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Ex-presidente do BRB é transferido para a Papuda

O ex-presidente do BRB (Banco de Brasília), Paulo Henrique Costa, foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda após ser preso nesta quinta-feira (16) na 4ª fase da Operação Compliance Zero. Ele deixou a Superintendência da Polícia Federal durante a tarde e seguiu para Papuda.
Paulo Henrique Costa é investigado por sua atuação na tentativa de aquisição do Banco Master pelo BRB, além da compra de carteiras fraudulentas oferecidas pelo banco de Daniel Vorcaro. A prisão do ex-presidente se deu após a identificação de um suposto fluxo de propina destinado a Paulo Henrique Costa na negociação de venda do Banco Master ao BRB, que teria sido viabilizado por meio da compra de imóveis. Com base nessas informações, o magistrado determinou a prisão preventiva de Costa.
As investigações da Polícia Federal identificaram que o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, negociou com Daniel Vorcaro o recebimento de seis imóveis de alto padrão, avaliados em R$ 146,5 milhões, localizados em São Paulo e no Distrito Federal.
Segundo a decisão, o ex-dirigente do BRB teve papel central na viabilização da aquisição de carteiras consideradas fraudulentas pela investigação envolvendo o Banco Master. Em troca, ele teria recebido vantagens indevidas por meio da transferência de imóveis de alto valor. Os elementos foram reunidos durante investigação da Polícia Federal e também constam na representação do MPF (Ministério Público Federal).


Fonte: Jovem Pan

‘Lula tem sido o meu camisa 10’, afirma Flávio Bolsonaro sobre alta nas pesquisas eleitorais

O pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, comentou nesta quinta-feira (16), em entrevista à Jovem Pan Coritiba, sobre as eleições de 2026 e as pesquisas eleitorais, e declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sido o seu “camisa 10”. “O Lula tá falando aí e está sendo o meu camisa 10, tá sendo maravilhoso, que ele continue falando e mostrando quem ele é de verdade e o que ele pensa”, declarou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ao comentar sobre as pesquisas, que têm apontado um empate técnico entre Flávio e Lula, o senador afirmou que o mandatário tem “passado por um momento de muita dificuldade”. “Lula virou mercadoria vencida, ele é como aquele produto que já está muito fadigado, ideias atrasadas”, declarou e acrescentou que o petista tem um discurso “bonitinho e fofinho”, mas se vocês querem conhecer um comunista é só deixá-lo falar.
Pesquisa divulgada na quarta-feira pela Genial/Quaest mostra que Flávio Bolsonaro supera numericamente o presidente Lula (PT), pela primeira vez, nas intenções de voto para o segundo turno. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e o petista empatam tecnicamente, com 42% contra 40%, respectivamente.

Confira a entrevista:


Fonte: Jovem Pan

STF decide que piso nacional também deve ser pago a professores temporários

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, nesta quinta-feira (16) que professores temporários da rede pública de estados e municípios têm direito ao pagamento do piso salarial nacional do magistério público, atualmente em R$ 5.130,63. 
Com a decisão, a Corte reconheceu que professores temporários e efetivos da rede pública devem receber o piso. Antes da decisão, somente os efetivos tinham o direito garantido.
A decisão foi motivada por um recurso protocolado por uma professora temporária de Pernambuco que recorreu à Justiça para que fosse reconhecido o direito ao recebimento do piso. De acordo com o processo, ela recebia cerca de R$ 1,4 mil para cumprir uma carga horária de 150 horas mensais.
O pagamento do piso salarial nacional para os profissionais do magistério da educação básica pública está previsto na Constituição e foi regulamentado pela Lei 11.738 de 2008.
O piso é atualizado anualmente pelo Ministério da Educação. Para 2026, o valor foi fixado em R$ 5.130,63 para jornada de 40 horas semanais. Professores que têm jornadas maiores devem receber de forma proporcional ao piso estabelecido.
Apesar de estar previsto na Constituição, o piso não é pago por todos os estados e municípios tanto para professores efetivos quanto para temporários. Os entes alegam que não têm recursos suficientes para o pagamento integral.
Contudo, parte do pagamento é garantido por verbas federais do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Cabe os estados e municípios fazer o complemento financeiro.

Votos
O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, defendeu o pagamento do piso aos temporários e reforçou que o benefício também é devido aos efetivos. 
Para o relator, estados e municípios usam subterfúgios para contratar professores temporários.
“Pouco importa a região, isso se tornou um costume de gestão para diminuir os custos, mas não levando em conta a primeira necessidade na educação, que é investir nos professores”, afirmou.
O entendimento foi seguido pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, André Mendonça, Dias Toffoli, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin.
Professores
Durante o julgamento, a advogada Mádila Barros, representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT), citou dados do Censo Escolar que mostram que cerca de 42% dos professores de escolas públicas do país são temporários. Além disso, o levantamento demonstra que uma em cada três prefeituras não pagam o piso salarial para os efetivos.
Na avaliação da advogada, a falta de pagamento do piso impacta principalmente na vida das mulheres, que convivem com dupla jornada de trabalho em casa e na escola.
“Essa força majoritária feminina tem sido vista pelo estado como mão de obra mais barata. Elas são contratadas temporariamente, sem direitos assegurados aos efetivos, como plano de carreira, 13° salário e férias com um terço constitucional”, afirmou.
Eduardo Ferreira, representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), afirmou que a qualidade de ensino necessita da valorização dos profissionais da educação.
Na avaliação do advogado, o salário dos professores está vinculado à proficiência dos estudantes.
“O estado, não só de Pernambuco, mas vários outros, contratam professores temporários, ano após ano, em percentual muito acima daquele tolerável pela educação”, comentou.
Limitação
A Corte também aceitou sugestão feita pelo ministro Flávio Dino e limitou a cessão de professores efetivos para trabalho em outros órgãos públicos. Com a decisão, a cessão deverá ser limitada em 5% do quadro de professores estadual ou municipal para diminuir a contratação de temporários. O percentual valerá até a aprovação de uma lei sobre a questão.
“Se cede 30% do quadro, como a sala de aula continua? Contratam-se temporários, e se cria uma conta inesgotável. Se nós temos 20 mil professores em uma rede, se cinco, seis mil são cedidos, isso significa dizer que vai gerar uma demanda de cinco, seis mil temporários”, justificou Dino.


Fonte: Jovem Pan

Em nova crítica ao papa, Trump diz que pontífice tem que entender que Irã é uma ameaça global

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (16) que o papa Leão precisa entender que o Irã jamais pode ter uma arma nuclear. “O papa tem que entender — é muito simples — que o Irã não pode ter uma arma nuclear. O mundo estaria em grande perigo”, disse ele a jornalistas na Casa Branca. A alfinetada vem em uma semana em que o presidente norte-americano tem repetidamente criticado o líder religioso, que surgiu como um crítico declarado da guerra entre os EUA e Israel contra o Irã nas últimas semanas.  Trump acusou Leão de ser “fraco” em política externa.
Na segunda-feira (13), o presidente pontífice disse que não tem medo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Continuarei falando com voz forte sobre a mensagem do Evangelho, pela qual a Igreja trabalha. Não somos políticos, não olhamos para a política externa com a mesma perspectiva. Mas acreditamos na mensagem do Evangelho como construtores de paz”.
Também na segunda-feira, Trump compartilhou uma imagem, aparentemente gerada por inteligência artificial, que o retrata como Jesus. A publicação foi apagada pouco tempo depois de ser compartilhada. Em declaração a jornalista, o presidente norte-americano disse que não era Jesus retratado na montagem. “Eu publiquei e achei que fosse eu como um médico. Tinha a ver com a Cruz Vermelha, como um trabalhador da Cruz Vermelha, que nós apoiamos. Era para ser como um médico, curando as pessoas”, disse Trump.
Dois dias após essa publicação, Trump fez outra, desta vez compartilhando uma imagem em que de Jesus aparece abraçando-o : “Eu nunca fui um homem muito religioso… mas não parece que, com todos esses monstros satânicos, demoníacos e que sacrificam crianças sendo expostos… Deus pode estar jogando sua carta Trump!”.
*Com informações da Reuters


Fonte: Jovem Pan

Após deixar prisão, Ramagem diz que não está se escondendo nos EUA: ‘Absolutamente regular’

O ex-deputado federal Alexandre Ramagem falou pela primeira vez após deixar a prisão nos Estados Unidos e disse que sua situação no país é “absolutamente regular”. “Eu entrei nos Estados Unidos, em setembro do ano passado, de forma perfeitamente regular e sem condenação nenhuma. Em seguida, nós entramos com o pedido de asilo que eu e a Rebeca (esposa) cumprimos os requisitos, o que nos confere o estado de permanência regular nos Estados Unidos”, explicou Ramagem, nesta quinta-feira (16), em um vídeo compartilhado no X (antigo Twitter).
Ramagem foi preso pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) na segunda-feira (13) e foi liberado na quarta-feira (15). O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) disse que foi detido por “questões migratórias” e não de trânsito. Ramagem agradeceu aos que ajudaram a provar às autoridades dos EUA que ele e a família estavam regulares no território norte-americano, entre eles, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que ajudou a família de Ramagem durante os dias de prisão.
O ex-deputado federal também disse que as autoridades dos EUA o liberaram na quarta-feira (15) após a análise do caso. “Eles viram claramente que não era para eu sofrer aquele procedimento, muito menos para estar preso. A minha liberação não teve necessidade nem do pagamento de fiança”, informou.
Por fim, o ex-deputado afirmou que não tem “nada para esconder” e criticou a Polícia Federal. “A nossa Polícia Federal de outrora, com tanta credibilidade, tornou-se uma polícia de jagunços do diretor geral Andrei Rodrigues”, disse Ramagem.
A Polícia Federal afirmou ainda na segunda-feira que a prisão de Ramagem aconteceu em cooperação com autoridades policiais americanas. No vídeo, Ramagem diz que a PF declarou a colaboração internacional para uma “situação de completa regularidade”. “É um vergonha de diretor-geral (Andrei Rodrigues), tem que ser afastado imediatamente das funções”, afirmou o ex-deputado.

 

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Ramagem condenado 
Ramagem é foragido da Justiça brasileira e foi condenado a 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ele teve o mandato cassado em 18 de dezembro, mesmo dia em que a Câmara dos Deputados também declarou a perda do mandato de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Ramagem foi condenado por participação na tentativa de golpe para reverter o resultado das eleições de 2022. Após a condenação, ele deixou o país e fugiu para os EUA, em setembro.
No final de janeiro, o Ministério da Justiça e da Segurança Pública informou ao STF que o pedido de extradição do ex-deputado federal foi entregue ao governo dos Estados Unidos em 30 de dezembro de 2025.


Fonte: Jovem Pan

Planeta regente de Touro: veja a influência no amor e na personalidade

Na astrologia, o planeta regente é aquele que governa a energia principal de um signo, influenciando suas características, valores, motivações e a forma como a pessoa tende a agir no mundo. Cada nativo do zodíaco possui um astro que simboliza a maneira como a sua energia se manifesta na vida cotidiana. No caso de Touro, o planeta regente é Vênus.  
Segundo a astróloga Thaís Mariano, Vênus está ligado à forma como amamos e nos conectamos com o prazer, a beleza e tudo aquilo que proporciona sensação de bem-estar. Por sua vez, o signo de Touro busca segurança, estabilidade e prazer, envolvendo a alimentação, os aromas, a música e outras experiências físicas e emocionais. 
Combinação perfeita no amor 
A regência de Vênus em Touro combina perfeitamente com o campo afetivo, pois, devido às características estáveis e sensuais do signo, “o planeta do amor, do prazer e da estética encontra um território onde sua energia pode se expressar de forma plena, estável e concreta”, explica Thaís Mariano.
Nesse caso, essa energia deixa de ser apenas idealizada e passa a se manifestar no mundo físico e sensorial. “A regência de Vênus em Touro, portanto, nos ensina sobre o amor que se constrói com raízes profundas, um amor que não apenas sente, mas sustenta e nutre”, acrescenta.  
A combinação entre Vênus e Touro promove amor estável, apreciação pela vida e relação saudável com o prazer e os recursos Imagem: Daria Shane | Shutterstock
Influência nos valores pessoais e materiais 
Essa regência também traz uma forte conexão com aquilo que é considerado valioso no campo financeiro e emocional, como dinheiro, bens materiais, autoestima, merecimento e capacidade de dar e receber. “Em equilíbrio, essa combinação entre Vênus e Touro promove amor estável, apreciação pela vida e uma relação saudável com o prazer e os recursos. Em desequilíbrio, pode levar ao apego excessivo, à possessividade e à dificuldade de lidar com mudanças”, comenta Thaís Mariano.


Fonte: Jovem Pan

ICE diz à PF que Ramagem pode aguardar conclusão do processo de asilo nos EUA em liberdade

PF diz que aguarda informações sobre soltura de Ramagem
O Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) dos Estados Unidos disse à Polícia Federal (PF) que Alexandre Ramagem poderá aguardar em liberdade nos EUA a conclusão de um processo de pedido de asilo.
Fontes da PF afirmaram que a mensagem do ICE foi repassada em uma reunião nesta quinta-feira (16).
O encontro já estava marcada antes mesmo de Ramagem ser solto. O objetivo era discutir o caso e evitar que ele fosse libertado, o que acabou acontecendo antes do encontro.
Ramagem foi preso na segunda-feira (13), em Orlando, na Flórida, por questões migratórias. No mesmo dia, ele foi levado a um centro de detenção no Condado de Orange, na Flórida, onde ficou em uma cela separada.
Na quarta-feira (15), o nome dele já não constava na lista de detidos do centro nem no sistema do Serviço de Imigração dos EUA (ICE, na sigla em inglês). A TV Globo apurou com a polícia local que ele foi liberado às 14h52, pelo horário local (15h52, em Brasília).
A expectativa do governo federal era que Ramagem permanecesse preso durante negociações sobre uma eventual vinda para o Brasil, já que ele está foragido no país.
O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi condenado a 16 anos de prisão no caso da trama golpista. Segundo o STF, ele instrumentalizou o órgão na tentativa de facilitar a tentativa de golpe para o manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder.
Alexandre Ramagem durante interrogatório no STF
Gustavo Moreno/STF
Segundo informado pelo g1, autoridades brasileiras começaram a preparar um relatório com informações e documentos para tentar acelerar o processo de deportação de Ramagem para o Brasil.
O documento seria entregue ao Enforcement and Removal Operations (ERO), divisão da polícia americana responsável por prisões de indivíduos que violam as leis de imigração.
Com a colaboração entre as autoridades policiais, o Brasil também pretende impedir a concessão de asilo político. O asilo já foi solicitado pelo parlamentar cassado.
Saída do Brasil
Segundo a Polícia Federal, Ramagem deixou o Brasil em setembro do ano passado por Roraima e entrou na Guiana de carro, de forma clandestina.
Ainda de acordo com as autoridades, ele atravessou a fronteira terrestre entre os dois países e seguiu até Georgetown, capital guianense. De lá, embarcou de avião para os Estados Unidos.
O documento que está sendo preparado deve destacar que essa ação, em 2025, se deu, inclusive, com o apoio de uma organização criminosa envolvida com garimpo ilegal.
“Não há necessidade de pedido específico de deportação. No nosso entendimento, caso os argumentos sejam aceitos [contidos no documento], a deportação é automática”, dizem os investigadores.
Ramagem agradeceu Trump
O ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) agradeceu à cúpula do governo Donald Trump pela soltura da prisão dos Estados Unidos e disse estar em situação regular no país.
Em uma publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (16), Ramagem disse ainda que a liberação dele foi administrativa, sem que fosse realizado um pleito ou procedimento judicial.
“Não houve nem pagamento de fiança, que é comum nesses casos migratórios”, afirmou.
Preso na segunda-feira (13) pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE, na sigla em inglês), por questões migratórias, Ramagem deixou a prisão nos Estados Unidos nesta quarta-feira (15).
“Eu venho agradecer ao governo norte americano, da mais alta cúpula da administração Trump”, disse Ramagem em uma publicação nas redes sociais.
O ex-deputado disse ainda que foi detido por uma questão migratória e que entrou nos Estados Unidos com todos os documentos válidos.
“Eu entrei nos Estados Unidos, em setembro do ano passado, de forma perfeitamente regular, passaporte válido, visto válido, sem condenação nenhuma. Em seguida entramos com o pedido de asilo […] Nós cumprimos os requisitos, estamos dentro de todos os procedimentos e fases, o que nos confere o status de permanência regular nos Estados Unidos”, afirmou Ramagem.


Fonte:

g1 > Política

Relator publica novo parecer da PEC que possibilita ao Banco Central ter orçamento próprio

O senador Plínio Valério (PSDB-AM) publicou nesta quinta-feira (17) um novo relatório para uma proposta que garante autonomia orçamentária ao Banco Central (BC). Com a mudança, o BC não dependeria mais do orçamento da União.
A proposta de emenda à Constituição (PEC) aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal desde novembro de 2023.
O BC é um autarquia com autonomia financeira, técnica e operacional para atuar no controle da inflação.
Para evitar pressões políticas, os mandatos do presidente e dos diretores do órgão são de quatro anos, fixos, e não coincidem com o mandato do presidente da República, responsável pelas indicações.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Caso a PEC seja aprovada, o BC poderá escolher como administrar seus recursos, sem interferência do caixa do governo federal. O orçamento da autarquia também não precisaria respeitar as regras do arcabouço fiscal.
Desta forma, o BC vai poder elaborar e executar os próprios recursos, o que inclui despesa com pessoal e investimentos.
Essa peça orçamentária passaria pelo crivo prévio do Conselho Monetário Nacional (CMN) e, posteriormente, pela análise de uma comissão temática do Senado – como a de Assuntos Econômicos (CAE).
Segundo a PEC, o limite das despesas do BC não vão poder superar o valor do ano anterior, corrigido pela inflação.
Banco Central liquida mais uma instituição que pertencia ao Grupo Master
Jornal Nacional/ Reprodução
A proposta reforça que o banco não tem vinculação a qualquer ministério ou órgão da administração pública.
A definição do BC na Constituição, de acordo com a PEC, será a seguinte:
“O Banco Central é entidade pública de natureza especial com autonomia técnica, operacional, administrativa, orçamentária e financeira, integrante do setor público financeiro e dotada de poder de polícia, incluindo poderes de regulação, supervisão e resolução”.
O texto ainda explicita que é competência exclusiva do Banco Central a regulação e operação do Pix, com garantia da gratuidade do uso por pessoa física e prevenção de fraudes.


Fonte:

g1 > Política

Cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano começa com possibilidade de ser prorrogado

Começou a valer às 18h desta quinta-feira (16) o cessar-fogo de 10 dias entre o Líbano e Israel, acordo que pode se estender caso tenha um acordo entre as partes, informou os Estados Unidos. O objetivo de cessa-fogo é permitir negociações em direção a um acordo permanente de segurança e paz. “Todas as partes reconhecem que as forças de segurança do Líbano têm a responsabilidade exclusiva pela soberania e defesa nacional do Líbano; nenhum outro país ou grupo tem a pretensão de ser o garantidor da soberania do Líbano”, diz o acordo.
Os dois países solicitaram aos Estados Unidos que facilitassem novas negociações diretas entre eles para resolver todas as questões restantes, incluindo a demarcação da fronteira terrestre internacional, de acordo com o acordo de cessar-fogo.
“Israel e Líbano afirmam que os dois países não estão em guerra e se comprometem a se engajar em negociações diretas de boa-fé, facilitadas pelos Estados Unidos, com o objetivo de chegar a um acordo abrangente que garanta segurança, estabilidade e paz duradouras entre os dois países”, diz o texto divulgado pelo Departamento de Estado dos EUA.
A campanha de Israel no Líbano surgiu como um grande obstáculo para garantir um acordo de paz buscado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para encerrar a guerra contra o Irã que ele lançou com Israel no final de fevereiro, o que interrompeu o comércio global de energia, elevando os preços do petróleo e arriscando mais consequências econômicas.
Com o cessa-fogo em vigor, o governo libanês tomará medidas para impedir que o Hezbollah e todos os outros grupos armados não estatais em seu território realizem ataques contra Israel, de acordo com o texto do acordo de cessar-fogo divulgado pelo Departamento de Estado dos EUA. Israel pode tomar as medidas necessárias em autodefesa contra ataques planejados, iminentes ou em andamento durante o período de cessar-fogo, mas concordou em não realizar nenhuma operação militar ofensiva no Líbano durante os dez dias.
Conversa entre Líbano e Israel 
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, “vai conversar” com o presidente do Líbano, Joseph Aoun, declarou nesta quinta-feira (16) a ministra israelense da Inovação, Gila Gamliel, à rádio militar.
“O primeiro-ministro vai conversar pela primeira vez com o presidente do Líbano após tantos anos de ruptura total do diálogo entre os dois países. Esperamos que a iniciativa conduza finalmente à prosperidade e ao desenvolvimento do Líbano como Estado”, declarou Gamliel, sem revelar a data, nem como acontecerá a conversa.
Na terça-feira (14), os Estados Unidos haviam afirmado que Israel e Líbano concordam com negociações diretas após reunião em Washington. “Essas negociações não ocorrem há mais de 40 anos. Elas estão acontecendo agora porque somos muito fortes, e os países estão vindo até nós — não apenas o Líbano”, disse Netanyahu.
Na quarta-feira (15), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o principal objetivo da negociação com o Líbano é garantir o “desmantelamento” do movimento islamista Hezbollah.“Nas negociações com o Líbano há dois objetivos fundamentais: em primeiro lugar, o desmantelamento do Hezbollah; em segundo lugar, uma paz sustentável (…) alcançada por meio da força”, declarou o primeiro-ministro depois que os dois países realizaram as primeiras conversas diretas em décadas.


Fonte: Jovem Pan

MPRJ denuncia policiais por crimes cometidos durante operação em favelas do Rio

Dez policiais militares foram denunciados pelo Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaesp/MPRJ). Os agentes foram apontados por crimes como invasão de domicílio, descumprimento de missão e desobediência.
Os crimes teriam sido cometidos durante uma operação nas comunidades Nova Holanda e Parque União, no Conjunto de Favelas da Maré, em janeiro de 2025. As denúncias foram encaminhadas à Auditoria da Justiça Militar.
Conforme o MPRJ, as investigações começaram depois de contatos de testemunhas com o plantão da ADPF 635 – Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como ADPF das Favelas, mantido pelo MPRJ.
Foram relatadas ocorrências de policiais lotados no Batalhão de Operações Especiais (Bope), que atuavam em uma operação do Comando de Operações Especiais (COE). As denúncias indicaram que os agentes não tinham autorização judicial e estavam fora das hipóteses legais, ao entrarem em residências da comunidade, sem que os moradores estivessem em casa.
“O cabo Rodrigo da Rocha Pita, em diversas ocasiões, usou uma chave do tipo ‘mixa’ para abrir portas de imóveis e permitir o ingresso nos locais, inclusive acompanhado de outros policiais, entre eles o sargento Cláudio Santos da Silva”, informou o MPRJ, acrescentando que em algumas dessas ações, os agentes chegaram a surpreender moradores dentro das residências.
Segundo a denúncia, depois de invadirem os imóveis, os policiais utilizaram os espaços “para fins particulares, incompatíveis com a atividade policial”, como descansar em sofás e camas, utilizar os banheiros das residências e, inclusive, consumir bebida encontrada no interior de um dos imóveis.
“Em alguns casos, os agentes permaneceram por períodos prolongados dentro das casas, mesmo estando escalados para ações de incursão e estabilização”, completou.

Câmeras corporais
O MP informou ainda que houve irregularidades no uso das câmeras corporais dos policiais.
“Policiais como Rodrigo Rosa Araújo Costa e Diogo de Araújo Hernandes são acusados de obstruir deliberadamente os equipamentos, fazendo com que registrassem apenas imagens de ‘tela preta’”, afirmou, destacando que em outra situação, o cabo Jorge Guerreiro Silva Nascimento “teria direcionado a câmera de forma inadequada, impedindo a captação correta das ações realizadas durante a operação”.
O GAESP/MPRJ denunciou ainda os sargentos Douglas Nunes de Jesus, Carlos Alberto Britis Júnior, Bruno Martins Santiago; o tenente Felippe Martins; e o cabo Diego Ferreira Ramos Martins.
“As denúncias incluem ainda acusações de descumprimento de missão contra agentes que deixaram de executar as atividades para as quais estavam designados, permanecendo no interior de imóveis invadidos sem justificativa operacional”, concluiu em nota do MPRJ.
O Plantão da ADPF 635 é mantido pelo MPRJ como um canal específico para o recebimento de relatos sobre possíveis violações de direitos fundamentais durante operações policiais.
Outro lado
A Corregedoria-Geral da PM instaurou o procedimento “apuratório cabível” sobre possível participação dos policiais denunciados pelo MPRJ por diversos crimes.
Em resposta à Agência Brasil, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que, após o término das investigações, o relatório foi encaminhado à Auditoria de Justiça Militar.
A nota diz ainda que a Corregedoria-Geral da Corporação instaurou o procedimento, “assim que tomou conhecimento do possível desvio de conduta envolvendo policiais, ocorrido em janeiro do ano passado”.
“Ao agir dessa forma, o comando da Corporação reafirma seu compromisso com a legalidade e a transparência, colocando-se à disposição do Ministério Público para colaborar integralmente com as investigações em andamento”, pontuou, ressaltando que “não compactua com quaisquer desvios de conduta por parte de seus integrantes, adotando medidas rigorosas sempre que os fatos são comprovados”.
Denúncias
As denúncias podem ser feitas por e-mail no endereço [email protected] ou pelo telefone 21 – 2215-7003, que também está disponível no WhatsApp Business.
Na página da ADPF 635, no site do MPRJ é possível obter informações sobre os canais disponíveis, que recebem imagens, áudios, vídeos, geolocalização e documentos relacionados a possíveis ilegalidades.


Fonte: Jovem Pan