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Teresa Leitão elogia criação de programa federal de combate ao crime organizado

A senadora Teresa Leitão (PT-PE) exaltou, nesta quarta-feira (13), o lançamento do programa Brasil contra o Crime Organizado, anunciado esta semana pelo  presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A parlamentar destacou que a iniciativa fortalece a coordenação nacional das ações de segurança pública e amplia o combate às facções criminosas e ao tráfico de armas.
— O governo do presidente Lula escolheu o caminho da presença do Estado, da inteligência policial, com autonomia, da articulação federativa e da defesa da vida das pessoas — disse.
Teresa detalhou os quatro eixos declarados da nova estratégia: enfrentamento ao tráfico de armas e explosivos; combate às finanças das organizações criminosas; qualificação das investigações de homicídios; e fortalecimento do sistema prisional. Ela enfatizou que o objetivo é atingir a estrutura financeira das facções e ampliar a integração das forças de segurança.
— Vamos atacar ainda mais o núcleo financeiro das facções criminosas, porque o crime organizado não se sustenta apenas pela violência armada. Sustenta-se pela circulação ilegal de recursos, pelo controle territorial e pela infiltração econômica — afirmou.
Lurya Rocha, sob supervisão de Dante Accioly.


Fonte: Senado Federal

Hermes Klann critica medida provisória que zera “taxa das blusinhas”

Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (13), o senador Hermes Klann (PL-SC) criticou a medida provisória que trata da tributação sobre produtos importados vendidos em plataformas digitais. Segundo o parlamentar, a proposta cria desequilíbrio competitivo ao reduzir encargos sobre itens estrangeiros, enquanto mantém a carga tributária elevada para empresas nacionais. O tributo sobre compras internacionais de pequeno valor ficou popularmente conhecido como “taxa das blusinhas”. 
— A MP 1.357, de 2026, praticamente zera a tributação de produtos importados de até US$ 50 vendidos em plataformas estrangeiras. Enquanto isso, o empresário brasileiro continua pagando impostos altíssimos, encargos trabalhistas, fiscalização pesada, burocracias e custos que tornam quase impossível competir em igualdade. Segundo entidades do setor, a carga tributária sobre produtos nacionais pode chegar a 92% ao longo da cadeia produtiva. Como competir assim? Na prática, essa medida favorece quem produz lá fora e pune quem produz aqui dentro — disse.
O senador defendeu a adoção de critérios de isonomia tributária e afirmou que o país precisa preservar sua capacidade produtiva. Ele argumentou que a medida pode estimular a substituição da produção interna por produtos importados, com reflexos na economia e no mercado de trabalho.
— Não existe soberania nacional sem indústria forte. Não existe justiça social sem geração de empregos. O povo brasileiro quer igualdade de condições, quer oportunidade, quer respeito por quem produz, e eu não aceitarei em silêncio medidas que enfraquecem o Brasil produtivo e coloquem em risco milhões de empregos brasileiros.


Fonte: Senado Federal

Esperidião Amin critica fim da ‘taxa das blusinhas’

Em pronunciamento por videoconferência nesta quarta-feira (13), o senador Esperidião Amin (PP-SC) criticou a decisão do governo federal de acabar com a chamada “taxa das blusinhas” — a alíquota de 20% de imposto de importação sobre encomendas internacionais de até US$ 50, que havia sido criada em 2024.
Segundo o parlamentar, a decisão foi tomada sem discussão prévia e prejudica a indústria têxtil brasileira. Ele ressaltou que a decisão anterior (de criar essa cobrança) havia sido aprovada pelo Congresso Nacional após acordo com o governo — e que tinha o objetivo de proteger empregos e a cadeia produtiva do setor.
— Nós adotamos, em um acordo com o governo, a taxação das blusinhas para defender o emprego na indústria que mais intensivamente usa mão de obra (e  que portanto gera empregos, que gera microempresas supridoras na cadeia produtiva da indústria têxtil do Brasil) porque isso ajudava. O governo havia concordado com isso, mas agora toma uma decisão que tem, no mínimo, cheiro de politicagem.
O senador também criticou o Ministério dos Transportes e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pela demora na solução para as obras no Morro dos Cavalos, em Santa Catarina. Segundo ele, a ANTT ainda não concluiu os procedimentos necessários para transferir à respectiva concessionária a responsabilidade pela execução da obra.


Fonte: Senado Federal

Áudio: Comissão de Esporte aprova alteração em repasse das loterias a clubes

A Comissão de Esporte do Senado aprovou nesta quarta-feira (13) uma mudança na destinação de 0,01% da arrecadação das loterias. Conforme o relatório de resultados da Caixa Econômica Federal, esse valor chegou a R$ 2,5 milhões no ano passado. O projeto em análise determina que o dinheiro hoje destinado à Federação Nacional dos Clubes Esportivos, uma entidade sindical, passe a ir para o Comitê Brasileiro de Clubes, que executa ações de formação esportiva. O projeto (PL 2.584/2025) seguiu para votação na Comissão de Assuntos Econômicos.


Fonte: Senado Federal

Áudio: Chega ao Senado projeto que proíbe microplástico em cosméticos

O Senado vai analisar um projeto (PL 2.157/2026) aprovado pela Câmara dos Deputados que proíbe uso de microplástico na fabricação de sabonetes, pastas de dente, esfoliantes de pele e outros itens de higiene e beleza.
Microesferas de plástico são partículas com tamanho inferior a cinco milímetros que não são filtradas nos sistemas de tratamento de esgoto e acabam contaminando os oceanos. O projeto aguarda definição das comissões do Senado pelas quais vai ser discutido e votado.


Fonte: Senado Federal

Comissão de Esporte aprova mudança em repasse da loteria aos clubes esportivos

A Comissão de Esporte (CEsp) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (13), projeto que transfere para o Comitê Brasileiro de Clubes (CBC) o percentual de arrecadação da loteria federal hoje destinado à Federação Nacional dos Clubes (Fenaclubes).
Do deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), o PL 2.584/2025 recebeu parecer favorável da senadora Leila Barros (PDT-DF) e segue agora para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
O projeto altera a Lei 13.756, de 2018, para transferir para o CBC 0,01% da arrecadação da loteria destinada ao Ministério do Esporte (que recebe 3,53%). A mudança é fruto de um consenso entre o CBC e a Fenaclubes, explicou Leila, e busca garantir que o dinheiro seja aplicado na formação de gestores de clubes esportivos.
— A proposição promove um ajuste pontual na destinação dos recursos oriundos da loteria, sem ampliar o volume global de recursos já previsto na lei — registrou Leila.  
A proposta também retira a Fenaclubes da lista de entidades fiscalizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O CBC já consta na lei como uma entidade fiscalizada pelo tribunal. Segundo o texto, a medida alinha a lei à organização do esporte no país, já que o CBC integra o Sistema Nacional do Esporte.
Leila Barros, que é presidente da CEsp, argumenta que o projeto traz coerência administrativa e fortalece o apoio aos clubes. Para ela, como o CBC já faz capacitações, a transferência organiza melhor a política para o setor.


Fonte: Senado Federal

Quaest: 38% consideram que Desenrola vai ajudar muito as famílias endividadas e 27% acham que vai ajudar pouco

Quaest: 1º turno, 2º turno e avaliação do governo
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra que 38% dos brasileiros avaliam que o novo programa Desenrola do governo federal vai ajudar muito as pessoas a saírem da situação de endividamento. Outros 27% dizem que deve ajudar um pouco, enquanto 33% afirmam que não vai ajudar.
Veja os números:
Quaest: O Desenrola 2.0 vai ajudar as pessoas a sair das dívidas ou não?
Arte/g1
Vai ajudar muito: 38%
Vai ajudar um pouco: 27%
Não vai ajudar: 33%
Não sabem/não responderam: 2%
Lançado pelo governo Lula na semana passada, o Desenrola 2.0 é voltado para brasileiros endividados com o sistema bancário, com renda mensal de até cinco salários-mínimos, o equivalente a R$ 8.105, e com dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026.
A dívida renegociada terá descontos entre 30% e 90%, com taxa de juros máxima de 1,99% ao mês. Também será permitido ao trabalhador usar 20% do saldo da conta do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), ou até R$ 1 mil, para pagar parcial ou integralmente dívidas.
Nesta segunda-feira (11), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que o Desenrola 2.0 já está próximo de R$ 1 bilhão em valores renegociados.
Segundo a Quaest, 57% dos entrevistados já tinham ouvido falar do Desenrola 2.0, enquanto 43% afirmaram que ficaram sabendo do programa recentemente.
Quaest 2º turno: Lula tem 42%; Flávio Bolsonaro, 41%, em empate técnico
Veja os números:
Quaest: Conhecimento sobre o Desenrola 2.0 (maio/2026)
Arte/g1
Já tinha ouvido falar: 57%
Ficou sabendo agora: 43%
Com o endividamento das famílias em níveis recordes e metade dos brasileiros inadimplentes, segundo dados mais recentes, a pressão das dívidas mobiliza o governo e se tornou um tema da disputa presidencial de 2026.
O percentual de endividados atingiu 80,4% em março, maior nível da série histórica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Lula assina medida provisória do Desenrola 2.0.
Ricardo Stuckert/ Presidência da República
Dados do Banco Central (BC) mostram que quase metade da renda dos brasileiros está comprometida com dívidas como cartão de crédito, empréstimos e financiamentos. O nível de endividamento no sistema financeiro se aproxima do registrado em 2022, no fim do governo Jair Bolsonaro (PL).
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Proibição de jogos online
A pesquisa também questionou os entrevistados sobre a proposta de proibir que beneficiários do programa façam apostas online por um período: 79% disseram ser a favor da medida, enquanto 16% se declararam contra.
Veja os números:
Quaest: Opinião sobre proibição de apostas online e adesão ao Desenrola 2.0
Arte/g1
A favor da proibição: 79%
Contra a proibição: 16%
Não sabem/não responderam: 5%
Segundo o diretor da Quaest, Felipe Nunes, há uma forte relação entre o endividamento e o vício em jogos online, principalmente entre os homens. Pesquisas qualitativas têm mostrado que 29% dos entrevistados relataram ter começado a apostar para tentar pagar contas, e 27% buscavam renda extra. Entre os inadimplentes, 46% apostam — incluindo quem já está com o nome negativado.
Segundo a pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta, 50% consideram que o Desenrola 2.0 é uma boa ideia, porque ajuda quem está endividado a sair do vermelho. Outros 22% avaliam que ajuda apenas em parte, enquanto 23% dizem que é uma má ideia, por estimular o endividamento.
Veja os números:
Quaest: Opinião sobre o Desenrola 2.0 (maio/2026)
Arte/g1
Boa ideia: 50%
Ajuda um pouco: 22%
Má ideia: 23%
Não sabem/não responderam: 5%
SAIBA MAIS
Quaest 1º turno: Lula lidera com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro com 33%; Caiado e Zema têm 4% cada
Quaest 2º turno: Lula tem 42%, e Flávio Bolsonaro, 41%
Quaest: para 46%, escândalo do Master afeta negativamente governos Lula e Bolsonaro, Supremo, Congresso e BC
Quaest: para 43%, Lula saiu mais forte após encontro com Trump
Quaest: 49% desaprovam e 46% aprovam o governo Lula


Fonte:

g1 > Política

LULA ZERA IMPOSTO DAS “BLUSINHAS”: MEDIDA CRIADA EM 2023 É RETIRADA EM ANO ELEITORAL

O governo federal anunciou a retirada da taxação sobre compras internacionais de baixo valor, medida que havia se tornado conhecida nacionalmente como “imposto das blusinhas”.

A cobrança ganhou força em 2023, durante a implantação do programa de fiscalização das importações internacionais. Na época, consumidores passaram a relatar aumento nos custos de compras feitas em plataformas estrangeiras, principalmente em sites populares entre brasileiros.

A decisão gerou forte repercussão nas redes sociais e críticas de consumidores, comerciantes e influenciadores digitais. O tema rapidamente virou pauta política nacional.

Agora, em meio ao clima eleitoral, o governo volta atrás na medida e reacende o debate político sobre o impacto da taxação nas compras populares.

Críticos do governo afirmam que a mudança acontece em um momento estratégico, diante do desgaste causado pela cobrança nos últimos meses. Já apoiadores argumentam que a decisão busca reorganizar o sistema tributário e aliviar o bolso da população.

A expressão “imposto das blusinhas” virou símbolo da insatisfação popular com o aumento da fiscalização sobre importações de pequeno valor e continua sendo um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

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Governo anuncia medida para conter aumento do preço da gasolina e do diesel

O governo federal anunciou, nesta quarta-feira (13), mais uma Medida Provisória (MP) com o objetivo de conter a alta dos combustíveis, mais especificamente a gasolina e o diesel, produzidos no Brasil ou importados.
A proposta prevê a concessão de subsídios aos produtores de gasolina, em valor equivalente a um percentual da Cide e do PIS/Cofins incidentes sobre o combustível. O valor será pago aos produtores e importadores por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O desconto no imposto não poderá ultrapassar o teto dos tributos federais incidentes sobre os combustíveis. Atualmente, esses valores são:
R$ 0,89 por litro na gasolina, o que inclui PIS, COFINS e Cide; e
R$ 0,35 de PIS e Cofins por litro de óleo diesel, que já teve sua tributação suspensa em março. A medida anunciada passará a valer para o diesel quando os efeitos da MP de março cessarem.
As medidas utilizarão recursos do Orçamento Geral da União. A despesa mensal estimada é de R$ 272 milhões para cada R$ 0,10 de subvenção no litro de gasolina e de R$ 492 milhões para cada R$ 0,10 de subvenção no litro do diesel.
“Como a receita da União por meio de dividendos, royalties e participação tem crescido com o aumento da cotação do petróleo no mercado internacional, a medida será neutra do ponto de vista fiscal”, justificou o governo. 
A iniciativa ocorre em meio à paralisação, na Câmara dos Deputados, da tramitação do projeto de lei complementar que autoriza o uso de receitas extraordinárias do petróleo para reduzir tributos sobre combustíveis. A proposta foi encaminhada pelo Executivo ao Congresso em abril.
Vídeos em alta no g1
O projeto que está parado estabelece a possibilidade de reduzir impostos sobre diesel, gasolina, etanol e biodiesel sempre que houver aumento extraordinário da arrecadação decorrente da alta nas cotações internacionais do petróleo.
Assim, quando houver aumento de receita, o montante seria utilizado para reduzir tributos sobre combustíveis, como PIS/Cofins e Cide-gasolina.
A medida provisória anunciada agora ocorre em momento de forte pressão sobre a Petrobras, que fixa os preços dos combustíveis no Brasil.
Cálculo da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) indica uma defasagem de 39% no diesel e de 73% na gasolina em relação aos preços internacionais dos produtos.
Nesta semana, durante conferência para comentar os resultados da estatal no primeiro trimestre, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, informou que está previsto um reajuste de preços para “já já”.
Na ocasião, ela acrescentou que a empresa e o governo já estavam trabalhando em uma medida para amenizar os efeitos do reajuste sobre a população.
Preço da gasolina sobe e chega a R$ 6,39 em postos do Piauí
Divulgação
Fim da paridade
Em 2023, no início do terceiro mandato do presidente Lula, a Petrobras anunciou o fim da paridade de preços do petróleo – e dos combustíveis derivados, como gasolina e diesel – com o dólar e o mercado internacional, que estava em vigor desde 2016.
Com a mudança, os reajustes de combustíveis passaram a evitar o repasse para os preços internos da “volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.
Em um momento de alta nos preços do petróleo e dos combustíveis por conta da guerra no Oriente Médio, a demora no repasse aos preços internos contém a inflação no país e, também, impede um lucro maior da Petrobras.


Fonte:

g1 > Política

Microsoft anuncia demissão de funcionários do Linkedin; 17, 5 mil podem ser afetados

A direção do LinkedIn, subsidiária da Microsoft, começou a informar seus funcionários que dará início a uma reestruturação do quadro de pessoal da empresa, o que implicará na demissão de funcionários, em uma nova onda de cortes no setor de tecnologia.
“A rede social profissional deve oferecer um maior impacto aos usuários e operar de forma mais rentável”, afirma um comunicado do diretor executivo do LinkedIn, Daniel Shapero, divulgado aos funcionários e reproduzido pela agência ‘Bloomberg’.
Por enquanto, não foi divulgado o número total de demissões nem as áreas afetadas, embora na própria nota do CEO seja sugerido que isso poderá afetar divisões como engenharia, produto ou marketing.
O LinkedIn conta com 17.500 funcionários, conforme pode ser lido em seu site. A empresa voltada para o mercado de trabalho foi adquirida em 2016 pela Microsoft e, desde então, tem operado em grande parte de forma independente.
“Como parte de nosso planejamento empresarial de rotina, implementamos mudanças organizacionais para nos posicionarmos melhor para o sucesso futuro”, afirmou um porta-voz da empresa.
No mês de abril, a Microsoft ofereceu planos de aposentadoria antecipada voluntária a cerca de 7% de seus funcionários nos Estados Unidos, afetando cerca de 8.750 funcionários. Anteriormente, a gigante da tecnologia já havia anunciado, no ano passado, a demissão de 15.000 funcionários.
Este novo anúncio representa uma nova onda de demissões no setor de tecnologia, que nos últimos anos sofreu fortes cortes de pessoal em várias empresas após a IA ter começado a ganhar espaço na indústria.
*via Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan