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Diferença entre gripe e resfriado e quando buscar ajuda médica

A confusão entre um nariz entupido passageiro e uma infecção que afeta drasticamente a rotina é frequente nos prontos-socorros. Entender qual a diferença exata entre os sintomas de uma gripe forte e de um resfriado comum é o primeiro passo para garantir a recuperação segura e evitar complicações no trato respiratório. Ambas são doenças virais comuns no outono e inverno, mas agem com padrões de agressividade completamente distintos no organismo humano.

Principais sintomas e sinais no corpo

A intensidade e a velocidade com que o mal-estar se instala são os maiores indicadores para o paciente. A recomendação geral na saúde é observar atentamente a evolução do quadro físico nas primeiras horas.

Sinais clássicos da gripe:

Início súbito, com a pessoa se sentindo doente de forma repentina.

Febre alta, que frequentemente ultrapassa a marca dos 38 graus.

Dores musculares intensas e uma sensação forte de corpo pesado.

Cansaço extremo, que dificulta a realização das tarefas diárias.

Tosse geralmente seca associada a uma dor de cabeça bastante persistente.

Sinais comuns do resfriado:

Evolução lenta e gradual, começando quase sempre com coceira no nariz ou garganta arranhando.

Febre ausente na maioria das vezes, ou apenas uma elevação leve de temperatura.

Congestão nasal contínua com a produção constante de muco e coriza.

Espirros sequenciais e olhos que podem ficar levemente lacrimejantes.

Duração consideravelmente menor, geralmente desaparecendo por completo em até cinco dias.

O que causa cada infecção

A raiz da diferença estrutural das doenças está no tipo de agente invasor e sua genética. A gripe é desencadeada unicamente pelo vírus Influenza, que possui diversas mutações e subtipos amplamente conhecidos, como o Influenza A (H1N1 e H3N2) e o Influenza B. É justamente a altíssima capacidade de mutação desse vírus específico que exige a formulação de uma nova dose de vacina a cada ano.

Já o resfriado comum é uma infecção do dia a dia com origem pulverizada. Ele pode ser provocado por mais de duzentos vírus respiratórios diferentes. Os principais responsáveis por manter farmácias movimentadas são o rinovírus, o adenovírus e o vírus sincicial respiratório (VSR). Como esses agentes circulam livremente pelo contato humano, qualquer pessoa está sujeita a adoecer múltiplas vezes ao longo de poucos meses.

Como o médico faz o diagnóstico

Na maioria absoluta dos casos sem agravamento, a avaliação feita no consultório é estritamente clínica, baseada em observação e histórico. O profissional de saúde faz perguntas cruciais sobre a ordem em que os sintomas apareceram, mede os sinais vitais e ausculta cuidadosamente os pulmões do paciente para checar a qualidade da respiração.

Quando há risco evidente de complicações, especialmente no atendimento de idosos, gestantes ou crianças em fase pré-escolar, o médico pode solicitar testes de painel viral na emergência. Esses exames ágeis, coletados com hastes flexíveis na mucosa nasal, conseguem rastrear e confirmar se o paciente carrega a Influenza ou outros patógenos de risco. A precisão nesse momento é decisiva para interromper a evolução para uma pneumonia grave ou insuficiência respiratória.

Opções seguras para aliviar o desconforto

Não existe uma fórmula mágica que varra os vírus do sistema linfático de forma instantânea. O tratamento foca em garantir o alívio imediato dos sintomas respiratórios enquanto o sistema imunológico ganha tempo para finalizar o seu trabalho primário de defesa.

O caminho tradicional da recuperação exige repouso moderado e um aumento drástico na hidratação com água, chás e alimentação líquida. Para gerenciar as dores inflamatórias e os picos de febre, a equipe médica costuma recomendar o uso supervisionado de antitérmicos e analgésicos comuns. Em diagnósticos precisos de gripe com fator de risco associado, desde que detectada rapidamente, o especialista pode prescrever medicamentos antivirais de ação direcionada, que ajudam a paralisar a replicação viral no peito.

O grande risco durante os períodos frios do ano está na tentativa perigosa de resolver o problema buscando a caixa de remédios esquecida no armário. É vital compreender que antibióticos não matam nenhum tipo de vírus, sendo ferramentas exclusivas para atacar colônias de bactérias. O uso precipitado de comprimidos inadequados prejudica a flora intestinal e mascara sinais de alerta essenciais. Todo o conteúdo exposto nesta reportagem apresenta finalidade puramente educativa e não substitui, sob nenhuma hipótese, a avaliação presencial e o diagnóstico profissional. Busque sempre o acompanhamento em uma unidade de pronto atendimento ao observar qualquer sinal de esforço para respirar, dores intensas no peito ou episódios de febre contínua.


Fonte: Jovem Pan

Tenente baleado em SP prestava concurso da PM no dia da morte da irmã Eloá

O 1º Tenente da policial militar Ronickson Pimentel dos Santos, irmão de Eloá, foi baleado na cabeça no último sábado (27) em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Ele segue em estado gravíssimo, mas estável.


Fonte: UOL Noticias

Escolha de Teresa Leitão para liderança do governo no Senado não deve resolver crise entre Lula e Alcolumbre

A escolha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela senadora Teresa Leitão (PT-PE) para a liderança do governo no Senado não deve alterar o cenário de articulação do executivo no Congresso em função do rompimento com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
Teresa Leitão foi escolhida por Lula após o antigo líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), se afastar do cargo após ser alvo da operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que investiga ligações do senador com Augusto Lima, antigo sócio do Banco Master.
Ao anunciar o nome da senadora, Lula colocou como prioridades na Casa o avanço das propostas de emenda à Constituição (PECs) do fim da escala 6×1 e da Segurança, ambas paradas na gaveta de Alcolumbre.
Agora no g1
Em sua primeira manifestação como líder, Teresa destacou que irá trabalhar para fortalecer a articulação com Alcolumbre.
“Atuarei para fortalecer a articulação entre o Palácio do Planalto, a base aliada e os parlamentares, especialmente os líderes e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, contribuindo para a construção de consensos e para o avanço das pautas de interesse do governo e do povo brasileiro, como o fim da escala 6×1, a PEC da Segurança Pública e outras medidas voltadas ao desenvolvimento do país, à justiça social e à melhoria da qualidade de vida da população”, disse ela em nota.
A nova líder do governo no Senado deve se reunir com o presidente Lula nesta segunda-feira (29) para alinhar as estratégias.
Na escolha de Teresa Leitão, pesou o fato de a senadora não estar envolvida em uma campanha por reeleição e ser um quadro bem quisto entre senadores, inclusive de oposição. Ela faz parte da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), considerada mais moderada dentro do PT.
Por outro lado, Teresa não tem o peso político de Jaques Wagner e, apesar da boa relação, não faz parte do “núcleo duro” de aliados de Alcolumbre.
A indicação foi vista por senadores como um recado de que Lula buscou manter a liderança do governo com um quadro do PT e que não pretende entrar em grandes disputas com o Senado até as eleições.
A PEC que prevê a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e o fim da escala 6×1 é o principal tema para o governo no Senado, mas não tem a mesma urgência para Alcolumbre.
Alcolumbre e Lula sentaram lado a lado durante posse de Nunes Marques como presidente do TSE e evitaram trocara olhares
Walter Rocha / TV Globo
Interlocutores do presidente do Senado afirmam que a ideia é colocar o tema em votação antes do recesso e garantem que, no mais tardar, a PEC será deliberada no Senado antes das eleições de outubro.
Apesar da sinalização, a PEC ainda está na gaveta de Alcolumbre e não foi despachada para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde tramitará.
O presidente do Senado chegou a desmarcar uma reunião com Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCJ, para debater a tramitação da proposta e definir um relator.
A situação é a mesma da PEC da Segurança Pública, aprovada na Câmara em março, mas ainda não saiu da mesa de Alcolumbre para a CCJ.
Lideranças fragilizadas
As lideranças do governo no Congresso e no Senado estão fragilizadas desde o rompimento de Lula com Alcolumbre após a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF).
Interlocutores dos dois lados avaliam que a situação só será resolvida com um encontro entre Lula e Alcolumbre, o que não está no horizonte no momento.
Na liderança do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) fica justamente no meio do caminho da rusga entre Lula e Alcolumbre.
Aliado de primeira hora do presidente do Senado, Randolfe é candidato a reeleição ao Senado e, segundo interlocutores, depende mais de Alcolumbre do que de Lula para se manter na Casa. Por isso, o parlamentar tem se dedicado mais à política no estado do que no Congresso.
Na última quinta-feira (18), Randolfe estava ao lado de Alcolumbre quando o presidente do Senado anunciou que estava cancelando a sessão conjunta por falta de acordo sobre os vetos a serem deliberados, responsabilidade direta do líder do governo no Congresso.
No caso da liderança no Senado, Davi Alcolumbre chegou a romper relações com Jaques Wagner após Lula confirmar a indicação de Messias. Os dois voltaram a se falar, mas a articulação do governo passou a ser feita diretamente por membros do Executivo, sem a participação do líder.
Foram os casos das reuniões de Alcolumbre com o ministro da Defesa, José Múcio, para negociar o avanço de um projeto de lei que libera até R$ 2,5 bilhões para investimentos em defesa e com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que tentou barrar, sem sucesso, o avanço de matérias com impacto de mais de R$ 150 bilhões, as chamadas pautas-bomba.
Apesar de Teresa Leitão ter uma interlocução mais leve com Alcolumbre, a expectativa é que o cenário não mude e Alcolumbre siga comandando o Senado à revelia do governo até as eleições.


Fonte:

g1 > Política

Governo quita emendas parlamentares que precisavam ser pagas até junho; valor é de R$ 17,5 bilhões

O governo federal quitou R$ 17,5 bilhões em emendas parlamentares que precisavam ser pagas até o final do mês de junho, conforme estabelecido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
🔎 O calendário aprovado na LDO prevê o pagamento no primeiro semestre de 65% das emendas individuais e de bancada a fundos de saúde, de assistência social e de transferências especiais, que podem ser aplicadas em qualquer finalidade (leia mais abaixo).
Apesar do montante ser de R$ 17,5 bilhões, ao todo, o governo federal pagou R$ 18 bilhões dessas emendas obrigatórias estipuladas pelo Congresso Nacional até a última sexta-feira (26).
O valor corresponde a 82,3% de todas as emendas parlamentares de 2026 pagas pelo governo este ano, R$ 21,5 bilhões. Ainda restam R$ 28,4 bilhões em emendas a pagar em 2026.
A título de comparação, no mesmo período de 2025, o governo federal pagou apenas R$ 465 milhões em emendas parlamentares (veja no vídeo abaixo).
Governo Lula paga R$ 31,5 bilhões em emendas em 2025
Governo concluiu pagamentos
O governo destinou a última semana para resolver o assunto. Na terça-feira (23), dia anterior ao jogo do Brasil pela Copa do Mundo, quitou quase todo o montante das emendas PIX obrigatórias, mas acabou deixando de pagar R$ 497,5 mil nessa modalidade destinadas pelo deputado federal Mendonça Filho (PL-PE). O valor foi pago na quarta-feira (23).
🔎As emendas individuais de transferência especial, ou emendas PIX, foram criadas em 2019 e ficaram conhecidas assim pela dificuldade na fiscalização dos recursos, uma vez que os valores são transferidos por parlamentares diretamente para estados ou municípios sem a necessidade de apresentação de projeto, convênio ou justificativa.
Em outro caso, um erro na execução da ordem bancária de pagamento das emendas PIX do deputado federal Marreca Filho (PRD-MA), estornou o envio de R$ 3 milhões, pagos na terça.
Mas, o valor foi quitado na quinta-feira (25). Não restando qualquer emenda PIX obrigatória a pagar.
Já a sexta-feira foi a destinada pelo governo para pagar todas as emendas obrigatórias de investimento em serviços de assistência saúde de média e alta complexidade, aplicadas em hospitais e serviços ambulatoriais.
Congresso Nacional visto do Palácio do Planalto.
Leonardo Sá/Agência Senado
O que a regra manda pagar?
Os congressistas tentaram incluir um calendário para o pagamento de emendas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024, de olho nas eleições municipais daquele ano.
Entretanto, o trecho foi vetado pelo presidente Lula e o veto jamais foi colocado em votação pelo então presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Mas, no final de 2025, o Congresso Nacional conseguiu apoio do governo e aprovou uma regra na LDO que obrigou o governo federal pagar, até 30 de junho de 2026, 65% das emendas individuais e de bancadas destinadas a áreas da saúde e assistência social ou que forem PIX.
Assim, de acordo com a regra, 70,8% das emendas pagas seriam para a saúde, outros 25,9% para as emendas PIX e apenas 3,3% delas para assistência social.
Apesar do total a pagar no prazo ser de R$ 17,5 bilhões, o governo acabou abrindo os cofres e pagando R$ 434 milhões a mais em emendas destinadas e saúde e outros R$ 133 milhões para emendas voltadas para a área de assistência social.
E especialistas apontam que o calendário de emendas cria um desequilíbrio nas eleições de 2026. Para Eduardo Grin, cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o envio de verbas por parlamentares para seus redutos eleitorais, na prática, antecipa a campanha para esses políticos e que esse foi o objetivo do Congresso ao aprovar o calendário de pagamento de emendas.
“O deputado faz um acordo com o prefeito para dizer ‘foi o nosso deputado, a nossa deputada que trouxe recursos para a cidade’. Ou seja, eu tenho chance de ter exposição pública muito maior, eu tenho chance de ter o meu nome associado a uma conquista feita para a cidade”, afirmou.
“É claro que isso tem impacto nas eleições. Essa nova regra que os parlamentares aprovaram obrigando o governo a empenhar todas as emendas até junho, ela foi pensada, justamente, para ter esse efeito eleitoral”, concluiu.
Já para o gerente de pesquisa e advocacy da Transparência Internacional Brasil, Guilherme France, essa imposição das emendas ainda criou um novo problema nas contas públicas por trazer um desequilíbrio na execução, obrigando o governo a contingenciar contas como despesas com educação, para pagar as emendas.
“Quando você perde essa flexibilidade da execução gerando uma dificuldade também para manter as contas equilibradas e, no final das contas, o que a gente tem visto é que com o calendário para pagamento de emendas não existe flexibilidade no pagamento e outras áreas acabam sofrendo”, disse.
Total de emendas pago
Até a última sexta-feira, o governo pagou um total R$ 21,9 bilhões em emendas parlamentares. Desse montante, R$ 11,1 bilhões foram para indicações feitas por deputados federais. Outros R$ 3,5 bilhões foram para senadores e R$ 4,2 bilhões foram emendas definidas pelas bancadas estaduais.
Além disso, foram pagos R$ 3 bilhões para emendas sugeridas pelas comissões do Senado e da Câmara, que não são impositivas – obrigatórias de pagamento – e também não estavam nas regras definidas na lei orçamentária deste ano.
Além das emendas pagas para saúde e assistência social, ainda foram pagos indicações para outras ações públicas, como fomento à cultura, promoção do turismo e o setor agropecuário.


Fonte:

g1 > Política

Como fazer um pedido de casamento inesquecível na arquibancada do estádio durante a Copa do Mundo

Juntar a tensão de uma partida decisiva de seleções com a ansiedade de entregar uma aliança exige nervos de aço e muita estratégia. Para quem decidiu que o cenário ideal para o noivado é o meio da torcida, o planejamento precisa ir muito além de simplesmente comprar os ingressos e esperar a bola rolar. A logística real envolve passar pelo esquema de segurança da FIFA sem levantar suspeitas, escolher o minuto exato entre os tempos do jogo e garantir que o barulho ensurdecedor das arquibancadas não abafe o momento principal.

Entender exatamente como fazer um pedido de casamento inesquecível na arquibancada do estádio durante a Copa do Mundo garante que o foco fique apenas na emoção do casal. Sem a preparação adequada, um momento que deveria ser histórico pode ser interrompido por um segurança do evento ou ofuscado por um lance perigoso no campo. O segredo está em adaptar o roteiro romântico às regras rígidas de um evento de proporções globais.

A dinâmica de um noivado em meio ao torneio mundial

Um estádio de futebol durante a Copa do Mundo é um ambiente de caos controlado, onde milhares de pessoas estão com a atenção voltada para o mesmo gramado. Inserir uma proposta de casamento nesse contexto significa dividir o espaço com a imprevisibilidade do esporte. Diferente de um restaurante fechado ou de uma praia deserta, você não tem controle sobre a iluminação, o volume da música ou a reação das pessoas ao redor.

A beleza desse formato está justamente na energia coletiva que o esporte proporciona. Quando os torcedores próximos percebem o que está acontecendo, é comum que a arquibancada crie um bolsão de apoio, aplaudindo e celebrando junto com o casal. Essa vibração compartilhada transforma um ato íntimo em uma memória cinematográfica, ancorada em um evento que o mundo inteiro está assistindo.

Por que trocar o ambiente tradicional pelo clima da torcida

Optar por um grande evento esportivo em vez de um jantar à luz de velas traz o elemento da surpresa absoluta. O parceiro ou parceira geralmente está focado no placar do jogo, na escalação dos times e no clima festivo, o que reduz as expectativas de um pedido naquele momento específico. A quebra de expectativa é o que torna a reação tão genuína e fotogênica.

Além disso, a data do noivado fica eternamente atrelada a um marco histórico. O casal sempre terá facilidade para relembrar o contexto daquele dia, associando a data ao país sede, ao resultado da partida e à viagem feita para acompanhar o torneio. É uma forma de documentar o início de uma nova fase da vida com o peso e a grandiosidade que apenas uma competição mundial oferece.

O planejamento tático para o sim na Copa de 2026

Executar esse plano exige atenção aos detalhes logísticos e operacionais exigidos pela organização do evento. Siga o passo a passo para garantir que a surpresa aconteça sem intercorrências.

1. Antecipe o protocolo de segurança da revista

A Copa do Mundo de 2026 opera com uma política rigorosa de bolsas transparentes e detectores de metal de alta sensibilidade. Esconder uma caixa de veludo tradicional pode ser um problema se ela contiver dobradiças metálicas que acionem o alarme. A saída mais segura é guardar a aliança em um saquinho de tecido macio e levá-la no bolso da calça, ou avisar discretamente o segurança durante a revista, mantendo o parceiro alguns passos à frente na fila.

2. Defina a janela de tempo mais segura

O cronograma do jogo dita o ritmo da sua proposta. Fazer o pedido com a bola rolando é arriscado: um gol do time adversário ou uma falta perigosa podem arruinar o clima instantaneamente. O momento ideal é durante o intervalo da partida, quando a tensão diminui e as pessoas estão mais relaxadas. O aquecimento pré-jogo também é uma excelente janela, oferecendo luz natural e arquibancadas ainda se enchendo.

3. Garanta o registro visual sem equipamentos proibidos

A organização proíbe a entrada de tripés, bastões de selfie e câmeras profissionais com lentes intercambiáveis. Para ter boas fotos, você precisará contar com a ajuda de terceiros. Minutos antes do momento planejado, aborde um torcedor amigável na fileira do lado, explique a situação rapidamente e peça para ele gravar com o celular. A maioria das pessoas adora participar de surpresas e fará o possível para capturar um bom ângulo.

4. Simplifique a mensagem para driblar o barulho

Esqueça os discursos longos e elaborados. Em um estádio com mais de sessenta mil pessoas, seu parceiro mal conseguirá ouvir o que você está dizendo. O foco deve ser totalmente visual. Mantenha contato visual direto, sorria, ajoelhe-se (se houver espaço entre as cadeiras) e mostre o anel. Se quiser usar algum suporte escrito, lembre-se de que cartazes grandes com hastes rígidas são barrados na entrada; leve apenas uma folha de papel pequena com a pergunta escrita em letras garrafais.

Os riscos logísticos da arquibancada e como evitá-los

O maior pesadelo de quem faz um pedido no estádio é a gravidade. As arquibancadas possuem vãos, grades e pisos irregulares. Ao retirar a aliança do bolso, mantenha os pés firmes no chão e segure a joia com precisão, evitando deixá-la exposta por muito tempo antes de colocar no dedo do parceiro. Um empurrão acidental de um torcedor comemorando pode fazer o anel rolar para níveis inferiores do estádio.

Outro ponto de atenção é a hidratação e o conforto. A regulamentação da Copa de 2026 baniu a entrada de garrafas de água reutilizáveis de plástico, e o calor em algumas cidades-sede pode ser intenso. Certifique-se de comprar água nas lanchonetes internas e manter o parceiro confortável antes de fazer o pedido. Um noivado sob insolação ou desconforto físico tira todo o brilho da experiência. Por fim, evite áreas de circulação intensa, como corredores de acesso aos banheiros, para não ser atropelado pela multidão no momento crucial.

Dúvidas frequentes sobre propostas em grandes eventos esportivos

Posso usar o telão do estádio para fazer o pedido de casamento na Copa?

A organização da competição mundial não permite o uso dos telões para mensagens pessoais de torcedores. Todo o circuito de vídeo é rigorosamente controlado pela direção de transmissão para exibir os lances do jogo, informações de segurança e anunciantes oficiais. Planeje sua surpresa de forma independente, focando no espaço ao redor dos seus assentos.

A aliança vai apitar no detector de metais do evento?

A aliança em si, seja de ouro, prata ou platina, raramente possui massa magnética suficiente para acionar os pórticos de segurança dos estádios. O problema costuma ser a caixa, que frequentemente possui molas e dobradiças de metal. Opte por transportar a joia solta no bolso com zíper ou dentro de uma pequena bolsa de camurça para passar pela revista sem gerar alertas.

O que acontece se chover no momento do jogo?

Guarda-chuvas são proibidos por bloquearem a visão e representarem risco de segurança. Se a partida for em um estádio aberto, leve capas de chuva descartáveis nos bolsos. A chuva pode até render fotos incríveis e dramáticas, desde que você proteja a aliança para que ela não escorregue das mãos molhadas.

Aproveite a oportunidade única de unir o maior campeonato de futebol do planeta com um dos dias mais importantes da sua vida pessoal. Respeitando as normas de acesso e tendo clareza sobre o momento certo de agir, a comemoração final será inesquecível.


Fonte: Jovem Pan

O real motivo por que as cidades sedes podem ter prejuízo financeiro ao sediar a Copa do Mundo nos Estados Unidos

A resposta exata para por que as cidades sedes podem ter prejuízo financeiro ao sediar a Copa do Mundo nos Estados Unidos está no modelo de negócios assimétrico imposto pelos organizadores do torneio. Enquanto a Fifa captura praticamente todas as grandes fontes de receita direta — como venda de ingressos, direitos de transmissão internacional e cotas de patrocínio global —, os municípios americanos absorvem a totalidade dos custos operacionais. As prefeituras precisam arcar com despesas massivas de segurança pública, adaptação de infraestrutura e logística de transporte, gerando um rombo coletivo estimado em mais de US$ 250 milhões apenas para as 11 sedes nos Estados Unidos.

O monopólio comercial da entidade e o modelo descentralizado

Diferente de edições anteriores do torneio, onde um comitê organizador nacional centralizava as despesas e os riscos, o Mundial de 2026 adotou um modelo de contratos descentralizados. Cada cidade americana precisou assinar acordos individuais diretamente com a Fifa, assumindo toda a responsabilidade legal e financeira para que a bola pudesse rolar.

Esse arranjo isenta a entidade máxima do futebol de qualquer prejuízo local. A Fifa implementou um novo programa de apoiadores que substituiu os antigos comitês locais, o que na prática engessou a arrecadação das prefeituras. As cidades ficam proibidas de vender assentos premium ou fechar parcerias comerciais que entrem em conflito com os patrocinadores globais do torneio.

Como resultado dessa limitação, os governos locais não conseguem monetizar o fluxo de turistas da mesma forma que os organizadores. O dinheiro gerado nas arenas vai direto para a Suíça, deixando para a administração pública americana apenas a esperança de recuperar o investimento por meio da arrecadação indireta de impostos sobre hotéis e restaurantes locais.

Os três maiores ralos de dinheiro público no torneio

Para entender a dimensão do desafio financeiro a poucos dias do início do torneio, é preciso observar para onde o dinheiro público está escoando. Abaixo, listamos os principais fatores de custo que pressionam as contas das sedes americanas:

1. Segurança e a paralisação de verbas federais

O custo para garantir a integridade de milhões de torcedores é o maior vilão das contas públicas. O governo federal havia prometido um repasse de US$ 625 milhões para ajudar as cidades com a segurança. No entanto, disputas políticas no Congresso americano e paralisações no Departamento de Segurança Interna atrasaram a liberação desses fundos. Sem esse dinheiro em caixa, cidades como Kansas City e Nova Jersey precisaram comprometer seus próprios orçamentos para garantir o policiamento nas ruas e nos arredores dos estádios.

2. Exclusividade comercial e bloqueio de parceiros

A impossibilidade de explorar comercialmente os espaços públicos ao redor dos estádios gera um custo de oportunidade gigantesco para as prefeituras. Na Filadélfia, por exemplo, um acordo lucrativo com uma rede de lojas de conveniência local foi sumariamente bloqueado pela Fifa. O motivo foi o simples fato de a marca ser considerada uma concorrente direta do McDonald’s, patrocinador oficial do evento.

3. O alto custo de manutenção das Fan Fests

As tradicionais festas públicas com telões gigantes são uma exigência contratual para receber o evento, mas o financiamento sai do bolso municipal. Com custos de estrutura física, licenciamento de áreas públicas e segurança que chegam na casa dos milhões de dólares, governos de diversas sedes ameaçaram cancelar os eventos paralelos às vésperas do torneio para evitar o endividamento.

As metrópoles que disseram não ao cheque em branco

O cenário de alerta atual justifica a decisão controversa tomada por algumas das maiores metrópoles americanas anos atrás. Durante a fase de escolha das sedes em 2018, cidades com forte tradição esportiva, como Chicago e Minneapolis, retiraram voluntariamente suas candidaturas.

As administrações locais se recusaram a assinar o contrato imposto, argumentando que as cláusulas representavam um risco inaceitável para os contribuintes. O então prefeito de Chicago foi enfático ao afirmar que a cidade não daria um cheque em branco para cobrir eventuais déficits bilionários da organização. Hoje, com o aumento exponencial dos custos operacionais e a inflação dos serviços base, a postura defensiva dessas cidades se provou uma escolha financeira acertada.

A promessa de visibilidade global sempre funciona como o grande atrativo para receber grandes eventos esportivos. No entanto, o balanço final da atual edição mostra que o prestígio internacional cobra um preço altíssimo das contas públicas, deixando um legado de dívidas que os moradores locais terão que pagar muito tempo depois do apito final.


Fonte: Jovem Pan

De Abravanel a Sikera: apresentadores deixam TV para se candidatar nas eleições

Os apresentadores de programas de rádio e televisão que pretendem disputar as eleições de outubro têm até esta terça-feira (30) para sair do ar.
Leí das Eleições
A exigência está prevista na Lei das Eleições, a 9.504 de 1997, e em resolução do Tribunal Superior Eleitoral que busca impedir que pré-candidatos utilizem a exposição diária na mídia como vantagem sobre adversários menos conhecidos.
Filha de Silvio Santos
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Descumprir o prazo pode resultar em sanções tanto para o candidato quanto para a emissora que o mantiver no ar. A regra atinge nomes de perfis distintos. Silvia Abravanel, filha de Silvio Santos e apresentadora do Sábado Animado no SBT há mais de 20 anos, filiou-se ao PSD em março e deve disputar uma vaga de deputada federal por São Paulo.
Sikêra Júnior
Sikêra Júnior, ex-titular do programa Alerta na TV A Crítica, deve oficializar pré-candidatura a deputado federal depois de convite do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos. André Marinho, comentarista e humorista político da Jovem Pan, confirmou pré-candidatura ao governo do Rio de Janeiro pelo Novo.
A lista é mais extensa. O apresentador Celso Russomanno, do Republicanos, tenta reeleição como deputado federal. A socialite Val Marchiori, também filiada ao Republicanos a convite de Tarcísio, é pré-candidata a deputada federal por São Paulo.
A atriz e influenciadora Antônia Fontenelle se filiou ao PSDB do Rio de Janeiro. Padre Kelmon, pelo PL, anunciou candidatura a deputado federal por São Paulo. E Manoel Gomes, o autor do hit viral Caneta Azul, filiou-se ao Avante para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.
De fora
Há também casos de recuo. Leão Lobo, da RedeTV!, filiou-se ao PT em abril, mas declarou publicamente que não pretende se candidatar.


Fonte: Conexão Política

EUA e Irã suspendem ataques e retomam negociações sobre Hormuz

Estados Unidos e Irã concordaram neste domingo em cessar os ataques mútuos e voltar à mesa de negociações ? desta vez em Doha, na terça-feira. O anúncio veio depois de um fim de semana de escalada: o Irã lançou drones e mísseis contra bases americanas no Bahrein e no Kuwait, e os EUA revidaram com novos ataques a alvos militares iranianos.


Fonte: UOL Noticias