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Copa do Mundo no streaming: 3 séries e documentários da Netflix para entrar no clima do hexa

Com a Copa do Mundo cada vez mais próxima, nada melhor do que mergulhar em histórias que mostram os bastidores, as emoções e os momentos que marcaram a trajetória da Seleção Brasileira. A Netflix tem opções perfeitas para quem quer reviver conquistas históricas e entender o que acontece longe dos gramados.

‘Brasil 70: A Saga do Tri’

A grande novidade da Netflix para os apaixonados por futebol é “Brasil 70: A Saga do Tri”. A minissérie dramatiza a campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970, no México, quando o Brasil conquistou o tricampeonato mundial e eternizou um dos maiores times da história do esporte. 

A produção recria partidas históricas e também mostra os bastidores da equipe liderada por Pelé, além dos desafios enfrentados pelos técnicos João Saldanha e Zagallo em um período marcado por tensões políticas no país. No elenco estão Rodrigo Santoro, Bruno Mazzeo e Lucas Agrícola interpretando Pelé. 

Brasil 2002: Os Bastidores do Penta

Para quem sente saudade da conquista mais recente da Seleção, “Brasil 2002: Os Bastidores do Penta” é uma parada obrigatória. O documentário apresenta imagens inéditas e entrevistas com os jogadores que trouxeram o pentacampeonato para o Brasil. 

Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos, Cafu e outros craques relembram momentos decisivos daquela campanha inesquecível no Japão e na Coreia do Sul. É uma oportunidade rara de acompanhar os bastidores de uma das maiores conquistas da história do futebol brasileiro. 

‘Capitães do Mundo’

Embora não seja focada exclusivamente na Seleção Brasileira,”Capitães do Mundo” acompanha os líderes das principais seleções durante a Copa do Mundo de 2022. A produção mostra a pressão, os bastidores e as decisões que acontecem longe das câmeras durante o maior torneio de futebol do planeta.

Com depoimentos exclusivos e acesso privilegiado aos atletas, a série revela como os capitães lidam com a responsabilidade de representar milhões de torcedores em uma competição que pode mudar suas carreiras para sempre.

Entre a reconstrução épica de “Brasil 70: A Saga do Tri”, as imagens inéditas de Brasil 2002: Os Bastidores do Penta e os relatos contemporâneos de Capitães do Mundo, a Netflix oferece uma verdadeira viagem pela história das Copas do Mundo.


Fonte: Jovem Pan

Irã diz que ataques recentes dos EUA tornaram o cessar-fogo ‘praticamente sem sentido’

Após a retomada de ataques norte-americanos ao Irã, o Ministério de Relações Exteriores do país afirmou, nesta quinta-feira (11), que o cessar-fogo em vigor entre os iranianos e os EUA, aplicado desde abril, praticamente “não faz mais sentido”.

Os ataques ilegais e criminosos perpetrados pelos Estados Unidos nas últimas horas não apenas constituem uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas (…), mas também tornam a trégua algo praticamente sem sentido, afirmou o Ministério das Relações Exteriores em um comunicado.

Os bombardeios americanos recentes visaram o sul do Irã. Também foram atingidos vários pontos próximos à capital, como Karaj, Nazarabad e Pishva, segundo a Guarda Revolucionária do país. O Paquistão, país que atua como mediador na guerra entre os países, lamentou a “escalada” militar dos últimos dias e reiterou seu apelo por uma “solução negociada”. Em declaração à imprensa, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores paquistanês, Tahir Andrabi, afirmou que a diplomacia e o diálogo devem ser os princípios orientadores para o processo de paz.

Na Jordânia, o Exército local anunciou que derrubou vinte mísseis iranianos, depois que a Guarda Revolucionária de Teerã reivindicou um ataque contra um centro de comando americano no país. “Na madrugada de quinta-feira (11), os sistemas de defesa antiaérea e a Força Aérea interceptaram e derrubaram 20 mísseis lançados a partir do Irã em direção a Azraq”, onde fica a base americana, declarou uma fonte militar. A instalação fica 80 km ao leste da capital, Amã. Segundo o Exército, a interceptação não provocou vítimas ou danos.

Em entrevista à Fox News, o presidente americano Donald Trump afirmou que aeronaves de combate dos Estados Unidos estavam conduzindo operações sobre o território iraniano. O republicano declarou ainda que representantes de Teerã teriam entrado em contato para solicitar a interrupção dos bombardeios, alegação posteriormente rejeitada pelo governo iraniano. Trump também sustentou que Israel não participou da operação e indicou que novas ações militares contra o Irã continuam sendo uma possibilidade.

Retomada dos ataques

O presidente Donald Trump afirmou nesta quarta-feira (10) que os Estados Unidos retomariam os ataques contra o Irã, após acusar Teerã de brincar com Washington. “Vamos atacá-los… atacá-los com muita força”, disse Trump na Casa Branca. Segundo o presidente, os países estavam perto de um acordo, “mas eles (iranianos) continuam protelando, continuam nos fazendo de bobos.”

A declaração aconteceu em um momento em que o secretário-geral da ONU alertou para o risco de retorno a uma “guerra total” no Oriente Médio. Iniciada em 28 de fevereiro, com os ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, a guerra provocou um cenário de caos na região e abalou os mercados mundiais até o anúncio de uma trégua, em 8 de abril.

Após a nova onda de ataque dos norte-americanos contra Teerã, a Marinha iraniana decretou que o Estreito de Ormuz estará totalmente fechado “até novo aviso”. A informação foi divulgada pela agência de notícias Mehr. De acordo com a reportagem, nenhuma embarcação poderá sair do Golfo Pérsico e do Mar de Omã e em caso de aproximação ao Estreito de Ormuz será considerada alvo inimigo pelos iranianos.

*Com informações da AFP


Fonte: Jovem Pan

Sinopse e elenco de The Underground Railroad: A minissérie escondida no Prime Video

Lançada oficialmente em maio de 2021, a minissérie dramática The Underground Railroad adapta a obra literária de mesmo nome escrita por Colson Whitehead. A produção histórica acompanha a violenta tentativa de liberdade de pessoas escravizadas no sul dos Estados Unidos, no período anterior à Guerra Civil Americana. Distribuída pela Amazon, a obra de dez episódios afasta o formato de maratona rápida para entregar um ritmo contemplativo e imersivo, marcado pela assinatura artística de Barry Jenkins na direção de todos os capítulos.
A trama de sobrevivência na rota de fuga do sul escravagista
Aviso: A partir deste ponto, o texto pode conter informações detalhadas sobre a trama da série.
A narrativa começa nas lavouras do estado da Geórgia, quando a jovem escravizada Cora Randall decide aceitar o plano de fuga organizado pelo recém-chegado Caesar. O projeto de ambos é acessar uma suposta rede secreta de proteção, conhecida pelos abolicionistas apenas por boatos que atravessavam as fronteiras rurais do país. A fuga ganha contornos de tragédia logo nos primeiros quilômetros, forçando a protagonista a lidar com a perda constante daqueles que tentam ajudá-la.
O diferencial criativo do projeto surge no exato momento em que os personagens encontram a rota de fuga. Em vez de apresentar a rede de rotas secretas reais que historicamente salvaram milhares de cativos, a narrativa adota o realismo mágico. O espectador acompanha o descobrimento de uma ferrovia literal, com locomotivas, engenheiros e trilhos perfeitamente construídos em um vasto sistema de túneis subterrâneos espalhados pelo solo americano.
Ao longo da viagem rumo aos estados do norte, Cora é perseguida de forma incansável pelo caçador de recompensas Arnold Ridgeway e seu jovem assistente, Homer. A perseguição atravessa fronteiras estaduais, com cada parada do trem revelando um estado diferente de opressão racial, desde fazendas aparentemente progressistas até comunidades puritanas fundadas na completa intolerância religiosa e social.
Atores centrais e personagens que conduzem o drama histórico
O elenco principal da produção conta com o trabalho de intérpretes de diversas nacionalidades para representar o período colonial. A sul-africana Thuso Mbedu entrega a performance principal como Cora Randall. A atriz constrói uma personagem de poucas palavras, utilizando os silêncios e a expressão corporal para demonstrar a constante tensão do estado de vigilância em que vive.
No lado dos antagonistas, o ator australiano Joel Edgerton encarna o perigoso Ridgeway. Seu personagem é um subproduto da mentalidade colonial que tenta justificar o genocídio e a escravização das populações negras através da tese da expansão do território americano. A dinâmica de poder do vilão é fortalecida pela presença do ator infantil Chase W. Dillon, que interpreta Homer, uma criança negra alforriada que auxilia cegamente o caçador na captura dos próprios semelhantes.
O arco do jovem idealista Caesar é entregue ao britânico Aaron Pierre. O elenco de apoio ainda conta com nomes reconhecidos no circuito da televisão internacional, como William Jackson Harper e Will Poulter, que aparecem em diferentes etapas da jornada para testar a resiliência e a moralidade fragmentada dos personagens principais nos pontos de parada da ferrovia.
O significado da ferrovia subterrânea e o desfecho da protagonista
No último terço da jornada, os túneis sob a terra deixam de ser apenas um instrumento de deslocamento físico e se tornam o grande símbolo da resistência das gerações oprimidas. A locomotiva reflete a engenhosidade daqueles que criaram formas de sobrevivência sob os olhos da violência estatal. Cada descida pelas escadarias escuras em direção aos trilhos significa, na prática, um passo para a dignidade negada na superfície.
A jornada de Cora atinge seu limite no encontro final contra Ridgeway. Sem os protetores que caíram pelo caminho, a protagonista precisa confrontar diretamente o trauma provocado por sua própria mãe, que havia fugido da plantação deixando-a para trás anos antes. O fechamento da narrativa não foca em reviravoltas ou vitórias heroicas definitivas, mas entrega à protagonista uma oportunidade modesta de descanso temporário.
Onde assistir e as dicas de navegação no serviço de streaming
Descobrir projetos com essa densidade muitas vezes se torna um teste de paciência para o espectador acostumado com os menus de recomendação. A principal dúvida de novos assinantes é justamente como encontrar minisséries curtas e filmes premiados que ficam escondidos no catálogo do Prime Video, já que a tela inicial da plataforma concentra todos os seus esforços na promoção de grandes filmes de ação e lançamentos exclusivos do mês.
O caminho mais rápido para acessar esse acervo premium é usar o campo de busca manual da plataforma. O usuário deve buscar pelo termo “The Underground Railroad” ou pesquisar pelos nomes diretos dos diretores consagrados e dos estúdios independentes, como a Plan B Entertainment e a A24. Assim, o espectador consegue escapar das métricas de engajamento fáceis e acessar títulos de prestígio sem precisar navegar pelas faixas comerciais infinitas.
Quantos episódios The Underground Railroad possui no total?
A obra é estruturada em 10 capítulos com durações atípicas que variam drasticamente. O formato flutua entre episódios breves de 20 minutos focados na subjetividade de personagens secundários e capítulos densos com até 78 minutos de duração de pura construção narrativa, exigindo atenção exclusiva do espectador aos detalhes de fotografia.
Qual o grau de precisão histórica da minissérie?
O elemento do maquinário físico da ferrovia operando sob a terra é inteiramente fictício e serve como recurso de realismo mágico. No entanto, todas as violências físicas, os aparatos de tortura e as dinâmicas políticas da época mostradas na superfície são retratadas com extremo rigor histórico e fidelidade aos registros da era pré-Guerra Civil americana.
O impacto da direção de Barry Jenkins foi imediato no circuito da indústria televisiva, consolidando a produção como uma das mais importantes adaptações da década. A obra conquistou o cobiçado troféu do Globo de Ouro na categoria de Melhor Minissérie, levou o prêmio internacional do BAFTA e recebeu um Peabody Award por sua excelência na contribuição pública. A densidade psicológica e a abordagem crua da violência afastaram parte da audiência que busca consumo rápido no streaming, mas garantiram de forma irreversível a permanência do material no alto escalão do entretenimento de qualidade.


Fonte: Jovem Pan

Quando ir a Porto de Galinhas: roteiro, clima e o segredo da tábua de marés

A cor esmeralda do mar do litoral sul de Pernambuco não é a mesma todos os dias. O visual que estampa os cartões-postais depende de um alinhamento rigoroso entre o volume de chuvas e o movimento do oceano. Planejar uma ida à região exige atenção redobrada à natureza, pois o sucesso da viagem está atrelado ao nível da água. Chegar na hora errada significa encontrar o mar agitado, águas turvas e a principal atração da cidade completamente submersa e fechada para visitação.
Planejamento estratégico: clima e o segredo da maré perfeita
Para descobrir qual a melhor época do ano para viajar e conhecer as piscinas naturais de Porto de Galinhas, é preciso cruzar duas variáveis: a ausência de chuvas e a fase da lua. O período de seca na região ocorre entre os meses de setembro e março, sendo o verão a altíssima temporada comercial. De abril a agosto, o volume de chuvas aumenta significativamente, o que pode esfriar a temperatura e inviabilizar os passeios marítimos de embarcações abertas.
O segredo do destino mora na fase da lua e na tábua de marés. As famosas piscinas no meio do oceano só se formam durante a maré baixa. A melhor visibilidade ocorre de forma cíclica nas semanas de lua cheia e lua nova, quando a amplitude da maré atinge níveis mínimos (variando entre 0.0 e 0.2 metro). É crucial programar o passeio de jangada para o exato momento de recuo d’água, garantindo corais totalmente expostos e a água estática como um aquário.
As saídas de navegação das jangadas começam cerca de uma hora antes do relógio marcar a maré mínima do dia. Quando o nível da água chega ao ponto mais baixo, os jangadeiros já iniciam a preparação para o retorno à costa, pois o oceano volta a encher rapidamente. Consultar o painel de previsões da Marinha do Brasil é o passo primário para estruturar as férias antes de comprar o bilhete aéreo.
Como funciona a cobrança do passeio de jangada e qual o valor?
O passeio é unificado e o bilhete deve ser adquirido exclusivamente no guichê da Associação dos Jangadeiros, fixado no acesso principal à areia da vila. Em 2026, a travessia tem custo médio de R$ 60 a R$ 65 por adulto e não exige reserva prévia, apenas a compra por ordem de chegada no dia do embarque.
A água das piscinas naturais em Pernambuco é fria?
O mar pernambucano é reconhecido pelas altas temperaturas o ano inteiro. A água oscila constantemente na faixa agradável dos 26°C aos 28°C, o que proporciona um banho altamente confortável e prolongado em qualquer estação.
Como chegar e se locomover saindo do Recife
O aeroporto mais próximo e estruturado para o desembarque de turistas é o Internacional dos Guararapes, na zona sul do Recife, a cerca de 50 quilômetros da vila praiana. O trajeto rodoviário costuma durar entre uma hora e uma hora e meia através da BR-101 e da PE-060. Há diferentes alternativas para realizar este transfer rodoviário.
A opção de transporte coletivo mais barata é o ônibus executivo da linha 195, que passa diretamente na saída de passageiros do aeroporto. O veículo é climatizado, custa em média R$ 25, mas faz paradas ao longo da rodovia, o que estende o tempo de viagem. Para uma saída rápida e privada, corridas por aplicativo custam, em tarifas normais, cerca de R$ 120.
Se o foco for planejamento logístico, o transfer compartilhado ou privativo operado por agências oficiais de receptivo do Nordeste entrega total conforto. O passageiro é aguardado no desembarque por um motorista com letreiro, e as passagens custam de R$ 120 a R$ 150 por pessoa, dependendo do tipo da van ou veículo de passeio. O aluguel de veículo particular só é justificado se houver interesse em fazer longas viagens de bate-volta, já que o núcleo turístico do destino restringe a circulação de carros e exige deslocamento a pé.
Praias e passeios que justificam a fama do destino
O mapa territorial do município de Ipojuca conta com praias diversificadas, formatadas por barreiras de corais ou pela foz de rios. A Praia da Vila, onde atracam as jangadas, concentra o fluxo turístico do balneário: areia cheia, vendedores ambulantes constantes e restaurantes colados no mar. Seguindo para a área norte, atinge-se o balneário do Cupe, que entrega ondas intensas ideais para a prática de surf.
O cenário ganha um formato familiar na Praia de Muro Alto. Uma enorme muralha ininterrupta de corais forma uma extensa piscina de água salgada, protegendo os banhistas da correnteza. É o ponto certo para a prática de caiaque e stand up paddle. Essa região, com poucas barracas de comércio popular, abriga os grandiosos resorts no sistema all-inclusive, onde a areia funciona como uma extensão dos hotéis.
No extremo oposto, ao sul da vila, localiza-se Maracaípe. Esta praia é emoldurada por dezenas de coqueiros selvagens sem construções de concreto maciças. No fim desta faixa de areia, o Pontal de Maracaípe exibe o choque frontal das ondas agitadas com a nascente morna do rio. O banho fluvial no manguezal serve de hábitat protegido para diferentes populações do cavalo-marinho brasileiro.
Roteiro prático para aproveitar o litoral pernambucano
Organize o relógio diário seguindo estritamente a janela meteorológica da maré. Adapte a logística para que o primeiro mergulho no mar aberto coincida com a maré morta.
Dia 1
Volte suas atenções para o calçadão principal. Apresente-se cedo na praia, compre o bilhete e suba na jangada rústica a vela. A incursão marinha completa leva de 45 minutos a uma hora. No retorno, acomode-se nas barracas da areia para experimentar caldo de sururu ou bolinhos de macaxeira. À tarde, explore o centrinho de calçamento de blocos, procure os letreiros fotográficos com as esculturas das galinhas esculpidas em madeira e conheça a produção manual no polo das rendeiras locais.
Dia 2
Dedique o seu deslocamento ao modelo de exploração em buggy. O roteiro regional, vendido sob o nome de “Ponta a Ponta”, atravessa todas as praias que compõem o litoral. Os veículos comportam grupos de até quatro clientes por um valor médio de R$ 450 o aluguel integral. A exploração leva de quatro a seis horas e é a melhor introdução aos territórios de águas calmas de Muro Alto e das ondas agressivas do Cupe.
Dia 3
Escape da agitação massiva voltando sua atenção para Maracaípe. Durante o dia, estenda a canga na grama sob a sombra limpa do coqueiral. Durante a tarde, alugue embarcações sem motor com guias credenciados para observar o bioma aquático dos manguezais até a nascente. O ponto alto da expedição é ancorar a embarcação pouco antes do pôr do sol, assistindo de perto o encontro das águas do rio com o mar enquanto a luz alaranjada domina a superfície da foz.
Infraestrutura local, alimentação e segurança
O núcleo central da cidade trabalha como uma central de serviços altamente desenvolvida e autossuficiente para férias extensas. Farmácias operando em regime de plantão, dezenas de caixas da rede bancária interligada, postos de atendimento de pronto-socorro e minimercados abastecem as ruas principais. Quase toda a rotina hoteleira se concentra em pousadas na malha urbana, onde basta caminhar alguns quarteirões curtos para chegar aos bares.
A oferta de pratos quentes e lanches rápidos varia entre redes de fast food populares até cozinhas premiadas nacionalmente por sua comida nordestina regionalizada. O prato principal em praticamente todos os cardápios são as fartas peixadas e carne de sol servidas junto com arroz, pirão cremoso e pedaços empanados de queijo coalho, que satisfazem o paladar de mesas com três ou quatro clientes confortavelmente.
O ambiente das vielas e calçadas do centrinho entrega uma sensação de segurança bastante elogiada pelos viajantes, sendo o principal roteiro pós-praia dos turistas desacompanhados, dos grupos de idosos e de mães com bebês. Evite apenas usar roupas muito quentes e leve chinelos adequados, pois a umidade pernambucana continua atuando de forma contundente até nas noites sem vento de janeiro e fevereiro. Fechar toda a logística de transportes ainda em casa assegura o descanso instantâneo que a região litorânea promete aos seus visitantes.


Fonte: Jovem Pan

Logística e preços do trem entre Curitiba e Morretes para planejar sua viagem

A descida da serra paranaense pelos trilhos da Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá representa uma imersão na maior porção contínua de Mata Atlântica do Brasil. O trajeto liga a capital do estado à cidade litorânea de Morretes, cruzando desfiladeiros em uma viagem de aproximadamente quatro horas de duração. Para que a experiência transcorra sem gargalos logísticos, o viajante precisa organizar com antecedência a aquisição dos lugares, escolher a classe ideal de vagão de acordo com o orçamento e prever o método rodoviário de retorno ao planalto.
Logística de transporte: horários, categorias e o clima na serra
A operação ferroviária turística é administrada pela concessionária Serra Verde Express. O embarque presencial ocorre na Estação Rodoferroviária de Curitiba, com a composição principal saindo pontualmente às 8h30. O fechamento dos portões exige que o passageiro esteja na plataforma com, no mínimo, uma hora de antecedência para a validação dos tíquetes e alocação nos vagões.
Para entender como funciona a compra de ingressos e o passeio de trem entre Curitiba e Morretes no Paraná, é necessário definir o padrão de conforto desejado. O bilhete da classe Turística custa a partir de R$ 206 por pessoa em valores atualizados de 2026. Esta tarifa engloba assentos almofadados reversíveis, janelas amplas com abertura manual, serviço básico com um kit de lanche leve e o acompanhamento em áudio de guias regionais. Acima dessa linha, a empresa comercializa as categorias Boutique e Camarote, com decorações clássicas da década de 1930, janelas panorâmicas fechadas e serviço de bordo ampliado.
A emissão das passagens deve ser feita no ambiente digital da operadora turística. Como a alocação do mapa de assentos é gerada de forma automatizada pelo sistema, viagens em grupo devem ser pagas na mesma transação para garantir lugares próximos. Quanto às condições atmosféricas, a Serra do Mar concentra alta umidade e nevoeiros repentinos ao longo do ano. O uso de roupas sobrepostas é a estratégia mais funcional, permitindo adaptação entre o frio do início da manhã em Curitiba e as temperaturas geralmente abafadas no litoral ao meio-dia.
Cenários da ferrovia: a estrutura do trajeto pela Mata Atlântica
Durante o percurso de 110 quilômetros ladeira abaixo, o trem atravessa 13 túneis escavados diretamente na rocha e cruza 41 estruturas metálicas, entre viadutos e pontes. O projeto de 1885 foi executado por engenheiros brasileiros para transpor os densos paredões de pedra e viabilizar o escoamento de grãos até o porto de Paranaguá.
O pico de atenção dos passageiros ocorre na passagem pelo Viaduto do Carvalho. Neste ponto da viagem, a via férrea repousa sobre uma plataforma metálica fixada na encosta do precipício, livre de contenções laterais elevadas. A angulação das janelas oferece aos turistas a ilusão de que os vagões flutuam sobre a floresta. Em dias abertos, também é possível observar o contorno do Parque Estadual Pico do Marumbi e os desníveis do Rio Ipiranga.
Por determinação de segurança operacional, a velocidade dos vagões é mantida em ritmo de cruzeiro lento, facilitando a captura de fotografias em movimento. Os guias a bordo informam no alto-falante quando o trem se aproxima das represas e curvas mais estreitas, direcionando a visão dos viajantes para as janelas corretas de acordo com a paisagem.
Roteiro otimizado para a região litorânea em dois dias
Uma estrutura clara de cronograma blinda o turista contra as longas filas em restaurantes e os problemas de falta de assentos nos ônibus de retorno. Dividir a exploração do litoral em dois turnos integra a natureza à herança colonial da região.
Dia 1
O roteiro começa cedo no terminal ferroviário de Curitiba. Aproveite a manhã inteira no trem contemplando as quedas d’água e a narrativa histórica transmitida nos vagões. O desembarque na estação de Morretes acontece na faixa das 12h30, horário de pico da fome. Siga imediatamente para os casarões à beira do Rio Nhundiaquara para garantir uma mesa de almoço.
Reserve a segunda metade do dia para caminhar pelo comércio de rua e observar a arquitetura centenária das igrejas matrizes. O centro é denso em barracas que comercializam farinha de mandioca produzida nas zonas rurais, balas de gengibre e licores artesanais. Termine o trajeto vespertino realizando o check-in na hospedagem escolhida e aproveitando a calmaria do calçadão, que esvazia drasticamente após a partida das vans de bate e volta no fim da tarde.
Dia 2
Acorde no ritmo litorâneo e utilize o transporte coletivo intermunicipal para percorrer os 15 quilômetros que separam Morretes de Antonina. A cidade vizinha é abraçada pela Baía de Paranaguá e sustenta um calçadão portuário silencioso e fotogênico. Caminhe até as ruínas do antigo armazém Macedo e explore as construções preservadas do ciclo do ouro.
Na hora de organizar a volta para a capital, a rota asfáltica é a alternativa mais eficiente. Os ônibus de linha regular saem do terminal rodoviário local e demoram pouco mais de uma hora. Outra opção de forte apelo visual, caso utilize transfer particular ou carro, é a subida pela Estrada da Graciosa, uma via sinuosa coberta de paralelepípedos e ladeada por mirantes, hortênsias e nascentes d’água nativas.
Infraestrutura local: alimentação tradicional, hospedagem e segurança
A sustentação econômica de Morretes depende integralmente da hospitalidade, moldando uma malha de serviços madura. O pilar dessa estrutura é o famoso barreado, um ensopado de carne bovina, toucinho e temperos cozido ininterruptamente em panelas de barro seladas por quase um dia inteiro. A carne se desfaz e é misturada à farinha branca no prato fundo até criar uma massa uniforme, consumida com banana em rodelas. A via principal ao longo do rio concentra a maior densidade destes restaurantes rústicos.
Quem planeja dormir na base da montanha encontra uma oferta de pousadas de perfil familiar, instaladas em imóveis tombados no anel central ou operando como pequenos refúgios sustentáveis nas trilhas ao redor do município. Do ponto de vista da segurança, a circulação pelo polo gastronômico e praças centrais flui tranquilamente, bastando a cautela padrão contra extravios de aparelhos celulares e mochilas perto de aglomerações.
Para evitar surpresas logísticas de transporte, a orientação crítica é adquirir a passagem rodoviária de retorno no exato instante em que colocar os pés na cidade. A alta demanda dominical costuma esgotar os assentos dos últimos horários do transporte intermunicipal ainda no começo da tarde.
Perguntas frequentes sobre o trajeto ferroviário
É possível selecionar o lado da janela durante a compra do ingresso?
Não existe a funcionalidade de mapeamento visual no momento do pagamento. O algoritmo da concessionária bloqueia e distribui os assentos pela ordem de processamento do cartão. No entanto, o trajeto em zigue-zague pelos declives garante janelas de visualização ampla em ambos os flancos dos vagões.
O que diferencia o bilhete avulso do pacote turístico completo?
A passagem avulsa apenas destrava a catraca de ida no terminal rodoviário. Toda a logística da tarde fica por conta da capacidade de planejamento do viajante. O pacote completo, vendido a partir de R$ 488, centraliza as demandas, incluindo o tíquete do trem, o transfer que busca o turista na hospedagem de origem em Curitiba, o almoço com Barreado na chegada e o retorno engatilhado em van.
As chuvas de verão paralisam a descida do trem para o litoral?
O modal opera de forma fluida durante episódios de precipitação moderada e tempo fechado. As saídas só enfrentam congelamento temporário de cronograma se os técnicos avaliarem que o volume pluvial representa risco de deslizamentos não contidos nas barreiras da linha férrea. Em casos de paralisação técnica declarada, o passageiro assegura a repactuação do bilhete para novas datas.


Fonte: Jovem Pan

PT pede que STF e PF investiguem se houve ‘caixa 2’ para campanha de Flávio Bolsonaro no filme Dark Horse

O deputado Mário Frias, o senador Flávio Bolsonaro e o ator Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente Jair Bolsonaro no filme ‘Dark Horse’ (O Azarão), sobre a vida do ex-presidente brasileiro.
Reprodução/Redes Sociais
O PT entrou com pedido tanto no Supremo Tribunal Federal (STF) quanto na Polícia Federal (PF) para investigarem se houve a prática de “caixa 2” para a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) na produção do filme Dark Horse.
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No documento enviado à Corte e à corporação, o diretório nacional do partido alega que a produção apresenta uso de fundos no exterior com “operação financeira complexa” para sustentar o pedido de abertura de apurações.
A ação tem como base reportagens publicadas pelo site The Intercept Brasil sobre a relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e pedidos para financiamento do filme.
Agora no g1
Segundo as reportagens, o filme recebeu cerca de R$ 61 milhões. Segundo o PT, parte do dinheiro foi usado para “sustentar a estrutura de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos” que, de acordo com o partido, tinha “função eminentemente político eleitoral.”
“Caso confirmadas irregularidades pelos órgãos de investigação poderão surgir elementos aptos a caracterizar ilícitos eleitorais e penais, inclusive aqueles relacionados à omissão, dissimulação ou falsidade de informações relevantes para a fiscalização da atividade político-eleitoral, entre eles a hipótese falsidade ideológica eleitoral (“caixa 2”), prevista no art. 350 do Código Eleitoral”, diz trecho do pedido.
Segundo sustenta o PT no documento, a destinação de emendas parlamentares para empresas relacionadas à produtora do filme pode ser justificativa para ser investigada “eventual configuração de abuso de poder econômico”.
No documento, o PT ainda cita que STF e PF investiguem se o filme Dark Horse obteve todos os registros necessários na Ancine para ser filmado e produzido no Brasil, bem como se os atores estrangeiros obtiveram visto trabalhista para vir ao país.
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Nunes afasta gerente da SPTuris denunciado por suposta ligação com a ONG de empresária que produziu o filme ‘Dark Horse’
Mesmo com aporte de R$ 61 milhões de Vorcaro, filme sobre Bolsonaro foi denunciado por condições precárias


Fonte:

g1 > Política

Como preparar o autêntico chá de louro para aliviar a digestão

A folha de louro é uma velha conhecida das panelas brasileiras, reinando quase absoluta no preparo do feijão e de ensopados robustos. No entanto, quando tratada como ingrediente principal de uma bebida quente, ela revela um perfil de sabor herbáceo muito elegante. Mais do que uma escolha saborosa para encerrar uma refeição pesada, entender quais são os grandes benefícios do chá de louro para a saúde e como fazer a infusão corretamente transforma o momento do cafezinho em um verdadeiro alívio estomacal. Rica em óleos essenciais, a erva ajuda a estimular a digestão, combate a azia e ainda proporciona um efeito relaxante natural para o corpo.
A proporção ideal para a xícara
O preparo de um bom chá exige respeito às quantidades. Usar folhas demais vai deixar a sua bebida com um sabor muito rústico e adstringente, amarrando a boca. A ideia aqui é criar uma bebida leve, translúcida e de aroma delicado, que conforte o estômago sem sobrecarregar o paladar.
Para garantir o equilíbrio perfeito da sua bebida, separe os seguintes ingredientes na sua bancada:

1 xícara de chá de água filtrada (cerca de 250 ml)
2 folhas secas de louro de tamanho médio (ou 1 folha grande)
3 gotas de suco de limão siciliano ou taiti (opcional)

O método correto de extração
Fazer chá não é simplesmente jogar água fervendo sobre uma folha e esperar. Na culinária, tratamos isso como um processo de extração delicado. O objetivo é puxar todo o sabor da erva para a água, sem queimar os compostos que dão aquele aroma gostoso e reconfortante ao líquido. Siga o roteiro abaixo para não errar.
1. Aqueça a água suavemente
Coloque a água filtrada para aquecer em uma chaleira ou leiteira. O ponto visual exato é quando o fundo da panela começa a encher de pequenas bolhas de ar, pouco antes de começar aquela fervura forte e barulhenta. Se a água ferver demais, ela perde oxigênio e a bebida final fica com um sabor mais chato e sem vida.
2. Prepare a folha seca
Enquanto a água aquece, pegue as folhas de louro secas e dê um pequeno rasgo no meio de cada uma delas, com as próprias mãos. Esse movimento simples serve para quebrar a estrutura da folha e ajudar a liberar os óleos aromáticos com mais facilidade quando a água quente entrar em contato com ela. Coloque as folhas rasgadas no fundo da sua xícara favorita.
3. Faça a etapa de abafar
Despeje a água quente sobre as folhas na xícara. Imediatamente, você precisa tampar a xícara com um pires ou com um pratinho de sobremesa. Essa etapa é inegociável. Se você deixar a xícara aberta, todo aquele vapor cheiroso, que carrega as propriedades calmantes e o sabor real da planta, vai evaporar e se perder pela cozinha. Deixe descansando em paz por exatos 5 minutos.
4. Sirva no momento ideal
Passado o tempo de descanso, retire o pires, adicione as gotinhas de limão, se desejar um toque cítrico, e retire as folhas com o auxílio de uma colher. A bebida vai apresentar um tom levemente amarelado. Beba ainda bem quente, em goles curtos, logo após o almoço ou o jantar.
A técnica para evitar o amargor
O maior erro de quem tenta preparar essa bebida em casa é ferver a folha junto com a água na panela. Essa técnica agressiva acaba extraindo compostos indesejados da planta, resultando em uma cor turva e um gosto muito amargo, semelhante a um remédio ruim. O grande segredo para o sucesso é nunca ferver o ingrediente principal.
A água deve apenas envolver a folha seca fora do fogo. Além disso, respeitar o tempo máximo de cinco a dez minutos de infusão garante que você extraia apenas a doçura natural e o perfume do louro. Passado esse tempo, a bebida começa a oxidar e perde toda a sua delicadeza no paladar.
A forma certa de preservar o aroma
Para que o seu preparo tenha sempre um sabor fresco e potente, o cuidado começa na hora de guardar o tempero na despensa. As folhas secas que você compra no mercado ou na feira detestam três coisas: umidade, luz direta do sol e contato excessivo com o oxigênio.
Assim que chegar em casa, transfira o conteúdo do saquinho plástico para um pote de vidro com tampa hermética. Guarde esse vidro no fundo do armário, longe do calor do fogão. Dessa maneira, as folhas continuam estalando de tão secas e preservam aquela cor verde-oliva intensa por muitos meses, prontas para o próximo uso.
Para finalizar a experiência e criar um contraste agradável de sabores na boca, experimente servir a sua xícara recém-preparada ao lado de um pedacinho pequeno de chocolate amargo ou de um biscoito amanteigado bem simples.


Fonte: Jovem Pan

Coreia do Sul x República Tcheca: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Coreia do Sul e República Tcheca se enfrentam nesta quinta-feira (11), às 23h (de Brasília), fechando o primeiro dia da Copa do Mundo 2026, no Estádio Akron em Guadalajara, no México.

Além das duas equipes, completam o Grupo A do Mundial África do Sul e os donos da casa, México, que abrem o campeonato no mesmo dia, em disputa pelos primeiros da competição, na capital mexicana.

Onde assistir Coreia do Sul x República Tcheca ao vivo

A segunda partida da Copa do Mundo será transmitida ao vivo pela CazéTV, com início às 23h (de Brasília).


Fonte: Jovem Pan

Como proteger gatos pretos de maus-tratos e garantir a segurança deles dentro de casa

A rejeição histórica e a violência contra gatos de pelagem escura ainda representam uma triste realidade no Brasil. Embora estejamos em pleno século 21, as crenças infundadas que associam esses animais ao azar ou a rituais negativos continuam a provocar abandonos e agressões físicas. Dados de organizações de proteção animal revelam que os felinos pretos estão entre os que passam mais tempo à espera de um lar em abrigos. No entanto, com informação correta e medidas práticas de segurança, é possível mudar esse cenário e oferecer uma vida longa e saudável para esses companheiros tão carinhosos.
O peso histórico das superstições que ainda afetam os felinos escuros
A associação de gatos pretos a crenças negativas remonta à Idade Média, período em que os felinos de hábitos noturnos passaram a ser erroneamente vinculados a rituais de bruxaria e ao ocultismo. No século 15, o papa Inocêncio VIII chegou a incluir esses animais em listas de perseguição da Inquisição, o que consolidou uma cultura de medo e violência contra os bichanos de pelos escuros. Esse estigma atravessou gerações e, infelizmente, sobrevive na forma de preconceitos modernos.
Atualmente, essa herança cultural maldita se manifesta de forma cruel em datas específicas do calendário, como o Halloween e as sextas-feiras 13. Nesses períodos, os índices de denúncias de violência física contra os felinos pretos sofrem um aumento expressivo, de acordo com organizações não governamentais e clínicas veterinárias. O preconceito também se reflete nas estatísticas de adoção: uma pesquisa realizada pela Petlove com 18 ONGs brasileiras apontou que cerca de 21% dos animais que aguardam por um lar possuem pelagem preta, revelando uma resistência silenciosa por parte dos adotantes.
Por que adotar um gato preto é uma escolha transformadora para a família
Optar por abrir as portas de casa para um felino escuro é um ato de amor que traz benefícios práticos e afetivos incomparáveis para a rotina familiar. Em termos de temperamento, não existe qualquer diferença biológica ou comportamental relacionada à cor dos pelos dos gatos. Assim como qualquer outro felino, os gatos pretos são extremamente leais, brincalhões, independentes e capazes de estabelecer laços profundos de afeto com seus tutores.
Além disso, ao escolher um gato preto, você contribui diretamente para combater o preconceito sistêmico que mantém esses animais confinados em abrigos por muito mais tempo do que os de outras cores. A adoção responsável ajuda a reduzir a superlotação em ONGs e dá uma oportunidade de vida digna a um animal que, muitas vezes, é ignorado apenas pela sua aparência física. Adotar um felino preto significa desmistificar lendas urbanas e ganhar um companheiro dócil e saudável.
Como preparar a casa e garantir a segurança do seu felino no dia a dia
Para garantir que seu gato preto viva livre de perigos, o tutor deve adotar uma postura preventiva, adaptando o lar para evitar qualquer tipo de fuga ou contato com ameaças externas. O método mais eficaz para proteger o pet consiste em seguir etapas básicas de segurança estrutural e bem-estar.
1. Instale telas de proteção reforçadas em todas as janelas
A primeira e mais importante barreira física contra fugas é a instalação de telas de proteção de malha fina em todas as janelas, varandas e vãos da residência. Os gatos são animais extremamente curiosos e ágeis, capazes de passar por espaços incrivelmente pequenos. Certifique-se de que as telas sejam feitas de material resistente a mordidas e arranhões, e faça revisões periódicas na fixação dos ganchos para evitar acidentes ou saídas indesejadas para a rua.
2. Promova o enriquecimento ambiental para evitar o tédio
Manter o gato dentro de casa exige que o ambiente seja dinâmico e estimulante. Invista em arranhadores, prateleiras suspensas e brinquedos que estimulem o instinto caçador do felino. Um gato que encontra diversão e desafios cognitivos dentro do seu próprio lar tem muito menos interesse em tentar escapar para a rua, mantendo-se seguro de atropelamentos, brigas com outros animais e da maldade humana.
3. Utilize identificação segura e atualizada
Mesmo com todos os cuidados, acidentes podem acontecer. Por isso, é fundamental que o animal utilize uma coleira com fecho de segurança (que se abre caso o gato fique preso em algum obstáculo) contendo uma placa com o nome do tutor e o telefone de contato atualizado. A microchipagem também é uma excelente alternativa de identificação permanente, amplamente recomendada por médicos-veterinários e clínicas especializadas.
Como proteger os animais de maus-tratos em datas festivas e de risco
Durante períodos específicos, como as semanas que antecedem o Halloween e as sextas-feiras 13, os cuidados com os gatos pretos devem ser redobrados. O Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) e diversas ONGs de proteção animal recomendam que as doações desses felinos sejam temporariamente suspensas nessas datas. Essa medida preventiva visa impedir que pessoas mal-intencionadas adotem os animais com o objetivo de utilizá-los em rituais, trotes ou práticas de crueldade.
Se você já é tutor de um gato preto, mantenha o animal trancado dentro de casa durante esses dias festivos, impedindo totalmente o acesso ao quintal ou à rua. Evite também expor o felino a barulhos excessivos ou visitas constantes, pois a agitação típica de festas de Halloween pode gerar estresse agudo no pet.
Vale ressaltar que praticar atos de abuso, ferir ou mutilar qualquer animal é um crime federal no Brasil, respaldado pela Lei nº 14.064/2020 (Lei Sansão). A legislação prevê pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa e a proibição da guarda de animais para quem comete maus-tratos contra cães e gatos. Caso presencie qualquer situação suspeita ou ato de violência na sua vizinhança, denuncie imediatamente ligando para a Polícia Militar (190) ou registrando a ocorrência em uma delegacia de polícia civil ou de proteção ao meio ambiente.
Garantir a integridade física e o bem-estar de um gato preto requer atenção contínua e a conscientização de toda a sociedade. Ao adotar hábitos diários de proteção e compartilhar informações verdadeiras sobre a docilidade desses animais, os tutores ajudam a construir um ambiente mais seguro e acolhedor. A responsabilidade diária e o carinho constante são as ferramentas mais poderosas para combater o preconceito e assegurar que esses felinos vivam felizes e protegidos por muitos anos.


Fonte: Jovem Pan

Quais jogadores estão fora da Copa do Mundo 2026 por causa de lesões musculares e ligamentares

A Copa do Mundo de 2026, com início marcado para o dia 11 de junho, não contará com alguns dos maiores astros do futebol internacional devido a uma epidemia de problemas físicos na reta final da temporada. Entre os nomes confirmados fora do torneio por motivos médicos estão os brasileiros Rodrygo, Éder Militão e Estêvão, além de astros globais como o alemão Serge Gnabry, o francês Hugo Ekitike e o espanhol Fermín López. Ao todo, mais de uma dezena de atletas de alto rendimento foram cortados de suas seleções após sofrerem rupturas de ligamentos cruzados, estiramentos musculares severos e lesões em tendões, mudando drasticamente o equilíbrio de forças da competição na América do Norte.

O drama brasileiro na era de Carlo Ancelotti

A Seleção Brasileira chega para a disputa mundial bastante enfraquecida em setores cruciais. O técnico italiano Carlo Ancelotti teve de lidar com desfalques de peso ao divulgar a lista oficial de 26 convocados para a competição. A comissão técnica monitorou a situação clínica de diversos atletas até o último minuto, mas as avaliações médicas vetaram a presença de peças fundamentais no esquema tático canarinho. O cenário acendeu o alerta na CBF, que agora precisa buscar alternativas táticas para suprir a criatividade no ataque e a solidez na linha defensiva.

A gravidade física que tirou Rodrygo do torneio

O desfalque mais sentido pelo Brasil é o do atacante Rodrygo, do Real Madrid. O jogador de 25 anos sofreu uma ruptura do ligamento cruzado anterior e do menisco lateral do joelho direito no início de março. Após ser submetido a um procedimento cirúrgico complexo, o tempo estimado de recuperação foi fixado em no mínimo seis meses, o que inviabilizou completamente sua participação na Copa do Mundo. Rodrygo vinha sendo um dos pilares ofensivos da equipe nacional e sua ausência obriga a comissão técnica a reformular o setor de criação.

O adeus precoce da promessa Estêvão

Outra perda muito lamentada pelos torcedores brasileiros é a de Estêvão. O jovem atacante do Chelsea, de apenas 19 anos, vivia a expectativa de disputar o seu primeiro Mundial após se destacar como o principal artilheiro do ciclo sob o comando de Ancelotti. No entanto, uma lesão muscular de grau quatro na região posterior da coxa direita, sofrida durante uma partida do Campeonato Inglês contra o Manchester United em abril, tirou o atleta de combate. Por se tratar de uma ruptura de tecido muscular muito extensa, o tempo de cicatrização inviabilizou sua preparação física a tempo do torneio.

Wesley cortado

O lateral-direito Wesley França foi oficialmente cortado da Seleção Brasileira e não poderá participar da Copa do Mundo de 2026 devido a uma lesão na coxa, sofrida no amistoso contra o Egito. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou em nota que o atleta foi reavaliado pela comissão médica e submetido a exame de imagem.

Uma ressonância magnética constatou lesão no músculo adutor da coxa esquerda do defensor, impedindo que ele siga junto à equipe no mundial. No comunicado, a CBF lamentou o afastamento do jogador. “Wesley é um atleta querido pelo grupo e será sempre considerado parte desta equipe que busca o hexacampeonato mundial.”

Os craques internacionais que vão assistir ao Mundial pela televisão

O departamento médico das principais potências globais também trabalhou em ritmo acelerado nas últimas semanas. A Argentina, atual campeã do mundo, perdeu o defensor Juan Foyth devido a uma ruptura no tendão de Aquiles e o jovem atacante Joaquín Panichelli, cortado por uma lesão ligamentar grave no joelho durante os treinamentos. No futebol europeu, as baixas médicas também alteraram substancialmente as listas de convocados de equipes que despontam como favoritas ao título.

A lista de estrelas estrangeiras confirmadas fora do Mundial por problemas de ordem muscular e ligamentar inclui nomes importantes do cenário europeu:

Serge Gnabry (Alemanha): O veloz atacante alemão sofreu uma ruptura do músculo adutor da coxa direita na reta final da temporada europeia. A gravidade do estiramento muscular impediu sua convocação para a equipe germânica, que perde força de infiltração pelos lados do campo.

Hugo Ekitike (França): Considerado uma grande esperança do ataque francês, o jogador sofreu uma dolorosa ruptura do tendão de Aquiles durante um confronto decisivo da Liga dos Campeões. A recuperação exige um período de inatividade que ultrapassa o período de disputa do torneio.

Fermín López (Espanha): O dinâmico meio-campista do Barcelona sofreu uma fratura no quinto metatarso do pé direito e precisou passar por procedimento cirúrgico de emergência em meados de maio. Com um prazo de recuperação estimado em até oito semanas, sua ausência foi confirmada pela federação espanhola.

Xavi Simons (Holanda): Peça central do setor de armação da seleção holandesa, o atleta do Tottenham não se recuperou a tempo de uma lesão ligamentar complexa, desfalcando os Países Baixos em um momento crucial de renovação do contrato. 


Fonte: Jovem Pan