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Homem que matou esposa com 72 facadas é preso no Paraguai após mais de 30 anos foragido

O foragido internacional Marcos Panissa foi capturado na tarde de quarta-feira (15) em ação conjunta da Polícia Nacional do Paraguai, a Polícia Federal, o Gaeco/PR e a Polícia Militar do Paraná. Panissa é condenado pela morte da ex-esposa Fernanda Estruzani Panissa, ainda em 1989, após golpear 72 facadas contra ela por ciúmes.
Com base em informações compartilhadas pela Polícia Federal brasileira, o condenado foi preso em San Lorenzo, no interior do Paraguai, após ser procurado pela Justiça brasileira há anos.
Ainda na quarta-feira, ele foi entregue às autoridades do Brasil na Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, no Paraná. A ação aconteceu por meio do Comando Tripartite, estrutura de cooperação policial internacional sediada na região de fronteira.
O criminoso estava foragido desde 1995 e presente na lista de Difusão Vermelha da INTERPOL. Ele vivia no interior do Paraguai, com identidade falsa, uma nova família e rotina considerada discreta pelas autoridades.
A PF informou que Panissa já se encontra sob custódia e agora dará “cumprimento ao mandado de prisão e adotará as providências legais cabíveis”.

Entenda o caso
Na época, o crime aconteceu em Londrina, no norte do Paraná. Panissa chegou a confessar ter matado Fernanda Estruzani Panissa por ciúmes, por não aceitar o fim do relacionamento. Ele tinha 23 anos, e a vítima, 21.
Já em 1991, Marcos foi condenado a 20 anos e 6 meses de prisão pelo crime. Houve um protesto por novo júri — recurso requerido pela defesa que permitia a realização de um novo julgamento quando a condenação fosse igual ou superior a 20 anos, mas o pedido foi revogado em 2008.
Um novo julgamento aconteceu no ano seguinte e Panissa foi condenado a 9 anos de prisão. O Ministério Público recorreu ao resultado e o júri foi anulado com base em uma composição irregular do mesmo e por decisão em desacordo com as provas apresentadas. Ao mesmo tempo, Panissa respondia ao processo em liberdade.
Já no terceiro julgamento, em 1995, Panissa não compareceu ao tribunal e teve a prisão preventiva decretada, mas já estava foragido.
Em 2008, mais uma sessão do Tribunal do Júri foi convocada devido a uma mudança na lei, que permitiu que o julgamento acontecesse mesmo sem a presença do réu para o júri. Com o novo, e último julgamento, ele foi condenado a 21 anos e 6 meses de prisão. A decisão, porém, ainda foi diminuída para 19 anos e seis meses de prisão em 2010.


Fonte: Jovem Pan

Escala 6×1: equipe econômica descarta discutir contrapartidas para as empresas

Governo envia ao Congresso PL para fim da escala 6×1
A ala econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não prevê discutir contrapartidas financeiras às empresas caso prospere alguma das proposições que prevê o fim da escala 6×1. 
Duas propostas de emenda à Constituição (PECs) tramitam juntas na Câmara dos Deputados. E, na terça-feira (14), o governo encaminhou ao Congresso Nacional projeto de lei ao Congresso Nacional sobre o mesmo assunto.  
Na quarta-feira (15), o deputado federal Paulo Azi (União-BA) apresentou relatório favorável ao avanço, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aos textos que estabelecem a redução de jornada no país.
Embora o relatório tenha se limitado a analisar a compatibilidade das propostas com a Constituição, ele fez sugestões em relação ao mérito das PECs. 
Azi sugeriu medidas para a adaptação do setor produtivo e uma regra de transição, progressiva, para a entrada em vigor da redução da jornada de trabalho, com prazos diferenciados conforme o porte e o tipo da empresa.
“Uma possibilidade para mitigar estes riscos da redução da jornada é fazer compensações fiscais, ou seja, reduzir tributos, especialmente sobre a folha, para os agentes que reduzirem sua jornada, o que foi seguido por alguns países europeus”, destacou o relator.
Interlocutores da área econômica que acompanham o debate disseram ao g1 que o governo está aberto a discutir formas de reduzir os impactos sobre as empresas, incluindo uma regra de transição, mas se opõe à ideia de compensar financeiramente empresários por eventuais perdas decorrentes da redução da jornada de trabalho.
O projeto enviado pelo Executivo não traz qualquer previsão de escalonamentos para a redução da jornada.
Após a leitura do relatório na CCJ, o deputado da oposição Lucas Redecker (PSD-RS), que é crítico ao fim da escala 6×1, apresentou um pedido de vista – mais tempo para análise do relatório –, que foi aceito pelo presidente da CCJ, Leur Lomanto Júnior (União-BA). A votação deve ocorrer, agora, em até 15 dias.

Motta e governo
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), recebe nesta sexta-feira (17) o ministro da secretaria das relações institucionais, José Guimarães, para tratar das propostas que reduzem a jornada de trabalho no Brasil.
Na terça-feira (14), o governo acertou o envio do projeto do Executivo em um almoço no Palácio do Planalto entre Lula e Motta.

O presidente da Câmara vinha defendendo a votação das PECs que já tramitavam na Casa. O processo para se alterar um dispositivo constitucional exige mais tempo de análise e quórum de votação mais amplo, de três quintos.

O governo, por sua vez, passou a advogar por um projeto de lei. O PL encaminhado pelo governo altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e outras legislações infraconstitucionais. Para ser aprovado, precisa apenas dos votos da maioria simples das duas Casas Legislativas.

O que diz o setor produtivo
Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Azi apresentou estudo da Fecomércio que calcula que R$ 158 bilhões será o custo sobre a folha de pagamentos de empresas do país, em um cenário conservador, caso o projeto de reduzir a jornada legal de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas seja aprovado.
Na avaliação de economistas, o debate precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.


Fonte:

g1 > Política

Lula faz giro pela Europa; viagem começa pela Espanha

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começa nesta sexta-feira (17) uma viagem à Europa, que inclui agendas na Espanha, Alemanha e Portugal (veja detalhes abaixo).
Nesta sexta, Lula participa da 1ª Cúpula Brasil–Espanha, evento que marca a parceria entre os dois países. A programação inicia com uma reunião restrita entre os chefes de governo, seguida de reunião plenária com a participação de ministros dos dois países.
Na sequência, estão previstas assinaturas de atos em diversas áreas, como igualdade de gênero, combate à violência contra as mulheres, economia social, entre outros.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Após a cúpula, Lula participa de reunião com empresários brasileiros e espanhóis, com representantes de setores como agronegócio, energia, infraestrutura, telecomunicações, seguros e finanças.
À noite, o presidente brasileiro participa de jantar oferecido pelo governo espanhol aos líderes do Fórum Democracia Sempre, no Museu Nacional de Arte da Catalunha.
A previsão é que Lula volte ao Brasil na próxima quarta-feira (22).
A Espanha é a oitava maior parceira comercial do Brasil, com corrente de comércio de US$ 12,6 bilhões em 2024 e superávit brasileiro de cerca de US$ 4,96 bilhões.
Giro pela Europa
No sábado (18), Lula participa da 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum Democracia Sempre, iniciativa lançada em 2024 para fortalecer a coordenação internacional em defesa da democracia. O encontro, em Barcelona, reúne chefes de Estado e de governo de diferentes regiões do mundo.
A segunda etapa da viagem pela Europa ocorre na Alemanha, nos dias 19 e 20 de abril, em Hannover. Na ocasião, Lula deve se reunir com o chanceler alemão Friedrich Merz.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a abertura da 2º Conferência Nacional do Trabalho, no Teatro Celso Furtado. São Paulo – SP.
Ricardo Stuckert/PR
Na segunda-feira (20), Lula participa da abertura da 42ª edição do Encontro Econômico Brasil–Alemanha, que reúne empresários e autoridades dos dois países para discutir temas como inovação, sustentabilidade, geopolítica, indústria de defesa e inteligência artificial.
Lula também participará da sessão plenária da 3ª Reunião de Consultas Intergovernamentais de Alto Nível entre Brasil e Alemanha, com participação de delegações ministeriais dos dois países.
Durante a visita à Alemanha, devem ser assinados cerca de dez acordos e anunciadas iniciativas em áreas como defesa, inteligência artificial, inovação, infraestrutura, energia, entre outras.
O petista chega a Portugal na manhã de terça-feira (21). Lula se reúne com o primeiro-ministro Luís Montenegro, no Palácio de São Bento e com o presidente da República Portuguesa, António José Seguro, no Palácio de Belém.
A reunião marca o primeiro encontro oficial entre os dois chefes de Estado e deve tratar de temas como a comunidade brasileira em Portugal, paz e segurança internacional e o aprofundamento das relações bilaterais.


Fonte:

g1 > Política

O problema fiscal da PEC da Assistência Social

O governo pressiona o Congresso para que seja aprovada a PEC 383/2017. Também conhecida como PEC da Assistência Social, a matéria obriga a União a destinar 1% da receita líquida do governo para a assistência social.
A matéria tem dois problemas fundamentais. O primeiro é que, ao vincular um gasto com uma receita, o orçamento se torna mais engessado. O segundo é que torna o gasto crescente, pois toda vez que a arrecadação aumentar, a despesa com a Assistência Social subirá.
E não estamos falando de um orçamento pequeno, pelo contrário. Em 2026, os programas de assistência social representaram R$ 301 bilhões para os cofres públicos. Se a proposta for aprovada, o impacto fiscal será de mais de R$ 36 bilhões com tendência crescente.
Já vimos este retrocesso no atual governo com a volta dos mínimos constitucionais para gastos com saúde e educação, que contribuíram significativamente para o aumento da dívida pública ao atrelar as despesas nessas áreas, respectivamente, em 15% e 18% com a receita líquida da União. Dívida crescente significa juros mais elevados, com efeitos negativos no aumento do endividamento familiar e na atividade econômica.
A aprovação da PEC da Assistência Social adicionaria mais gasolina na fogueira fiscal brasileira. Mas para o populismo do atual governo só interessam os efeitos eleitorais. Não estão preocupadas com as consequências negativas a médio e logo prazo para a população brasileira.


Fonte: Jovem Pan

Em jogo sofrido, Palmeiras vence Sporting Cristal por 2 a 1 pela Libertadores

O Palmeiras suou muito, insistiu e sofreu mais do que se imaginava para conseguir a sua primeira vitória na Libertadores. Num jogo que começou sem sofrimento e se tornou difícil, o time alviverde superou o Sporting Cristal por 2 a 1, no Allianz Parque, graças a um controverso pênalti sofrido pelo jovem Arthur e convertido por Flaco López.
O zagueiro Murilo também marcou no triunfo que colocou o Palmeiras na liderança do Grupo F, agora à frente justamente de Cerro Porteño, Sporting Cristal e Junior Barranquilla. Os peruanos fizeram um golaço com González e só não arrancaram o empate porque Carlos Miguel se agigantou no acréscimo.
O Palmeiras foi completamente dominante no primeiro tempo. Foram 67% de posse de bola e 17 finalizações. Em casa, pressionou o rival peruano desde o início, encontrou soluções para romper a defesa e achou seu gol.
Fez quase tudo que tinha de fazer. Quase porque faltou eficiência à equipe alviverde, que finalizou muito e mal na maioria das vezes, e ainda deu espaços para o rival peruano contra-atacar. Apenas Murilo, de cabeça, balançou a rede em uma das muitas investidas ofensivas do time de Abel, liderado ofensivamente por Allan, Arias e Sosa.
A eficácia que faltou ao Palmeiras sobrou ao Sporting Cristal. Os peruanos balançaram a rede na única vez que subiram ao ataque graças à precisão no bonito chute de Juan González.
No segundo tempo, o Palmeiras sabia que tinha de ter paciência para lidar com a enfadonha cera dos peruanos e para voltar a encontrar meios de passar pela zaga do adversário, armado com todos seus 11 jogadores no campo defensivo.
Sabia, mas não conseguiu executar o que havia sido planejado. Os anfitriões se irritaram com a cera do rival e, nervosos, tiveram dificuldades para achar os espaços que havia encontrado na etapa inicial. Sosa desapareceu, Arias tentava por dentro e Flaco seguiu apagado.
O melhor caminho era pelos lados, com cruzamentos à área. Foi assim que Flaco marcou. Só que o argentino estava impedido, como o VAR confirmou, frustrando os mais de 30 mil palmeirenses no Allianz Parque.
Eles celebraram quando o jovem Arthur, que havia entrado em campo há poucos minutos no lugar do contestado Giay, cavar pênalti que o árbitro chileno Piero Maza marcou depois de ir ao monitor do VAR. Flaco converteu.
O Palmeiras, depois disso, só sofreu. E conseguiu sustentar o triunfo porque Carlos Miguel defendeu cabeceio a poucos metros de seu rosto. Vitória, no fim, suada e mais difícil do que se esperava.


Fonte: Jovem Pan

Postagem de Flávio Bolsonaro está dentro da liberdade de expressão

O STF autorizou um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) a pedido do Partido dos Trabalhadores (PT) por calúnia contra o presidente Lula, ao associá-lo ao narcotráfico, conforme postagem em janeiro de 2026:
“Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”
Na minha visão, não se configura calúnia por algumas razões. A primeira é que o senador liga o tráfico internacional de drogas ao Foro de São Paulo, e não diretamente a Lula. A relação do tráfico com o Foro não é uma invenção, na medida em que as FARC já participaram de reuniões do grupo de esquerda da América Latina.
Outra interpretação possível é de que, na atual gestão, o governo falhou em combater o narcotráfico e, em caso de vitória do senador, o tráfico de drogas iria acabar. Dizer que a saída de um presidente acabaria com a criminalidade não significa dizer que ele é parceiro de bandidos, mas somente que o governo errou pela má gestão em segurança pública.
Por fim, de acordo com o Código Penal, para se configurar um crime de calúnia, seria necessário um fato construído, e não uma acusação genérica. Se fosse assim, imagine se a Justiça desse ganho de causa ao senador quando ele é chamado de “miliciano” ou “rachador”. Certamente Flávio Bolsonaro estaria milionário.
Tanto a postagem do senador contra Lula quanto os adjetivos recebidos por Flávio Bolsonaro pelos petistas estão dentro dos limites da liberdade de expressão. Torcemos para que a liberdade de expressão não seja sufocada como ocorreu nas eleições de 2022.


Fonte: Jovem Pan

Dear Killer Nannies: nova série Disney+ explora o sofrimento silencioso de quem foi ‘criado por assassinos’  

A nova aposta do Disney+ mergulha em um território delicado e perturbador ao contar a história de famílias marcadas pela violência e pelas consequências de viver à sombra de um dos nomes mais temidos do crime. Em Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos, o foco vai além do óbvio e joga luz sobre quem ficou para trás, principalmente os filhos e as mulheres que precisaram sobreviver emocionalmente a esse caos.
Em entrevista, os protagonistas Julián Diaz e Laura Rodríguez compartilharam como foi dar vida a personagens tão complexos e carregados de dor.
Logo de cara, o elenco deixa claro que a série quebra expectativas ao humanizar quem geralmente é julgado à distância. “A gente tende a julgar muito essa família por ser a família de Pablo Escobar, mas o que aprendemos é que eles também foram vítimas”, explica Laura. Segundo a atriz, o processo de construção da personagem revelou camadas profundas de sofrimento silencioso, especialmente no papel da esposa.
Ela descreve sua personagem como uma mulher moldada por uma cultura que priorizava a manutenção da imagem familiar acima de tudo. “Era alguém que precisava sustentar um casamento perfeito, mesmo vivendo uma realidade extremamente violenta. Uma mulher que sofreu em silêncio como mãe, como esposa e como indivíduo”, conta.
Esse olhar mais sensível é um dos grandes diferenciais da série. Em vez de romantizar ou apenas condenar, a narrativa mostra o impacto psicológico de viver ao lado de uma figura tão controversa. “Existe uma ideia de que, por terem tido dinheiro e poder, essas pessoas não sofreram. Mas emocionalmente, elas passaram por coisas que muita gente não suportaria viver”, completa.
Para Laura, um dos momentos mais intensos da trama é quando sua personagem precisa proteger os filhos e, ao mesmo tempo, lidar com os próprios traumas. “Ela precisa se reconstruir enquanto tenta salvar a vida deles. É uma jornada de dor, mas também de força”, diz.
Já Julián Diaz mergulhou fundo na preparação para seu papel, buscando referências na vida real para trazer autenticidade. “Comecei pelo texto, mas depois fui atrás de histórias reais de pessoas que viveram situações parecidas. Trabalhei muito a forma de olhar, de falar, de carregar essa dor interna”, revela o ator.
Um detalhe curioso é que a dinâmica entre os personagens ganha ainda mais força por meio da perspectiva de uma criança, algo que chamou a atenção de Julián desde o início. “Quando você coloca um garoto no centro da história, tudo ganha outra dimensão. É mais sensível, mais impactante”, explica.
A série também levanta um questionamento incômodo, mas necessário: até que ponto alguém pode ser responsabilizado pelos crimes de outro? E mais, como se reconstrói uma vida depois de crescer cercado por esse tipo de realidade?
“Hoje, com informação, talvez fosse mais fácil sair de uma situação assim. Mas naquela época, era muito diferente. Muitas dessas mulheres nem percebiam totalmente o que estavam vivendo”, reflete Laura.
Com uma abordagem intensa e emocionalmente carregada, ‘Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos’ promete não apenas prender a atenção, mas também provocar o público a enxergar essas histórias por um novo ângulo. E, pelo que o elenco entrega, prepare-se: não é uma narrativa fácil, mas é daquelas que ficam na cabeça muito depois do último episódio


Fonte: Jovem Pan

Homem persegue, atropela e arrasta ex-namorada em moto em São Paulo

A Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCSP) instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do atropelamento de uma jovem de 24 anos, na quarta-feira (15), na rua José de Araújo Novaes, na Zona Sul de São Paulo. Segundo informou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o suspeito é o ex-namorado da vítima, de 26 anos, que está foragido.
A Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) foi acionada para atender o caso. Ao chegar ao local, os agentes encontraram a vítima com ferimentos. A mulher foi socorrida e encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Campo Limpo. Ela também pediu medidas protetivas de urgência contra o ex-namorado.
Conforme relatou a PM ao jornal Folha de S. Paulo, o homem estava em um bar, quando a vítima passou em uma moto. Ele perseguiu a mulher e jogou o seu próprio carro contra a ex-namorada. Mesmo machucada, a jovem conseguiu fugir antes do agressor sair do veículo. O suspeito fugiu a pé.
A SSP-SP disse que a polícia encontrou bebida alcoólica e o celular do homem dentro do veículo. O caso foi registrado na 6ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) como violência doméstica, tentativa de feminicídio, dano e ameaça.
 

 

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Fonte: Jovem Pan

Flamengo x Independiente Medellín: confira a transmissão da Jovem Pan ao vivo

Flamengo e Independiente Medellín se enfrentam nesta quinta-feira (16), em jogo válido pela Libertadores. A Jovem Pan apresenta todas as emoções do duelo ao vivo, com narração de José Manoel de Barros, comentários de Bruno Prado e reportagem de Daniel Lian no YouTube.
Confira a transmissão aqui


Fonte: Jovem Pan

Senador Alessandro Vieira pede à PGR arquivamento de representação criminal de Gilmar Mendes

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) respondeu nesta quinta-feira (16) à representação criminal enviada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), à Procuradoria-Geral da República (PGR). Na peça, o parlamentar utiliza decisões do próprio ministro como principal argumento para pedir o arquivamento imediato do caso.
A crise começou após Vieira, relator da CPI do Crime Organizado, propor o indiciamento de Gilmar Mendes por crime de responsabilidade em sua minuta de relatório final. O texto foi rejeitado pelo colegiado por 6 votos a 4, mas o ministro acionou a PGR alegando abuso de autoridade.
No ofício protocolado, a defesa do senador sustenta que Gilmar Mendes, em casos anteriores no STF, consolidou o entendimento de que parlamentares possuem imunidade absoluta por suas opiniões e votos.
Gilmar mendes pede apuração da conduta do senador Alessandro Vieira (MDB-SE)
Vieira cita especificamente a Petição (Pet) 6.156, na qual o ministro absolveu um deputado acusado de crimes contra a honra, e o Mandado de Segurança (MS) 37.115, onde Gilmar afirmou que o Judiciário não deve interferir no conteúdo do trabalho de uma CPI.
Em nota enviada ao blog, o senador disse:
“O Direito não pode ser instrumento de geometria variável, aplicável quando convém e afastado quando incomoda.”
A defesa argumenta ainda que não houve crime de abuso de autoridade, uma vez que a lei veda a punição por divergência de interpretação jurídica — o chamado “crime de hermenêutica”. Além disso, ressalta que o indiciamento proposto nunca existiu juridicamente, pois foi rejeitado pela comissão.
“O tipo penal não se consuma pela mera elaboração de proposta submetida a órgão colegiado”, afirma o documento de Vieira.
O senador encerra o pedido à PGR apontando o que classifica como um conflito de interesses estrutural: o ministro Gilmar Mendes figura, simultaneamente, como acusador e suposta vítima.
O ofício foi encaminhado ao procurador-geral da República, Paulo Gonet. Vale lembrar que o próprio Gonet também constava na lista de sugestões de indiciamento do relatório rejeitado de Vieira.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE)
Carlos Moura/Agência Senado


Fonte:

g1 > Política