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Com Mbappé e Dembélé, França divulga lista de convocados para a Copa do Mundo 2026; confira

Vista como uma das favoritas para levantar a taça mais importante do mundo em 2026, a França divulgou nesta quinta-feira (14) a lista dos 26 jogadores que vão defender a seleção na Copa do Mundo. Sob comando do técnico Didier Deschamps, a seleção europeia conta com 11 jogadores que também defenderam o escudo da França em 2022, ano em que se sagraram vice-campeões do mundo.
Confira os convocados da França para a Copa do Mundo.
Goleiros
Mike Maignan (Milan)
Robin Risser (Lens)
Brice Samba (Rennes)
Defensores
Lucas Digne (Aston Villa)
Malo Gusto (Chelsea)
Lucas Hernandez (PSG)
Theo Hernandez (Al-Hilal)
Ibrahima Konaté (Liverpool)
Jules Koundé (Barcelona)
Maxence Lacroix (Crystal Palace)
William Saliba (Arsenal)
Dayot Upamecano (Bayern de Munique)
Meio-campistas
N’Golo Kanté (Fenerbahçe)
Manu Koné (Roma)
Adrien Rabiot (Milan)
Aurélien Tchouaméni (Real Madrid)
Warren Zaïre-Emery (PSG);
Atacantes
Maghnes Akliouche (Monaco)
Bradley Barcola (PSG)
Rayan Cherki (Manchester City)
Ousmane Dembélé (PSG)
Désiré Doué (PSG)
Jean-Philippe Mateta (Crystal Palace)
Kylian Mbappé (Real Madrid)
Michael Olise (Bayern de Munique)
Marcus Thuram (Inter de Milão).
O grupo I da primeira fase da Copa do Mundo, além da França, é composto por Senegal, Iraque e Noruega. A estreia da seleção francesa na competição será no dia 16 de junho às 16h00 (de Brasília), contra o Senegal, no MetLife Stadium em Nova Jersey, Estados Unidos.


Fonte: Jovem Pan

Corinthians x Barra: assista ao vivo à transmissão da Jovem Pan

Corinthians e Barra se enfrentam nesta quinta-feira (14), às 19h30, em jogo válido pela Copa do Brasil. A Jovem Pan apresenta todas as emoções do duelo ao vivo, com narração de Fausto Favara, comentários de Vampeta e reportagem de Victor Boni no YouTube.
Assista à transmissão ao vivo


Fonte: Jovem Pan

Dino critica ‘red pill’ e ‘curso para homens’ em voto no STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino disse em sessão plenária nesta quinta-feira (14), que é contra os cursos “ensinando homens a serem homens”. A declaração foi feita durante votação para validar a lei de igualdade salarial que teve seu julgamento iniciado na quarta-feira (13).
Dino associou estes cursos ao movimento “red pill”, uma expressão originada do filme “Matrix” para se referir a discursos que apoiam a ideia de que homens estariam sendo “escravizados” pelas mulheres ao tomarem a “pílula da verade”.
O ministro completou dizendo que existem “desafios gigantescos” à mulher e por isso a importância desta pauta. “Os desafios se expressam na pandemia de estupros e feminicídios, os desafios se expressam na existência, na proliferação de discursos misóginos que estão não só na internet”, finalizou.

Curso de Juliano Cazarré
No dia 20 de abril o ator Juliano Cazarré divulgou em suas redes sociais o curso “O Farol e a Forja”, criado por ele para ajudar homens a entenderem “o que está acontecendo consigo e com os homens ao seu redor”, em uma crítica direta ao que o ator classifica como uma sociedade que desampara a figura masculina.
Contudo, o evento marcado para os dias 24,25 e 26 de julho, foi mal visto por seus colegas de profissão e gerou reações negativas nos comentários da publicação.
Segundo seu próprio post, Juliano sabia que seria criticado, mas não conseguiu ficar calado diante de uma sociedade que enfraquece os homens.

Em entrevista exibida pela Globonews com o ator no dia 12 de maio, Cazarré afirmou que “mais mulheres mataram homens do homens mataram mulheres”. A conversa foi sobre a educação e o papel dos homens na sociedade, dias após ele divulgar seu curso.

Início da votação pela lei de igualdade salarial
O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou na quarta-feira o julgamento sobre a constitucionalidade da lei que garantiu igualdade salarial entre homens e mulheres.

O plenário analisa três ações: uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC), protocolada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) para garantir a aplicação da lei, e duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI), impetradas pela Confederação Nacional de Indústria (CNI) e o Partido Novo contra a norma.

A sessão de quarta foi dedicada às sustentações das partes envolvidas nos processos. E os votos dos ministros proferidos na sessão desta quinta-feira.
Em julho de 2023, o presidente Lula (PT) sancionou a Lei 14.611 para obrigar as empresas a garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função.
A norma alterou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para definir que as empresas deverão pagar multa de dez vezes o valor do salário em caso de discriminação por motivo de sexo, raça, etnia, origem ou idade.
Além disso, a lei determina a divulgação semestral de relatórios de transparência salarial por empresas com mais de 100 empregados.
*Com informações da Agência Brasil


Fonte: Jovem Pan

Vorcaro concordou em receber Jair Bolsonaro em sua casa, diz site

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, aceitou receber o ex-presidente Jair Bolsonaro em sua casa em Brasília, em março de 2025, para assistirem a um documentário. A informação foi divulgada pelo portal Intercept Brasil nesta quinta-feira (14), que afirma ter tido acesso a conversas privadas do dono do Master.
Em entrevista à GloboNews, o senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro confirmou o convite, entretanto, disse que o encontro não aconteceu.
A reunião seria parte de um plano para conseguir o apoio financeiro de Vocaro para a produção “Dark Horse”, que contará a história do ex-presidente. As mensagens apontam que tanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) quanto o deputado Mario Frias (PL-SP) sabiam da reunião.
Na troca de mensagens que cita a reunião, também aparece Thiago Miranda, sócio do portal Léo Dias. Não se sabe se o encontro aconteceu.
Mario Frias: [ligação de voz perdida]
Mario Frias: — Irmão. Vamos fazer a exibição do documentário na casa do D com o JB. Pede a ele duas datas e horários para a semana que vem. Vai fazer muita diferença para o PR [sigla que alguns bolsonaristas usam para se referir a Jair Bolsonaro].
Thiago Miranda: — Estou em um evento, amanhã te ligo. Deixa comigo, amanhã bato isso com ele.
Mario Frias: – [Figurinha]
No dia 27 de março, Miranda envia um print de conversa com Mario Frias e fala sobre o encontro.

27 de março de 2025
Thiago Miranda: [Captura de tela]
Thiago Miranda: — Estou com essa outra demanda. Você acha que é um bom momento? Flavio e Mario me pediram isso. Querem levar o presidente para a sua casa para assistirem juntos com você ao documentário.
Daniel Vorcaro: — Vamos marcar, sim
Thiago Miranda: — Me passa duas opções de data que fica melhor para você semana que vem?
O documentário referido nas mensagens, segundo o portal, é “A Colisão dos Destinos”, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (14).
Entenda
Daniel Vorcaro trocou mensagens com o senador Flávio Bolsonaro antes de ser preso tentando fugir do país em novembro de 2025. A informação foi divulgada pelo portal Intercept Brasil nesta quarta-feira (13).
As mensagens indicam uma negociação na qual Vorcaro se comprometeu a repassar 24 milhões de dólares (cerca de R$ 134 milhões na época) para financiar o filme “Dark Horse”, produção que contará a história do ex-presidente Jair Bolsonaro e tem previsão de lançamento para 11 de setembro de 2026.
16 de novembro de 2025
Daniel Vorcaro: — Fala, ‘irmãozão’. Estou na igreja, terminando, te chamo.
Flávio Bolsonaro:  [manda duas imagens de visualização única, seguidas da mensagem] — Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abraços!
Daniel Vorcaro: [manda uma imagem de visualização única]
Flávio Bolsonaro: — Amém!
Os documentos apontam que pelo menos 10 milhões de dólares haviam sido pagos entre fevereiro e maio de 2025 em seis oportunidades para financiar o projeto. O envolvimento do banqueiro teria sido negociado diretamente com o pré-candidato, mas também teve outros intermediários com Eduardo Bolsonaro e Mario Frias, ambos do PL de São Paulo.
Em setembro de 2025, Flávio e Vorcaro já mantinham contato direto, segundo o portal. Nesse período, os diálogos apontam encontros presenciais em São Paulo.
24 de setembro de 2025
Flávio Bolsonaro: [duas ligações de voz]
Daniel Vorcaro: — Irmão, infelizmente vou precisar ficar em São Paulo amanhã. Poderíamos marcar terça no final do dia ou quarta a qualquer hora?
Flávio Bolsonaro: — Fala, ‘mermão’, veja o que for melhor para você. Vou estar aqui a semana toda.
Daniel Vorcaro: — Quarta, 14:30?
Flávio Bolsonaro: [ligação de voz]
Em outubro, os dois discutem a produção do filme, quando Flávio afirma estar “no limite”. Eles também marcam um encontro na casa do banqueiro, com a presença do ator Jim Caviezel e do diretor Cyrus Nowrasteh, em 2 de novembro. A tentativa de venda do Master para o Banco de Brasília coincidiu com o financiamento do filme.
Ao longo do segundo semestre de 2025, a pressão financeira sobre Vorcaro aumentou e Flávio começou a interagir mais com o banqueiro.
22 de outubro de 2025
Flávio Bolsonaro: — Bom dia, ‘mermão’. Já estamos no terceiro dia de gravação. Estamos no limite. Mais uma vez, com toda a liberdade que temos, se não me fala, que procuro urgente outro caminho.
Daniel Vorcaro: — Deixa comigo, irmão, vou ver agora.
Flávio Bolsonaro: [figurinha enviada] — Topa jantar com o Jim Caviezel e o Cyrus em São Paulo no dia 2/Nov (segunda)? Totalmente reservado.
Daniel Vorcaro: — Topo, claro. Será onde? Quer fazer na minha casa?
Flávio Bolsonaro: — Pode ser na sua casa, sim! Acho até melhor!
Daniel Vorcaro: — Boa, tinha uma viagem. Vou me reorganizar aqui.
Flávio Bolsonaro: — Fechado!
No dia 7 de novembro, Flávio envia um vídeo de visualização única para Vorcaro  e afirma que “tudo isso só está sendo possível” por causa de Vorcaro.
Flávio Bolsonaro: [vídeo de visualização única] – Tá perdendo, irmão! Tudo isso só está sendo possível por causa de você!
Daniel Vorcaro: – Que demais. Ficou perfeito.
A reportagem tenta contato com o senador Flávio Bolsonaro e o espaço está aberto à manifestação. A defesa de Daniel Vorcaro decidiu não se manifestar sobre o tema.
Dinheiro foi para um fundo
O senador Flávio Bolsonaro disse nesta quinta-feira (14) em entrevista à Globonews que “todo dinheiro arrecadado foi integralmente utilizado para o filme” e não foi para Eduardo Bolsonaro. A declaração acontece após divergências sobre o financiamento do filme a respeito da biografia de Jair Bolsonaro, após divulgação de mensagens trocadas entre Flávio e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Flávio afirmou ainda que não poderia estar comentando sobre o filme, pois assinou um termo de confidencialidade e só está falando sobre isso porque a história “veio à tona” e que o filme só foi concluído “graças a outros investidores”. “Eu não posso descumprir contrato, tem investidores, a única relação que tenho com Vorcaro era o filme”, disse Flávio.
Ele afirmou que o último pagamento feito por Vorcaro foi em maio de 2025 e depois ele “parou de honrar os compromissos”, já que ele esperava que o banqueiro honrasse o contrato assinado.
Sobre o tratamento que Flávio teve com Vorcaro nas mensagens, o pré-candidato disse ainda que o chamou de “irmão” e “irmãozinho” por ser carioca e tratar todos desta maneira. Ele reafirmou que não tem nenhum contato com Daniel Vorcaro.
Por fim, Flávio disse que “não adianta querer nos rotular de ter feito algo errado porque não fizemos” e que não vão colocá-lo na mesma “lama que o PT”.
 


Fonte: Jovem Pan

Alta cúpula do PL corre para tentar audiência ou reunião com ministro André Mendonça

A alta cúpula do Partido Liberal tenta viabilizar, o mais rápido possível, uma audiência formal ou reunião com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, relator da CPI do Master. O pedido estaria sendo conduzido pelo coordenador da campanha de Flávio, Tiago Junqueira, presidente do partido no Piauí e pré-candidato ao Senado.
O objetivo do encontro seria analisar o impacto da troca de áudios entre Flávio e Vorcaro em um momento em que a resposta de Flávio ao caso foi considerada por alguns dirigentes como “insuficiente”. A cúpula busca agilizar a reunião justamente por conta da demora em apresentar um posicionamento mais sólido.

PL de mal com Zema
Internamente, o cenário político no PL também se aquece com a exclusão de Zema do rol de possíveis candidatos para chapa com Flávio Bolsonaro. Agora, a chance do ex-governador de Mians Gerais para compor a chapa é nula. Zema foi um dos primeiros pré-candidatos à Presidência da República a se manifestar e disse que é “imperdoável ver Flávio cobrando dinheiro de Vorcaro”.
Os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, Carlos e Eduardo, chegaram a criticar Zema publicamente nas redes sociais. Para dirigentes do PL, do Novo e parlamentares aliados a Flávio, a movimentação do governador de Minas Gerais teria sido precipitada.


Fonte: Jovem Pan

Crise no Novo: Santa Catarina e Paraná se posicionam contra críticas de Zema a Flávio

O pré-candidato à presidência pelo Novo, Romeu Zema, recebeu críticas dos diretórios do partido nos estados de Santa Catarina e Paraná, após se pronunciar nesta quarta-feira (13) cobrando Flávio Bolsonaro (PL) sobre as conversas divulgadas entre o filho do ex-presidente e o banqueiro preso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. 
Paraná
O diretório paranaense do Novo declarou que a “divulgação do vídeo pela equipe de comunicação de Zema foi precipitada e gerou ruídos desnecessários em alianças já estabelecidas”. O comunicado emitido pelo partido classificou que o pré-candidato deveria ter alinhamento prévio com a convenção nacional do partido antes de se pronunciar publicamente.
A sigla ainda afirmou que “a aliança entre PL e Novo no Paraná permanece sólida, fundamentada em diálogo, convergência de princípios e compromisso”. Sobre o Banco Master, o pronunciamento defendeu a investigação profunda e completa do caso e a instalação imediata de uma CPMI.
Santa Catarina
O presidente do Novo em Santa Catarina, Kahlil Zattar, comentou o vídeo de Zema, declarando que “não houve alinhamento prévio com o partido e consideramos que o vídeo foi divulgado de maneira precipitada e desnecessária”, sinalizando que a equipe de comunicação do pré-candidato errou ao permitir comunicado público sem consultar o partido nacionalmente.
Em relação ao caso Master, o Diretório catarinense defendeu que “as investigações relacionadas ao Banco Master possuem gravidade e relevância pública, razão pela qual defendemos a continuidade das apurações pelos órgãos competentes”. O presidente do partido também defendeu a instalação de uma CPI para apurar o banco de Vorcaro.
Representantes do Novo em ambos os estados têm aliança com o Partido Liberal nas eleições estaduais de 2026. Em Santa Catarina, o governador Jorginho Mello (PL) tenta a reeleição levando o nome do ex-prefeito de Joinville Adriano Silva (Novo) como vice. No Paraná, o partido de Zema saiu do grupo político de Ratinho Júnior (PSD) para apoiar a candidatura de Sérgio Moro (PL) ao governo do estado.


Fonte: Jovem Pan

‘Irmão e irmãozinho não significa intimidade’, diz Flávio Bolsonaro ao responder sobre mensagens a Vorcaro

‘Irmão e irmãozinho não significa intimidade’, diz Flávio Bolsonaro sobre conversa com Vorcaro
O senador Flávio Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (14), em entrevista à Globonews, que a linguagem coloquial usada nas mensagens vazadas de sua conversa com Daniel Vorcaro não indica intimidade entre os dois e faz parte do “linguajar carioca”.
“Irmão e irmãozinho não significa intimidade, é o meu linguajar, é meu modo de falar com as pessoas “, disse o pré-candidato a Presidente da República.
Na mesma entrevista na Globonews, Flávio afirmou que o linguajar faz parte do carioca.
“Irmão, mermão, é uma expressão que a gente usa para cumprimentar, até para pedir um coco na praia. É igual guri no Rio Grande do Sul, piá no Paraná, mano em São Paulo. Não tem por que querer empurrar goela abaixo uma intimidade que não tenho”.
LEIA MAIS: ‘Topa jantar com o Jim Caviezel?’: veja e ouça TODOS os textos e o áudio que mostram Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro
Nas mensagens vazadas entre Flávio e Vorcaro, em diversos momentos o senador do PL
Áudio entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro
Na última quarta-feira (13), o site Intercept Brasil divulgou, e a TV Globo confirmou, um áudio entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro dono do Master, Daniel Vorcaro, em que o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro aparece pedindo dinheiro para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre seu pai.
O banqueiro chegou a pagar R$ 61 milhões. Segundo informações confirmadas pela TV Globo, parte dos pagamentos determinados por Vorcaro foi feita por meio de uma empresa chamada Entre Investimentos e Participações, vinculada ao banqueiro. Segundo o site, a empresa é mencionada em mensagens trocadas sobre o tema entre Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel.
Na mensagem de áudio enviada por Flávio a Vorcaro em 8 de setembro de 2024, o senador diz entender que o banqueiro passava por um “momento dificílimo” – poucos dias antes, em 3 de setembro de 2024, a compra do Master pelo BRB havia sido rejeitada pelo Banco Central – e que ficava “sem graça” de cobrar, mas pedia uma posição de Vorcaro sobre pagamentos pendentes.
“Tá num momento muito decisivo aqui do filme e como tem muita parcela pra trás, cara, tá todo mundo tenso e eu fico preocupado com o efeito contrário ao que a gente sonhou pro filme”, diz o senador nas mensagens.
Muitos dos contatos envolviam ligações telefônicas e mensagens com imagens de visualização única. Em 16 de novembro, após o envio de duas dessas mensagens, Flávio diz:
“Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”
Vorcaro responde com uma mensagem de visualização única, ao que Flávio reage: “Amém”.
Flávio Bolsonaro troca mensagens com Daniel Vorcaro.
Elaboração Globonews


Fonte:

g1 > Política

Mário Frias recua e diz haver ‘diferença de interpretação sobre origem formal’ de dinheiro que financiou filme sobre ex-presidente

Áudio de Flávio Bolsonaro para Daniel Vorcaro; ouça
Após cerca de 20 horas, o deputado federal Mário Frias (PL), produtor executivo do filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), divulgou um novo comunicado em que recua sobre a existência de dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, no financiamento do longa.
Segundo o texto, “‘quando afirmei anteriormente que não há ‘um centavo do Master’ no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora”.
E que “não há contradição material entre os posicionamentos públicos sobre o financiamento do projeto, mas uma diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento”.
Na noite de quarta (13), o deputado publicou, em seu perfil no Instagram, uma nota em que afirmava que a cinebiografia não recebeu um “único centavo” do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master.
A produtora GOUP Entertainment também divulgou nota sobre o tema na quarta e informou “categoricamente que, dentre os mais de uma dezena de investidores que compõem o quadro de financiadores do longa-metragem Dark Horse, não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário”.
Em áudio divulgado pelo site The Intercept Brasil, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cobra Vorcaro por pagamentos atrasados para a produção do filme “Dark Horse” (termo em inglês para azarão). A TV Globo confirmou o conteúdo da reportagem e a existência do áudio com investigadores e pessoas com acesso às informações.
Segundo o Intercept, Vorcaro chegou a pagar cerca de R$ 61 milhões para financiar o filme.
Após a divulgação do áudio, Flávio divulgou um vídeo em que confirmou ter pedido dinheiro ao banqueiro para o filme, mas negou irregularidades. Ele disse que Vorcaro “simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato”. “Sim, tinha um contrato que, ao não pagar essas parcelas, tinha uma grande chance de o filme sequer ser veiculado, sequer ser concluído”, afirmou.
🔎 Vorcaro está preso em Brasília, acusado de chefiar um esquema de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a Polícia Federal.
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O deputado Mário Frias, o senador Flávio Bolsonaro e o ator Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente Jair Bolsonaro no filme ‘Dark Horse’ (O Azarão), sobre a vida do ex-presidente brasileiro.
Reprodução/Redes Sociais
Em meio à repercussão das mensagens que expuseram diálogos entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro, acontece nesta quinta-feira a estreia do documentário “A Colisão dos Destinos”, que narra a trajetória de Bolsonaro desde a infância até a Presidência da República.
Sem dinheiro do Master
No comunicado divulgado nas redes sociais, a GOUP diz que parte do dinheiro do projeto, no entanto, circulou por meio da Entre Investimentos, empresa que teria intermediado repasses entre Vorcaro e a produção do filme (veja mais abaixo).
Frias reiterou a informação e afirmou que, assim “como já esclareceu a produtora GOUP Entertainment, não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse”.
Ele acrescentou que Flávio Bolsonaro “não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora”. Segundo ele, o senador apenas cedeu os direitos de imagem da família Bolsonaro.
Frias disse ainda que, mesmo que houvesse investimento do banqueiro, “não haveria problema algum”, por se tratar de uma relação privada sem uso de recursos públicos.
Segundo o parlamentar, Dark Horse é uma “superprodução em padrão hollywoodiano”, financiada integralmente com capital privado e com participação de profissionais internacionais do cinema. Ele afirmou que o projeto será lançado nos próximos meses.
PF apura se dinheiro de Vorcaro foi usado para bancar Eduardo Bolsonaro nos EUA
Mário Frias também declarou que o filme vem sofrendo “ataques direcionados” desde o anúncio da produção.
“Há uma tentativa permanente de descredibilizar a obra perante a opinião pública, investidores e parceiros do setor audiovisual, muitas vezes por motivações claramente políticas e ideológicas”, afirmou.
De acordo com a GOUP Entertainment, a legislação norte-americana para captação de recursos privados no setor audiovisual impede a divulgação da identidade de investidores protegidos por acordos de confidencialidade, conhecidos como Non-Disclosure Agreements (NDAs).
A produtora afirma que o projeto foi estruturado por meio de “articulações, parcerias e mecanismos legítimos do mercado de entretenimento nacional e internacional”, sem uso de recursos públicos.
A empresa também declarou que eventuais conversas ou apresentações do projeto a empresários e potenciais apoiadores não configuram investimento, participação societária ou transferência de recursos.
“A GOUP Entertainment repudia, portanto, tentativas de associação indevida entre a produção cinematográfica e fatos externos desprovidos de comprovação documental, financeira ou contratual”, diz trecho da nota.
Afirmou ainda que permanece à disposição das autoridades e da imprensa para prestar esclarecimentos sobre o caso.
Mais tarde, no entanto, a assessoria de Frias enviou um novo comunicado, em que recua das afirmações anteriores e diz que “não há contradição material entre os posicionamentos públicos sobre o financiamento do projeto, mas uma diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento”.
“Quando afirmei anteriormente que não há ‘um centavo do Master’ no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. O nosso relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta (leia a íntegra mais abaixo).”
R$ 159,2 milhões repassados
Apesar da declaração do deputado de que não houve dinheiro direto de Vorcaro no filme, os dados dos relatórios de inteligência financeira (RIFs) do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) afirmam que a empresa Entre Investimentos, que teria intermediado repasses entre Vorcaro e a produção do filme Dark Horse, recebeu R$ 159,2 milhões de fundos investigados pela Polícia Federal por participarem de fraude do Banco Master (entenda mais aqui).
Ainda não há informações sobre quanto desse total foi efetivamente destinado ao financiamento do filme ou à empresa responsável pela produção.
O acordo total previa o pagamento de R$ 124 milhões, dos quais R$ 61 milhões foram pagos pelo dono do Master, segundo a reportagem do site The Intercept Brasil, que revelou as conversas entre Flávio e Vorcaro.
Mário Frias, ex-secretário especial de Cultura do governo federal, e atual deputado federal.
Roberto Castro/ Mtur
Leia a íntegra do primeiro comunicado de Mário Frias:
“Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, sobre a trajetória do presidente Jair Bolsonaro, esclareço:
1. O senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora. Seu papel limitou-se à cessão dos direitos de imagem da família e, naturalmente, ao peso que seu sobrenome agrega na hora de atrair investidores interessados em financiar um projeto desse porte — o que é legítimo, esperado e não configura, em si, nada além do óbvio.
2. Como já esclareceu a produtora GOUP Entertainment, não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse. E, ainda que houvesse, não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco.
3. Dark Horse é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional — com qualidade inédita para retratar o maior líder político brasileiro do século XXI. O projeto é real, será lançado nos próximos meses e, para quem investiu, será um negócio bem-sucedido.
4. ⁠Desde o anúncio do projeto, Dark Horse vem sendo alvo reiterado de ataques direcionados não apenas à produção do filme, mas também à sua própria viabilidade e futura exibição. Há uma tentativa permanente de descredibilizar a obra perante a opinião pública, investidores e parceiros do setor audiovisual, muitas vezes por motivações claramente políticas e ideológicas. Ainda assim, o projeto segue firme, estruturado e respaldado por profissionais experientes da indústria cinematográfica internacional.
5. Por fim, um lembrete pessoal: geri bilhões da Lei Rouanet à frente da Secretaria Especial da Cultura e saí do governo com as mãos limpas. Quem não se enriqueceu com bilhões certamente não iria se sujar pelos R$ 2 milhões que a imprensa agora tenta atribuir.
Deputado Federal Mário Frias, produtor executivo”.
Leia, a seguir, a íntegra da segunda nota enviada pelo deputado:
“Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, esclareço que não há contradição material entre os posicionamentos públicos sobre o financiamento do projeto, mas uma diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento.
 Quando afirmei anteriormente que não há “um centavo do Master” no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. O nosso relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta.
 Reitero que o senador Flávio Bolsonaro e o Deputado Eduardo Bolsonaro não têm sociedade no filme nem na produtora ou com qualquer outra estrutura ligada ao filme, tendo apenas autorizado o uso de direitos de imagem da família. Também reafirmo que todo o dinheiro captado foi utilizado exclusivamente na produção do filme Dark Horse, projeto realizado com capital privado e sem qualquer recurso público.
 Deputado Federal Mário Frias
Produtor Executivo”
“Comunicado GOUP Entertainment:
“A GOUP Entertainment esclarece, preliminarmente, que a legislação norte-americana aplicável a operações privadas de captação no setor audiovisual veda a divulgação da identidade de investidores cujos aportes encontrem-se resguardados por acordos de confidencialidade (Non-Disclosure Agreements). Trata-se de prerrogativa contratual e regulatória legítima, assegurada aos financiadores de projetos estruturados sob o regime de investimento privado, e que esta produtora é obrigada a observar.
Sem prejuízo das restrições acima e com o propósito de afastar especulações infundadas, a GOUP Entertainment afirma categoricamente que, dentre os mais de uma dezena de investidores que compõem o quadro de financiadores do longa-metragem Dark Horse, não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário.
A produtora reafirma que o projeto cinematográfico Dark Horse foi estruturado dentro de modelo privado de desenvolvimento audiovisual, por meio de articulações, parcerias e mecanismos legítimos do mercado de entretenimento nacional e internacional, sem utilização de recursos públicos.
Cumpre destacar, ademais, que conversas, apresentações de projeto ou tratativas eventualmente mantidas com potenciais apoiadores e empresários não configuram, por si só, efetivação de investimento, participação societária ou transferência de recursos — sendo improcedente qualquer ilação em sentido contrário.
A GOUP Entertainment repudia, portanto, tentativas de associação indevida entre a produção cinematográfica e fatos externos desprovidos de comprovação documental, financeira ou contratual.
A produtora permanece à disposição das autoridades competentes e da imprensa para os esclarecimentos cabíveis, reafirmando seu compromisso com a transparência, a legalidade e a integridade de suas operações”.
Tarcísio defende Flávio Bolsonaro e diz que áudios com Daniel Vorcaro não afetam pré-candidatura do senador


Fonte:

g1 > Política

Flávio diz que dinheiro foi para um fundo exclusivo para o filme, não foi para Eduardo

O senador Flávio Bolsonaro disse nesta quinta-feira (14) em entrevista à Globonews que “todo dinheiro arrecadado foi integralmente utilizado para o filme” e não foi para Eduardo Bolsonaro. A declaração acontece após divergências sobre o financiamento do filme a respeito da biografia de Jair Bolsonaro após divulgação de mensagens trocadas entre Flávio e Daniel Vorcaro.
*Em atualização


Fonte: Jovem Pan