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Bolsonaristas gritam ‘o choro é livre’; base responde que ‘o choro é livre, mas Bolsonaro não’

A sessão do Congresso Nacional para analisar a derrubada do veto presidencial à dosimetria das penas começou nesta quinta-feira (30) com ânimos exaltados entre parlamentares da base governista e da oposição.
Do lado bolsonarista, parlamentares entoaram o bordão “o choro é livre”. A base respondeu na mesma moeda: “o choro é livre, mas Bolsonaro não.”
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, conduz a sessão de forma mais calma e branda do que a de quarta-feira (29), quando presidiu a votação da indicação de Messias para o STF.
Do lado de fora do plenário, familiares de presos pelo 8 de Janeiro acompanham a sessão e defendem a derrubada do veto. Na mesa da presidência, parlamentares bolsonaristas sentaram ao lado de Alcolumbre para acompanhar de perto a votação.
O relator da matéria, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), afirmou à Jovem Pan que o governo já reconheceu que não tem votos para manter o veto e deixou de fazer esforço para barrar a votação.


Fonte: Jovem Pan

Nova indicação ao STF deve ser feita pelo próximo presidente, defende Moro

O senador Sergio Moro (PL-PR) defendeu que a próxima indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) deve ficar a cargo do presidente da República eleito em 2027, após o Senado rejeitar o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias.
Em entrevista ao Morning Show, da Jovem Pan News, nesta quinta-feira (30), o senador avaliou que, apesar das qualidades técnicas, a proximidade com o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) impediu a aprovação do advogado-geral da União para a Corte.
“Defendo que a próxima indicação fique para o próximo presidente. Apesar das qualidades técnicas do indicado, ele colocou a AGU a serviço de interesses políticos do PT e do presidente Lula. Assim, não pudemos aprovar um nome como esse”, afirmou o parlamentar.
O senador ainda declarou que a rejeição foi “uma vitória da sociedade representada pelo Senado”. “Precisamos de um STF independente do Executivo. Chega de ‘STF do Lula’. Não é esse o modelo de Supremo que queremos. O Senado deu a resposta que a sociedade precisava”, pontuou.
Ao comentar uma possível nova indicação ainda neste ano, Moro disse não esperar que outro nome seja apresentado pelo presidente. “Se houver nova indicação, devo me posicionar contra, a menos que seja um nome amplamente consagrado. Caso a indicação não atenda aos interesses do país, precisa ser rejeitada”, afirmou.
Ainda na noite de quarta-feira (29), Sergio Moro comemorou, nas redes sociais, a derrota do governo Lula.

Quase meia-noite. O Brasil inteiro comenta a vitória histórica do povo brasileiro com a rejeição pelo Senado do indicado ao STF pelo Lula. Queremos um Supremo independente do Governo, vinculado somente às leis e à Constituição. Todos os cantos do Paraná comemoram a vitória da…
— Sergio Moro (@SF_Moro) April 30, 2026

Derrota inédita
Com 42 votos contra, 34 a favor e uma abstenção, o Senado Federal rejeitou em fato inédito a indicação do AGU Jorge Messias, para uma vaga no Supremo. Ele foi o primeiro nome a não ser aprovado para o cargo desde 1894.
A expectativa geral era de que o AGU fosse aprovado para a vaga deixada pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso. No entanto, a oposição ao governo do presidente Lula se movimentou nas últimas semanas para barrar a indicação.
O AGU ganhou notoriedade em 2016, quando a então presidente Dilma Rousseff disse a Lula, em ligação gravada pela Polícia Federal (PF), que iria enviar o “Bessias” para levar o termo de posse “em caso de necessidade”.
PL da Dosimetria
Em paralelo, o Congresso Nacional analisa nesta quinta-feira o veto do presidente Lula ao PL da Dosimetria, que busca reduzir as penas aplicadas a condenados por tentativa de golpe de Estado e por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023.
À Jovem Pan, Moro defendeu a derrubada do veto, ao afirmar que houve desproporcionalidade nas punições impostas.
“As pessoas que invadiram erraram no 8 de janeiro, porque não se pode invadir prédio público. Mas foram julgadas em um fórum inadequado, no Supremo Tribunal Federal, e sem a prova de que quebraram um copo d’água”, disse o senador.
O senador também argumentou que a revisão das penas é uma questão de justiça. “Por uma questão de justiça, derrubaremos esse veto para restaurar o equilíbrio, para que possamos, adiante, discutir uma anistia mais ampla”, afirmou.
 
 


Fonte: Jovem Pan

Desemprego sobe e chega a 6,1% no trimestre encerrado em março, diz IBGE

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,1% no trimestre encerrado em março, de acordo com os dados que constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta-feira (30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado ficou perto do teto das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, cujo intervalo ia de piso de 5,9% a teto de 6,2%, com mediana de 6%.
A taxa de desemprego no país voltou a subir, passando de 5,8% no trimestre terminado em fevereiro para 6,1% no trimestre encerrado em março. O resultado foi o mais elevado desde o trimestre terminado em maio de 2025, quando estava em 6,2%.
Porém, a taxa de desocupação está no patamar mais baixo para trimestres encerrados em março em toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 7,0%.
*Com informações do Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

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Fonte: Jovem Pan

SP e RJ terão sol e calor, mas frente fria traz chuva no domingo

O feriado prolongado de 1º de Maio será marcado por mudanças no tempo em diferentes regiões do país. Enquanto áreas do interior terão predomínio de sol, calor e baixa umidade do ar, uma frente fria avança pelo centro-sul do Brasil e deve provocar chuva, ventos fortes e queda de temperatura entre sexta-feira (1º) e domingo (3).
De acordo com a Climatempo, o sistema vem acompanhado por um ciclone extratropical e por uma massa de ar frio de origem polar. A atuação desses sistemas também deve deixar o mar agitado em trechos do litoral do sul e do sudeste, com possibilidade de ressaca. Veja abaixo região por região:

Sudeste
No sudeste, o feriado começa com predomínio de sol e temperaturas elevadas em praticamente toda a região. Na sexta-feira, não há previsão de chuva em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.
Em São Paulo, o tempo segue firme também no sábado (2), com aumento de nuvens ao longo do dia. A chuva deve começar à noite no Vale do Ribeira e no litoral sul. Há possibilidade de chuvisco em áreas do sul da capital e da Grande São Paulo.
No domingo, a frente fria avança pelo estado. A previsão é de céu encoberto, chuva ao longo do dia e queda de temperatura no sul e no leste paulista, incluindo a capital, a Grande São Paulo, o Vale do Paraíba e o Vale do Ribeira. No litoral, a chuva pode ser persistente, com risco de alagamentos. Também há previsão de ventos moderados a fortes e mar agitado.
No Rio de Janeiro, a sexta-feira e o sábado serão de sol e calor. A mudança no tempo ocorre no domingo, quando a chuva começa pela manhã no centro-sul do estado, incluindo a capital, a Região Metropolitana, a Costa Verde e a Região Serrana. Ao longo da tarde, a instabilidade se espalha para as demais áreas fluminenses. Na Costa Verde, há risco de chuva volumosa. O mar também deve ficar agitado.
Em Minas Gerais, o tempo permanece estável na maior parte do estado durante todo o feriado. Há possibilidade de pancadas de chuva apenas no Sul de Minas e na Zona da Mata, entre a tarde e a noite de domingo. Em Belo Horizonte e nas demais regiões mineiras, a previsão é de sol e temperaturas elevadas.
No Espírito Santo, a sexta-feira e o sábado terão predomínio de sol. No domingo, áreas de instabilidade avançam pelo centro-sul do estado durante a tarde, alcançando a região de Vitória. No norte capixaba, a chuva pode ocorrer à noite.
Sul
A região sul será a mais afetada pela passagem da frente fria. No Rio Grande do Sul, há previsão de chuva desde a madrugada de sexta-feira, com risco de temporais em várias regiões. A instabilidade avança rapidamente pelo estado ao longo do dia. No sábado, a chuva ainda ocorre em grande parte do território gaúcho, mas perde força gradualmente. A temperatura entra em queda ao longo do dia.
No domingo, o ar frio predomina no Rio Grande do Sul. Há possibilidade de geada em áreas da fronteira com o Uruguai e formação de nevoeiro ao amanhecer.
Em Santa Catarina, a sexta-feira começa com sol, mas a chuva avança a partir da tarde. O sábado será de muitas nuvens, chuva frequente e queda de temperatura. No domingo, o tempo melhora em parte do estado, embora ainda haja previsão de chuva fraca em áreas do litoral e do Vale do Itajaí.
No Paraná, a sexta-feira será de sol e calor. No sábado, a chuva retorna a áreas do centro, sul, leste e à Região Metropolitana de Curitiba. No domingo, a instabilidade se espalha por todo o estado, com possibilidade de chuva a qualquer hora.
Centro-Oeste
No Centro-Oeste, o tempo firme predomina na maior parte da região. Em Goiás, no Distrito Federal e em grande parte de Mato Grosso, o feriado será de sol, calor e baixa umidade do ar.
Em Mato Grosso do Sul, a sexta-feira e boa parte do sábado ainda serão de tempo aberto. A aproximação da frente fria provoca aumento de nuvens e pancadas de chuva em áreas próximas à fronteira com o Paraguai. No domingo, os ventos frios reduzem as temperaturas, principalmente no sul do estado.
Nordeste
A chuva continua frequente no norte e no leste do nordeste durante o feriado prolongado. A atuação da Zona de Convergência Intertropical mantém condições para pancadas de chuva no Maranhão, no Piauí, no Ceará, no Rio Grande do Norte e na Paraíba.
Há risco de chuva forte em capitais como São Luís, Teresina, Fortaleza, Natal e João Pessoa.
No litoral leste da região, a circulação de ventos favorece a formação de nuvens carregadas. A chuva deve ocorrer com frequência no litoral e na Zona da Mata de Pernambuco, em Alagoas e no leste da Bahia. No interior, o tempo segue mais seco, com predomínio de sol em áreas do sertão e do oeste baiano.
Norte
No Norte, o calor e a alta umidade mantêm a previsão de pancadas de chuva em grande parte da região. Os maiores volumes são esperados no Amazonas, em Roraima, no norte do Pará, no Amapá e no centro-oeste do Acre.
As capitais com maior risco de chuva forte são Manaus, Boa Vista, Belém e Macapá. Em Rondônia, no extremo sul do Pará e no centro-sul do Tocantins, incluindo Palmas, o sol aparece por mais tempo e a chance de chuva é menor.


Fonte: Jovem Pan

Oposição defende análise de nova indicação ao STF somente após as eleições; líder diz ver ‘boa vontade’ de Alcolumbre

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou nesta quinta-feira (30) que negocia o adiamento de votações para indicações ao Supremo Tribunal Federal (STF). O objetivo do grupo é que o plenário da Casa analise nomes apenas após o processo eleitoral.
Em entrevista à GloboNews, Marinho declarou que o pedido já foi levado ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e que os sinais são favoráveis à proposta.
“É de bom tom aguardarmos o fim do processo eleitoral. E há uma boa vontade do presidente do Senado para isso. Nós já formulamos esse pedido conversando com ele e vamos renovar esse pedido hoje”, disse o parlamentar.
Embora Marinho veja chances reais de acordo, Alcolumbre ainda não se pronunciou oficialmente sobre o cronograma. Pela Constituição, a indicação de ministros ao STF é uma prerrogativa do Presidente da República, mas a definição da data de votação (pauta) cabe à presidência do Senado.
“É uma discricionariedade do presidente da República fazer a indicação e do presidente da Casa colocar em votação”, pontuou o líder da oposição.


Fonte:

g1 > Política

União estável já foi confundida com bigamia e golpe financeiro


Fonte: Senado Federal

Dobradinha Alcolumbre-Moraes, sombra do Master e fator eleitoral derrubam Messias no Senado

Alcolumbre manda recado ao governo Lula: ‘Quem manda no Senado sou eu’
Aliados que fizeram campanha pela indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) dizem agora que o desfecho já vinha sendo sinalizado.
Segundo esses relatos, Davi Alcolumbre (União-AP) teria dito desde a véspera que a indicação seria derrotada, o que de fato aconteceu nesta quarta-feira (29) à noite.
Bastidores: acompanhe o canal da Sadi no WhatsApp
Nos bastidores, senadores chegaram a relatar a um ministro do Supremo que até gostariam de votar a favor de Messias, mas não estavam sendo liberados por Alcolumbre — reforçando a leitura de que o controle político da votação passou diretamente pelo presidente do Senado.
Após a derrota, no entorno de Lula há quem defenda que Messias não volte para o cargo de advogado-geral da União, mas sim assuma o Ministério da Justiça, que comanda a Polícia Federal.
Fontes ligadas ao presidente Lula (PT) atribuem o resultado a uma combinação de fatores: traições de última hora, frustração com votos que eram considerados certos e, principalmente, a disputa política-eleitoral em curso no Senado.
Nesse cenário, o grupo de Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, aparece como peça-chave.
A avaliação é que houve uma articulação organizada para transformar a votação em um símbolo de enfrentamento ao governo. A estratégia que acabou bem-sucedida.
Jorge Messias tem nome rejeitado no Senado
Geraldo Magela/Agência Senado
A isso se somou a vontade pessoal de Alcolumbre, apoiado dentro do próprio Supremo por ministros que não queriam Messias, entre eles Alexandre de Moraes.
Outro elemento é o cálculo individual de senadores: a expectativa de futuras indicações ao Supremo também pesou. Ainda assim, aliados de Lula afirmam que, mesmo após a derrota, o presidente não deve ceder a esse tipo de pressão na escolha de um novo nome.
Caso Master
Fontes do STF apontam como mais um fator a expectativa sobre delações do caso do Banco Master, com o possível envolvimento de nomes do Centrão, em mais um recado de descontentamento com o governo.


Fonte:

g1 > Política

Anatel suspende leilão da faixa 700 MHz após decisão da Justiça

Anatel suspende leilão da faixa 700 MHz após decisão da Justiça
Júlia Martins/g1
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou nesta quinta-feira (30) que o leilão de frequências na faixa de 700 MHz foi suspenso de maneira temporária pela Justiça.
A decisão liminar foi proferida pela 10ª vara cível federal de São Paulo na noite de quarta-feira como parte de um mandado de segurança coletivo apresentado pela Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp).
De acordo com o presidente da Comissão Especial de Licitação (CEL) da Anatel, Vinicius Caram, a agência está tomando “todas as medidas cabíveis para a reversão da decisão”.
A retomada do certame depende de nova decisão judicial, acrescentou Caram.
O leilão envolve autorizações de uso de radiofrequências nas subfaixas de 708 MHz a 718 MHz e de 763 MHz a 773 MHz. Além de fortalecer o 4G, a faixa de 700 MHz também ajuda a ampliar o alcance do 5G.  
Anteriormente, a agência disse que o investimento previsto é de R$2 bilhões. 
Ao todo, oito operadoras participam do leilão: Claro, TIM, Telefônica Brasil, Amazônia Serviços Digitais, Brisanet, IEZ! Telecom, MHNet e Unifique


Fonte:

g1 > Política

Bruno Bolsonaro Scheid destaca importância do comércio local e defende incentivo a pequenos empreendedores em Rolim de Moura

Pré-candidato ao Senado afirma que desburocratização e apoio público são essenciais para fortalecer a economia regional

Durante agenda no município de Rolim de Moura, o pré-candidato ao Senado Bruno Bolsonaro Scheid (PL) destacou a relevância do comércio local para a geração de renda e o fortalecimento da economia regional. A manifestação ocorreu durante visita a um empreendimento de pequeno porte, apresentado por ele como exemplo de iniciativa que movimenta a economia e atrai consumidores.

Ao abordar o tema, Scheid ressaltou que negócios de menor escala possuem papel estratégico no desenvolvimento dos municípios. Segundo ele, iniciativas desse tipo contribuem diretamente para a circulação de recursos e para a criação de oportunidades locais.

“É empreendimento pequeno, mas que gera receita rápida e movimenta a economia regional. O Estado precisa incentivar cada vez mais”, afirmou .

O pré-candidato também mencionou a necessidade de políticas públicas voltadas à desburocratização, especialmente no que diz respeito à liberação de licenças e ao estímulo a novos investimentos. De acordo com ele, a atuação do poder público deve facilitar o ambiente de negócios e oferecer condições para que pequenos empreendedores ampliem suas atividades.

Ainda durante a agenda, Scheid observou que iniciativas instaladas em pontos estratégicos, como áreas de acesso aos municípios, podem se consolidar como referências locais, contribuindo inclusive para o turismo e para a valorização econômica da região.