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Datafolha: no 1º turno, Lula tem 39%; Flávio Bolsonaro, 35%; Caiado, 5%; e Zema, 4%

Datafolha: Lula empata com Flávio Bolsonaro, Caiado e Zema no 2º turno para presidente
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (7) pelo jornal “Folha de S.Paulo” confirma a polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro turno das eleições para presidente. Nas simulações de segundo turno, Lula perdeu vantagem e agora empata com Flávio, Caiado e Zema no 2º turno.
Nas menções espontâneas para o primeiro turno, quando o entrevistado não tem acesso à lista de pré-candidatos, Lula ainda lidera as intenções de voto, oscilando de 25% para 26%, na pesquisa anterior, de março. Já o senador Flávio Bolsonaro avançou quatro pontos, de 12% para 16%.
Quando os nomes dos pré-candidatos são mostrados ao eleitor, Lula mantém a liderança, com 39%, mas Flávio Bolsonaro oscilou positivamente dois pontos, de 33% para 35%. Isso aponta uma tendência de empate técnico no limite da margem de erro, segundo os dados, a curva do senador é ascendente e a do presidente, estagnada.
Veja os números da pesquisa estimulada no 1º turno
Lula (PT): 39%
Flávio Bolsonaro (PL): 35%
Ronaldo Caiado (PSD): 5%
Romeu Zema (Novo): 4%
Renan Santos (Missão): 2%
Aldo Rebelo (DC): 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 1%
Em branco/nulo/nenhum: 10%
Não sabem: 4%
Na pesquisa anterior, de março, Lula liderava os cenários de primeiro turno, com índices que variavam entre 38% e 39%. O senador Flávio Bolsonaro variava entre 32% e 34%.
Datafolha: pesquisa estimulada para o 1º turno das eleições de 2026
Juan Silva/Arte g1
Essa é a primeira pesquisa do Datafolha após a confirmação do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como pré-candidato do PSD. Ele tem 2% de citações.
O levantamento também passou a incluir o ex-deputado Cabo Daciolo, pré-candidato pelo Mobiliza. Os nomes de Ratinho Junior e Eduardo Leite não aparecem mais.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à esquerda e senador Flávio Bolsonaro (PL), à direita.
Esa Alexander/Reuters e Evaristo SA/AFP
Além das intenções de voto, o Datafolha mediu a rejeição dos candidatos. O instituto ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 7 e 9 de abril. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%.


Fonte:

g1 > Política

Deputado federal destina R$ 4,3 milhões para construção de unidade hospitalar que leva nome do pai dele em Sergipe

O deputado Rodrigo Valadares (União-SE) será o relator de projeto que prevê anistia a participantes do 8 de janeiro
Mário Agra/Câmara dos Deputados
O deputado federal Rodrigo Valadares (PL-SE) destinou R$ 4.347.500 em emendas parlamentares para a construção de uma unidade hospitalar em Nossa Senhora do Socorro, na Grande Aracaju. O prédio será administrado por uma associação filantrópica e levará o nome do ex-deputado Pedrinho Valadares, pai do parlamentar.
A unidade será construída em um terreno cedido pela Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro, aprovado pela Câmara de Vereadores.
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Em nota, Rodrigo Valadares afirmou que a saúde é prioridade em seu mandato e que destina verbas acima do mínimo obrigatório para municípios e hospitais filantrópicos que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Sergipe.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Sobre a homenagem, a assessoria do deputado informou que a escolha do nome foi feita pela própria gestão da associação hospitalar beneficiada, qua ainda não se manifestou sobre o assunto.
Rodrigo Valadares é pré-candidato ao senado por Sergipe nas eleições de outubro de 2026.
Homenageado
Pedrinho Valadares foi advogado e exerceu quatro mandatos como deputado federal por Sergipe. Na administração pública, atuou como secretário de Turismo do Estado, secretário-geral em Simão Dias e consultor técnico do governo estadual.
Ele morreu aos 48 anos, em 13 de agosto de 2014, no acidente aéreo em Santos (SP) que também vitimou o então candidato à Presidência da República, Eduardo Campos.


Fonte:

g1 > Política

Centrão rejeita Zema como vice de Flávio e vê fala sobre Nordeste como “bomba eleitoral”

Fotos mostram Flávio Bolsonaro e Romeu Zema
AP Photo/Eraldo Peres; Reprodução/TV Globo
Lideranças do Centrão têm reforçado a resistência ao nome de Romeu Zema como possível vice na chapa de Flávio Bolsonaro. Na avaliação de representantes do bloco — que, como já mostrou o blog, preferem a ex-ministra Tereza Cristina — declarações de Zema sobre o Nordeste representam um potencial “desgaste explosivo” em campanha e tendem a ser exploradas por adversários, especialmente pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo em 2023, Zema defendeu uma articulação entre estados do Sul e Sudeste em resposta ao movimento dos governadores nordestinos. Na mesma ocasião, comparou o Brasil a um “produtor rural” que favoreceria regiões que produzem menos, em referência ao Nordeste.
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Para líderes do Centrão, a fala foi “um desastre” e uma “chuva de preconceitos” do ponto de vista político e pode contaminar a campanha presidencial.
Apesar da resistência, Zema segue como o nome preferido do núcleo duro de Flávio Bolsonaro. No fim de semana, após pesquisa Datafolha apontar empate entre Flávio e Lula, os dois publicaram vídeo com ironias sobre a possibilidade de composição.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
No último sábado (11) os dois pré-candidatos apareceram juntos nas redes sociais, em uma postagem conjunta com os dois perfis. Zema brinca: “Pessoal, estou aqui fazendo um convite para o Flávio ser meu vice. O que vocês acham?”. Em tom de ironia, o senador responde com outra pergunta — “Será?” — e os dois brindam, entre risos.
Em reação às declarações, o Consórcio Nordeste afirmou que o governador mineiro demonstra “uma leitura preocupante do Brasil” e destacou que Norte e Nordeste foram historicamente penalizados por políticas de desenvolvimento nacional.


Fonte:

g1 > Política

Áudio: CDH aprova estabilidade provisória para gestante em trabalho temporário

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou na quarta-feira (8) projeto que estende às gestantes em contrato de trabalho intermitente, temporário ou por prazo determinado a garantia de estabilidade temporária já prevista pela CLT às empregadas com contrato formal. O PL 3.522/2025, do senador Confúcio Moura (MDB-RO), foi relatado pela senadora Jussara Lima (PSD-PI) e segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS). O texto também determina que as gestantes recebam uma remuneração mínima durante o período de prestação de serviços.


Fonte: Senado Federal

Áudio: Gestor que ignorar recursos por questões políticas pode responder por improbidade

Deixar dinheiro público parado na gaveta ou perder prazos de convênios por questões políticas pode ser enquadrado como crime de improbidade administrativa. Projeto de lei (PL 511/2023) do senador Styvenson Valentim (PSDB-RN), pronto para votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), estabelece a punição de prefeitos e governadores que, por negligência ou má-fé, percam recursos federais ou internacionais. A proposta, já aprovada na Comissão de Segurança Pública (CSP), foca nos gestores que inviabilizam obras apenas para não dar palanque a adversários políticos.


Fonte: Senado Federal

Peru retoma votação para eleitores que ficaram sem cédulas no 1º turno

O Tribunal Eleitoral do Peru determinou que o primeiro turno das eleições gerais continue nesta segunda-feira (13), para atender mais de 63 eleitores de Lima que não conseguiram votar neste domingo (12), porque não chegaram as cédulas aos seus centros de votação. A mesma irregularidades se registraram em regiões dos Estados Unidos onde votam peruanos expatriados.
Em um comunicado oficial, as autoridades informaram que 15 colégios públicos da capital Lima estarão abertos para a votação, das 7h às 18h locais (9h às 20h de Brasília). Nos Estados Unidos, as mesas estarão disponível em Orlando (Flórida) e Paterson (Nova Jersey).
Enquanto isso, a apuração avança, porém em ritmo lento. Até às 23 horas (de Brasília) deste domingo, apenas 6% dos votos haviam sido totalizados.
Ao todo, 35 candidatos disputam a presidência peruana. O cargo foi ocupado por 8 políticos diferentes nos 10 últimos anos, reflexo de prisões por corrupção, cassações e até suicídio.
As pesquisas de boca de urna indicaram que Keiko Fujimori (Fuerza Popular), filha do ditador Alberto Fujimori, estará no segundo turno, marcado para 7 de junho. O seu adversário está indefinido.
O instituto Ipsos deu 16,6% dos votos para Keiko e um empate quádruplo em segundo lugar. Roberto Sánchez, do Juntos por el Perú, apareceu em segundo, com 12,1%, muito acima das pesquisas pré-eleitorais, que davam a ele de 5% a 6%.
Na sequência, apareceram Ricardo Belmont, do Partido Cívico Obras (11,8%); Rafael López Aliaga, do Renovación Popular (11%); e Jorge Nieto, do Partido del Buen Gobierno (10,7%).
O instituto Datum deu 16,5% para Keiko Fujimori e o empate quádrulo entre os mesmos quatro candidatos, porém em outra ordem: 12,8% para ALiaga, 11,6% para Jorge Nieto, 10,5% para Ricardo Belmont e 10% para Roberto Sánchez.
*Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Após derrotar Orbán, Magyar promete governar para todos na Hungria

O candidato pró-europeu Péter Magyar prometeu nesta segunda-feira (13) governar para “todos os húngaros”, um dia após sua ampla vitória sobre o ex-primeiro-ministro nacionalista Viktor Orbán, que contava com o apoio do presidente americano Donald Trump.
“É uma imensa honra que vocês tenham nos concedido sua confiança, com o maior número de votos já obtido, para trabalharmos por uma Hungria livre, europeia, funcional e humana”, escreveu Magyar no Facebook.
Durante a noite de domingo (12), em um palanque às margens do Danúbio, o conservador afirmou que seus eleitores e ele “libertaram a Hungria”, sob os aplausos de dezenas de milhares de pessoas.
Segundo a contagem oficial dos votos, com 98,94% das urnas apuradas, o partido de Magyar, o Tisza, conquistou 138 cadeiras de um total de 199 no Parlamento, com 53,07% dos votos.
Por sua vez, o Fidesz de Orbán obteve 55 cadeiras (38,43% dos votos). A taxa de participação foi recorde: 79,50%.
Orbán reconheceu a derrota, mencionou resultados “dolorosos, mas inequívocos”, e parabenizou “o partido vencedor”.
A derrota inapelável de Orbán, que havia transformado seu país de 9,5 milhões de habitantes em um modelo de democracia iliberal, também representa um golpe contra os movimentos nacionalistas e de extrema direita em todo o mundo, em particular a ala MAGA de Trump, que enviou o vice-presidente JD Vance para apoiar Orbán na reta final da campanha e criticar a suposta interferência dos “burocratas de Bruxelas”.
“É uma derrota estrondosa para o autoritarismo, cujo eco vai muito além das fronteiras da Hungria”, afirmou o centro de estudos ‘Center for American Progress’.
“Também é um golpe importante para aqueles que viam no modelo corrupto de Viktor Orbán um exemplo a seguir, incluindo Donald Trump”, acrescentou.

‘Tarefa enorme’
A presidência russa, próxima de Orbán, afirmou nesta segunda-feira que “respeita” o voto dos húngaros e que espera manter “contatos pragmáticos com as novas autoridades”, segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.
Também próximos do ex-primeiro-ministro nacionalista, os governantes da República Tcheca e da Eslováquia, Andrej Babis e Robert Fico, “parabenizaram” Magyar nesta segunda-feira.
No domingo, outros líderes europeus celebraram o resultado, como o francês Emmanuel Macron e o polonês Donald Tusk, que afirmou em húngaro: “Russos, voltem para casa”, uma referência à amizade entre Orbán e o presidente russo Vladimir Putin.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, considerou que a Hungria “escolheu a Europa”, e o chefe de Governo da Alemanha, Friedrich Merz, afirmou nesta segunda-feira que “o populismo de direita sofreu “uma forte derrota”.
A vitória de Magyar implica “menos bloqueios em perspectiva e uma cooperação mais amistosa para a UE e a Ucrânia”, destacou Grégoire Roos, diretor para Europa e Rússia do centro de estudos Chatham House.
Contudo, o resultado não significa o “início do fim do populismo na Europa”, acrescentou.
Magyar prometeu restabelecer os contrapesos e garantir “o funcionamento democrático” da Hungria, uma “tarefa enorme”.
O futuro primeiro-ministro já foi integrante do Fidesz, que ele abandonou ao denunciar as supostas práticas corruptas do governo de Orbán.
Viktor Orbán havia destacado suas amizades em todo o mundo, “dos Estados Unidos à China, passando pela Rússia e pelo mundo turco”.
Porém, em um “contexto de tensões crescentes, ficou mais difícil apresentar Trump como um fiador da estabilidade, já que alguns o consideram um fator de incerteza no cenário internacional”, disse Bulcsú Hunyadi, analista da Political Capital.
*Com informações da AFP


Fonte: Jovem Pan

Enem 2026: prazo para isenção da taxa começa nesta segunda-feira

Começa nesta segunda-feira (13) o prazo para solicitar a isenção da taxa de inscrição do Enem 2026. Os pedidos podem ser feitos até o dia 24 de abril, por meio da Página do Participante, com login da conta gov.br.
O período também vale para a justificativa de ausência no Enem 2025, exigida para quem faltou aos dois dias de prova e deseja participar gratuitamente da próxima edição.
Têm direito à isenção:

– Estudantes matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública em 2026;
– Candidatos que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsistas integrais na rede privada com renda de até um salário-mínimo e meio;
– Inscritos no Cadastro Único (CadÚnico);
– Participantes do programa Pé-de-Meia também estão incluídos.
O resultado das solicitações será divulgado em 8 de maio. Mesmo com a isenção aprovada, os candidatos precisarão se inscrever no exame dentro do prazo que ainda será divulgado pelo Ministério da Educação.
Criado há mais de duas décadas, o Enem é a principal porta de entrada para o ensino superior no Brasil, sendo utilizado em programas como Sisu, Prouni e Fies, além de processos seletivos em instituições de ensino no país e em Portugal.


Fonte: Jovem Pan

Irã diz que bloqueio naval dos EUA é ilegal e ameaça retaliação

O Exército do Irã afirmou que o bloqueio naval-americano, que deve começar nesta segunda-feira (13), é “ilegal” e constitui um ato de “pirataria”, e advertiu que nenhum porto do Golfo estará a salvo em caso de ameaça aos portos do país.
“As restrições impostas pelos criminosos Estados Unidos à navegação marítima e ao trânsito em águas internacionais são ilegais e constituem um exemplo de pirataria”, declarou o comandante das Forças Armadas iranianas, Khatam al Anbiya, em um comunicado lido na televisão estatal.
“Se a segurança dos portos da República Islâmica nas águas do Golfo Pérsico e do Mar da Arábia for ameaçada, nenhum porto do Golfo Pérsico nem do mar da Arábia estará a salvo”, acrescentou.
*AFP
 


Fonte: Jovem Pan

Peru caminha para 2º turno nas eleições presidenciais em junho

A candidata Keiko Fujimori comemorou nesta segunda-feira (13) os resultados das pesquisas e das estimativas preliminares das eleições no Peru, que a apontam como favorita para um segundo turno em junho contra o “inimigo” de esquerda.
A apuração oficial avança de maneira lenta, em um pleito marcado por questionamentos à autoridade eleitoral após atrasos e incidentes que provocaram a ampliação do horário de votação até esta segunda-feira, com uma nova jornada das 7h00 às 18h00 (horário local).
“Os resultados (…) são um sinal muito positivo para o nosso país, porque (…) o inimigo é a esquerda”, disse a filha do ex-presidente autocrata Alberto Fujimori (1990-2000) em um breve discurso.
Sem um rival confirmado, a segunda vaga no segundo turno é disputada por vários candidatos, incluindo o ultraconservador Rafael López Aliagas, que aparece bem posicionado.
O próximo presidente terá o desafio de enfrentar as taxas elevadas de criminalidade e a instabilidade política que levou o país a ter oito presidentes na última década.

“Fraude”
Com 40% dos votos apurados, Fujimori lidera a contagem oficial, à frente de López Aliaga, conhecido como Porky. Em um país onde o voto é obrigatório, quase 63.000 pessoas não conseguiram votar por falta de cédulas, urnas e outros materiais eleitorais.
“Dá muita indignação que, nesta altura do século XXI, estejam acontecendo estas coisas aqui no Peru. Cada dia é pior”, disse Martha Tumba, de 81 anos, durante um protesto diante da sede da autoridade eleitoral.
Durante o dia de votação no domingo, longas filas foram registradas em alguns locais de votação em Lima sob forte calor e umidade. Os candidatos também criticaram os problemas.
“É uma fraude eleitoral gravíssima e vamos convocar um protesto cidadão”, disse López Aliaga.
Segundo as pesquisas, o terceiro e o quarto lugares de uma disputa acirrada estão com o social-democrata Jorge Nieto, que ainda tem chances de alcançar López Aliaga, e o empresário de centro Ricardo Belmont.
Antes do fim do horário de votação, policiais da unidade anticorrupção e promotores entraram na sede da autoridade eleitoral e na empresa responsável por distribuir o material eleitoral para obter informações sobre os incidentes.
Jornalistas da AFP constataram a presença de agentes das forças de segurança dentro e nas imediações do organismo eleitoral. Durante a noite, dezenas de pessoas gritaram “fraude” em um protesto diante da autoridade eleitoral do país.
Criminalidade
Boa parte dos peruanos desconfia de seus políticos, a quem responsabilizam pela violência que coincide com a presença de grupos criminosos transnacionais em guerra com os criminosos locais.
Os discursos de campanha se concentraram no combate à criminalidade. Vários candidatos apostam em medidas radicais, como tribunais anônimos para julgar criminosos, prisões cercadas por serpentes, premiação pela morte de bandidos ou a saída do país da jurisdição da Corte Interamericana de Direitos Humanos.
O Peru teve oito presidentes desde 2016, metade deles destituídos por um Parlamento que concentra a rejeição da população.
Em uma entrevista à AFP na véspera da eleição, Keiko Fujimori prometeu expulsar migrantes em situação irregular, atrair investimentos americanos e aderir ao bloco de governos de direita da região, que cresce com o apoio de Donald Trump.
Os eleitores receberam uma cédula de 44 centímetros de comprimento, na qual também marcam, pela primeira vez desde 1990, deputados e senadores, já que o país restabelecerá em julho um Parlamento bicameral.
Mais de 90% dos peruanos têm “pouca” ou “nenhuma confiança” em seu governo e em seu Parlamento, o índice mais elevado na América Latina, segundo a pesquisa regional Latinobarómetro.
Mas, apesar de seus problemas, o Peru se destaca como uma das economias mais estáveis da região, com a menor inflação do continente e exportações minerais em expansão.
*AFP


Fonte: Jovem Pan