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Manifestação em SP pede fim da escala 6×1 e ações contra o feminicídio

Centrais sindicais e movimentos sociais se manifestaram nesta sexta-feira (1º), na Praça Roosevelt, no centro de São Paulo, pela aprovação do fim da escala 6×1 no Congresso Nacional e por medidas de enfrentamento ao feminicídio no país. Diversas pessoas criticaram, em camisetas e cartazes, a atuação de parlamentares no Congresso Nacional.
O professor da rede pública Marco Antônio Ferreira destacou que um dos desafios é convencer as novas gerações sobre e importância de trabalhar sob as regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), diante do crescimento da chamada pejotização, ou seja, a contratação de funcionários como Pessoa Jurídica (PJ).
“A gente, que é educador, não desiste nunca. Vemos muita gente para quem a ficha já caiu e acho que é luta. Gradativa e organizada, para trazer essa reflexão, ao máximo, para as pessoas enxergarem o mundo que está sendo construído, que não é um mundo melhor”, argumenta Ferreira.
Nesse tipo de contrato, pode haver a perda de direitos como férias remuneradas, 13º salário e a garantia de que receberão salário mesmo quando estiverem doentes. Esse tipo de contratação é, geralmente, firmado com quem é Microempreendedor Individual (MEI).
Hoje, no Brasil, tem ganhado cada vez mais integrantes o Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), ao mesmo tempo que uma parte do empresariado e outros setores da economia se opõem à redução de jornada e a consequente mudança nessas relações de trabalho.
Tentando colocar em vigor um regime de carga horária de 40 horas semanais, o governo federal enviou ao Congresso, em meados de abril, um projeto de lei com urgência. A proposta proíbe corte no salário como resultado da redução da jornada.
Segundo o educador, além de perder um tempo de descanso e lazer, por estar cumprindo expediente, muitos trabalhadores e trabalhadoras ficam impedidos de se dedicar a lutas coletivas, por direitos, como as que visam acabar com as desigualdades sociais.
“Militar, defender seus direitos, correr atrás já é difícil para quem não trabalha em escala 6×1. Nessa escala, é desumano, a pessoa mal consegue cuidar da própria vida. Então, realmente, é uma forma de desorganizar e mesmo de desumanizar”, observa o educador.
A pesquisa O Trabalho no Brasil, encomendada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Fundação Perseu Abramo e outras entidades sindicais, apontou que mais da metade (56%) dos trabalhadores do setor privado sem carteira assinada já teve experiência anterior no regime CLT e quase dois terços (59,1%) afirmou que voltaria, sem dúvidas, a ter registro em carteira.
A Vox Populi, ao ouvir, para o levantamento, pessoas fora do mercado (mulheres em atividades de cuidado não remunerado e estudantes), descobriu que mais da metade (52,2%) gostaria de retornar e que 57,1% preferiam voltar ao mercado de trabalho com carteira assinada (CLT).
Outro apontamento foi o de que há confusão entre empreendedor e trabalho autônomo. Muitas pessoas participantes se declararam empreendedoras, quando eram, na realidade, PJs atingidas pela precarização.
Por todas as mulheres
Em meio à onda de feminicídios e casos de violência de gênero por todo o país, os direitos das mulheres figuraram como agenda importante e urgente no protesto deste sábado. A pedagoga Silvana Santana diz que a misoginia agravada pode ser explicada com a ajuda de pensadores e pensadoras ocupados em denunciar o projeto colonialista ao qual os europeus sujeitaram o Brasil e que segue produzindo consequências.
Santana reconhece o valor das medidas que estão sendo tomadas pelo poder público, para proteger as mulheres, mas diz terem chegado com atraso e com alcance limitado, tendo em vista a urgência de se tratar negras e negros como sujeitos de direito.
“O que pensar da violência patrimonial, intelectual, das subjetividades, da negação desses corpos-mulheres? Fico pensando que é necessário um projeto mais ousado, no sentido de emancipação dos afrodescendentes do país.”


Fonte: Jovem Pan

Às vésperas da eleição, Lula vive frustração no 1º de Maio pelo terceiro ano consecutivo

O 1º de Maio sempre foi uma data especial na carreira política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele, que entrou na vida pública através do Sindicato de Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, sempre teve o trabalhismo como sua principal bandeira. Não à toa, ele e os outros fundadores escolhem o nome “Partido dos Trabalhadores” para a sigla fundada em 1980.
A data, portanto, sempre carregou um peso simbólico para o atual presidente: em 1979, foi em um 1º de Maio que ele fez um discurso considerado histórico pela esquerda brasileira, quando liderava uma greve de metalúrgicos e discursou para 150 mil pessoas em São Bernardo do Campo. No ano seguinte, ele não participou do ato porque havia sido preso pela ditadura militar.
Outros marcos no Dia do Trabalhador foram em 1986, quando em outro discurso muito lembrado se colocou como principal nome da oposição na época e em 2003, quando, em seu primeiro ano no Planalto, falou sobre esperança ao lado de padres e bispos, também no ABC Paulista. Em 2022, participou de evento na Praça Charles Miller, no Pacaembu, em São Paulo, onde criticou Bolsonaro e a Operação Lava Jato. Meses depois, foi eleito presidente do Brasil pela terceira.
A data, no entanto, não tem sido de muita sorte para o petista desde o retorno ao Planalto. Os discursos históricos deram lugar a ausências e até um momento constrangedor: em 2024, durante discurso no evento em comemoração do Dia do Trabalhador, organizado pelas centrais sindicais em São Paulo, Lula mostrou incômodo com a mobilização realizada para o ato. Segundo o presidente, a convocação para o evento, realizado no estacionamento do estádio do Corinthians, em Itaquera, não foi feita como deveria. ⁣

No palco, ao apresentar seus ministros, ele falou que tratou do assunto com Márcio Macedo, titular da Secretária-geral da Presidência. “Ele (Márcio Macedo) é responsável pelo movimento social brasileiro. Não pense que vai ficar assim. Vocês sabem que ontem eu conversei com ele sobre esse ato e eu disse para ele: ‘Oh Márcio, o ato está mal convocado. O ato está mal convocado. Nós não fizemos o esforço necessário para levar a quantidade de gente que era preciso levar’”, disse Lula.⁣
Nos últimos dois anos, o presidente não foi a nenhum ato público. Em 2025, poucas semanas após a eclosão do escândalo do INSS, Lula se poupou. Neste ano, já havia a preocupação com acusações de campanha antecipada. As derrotas recentes no Congresso, somadas à estagnação nas pesquisas e a dificuldade de mobilização da esquerda no pós-pandemia, enterraram de vez qualquer chance de uma aparição pública de Lula.
Pronunciamento à nação
Na véspera do feriado, o presidente fez um pronunciamento à nação na rede aberta de rádio e televisão.. Em fala, o petista ignorou as derrotas no Congresso Nacional, anunciou o novo Desenrola Brasil, falou sobre o fim da escala 6×1 e de medidas do governo federal.
“Nós encontramos o Brasil e os brasileiros endividados. A dívida das famílias cresceu por anos e está sufocando uma parte da sociedade brasileira”, declarou.
O chefe do Executivo informou que o novo Desenrola Brasil será lançado na segunda-feira (4). Lula disse que o programa irá oferecer renegociação de dívidas a juros de 1,99% e com descontos de 30% a 90%. A novidade dessa fase é a possibilidade de uso de até 20% do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Além disso, segundo o petista, quem participar da iniciativa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line.
“Não foi o nosso governo que deixou as bets entrarem no Brasil, mas é o nosso governo que vai colocar um limite na destruição que elas vêm causando”, disse.
Sobre o fim da escala 6×1, Lula afirmou que enviou ao Congresso Nacional projeto de lei de redução da jornada de trabalho para até 40 horas semanais, com dois dias de descanso por semana, sem redução salarial.
Lula falou também sobre as ações do governo federal para atenuar os efeitos da guerra no Irã e a subida do preço do petróleo. “Com muito esforço, tiramos os impostos dos combustíveis, tomamos uma série de medidas urgentes para conter o aumento dos preços, garantir o abastecimento e aliviar o peso da guerra sobre as famílias brasileiras”, afirmou.
O petista reafirmou a soberania nacional. O chefe do Executivo declarou que “o Brasil não é quintal de ninguém”. Ao fim do pronunciamento, Lula citou medidas de seu terceiro mandato e os feitos econômicos de sua gestão.
 
 
 
 


Fonte: Jovem Pan

No 1º de Maio, Flávio faz pronunciamento com críticas a Lula: ‘Se diz pai dos pobres’

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou um vídeo nas redes sociais nesta sexta-feira (1º), Dia do Trabalhador, com críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No material, intitulado como um “pronunciamento à nação”, o parlamentar saudou os trabalhadores brasileiros e aproveitou a data para atacar o que classificou como o alto custo de vida, a carga tributária elevada e o uso do dinheiro público pelo atual governo.
No vídeo, Flávio destaca o esforço diário da classe trabalhadora — “o trabalhador do Brasil que acorda cedo, de madrugada, que pega duas, três conduções” — e afirma que os últimos anos “não têm sido nada fáceis”. Ele citou o carrinho de supermercado que “volta mais vazio para casa”, juros altos, impostos que “não param de subir”, escola que “não ensina bem o filho”, hospital que “não te atende da forma que você merece” e a violência que impede as famílias de “andar em paz pelas ruas”.
O senador ainda afirmou que “o brasileiro tem que trabalhar cinco meses no ano só para pagar impostos” e questionou o destino dos recursos públicos: “Só no cartão corporativo, Lula já gastou mais de 1,4 bilhão de reais. Para passear em hotéis de luxo pelo mundo afora. Comer bem. Tomar vinho caro. É o suor do seu trabalho esquentando a vida de luxo daquele que se diz o pai dos pobres”.

 

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Um post compartilhado por Flávio Bolsonaro (@flaviobolsonaro)

Flávio concluiu rejeitando o atual cenário e prometendo um “Brasil de prosperidade, de oportunidades”, sem “dívidas”, “nome sujo na praça” ou “promessa falsa de picanha que nunca chegou”. “Aqui eu não estou fazendo promessa. Até porque promessa não enche barriga de ninguém. O que eu estou fazendo aqui é um compromisso”, disse.
Pronunciamento de Lula na véspera
O vídeo de Flávio Bolsonaro foi publicado um dia após o pronunciamento em rede nacional feito pelo presidente Lula na noite de quinta-feira (30). No discurso, Lula anunciou o relançamento do Desenrola Brasil, que começa na segunda-feira (4), com renegociação de dívidas a juros de 1,99% ao mês e descontos de 30% a 90%. Famílias endividadas poderão usar até 20% do saldo do FGTS para quitar as dívidas, e quem aderir ao programa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line (bets).
Lula também enviou ao Congresso projeto de lei que extingue a escala 6×1, reduzindo a jornada para até 40 horas semanais com dois dias de descanso, sem redução salarial. O presidente ignorou as recentes derrotas do governo no Congresso e reforçou medidas para mitigar os efeitos da guerra no Irã e da alta do petróleo, como a retirada de impostos sobre combustíveis e ações para conter o aumento de preços e garantir o abastecimento.
*texto produzido com auxílio de IA


Fonte: Jovem Pan

Brasileiro Thiago Ávila, preso a caminho de Gaza, será interrogado em Israel

O brasileiro Thiago Ávila e palestino-espanhol Saif Abu Keshek, detidos na quinta-feira (30) com outros cerca de 175 ativistas a bordo de uma flotilha humanitária rumo a Gaza, serão interrogados em Israel, indicaram as autoridades desse país nesta sexta-feira (1º).
A maior parte dos ativistas dessa flotilha, que inicialmente contava com mais de cinquenta embarcações, desembarcou nesta sexta-feira na ilha grega de Creta, em cuja costa foram interceptados na quinta-feira pelas forças israelenses.
Segundo constatou um jornalista da AFP, os ativistas, em sua maioria cidadãos de países europeus, embarcaram em quatro ônibus no porto de Atherinolakkos, no sudeste. Escoltados pela guarda-costeira grega, seguiriam para Heraklion, a capital da ilha, segundo a imprensa local.
Os barcos da flotilha que não foram interceptados na quinta-feira seguiam para a cidade cretense de Ierápetra.
Entre os que desembarcaram em Creta não estão, de acordo com o anunciado pelo Ministério das Relações Exteriores israelense, nem o ativista brasileiro Thiago Ávila, membro do comitê organizador da Flotilha Global Sumud, nem o palestino-espanhol Saif Abu Keshek.
Em uma mensagem no X, o ministério afirmou que Thiago Ávila é “suspeito de atividade ilegal”, sem mais detalhes, e que Abu Keshek é “suspeito de filiação a uma organização terrorista”. Ambos “serão levados a Israel para serem interrogados”, acrescentou.
“Todos os ativistas da flotilha já estão na Grécia, exceto Saif Abu Keshek e Thiago Ávila”, destacou um porta-voz da Chancelaria israelense, Oren Marmorstein, sem precisar o paradeiro de ambos.
Contactada pela AFP, a esposa de Ávila, Lara Souza, disse que não pôde se comunicar com o marido “desde quarta à tarde”.
“O governo brasileiro está tentando intervir, mas não está conseguindo resposta também. Não sabemos se o navio israelense ainda está em águas gregas ou já em águas internacionais”, acrescentou Souza.
Thiago Ávila participou da flotilha humanitária “Nuestra América”, que chegou no fim de março a Havana, em solidariedade ao governo cubano, pressionado pelo bloqueio energético imposto pelo governo do presidente americano Donald Trump.
Acompanhado da ativista sueca Greta Thunberg e da ex-prefeita de Barcelona Ada Colau, Ávila participou também no ano passado de outra flotilha com destino a Gaza, igualmente interceptada por Israel.
O governo espanhol exigiu, nesta sexta-feira, a “imediata libertação” de Abu Keshek e prometeu prestar-lhe “toda a proteção”.
Mais de 50 barcos
Na quinta-feira, Israel afirmou que 175 ativistas (211 segundo os organizadores da flotilha) a bordo de cerca de vinte embarcações haviam sido interceptados na costa de Creta, no Mediterrâneo oriental.
As autoridades israelenses disseram inicialmente que os ativistas seriam levados para Israel. Mas, na própria quinta-feira, o ministro das Relações Exteriores, Gideon Saar, esclareceu que havia sido acordado com o governo de Atenas que desembarcassem na costa do país europeu.
A flotilha era composta por mais de 50 barcos que partiram, nas últimas semanas, de Marselha (França), Barcelona (Espanha) e Siracusa (Itália). A AFP verificou, com base em dados fornecidos pelos organizadores, que as embarcações foram interceptadas na Zona Econômica Exclusiva (ZEE) da Grécia.
A operação israelense recebeu críticas em nível internacional. Em um comunicado conjunto, cerca de dez países, entre eles Espanha, Turquia e Paquistão, denunciaram “violações flagrantes do direito internacional” por parte de Israel.
Madri convocou o encarregado de negócios de Israel na Espanha. O governo dos Estados Unidos apoiou Israel e criticou os aliados europeus, de cujos territórios partiram os barcos, por apoiarem “essa manobra política inútil”.
Os ativistas diziam querer romper o bloqueio israelense à Faixa de Gaza e levar ajuda humanitária a esse território palestino, cujo acesso continua fortemente restrito apesar de um frágil cessar-fogo entre Israel e o movimento islamista palestino Hamas em vigor desde outubro.
A Chancelaria israelense classificou, nesta sexta-feira, os ativistas de “provocadores profissionais” e de estarem fazendo o jogo do movimento islamista Hamas.
Afirmou também que “a atividade humanitária na Faixa de Gaza está sendo gerida pela Junta de Paz”, um organismo promovido discricionariamente pelo presidente americano Donald Trump, que se autodetermina funções de resolução de conflitos.
A Flotilha Global Sumud afirmou na quinta-feira, no X, que seus barcos haviam sido abordados “por lanchas militares” e que seus ocupantes haviam “apontado lasers e armas de assalto semiautomáticas” e “ordenado aos participantes que se agrupassem na parte da frente dos barcos e ficassem de quatro”.


Fonte: Jovem Pan

Vamos buscar um ‘ponto de equilíbrio’, diz relator da 6×1

O deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), escolhido como relator da PEC que discute o fim da jornada de trabalho 6×1, afirmou que vai buscar “um ponto de equilíbrio entre os avanços que os trabalhadores querem com a proteção mínima que os empreendedores merecem”. A declaração foi dada durante entrevista ao programa 3 em 1, comandado por Cassius Zeilmann.
O parlamentar adiantou que plano de trabalho da comissão especial será apresentado na próxima terça (5) e que tem uma posição favorável a uma regra de transição para a implementação da proposta. Leo Prates defende a transição da jornada em dois anos, com a redução de 44 horas semanais para 42 no primeiro ano, e de 42 horas para 40 no segundo ano.
Um outro tema que pode gerar um imbróglio no Congresso é uma possível compensação fiscal às empresas, principalmente, do setor produtivo como agronegócio, indústria e serviços.
O relator também reforçou que o relatório terá como prioridade o trabalhador — especialmente as mulheres, que, segundo ele, são maioria entre os que cumprem a escala 6×1. Para Leo Prates “não há preço social que um governo possa pagar para reconstruirmos nossas famílias”.
Um dos desafios, além de encontrar soluções para as divergências entre base do governo e oposição, será encontrar um “texto médio”, equilibrado entre as diferentes posições dos 513 deputados.
Como trata-se de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), o texto exige aprovação de, pelo menos, dois terços da Câmara, o que significa 308 votos.


Fonte: Jovem Pan

Lula diz que determinou ‘pronto apoio federal’ a PE por causa de fortes chuvas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira, 1º, que determinou o “pronto apoio” federal às autoridades de Pernambuco, em razão das fortes chuvas que atingem várias regiões do Estado, incluindo o Grande Recife. Na rede social X, Lula afirmou ter conversado sobre o assunto com o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) e com o senador Humberto Costa (PT-PE).
“Conversei hoje pela manhã por telefone com o ex-prefeito João Campos e o senador Humberto Costa sobre as fortes chuvas que caem no Grande Recife e em outras regiões de Pernambuco”, contou “Determinei imediatamente o pronto apoio federal às autoridades locais. O ministro da Integração Regional, Waldez Góes, acionou a Defesa Civil Nacional para prestar todo suporte às cidades atingidas”, acrescentou.
Conforme Lula, o apoio inclui o reconhecimento da situação de emergência e o deslocamento de técnicos para a área. “O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também mobilizou a Força Nacional do SUS no atendimento às vítimas”, informou. “O Governo do Brasil segue acompanhando a situação para prestar toda a ajuda necessária”, disse Lula.
A Região Metropolitana do Recife e a Zona da Mata Norte de Pernambuco estão sob ‘estado de alerta vermelho’, o aviso meteorológico mais grave da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). Dentre as áreas mais afetadas por alagamentos, estão Recife, Olinda e São Lourenço da Mata. Já as regiões da Mata Sul e do Agreste do Estado estão sob aviso amarelo, o mais brando, que indica apenas a incidência de chuvas.


Fonte: Jovem Pan

Raphinha defende convocação de Neymar para Copa: ‘Ele é o cara do hexa’

O debate sobre a presença de Neymar na Copa do Mundo de 2026 ganhou mais um capítulo, desta vez com o respaldo de Raphinha. Em entrevista ao apresentador Luciano Huck, o atacante não escondeu a admiração pelo companheiro e fez questão de defender sua convocação.
Para Raphinha, o protagonismo de Neymar dentro da seleção vai além do campo e tem impacto direto no desempenho coletivo. “Para mim, o Neymar é o cara do hexa. Para mim é o Neymar. Acho que a gente tem que ter o entendimento de quem ele é para o futebol brasileiro. E estando bem fisicamente, ele é um cara muito importante que pode ajudar a gente a conquistar esse campeonato ”
O jogador ainda detalhou como foi recebido pelo camisa 10 nos primeiros momentos com a equipe nacional, ressaltando o papel do atacante como liderança no grupo.
“Foi um cara que me acolheu dentro da seleção, me abraçou como se ele já me conhecesse há muito tempo. Me deu confiança para poder jogar meu futebol. Me abraçou, me abraçou de verdade. E o Neymar nesta seleção vai ajudar, se o Ancelotti colocar.”

Situação de Neymar e a decisão de Ancelotti
Apesar do apoio público de Raphinha, a presença de Neymar no Mundial ainda não é garantida. O técnico Carlo Ancelotti tem adotado como critério principal a condição física dos atletas e não convocou o atacante desde que assumiu a seleção.
Atualmente no Santos, Neymar busca retomar ritmo de jogo após enfrentar problemas físicos recentes. O próprio treinador já indicou que só levará jogadores que estejam 100% preparados para competir em alto nível.
Ainda assim, Ancelotti não descarta o nome do camisa 10 para a lista final. A definição acontecerá na convocação marcada para o dia 18 de maio, pouco antes do início da Copa do Mundo, que começa em junho.


Fonte: Jovem Pan

Três adolescentes são apreendidos por estupro de 2 crianças em São Paulo

A Polícia Civil de São Paulo apreendeu nesta quinta-feira, 30, três adolescentes por estupro coletivo de vulneráveis após denúncias sobre vídeos que mostram o abuso sexual de duas crianças, uma de 7 e outra de 10 anos.
As autoridades ainda buscam por um adulto, que está foragido na Bahia, e um quarto adolescente, ambos envolvidos no ato. O Tribunal de Justiça paulista ainda não autorizou o mandado de prisão no outro Estado solicitado pelo delegado responsável pelo caso. Procurada, a corte disse apenas que não comenta decisões judiciais.
O caso ocorreu em 21 de abril na comunidade de União de Vila Nova, bairro na Subprefeitura de São Miguel Paulista, na zona leste da capital.
“A família, por receio, não teve coragem de denunciar. O conselho tutelar e a polícia só tomaram conhecimento em 24 de abril”, afirma o subprefeito Divaldo Rosa, em vídeo publicado nas redes sociais. Ele só se pronunciou sobre o caso nesta quinta, 30.
Os agressores gravaram o estupro de vulneráveis e compartilharam as imagens em uma rede social.
Ao Estadão, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) definiu o caso como “terrível”. “As crianças foram acolhidas pelos equipamentos da Prefeitura. Uma está com a mãe em uma Vila Reencontro. A outra está com os dois irmãos no Serviço Institucional para Criança e Adolescente, porque o Conselho Tutelar verificou que não havia condições de continuarem com a mãe, que é dependente química, onde viviam.”
As vítimas estão sendo acompanhadas pelo Conselho Tutelar de São Miguel Paulista, por assistentes sociais e profissionais de saúde e pelo Projeto Bem-Me-Quer, programa de acolhimento do governo estadual a vítimas de violência sexual.
“Este caso é revoltante, ele choca e ele não pode ser tratado como algo normal. Os abusadores agem na maioria das vezes na sombra do medo, da omissão e da falta de denúncia aos órgãos públicos”, afirmou o subprefeito Divaldo Rosa. “Se você souber de algum caso de abuso contra a criança, faça uma denúncia anônima pelo disque 100. Você pode estar salvando uma vida. Proteger as crianças é dever de todos nós.”
O Estadão não conseguiu contato com a defesa dos adolescentes, nem do foragido. A reportagem procurou o Ministério Público e a Defensoria Pública, mas não teve retorno.
*com informações do Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Leeds United x Burnley: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Leeds United e Burnley se enfrentam nesta sexta-feira (1º), às 16h, no estádio Elland Road, na Inglaterra. A partida é válida pela 35ª rodada do Campeonato Inglês.

Onde assistir Leeds United x Burnley ao vivo
O jogo será transmitido pela ESPN e Disney+.


Fonte: Jovem Pan

STF decide que advogados públicos devem se inscrever na OAB

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, na quinta-feira (30), à obrigatoriedade de inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para advogados que atuam no serviço público. A decisão ocorreu no julgamento de recurso, originado por questionamento apresentado pela OAB de Rondônia, com a participação do Conselho Federal da OAB.
Por 6 votos a 5, o plenário do STF fixou a tese de que a inscrição na OAB é indispensável aos advogados públicos. Quando atuam nessa condição, esses profissionais ficam submetidos exclusivamente ao poder disciplinar do órgão competente previsto em seu regime jurídico próprio.
A ministra Cármen Lúcia foi a responsável por formar a maioria ao aderir à divergência aberta no julgamento. Votaram nesse sentido os ministros Edson Fachin, André Mendonça, Nunes Marques, Luiz Fux, Dias Toffoli e Cármen Lúcia.
A OAB sustentou que os advogados públicos desempenham atividade típica da advocacia e, portanto, devem seguir as regras do Estatuto da Advocacia. A entidade argumentou que a Constituição não restringe a atuação da OAB apenas aos advogados privados: todos que exercem advocacia integram a Ordem. Além disso, o poder de fiscalização da OAB tem natureza distinta do poder disciplinar interno das repartições públicas.
Como a tese tem repercussão geral, a decisão servirá de orientação para todos os tribunais do país em casos semelhantes.
*texto produzido com auxílio de IA


Fonte: Jovem Pan