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Russos matam 17 na Ucrânia no pior ataque deste ano

A Rússia lançou seu ataque mais mortal até agora neste ano na capital ucraniana, Kiev, e em outras cidades durante a noite, matando pelo menos 17 pessoas, incluindo uma criança de 12 anos, e ferindo dezenas, em ataques de drones e mísseis, disseram autoridades na quinta-feira.
Na Rússia, um grande ataque de drones ucranianos ao porto de Tuapse, no Mar Negro, matou duas pessoas, incluindo uma menina de 14 anos, feriu sete e provocou um grande incêndio, informaram autoridades e a mídia da Rússia. O porto abriga uma importante refinaria de petróleo, bem como um centro de exportação de petróleo, carvão e fertilizantes.
Durante a noite, em Kiev, incêndios em vários lugares diferentes lançaram fumaça preta no céu. O cheiro forte permaneceu durante a manhã, enquanto os moradores e as equipes de emergência limpavam os escombros espalhados pelos prédios altamente danificados, incluindo blocos de apartamentos e um hotel.
“Temo por nosso país e por tudo o que temos. Pelas pessoas. Sinto muito pelas crianças. Muitas pessoas morreram hoje”, disse Olena Kapustian, 41 anos, do lado de fora com seu filho.
Zelenskiy pede ajuda
Quatro pessoas, incluindo a criança, morreram em Kiev, afirmou o prefeito Vitali Klitschko. Oito pessoas foram mortas em Odessa e quatro na cidade de Dnipro, no sudeste do país, onde os ataques russos incendiaram prédios residenciais, de acordo com autoridades regionais.
O presidente Volodymyr Zelenskiy disse que a noite provou que a Rússia não merece qualquer flexibilização da política global ou levantamento de sanções, com 100 pessoas feridas além dos mortos.
“Não pode haver normalização da Rússia como ela é hoje. A pressão sobre a Rússia precisa funcionar. E é importante cumprir todas as promessas de assistência à Ucrânia dentro do prazo”, declarou ele.
Moscou disse que realizou um ataque “maciço” contra a Ucrânia que atingiu alvos de energia usados pelas forças ucranianas e a produção de mísseis de cruzeiro e drones, sem dar detalhes. O comandante das forças de drones de Kiev afirmou que os militares ucranianos atingiram dois depósitos de petróleo na Crimeia, ocupada pela Rússia, e a infraestrutura no porto de Tuapse, no sul da Rússia.
A Ucrânia disse que suas unidades da força aérea abateram ou neutralizaram 31 mísseis e 636 drones, mas 12 mísseis e 20 drones atingiram seus alvos nas 24 horas até as 7h de quinta-feira.
As operações de resgate estavam em andamento e o número de mortos poderia aumentar, disse o vice-primeiro-ministro Oleksiy Kuleba, enquanto o ministro das Relações Exteriores, Andrii Sybiha, pediu que a comunidade internacional agisse.
“Todas as decisões necessárias para aumentar a pressão sobre o agressor devem ser desbloqueadas agora”, disse ele no X. “É imoral, contraproducente e perigoso adiar as sanções contra a Rússia ou pacotes de apoio à Ucrânia.”


Fonte: Jovem Pan

Marinho critica troca de membros em CPI e defende rejeição de indicado ao STF

Em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (15), o senador Rogério Marinho (PL-RN) criticou a alteração na composição da CPI do Crime Organizado, afirmando que a substituição de integrantes às vésperas da votação comprometeu o resultado do relatório final. Segundo o parlamentar, a medida impediu que o documento fosse debatido e aperfeiçoado, além de representar interferência política no funcionamento da comissão.
O senador também manifestou solidariedade ao relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), e criticou a atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ao apontar o que classificou como excesso de poder e restrições à atuação parlamentar. Marinho afirmou que há um ambiente de intimidação e questionou decisões judiciais relacionadas a investigações e à liberdade de expressão.
— O governo, mais uma vez utilizando-se dos artifícios mais variados, conseguiu modificar a composição de um colegiado que, durante quatro meses, se reuniu, substituindo senadores por outros que não participaram do debate e que lá foram apenas para convalidar o inevitável: votar contra um relatório a que não deram causa, que não construíram, em que não se posicionaram e que não conhecem, exercendo o mandato — ou sendo mandatados por um Poder — para sufocar ou para impedir que a vontade do Parlamento fosse exercida — afirmou.
O parlamentar também criticou a atuação da Advocacia-Geral da União (AGU) e defendeu que o Senado rejeite a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, o momento exige posicionamento do Parlamento em defesa da independência entre os Poderes.
— Nós precisamos dar um “não” ao Sr. Jorge Messias, a quem eu respeito como cidadão, mas não posso acreditar que ele, dentro do Supremo Tribunal Federal, vá contribuir de alguma forma para melhorar as condições de credibilidade daquela instituição e a necessidade que a democracia tem de viger de forma soberana, pelo bem de toda a nação brasileira. Nós precisamos decidir de que lado estamos: se do lado da democracia ou do lado do faz de conta — disse.


Fonte: Senado Federal

Eliziane manifesta apoio à criação da Reserva Extrativista Tauá-Mirim

Em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (15), a senadora Eliziane Gama (PSD-MA) mencionou a consulta pública sobre a criação da Reserva Extrativista Tauá-Mirim, prevista para sexta-feira (17), às 9h, em São Luís, no Instituto Federal do Maranhão (Ifma). Segundo a parlamentar, a reserva pode conciliar a proteção das comunidades tradicionais com a preservação ambiental, com base no princípio da sustentabilidade.
De acordo com a senadora, a consulta pública é resultado de um processo de diálogo entre diferentes setores, incluindo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o governo estadual e representantes da indústria maranhense. Ela afirmou que a construção do entendimento considerou a necessidade de soluções viáveis. 
— Nem sempre a gente consegue o ideal, o ótimo; às vezes, você precisa recuar, flexibilizar para você alcançar aquilo que é razoável, aquilo que é bom — declarou
Eliziane Gama também ressaltou que a criação da reserva integra um esforço do governo federal voltado à proteção das comunidades tradicionais. Segundo ela, a iniciativa conta com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, além de envolver a participação de órgãos federais e estaduais.
— Quem ganha com tudo isso é o meio ambiente, a sustentabilidade, quem ganha com tudo isso são as nossas comunidades tradicionais — afirmou. 


Fonte: Senado Federal

Áudio: CDH aprova diretrizes para cuidador de pessoa com deficiência

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou projeto que reconhece e estabelece diretrizes para a profissão de cuidador de pessoa com deficiência. De autoria da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), o PL 4.811/2024 foi relatado pela presidente do colegiado, senadora Damares Alves (Republicanos-DF). O texto altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência para incluir o profissional como elemento essencial na garantia da acessibilidade e da autonomia dessas pessoas


Fonte: Senado Federal

Áudio: Criação de varas federais amplia acesso à Justiça no AM e em MS

O Senado aprovou na quarta-feira (15) projeto de lei de autoria do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que cria oito varas federais no Amazonas e em Mato Grosso do Sul para ampliar o acesso à Justiça (PL 6.359/2025).  Mato Grosso do Sul faz parte do Tribunal Regional Federal da 3ª Região e terá novas varas federais nas cidades de Bonito, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Três Lagoas e Dourados. Já o Amazonas faz parte do Tribunal Regional Federal da 1ª Região  e terá varas federais nos municípios de Tefé e Humaitá.


Fonte: Senado Federal

Dra. Eudócia destaca sanção de lei sobre vacinas terapêuticas contra o câncer

A senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL) registrou, em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (15), a sanção da lei que incorpora o marco regulatório das vacinas terapêuticas à Política Nacional de Prevenção e Combate ao Câncer. Segundo a parlamentar, a medida tem como objetivo modernizar o tratamento oncológico no país e ampliar o acesso a novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
Sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na sexta-feira (10), Lei 15.385, de 2026, tem origem no PL 126/2025, apresentado por Dra. Eudócia.
— Esse projeto de lei veio modernizar toda a política oncológica brasileira, veio para diminuir a demora entre a descoberta de um tratamento e sua oferta no SUS. O melhor tratamento para as doenças oncológicas é o diagnóstico precoce, para que se tenha o tratamento devido, de uma forma oportuna, para que os nossos pacientes terem uma boa evolução clínica e até a cura — afirmou
A senadora ressaltou ainda que a lei incentiva a produção nacional de medicamentos e vacinas, incluindo pesquisas com vacinas terapêuticas baseadas em RNA mensageiro. De acordo com a parlamentar, instituições brasileiras como a Fiocruz, Bio-Manguinhos e o Instituto Butantan poderão avançar no desenvolvimento dessas tecnologias, com potencial de aplicação nos próximos anos, caso sejam comprovadas a eficácia e a segurança.
— O nosso Brasil merece tratamento digno, equitativo e universal, não apenas para quem pode pagar, mas para todos que dependem exclusivamente do SUS — afirmou.


Fonte: Senado Federal

Lei facilita parcerias entre governo e organizações civis em calamidades

Regras mais flexíveis nas parcerias entre a administração pública e as organizações da sociedade civil (OSCs) em caso de calamidade já estão valendo. É o que determina uma lei sancionada e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (16).
A aplicação de medidas excepcionais para enfrentar os impactos de calamidade pública dependerá do reconhecimento da situação pelo poder público, em âmbito federal ou estadual.
De acordo com a Lei 15.391, de 2026, a administração pública poderá:

firmar parcerias emergenciais,
alterar planos de trabalho,
prorrogar, suspender ou encerrar as parcerias preexistentes,
adotar procedimento simplificado de prestação de contas.

Para as parcerias emergenciais, poderá ser dispensado o chamamento público — mecanismo utilizado para selecionar interessados em firmar parcerias com o governo — quando houver comprovação da necessidade de atendimento imediato e de risco iminente de prejuízo à população.
Mas a administração pública também poderá publicar edital de chamamento público de fluxo contínuo — procedimento em que o poder público mantém aberto, por prazo indeterminado ou prolongado, um edital para receber propostas ou habilitar interessados de forma permanente — para a celebração de parcerias emergenciais destinadas ao enfrentamento de impactos decorrentes de estado de calamidade pública.
A lei prevê ainda regras para o plano de trabalho e o remanejamento de recursos. Trata ainda da alteração de parcerias preexistentes e prestação de contas.
A lei é oriunda do PL 1.707/2025, de autoria do Poder Executivo. No Senado, a matéria foi aprovada em Plenário em março, com relatoria de Eliziane Gama (PSD-MA). Para a senadora, o projeto estimula a continuidade das ações sociais e reconhece a importância das OSCs.


Fonte: Senado Federal

Netanyahu ‘vai conversar’ com presidente libanês, anuncia ministra israelense

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, “vai conversar” com o presidente do Líbano, Joseph Aoun, declarou nesta quinta-feira (16) a ministra israelense da Inovação, Gila Gamliel, à rádio militar.
“O primeiro-ministro vai conversar pela primeira vez com o presidente do Líbano após tantos anos de ruptura total do diálogo entre os dois países. Esperamos que a iniciativa conduza finalmente à prosperidade e ao desenvolvimento do Líbano como Estado”, declarou Gamliel, sem revelar a data, nem como acontecerá a conversa.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os “líderes” de Israel e do Líbano conversariam nesta quinta-feira. “Não estamos a par de nenhum contato previsto com a parte israelense e não fomos informados sobre isso pelos canais oficiais”, declarou uma fonte libanesa à AFP.


Fonte: Jovem Pan

Caixa começa a pagar Bolsa Família de abril

A Caixa Econômica Federal começa a pagar a parcela de abril do Bolsa Família. Recebem nesta quinta-feira (16) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1. Ao todo cerca de 18,9 milhões de famílias receberão o benefício neste mês.
Os beneficiários de dez estados receberão o crédito nesta quinta, independentemente do número final do NIS. O pagamento unificado beneficia localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, São Paulo e Sergipe.
O valor mínimo corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Além do benefício integral, cerca de 2 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.
Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 continua a receber metade do benefício por dois anos.
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).


Fonte: Jovem Pan