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Veja como votaram deputados sobre veto de Lula à PL da dosimetria das penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro

O Congresso vota nesta quinta-feira (30) o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao PL da Dosimetria. O projeto de lei reduz a pena de condenados pela tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023.
🔍 Para derrubar um veto, são necessários os votos de 257 deputados e 41 senadores. As votações ocorreram separadamente, mas na mesma sessão.
Entre os deputados foram 318 votos pela derrubada do veto e 144 pela manutenção.
Entre os senadores, a votação ainda não havia sido concluída até a última atualização deste texto (leia mais abaixo os principais pontos do projeto).
Veja como votaram os deputados

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🤔 O que muda com o projeto de dosimetria
O projeto estabelece novas regras para o cálculo das penas de condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito. Na prática, a proposta permite a redução das punições aplicadas a envolvidos nos ataques de 8 de janeiro.
Entre os pontos previstos no texto, está a proibição da soma das penas para os crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito quando praticados no mesmo contexto. Nesses casos, passa a valer a pena do crime mais grave, com aumento que pode variar de um sexto até a metade.
A proposta também prevê redução de pena de um a dois terços para crimes cometidos em contexto de multidão, desde que o condenado não tenha exercido papel de liderança ou financiamento dos atos.
Outro ponto altera as regras de progressão de regime. O texto permite a saída do regime fechado após o cumprimento de um sexto da pena, além de estabelecer percentuais específicos para outros tipos de crime.
O projeto havia sido vetado integralmente pelo presidente Lula. Na mensagem enviada ao Congresso, o governo argumentou que a proposta poderia reduzir a resposta penal a crimes contra a democracia e representar retrocesso no processo de redemocratização, além de contrariar princípios constitucionais.
Caso haja a derrubada do veto, o texto será encaminhado para promulgação.
Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão conjunta do Congresso Nacional destinada à deliberação do veto presidencial (VET 3/2026) ao projeto que trata da dosimetria das penas aplicadas aos condenados nos atos de 8 de janeiro de 2023.
Geraldo Magela/Agência Senado


Fonte:

g1 > Política

Câmara derruba veto de Lula à Dosimetria; votação segue para o Senado

A Câmara dos Deputados formou maioria nesta quinta-feira (30) para derrubar o veto do presidente Lula (PT) no PL da Dosimetria.
*Matéria em atualização


Fonte: Jovem Pan

Randolfe diz que rejeição a Messias era prevista e que Lula fará nova indicação

Um dia depois da derrota do nome de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), foi claro: o presidente Lula não vai abrir mão da prerrogativa de fazer uma nova indicação. Está apenas analisando quando fazer isso, já que não há um prazo.
“Não sei quando, mas por que razão o Presidente da República iria abdicar de sua atribuição? O presidente, obviamente, vai avaliar, vai ver qual é o melhor momento. Mas essa é uma atribuição do Presidente da República, a indicação, assim como é atribuição do Senado Federal fazer a sabatina dos indicados ao Supremo Tribunal Federal e aprovar ou rejeitar”, disse o senador.
O senador acrescentou que o risco de derrota na votação desta quarta-feira (29) já era previsto e que a proximidade com as eleições influenciou. Segundo ele, a derrota do nome de Messias não veio por causa de seu currículo, mas por questões eleitorais. A oposição aguarda os próximos passos e fica de olho no calendário. O senador Esperidião Amin, por exemplo, falou: se demorar demais para vir a indicação, isso pode mesmo ficar para depois de outubro.
“A cada caso, uma reação. Eu não tenho um manual. Mas acho que, dependendo da data da indicação, isso pode ser deixado para ser votado depois da eleição”.
Messias teve a indicação rejeitada. Recebeu 34 votos quando eram necessários pelo menos 41. Agora, o presidente Lula precisa fazer uma nova indicação e o nome escolhido passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça e encarar o Plenário do Senado.


Fonte: Jovem Pan

Vasco x Olimpia: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Vasco e Olimpia se enfrentam nesta quinta-feira, dia 30, às 19h, no Estádio São Januário, em partida válida pela Copa Sul-Americana. O duelo acontece pela 3ª rodada da fase de grupos da competição.
O Vasco ocupa atualmente a 4ª e última colocação no grupo G, com 1 ponto, e busca vencer a primeira partida na competição após um empate e uma derrota. Do outro lado, o Olimpia lidera o grupo, soma 4 pontos e tenta voltar a vencer na competição após empate.
Onde assistir Vasco x Olimpia ao vivo
A partida será transmitida ao vivo pela Paramount+, com início da transmissão às 19h. 
 


Fonte: Jovem Pan

Corinthians x Peñarol: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Corinthians e Peñarol se enfrentam nesta quinta-feira (30), às 21h, na Neo Química Arena, em partida válida pela 3ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores.
O Corinthians vem de uma vitória por 1 x 0 contra o Vasco no domingo (26), pelo Campeonato Brasileiro. Já o Peñarol vem de uma derrota para o Montevideo Wanderers, por 1 x 0, também no domingo, pelo Campeonato Uruguaio.
Onde assistir Corinthians x Peñarol ao vivo
A Jovem Pan transmite a partida ao vivo pelo rádio, com início da cobertura a partir das 20h.
Além da Jovem Pan, partida será transmitida ao vivo pela Espn (TV fechada) e pelo Disney+ (streaming).


Fonte: Jovem Pan

Flávio diz que rejeição de Messias aconteceu porque Lula ‘trata mal o Legislativo’

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que a rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) foi uma ao governo de Lula (PT), que “trata mal o poder Legislativo”. Em entrevista à Jovem Pan no programa Pânico, ele afirmou que a administração do presidente “tenta governar usando o Judiciário.
Flávio disse também que a decisão é reflexo do abuso de alguns ministros da Suprema Corte, e que o ato pode abrir caminho para o impeachment de ministros do STF, já que 42 barraram Messias e seriam necessários 41 votos para abrir o processo.
Ainda sobre o tribunal, o senador disse que a Suprema Corte dá prosseguimento a ações de políticos que perdem no plenário e recorrem ao STF, em temas em que documentos deveriam estar no “lixo”. Também disse que alguns ministros interpretam a lei de maneira “maluca” se uma pessoa de direita está na capa do processo.
Sobre a dosimetria, Flávio negou que houve negociação com a oposição do presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), pelo encerramento da CPI do Master em troca da votação da redução das penas dos condenados pelo 8 de Janeiro.
Em relação a Jair Bolsonaro, o filho explicou que o pai pediu ao ministro Alexandre de Moraes para passar por cirurgia no ombro, mas que ela não é de urgência e deve ser aprovada em breve.
Flávio também disse que teve uma “grande articulação” para barrar a entrada de Messias no STF, que seria o “terceiro amigo do Lula” na Corte.
Sobre os rachas dentro da direita brasileira, o senador declarou que, apesar das brigas públicas, eles querem as mesmas coisas, e disse que era uma coisa normal, como um time de futebol que discute nos vestiários.

Veja a entrevista completa:

Rejeição de Messias
Em fato inédito após a redemocratização, o Senado Federal rejeitou a indicação do AGU, Jorge Messias, para o STF na última quarta-feira (29). Foram 42 votos contra, 34 a favor e uma abstenção. Ele foi o primeiro nome a não ser aprovado para o cargo desde 1894.
A expectativa geral era de que o AGU fosse aprovado para a vaga deixada pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso. No entanto, a oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se movimentou nas últimas semanas para barrar a indicação. Aliados admitiram que a rejeição é a maior derrota do terceiro mandato do petista e fortalece o pré-candidato ao Planalto e senador, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).


Fonte: Jovem Pan

Presidente do México virá ao Brasil para assinar memorando entre Pemex e Petrobras

A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, disse nesta quinta-feira que espera que as petrolíferas Pemex e Petrobras cheguem a um memorando de entendimento para “colaboração e cooperação” e que viajará ao Brasil para assiná-lo com seu homólogo Luiz Inácio Lula da Silva, em data ainda a ser definida.
Na semana passada, a presidente se reuniu na Cidade do México com executivos da Petrobras, liderados por sua presidente, Magda Chambriard, para discutir o estabelecimento de uma colaboração com a Pemex na exploração, produção e refino de petróleo bruto.
Sheinbaum afirmou que uma equipe técnica da Petrobras estará no México em meados de maio para discutir produção, exploração, refino e biocombustíveis.


Fonte: Jovem Pan

PL da Dosimetria: Câmara rejeita veto de Lula e decisão segue para o Senado

Corredores do Congresso estão movimentados em dia de votação sobre Dosimetria
A Câmara dos Deputados rejeitou, nesta quinta-feira (30), o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto conhecido como “PL da Dosimetria”, que reduz penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023. A análise agora segue para o Senado.
Para que o veto fosse derrubado, eram necessários ao menos 257 votos na Câmara. Foram 318 favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, são necessários, pelo menos, 41.
🔎Deputados e senadores votam separadamente, em sessão conjunta do Congresso Nacional.
O projeto permite a redução de penas de condenados por atos antidemocráticos e pode beneficiar ao menos 280 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
AO VIVO: assista a sessão do Congresso que analisa derrubada de veto ao PL da Dosimetria
Bolsonaro está há pouco mais de um mês em prisão domiciliar por questões de saúde, mas, em tese, segue em regime fechado, após condenação de 27 anos e três meses por tentativa de golpe.
Segundo a Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, ele só poderia passar ao regime semiaberto em 2033.
Especialistas estimam que, caso o projeto passe a valer, o ex-presidente pode migrar de regime em um prazo entre dois e quatro anos.
O texto impede a soma de dois crimes — abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado —, estabelecendo que deve ser aplicada apenas a pena do crime mais grave, com acréscimo de um sexto até a metade.
A proposta também prevê redução de pena de um a dois terços quando os crimes ocorrerem em contexto de multidão, desde que o réu não tenha financiado os atos nem exercido papel de liderança.
Se o veto for derrubado também no Senado, o texto será encaminhado para promulgação. O presidente da República terá até 48 horas para promulgar a lei.
Caso isso não ocorra, a tarefa caberá ao presidente do Senado e, posteriormente, ao vice-presidente da Casa. Após a promulgação e publicação oficial, a nova regra passa a valer.
Mesmo após entrar em vigor, a lei poderá ser questionada no Supremo Tribunal Federal, que poderá decidir sobre a validade das mudanças.
A votação ocorre em meio a uma crise entre o governo e o Congresso. Na terça-feira (29), o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para o STF — a primeira vez desde 1894 que um indicado ao Supremo é barrado.
RELEMBRE: Congresso analisa veto de PL da Dosimetria em meio à crise com governo
Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão conjunta do Congresso Nacional destinada à deliberação do veto presidencial (VET 3/2026) ao projeto que trata da dosimetria das penas aplicadas aos condenados nos atos de 8 de janeiro de 2023.
Geraldo Magela/Agência Senado
Manobra antes da votação
Antes da votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), adotou uma manobra para evitar conflito com outra lei em vigor.
Ele retirou da análise do Congresso um trecho do PL da Dosimetria por contrariar a chamada Lei Antifacção, que endureceu regras para progressão de regime.
Esse trecho retirado por Alcolumbre, na prática, facilitava a progressão de regime para condenados por crimes graves, como feminicídio e crimes hediondos.
A medida de Alcolumbre é incomum e funcionou como um “desmembramento” do veto do presidente Lula, que foi integral, isto é, a todo o projeto.
Dessa forma, ou seja, retirando uma parte, o Congresso poderia derrubar o veto de Lula ao PL da Dosimetra e, assim, manter o projeto, sem prejudicar o PL Antifação no que tange a progressão de regime.
Como o veto de Lula foi integral, o normal seria votar o texto por completo. Mas, para evitar que a derrubada reintroduzisse esse trecho mais brando, Alcolumbre declarou a “prejudicialidade” dessa parte — ou seja, ela foi retirada da votação.
Essa manobra não é comum, mas foi adotada para impedir mudanças nas regras aplicadas a condenados por crimes mais graves.


Fonte:

g1 > Política

Áudio: Projeto facilita crédito a empreendedores jovens e idosos

Para estimular o empreendedorismo entre jovens e idosos, o senador Jayme Campos (União-MT) apresentou um projeto de lei, o PL 2.024/2026, que prevê condições mais favoráveis de empréstimo no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).


Fonte: Senado Federal

Áudio: Senado fará debates sobre a influência das bets na saúde dos brasileiros

A Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH) decidiu na quarta-feira (29) que promoverá duas audiências públicas sobre os impactos das apostas on-line (as bets) na saúde da população. As datas desses debates ainda serão confirmadas.


Fonte: Senado Federal