Início Site

O problema fiscal da PEC da Assistência Social

O governo pressiona o Congresso para que seja aprovada a PEC 383/2017. Também conhecida como PEC da Assistência Social, a matéria obriga a União a destinar 1% da receita líquida do governo para a assistência social.
A matéria tem dois problemas fundamentais. O primeiro é que, ao vincular um gasto com uma receita, o orçamento se torna mais engessado. O segundo é que torna o gasto crescente, pois toda vez que a arrecadação aumentar, a despesa com a Assistência Social subirá.
E não estamos falando de um orçamento pequeno, pelo contrário. Em 2026, os programas de assistência social representaram R$ 301 bilhões para os cofres públicos. Se a proposta for aprovada, o impacto fiscal será de mais de R$ 36 bilhões com tendência crescente.
Já vimos este retrocesso no atual governo com a volta dos mínimos constitucionais para gastos com saúde e educação, que contribuíram significativamente para o aumento da dívida pública ao atrelar as despesas nessas áreas, respectivamente, em 15% e 18% com a receita líquida da União. Dívida crescente significa juros mais elevados, com efeitos negativos no aumento do endividamento familiar e na atividade econômica.
A aprovação da PEC da Assistência Social adicionaria mais gasolina na fogueira fiscal brasileira. Mas para o populismo do atual governo só interessam os efeitos eleitorais. Não estão preocupadas com as consequências negativas a médio e logo prazo para a população brasileira.


Fonte: Jovem Pan

Em jogo sofrido, Palmeiras vence Sporting Cristal por 2 a 1 pela Libertadores

O Palmeiras suou muito, insistiu e sofreu mais do que se imaginava para conseguir a sua primeira vitória na Libertadores. Num jogo que começou sem sofrimento e se tornou difícil, o time alviverde superou o Sporting Cristal por 2 a 1, no Allianz Parque, graças a um controverso pênalti sofrido pelo jovem Arthur e convertido por Flaco López.
O zagueiro Murilo também marcou no triunfo que colocou o Palmeiras na liderança do Grupo F, agora à frente justamente de Cerro Porteño, Sporting Cristal e Junior Barranquilla. Os peruanos fizeram um golaço com González e só não arrancaram o empate porque Carlos Miguel se agigantou no acréscimo.
O Palmeiras foi completamente dominante no primeiro tempo. Foram 67% de posse de bola e 17 finalizações. Em casa, pressionou o rival peruano desde o início, encontrou soluções para romper a defesa e achou seu gol.
Fez quase tudo que tinha de fazer. Quase porque faltou eficiência à equipe alviverde, que finalizou muito e mal na maioria das vezes, e ainda deu espaços para o rival peruano contra-atacar. Apenas Murilo, de cabeça, balançou a rede em uma das muitas investidas ofensivas do time de Abel, liderado ofensivamente por Allan, Arias e Sosa.
A eficácia que faltou ao Palmeiras sobrou ao Sporting Cristal. Os peruanos balançaram a rede na única vez que subiram ao ataque graças à precisão no bonito chute de Juan González.
No segundo tempo, o Palmeiras sabia que tinha de ter paciência para lidar com a enfadonha cera dos peruanos e para voltar a encontrar meios de passar pela zaga do adversário, armado com todos seus 11 jogadores no campo defensivo.
Sabia, mas não conseguiu executar o que havia sido planejado. Os anfitriões se irritaram com a cera do rival e, nervosos, tiveram dificuldades para achar os espaços que havia encontrado na etapa inicial. Sosa desapareceu, Arias tentava por dentro e Flaco seguiu apagado.
O melhor caminho era pelos lados, com cruzamentos à área. Foi assim que Flaco marcou. Só que o argentino estava impedido, como o VAR confirmou, frustrando os mais de 30 mil palmeirenses no Allianz Parque.
Eles celebraram quando o jovem Arthur, que havia entrado em campo há poucos minutos no lugar do contestado Giay, cavar pênalti que o árbitro chileno Piero Maza marcou depois de ir ao monitor do VAR. Flaco converteu.
O Palmeiras, depois disso, só sofreu. E conseguiu sustentar o triunfo porque Carlos Miguel defendeu cabeceio a poucos metros de seu rosto. Vitória, no fim, suada e mais difícil do que se esperava.


Fonte: Jovem Pan

Postagem de Flávio Bolsonaro está dentro da liberdade de expressão

O STF autorizou um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) a pedido do Partido dos Trabalhadores (PT) por calúnia contra o presidente Lula, ao associá-lo ao narcotráfico, conforme postagem em janeiro de 2026:
“Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”
Na minha visão, não se configura calúnia por algumas razões. A primeira é que o senador liga o tráfico internacional de drogas ao Foro de São Paulo, e não diretamente a Lula. A relação do tráfico com o Foro não é uma invenção, na medida em que as FARC já participaram de reuniões do grupo de esquerda da América Latina.
Outra interpretação possível é de que, na atual gestão, o governo falhou em combater o narcotráfico e, em caso de vitória do senador, o tráfico de drogas iria acabar. Dizer que a saída de um presidente acabaria com a criminalidade não significa dizer que ele é parceiro de bandidos, mas somente que o governo errou pela má gestão em segurança pública.
Por fim, de acordo com o Código Penal, para se configurar um crime de calúnia, seria necessário um fato construído, e não uma acusação genérica. Se fosse assim, imagine se a Justiça desse ganho de causa ao senador quando ele é chamado de “miliciano” ou “rachador”. Certamente Flávio Bolsonaro estaria milionário.
Tanto a postagem do senador contra Lula quanto os adjetivos recebidos por Flávio Bolsonaro pelos petistas estão dentro dos limites da liberdade de expressão. Torcemos para que a liberdade de expressão não seja sufocada como ocorreu nas eleições de 2022.


Fonte: Jovem Pan

Dear Killer Nannies: nova série Disney+ explora o sofrimento silencioso de quem foi ‘criado por assassinos’  

A nova aposta do Disney+ mergulha em um território delicado e perturbador ao contar a história de famílias marcadas pela violência e pelas consequências de viver à sombra de um dos nomes mais temidos do crime. Em Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos, o foco vai além do óbvio e joga luz sobre quem ficou para trás, principalmente os filhos e as mulheres que precisaram sobreviver emocionalmente a esse caos.
Em entrevista, os protagonistas Julián Diaz e Laura Rodríguez compartilharam como foi dar vida a personagens tão complexos e carregados de dor.
Logo de cara, o elenco deixa claro que a série quebra expectativas ao humanizar quem geralmente é julgado à distância. “A gente tende a julgar muito essa família por ser a família de Pablo Escobar, mas o que aprendemos é que eles também foram vítimas”, explica Laura. Segundo a atriz, o processo de construção da personagem revelou camadas profundas de sofrimento silencioso, especialmente no papel da esposa.
Ela descreve sua personagem como uma mulher moldada por uma cultura que priorizava a manutenção da imagem familiar acima de tudo. “Era alguém que precisava sustentar um casamento perfeito, mesmo vivendo uma realidade extremamente violenta. Uma mulher que sofreu em silêncio como mãe, como esposa e como indivíduo”, conta.
Esse olhar mais sensível é um dos grandes diferenciais da série. Em vez de romantizar ou apenas condenar, a narrativa mostra o impacto psicológico de viver ao lado de uma figura tão controversa. “Existe uma ideia de que, por terem tido dinheiro e poder, essas pessoas não sofreram. Mas emocionalmente, elas passaram por coisas que muita gente não suportaria viver”, completa.
Para Laura, um dos momentos mais intensos da trama é quando sua personagem precisa proteger os filhos e, ao mesmo tempo, lidar com os próprios traumas. “Ela precisa se reconstruir enquanto tenta salvar a vida deles. É uma jornada de dor, mas também de força”, diz.
Já Julián Diaz mergulhou fundo na preparação para seu papel, buscando referências na vida real para trazer autenticidade. “Comecei pelo texto, mas depois fui atrás de histórias reais de pessoas que viveram situações parecidas. Trabalhei muito a forma de olhar, de falar, de carregar essa dor interna”, revela o ator.
Um detalhe curioso é que a dinâmica entre os personagens ganha ainda mais força por meio da perspectiva de uma criança, algo que chamou a atenção de Julián desde o início. “Quando você coloca um garoto no centro da história, tudo ganha outra dimensão. É mais sensível, mais impactante”, explica.
A série também levanta um questionamento incômodo, mas necessário: até que ponto alguém pode ser responsabilizado pelos crimes de outro? E mais, como se reconstrói uma vida depois de crescer cercado por esse tipo de realidade?
“Hoje, com informação, talvez fosse mais fácil sair de uma situação assim. Mas naquela época, era muito diferente. Muitas dessas mulheres nem percebiam totalmente o que estavam vivendo”, reflete Laura.
Com uma abordagem intensa e emocionalmente carregada, ‘Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos’ promete não apenas prender a atenção, mas também provocar o público a enxergar essas histórias por um novo ângulo. E, pelo que o elenco entrega, prepare-se: não é uma narrativa fácil, mas é daquelas que ficam na cabeça muito depois do último episódio


Fonte: Jovem Pan

Homem persegue, atropela e arrasta ex-namorada em moto em São Paulo

A Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCSP) instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do atropelamento de uma jovem de 24 anos, na quarta-feira (15), na rua José de Araújo Novaes, na Zona Sul de São Paulo. Segundo informou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o suspeito é o ex-namorado da vítima, de 26 anos, que está foragido.
A Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) foi acionada para atender o caso. Ao chegar ao local, os agentes encontraram a vítima com ferimentos. A mulher foi socorrida e encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Campo Limpo. Ela também pediu medidas protetivas de urgência contra o ex-namorado.
Conforme relatou a PM ao jornal Folha de S. Paulo, o homem estava em um bar, quando a vítima passou em uma moto. Ele perseguiu a mulher e jogou o seu próprio carro contra a ex-namorada. Mesmo machucada, a jovem conseguiu fugir antes do agressor sair do veículo. O suspeito fugiu a pé.
A SSP-SP disse que a polícia encontrou bebida alcoólica e o celular do homem dentro do veículo. O caso foi registrado na 6ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) como violência doméstica, tentativa de feminicídio, dano e ameaça.
 

 

Ver esta publicação no Instagram

 
Uma publicação partilhada por Jornal Capão Atento (@capaoatento)


Fonte: Jovem Pan

Flamengo x Independiente Medellín: confira a transmissão da Jovem Pan ao vivo

Flamengo e Independiente Medellín se enfrentam nesta quinta-feira (16), em jogo válido pela Libertadores. A Jovem Pan apresenta todas as emoções do duelo ao vivo, com narração de José Manoel de Barros, comentários de Bruno Prado e reportagem de Daniel Lian no YouTube.
Confira a transmissão aqui


Fonte: Jovem Pan

Senador Alessandro Vieira pede à PGR arquivamento de representação criminal de Gilmar Mendes

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) respondeu nesta quinta-feira (16) à representação criminal enviada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), à Procuradoria-Geral da República (PGR). Na peça, o parlamentar utiliza decisões do próprio ministro como principal argumento para pedir o arquivamento imediato do caso.
A crise começou após Vieira, relator da CPI do Crime Organizado, propor o indiciamento de Gilmar Mendes por crime de responsabilidade em sua minuta de relatório final. O texto foi rejeitado pelo colegiado por 6 votos a 4, mas o ministro acionou a PGR alegando abuso de autoridade.
No ofício protocolado, a defesa do senador sustenta que Gilmar Mendes, em casos anteriores no STF, consolidou o entendimento de que parlamentares possuem imunidade absoluta por suas opiniões e votos.
Gilmar mendes pede apuração da conduta do senador Alessandro Vieira (MDB-SE)
Vieira cita especificamente a Petição (Pet) 6.156, na qual o ministro absolveu um deputado acusado de crimes contra a honra, e o Mandado de Segurança (MS) 37.115, onde Gilmar afirmou que o Judiciário não deve interferir no conteúdo do trabalho de uma CPI.
Em nota enviada ao blog, o senador disse:
“O Direito não pode ser instrumento de geometria variável, aplicável quando convém e afastado quando incomoda.”
A defesa argumenta ainda que não houve crime de abuso de autoridade, uma vez que a lei veda a punição por divergência de interpretação jurídica — o chamado “crime de hermenêutica”. Além disso, ressalta que o indiciamento proposto nunca existiu juridicamente, pois foi rejeitado pela comissão.
“O tipo penal não se consuma pela mera elaboração de proposta submetida a órgão colegiado”, afirma o documento de Vieira.
O senador encerra o pedido à PGR apontando o que classifica como um conflito de interesses estrutural: o ministro Gilmar Mendes figura, simultaneamente, como acusador e suposta vítima.
O ofício foi encaminhado ao procurador-geral da República, Paulo Gonet. Vale lembrar que o próprio Gonet também constava na lista de sugestões de indiciamento do relatório rejeitado de Vieira.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE)
Carlos Moura/Agência Senado


Fonte:

g1 > Política

Comissão do Senado aprova missão aos EUA para acompanhar situação de brasileiros detidos, incluindo Ramagem

A Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado Federal aprovou, na manhã desta quinta-feira (16), um requerimento para criar uma missão oficial de senadores aos Estados Unidos para acompanhar a situação de cidadãos brasileiros no país.
O requerimento de autoria do senador Jorge Seif (PL-SC) cita o caso do ex-deputado federal Alexandre Ramagem, que foi preso nesta segunda-feira (13) pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE, na sigla em inglês), por questões migratórias. Ramagem deixou a prisão nos Estados Unidos nesta quarta-feira (15).
Apesar de aprovado, a missão internacional só vai acontecer se o texto também for aprovado pelo plenário do Senado Federal, com todos os 81 senadores. Ainda não há previsão do item ir para a pauta.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A sessão, que durou apenas cinco minutos e 29 segundos, contou com o registro de presença de 15 senadores, sendo quatro não-membros, que não obrigatoriamente estavam fisicamente no plenário no momento da aprovação (veja abaixo quem estava presente na reunião).
Senadores que registraram presença na sessão que aprovou requerimento para missão aos Estados Unidos
Arte/g1
A aprovação foi feita de forma simbólica, quando não precisa registrar o voto de cada um dos senadores.
Segundo o requerimento, a missão tem como objetivo:
verificar a prestação de assistência consular ao cidadão brasileiro custodiado em território norte-americano;
realizar visitas técnicas a instalações de custódia sob responsabilidade do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE, na sigla em inglês);
acompanhar o cumprimento das regras do tratado de extradição entre os dois países;
estabelecer diálogo institucional com autoridades do Poder Legislativo norte-americano, bem como com representantes diplomáticos brasileiros e organismos de direitos humanos;
O autor da proposta justificou que a visita é importante para “fortalecer” o diálogo com os Estados Unidos a fim de “proteção dos direitos de cidadãos brasileiros”.
“O acompanhamento direto, in loco, permitirá não apenas a verificação das condições de custódia e do respeito às garantias fundamentais, mas fortalecerá o diálogo institucional com autoridades estrangeiras, contribuindo para a transparência, a cooperação internacional e a proteção dos direitos de cidadãos brasileiros no exterior”, afirmou Seif.
Alexandre Ramagem é preso pelo serviço de imigração dos EUA
Jornal Nacional/ Reprodução
Durante a sessão do plenário do Senado, na noite de quarta-feira (15), Seif tomou a palavra para falar sobre o caso de Ramagem e aproveitou para agradecer ao também ex-deputado federal, Eduardo Bolsonaro.
“Quero agradecer as 50 assinaturas de Deputados e Senadores, quero agradecer a ajuda à Embaixada americana em Brasília, mas, principalmente, quero parabenizar o grande patriota, o grande guerreiro, o grande amigo Eduardo Bolsonaro, que se esforçou, com o prestígio que goza junto ao Governo americano, para ajudar esse refugiado político”, afirmou.


Fonte:

g1 > Política

Ex-presidente do BRB é transferido para a Papuda

O ex-presidente do BRB (Banco de Brasília), Paulo Henrique Costa, foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda após ser preso nesta quinta-feira (16) na 4ª fase da Operação Compliance Zero. Ele deixou a Superintendência da Polícia Federal durante a tarde e seguiu para Papuda.
Paulo Henrique Costa é investigado por sua atuação na tentativa de aquisição do Banco Master pelo BRB, além da compra de carteiras fraudulentas oferecidas pelo banco de Daniel Vorcaro. A prisão do ex-presidente se deu após a identificação de um suposto fluxo de propina destinado a Paulo Henrique Costa na negociação de venda do Banco Master ao BRB, que teria sido viabilizado por meio da compra de imóveis. Com base nessas informações, o magistrado determinou a prisão preventiva de Costa.
As investigações da Polícia Federal identificaram que o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, negociou com Daniel Vorcaro o recebimento de seis imóveis de alto padrão, avaliados em R$ 146,5 milhões, localizados em São Paulo e no Distrito Federal.
Segundo a decisão, o ex-dirigente do BRB teve papel central na viabilização da aquisição de carteiras consideradas fraudulentas pela investigação envolvendo o Banco Master. Em troca, ele teria recebido vantagens indevidas por meio da transferência de imóveis de alto valor. Os elementos foram reunidos durante investigação da Polícia Federal e também constam na representação do MPF (Ministério Público Federal).


Fonte: Jovem Pan

‘Lula tem sido o meu camisa 10’, afirma Flávio Bolsonaro sobre alta nas pesquisas eleitorais

O pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, comentou nesta quinta-feira (16), em entrevista à Jovem Pan Coritiba, sobre as eleições de 2026 e as pesquisas eleitorais, e declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sido o seu “camisa 10”. “O Lula tá falando aí e está sendo o meu camisa 10, tá sendo maravilhoso, que ele continue falando e mostrando quem ele é de verdade e o que ele pensa”, declarou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ao comentar sobre as pesquisas, que têm apontado um empate técnico entre Flávio e Lula, o senador afirmou que o mandatário tem “passado por um momento de muita dificuldade”. “Lula virou mercadoria vencida, ele é como aquele produto que já está muito fadigado, ideias atrasadas”, declarou e acrescentou que o petista tem um discurso “bonitinho e fofinho”, mas se vocês querem conhecer um comunista é só deixá-lo falar.
Pesquisa divulgada na quarta-feira pela Genial/Quaest mostra que Flávio Bolsonaro supera numericamente o presidente Lula (PT), pela primeira vez, nas intenções de voto para o segundo turno. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e o petista empatam tecnicamente, com 42% contra 40%, respectivamente.

Confira a entrevista:


Fonte: Jovem Pan