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Secretário do PT diz que convenção do partido deverá ser em SP

O secretário nacional de comunicação do Partido dos Trabalhadores (PT), Éden Valadares, disse na segunda-feira (29) que a convenção da legenda deverá ser realizada em São Paulo. Em entrevista exclusiva ao programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan, ele também informou que a primeira atividade da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) provavelmente será no Estado.

Éden Valadares destacou a importância de São Paulo na história do Partido dos Trabalhadores. “Para gente é motivo de orgulho dar o ponta pé inicial, começar a campanha com o pé esquerdo, como a gente fala, na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo, que foi o berço do nosso partido e que é o berço da luta política do presidente Lula”, declarou o secretário nacional.

Conforme antecipado pela colunista Beatriz Manfredini, da Jovem Pan, São Paulo está na mira dos pré-candidatos ao Palácio do Planalto para receber as convenções partidárias. Maior colégio eleitoral do país, o Estado é prioridade para as campanhas.

No caso de Lula, estuda-se um evento de lançamento do petista à reeleição ao lado do pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT). Já a convenção do Partido Liberal (PL), do senador Flávio Bolsonaro, está marcada para 25 de julho com expectativa de participação do chefe do Executivo paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Para 26 de julho, está agendada a convenção do Partido Social Democrático (PSD) que lançará o ex-governador Ronaldo Caiado à corrida presidencial.


Fonte: Jovem Pan

“Mais um pesadelo”: imprensa alemã detona ‘Mannschaft’ após eliminação na Copa

A imprensa alemã foi implacável após a eliminação da ‘Mannschaft’ da Copa do Mundo de 2026, descrevendo os acontecimentos desta segunda-feira (29) como “mais um pesadelo para o futebol alemão”, depois da derrota nos pênaltis para o Paraguai.


Fonte: UOL Noticias

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.


Fonte:

g1 > Política

Bilhões em jogo: qual o verdadeiro impacto econômico e quanto as cidades sedes vão lucrar com a Copa de 2026

A resposta direta aos lucros do Mundial de 2026 revela um cenário de profundos contrastes comerciais. Enquanto a organização do evento projeta um faturamento recorde de US$ 11 bilhões a US$ 14 bilhões com direitos de transmissão, patrocínios globais e ingressos, o ganho líquido para as 16 cidades-sede é substancialmente menor. Municípios como Nova York, Los Angeles e Miami esperam movimentar grandes cifras com visitantes estrangeiros, mas precisam abater dessa conta os altos gastos públicos com segurança e infraestrutura. O lucro real das sedes não vem da bola rolando, mas sim da rede hoteleira e do setor de serviços, que capturam quase 80% do dinheiro deixado pelos turistas ao longo das semanas de competição.

O monopólio das receitas: por que a organizadora concentra o faturamento direto

O modelo de negócios do maior evento esportivo do planeta é estruturado para centralizar o lucro direto. Os contratos firmados para a realização do torneio determinam que a totalidade das receitas de bilheteria, cotas de televisão, áreas de hospitalidade premium e até mesmo as taxas de estacionamento fiquem com a entidade máxima do futebol. As cidades anfitriãs abrem mão do faturamento do dia do jogo, conhecido no mercado financeiro esportivo como matchday.

Em contrapartida, os cofres públicos locais assumem a maior parte dos custos operacionais da festa. Prefeituras e governos estaduais são responsáveis por custear o policiamento reforçado, os bloqueios de trânsito, a limpeza urbana e as adaptações logísticas nas zonas de circulação de torcedores. No Canadá, por exemplo, o custo estimado das operações por jogo chega a CAD 82 milhões, exigindo forte subsídio estatal para fechar a conta.

Essa dinâmica comercial significa que o verdadeiro impacto econômico para as prefeituras depende exclusivamente da injeção de capital indireto. O sucesso financeiro de uma sede está atrelado à sua capacidade de convencer o torcedor a gastar em restaurantes, bares e shoppings durante os 39 dias de competição.

O ranking dos países: a projeção de impacto no PIB da América do Norte

A edição expandida com 48 seleções e 104 partidas distribui o potencial de lucro de forma assimétrica. Abaixo, detalhamos a projeção de ganhos macroeconômicos para cada território, evidenciando onde o dinheiro vai circular com maior intensidade.

1. Estados Unidos: o maior volume financeiro do torneio

Com 11 cidades-sede e 78 partidas sob sua responsabilidade, os americanos concentram a força econômica da competição. Estimativas de mercado projetam uma contribuição de até US$ 17,2 bilhões ao Produto Interno Bruto do país. Regiões como Nova York e Nova Jersey calculam um impacto isolado de US$ 3,3 bilhões, impulsionado pela atração de mais de um milhão de visitantes e pela criação de 26 mil empregos temporários.

2. México: o maior acréscimo relativo de crescimento econômico

Apesar de receber apenas 13 jogos, o país deve registrar o impacto mais positivo em sua taxa de crescimento. Projeções indicam uma injeção de US$ 11 bilhões na economia local. Por utilizar estádios já prontos e possuir uma malha turística concentrada, o mercado mexicano consegue reter o fluxo de visitantes com menores custos, gerando um acréscimo estimado de 0,13 ponto percentual em seu PIB.

3. Canadá: alta projeção de ganhos e despesas públicas elevadas

O mercado canadense espera gerar cerca de CAD 3,8 bilhões em produção econômica positiva durante o ciclo do torneio. No entanto, o país enfrenta um forte debate sobre o uso de recursos. Com os jogos divididos entre Toronto e Vancouver, estimativas apontam que o suporte governamental ultrapassará a marca de CAD 1 bilhão, colocando em dúvida o tamanho do lucro líquido que restará aos pagadores de impostos.

O risco fiscal: o alerta dos economistas sobre os custos ocultos

A narrativa de que megaeventos esportivos garantem riqueza imediata é frequentemente contestada por analistas financeiros. Relatórios de instituições bancárias globais destacam que o benefício real para as nações-sede costuma ser superestimado. O principal motivo é o chamado efeito de substituição. Em metrópoles turísticas consolidadas, o torcedor internacional muitas vezes apenas ocupa o lugar do turista tradicional que decidiu evitar a cidade devido à superlotação e aos preços inflacionados.

A inflação temporária nos serviços locais também afeta a população residente. O uso de precificação dinâmica pela rede hoteleira e por companhias aéreas eleva o custo de vida nas semanas de competição. Historicamente, economistas apontam que a arrecadação extra de impostos no varejo raramente cobre a totalidade dos investimentos públicos realizados.

Ainda assim, o setor privado celebra a chegada do torneio. Marcas de vestuário esportivo, fabricantes de bebidas e o setor de aviação civil registram picos de faturamento que superam a sazonalidade normal, garantindo que o dinheiro circule rapidamente pela economia formal.

Dúvidas frequentes sobre o balanço financeiro do torneio

Quais setores comerciais vão lucrar mais com o evento?

A rede de hospitalidade é a principal beneficiada pela competição. O setor de hotelaria deve concentrar cerca de 80% de todos os gastos turísticos, seguido pela indústria de alimentação e bebidas, que tem projeção de movimentar mais de US$ 674 milhões apenas com os visitantes.

As cidades anfitriãs recebem parte do dinheiro dos ingressos?

Não. Todo o faturamento obtido com a venda de ingressos, pacotes de hospitalidade e direitos de transmissão televisiva é direcionado integralmente para as contas da entidade organizadora. Os municípios ganham dinheiro apenas com a arrecadação de impostos sobre o consumo local.

Os investimentos em infraestrutura deixam lucro financeiro permanente?

O legado financeiro a longo prazo é bastante restrito. Embora as melhorias viárias e de transporte otimizem a rotina da população, as estruturas esportivas exigem altos custos de manutenção. O sucesso comercial pós-evento depende da capacidade da cidade de utilizar esses espaços para outras ligas esportivas e grandes shows.

A realização do Mundial de 2026 demonstra que hospedar um evento dessa magnitude funciona prioritariamente como um projeto de marketing geopolítico. A exposição global da marca da cidade e a atração de futuros investimentos corporativos representam o verdadeiro ganho para os municípios que aceitam subsidiar a maior operação esportiva do mundo.


Fonte: Jovem Pan

Estádio Azteca lotado será “o grande diferencial” a favor do México, diz técnico Aguirre

O Estádio Azteca lotado fará “a grande diferença” para o México, uma seleção que não vence uma partida de mata-mata de Copa do Mundo há 40 anos, afirmou o técnico Javier Aguirre nesta segunda-feira (29). 


Fonte: UOL Noticias

Secretário do PT defende Lula e diz que também não é esquerdista

O secretário nacional de comunicação do Partido dos Trabalhadores (PT), Éden Valadares, defendeu nesta segunda-feira (29) a fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a lideranças durante encontro do G7. Na ocasião, o chefe do Executivo disse que “nunca” foi um esquerdista.

Em entrevista exclusiva ao programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan, o Éden Valadares afirmou que encara a fala de Lula com “naturalidade”. O secretário do PT disse que “também não é esquerdista”.

“Esquerdista no sentido de ser alguém sectário, radical, que não tem a capacidade de construir com alguém que pensa diferente, acha que sabe toda a verdade sobre o mundo e não está disposto a convencer ou ser convencido. Se ser esquerdista é isso, eu também não sou”, declarou Éden Valadares.

O secretário do PT contou que acredita que Lula também nunca foi esquerdista, mas sim uma liderança sindical. Éden Valadares ainda afirmou que o chefe do Executivo construiu uma trajetória “na luta por direitos” baseada na negociação e na obediência às leis.


Fonte: Jovem Pan

Kassab volta a ganhar força como vice de Caiado às vésperas de anúncio oficial

Às vésperas do anúncio do vice na chapa do pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD), o partido mantém o segredo e evita ao máximo o vazamento do nome escolhido. Interlocutores da sigla, no entanto, afirmaram à Jovem Pan que o nome do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, voltou a ganhar força nas últimas semanas.

A comentarista do Jornal Jovem Pan, Dora Kramer, já havia antecipado que Kassab seria o escolhido para o posto. Na ocasião, o ex-secretário do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) negou a informação e o anúncio foi adiado. Desta vez, porém, aliados afirmam que Kassab se colocou à disposição para assumir a vice na chapa, mesmo tendo dito a alguns interlocutores não ter pretensões eleitorais neste ano.

Ronaldo Caiado confirmou que o vice será anunciado oficialmente nesta quarta-feira (1º), durante evento em Brasília. O local escolhido foi a sede do PSD, e a cerimônia contará com a presença de lideranças da legenda. O evento está marcado para às 11h.


Fonte: Jovem Pan

Argentina começa a se preparar para o mata-mata da Copa no calor de Kansas City

Em uma Kansas City sob alerta de calor extremo, a seleção argentina de Lionel Messi iniciou, na tarde desta segunda-feira (29), os preparativos para o confronto dos 16-avos de final da Copa do Mundo contra Cabo Verde, lidando com algumas incertezas em relação à escalação titular. 


Fonte: UOL Noticias

Donald Trump pede gasolina a US$ 2,50 por galão e faz ameaça a postos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pressionou postos de combustíveis a reduzir o preço da gasolina para US$ 2,50 por galão e ameaçou quem não atender ao pedido.


Fonte: UOL Noticias

Postura submissa de Flávio com EUA envergonha a própria direita, diz secretário do PT

O secretário nacional de comunicação do Partido dos Trabalhadores (PT), Éden Valadares, disse nesta segunda-feira (29) que a postura de “vassalagem e submissão” adotada pelo senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), junto ao governo dos Estados Unidos “envergonha a própria direita”. A declaração foi dada em entrevista ao programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan.

“As cartas trocadas entre o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e o Flávio Bolsonaro em que ele insinua convidar o governo estrangeiro para participar da equipe de transição, penso eu, que é um exemplo de traição, de ‘entreguismo’, de submissão ao governo estrangeiro que a gente nunca tinha visto na história moderna da política brasileira”, declarou Éden Valadares.

Éden Valadares disse também acreditar que diversas lideranças da direita discordam da postura de Flávio perante os Estados Unidos.

Sobre o vídeo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Éden Valadares disse que a publicação revelou a “falta de credibilidade e de confiança” em torno do nome de Flávio. O secretário do PT declarou que “ninguém confia” no senador.

Assista à entrevista completa


Fonte: Jovem Pan