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Sérgio Moro alerta para crise de fornecimento de energia no Paraná

Em pronunciamento nesta terça-feira (5), o senador Sérgio Moro (PL-PR) criticou a atuação da Companhia Paranaense de Energia (Copel) no fornecimento de energia elétrica no estado. Segundo Moro, a Copel é alvo de frequentes reclamações de diferentes moradores de cidades do Paraná, principalmente por casos de falta de energia e demora no restabelecimento das redes elétricas. 
— A Copel foi privatizada, e o debate não trata de uma oposição entre empresa estatal e empresa privada. O fato é que a empresa, mesmo privatizada, continua com a obrigação de prestar um serviço de qualidade para o paranaense. Ao contrário, com a privatização da Copel, o que nós esperamos é um ganho de eficiência que resulte não em lucros e dividendos maiores para os acionistas, mas em maior qualidade do serviço prestado pela Copel — pontuou.
O reajuste na conta de luz dos paranaenses também foi alvo de críticas do senador. Para ele, a quantidade de investimentos feitos pela companhia não justifica os reajustes de cerca de 19% para usuários residenciais e até 51% para empresas — percentuais apresentados pela Copel em audiência pública em Curitiba, em abril deste ano. 
Moro participou de uma audiência pública da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) na manhã desta terça-feira para debater sobre os serviços prestados pela Copel para a comunidade paranaense. 
Por Bruno Augusto, sob supervisão de Dante Accioly 


Fonte: Senado Federal

Vídeo: CAE aprova educação financeira nas escolas e faculdades

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou um projeto (PL 2.356/2024) que inclui a educação financeira no currículo da educação básica e do ensino superior. O texto cria a Política Nacional de Educação Empreendedora e Financeira (PNEEF) e tem como objetivo aproximar os alunos da realidade econômica e do mercado de trabalho. 


Fonte: Senado Federal

Fim da escala 6×1: relator propõe plano de trabalho e prevê votação de parecer em 26 de maio

O relator da PEC que propõe a redução da jornada de trabalho, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta terça-feira (5) um plano de trabalho que prevê a votação do parecer sobre o fim da escala 6×1 na comissão especial no dia 26 de maio.
A PEC já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e agora tramita em uma comissão especial, destinada a discutir o mérito do texto. A próxima etapa é a votação no plenário.
“Os objetivos principais são estudar impactos socioeconômicos, sociais e jurídicos, ouvir trabalhadores, comparar experiências internacionais e buscar consensos”, afirmou o relator.
Prates planejou o trabalho da comissão em 11 reuniões, com reuniões às terças e quartas em Brasília e audiências nos estados às quintas. O primeiro estado a ser visitado será a Paraíba, reduto do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
“A ideia é votar nesta comissão no dia 26 de maio. No dia 27 de maio é compromisso do presidente Hugo Motta colocar para votação no plenário”, afirmou.
O cronograma prevê a realização de cinco audiências públicas com os temas:
Diagnósticos sobre o uso do tempo para o trabalho;
Aspectos econômicos sobre a redução da jornada de trabalho;
Aspectos sociais e a importância do Diálogo Social para a redução da jornada de trabalho no Brasil;
Limites e Possibilidades para a redução da jornada de Trabalho – perspectiva dos empregadores;
Limites e Possibilidades para a redução da jornada de Trabalho – perspectiva da classe trabalhadora.
A apresentação e a leitura do relatório está prevista para o dia 20 de maio. Também está no cronograma a realização de seminários em Belo Horizonte e São Paulo.
“O Brasil do futuro não é mais o meu Brasil. É o Brasil de quem tem 16, 17 e 18 anos. Precisamos entender o valor sociológico que essas pessoas carregam. O que eles esperam do nosso país. O maior luxo que eles consideram hoje é o tempo”, afirmou o relator.


Fonte:

g1 > Política

Vídeo: Empresários e produtores rurais criticam falhas no fornecimento de energia no PR

A Comissão de Infraestrutura do Senado (CI) promoveu nesta terça-feira (5) uma audiência pública para discutir falhas no fornecimento de energia elétrica no estado do Paraná. Representantes de empresários e produtores rurais protestaram contra quedas e oscilações de energia.


Fonte: Senado Federal

Em entrevista, Alckmin defende mandato para ministros do STF

O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu o mandato para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (5).
“Tem que ter mandato [para o STF]. Esse negócio de vitaliciedade. Sempre defendi mandato, cumpre o mandato, prestou serviço ao país… substitui, coloca outro. Acho que é um bom caminho na reforma do judiciário”, disse durante entrevista ao Estúdio i da GloboNews.
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Atualmente, os ministros da Corte se aposentam com 75 anos. A excessão recente foi a do ministro Luis Roberto Barroso, que adiantou sua aposentadoria, pedindo para deixar o cargo com 67 anos, em outubro do ano passado.
Como o blog mostrou, aliados de Lula querem que o presidente passe a defender a medida.
Vídeos em alta no g1
A discussão é antiga e chegou a ser defendida pelo agora ministro do STF, Flávio Dino, na época em que ele era deputado federal e depois, quando se tornou ministro da Justiça.
O tema foi retomado mais uma vez, pois o governo vê que o STF virou uma pauta eleitoral para este ano, especialmente após ministros da Corte serem citados no decorrer das investigações do caso Master. Com isso, aliados do presidente entendem que é preciso ter uma resposta para essa questão.
A derrota de Jorge Messias na última quinta-feira (29) no Senado também corroborou para que o tema seja tratado nos bastidores do governo, uma vez que a possibilidade de um discurso de “atacar o sistema” não é possível, já que prejudicaria articulações que o governo já possui dentro do STF.
Sobre a derrota do indicado do presidente Lula, Alckmin disse que não tem como provar que houve um acordo entre os partidos e o presidente do Senado Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
“Eu não tenho como provar acordinho ou acordão, agora, são fatos que chamam atenção. Foram partidos que a gente achava que iam votar conosco e que não votaram. Não vou falar partido, vou falar senadores”, disse.


Fonte:

g1 > Política

Áudio: Pauta das comissões inclui recuperação da caatinga e nova vacina contra HPV

Entre os temas em discussão esta semana nas comissões do Senado, está um projeto que cria a Política Nacional de Recuperação da Caatinga e o Fundo do bioma (PL 1.990/2024), a ser analisado na terça-feira (5). Na quarta (6), senadores discutem uso de emendas da saúde para atendimentos pré-hospitalares pelos bombeiros (PLP 18/2021). A pauta das comissões inclui ainda a adoção da vacina nonavalente contra o HPV no Sistema Único de Saúde (PL 3.907/2025) e debates sobre jornada de trabalho e Código Civil.


Fonte: Senado Federal

Operação no Rio prende 12 suspeitos e fecha escolas na zona norte

A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou mais uma fase da Operação Torniquete, da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP), com o objetivo de combater um grupo ligado ao Comando Vermelho, nesta terça-feira (5).
Foram presas 12 pessoas, e 20 veículos roubados foram recuperados. Agentes também apreenderam armas e munições, dinheiro em espécie e resgataram um macaco. Um suspeito entrou em confronto com a polícia, foi socorrido, mas não resistiu.
Bandidos tentaram fechar a Linha Vermelha e a Avenida Brasil, e a Polícia Militar teve que desobstruir as vias. Duas escolas foram fechadas na região por causa do tiroteio, segundo a Secretaria da Educação.
A organização estaria envolvida em roubos de veículos e de cargas, além de materiais ilícitos. Os mandados de busca e apreensão miram endereços na Nova Holanda, Complexo da Maré e em Bomsucesso, na Zona Norte.
A Operação Torniquete foi lançada em setembro de 2024 e já prendeu mais de 900 pessoas. Também recuperou cargas e veículos avaliados em mais de R$ 52 milhões.
 


Fonte: Jovem Pan

Tarcísio se antecipa e confirma André do Prado como pré-candidato ao Senado por SP

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), se antecipou e anunciou a pré-candidatura do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), André do Prado (PL), ao Senado por SP.
De acordo com Tarcísio, o lugar na chapa pertencia inicialmente ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), que decidiu recuar do pleito para apoiar André do Prado.
“Essas conversas já vinham acontecendo, obviamente. Isso foi combinado lá atrás com o próprio presidente Bolsonaro, ia caber o presidente, e o Eduardo. O Eduardo abriu mão da sua candidatura. Então, essa vaga, essa pré-candidatura fica com o André do Prado, isso vai ser oficializado por eles, mas eu já estou dando notícias aqui para vocês”, afirmou Tarcísio.
Em coletiva nesta terça-feira (5), Tarcísio garantiu que não há mais dúvidas em relação às vagas abertas na chapa. “Está fechada (a chapa majoritária de SP para o Senado), a gente pode dizer que está fechada, né. Então a gente sabe que o Felício (Ramuth) é o nosso pré-candidato a vice-governador, e os pré-candidatos ao Senado são o Derrite e o André do Prado”, declarou.

Anúncio da pré-candidatura de Prado
A expectativa nos bastidores é que a oficialização da pré-candidatura de André do Prado ocorra ainda nesta semana, como mostrou a Jovem Pan. O anúncio deve ser feito por meio de um vídeo nas redes sociais do próprio presidente da Alesp e de Eduardo Bolsonaro. O material, inclusive, foi gravado durante a segunda visita de Prado a Eduardo nos Estados Unidos.
A escolha de André do Prado atende a uma preferência de Tarcísio por um político de perfil mais moderado e com forte capacidade de articulação. Na presidência da Alesp, o deputado estadual construiu um bom trânsito entre diferentes frentes políticas, recebendo elogios até mesmo de parlamentares da oposição, como os do PT e do PSOL.
No entanto, o nome de Prado ainda enfrenta resistência na ala mais ideológica do bolsonarismo, que tratava Eduardo Bolsonaro como o “dono” da vaga ao Senado. Para consolidar o seu nome no grupo, o presidente da Alesp traçou uma estratégia de aproximação com os principais nomes do partido.
Recentemente, André do Prado intensificou os gestos de alinhamento com o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), e aumentou as aparições ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro e do próprio Flávio em suas redes sociais.


Fonte: Jovem Pan

Prazo para regularizar ou tirar o título de eleitor termina nesta quarta

Termina nesta quarta-feira (6) o prazo para cidadãos de todo o país obterem o primeiro título ou regularizarem o documento na Justiça Eleitoral. O atendimento pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento, para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo vale para os seguintes serviços:

alistamento eleitoral (emissão do primeiro título);
transferência de domicílio eleitoral;
revisão de dados cadastrais;
regularização de outras pendências.

Quem não atualizar a situação ficará impossibilitado de votar nas Eleições 2026, em outubro. Além disso, enfrentará restrições administrativas, como dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Lei eleitoral
De acordo com o art. 91 da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), nenhum requerimento de inscrição ou transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
A partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Regularização
Devem ficar atentos ao prazo:

jovens que irão votar pela primeira vez;
pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título;
quem teve o título cancelado ou tem pendências na Justiça Eleitoral;
aqueles que precisam atualizar dados cadastrais.


Fonte: Jovem Pan