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O que sabe sobre a lesão de Raphinha na Copa?

O atacante Raphinha, camisa 11 da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, saiu de campo ainda no primeiro tempo após uma lesão na coxa direita, durante a vitória por 3 a 0 contra o Haiti, na última sexta-feira (19). O jogador se queixou logo após o segundo gol do Brasil.

Segundo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o atleta já iniciou o tratamento após a partida e ele deve ser reavaliado neste sábado.

Em entrevista depois da partida, Vinicius Júnior, o principal jogador do triunfo brasileiro, lamentou a condição do colega de La Liga e analisou que o problema pode ser recorrente.

“Uma pena o Rapha (Raphinha) ter saído machucado. Acho que foi a mesma lesão da última vez. A gente fica muito triste por isso. Espero que não seja nada grave e que ele possa seguir com a gente”, disse o camisa 7.

A última lesão a que o jogador do Real Madrid se refere aconteceu justamente em jogo pelo Brasil. Foi a derrota por 2 a 1 para a França, em amistoso disputado em março. Essa é a quarta lesão do ponta-esquerda na coxa desde setembro do ano passado.

Da última vez, ficou de fora por 34 dias. Se o tempo de recuperação for o mesmo, ele perderia o resto da Copa do Mundo, e a Seleção não poderia convocar um substituto.

Lucas Paquetá, meia que deu a assistência para Vini Jr., também se solidarizou com o colega e disse que o jogador do Barcelona ficou mal com a situação: “Ele está um pouco abatido, a gente espera que não seja nada demais, que seja o menos pior, porque é um jogador muito importante, e a gente conta muito com ele”, comentou.


Fonte: Jovem Pan

Após ataques, Israel acusa Hezbollah de violar cessar-fogo ‘constantemente’

Horas após as ofensivas que mataram dezenas de pessoas em meio ao cessar-fogo, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Oren Marmorstein, se defendeu e disse que o Hezbollah viola constantemente o acordo firmado.


Fonte: UOL Noticias

Datafolha: 65% dos eleitores são indiferentes ao apoio de Trump a um candidato à Presidência

O apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a um candidato à Presidência do Brasil é indiferente para 65% dos eleitores, que afirmam que isso não vai influenciar no voto em outubro. É o que indica pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 20.


Fonte: UOL Noticias

Tarcísio: agro está sendo desrespeitado e produtores estão em dificuldade

O governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou neste sábado, 20, que o agronegócio está sendo desrespeitado e que os produtores estão em dificuldade. A fala ocorreu durante o lançamento da pré-candidatura do deputado estadual André do Prado (PL-SP) ao Senado Federal.


Fonte: UOL Noticias

Milhões de brasileiros recebem alerta misterioso durante a madrugada; governo fala em invasão

Foto: Reprodução
Milhões de brasileiros foram surpreendidos na madrugada deste sábado (20) por alertas de emergência que tocaram em celulares com mensagens incomuns e sem relação com qualquer situação real de risco. O episódio foi registrado no DF e em diferentes estados do país, como Paraná, Mato Grosso do Sul, Acre, Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro, entre outros.
O acontecimento levou o governo federal a suspender temporariamente parte do sistema utilizado para os avisos da Defesa Civil em território nacional.
Segundo a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, os alertas foram disparados de forma indevida por uma plataforma destinada ao envio de comunicados emergenciais à população. A principal suspeita é de que o sistema tenha sido alvo de uma invasão cibernética, ou seja, um ataque hacker.
Entre as mensagens recebidas pelos usuários apareciam termos como “misantropia” e “misantropi4”. A palavra significa ódio em relação à humanidade, o que aumentou a estranheza e a repercussão do caso na web, inclusive com a criação de diversas teorias da conspiração em torno do assunto.
De acordo com o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, os indícios apontam para a ação de hackers. Ele disse que a estrutura foi comprometida por pessoas sem autorização de acesso e classificou o episódio como um possível crime cibernético.
Após identificar a situação, o governo determinou a derrubada da plataforma e informou que vai adotar medidas de segurança antes de qualquer retomada das operações. A Polícia Federal (PF) foi acionada para investigar a origem dos disparos e identificar os responsáveis. A tendência é que seja aberto um inquérito.
As autoridades ainda não divulgaram quantos aparelhos receberam os alertas, mas admitem que o alcance foi expressivo, atingindo todas as 5 regiões do país. A estimativa é de que milhões de celulares tenham sido impactados pelas mensagens durante o fim da noite de sexta-feira (19) e a madrugada de sábado.
O primeiro registro teria ocorrido em Curitiba. O governo federal ainda trabalha para mapear a extensão total da ocorrência.
O sistema afetado pela invasão utiliza a tecnologia conhecida como Cell Broadcast. Ela serve para alertar rapidamente a população em situações de risco. É bastante semelhante ao sistema utilizado em países que sofrem com desastres naturais ou guerras, como Japão e Israel, por exemplo.
Diferentemente das mensagens SMS convencionais, esse recurso interrompe totalmente o uso do aparelho, exibe um aviso em destaque na tela e emite sinais sonoros e vibrações, mesmo se o celular estiver configurado no modo silencioso.
No contexto do Brasil, a ferramenta foi criada para avisar eventos graves, como enchentes, deslizamentos, tempestades severas, tornados e outras emergências que exigem comunicação imediata à população.


Fonte: Conexão Política

Brasil mostra nova cara contra o Haiti, enquanto aguarda enfrentar gigantes na Copa

Por enquanto, não há grandes problemas à vista para o Brasil, embora também não haja motivos para festejar: a Seleção de Carlo Ancelotti está praticamente classificada para a fase de 16-avos de final da Copa do Mundo graças a uma melhora em todos os setores no jogo contra o Haiti.


Fonte: UOL Noticias

João Fonseca começa mal na grama e vai cair no ranking da ATP


Fonte: UOL Noticias

Flávio diz que é candidato a presidente porque ‘missão foi dada’ e usa slogan de Lula: ‘a esperança vai vencer o medo esse ano’

O pré-candidato do PL à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro, em seu discurso neste sábado (20) em Guarulhos, na Grande São Paulo.
Reprodução/TV Globo
O pré-candidato do PL à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro, voltou a defender bandeiras históricas de Lula e do PT em seu discurso neste sábado (20) em Guarulhos, na Grande São Paulo.
Durante o lançamento da pré-candidatura de André do Prado (PL) ao Senado Federal pelo estado, o filho de Jair Bolsonaro afirmou que “vai ser radical para cumprir uma promessa que o Lula faz há mais de 20 anos e não cumpre: o pacto contra a fome”.
Depois de fazer promessas de encarceramento em massa de ladrões de celulares, castração química de estupradores e combate às facções PCC e Comando Vermelho – que ele mesmo chamou de ‘radicais’, Flávio afirmou que terá o foco de acabar com a fome, bandeira que elegeu o presidente Lula pela 1ª vez, em 2022, quando ele criou o programa ‘Fome Zero’.
O programa ‘Fome Zero’ foi o embrião do que mais tarde se tranformou no programa de transferência Bolsa Família, também uma das marcas dos governos petistas.
“Vou ser radical na Segurança Pública sim. Vou ser radical para garantir ensino de qualidade pras nossas crianças. Vou ser radical para cumprir uma promessa que o Lula faz há mais de 20 anos e não cumpre: o pacto contra a fome. É fácil. Basta ter vontade. Porque hoje, uma criança de dois, três anos de idade, não tem o que comer as vezes. Como essa criança vai se desenvolver? É nossa obrigação dar ajuda a essas crianças desde a creche. E a gente vai zerar essa fila de creche. Vamos ajudar os estados e municípios, para as mulheres terem com quem deixar seus filhos”, disse o senador do PL.
Ao final do seu discurso, Flávio voltou a citar o slongan histórico de Lula na campanha de 2022, quando ao ser eleito o petista discursou dizendo que “a esperança tinha vencido o medo” e o PT tinha chegado pela primeira vez à Presidência da República.
A fala do senador foi quando ele agradeceu ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) – que também estava no evento – e lembrou que no início não queria ser candidato à Presidência, mas que aceitou a indicação do pai “diante das circunstâncias” e porque “missão foi dada”.
“Meu amigo Tarcísio sabe o que estou passando nesse momento. O Tarcísio nunca imaginou que seria governador aqui de São Paulo. Mas quando o presidente Bolsonaro aponta, o Tarcísio prontamente – carioca e flamenguista – veio ser governador de São Paulo”, afirmou.
“O Tarcísio vai estar com a gente aqui em SP. Pra mim é uma grande honra. Eu também não queria lá atrás [ser candidato a presidente], mas as circunstâncias e a missão que me foi dada, que eu acredito que é projeto de Deus. Eu vou dar o meu melhor e tenho certeza que a esperança vai vencer o medo este ano”, afirmou o pré-candidato do PL.
Defesa do Bolsa Família
Pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL)
Reprodução
Na última segunda-feira (15), Flávio Bolsonaro já tinha defendido do Programa Bolsa Família e disse, em evento da revista VEJA, que o benefício se tornou um “direito adquirido” da população brasileira e que ninguém poderia acabar com o programa.
Durante participação no VEJA Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo, Flávio Bolsonaro também defendeu que os beneficiários continuem recebendo o auxílio por um período mais longo depois de conseguir um emprego formal ou abrir uma empresa.
“Esse programa virou direito adquirido do povo brasileiro. Ninguém tem o direito de tocar ou de acabar com esse programa. Qualquer país do mundo tem um programa para pessoas de baixa renda que têm dificuldade alimentar”, afirmou.
Segundo o senador, o receio de perder imediatamente o benefício desestimula parte dos beneficiários a buscar a formalização. Ele afirmou que muitas pessoas atendidas pelo programa já trabalham informalmente.
“Quase 70% das pessoas que recebem o Bolsa Família trabalham informalmente e não vão para a formalidade porque têm medo de perder o benefício”, declarou.
Durante o governo do pai, Jair Bolsonaro (PL), o Bolsa Família foi extinto, em 2021, e substituído pelo Auxílio Brasil. O novo programa começou a ser pago com benefício mínimo de R$ 400.
Em 2022, o valor foi elevado para R$ 600, mas o acréscimo de R$ 200 tinha validade apenas até o fim daquele ano. Em 2019, o governo Bolsonaro também pagou uma 13ª parcela do Bolsa Família, medida que não foi mantida nos anos seguintes.
Ao comentar o programa durante a entrevista, Flávio afirmou que o pai havia triplicado o valor do benefício, Flávio disse que pretende ampliar o período de proteção para quem deixar a informalidade, com o objetivo de dar mais segurança às famílias durante a transição.
“Nós vamos propor a criação de um programa não só para garantir que as pessoas permaneçam ganhando o Bolsa Família caso passem para um emprego formal ou abram a própria empresa, por um período mais longo, mas também para mostrar que elas têm um caminho e podem caminhar com as próprias pernas, sem depender de político nenhum”, afirmou.
O pré-candidato também defendeu a criação de iniciativas diferentes de acordo com o perfil de cada beneficiário. Entre as medidas citadas estão acesso à internet de alta velocidade, microcrédito, educação financeira e redução da burocracia para a abertura de pequenos negócios.
“Tem aquela pessoa que é analfabeta, aquela pessoa que só não tem educação financeira e aquela que já tem uma certa noção, quer abrir o próprio negócio, mas não tem um microcrédito. Veja os perfis diferentes de quem recebe o Bolsa Família”, disse.
Flávio afirmou ainda que programas de transferência de renda devem ser mantidos para quem precisa, mas acompanhados de políticas que ampliem as possibilidades de emprego e empreendedorismo.
“O objetivo pessoal meu é fazer com que as pessoas caminhem com as próprias pernas, sem depender de político. Precisamos trazer grandes empreendimentos que gerem empregos e deem um salário melhor, para que as pessoas não precisem mais desse tipo de ajuda. Mas, até lá, quem precisar do governo terá o apoio”, declarou.
Daniela Marques na campanha
Flávio também afirmou que a ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniela Marques está próxima de sua campanha e deverá ajudá-lo na elaboração de propostas para as áreas econômica e social.
“Ela está perto de nós aqui na campanha e vai me ajudar nessa parte econômica, mas, principalmente, na pauta de responsabilidade social”, declarou.
Segundo o blog da Ana Flor, a ex-presidente da Caixa se licenciou por seis meses da Legend, empresa em que trabalha, para se dedicar ao projeto. Daniella afirmou que pretende ajudar a formular um modelo econômico “mais austero e virtuoso” e já vinha atuando informalmente nos contatos de Flávio para difundir propostas econômicas.
Daniella foi nomeada presidente da Caixa por Jair Bolsonaro em junho de 2022, após a saída de Pedro Guimarães, que deixou o cargo depois da divulgação de denúncias de assédio sexual.
Antes de assumir o banco, ela era secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia e integrava, desde o início do governo Bolsonaro, a equipe do então ministro Paulo Guedes, de quem era considerada uma das principais assessoras.
Na ocasião de sua indicação para a Caixa, Daniella afirmou que pretendia fortalecer a governança do banco e criar uma força-tarefa para investigar as denúncias de assédio. Ela comandou a instituição até o início do governo Lula.
O senador destacou a experiência dela na Caixa, especialmente em iniciativas voltadas a mulheres empreendedoras.
“Com a experiência que ela teve na Caixa Econômica e com programas específicos para as mulheres empreendedoras, ela mostrou como é possível, com o uso de tecnologia, boa vontade e boas políticas públicas, estender a mão para aquelas pessoas que querem caminhar com as próprias pernas e empreender, mas não sabem como”, afirmou.
Segundo Flávio, Daniela poderá contribuir com propostas de microcrédito, educação financeira e redução da burocracia para facilitar a abertura e a manutenção de pequenos negócios.


Fonte:

g1 > Política

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Fonte: UOL Noticias

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Fonte: UOL Noticias