Início Site

‘Acontece um Hitler’, diz Lula sobre retrocessos na democracia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva advertiu que, quando a democracia retrocede, “acontece um Hitler“, instando a fortalecê-la em encontros como o convocado para este sábado (18) em Barcelona, ao qual comparecerão vários líderes internacionais, encabeçados pelo chefe de governo espanhol, Pedro Sánchez.
“O que nós queremos é discutir para ver se a gente consegue encontrar uma solução para fortalecer o processo democrático no mundo. Para que a gente não permita um retrocesso. Porque quando há um retrocesso, acontece um Hitler”, afirmou Lula em uma coletiva de imprensa ao lado do socialista Pedro Sánchez, em Barcelona.
Anteriormente, ocorreu a plenária da I Cúpula Espanha-Brasil, que contou com a presença de cerca de doze ministros de cada país, e na qual foram assinados vários acordos bilaterais em áreas como minerais críticos, combate à violência contra as mulheres e cooperação científica.
“Nossos países estão chamados a ser motores que aproximem ainda mais a União Europeia da América Latina e do Caribe”, destacou Sánchez sobre este encontro realizado no Palácio de Pedralbes, que representa a primeira cúpula bilateral desse nível que a Espanha realiza com um país latino-americano.
“Enquanto outros abrem feridas, o que queremos é justamente fechá-las e curá-las, e nos dedicarmos ao que é importante”, acrescentou.
O encontro antecede o IV Fórum em Defesa da Democracia, que será realizado na manhã de sábado, em Barcelona, e para a qual é esperada a presença de líderes de diferentes países, como a presidente do México, Claudia Sheinbaum; o mandatário da Colômbia, Gustavo Petro; e o da África do Sul, Cyril Ramaphosa.
Trata-se da quarta reunião desta iniciativa lançada por Lula e Sánchez em 2024, que busca impulsionar a colaboração entre países em favor do multilateralismo.
“Hoje, é evidente que essa paz e os valores que a sustentam estão sendo atacados por essa onda reacionária, pelos autoritários, pela desinformação, males que ameaçam a solidez de nossas instituições democráticas”, afirmou Sánchez.
O encontro também coincide com o fórum Global Progressive Mobilisation (GPM), uma reunião de forças de esquerda, movimentos sindicais e pensadores que acontece paralelamente em Barcelona.
No encerramento do fórum, no sábado, Lula e Sánchez devem discursar novamente.


Fonte: Jovem Pan

Salada morna: 5 receitas ricas em proteínas para o almoço

Montar um almoço completo nem sempre precisa ser complicado. Com boas combinações, é possível criar refeições práticas e que garantem saciedade ao longo do dia. Nesse contexto, as saladas ricas em proteínas se destacam. Na versão morna, elas podem ser variadas, misturando elementos frescos com preparos quentes para criar pratos que vão muito além do básico.
A seguir, confira 5 receitas de salada morna ricas em proteínas!
1. Salada morna de quinoa com vegetais
Ingredientes
Salada

1 xícara de chá de quinoa
2 xícaras de chá de água
1 pimentão vermelho cortado em tiras
1 cenoura cortada em palitos
1/2 berinjela cortada em cubos
1/2 abobrinha cortada em rodelas
2 colheres de sopa de azeite de oliva
1/2 xícara de chá de queijo branco em cubos
Salsinha picada, sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Molho

Suco de 1 limão
1 colher de sopa de azeite de oliva
1 colher de chá de mostarda
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo
Salada
Lave bem a quinoa em água corrente. Em uma panela, cubra com as 2 xícaras de chá de água e uma pitada de sal. Deixe cozinhar em fogo baixo até a água secar e os grãos ficarem macios (cerca de 12 a 15 minutos). Reserve. Enquanto isso, disponha os legumes em uma assadeira, regue com azeite, tempere com sal e pimenta-do-reino e leve ao forno preaquecido a 200 °C por cerca de 25 minutos, até ficarem macios e levemente dourados. Em uma tigela grande, misture a quinoa ainda morna com os legumes assados. Acrescente o queijo branco e a salsinha.
Molho
Para o molho, misture todos os ingredientes em um recipiente até emulsionar e despeje sobre a salada, envolvendo bem. Sirva morna.
2. Salada morna de frango com legumes
Ingredientes

1/2 peito de frango cortado em cubos
1 abobrinha cortada em rodelas
1 cenoura cortada em rodelas
1/2 pimentão cortado em tiras
1/2 cebola-roxa cortada em pétalas
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de chá de páprica
1 colher de chá de alecrim seco
1 colher de chá de tomilho seco
Suco de 1/2 limão
1 xícara de chá de folhas de alface
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo
Em uma assadeira, distribua a abobrinha, a cenoura, o pimentão e a cebola-roxa. Tempere com 1 colher de sopa de azeite, sal, pimenta-do-reino, páprica, alecrim e tomilho. Leve ao forno preaquecido a 200 °C por cerca de 25 minutos, mexendo na metade do tempo, até dourar.
Tempere o frango com o restante do azeite, sal e pimenta-do-reino. Grelhe em uma frigideira, em fogo médio, até dourar e cozinhar completamente. Em um recipiente, misture os legumes ainda quentes com o frango, finalize com o suco de limão e sirva sobre a alface.
3. Salada morna de atum com batata
Ingredientes

2 filés de atum fresco cortados em cubos
2 xícaras de chá de batata cortada em cubos médios
1 xícara de chá de vagem cortada ao meio
1/2 cebola-roxa fatiada
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de suco de limão
1 colher de sopa de mostarda
1 colher de sopa de salsinha picada
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Água

Modo de preparo
Coloque as batatas em uma panela com água e uma pitada de sal. Cozinhe em fogo médio por aproximadamente 12 minutos. Escorra e reserve. Em outra panela, ferva água com uma pitada de sal. Adicione a vagem e cozinhe por 5 minutos, até ficar al dente. Escorra e reserve. Em um recipiente, tempere o atum com sal e pimenta-do-reino. Em fogo médio, aqueça 1 colher de sopa de azeite em uma frigideira e grelhe o peixe por 2 a 3 minutos, mantendo o interior levemente rosado. Retire e reserve. Na mesma frigideira, adicione a cebola-roxa e refogue por 1 a 2 minutos, até murchar levemente.
Em uma tigela, misture a mostarda, o suco de limão e o restante do azeite até formar um molho. Em um recipiente, junte as batatas, a vagem e a cebola-roxa ainda quentes, regue com o molho e misture bem. Adicione o atum por cima e finalize com a salsinha. Sirva em seguida.
Salada morna de polvo com batata Imagem: DronG | Shutterstock
4. Salada morna de polvo com batata
Ingredientes

2 xícaras de chá de batata cortada em rodelas
1 1/2 xícara de chá de tentáculos de polvo cozidos e cortado em pedaços
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de chá de páprica defumada
1 colher de sopa de salsinha picada
1 dente de alho picado
1 colher de sopa de suco de limão
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Água

Modo de preparo
Em uma panela, cubra a batata com água, adicione uma pitada de sal e leve ao fogo médio. Cozinhe por cerca de 10 minutos, até ficar macia, mas ainda firme. Escorra e reserve. Em uma frigideira, aqueça 1 colher de sopa de azeite em fogo médio. Adicione o polvo cozido e deixe dourar por cerca de 3 a 5 minutos, até ganhar cor e leve crocância. Acrescente o alho, a páprica defumada e misture rapidamente para perfumar.
Em uma tigela, disponha a batata ainda morna, adicione o polvo e regue com o restante do azeite e o suco de limão. Finalize com a salsinha e sirva em seguida.
5. Salada morna de tomate-cereja com frango
Ingredientes

2 1/2 xícaras de chá de tomate-cereja cortado ao meio
1 cebola-roxa cortada em meia-lua fina
1 1/2 xícara de chá de frango cozido e desfiado
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
1 1/2 colher de sopa de azeite
10 folhas de manjericão
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo
Em uma frigideira grande, aqueça o azeite em fogo médio. Adicione a cebola-roxa, tempere com sal e refogue por cerca de 2 minutos, até murchar. Acrescente o tomate-cereja e cozinhe por aproximadamente 3 minutos, mexendo de vez em quando, até ficar levemente macio. Adicione o frango desfiado e misture bem para aquecer. Desligue o fogo, regue com o vinagre balsâmico e tempere com sal e pimenta-do-reino. Finalize com as folhas de manjericão e sirva em seguida.


Fonte: Jovem Pan

Escala 6X1: ministro da Fazenda diz que pode haver transição para ‘alguns setores’, mas que conta não pode sobrar para o Tesouro

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu nesta sexta-feira (17) que pode ser necessário, na discussão e eventual implementação do fim da escala 6X1, a transição para alguns setores da economia. Mas ponderou, também, que a “conta” não pode sobrar para o Tesouro Nacional.


Fonte:

g1 > Política

Governo admite transição para fim da escala 6×1, mas descarta desoneração

Entenda os projetos sobre o fim da escala 6×1 em discussão
O governo admite a possibilidade de incluir no projeto que termina com a escala de trabalho 6×1 uma transição, mas não há espaço para uma nova desoneração para compensar os empresários, disse na última quarta-feira (15) o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães. 
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Em conversa com jornalistas no Palácio do Planalto, Guimarães afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende anunciar a redução da escala de trabalho em maio, quando se comemora o mês dos trabalhadores. 
“Nunca se votou matérias polêmicas sem que os dois lados não cedessem. Estamos abertos a discutir. Transição é possível, mas desoneração acho que não tem mais espaço”, disse o ministro, que tomou posse no cargo nesta semana.
Essas são duas alternativas discutidas no Congresso para tentar conter a resistência dos empresários à medida, que reduz em um dia a escala de trabalho e passa de 44 horas para 40 horas semanais. 
Na quarta-feira (15), o governo protocolou o texto de um projeto de lei com regime de urgência, depois de uma conversa entre Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Motta defende a tramitação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) sobre o mesmo tema, mas o governo considera que a tramitação da PEC é mais lenta. 
Mudança da escala 6×1 teve grande adesão nas redes sociais e impulsionou projetos no Congresso
Tomaz Silva/Agência Brasil
APLICATIVOS
Guimarães disse ainda que o projeto que regulamenta o trabalho por aplicativos de entregas e transporte deverá ser votado pelo Congresso apenas depois das eleições, já que não houve acordo. 
Essa é uma das apostas do governo para atrair um grupo de trabalhadores que Lula tem tido dificuldade de atingir, mas a proposta que tramita no Congresso, depois das modificações, perdeu o apoio do governo. 
Segundo Guimarães, Lula pediu que fosse retirado de pauta. 
“Não votamos porque não tem acordo sobre nada. Plataformas não concordam, os trabalhadores também não, e a oposição está esperando um vacilo para dizer que o governo vai prejudicar os trabalhadores”, disse. “Minha posição e do governo é de deixar para depois da eleição.”
BETS
O ministro afirmou ainda na entrevista que as medidas em estudo pelo governo para combater o endividamento das famílias também devem ser apresentadas por Lula nos próximos dias e devem incluir algo em relação às apostas online conhecidas como “bets”.
Ele pontuou, no entanto, que não há ainda um consenso dentro do governo. Recentemente, em entrevista, Lula afirmou que, por ele, as “bets” seriam novamente proibidas no país. 
“Eu sei a posição do presidente, mas precisamos levar em conta a correlação de forças no Congresso”, disse Guimarães. “O que sinto é que o Congresso topa regulamentar.”
A atuação das “bets” já foi regulamentada, mas o governo estudaria agora um texto mais duro, já que a situação atual tem impactado o endividamento da população. A proibição, no entanto, dificilmente passaria.
Fim da escala 6×1: por que empresários resistem à redução da jornada de trabalho?
Tânia Rêgo/Agência Brasil


Fonte:

g1 > Política

Vai à sanção mais rigor para preso que mantiver ameaças contra mulher

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (15) o Projeto de Lei (PL) 2.083, de 2022, que prevê a aplicação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) ao preso por violência doméstica e familiar contra a mulher se ameaçá-la ou praticar violência contra ela ou seus familiares. A proposta segue para sanção presidencial.
De autoria da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), o projeto foi inspirado na história de Bárbara Penna, vítima de tentativa de feminicídio em Porto Alegre. A proposta inclui mudanças na Lei de Execução Penal (Lei 7.210, de 1984), e estabelece punições mais rigorosas para presos que descumprirem medidas de distanciamento, inclusive com a transferência compulsória para presídios em outros estados. O texto também permite a aplicação do Regime Disciplinar Diferenciado, com cumprimento de pena em cela individual, restrições a visitas e ao banho de sol, além de monitoramento de entrevistas e fiscalização de correspondências. Esse regime pode durar até dois anos.
Também aplicável em situações de saída temporária ou regimes aberto ou semiaberto conquistados pela progressão de regime, o texto passa a considerar falta grave se o preso se aproximar da vítima ou de familiares dela na vigência de medidas protetivas com base na Lei Maria da Penha, sem necessidade de novo processo penal.
Soraya lembrou que, em 2013, Bárbara Penna “foi vítima de tentativa de feminicídio, teve o corpo incendiado, foi jogada do terceiro andar do prédio onde morava em Porto Alegre e teve seus dois filhos assassinados pelo então marido, condenado a 28 anos de prisão (…). Ainda assim, ela continuou a receber ameaças dele de dentro do estabelecimento penal”, diz a senadora na justificativa da proposta.
O relator, deputado Luiz Carlos Busato (União-RS), apresentou emenda ao projeto para incluir na Lei de Crimes de Tortura (Lei 9.455, de 1997) a submissão repetida de mulher a intenso sofrimento físico ou mental no contexto de violência doméstica e familiar. Com a mudança, o texto aprovado passa a considerar essa conduta como forma de tortura, sem prejuízo das penas previstas para outros crimes. Essa lei estabelece pena de reclusão de 2 a 8 anos para o crime de tortura.


Fonte: Senado Federal

Feriado de Tiradentes: veja os melhores e os piores horários nas estradas de SP

Durante o feriado prolongado de Tiradentes, que se estende da noite desta sexta-feira, 17, até terça-feira, 21, as rodovias do Estado de São Paulo devem ficar mais movimentadas. De acordo com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), são esperados mais de 19,8 milhões de veículos circulando pelas principais estradas que conectam capital, interior e litoral paulista.
Anhanguera-Bandeirantes
A Motiva Autoban, concessionária responsável pelo sistema Anhanguera-Bandeirantes, prevê que 2,5 milhões de veículos circulem entre esta sexta-feira e a noite do feriado de Tiradentes. O eixo rodoviário é responsável pela conexão entre a região metropolitana de São Paulo e o interior do Estado, especialmente a região de Campinas.
De acordo com a concessionária, há dois períodos que devem ser evitados por quem pretende deixar a capital rumo ao interior, além de um intervalo específico para o retorno do feriado. Fora desses horários de pico, o tráfego tende a ser mais tranquilo, sendo considerados os melhores momentos para viajar. Confira os piores horários de ida e volta:
– Sexta-feira: ida entre 16h e 20h;
– Sábado: ida entre 9h e 13h;
– Terça-feira: volta entre 15h e 22h.
Castello-Raposo
Conforme a concessionária Ecovias Raposo Castello, o sistema Castello-Raposo, responsável por ligar a capital ao sudoeste paulista, espera que 1,6 milhão de veículos trafeguem no feriado prolongado. O sistema inclui a SP-270 (Raposo Tavares), a SP-280 (Castello Branco), a SP-029 e a ligação Cotia-Embu das Artes.
– Sexta-feira: ida entre 16h e 18h;
– Sábado: ida entre 10h e 13h;
– Terça-feira: volta entre 17h e 19h;
– Quarta-feira: volta entre 6h e 9h.
“A recomendação é evitar o retorno no início do dia de quarta, 22, uma vez que já temos um fluxo urbano habitual de dia útil”, disse Vinícius Antonioli, gerente de Operações da Ecovias Raposo Castello.
Ayrton Senna-Carvalho Pinto
Conforme a Ecovias Leste Paulista, ao menos 649 mil veículos são esperados no corredor Ayrton Senna-Carvalho Pinto, durante o feriado prolongado. Veja quando o tráfego deve ficar intenso rumo ao Vale do Paraíba e ao litoral norte:
– Sexta-feira: ida entre 15h e 18h;
– Sábado: ida entre 6h e 13h;
– Domingo: ida entre 10h e 12h e volta entre 16h e 20h;
– Segunda-feira: volta entre 17h e 20h;
– Terça-feira: volta entre 10h e 20h.
Anchieta-Imigrantes
Já a Ecovias Imigrantes, responsável pelo sistema Anchieta-Imigrantes, que permite que os paulistas cheguem à Baixada Santista, espera 364 mil veículos. A concessionária realizará a Operação Descida (7×3), com sete faixas destinadas à descida e três à subida no período de maiores picos:
– Sábado: ida entre 7h e 16h;
– Domingo: ida entre 8h e 12h e volta entre 17h e 23h;
– Segunda-feira: volta entre 17h e 22h;
– Terça-feira: volta entre 9h e 22h.
Durante os períodos de maior movimento na saída, a concessionária orienta que a descida seja feita pelas pistas norte e sul da Via Anchieta e pela pista sul da Rodovia dos Imigrantes, enquanto a subida ficará restrita à pista norte da Imigrantes. A Ecovias Imigrantes, no entanto, não informou os horários previstos para esta sexta-feira.
Tamoios
Conforme a concessionária Tamoios, a expectativa é que cerca de 195 mil veículos trafeguem pela Rodovia dos Tamoios entre 17 e 22 de abril. O tráfego em direção ao litoral deve se intensificar entre sexta-feira e sábado, enquanto o fluxo no sentido São José dos Campos tende a ser mais carregado entre terça e quarta-feira.
– Sexta-feira: ida a partir das 14h;
– Sábado: ida entre 6h e 14h;
– Terça-feira: volta a partir das 12h;
– Quarta-feira: volta entre 6h e 12h.


Fonte: Jovem Pan

Após internação na UTI, deputado Mario Frias recebe alta do hospital

O deputado federal Mario Frias (PL-SP) recebeu alta do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, nesta sexta-feira (17). A informação foi divulgada pelo parlamentar nas redes sociais. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde terça (14), com dores abdominais.
“Finalmente estou indo para a casa ao lado do amor da minha vida. Agradeço muito as orações e mensagens de apoio. Que Deus abençoe vocês”, escreveu Frias.

Finalmente estou indo para a casa ao lado do amor da minha vida @JulianaFrias20
Agradeço muito as orações e mensagens de apoio.
Que Deus abençoe vocês! pic.twitter.com/y1pMwycqyx
— MarioFrias (@mfriasoficial) April 17, 2026

 
Em comunicado na terça, a assessoria do deputado disse que, durante exames, foi identificada uma obstrução de vasos sanguíneos no abdômen. “Durante exames e avaliação médica, foi identificada uma obstrução de vasos sanguíneos no abdômen, sendo realizado com sucesso o procedimento de desobstrução”, diz a nota, compartilhada nas redes sociais.
Mario Frias é um dos nomes cotados pelo Partido Liberal para disputar o Senado por São Paulo. Como informou a Jovem Pan, ele vem performando com mais desenvoltura na disputa. Fontes ouvidas afirmam que a palavra final sobre o candidato ao Senado será de Eduardo Bolsonaro — e que, ainda do Texas, sempre demonstrou simpatia por Frias, segundo aliados.


Fonte: Jovem Pan

‘Queremos que escala 6×1 acabe já’, diz Boulos sobre projeto de Lula

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer que a escala 6×1 acabe já e por isso enviou o projeto com regime de urgência
Este post está em atualização


Fonte:

g1 > Política

Primeira Turma do STF forma maioria contra recurso de Rodrigo Bacellar sobre cassação de mandato

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira (17) para rejeitar um recurso apresentado por deputado estadual Rodrigo Bacellar contra a cassação de seu mandato determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em março, Bacellar foi afastado do comando da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
No pedido, Bacellar solicitou ao Supremo a suspensão dos efeitos da decisão da Justiça Eleitoral enquanto ainda houvesse possibilidade de recurso. Na prática, o objetivo era impedir a execução da cassação do mandato até uma decisão final do Judiciário.
Relator do caso, o ministro Cristiano Zanin negou a solicitação em decisão individual. O julgamento em curso analisa um recurso apresentado pela defesa contra esse despacho do relator.
Ao abrir a votação no plenário virtual, também nesta sexta-feira, Zanin votou para manter a decisão que rejeitou o pedido de Bacellar.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo o ministro, não houve alteração na situação processual que justificasse a concessão da medida cautelar solicitada pela defesa.
“Diante dos fundamentos da decisão agravada e pelo fato de não ter ocorrido nenhuma mudança em relação à situação processual quanto à interposição de eventual recurso extraordinário e de seu juízo de admissibilidade pelo Tribunal Superior Eleitoral, entendo ser o caso de manter a negativa da medida cautelar por seus próprios fundamentos”, afirmou o relator.
Os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino acompanharam o voto de Zanin, formando maioria na Primeira Turma.
O julgamento segue no plenário virtual do STF até o dia 28 de abril.


Fonte:

g1 > Política

STF reestabelece prisão preventiva de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (17) reestabelecer a prisão preventiva de Monique Medeiros. Ela é acusada, junto com Jairo dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, de ser responsável pela morte do menino Henry Borel, em 2021.
A decisão atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), após o pai da criança, Leniel Borel, questionar a decisão da 2ª Vara Criminal do Rio de Janeiro que soltou Monique após o adiamento do julgamento do caso. A Segunda Turma do STF votou a favor da prisão por unanimidade.
Gilmar argumentou que o excesso de prazo da prisão aconteceu apenas porque a defesa de Jairinho não se apresentou no julgamento. “Quando o retardamento da marcha processual decorre de atos da própria defesa ou de incidentes por ela provocados, resta afastada a configuração de constrangimento ilegal”, afirmou o ministro Gilmar Mendes.
A decisão de liberar Monique foi da juíza Elizabeth Machado Louro, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). “Entendo que, diante de tal quadro processual, a custódia da ré agora figura-se manifestamente ilegal por excesso claramente despropositado de prazo na prisão, razão pela qual relaxo a prisão de Monique Medeiros”, afirmou a juíza em março.
A defesa de Jairinho argumentou que não teve acesso a todas as provas do caso e pediu para que o julgamento fosse adiado. Com a negativa da juíza, os advogados abandonaram o júri, o que levou ao adiamento.
De acordo com os advogados do ex-vereador do Rio, a defesa não teve acesso ao conteúdo completo extraído de um notebook do pai de Henry. Diante da conduta dos advogados, a magistrada determinou a suspensão da sessão e remarcou o julgamento para o dia 22 de junho.
“É conduta que fere os princípios que norteiam as sessões de julgamento, além dos direitos dos acusados e da família da vítima (…) Declaro como ato atentatório contra a dignidade da Justiça a conduta dos referidos patronos. Condeno os cinco advogados presentes a esta sessão ao ressarcimento dos prejuízos causados pelo adiamento”, declarou a magistrada.

Entenda o caso 
Henry morreu no apartamento onde morava com a mãe, Monique Medeiros e o padastro, Dr. Jaririnho, na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio. O menino ainda chegou a ser levado a um hospital particular na Barra da Tijuca, onde o casal alegou que a criança teria sofrido um acidente doméstico.
No entanto, o laudo da necropsia do Instituto Médico-Legal (IML) apontou que Henry sofreu 23 lesões por ação violenta, incluindo laceração hepática e hemorragia interna.
As investigações da Polícia Civil concluíram que Henry era vítima de rotinas de tortura praticadas pelo padrasto e que a mãe tinha conhecimento das agressões.
Os réus foram presos em abril de 2021 e denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Jairinho responde por homicídio qualificado e Monique por homicídio por omissão de socorro.
A denúncia aponta que no dia do crime, Jairo Santos Júnior, com vontade livre e de forma consciente, mediante ação contundente exercida contra a vítima, causou-lhe lesões corporais que foram a causa única de sua morte, tendo a mãe, Monique Medeiros, garantidora legal da vítima, se omitido de sua responsabilidade, concorrendo eficazmente para o crime de homicídio de seu filho.
De acordo com o MPRJ, em outras três ocasiões, no mês de fevereiro de 2021, Jairinho submeteu Henry Borel a sofrimentos físico e mental com emprego de violência.
*Com informações do Estadão Conteúdo e Agência Brasil 


Fonte: Jovem Pan