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Aprender IA pode estar te deixando para trás

Você já viu essa cena? Reunião importante, dashboard pronto, relatórios gerados em segundos por inteligência artificial. Tudo funcionando. Até que alguém faz a pergunta que realmente importa. E ninguém responde.
Não faltou dado. Não faltou tecnologia. Faltou julgamento. Esse é o paradoxo que começa a aparecer nas empresas. Enquanto todo mundo corre para aprender a usar IA, pouca gente está investindo no que a tecnologia não consegue fazer. E é justamente isso que vai definir quem lidera nos próximos anos.
A inteligência artificial está deixando de ser diferencial para virar infraestrutura. O movimento é semelhante ao que aconteceu com o pacote Microsoft Office nos anos 90. Na época, dominar Excel era um diferencial competitivo. Hoje, não impressiona ninguém. É o mínimo esperado.
Com a IA, o caminho é o mesmo, só que mais rápido. Levantamentos recentes indicam que cerca de 78% das empresas já utilizam algum tipo de inteligência artificial nos seus processos. Entre pequenas empresas, esse número chega a 89%.
Em pouco tempo, dizer que sabe usar IA terá o mesmo peso que dizer que sabe usar e-mail, o básico. E isso muda completamente a lógica das carreiras. Aprender ferramentas continua sendo importante, mas não é isso que vai diferenciar ninguém.
O que diferencia é outra camada. A inteligência artificial trabalha com padrões. Organiza dados, cruza informações, gera conteúdo e sugere caminhos com uma velocidade impossível para qualquer ser humano.
Mas não decide, não interpreta contexto político, não percebe o que não foi dito, não assume responsabilidade. E é justamente nesse espaço que o valor humano cresce. A primeira habilidade que passa a ganhar peso é o pensamento crítico.
A IA responde. O profissional precisa saber perguntar. E, mais importante, precisa saber quando a resposta está errada.
Existe um fenômeno chamado viés de automação. Estudos indicam que mais de 80% das pessoas tendem a confiar nas respostas da máquina, mesmo quando elas estão incorretas. A IA fala com muita segurança. E isso engana.
Sem senso crítico, o risco não é usar mal a tecnologia. É parar de pensar. Outra capacidade que passa a ser decisiva é enxergar pontos cegos. A inteligência artificial trabalha com o que está registrado. Com dados históricos, padrões e informações disponíveis.
Mas decisões importantes raramente dependem só disso. Elas passam por fatores que não aparecem em relatório. Dinâmicas internas, interesses conflitantes, tensões que não são verbalizadas.
Esse tipo de leitura não está na base de dados. Está na experiência. E continua sendo exclusivamente humana. A forma de liderar também está mudando.
O modelo tradicional, baseado em hierarquia, perde força. A liderança passa a acontecer cada vez mais fora do organograma. É a capacidade de influenciar sem autoridade formal. De alinhar áreas com interesses diferentes. De mobilizar pessoas que não têm obrigação de seguir você.
À medida que a IA assume tarefas operacionais, as equipes humanas ficam mais especializadas e mais autônomas. E isso exige um tipo de liderança que nenhuma ferramenta ensina.
A própria McKinsey & Company aponta que, com o avanço da IA, competências como julgamento, relacionamento e empatia ganham ainda mais relevância. E aqui existe ainda um ponto pouco discutido: a IA recomenda. Quem decide continua sendo o humano. E decisão tem custo.
Não existe algoritmo que vá assumir um erro em uma reunião difícil. Não existe ferramenta que vá sustentar uma decisão impopular diante de um conselho. Confundir recomendação com decisão é um dos riscos mais silenciosos desse momento.
E ele já está acontecendo. Pesquisas conduzidas por instituições como o Massachusetts Institute of Technology e a Microsoft mostram que o uso intensivo de IA, sem reflexão ativa, pode reduzir a capacidade de raciocínio independente.
O efeito é parecido com o que aconteceu com o GPS. Antes, as pessoas desenvolviam senso de direção. Hoje, seguem instruções. Quando o sistema falha, ficam perdidas.
Com a IA, o risco é o mesmo: não de substituição, mas de dependência. A diferença entre quem vai avançar e quem vai ficar para trás não está em quem usa mais inteligência artificial.
Está em quem usa a tecnologia para pensar melhor, não para pensar menos. A pergunta, portanto, muda. Não é mais “como eu aprendo IA?”.
É “o que só eu consigo fazer e o que estou fazendo para evoluir nisso?”. A tecnologia vai executar com mais velocidade, mais escala e menos custo, mas não vai definir direção, não vai construir confiança e não vai sustentar decisões difíceis.
Isso continua sendo humano. E é isso que vai separar quem lidera de quem apenas acompanha.


Fonte: Jovem Pan

A criatividade deixou de ser talento e virou infraestrutura

Quando o Fórum Econômico Mundial publicou a edição de 2025 do relatório Future of Jobs, ouvindo mais de mil empregadores que respondem por 14 milhões de trabalhadores em 55 economias, o pensamento criativo apareceu em quarto lugar entre as competências centrais exigidas hoje — e entre as que mais devem crescer em importância até 2030. Não como um adorno das áreas de design ou marketing, mas como requisito transversal, ao lado de pensamento analítico, resiliência e liderança.
O dado desloca a conversa. Criatividade, durante décadas, foi tratada como predicado de artistas, publicitários e fundadores de startup. Hoje, é item de planilha de RH.
A razão é econômica, não filosófica. O mesmo relatório estima que 39% das competências exigidas pelo mercado até 2030 serão diferentes das atuais, e aponta que 63% dos empregadores consideram a lacuna de habilidades a maior barreira para transformar seus negócios. Nesse cenário, o que antes se chamava de “pensar fora da caixa” virou, na prática, a ferramenta mais rotineira de adaptação a um ambiente onde a caixa muda de formato a cada trimestre.
A inteligência artificial acelerou esse reposicionamento — e aqui mora um paradoxo que a maior parte das empresas ainda não processou. Modelos generativos fazem, em segundos, o que antes consumia dias de trabalho qualificado: resumos, análises, códigos, textos. O problema é que toda IA, por definição, olha para trás. Ela é treinada em dados do passado, reconhece padrões do passado e recombina o que já foi dito, feito ou escrito. É uma máquina estatística de repetição sofisticada. Deixada sozinha, produz médias convincentes — textos corretos, imagens familiares, soluções previsíveis.
Quem cria o futuro, portanto, continua sendo gente. O insight que ainda não está no dataset, a hipótese contraintuitiva, o salto que conecta dois campos que ninguém tinha conectado antes — isso é pensamento humano. A IA é um multiplicador extraordinário de quem tem algo original a dizer, e um multiplicador igualmente eficiente da mediocridade de quem não tem. Empresas que acreditam que podem substituir criatividade por modelos generativos descobrirão, em pouco tempo, que estão produzindo mais rápido o mesmo conteúdo que todos os concorrentes estão produzindo mais rápido. A diferenciação desaparece.
Há um equívoco comum, no entanto, sobre o que significa ser criativo dentro de uma empresa. A imagem popular — alguém iluminado propondo a ideia genial na reunião de segunda — descreve mal o fenômeno. Criatividade corporativa é, antes, método: é a disciplina de questionar premissas, de permitir hipóteses contraditórias na mesa e de testar rapidamente antes de decidir. É o oposto do improviso. Exige processo, tempo de pensar e tolerância deliberada ao erro.
É justamente essa tolerância que falta na maior parte das organizações brasileiras. Cultuamos a execução e tratamos o erro como falha de caráter, não como insumo de aprendizado. O resultado é previsível: equipes que entregam rápido o que já sabiam fazer e demoram a reagir quando o contexto muda. Em um ciclo econômico estável, isso até funciona. Em 2026, com IA commoditizando a execução, não funciona mais.
Empresas que entenderam o movimento estão fazendo algo concreto, e não apenas decorando a parede com a palavra “inovação”. Estão redesenhando processos de avaliação de desempenho para premiar hipóteses testadas, e não só metas batidas. Estão deslocando decisões para baixo na hierarquia, onde ficam os profissionais mais próximos do cliente. Estão investindo em diversidade cognitiva — contratar quem pensa diferente, e não apenas quem tem o currículo igual ao dos atuais diretores.
Há um ponto final que costuma passar despercebido. O pensamento criativo não é, como às vezes se diz, a habilidade que “nos torna humanos”. É uma habilidade como qualquer outra: treinável, mensurável, degradável pelo desuso. Países que levarem a sério a formação dessa competência — na escola básica, na universidade, dentro das empresas — terão vantagem comparativa. Os que continuarem tratando-a como dom inato, destinado a poucos, pagarão a conta.
A criatividade parou de ser uma qualidade admirável para virar infraestrutura produtiva. A IA construiu uma ponte eficiente com tudo o que a humanidade já fez. O futuro, porém, continua sendo território exclusivo de quem pensa. Quem ainda vê a criatividade como luxo está, sem perceber, descrevendo um mercado que não existe mais.


Fonte: Jovem Pan

Bolívar x Fluminense: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Bolívar e Fluminense se enfrentam nesta quinta-feira (30), às 19h (de Brasília), no Estádio Hernando Siles, em partida válida pela fase de grupos da Conmebol Libertadores.
Onde assistir Bolívar x Fluminense ao vivo
A partida será transmitida ao vivo pelo Paramount+ (streaming), com início da transmissão às 19h (de Brasília).
 


Fonte: Jovem Pan

STF chega a 1,4 mil condenados pelos atos golpistas de 8 de Janeiro

O Supremo Tribunal Federal (STF) chegou ao patamar de 1.402 condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. As penas estão divididas da seguinte forma:

431 – penas de prisão
419 – penas alternativas
552 – acordos de não persecução penal.
O balanço sobre o andamento dos processos foi divulgado nesta quarta-feira (29) pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.
De acordo com o levantamento, o maior grupo de condenados é formado por 404 réus, que receberam penas de um ano de prisão, número equivalente a 28,82% do total de condenações. Em seguida, foram registradas 213 condenações a 14 anos de prisão, representando 15,19% do total.
A pena mais alta foi aplicada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, único condenado a 27 anos e três meses de prisão.
O balanço também mostra que 190 acusados estão presos, sendo 169 que já tiveram as penas definitivas executadas e 21 prisões provisórias.
Núcleos
No ano passado, a Primeira Turma da Corte teve 21 sessões para julgar os núcleos crucial, estratégico, executores e de desinformação, formados por investigados ligados a Bolsonaro.
O julgamento terminou com 29 condenações de réus e 2 absolvições.
Na sexta-feira (24), Alexandre de Moraes encerrou a execução definitiva das penas dos condenados pela trama golpista.
As prisões foram completadas após o ministro determinar a execução das condenações dos cinco condenados do Núcleo 2, o último grupo que estava pendente. Os réus que pertencem aos núcleos 1, 3 e 4 já tiveram as prisões determinadas.
8 de janeiro
Os ataques antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023 marcaram um dos episódios mais graves contra as instituições brasileiras, quando grupos de manifestantes invadiram e depredaram as sedes do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).
Motivados pelo inconformismo com o resultado das eleições presidenciais de 2022, os extremistas depredaram patrimônio histórico e artístico nacional, em uma tentativa de instigar um golpe de Estado e interromper a ordem democrática.
Desde o ocorrido, o Poder Judiciário tem atuado na responsabilização dos envolvidos, desde os executores diretos até os financiadores e mentores intelectuais da tentativa de golpe. A investigação, conduzida sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes no STF, desmembrou as condutas em diferentes núcleos de atuação.
*Agência Brasil


Fonte: Jovem Pan

Duelo entre Portuguesa e Corinthians no Pacaembu, em 1980, acabou em confusão

Era quarta-feira, 9 de julho de 1980, feriado da Revolução Constitucionalista de 1932, em São Paulo. O clássico entre Corinthians e Portuguesa, pelo Campeonato Paulista, no Pacaembu, que atraiu cerca de 30 mil pessoas naquela noite, não chegou ao fim. Aos 43 minutos do segundo tempo, com placar ainda em 0 a 0, o árbitro Márcio Campos Sales deu um pênalti discutível em favor da Lusa. 
Um torcedor, revoltado com a marcação, pulou o alambrado, invadiu o gramado e chutou o juiz da partida. A partir daquele instante, outros corintianos derrubaram a estrutura de ferro, quando começou a confusão, registrada pelos microfones da Jovem Pan. O árbitro e o policiamento destacado para trabalhar no Pacaembu não se entenderam e ficou no ar uma guerra de versões: o jogo poderia prosseguir ou não? O jornal Folha de S, Paulo destacou:  “(…) O árbitro disse que se dirigiu ao comandante de policiamento, mas este não garantiu a normalidade da situação. Sendo assim, deu por encerrada a partida, sob protesto dos jogadores da Portuguesa, que pleiteavam a garantia da cobrança de pênalti. (…)” . 
O repórter da Pan Wanderley Nogueira informou, no entanto, que a força policial não tinha vetado a continuidade do jogo. De qualquer forma, as duas equipes levaram o caso para a justiça esportiva e nada ficou resolvido. 
O Corinthians, comandado por Orlando Fantoni, jogou assim: Jairo; Zé Maria, Mauro, Amaral e Wladimir; Caçapava, Biro-Biro e Sócrates; Píter (Wágner), Geraldão (Basílio) e Carlinhos. A Portuguesa, do técnico Mário Travaglini, entrou em campo com: Éverton; Joãozinho, Duílio, Daniel González, Toninho Braga e Wilson Carrasco; Enéias e Danival; Moisés, Caio (Paranhos) e Pita. 
No áudio a seguir, ouça os principais momentos da confusão no Pacaembu. A narração é de José Silvério, os comentários de Orlando Duarte e as reportagens são de Wanderley Nogueira e Cândido Garcia.

 


Fonte: Jovem Pan

Os maiores artilheiros da seleção da Croácia na história das Copas do Mundo

Se você chegou aqui se perguntando quem é o maior artilheiro da seleção da Croácia na história das copas do mundo, a resposta exata revela um empate histórico. O lendário atacante Davor Šuker e o versátil ponta Ivan Perišić dividem o topo dessa estatística, ambos com seis gols marcados no torneio. A grande diferença entre eles é o tempo necessário para atingir o recorde: enquanto Šuker cravou seu nome em uma única e avassaladora edição, Perišić construiu seu legado somando tentos ao longo de três mundiais consecutivos.
Duas gerações no topo: a explosão de Šuker e a regularidade de Perišić
Para entender o tamanho desse feito, é fundamental olhar para contextos de épocas distintas. Na Copa da França em 1998, a Croácia disputava a competição de forma inédita como nação independente. Foi exatamente nesse palco que Davor Šuker anotou seis gols em sete partidas disputadas. Ele não só conduziu o time a um impressionante terceiro lugar, como também faturou a Chuteira de Ouro daquele ano, superando estrelas globais ao vazar as defesas da Alemanha, França e Holanda.
Duas décadas mais tarde, Ivan Perišić pavimentou uma trajetória diferente para encostar na lenda. O atual camisa 4 croata começou a contagem balançando as redes duas vezes no Brasil em 2014. Na edição seguinte, provou sua veia decisiva com três gols na Rússia em 2018, incluindo o gol de empate na final contra os franceses. A marca histórica foi consolidada ao anotar seu sexto gol no Catar em 2022, num tenso duelo de oitavas de final contra o Japão.
Ranking completo dos goleadores croatas em mundiais
Abaixo dos líderes absolutos, a relação de jogadores mais letais da seleção europeia é composta por atletas que marcaram a última década do esporte e impulsionaram as melhores campanhas do país.
1º lugar: Davor Šuker (6 gols)
O lendário ex-jogador do Real Madrid precisou de uma única edição do torneio para estabelecer a marca que duraria décadas, transformando-se no rosto do futebol croata nos anos 1990.
1º lugar: Ivan Perišić (6 gols)
O atacante de beirada provou sua importância tática ao manter alta produtividade em três Copas. Ele detém o recorde de participações diretas em gols da seleção em grandes competições.
3º lugar: Mario Mandžukić (5 gols)
Pilar fundamental da equipe vice-campeã, o centroavante foi letal na grande área. Mandžukić cravou dois gols em 2014 e três em 2018, com destaque absoluto para o gol da classificação na prorrogação contra a Inglaterra.
4º lugar: Andrej Kramarić (3 gols)
Conhecido por seu posicionamento inteligente, o atacante deixou sua marca na Rússia e brilhou com dois gols no Catar, liderando o setor ofensivo do atual ciclo sob o comando de Zlatko Dalić.
5º lugar: Empate triplo (2 gols cada)
A base do ranking traz um empate entre três nomes históricos. O meia Luka Modrić (eleito o melhor jogador do mundial de 2018), o explosivo atacante Ivica Olić e o habilidoso Robert Prosinečki fecham a lista, cada um somando dois tentos em edições de Copa do Mundo.
O atual cenário de quebra de recordes no futebol croata
Pensando no futuro imediato e na Copa do Mundo de 2026, a estrutura desse pódio tem grandes chances de passar por atualizações. Como a seleção croata já confirmou sua presença no torneio após sobrar no Grupo L das eliminatórias europeias, Andrej Kramarić surge como o atleta em atividade com a maior probabilidade matemática de encostar nos líderes.
As atenções, no entanto, também se voltam para a própria ponta da tabela. A presença de Ivan Perišić no próximo mundial significa que o recorde geral pode finalmente pertencer a um único atleta. Se o experiente jogador conseguir marcar apenas mais uma vez nos gramados norte-americanos, ele ultrapassará Šuker para se tornar, de forma totalmente isolada, o detentor máximo dessa honraria no país.
O acúmulo de jogadores recentes nas primeiras posições deste ranking comprova que o futebol croata, mesmo lidando com uma base populacional reduzida, consolidou um sistema de revelação de talentos incrivelmente eficiente. Os gols que colocaram a equipe na rota das medalhas evidenciam um projeto esportivo forte, que se recusa a assumir o papel de mero coadjuvante nos palcos mais pesados do futebol mundial.


Fonte: Jovem Pan

Artilharia da Arábia Saudita em Copas do Mundo: quem domina a lista

Acompanhe os dados históricos e saiba quem é o maior artilheiro da Arábia Saudita na história das Copas do Mundo, uma disputa de gerações que atualmente se resume a um empate técnico. As lendas Sami Al-Jaber e Salem Al-Dawsari dividem a liderança absoluta, ambos com três gols marcados no torneio. Al-Jaber construiu sua marca ao longo de quatro edições (1994, 1998, 2002 e 2006), enquanto Al-Dawsari alcançou o topo balançando as redes nos Mundiais de 2018 e 2022.
A divisão do recorde entre gerações
O feito de Sami Al-Jaber é um reflexo direto de sua longevidade na seleção. O ex-atacante marcou em três edições diferentes, vazando as defesas de Marrocos (1994), África do Sul (1998) e Tunísia (2006). Durante quase duas décadas, ele reinou como a principal referência ofensiva do país na competição da Fifa.
A quebra da exclusividade desse recorde aconteceu apenas anos depois, pelos pés do ponta-esquerda Salem Al-Dawsari. O camisa 10 atingiu a marca com menos partidas disputadas, destacando-se por anotar gols contra seleções tradicionais. Ele guardou o seu contra o Egito (2018) e, em 2022, marcou contra o México e protagonizou o golaço da vitória histórica sobre a Argentina no Catar.
Ranking histórico de goleadores da seleção saudita
Ao longo de sete participações no torneio, nove jogadores diferentes já comemoraram gols pelos chamados “Falcões Verdes”. A lista dos maiores goleadores da nação na principal vitrine do esporte está distribuída da seguinte forma:
1. Sami Al-Jaber e Salem Al-Dawsari (3 gols)
A dupla lidera a estatística máxima. Enquanto Al-Jaber foi o símbolo ofensivo da década de 1990, Al-Dawsari carrega o talento da geração atual.
2. Fuad Anwar (2 gols)
O meio-campista tem seu nome gravado como o autor do primeiro gol saudita na história da competição, abrindo o placar contra a Holanda na estreia do país em 1994. Na mesma edição, ele também marcou de longe contra Marrocos.
3. Saeed Al-Owairan (1 gol)
Embora possua apenas um tento na conta, Al-Owairan assinou a pintura mais famosa do país. Em 1994, ele enfileirou defensores desde o seu próprio campo de defesa para marcar contra a Bélgica, assegurando a inédita classificação às oitavas.
4. Fahad Al-Ghesheyan (1 gol)
O jogador é responsável pelo único gol do país na fase de mata-mata. Ele anotou na derrota para a forte Suécia pelas oitavas de final de 1994.
5. Empate com um gol cada
O restante da prateleira de jogadores que balançaram as redes uma vez inclui Yousuf Al-Thunayan (1998), Yasser Al-Qahtani (2006), Salman Al-Faraj (2018) e o atacante Saleh Al-Shehri, responsável por iniciar a virada no jogo épico contra a Argentina em 2022.
A atualidade e as chances de um novo recordista isolado
Com o ciclo se fechando para a edição norte-americana de 2026, os holofotes se concentram mais uma vez sobre Salem Al-Dawsari. Como segue em plena atividade e atua em alto nível no Al-Hilal, o ponta precisa de apenas mais um gol para deixar Al-Jaber para trás e assumir a coroa isolada.
Atletas do elenco atual, como Saleh Al-Shehri, também chegam na disputa para ampliar suas marcas pessoais. O eventual recorde isolado de Al-Dawsari representaria o ápice de sua carreira, gravando o nome do camisa 10 sem concorrência no livro de ouro da equipe verde e coroando o crescimento internacional do futebol no país.
Fontes Consultadas

fifa.com
saudipedia.com
medium.com
acritica.com
diariodaregiao.com.br


Fonte: Jovem Pan

Os maiores artilheiros da Coreia do Sul na história das Copas do Mundo

Se você quer saber quem é o maior artilheiro da Coreia do Sul na história das Copas do Mundo, a resposta direta é um empate triplo no topo da tabela. Os atacantes Ahn Jung-hwan e Son Heung-min, ao lado do ex-meio-campista Park Ji-sung, dividem o posto de maiores goleadores do país em Mundiais, com três gols marcados cada. Essa marca reflete a força ofensiva de diferentes gerações de uma seleção asiática que se classificou para todas as edições do torneio de forma ininterrupta desde 1986.

O peso do trio histórico e como os donos do recorde alcançaram a marca
Ahn Jung-hwan, Park Ji-sung e Son Heung-min não apenas lideram as estatísticas, mas também foram responsáveis por momentos inesquecíveis do futebol sul-coreano no cenário internacional.
Ahn Jung-hwan e o milagre de 2002
O ex-atacante se tornou um herói nacional durante a campanha histórica da Coreia do Sul, que dividiu a sede do torneio com o Japão. Ahn marcou duas vezes na Copa de 2002, incluindo o lendário gol de ouro contra a Itália nas oitavas de final. Quatro anos depois, na Alemanha, ele balançou as redes contra o Togo, consolidando seus três gols em Mundiais.
Park Ji-sung e a regularidade impressionante
Ídolo do Manchester United, Park Ji-sung ostenta um feito raro: ele é o único jogador sul-coreano a marcar em três Copas consecutivas. O incansável meio-campista deixou sua marca na vitória contra Portugal em 2002, garantiu o empate heroico contra a França em 2006 e fechou sua conta pessoal superando a defesa da Grécia na edição de 2010.
Son Heung-min e o protagonismo moderno
Principal estrela contemporânea do país, Son Heung-min igualou o recorde ao longo das edições realizadas no Brasil e na Rússia. Após anotar um gol contra a Argélia em 2014, o craque do Tottenham brilhou em 2018 com um golaço de fora da área contra o México e o emblemático gol que eliminou a Alemanha nos acréscimos da fase de grupos.
O ranking de goleadores sul-coreanos em Mundiais
Abaixo do trio de ferro, a lista de artilheiros da seleção sul-coreana conta com nomes que aproveitaram suas poucas oportunidades para gravar seus nomes na história das Copas.
1. Os líderes isolados (3 gols)

Ahn Jung-hwan: Edições de 2002 e 2006;
Park Ji-sung: Edições de 2002, 2006 e 2010;
Son Heung-min: Edições de 2014 e 2018;

2. O pelotão dos dois gols
Vários atletas conseguiram marcar duas vezes no principal torneio da Fifa, com destaque para atuações recentes e campanhas históricas do passado.

Cho Gue-sung: O centroavante anotou seus dois gols de cabeça na mesma partida durante a Copa do Catar em 2022;
Kim Young-gwon: O zagueiro artilheiro foi fundamental ao marcar em 2018 e novamente em 2022;
Lee Chung-yong: Destaque absoluto no setor ofensivo da campanha de 2010 na África do Sul;
Lee Jung-soo: O defensor também surpreendeu ao balançar as redes duas vezes na edição de 2010;
Hwang Sun-hong: O ídolo do passado marcou um gol na Copa de 1994 e outro em 2002;
Hong Myung-bo: O lendário capitão de 2002 anotou seus dois tentos no Mundial de 1994;
Yoo Sang-chul: O versátil meio-campista deixou sua marca nas edições de 1998 e 2002;

3. A marca de um gol
Uma longa lista de jogadores possui apenas um gol em Copas. Entre os nomes mais notáveis da geração atual estão Hwang Hee-chan e Paik Seung-ho, que balançaram as redes na edição de 2022. O pioneiro Park Chang-sun também merece menção honrosa obrigatória, pois foi o autor do primeiro gol da história da Coreia do Sul em Mundiais, anotado contra a Argentina em 1986.
A corrida atual e quem pode assumir a artilharia isolada
Observando o elenco atual, o recorde de três gols tem grandes chances de ser quebrado em breve. Como Son Heung-min segue em plena atividade e continua sendo a principal referência ofensiva e capitão dos “Tigres da Ásia”, basta apenas um gol na Copa do Mundo de 2026 para que o atacante assuma a liderança absoluta do ranking.
Além do camisa 7, o centroavante Cho Gue-sung, que já possui dois gols na conta, surge como um candidato forte para embolar a disputa no topo da tabela nos próximos anos.
Os números ofensivos da Coreia do Sul mostram uma evolução clara de uma seleção que, em suas primeiras décadas, apenas figurava na competição, mas que hoje entra em campo para competir e assustar potências europeias e sul-americanas. Seja pelo talento individual de uma estrela da Premier League ou pela organização tática que permite a zagueiros chegarem ao ataque como elemento surpresa, a tradição goleadora do país asiático no torneio tem tudo para ser ampliada muito em breve.


Fonte: Jovem Pan

Saiba quem é o maior artilheiro do Haiti na história das copas do mundo e como ele fez história

O ex-atacante Emmanuel “Manno” Sanon é o único jogador a marcar gols pela seleção caribenha em Mundiais da Fifa. Com dois tentos anotados na Copa de 1974, disputada na Alemanha Ocidental, ele detém o recorde isolado de maior artilheiro do país no torneio. Sua marca se tornou lendária no esporte não apenas pela exclusividade, mas por ter quebrado uma invencibilidade histórica do goleiro italiano Dino Zoff.
A consagração de Manno Sanon na Alemanha Ocidental
Na única participação haitiana em Mundiais no século XX, a equipe caiu em um grupo ingrato, ao lado de Itália, Polônia e Argentina. Apesar das três derrotas e da eliminação na fase de grupos, o camisa 20 conseguiu gravar seu nome na história do esporte mundial.
O momento de maior glória ocorreu na partida de estreia. O goleiro Dino Zoff ostentava um recorde absoluto de 1.142 minutos sem sofrer gols em jogos internacionais. No início do segundo tempo, Sanon ganhou da defesa na corrida, driblou o lendário arqueiro e abriu o placar para o Haiti. A Itália conseguiu a virada para 3 a 1, mas o feito rodou o planeta. O segundo gol do atacante sairia em um chute forte de fora da área, na derrota por 4 a 1 contra a seleção argentina.
Ranking exclusivo: os artilheiros do Haiti na competição
Como a nação marcou apenas dois gols em sua história no campeonato da Fifa, a lista de goleadores é extremamente restrita. Nenhum outro atleta conseguiu furar as defesas adversárias durante a campanha de 1974.
1. Emmanuel Sanon
O eterno ídolo do Don Bosco FC é o dono absoluto do topo da lista na artilharia do país.

Total de bolas na rede: 2 gols (contra Itália e Argentina em 1974).
Presença em campo: Disputou integralmente as três partidas da fase de grupos.
Impacto na carreira: Após o torneio, Sanon foi contratado pelo futebol europeu, transferindo-se para o clube belga Beerschot.

2. Demais jogadores de 1974
O restante do elenco titular e reserva não conseguiu balançar as redes no torneio.

Total de bolas na rede: 0 gols.
Nomes de destaque: Philippe Vorbe, autor da assistência contra a Itália, e o goleiro titular Henry Francillon.
Saldo geral da equipe: A seleção marcou dois gols e sofreu 14 ao longo dos três jogos disputados.

A nova geração e o retorno no torneio de 2026
Após um hiato de mais de 50 anos, o país confirmou sua classificação e retornará à Copa do Mundo na edição de 2026. A expansão do formato do campeonato para 48 seleções permitiu que o elenco demonstrasse sua evolução nas eliminatórias da Concacaf.
O atual plantel caribenho buscará quebrar a hegemonia estatística de Sanon. Atacantes da nova geração, como Frantzdy Pierrot e Duckens Nazon, são os principais candidatos a anotar gols e colocar seus nomes neste seleto almanaque.
O legado deixado por Manno Sanon, falecido em fevereiro de 2008, transcende os números frios. Seus dois tentos solitários representam o auge esportivo de uma nação e servem de inspiração para os atletas que terão a responsabilidade de vestir a camisa azul e vermelha nos gramados da América do Norte.
Fontes Consultadas

fifa.com
wikipedia.org
blogspot.com
ndmais.com.br
fifa.com
wikipedia.org
youtube.com
planetworldcup.com


Fonte: Jovem Pan

Palmeiras empata com Cerro Porteño e deixa liderança do Grupo F da Libertadores

O Palmeiras avassalador dos últimos anos na Libertadores, com campanhas irretocáveis na fase de grupos, ainda não apareceu em 2026. O time alviverde perdeu a liderança de sua chave ao fazer mais um jogo ruim e empatar com o Cerro Porteño por 1 a 1 nesta quarta-feira (29), em Assunção, no Paraguai.
No estádio La Nueva Olla, a equipe paulista foi protagonista de bons minutos no primeiro tempo e marcou com Jhon Arias. Na etapa final, porém, parou de jogar e fez péssimos 45 minutos finais. Levou merecidamente o empate do Cerro Porteño, mesmo com a evidente fragilidade técnica dos paraguaios, que ficaram satisfeitos com o ponto somado em casa.
São cinco pontos para o Palmeiras, que caiu da liderança para o segundo lugar do Grupo F. O Sporting Cristal, do Peru, agora é o primeiro colocado. O Cerro tem quatro pontos e é o terceiro.
Cobrado para jogar um futebol melhor do que vinha apresentando, muitas vezes limitado à retranca e lançamentos longos, o Palmeiras apresentou melhora em Assunção. No primeiro tempo, jogou tranquilo e foi dominante a partir dos 22 minutos, assim que o jogo foi retomado após a pausa para hidratação.
Não foi um futebol primoroso, mas fez bem-feito o simples para controlar a partida: bola no chão, passes curtos e jogadores próximos uns dos outros. Foram algumas chances até Marlon Freitas encontrar Allan, que rolou para Arias empurrar para as redes.
Allan, com o passe, se redimiu da inacreditável chance desperdiçada, na pequena área, minutos antes. Flaco e Arthur também tentaram e não foram às redes.
Pobre tecnicamente, o Cerro deixou sozinho o ex-vascaíno Vegetti, centroavante bom pelo alto, sem uma oportunidade sequer
No segundo tempo, o Palmeiras é que nada produziu. Simplesmente parou de jogar o time treinado por Abel Ferreira e permitiu que os anfitriões o atacassem.
Os paraguaios, mesmo com deficiências técnicas, se sentiram confortáveis e apertaram até empatar num lance de infelicidade de Carlos Miguel, que viu a bola bater em suas costas e entrar após chute de Iturbe que havia explodido na trave.
O Palmeiras deixou um pouco a preguiça de lado para ir atrás da vitória. Mas, com enorme dificuldade para criar e encontrar brechas na zaga do Cerro, os visitantes pouco fizeram. O gol da vitória foi evitado pelo goleiro Martín Arias, que defendeu cabeceio de Murilo no acréscimo.

FICHA TÉCNICA
CERRO PORTEÑO 1 x 1 PALMEIRAS
CERRO PORTEÑO: Martín Arias; Quintana (Melgarejo), Velásquez, Pérez; Rodrigo Gomez (Iturbe), Morel, Viera (Klimowicz), Domínguez (Cesar Bobadilla) e Chaparro; Torres (Peralta) e Vegetti. Técnico: Ariel Holan.
PALMEIRAS: Carlos Miguel; Giay (Khellven), Gustavo Goméz, Murilo e Arthur (Jefté); Marlon Freitas, Andreas Pereira, Arias (Lucas Evangelista) e Allan (Felipe Anderson); Sosa (Maurício) e Flaco López. Técnico: Abel Ferreira.
GOLS: Arias, aos 32 do primeiro tempo; Carlos Miguel (contra), aos 26 do segundo.
CARTÕES AMARELOS: Allan e Iturbe.
ÁRBITRO: Gustavo Tejera (Uruguai).
PÚBLICO E RENDA: Não disponíveis.
LOCAL: Estádio La Nueva Olla, em Assunção, Paraguai.


Fonte: Jovem Pan