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O acidente que criou a maior festa do esporte a motor

O hino nacional ecoa, os troféus brilham sob os holofotes e os pilotos, exaustos, mas eufóricos, sobem ao degrau mais alto. Ouve-se o barulho inconfundível da rolha sendo sacada com violência. Em segundos, um jato dourado e espumante explode, encharcando macacões, capacetes e a própria história do esporte. É a imagem definitiva da vitória, o batismo da glória. Mas você já parou para pensar qual a origem da tradição de estourar champanhe no pódio da Fórmula 1 e das outras categorias? A resposta é uma mistura de acaso, calor e a pura alegria de um campeão.
Um brinde que nasceu por acaso em Le Mans
A cena que hoje parece obrigatória foi, na verdade, um ato de pura espontaneidade. O palco não foi um Grande Prêmio de Fórmula 1, mas sim a lendária corrida das 24 Horas de Le Mans, em 1967. O protagonista foi o piloto americano Dan Gurney, que, ao lado de A.J. Foyt, levou a Ford a uma vitória histórica sobre a Ferrari.
Ao receber a garrafa de Moët & Chandon no pódio, algo diferente aconteceu. O dia estava quente, a multidão era vibrante e a garrafa, agitada pela celebração, estava sob imensa pressão. Gurney, contagiado pela emoção, simplesmente fez o que seu instinto mandou:
A Inspiração: Gurney olhou para os fotógrafos, para o CEO da Ford, Henry Ford II, e para os rostos eufóricos ao seu redor;
A Ação: Em um gesto impulsivo, ele agitou a garrafa com força e disparou o champanhe sobre todos, criando uma imagem icônica que seria eternizada;
O Legado: O momento foi tão marcante e a foto correu o mundo com tanta velocidade que, no ano seguinte, o piloto Jackie Stewart repetiu o gesto ao vencer o GP da França de F1. A tradição havia nascido;
A celebração antes da explosão
Embora o banho de champanhe tenha sido uma invenção de Gurney, a bebida já fazia parte do pódio. A tradição de presentear o vencedor com uma garrafa de champanhe começou muito antes, no Grande Prêmio da França de 1950, em Reims, uma região famosa pela produção da bebida.
Naquela ocasião, o lendário Juan Manuel Fangio recebeu uma garrafa como parte da premiação. O gesto era elegante, um brinde formal à vitória. Por mais de uma década, os pilotos simplesmente recebiam a garrafa, talvez abrindo-a para um gole discreto ou guardando-a como um troféu líquido. Ninguém imaginava a bagunça gloriosa que estava por vir. O champanhe era um prêmio, não a festa em si.
De Le Mans para o mundo: o ritual que contagiou o esporte
O que Dan Gurney fez em Le Mans foi transformar um símbolo de luxo em um símbolo de pura euforia. A Fórmula 1 adotou o ritual quase que instantaneamente, e ele se tornou tão essencial quanto a bandeira quadriculada. A imagem do piloto no topo do pódio, encharcado e sorrindo, virou a representação máxima do sucesso no automobilismo.
A força dessa imagem foi tão grande que extrapolou a F1 e as corridas de longa duração. Logo, categorias como a MotoGP, a IndyCar e a NASCAR também adotaram sua própria versão da celebração. O gesto de estourar o espumante se tornou uma linguagem universal no esporte a motor, um sinal de que todo o esforço, o risco e a dedicação valeram a pena.
Aquele jato de champanhe é muito mais do que uma bebida derramada. É o som da vitória, a liberação de toda a tensão acumulada em centenas de voltas no limite. É a explosão de alegria que lava a alma e consagra um herói. É a prova de que, às vezes, os melhores momentos da história nascem de um glorioso e inesperado acidente.


Fonte: Jovem Pan

Bandeiras na F1: um guia para entender o que significa cada cor

As bandeiras são a principal forma de comunicação entre a direção de prova e os pilotos durante uma corrida de Fórmula 1. Elas transmitem informações cruciais sobre as condições da pista, a segurança e o andamento da competição em tempo real. Entender o que cada cor representa é fundamental para acompanhar o esporte e compreender as decisões que moldam o resultado de um Grande Prêmio. Este guia para entender o que significa cada cor de bandeira usada em uma corrida de Fórmula 1 detalha o sistema de sinalização oficial da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), essencial para a segurança de todos no circuito.
As bandeiras essenciais: segurança e andamento da corrida
Este grupo de bandeiras sinaliza o estado geral da pista e determina se os carros podem ou não competir em velocidade máxima. São as sinalizações mais importantes para a segurança e o fluxo de uma prova.

Bandeira Verde: Indica que a pista está livre e a corrida pode prosseguir normalmente. É mostrada no início de uma sessão de treinos, após o fim de um período de perigo (como um acidente que gerou bandeira amarela) ou quando o Safety Car retorna aos boxes.
Bandeira Amarela: Alerta para um perigo na pista ou em sua margem. Os pilotos devem reduzir a velocidade e estar preparados para mudar de direção, sendo proibido ultrapassar.
Uma bandeira amarela: Perigo adiante na pista.
Duas bandeiras amarelas: Perigo que obstrui total ou parcialmente a pista. Os pilotos devem reduzir a velocidade significativamente e estar preparados para parar. A presença do Safety Car (SC) ou do Virtual Safety Car (VSC) é frequentemente indicada junto com esta bandeira.
Bandeira Vermelha: Sinaliza um perigo grave, como um acidente sério ou condições climáticas extremas, que impede a continuidade da sessão. A corrida é imediatamente interrompida, e todos os pilotos devem retornar lentamente aos boxes ou a um local designado no grid.

Bandeiras de instrução e penalidade para os pilotos
Estas bandeiras são direcionadas a pilotos específicos, comunicando ordens diretas da direção de prova, advertências ou penalidades. O número do carro do piloto em questão é exibido junto com a bandeira.

Bandeira Azul: Indica que um piloto está prestes a ser ultrapassado por um carro mais rápido (um retardatário). O piloto que recebe a bandeira azul deve facilitar a ultrapassagem o mais rápido possível. Ignorar repetidamente a bandeira azul pode resultar em punição.
Bandeira Preta: É a penalidade mais severa. O piloto para quem a bandeira é mostrada está desqualificado da corrida e deve retornar imediatamente aos boxes.
Bandeira Branca e Preta (Diagonal): Funciona como um “cartão amarelo”. É uma advertência por conduta antidesportiva. Uma nova infração pode levar a uma penalidade mais grave, como a bandeira preta.
Bandeira Preta com Círculo Laranja: Informa ao piloto que seu carro tem um problema mecânico perigoso (como uma peça solta) e que ele deve ir para os boxes para reparos.

Condições de pista e o final da corrida
Este conjunto final de bandeiras informa sobre condições específicas da pista ou marca a conclusão da prova.

Bandeira com Listras Amarelas e Vermelhas: Alerta para uma condição de pista escorregadia à frente, geralmente causada por óleo ou água. A aderência está comprometida naquela seção do circuito.
Bandeira Branca: Avisa sobre a presença de um veículo lento na pista, como um carro de serviço, uma ambulância ou um competidor em velocidade muito reduzida.
Bandeira Quadriculada: É a bandeira mais famosa do automobilismo. Sinaliza o fim da corrida ou de uma sessão de treino/classificação. O primeiro piloto a cruzar a linha de chegada sob esta bandeira é o vencedor.

O sistema de bandeiras na Fórmula 1 é uma linguagem universal e instantânea, vital para a integridade e a segurança do esporte. Conhecer o significado de cada cor permite que fãs e espectadores tenham uma compreensão mais profunda da dinâmica de uma corrida, das estratégias das equipes e das decisões tomadas pela direção de prova em frações de segundo. Dominar este código visual enriquece a experiência de acompanhar cada Grande Prêmio.


Fonte: Jovem Pan

Trump diz que vai revisar plano enviado pelo Irã para encerrar guerra

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado, 2, que está analisando uma nova proposta iraniana para encerrar a guerra, mas também expressou ceticismo de que ela levaria a um acordo.
“Falarei com vocês sobre isso mais tarde”, disse o presidente, antes de embarcar no Air Force One, acrescentando que “eles vão me dar a redação exata agora”.
Pouco depois de falar com os repórteres, Trump publicou nas redes sociais sobre a nova proposta, dizendo que “não consegue imaginar que seja aceitável, visto que eles ainda não pagaram um preço alto o suficiente pelo que fizeram à humanidade e ao mundo nos últimos 47 anos”.
Dois meios de comunicação semioficiais iranianos, Tasnim e Fars, considerados próximos à Guarda Revolucionária paramilitar do Irã, disseram que o Irã enviou uma proposta de 14 pontos por meio do Paquistão, em resposta a uma proposta de nove pontos dos Estados Unidos. O Paquistão já havia sediado negociações anteriores entre o Irã e os Estados Unidos.
Trump rejeitou uma proposta iraniana anterior esta semana. No entanto, as conversas continuaram, e o cessar-fogo de três semanas parece estar se mantendo.
O presidente dos EUA também apresentou um novo plano para reabrir o Estreito de Ormuz, na foz do Golfo Pérsico, por onde normalmente passa cerca de um quinto do comércio mundial de petróleo e gás natural.
A saúde da ativista iraniana presa piora
A saúde da advogada de direitos humanos iraniana presa, Narges Mohammadi, estava em “risco muito alto”, disseram sua fundação e sua família neste sábado, 2, acrescentando que o Ministério da Inteligência do Irã estava se opondo à sua transferência para Teerã, a capital do país, para tratamento com seus próprios médicos.
Mohammadi, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz e com pouco mais de 50 anos, foi transferida com urgência para um hospital em Zanjan, no noroeste do Irã, na sexta-feira, 1.º, após uma crise cardíaca e desmaio. Sua família disse que sua saúde vinha piorando, em parte devido a uma surra que ela recebeu durante sua prisão em dezembro.
As equipes médicas em Zanjan solicitaram seus prontuários antes de realizar qualquer tratamento, ao mesmo tempo em que recomendaram que ela fosse transferida para Teerã, informou sua fundação.
Mas seu marido, Taghi Rahmani, que vive em Paris, disse que o Ministério da Inteligência se opôs à transferência para a realização de uma angiografia, ou exame de imagem dos vasos sanguíneos. Ele falou em uma mensagem de voz compartilhada com a Associated Press pela fundação.
Em comunicado, o Comitê Norueguês do Nobel instou as autoridades iranianas a transferirem Mohammadi imediatamente para sua equipe médica, afirmando que a vida dela ‘está em suas mãos’.
“Ela tem resiliência mental para a prisão, mas seu corpo não tem preparo. O Ministério da Inteligência não se importaria nem um pouco se (ela) morresse”, disse o marido à Sky News.
Ele acrescentou que os filhos do casal não viam Mohammadi há mais de uma década, desde 2015.
Antes de sua prisão em 12 de dezembro, Mohammadi já estava cumprindo uma pena de 13 anos e nove meses por acusações de conluio contra a segurança do Estado e propaganda contra o governo do Irã, mas estava em liberdade condicional desde o final de 2024 devido a problemas de saúde.
Sua equipe jurídica está acompanhando o caso junto ao Ministério Público Geral, informou a fundação.
Os EUA alertam companhias marítimas sobre possíveis sanções
Os Estados Unidos alertaram as companhias marítimas de que poderiam enfrentar sanções por pagar ao Irã para passar com segurança pelo Estreito de Ormuz, aumentando a pressão no impasse pelo controle da região.
O Irã efetivamente fechou o estreito ao atacar e ameaçar navios depois que os EUA e Israel iniciaram uma guerra em 28 de fevereiro. Teerã ofereceu posteriormente a alguns navios passagem segura por rotas mais próximas à sua costa, cobrando taxas em alguns momentos.
Na sexta-feira, os EUA alertaram contra transferências não apenas em dinheiro, mas também em “ativos digitais, compensações, swaps informais ou outros pagamentos em espécie”, incluindo doações de caridade e pagamentos em embaixadas iranianas.
Desde 13 de abril, os EUA responderam com um bloqueio naval aos portos iranianos, privando Teerã da receita do petróleo necessária para sustentar sua economia em crise. O Comando Central dos EUA informou no sábado que 48 navios comerciais foram orientados a dar meia-volta.
Irã enforca dois homens condenados por espionar para Israel
O Irã disse no sábado que enforcou dois homens condenados por espionagem para Israel.
O portal de notícias do Judiciário, Mizanonline, informou que Yaghoub Karimpour foi acusado de enviar “informações confidenciais” a um oficial da agência de inteligência de Israel, a Mossad, enquanto Nasser Bekrzadeh supostamente enviou detalhes sobre líderes governamentais e religiosos, bem como informações sobre Natanz. A cidade abriga uma instalação de enriquecimento nuclear bombardeada por Israel e pelos EUA no ano passado.
Nas últimas semanas, o Irã enforcou mais de uma dezena de pessoas por suposta espionagem e atividades terroristas. Grupos de direitos humanos afirmam que o Irã realiza rotineiramente julgamentos a portas fechadas, nos quais os réus não conseguem contestar as acusações que enfrentam.


Fonte: Jovem Pan

Palmeiras e Santos empatam em clássico agitado com atraso, gol anulado e volta de Paulinho

Palmeiras e Santos empataram por 1 a 1 neste sábado, no Allianz Parque, em jogo de dois tempos diferentes. O time da Baixada dominou o primeiro tempo, etapa em que poderia ter definido o triunfo. Depois de péssimos 45 minutos iniciais, a equipe alviverde acordou na etapa final depois que Abel Ferreira consertou seus erros e criou até para virar. Rollheiser e Flaco López balançaram as redes no clássico da 14ª rodada do Brasileirão. Allan marcou o que seria o gol da virada palmeirense no acréscimo, mas o árbitro Raphael Klaus viu toque no braço de Arias e invalidou o gol.
O resultado é mau negócio para os dois. O Palmeiras, com 33 pontos, pode ver sua vantagem na ponta cair de seis para quatro pontos se Fluminense e Flamengo vencerem seus rivais – ambos jogam no domingo. E o Santos, com 15 pontos, sai provisoriamente da zona de rebaixamento, mas pode retornar ao indesejado grupo ao final da rodada.
O jogo marcou a “despedida” do Allianz Parque, que terá outro nome na segunda-feira, quando o Nubank, dono dos naming rights, vai revelar o resultado da votação aberta ao público. O clássico começou com atraso provocado pelo Santos, que não esteve em campo durante o hino nacional, e alegou ter tido “problemas durante o deslocamento” do hotel ao estádio.
A partida também foi marcante para Paulinho, camisa 10 do Palmeiras que voltou a jogar após 302 dias fora em decorrência de uma fratura por estresse na tíbia da perna direita, uma lesão incomum.
O Santos abriu a rodada na zona de rebaixamento e havia ganhado apenas um dos oito jogos anteriores, mas quem pareceu entrar pressionado foi o Palmeiras. Em casa, fez um péssimo primeiro tempo, talvez o pior na temporada.
Nada funcionou na equipe de Abel Ferreira, muito por causa justamente do treinador português, que decidiu alterar o esquema habitual e escalar Khellven, Lucas Evangelista e Maurício. Os três foram os piores em campo e provaram que a decisão do técnico foi equivocada.
Os anfitriões deixaram a impressão de que não sabiam o que tinham de fazer. Andreas Pereira, em tese escalado mais à frente dos volantes, muitas vezes surgiu como um segundo atacante. O centroavante Flaco López foi ponta e o baixinho Arias virou centroavante. Foi uma bagunça tática como pouco se viu no Palmeiras.
O Santos se valeu desses problemas do rival e fez um jogo inteligente. Aproveitou os muitos erros na saída de bola, a maioria deles com Khellven e Evangelista, balançou a rede cedo e passou a se defender.
Rollheiser marcou aos 25 minutos em sua terceira tentativa. Em chute de fora da área, acertou a bola onde nem o gigante Carlos Miguel alcançou.
Lento, o Palmeiras pressionou e, mesmo desorganizado, criou chances para empatar que Arias e Maurício desperdiçaram. Saiu para o intervalo vaiado por parte dos 40 mil palmeirenses no estádio.
O Santos seguiu à vontade nos primeiros minutos do segundo tempo e teve espaço de sobra para contra-atacar. Em dois dos contragolpes tabelou até chegar ao gol de Carlos Miguel, mas parou no goleiro palmeirense. Não castigou e foram castigados os santistas.
O Palmeiras acordou depois de Abel consertar seus erros e apostar em Allan e Sosa. Mesmo nervoso, melhorou e pressionou até empatar com Flaco López, após cruzamento de Andreas em jogada que começou com Allan na ponta direita.
Allan mudou o jogo e por alguns segundos comemorou a virada palmeirense. O meia-atacante foi usado como ala pela direita e balançou a rede no acréscimo. Foi da euforia à frustração o jovem do Palmeiras porque o árbitro viu toque no braço de Arias no lance e anulou o gol. O empate persistiu até o fim.


Fonte: Jovem Pan

Antonelli conquista pole do GP de Miami de F1; Bortoleto larga em último

O jovem piloto italiano Kimi Antonelli (Mercedes), líder do Mundial de Fórmula 1, conquistou neste sábado (2) a pole position para o Grande Prêmio de Miami, terminando à frente do holandês Max Verstappen (Red Bull).
Antonelli superou o holandês Max Verstappen (Red Bull) por 0,166 segundo e o monegasco Charles Leclerc (Ferrari) por 0,345 segundo.
A nova estrela de Mercedes, de 19 anos, conquistou, assim, sua terceira pole position consecutiva em um Grande Prêmio nesta temporada — uma temporada na qual, aos 19 anos, despontou como o piloto mais jovem a liderar a Fórmula 1.
Antonelli se redimiu após a derrota na corrida sprint realizada poucas horas antes, na qual as McLarens de Lando Norris e Oscar Piastri puseram fim ao domínio absoluto da Mercedes nas três primeiras corridas do calendário.
“Foi um início de dia difícil com a sprint, onde as coisas não correram a nosso favor”, reconheceu Antonelli, que recebeu uma penalidade de cinco segundos durante aquela corrida por exceder os limites de pista, caindo do quarto para o sexto lugar.
“Estou feliz com a classificação… Fiquei muito tenso, para ser sincero, esperando todos terminarem suas voltas, mas foi o suficiente”, comemorou.
Antonelli já havia conquistado a pole position nos dois Grandes Prêmios anteriores, na China e no Japão, onde depois conquistaria a vitória.
Desde então, a Fórmula 1 viveu um hiato após o cancelamento das etapas do Bahrein e da Arábia Saudita devido ao conflito no Oriente Médio.
O britânico Norris, atual campeão mundial, largará da quarta posição na corrida de domingo, à frente de George Russell (Mercedes), Lewis Hamilton (Ferrari) e Piastri.
O argentino Franco Colapinto garantiu o oitavo lugar, igualando seu melhor resultado em classificações. O jovem piloto de 22 anos também havia se classificado para largar em oitavo na corrida sprint, na qual terminou em décimo.
O início da segunda fase da classificação foi atrasado devido a um incêndio no motor do Audi pilotado pelo brasileiro Gabriel Bortoleto, que o obrigou a parar na pista.
Bortoleto, que largará da última posição no grid (22º) na corrida deste domingo, esteve entre os eliminados durante a primeira fase da sessão, juntamente com o espanhol Fernando Alonso (Aston Martin) e o mexicano Sergio Pérez (Cadillac), que terminou em vigésimo primeiro lugar.


Fonte: Jovem Pan

Governo envia técnicos à Paraíba para atender municípios atingidos pelas chuvas

Uma equipe técnica do governo federal será enviada amanhã, dia 3, à Paraíba para apoiar os municípios afetados pelas fortes chuvas registradas nos últimos dias. Os técnicos vão orientar as prefeituras sobre o reconhecimento federal da situação de emergência, além da solicitação de recursos para assistência humanitária, restabelecimento e reconstrução.
O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, afirmou que está em contato com autoridades locais para acompanhar a situação das chuvas na Paraíba e garantir o apoio do governo federal. O trabalho da equipe federal inclui apoio técnico aos municípios para levantamento de danos e acesso aos recursos do governo federal.
“Vamos reconhecer de forma imediata os municípios que precisarem desse reconhecimento. Esse é um passo fundamental, pois permite mobilizar toda a estrutura do governo federal, desde as Forças Armadas e a Defesa Civil Nacional, no atendimento à ajuda humanitária, até as ações necessárias para o restabelecimento da normalidade”, declarou o ministro.
A Paraíba registra aproximadamente 16,1 mil pessoas afetadas pelas chuvas, incluindo 624 desalojados, 703 desabrigados e dois óbitos. Os maiores impactos concentram-se nos municípios de Bayeux, Rio Tinto, Mamanguape, Sapé, Ingá, João Pessoa e Cabedelo.


Fonte: Jovem Pan

Motociclista invade área de acidente durante atendimento no Teixeirão, em Cacoal

Um acidente envolvendo duas motocicletas mobilizou equipes de resgate na ponte da Avenida das Comunicações, no bairro Teixeirão. As motos colidiram frontalmente, deixando vítimas feridas e provocando a interrupção do trânsito no local.

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar atuavam no atendimento, enquanto uma aglomeração se formava na via em razão da ocorrência.

Durante o socorro às vítimas, a situação se agravou. Dois homens que estavam em outra motocicleta se aproximaram da área isolada. O condutor, um senhor, apresentava comportamento alterado, buzinando de forma insistente e tentando abrir passagem entre as pessoas.

Ao avançar pela ponte, ele invadiu o local do acidente e acabou atingindo uma das vítimas que já recebia atendimento.

A reação foi imediata. Policiais militares que estavam na ocorrência intervieram rapidamente. O passageiro da moto, que carregava uma vara de pesca, foi derrubado por um dos agentes. Já o condutor foi contido por outro policial e, em seguida, algemado.

As circunstâncias do caso devem ser apuradas pelas autoridades.

Piovani é denunciada ao MPF após dizer que evangélico é ‘desprezível’ e ‘o que há de pior’

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Luana Piovani foi denunciada ao Ministério Público Federal por intolerância religiosa após afirmar, em videocast do jornal O Globo, que “o evangélico de hoje é o que há de pior no ser humano” e que se tornou “o protótipo de um ser desprezível.”
Em outro trecho, a atriz disse que “a maioria dos evangélicos hoje” seria “uma raça que de amor, de Deus, de Jesus Cristo não tem nada”.
O vereador Guilherme Kilter (Novo), de Curitiba, protocolou notícia de fato no MPF pedindo apuração das falas. Para ele, as declarações “extrapolam os limites da liberdade de expressão e atingem a honra coletiva de milhões de brasileiros”.
Outra parlamentar do Rio também protocolou representação formal, sustentando que as falas “possuem elevado potencial de fomentar preconceito, intolerância e hostilidade contra um grupo religioso específico, ultrapassando o limite da crítica e entrando no terreno do preconceito religioso”.
Entre os pedidos ao MPF estão a abertura de procedimento investigatório, verificação de possível prática de intolerância religiosa e eventual responsabilização judicial, além de retratação pública.
Segundo o Censo 2022 do IBGE, o Brasil tem cerca de 50 milhões de evangélicos, o equivalente a quase 30% da população. ​​​​​​​​​​​​​​​​


Fonte: Conexão Política

A menos de um mês do fim do prazo, 59% não enviaram declaração do IR

A menos de um mês do fim do prazo, quase 60% dos contribuintes ainda não acertaram as contas com o Leão. Até às 17h27 deste sábado (3), a Receita Federal recebeu 18.380.905 Declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 (ano-base 2025). 
O número equivale a 41,8% do total de declarações previstas para este ano. Em 2026, o Fisco espera receber 44 milhões de declarações. Tradicionalmente, o ritmo de entrega aumenta nas últimas semanas do prazo.
Segundo a Receita Federal, 70,3% das declarações entregues até agora terão direito a receber restituição, 16,9% terão que pagar Imposto de Renda e 12,8% não têm imposto a pagar nem a receber.
A maioria dos documentos foi preenchida a partir do programa de computador (73,7%), mas 17,4% dos contribuintes recorrem ao preenchimento online, que deixa o rascunho da declaração salvo nos computadores do Fisco (nuvem da Receita), e 8,9% declaram pelo aplicativo Meu Imposto de Renda para smartphones e tablets.
Um total de 60% dos contribuintes que entregaram o documento à Receita Federal usaram a declaração pré-preenchida, por meio da qual o declarante baixa uma versão preliminar do documento, bastando confirmar as informações ou retificar os dados. A opção de desconto simplificado representa 55,3% dos envios.
O prazo para entregar a declaração começou em 23 de março e termina às 23h59min59s de 29 de maio. O programa gerador da declaração está disponível desde 19 de março.
Quem não enviar a declaração no prazo pagará multa de R$ 165,74 ou 1% do imposto devido, prevalecendo o maior valor.
As pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, assim como aquelas que obtiveram receita bruta da atividade rural acima de R$ 177.920, são obrigadas a declarar. As pessoas que receberam até dois salários mínimos mensais em 2025 estão dispensadas de fazer a declaração, salvo se enquadrarem em outro critério de obrigatoriedade.


Fonte: Jovem Pan

Comando militar do Irã considera ‘provável’ retomada das hostilidades com EUA

Um comando militar iraniano alertou, neste sábado (2), que é “provável” uma retomada das hostilidades com os Estados Unidos, depois que o presidente americano, Donald Trump, se disse insatisfeito com a última proposta de Teerã para encerrar o conflito.
As duas partes observam um cessar-fogo desde 8 de abril, após quase 40 dias de bombardeios dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, e de represálias iranianas contra as monarquias do Golfo, aliadas de Washington.
Islamabad sediou uma primeira rodada de diálogos diretos em 11 de abril. Mas não deu resultado, pois as posições seguem muito distantes sobre o Estreito de Ormuz, onde o Irã tem a pretensão de cobrar um pedágio pela passagem de navios, e o programa nuclear da República Islâmica.
O Irã transmitiu, esta semana, um novo texto através do Paquistão, que atua como mediador. Não foram divulgados detalhes sobre o conteúdo da proposta.
Mas o presidente americano, que na quinta-feira foi informado por seu exército das diferentes opções sobre a mesa, não demorou em desconsiderar esta nova iniciativa.
“Neste momento, não estou satisfeito com o que oferecem”, disse Trump a jornalistas na sexta-feira, ao culpar a “tremenda discórdia” dentro da liderança iraniana pela estagnação dos diálogos.
“Queremos ir lá e simplesmente arrasá-los e acabar com eles para sempre, ou queremos tentar alcançar um acordo? Quero dizer, estas são as opções”, respondeu, quando perguntado sobre os próximos passos.
“É provável que o conflito com os Estados Unidos seja retomado, e os fatos demonstram que os Estados Unidos não respeitam nenhuma promessa, nem acordo”, disse a respeito, neste sábado, Mohamad Jafar Asadi, inspetor-adjunto do comando militar central Jatam al Anbiya, citado pela agência iraniana Fars.
“As forças armadas estão perfeitamente preparadas diante de qualquer possível oportunismo ou ação imprudente por parte dos americanos”, enfatizou este comando militar.
O vice-ministro das Relações Exteriores, Kazem Gharibabadi, afirmou que “agora a bola está no campo dos Estados Unidos, que devem escolher entre a via diplomática ou a continuação da abordagem de confronto”.
Teerã está “preparado” para qualquer um dos dois cenários, acrescentou.

Nenhuma estratégia
Teoricamente, Donald Trump tinha até sexta-feira para solicitar a autorização do Congresso dos Estados Unidos a fim de continuar com a guerra, iniciada em 28 de fevereiro juntamente com Israel.
Em vez disto, optou por enviar uma carta aos líderes legislativos para notificá-los que as hostilidades contra o Irã “tinham terminado”.
Vários congressistas democratas destacaram, no entanto, que a presença de forças americanas na região indica o contrário.
O USS Gerald Ford, o maior porta-aviões do mundo, já deixou o Oriente Médio, mas permanecem na região 20 navios da Marinha americana, inclusive outros dois porta-aviões.
A guerra causou milhares de mortes, principalmente no Irã e no Líbano, onde Israel prossegue com seus ataques ao movimento pró-iraniano Hezbollah, apesar de uma trégua.
As repercussões do conflito continuam abalando a economia mundial. Os preços do petróleo atingiram nesta semana o nível máximo em quatro anos, com o barril do Brent a 126 dólares (R$ 628,56).
Teerã fechou quase totalmente a passagem pelo Estreito de Ormuz, por onde transitavam, antes da guerra, 20% dos hidrocarbonetos consumidos no mundo. Em represália, Washington mantém um bloqueio naval aos portos iranianos.
O Parlamento do Irã prepara uma lei que colocaria Ormuz sob a autoridade das Forças Armadas, proibiria a passagem de barcos israelenses e estabeleceria direitos de trânsito.
O governo americano advertiu que quem pagar pedágio a Teerã para atravessar o estreito se exporia a sanções, e anunciou também novas multas contra interesses iranianos.
As perturbações da guerra também são diplomáticas e chegam à Europa.
O Pentágono anunciou, na sexta-feira, a retirada de cerca de 5.000 militares na Alemanha no prazo de um ano. Trata-se de uma redução significativa da presença militar americana em um continente inquieto pelas ambições russas e o compromisso dos Estados Unidos com a Otan.
Trump demonstrou irritação com as declarações do chanceler alemão, Friedrich Merz, que disse recentemente que Washington não tem “nenhuma estratégia” no Irã e que a República Islâmica “humilhou” a principal potência mundial.
Novas execuções
Embora graças à trégua os iranianos tenham conseguido retomar certa normalidade, seu cotidiano é dificultado pela inflação, que disparou, assim como pelo desemprego, em um país já afetado por décadas de sanções internacionais.
Amir, de 40 anos, conta que começa o dia “vendo as notícias, e as novas execuções”, realizadas pelo poder iraniano.
Neste sábado, a Justiça anunciou o enforcamento de dois homens acusados de espionagem a favor de Israel.
“Tenho a impressão de estar preso no purgatório”, disse Amir à AFP. “Os Estados Unidos e Israel vão acabar nos atacando de novo”, enquanto “o mundo fecha os olhos”.


Fonte: Jovem Pan