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Por que dizer não é tão difícil e como isso pode estar adoecendo você?

Desde o nascimento, a criança é inserida em um contexto familiar e emocional que influencia diretamente seu desenvolvimento. Hoje, sabemos que até mesmo a epigenética desempenha um papel importante, transmitindo memórias emocionais e padrões entre gerações.
Quando há afeto e cuidado adequados, como descreve Donald Winnicott, a criança se desenvolve com mais segurança emocional. A chamada “mãe suficientemente boa” é aquela capaz de reconhecer e responder às necessidades do bebê, criando uma base saudável para sua formação psíquica.
No entanto, nem sempre essas relações são estáveis. Em contextos mais frágeis, a criança aprende, desde cedo, a interpretar o olhar e as expectativas dos pais ou cuidadores. A aprovação se torna um “alimento emocional” que ela carregará ao longo da vida.
Quando esse cuidado falha, surgem lacunas importantes. A autoestima pode se tornar fragilizada, e a dificuldade de dizer “não” passa a fazer parte da construção emocional. A necessidade de agradar, de ser aceito e amado, pode se transformar em uma exigência interna constante.
Desde cedo, aprendemos que corresponder às expectativas garante pertencimento. Com o tempo, isso pode se tornar um padrão rígido, em que dizer “não” parece perigoso, como se fosse sinônimo de rejeição.
Quando agradar vira regra: a necessidade de aprovação
A entrada na escola reforça esses mecanismos. A criança passa a buscar aceitação não apenas da família, mas também de professores e colegas. Surge, então, a ideia de que é preciso sempre concordar, evitar conflitos e manter uma imagem de “bom comportamento”.
Segundo Sigmund Freud, o ego se forma a partir das relações iniciais com os pais. Esse modelo pode gerar uma espécie de “ordem interna” que impede o indivíduo de se posicionar, levando à perda de espontaneidade e, muitas vezes, ao adoecimento emocional.
Assim, o “não” deixa de ser uma possibilidade. Em muitos casos, filhos criados em ambientes emocionalmente rígidos não encontram espaço para expressar desejos próprios. A relação se torna limitada, e a identidade acaba sendo anulada.
Com o tempo, esse padrão se perpetua. O indivíduo passa a viver relações em que não se permite discordar, acreditando que ser sempre disponível e cordial é o caminho para ser amado.
O preço de não se posicionar: corpo e mente em alerta
Mas o que acontece quando alguém não consegue dizer “não”?
O medo de perder vínculos, seja no amor, na família ou no trabalho, pode levar a um estado constante de tensão. Relações que não permitem diálogo tendem a se tornar aprisionadoras.
Esse comportamento cobra um preço alto. A pessoa passa a viver em função da aprovação do outro, enfraquecendo sua autoestima e se afastando de si mesma. O corpo e a mente entram em estado de alerta, favorecendo o surgimento de ansiedade, depressão e outros quadros emocionais.
A necessidade de agradar cria uma falsa sensação de segurança. Parece que, ao corresponder às expectativas, tudo está sob controle. Mas, na prática, isso pode significar abrir mão da própria identidade.
A pesquisadora Brené Brown destaca que reconhecer nossas vulnerabilidades é essencial para uma vida mais autêntica. É justamente nesse reconhecimento que nos tornamos mais humanos e mais livres.
Como romper o ciclo e aprender a dizer não
Romper esse padrão exige consciência. É preciso reconhecer os medos que sustentam esse comportamento, muitas vezes ligados a experiências passadas, como abandono ou rejeição.
Ao perceber esses mecanismos, a pessoa começa a entender que dizer “sim” para tudo não garante amor, pertencimento ou estabilidade. Pelo contrário, pode reforçar relações tóxicas e desgastantes.
A psicoterapia surge como um caminho importante nesse processo. Ela ajuda a reconstruir a autoestima, identificar desejos reais e fortalecer a capacidade de escolha.
Aprender a dizer “não” não significa perder espaço, mas sim construir relações mais saudáveis e verdadeiras. Significa sair de um lugar de submissão para ocupar um espaço de autenticidade.
Muitas vezes, esperamos que o mundo nos reconheça e nos valide. Mas, em nome dessa expectativa, acabamos aceitando relações, trabalhos e situações que nos adoecem.
Talvez seja o momento de rever esse padrão.
Dizer “não” pode ser, na verdade, o primeiro passo para dizer “sim” para quem você realmente é.
Dra. Dorli Kamkhagi – CRP 15511
Psicologia
Head Nacional Brazil Health


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Trump fala com astronautas da Artemis 2 e diz que os EUA não serão superados no espaço

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou na noite da segunda-feira, 6, com os astronautas da missão Artemis 2, horas após o grupo atingir a maior distância da Terra já alcançada pela humanidade e fazer um sobrevoo da Lua.
“Os humanos realmente nunca viram nada como o que vocês estão fazendo. É realmente especial”, disse Trump aos quatro astronautas, que estão a caminho de volta para a Terra. O presidente afirmou que em breve a Nasa fará uma grande viagem para Marte, o que “será muito emocionante”.
Trump disse ainda que os Estados Unidos não serão superados no espaço e em tudo do mais que fizerem. “Finalmente a América está de volta e, de muitas maneiras, mais forte do que nunca”, concluiu.
*Estadão Conteúdo


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1 ano de tarifaço: valeu a pena para os EUA?

No dia 02 de abril de 2025, o mundo assistia a uma cena pitoresca. Trump anunciava tarifas protecionistas contra vários países numa cartolina. Após o anúncio, as bolsas derreteram pelo mundo e houve quedas expressivas nas ações norte-americanas. Com a bolsa caindo fortemente, teve gente que alegou que Trump gostaria de quebrar o mercado de ações para forçar uma queda de juros e recomprar a dívida norte-americana.
O argumento não tem pé nem cabeça. Primeiro, não é possível controlar os efeitos desencadeados pela quebra do mercado financeiro, que poderia levar a uma grave crise econômica que se voltaria contra o próprio Donald Trump e a população norte-americana. Segundo, tecnicamente uma queda dos juros, aumenta o valor da dívida (marcação a mercado) e estimula mais ainda o endividamento estatal.
Delírios à parte, surgiram outras justificativas mais plausíveis. Uma delas era de que Trump arrecadaria mais com as tarifas, reindustrializaria os EUA e enfraqueceria a China.
Um ano após a medida, a verdade é que o EUA não se reindustrializou e o total arrecadado foi pequeno perto do monumental déficit fiscal americano.
Para piorar, as tarifas trouxeram aumentos de preços para o consumidor norte-americano. Não à toa, Trump recuou em relação às elevadas tarifas aplicadas contra a carne e o café importado do Brasil. Por que será?
Se tudo isso fosse necessário para enfraquecer a China, ainda haveria uma justificativa para defender as tarifas pela base de Trump. No entanto, o superávit da balança comercial chinesa aumentou após o tarifaço.
Além disso, na escalada da briga tarifária com o gigante asiático, os EUA pediram arrego no momento em que a China ameaçou cortar as exportações de terras raras para os americanos. O recuo norte-americano mostrou fraqueza e expôs a vulnerabilidade perante Pequim.
É difícil encontrar algum argumento positivo para defender as tarifas de Trump. Ao contrário do que se pensa, Trump não foi um gênio com um plano mirabolante tarifário, mas apenas uma pessoa que envelheceu com ideais ultrapassadas (ele defendia o protecionismo na década de 80).


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Irã ameaça atacar alvos energéticos e ampliar confronto além da região contra EUA e aliados

A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC, na sigla em inglês) elevou o tom contra os Estados Unidos e aliados ao alertar que poderá atingir infraestruturas energéticas e privar a região de petróleo e gás por anos, além de levar a resposta “além da região” caso Washington “cruze as linhas vermelhas”.
Em comunicado divulgado nesta terça-feira (7) via Telegram, o grupo paramilitar afirmou ter ampliado o alcance de seus ataques na chamada “onda 99” da operação denominada Promessa Verdadeira 4.
Segundo a IRGC, forças navais e aeroespaciais atingiram “bases e interesses dos EUA no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz, além de centros militares e de comando em territórios palestinos ocupados”, em resposta a ataques contra instalações petroquímicas iranianas em Assaluyeh. A ofensiva teria incluído mísseis balísticos, de cruzeiro e drones.
Na primeira fase, o grupo afirma ter atingido complexos petroquímicos ligados a empresas americanas na Arábia Saudita, incluindo unidades associadas a ExxonMobil, Dow Chemical, Chevron Phillips e Sadra, nas regiões de Al-Jubail e Al-Juaymah
O grupo também menciona o ataque a um navio porta-contêineres “ligado ao regime sionista” próximo ao porto de Khor Fakkan, nos Emirados Árabes Unidos, e diz que a posição do grupo de porta-aviões CVN-72 dos EUA, no Oceano Índico, foi alvo de mísseis de cruzeiro de longo alcance.
A Guarda afirmou que a destruição do navio serve como “alerta” a embarcações que cooperem com EUA e Israel e disse ter abandonado critérios de “contenção” adotados até então por boa vizinhança. Apesar disso, reiterou que não tem civis como alvo, embora prometa retaliar contra ataques a instalações civis iranianas.
O prazo concedido pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para que o Irã chegue a um acordo de cessar-fogo com os americanos se encerra às 21h (de Brasília) desta terça-feira.
*Estadão Conteúdo


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Áudio: Debate aponta caminhos para proteger crianças no ambiente digital

O Conselho de Comunicação Social do Congresso debateu nesta segunda-feira (6) os avanços do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente e as propostas para ampliar a proteção no ambiente virtual. Especialistas defenderam regras para redes sociais e plataformas, com foco na chamada “camada de aplicações”. Também destacaram a necessidade de equilibrar direitos, proteger usuários e responsabilizar empresas.
A maioria dos participantes criticou o projeto que criminaliza o uso de VPN, considerada uma ferramenta de navegação segura.


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ONU agenda votação sobre Estreito de Ormuz, mas deve enfrentar resistências de China e Rússia

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) agendou uma votação para esta terça-feira, 7, com o objetivo de aprovar uma resolução que permita a reabertura do Estreito de Ormuz, mas deve enfrentar resistências da Rússia e da China. Será a segunda tentativa da entidade de forçar o Irã a normalizar a navegação no local.
Apesar das movimentações diplomáticas, o Oriente Médio segue sob fogo intenso nesta terça, 7, o 39º dia da guerra. Teerã foi alvo de novos ataques lançados por Israel, enquanto as forças iranianas dispararam sete mísseis balísticos contra a Arábia Saudita, um aliado dos Estados Unidos na região. Por precaução, a ponte de 25 quilômetros que liga a Arábia Saudita ao Bahrein foi fechada.
O Irã também voltou a realizar bombardeios no território israelense. Já o Comando Central dos Estados Unidos informou ter atingido mais de 13 mil alvos no Irã desde o início da guerra, no dia 28 de fevereiro.
Com a aproximação do ultimato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Irã, na noite desta terça, o regime iraniano pediu que jovens façam correntes humanas em volta das usinas de energia, um alvo declarado dos americanos. Fonte: Associated Press.
*Estadão Conteúdo


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Caso Master entra em nova fase nos EUA: Justiça avança para tomar bens e recuperar ativos

A investigação internacional sobre o colapso do Banco Master entrou em uma fase decisiva. Após decisão do Tribunal de Falências do Distrito Sul da Flórida, nos Estados Unidos, que reconheceu a falência brasileira no território americano, o processo deixou de ser apenas investigativo e passou a envolver medidas concretas para recuperar patrimônio.
Na prática, a Justiça americana já está sendo utilizada para tentar tomar bens ligados ao caso, incluindo imóveis de alto padrão localizados na Flórida.
A decisão obtida pela liquidante EFB Regimes Especiais de Empresas permitiu a atuação nos Estados Unidos com base no mecanismo de reconhecimento de falências estrangeiras previsto na legislação americana.
Até então, os efeitos principais eram:
• reconhecimento da falência brasileira
• autorização para coleta de provas
• possibilidade de emissão de intimações judiciais
Agora, o cenário evoluiu. O caso entrou na fase de execução prática, com foco na recuperação de ativos.
Primeira ofensiva: ações para recuperação de patrimônio
Já há ações judiciais em curso nos Estados Unidos com o objetivo de recuperar bens supostamente adquiridos com recursos do banco.
Entre os alvos estão estruturas patrimoniais e pessoas ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro.
Um dos casos mais relevantes envolve um imóvel de alto valor na Flórida. A tese apresentada é que o bem teria sido adquirido com recursos desviados da instituição financeira.
Esse tipo de medida é conhecido no direito como ação de recuperação de ativos ou anulação de transferências fraudulentas.
O caso tramita sob o número 1:25-bk-24568 e segue ativo no sistema judicial americano.
O estágio atual indica:
• movimentações frequentes no processo
• novos documentos sendo apresentados
• avanço na coleta de informações financeiras
Trata-se da fase mais dinâmica do processo, em que provas são produzidas e começam a fundamentar medidas mais incisivas.
O que já está acontecendo neste momento
Três frentes principais estão em curso:
Intimações e obtenção de documentos. Instituições e empresas vêm sendo acionadas para fornecer:
• registros bancários
• contratos
• informações sobre aquisição de bens
Isso inclui agentes do mercado de luxo, intermediários financeiros e empresas com atuação internacional.
A investigação busca identificar:
• o destino dos recursos
• os beneficiários das transferências
• possíveis mecanismos de ocultação patrimonial
Esse mapeamento é essencial para sustentar novas ações judiciais.
Com base nas informações obtidas, a liquidante pode requerer:
• bloqueio de contas bancárias
• indisponibilidade de imóveis
• retenção de ativos de alto valor
O objetivo é evitar a dissipação de patrimônio antes da recuperação.
Um elemento que pode influenciar o andamento do caso é a eventual cooperação de Daniel Vorcaro com as autoridades.
Caso isso se concretize, pode haver:
• identificação de estruturas financeiras ainda não mapeadas
• acesso mais rápido a informações relevantes
• ampliação do alcance das investigações
Esse tipo de colaboração costuma acelerar processos dessa natureza.

Um processo de dimensão internacional
Com o reconhecimento do processo brasileiro nos Estados Unidos, o caso passou a ter alcance global.
Isso permite:
• atuação direta da Justiça americana
• cooperação com outras jurisdições
• rastreamento de ativos em diferentes países
O caso deixa de ser restrito ao Brasil e passa a integrar uma estrutura internacional de recuperação de ativos.
A tendência, a partir do estágio atual, é de intensificação das medidas judiciais:
• novas ações para recuperação de bens
• disputas judiciais com terceiros envolvidos
• possíveis bloqueios de ativos relevantes
Dependendo das provas obtidas, o caso pode também gerar desdobramentos em outras esferas jurídicas.
O processo relacionado ao Banco Master atingiu um ponto de inflexão. Após a fase inicial de reconhecimento e coleta de provas, a atuação nos Estados Unidos avança para a execução de medidas concretas.
A abertura de ações para recuperação de bens, incluindo imóveis de alto valor na Flórida, indica que a estratégia agora está voltada à efetiva recomposição patrimonial.
O sucesso dessas iniciativas será determinante para o alcance dos credores e para os próximos desdobramentos do caso.


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Fernando Diniz é anunciado como novo técnico do Corinthians

O técnico Fernando Diniz é o novo técnico do Sport Club Corinthians Paulista. O anúncio foi realizado, na noite desta segunda-feira (6), pela assessoria de imprensa do Timão.
“O Sport Club Corinthians Paulista acertou a contratação do técnico Fernando Diniz. O novo comandante do Timão terá contrato válido até o final de 2026. O auxiliar Léo Porto e o preparador físico Wagner Bertelli chegam para compor a comissão técnica”, diz o comunicado divulgado pelo Corinthians.
O Timão informou que Diniz já entra em ação na próxima terça-feira (07), quando comandará o primeiro treino de preparação para a estreia corinthiana na Copa Libertadores, na próxima quinta (9), a partir das 21h (horário de Brasília), diante do Platense (Argentina).

#IssoÉCorinthianismo pic.twitter.com/f1PuIbFCic
— Corinthians (@Corinthians) April 6, 2026

Diniz substitui no cargo Dorival Júnior, que, após derrota em casa para o Internacional na noite do último domingo (5) pelo Campeonato Brasileiro, foi demitido do comando da equipe do Parque São Jorge.
Durante o período no comando do Timão, Dorival foi campeão da Copa do Brasil de 2025 e da Supercopa do Brasil deste ano. No entanto, no Paulistão viu o Corinthians ser eliminado pelo Novorizontino nas semifinais do torneio.
*Agência Brasil


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Por Senado, André do Prado viaja aos EUA para encontro com Eduardo

O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado (PL), planeja uma viagem aos Estados Unidos nos próximos dias. A expectativa é que ele tenha um novo encontro com o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL).
A viagem ocorre em meio às articulações para a definição do candidato ao Senado pelo PL em São Paulo. Como antecipou a coluna, o nome de André passou a ser considerado após a vaga de vice na chapa do governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deixar de ser uma possibilidade. Há algumas semanas, André chegou a pousar em solo norte-americano para comitiva que visitaria Eduardo, mas os dois não trataram do assunto.
Agora, o cenário é outro. Interlocutores afirmam que André tem ganhado espaço nos últimos dias, em um movimento articulado principalmente por Tarcísio e pelo presidente da legenda, Valdemar Costa Neto. A avaliação é que a chapa precisa de um nome mais ao centro para enfrentar candidatos da esquerda – e o governador falou com Bolsonaro sobre o assunto.
Para medir a aceitação, o PL encomendou pesquisas internas com diferentes nomes. Além de André, aparecem os deputados federais Mário Frias (PL) e Marco Feliciano (PL), que têm a preferência de Eduardo Bolsonaro. Já o vice-prefeito de São Paulo, Mello Araújo (PL), que vinha sendo defendido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), perdeu espaço e tem sido colocado como alternativa mais distante.
Aliados ouvidos pela Jovem Pan afirmam que o objetivo da viagem é aproximar André de Eduardo. O ex-deputado deve ter a palavra final na escolha do candidato ao Senado – e o grupo quer ter uma decisão dentro de 30 dias.


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PE: Raquel Lyra empata na estimulada, alcança 57% na espontânea e tem metade da rejeição de João Campos

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Uma nova rodada de pesquisas em Pernambuco, realizada entre 24 e 30 de março com 2.010 eleitores, mostra a governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) empatados, ambos com 35,4% das intenções de voto.
Na sequência aparecem Anderson Ferreira, com 5,3%, Ivan Moraes, com 3,5%, Gilson Machado, com 3,2%, Eduardo Moura, com 2,5%, e Alfredo Gomes, com 0,2%.
O quadro muda quando o eleitor responde sem lista de nomes à frente. Na pesquisa espontânea, a governadora tem 57,5% e João Campos 39,2%.
A diferença de 18 pontos percentuais entre os dois formatos indica que a transferência do capital político de Campos da prefeitura do Recife para o palanque estadual ainda não se consolidou no eleitorado mais amplo de Pernambuco.
A rejeição ao ex-prefeito é maior entre os prováveis candidatos, alcançando 30,1%, enquanto a rejeição à governadora é de 19,1%.
Já o índice de aprovação da governadora Raquel Lyra é de 61,3% e a desaprovação é de 38,7%. Seu governo é considerado ótimo por 28,2% e bom por 20,2%, enquanto 12,8% classificam como ruim e 12,3% como péssimo.
O patamar de aprovação supera o do presidente Lula no próprio estado, onde o petista registra aprovação de 51,5% e reprovação de 48,5% na mesma pesquisa.
A pesquisa, de autoria do Instituto Veritá, tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrada no TSE sob o protocolo BR-04215/2026.


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