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A gente dorme e acorda com medo, diz parente de brasileiros mortos em ataque israelense no Líbano

Itamaraty confirma mortes de brasileiros após ataques israelenses no Líbano
Um parente dos brasileiros mortos por um ataque israelense no Líbano afirmou nesta terça-feira (28) que ele “dorme e acorda com medo” em meio às violações do cessar-fogo feitas por Israel na guerra contra o grupo terrorista Hezbollah. O parente deu entrevista ao jornalista Gabriel Chaim, na Globonews.
O Ministério das Relações Exteriores brasileiro informou na segunda-feira (27) que um menino brasileiro de 11 anos, sua mãe, também brasileira, e o pai, libanês, morreram após ataques israelenses no Líbano.
Itamaraty confirma morte de 2 brasileiros no Líbano
O Ministério das Relações Exteriores brasileiro informou na segunda-feira (27) que um menino brasileiro de 11 anos, sua mãe, também brasileira, e o pai, libanês, morreram após ataques israelenses no Líbano.
“O governo brasileiro tomou conhecimento, com consternação e pesar, das mortes, em 26/4, de criança brasileira, de 11 anos, de sua mãe, também brasileira, e de seu pai libanês, vítimas de ataque das Forças de Defesa de Israel”.
Neste domingo (26), o Exército israelense iniciou novos ataques no sul do Líbano, apesar do cessar‑fogo em vigor com o Hezbollah, grupo extremista libanês apoiado pelo Irã, ter sido prorrogado até a segunda quinzena de maio. A informação foi divulgada pela agência de notícias francesa RFI.
O Itamaraty informou ainda que o ataque israelense ao Líbano constitui mais um exemplo das “reiteradas e inaceitáveis violações ao cessar-fogo” anunciado em 16 de abril.
Isso porque, conforme o governo brasileiro, dezenas de civis libaneses, incluindo mulheres e crianças, morreram nesses ataques.
“Ao expressar sinceras condolências aos familiares das vítimas, o Brasil reitera sua mais veemente condenação a todos os ataques perpetrados durante a vigência do cessar-fogo, tanto por parte das forças israelenses quanto do Hezbollah”, afirmou o Itamaraty.
O Brasil vem defendendo ao longo das últimas semanas que as tropas israelenses devem deixar imediatamente o Líbano.
Além disso, tem defendido que o cessar-fogo entre Israel e Irã seja estendido ao Líbano, garantindo a soberania do país.
Segundo a nota divulgada nesta segunda, um dos filhos do casal — irmão da criança que morreu no ataque — foi levado para o hospital.
“A família encontrava-se em sua residência, no distrito de Bint Jeil, no Sul do Líbano, no momento do bombardeio”, informou o Itamaraty.
Segundo o ministério, a embaixada brasileira em Beirute está em contato com a família dos brasileiros que morreram no ataque para prestar assistência.
Fumaça no Líbano após um ataque israelense neste domingo (26).
REUTERS/Shir Torem
A ofensiva ocorreu após a emissão de um alerta de evacuação para moradores de sete cidades e vilarejos da região.
Segundo o Exército israelense, os ataques foram motivados por “repetidas violações do cessar‑fogo por parte do Hezbollah”, grupo pró‑Irã que atua no sul do Líbano, de acordo com a RFI.
Pelos termos do acordo firmado em abril, Israel mantém o direito de continuar realizando operações militares contra o Hezbollah, mesmo durante o período de cessar‑fogo.
Prorrogação do cessar-fogo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (23) a prorrogação do cessar-fogo entre Israel e Líbano por mais três semanas. A decisão foi tomada após uma nova reunião entre autoridades dos dois países em Washington.
A trégua entrou em vigor em 16 de abril e previa duração inicial de 10 dias. Com a renovação, o cessar-fogo deve durar pelo menos até o início da segunda quinzena de maio. Apesar disso, há dúvidas sobre a efetividade do acordo. Mesmo em vigor, Israel e o Hezbollah trocaram ataques nos últimos dias.
Nesta quinta-feira, por exemplo, o grupo extremista libanês lançou foguetes contra o norte de Israel, que foram interceptados.
Já na quarta-feira (22), pelo menos cinco pessoas morreram em um bombardeio israelense no sul do Líbano. Entre as vítimas está uma jornalista libanesa de 43 anos.


Fonte:

g1 > Política

Quaest: 62% aprovam e 35% desaprovam governo Raquel Lyra em Pernambuco

Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD)
Ricardo Stuckert/Presidência da República
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28) mostra que 62% dos eleitores de Pernambuco aprovam o governo de Raquel Lyra (PSD), enquanto 35% desaprovam. Outros 3% disseram não saber ou não responderam.
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Veja abaixo os números da pesquisa.
Aprovação de Raquel Lyra:
Aprova: 62%
Desaprova: 35%
Não sabe/não respondeu: 3%
Avaliação do governo:
Regular: 43%
Positiva: 36%
Negativa: 18%
Não sabe/não respondeu: 3%
Vídeos em alta no g1
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 900 eleitores fluminenses entre os dias 22 e 26 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, e o nível de confiança das estimativas é de 95 %. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-08904/2026.
Eleitor quer ‘mudar apenas o que não está bom’
A pesquisa apontou ainda que a maior parte do eleitorado quer que o próximo governador “mude apenas o que não está bom” no trabalho que vem sendo feito no Palácio do Campo das Princesas.
Na sua opinião, próximo governador deve:
Mudar apenas o que não está bom: 36%
Mudar totalmente: 31%
Continuar o trabalho que vem sendo feito: 29%
Não sabe ou não respondeu: 4%
Você acha que Raquel Lyra merece se reeleger?
Sim: 57%
Não: 36%
Não sabe ou não respondeu: 7%
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias


Fonte:

g1 > Política

Vídeo: Política de Incentivo à Fabricação de Motores está em pauta na CAE

Linhas de crédito específicas para fabricantes de motores e estímulos às pesquisas na área. As medidas fazem parte do projeto de lei que cria a Política de Incentivo à Fabricação de Motores. O  PL 4.621/2024 está na pauta desta terça-feira (28) da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).


Fonte: Senado Federal

Devedor Contumaz: Receita envia primeiras notificações a 13 empresas do setor de cigarros que devem mais de R$ 25 bilhões

A Secretaria da Receita Federal iniciou nesta terça-feira (28) o envio das primeiras notificações a contribuintes que podem ser caracterizados como devedores contumazes, ou seja, que deixam de pagar impostos de maneira planejada e recorrente a fim de driblar legislações tributárias.
De acordo com o órgão, estão sendo enviadas notificações para 13 empresas do setor de fabricação de cigarros que devem mais de R$ 25 bilhões. Deste total, sete devedores já se encontram com o CNPJ inapto por omissão de obrigações.
“A escolha desse setor para o início das notificações se deve à enorme contaminação desse mercado por devedores contumazes, com enfraquecimento da função inibidora do consumo pela tributação. De fato, 7 empresas devedoras respondem por aproximadamente 12% do mercado produtor de cigarros. Ademais, há fortes indícios de ocultação dos reais proprietários e lavagem de dinheiro, em alguns casos”, informou o Fisco.
Após a ciência da notificação, a Receita Federal informou que os contribuintes terão prazo de 30 dias para regularizar os débitos, adequar o patrimônio informado ou apresentar defesa administrativa, com a possibilidade de demonstrar elementos que afastem a caracterização como devedor contumaz.
Caso não haja regularização ou acolhimento da defesa, os contribuintes poderão estar sujeitos às medidas previstas na LC nº 225/2026, entre elas a inscrição no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público (Cadin), a vedação à celebração de transação tributária, o impedimento de usufruir de benefícios fiscais e de recuperação judicial, e a declaração de inaptidão do CNPJ.
Devedor Contumaz
O projeto do Devedor Contumaz, aprovado no ano passado pelo Congresso Nacional após amplo debate, enquadra empresas que usa a inadimplência de tributos reiterada e injustificada como estratégia de negócio. Ao agir dessa forma, vendem mais barato seus produtos e prejudicam a concorrência.
“A caracterização como reiterada ocorre quando há irregularidade em quatro períodos de apuração consecutivos ou seis alternados, nos últimos 12 meses. Já a inadimplência é tida como injustificada quando não existem motivos objetivos capazes de afastar a contumácia, como situações excepcionais ou comprovadas dificuldades transitórias”, explicou o Fisco.
A Receita Federal informou que a nova lei não tem como objetivo penalizar empresas que enfrentam dificuldades financeiras legítimas, mas sim coibir práticas reiteradas de inadimplência estratégica.
“Com a medida, o poder público busca fortalecer a justiça fiscal, preservar um ambiente concorrencial saudável e incentivar o cumprimento voluntário das obrigações tributárias, em consonância com os princípios da legalidade, isonomia e transparência”, concluiu o Fisco.


Fonte:

g1 > Política

Alcolumbre decide não receber Messias e influência dele deve definir destino de indicação ao STF

A articulação política em torno da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) entrou em uma fase decisiva no Senado, com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), adotando uma postura de cautela que pode ser determinante para o resultado da votação.
Segundo relatos de aliados, Alcolumbre afirmou que não pretende receber Messias neste momento para “manter neutralidade”.
Nos bastidores, a avaliação é que um encontro agora poderia ser interpretado como sinal de apoio à indicação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Indicação de Messias ao STF avança no Senado com parecer favorável
Governo vê base insuficiente
De acordo com líderes e ministros, o governo trabalha atualmente com um cenário apertado no Senado. A contabilidade indica:
25 senadores considerados votos fiéis a Messias
35 senadores que já declararam ser contrários à indicação
21 senadores indecisos, que devem definir o resultado
Entre os indecisos, de 12 a 15 parlamentares fazem parte do grupo mais próximo de Alcolumbre e aguardam uma orientação direta do senador.
Influência de Alcolumbre
Apesar de afirmar publicamente que não atua nem a favor nem contra o nome indicado, Alcolumbre tem lembrado a interlocutores que já havia alertado Lula, no momento da indicação, sobre a resistência que Messias enfrentaria no Senado.
A expectativa é que ele sinalize sua posição entre hoje e amanhã, o que pode influenciar diretamente os votos do chamado “centrão”.
O clima no governo também mudou nos últimos dias. Se antes a projeção era de ao menos 46 votos favoráveis, agora o número caiu para cerca de 44 apoios, segundo aliados do presidente do Senado.
Nos bastidores, a leitura é que a semana começou de forma negativa para Messias, com sinais de insegurança política e tentativas de intensificar a agenda de articulação, incluindo uma aproximação com Alcolumbre.
Negociação com emendas
O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE) — ex-líder do governo na Câmara, entrou em campo para tentar reverter o cenário. Ele negocia o empenho de emendas parlamentares como forma de atrair votos.
Como o g1 publicou, governo empenhou R$ 12 bilhões em emendas em abril, às vésperas da sabatina de Messias.
🔎Empenhar uma emenda significa que o governo separou esse montante para o pagamento, se comprometendo a liberar o recurso.
No entanto, senadores têm demonstrado resistência. O motivo é a desconfiança gerada após a votação que aprovou Flávio Dino para o STF, quando, segundo relatos, o governo empenhou emendas, mas não efetivou os pagamentos.
Nesse contexto, parlamentares afirmam que só aceitariam fechar acordos com o aval de Alcolumbre, visto como um “fiador” político capaz de garantir o cumprimento dos compromissos.


Fonte:

g1 > Política

Quaest para o Senado em PE: Marília Arraes tem 18%; Humberto Costa, 12%; Miguel Coelho, 10%; e Mendonça Filho 8%

Fachada do Congresso Nacional
Saulo Cruz/Agência Senado
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28) apresenta as intenções de voto para o Senado em Pernambuco para as eleições de 2026. Marília Arraes (PDT) aparece com 18%, seguida de Humberto Costa (PT), com 12%; Miguel Coelho (União), com 10%; e Mendonça Filho (PL), com 8%.
Neste ano, cada eleitor votará para eleger dois senadores. A Quaest apresentou os votos totais de cada pré-candidato, considerando as duas intenções de voto.
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Veja os números da combinação dos votos totais:
Marília Arraes (PDT): 18%
Humberto Costa (PT): 12%
Miguel Coelho (União): 10%
Mendonça Filho (PL): 8%
Anderson Ferreira (PL): 6%
Túlio Gadelha (PSD): 6%
Armando Monteiro Neto (Podemos): 4%
Eduardo da Fonte (PP): 4%
Jô Cavalcanti (Psol): 3%
Paulo Rubem Santiago (Rede): 3%
Carlos Sant’Anna (Novo): Não pontuou
Indecisos: 10%
Branco/Nulo/Não vai votar: 16%
Vídeos em alta no g1
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 900 eleitores pernambucanos entre os dias 22 e 26 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, e o nível de confiança das estimativas é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-08904/2026.
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Fonte:

g1 > Política

Quaest 2º turno em PE: João Campos tem 46% e Raquel Lyra, 38%

João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD)
Reprodução/TV Globo e Ricardo Stuckert
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28) mostra que o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) e a governadora de Pernambuco Raquel Lyra (PSD) aparecem com 46% e 38% das intenções de voto, respectivamente, em um possível 2º turno da eleição para o governo de Pernambuco.
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Esta é a 1ª pesquisa da Quaest com postulantes ao Palácio do Campo das Princesas.
Quaest: Intenções de voto no 2º turno para o governo de Pernambuco (abril 2026)
Arte/g1
Cenário Campos x Lyra no 2º turno:
João Campos (PSB): 46%
Raquel Lyra (PSD): 38%
Indecisos: 8%
Branco/nulo/não vai votar: 8%
Vídeos em alta no g1
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 900 eleitores pernambucanos entre os dias 22 e 26 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, e o nível de confiança das estimativas é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-08904/2026.
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias


Fonte:

g1 > Política

Quaest governo de PE: João Campos tem 42% e Raquel Lyra, 34%

João Campos e Raquel Lyra
g1
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28) mostra o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) com 42% das intenções de voto e e a governadora de Pernambuco Raquel Lyra (PSD) com 34% no 1º turno da disputa pelo governo de Pernambuco. Esta é a 1ª pesquisa da Quaest com candidatos ao Palácio do Campo das Princesas.
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Confira os percentuais de intenção de voto para o 1º turno em Pernambuco:
Quaest: Intenções de voto no 1º turno para o governo de Pernambuco (abril 2026)
Arte/g1
João Campos (PSB): 42%
Raquel Lyra (PSD): 34%
Eduardo Moura (Novo): 3%
Ivan Moraes (PSol): 1%
Indecisos: 11%
Branco/Nulo/Não vai votar: 9%
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Grau de definição de voto
A pesquisa também perguntou se a escolha do eleitor para o governo de Pernambuco era definitiva. Veja os resultados:
É definitiva: 56%
Pode mudar caso algo aconteça: 41%
Não sabe/não respondeu: 3%
Rejeição
A Quaest também mediu o conhecimento do eleitor sobre os pré-candidatos, o potencial de voto em cada um deles e a rejeição.
Os números mostram que João Campos é o mais conhecido entre todos os eleitores, mas tem a segunda maior rejeição (perde para Raquel Lyra): 86% o conhecem, sendo que 58% votariam nele, e 28% não votariam. Só 14% disseram que não o conhecem.
Os dados mostram que Ivan Moraes é pouco conhecido do eleitor: 86% não o conhecem, 11% conhecem e votariam e 3% conhecem e não votariam,
2º turno
A Quaest também simulou um 2º turno entre o ex-prefeito do Recife e a governadora de Pernambuco. João Campos aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Raquel Lyra tem 38%.
Cenário Campos x Lyra:
João Campos (PSB): 46%
Raquel Lyra (PSD): 38%
Indecisos: 8%
Branco/nulo/não vai votar: 8%
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 900 eleitores pernambucanos entre os dias 22 e 26 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, e o nível de confiança das estimativas é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-08904/2026.
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias


Fonte:

g1 > Política

Quaest: 52% aprovam e 41% desaprovam governo Romeu Zema em MG

Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais e candidato à reeleição
Gil Leonardi/Imprensa MG
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28) mostra que 52% dos eleitores de Minas Gerais aprovam o governo de Romeu Zema (Novo), enquanto 41% desaprovam. Outros 6% disseram não saber ou não responderam.
Zema renunciou ao cargo no fim de março para poder se candidatar à Presidência da República nas eleições de outubro.
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Veja abaixo os números da pesquisa:
Aprovação de Romeu Zema:
Aprova: 52%
Desaprova: 41%
Não sabe/não respondeu: 6%
Avaliação do governo:
Positiva: 32%
Regular: 36%
Negativa: 26%
Não sabe/não respondeu: 6%
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.482 eleitores mineiros entre os dias 22 e 26 de abril.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais, e o nível de confiança das estimativas é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MG-08646/2026.
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Renúncia para concorrer à Presidência
A pesquisa se deu pouco mais de um mês após a renúncia de Zema, em 22 de março, para iniciar a pré-campanha à Presidência da República. Ele anunciou a intenção de concorrer ao cargo de presidente em agosto do ano passado, em um evento em São Paulo.
No início de abril o nome do ex-governador e pré-candidato foi levantado por aliados próximos de Flávio Bolsonaro (PL) como possível vice. Na ocasição Zema negou ter recebido convite de Flávio e informou que “há o objetivo em comum da direita em derrotar o atual Presidente Lula (PT)”. Segundo ele, o grupo estará junto apenas no segundo turno.
Atualmente, Minas Gerais é governada por Mateus Simões (PSD), eleito vice-governador de Minas Gerais no primeiro turno das eleições de 2022.
Continuidade ou mudança
A pesquisa Quaest também perguntou aos eleitores se o próximo governador deve continuar o trabalho que vem sendo feito, se deve mudar apenas o que não está bom ou se deve mudar totalmente.

Continuar o trabalho que vem sendo feito: 13%
Mudar apenas o que não está bom: 38%
Mudar totalmente: 44%
Não sabe/não respondeu: 5%
Sucessor de Zema
A Quaest também perguntou se o ex-governador Zema merece ou não eleger um sucessor indicado por ele. Veja os números:

Não merece: 49%
Sim, merece: 42%
Não sabe/não respondeu: 9%
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g1 > Política

Quaest para o Senado em MG: Marília Campos, Aécio Neves e Carlos Viana lideram cenários

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28) mostra como está a disputa pelo Senado em Minas Gerais. São três cenários.
Neste ano, cada estado e o Distrito Federal irão eleger dois senadores. A Quaest apresentou os votos totais de cada pré-candidato, considerando as 2 intenções de voto.
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Veja os números do cenário 1:
Marília Campos (PT): 19%
Aécio Neves (PSDB): 11%
Carlos Viana (PSD): 10%
Marcelo Aro (PP): 9%
Domingos Sávio (PL): 8%
Áurea Carolina (PSOL): 6%
Vanessa Portugal (PSTU): 3%
Jarbas Soares (PSB): 1%
Indecisos: 13%
Branco/nulo/não vai votar: 20%
Veja os números do cenário 2:
Marília Campos (PT): 19%
Aécio Neves (PSDB): 11%
Carlos Viana (PSD): 10%
Domingos Sávio (PL): 8%
Áurea Carolina (PSOL): 6%
Euclydes Pettersen (Republicanos): 5%
Marcelo Aro (PP): 4%
Vanessa Portugal (PSTU): 3%
Jarbas Soares (PSB): 1%
Indecisos: 13%
Branco/nulo/não vai votar: 20%
Veja os números do cenário 3:
Marília Campos (PT): 17%
Carlos Viana (PSD): 15%
Domingos Sávio (PL): 8%
Áurea Carolina (PSOL): 6%
Vanessa Portugal (PSTU): 5%
Marcelo Aro (PP): 4%
Jarbas Soares (PSB): 3%
Eduardo Costa (Cidadania): 2%
Indecisos: 14%
Branco/nulo/não vai votar: 26%
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.482 eleitores mineiros entre os dias 22 e 26 de abril.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais, e o nível de confiança das estimativas é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MG-08646/2026.
Marília Campos (PT), Aécio Neves (PSDB) e Carlos Viana (PSD) lideram os diferentes cenários da pesquisa Quaest com intenção de voto para o Senado em MG.
Willian Dias/ALMG + Bruno Spada/Câmara dos Deputados + Waldemir Barreto/Agência Senado
Fachada do Congresso Nacional
Saulo Cruz/Agência Senado
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g1 > Política