo uma volatilidade contínua nos preços do petróleo.
“O mercado de futuros parece um pouco quebrado”, disse ela. Caso contrário, “os preços já deveriam ter voltado aos níveis anteriores ao cessar-fogo”.
A hidrovia de Ormuz conecta o fornecimento dos produtores do Golfo Pérsico, como Iraque, Arábia Saudita, Kuweit e Catar, aos mercados globais e, normalmente, transporta cerca de 20% do fornecimento global de petróleo e gás.
“Mesmo que os embarques sejam retomados, os riscos não desaparecerão da noite para o dia”, disse Susannah Streeter, estrategista-chefe de investimentos do Wealth Club.
“Os navios-tanque podem ser forçados a navegar em águas minadas e uma maior presença militar, o que manterá os prêmios de seguro altos e os custos de frete elevados.”
A viabilidade do cessar-fogo está em questão em meio aos contínuos ataques israelenses ao Líbano na quarta-feira, levando o Irã a sugerir que seria “irracional” prosseguir com as negociações para forjar um acordo de paz permanente.
Os transportadores disseram na quarta-feira que precisavam de clareza sobre os termos do cessar-fogo antes de retomar o trânsito pelo Estreito de Ormuz. O Irã emitiu mapas para orientar os navios sobre as minas e mostrar caminhos seguros para a passagem, informou a mídia iraniana.
*Reuters


Fonte: Jovem Pan

CCJ do Senado aprova PEC que veda punição a veículos por fala de entrevistados

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal aprovou na quarta-feira (8) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que veda a responsabilização civil de veículos de comunicação por declarações feitas por entrevistados. O texto segue para votação no plenário do Senado, onde precisa ser aprovado em dois turnos, antes de ser encaminhado à Câmara dos Deputados.
A proposta altera um dos artigos do capítulo que trata da Comunicação na Constituição Federal. O dispositivo estabelece que “veículo de comunicação não responde civilmente quando, sem emitir opinião, veicule entrevista na qual atribuído, pelo entrevistado, ato ilícito a determinada pessoa.”
A PEC foi apresentada em dezembro de 2023 pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), com outros 27 signatários, como resposta a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 29 de novembro daquele ano, o plenário do STF fixou novo entendimento sobre responsabilização dos veículos de comunicação.
Segundo julgamento do STF, uma empresa jornalística pode ser responsabilizada civilmente por danos morais e materiais se publicar entrevista em que um entrevistado impute falsamente a terceiro a prática de crime, desde que, à época da divulgação, houvesse indícios concretos da falsidade da imputação e o veículo tivesse deixado de observar o dever de cuidado na verificação dos fatos.
O relator da proposta na CCJ, senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR), opinou pela aprovação do projeto. No parecer, ele argumenta que a possibilidade de punição gera efeito inibidor sobre a atividade jornalística.
Segundo o parlamentar, a liberdade de expressão “é imprescindível a qualquer ambiente onde, sem censura nem receios, opiniões e ideologias diversas possam ser manifestas e contrapostas, caracterizando um processo de formação do pensamento político em sentido amplo.”
O relator também citou o voto do ministro Marco Aurélio de Melo no mesmo recurso para sustentar que o Estado se torna mais democrático quando menos submete declarações de entrevistados à censura oficial.
A comissão rejeitou duas emendas ao texto. A de número 1, apresentada pelo senador Marcos Rogério (PL-RO), pretendia incluir regras sobre responsabilidade de provedores de aplicações de internet e tipificar como crime a censura prévia a manifestações do pensamento. Guimarães argumentou que a emenda tratava de matéria mais complexa do que a proposta original e inviabilizaria uma análise cuidadosa do mérito. A emenda de número 2, do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), tratava de competência jurisdicional por prerrogativa de função, matéria sem relação temática com a PEC, o que autoriza sua rejeição com base no artigo 230 do Regimento Interno do Senado.
O próprio STF, lembrou o relator, já se pronunciou contra emendas sem pertinência temática com a proposição, no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 5.127.
*Com informações do Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Itamaraty condena ataques de Israel contra o Líbano e pede suspensão da ofensiva

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil condenou os ataques israelenses contra o Líbano realizados nesta quarta-feira, 8. O bombardeio começou horas depois de Estados Unidos e Irã anunciarem, na terça-feira, 7, um cessar-fogo de duas semanas do conflito.
Em nota divulgada no final da tarde desta quarta, o Itamaraty destacou que os bombardeios “visaram extensas áreas” e deixaram um “saldo inicial de 254 mortos e 1.165 feridos”, citando dados da Defesa Civil libanesa.
“A intensificação dessa ofensiva ocorre na sequência do anúncio, na última noite, de cessar-fogo no conflito armado no Oriente Médio e ameaça envolver a região em nova escalada de violência e instabilidade”, disse o governo brasileiro.
Antes, governo Luiz Inácio Lula da Silva já tinha defendido que a trégua na guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã se estendesse a operações no Líbano, onde se concentra o grupo radical xiita Hezbollah, milícia armada apoiada pelo Irã e alvo dos bombardeios israelenses.
Neste novo anúncio, o governo brasileiro defendeu o compromisso “com a soberania” e com “a integridade territorial do Líbano”, e pediu à Israel para suspender “imediatamente” as ações militares e retirar todas as forças do território libanês.
“Exorta, ainda, as partes envolvidas a cumprirem integralmente os termos da Resolução 1701 (2006) do Conselho de Segurança das Nações Unidas”, acrescentou a nota. A Resolução 1701 foi aprovada em 2006, há vinte anos, com o objetivo da resolução de por fim à violência entre o Hezbollah e Israel.
Após os ataques de Israel, o Irã afirmou ter voltado a fechar o Estreito de Ormuz, cuja abertura era uma das condições impostas pelos americanos para o cessar-fogo.
*Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

ONU condena ataques de Israel contra o Líbano após cessar-fogo

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, condenou os ataques lançados por Israel contra o Líbano que mataram mais de 180 pessoas na quarta-feira (8) um dia após o anúncio da trégua entre os Estados Unidos e o Irã.
Em comunicado, Guterres lamentou “a perda de vidas civis” e disse estar “profundamente alarmado com o impacto crescente” da ofensiva sobre a população libanesa.
O chefe da ONU afirmou ainda que os ataques representam “um grave risco para o cessar-fogo e os esforços para uma paz duradoura e abrangente na região” e pediu o fim imediato das hostilidades.
*Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Vídeo: Davi comunica que marcará sessão do Congresso para análise de vetos

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou na quarta-feira (8) que está em diálogo com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para definir a data da próxima sessão do Congresso, que deve avaliar vetos presidenciais, incluindo o VET 3/2026, do chamado PL da Dosimetria. Em pronunciamento, ele também destacou sua prerrogativa para decidir a pauta das sessões.


Fonte: Senado Federal