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Bolsonaro e o ‘assassinato de reputação’

Por que Jair Bolsonaro terminou seu governo com índices elevados de rejeição? Até que ponto as acusações que lhe foram imputadas de forma recorrente influenciaram a opinião pública?
Em muitos desses episódios, não houve comprovação de culpa ou as investigações não avançaram de forma conclusiva. Ainda assim, muitas pessoas passaram a considerá-lo culpado. Vale a pena analisar como esse imaginário foi sendo construído, revisitando alguns dos principais episódios.

O caso Marielle
Ao longo de seu governo, Bolsonaro foi alvo constante de acusações sobre os mais diversos assuntos. Um dos casos mais explorados foi o assassinato de Marielle Franco. Seus opositores insinuavam, com frequência, que ele poderia
ter algum tipo de participação no crime. A pergunta “Quem mandou matar Marielle?” era repetida como um mantra em debates e manifestações.
Para agravar a situação, uma reportagem da Rede Globo, exibida no Jornal Nacional, divulgou o depoimento de um porteiro do condomínio onde Bolsonaro possuía casa. Segundo ele, Élcio Queiroz, um dos executores do crime, teria solicitado acesso ao imóvel nº 58, pertencente ao então presidente, no dia do assassinato.
Nem conhecia o suspeito
Posteriormente, o depoimento apresentou inconsistências, e registros indicaram que Bolsonaro estava em Brasília naquele momento. O presidente sempre negou qualquer ligação com o caso e afirmou não conhecer o suspeito.
As investigações não encontraram elementos que o vinculassem ao crime, posteriormente atribuído a outros envolvidos, como Domingos Brazão, Chiquinho Brazão e Rivaldo Barbosa. Ainda assim, sua imagem acabou sendo
afetada pela repetição das acusações.
O caso Fabrício Queiroz
Em outras situações, na tentativa de atingi-lo, as acusações se voltaram para um de seus filhos, . Foi o caso da frase repetida exaustivamente: “Onde está o Queiroz?”. A insinuação era de que Fabrício Queiroz estaria sendo ocultado
para não revelar possíveis irregularidades relacionadas a Flávio Bolsonaro no chamado caso das rachadinhas.
Nesse processo, decisões judiciais anularam provas por irregularidades, o que enfraqueceu as acusações. Ainda assim, o caso passou por diferentes fases, mantendo o tema em evidência por longo período.
O caso das joias
Outro episódio de grande repercussão foi o das joias sauditas. Bolsonaro foi indiciado pela Polícia Federal por supostas irregularidades na incorporação e tentativa de venda de presentes recebidos em viagens oficiais. A defesa
sustenta que os itens seriam de uso pessoal, com base em interpretações do Tribunal de Contas da União. O caso ainda segue em discussão.
A questão da vacina Covaxin também ganhou destaque. Houve suspeita de prevaricação, sob a alegação de que o presidente teria sido alertado sobre possíveis irregularidades e não teria agido. Bolsonaro afirmou que encaminhou
o caso às autoridades competentes. A Polícia Federal concluiu não haver elementos suficientes para caracterizar o crime, e o caso foi arquivado a pedido da Procuradoria-Geral da República.
Nem a baleia escapou
Houve ainda episódios que beiraram o insólito. Em um deles, Bolsonaro foi acusado de importunar uma baleia jubarte ao pilotar um jet ski no litoral de São Sebastião. O caso ganhou repercussão, chegou a ser investigado, mas acabou arquivado por falta de elementos que configurassem crime. Ainda assim, serviu para alimentar o ambiente de permanente suspeita.
Não é difícil perceber o efeito cumulativo desse processo. Mais do que cada episódio isolado, foi a repetição constante das acusações que contribuiu para a formação de uma imagem negativa.
Agora é Flávio 
Agora, quem passa a ocupar os holofotes é seu filho Flávio Bolsonaro. À medida que ganha espaço nas pesquisas, aumentam também os questionamentos. Resta saber se terá a mesma capacidade de suportar esse tipo de exposição.
Sendo o político da situação ou da oposição, não importa. Se cometer algum crime, deve pagar pelos erros cometidos. O que precisa ser combatido é a criação de narrativas fantasiosas apenas para prejudicar reputações e
comprometer a campanha do adversário. Isso já não é política. É outra coisa. E dificilmente será por esse caminho que o país encontrará as soluções de que precisa. Siga pelo Instagram: @polito


Fonte: Jovem Pan

Professor brasileiro desaparecido é encontrado morto em Buenos Aires

O professor universitário brasileiro Danilo Neves Pereira, de 35 anos, foi encontrado morto em Buenos Aires, capital da Argentina, nesta segunda-feira (20), segundo o jornal argentino La Nación. Pereira estava desaparecido desde a última terça-feira (14).
Naquele dia, o professor brasileiro fez contato com amigos e avisou que iria encontrar uma pessoa, um chileno que conhecera por meio de um aplicativo de relacionamentos, mas parou de responder mensagens. A última informação que ele compartilhou foi a localização com o endereço do homem, um local que fica no centro da capital argentina.
De acordo com o La Nación, na quarta-feira (15), Pereira deu entrada como não identificado no hospital Ramos Mejía, em Buenos Aires, “devido a uma descompensação psicotrópica causada pelo uso de cocaína”. Ele teria falecido ainda no dia 15.
Um amigo de Danilo ouvido pelo La Nación afirmou que conseguiu encontrar e conversar com o “jovem chileno” com quem o professor desaparecido estava antes de desaparecer, e que ele lhe contou que o brasileiro saiu do local após “uma pequena discussão, mais ou menos na mesma hora em que enviou a última mensagem”.
Danilo morava em Buenos Aires havia cinco meses. Na quarta, amigos publicaram nas redes sociais que Danilo estava desaparecido havia 24 horas e as autoridades locais já haviam sido acionadas. Até a noite de domingo (19), ainda não havia informações sobre o paradeiro do professor.
Danilo deu aulas de inglês no Centro de Idiomas da Universidade Federal de Goiás por 12 anos e, até pouco antes de se mudar para Buenos Aires, morava no Rio de Janeiro, onde cursava um doutorado em linguística aplicada. Ele defenderia sua tese nas próximas semanas.
*Com informações do Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Trump afirma que é ‘altamente improvável’ que trégua com Irã se estenda após quarta à noite

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta segunda-feira (20), que a trégua com o Irá acaba na noite de quarta-feira (22) e que é “altamente improvável que o cessa-fogo se esteda” para além das duas semanas que foram dadas. A trégua entre EUA e Irã começou no dia 7 de abril.
A declaração foi dada em entrevista à Bloomberg e vem em um momento delicado do cessar-fogo entre os dois partidos por causa das recentes acontecimento, sendo um deles o ataque e captura de um navio do Irã pelas forças dos Estados Unidos.
Outro ponto de tensão e em relação as negociações é que a delegação dos Estados Unidos está a caminho do Paquistão para segunda rodada de negociações. Entretanto, os iranianos informaram no domingo (19) que não tem interesse em participar, eles alegam que os Estados Unidos têm feito “exigências excessivas” e “demandas irracionais”. “Nessas condições não se vislumbra um cenário claro para negociações bem-sucedidas”, disse a agência Irna.
O objetivo das negociações é alcançar um acordo para o fim duradouro da guerra, iniciada em 28 de fevereiro por ataques de Israel e dos Estados Unidos, e que se propagou por todo o Oriente Médio, com um balanço de milhares de mortos, principalmente no Irã e no Líbano, e um forte impacto na economia mundial.
No domingo, Trump havia subido o tom contra o Irã e afirmou que estava na hora de parar de ser bonzinho.  “Os Estados Unidos destruirão todas as usinas de energia e todas as pontes no Irã”. “CHEGA DE SER BONZINHO!”, advertiu. Segundo o republicano, os Estados Unidos oferecem um “acordo razoável” e que, em caso de recusa por parte de Teerã resultaria em uma resposta dura.

Captura de navio iraniano
EUA apreendem navio do Irã │Reprodução/X/@CENTCOM
A marinha dos Estados Unidos atacou e capturou no domingo um navio cargueiro do Irã. Um vídeo divulgado pelo Comando Central dos Estados Unidos mostra como foi realizada a operação. As forças norte-americana também informaram que “enviaram multiplos alertas e informes para o cargueiro iraniano de que era uma violação do bloqueio dos Estados Unidos”, explicou o Comando em uma publicação no X (antigo Twitter).
“Depois dos Toruka’s ignorar os alertar por seis horas, o Spruance desativou a propulsão do Touska disparando vários projéteis do canhão MK 45 de 5 polegadas do destróier contra a sala de máquinas da embarcação”, explicou, e acrescentou que. Fuzileiros navais da 31ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais abordaram posteriormente o navio não cooperativo, que permanece sob custódia dos EUA.
Nesta segunda-feira (20), fontes de seguranças informaram que os Estados Unidos desconfiam que o navio do Irã, provavelmente tem a bordo o que Washington considera itens de uso duplo que poderiam ser usados pelos militares, entretanto, não entraram em detalhes sobre os itens.
Fechamento de Ormuz 
Estreito de Ormuz │EFE
A sitação de Ormuz também é outro pronto de tensão entre Estados Unidos e Irã. A região, reaberta na sexta-feira (17), voltou a ser fechado se fechada no sábado (17). Nesta segunda-feira, o tráfego marítimo permanecia praticamente parado com apenas três travessias nas últimas 12 horas, de acordo com dados de navegação. À Bloomberg, o republicado afirmou que o Estreito de Ormuz continuará bloqueado até que um acordo seja fechado
Na sexta a reabertura do corredor marítimo gerou um impulso imediato nos mercados financeiros e provocou uma queda expressiva dos preços do petróleo. Entretanto, no sábado (18), poucas horas após a reabertura, o Irã anunciou a retomada do “controle rigoroso” de Ormuz, por onde, antes da guerra, transitavam 20% do fluxo global de hidrocarbonetos.


Fonte: Jovem Pan

Hemorroidas, fissuras e fístulas: 5 pontos essenciais para entender as condições

Hemorroidas, fissuras e fístulas são condições que afetam a região anal e podem causar desconforto, dor e outros sintomas. As hemorroidas são veias dilatadas no ânus ou no reto, que podem surgir devido ao esforço evacuatório, prisão de ventre ou gravidez, provocando dor, coceira e sangramento.
A fissura anal é uma pequena ferida ou corte na mucosa do ânus, geralmente causada pela passagem de fezes duras, sendo bastante dolorosa, especialmente durante a evacuação. Por sua vez, a fístula anal é uma espécie de canal anormal que se forma entre o interior do ânus e a pele ao redor, geralmente como consequência de infecções ou abscessos, podendo causar secreção, inflamação e dor persistente.
As hemorroidas estão entre as condições mais comuns que afetam a população brasileira, embora ainda sejam cercadas por tabu. Dados da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) apontam que cerca de 50% dos adultos podem apresentar sintomas ao longo da vida. Mesmo assim, o receio e a desinformação fazem com que muitos pacientes adiem a busca por ajuda médica, o que pode agravar o quadro.
Conforme o estudo “Doença hemorroidária: aspectos epidemiológicos e diagnósticos de 9.289 pacientes portadores de doença hemorroidária”, publicado na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), as hemorroidas são, de fato, uma das afecções mais comuns na prática coloproctológica. Elas foram diagnosticadas como a queixa principal em 27,3% dos casos (9.289 pacientes em um total de 34.000).
Abaixo, confira alguns pontos fundamentais sobre as condições e os tratamentos delas.
1. Nem todos os casos precisam de cirurgia
Muitos pacientes associam automaticamente o diagnóstico de hemorroida à necessidade de cirurgia, o que nem sempre é verdade. Em fases iniciais, mudanças simples na rotina podem trazer alívio significativo dos sintomas e evitar a progressão da doença.
“Nem todos os pacientes precisam de intervenção cirúrgica. Em muitos casos, mudanças na alimentação, aumento da ingestão de fibras e hidratação adequada já trazem melhora significativa. A avaliação médica é essencial para definir a melhor abordagem para cada situação”, orienta a coloproctologista Paula A. Conceição.
2. A dor pode indicar qual é o problema
Observar como e quando a dor aparece pode ajudar a diferenciar a hemorroida da fissura. Cada doença apresenta características específicas que auxiliam no diagnóstico, embora a confirmação deva ser sempre feita por avaliação médica.
“A fissura é uma lesão, como se fosse um corte na região anal. O principal sintoma é uma dor intensa ao evacuar, muitas vezes descrita como uma sensação de rasgo. Já a hemorroida costuma causar mais desconforto e sangramento. Essas diferenças ajudam a orientar o diagnóstico”, explica o coloproctologista Dr. Íthalo Medeiros.
Técnicas modernas contribuem para que mais pessoas procurem tratamento sem medo de longos períodos de recuperação Imagem: StockImageFactory.com | Shutterstock
3. A recuperação hoje é mais rápida
O tempo de afastamento das atividades para o tratamento das condições diminuiu consideravelmente, o que contribui para que mais pessoas procurem tratamento sem medo de longos períodos de recuperação. “Com técnicas modernas, muitos pacientes conseguem retomar suas atividades em poucos dias. Isso representa um grande avanço, especialmente para quem tem rotina intensa e não pode se afastar por longos períodos”, afirma Paula A. Conceição.
4. Hábitos de vida fazem toda a diferença
Mesmo com tratamentos eficazes, o estilo de vida continua sendo um fator determinante tanto para o surgimento quanto para a recorrência de hemorroidas, fissuras e fístulas. “A saúde intestinal está diretamente ligada a essas condições. Manter uma dieta rica em fibras, beber bastante água e evitar esforço ao evacuar são medidas simples que fazem grande diferença na prevenção e no controle dos sintomas”, reforça o Dr. Íthalo Medeiros.
5. Diagnóstico precoce evita complicações
A vergonha ainda é um dos principais motivos que levam pacientes a adiar a ida ao médico. No entanto, quanto mais cedo o problema é identificado, maiores são as chances de um tratamento simples e eficaz. “Muitos pacientes chegam ao consultório em estágios mais avançados por medo ou desinformação. Quanto antes o diagnóstico é feito, mais simples tende a ser o tratamento e melhores são os resultados”, conclui Paula A. Conceição.
Por Sarah Monteiro


Fonte: Jovem Pan

5 sinais de que o crescimento da sua empresa está acontecendo sem controle 

Dados recentes coletados em levantamento da CB Insights, plataforma global de inteligência de mercado sobre startups e inovação, revelam que escalar sem estrutura segue sendo uma das principais causas de falência de empresas no contexto global. A pesquisa demonstra, por exemplo, que 38% das startups fecham por falta de caixa e 42% por ausência de demanda real, problemas que se agravam quando as iniciativas empresariais crescem antes de organizar sua operação.
No Brasil, o alerta é ainda mais contundente: mais de 8 mil startups encerraram atividades na última década, muitas delas após ciclos de expansão sem governança adequada, de acordo com estudo promovido pela Distrito, empresa especializada no ecossistema de inovação e tecnologia.
O cenário sugere uma tendência em que empresas conseguem escalar rapidamente, mas nem sempre acompanham esse ritmo com processos, gestão e governança adequados. A expansão sem bases estruturais, portanto, pode gerar efeitos adversos, como aumento de custos, retrabalho e dificuldades na tomada de decisão, conforme explica Rodrigo Baraldi, advogado, conselheiro estratégico de M&A e autor do livro “365 dias para se tornar o dono que sua empresa precisa”. 
Em sua experiência com empresas de diferentes setores, Rodrigo Baraldi observa que muitos negócios atingem novos patamares de receita sem que o dono ou a gestão tenham adaptado processos, funções e estruturas internas para acompanhar esse avanço. Com base nesse contexto, existem sinais que indicam quando o crescimento pode estar ocorrendo sem controle adequado. Confira!
1. Previsibilidade da operação diminui
Empresas em expansão desordenada apresentam dificuldade em responder perguntas básicas sobre margens, custos e geração de caixa. A falta de controle financeiro estruturado transforma o crescimento em um processo de tentativa e erro.
2. Problemas aumentam com o faturamento
Quando o aumento da receita não vem acompanhado de processos claros, retrabalho, erros e crises operacionais tendem a crescer. A produtividade cai e os custos se tornam mais difíceis de controlar.
Concentrar as decisões no fundador pode deixar a empresa menos eficiente Imagem: fizkes | ShutterStock
3. Decisões ainda dependem exclusivamente do dono
Negócios que permanecem centralizados no fundador, mesmo com crescimento, podem se tornar menos eficientes. Ausência de delegação e papéis pouco definidos podem comprometer a capacidade de execução e de resposta rápida às demandas do mercado.
4. Entendimento do cliente não acompanha as vendas
Crescer sem validar processos ou consolidar o product-market fit, ou seja, a aderência do produto à demanda real, pode transformar cada novo cliente em custo adicional. A expansão baseada apenas em percepção de mercado pode gerar inconsistências na operação e na experiência do cliente.
5. Governança não acompanha a expansão
Conflitos entre sócios, decisões informais e falta de regras claras tendem a surgir em momentos de crescimento acelerado. A ausência de estrutura jurídica e de governança pode comprometer o valor do negócio e reduzir o interesse de investidores.
Segundo o advogado Rodrigo Baraldi, esses sinais indicam que a empresa está em um estágio em que crescimento e estrutura precisam caminhar juntos. Dados de mercado reforçam que crescimento sem controle não é raro, e que a capacidade de organizar processos internos, definir funções e acompanhar indicadores financeiros é determinante para a sustentabilidade do negócio.
Por Milena Almeida


Fonte: Jovem Pan

Bruno Bolsonaro Scheid denuncia “inversão de valores” e alerta para crise de violência contra a mulher em Rondônia

Em forte posicionamento nas redes sociais, pré-candidato ao Senado afirma que o cidadão de bem tornou-se refém dentro da própria casa e cobra o fortalecimento das forças de segurança

PORTO VELHO, RO – O pré-candidato ao Senado Federal, Bruno Bolsonaro Scheid, subiu o tom contra o atual cenário da segurança pública no Brasil e em Rondônia. Em vídeo publicado recentemente, Scheid denunciou o que classifica como uma “inversão total de valores”, destacando que, no sistema atual, o criminoso é tratado como vítima enquanto o trabalhador vive trancado e desamparado.

Rondônia em Alerta

Scheid apresentou dados alarmantes sobre a violência doméstica no estado para ilustrar a gravidade da situação local. Segundo o pré-candidato, Rondônia atingiu o patamar de segundo estado mais perigoso do país para o público feminino, registrando uma agressão contra mulher a cada meia hora e um assassinato a cada 15 dias.

“A situação já passou de todos os limites. O cidadão de bem foi abandonado e o criminoso anda solto, rindo da nossa cara”, afirmou Bruno Bolsonaro Scheid.”

Apoio às Polícias e Crítica ao Sistema

Durante a fala, Scheid fez questão de defender a atuação das Polícias Militares e Civis, atribuindo a responsabilidade do aumento da criminalidade às políticas governamentais que, segundo ele, enfraquecem as forças de segurança e desarmam a população. Para o pré-candidato, há uma percepção de que o crime está “mandando mais que a lei” devido à proteção dada a quem deveria estar atrás das grades.

O pré-candidato encerrou o posicionamento reforçando que não aceitará a continuidade do controle do crime sobre o país. "Ou enfrentamos o crime ou o crime continuará controlando o Brasil. Eu não vou aceitar isso", concluiu.

Gilmar pede a Moraes a inclusão de Zema no inquérito das fake news

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes enviou uma representação ao ministro Alexandre de Moraes pedindo a investigação do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por compartilhar em suas redes sociais um vídeo com uma sátira aos ministros da Corte.
Na representação, Gilmar apontou a suspeita de indícios de crime em uma publicação feita por Zema, que deixou o governo de Minas em março para ser pré-candidato à Presidência da República. A informação foi divulgada inicialmente pelo jornal Folha de S Paulo e confirmada pelo Estadão.
Moraes pediu uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de decidir sobre a inclusão de Zema no inquérito.
O vídeo publicado por Zema retratava uma conversa entre dois bonecos, caracterizados por desenhos de fantoches, que representariam Dias Toffoli e Gilmar Mendes. No vídeo, Toffoli telefona para Gilmar e pede a ele que anule as quebras de sigilo de sua empresa, aprovada na CPI do Crime Organizado do Senado.
Com um diálogo marcado por ironias e caricaturas, Gilmar responde que anularia as quebras e pede em troca uma cortesia no resort Tayayá, no qual Toffoli possuía participação acionária.
A sátira se baseia no fato de que Gilmar Mendes efetivamente proferiu decisão anulando as quebras de sigilo da Maridt. Essa é a empresa de Toffoli e dos irmãos do ministro que recebeu aportes de um fundo de investimento ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro, como mostrou o Estadão.
Na representação enviada a Moraes, Gilmar escreveu que o vídeo “vilipendia não apenas a honra e a imagem deste Supremo Tribunal Federal, como também da minha própria pessoa”.
Críticas ao STF
Nas últimas semanas, Zema endureceu o tom contra o STF em discursos públicos.
Em um evento no dia 13 de abril, ele afirmou: “O STF era um lugar que nós tínhamos uma certa confiança, mas já estava cheirando mal há alguns anos. Agora, realmente, aflorou toda a podridão que está lá dentro”.
No lançamento de seu programa de governo, no dia 16, ele disse que, caso fosse eleito presidente da República, iria “propor ao Congresso um novo Supremo”.
Zema e Gilmar chegaram a protagonizar um embate público. Diante da série de críticas, Gilmar lembrou nas redes sociais que o ex-governador de Minas havia acionado o STF para adiar o pagamento de parcelas da dívida estadual com a União.
Zema rebateu publicamente: “Ele deu uma decisão favorável a Minas Gerais, e agora descobri que foi um favor para eu ser submisso a ele pelo resto da vida.”
*Com informações do Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Zé Trovão é indicado relator da MP dos Caminhoneiros

Hugo Motta, presidente da Câmara, comunicou na sexta-feira (17) ao deputado Zé Trovão (SC) que ele será o relator da MP 1343, a chamada MP dos Caminhoneiros.
A indicação tem respaldo formal do setor. Em manifesto, a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) e federações estaduais — entre elas FENACAM, FETRABENS e FECAM-SC — defenderam que a relatoria exigia alguém com “legitimidade de origem” e “conhecimento prático do setor”.
Para as entidades, o parlamentar catarinense é o único nome com trânsito real entre a Esplanada e o asfalto. Zé Trovão é, segundo o manifesto, “reconhecidamente, o único deputado federal com origem direta na categoria dos caminhoneiros”.
O deputado agradeceu em nome da categoria. “Essa vitória não é minha, é de todos os caminhoneiros que sofrem diariamente nas estradas, para colocar esse país para girar. Vamos fazer uma discussão séria que beneficie os irmãos de estrada do início ao fim do projeto.”


Fonte: Jovem Pan

Veja o momento em que a marinha dos EUA ataca e captura navio do Irã

O Comando Central dos Estados Unidos divulgou no domingo (19) um vídeo em que mostra o momento em que as forças norta-americanas abriram fogo e capturaram um navio do Irã. “As forças americanas enviaram multiplos alertas e informes para o cargueiro iraniano de que era uma violação do bloqueio dos Estados Unidos”, explicou o Comando em uma publicação no X (antigo Twitter).
“Depois dos Toruka’s ignorar os alertar por seis horas, o Spruance desativou a propulsão do Touska disparando vários projéteis do canhão MK 45 de 5 polegadas do destróier contra a sala de máquinas da embarcação”, explicou, e acrescentou que. Fuzileiros navais da 31ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais abordaram posteriormente o navio não cooperativo, que permanece sob custódia dos EUA.
Nesta segunda-feira (20), fontes de seguranças informaram que os Estados Unidos desconfiam que o navio do Irã, provavelmente tem a bordo o que Washington considera itens de uso duplo que poderiam ser usados pelos militares, entretanto, não entraram em detalhes sobre os itens.
O Comando Central dos EUA listou metais, tubos e componentes eletrônicos entre outros produtos que poderiam ter uso militar e industrial e poderiam ser capturados. Os militares do Irã disseram que o navio estava viajando da China e acusaram os EUA de “pirataria armada”, de acordo com a mídia estatal iraniana nesta segunda-feira.

https://t.co/SdInnL4ZW8
— U.S. Central Command (@CENTCOM) April 19, 2026

De acordo com os números divulgados na manhã de sábado (18) pelo Exército norte-americano, desde o início do bloqueio aos portos iranianos, em 13 de abril, “23 navios acataram as ordens das forças norte-americanas de voltar”.
O Irã suspendeu na sexta-feira (17) o bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde normalmente passa um quinto do comércio mundial de petróleo e gás natural. Entretanto, no dia seguinte, anunciou que voltava a impor “controle rigoroso” sobre a passagem em resposta à decisão dos Estados Unidos de manter a interdição aos portos iranianos.
*Com informações da Reuters e AFP


Fonte: Jovem Pan

EUA desconfiam de que navio do Irã apreendido transportava equipamentos de ‘uso duplo’

Os Estados Unidos desconfiam que o navio do Irã que foi apreendidos pelas forças norte-americanas no domingo (19), provavelmente tem a bordo o que Washington considera itens de uso duplo que poderiam ser usados pelos militares, disseram fontes de segurança marítima nesta segunda-feira (20).  As fontes de segurança, que não quiseram ser identificadas, não entraram em detalhes sobre os itens.
O Comando Central dos EUA listou metais, tubos e componentes eletrônicos entre outros produtos que poderiam ter uso militar e industrial e poderiam ser capturados. Os militares do Irã disseram que o navio estava viajando da China e acusaram os EUA de “pirataria armada”, de acordo com a mídia estatal iraniana nesta segunda-feira.
O pequeno navio porta-contêineres, que faz parte do grupo Islamic Republic of Iran Shipping Lines (IRISL), que foi atingido pelas sanções dos EUA, foi abordado no domingo na costa do porto iraniano de Chabahar, no Golfo de Omã, e informou sua última posição às 10h08 (horário de Brasília), de acordo com dados de rastreamento de navios na plataforma Marine Traffic.
A tripulação do Touska inclui um capitão iraniano e membros da tripulação iraniana, embora não esteja claro se toda a tripulação é de nacionalidade iraniana, disse uma das fontes.
Washington impôs sanções à IRISL no final de 2019, descrevendo-a como “a linha de navegação preferida para proliferadores e agentes de aquisição iranianos”, que incluía o transporte de itens destinados ao programa de mísseis balísticos do Irã.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse em uma postagem na plataforma Truth Social no domingo que o Touska estava sob sanções dos EUA devido ao seu “histórico anterior de atividades ilegais”, acrescentando que as forças dos EUA estão “vendo o que há a bordo”.
As Forças Armadas dos EUA ampliaram seu bloqueio marítimo contra o Irã para incluir cargas consideradas contrabando e qualquer embarcação suspeita de tentar chegar ao território iraniano estará “sujeita ao direito beligerante de visita e busca”, disse a Marinha dos EUA em um comunicado na quinta-feira. O contrabando inclui armas e munições.


Fonte: Jovem Pan