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Caso Master: após ter detectado ‘indícios de vantagens indevidas’ a servidores, Banco Central publica novo plano de integridade

O Banco Central (BC) publicou nesta quinta-feira (7) o “Plano de Integridade para o ciclo 2026-2027”, no qual a autoridade monetária “reafirma a integridade como um dos valores centrais da instituição”.
Esse pilar é destacado ao lado de vários outros. São eles: excelência, foco em resultados, cooperação, abertura para mudanças, sustentabilidade e diversidade, além da empatia.
O plano foi lançado após a instituição ter identificado, em março deste ano, indícios de “vantagens indevidas” recebidas por dois servidores da instituição.
Eles foram alvos de operação da Polícia Federal (PF) que prendeu Daniel Vorcaro, dono do banco Master (leia mais abaixo).
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Os dois servidores foram afastados naquele momento. Paulo Sérgio Neves de Sousa é ex-diretor de fiscalização do BC, e Bellini Santana, é ex-chefe de departamento da área responsável pela supervisão bancária.
Ambos são investigados por suspeita de atuação inadequada na supervisão do Master antes da liquidação do banco, ocorrida após o agravamento da crise da instituição, no fim de 2025.
Nesta quinta, o BC avaliou que a integridade deve ser entendida como a atuação pautada pela ética, transparência e priorização do interesse público.
E que isso vem sendo fortalecido por meio de uma governança sólida e da implementação de políticas institucionais relevantes, como a atualização da Política de Transparência do Banco Central e da Política de Conformidade (Compliance).
“Nesse contexto, a gestão da integridade abrange a prevenção, a detecção, a responsabilização e a remediação de fraudes e atos de corrupção, bem como a promoção e a observância de valores, normas e princípios orientados à proteção do interesse público e ao respeito a direitos”, acrescentou o BC.
Tendo por base aprendizados do ciclo anterior, de acordo com a instituição, o novo plano de integridade prevê 36 ações distribuídas em sete eixos temáticos.
Dentro do escopo dos eixos temáticos estão:
transparência;
ética;
comunicação e treinamento;
práticas de integridade nos processos de trabalho;
tratamento de denúncias; responsabilização; e
monitoramento contínuo.
“O novo plano dá especial atenção ao avanço na adoção de medidas de tratamento a riscos de integridade, à capacitação de servidores, ao aprimoramento do tratamento de denúncias, ao fortalecimento dos procedimentos de responsabilização e à incorporação de ações voltadas à diversidade, equidade, inclusão e ao enfrentamento do assédio e da discriminação”, informou o Banco Central.
Prédio do Banco Central em Brasília
Flickr do Banco Central
Regras para servidores
De acordo com o Banco Central, há regras relacionadas com cuidados no relacionamento interpessoal, prevenção de conflito de interesses, deveres e obrigações dos servidores.
A instituição informo que adotará as seguintes ações:
Conscientizar a comunidade do BC quanto à importância de manter padrões adequados de respeito e decoro nas interações, especialmente em ambientes corporativos virtuais.
Divulgar orientações relacionadas à prevenção de conflito de interesses no exercício de atividades profissionais paralelas por meio de cartilha.
Promover maior conhecimento dos deveres e proibições a que estão sujeitos os servidores do BC, com vistas a fortalecer a cultura de integridade da instituição, com a elaboração de perguntas e respostas sobre deveres e proibições.
Também está sendo feita uma revisão do código de conduta dos servidores.


Fonte:

g1 > Política

‘Vai continuar os 500k ou pode ser os 300k?’: PF aponta pagamento de ‘mesada’ de Vorcaro a Ciro Nogueira

‘Vai continuar os 500k ou pode ser os 300k?’: PF aponta pagamento de ‘mesada’ de Vorcaro a Ciro Nogueira
Investigações da Polícia Federal revelam que senador Ciro Nogueira (PP) recebia pagamentos mensais recorrentes e teria instrumentalizado o mandato para apresentar emendas redigidas pelo próprio Banco Master.
O Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão assinada pelo ministro André Mendonça, determinou suspensão de empresas e monitoramento de envolvidos no caso, no âmbito da Operação Compliance Zero. Nesta 5ª fase, a operação mira Ciro Nogueira, alvo de busca e apreensão, e um primo de Daniel Vorcaro, Felipe Vorcaro, que foi preso.
🔎A PF investiga, na Operação Compliance Zero, um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. O nome da operação é uma referência à falta total de controles internos nas instituições envolvidas para evitar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.
As provas surgiram a partir de diálogos interceptados entre Daniel Vorcaro e seu operador financeiro, Felipe Vorcaro. As mensagens detalham o funcionamento da chamada “parceria BRGD/CNLF”, na qual a empresa BRGD S.A. (da família Vorcaro) enviava recursos para a CNLF Empreendimentos (veículo patrimonial do senador).
Em janeiro de 2025, Felipe Vorcaro relatou dificuldades em manter o fluxo devido ao “aumento dos pagamentos” ao “parceiro brgd”.
Meses depois, em junho de 2025, Daniel Vorcaro cobrou o operador pelo atraso de dois meses nos repasses a “ciro”. Em resposta, Felipe questionou: “Vai continuar os 500k ou pode ser os 300k?”, evidenciando que o valor mensal do repasse havia aumentado.
Trecho de documento da Operação Compliance Zero relata conversas entre Felipe e Daniel Vorcaro
Reprodução
A contrapartida para os pagamentos milionários era a instrumentalização do mandato parlamentar. O caso envolve a emenda nº 11 à PEC nº 65/2023, apresentada por Ciro Nogueira em agosto de 2024. A proposta visava elevar o limite de garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de R$250 mil para R$1 milhão por depositante.
A investigação revelou que o texto da emenda foi elaborado pela própria assessoria do Banco Master e entregue em um envelope na residência do senador. Após a apresentação, Daniel Vorcaro vangloriou-se de que a proposta “saiu exatamente como mandei”, enquanto interlocutores do banco previam que a medida “sextuplicaria” os negócios da instituição.
Além dos repasses mensais, Ciro Nogueira teria recebido vantagens por meio de operações societárias fraudulentas.
A empresa CNLF, administrada formalmente pelo irmão do senador, Raimundo Neto, adquiriu 30% da Green Investimentos S.A. pelo valor de R$ 1 milhão.
A defesa de Ciro Nogueira afirmou que ele está comprometido “em contribuir com a Justiça, a fim de esclarecer que não teve qualquer participação em atividades ilícitas e nos fatos investigados”. O g1 procurou as defesas dos demais alvos, mas ainda não obteve resposta.
Primo de Vorcaro, Felipe Cançado é alvo de mandado de prisão em 5ª fase da operação Compliance Zero
Ciro Nogueira seria ‘destinatário central’ de vantagens indevidas de Vorcaro, diz PF
Compliance Zero: investigação cita conversa sobre cartão e viagem internacional de senador: ‘É pra continuar pagando restaurante do Ciro?’
Ciro Nogueira e Daniel Vorcaro
Jefferson Rudy/Agência Senado/Reprodução/TV Globo
GloboPop: veja os vídeos do palco da Andréia Sadi


Fonte:

g1 > Política

PF reforça equipe que analisa celulares de Daniel Vorcaro, dono do banco Master

PF prende Felipe Cançado Vorcaro, primo do dono do Master em 5ª fase da operação Compliance Zero
A Polícia Federal (PF) ampliou a equipe responsável pela análise do material apreendido com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Novos delegados, peritos, agentes e escrivães foram convocados para reforçar a investigação, na última semana. O reforço é necessário considerando que apenas o primeiro celular apreendido de Vorcaro tem 400 gigabites de conteúdo e 8 mil vídeos a serem verificados.
Ao todo, a Polícia Federal apreendeu oito aparelhos com o banqueiro. A análise é considerada fundamental para o avanço do caso.
Imagem de Daniel Vorcaro na prisão.
Reprodução
A análise completa dos dados é considerada peça fundamental para confrontar os termos que serão apresentados por Vorcaro na tentativa de fechar o acordo. Interlocutores da negociação afirmam que conteúdo terá que ser contundente para a delação ser efetiva.
A extração de dados é feita em Brasília, São Paulo e Minas Gerais.


Fonte:

g1 > Política

Qual o horário da reunião entre Lula e Trump? Veja programação

Lula e Trump se falaram por telefone antes de viagem aos EUA
O presidente Lula (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reúnem nesta quinta-feira (7), em Washington. Antes do início do encontro, a Casa Branca divulgou a programação esperada. Confira abaixo, nos horários de Brasília:
12h00 — Trump participa de um cumprimento oficial com Lula na Casa Branca.
12h15 — Os presidentes participam de uma reunião bilateral no Salão Oval.
12h45 — Lula e Trump participam de um almoço bilateral na Sala do Gabinete da Casa Branca.
Segundo apuração da jornalista Raquel Krähenbühl, da TV Globo, o encontro será uma “visita de trabalho”, formato menos formal do que uma reunião bilateral tradicional.
A reunião é vista como um passo para normalizar as relações comerciais entre os dois países, após os EUA aplicarem tarifas contra produtos brasileiros e sanções contra autoridades nacionais.
▶️ Contexto: Esta será a segunda reunião presencial entre Lula e Trump. Em outubro, os dois se encontraram durante um evento na Malásia. Um mês antes, conversaram rapidamente durante a Assembleia Geral da ONU.
Antes do encontro, Lula e Trump falaram por telefone na sexta-feira (1º). O governo brasileiro disse que a conversa foi “amistosa”.
Pelo menos cinco temas devem centralizar as conversas:
Veja detalhes de cada um dos assuntos.
Um dos principais pontos será a pressão dos EUA para classificar facções brasileiras, como o PCC e o Comando Vermelho, como organizações terroristas. O governo brasileiro tenta convencer os norte-americanos de que o combate ao crime organizado deve ocorrer por meio de cooperação bilateral, sem medidas que possam abrir margem para ações mais duras dos EUA.
Outro tema sensível será o PIX. Os EUA investigam possíveis impactos do sistema brasileiro sobre empresas americanas de pagamentos eletrônicos. O governo Lula pretende defender que o PIX não discrimina companhias estrangeiras e usar o encontro para evitar possíveis medidas contra o Brasil relacionadas ao sistema.
Questões internacionais também devem entrar na pauta. Lula e Trump têm divergências sobre temas como Venezuela, Irã e o papel dos EUA em conflitos globais. O presidente brasileiro tem defendido maior fortalecimento da ONU e criticado posturas consideradas unilaterais do governo americano.
A reunião também deve abordar minerais críticos e terras raras, considerados estratégicos para tecnologia e transição energética. Além disso, segundo o blog da jornalista Andreia Sadi, Lula pretende usar o encontro como ativo político, buscando um compromisso informal de não interferência dos EUA nas eleições brasileiras de outubro e tentando reforçar sua imagem de liderança internacional.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Encontro com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o 47ª Cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático – ASEAN em Kuala Lampur, Malásia.
Ricardo Stuckert/Presidência da República
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g1 > Política

‘Vai continuar os 500k ou pode ser os 300k?’: PF aponta pagamento de ‘mesada’ de Vorcaro a Ciro Nogueira

‘Vai continuar os 500k ou pode ser os 300k?’: PF aponta pagamento de ‘mesada’ de Vorcaro a Ciro Nogueira
Investigações da Polícia Federal revelam que senador Ciro Nogueira (PP) recebia pagamentos mensais recorrentes e teria instrumentalizado o mandato para apresentar emendas redigidas pelo próprio Banco Master.
O Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão assinada pelo ministro André Mendonça, determinou suspensão de empresas e monitoramento de envolvidos no caso, no âmbito da Operação Compliance Zero. Nesta 5ª fase, a operação mira Ciro Nogueira, alvo de busca e apreensão, e um primo de Daniel Vorcaro, Felipe Vorcaro, que foi preso.
🔎A PF investiga, na Operação Compliance Zero, um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. O nome da operação é uma referência à falta total de controles internos nas instituições envolvidas para evitar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.
As provas surgiram a partir de diálogos interceptados entre Daniel Vorcaro e seu operador financeiro, Felipe Vorcaro. As mensagens detalham o funcionamento da chamada “parceria BRGD/CNLF”, na qual a empresa BRGD S.A. (da família Vorcaro) enviava recursos para a CNLF Empreendimentos (veículo patrimonial do senador).
Em janeiro de 2025, Felipe Vorcaro relatou dificuldades em manter o fluxo devido ao “aumento dos pagamentos” ao “parceiro brgd”.
Meses depois, em junho de 2025, Daniel Vorcaro cobrou o operador pelo atraso de dois meses nos repasses a “ciro”. Em resposta, Felipe questionou: “Vai continuar os 500k ou pode ser os 300k?”, evidenciando que o valor mensal do repasse havia aumentado.
Trecho de documento da Operação Compliance Zero relata conversas entre Felipe e Daniel Vorcaro
Reprodução
A contrapartida para os pagamentos milionários era a instrumentalização do mandato parlamentar. O caso envolve a emenda nº 11 à PEC nº 65/2023, apresentada por Ciro Nogueira em agosto de 2024. A proposta visava elevar o limite de garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de R$250 mil para R$1 milhão por depositante.
A investigação revelou que o texto da emenda foi elaborado pela própria assessoria do Banco Master e entregue em um envelope na residência do senador. Após a apresentação, Daniel Vorcaro vangloriou-se de que a proposta “saiu exatamente como mandei”, enquanto interlocutores do banco previam que a medida “sextuplicaria” os negócios da instituição.
Além dos repasses mensais, Ciro Nogueira teria recebido vantagens por meio de operações societárias fraudulentas.
A empresa CNLF, administrada formalmente pelo irmão do senador, Raimundo Neto, adquiriu 30% da Green Investimentos S.A. pelo valor de R$ 1 milhão.
A defesa de Ciro Nogueira afirmou que ele está comprometido “em contribuir com a Justiça, a fim de esclarecer que não teve qualquer participação em atividades ilícitas e nos fatos investigados”. O g1 procurou as defesas dos demais alvos, mas ainda não obteve resposta.
Primo de Vorcaro, Felipe Cançado é alvo de mandado de prisão em 5ª fase da operação Compliance Zero
Ciro Nogueira seria ‘destinatário central’ de vantagens indevidas de Vorcaro, diz PF
Compliance Zero: investigação cita conversa sobre cartão e viagem internacional de senador: ‘É pra continuar pagando restaurante do Ciro?’
Ciro Nogueira e Daniel Vorcaro
Jefferson Rudy/Agência Senado/Reprodução/TV Globo
GloboPop: veja os vídeos do palco da Andréia Sadi


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PF reforça equipe que analisa celulares de Daniel Vorcaro, dono do banco Master

PF prende Felipe Cançado Vorcaro, primo do dono do Master em 5ª fase da operação Compliance Zero
A Polícia Federal (PF) ampliou a equipe responsável pela análise do material apreendido com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Novos delegados, peritos, agentes e escrivães foram convocados para reforçar a investigação, na última semana. O reforço é necessário considerando que apenas o primeiro celular apreendido de Vorcaro tem 400 gigabites de conteúdo e 8 mil vídeos a serem verificados.
Ao todo, a Polícia Federal apreendeu oito aparelhos com o banqueiro. A análise é considerada fundamental para o avanço do caso.
Imagem de Daniel Vorcaro na prisão.
Reprodução
A análise completa dos dados é considerada peça fundamental para confrontar os termos que serão apresentados por Vorcaro na tentativa de fechar o acordo. Interlocutores da negociação afirmam que conteúdo terá que ser contundente para a delação ser efetiva.
A extração de dados é feita em Brasília, São Paulo e Minas Gerais.


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g1 > Política

Bruno Bolsonaro Scheid (PL) ganha espaço político e surge como nome em ascensão em Rondônia

Pecuarista de Ji-Paraná (RO) ganha visibilidade no cenário político, fortalece relações com o grupo bolsonarista e aparece como nome em crescimento na disputa pelo Senado em Rondônia.

Em meio à movimentação política que já começa a desenhar o cenário eleitoral de 2026, o nome de Bruno do Bolsonaro Scheid (PL), tem ganhado projeção em Rondônia. Pecuarista com base em Ji-Paraná (RO), ele se consolida como uma das figuras em ascensão na disputa pelo Senado, impulsionado por articulações políticas e presença cada vez mais ativa em agendas estratégicas.
Aos 38 anos, Bruno do Bolsonaro Scheid (PL), tem buscado ampliar sua visibilidade por meio de conexões com figuras influentes da política nacional. Sua proximidade com o ex-presidente Jair Bolsonaro e membros de sua família, como Michelle Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro, o colocou em um círculo político de grande influência, fator que tem contribuído para sua projeção.
Nos bastidores, o pré-candidato tem sido apontado como um interlocutor ativo dentro do grupo ligado ao agronegócio. Sua presença em reuniões estratégicas e encontros fora da agenda oficial, incluindo discussões com pecuaristas e lideranças do setor, reforça sua atuação junto à base ruralista, considerada uma das mais relevantes em Rondônia.
Além da articulação política, Bruno do Bolsonaro Scheid (PL), também tem sido associado a iniciativas de apoio financeiro em campanhas eleitorais, especialmente no contexto da reeleição de Jair Bolsonaro. Esse papel fortaleceu sua imagem como um nome com influência no setor produtivo, embora também gere questionamentos sobre a concentração de apoio dentro de determinados grupos.
No cenário eleitoral, pesquisas recentes indicam que Bruno do Bolsonaro Scheid (PL), já aparece com cerca de 14% das intenções de voto, número considerado expressivo para um nome ainda em consolidação. Ele disputa espaço com lideranças mais tradicionais da política estadual, mas demonstra crescimento, especialmente entre eleitores mais jovens e com maior nível de escolaridade.
Apesar da ascensão, sua trajetória também é marcada por episódios que geraram repercussão. Em 2012, Bruno do Bolsonaro Scheid (PL), foi denunciado por um caso envolvendo disparos em direção a um sem-terra em Alvorada do Oeste, sendo posteriormente absolvido por falta de provas. Já em 2018, um episódio de violência envolvendo sua família, durante um assalto com sequestro, também ganhou destaque e impactou sua imagem pública.
Nas redes sociais, o pré-candidato tem intensificado sua presença, utilizando transmissões ao vivo e interações com figuras conhecidas para ampliar seu alcance. Chamadas com Michelle Bolsonaro, por exemplo, têm sido usadas como estratégia para fortalecer sua imagem junto ao eleitorado alinhado ao campo conservador.
Entre apoiadores, Bruno do Bolsonaro Scheid (PL), é visto como um nome que representa renovação e força política, especialmente pela ligação com o agronegócio e o grupo bolsonarista. Já críticos apontam desafios relacionados à sua pouca experiência em cargos públicos e às controvérsias ao longo de sua trajetória. Em meio a esse cenário, o pecuarista busca consolidar seu espaço e se firmar como um dos protagonistas na corrida pelo Senado em Rondônia.

Imposto de Renda 2026: faltando cerca de três semanas para prazo final, 24 milhões de pessoas ainda não enviaram declaração

A Secretaria da Receita Federal informou que recebeu, até a manhã desta quinta-feira (7), cerca de 20 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026, ano-base 2025.
O prazo de entrega começou em 23 de março e se estende até 29 de maio, e a expectativa do Fisco é de receber 44 milhões de documentos neste ano.
Deste modo, faltando cerca de três semanas para o fim do prazo de entrega, 24 milhões de contribuintes ainda têm de enviar sua declaração anual de ajuste do Imposto de Renda.
A entrega da declaração depois do prazo legal terá uma multa mínima de atraso de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.
Como fazer a declaração
Segundo a Receita Federal, a declaração de Imposto de Renda pode ser feita por meio:
do Programa Gerador da Declaração (PGD) relativo ao exercício de 2026, disponível para download no site da Secretaria Especial da Receita Federal na internet,
do serviço “Meu Imposto de Renda”, observado o disposto no art. 5º, disponível:
no site da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil na internet;
em aplicativo da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil para dispositivos móveis, tais como tablets e smartphones.
Quem é obrigado a declarar
quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;
contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitos à incidência do imposto;
quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguida de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;
quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;
quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;
quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);
quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;
quem deseja atualizar bens no exterior;
quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.


Fonte:

g1 > Política

Vorcaro enviou a Ciro Nogueira emenda que beneficiaria o Master em envelope, diz PF

Ciro Nogueira é alvo da 5ª fase da operação Compliance Zero da PF
A Polícia Federal (PF) aponta que o senador Ciro Nogueira (PP-PI), alvo de mandados de busca e apreensão na 5ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira (7), era o “destinatário central” das vantagens indevidas de Daniel Vorcaro.
Em nota, a defesa do senador afirma que “repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar” (veja na íntegra mais abaixo).
Entre os exemplos, a PF aponta que Vorcaro enviou um envelope a Ciro Nogueira, com o texto de uma emenda que beneficia o banco Master.
Segundo investigadores, Nogueira “instrumentalizou o exercício do mandato parlamentar em favor dos interesses privados” do dono do Banco Master. A informação consta no relatório da PF descrito na decisão que embasou a operação desta quinta.
Na parte financeira, a investigação aponta o recebimento frequente de vantagens, como pagamentos mensais, compra de participação em empresa com desconto considerado elevado, pagamento de despesas pessoais e uso de bens de alto valor.Também há indícios de recebimento de dinheiro em espécie.
“Ressalte-se que o parlamentar, ora investigado, detém o controle e figura como principal beneficiário das condutas relacionadas à execução material de atos de lavagem de capitais sob investigação, razão pela qual é inegável que sua capacidade de articulação política e institucional”, destaca a decisão de Mendonça.
Emenda escrita pelo Master
No documento, a PF aponta como exemplo da relação de favorecimento entre Vorcaro e Ciro Nogueira uma emenda apresentada pelo senador à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Autonomia Financeira do Banco Central (BC).
➡️A proposta em questão tem como objetivo alterar a Constituição Federal para estabelecer um novo regime jurídico para o BC, garantindo autonomia técnica, operacional, administrativa, orçamentária e financeira do órgão.
Ciro Nogueira é autor da emenda de número 11. O texto previa aumentar o limite de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) dos atuais R$ 250 mil para R$ 1 milhão. De acordo com a PF, o texto teria sido produzido pela assessoria do Banco Master, e entregue a Ciro em um envelope.
Em março, o g1 divulgou a troca de mensagens em que Vorcaro celebrou a emenda, em conversa com a então namorada.
“Ciro soltou um projeto de lei agora que é uma bomba atômica mercado financeiro! Ajuda os bancos médios e diminui poder dos grandes! Esta todo mundo louco”, disse Vorcaro.
O Banco Master entrou no radar das autoridades porque utilizava um modelo agressivo de captação de recursos baseado na emissão de CDBs com garantia do FGC. Dessa forma, a emenda de Nogueira ofereceria maior proteção à operação do Master.
Segundo os investigadores, o documento teria sido enviado pela assessoria do banco a Vorcaro e, posteriormente, entregue ao senador em um envelope no endereço residencial dele.
Ainda de acordo com a PF, “a proposta apresentada ao Senado reproduziu integralmente a versão encaminhada pelo banco”.
Após a publicação da emenda, Vorcaro teria afirmado que o texto “saiu exatamente como mandei”, conforme o trecho citado na decisão.
“Também há notícia de circulação, a partir de sua residência, de minutas de outros projetos legislativos de interesse do particular, posteriormente remetidas ao gabinete parlamentar”, aponta a Polícia Federal.
Além deste caso, investigadores destacam que em novembro de 2023, Vorcaro teria ordenado a retirada, da residência do senador, de envelopes que conteriam “minutas de projetos de interesse particular”, posteriormente levados a escrcitório indicado por ele para revisão e em, seguida, , entregues, já processados, a um servidor vinculado a Ciro Nogueira.
O que diz o senador
Veja a nota enviada pela defesa na íntegra:
“A defesa do Senador Ciro Nogueira repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar.
Reitera o comprometimento do Senador em contribuir com a Justiça, a fim de esclarecer que não teve qualquer participação em atividades ilícitas e nos fatos investigados, colocando-se à disposição para esclarecimentos.
Pondera, por fim, que medidas investigativas graves e invasivas tomadas com base em mera troca de mensagens, sobretudo por terceiros, podem se mostrar precipitadas e merecem a devida reflexão e controle severo de legalidade, tema que deverá ser enfrentado tecnicamente pelas Cortes Superiores muito em breve, assim como ocorreu com o uso indiscriminado de delações premiadas.”


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g1 > Política

Imposto de Renda 2026: faltando cerca de três semanas para prazo final, 24 milhões de pessoas ainda não enviaram declaração

A Secretaria da Receita Federal informou que recebeu, até a manhã desta quinta-feira (7), cerca de 20 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026, ano-base 2025.
O prazo de entrega começou em 23 de março e se estende até 29 de maio, e a expectativa do Fisco é de receber 44 milhões de documentos neste ano.
Deste modo, faltando cerca de três semanas para o fim do prazo de entrega, 24 milhões de contribuintes ainda têm de enviar sua declaração anual de ajuste do Imposto de Renda.
A entrega da declaração depois do prazo legal terá uma multa mínima de atraso de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.
Como fazer a declaração
Segundo a Receita Federal, a declaração de Imposto de Renda pode ser feita por meio:
do Programa Gerador da Declaração (PGD) relativo ao exercício de 2026, disponível para download no site da Secretaria Especial da Receita Federal na internet,
do serviço “Meu Imposto de Renda”, observado o disposto no art. 5º, disponível:
no site da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil na internet;
em aplicativo da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil para dispositivos móveis, tais como tablets e smartphones.
Quem é obrigado a declarar
quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;
contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitos à incidência do imposto;
quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguida de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;
quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;
quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;
quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);
quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;
quem deseja atualizar bens no exterior;
quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.


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