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Áudio: Eleitores têm até 6 de maio para tirar ou regularizar título

Termina em 6 de maio o prazo para tirar o primeiro título de eleitor, cadastrar biometria, transferir domicílio eleitoral, atualizar dados cadastrais e resolver outras pendências. Os serviços podem ser feitos por meio do site www.tse.jus.br/servicos-eleitorais/autoatendimento-eleitoral#/. Para tirar o primeiro título ou fazer alterações que exijam biometria, o comparecimento presencial em alguma unidade da Justiça Eleitoral é obrigatório.


Fonte: Senado Federal

Senado promove audiência em Porto Velho sobre escoamento da produção de soja

A Comissão de Infraestrutura do Senado (CI) promoveu nesta segunda-feira (4), em Porto Velho (RO), diligências para averiguar a situação do escoamento da produção de soja naquela região e o andamento das obras do anel viário Expresso Porto — as atividades incluíram uma audiência pública.
De acordo com o presidente da CI, senador Marcos Rogério (PL-RO), uma das prioridades do encontro foi discutir a tarifa de pedágio cobrada na BR-364. Ele ressaltou que o setor produtivo vem pedindo a redução dessa tarifa.
A iniciativa é fruto de dois requerimentos de Marcos Rogério e um do senador Jaime Bagattoli (PL-RO). Além deles, o diretor-presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Theo Sampaio, também participou dos eventos.
Marcos Rogério lembrou que a ANTT é responsável pelo contrato da concessão da BR-364 em Rondônia.
— Como todos sabem, o estado de Rondônia hoje tem a BR-364 sob concessão. Há um sentimento de indignação por parte do usuário em relação aos custos do pedágio e o impacto que o pedágio tem em toda a cadeia de consumo. Não é só o transportador que acaba arcando com isso; esse custo é repassado para o consumidor e há uma queixa geral — disse ele.


Fonte: Senado Federal

Damares Alves defende campanha contra violência sexual infantil

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), em pronunciamento nesta segunda-feira (4), destacou o início da campanha Maio Laranja, dedicada ao enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. Ela citou o caso recente de estupro coletivo de duas crianças na cidade de São Paulo e afirmou que crimes desse tipo ocorrem com frequência no país. 
– É Maio Laranja, e eu quero convidar todo mundo a participar da campanha. Faça uma postagem, pegue o seu perfil no Instagram e coloque laranja. Nós precisamos ensinar nossas crianças a denunciarem — defendeu no Plenário. 
Damares alertou para esquemas de divulgação de conteúdo pornográfico infantil nas mídias sociais e pontuou a necessidade de orientação de crianças e adolescentes, a fim de prevenir o aumento de casos de violência sexual. 
Por Bruno Augusto, sob supervisão de Dante Accioly 


Fonte: Senado Federal

Girão questiona prisão preventiva de ex-assessor de Bolsonaro

Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (4), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) questionou os fundamentos da prisão preventiva do ex-assessor internacional da presidência de Jair Bolsonaro, Filipe Martins, condenado a 21 anos de prisão no processo da trama golpista. Ele está preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), devido ao descumprimento de medidas cautelares, como o uso de redes sociais, enquanto estava em prisão domiciliar.

— Primeiro, prenderam Filipe por uma viagem que ele não fez; depois, sustentaram restrições por um acesso na internet que não ocorreu. Filipe foi preso por um crime que, comprovadamente, não cometeu. Isso, no mínimo, exigiria muita prudência, dúvida razoável e respeito ao princípio mais básico do processo penal: na dúvida, absolve-se. Mas aqui parece ter vigorado outra lógica: na dúvida, condena-se; na prova contrária, ignora-se; na contradição, escreve-se uma narrativa maior — afirmou.
O senador relatou restrições que teriam sido impostas ao ex-assessor, como limitações de contato com familiares, dificuldades de acesso à assistência religiosa e na comunicação com advogados. Girão afirmou que o caso deve ser analisado com base nas garantias constitucionais e destacou que cabe ao Parlamento acompanhar situações que envolvam direitos individuais.
— O Senado Federal não pode se calar! Este Senado tem o dever de fiscalizar, tem o dever de denunciar abusos, tem o dever de defender garantias fundamentais. Direitos fundamentais existem sobretudo para proteger quem está sob o peso máximo do Estado. A democracia não se mede pela forma como trata seus favoritos, mede-se pela forma como trata seus adversários, seus críticos, seus acusados, seus presos. E é por isso que o caso Filipe Martins importa para todos nós.


Fonte: Senado Federal

Aviões de pequeno porte representaram 90% das mortes em acidentes no Brasil desde 2020

Um avião de pequeno porte caiu em Belo Horizonte nesta segunda-feira (4) e deixou dois mortos após colidir com um prédio. Um levantamento realizado pela Jovem Pan aponta que, desde 2020, 375 pessoas morreram em acidentes envolvendo aeronaves de pequeno porte no Brasil. O número representa 89,29% das mortes totais em acidentes com aviões no país. Os aviões considerados de pequeno porte são aqueles com menos de 20 passageiros, segundo especialistas.
De acordo com a apuração feita, analisando dados da Flight Safety Foundation, ONG internacional referência em pesquisa de acidentes aéreos, o Brasil registrou 213 acidentes aéreos com mortes no período. 54 dessas mortes foram de pessoas que não estavam nas aeronaves.
Dessas ocorrências, apenas uma delas envolveu um avião de grande porte, o acidente da Voepass, quando um ATR 72-500 caiu no interior de São Paulo, em Vinhedo, e matou 62 pessoas.
Desde 2020, 212 aeronaves de pequeno porte sofreram acidentes com mortes no Brasil. Em 2025, foram 33 quedas fatais. Somente neste ano de 2026, 11 acidentes com mortes envolvendo pequenas aeronaves já foram registrados.
O levantamento considera apenas acidentes em território brasileiro, ou seja, mesmo que tenha decolado do Brasil e caído em outro país ou mar, o acidente não foi considerado.
Acidente em BH
Um avião de pequeno porte colidiu com um prédio no bairro residencial de Silveira nesta segunda. A aeronave tinha cinco ocupantes. O piloto e copiloto morreram, segundo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.
Ainda segundo o órgão, não há risco de explosão de combustível, pois foi aplicada uma espuma sobre o líquido derramado. Também não há vítimas na edificação ou risco estrutural aparente. O hall de escadas foi comprometido.
Após bater no prédio de apartamentos, o avião caiu em uma área de estacionamento. Pouco antes da colisão, o piloto teria informado à torre de controle do Aeroporto da Pampulha que enfrentava dificuldades no procedimento de decolagem.
Segundo a Agência de Aviação Civil (Anac), o modelo envolvido no acidente seria um EMB-721C, de 1979, um monomotor com capacidade para transportar até seis pessoas. A aeronave está registrada no nome de Flavio Loureiro Salgueiro.
Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave está regularizada até o dia 1º de abril de 2027, de operação privada.
As causas do acidente serão investigadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA). Foi acionado o Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III), com sede no Rio de Janeiro (RJ).


Fonte: Jovem Pan

Jovem Pan lança ‘Isso Não é um Talk Show’, novo programa do Carioca com projeto comercial multiplataforma

A Jovem Pan anuncia a estreia do “Isso não é um talk show”, novo programa de entretenimento comandado por Márvio Lúcio, o Carioca, que retorna à emissora após oito anos. A atração será exibida de terça a sexta-feira, às 22h30, com uma hora de duração.
Inspirado nos grandes formatos de entretenimento, o programa reúne entrevistas, humor, música e interação com o público, criando um ambiente propício para a presença de marcas de forma orgânica dentro do conteúdo.
O projeto chega ao mercado com um modelo comercial estruturado, combinando formatos tradicionais, como vinhetas, comerciais em break e chamadas, com soluções de maior valor agregado, como branded content, merchandising, quadros patrocinados e ações especiais integradas à narrativa.
Também estão previstas entregas diferenciadas, incluindo product placement, inserções customizadas, chamadas caracterizadas e projetos sob medida, ampliando as possibilidades de conexão entre marcas e audiência ao longo de toda a exibição.
Com distribuição multiplataforma, o programa potencializa alcance e frequência ao integrar TV, digital e plataformas proprietárias da Jovem Pan.
A chegada de Carioca, um dos nomes mais reconhecidos do humor brasileiro, reforça o potencial de engajamento do projeto e posiciona a atração como uma nova vitrine para o mercado anunciante dentro do entretenimento da emissora.


Fonte: Jovem Pan

Zema diz que escola é prioridade, mas jovem precisa aprender a trabalhar

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato ao Planalto, Romeu Zema (Novo), disse nesta segunda-feira (4) que “escola é prioridade”, mas o “jovem precisa aprender a trabalhar”. A declaração foi dada em entrevista exclusiva à Jovem Pan News.
Zema afirmou que o programa jovem aprendiz pode ser melhorado e que “empresas poderiam estar contratando mais jovens a partir dos 14 anos”. “Isso dá autonomia para o jovem, ensina disciplina, comprometimento, a respeitar horários, as pessoas mais velhas e qualifica a pessoa”, declarou.
O ex-governador disse ainda que, no Brasil, tem-se criado a ideia de que jovem não pode trabalhar, porque prejudica os estudos. Zema considera que o trabalho é um “complemento”. “O estudo é importantíssimo, o trabalho vem logo depois”, afirmou.
 

 

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Fonte: Jovem Pan

Pronunciamento oficial e propaganda política: onde está o limite?

O Presidente da República utilizou, na última semana, a cadeia nacional de rádio e televisão para a realização de um pronunciamento oficial direcionado à população brasileira. A justificativa inicialmente apresentada foi a de cumprimentar a sociedade pelo Dia do Trabalho, data historicamente associada ao reconhecimento da importância dos trabalhadores para o desenvolvimento econômico e social do país. Contudo, ao longo da manifestação, tornou-se evidente que o conteúdo extrapolou os limites de uma mensagem meramente institucional e comemorativa.
Embora seja natural que chefes de governo façam referências a políticas públicas e resultados administrativos, o discurso presidencial assumiu contornos marcadamente políticos. Houve forte ênfase na apresentação de programas sociais, ações governamentais e realizações da gestão federal, em uma construção narrativa claramente voltada ao fortalecimento da imagem do governo perante a opinião pública.
A utilização da cadeia nacional de rádio e televisão, entretanto, exige especial cautela. Trata-se de um instrumento de comunicação oficial, custeado indiretamente pela própria sociedade e destinado, nos termos da legislação vigente, à divulgação de informações de efetivo interesse público. O art. 87 do Decreto nº 52.795/63 dispõe que a rede nacional de radiodifusão deve ser utilizada apenas para a divulgação de assuntos de relevante importância nacional.
Quando esse espaço institucional passa a ser utilizado com viés excessivamente promocional, instaura-se inevitavelmente o debate acerca da tênue linha que separa comunicação governamental de propaganda política. A controvérsia torna-se ainda mais sensível em períodos que antecedem disputas eleitorais, momento em que a exposição pública de autoridades possui inegável relevância estratégica.
Ainda que não tenha havido pedido explícito de votos ou menção direta ao pleito eleitoral, a construção discursiva demonstrou nítido propósito de fortalecimento de imagem, consolidação de base política e ampliação de capital eleitoral. Além disso, observou-se a manutenção de uma estratégia retórica recorrente do atual Presidente da República: a exploração da lógica de polarização política, sintetizada na narrativa do “nós contra eles”, expediente frequentemente utilizado para mobilização de apoiadores e tensionamento do debate público.
A legislação eleitoral brasileira busca justamente impedir esse tipo de desvio. A Lei das Eleições, em seu art. 36-B, estabelece que será considerada propaganda eleitoral antecipada a convocação, por parte do Presidente da República e de outras altas autoridades, de redes de radiodifusão para divulgação de atos que denotem propaganda política ou ataques a partidos, filiados ou instituições.
Dessa forma, mostra-se fundamental aprofundar a discussão acerca dos limites efetivos para o uso da máquina pública na comunicação governamental. Mais do que uma questão meramente formal, trata-se de debate essencial para a preservação do equilíbrio entre transparência pública, informação institucional e igualdade de condições na disputa política. A paridade de armas entre os atores eleitorais constitui elemento indispensável para a concretização de um Estado verdadeiramente democrático, republicano e comprometido com a lisura do processo eleitoral.


Fonte: Jovem Pan

Acordo Mercosul-União Europeia: oportunidades e riscos para o ESG

O acordo entre o Mercosul e a União Europeia entra em vigor e reposiciona o Brasil no comércio internacional. A promessa é redução de tarifas, ampliação de mercado e ganho de competitividade. Mas, além da economia, o ESG também deve ser impactado.
A União Europeia estabeleceu um novo padrão global ao exigir que produtos importados comprovem que não estão associados ao desmatamento. Mas a aplicação da regra, vem sendo ajustada e postergada ao longo dos últimos anos, o que reflete a complexidade de implementação e a pressão de diferentes setores econômicos. Isso muda a lógica do comércio internacional. Não basta produzir. É preciso provar.
Para o Brasil, esse movimento traz uma vantagem estratégica. A pressão regulatória europeia acelera a modernização da cadeia produtiva. Rastreabilidade, governança e transparência deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos. Na prática, isso eleva o padrão do agro brasileiro e pode abrir espaço para produtos com maior valor agregado no mercado internacional.
Esse é o principal ganho ESG. Mas o cenário não é linear. A própria União Europeia tem flexibilizado pontos da regulação. O bloco decidiu excluir o couro do escopo da lei anti desmatamento — mesmo sendo parte da cadeia pecuária — após pressão de setores industriais.
A legislação segue exigindo comprovação de origem para produtos como soja, café, carne bovina e óleo de palma, mas a retirada do couro evidencia um ponto crítico: a aplicação das regras não é uniforme. A agenda ESG europeia, embora avançada, não é imune a interesses econômicos. E isso gera um efeito direto: perda de coerência regulatória.
Quando regras ambientais admitem exceções relevantes, deixam de ser padrão universal.
Passam a ser negociáveis. Para o Brasil, isso cria um ambiente ambíguo. De um lado, há incentivo para avançar em práticas sustentáveis e melhorar posicionamento global.
De outro, há o risco de competir em um cenário onde as exigências variam conforme o setor.
Além disso, a ampliação do acesso ao mercado europeu tende a estimular setores intensivos em uso de terra, como agropecuária e mineração. Sem mecanismos robustos de controle, isso pode aumentar a pressão sobre biomas como Amazônia e Cerrado.
Ou seja: o mesmo acordo que pode impulsionar o ESG também pode tensioná-lo. A chave está na execução. Se o Brasil usar esse momento para fortalecer rastreabilidade, reduzir emissões e comunicar melhor seus diferenciais, o ganho é estrutural. Se não, o risco é permanecer como exportador de volume, sob pressão ambiental crescente.


Fonte: Jovem Pan

CRUZEIRO: O dono salva o clube, mas o modelo é sustentável?

Pedro Lourenço, controlador da SAF do Cruzeiro, precisou injetar uma quantia expressiva para cobrir o prejuízo do clube em 2025.
Foram R$ 269 milhões aportados entre capital e empréstimo. Com esse aporte, o clube fechou o ano praticamente sem déficit de caixa. A reportagem do jornalista Rodrigo Mattos, do UOL, trouxe todos os detalhes do balanço financeiro.
Pontos positivos: 

Forte crescimento de receita, especialmente na área comercial;
Alto investimento no elenco principal;
Evitou uma crise de caixa;
Dívida com perfil relativamente controlado.
Pontos de atenção: Prejuízo ainda elevado;
Custos totalmente fora de controle, com destaque para a folha salarial;
Dependência extrema dos aportes de Pedro Lourenço;
Dívida líquida continuando a subir;

Falta clara de autofinanciamento: as receitas ainda não cobrem os gastos.
Enfim, o Cruzeiro está caminhando com as pernas do seu dono.
Enquanto Pedro Lourenço seguir bancando o clube, a equipe consegue competir em alto nível. No entanto, esse modelo não é sustentável a longo prazo.
Qualquer clube que não consegue se manter com as próprias pernas corre risco constante.
Todo torcedor merece sonhar alto, mas também precisa acompanhar com atenção a saúde financeira do seu clube.


Fonte: Jovem Pan