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Trump diz que Irã está em ‘colapso financeiro’ após fechamento de Ormuz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prorrogou por tempo indeterminado o cessar-fogo com o Irã para dar mais tempo às negociações de paz e afirmou nesta quarta-feira (22) que a República Islâmica está em “colapso financeiro” devido ao fechamento do Estreito de Ormuz.
O Irã não confirmou de maneira imediata a prorrogação do cessar-fogo. Um navio porta-contêineres foi atingido nesta quarta-feira por disparos iranianos perto da costa de Omã, uma ação que provocou danos, mas nenhuma vítima, segundo a agência britânica de segurança marítima UKMTO.
Além disso, um cargueiro que deixava o Irã foi imobilizado por disparos, acrescentou a UMKTO, que não relatou danos nem feridos no segundo incidente.
Desde o início da guerra no Oriente Médio, deflagrada em 28 de fevereiro por ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, uma rodada de negociações aconteceu em Islamabad, mas terminou sem resultados. O Paquistão, país mediador, tenta organizar outro ciclo de conversações para acabar com um conflito que matou milhares de civis, principalmente no Irã e no Líbano, e abala a economia mundial.
O ministro iraniano da Agricultura, Gholamreza Nouri, afirmou que o bloqueio naval americano não afetou a capacidade do país de fornecer produtos básicos e alimentos.
“Quase 85% dos produtos agrícolas e de primeira necessidade são produzidos no país, portanto a segurança alimentar nacional está garantida”, acrescentou.
Trump atribuiu sua decisão de estender a trégua a um pedido do Paquistão e destacou a necessidade de permitir ao “fraturado” governo iraniano que elabore uma proposta para pôr fim ao conflito. Contudo, afirmou que o bloqueio dos portos iranianos vai continuar.
“Ordenei às nossas Forças Armadas que continuem com o bloqueio e, em todos os demais aspectos, permaneçam prontas e preparadas, e portanto prolongarei o cessar-fogo até que o Irã apresente uma proposta e as conversas sejam concluídas, de uma forma ou de outra”, anunciou o presidente americano.
Trump mencionou, em uma mensagem na sua rede Truth Social, divisões na cúpula do poder iraniano e afirmou que “o Irã está em colapso financeiro” devido ao bloqueio do Estreito de Ormuz, via marítima estratégica para o transporte mundial de hidrocarbonetos.
‘Dizer adeus ao petróleo’
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, em seu papel de interlocutor, deu boas-vindas à prorrogação. O secretário-geral da ONU, António Guterres, também elogiou o anúncio, que interpreta como um “avanço importante para a desescalada”, segundo um comunicado de seu porta-voz.
Antes do anúncio de Trump, o Irã havia ameaçado retomar os ataques contra os países do Golfo e colocar em perigo o abastecimento mundial de petróleo.
“Nossos vizinhos do sul devem saber que, se sua geografia e suas instalações são utilizadas a serviço dos inimigos para atacar a nação iraniana, deverão dizer adeus à produção de petróleo no Oriente Médio”, advertiu o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês), o exército ideológico do Irã.
Um morto no Líbano
Na outra frente de batalha da guerra, novas negociações diretas entre Israel e Líbano devem acontecer na quinta-feira em Washington, segundo o governo americano.
Assim como as primeiras, em 14 de abril, as conversações serão lideradas pelos embaixadores. Segundo a agência oficial libanesa Ani, o Exército israelense detonou várias casas na manhã de quarta-feira em Al Bayada, no sul do país.
A mesma fonte acrescentou que um ataque israelense na região do Bekaa provocou uma morte. Segundo um balanço oficial divulgado na terça-feira, 2.454 pessoas morreram no Líbano em seis semanas de guerra.
‘Libertar’ as mulheres iranianas
Antes de anunciar a extensão da trégua, Trump pediu a Teerã que “libertasse” várias mulheres que, segundo ele, estariam ameaçadas de execução. Seria um “começo muito bom para as negociações”, declarou.
Nesta quarta-feira, o Irã prosseguiu com uma série de execuções ao enforcar um homem condenado por acusações de vínculos com os serviços de inteligência israelenses.
Em Teerã, onde os principais aeroportos reabriram na segunda-feira após muitas semanas fechados, a vida voltou à normalidade.
Alguns moradores da capital, contactados pela AFP a partir de Paris, têm aproveitado o cessar-fogo para fazer uma pausa, mas com o temor de que a guerra retorne em breve.
“Saí sem estresse, fui caminhar, fui a cafeterias e restaurantes”, contou Mobina Rasoulian, uma estudante de 19 anos que passeava pela capital iraniana.
*AFP


Fonte: Jovem Pan

Ana Paula vence o BBB 26 com 75,94% dos votos

Ana Paula Renault venceu o “Big Brother Brasil 26”, com 75,94% da média dos votos nesta terça-feira (21). Escolhida pelo público na final, ela conquistou o prêmio recorde de R$ 5,7 milhões, além de um carro 0 km.
Formada em Jornalismo, Ana Paula começou a exercer a profissão somente após sua primeira participação no Big Brother Brasil. Logo após a saída do reality, ganhou uma vaga como repórter no extinto Vídeo Show, em que entrevistava ex-BBBs sobre a vida após o programa.
Em 2016, ela ainda fez uma participação na novela Haja Coração, de Daniel Ortiz. Na ocasião, Ana Paula interpretou ela mesma.
Em 2017, o seu contrato com a Rede Globo foi encerrado. No ano seguinte, ela foi anunciada no elenco do reality A Fazenda, da Record TV. A passagem pelo programa foi conturbada e ela acabou eliminada na terceira semana, em uma Roça contra a sua rival, Nadja Pessoa.
Em 2020, a jornalista foi contratada pelo SBT para ser jurada do programa Triturando. Depois, passou um período como uma das apresentadoras do Fofocalizando, até ser dispensada pela emissora.
*Com informações do Estadão Conteúdo 
 


Fonte: Jovem Pan

Aos 44 anos, Kaká, mascote da conquista do penta, reverencia a “Família Scolari”

Nascido em 22 de abril de 1982, Ricardo Izecson dos Santos Leite, o Kaká, é um dos grandes talentos da história do futebol brasileiro. Em 2002, com apenas vinte anos, foi campeão do mundo pela seleção. Para os críticos, o jogador poderia ter sido mais utilizado por Felipão durante a campanha do penta, no Japão e na Coreia do Sul. Considerado mascote do grupo, entrou em campo apenas na terceira partida, contra a Costa Rica, ao substituir Rivaldo, no andamento do duelo válido pela fase de grupos.
Na final, diante da Alemanha, Kaká estava pronto para adentrar ao gramado já nos descontos, mas não deu tempo. Como titular absoluto, participou nas Copas de 2006, na Alemanha, e de 2010, na África do Sul. Um dos marcos da carreira veio em 2007, quando foi eleito o melhor do mundo pela FIFA e pela revista France Football. Natural de Gama, no Distrito Federal, o meia marcou época no São Paulo, mas também se destacou no Milan (Itália), no Real Madrid (Espanha) e no Orlando City (Estados Unidos). 
Em um bate-papo com a coluna, o ex-atleta não esconde a emoção de ter participado de um grupo tão seleto em 2002, no último mundial conquistado pela seleção brasileira: 
Memória da Pan: O que representou para você como atleta ser campeão do mundo em 2002?
Kaká: Ser campeão do mundo representou a realização de um sonho na minha vida. Também me motivou a estar sempre buscando um aperfeiçoamento profissional para estar entre os melhores, tanto nos clubes quanto na seleção.
Memória da Pan:  Como era a união do grupo e o que poderia falar sobre Felipão?
Kaká: O grupo era muito unido, cada um sabia da sua responsabilidade e importância. Tínhamos grandes nomes, muitos deles não jogavam com tanta frequência, mas todos entenderam que se o Brasil fosse campeão, todos ganhariam com isso. Felipão foi fundamental em criar essa mentalidade, de convergir diferentes interesses na mesma direção. Não por acaso, aquele grupo de jogadores foi batizado como “família Scolari”.
Memória da Pan: Como eram as preleções e as conversas entre vocês?
Kaká: As preleções e conversas eram momentos muito importantes. Muitas motivacionais, outras engraçadas e algumas exortações também. Naquela época não tínhamos acesso a muita tecnologia ainda, isso fez com que os momentos das refeições, das viagens e traslados fossem ótimos momentos para boas conversas.
Memória da Pan: Participar daquela Copa foi importante para você, claro. Porque?
Kaká: Foi importante em vários níveis. Primeiro por colocar os atletas que ganham uma Copa do Mundo em uma prateleira diferente. Me deu uma credencial importante para o mundo do futebol. Me trouxe visibilidade em nível nacional e internacional, e também trouxe mais responsabilidade, o que me fez aprender e ter que lidar com diversas situações.
Memória da Pan: Sobre a campanha vitoriosa, qual jogo é mais marcante para você?
Kaká: São dois momentos muito marcantes, o momento que eu faço a minha estreia contra a Costa Rica, e a final, que quase tive a oportunidade de entrar, quando o juiz apita o final do jogo, eu estava na beira do campo para jogar uns minutinhos. Porém, em uma Copa do Mundo, cada momento é importante e guardo comigo ótimas lembranças de cada jogo e cada momento vivido naqueles 52 dias.
Memória da Pan: O que passou pela sua cabeça ao segurar a taça de campeão pela primeira vez?
Kaká: Quando eu segurei aquela taça, eu só conseguia agradecer a Deus por ter me dado essa oportunidade, de tão jovem ter aquele sonho realizado, e de poder mostrar por meio da conquista o poder “Dele” na minha vida.
Memória da Pan: Como foi a chegada ao Brasil, depois do penta. O que mais te marcou?
Kaká: A chegada ao Brasil foi incrível. Ver a alegria do nosso povo nas ruas, diferentes gerações, homens e mulheres, todos celebrando a conquista foi inesquecível. O que mais me marcou foi ver a força do esporte, todos unidos em um momento de celebração, sem barreiras, sem competições, sem lados ou extremos. Éramos todos fãs do esporte, amantes do futebol celebrando a conquista do Brasil.
 
 


Fonte: Jovem Pan

Justiça dos EUA abre caminho para transferência de mulheres transgênero para prisões masculinas

Decisões recentes da Justiça Federal dos Estados Unidos abriram caminho para que o governo do presidente Donald Trump avance com a transferência de mulheres transgênero para prisões masculinas no sistema federal. A medida envolve um grupo específico de 18 detentas e ainda não é definitiva, já que o caso segue em disputa judicial e pode voltar a ser bloqueado em instâncias inferiores ou superiores.
A decisão mais recente foi tomada em 17 de abril de 2026 pelo Tribunal de Apelações do Circuito de Washington, o U.S. Court of Appeals for the D.C. Circuit. O tribunal suspendeu, por ora, uma ordem de primeira instância que impedia essas transferências, permitindo que o governo avance no processo enquanto o mérito do caso ainda será analisado.
O caso está diretamente ligado a uma ordem executiva assinada por Donald Trump em 20 de janeiro de 2025, no primeiro dia de seu segundo mandato. O decreto, intitulado “Defending Women from Gender Ideology Extremism and Restoring Biological Truth to the Federal Government”, estabelece que o sistema federal deve considerar apenas o sexo biológico de nascimento para decisões administrativas.
Na prática, isso significa que o Bureau of Prisons (BOP), órgão responsável pelas prisões federais, passa a utilizar o sexo atribuído ao nascimento como critério principal para definir onde cada detento será alojado.
A política também restringe o uso de recursos federais para procedimentos de afirmação de gênero dentro do sistema prisional, como tratamentos hormonais ou cirurgias relacionadas à transição de gênero, exceto em situações médicas específicas já existentes.

Como funcionam as transferências
Segundo a política em vigor, o sistema passa a operar com três pilares principais:

Mulheres transgênero (designadas do sexo masculino ao nascer) podem ser alocadas em prisões masculinas.
Homens transgênero podem ser alocados em prisões femininas.
Decisões devem seguir critérios baseados no sexo biológico de nascimento, com avaliações administrativas do Bureau of Prisons.

Apesar disso, o processo não é automático. O BOP afirma que cada caso ainda passa por análise individual de segurança, histórico disciplinar, condições médicas e avaliação de risco.
O que está acontecendo com as 18 detentas
Antes da ordem executiva, havia cerca de 22 mulheres transgênero alojadas em prisões femininas federais, dentro de um universo de aproximadamente 2.200 detentos trans no sistema federal.
Com a nova política, parte dessas detentas já foi transferida ou entrou em processo de transferência. O grupo de 18 mulheres, no entanto, estava protegido por uma decisão do juiz de primeira instância, o U.S. District Judge Royce Lamberth, que havia bloqueado as remoções.
O magistrado argumentou que havia risco potencial de violência, abuso sexual e possível violação da Oitava Emenda da Constituição dos EUA, que proíbe punições cruéis e incomuns.
A Corte de Apelações, porém, derrubou temporariamente esse bloqueio, afirmando que as decisões do Bureau of Prisons foram baseadas em análises individualizadas e não em regras automáticas ou arbitrárias. Mesmo assim, o caso foi devolvido à primeira instância para nova avaliação detalhada de cada detenta.
Na prática, isso significa que não há transferência imediata. As 18 detentas ainda podem apresentar novos argumentos jurídicos e tentar obter uma nova liminar para suspender a medida.
O debate ocorre dentro de um dos maiores sistemas prisionais do mundo. Segundo o Bureau of Justice Statistics (BJS), os Estados Unidos têm cerca de 1,9 milhão de pessoas encarceradas, somando prisões federais, estaduais e locais.
O país também mantém uma das maiores taxas de encarceramento do mundo entre democracias ocidentais, com cerca de 530 presos por 100 mil habitantes.
Dentro desse universo, a população transgênero é pequena em número absoluto, mas central no debate jurídico e político. Estimativas do Vera Institute of Justice e de pesquisadores do sistema prisional americano indicam que há mais de 12 mil pessoas transgênero encarceradas nos Estados Unidos, considerando sistemas estaduais e federais.
No sistema federal, dados do Bureau of Prisons apontam cerca de 2 mil detentos transgênero entre aproximadamente 150 mil presos federais, o que representa uma fração pequena do total, mas suficiente para gerar disputas judiciais complexas.
A controvérsia envolve diretamente três pilares: segurança prisional, direitos civis e identidade de gênero.
De um lado, organizações de direitos LGBTQ+ como a ACLU (American Civil Liberties Union) e o National Center for Lesbian Rights argumentam que a transferência de mulheres transgênero para prisões masculinas aumenta o risco de violência, abuso sexual e isolamento extremo.
Do outro lado, a administração Trump e seus aliados defendem que a política busca proteger mulheres cisgênero nas prisões femininas, além de reforçar critérios baseados em “realidade biológica” e segurança institucional.
Um caso ainda em aberto
Apesar da decisão recente da Corte de Apelações, o caso não está encerrado. O juiz de primeira instância ainda pode impor novas restrições após reavaliar os riscos individuais das detentas, e o processo pode avançar até instâncias superiores, incluindo potencialmente a Suprema Corte dos Estados Unidos.
Na prática, o cenário atual não estabelece uma regra definitiva, mas sim uma mudança em andamento, em que o sistema prisional federal passa a operar com maior peso do critério biológico enquanto o Judiciário ainda decide os limites legais da política.


Fonte: Jovem Pan

Toluca denuncia ataques racistas contra brasileiro Helinho

O clube mexicano Toluca denunciou na terça-feira (21) que o atacante brasileiro Helinho é alvo de insultos racistas desde sábado, após uma discussão com jogadores do América em uma partida do torneio Clausura.
No fim da partida que o América venceu o Toluca por 2-1, no sábado, no estádio Banorte (antes conhecido como Azteca), Helinho foi expulso e, antes de deixar o campo, trocou socos com Alejandro Zendejas, jogador do América. Em seguida, a caminho do vestiário, o brasileiro teve outro incidente com o capitão do América, Henry Martín.
“Helinho e sua família têm sido vítimas de assédio, insultos e ataques racistas, não apenas naquele dia no estádio, mas também nos dias posteriores, nas redes sociais”, denunciou o Toluca em um comunicado.
Diante dos ataques discriminatórios contra Helinho, o Toluca vai colaborar com uma investigação aberta pela Comissão de Gênero e Diversidade da Federação Mexicana de Futebol (FMF) “para definir as responsabilidades correspondentes”.
Helinho foi punido pela Comissão Disciplinar da FMF com três partidas de suspensão e uma multa “pela expulsão, conduta violenta e confusões dentro do estádio”.
O ex-jogador do São Paulo e do Red Bull Bragantino perderá os últimos jogos da fase de classificação do Clausura, contra Mazatlán e León, e a partida de ida das quartas de final.
Além de Helinho, também foram punidos com um jogo de suspensão cada um e multa o técnico do Toluca, o argentino Antonio Mohamed, e os jogadores do América Zendejas e Martín.
*AFP


Fonte: Jovem Pan

Wahbi Khazri lidera o ranking de artilheiros da Tunísia em Copas do Mundo

Vá direto aos números estatísticos e saiba quem é o maior artilheiro da Tunísia na história das copas do mundo: o topo da tabela pertence de forma absoluta ao meia-atacante Wahbi Khazri. O ex-camisa 10 da equipe nacional anotou três gols em Mundiais e não divide a liderança com ninguém. A marca foi consolidada ao longo das edições da Rússia (2018) e do Catar (2022), representando mais de 20% de todos os 14 gols já marcados pelas Águias de Cartago na história da competição.
O histórico de gols contra potências europeias
Nascido na Córsega, território francês, Khazri escolheu defender o país de origem de seus pais e construiu sua reputação internacional punindo defesas europeias. O caminho para o recorde começou na Copa da Rússia, quando o jogador marcou seu primeiro gol na derrota por 5 a 2 contra a Bélgica. Na mesma edição, ele garantiu a vitória por 2 a 1 sobre o Panamá, assumindo de vez o papel de principal articulador ofensivo da equipe.
A consolidação da marca ocorreu quatro anos depois. No Mundial do Catar, o camisa 10 liderou o ataque tunisiano e foi o autor do único gol em uma vitória histórica sobre a seleção da França, que na época defendia o título de campeã mundial. Embora a equipe tenha caído na fase de grupos, o feito transformou Khazri no maior herói contemporâneo do futebol local.
O ranking oficial de goleadores tunisianos na Fifa
A Tunísia balançou as redes apenas 14 vezes em suas seis participações históricas em Mundiais (1978, 1998, 2002, 2006, 2018 e 2022). Com uma baixa média ofensiva, o ranking de artilheiros é extremamente pulverizado. Veja a divisão completa:
1. Wahbi Khazri (3 gols)
O meia-atacante é o líder isolado e o único jogador tunisiano a marcar mais de uma vez no torneio da Fifa em toda a história do país.
2. Os pioneiros da Copa de 1978 (1 gol cada)
Os atletas Ali Kaabi, Mokhtar Dhouieb e Néjib Ghommidh ocupam um lugar especial no ranking. Eles foram os responsáveis pelos primeiros gols do país em Copas, cravando a vitória por 3 a 1 sobre o México, que marcou a primeira vitória de uma seleção africana na história dos Mundiais.
3. A lista de artilheiros de um único gol (1 gol cada)
Atrás de Khazri e dos pioneiros de 1978, a artilharia da Tunísia se dilui em jogadores que marcaram apenas uma vez ao longo das décadas. O grupo restrito inclui:

Skander Souayah (1 gol na França em 1998).
Raouf Bouzaiene (1 gol na Coreia do Sul/Japão em 2002).
Ziad Jaziri, Radhi Jaïdi e Jawhar Mnari (1 gol cada na Alemanha em 2006).
Dylan Bronn, Ferjani Sassi e Fakhreddine Ben Youssef (1 gol cada na Rússia em 2018).

A diferença para a artilharia absoluta da seleção
É frequente que o público confunda o desempenho focado em Copas do Mundo com o retrospecto histórico geral da equipe. Quando o recorte estatístico abrange as Eliminatórias, a Copa Africana de Nações e todos os amistosos oficiais, o líder incontestável é Issam Jemâa.
O ex-atacante encerrou sua carreira somando 36 gols pela seleção tunisiana, o maior volume já registrado por um atleta da federação. Contudo, Jemâa jamais conseguiu marcar um gol em jogos de Copa do Mundo. Nesse ranking absoluto que inclui todas as competições, Wahbi Khazri mantém a excelência e ocupa a segunda colocação geral com 25 gols marcados.
Quem pode quebrar essa marca no atual elenco
Como Wahbi Khazri se aposentou da seleção nacional após o fim da campanha no Catar, a responsabilidade de furar o bloqueio dos adversários recai sobre novos nomes. Sob a condução do técnico Sami Trabelsi, a Tunísia chega à Copa de 2026 dependendo do desempenho de volantes e meias de ligação.
O meia Mohamed Ali Ben Romdhane, artilheiro absoluto da equipe durante as Eliminatórias Africanas com quatro gols, é hoje a principal esperança no setor ofensivo. Para desbancar ou sequer igualar o recorde do ex-camisa 10, no entanto, a nova geração precisará demonstrar uma constância letal que a seleção africana tradicionalmente tem dificuldade de manter no cenário internacional.


Fonte: Jovem Pan

Queimadura por água-viva: o que fazer e informações gerais

O contato com águas-vivas é um incidente relativamente comum em praias, especialmente durante o verão em regiões como o litoral de Santa Catarina. A lesão resultante, popularmente conhecida como “queimadura”, é na verdade um envenenamento causado pelo contato com os tentáculos do animal. Este artigo oferece informações gerais e factuais sobre o que são essas lesões, seus sintomas mais comuns e as medidas de primeiros cuidados recomendadas por autoridades de saúde. O conteúdo é estritamente informativo e não substitui a avaliação de um profissional de saúde.
O que é uma lesão por água-viva?
A lesão causada por uma água-viva não é uma queimadura térmica, mas sim um envenenamento. Os tentáculos desses animais marinhos possuem células especializadas chamadas cnidócitos. Quando tocadas, essas células disparam estruturas minúsculas, semelhantes a agulhas, que injetam uma substância tóxica (peçonha) na pele da vítima.
Essa reação é um mecanismo de defesa e caça do animal. Mesmo que a água-viva esteja na areia ou que seus tentáculos estejam fragmentados na água, os cnidócitos podem permanecer ativos e capazes de injetar a peçonha ao simples contato.
Sintomas comuns após o contato
A intensidade dos sintomas pode variar dependendo da espécie da água-viva, da área de contato com a pele e da sensibilidade da pessoa. A maioria dos casos é leve, mas a dor pode ser intensa. Os sinais e sintomas mais frequentes se manifestam localmente e incluem:

Dor imediata, com sensação de ardência, queimação ou agulhadas.
Marcas vermelhas e lineares na pele, que podem formar um padrão semelhante ao dos tentáculos.
Inchaço (edema) na área afetada.
Coceira intensa.

Em situações mais raras, podem ocorrer reações sistêmicas, que afetam o corpo de forma mais ampla. Sintomas como náuseas, vômitos, dor de cabeça, cãibras musculares ou dificuldade respiratória exigem atendimento médico de emergência.
Primeiros cuidados e medidas de prevenção
Saber como agir após o contato com uma água-viva é fundamental para aliviar a dor e evitar complicações. As orientações gerais de primeiros socorros são focadas em inativar a peçonha e remover os tentáculos aderidos à pele.
O que fazer

Saia da água: Ao sentir o contato, saia da água com calma para evitar novos acidentes.
Lave com água do mar: Lave a área afetada exclusivamente com água do mar, sem esfregar. A água do mar ajuda a remover tentáculos sem ativar mais cnidócitos.
Aplique vinagre: O vinagre comum (ácido acético) é amplamente recomendado para neutralizar a peçonha da maioria das espécies encontradas no litoral brasileiro. Embeba uma gaze ou pano limpo em vinagre e aplique sobre a lesão por cerca de 10 a 30 minutos.
Remova os tentáculos: Se houver tentáculos visíveis, remova-os cuidadosamente com uma pinça ou com a borda de um cartão de crédito. Nunca use as mãos desprotegidas.

O que NÃO fazer

Não use água doce: A água doce (de torneira, garrafa ou chuveiro) pode piorar a lesão, pois a mudança de osmolaridade faz com que os cnidócitos ainda intactos disparem mais peçonha.
Não esfregue a área: Friccionar o local com areia, toalhas ou qualquer outro objeto pode aumentar a liberação da toxina.
Não aplique urina ou álcool: Essas práticas populares são ineficazes e podem irritar ainda mais a pele.

Prevenção

Verifique os avisos de guarda-vidas ou sinalizações na praia sobre a presença de águas-vivas.
Evite entrar no mar em áreas com grande concentração desses animais.
Não toque em águas-vivas, mesmo que pareçam mortas na areia.

As informações apresentadas servem como um guia geral de primeiros cuidados. A lesão por água-viva, embora geralmente de baixa gravidade, pode causar dor intensa e, em casos raros, reações alérgicas ou sistêmicas graves. Este artigo tem finalidade exclusivamente informativa e não substitui uma consulta médica. Se os sintomas forem severos, persistentes, ou se a área afetada for muito extensa, procure atendimento médico ou um posto de guarda-vidas imediatamente.


Fonte: Jovem Pan

Qual time fez mais pontos na história do Brasileirão com 20 times?

Desde a implementação do sistema de pontos corridos com 20 times em 2006, o Campeonato Brasileiro se consolidou como uma das ligas mais disputadas do mundo. A busca pelo título exige consistência, força e, acima de tudo, uma grande somatória de pontos ao longo de 38 rodadas. A pergunta sobre qual time fez mais pontos na história do Brasileirão de pontos corridos com 20 times tem uma resposta clara e um nome que marcou época: o Flamengo de 2019. Este artigo detalha a campanha recordista, compara-a com outras performances notáveis e analisa os fatores que levaram a esse feito histórico.

O recorde de pontos: Flamengo de 2019
A campanha que detém o recorde de maior pontuação na história do Brasileirão com 20 clubes pertence ao Clube de Regatas do Flamengo, que alcançou a marca de 90 pontos em 2019. Sob o comando do técnico português Jorge Jesus, a equipe rubro-negra não apenas conquistou o título, mas o fez de maneira avassaladora, quebrando múltiplos recordes e apresentando um futebol que encantou o país.
Os números da campanha ilustram a dominância do time:

Pontuação total: 90 pontos
Aproveitamento: 78,9%
Vitórias: 28
Empates: 6
Derrotas: 4
Gols marcados: 86 (melhor ataque da história do formato)
Gols sofridos: 37
Saldo de gols: +49

A equipe contava com um elenco estrelado, liderado por uma dupla de ataque histórica formada por Gabriel Barbosa, o Gabigol, artilheiro do campeonato com 25 gols, e Bruno Henrique, eleito o craque da competição. O meio-campo, com a criatividade de Giorgian de Arrascaeta e Everton Ribeiro, foi o motor de um time que se destacou pela intensidade e vocação ofensiva.
Comparativo com outras grandes campanhas
Embora o Flamengo de 2019 seja o detentor do recorde, outros times também realizaram campanhas memoráveis, com pontuações que os colocam no panteão dos grandes campeões da era dos pontos corridos. Analisar essas equipes ajuda a dimensionar a magnitude do feito rubro-negro.
As maiores pontuações do Brasileirão com 20 times (desde 2006):
1. Flamengo (2019): 90 pontos
2. Atlético-MG (2021): 84 pontos
3. Palmeiras (2022): 81 pontos
4. Corinthians (2015): 81 pontos
5. Cruzeiro (2014): 80 pontos
6. Palmeiras (2016): 80 pontos
7. Palmeiras (2018): 80 pontos
O Atlético-MG de 2021, comandado por Cuca e liderado por Hulk, foi outra força dominante, conquistando o título com 84 pontos e uma defesa sólida. O Corinthians de 2015, sob a batuta de Tite, é lembrado por seu jogo coletivo e consistente, que lhe rendeu 81 pontos. O Palmeiras também figura na lista com três campanhas de 80 ou mais pontos, demonstrando sua força na última década.
Fatores da dominância e outros recordes
A campanha do Flamengo em 2019 foi histórica não apenas pela pontuação, mas pela forma como foi construída. Alguns fatores foram determinantes para o sucesso e a quebra de recordes.

Impacto tático de Jorge Jesus: O treinador português implementou um estilo de jogo agressivo, com marcação pressão na saída de bola adversária, linhas altas e uma transição ofensiva veloz, algo pouco comum no futebol brasileiro até então.
Desempenho individual decisivo: Além da dupla Gabigol e Bruno Henrique, jogadores como Arrascaeta (líder em assistências), Gerson e Willian Arão dominaram o meio-campo, enquanto a experiência de Filipe Luís e Rafinha solidificou a defesa.
Recordes complementares: Além da maior pontuação, o time de 2019 estabeleceu outras marcas importantes na história do campeonato, como o melhor ataque (86 gols) e a maior sequência invicta em uma mesma edição (24 jogos).

A combinação de uma proposta tática inovadora, um elenco com talento individual acima da média e uma mentalidade vencedora resultou na campanha mais impressionante da era moderna do Campeonato Brasileiro.
O recorde de 90 pontos estabelecido pelo Flamengo em 2019 permanece como o maior marco da história do Campeonato Brasileiro no formato de 20 times. A análise de seus números, quando comparada a outras grandes equipes campeãs como o Atlético-MG de 2021 e o Corinthians de 2015, evidencia a natureza excepcional daquela temporada. A campanha não só garantiu o título, mas redefiniu o paradigma de excelência e dominância na principal competição do futebol nacional.


Fonte: Jovem Pan

Ficha técnica e durabilidade de componentes em veículos com desligamento automático

A introdução da tecnologia de desligamento temporário em veículos de passeio, popularizada na última década para atender às normas de emissões, exige uma arquitetura elétrica completamente redesenhada. Uma dúvida frequente nas oficinas é se o sistema start-stop do carro estraga o motor de arranque e a bateria mais rápido do que as montagens mecânicas tradicionais. Na prática, os componentes originais desses veículos possuem especificações técnicas de alta resistência, desenvolvidos exatamente para suportar o estresse contínuo de centenas de acionamentos diários sem comprometer a confiabilidade do conjunto mecânico.

Especificações de engenharia para acumuladores de energia e ignição
Para suportar a alta demanda energética, as montadoras abandonam as baterias convencionais de chumbo-ácido (SLI) e adotam as tecnologias EFB ou AGM. As baterias EFB (Enhanced Flooded Battery) contam com placas de chumbo mais espessas e material ativo reforçado, suportando o dobro de ciclos de carga e descarga. Já as baterias AGM (Absorbent Glass Mat) utilizam uma manta de fibra de vidro absorvente que imobiliza o ácido, oferecendo uma capacidade de regeneração muito superior e alta Corrente de Partida a Frio (CCA).
O motor de arranque também passa por uma reengenharia substancial. Enquanto um motor de partida tradicional é projetado para suportar cerca de 50 mil ciclos ao longo de sua vida útil, as unidades aplicadas em motores com start-stop utilizam rolamentos de agulha reforçados e escovas com ligas de cobre e grafite de alta densidade. Esses motores são homologados para ultrapassar a marca de 300 mil partidas, garantindo que a fricção constante não resulte em falhas prematuras.
Sinais de alerta no painel e falhas no sistema elétrico
O sistema de gerenciamento eletrônico do veículo é programado para proteger a integridade do circuito. O primeiro sintoma de degradação da bateria é a desativação automática do start-stop. O módulo eletrônico reconhece que a tensão está abaixo do limite seguro e desabilita a função para garantir a próxima partida do motor.
Quando o desgaste atinge o motor de arranque, os sinais tornam-se sonoros e físicos. Fique atento a ruídos metálicos de arrasto ao girar a chave ou apertar o botão de ignição, o que indica desgaste no pinhão ou no volante do motor. Outro indício claro é a partida pesada ou lenta, que muitas vezes é acompanhada por luzes oscilantes no painel de instrumentos ou o acendimento permanente da luz de advertência da bateria.
Protocolo técnico para substituição e calibração de energia
A troca de componentes nesses sistemas exige ferramentas específicas e conhecimento técnico de eletrônica embarcada. Não é possível simplesmente desconectar os terminais e inserir uma peça nova, sob o risco de descalibrar os módulos de conforto e segurança do veículo. O procedimento correto na oficina exige seguir um fluxo rigoroso:
1. Diagnóstico de carga e leitura de falhas
O mecânico deve utilizar um scanner automotivo atualizado e um testador de condutância de bateria para medir o estado de saúde (SOH) e o estado de carga (SOC) da peça antiga, confirmando a necessidade de troca.
2. Alimentação auxiliar e preservação de memória
Antes de soltar os bornes, conecta-se uma fonte de alimentação externa (memory saver) na porta OBD2 ou nos terminais de espera. Isso evita a perda das configurações da centralina (ECU), códigos de rádio e calibração do corpo de borboleta.
3. Instalação do componente com amperagem exata
A nova bateria deve possuir a mesma tecnologia (nunca rebaixe de AGM para EFB) e a capacidade nominal recomendada pelo fabricante. A instalação do motor de arranque exige torquímetros aferidos para não danificar a carcaça de alumínio do bloco do motor.
4. Apresentação da peça ao módulo de gerenciamento
A etapa mais crítica é o reset do sistema de gerenciamento (BMS) via scanner. O técnico informa à central que uma bateria nova foi instalada, reconfigurando os parâmetros do alternador inteligente para que ele aplique a tensão correta e não sobrecarregue a peça recém-instalada.
Expectativa de vida útil e custos médios de manutenção
O ciclo de vida desses componentes é projetado para ser duradouro, mas o custo de reposição é significativamente maior devido à complexidade embarcada. Uma bateria com tecnologia EFB dura em média de 3 a 4 anos, com preços variando entre R$ 700 e R$ 1.100 no mercado de reposição. Já as baterias AGM, utilizadas em modelos premium, podem ultrapassar 5 anos de vida útil, mas exigem um orçamento estimado entre R$ 1.400 e R$ 2.500.
A vida útil do motor de arranque reforçado costuma acompanhar a durabilidade do próprio motor a combustão, raramente exigindo troca antes dos 150.000 quilômetros. Caso ocorra uma falha nos induzidos ou no solenoide, o valor médio do reparo ou substituição completa varia de R$ 900 a R$ 3.000, dependendo da complexidade de acesso à peça no cofre do motor.
Ignorar os avisos de manutenção ou tentar baratear o serviço instalando baterias comuns de chumbo-ácido em sistemas start-stop causa o colapso rápido do componente inadequado. Essa negligência preventiva pode resultar em apagões elétricos repentinos durante a condução. A perda abrupta de energia desativa imediatamente a assistência elétrica da direção e reduz a eficiência do servo-freio, colocando o veículo e seus ocupantes em risco iminente de colisão, especialmente em vias de trânsito rápido ou cruzamentos movimentados.


Fonte: Jovem Pan

Hezbollah ataca Israel a poucos dias para negociações de paz

O grupo armado libanês Hezbollah disse que disparou foguetes e drones contra o norte de Israel nesta terça-feira (21), acusando o exército israelense de violar um cessar-fogo antes das negociações mediadas pelos Estados Unidos entre os governos de Israel e Líbano nesta semana.
O exército israelense disse anteriormente que o Hezbollah, alinhado ao Irã, havia disparado vários foguetes contra suas tropas que operavam no sul do Líbano, no que descreveu como uma “violação flagrante” do acordo de cessar-fogo. Não ficou imediatamente claro se os incidentes eram os mesmos.
Um cessar-fogo de 10 dias entre Israel e o Hezbollah, mediado por Washington, entrou em vigor na última quinta-feira (16), mas as forças israelenses permanecem posicionadas em um cinturão de terra libanesa de 5 km a 10 km ao longo de toda a fronteira. Israel disse que pretende criar uma zona de amortecimento para proteger o norte do país dos ataques do Hezbollah, um grupo muçulmano xiita.
O Hezbollah, em sua declaração nesta terça-feira, acusou Israel de atacar civis e destruir casas, violando a trégua. Ele disse que disparou contra uma posição no norte de Israel que estava atingindo o sul do Líbano.


Fonte: Jovem Pan