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Separação do módulo e pouso na água; veja como foi o retorno dos astronautas à Terra

Após uma viagem de dez dias ao redor da Lua, os quatro astronautas da missão Artemis II retornaram à Terra nesta sexta-feira (10).
Eles iniciaram a reentrada na atmosfera terrestre por volta das 20h56 e amerissaram às 21h07, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos. No momento em que entraram na interface da Terra, eles perderam o contato com a Nasa, entretanto, a comunicação voltou às 21h02.
Após enfretarem uma velocidade de aproximadamente 40.000 km/h para a entrada na Terra, os tripulantes aguardam na água para serem içados de helicóptero, procedimento que acontece dentro do prazo de uma hora após o pouso.
Primeiro a espaçonave se desprendeu em dois módulos durante a amerissagem e logo em seguida os paraquedas foram acionados para desacelerar a queda dos astronautas na água.
Logo depois de chegarem às águas do oceano Pacífico o comandante Reid Wiseman comunicou ao centro de controle da Nasa, em Houston, que estavam todos bem. “Estamos bem e saudáveis”, informou.
Módulos se desprendem

Amerissagem na Terra


Fonte: Jovem Pan

Entenda como funcionará a cooperação Brasil-EUA no combate ao crime organizado

O Brasil e os Estados Unidos firmaram nesta sexta-feira (10) acordo de cooperação mútua no combate ao tráfico internacional de armas e drogas. A colaboração internacional funcionará por meio da integração de esforços de inteligência e do compartilhamento de informações em tempo real entre a Receita Federal e a agência de fronteiras norte-americana.
Segundo informou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, nomeado de Projeto MIT (Mutual Interdiction Team), a cooperação está inserida no contexto de diálogos entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o líder norte-americano, Donald Trump. A construção da cooperação teve início em janeiro de 2026, após visita técnica a Foz do Iguaçu, no Paraná. A inspeção consolidou o alinhamento entre os países para fortalecer a atuação em rotas sensíveis, como a região da Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.

‘Remote Targeting’
O titular da Fazenda explicou também que o sistema Remote Targeting possibilitará a análise remota de carga e o envio contínuo de dados e relatórios de inteligência dos Estados Unidos ao Brasil. O procedimento permitirá a identificação de remessas ilícitas. Já em território brasileiro, as informações serão repassadas da Receita Federal à Polícia Federal (PF).
Programa Desarma
A principal iniciativa da cooperação é o lançamento do Programa Desarma. Por meio da medida, os países farão o compartilhamento de informações a fim de ampliar a capacidade de rastreamento internacional de armas, munições, peças, componentes, explosivos e outros produtos sensíveis.
Por meio de um sistema informatizado, dados estratégicos das apreensões serão reunidos, como o tipo de material, origem declarada, informações logísticas da carga e eventuais identificadores ou números de série, algo que pode viabilizar o mapeamento de redes ilícitas de comércio internacional de armas. A ferramenta também permitirá o envio de alerta às autoridades aduaneiras dos países de origem ou de mercadorias confiscadas.
Classificação de facções brasileiras
O anúncio da cooperação entre os países se deu em momento no qual Trump tem dado indicações de que enquadrará o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Por se opor à medida, o Planalto tem tentado criar canais de confiança com a Casa Branca para impedir a classificação. Durigan disse que a possibilidade de tipificação das facções não foi debatida durante as tratativas para firmar a cooperação.
*Com informações de Agência Estado e Reuters


Fonte: Jovem Pan

Escudo térmico protegeu cápsula da Artemis II de temperaturas superiores a 2.700 °C

A nave espacial da Nasa com quatro astronautas a bordo reentrou na atmosfera terrestre nesta sexta-feira (10) após uma viagem histórica ao redor da Lua, dando início a um teste crucial de seu escudo térmico. A peça protegeu a cápsula de temperaturas superiores a 2700 graus Celsius. Orion atravessou a atmosfera terrestre a mais de 38.000 km/h.
“Houston, Integrity aqui [apelido da nave]. Recebemos forte e claro”, anunciou o comandante Wiseman após superar a fase mais perigosa de reentrada na atmosfera, a uma velocidade 30 vezes maior que a do som. “Que viagem. Estamos estáveis”, acrescentou, e informou que os quatro membros da tripulação estavam em boas condições.
Christina Koch, Victor Glover, Jeremy Hansen e Reid Wiseman finalizaram sua viagem de aproximadamente 10 dias nesta sexta. A viagem incluiu uma manobra de assistência gravitacional lunar durante a qual eles perderam as comunicações por seis minutos.
A missão Artemis II amerissou por volta das 21h07 no Oceano Pacífico, em frente ao litoral de San Diego, na Califórnia, onde um navio da Marinha dos Estados Unidos vai recuperar os astronautas, que passaram por trás da Lua na segunda-feira.
No momento em que entraram na interface da Terra, eles perderam o contato com a Nasa, entretanto, a comunicação voltou às 21h02.
A velocidade para entrada na Terra foi de aproximadamente 40.000 km/h. Astronautas agora aguardam na água para serem içados de helicóptero, procedimento que deve acontecer dentro do prazo de uma hora.

A chegada dos tripulantes Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen de volta à Terra era considerada uma das etapas mais críticas de toda a jornada. Além de precisão absoluta, a espaçonave Orion e os tripulantes tiveram que enfrentar condições extremas.
Houston, Integrity aqui [apelido da nave]. Recebemos forte e claro”, anunciou o comandante Wiseman após superar a fase mais perigosa de reentrada na atmosfera, a uma velocidade 30 vezes maior que a do som.
“Que viagem. Estamos estáveis”, acrescentou, e informou que os quatro membros da tripulação estavam em boas condições.
*Com informações da AFP


Fonte: Jovem Pan

Artemis II: astronautas voltam à Terra após 10 dias no espaço

Após uma viagem de dez dias ao redor da Lua, os quatro astronautas da missão Artemis II retornaram à Terra nesta sexta-feira (10). Eles iniciaram a reentrada na atmosfera terrestre por volta das 20h56 e amerissaram às 21h07, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos. No momento em que entraram na interface da Terra, eles perderam o contato com a Nasa, entretanto, a comunicação voltou às 21h02.
A velocidade para entrada na Terra foi de aproximadamente 40.000 km/h. Astronautas agora aguardam na água para serem içados de helicóptero, procedimento que deve acontecer dentro do prazo de uma hora.

A chegada dos tripulantes Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen de volta à Terra era considerada uma das etapas mais críticas de toda a jornada. Além de precisão absoluta, a espaçonave Orion e os tripulantes tiveram que enfrentar condições extremas.
O escudo térmico da Orion precisou resistir a temperaturas de até 2.700 °C geradas pelo atrito com a atmosfera. “Passar pela atmosfera como uma bola de fogo” será uma experiência marcante, confessou o piloto Victor Glover no início da semana, admitindo que estava apreensivo desde que foi selecionado para a tripulação, em 2023.
Durante 13 minutos — seis deles sem comunicação com a Terra —, a cápsula atingiu 38 mil km/h antes de ser desacelerada por uma sequência de paraquedas e pousar no oceano. As famílias dos astronautas puderam acompanhar a operação em tempo real no centro de controle da NASA em Houston.

Início da jornada
A Missão Artemis II lançou no dia 1º de abril um grupo de astronautas à órbita da Lua. A viagem marcou o retorno ao satélite natural da Terra após 53 anos, quando foi empreendida a Missão Apollo 17, em dezembro de 1972.
A decolagem aconteceu a partir da Flórida, nos Estados Unidos, por volta das 18h35 no horário local (19h35 em Brasília), momento no qual a nave foi lançada a toda velocidade em direção à Lua, sem pousar, em uma missão semelhante à realizada pela Apolo 8, em 1968. A equipe permaneceu na missão por 10 dias.
Este foi o primeiro voo tripulado do novo foguete lunar da Nasa, denominado SLS, projetado para permitir que os Estados Unidos retornem de forma recorrente ao satélite natural nos próximos anos.
Missão chegou na parte de trás da Lua
Na última segunda-feira (6) os quatro astronautas puderam passar pela parte de trás da Lua e ficaram sem conexão com a Terra por 40 minutos. A queda de comunicação já estava prevista. “Nos veremos do outro lado”, disse o astronauta Victor Glover, minutos antes de a comunicação ser perdida. A queda de comunicação aconteceu por volta das 19h40 e retornou às 20h20 (horário de Brasília). O contato foi restabelecido por volta das 20h27.
“Sempre escolheremos a Terra, sempre escolheremos uns aos outros”, disse a astronauta Christina Koch, em suas primeiras declarações após a interrupção de sinal prevista durante a passagem da nave espacial pelo lado oculto da Lua. “Ao ligar os motores rumo à Lua, eu disse que não estávamos deixando a Terra, e isso é verdade”, declarou.
Com a passagem por trás do satélite, os tripulantes completaram a volta ao redor da Lua. A missão tinha o objetivo de documentar características da Lua que antes eram conhecidas apenas por fotografias tiradas por robôs. Sobrevoo que durou cerca de seis horas.
A missão também determinou o marco, na segunda-feira, dos primeiros astronautas a voarem mais longe da Terra. A equipe bateu o recorde anterior de 400.171 km, estabelecido pela missão Apollo 13 na década de 1970. Espera-se que, durante o dia de hoje, esta missão supere em mais de 6.600 km a marca anterior, alcançando 406.778 km de distância.
Objetivo da Artemis II
Os objetivos da Artemis II incluiam verificar se tanto o foguete lunar SLS quanto a espaçonave espacial Orion estariam em perfeito estado de funcionamento, na esperança de abrir caminho para um retorno e um pouso na Lua em 2028.
Tal prazo desperta ceticismo entre os especialistas, em parte porque depende dos avanços tecnológicos do setor privado. Os astronautas precisarão de um segundo veículo para descer até a superfície lunar, um módulo de pouso que ainda está em desenvolvimento por empresas espaciais rivais, pertencentes a Elon Musk e Jeff Bezos.
Enquanto isso, a missão de dezenas de bilhões de dólares busca reacender o entusiasmo dos americanos pela exploração espacial. Como resumiu o comandante Reid Wiseman esta semana, a tripulação esperava “permitir, mesmo que por um instante, que o mundo fizesse uma pausa”.
*Com informações da AFP


Fonte: Jovem Pan

Vídeo mostra como será a reentrada da missão Artemis II na Terra; assista

A cápsula Orion, que transporta os americanos Christina Koch, Victor Glover e Reid Wiseman, além do canadense Jeremy Hansen, percorreu mais de 406 mil quilômetros — distância maior do que qualquer outra tripulação já alcançou. O pouso está previsto para as 17h07, horário local de San Diego (às 21h07 no horário de Brasília), no Oceano Pacífico.
A amerrissagem coroará uma missão executada com perfeição até o momento e representará um marco para a NASA: o primeiro retorno seguro de astronautas ao espaço desde o fim do programa Apollo, em 1972, após anos de atrasos e incertezas.
O principal desafio será a reentrada atmosférica. O escudo térmico da Orion precisará resistir a temperaturas de até 2.700 °C geradas pelo atrito com a atmosfera. “Passar pela atmosfera como uma bola de fogo” será uma experiência marcante, confessou o piloto Victor Glover no início da semana, admitindo que sente apreensão desde que foi selecionado para a tripulação, em 2023.

Veja vídeo da simulação do pouso


Fonte: Jovem Pan

Falha de design da Nike afeta camisas de várias seleções a dois meses da Copa do Mundo

A Nike está investigando um problema de design que afeta vários uniformes de seleções nacionais antes da Copa do Mundo de futebol deste ano, informou a mídia britânica nesta sexta-feira (10), depois que problemas com as camisas se tornaram visíveis durante a última data Fifa no mês passado. Um porta-voz da Nike disse ao jornal The Guardian que a empresa havia identificado um “pequeno problema” com os uniformes, acrescentando que o desempenho não foi afetado, mas a “estética geral não está onde precisa estar”.
O estufamento ao redor das costuras dos ombros era visível nas camisas usadas por equipes como Inglaterra, França e Uruguai. O problema está presente tanto nas camisas de jogo usadas pelos jogadores quanto nas réplicas vendidas aos torcedores, de acordo com a BBC, e alguns torcedores demonstraram preocupação.
A gigante norte-americana de roupas esportivas produz uniformes para várias equipes da Copa do Mundo, incluindo os co-anfitriões Estados Unidos e Canadá, bem como Brasil, Holanda e Croácia. Os uniformes foram projetados com tecnologia de resfriamento para ajudar os jogadores a enfrentar as altas temperaturas esperadas no torneio, que começa em 11 de junho e também é co-organizado pelo México.
A questão surge no momento em que a empresa enfrenta dúvidas sobre a inovação de seus produtos e trabalha com o excesso de estoque após uma série de lucros fracos. O presidente-executivo Elliott Hill prometeu reorientar a Nike para os esportes principais, e a empresa disse nesta sexta-feira que havia nomeado Andy Caine como diretor de inovação. A Nike não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.


Fonte: Jovem Pan

Ancine publica norma que amplia atuação da agência no combate à pirataria na internet

Lei dá mais poder para Ancine atuar contra a pirataria de obras audiovisuais
Foi publicada nesta sexta-feira (11) no Diário Oficial da União (DOU) uma instrução normativa da Agência Nacional do Cinema (Ancine) que estabelece regras para o recebimento, análise e tratamento de denúncias de oferta ilegal de conteúdo audiovisual na internet.
A regra regulamenta lei aprovada em 2024 que ampliou os poderes da Ancine no combate à pirataria no ambiente digital.
A Ancine passou a contrar com mais ferramentas para atuar, por exemplo, contra a exibição sem autorização de filmes e seriados em sites piratas, desempenhando um papel complementar ao da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Agora, com esse novo regramento, a agência também consegue acessar conteúdos não autorizados disponíveis em aplicativos e de serviços vinculados a TV boxes.

🎯De acordo com a Ancine, nos projetos-piloto realizados para a construção da Instrução Normativa, foram bloqueados mais de 10.700 alvos, com redução de 80,5% nos acessos a serviços ilegais – resultado que evidencia a efetividade do novo modelo.
Cooperação com plataformas
A Instrução Normativa também prevê a possibilidade de cooperação com agentes privados que operam no ambiente digital, como plataformas e provedores. O objetivo, de acordo com a Ancine, é permitir a remoção consensual de conteúdo audiovisual não autorizado, ou seja, sem o acionamento da justiça.
Com a publicação da instrução normativa, a Ancine poderá:
definir o fluxo da apresentação, admissibilidade, notificação e decisão de denúncias;
adotar ações administrativas de bloqueio de conteúdos ilícitos;
⁠aplicar medidas a diferentes formas de distribuição ilegal, incluindo websites, aplicativos, serviços digitais e outras estruturas organizadas;
atuar de ofício; e
trabalhar em ⁠articulação com órgãos públicos e entidades nacionais e internacionais.


Fonte:

g1 > Política

Lula diz que Trump ameaça todos, mas não brigaria com o Brasil se soubesse o que é ‘um nordestino nervoso’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (10) que a situação geopolítica está “difícil” porque o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está “ameaçando todo mundo”. “O mundo está difícil, o Trump está aí ameaçando todo mundo. O Trump não sabe o que é um pernambucano, senão ele não vai fazer ameaça nunca aqui.”, disse o presidente. Segundo Lula, se Trump soubesse da sua descendência com Virgulino Ferreira da Silva (1898-1938), o cangaceiro Lampião, “ele tomaria muito cuidado”. “Se ele soubesse o que é um nordestino nervoso, ele não brigaria com o Brasil”, afirmou.
O presidente voltou a dizer que o Brasil não está interessado em se envolver nos conflitos globais e que os que desejarem a guerra devem ir para o “outro lado do mundo”. “Nós não queremos guerra, queremos paz. Queremos ter acesso à cultura, passear, estudar, namorar, brincar. Nós só queremos coisas boas. Quem quiser guerra, vai para o outro lado do planeta, porque aqui somos a terra da paz e do amor e de quem não tem medo de ser feliz”, disse.
Desde o final de fevereiro, ocorre um conflito no Oriente Médio deflagrado após uma operação conjunta dos EUA e Israel que culminou na morte do aiatolá do Irã Ali Khamenei. Os efeitos da crise respingam no Brasil, sobretudo no setor de combustíveis. Lula e o ministro da Educação, Leonardo Barchini, participaram da sede de um campus do Instituto Federal de São Paulo (IFSP) em Sorocaba (SP). A unidade foi construída a partir de investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).
*Com informações do Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Nubank adquire naming rights de estádio do Palmeiras e abre votação para novo nome

O Nubank NU.N adquiriu os naming rights do estádio do Palmeiras. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (10), sem revelar valores do acordo. O banco digital substituirá a seguradora alemã Allianz ALVG.DE, que era detentora do naming rights desde 2013. O negócio foi fechado entre o Nubank e a WTorre, administradora do estádio. No mês passado, o banco digital adquiriu o naming rights do estádio do Inter Miami, clube de futebol dos Estados Unidos.
O novo nome do estádio será escolhido por meio de votação popular que vai desta sexta-feira até 30 de abril, com o público escolhendo entre três opções pré-estabelecidas: Nubank Parque, Nubank Arena ou Parque Nubank.
O presidente-executivo e fundador do Nubank, David Vélez, disse em fevereiro que o banco vem aumentando investimentos em marketing. O movimento ocorre em meio ao plano de expansão da instituição para os EUA. Dois meses antes, o Nubank havia entrado como patrocinador oficial da escuderia de Fórmula 1 Mercedes‑AMG PETRONAS.
O presidente-executivo e fundador do Nubank, David Vélez, disse em conferência com analistas em fevereiro que o banco vem aumentando investimentos em marketing. O movimento ocorre em meio ao plano de expansão da instituição para os EUA. “É um movimento de compromisso e reforço” do Nubank com o mercado brasileiro, disse Livia Chanes, presidente do banco no Brasil a jornalistas nesta sexta-feira.
*Reuters
 


Fonte: Jovem Pan

Instagram muda formato para vender mais que o TikTok

A Meta anunciou o lançamento do Instagram Shop em 22 países, incluindo o Brasil. A novidade, revelada em um evento em Las Vegas, marca a entrada definitiva da rede social na disputa pelo promissor mercado de social commerce (comércio nas redes sociais), hoje liderado globalmente pelo TikTok.
A estratégia do Instagram, no entanto, difere da adotada por seu principal concorrente. Enquanto o TikTok Shop atua como um marketplace nativo — onde o usuário realiza todo o processo de compra, do cadastro ao pagamento, sem sair do aplicativo —, o Instagram optou por um modelo de ecossistema.

Como funciona o Instagram Shop?
A nova ferramenta permite que criadores de conteúdo e empresas marquem até 30 produtos diretamente em seus Reels. Ao clicar no item, o usuário é redirecionado para marketplaces parceiros, como Amazon e Shopee, para concluir a transação.
De acordo com Daniel Arcoverde, CEO da Netshow.me, esse movimento foca no mercado de afiliados e busca reduzir a fricção entre a influência digital e a conversão em venda. “O Instagram já gera a influência; o que faltava era o trilho que conecta essa influência à conversão”, explica o especialista. A plataforma também utiliza Inteligência Artificial para resumir avaliações de produtos e auxiliar na decisão de compra.


Fonte: Jovem Pan