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Áudio: Regras para uso de postes de energia e telecomunicação vão à Câmara

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) concluiu na quarta-feira (9) a votação de projeto do senador Weverton (PDT-MA) que estabelece regras para o compartilhamento de postes entre empresas de energia elétrica e de telecomunicações (PL 3.220/2019). A proposta ataca o problema do emaranhado de fios que polui visualmente as cidades e oferece riscos à segurança da população. O relator, senador Esperidião Amin (PP-SC), explicou que o texto fixa um prazo de cinco anos para a regularização de toda a fiação aérea no país.
O texto segue à análise da Câmara dos Deputados.


Fonte: Senado Federal

Bets e famílias: pesquisas qualitativas mostram que homens apostam escondidos de mulheres; ouça O Assunto

Pesquisas qualitativas usadas por campanhas eleitorais e empresas têm revelado um comportamento que vai além dos números — e ajuda a explicar mudanças no cotidiano das famílias brasileiras. Um dos achados recentes aponta que homens estão apostando em plataformas de bets de forma escondida, muitas vezes sem o conhecimento das parceiras.
O tema aparece no podcast “O Assunto” desta quinta-feira (9), que discute como funcionam as chamadas “salas de espelho” — ambientes em que pesquisadores observam conversas entre eleitores selecionados enquanto acompanham as reações do outro lado de um espelho.
Nessas dinâmicas, grupos são formados com base em critérios como renda, gênero e faixa etária. Durante cerca de uma ou duas horas, os participantes debatem temas diversos sob mediação. Mais recentemente, parte dessas sessões passou a acontecer também de forma virtual, com cada participante em sua própria casa.
Diferentemente das pesquisas quantitativas, que medem intenção de voto ou opinião em números, as qualitativas buscam entender sentimentos, motivações e comportamentos.
Urna eletrônica
Giuliano Gomes/PR Press
Foi nesse tipo de estudo que surgiu um dado considerado sensível. Segundo o cientista político Felipe Nunes, diretor da Quaest, em grupos formados apenas por homens os participantes relatam que fazem apostas online de forma individual e escondida — e afirmam nos grupos que estão ganhando dinheiro, quando na prática acumulam perdas.
“O dinheiro da família está sendo consumido quase sem perceber por esse mecanismo individual do jogo”, afirma Nunes.
O comportamento ajuda a explicar um cenário mais amplo identificado nas pesquisas. Apesar de indicadores econômicos positivos, como aumento de renda e queda do desemprego, parte da população relata dificuldade financeira. Entre os fatores apontados estão o endividamento e o alto custo de vida — e, agora, o impacto silencioso das apostas.
“As respostas caminham na direção de um conceito que os americanos chamaram de “affordability”. Elas falam o seguinte: ‘minha renda até aumentou, mas o custo de vida associado à minha renda aumentou muito mais'”, diz Felipe. Ele conta que, quando indagados sobre o aumento do custo de vida em comparação com os números da economia, descobrem-se três elementos: endividamento, patamar do preço, e o último, e mais importante: a forma como os brasileiros estão jogando
“Em salas de espelho com homens e mulheres você não escuta a palavra bet, jogo. Quando vai para sala só com homens, eles revelam, estão jogando escondido, perdem dinheiro e não assumem”, aponta Felipe “Estão dizendo nos grupos que estão ganhando mas, na verdade, o dinheiro da família tá sendo consumido quase que sem perceber por esse mecanismo individual do jogo”, continua.
📊 Dados trazidos por Natuza Neri durante o episódio, provenientes de pesquisa quantitativa, reforçam o quadro: 29% dos entrevistados relataram ter começado a apostar para tentar pagar contas, e 27% buscavam renda extra. Entre os inadimplentes, 46% apostam — incluindo quem já está com o nome negativado.
A dinâmica das salas também revela diferenças entre homens e mulheres. Em ambientes separados, surgem questões mais específicas.
As mulheres falam mais sobre saúde, bem-estar da família e políticas públicas. Já os homens demonstram maior preocupação com status social e segurança — o que ajuda a contextualizar o avanço das apostas como tentativa de aumentar renda ou melhorar a percepção de sucesso.
Esse tipo de comportamento dificilmente aparece em levantamentos tradicionais. Para Nunes, as pesquisas qualitativas captam relatos mais íntimos e menos filtrados, ditos apenas em ambientes considerados seguros — e que surgem justamente porque esse terço do eleitorado, os chamados independentes, é o grupo que, segundo ele, vai definir o resultado da eleição de 2026.
“Entender o que move esse eleitor é fundamental para entender o resultado lá na frente”, afirma o cientista político.
O que você precisa saber:
Quaest, 2º turno: Lula e Flávio aparecem empatados pela 1ª vez
Quaest: 51% desaprovam e 44% aprovam o governo Lula
Quaest: 56% dizem já ter definido voto para presidente; 43% afirmam que ainda podem mudar
Quaest: 48% dos brasileiros dizem que a economia piorou nos últimos 12 meses
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti e Stéphanie Nascimento. Colaborou neste episódio Catarina Kobayashi. Apresentação: Natuza Nery.
As três reclamações do brasileiro com a economia
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Urna eletrônica
Reprodução/TRE-RN


Fonte:

g1 > Política

A estratégia de Flávio para se descolar da rejeição de Bolsonaro

Flávio não é tão moderado quanto aparenta ser, dizem seus opositores na tentativa de desqualificá-lo no ponto considerado mais positivo em seu comportamento. É a guerra de narrativas.
Tudo indica que a grande batalha na campanha eleitoral a presidente será travada a partir da rejeição dos candidatos. O temor da oposição era que a reprovação de Bolsonaro fosse transferida para Flávio. Tudo indica que esse fenômeno não ocorreu. Mesmo assim, para não correr riscos, o zero 1 tenta se afastar do que sempre foi motivo de crítica ao seu pai, a comunicação equivocada.
Se perguntarmos a dez pessoas qual foi o maior defeito de Bolsonaro, provavelmente pelo menos sete vão dizer que falhou na maneira de se comunicar, especialmente pelo uso desastrado do humor. Por ser presidente, não havia como atingir superiores com suas brincadeiras, pois estava no topo. E, como disse Balzac, “Os grandes sempre erram ao brincar com os seus inferiores. A brincadeira é um jogo, e o jogo supõe a igualdade”.
Ele mesmo, por humildade ou conveniência, reconheceu que a sua linguagem atrapalhava seus planos eleitorais. Em 2022, disse quase no final da campanha: “Se as minhas palavras estão te impedindo de fazer a escolha certa, eu, humildemente, te peço perdão”. Não convenceu.

Tarde demais
Esse arrependimento tardio não foi suficiente para mudar a opinião daqueles que já haviam cristalizado certa aversão à sua maneira de agir. O problema todo esteve no limite. Fazia suas gracinhas, arrancava risadas dos ouvintes, mas não sabia parar. O humor não foi o problema. O problema foi o excesso.
Seu filho, Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, para evitar a associação com o que havia de mais negativo no ex-presidente, já nas primeiras entrevistas procurou demonstrar que a sua comunicação é diferente da do pai. Embora não tenha explicitado o excesso de brincadeiras, comentou que o principal erro de Bolsonaro foi na comunicação. Disse que o ex-presidente realizou boas ações, mas comunicou errado.
Na falta de outra crítica
A situação de Bolsonaro se tornava mais grave quando deslizava para as conotações sexuais. Nesses casos, a linha que separa o humor da vulgaridade era rompida imediatamente. Principalmente para o público feminino, esse comportamento era imperdoável. Os opositores se apegavam a esses fatos com unhas e dentes. Como não conseguiam apresentar nenhuma prova concreta de corrupção, seu jeito de se expressar virava alvo preferido.
Até os seguidores dele criticavam. Alguns, para não serem acusados de gado, na tentativa de se mostrarem imparciais, falavam da forma irrefletida com que se comunicava. Não foram poucos aqueles que me disseram como seria importante ele fazer o meu curso de oratória. Não era o caso. O próprio Bolsonaro disse reiteradas vezes que recebia aconselhamento daqueles que o cercavam para mudar o jeito de falar. Parece que entrava por um ouvido e saía pelo outro.
A benevolência com Lula
O contraste fica ainda mais evidente quando se observa o comportamento de Lula. Mesmo recebendo críticas aqui e ali, esse carimbo não fica estampado em sua reputação. Dá a impressão de existir certa condescendência com seus deslizes verbais.
Talvez nem Bolsonaro imaginasse que sua indicação seria tão positiva. Flávio já ultrapassa Lula em algumas pesquisas. As chances de que o ex-presidente volte a concorrer à presidência são praticamente nulas. Primeiro, precisaria readquirir a elegibilidade. Depois, ser inocentado das penas que lhe foram impostas. Finalmente, resolver seus problemas de saúde, que parecem ir de mal a pior. Mas, como tudo é possível nesse mundo, por hipótese, vamos imaginar que voltasse a participar da corrida eleitoral.
E se ele voltasse?
Seria interessante observar se, depois de tantos reveses, Bolsonaro continuaria sendo o mesmo tiozão do churrasco de sempre. Temos de lembrar que ele foi eleito também por causa de sua maneira direta de dizer o que pensava. Mas, depois de tantas bordoadas, talvez tenha concluído que não vale exagerar nas piadas.
Flávio está atento a essa reação dos eleitores. Não deseja e nem precisa passar pelos mesmos dissabores. Os próprios problemas já tomam seu tempo demais. Por isso, sempre que pode, ressalta seu comportamento moderado, diferente do grande líder que o indicou. Sabe ser irônico, debochado em certos momentos, mas tudo dentro dos limites que podem torná-lo simpático ao eleitorado.
O humor é um recurso excepcional para a convivência e o bom relacionamento com as pessoas. Uma tirada espirituosa, na hora certa, geralmente demonstra inteligência, preparo, boa formação. Torna os ambientes mais agradáveis e leves. O difícil é aprender a identificar a fronteira. Até onde vai a graça e onde começa a desgraça.
Talvez Bolsonaro nunca descubra esse ponto tênue, mas decisivo, em que o humor deixa de ser virtude e se transforma em demérito. A esperança da oposição é a de que Flávio, ao contrário de seu padrinho político, saiba a hora de avançar, mas seja hábil no instante de recuar. Siga pelo Instagram: @polito


Fonte: Jovem Pan

Após falha elétrica, espaço aéreo de São Paulo é liberado

Após uma falha elétrica, as operações de pousos e decolagens foram retomadas no espaço aéreo de São Paulo depois de ficarem suspensas por cerca de uma hora na manhã desta quinta-feira (9).
De acordo com a concessionária Aena, responsável pelo Aeroporto de Congonhas, a interrupção havia sido comunicada pela torre de controle e afetou a movimentação aérea na região.
“Das 8h58 às 10h09, operações de pousos e decolagens foram suspensas em toda a Terminal São Paulo devido a uma pane técnica no Centro de Controle do Espaço Aéreo”, informou a concessionária. A Aena afirmou ainda que está adotando medidas para mitigar os impactos da paralisação no Aeroporto de Congonhas.
A GRU Airport também informou que os pousos e decolagens no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, estão sendo retomados parcialmente após a liberação do espaço aéreo.
O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, também foi afetado pela interrupção no controle do tráfego aéreo. Após a liberação do espaço aéreo, a concessionária informou que o aeroporto opera normalmente.
Durante a interrupção, o site de monitoramento FlightRadar mostrava o espaço aéreo sem movimentação de aeronaves. Era possível ver aviões e helicópteros sobrevoando os aeroportos enquanto não podiam pousar, enquanto outras aeronaves faziam fila esperando a decolagem.
Falha elétrica será investigada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), informou a FAB. 
Diante da paralisação nos aeroportos de São Paulo, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) acionou medidas iniciais do protocolo de pré-crise para monitorar os impactos e a evolução da situação.
Com a retomada das operações, a agência passou a focar no levantamento das companhias e rotas afetadas, além de estimar o número de passageiros impactados. Segundo a Anac, outras medidas poderão ser adotadas, a depender da evolução do cenário.
O Ministério de Portos e Aeroportos informou que um problema técnico no Controle de Aproximação (APP) afetou a região de São Paulo na manhã desta quinta-feira.
Em função da ocorrência, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) suspendeu, por cerca de 35 minutos, as autorizações de decolagem no espaço aéreo de São Paulo. Segundo a pasta, as operações foram normalizadas às 10h06 nos aeroportos de Guarulhos e de Congonhas .

Companhias aéreas 
Azul
A Azul informou que registrou, até o momento, o cancelamento de 12 voos, além de outros 6 que precisaram ser alternados, nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos. A companhia ressaltou que medidas como essas são necessárias para garantir a segurança das operações.
Por onde contatar a companhia? A Azul disponibiliza canais de atendimento para clientes que precisarem de informações ou suporte:
– Central de Atendimento: 4003-1118 (capitais e regiões metropolitanas)
– 0800-887-1118 (demais localidades)
– 0800-884-4040 (SAC)
 


Fonte: Jovem Pan

Irã diz que Líbano é parte ‘inseparável’ do cessar-fogo; Israel rejeita

O presidente do Parlamento do Irã afirmou nesta quinta-feira (9) que o Líbano é parte central do cessar-fogo de duas semanas firmado com os Estados Unidos, alertando que violações terão consequências severas, após intensos ataques de Israel no país.
“O Líbano e todo o Eixo da Resistência, como aliados do Irã, formam uma parte inseparável do cessar-fogo”, disse Mohammad Bagher Ghalibaf em publicação na rede X.
“Violações do cessar-fogo terão custos explícitos e respostas FORTES”, acrescentou.

Israel rejeita incluir Líbano em trégua entre EUA e Irã
Israel prometeu intensificar os ataques contra o Hezbollah nesta quinta-feira, rejeitando pedidos internacionais para que o frágil cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã seja ampliado para incluir o conflito no Líbano.
Ao menos 250 pessoas morreram e mil ficaram feridas nos ataques mais recentes, segundo o Ministério da Saúde libanês. Ghalibaf reiterou que Teerã considera o Líbano parte do acordo e ameaçou com “respostas fortes”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou vitória no conflito no Oriente Médio após firmar uma trégua de duas semanas para permitir negociações com o Irã, que já deixou milhares de mortos e abalou a economia global.
No entanto, o futuro das negociações — previstas para começar nesta semana no Paquistão — já enfrenta incertezas. Teerã condenou os ataques israelenses no Líbano, enquanto sua agência nuclear descartou limitar o enriquecimento de urânio, uma das principais exigências de Washington.
“Continuamos a atacar o Hezbollah com força, precisão e determinação”, afirmou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. “Quem agir contra civis israelenses será atingido.”
Em resposta, Ghalibaf reiterou que o Líbano integra o cessar-fogo e voltou a ameaçar reações duras em caso de violações.
A embaixada do Irã no Paquistão também apagou uma publicação que indicava a chegada de uma delegação iraniana ao país, sem esclarecer se a visita ainda ocorrerá.
Pressão internacional e risco de escalada
Diante do risco de colapso da trégua, líderes internacionais pedem que o acordo inclua o Líbano. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que as ações de Israel colocam o cessar-fogo sob forte pressão.
O chanceler francês, Jean-Noël Barrot, classificou os ataques como “inaceitáveis”, enquanto autoridades britânicas também defenderam a ampliação da trégua.
O governo libanês declarou esta quinta-feira como dia de luto nacional pelas vítimas dos bombardeios. O Hezbollah afirmou ter disparado foguetes contra Israel em resposta ao que chamou de violação do acordo.
Já o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, apoiou a posição de Israel e disse que o Líbano não faz parte da trégua. “Se o Irã quiser prejudicar as negociações por causa do Líbano, que não tem relação com isso, será uma escolha deles”, afirmou.
Negociações sob risco
As declarações ocorrem às vésperas de negociações decisivas no Paquistão. Um dos principais pontos de tensão é o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial.
O Irã anunciou rotas alternativas para navios, citando risco de minas marítimas, mas não está claro se a passagem pelo estreito segue liberada. A Casa Branca classificou como “completamente inaceitável” qualquer tentativa de bloqueio.
O alto comissário da ONU para direitos humanos, Volker Turk, descreveu como “horrível” a escala de mortes no Líbano. Testemunhas relataram pânico durante os ataques em Beirute, com pessoas correndo enquanto fumaça tomava as ruas.
*AFP
 
 
 
 
 


Fonte: Jovem Pan

Operação Vem Diesel 2: PF fiscaliza preços do gás de cozinha em 15 estados e no DF

A Força-Tarefa para Monitoramento e Fiscalização do Mercado de Combustíveis realizou, nesta quinta-feira (9), a segunda fase da Operação Vem Diesel. A ação tem como objetivo fiscalizar distribuidoras e revendedoras de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) – o gás de botijão – e contou com apoio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), Polícia Federal e Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
As ações ocorreram em 24 cidades, espalhadas por 15 estados e no Distrito Federal. Ao todo, as equipes visitaram 55 estabelecimentos para garantir o cumprimento das normas do setor e a proteção do consumidor.
De acordo com a PF, o objetivo desta fase da operação é identificar irregularidades no preço do gás de cozinha. Os agentes buscam indícios de aumentos injustificados e a possível combinação de preços entre empresas concorrentes para controlar o mercado, além de outras práticas que possam causar prejuízos financeiros aos cidadãos.
As irregularidades detectadas durante as visitas serão encaminhadas para a Polícia Federal. Caso sejam confirmadas, os responsáveis podem responder por crimes contra a ordem tributária e econômica, além de infrações contra a economia popular e as relações de consumo.


Fonte: Jovem Pan

Câmara rejeita alterações do Senado e aprova MP que prevê teto de R$ 7,9 bilhões para seguro-defeso

A Câmara dos Deputados finalizou nesta quinta-feira (9) a votação da medida provisória que altera as regras do seguro-defeso e estabelece um teto de R$ 7,9 bilhões para o pagamento do benefício em 2026. O texto vai à sanção do presidente Lula.
🎣🐟O benefício é pago como auxílio para a subsistência de pescadores no período de reprodução dos peixes, momento em que a pesca é proibida.
A proposta já havia sido aprovada pela Câmara, mas retornou para nova análise dos deputados, porque os senadores alteraram o conteúdo. Os deputados decidiram rejeitar as cinco emendas que haviam sido aprovadas no Senado.
➡️O projeto cria mecanismos para evitar fraudes. Desde o ano passado, o acesso ao benefício já depende de confirmação por biometria e inscrição no Cadastro Único (CadÚnico).
Pela proposta, o governo vai poder usar o registro da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para confirmar os dados.
Pescadores de Cachoeira de Emas, em Pirassununga, estão sem receber o seguro defeso
Emendas rejeitadas
Foi retomada a possibilidade de pagamento do seguro-defeso relativo a anos anteriores, trecho que havia sido suprimido pelos senadores.
Os parlamentares também retiraram do texto a exigência que o trabalhador apresentasse documentos fiscais que comprovassem a venda do pescado, acompanhados da contribuição previdenciária de pelo menos seis meses anteriores ao período do defeso.
Na versão final, foi suprimido o prazo de seis meses.
Outro ponto rejeitado foi a redação admitida pelos senadores que tinha como objetivo deixar claro que o limite de renda para que o pescador pudesse solicitar o benefício seria o do CadÚnico – meio salário mínimo por pessoa da família.


Fonte:

g1 > Política

Autuações da Receita Federal somam R$ 233 bilhões em 2025

A Secretaria da Receita Federal informou nesta quinta-feira (9) que foram lançados autos de infração no valor de R$ 233 bilhões em 2025, com pequena queda na comparação com o ano anterior.
Esses lançamentos se tornaram créditos tributários, oriundos da fiscalização do órgão contra sonegação, evasão e falta de recolhimento de tributos.
Isso não quer dizer, entretanto, que esses recursos já ingressaram nos cofres públicos. O Fisco observou que, historicamente,, do valor total de autos de infração lançados, somente cerca de 5% ingressam no mesmo ano (sem contar parcelamentos).
Isso porque a maior parte das cobranças acaba sendo questionada pelas pessoas físicas e pelas empresas, tanto administrativamente quanto na Justiça, em processos que demoram anos.


Fonte:

g1 > Política

Áudio: CCT aprova informações sobre violência contra mulher na ‘Voz do Brasil’

Projeto aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) na quarta-feira (8) reserva um minuto do programa de rádio A Voz do Brasil para a divulgação de informações sobre os serviços das redes de enfrentamento e prevenção à violência contra as mulheres, dentro do tempo reservado à Câmara dos Deputados. O PL 754/2023 é da deputa Lídice da Mata (PSB-BA) e foi relatado pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF). O texto será votado agora no Plenário.


Fonte: Senado Federal