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Relator publica novo parecer da PEC que possibilita ao Banco Central ter orçamento próprio

O senador Plínio Valério (PSDB-AM) publicou nesta quinta-feira (17) um novo relatório para uma proposta que garante autonomia orçamentária ao Banco Central (BC). Com a mudança, o BC não dependeria mais do orçamento da União.
A proposta de emenda à Constituição (PEC) aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal desde novembro de 2023.
O BC é um autarquia com autonomia financeira, técnica e operacional para atuar no controle da inflação.
Para evitar pressões políticas, os mandatos do presidente e dos diretores do órgão são de quatro anos, fixos, e não coincidem com o mandato do presidente da República, responsável pelas indicações.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Caso a PEC seja aprovada, o BC poderá escolher como administrar seus recursos, sem interferência do caixa do governo federal. O orçamento da autarquia também não precisaria respeitar as regras do arcabouço fiscal.
Desta forma, o BC vai poder elaborar e executar os próprios recursos, o que inclui despesa com pessoal e investimentos.
Essa peça orçamentária passaria pelo crivo prévio do Conselho Monetário Nacional (CMN) e, posteriormente, pela análise de uma comissão temática do Senado – como a de Assuntos Econômicos (CAE).
Segundo a PEC, o limite das despesas do BC não vão poder superar o valor do ano anterior, corrigido pela inflação.
Banco Central liquida mais uma instituição que pertencia ao Grupo Master
Jornal Nacional/ Reprodução
A proposta reforça que o banco não tem vinculação a qualquer ministério ou órgão da administração pública.
A definição do BC na Constituição, de acordo com a PEC, será a seguinte:
“O Banco Central é entidade pública de natureza especial com autonomia técnica, operacional, administrativa, orçamentária e financeira, integrante do setor público financeiro e dotada de poder de polícia, incluindo poderes de regulação, supervisão e resolução”.
O texto ainda explicita que é competência exclusiva do Banco Central a regulação e operação do Pix, com garantia da gratuidade do uso por pessoa física e prevenção de fraudes.


Fonte:

g1 > Política

Cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano começa com possibilidade de ser prorrogado

Começou a valer às 18h desta quinta-feira (16) o cessar-fogo de 10 dias entre o Líbano e Israel, acordo que pode se estender caso tenha um acordo entre as partes, informou os Estados Unidos. O objetivo de cessa-fogo é permitir negociações em direção a um acordo permanente de segurança e paz. “Todas as partes reconhecem que as forças de segurança do Líbano têm a responsabilidade exclusiva pela soberania e defesa nacional do Líbano; nenhum outro país ou grupo tem a pretensão de ser o garantidor da soberania do Líbano”, diz o acordo.
Os dois países solicitaram aos Estados Unidos que facilitassem novas negociações diretas entre eles para resolver todas as questões restantes, incluindo a demarcação da fronteira terrestre internacional, de acordo com o acordo de cessar-fogo.
“Israel e Líbano afirmam que os dois países não estão em guerra e se comprometem a se engajar em negociações diretas de boa-fé, facilitadas pelos Estados Unidos, com o objetivo de chegar a um acordo abrangente que garanta segurança, estabilidade e paz duradouras entre os dois países”, diz o texto divulgado pelo Departamento de Estado dos EUA.
A campanha de Israel no Líbano surgiu como um grande obstáculo para garantir um acordo de paz buscado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para encerrar a guerra contra o Irã que ele lançou com Israel no final de fevereiro, o que interrompeu o comércio global de energia, elevando os preços do petróleo e arriscando mais consequências econômicas.
Com o cessa-fogo em vigor, o governo libanês tomará medidas para impedir que o Hezbollah e todos os outros grupos armados não estatais em seu território realizem ataques contra Israel, de acordo com o texto do acordo de cessar-fogo divulgado pelo Departamento de Estado dos EUA. Israel pode tomar as medidas necessárias em autodefesa contra ataques planejados, iminentes ou em andamento durante o período de cessar-fogo, mas concordou em não realizar nenhuma operação militar ofensiva no Líbano durante os dez dias.
Conversa entre Líbano e Israel 
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, “vai conversar” com o presidente do Líbano, Joseph Aoun, declarou nesta quinta-feira (16) a ministra israelense da Inovação, Gila Gamliel, à rádio militar.
“O primeiro-ministro vai conversar pela primeira vez com o presidente do Líbano após tantos anos de ruptura total do diálogo entre os dois países. Esperamos que a iniciativa conduza finalmente à prosperidade e ao desenvolvimento do Líbano como Estado”, declarou Gamliel, sem revelar a data, nem como acontecerá a conversa.
Na terça-feira (14), os Estados Unidos haviam afirmado que Israel e Líbano concordam com negociações diretas após reunião em Washington. “Essas negociações não ocorrem há mais de 40 anos. Elas estão acontecendo agora porque somos muito fortes, e os países estão vindo até nós — não apenas o Líbano”, disse Netanyahu.
Na quarta-feira (15), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o principal objetivo da negociação com o Líbano é garantir o “desmantelamento” do movimento islamista Hezbollah.“Nas negociações com o Líbano há dois objetivos fundamentais: em primeiro lugar, o desmantelamento do Hezbollah; em segundo lugar, uma paz sustentável (…) alcançada por meio da força”, declarou o primeiro-ministro depois que os dois países realizaram as primeiras conversas diretas em décadas.


Fonte: Jovem Pan

MPRJ denuncia policiais por crimes cometidos durante operação em favelas do Rio

Dez policiais militares foram denunciados pelo Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaesp/MPRJ). Os agentes foram apontados por crimes como invasão de domicílio, descumprimento de missão e desobediência.
Os crimes teriam sido cometidos durante uma operação nas comunidades Nova Holanda e Parque União, no Conjunto de Favelas da Maré, em janeiro de 2025. As denúncias foram encaminhadas à Auditoria da Justiça Militar.
Conforme o MPRJ, as investigações começaram depois de contatos de testemunhas com o plantão da ADPF 635 – Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como ADPF das Favelas, mantido pelo MPRJ.
Foram relatadas ocorrências de policiais lotados no Batalhão de Operações Especiais (Bope), que atuavam em uma operação do Comando de Operações Especiais (COE). As denúncias indicaram que os agentes não tinham autorização judicial e estavam fora das hipóteses legais, ao entrarem em residências da comunidade, sem que os moradores estivessem em casa.
“O cabo Rodrigo da Rocha Pita, em diversas ocasiões, usou uma chave do tipo ‘mixa’ para abrir portas de imóveis e permitir o ingresso nos locais, inclusive acompanhado de outros policiais, entre eles o sargento Cláudio Santos da Silva”, informou o MPRJ, acrescentando que em algumas dessas ações, os agentes chegaram a surpreender moradores dentro das residências.
Segundo a denúncia, depois de invadirem os imóveis, os policiais utilizaram os espaços “para fins particulares, incompatíveis com a atividade policial”, como descansar em sofás e camas, utilizar os banheiros das residências e, inclusive, consumir bebida encontrada no interior de um dos imóveis.
“Em alguns casos, os agentes permaneceram por períodos prolongados dentro das casas, mesmo estando escalados para ações de incursão e estabilização”, completou.

Câmeras corporais
O MP informou ainda que houve irregularidades no uso das câmeras corporais dos policiais.
“Policiais como Rodrigo Rosa Araújo Costa e Diogo de Araújo Hernandes são acusados de obstruir deliberadamente os equipamentos, fazendo com que registrassem apenas imagens de ‘tela preta’”, afirmou, destacando que em outra situação, o cabo Jorge Guerreiro Silva Nascimento “teria direcionado a câmera de forma inadequada, impedindo a captação correta das ações realizadas durante a operação”.
O GAESP/MPRJ denunciou ainda os sargentos Douglas Nunes de Jesus, Carlos Alberto Britis Júnior, Bruno Martins Santiago; o tenente Felippe Martins; e o cabo Diego Ferreira Ramos Martins.
“As denúncias incluem ainda acusações de descumprimento de missão contra agentes que deixaram de executar as atividades para as quais estavam designados, permanecendo no interior de imóveis invadidos sem justificativa operacional”, concluiu em nota do MPRJ.
O Plantão da ADPF 635 é mantido pelo MPRJ como um canal específico para o recebimento de relatos sobre possíveis violações de direitos fundamentais durante operações policiais.
Outro lado
A Corregedoria-Geral da PM instaurou o procedimento “apuratório cabível” sobre possível participação dos policiais denunciados pelo MPRJ por diversos crimes.
Em resposta à Agência Brasil, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que, após o término das investigações, o relatório foi encaminhado à Auditoria de Justiça Militar.
A nota diz ainda que a Corregedoria-Geral da Corporação instaurou o procedimento, “assim que tomou conhecimento do possível desvio de conduta envolvendo policiais, ocorrido em janeiro do ano passado”.
“Ao agir dessa forma, o comando da Corporação reafirma seu compromisso com a legalidade e a transparência, colocando-se à disposição do Ministério Público para colaborar integralmente com as investigações em andamento”, pontuou, ressaltando que “não compactua com quaisquer desvios de conduta por parte de seus integrantes, adotando medidas rigorosas sempre que os fatos são comprovados”.
Denúncias
As denúncias podem ser feitas por e-mail no endereço [email protected] ou pelo telefone 21 – 2215-7003, que também está disponível no WhatsApp Business.
Na página da ADPF 635, no site do MPRJ é possível obter informações sobre os canais disponíveis, que recebem imagens, áudios, vídeos, geolocalização e documentos relacionados a possíveis ilegalidades.


Fonte: Jovem Pan

Flamengo x Independiente Medellín: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Flamengo e Independiente Medellín se enfrentam nesta quinta-feira (16), às 21h30, no Maracanã, em partida válida pela Libertadores. O confronto acontece pela segunda rodada da fase de grupos da competição.
O Flamengo chega para a partida embalado pela vitória, por 2 a 0, contra Cusco, na altitude. O Rubro-Negro ainda anota três triunfos seguidos. Do outro lado, o Independiente Medellín está a três jogos sem vencer e tem um empate na competição continental contra o Estudiantes.
Onde assistir Flamengo x Independiente Medellín ao vivo
A Jovem Pan transmite a partida ao vivo pelo rádio, com início da cobertura a partir das 21h30.
Além da transmissão da Jovem Pan, o jogo também será exibido pela ESPN e pelo Disney+, com transmissão iniciando às 21h30.


Fonte: Jovem Pan

Senado aprova PL que define percentual mínimo de cacau no chocolate

O Senado aprovou na quarta-feira (15) projeto de lei (PL) que estabelece regras para produtos derivados do cacau, como chocolate. A proposta agora vai à sanção presidencial.
O PL determina o percentual mínimo de cacau nos chocolates e exige que os rótulos desses produtos, tanto nacionais quanto importados, e embalagens e peças publicitárias informem o percentual total de cacau. O projeto distingue também a massa, pasta e licor (obtido da moagem das amêndoas de cacau torradas) da manteiga (fração de gordura extraída) e dos “sólidos totais de cacau” (soma da manteiga, da massa e do cacau em pó).
A Câmara dos Deputados retirou do texto a terminologia “amargo ou meio amargo”, no trecho que exige um mínimo de 35% de sólidos totais. Foi mantida, porém, a exigência de que um mínimo de 18% seja de manteiga de cacau e 14% sejam isentos de gordura. Incluiu-se ainda um limite de 5% para outras gorduras vegetais autorizadas.
O projeto apresenta ainda as seguintes regras:

Cacau em pó: mínimo de 10% de manteiga de cacau, em relação à matéria seca, e, no máximo, 9% de umidade;
Cacau solúvel: produto obtido do cacau em pó adicionado de ingredientes para solubilidade;
Chocolate em pó: mínimo de 32% de sólidos totais de cacau;
Chocolate ao leite: no mínimo 25% de sólidos totais de cacau e 14% de sólidos totais de leite ou derivados;
Chocolate branco: no mínimo 20% de manteiga de cacau e 14% de sólidos totais de leite;
Achocolatado, chocolate fantasia, chocolate composto, cobertura sabor chocolate ou cobertura sabor chocolate branco: mínimo de 15% de sólidos de cacau ou 15% de manteiga de cacau.

Segundo o texto, não integram os sólidos totais de cacau as cascas, películas ou quaisquer outros subprodutos da amêndoa.
A definição dos critérios técnicos para indicação do percentual de cacau será estipulada por meio de ato do Executivo, dentro dos limites e requisitos fixados na lei. As empresas que descumprirem as normas estarão sujeitas às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor e na legislação sanitária. As regras entrarão em vigor 360 dias depois da publicação da lei.
*Com informações de Agência Senado


Fonte: Jovem Pan

STF forma maioria contra a lei que proíbe cotas raciais em universidades de SC

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quinta-feira (16) para aprovar a incostitucionalidade da lei aprovada em Santa Catarina que proíbe as cotas raciais ou outras ações afirmativas para ingressar no ensino superior em instituições que recebem verbas do Estado.
No momento, o placar está em 7 a 0. Com o voto do ministro Edson Fachin, o sexto a votar, a maioria foi formada. O relator Gilmar Mendes começou a deliberação e votou pela inconstitucionalidade da lei contra às cotas raciais ainda no dia 10 de abril. Os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes acompanharam o relator e votaram ainda no mesmo dia.
Edson Fachin, Dias Toffoli, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia continuaram a votação na sessão plenária desta quinta-feira. Todos os votos foram contra a aprovação da lei assinada ainda em janeiro pelo governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL).

Votação começou dia 10 de abril
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou em julgamento virtual nesta sexta-feira (10) pela inconstitucionalidade de uma lei, também de Santa Catarina, que impede a adoção de cotas raciais e para outros grupos minorizados em universidades públicas no estado. Os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes seguiram o voto do relator.
O texto destaca o risco de retrocesso social e a urgência da medida cautelar diante de processos seletivos e matrículas acadêmicas já em andamento. A norma é questionada no STF pela Ordem dos Advogados do Brasil, (OAB), PSOL, PT, PCdoB, União Nacional dos Estudantes (Une), Coalizão Negra por Direitos e Educafro – associação que luta pela inclusão de negros, em especial, e pobres em geral, em universidades públicas ou particulares, com bolsa de estudo, entre outras entidades.


Fonte: Jovem Pan

Salada com proteína: 3 receitas saudáveis e nutritivas para o jantar 

Leve, equilibrada e prática, a salada com proteína é uma ótima escolha para quem busca uma refeição noturna que sacie sem pesar. Ao combinar folhas, legumes e fontes proteicas, é possível montar pratos completos, que contribuem para a recuperação do corpo, ajudam na manutenção da massa muscular e ainda favorecem uma digestão mais tranquila. Além disso, essa opção se adapta facilmente a diferentes preferências alimentares, permitindo variações criativas e cheias de sabor. 
A seguir, confira 3 receitas de saladas saudáveis e proteicas para o jantar! 
1. Salada com frango e cogumelo
Ingredientes

2 peitos de frango sem pele
2 xícaras de chá de alface 
1/2 pepino cortado em rodelas
1/2 xícara de chá de tomate-cereja cortado ao meio
1/2 xícara de chá de cogumelo paris fatiado
Suco de 1/2 limão
Azeite, sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo
Em um recipiente, tempere o peito de frango com sal e pimenta-do-reino. Em uma frigideira, aqueça um fio de azeite em fogo médio e grelhe o frango até ficar dourado e bem cozido. Retire e corte em fatias. Na mesma frigideira, coloque o cogumelo e cozinhe até ficar macio. Reserve. Em uma tigela, coloque as folhas de alface. Adicione o pepino, o tomate-cereja e o cogumelo. Acrescente o frango por cima. Tempere com azeite, suco de limão, sal e pimenta-do-reino. Misture delicadamente e sirva em seguida.
Salada de quinoa com legumes Imagem: Brent Hofacker | Shutterstock
2. Salada de quinoa com legumes
Ingredientes

1 xícara de chá de quinoa
2 xícaras de chá de água
1 tomate cortado em cubos
1 xícara de chá de couve crespa picada
1/2 pepino cortado em cubos
1/4 de xícara de chá de cebola-roxa picada
1/2 xícara de chá de salsinha picada
1/4 de xícara de chá de cebolinha picada
2 colheres de sopa de azeite
Suco de 1 limão
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo
Em uma panela, coloque a quinoa e a água e leve ao fogo médio até ferver. Abaixe o fogo e cozinhe até a água secar e os grãos ficarem macios. Desligue o fogo, solte a quinoa com um garfo e deixe esfriar. Em uma tigela, coloque o tomate, o pepino, a cebola-roxa, a couve, a salsinha e a cebolinha. Adicione a quinoa já fria e misture bem. Tempere com azeite, suco de limão, sal e pimenta-do-reino. Misture novamente até incorporar todos os ingredientes. Sirva em seguida. 
3. Salada de atum com ovo
Ingredientes

170 g de atum sólido ao natural escorrido
2 xícaras de chá de alface
2 ovos cozidos, descascados e cortados em pedaços
1/2 xícara de chá de tomate-cereja cortado ao meio
1/2 pepino cortado em rodelas
1/2 xícara de chá de cenoura ralada
2 colheres de sopa de azeite
Suco de 1/2 limão
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo
Em uma tigela, coloque as folhas de alface. Adicione o tomate-cereja, o pepino e a cenoura. Acrescente o atum, soltando em pedaços. Distribua os ovos por cima. Tempere com azeite, suco de limão, sal e pimenta-do-reino. Misture delicadamente e sirva em seguida.


Fonte: Jovem Pan

Relator publica novo parecer da PEC que possibilita ao Banco Central ter orçamento próprio

O senador Plínio Valério (PSDB-AM) publicou nesta quinta-feira (17) um novo relatório para uma proposta que garante autonomia orçamentária ao Banco Central (BC). Com a mudança, o BC não dependeria mais do orçamento da União.
A proposta de emenda à Constituição (PEC) aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal desde novembro de 2023.
O BC é um autarquia com autonomia financeira, técnica e operacional para atuar no controle da inflação.
Para evitar pressões políticas, os mandatos do presidente e dos diretores do órgão são de quatro anos, fixos, e não coincidem com o mandato do presidente da República, responsável pelas indicações.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Caso a PEC seja aprovada, o BC poderá escolher como administrar seus recursos, sem interferência do caixa do governo federal. O orçamento da autarquia também não precisaria respeitar as regras do arcabouço fiscal.
Desta forma, o BC vai poder elaborar e executar os próprios recursos, o que inclui despesa com pessoal e investimentos.
Essa peça orçamentária passaria pelo crivo prévio do Conselho Monetário Nacional (CMN) e, posteriormente, pela análise de uma comissão temática do Senado – como a de Assuntos Econômicos (CAE).
Segundo a PEC, o limite das despesas do BC não vão poder superar o valor do ano anterior, corrigido pela inflação.
Banco Central liquida mais uma instituição que pertencia ao Grupo Master
Jornal Nacional/ Reprodução
A proposta reforça que o banco não tem vinculação a qualquer ministério ou órgão da administração pública.
A definição do BC na Constituição, de acordo com a PEC, será a seguinte:
“O Banco Central é entidade pública de natureza especial com autonomia técnica, operacional, administrativa, orçamentária e financeira, integrante do setor público financeiro e dotada de poder de polícia, incluindo poderes de regulação, supervisão e resolução”.
O texto ainda explicita que é competência exclusiva do Banco Central a regulação e operação do Pix, com garantia da gratuidade do uso por pessoa física e prevenção de fraudes.


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g1 > Política

Datafolha em Pernambuco: João Campos tem 50%; Raquel Lyra, 38% no 1º turno para o governo do estado

João Campos e Raquel Lyra
g1
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (16) com as intenções de voto para o governo de Pernambuco mostra o prefeito do Recife, João Campos (PSB), com 50% das intenções de voto. Em seguida, aparece a atual governadora do Estado, Raquel Lyra (PSD), com 38%.
Na sequência estão Eduardo Moura (Novo), com 3%, e Ivan Moraes (PSOL), com 2%. Brancos ou nulos são 6% e indecisos, 1%.
O instituto ouviu 1.022 eleitores de 13 a 15 de abril. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi encomendado pela Rede Nordeste e está registrado no TSE sob os números PE-04713/2026 e BR 01221/2026.
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Veja os números na disputa do primeiro turno das eleições de 2026 para o governo de Pernambuco:
João Campos (PSB) : 50%;
Raquel Lyra (PSD): 38%;
Eduardo Moura (Novo): 3%;
Ivan Moraes (PSOL): 2%;
Brancos e nulos: 6%;
Não responderam ou não souberam responder: 1%.
Datafolha: pesquisa de 1º turno para o governo de Pernambuco em abril de 2026
Arte/g1
Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em fevereiro, Campos e Lyra oscilaram três pontos percentuais. Ele tinha 47% e ela, 35%.
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Segundo turno
Em eventual segundo turno nas eleições deste ano, o Datafolha também apontou que o filho do ex-governador Eduardo Campos também fica à frente da filha do ex-vice-governador João Lyra. João Campos aparece com 52% das intenções de voto enquanto Raquel Lyra registra 42%.
A diferença entre o prefeito da capital pernambucana e a atual governadora do estado na disputa do segundo turno é de 10 pontos percentuais. Em relação à pesquisa anterior, de fevereiro, a distância entre eles era de 13 pontos percentuais, pois ele apresentava 53%; e ela, 40%.
Avaliação do governo de Raquel Lyra
A pesquisa mais recente do Datafolha também apontou como está avaliação da gestão de Raquel Lyra no governo de Pernambuco. Confira os números:
Ótima ou boa: 40% (no levantamento anterior, em outubro, eram 38%);
Ruim ou péssima: 38% (antes, eram 23%);
Regular: 20% (na pesquisa anterior, eram 36%).
Rejeição
Raquel Lyra (PSD): 29%;
João Campos (PSB) : 25%;
Ivan Moraes (PSOL): 39%;
Eduardo Moura (Novo): 39%;
Não souberam responder: 3%;
Rejeitam todos ou não votariam em nenhum: 3%;
Votariam em qualquer um ou não rejeitam ninguém: 2%.
Disputa para o Senado
A pesquisa apresentou quatro possíveis cenários nas eleições para o Senado Federal em Pernambuco e, com taxas entre 40% e 42%, Marília Arraes (Solidariedade) lidera todos. A segunda posição nas simulações ficou com Humberto Costa (PT), variando entre 31% e 32%. Veja os resultados:
Cenário A (incluiu nomes de Eduardo da Fonte pelo União Brasil e Anderson Ferreira pelo PL)
Marília Arraes (PDT): 42%
Humberto Costa (PT): 32%
Eduardo da Fonte (PP): 17%
Anderson Ferreira (PL): 14%
Armando Monteiro (Podemos): 13%
Túlio Gadêlha (PSD): 12%
Jô Cavalcanti (PSOL): 5%
Fernando Dueire (PSD): 5%
Paulo Rubem Santiago (REDE): 4%
Branco/nulo/nenhum: 19% (1ª vaga) e 25% (2ª vaga)
Não sabe: 6% (1ª vaga) e 7% (2ª vaga)
Cenário B (incluiu nomes de Miguel Coelho pelo União Brasil e Anderson Ferreira pelo PL)
Marília Arraes (PDT): 40%
Humberto Costa (PT): 31%
Miguel Coelho (União Brasil): 16%
Anderson Ferreira (PL): 14%
Armando Monteiro (Podemos): 13%
Túlio Gadêlha (PSD): 11%
Jô Cavalcanti (PSOL): 6%
Fernando Dueire (PSD): 5%
Paulo Rubem Santiago (REDE): 4%
Branco/nulo/nenhum: 20% (1ª vaga) e 26% (2ª vaga)
Não sabe: 5% (1ª vaga) e 7% (2ª vaga)
Cenário C (incluiu nomes de Mendonça Filho pelo União Brasil e Eduardo da Fonte pelo PP)
Marília Arraes (PDT): 41%
Humberto Costa (PT): 31%
Eduardo da Fonte (PP): 17%
Mendonça Filho (União Brasil): 16%
Armando Monteiro (Podemos): 14%
Túlio Gadêlha (PSD): 12%
Jô Cavalcanti (PSOL): 5%
Fernando Dueire (PSD): 5%
Paulo Rubem Santiago (REDE): 4%
Branco/nulo/nenhum: 19% (1ª vaga) e 25% (2ª vaga)
Não sabe: 5% (1ª vaga) e 7% (2ª vaga)
Cenário D (incluiu nomes de Eduardo da Fonte pelo PP e Mendonça Filho pelo União Brasil)
Marília Arraes (PDT): 41%
Humberto Costa (PT): 31%
Miguel Coelho (União Brasil): 16%
Mendonça Filho (União Brasil): 15%
Armando Monteiro (Podemos): 12%
Túlio Gadêlha (PSD): 12%
Fernando Dueire (PSD): 6%
Jô Cavalcanti (PSOL): 5%
Paulo Rubem Santiago (REDE): 4%
Branco/nulo/nenhum: 19% (1ª vaga) e 26% (2ª vaga)
Não sabe: 6% (1ª vaga) e 7% (2ª vaga)
Disputa para a Presidência
De acordo com a pesquisa Datafolha, Lula (PT) lidera a disputa para a Presidência da República nos dois turnos.
Veja os resultados da pesquisa para o 1º turno:
Lula (PT): 53%
Flávio Bolsonaro (PL): 26%
Augusto Cury (Avante): 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 1%
Renan Santos (Missão): 1%
Ronaldo Caiado (PSD): 1%
Samara Martins (UP): 1%
Aldo Rebelo (DC): 1%
Romeu Zema (Novo): 1%
Branco/nulo/nenhum: 11%
Não sabem: 3%
Segundo turno
Lula (PT): 59% (era 59% na pesquisa anterior, realizada em fevereiro);
Flávio Bolsonaro (PL): 32% (era 31%);
Brancos/nulos/nenhum: 8% (era 9%);
Não sabem: 1% (era 2%).
Montagem com fotos dos pré-candidatos à Presidência da República: Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT)
Montagem/g1
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias


Fonte:

g1 > Política

Novo ministro diz que PL dos apps só será analisado após as eleições e cita necessidade de aproximação do governo com Congresso

O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães (PT), afirmou nesta quinta-feira (16) que a análise do projeto que trata da regulamentação dos aplicativos de transporte e entrega só deve ocorrer após as eleições de outubro, diante da falta de consenso entre os setores envolvidos.
O responsável pela articulação política do governo Lula com o Congresso recebeu jornalistas para um café da manhã no Planalto nesta quinta, ocasião em que falou sobre as prioridades do Executivo neste ano e a necessidade de aproximação com o Legislativo.
” O PL dos aplicativos não votamos porque não tinha acordo sobre nada, plataforma não concorda, entregadores também não, como votar? E a oposição esperando um vacilo pra dizer que o PT estava prejudicando os trabalhadores. Não pode, não teve consenso”, declarou Guimarães.
Ainda segundo Guimarães, os ministros Luiz Marinho e Guilherme Boulos fizeram um “esforço” nas negociações, mas o texto final não conseguiu unificar as partes envolvidas. Por isso, governo passou a defender o adiamento da votação no Congresso para um momento mais oportuno.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“Acertei com o relator. É minha posição, e é a do governo. Mas, às vezes, a vida se encarrega de resolver. Não adianta fazer beicinho e nem bico, problemas são reais, o Congresso é plural, o governo não tem maioria, é só com diálogo pra ter vitórias necessárias”, afirmou Guimarães aos jornalistas.
O ministro também comparou o PL dos aplicativos à chamada “taxa das blusinhas”. Segundo ele, o debate, da forma que foi conduzido, acabou concentrando no governo o desgaste político da medida.
“Iria para nosso colo como veio a taxa das blusinhas. A SRI não é mérito de matéria é relação com o Congresso. Os aplicativos, entrei de última hora, estavam os ministros Marinho e Boulos, Lula disse pra eu tirar da pauta e eu corri”, contou Guimarães.
Relação com Alcolumbre
José Guimarães frisou que é preciso manter uma boa relação com o Congresso para viabilizar a aprovação de pautas consideradas prioritárias pelo governo.
O ministro reconheceu a necessidade de estreitar a interlocução com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para destravar propostas paradas na Casa. Segundo ele, o diálogo já foi iniciado e “cumprir combinado é o mais barato do ponto de vista político”.
“Aprofundar o diálogo, as matérias ficaram interditadas no Senado. A PEC da Segurança foi em comum acordo, tem que ser votada no Senado. Não podemos obrigar o Senado a votar, e o diálogo com Alcolumbre é o que vai resolver isso”, declarou.
Cenário eleitoral de 2026
José Guimarães também comentou o cenário eleitoral para 2026 e afirmou que o governo não demonstra preocupação com pesquisas que apontam o senador Flávio Bolsonaro à frente do presidente Lula.
“Vamos desidratar nosso opositor, não tem mérito pra ser presidente em um momento como esse” declarou.
Segundo o ministro, o PT conta com alianças consolidadas e palanques competitivos nos principais colégios eleitorais do país, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Ao tratar de Minas Gerais, Guimarães disse que uma eventual candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) fortaleceria o campo governista no estado e avaliou que o impasse pode ser resolvido em breve.
“Minas Gerias falta o Pacheco falar que é candidato, quando ele falar, o palanque está montado, ele está falando com Lula, acho que vai se resolver nos próximos dias. É um palanque consistente se Pacheco for nosso candidato, por tudo o que ele representa”, disse.
Ao falar sobre as eleições, o ministro também comentou a decisão de deixar o mandato e não disputar o pleito deste ano no Ceará.
“Minha contribuição estava encerrada na Câmara, queria ir para o Senado pra ajudar. Não deixaram, a realidade política lá, virei a chave, me dizem que vou ficar sem mandato, é a vida, atendi ao apelo do presidente. Foram muitos doídos os bastidores disso tudo, pra mim, pessoalmente”, afirmou.
Guerra
Guimarães afirmou que o governo tomou medidas “corajosas” em relação aos combustíveis e que a equipe econômica deve anunciar novas ações “em breve” para tentar conter a inflação provocada pela guerra.
Endividamento das famílias, juros e bets
Para o novo ministro, um dos principais fatores que contribuíram para o aumento do endividamento das famílias brasileiras é a manutenção da taxa de juros em patamar elevado, além do avanço dos jogos de apostas on-line.
Segundo José Guimarães, o tema deverá ser debatido por Lula no retorno da viagem oficial.
“O Banco Central já perdeu a oportunidade de abaixar a taxa de juros. Estamos em um longo período, de controle absoluto da inflação. E a inflação só caiu, tudo dentro da meta, e o BC insistiu em manter a taxa de juros. O endividamento das famílias é também por alta taxa de juro, não pode dar com uma mão e tirar com a outra”, avaliou.
Fim da escala 6×1
José Guimarães também disse que o governo aceita negociar uma regra de transição para a redução da jornada de trabalho no país, mas disse ser contrário a redução de tributos para empresas.
“A transição eu acho que é possível discutir. Mas isso quem vai dizer é o Congresso. Eu acho que não tem que ter mais desoneração, pelo contrário, o país não suporta isso. Eu fui o autor da lei que acabou com os tais incentivos, viu? Não tem país que sobreviva economicamente o governo renunciando a quase um trilhão de reais”, disse.
Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.
Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.
🔎Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que uma redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, por exemplo, pode elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia. Isso equivale a um acréscimo de até 7% na folha de pagamentos, diz a entidade.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o novo ministro da articulação política, José Guimarães
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