Moradores de uma comunidade de Osasco, na Grande São Paulo, criticaram uma intervenção realizada pela Sabesp que resultou na descaracterização de uma rua pintada às vésperas da Copa do Mundo.
Fonte: UOL Noticias
Moradores de uma comunidade de Osasco, na Grande São Paulo, criticaram uma intervenção realizada pela Sabesp que resultou na descaracterização de uma rua pintada às vésperas da Copa do Mundo.
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O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para dar prazo de 60 dias para que as big techs apliquem as obrigações estruturais determinadas pela Corte no julgamento do Marco Civil da Internet, como o dever de cuidado para evitar a circulação massiva de conteúdos ilícitos graves. Antes, o cumprimento era imediato. O prazo começa a contar a partir da publicação da ata do julgamento dos recursos analisados pela Corte. O julgamento deve ser retomado na próxima quarta-feira (17) para a proclamação do resultado.
São julgados recursos contra decisão que ampliou a responsabilidade das plataformas por conteúdos criminosos publicados pelos usuários. A decisão abriu espaço para as empresas serem responsabilizadas se não removerem postagens que contenham crimes logo após a notificação do usuário. No regime anterior, era necessária uma decisão judicial.
Os ministros também discutem o alcance temporal da tese. Ao julgar o tema em junho de 2025, a Corte estabeleceu que os efeitos da decisão se aplicam somente ao futuro. Agora, o relator, Dias Toffoli, propôs uma modulação que alcança ações em curso que pedem indenização por danos causados por conteúdos nas redes sociais.
A proposta de Toffoli é que, nas ações ajuizadas até 26 de junho de 2025 (data de julgamento do mérito) que já transitaram em julgado, seja mantida a aplicação do sistema anterior. Para as ações ajuizadas até essa data que ainda estão em curso, deve ser aplicada a nova tese, mesmo que o ato tenha sido praticado antes do julgamento.
O ministro Flávio Dino divergiu nesse ponto. Para ele, mesmo as ações em curso propostas antes de 26 de junho de 2025 devem ser julgadas sob o sistema anterior. “Antes de 2025, não existia dever de cuidado”, apontou Dino. Para ele, a modulação proposta por Toffoli “implicaria criar deveres retroativamente”.
O ministro André Mendonça reiterou sua posição contrária à ampliação da responsabilidade das plataformas. No julgamento do ano passado, ele votou para manter o regime anterior. “Na situação atual, estamos gerando um efeito inibidor porque as plataformas, com razão, para se preservar, vão excluir conteúdos”, afirmou. Por isso, ele votou para acolher o pedido das plataformas que querem incluir a expressão “manifestamente ilícitos” para restringir os conteúdos que devem ser removidos, mas ficou vencido no ponto.
Deveres estruturais
Para a maioria dos ministros, o prazo de 60 dias deve se aplicar para os deveres que exigem mais preparação das plataformas. É o caso da aplicação do chamado “dever de cuidado” para evitar a circulação massiva de conteúdos ilícitos graves, como terrorismo, instigação ao suicídio, crimes sexuais e pornografia infantil.
O prazo também se aplica para a edição de autorregulação pelas plataformas, que deve incluir relatórios anuais de transparência sobre as notificações extrajudiciais, anúncios e impulsionamentos.
Outro dever que terá prazo de 60 dias para implementação é a disponibilização de canais específicos de atendimento para usuários e não usuários das plataformas.
Os ministros ainda discutem se essas obrigações devem ser aplicadas somente a provedores de grande porte, com mais de 1 milhão de usuários registrados no Brasil, ou a todas as plataformas com atuação no Brasil.
Fonte: Jovem Pan
O goleiro Alisson disse que acredita ser “bom que a Seleção chegue questionada” antes de sua estreia na Copa do Mundo de 2026, no sábado (13), observando que elencos anteriores da seleção brasileira enfrentaram situações semelhantes e acabaram conquistando o título mundial.
A equipe comandada por Carlo Ancelotti, que fará sua estreia como técnico em Mundiais contra o Marrocos, enfrenta críticas devido ao desempenho irregular, a um jejum de títulos que remonta a 2002 e à percepção de que a geração atual carece do talento das anteriores.
“É bom que a Seleção chegue um pouco questionada porque foi assim em outros momentos também. A equipe de hoje tem caraterísticas diferentes de seleções de outras épocas”, disse o goleiro do Liverpool nesta quinta-feira (11), em entrevista coletiva em Basking Ridge, Nova Jersey, onde a seleção canarinho está hospedada.
“O mais importante é como chegamos agora e como nos sentimos agora, nos sentimos confiantes por causa dos treinamentos, do trabalho, da qualidade, por aquilo que estamos nos tornando como equipe e a gente espera que todas essas coisas deem resultado já a partir desse primeiro jogo contra o Marrocos”, acrescentou.
Antes de cada Copa do Mundo, o Brasil costuma relembrar as equipes que conquistaram os títulos de 1994 e 2002, elencos que, assim como o atual, enfrentaram um caminho tortuoso durante as Eliminatórias Sul-Americanas.
“Todos os períodos tiveram suas caraterísticas. É inegável que esse último foi muito difícil para todos os jogadores. Sentimos na pele todas as dificuldades que tivemos”, afirmou Alisson, de 33 anos, que disputará sua terceira Copa do Mundo.
‘Presença forte’ de Ancelotti
A Seleção Brasileira terminou em quinto lugar entre dez equipes nas últimas Eliminatórias, sua pior colocação desde a adoção do formato atual (para o Mundial de 1998, na França).
A equipe também sofreu derrotas dolorosas, incluindo uma por 1 a 0 diante da Argentina no Maracanã, em 2023, que encerrou sua invencibilidade histórica em casa em Eliminatórias.
“Mas o mais importante é o momento que nos encontramos agora. Com a chegada do Ancelotti, o ambiente foi transformado. Ele é um cara que carrega presença muito forte e nos dá tranquilidade de um ambiente focado no trabalho e sem estar focado em polêmicas e outras questões”, acrescentou o goleiro.
Alisson deve ser titular sob o comando de ‘Carletto’, que conduziu a Seleção ao torneio na América do Norte, na estreia contra o Marrocos, atual campeão africano e semifinalista da Copa do Mundo de 2022, no Catar.
Melhorar a defesa
O Brasil provavelmente iniciará a busca pelo hexacampeonato sem Neymar, que ainda não treinou com os companheiros nos Estados Unidos devido a uma lesão na panturrilha direita.
Uma das tarefas tem pela frente antes da estreia é melhorar a defesa, que sofreu seis gols nos quatro amistosos disputados como preparação para o torneio na América do Norte.
“Eu, como goleiro, sou o primeiro que sai da partida insatisfeito com o fato de ter sofrido gols. Acho que uma equipe vencedora tem que odiar tomar gol, o adversário tem que trabalhar muito forte para fazer gol. A gente está tentando criar essa mentalidade aqui”, disse Alisson.
Na América do Norte, o goleiro dos ‘Reds’ disputará sua terceira Copa do Mundo, igualando assim o número de participações dos lendários goleiros brasileiros Taffarel (1990, 1994 e 1998) e Gilmar (1958, 1962 e 1966).
Eu me sinto honrado de fazer parte desse grupo seleto, de goleiros que disputam a terceira Copa, mas eu quero entrar para o grupo dos campeões gravando meu nome na história da seleção brasileira junto com os outros 25 convocados”, afirmou.
Fonte: Jovem Pan
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.017 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (11). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 12 milhões para o próximo sorteio.
Os números sorteados são: 04 – 06 – 26 – 28 – 32 – 45.
36 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 31.988,67 cada
2.575 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 737,17 cada
Para o próximo concurso,as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (13), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
Fonte: Jovem Pan
O Ministério Público de São Paulo denunciou três médicos pela morte de uma gestante e do bebê que ela esperava. A acusação por homicídio culposo por omissão foi aceita pela Justiça ontem.
Fonte: UOL Noticias
Fonte: UOL Noticias
O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) realiza nesta quinta-feira, 11, um “megaevento” de lançamento da pré-campanha à reeleição. O evento acontece desde às 18h no Estacionamento do Araxá, em Macapá (AP), mesmo após o Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) ter determinado a suspensão imediata do ato.
Fonte: UOL Noticias
O Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou na quarta-feira (10), junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), notícia de fato na qual pediu a investigação de recursos destinados ao filme “Dark Horse”, que contará a história do ex-presidente Jair Bolsonaro. A legenda alegou haver suspeitas sobre a origem do financiamento do filme, possível propaganda político-eleitoral, abuso de poder econômico e caixa dois.
No documento, o partido apresentou como “ponto central dos potenciais ilícitos” a destinação de emendas parlamentares ao Instituto Conhecer Brasil, pertencente a Karina Ferreira Gama. Ela também é proprietária da Go Up Entertainment, que produziu o filme “Dark Horse”.
Segundo o PT, o volume de recursos destinados a organizações ligadas ao filme sobre Bolsonaro por meio de emendas parlamentares pode configurar caixa dois e abuso de poder econômico se utilizado para influenciar o processo eleitoral. “A exaltação pública da trajetória de Bolsonaro constitui mecanismo apto a fortalecer a imagem, a notoriedade e a percepção positiva daqueles que se apresentam como herdeiros de seu legado político”, argumentou a legenda.
A partir disso, o partido pediu a abertura de um processo para apurar a produção de “Dark Horse” ou a inclusão da apuração na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 854. A ação está ligada às decisões do STF que declararam inconstitucional as emendas de relator (R9), o chamado “Orçamento Secreto”. Atualmente sob relatoria do ministro Flávio Dino, o dispositivo serve como instrumento de monitoramento da transparência e da execução das emendas parlamentares.
O PT solicitou também a apuração de possíveis “recursos privados de origem não identificada”. No documento, a legenda apresentou reportagens que noticiaram informações sobre o financiamento do projeto cinematográfico após a divulgação de áudios do senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), nos quais ele pedia dinheiro ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para a produção do filme.
Para investigar as suposições apresentadas, o PT:
Afirmou ser necessária a verificação de registros regulatórios audiovisuais junto à Agência Nacional do Cinema (Ancine), à Biblioteca Nacional e ao Escritório de Direitos Autorais dos Estados Unidos;
Pediu para checar a situação migratória e trabalhista dos profissionais estrangeiros da produção, como o ator Jim Caviezel e o diretor Cyrus Nowrasteh;
Solicitou a apuração da existência de um pacote de seguros “proporcional à magnitude da produção declarada”;
Apontou a pertinência de examinar os contratos dos roteiristas, do diretor e do elenco, o instrumento de cessão da história de vida do Bolsonaro e do argumento criado pelo deputado federal Mario Frias (PL-SP), bem como identificar quem detém o controle da versão final do filme e os direitos autorais e de comercialização;
Requereu a verificação junto ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos da incidência da Lei de Registro de Agentes Estrangeiros sobre as atividades desenvolvidas pela rede do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro no Texas, como o fundo Havengate que gere o projeto cinematográfico;
Propôs a averiguação dos documentos da operação feita de Vorcaro para o fundo Havengate e o repasse para a Go Up Entertainment.
Ao STF, a legenda argumentou ainda que a investigação é importante para “afastar ou confirmar” o uso de recursos públicos em “atividades com potencial finalidade político-eleitoral”. Similarmente, o PT afirmou ser necessário apurar o aporte privado de “origem não identificada”, “estruturas empresariais opacas”, “mecanismos de interposição patrimonial” ou “fluxos transnacionais” no financiamento do filme sobre Bolsonaro.
Fonte: Jovem Pan
A Venezuela concedeu, nesta quinta-feira (11), uma licença à britânica Shell para a exploração e exportação de gás, somando-se às transnacionais que retornam ao país graças a uma recente reforma da lei de hidrocarbonetos que abriu o setor ao investimento estrangeiro.
Fonte: UOL Noticias