Se Liga Cacoal – Header
.
Início Site

Conforto ou insônia? O efeito invisível de dormir com o seu pet na cama

A presença dos animais de estimação dentro das residências mudou drasticamente nas últimas décadas. Antigamente restritos aos quintais, cães e gatos passaram a ocupar um espaço central nas famílias, participando ativamente da rotina e alcançando o ambiente mais íntimo da casa: a cama dos tutores.


Fonte: UOL Noticias

Na Copa de 86, no México, quase morri do ‘Mal de Montezuma’

Faz exatamente 40 anos, mas não consigo esquecer o aperreio que passei em Guadalajara, como enviado especial da Folha, durante a cobertura da segunda Copa no México, o mesmo país onde o Brasil havia conquistado o tricampeonato mundial nos tempos de Pelé, em 1970, e está de volta agora com Neymar.


Fonte: UOL Noticias

Pedras da cidade, capital do pêssego e Corinthians: as origens de Itaquera

Da rota de indígenas e tropeiros às Cohabs e à Neo Química Arena, o bairro da Zona Leste passou por transformações que ajudaram a moldar São Paulo


Fonte: UOL Noticias

Careca do INSS acusa ex-diretor de se apropriar de Porsche e BMW

O empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apresentou à Polícia Civil outra versão sobre uma ameaça de morte que é suspeito de ter feito a Edson Claro Medeiros Junior, ex-diretor executivo de suas empresas.


Fonte: UOL Noticias

Lula e Flávio enfrentam dificuldade em MG, 2º maior colégio eleitoral

Os dois principais candidatos à Presidência, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), enfrentam uma situação inusitada: às vésperas do início oficial da campanha nenhum deles têm palanque consolidado em Minas Gerais.


Fonte: UOL Noticias

Delegação do Catar chega a Teerã para discutir acordo que pode acabar com conflito entre Irã e EUA

Uma delegação do Catar, um dos países mediadores, chegou neste domingo (14) a Teerã para discutir os últimos desdobramentos do processo diplomático destinado a encerrar a guerra entre os Estados Unidos e o Irã, segundo a imprensa iraniana.


Fonte: UOL Noticias

Qual marca de camisa veste o maior número de seleções na Copa do Mundo 2026?

Para quem busca descobrir estatisticamente qual marca de camisa veste o maior número de seleções na Copa do Mundo 2026, os números oficiais apontam a Adidas como a grande vencedora do mercado. A fabricante europeia desembarca no evento esportivo fornecendo os uniformes oficiais para 14 equipes, garantindo a maior fatia de exposição visual nos estádios e nas transmissões globais. Com a histórica expansão do formato do campeonato para 48 participantes, o fornecimento de material esportivo viu uma disputa corporativa acirrada, mas que manteve a liderança isolada de três grandes multinacionais, responsáveis juntas por 77% de todos os patrocínios do evento. 
Como a Adidas alcançou a liderança de uniformes no torneio
A hegemonia da empresa alemã na atual edição é resultado da manutenção de contratos longevos com grandes instituições do futebol. O foco principal foi direcionado para federações de alto impacto comercial, assegurando o patrocínio da atual campeã Argentina, além de gigantes do continente europeu como a Espanha e a própria seleção da Alemanha.
Para pavimentar sua posição no topo da tabela, a fornecedora precisou expandir sua base de patrocinados em mercados altamente populosos. O catálogo inclui nações fundamentais em termos de engajamento e vendas de produtos locais, como México e Japão, aliados a equipes de alto rendimento como Colômbia e Bélgica. Essa tática agressiva de dominar diferentes continentes permitiu à companhia superar a norte-americana Nike na contagem absoluta de federações.
Ranking das empresas esportivas com mais times na competição
Para visualizar a concentração de mercado das fabricantes, elaboramos a lista com as três fornecedoras que dominam os gramados. A relação expõe o número de equipes por marca no pódio corporativo do torneio.
1. Adidas (14 seleções)
A primeira colocada patrocina o maior bloco do campeonato, encabeçado pela atual vencedora mundial Argentina, além de equipes tradicionais como Alemanha, Espanha e o país-sede México.
2. Nike (12 seleções)
A principal rival norte-americana segue logo atrás vestindo 12 países participantes. O portfólio é sustentado por camisas de enorme peso global, como o Brasil, a França, a Inglaterra e os Estados Unidos.
3. Puma (11 seleções)
Fechando o forte oligopólio de mercado esportivo, a Puma assegurou acordos com 11 times do campeonato. A marca é a responsável pelos vestuários oficiais de Portugal, Marrocos, Suíça e Paraguai.
As marcas alternativas que quebraram o monopólio das gigantes
Ainda que o capital das gigantes do esporte pareça inabalável, a criação de novas vagas para as eliminatórias abriu campo para marcas fora do eixo dominante. Exatamente 11 seleções classificadas optaram por acordos com fornecedoras independentes ou operações mais focadas regionalmente, usufruindo da projeção internacional do campeonato.
O nome de maior peso entre os alternativos é o da marca espanhola Kelme. Ela se consagra como a única fora do trio principal a fornecer equipamentos para mais de um país, assinando as camisas da Jordânia e da Bósnia. O espaço restante do torneio é composto por contratos pontuais de uma marca por nação. A veterana inglesa Umbro entra em campo estampando os tecidos da República Democrática do Congo, enquanto a italiana Kappa marca presença desenhando para a Tunísia.
O torneio de 2026 também marca a presença de retornos inesperados, como a norte-americana Reebok fabricando a camisa do Panamá, e empresas com foco estritamente local que despontam no cenário. É o caso da sul-americana Marathon, parceira do Equador, e marcas como Jako (Iraque) e Capelli Sport (Cabo Verde). Essas movimentações comprovam que as camisas oficiais se firmaram como peças vitais de faturamento comercial no ecossistema esportivo.
A seleção brasileira continua com a mesma marca na Copa de 2026?
Sim. O Brasil renovou e manteve sua parceria de décadas com a Nike para o torneio de 2026, sustentando um dos vínculos de patrocínio mais antigos e rentáveis do mercado mundial. A presença do Brasil garante aos norte-americanos uma vitrine de alto impacto, operando ao lado de outros contratos valiosos da empresa.


Fonte: Jovem Pan

Como falar sobre os seus pontos fracos de forma estratégica em uma entrevista de emprego

O momento em que o recrutador cruza os braços e pede para o candidato listar seus defeitos costuma gerar calafrios até nos profissionais mais experientes. Essa tensão ocorre porque a maioria das pessoas enxerga o processo seletivo como um tribunal, onde qualquer falha confessada resultará em eliminação imediata. No entanto, o mercado de trabalho mudou drasticamente a forma de avaliar e reter talentos. Ter clareza sobre onde você falha e, principalmente, o que você faz para contornar esses obstáculos, é o que separa um candidato mediano daquele que demonstra alta capacidade de adaptação.
O verdadeiro objetivo da pergunta sobre defeitos profissionais
A origem desse questionamento não tem relação com o desejo oculto de encontrar motivos para descartar o seu currículo. Consultorias de recursos humanos e líderes corporativos utilizam essa abordagem para medir o nível de autoconhecimento do profissional e a sua inteligência emocional sob pressão. Quando questionam sobre vulnerabilidades, os avaliadores querem checar se a imagem que você projetou ao longo da conversa condiz com a realidade do seu perfil comportamental.
Ao longo das últimas décadas, as seleções tornaram-se menos focadas no conhecimento técnico puro, as chamadas hard skills, e passaram a investigar minuciosamente o comportamento humano. Se um indivíduo hesita de forma prolongada ou afirma categoricamente não ter limitações, o recrutador entende que há uma dificuldade aguda de autoavaliação. Quem não reconhece os próprios erros costuma ter problemas para absorver feedbacks diários e apresenta extrema resistência para trabalhar em equipes diversas.
Portanto, a pergunta funciona como um filtro de maturidade. Expor vulnerabilidade dentro de um ambiente corporativo deixou de ser um atestado de incompetência para se tornar uma prova viva de que o colaborador sabe identificar cenários adversos e buscar ajuda qualificada quando o escopo do projeto ultrapassa o seu conhecimento atual.
Por que a autocrítica eleva o seu valor de mercado
Profissionais que mapeiam as próprias limitações conseguem direcionar melhor suas carreiras e sofrem muito menos com a síndrome do impostor. De acordo com especialistas em recrutamento estratégico da Robert Half, a liderança, a empatia e a capacidade contínua de adaptação estão entre as competências mais desejadas pelos empregadores. Nenhuma dessas características sobrevive em um perfil profissional engessado que acredita já saber absolutamente tudo.
Quando você expõe uma falha de maneira racional, a empresa percebe que existe um comprometimento genuíno com o aprendizado. O mercado global busca times capazes de inovar, e a inovação exige tentativas, documentação de erros e recalibragens constantes. Ao admitir abertamente que a sua gestão de tempo precisa melhorar, por exemplo, você abre caminho para que a chefia forneça as ferramentas corretas de produtividade logo nos primeiros meses de integração.
Além disso, a transparência constrói um elo de confiança imediato com o seu futuro gestor. Tentar ocultar falhas que impactam diretamente a rotina de trabalho sempre cria expectativas irreais. Mais cedo ou mais tarde, a falta de familiaridade com um software específico ou a dificuldade crônica em delegar tarefas ficará evidente, causando frustração na diretoria e colocando o seu emprego em risco.
Método prático para responder ao recrutador sem sabotar a vaga
Transformar um defeito em uma alavanca de aprovação exige estratégia e um roteiro claro. O candidato precisa estruturar uma narrativa curta, direta e que sempre termine com uma perspectiva prática de resolução. Siga as etapas abaixo para formular o discurso ideal sem gaguejar na frente do avaliador.
1. Fuja das qualidades mascaradas de defeitos
Expressões como “sou perfeccionista ao extremo” ou “trabalho demais e esqueço do relógio” estão banidas dos processos seletivos modernos. Analistas de recursos humanos ouvem essas frases diariamente e as interpretam como uma tentativa frustrada de manipulação. Essas respostas enlatadas transmitem a péssima mensagem de que o profissional subestima o intelecto da pessoa que conduz a entrevista. A saída correta é buscar limitações tangíveis e que realmente gerem pequenos atritos na sua produtividade diária.
2. Escolha vulnerabilidades tangíveis e perdoáveis
A sua sinceridade precisa de muito contexto. O candidato deve mapear pontos fracos que sejam totalmente verdadeiros, mas que não afetem a exigência central do cargo pretendido. Se a vaga é desenhada para atendimento de crises, afirmar que você perde a paciência facilmente sob pressão é um erro fatal. Prefira citar desafios secundários da função, como a sua curva de aprendizado mais lenta para dominar sistemas de informática novos ou a insegurança passageira ao conduzir apresentações para públicos enormes.
3. Apresente um plano de melhoria contínua
O grande trunfo de uma resposta blindada reside na segunda metade da sua fala. Toda vez que mencionar uma limitação, engate imediatamente a solução que você está aplicando de forma ativa para superá-la. Esse é o exato momento de comprovar a sua proatividade. Apenas expor o problema e cruzá-lo os braços soa como puro conformismo. A pessoa sentada do outro lado da mesa precisa escutar que você já assumiu as rédeas do próprio desenvolvimento.
Exemplos reais e falhas comuns na frente do avaliador
Para ilustrar a aplicação do raciocínio estruturado, imagine um candidato à coordenação que reconhece ter muita dificuldade em descentralizar a operação. Em vez de simplesmente soltar um “sou muito centralizador”, ele deve afirmar algo como: “No passado, eu absorvia excessivamente as demandas técnicas para garantir prazos mais curtos, mas notei que isso sufocava o aprendizado da minha equipe. Hoje, eu utilizo ferramentas de gestão ágil para acompanhar o progresso à distância, o que me forçou a delegar funções com muito mais segurança”.
Outro erro clássico e recorrente nas seleções é inflacionar o nível de conhecimento em idiomas estrangeiros. Candidatos frequentemente preenchem o currículo com fluência no inglês e acabam congelando no momento em que o recrutador altera o idioma da entrevista. A postura correta e inabalável é assumir o seu estágio real sem constrangimento. Afirmar com firmeza que possui leitura avançada e conversação intermediária, destacando a matrícula recente em aulas de conversação, gera instantaneamente mais autoridade do que sustentar uma mentira que cairá por terra.
Dúvidas frequentes sobre transparência em processos seletivos
Como devo agir se o recrutador pedir mais de um ponto fraco?
Mantenha sempre duas ou três situações muito bem mapeadas antes de entrar na sala de entrevista. Os avaliadores costumam testar o improviso pedindo exemplos extras justamente quando sentem que a primeira resposta foi excessivamente plastificada ou treinada. O exercício de autocrítica contínua permite que você acesse essas vivências sem aparentar qualquer sinal de desespero.
Vale a pena confessar que não tenho experiência na área?
A tentativa de disfarçar a falta de senioridade é uma manobra inútil, visto que o seu histórico profissional já revelou essa lacuna durante a triagem. A melhor rota é destacar o seu foco em aprendizado rápido e na resolução criativa de problemas. Utilize projetos paralelos, cursos de extensão recentes ou vivências em trabalhos voluntários para compensar a vivência corporativa que ainda está sendo construída e lapidada.
E se a minha maior fraqueza for a ansiedade antes de reuniões?
Transforme esse sentimento puramente interno em uma questão estratégica de processo. Em vez de detalhar sinais físicos de nervosismo, explique que você tende a se preocupar de forma acentuada com possíveis falhas de planejamento antes de entregas críticas, mas que tem contornado esse excesso desenhando roteiros de contingência rigorosos.
O mapeamento constante das próprias imperfeições pavimenta um percurso executivo infinitamente mais leve e sustentável. Quando as suas lacunas deixam de ser vistas como grandes defeitos incorrigíveis, as cobranças dentro do ambiente corporativo ganham um tom muito mais construtivo. Todo profissional que cruza a porta de uma nova empresa com expectativas cem por cento alinhadas sofre um desgaste emocional bem menor, consolida alianças valiosas com as lideranças e garante espaço fértil para refinar suas qualidades ao longo de toda a jornada.


Fonte: Jovem Pan