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Datafolha: 40% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo; 29% como ótimo ou bom

Datafolha: Lula tem 40% de avaliação negativa e 29% positiva
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11) pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta que 40% avaliam o governo do presidente Lula (PT) como ruim ou péssimo (avaliação negativa) e 29% como bom ou ótimo (avaliação positiva).
Dos entrevistados, 29% avaliam como regular e 2% disseram “não saber”, segundo o levantamento.
Em relação à pesquisa anterior, divulgada em março, a avaliação negativa se manteve estável. Na ocasião, também estava em 40%. No mês passado, a avaliação positiva (ótimo ou bom) estava em 32%, mesmo valor do levantamento de dezembro de 2025.
Veja os números:
Ruim/péssimo: 40% (eram 40% em março e 37% em dezembro);
Ótimo/bom: 29% (eram 32% março e em dezembro);
Regular: 29% (eram 26% em março e 30% em dezembro);
Não sabem: 2% (era 1% em março e em dezembro).
O instituto ouviu 2004 eleitores de 16 anos ou mais entre 7 e 9 de abril. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
A pesquisa Datafolha aponta que o governo Lula é avaliado positivamente pelos mais velhos (36%), menos instruídos (43%) e pelos nordestinos (41%). Já a avaliação negativa é maior entre os mais instruídos (49%), os sulistas (49%), os evangélicos (52%) e quem ganha mais de 10 salários mínimos (58%).
Aprovação de Lula
Datafolha: 40% aprovam trabalho de Lula e 51% desaprovam
O levantamento também perguntou sobre como os entrevistados avaliam o trabalho de Lula como presidente. 51% desaprovam (eram 49% em março) e 45% aprovam (eram 47%). Não souberam ou não responderam foram 4%.
De acordo com a pesquisa, a reprovação oscilou dois pontos percentuais para cima e a aprovação, dois pontos percentuais para baixo.
Veja os números:
Desaprovam: 51% (eram 49% em março e 48% em dezembro);
Aprovam: 45% (eram 47% em março e 49% em dezembro);
Não sabem/não responderam: 4% (eram 4% em março e 3% em dezembro).
Presidente Lula durante entrevista
Ricardo Stuckert/PR


Fonte:

g1 > Política

Artemis II: o que a tripulação revelou após retorno da Lua

Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, os quatro astronautas da tripulação da missão Artemis II, falaram a respeito da viagem espacial que fizeram em direção à Lua em uma entrevista coletiva.
O evento foi transmitido ao vivo neste sábado (11) pelo canal de YouTube da Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa). Além de agradecimentos às famílias e funcionários da entidade, os quatro falaram brevemente a respeito da experiência.
Reid foi o primeiro a falar: “Nós estamos unidos para sempre. Ninguém aqui jamais vai saber pelo que nós quatro passamos juntos. E foi a coisa mais especial que já aconteceu na minha vida.”
Victor veio em seguida. “Gostaria de agradecer à nossa liderança E ela mudou desde que chegamos aqui, em abril de 2023, mas a qualidade, não. E temos sorte de estar nessa agência [Nasa] neste momento, e juntos”, afirmou.
Christina refletiu sobre sua visão do espaço: “O que me impressionou não foi necessariamente só a Terra, foi toda a escuridão em torno dela. A Terra era só um bote salva-vidas navegando sem ser incomodada no universo”.
Jeremy encerrou as primeiras declarações: “Quando vocês olham para nós aqui, vocês não estão olhando para nós. Nós somos um espelho refletindo vocês. E se você gosta do que vê, então olhe um pouco mais de perto. Isso é você.”
Também houve momentos de bom humor, como quando Reid disse que pretendia comer em uma rede de fast food em breve, ou quando Jeremy brincou afirmando que há muito tempo “não ficava tão longe” de Wiseman, quando estavam em lados opostos do palco. O colega se levantou e sentou ao seu lado.
*Estadão Conteúdo
 


Fonte: Jovem Pan

VÍDEO: ‘Foi o dia em que eu mais me senti violada’, diz ex-funcionária do STJ sobre assédio do ministro Buzzi

Ex-funcionária terceirizada do gabinete de Buzzi relata episódios de assédio
Uma ex-funcionária terceirizada do gabinete do ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), relatou, em depoimento gravado, episódios em que o magistrado teria tocado suas nádegas, segurado seus braços, mostrado uma foto sensual a ela no celular e feito comentários inapropriados.
O blog teve acesso ao vídeo, publicado pelo site da revista “Veja” nesta quinta-feira (9). Assista acima.
Duas testemunhas, servidores do gabinete de Buzzi, também prestaram depoimento e confirmaram que a ex-funcionária terceirizada relatava os episódios de assédio sexual na época em que eles ocorriam, entre 2023 e 2025. O blog também teve acesso a esses depoimentos. Os vídeos estão mais abaixo, ao longo da reportagem.
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Ela fez a denúncia neste ano, após uma jovem de 18 anos ter acionado a polícia contra Buzzi, narrando ter sido tocada por ele em uma praia de Santa Catarina, em janeiro.
A ex-funcionária terceirizada disse que não denunciou o ministro antes porque tinha medo.
A defesa do ministro Marco Buzzi afirmou que repudia o vazamento dos depoimentos e disse que a divulgação “viola as regras de sigilo do procedimento”.
O ministro está afastado cautelarmente das funções desde o dia 10 de fevereiro, por decisão de seus pares no STJ. Na próxima terça-feira (14), os membros do tribunal decidirão se abrem ou não um processo administrativo contra Buzzi, que pode levá-lo ao afastamento definitivo do cargo.
Os depoimentos da denunciante e das testemunhas foram prestados no âmbito de um procedimento administrativo que fez uma apuração preliminar da conduta de Buzzi.
Veja abaixo os relatos das testemunhas:
Funcionário do gabinete de Buzzi diz que colega pediu ajuda
Servidora do STJ diz que ouviu de colega relatos de assédio do ministro Buzzi
‘Ele já estava atrás de mim’: leia detalhes dos depoimentos
A funcionária terceirizada contou no depoimento que entrou no gabinete de Buzzi em 2022, na função de mensageira, após se formar em direito e enviar currículos para vários tribunais. Ela disse que considerava esse emprego “a maior oportunidade” de sua vida.
Ministro do STJ Marco Buzzi
Luiz Silveira/Agência CNJ
A mulher era responsável por abrir o gabinete, às 8h, e chegava antes dos demais funcionários. Por esse motivo, ficava cerca de duas horas por dia sozinha com o ministro no ambiente de trabalho.
Segundo a denunciante, o primeiro episódio suspeito foi em 2023, enquanto ela organizava os livros do ministro.
“Aí ele me mostrando os livros nas estantes, e após colocar um de volta na estante, a mão dele passou sobre o meu bumbum. Eu rapidamente já me esquivei, achando que foi um contato acidental”, relatou.
O segundo episódio, conforme o depoimento, foi quando ela foi até a despensa do gabinete para verificar um barulho que o ministro disse ter ouvido.
“Quando eu fui abrir as portas do armário, ele já estava atrás de mim. Então, eu tentei agir de forma que me tirasse daquela situação, porque era um espaço muito pequeno. E aí eu tive certeza que a primeira vez não era de forma acidental”, disse.
Em outro episódio, ela relatou que o ministro a chamou para ir até a assessoria do gabinete, uma área diferente de onde ela trabalhava.
“Na hora de a gente retornar para a secretaria, ele pediu para eu assim: ‘Pode ir na frente’, e literalmente ele estapeou minha bunda com força. E aí eu só saí correndo, acelerando o passo na frente. E aí eu vi que foi o dia em que mais me senti violada”, afirmou, chorando.
Ainda segundo a mulher, em outro episódio, o ministro a chamou para trabalhar aos sábados para organizar a biblioteca, mas “ninguém poderia saber”.
“Não acabou acontecendo porque eu de forma alguma iria. Eu só não tocava no assunto e deixava cair no esquecimento”, disse.
A ex-funcionária do gabinete também contou que, em 2025, Buzzi lhe mostrou uma foto de uma mulher de costas e só de calcinha, que estava no celular dele. O ministro teria perguntado, segundo o relato: “É você que estava conversando com essa moça bonita?”.
Finalmente, em novembro do ano passado, a mulher disse que tomou coragem para reagir. O magistrado teria pedido ajuda para conectar um pen drive em seu computador.
“Ele se aproveitou para passar a mão na minha bunda e apertou. Eu segurei a mão dele fazendo força contrária. Quando ele percebeu a resistência, parou e começou a pedir desculpas pela ‘brincadeira’. Foi a primeira vez que ele realmente percebeu meu desconforto”, disse.
Testemunhas
VÍDEO mostra depoimento de ex-funcionária que acusa Buzzi de assédio
Reprodução
Dois servidores do gabinete foram ouvidos como testemunha. Eles confirmaram que a mulher relatava os episódios de assédio e disseram que tentavam ajudá-la, trocando o horário de trabalho dela e a substituindo em algumas funções.
“Isso foi há mais ou menos uns três anos […]. Ela me chamou para conversar e falou: ‘Olha, eu queria conversar com você, mas eu queria te pedir para não relatar isso a ninguém’. E aí foi que ela me falou que, por vezes, ia atender ao ministro, que ele chamava para fazer alguma coisa, […] em alguns desses momentos ele apalpou ela, segurou o braço dela”, afirmou uma servidora do STJ.
Já um servidor disse que algumas vezes encontrou a funcionária terceirizada “um pouco chorosa”, perguntando “se eu poderia substituí-la em alguma demanda que o ministro porventura viesse a solicitar”.
Questionado por um membro do Ministério Público se os relatos da mulher configuravam “um assédio de natureza sexual”, o servidor respondeu: “Ao meu ver, sim. Vários episódios. Inclusive ela associava isso a alguns problemas de saúde desencadeados com o tempo”.
O que diz a defesa do ministro
A defesa do ministro Marco Buzzi afirmou que repudia o vazamento dos depoimentos.
“O ato viola as regras de sigilo do procedimento, atenta contra as garantias fundamentais do investigado e visa, deliberadamente, pressionar o Tribunal”, afirmou a defesa em nota.
“Não é casual que todos os vazamentos verificados neste caso tenham envolvido exclusivamente elementos de acusação. Os múltiplos elementos de contraprova e o interrogatório do investigado jamais receberam qualquer publicidade. A seletividade é a prova da estratégia — e o avesso da lealdade processual”, prosseguiu.
“A defesa confia na independência e no histórico institucional do Tribunal para que tais manobras não alcancem o efeito pretendido”, conclui a nota.


Fonte:

g1 > Política

Gilmar Mendes defende Messias no STF: ‘Senado saberá analisar seus múltiplos atributos’

O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), fez uma publicação nas redes sociais neste domingo (12), na qual defendeu a aprovação de Jorge Messias para uma vaga como ministro da Corte.
O atual advogado-geral da União foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir a cadeira deixada por Luís Roberto Baroso no STF.
Para assumir o cargo, ele precisa ser aprovado pelo Senado, em sabatina marcada para 29 de abril.
Gilmar Mendes
Antonio Augusto/STF
Na publicação, o ministro do STF condenou críticas a Messias e reiterou o papel dele em defesa da democracia liderando a Advocacia-Geral da União (AGU).
“À frente da AGU, desempenhou papel relevante na defesa da soberania nacional, no enfrentamento do tarifaço imposto aos produtos brasileiros. Sua atuação perante o Supremo também foi fundamental para a responsabilização de big techs por publicações criminosas nas redes sociais”, afirmou Gilmar Mendes.
Ele prosseguiu: “Essas credenciais evidenciam que Jorge Messias está à altura do cargo e reúne condições para exercer a magistratura com equilíbrio, responsabilidade e elevado senso institucional. O Senado saberá analisar seus múltiplos atributos”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
CCJ vai analisar indicação
O senador Weverton Rocha (PDT-MA) foi oficializado na última quinta-feira (9) como relator da indicação de Jorge Messias para o STF.
Em entrevista, Weverton disse que vai ler na próxima quarta-feira (15) seu relatório sobre a indicação. No dia 29, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado realizará a sabatina do escolhido de Lula.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, durante pronunciamento à imprensa em 01/07/2025
Wilton Junior/Estadão Conteúdo
Cabe ao colegiado realizar a sabatina e votar a indicação do presidente da República. A palavra final, sobre a aprovação ou rejeição do nome de Messias, caberá ao plenário do Senado.
Para ser aprovado e poder tomar posse no STF, o advogado-geral da União precisará do apoio de pelo menos 41 senadores.
A análise no plenário pode ocorrer no mesmo dia da sabatina na CCJ. A votação, tanto na CCJ como no plenário, é secreta.
Demora no envio da mensagem ao Senado
O envio da mensagem com o nome de Messias pelo Palácio do Planalto ao Senado levou cerca de quatro meses. E o processo foi marcado por um impasse, que começou logo após o anúncio do escolhido por Lula.
A escolha de Lula pelo advogado-geral da União contrariou a preferência de Alcolumbre pelo senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG).
Enquanto o governo hesitava em enviar a mensagem ao Senado, o próprio Jorge Messias intensificou sua articulação, reunindo-se com cerca de 70 senadores para tentar obter os 41 votos necessários para a aprovação em plenário.
A decisão de finalmente enviar a mensagem teria partido de um pedido do próprio indicado a Lula, confiante de que já possui o apoio necessário para ser confirmado como o novo ministro do STF.
Perfil de Jorge Messias
Atual AGU, Jorge Rodrigo Araújo Messias tem 45 anos e é natural de Pernambuco. Está no governo desde o início da terceira gestão Lula, em 2023.
Veja os principais pontos da trajetória de Jorge Messias:
Tomou posse na AGU em 2023, no início do governo Lula. Antes mesmo da nova gestão começar, já integrava a equipe de transição;
Servidor público desde 2007, com atuação em diversos órgãos do Executivo, como o Banco Central e o BNDES;
É considerado um nome de confiança de Lula, com apoio de ministros do PT e da ala palaciana;
Mantém relação próxima com o presidente, desde os tempos do governo Dilma Rousseff.
Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE), é mestre pela Universidade de Brasília (UnB). Ingressou na Advocacia-Geral da União como procurador da Fazenda Nacional, função voltada à cobrança de dívidas fiscais de contribuintes inadimplentes com a União.
Em 2022, integrou a equipe de transição do presidente eleito Lula. Foi anunciado para o comando da AGU em dezembro daquele ano e tomou posse em janeiro de 2023.
A instituição tem papel central na assessoria jurídica da Presidência e na representação da União junto ao STF.


Fonte:

g1 > Política

Tarot semanal: previsão para os signos de 13 a 19 de abril de 2026

Segundo as cartas do tarot, será uma semana de desafios moderados, transformações internas e oportunidades de crescimento para todos os signos. Haverá uma tendência de lidar com testes de paciência, decisões importantes e mudanças inesperadas, mas também surgirão momentos de leveza, conexão emocional e renovação da esperança. O ciclo pedirá equilíbrio entre razão e emoção, além de maturidade para enfrentar imprevistos sem impulsividade.
A seguir, o tarólogo e astrólogo Victor Valentim explica o que as cartas do tarot revelam para cada nativo sobre os próximos dias. Confira!
Áries – 5 de Paus
Para o ariano, será uma semana movimentada, cheia de pequenas disputas e desafios Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Conforme a carta “5 de Paus”, será uma semana movimentada, cheia de pequenas disputas e desafios. Nada será grave, mas testará sua paciência. Em vez de sair confrontando todo mundo, escolha suas batalhas. Nem tudo merece sua energia.
Touro – O Imperador
Para o taurino, esta semana pedirá firmeza nas decisões Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Conforme a carta “O Imperador”, será preciso postura, controle e liderança. Esta semana pedirá firmeza nas decisões. Será sobre assumir o comando da sua vida e parar de esperar que os outros façam por você. Estrutura será poder.
Gêmeos – 3 de Copas
Para o geminiano, será uma semana perfeita para socializar Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Haverá alegria, encontros e boas companhias, revela a carta “3 de Copas”. Será uma semana perfeita para socializar, rir e se conectar com quem te faz bem. Poderá haver comemoração, convite ou reencontro agradável. Aproveite, pois você funciona melhor quando está leve.
Câncer – 4 de Copas
O canceriano deverá ter cuidado para não ignorar oportunidades que estarão bem à sua frente Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
A carta “4 de Copas” alerta que um certo desânimo poderá surgir, trazendo aquela sensação de que “nada está bom”. No entanto, será importante ter cuidado para não ignorar oportunidades que estarão bem à sua frente. Nem tudo virá da forma como você idealizou.
Leão – A Força
Nesta semana, o leonino vencerá na calma, e não no impulso Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Você precisará exercer controle emocional, autocuidado e reconhecer seu poder interno, alerta a carta “A Força”. Esta semana não será sobre gritar mais alto, mas sobre dominar suas emoções. Você vencerá na calma, e não no impulso.
Virgem – 7 de Ouros
Nesta semana, o virginiano deverá ter mais paciência Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Será necessário ter paciência, mostra a carta “7 de Ouros”. Você já plantou, e será o momento de esperar e confiar. Evite ficar “cavando a terra” para ver se a semente cresceu. Os resultados virão, apenas não no seu tempo ansioso.
Libra – A Estrela
Para o libriano, será uma semana de se reconectar com algo mais leve dentro de si Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Haverá esperança renovada, leveza e cura, revela a carta “A Estrela”. Será uma semana de se reconectar com algo mais leve dentro de você. Após um período mais pesado, o universo te dará um respiro. Aproveite essa paz.
Escorpião – Rei de Espadas
Para o escorpiano, cortes poderão ser necessários, mas serão libertadores Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Será um período de clareza, estratégia e decisões mais racionais, ressalta a carta “Rei de Espadas”. Você precisará usar mais a cabeça do que o coração. Cortes poderão ser necessários, mas serão libertadores. Será um momento de agir sem drama, apenas com verdade.
Sagitário – 9 de Paus
A semana do sagitariano pedirá mais resistência Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Você poderá se sentir cansado(a), mas ainda permanecerá de pé. A semana pedirá resistência, conforme a carta “9 de Paus”. Você passou por muita coisa, portanto não será hora de desistir. Falta pouco, aguente mais um pouco.
Capricórnio – Ás de Ouros
Novas oportunidades financeiras ou materiais surgirão ao capricorniano Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Novas oportunidades financeiras ou materiais surgirão, revela a carta “Ás de Ouros”. Poderá ser um começo promissor. Será importante ficar atento(a), pois essa chance poderá parecer pequena, mas terá grande potencial de crescimento.
Aquário – A Torre
Mudanças inesperadas poderão acontecer para o aquariano Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Mudanças inesperadas poderão acontecer, alerta a carta “A Torre”. Algo poderá sair do controle, mas será libertador. Às vezes, o que desmorona é exatamente o que estava te prendendo. Confie, mesmo diante do caos.
Peixes – Pajem de Copas
O pisciano deverá deixar fluir, sem criar expectativas excessivas Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Haverá sensibilidade, novidades emocionais e possíveis mensagens, mostra a carta “Pajem de Copas”. Poderá surgir alguém interessante ou uma nova fase mais leve no amor. Será importante deixar fluir, sem criar expectativas excessivas.
Victor Valentim

Apresentando o misticismo de forma descontraída, Victor Valentim faz sucesso nas redes sociais. O tarólogo e astrólogo trabalha com magia natural desde os 14 anos. Entregando o esoterismo aos internautas de forma leve e descontraída, ele tem se destacado pelas redes sociais @bosquedosgnomos e já coleciona quase 400 mil seguidores.


Fonte: Jovem Pan

Tarot do dia: previsão para os 12 signos em 12/04/2026

O domingo trará uma energia de renovação, clareza e novas oportunidades. Muitas cartas da tarot indicam recomeços, decisões importantes e conexões significativas, enquanto outras pedem atenção a conflitos e impulsos. O dia favorecerá quem agir com consciência e propósito.
A seguir, confira as previsões do tarot para cada um dos signos!
Áries — O Julgamento
O dia do ariano favorecerá decisões importantes Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
Será um dia de despertar e virada, conforme a carta “O Julgamento”. O domingo favorecerá decisões importantes e a consciência sobre caminhos que precisam ser transformados.
Touro — Pajem de Copas
Um convite ou mensagem poderá trazer leveza ao taurino Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “Pajem de Copas” indica que haverá sensibilidade e boas surpresas emocionais. Um convite ou uma mensagem poderá trazer leveza ao seu dia.
Gêmeos — A Estrela
O dia trará leveza, fé e confiança no futuro ao geminiano Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “A Estrela” indica que haverá esperança e renovação. O dia trará leveza, fé e confiança no futuro. Confie no processo.
Câncer — Ás de Espadas
O dia do canceriano favorecerá decisões importantes e conversas diretas Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “Ás de Espadas” indica que haverá clareza e verdade. O dia favorecerá decisões importantes e conversas diretas. Corte ilusões.
Leão — Ás de Ouros
O dia do leonino favorecerá o crescimento financeiro Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “Ás de Ouros” mostra que surgirá uma nova oportunidade no campo material. O dia favorecerá o crescimento financeiro e novos projetos.
Virgem — A Temperança
O virginiano precisará ter paciência e moderação neste dia Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
Haverá equilíbrio e harmonia, pois a carta “A Temperança” pede paciência e moderação. Tudo tenderá a se ajustar.
Libra — 2 de Paus
O dia favorecerá decisões estratégicas e novos caminhos ao libriano Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “2 de Paus” indica que haverá planejamento e visão de futuro. O dia favorecerá decisões estratégicas e novos caminhos.
Escorpião — O Louco
O escorpiano sentirá mais coragem para se jogar em algo novo Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
Um novo ciclo começará, trazendo liberdade. A carta “O Louco” indica coragem para se jogar em algo novo. Confie no seu instinto.
Sagitário — Rei de Espadas
O dia pedirá decisões racionais e comunicação direta ao sagitariano Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “Rei de Espadas” indica que haverá clareza e posicionamento firme. O dia pedirá decisões racionais e comunicação direta.
Capricórnio — 9 de Ouros
O dia favorecerá a satisfação pessoal do capricorniano Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “9 de Ouros” indica que haverá independência e realização. O dia favorecerá a satisfação pessoal e a valorização do que você conquistou.
Aquário — 2 de Copas
O dia favorecerá as parcerias do aquariano Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “2 de Copas” indica que haverá conexões importantes. O dia favorecerá parcerias, reconciliações e momentos de afeto.
Peixes — 5 de Paus
O pisciano precisará ter cuidado com disputas desnecessárias Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
Pequenos conflitos poderão surgir. A carta “5 de Paus” pede cuidado com disputas desnecessárias e excesso de competitividade.
Por Viviane Pettersen

Jornalista e astróloga. No estudo do céu, encontrou caminhos para compreender questões profundas e hoje divide essas descobertas — em constante construção — por meio de diferentes conteúdos.


Fonte: Jovem Pan

Análise da função de mesário voluntário nas eleições

A figura do mesário voluntário constitui um dos pilares operacionais da democracia brasileira, assegurando a capilaridade e a legitimidade do processo eleitoral em todo o território nacional. Diferentemente dos convocados compulsoriamente, o mesário voluntário se apresenta espontaneamente à Justiça Eleitoral para compor as Mesas Receptoras de Votos e de Justificativas. Esta função pública temporária é revestida de autoridade estatal durante o pleito, garantindo que o fluxo de votação ocorra em conformidade com o Código Eleitoral e as resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A participação ativa da sociedade civil através deste mecanismo não apenas reduz o absenteísmo de colaboradores convocados, mas também promove uma fiscalização descentralizada do processo democrático.
Atribuições e competências legais
As responsabilidades dos mesários são hierarquicamente distribuídas dentro da seção eleitoral, garantindo a ordem e a segurança jurídica do voto. A Mesa Receptora é composta por um presidente, um primeiro e um segundo mesário, e um secretário. Cada função possui atribuições específicas definidas pela legislação vigente.
O presidente da mesa detém a autoridade máxima na seção, sendo responsável por iniciar e encerrar a votação, resolver impugnações imediatas e manter a ordem no recinto, podendo inclusive solicitar auxílio de força policial se necessário. Os mesários e secretários auxiliam na identificação do eleitor, na conferência dos dados no caderno de votação, na orientação sobre o fluxo na sala e na distribuição dos comprovantes de votação. Além da operação logística, os mesários são guardiões do sigilo do voto e da integridade da urna eletrônica, devendo reportar qualquer anomalia ao juiz eleitoral da zona correspondente.
Histórico e evolução do voluntariado eleitoral
A instituição do programa “Mesário Voluntário” pelo TSE marcou uma transição significativa na administração das eleições brasileiras. Historicamente, a composição das mesas dependia exclusivamente da convocação obrigatória, um processo que frequentemente gerava resistências e um alto índice de pedidos de dispensa.
A criação oficial do programa buscou transformar a percepção do trabalho eleitoral de um “ônus cívico” para uma oportunidade de participação democrática ativa. Com a implementação da urna eletrônica em meados da década de 1990 e a subsequente informatização do cadastro de eleitores, a Justiça Eleitoral passou a necessitar de colaboradores com maior afinidade tecnológica e disposição para treinamentos específicos. O programa evoluiu para incluir plataformas de ensino a distância (EaD) e aplicativos móveis para treinamento, modernizando a capacitação da força de trabalho voluntária.
Processo de inscrição e requisitos
Para compreender como se inscrever como mesário voluntário, é necessário analisar os canais institucionais disponibilizados pelo TSE e pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). O procedimento foi digitalizado para facilitar o acesso e a gestão dos dados dos voluntários.
Os requisitos básicos para a inscrição incluem:

Ser eleitor regularmente inscrito na zona eleitoral onde pretende atuar.
Ter completado 18 anos de idade.
Estar em dia com as obrigações eleitorais.

A legislação impõe impedimentos para certas categorias, visando a isenção do pleito. Não podem ser mesários: candidatos e seus parentes até o segundo grau, membros de diretórios de partidos políticos com função executiva, autoridades e agentes policiais, além de funcionários do serviço eleitoral.
O processo de inscrição ocorre através das seguintes vias:

Canal do Mesário: Acessível no site oficial do Tribunal Regional Eleitoral de cada estado.
Aplicativo e-Título: Ferramenta oficial que possui uma aba dedicada à inscrição voluntária.
Cartório Eleitoral: Inscrição presencial na zona eleitoral do cidadão.

Após o cadastro, os nomes entram em um banco de dados e são analisados pelo juiz eleitoral, que prioriza os voluntários na composição das mesas antes de realizar convocações compulsórias.
Benefícios legais e impacto institucional
Ao analisar quais os benefícios de ser mesário voluntário nas eleições, observa-se que a legislação brasileira estabeleceu um sistema de compensações para incentivar a adesão. Estas contrapartidas são direitos subjetivos do cidadão que presta o serviço eleitoral e variam entre benefícios federais e estaduais.
As principais vantagens asseguradas por lei incluem:

Dispensa laboral: Direito a dois dias de folga para cada dia trabalhado nas eleições, e dois dias para cada dia de treinamento, sem prejuízo do salário ou vencimento, válido tanto para o setor público quanto para o privado (Lei 9.504/97).
Critério de desempate: Utilização como critério de desempate em concursos públicos, quando previsto no edital do certame.
Isenção de taxas: Isenção de pagamento de taxa de inscrição em concursos públicos estaduais, dependendo da legislação específica de cada unidade da federação.
Atividades complementares: Reconhecimento das horas trabalhadas como atividade curricular complementar em diversas instituições de ensino superior conveniadas com a Justiça Eleitoral.
Auxílio-alimentação: Recebimento de valor estipulado pelo TSE para custeio da alimentação no dia da eleição.

O instituto do mesário voluntário consolida-se, portanto, como uma ferramenta essencial de governança eleitoral. Ao aliar a participação cidadã espontânea a um regime de benefícios legais e treinamento técnico, a Justiça Eleitoral brasileira fortalece a transparência do sufrágio. A presença de civis na condução dos trabalhos eleitorais atua como um mecanismo de controle social, validando a integridade dos resultados e reforçando a confiança nas instituições democráticas.


Fonte: Jovem Pan

Carga tributária soma 32,4% do PIB em 2025 e atinge maior valor da série histórica, estima Tesouro

A carga tributária – ou seja, a proporção entre os impostos pagos e a riqueza total do país – somou 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, segundo estimativa divulgada nesta sexta-feira (10) pela Secretaria do Tesouro Nacional.
Se a estimativa se confirmar, a carga tributária em 2025 terá sido a maior da série histórica iniciada em 2010, ou seja, um recorde. O número oficial é divulgado pela Receita no final de 2026.
Isso representa um crescimento de 0,18 ponto percentual em relação ao ano anterior, quando a carga tributária somou 32,22% do PIB.
O aumento da carga tributária em 2025 está relacionado, quase em sua totalidade, com a elevação do peso dos tributos do governo federal. Parte dessa alta está relacionada diretamente com aumento de tributos, como no caso do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF).
“Em relação aos Impostos sobre bens e serviços, é importante mencionar o aumento de 0,10 ponto percentual do PIB nos Impostos sobre operações financeiras (IOF), resultado decorrente de operações relativas à saída de moeda estrangeira e da elevação das alíquotas incidentes sobre operações de câmbio e crédito”, diz o Tesouro Nacional.
O valor da carga tributária engloba tributos pagos ao governo federal, estados e municípios. A divisão é a seguinte:
a carga tributária somente da União somou 21,6% do PIB no ano passado, contra 22,34% do PIB em 2025;
no caso dos estados, a carga tributária estimada pelo Tesouro Nacional somou 8,38% do PIB em 2025, em comparação com 8,48% do PIB no ano anterior;
os municípios, por sua vez, tiveram sua carga estimada em 2,42% do PIB em 2025, contra 2,40% do PIB no ano anterior.
Outros fatores
Além do aumento do IOF, o Tesouro Nacional apontou que houve aumento da carga tributária na categoria Impostos sobre renda, lucros e ganhos de capital, um acréscimo de 0,23 ponto percentual do PIB no Imposto sobre a renda retido na fonte (IRRF).
“Refletindo, entre outros fatores, o crescimento dos rendimentos do trabalho decorrente da expansão da massa salarial”, diz o documento.
O Tesouro destacou, ainda, o crescimento da carga em 0,12 ponto percentual do PIB na arrecadação das Contribuições para o RGPS (Regime Geral da Previdência Social).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O resultado foi impulsionado pelo “crescimento da massa salarial e criação de postos de trabalho formais, além dos efeitos da reoneração escalonada [aumento de tributo] da contribuição patronal e da folha de pagamentos”.
Mudança metodológica
Assim como a Receita Federal, responsável por calcular a carga tributária oficial do Brasil (em divulgação feita somente no fim de cada ano), o Tesouro Nacional informou que implementou um aprimoramento metodológico de modo a adequar a estatística produzida às melhores práticas internacionais.
Com essa alteração, que o Tesouro diz ter sido recomendada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), passou a excluir as contribuições destinadas ao FGTS e ao Sistema S – tributos pagos pelas empresas – do cálculo.
Com isso, os valores dos últimos anos (série histórica) também foram revistos.
Com a mudança metodológica, para atender adequar ao modelo internacional, portanto, o Tesouro Nacional excluiu do cálculo contribuições que são obrigatórias, ou seja, que são pagas por todas empresas.
Se esses tributos fossem considerados no cálculo, a carga tributária seria de 34,35% do PIB em 2025.

Marcello Casal Jr/Agência Brasil


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g1 > Política

Última reunião da CPI do Crime, na próxima terça, deve ter depoimento de Castro e votação de relatório final

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado marcou para a próxima terça-feira (14) o depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL).
Na mesma sessão, os parlamentares devem acompanhar a leitura do relatório do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) sobre os trabalhos do colegiado e votar o documento – que pode propor às autoridades o indiciamento de alvos da CPI e projetos de aperfeiçoamento da legislação.
A próxima terça é o último dia de funcionamento da comissão, instalada em novembro do ano passado.
Os integrantes da comissão tentaram prorrogar os trabalhos, mas, segundo os parlamentares, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), decidiu não atender a esse pedido.
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Além da frustração de não ter a prorrogação da CPI, os integrantes do colegiado tem se queixado de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que têm desobrigado o comparecimento de convocados, o que pode se repetir em relação ao depoimento de Cláudio Castro.
Convocação de Castro
A convocação do ex-governador do Rio foi aprovada pela CPI a partir de um pedido do senador Alessandro Vieira.
“Historicamente, o Rio de Janeiro tem sido o laboratório das mais sofisticadas dinâmicas do crime organizado no país. Nos últimos anos, observou-se uma mutação alarmante nesse cenário: a outrora nítida divisão entre facções ligadas ao narcotráfico e grupos milicianos formados por agentes e ex-agentes de segurança pública deu lugar a uma simbiose criminosa, frequentemente denominada narcomilícia”, disse o relator da CPI.
Alessandro Vieira afirmou, no pedido de convocação, que criminosos conseguiram se infiltrar nas estruturas de poder do Rio de Janeiro e que, por isso, o depoimento de Cláudio Castro é “indispensável” para a apuração da CPI.
Cláudio Castro, ex-governador do Rio
Marcelo Camargo/Agência Brasil
“O depoimento do ex-Governador proporcionará a esta CPI um panorama macroestratégico inestimável, permitindo investigar as falhas e os gargalos institucionais que dificultam o combate à lavagem de dinheiro e à asfixia financeira do crime organizado, bem como a capilaridade da infiltração de criminosos no aparato estatal”, ressalta Vieira.
Para o relator, o depoimento de Cláudio pode detalhar desafios enfrentados pelas instâncias de controle do Rio para enfrentar os problemas de segurança estaduais.


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g1 > Política

Em meio a debate sobre o fim da escala 6×1, Banco Central vê ‘crescimento modesto’ da produtividade nos últimos anos

O crescimento da produtividade do trabalho na economia brasileira nos últimos seis anos foi “modesto” e decorreu, sobretudo, de elementos como desempenho favorável da produtividade na agropecuária e realocação do emprego para atividades mais produtivas.
Manifestantes protestam pelo fim da escala 6×1 com faixas e cartazes.
Cláudio Pinheiro / O Liberal
A conclusão é do Banco Central (BC) e foi divulgada no relatório de política monetária no fim do mês passado, em meio ao debate sobre o fim da escala 6×1.
“Quando se exclui a agropecuária, o desempenho da produtividade mostra-se ainda mais limitado: cresceu apenas 1,1% desde 2019 (média de 0,2% ao ano)”, avaliou o Banco Central, ressaltando o impacto negativo de outros setores da economia.
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Em tese, sem ganhos de produtividade, a redução das horas trabalhadas pode elevar o custo de produção, pressionando margens das empresas e, em alguns casos, os preços — mas isso depende de outros fatores como concorrência, demanda e eficiência.
Para o BC, a contribuição da produtividade para a redução dos custos do trabalho tem sido limitada.
“A eventual persistência do avanço modesto da produtividade do trabalho, combinada às restrições ao crescimento da população ocupada – decorrentes da taxa de desocupação em patamar reduzido, da relativa estagnação da participação na força de trabalho e da desaceleração do crescimento da população em idade de trabalhar – poderia restringir o potencial de crescimento da economia. Nesse contexto, acelerações da demanda podem se traduzir em pressões inflacionárias”, acrescentou o BC.
Frentes parlamentares debatem escala 6X1
Fim da escala 6×1
Uma das principais bandeiras de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na economia em sua busca pela reeleição no fim deste ano, a proposta de reduzir a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais sofre resistência do setor produtivo. O principal argumento é que haverá aumento de custos, o que tende a ser repassado ao consumidor. (entenda mais abaixo)
De acordo com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, o debate sobre a redução da jornada de trabalho é uma necessidade cobrada pela sociedade brasileira.
Ele afirmou, porém, que já há empresas que vem antecipando esse debate, reduzindo voluntariamente a jornada de seus trabalhadores.
Segundo Marinho, há necessidade de enquadramento das empresas que não desejam. “Aí é lei, não haverá um acordo coletivo que leve à redução da jornada máxima. A partir da jornada máxima, empresas podem fazer adequações para menos, mas não podem para mais”, explicou.
Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu o fim da escala 6×1 durante evento em Vitória, Espírito Santo, em março
Alice Souza
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que põe fim à escala 6×1, deverá ser votada na próxima semana na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e até o fim de maio em plenário.
O ministros Guilherme Boulos (PSOL), da Secretaria-Geral da Presidência da República, disse que o governo segue disposto a enviar uma proposta sobre o tema para análise dos parlamentares. O governo deve se reunir nos próximos dias para fechar o texto do projeto. Segundo Boulos, o governo defende as seguintes mudanças nas regras trabalhistas – sem redução de salário:
fim da escala 6×1 e implementação da 5×2, com dois dias de descanso semanais; e
jornada de trabalho seja de 40 horas por semana, no máximo.
Ministro Guilherme Boulos defende envio de projeto que preveja jornada máxima de 40 horas, sem redução salarial
Divulgação
Evolução nos últimos anos
De acordo com o Banco Central, a alta relativamente modesta da produtividade do trabalho entre 2019 e 2025 (média de 0,6% ao ano) refletiu dinâmicas distintas ao longo do período.
Segundo o Banco Central:
Em 2020, observou-se forte elevação da produtividade, associada à pandemia, quando a redução da população ocupada superou a queda Valor Adicionado Bruto (VAB). Este é um indicador econômico que mede a riqueza gerada por uma empresa, setor ou região.
A alta da produtividade foi gradualmente revertida até 2022, quando a variação acumulada da produtividade desde 2019 ficou praticamente nula.
Em 2023, a produtividade apresentou alta expressiva, influenciada pelo aumento da produtividade da agropecuária em ano de safra recorde, passando a avançar em ritmo moderado nos dois anos seguintes.
“Setorialmente, a agropecuária foi o principal destaque em termos de elevação da produtividade, resultado da combinação de expansão da produção e redução da população ocupada. O segmento de outros serviços também apresentou desempenho positivo desde 2019, possivelmente associado à maior incorporação de tecnologia e mudanças organizacionais, embora essa hipótese exija investigação adicional”, diz o BC
De acordo com a instituição, os demais segmentos registraram contribuições mais modestas ou mesmo negativas para a evolução da produtividade do trabalho agregada.
Segundo o BC, agropecuária foi setor de destaque no aumento da produtividade desde 2019
Jornal Nacional/ Reprodução
O que dizem analistas e o setor produtivo
Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade, avaliou que o debate sobre qualidade de vida é legítimo e necessário, mas pontuou que a economia brasileira passa por um momento de desemprego historicamente baixo, com dificuldade de contratação.
“Mudar a jornada sem avaliar os impactos estruturais pode gerar efeitos econômicos e fiscais relevantes. Se a jornada diminui e o salário é mantido, o custo aumenta. Em um mercado já pressionado por escassez de profissionais, isso pode gerar inflação na mão de obra e parte desse aumento tende a ser repassado aos preços de produtos e serviços”, afirma Domingos.
Benito Pedro Vieira Santos, CEO da Avante Assessoria Empresarial, observou que alterações no regime de trabalho atingem operações que dependem de cobertura contínua, como indústria, logística, varejo e serviços, e, com isso, ‘reverberam ao longo de cadeias de fornecedores e clientes”.
Na prática, segundo ele, as empresas podem enfrentar três movimentos simultâneos:
recomposição de horas produtivas via contratação ou pagamento adicional;
elevação do custo fixo; e
pressão sobre preços e margens, especialmente em mercados com pouca capacidade de repasse dos custos.
Mudança da escala 6×1 teve grande adesão nas redes sociais e impulsionou projetos no Congresso
Tânia Rêgo/Agência Brasil
CNI estima queda de 0,7% no PIB
Segundo nota técnica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a proposta de redução do limite semanal das horas trabalhadas de 44 para 40 horas de trabalho – com 8 horas diárias em 5 dias por semana e manutenção do salário mensal pago – tem como resultado imediato o aumento do valor da hora trabalhada regular para os empregados cujo contrato de trabalho atual exceda 40 horas semanais.
“O exercício mostra que, como consequência da elevação do custo do trabalho, tem-se, ao fim do processo de ajuste da economia, aumento generalizado dos preços da economia. Tanto de bens e serviços para os consumidores finais, como também de insumos e matérias-primas para as empresas, o que gera perda de competitividade. A menor competitividade implicará em perda de participação nos mercados exterior e doméstico, resultando em queda das exportações e alta das importações”, avaliou a CNI.
Com a perda de participação, a entidade avalia que também haverá menor produção.
“Assim, as horas trabalhadas perdidas com a redução do limite semanal não são integralmente recompostas e, como resultado, tem-se queda da atividade econômica como um todo. Estimamos que isso geraria uma queda de 0,7% do PIB brasileiro, o equivalente a uma perda de R$ 76,9 bilhões”, concluiu.


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g1 > Política