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Kassab diz que PSD pediu saída de Ramuth da sigla, mas nega atrito

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que foi partido que pediu a saída do vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth, que foi para o MDB. Ele negou que a situação tenha provocado conflito com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ou com o próprio Ramuth.
A declaração foi feita durante almoço do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), realizado nesta segunda-feira (27), em São Paulo.
O presidente do PSD, Gilberto Kassab, ao lado do ex-governador João Doria, co-chairman do grupo Lide
Victória Cócolo
Em março, Ramuth deixou a sigla, à qual era filiado desde 2022, e foi para o MDB. A decisão foi antecipada por aliados diante do desgaste na relação com Kassab. Publicamente, o vice-governador negou conflitos com o presidente do PSD.
“Como o Felício estava em voo solo, se posicionando sobre querer ser vice independentemente da questão partidária, eu o convidei a sair. Comuniquei o Tarcísio, e ele saiu. Simples assim”, afirmou Kassab.
Aliados do vice-governador, ouvidos sob reserva, dizem que Kassab se incomodou com a posição de Ramuth porque também pretendia ser vice na chapa de Tarcísio, que deve concorrer à reeleição em 2026. Kassab afirmou a Ramuth que não havia espaço para ele no partido.
A filiação ao MDB foi articulada por Tarcísio. Durante a coletiva, o ex-prefeito da capital afirmou ainda que caberá ao atual governador escolher seu vicee que, independentemente do nome, o PSD apoiará a candidatura. O governador já manifestou o desejo de manter o seu atual vice na disputa .
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Sobre o cenário nacional, o presidente do PSD evitou antecipar definições sobre a composição da chapa à Presidência e afirmou que a escolha de um eventual vice na candidatura de Ronaldo Caiado (PSD) ainda não está em discussão.
Segundo ele, o tema será tratado apenas a partir de junho, sem pressa, com foco em um nome que “some para ganhar a eleição” e contribua para a governabilidade. Questionado sobre os critérios, afirmou que a escolha levará em conta aspectos eleitorais e administrativos.
Kassab avaliou que candidaturas fora da disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) tendem a crescer, afirmando que o país “quer mudança”.
Questionado se concordava com críticas recentes de outros políticos ao Supremo Tribunal Federal (STF), Kassab evitou comentar casos específicos e adotou tom genérico. Ele afirmou que o país precisa de um presidente com “coragem” para promover “ajustes e aperfeiçoamentos” no Judiciário, sem detalhar quais mudanças defende.


Fonte:

g1 > Política

Pesquisa Quaest para o Senado no Paraná: veja os números

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (27) testou quatro cenários para a eleição do Senado no Paraná.
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Neste ano, cada eleitor votará para eleger dois senadores.
Em cada um dos quatro cenários da pesquisa, a Quaest perguntou aos eleitores: em quem você votaria se o primeiro turno fosse disputado entre os seguintes candidatos.
Cenário 1
Alvaro Dias (MDB): 16%;
Deltan Dallagnol (Novo): 13%;
Filipe Barros (PL): 10%;
Alexandre Curi (Republicanos): 10%;
Gleisi Hoffmann (PT): 10%;
Cristina Graeml (PSD): 4%;
Pedro Lupion (Republicanos): 2%;
Luiz Carlos Hauly (Podemos): 1%;
Indecisos: 21%;
Branco/nulo/não vai votar: 13%.
“O cenário para o Senado é bastante competitivo. Alvaro Dias tem entre 16% e 21%, Deltan tem entre 13% e 18%. Filipe Barros e Alexandre Curi tem entre 10% e 12%. Gleisi Hoffman tem entre 10% e 11%. E Cristina Graeml tem entre 4% e 10%. Ou seja, todos esses nomes aparecem mais ou menos empatados quando vários candidatos são simulados”, destaca Felipe Nunes, diretor da Quaest.
“O que pode fazer a diferença no Senado do Paraná é uma inclinação mais favorável à centro-direita no estado. Só 18% defendem que os senadores do estado sejam ligados a Lula, enquanto 32% defendem um senador ligado a Bolsonaro e 47% preferem alguém independente da polarização”, complementa.
Cenário 2
Alvaro Dias (MDB): 19%;
Deltan Dallagnol (Novo): 14%;
Filipe Barros (PL): 12%;
Alexandre Curi (Republicanos): 11%;
Gleisi Hoffmann (PT): 10%;
Indecisos: 20%;
Branco/nulo/não vai votar: 14%.
Cenário 3
Alvaro Dias (MDB): 21%;
Deltan Dallagnol (Novo): 18%;
Cristina Graeml (PSD): 10%;
Pedro Lupion (Republicanos): 4%;
Luiz Carlos Hauly (Podemos): 4%;
Indecisos: 23%;
Branco/nulo/não vai votar: 20%.
Cenário 4
Alvaro Dias (MDB): 20%;
Deltan Dallagnol (Novo): 17%;
Alexandre Curi (Republicanos): 12%;
Gleisi Hoffmann (PT): 11%;
Roseane Ferreira (PV): 3%;
Indecisos: 21%;
Branco/nulo/não vai votar: 16%.
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Governo do Paraná: veja as intenções de voto segundo a Quaest
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 25 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número PR-02588/2026.
Índice de rejeição
A Quaest perguntou também em quais candidatos os entrevistados conhecem, mas não votariam. Veja os percentuais de rejeição:
Alvaro Dias (MDB): 37%
Alexandre Curi (Republicanos): 27%
Gleisi Hoffmann (PT): 58%
Deltan Dallagnol (Novo): 14%
Filipe Barros (PL): 18%
Cristina Graeml (PSD): 18%
Luiz Carlos Hauly (Podemos): 16%
Pedro Lupion (Republicanos): 25%
Roseane Ferreira (PV): 12%
Mudança de partido de pré-candidato
No questionário da pesquisa registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o pré-candidato ao Senado Alexandre Curi constava como filiado ao PSD. O político, no entanto, mudou de partido em abril, para o Republicanos.
Por determinação do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), a Quaest informou essa errata na divulgação da pesquisa.
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Fonte:

g1 > Política

Quaest: Daniel Santos e Hana Ghassan empatam na disputa para o governo do Pará no 1º turno

Daniel Santos e Hana Ghassan empatam na disputa para o governo do Pará no 1º turno
Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (27) mostra como está a disputa pelo governo do Pará em dois cenários de 1º turno. Em ambos, há empate técnico entre a governadora Hana Ghassan (MDB), que assumiu o cargo após a renúncia de Helder Barbalho (MDB) e o candidato do Podemos, Dr. Daniel Santos.
Veja os resultados:
Cenário 1
Dr. Daniel Santos (Podemos): 22%
Hana Ghassan (MDB): 19%
Mário Couto (DC): 11%
Cleber Rabelo (PSTU): 3%
Araceli Lemos (PSOL): 2%
Indecisos: 30%
Branco/nulo/não vai votar: 13%
Intenção de voto para governador no Pará no 1º turno – cenário 1 (abril de 2026)
Arte/g1
Cenário 2
Dr. Daniel Santos (Podemos): 24%
Hana Ghassan (MDB): 22%
Cleber Rabelo (PSTU): 5%
Araceli Lemos (PSOL): 3%
Indecisos: 33%
Branco/nulo/não vai votar: 13%
Intenção de voto para governador no Pará no 1º turno – cenário 2 (abril de 2026)
Arte/g1
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 900 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 25 de abril.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
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Simulação de 2º turno
A Quaest apresentou aos eleitores consultados uma simulação de 2º turno entre Hana Ghassan e Dr. Daniel Santos. Veja os números:
Dr. Daniel Santos (Podemos): 34%
Hana Ghassan (MDB): 29%
Indecisos: 25%
Branco/nulo/não vai votar: 12%
Desse modo, há um empate técnico entre os dois nomes, segundo o diretor da Quaest, Felipe Nunes.
Intenção de voto para governador no Pará no 2º turno (abril de 2026)
Arte/g1
Conhecimento e rejeição
A Quaest questionou os entrevistados sobre conhecimento e rejeição dos pré-candidatos ao governo do estado. Veja o percentual:
Dr. Daniel Santos (Podemos): 26% diz que conhece e votaria; 59% não conhece; 15% conhece e não votaria
Hana Ghassan (MDB): 24% diz que conhece e votaria; 55% não conhece; 21% conhece e não votaria
Mário Couto (DC): 15% diz que conhece e votaria; 50% não conhece; 35% conhece e não votaria
Cleber Rabelo (PSTU): 5% diz que conhece e votaria; 76% não conhece; 19% conhece e não votaria
Araceli Lemos (PSOL): 3% diz que conhece e votaria; 88% não conhece; 9% conhece e não votaria
Peso dos apoios políticos
Segundo a Quaest, 32% gostariam de eleger um aliado do presidente Lula (PT) para governar o estado. Para 25%, melhor seria alguém aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e 37% consideram um político independente como a melhor escolha. 6% não souberam/não responderam.
De acordo com Felipe Nunes, Ghassan vai precisar mais do que o apoio do governo do ex-governador Helder Barbalho para ganhar força na disputa eleitoral. Segundo a pesquisa, 63% aprovam o trabalho do governador Helder Barbalho (MDB) no Pará. Outros 27% desaprovam.
“33% dos paraenses já sabem que ela [Hana Ghassan] é a candidata do governador. E o campo bolsonarista ainda não sabe quem é o candidato indicado. O que pode fazer a diferença é a vinculação nacional com o governo, já que só 17% associam Hana ao presidente Lula”, comenta o diretor da Quaest


Fonte:

g1 > Política

Pesquisa Quaest para o governo do Paraná: Moro tem 35%, Requião Filho 18% e Greca 15%

Sergio Moro, Requião Filho e Rafael Greca
Dida Sampaio/Estadão – Orlando Kissner/Alep – Reprodução Prefeitura de Curitiba
Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (27) mostra intenções de voto da eleição para o governo do Paraná. São dois cenários com diferentes combinações de nomes.
O senador Sergio Moro (PL) lidera nos cenários testados pela Quaest.
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Cenário 1, com 6 pré-candidatos
Sergio Moro (PL): 35%;
Requião Filho (PDT): 18%;
Rafael Greca (MDB): 15%;
Sandro Alex (PSD): 5%;
Tony Garcia (DC): 1%;
Luiz França (Missão): 1%;
Indecisos: 18%;
Branco/nulo/não vai votar: 7%.
Infográfico – Quaest Abril/2026 – intenções de voto para o governo do Paraná
Equipe de Arte/g1
Cenário 2, com 4 pré-candidatos
Sergio Moro (PL): 42%;
Requião Filho (PDT): 24%;
Sandro Alex (PSD): 6%;
Luiz França (Missão): 2%;
Indecisos: 17%;
Branco/nulo/não vai votar: 9%.
Infográfico – Quaest Abril/2026 – intenções de voto para o governo do Paraná (cenário II)
Equipe de Arte/g1
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 25 de abril.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número PR-02588/2026.
Continue lendo: veja rejeição dos pré-candidatos ao governo e simulações de 2º turno
Senado no Paraná: veja nomes, cenários e intenções de voto
Governo do Paraná: Quaest divulga primeira pesquisa de intenção de voto
Simulações de 2º turno
A Quaest fez também quatro simulações de 2º turno, e todos incluem o senador Sergio Moro (PL) contra diferentes adversários.
Cenário 1
Sergio Moro (PL): 49%;
Requião Filho (PDT): 30%.
Cenário 2
Sergio Moro (PL): 44%;
Rafael Greca (MDB): 29%.
Cenário 3
Sergio Moro (PL): 51%;
Sandro Alex (PSD): 15%.
Índices de rejeição de cada pré-candidato
Luiz França (Missão): 7%;
Rafael Greca (MDB): 33%;
Requião Filho (PDT): 47%;
Sandro Alex (PSD): 13%;
Sergio Moro (PL): 37%;
Tony Garcia (DC): 22%.
Sucessão de Ratinho Junior
A Quaest perguntou aos eleitores sobre o peso do apoio do atual governador, Ratinho Junior (PSD), em sua escolha de voto. Ratinho desistiu de concorrer à Presidência da República para concluir o mandato e tentar emplacar seu sucessor.
A pergunta: você acha que Ratinho Junior merece eleger um sucessor que indicar?
As respostas:
Sim: 64% (eram 70% em agosto);
Não: 25% (eram 24%);
Não sabem ou não responderam: 11% (eram 6%).
Peso dos apoios políticos
Segundo a Quaest, 17% gostariam de eleger um aliado do presidente Lula (PT) para governar o estado. Para 34%, melhor seria alguém aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e 44% consideram um político independente como a melhor escolha.
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g1 > Política

Quaest: Paes lidera em todos os cenários na disputa para o governo do Rio de Janeiro

Eduardo Paes lidera em todos os cenários na disputa para o governo do Rio de Janeiro
Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (27) mostra o ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD) com até 40% das intenções de voto e o deputado estadual Douglas Ruas (PL) com até 10% no 1º turno da disputa pelo governo do RJ.
Esta é a 1ª pesquisa da Quaest com postulantes ao Palácio Guanabara.
No cenário 1, com o maior número de pré-candidatos, também aparecem Anthony Garotinho (Republicanos), André Marinho (Novo), Cyro Garcia (PSTU), Juliete Pantoja (Unidade Popular), Luan Monteiro (PCO), Rafael Luz (Missão), William Siri (PSOL) e Wilson Witzel (Democracia Cristã).
Veja os números do cenário 1:
Eduardo Paes (PSD): 34%
Douglas Ruas (PL): 9%
Anthony Garotinho (Republicanos): 8%
Wilson Witzel (DC): 3%
William Siri (PSOL): 2%
André Marinho (Novo): 1%
Cyro Garcia (PSTU): 1%
Juliete Pantoja (UP): 1%
Rafael Luz (Missão): 1%
Luan Monteiro (PCO): não pontuou
Indecisos: 20%
Branco/Nulo/Não vai votar: 20%
Quaest: Intenções de voto no 1º turno para o governo no Rio de Janeiro – Cenário 1 (abril 2026)
Arte/g1
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No cenário 2, sem a presença de Anthony Garotinho, Paes tem 40% e Ruas, 10%.
Veja os números do cenário 2:
Eduardo Paes (PSD): 40%
Douglas Ruas (PL): 10%
Wilson Witzel (DC): 3%
Cyro Garcia (PSTU): 2%
William Siri (PSOL): 2%
André Marinho (Novo): 1%
Juliete Pantoja (UP): 1%
Rafael Luz (Missão): não pontuou
Luan Monteiro (PCO): não pontuou
Indecisos: 19%
Branco/Nulo/Não vai votar: 22%
Quaest: Intenções de voto no 1º turno para o governo no Rio de Janeiro – Cenário 2 (abril 2026)
Arte/g1
Já no cenário 3, que também não inclui Wilson Witzel, Paes registra 39% e Ruas, 11%.
Veja os números do cenário 3:
Eduardo Paes (PSD): 39%
Douglas Ruas (PL): 11%
Cyro Garcia (PSTU): 2%
Juliete Pantoja (UP): 2%
William Siri (PSOL): 2%
André Marinho (Novo): 1%
Luan Monteiro (PCO): 1%
Rafael Luz (Missão): não pontuou
Indecisos: 18%
Branco/Nulo/Não vai votar: 24%
Quaest: Intenções de voto no 1º turno para o governo no Rio de Janeiro – Cenário 3 (abril 2026)
Arte/g1
Felipe Nunes, diretor da Quaest, que, no Rio, a vantagem de Eduardo Paes continua muito grande.
“Ele tem entre 34% e 40% das intenções de voto, a depender do cenário testado. Douglas Ruas tem entre 9% e 11%. O ex-governador Garotinho tem 8%. Os outros nomes testados somam entre 7% e 9%”, disse.
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Grau de definição de voto
A pesquisa também perguntou se a escolha do eleitor para governador era definitiva. Veja os resultados:
É definitiva: 39%
Pode mudar caso algo aconteça: 59%
Não sabe/não respondeu: 2%
Rejeição
A Quaest também mediu o conhecimento do eleitor sobre os pré-candidatos, o potencial de voto em cada um deles e a a rejeição.
Os números também Paes é o mais conhecido entre todos os eleitores, mas tem a terceira maior rejeição (perde para Garotinho e Witzel): 88% o conhecem, sendo que 48% votariam no ex-prefeito, e 40% não votariam. Só 12% disseram que não conhecem Paes.
Os dados mostram que Ruas é pouco conhecido do eleitor: 71% não o conhecem, 12% conhecem e votariam e 17% conhecem e não votariam,
2º turno
Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL)
Stephanie Rodrigues/g1 e Alex Ramos/Alerj
A Quaest também simulou um 2º turno entre Eduardo Paes e Douglas Ruas. O prefeito aparece com 49% das intenções de voto, enquanto o deputado tem 16%.
Cenário Paes x Ruas:
Eduardo Paes (PSD): 49%
Douglas Ruas (PL): 16%
Indecisos: 16%
Branco/nulo/não vai votar: 19%
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.200 eleitores fluminenses entre os dias 21 e 25 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, e o nível de confiança das estimativas é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RJ-00613/2026.


Fonte:

g1 > Política

Vídeo: CSP vota convite a diretor da PF e reserva de vagas para mulheres na segurança

A Comissão de Segurança Pública (CSP) tem reunião deliberativa marcada para esta terça-feira (28), às 11h. Na pauta está um projeto de lei para incentivar a presença de mulheres nas forças de segurança. Uma das medidas do PL 1.722/2022 é reservar para elas 20% das vagas dos concursos e dos efetivos das PMs ou dos corpos de bombeiros militares. Também deve ser votado um convite para que o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, compareça ao Senado para prestar esclarecimentos sobre a detenção, nos Estados Unidos, do ex-diretor da Abin e ex-deputado federal Alexandre Ramagem, que está foragido da Justiça brasileira. Ramagem passou dois dias detido e foi libertado pelo governo norte-americano no dia 15 de abril.


Fonte: Senado Federal

Vídeo: Senadores debatem Síndrome de Prader-Willi, doença rara, em audiência conjunta

Três comissões do Senado, as de Direitos Humanos, de Assuntos Sociais e de Educação, se reuniram nesta segunda-feira (27) em audiência conjunta para debater a Síndrome de Prader-Willi. A doença neurogenética rara é causada por uma alteração no cromossomo 15 e provoca perda de tônus muscular, entre outros problemas de saúde.


Fonte: Senado Federal

Comissões debatem dificuldades de pessoas com Prader-Willi, síndrome rara

Pessoas com a Síndrome de Prader-Willi, doença genética rara que afeta cerca de 1 a cada 15 mil recém-nascidos, sofrem com a falta de diagnóstico precoce e uma política pública estruturada, apontaram especialistas em audiência pública conjunta de três comissões do Senado, nesta segunda-feira (27).
A síndrome se caracteriza por hipotonia (redução do tônus muscular), dificuldades alimentares na infância e excesso de apetite na idade adulta. Por isso, exige cuidado multiprofissional ao longo da vida.
A audiência reuniu a Comissão de Direitos Humanos (CDH), a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e a Comissão de Educação e Cultura (CE). Foi solicitada pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF).
Especialistas, gestores de saúde e familiares apontaram a necessidade de integrar ações e garantir acesso efetivo ao tratamento e ao acompanhamento contínuo. 
— Estamos falando de famílias que convivem com uma condição rara, que, sem o suporte adequado, pode ser devastadora. Esta é uma pauta de saúde, de educação e de dignidade — afirmou Marco Aurélio Cardoso, presidente da Associação Brasileira da Síndrome de Prader-Willi. 
Complicações graves  
Os participantes convergiram na avaliação de que o diagnóstico ainda ocorre tarde no país, o que compromete o desenvolvimento e aumenta o risco de complicações graves. 
— Se a gente não fizer o diagnóstico muito cedo, a história da doença segue um caminho de obesidade grave e mortalidade precoce — alertou a médica Ruth Rocha Franco, coordenadora do ambulatório da Síndrome de Prader-Willi do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. 
Representantes do governo reconheceram avanços, como a ampliação de serviços especializados, mas apontaram lacunas na rede. 
— Não adianta ampliar os serviços se essas crianças não chegam até eles. A atenção primária precisa identificar os sinais e encaminhar — destacou Renata de Paula Faria Rocha, tecnologista da coordenação-geral de doenças raras do Ministério da Saúde. 
Na área da educação, o desafio é garantir inclusão com suporte adequado. 
— O profissional de apoio não é acessório, é essencial para assegurar permanência e segurança desses alunos na escola — afirmou Marco Franco, coordenador-geral de política pedagógica da educação especial e diretor substituto da diretoria de educação especial na perspectiva inclusiva do Ministério da Educação. 
Política integrada 
A conclusão dos debatedores foi a necessidade de uma política nacional que organize o cuidado, desde o diagnóstico até a inclusão social. 
— Discutir diagnóstico precoce, tratamento e políticas integradas é o nosso objetivo — resumiu a senadora Damares.
A audiência ainda contou com a participação de Maria Teresinha Oliveira Cardoso, coordenadora da regional Centro-Oeste da Sociedade Brasileira de Génetica e Genômica, além de mães de crianças com a Síndrome de Prader-Willi.


Fonte: Senado Federal

Cristãos, jovens e foco no Congresso: as prioridades de direita, esquerda e centro para 2026

Faltando pouco menos de 6 meses para as eleições de 2026, coligações, partidos e candidatos já tem algumas de suas principais estratégias definidas para a disputa. No campo nacional, o PT, que busca a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Planalto e o PL, que tem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato, já decidiram suas prioridades para o pleito. Boa parte dos partidos de centro e centro-direita, no entanto, seguem negociando apoios e fechando acordos.
A reportagem da Jovem Pan conversou com assessores, congressistas, ministros e marqueteiros para explicar as estratégias dos partidos mais relevantes para 2026.
No campo da esquerda, algumas estratégias usadas em 2022 devem continuar em foco. Um exemplo é a retomada da pauta de “defesa da democracia”, que, na avaliação de líderes, deu certo em 2022 e foi reforçada no ano passado, durante o tarifaço de Donald Trump, com a narrativa de soberania — também com bons resultados. A expectativa é que os temas retornem, mas de forma mais tangencial, para mostrar os feitos do governo, ganhando força com a aproximação do calendário eleitoral. Imagens do 9 de janeiro, inclusive, devem ser muito utilizadas na campanha.
Além disso, a ideia também é resgatar a imagem de farol internacional, mantendo o bom relacionamento com Trump, mas também atuando como porta-voz de pedidos de paz, como Lula já tem feito recentemente, em meio à guerra entre Estados Unidos e Irã — com destaque para acenos à defesa da Palestina, algo inegociável para o presidente. Avançar no acordo com a União Europeia, mantendo também a boa relação com os BRICS e com os vizinhos da América Latina, também é considerado importante.
“Muito coisa boa resultará desta parceria”, diz Trump sobre Lula │Ricardo Stuckert / PR
Para alavancar a campanha de Lula, uma das grandes apostas é o avanço da pauta do fim da escala 6×1, com alto teor popular. O objetivo é conquistar especialmente o eleitorado mais jovem e desiludido, que rejeita Lula. Outro público-chave, considerado prioridade, são os evangélicos. Em 2022, por exemplo, o presidente chegou a assinar uma carta de compromisso com essa fatia do eleitorado, mas a leitura é que o avanço desde então foi muito pequeno, e o diálogo com esse setor ainda é visto como essencial. Mulheres e nordestinos, mais afeitos ao presidente, serão foco da campanha voltada a esse público.
Há, ainda, frustração de que números da economia, como o desemprego recorde e a inflação controlada, não tenham ajudado na popularidade. Ainda assim, aposta-se no efeito da isenção de IR para quem ganha mais de R$ 5 mil como ponto economicamente positivo.
O histórico recente, no entanto, não é animador: recordes de empregabilidade, inflação controlada e o exito na negociação para derrubar a maioria das tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos não conseguiram evitar a queda de Lula nas pesquisas. Por isso, o governo aposta mais fichas na discussão pelo fim da escala 6×1.
A resistência do setor produtivo, no entanto, ajuda a narrativa da oposição de que a suposta irresponsabilidade fiscal do governo Lula vai “quebrar” o Brasil. Apesar disso, a avaliação é que, faltando poucos meses para a eleição, a pauta ajuda a alavancar a candidatura do atual presidente, especialmente entre os mais jovens, demografia que é uma das que mais rejeita Lula e o PT.
Outro trunfo da campanha petista está na força da figura do presidente: apesar dos 80 anos, Lula continua com energia e discurso afiado. Notoriamente reconhecido com um dos grandes oradores da história da política brasileira, o petista tem histórico de crescimento na hora H: debates, discursos e propagandas na TV e na rádio foram essenciais nas três vitórias de Lula até aqui. Mesmo nas vezes em que foi derrotado, o ex-sindicalista teve momentos de protagonismo nos embates com Fernando Collor e FHC.
Apostas de Flávio 
O senador e pré-candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro, participou nesta quarta-feira (22) da feira agropecuária Norte Show, em Sinop, no Mato Grosso │Bruno Pinheiro/Jovem Pan
Enquanto isso, a campanha de Flávio aposta na moderação. Desde o ano passado, ele tem se apresentado como “Bolsonaro suave”, e a estratégia deve continuar, inclusive com inserções na internet reforçando a ideia de ponderação. A leitura é que o pré-candidato pode ganhar maior confiança do eleitorado geral e de parcelas receosas da população, especialmente diante da volatilidade do mercado a depender de falas específicas, caso permaneça contido. Críticas mais duras ao Supremo Tribunal Federal (STF) e menções explícitas ao 8 de janeiro devem ficar a cargo da ala mais radical de aliados, e não do próprio Flávio.
O entendimento do entorno de Flávio é que vale a pena desagradar parte da direita para ir atrás de outros públicos. Para eles, os votos dos ultraconservadores e bolsonaristas já estão garantidos, independentemente de posicionamentos do candidato. Isso não significa, no entanto, que ex-presidente ficará escondido. A popularidade de Bolsonaro com eleitores de direita e políticos conservadores de outros países, obriga a campanha do PL a quebrar a cabeça para encontrar a dose ideal de Bolsonaro em uma campanha encabeçada por um membro da própria família. No entorno, o projeto é chamado de “bolsonarismo light”.
Dentro dos indecisos, um público em especial é bastante cobiçado pelo pré-candidato do PL: os jovens, que tem mostrado uma resistência ao presidente Lula até mesmo maior que a dos evangélicos.

Nesse sentido, o escândalo envolvendo o Banco Master é apontado como peça central. O objetivo é transformá-lo em símbolo contra o Supremo Tribunal Federal, reforçando a narrativa de desgaste das instituições de maneira geral. A ideia, segundo aliados, é usar o caso como exemplo de um sistema que precisa ser investigado.
No campo das prioridades, principalmente para o primeiro turno, estão o agronegócio — tradicionalmente alinhado à direita, mas que pode migrar para Ronaldo Caiado, na avaliação de interlocutores — e os insatisfeitos com Lula que também não aceitaram bem a gestão de Jair Bolsonaro. Daí a estratégia de explorar um tom mais moderado.
Além disso, a idade de Lula, que fará 81 anos em 2026, logo após as eleições, e o fato de já ter sido presidente três vezes devem ser amplamente explorados. O objetivo é demonstrar que não há novidade por vir. “Se nada mudou até agora, não é em um quarto mandato que vai mudar”, explica um líder. Essa bandeira será usada, principalmente, em temas-chave para a sociedade, como segurança pública e corrupção.
Há uma expectativa crescente de que a preocupação com a corrupção tenha aumentado recentemente em pesquisas com o eleitorado, o que pode abrir espaço para discussões como o escândalo do INSS. Membros da campanha, no entanto, pedem cautela, já que os desvios iniciais, segundo as investigações, datam de 2016, com intensificação em 2019, na gestão de Jair Bolsonaro. A avaliação é que pode haver desgaste, mas com risco de efeito reverso para Flávio. De maneira geral, o entendimento é que ambas as campanhas têm “munição” guardada umas contra as outras nesse tema.
A economia também não ficará de fora das prioridades da direita. Os ataques devem se concentrar principalmente na sensação de alta de preços e no apelido do ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de “Taxad”. Ainda há incertezas sobre como explorar a pauta da escala 6×1, considerada eleitoreira, contra o atual presidente, mas é possível que a direita utilize argumentos de empresários e aposte no aumento da informalidade para criticar a medida.
No campo da segurança, a estratégia é explorar a sensação de insegurança no país e levantar pautas como o aumento da violência contra mulheres para atacar a esquerda. Além do argumento de que o governo “não tomou medidas efetivas” em um terceiro mandato, também deve ser explorada a questão de o governo Lula ter freado a classificação de organizações criminosas como terroristas.
Tanto Lula quanto Flávio têm outros adversários poderosos: os votos brancos, nulos e abstenções. Foram 5,7 milhões entre bancos e nulos, além de 32,2 milhões de eleitores que não foram votar no pleito de 2022. Convencer parte desse eleitorado a ir às urnas seria essencial em na disputa apertada que se desenha para outubro.
Lula e Flávio Bolsonaro aparecem técnicamente empatados nas pesquisas eleitorias │Bruno Peres/Agência Brasil/TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
POLARIZAÇÃO E “VÁCUO” NO CENTRÃO
Tanto a direita quanto a esquerda entendem que há espaço para dialogar com o centro. De ambos os lados, há a visão de que esse público pode definir a eleição, mas as siglas do chamado Centrão têm demonstrado pouca disposição para diálogo.
No PSD de Kassab, por exemplo, a orientação é apostar no cansaço com a polarização para construir um público próprio. Há preocupação, tanto na campanha de Lula quanto na de Flávio, em conquistar o eleitorado que pode migrar para Ronaldo Caiado, influenciado pelo crescimento do partido.
No caso de Lula, a avaliação é que a escolha de Jair Bolsonaro por Flávio abriu espaço para negociar com partidos que nunca fizeram parte do governo ou que já se afastaram. União Brasil e MDB estão no radar, enquanto PP e PSD são considerados mais distantes. Já na campanha de Flávio, o cenário é mais tranquilo em relação às alianças: com o vice sendo negociado pelo PP, o entendimento é que a federação União-Progressista já está “no jogo”. As ligações do MDB e do PSD com Tarcísio de Freitas, em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, também são vistas como fator positivo e possível facilitador de apoio em um eventual segundo turno.
Foco no Congresso
Em paralelo à disputa presidencial, um dos principais focos dos três espectros políticos é o controle do Congresso Nacional.
A saída de 17 ministros do governo federal evidenciou a importância do Legislativo para a esquerda. O objetivo foi ampliar a presença, principalmente no Senado, considerado prioridade, com nomes fortes e de confiança de Lula. Na Câmara, o governo admite inferioridade numérica, mas busca eleger figuras combativas para equilibrar a disputa de narrativas.
Palácio do Congresso Nacional │Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Enquanto isso, direita e centrão disputam protagonismo. A ampliação das bancadas na Câmara e no Senado, tanto para dominar a agenda legislativa quanto para controlar parcelas maiores do orçamento, é prioridade quase unânime. Partidos como PL, PP e União Brasil têm apostado em “puxadores de voto”, ou seja, figuras com grande influência popular, especialmente nas redes sociais. Até mesmo nomes inelegíveis, como Pablo Marçal, são utilizados como trunfos nesse sentido.
Já no caso de PSD e MDB, há o reconhecimento da falta desses “puxadores”, sobretudo no partido de Kassab. No MDB, liderado por Baleia Rossi, há votações consideradas expressivas que podem impulsionar a legenda. Existe grande expectativa em relação à representatividade de deputados federais por São Paulo. O prefeito da capital, Ricardo Nunes, por exemplo, perdeu 30% do secretariado para a disputa, já que muitos pretendem concorrer à Câmara.


Fonte: Jovem Pan

Modric sofre duas fraturas no rosto e preocupa a Croácia para a Copa

Os problemas de contusão para a Copa do Mundo do Canadá, Estados Unidos e México parecem sem fim. E mais uma seleção mostra preocupação com um de seus principais jogadores, restando pouco mais de 40 dias para a largada da competição. Astro da Croácia, o meia Luka Modric sofreu duas fraturas no rosto e está fora da temporada no Milan.
O time de Milão e a Juventus disputavam clássico acirrado pelas primeiras colocações do Campeonato Italiano neste domingo quando, após uma disputa pelo alto na intermediária, Modric e Locatelli se chocaram fortemente de cabeça.
Ambos foram ao chão e o croata precisou ser substituído pelo protocolo de concussão. Saiu de campo grogue e exames nesta segunda-feira constataram duas fraturas no osso zigomático (maçã do rosto), antecipando o fim da temporada para o experiente meia de 40 anos.
“Modric me disse: ‘Sua cabeça é dura. Eu disse a ele: ‘a sua também’”, afirmou Locatelli após a partida, revelando que pediu desculpas ao rival de 38 anos. “Colidimos forte, isso é claro. Sinto muito por isso acontecer com qualquer jogador, mas um campeão como ele sair de uma partida dessa forma é lamentável para todos. Estou triste por isso e já me desculpei com ele”, revelou o defensor. “Espero que se recupere o mais rápido possível e, no final, que seja apenas um hematoma. Tenho todo respeito por ele.”
Infelizmente para Modric, não foi apenas o hematoma previsto por Locatelli. E sua presença na Copa do Mundo é incerta por causa da fragilidade do setor atingido. Os croatas devem utilizar uma máscara especial de proteção para o armador jogar na Copa.
A Croácia está no Grupo L do Mundial, ao lado da forte Inglaterra, adversária da estreia, dia 17 de junho, além de Panamá (rival do dia 23) e Gana (se enfrentam no dia 27). Apontada como forte candidata à vaga junto dos ingleses, os croatas poderiam poupar Modric em algum jogo da primeira fase por “prevenção” até a cicatrização das fraturas.


Fonte: Jovem Pan