Se Liga Cacoal – Header
.
Início Site

Veja os falecimentos e sepultamentos em Apucarana neste domingo (21)

TNOnline divulga diariamente os falecimentos registrados em Apucarana e região, conforme informações publicadas pela Autarquia Municipal de Serviços Funerários de Apucarana (Aserfa). A lista reúne n…


Fonte: UOL Noticias

Quem está comendo: eu ou a minha angústia?


Fonte: UOL Noticias

Veja a previsão do Simepar para este domingo (21) em Apucarana

O inverno no Hemisfério Sul começa na manhã deste domingo (21). Segundo o Simepar, o amanhecer será gelado em todas as regiões do Paraná, com temperaturas mínimas abaixo dos 10 °C e formação de nuven…


Fonte: UOL Noticias

Homem com mandado em aberto é preso com cocaína em Grandes Rios

m homem com mandado de prisão em aberto foi preso pela Polícia Militar na noite de sábado (20), em Grandes Rios.De acordo com a PM, a equipe recebeu informações sobre um homem em atitude considerada …


Fonte: UOL Noticias

Com El Niño, inverno começa neste domingo no Brasil

O inverno no Hemisfério Sul começou oficialmente às 5h24 deste domingo (21). A estação mais fria do ano é marcada por temperaturas baixas e dias curtos e termina em 22 de setembro, quando abre espaço para a primavera.

Este ano, no entanto, por conta do El Niño, o inverno deverá ter temperaturas mais elevadas no Brasil. O início do fenômeno foi confirmado pela Agência dos Estados Unidos para Oceanos e Atmosfera (Noaa, na sigla em inglês).

O El Niño, que significa “O Menino”, em espanhol, caracteriza-se pelo aquecimento da região equatorial do Oceano Pacífico. O nome foi dado por pescadores do Peru e do Equador, que apelidaram o aquecimento das águas em referência ao Niño Jesus ou Menino Jesus.

“A gente pode não ter um inverno tão frio quanto a gente já teve”, diz o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Melquizedek Rafael Duarte da Silva.

“O El Niño acaba criando um bloqueio, principalmente próximo a São Paulo e não permite que as frentes frias avancem tanto para a região do Sudeste e também um pouco para a região Centro-Oeste”, explica.

Além de temperaturas mais elevadas nessas regiões, o fenômeno pode trazer mais chuvas.

“O El Niño favorece a ocorrência de mais chuvas na região Sul, podendo causar eventos extremos de chuva, com chuva muito forte um curto período de tempo. O inverno já é um período que chove na região Sul. Com acréscimos dos efeitos do El Niño, isso pode ser agravado”, diz Silva.

Previsões mais difíceis

Os reais efeitos, no entanto, são difíceis de ser previstos com muita antecedência. Segundo o meteorologista, com o aquecimento global e as mudanças climáticas, o tempo está mais difícil de ser previsto com meses de antecedência, por exemplo. Assim como as durações exatas dos fenômenos climáticos.

“As temperaturas mais quentes, por exemplo, podem ser sentidas por mais tempo. O que antes durava dois, três meses, a gente começa sentir por quatro, cinco meses. Isso acontece também com os períodos de estiagem, de chuva. Então, isso muda bastante a dinâmica da previsão climática para longo prazo”, diz o meteorologista.

O que é o inverno?

O inverno é um evento astronômico. É quando parte do planeta Terra está recebendo menos radiação do Sol. Enquanto o Hemisfério Sul, onde está o Brasil, conta com menor incidência solar, o Hemisfério Norte, que está no verão, recebe mais radiação.

Como o Brasil é um país de grande extensão territorial, a estação também é sentida de maneira diferente, dependendo da localização. Na cidade mais ao sul do Brasil, Chuí (RS), durante os meses de inverno, o Sol nasce por volta das 7h30 e se põe por volta das 17h30, assim, os dias têm menos de 10 horas de luz.

Em Macapá, devido à localização exata na linha do Equador, o Sol nasce por volta das 6h15 e se põe às 18h15. A cidade não tem estações do ano bem definidas. Esses horários permanecem praticamente constantes o ano todo, com variações de apenas alguns minutos.


Fonte: Jovem Pan

Custo da crise do clima se mede em vidas perdidas


Fonte: UOL Noticias

Custo da crise do clima se mede em vidas perdidas


Fonte: UOL Noticias

Japão goleia com autoridade e elimina Tunísia da Copa do Mundo

Com domínio absoluto em campo do início ao fim, o Japão goleou a Tunísia por 4 a 0 neste sábado (20) e, com esta segunda derrota consecutiva, a seleção do país do norte da África foi eliminada da Copa do Mundo de 2026, juntando-se assim à Turquia e ao Haiti.

A vitória maiúscula dos ‘Samurais azuis’ no Estádio de Monterrey, no México, contou com dois gols espetaculares do atacante Ayase Ueda, que abriu o placar com um chute de fora da área (31′) e depois com uma cabeçada (83′). Os outros dois gols foram marcados por Keito Nakamura (4′) e Junya Ito (69′).

Após esta partida, a milésima da história da Copa do Mundo, o Japão está empatado com a seleção holandesa na liderança do Grupo F.

Ambos têm quatro pontos e o mesmo saldo de gols, embora os europeus estejam na frente por terem marcado um gol a mais após derrotarem a Suécia por 5 a 1 no sábado.

O Japão impôs o ritmo logo de início. Aos quatro minutos, uma bela jogada coletiva terminou com Keito Nakamura, posicionado na esquerda da área tunisiana, passando a bola para Daichi Kamada, que aguardava bem em frente ao gol.

Passando por entre uma barreira de defensores africanos, Kamada mandou a bola para o fundo da rede.

Enquanto a Tunísia tentava, sem sucesso, se reorganizar, um passe de Itakura no meio-campo encontrou o perigoso Ueda. Da ponta direita da área, o atacante do Feyenoord disparou um chute cruzado que o goleiro Dahmen não conseguiu alcançar.

O terceiro gol, que praticamente assegurou a vitória, surgiu de um bom passe de Ueda, finalizado com categoria por Junya Ito. Ele deixou dois defensores para trás e chutou na saída do goleiro tunisiano.

Na reta final, Ueda encobriu dois defensores e a bola foi parar no fundo da rede.

Para a seleção tunisiana, que havia começado sua campanha com uma humilhante goleada de 5 a 1 sofrida diante da Suécia, nem mesmo a substituição do técnico francês Sabri Lamouchi por seu compatriota Hervé Renard se mostrou eficaz.

Sem conseguir ameaçar o gol adversário e incapaz de reagir contra a dinâmica e disciplinada equipe japonesa, a equipe do norte da África deixou claros os motivos de sua eliminação precoce.

Na terceira e última rodada, o Japão vai enfrentar a Suécia na quinta-feira, às 20h, enquanto tunisianos e holandeses duelam no mesmo horário.

Escalações:

Tunísia: Aymen Dahmen – Omar Rekik, Montassar Talbi, Dylan Bronn (Mohamed Amine Ben Hamida 46′) – Yan Valery, Ellyes Skhiri (cap) (Rani Khedira 90+1′), Anis Ben Slimane, Ali Abdy (Elias Achouri 90+1′) – Elias Saad (Ismaël Gharbi 46′) – Hannibal Mejbri, Sebastian Tounekti (Firas Chaouat 64′). Técnico: Hervé Renard.

Japão: Zion Suzuki – Takehiro Tomiyasu (Ayumu Seko 79′), Kou Itakura (cap), Hiroki Ito – Ritsu Doan (Yukinari Sugawara 74), Kaishu Sano, Ao Tanaka, Keito Nakamura (Yuito Suzuki 79′) – Junya Ito, Ayase Ueda (Keisuke Goto 85′) – Daichi Kamada (Junnosuke Suzuki 74′). Técnico: Hajime Moriyasu.


Fonte: Jovem Pan

Tinto leve é qualidade e não defeito

O gosto do consumidor de vinhos do, dito, Novo Mundo, infelizmente, sofreu algumas influencias nefastas que o levou a afastar-se dos vinhos mais delicados em detrimento aos mais parrudos, especialmente quando se trata de tintos. É normal a escolha do vinho pelo percentual de voluma do álcool (AbV) ou mesmo por experiências anteriores com vinhos com taninos presentes, porém “aveludados”. Sim é gosto, mas… entre os muitos equívocos que cercam o universo do vinho, poucos são tão persistentes quanto a ideia de que vinhos tintos mais alcoólicos, mais encorpados e mais tânicos seriam necessariamente superiores aos demais. Embora tais características possam conferir profundidade e longevidade a determinados rótulos, elas não constituem, por si só, critérios absolutos de qualidade. A grandeza de um vinho está no equilíbrio entre seus componentes, na sua capacidade de expressar o terroir de origem e, sobretudo, no prazer que proporciona à mesa. Nesse diapasão, os vinhos tintos leves vêm conquistando crescente reconhecimento entre consumidores e especialistas, graças à sua elegância, versatilidade gastronômica e capacidade de revelar nuances aromáticas muitas vezes obscurecidas nos exemplares mais robustos.A leveza de um vinho tinto pode resultar de diversos fatores. O clima mais fresco, a escolha de determinadas castas, colheitas realizadas em estágios moderados de maturação e técnicas de vinificação que privilegiam a extração delicada de cor e taninos contribuem para a elaboração de vinhos mais fluidos, frescos e gastronômicos. Isso não significa menor complexidade. Ao contrário, muitos dos mais admirados vinhos do mundo são reconhecidos justamente pela sua delicadeza, precisão aromática e equilíbrio.Na região italiana dos Abruzos, o Montepulciano d’Abruzzo oferece um excelente exemplo dessa realidade. Embora a casta Montepulciano seja frequentemente associada a vinhos de médio corpo, muitos produtores modernos têm buscado estilos mais leves e elegantes. Os vinhedos localizados em áreas mais elevadas, próximas às montanhas dos Apeninos, beneficiam-se de amplitudes térmicas significativas, preservando a acidez natural das uvas. A colheita costuma ser realizada manualmente, permitindo uma seleção rigorosa dos cachos. Na adega, são cada vez mais comuns as macerações mais curtas e o uso reduzido de barricas novas, resultando em vinhos de taninos suaves, aromas de cerejas, ameixas frescas e ervas mediterrâneas, com notável frescor.Na França, a região do Jura tornou-se um dos maiores símbolos da valorização dos tintos leves. Localizada entre a Borgonha e a fronteira suíça, essa pequena área vinícola produz tintos delicados e extremamente expressivos, sobretudo a partir das castas autóctones Poulsard, Trousseau e, em menor medida, Pinot Noir. A Poulsard, em particular, gera vinhos de coloração surpreendentemente clara, quase translúcida, mas repletos de aromas florais, frutas vermelhas frescas e notas terrosas sutis. As colheitas são frequentemente manuais, em vinhedos de pequena escala. Na vinificação, busca-se minimizar a extração excessiva de taninos, utilizando fermentações suaves e, muitas vezes, recipientes neutros para a maturação. O resultado são vinhos de extraordinária elegância, que desafiam a associação entre intensidade de cor e qualidade.No sul de Portugal, regiões como Alentejo, Algarve e parte do Tejo vêm produzindo tintos leves e modernos que se afastam da imagem tradicional dos vinhos portugueses concentrados. Castas como Castelão, Trincadeira e Alfrocheiro podem originar vinhos frescos e aromáticos quando cultivadas em áreas menos quentes ou colhidas mais precocemente. Muitos produtores adotam colheitas noturnas para preservar os aromas e reduzir a temperatura das uvas antes da vinificação. As fermentações em temperaturas moderadas e a utilização limitada de madeira ajudam a manter o perfil frutado e a vivacidade dos vinhos, que frequentemente exibem notas de morango, romã e ervas secas.

A Argentina, conhecida internacionalmente pelos seus Malbecs potentes, também tem revelado uma faceta mais delicada e refinada. Em regiões de altitude elevada, especialmente nos vales andinos, produtores vêm explorando estilos mais leves de Malbec, além de castas como Pinot Noir, Criolla Chica e Cereza. A altitude favorece noites frias que preservam a acidez e retardam a maturação, permitindo colheitas mais equilibradas. As vinificações tendem a empregar remontagens suaves, menor tempo de contato com as cascas e reduzido uso de barricas. Os vinhos resultantes apresentam fruta vibrante, taninos discretos e grande capacidade de harmonização.No Brasil, a busca por tintos leves tem se tornado uma das tendências mais interessantes da vitivinicultura contemporânea. Regiões como a Serra Gaúcha, os Campos de Cima da Serra e a Serra do Sudeste vêm produzindo exemplares cada vez mais refinados. Castas como Pinot Noir, Gamay, Merlot e até mesmo variedades híbridas bem conduzidas podem gerar vinhos de notável frescor. A colheita manual ainda predomina em muitos vinhedos de qualidade, permitindo cuidadosa seleção dos cachos. Na vinificação, técnicas inspiradas em modelos europeus, incluindo macerações mais curtas, fermentações em temperaturas controladas e menor influência da madeira, têm favorecido a produção de tintos elegantes, aromáticos e extremamente gastronômicos.Uma das maiores virtudes dos vinhos tintos leves reside justamente na sua extraordinária versatilidade àmesa. Enquanto vinhos excessivamente alcoólicos ou marcados por taninos agressivos podem limitar as ossibilidades de harmonização, os tintos leves dialogam com uma ampla variedade de pratos. A sua acidez mais evidente e a menor sensação de peso permitem acompanhar desde peixes mais gordurosos até aves,massas, embutidos e preparações à base de cogumelos.Um Montepulciano d’Abruzzo de perfil leve pode harmonizar admiravelmente com massas ao molho de tomate, pizzas artesanais e carnes brancas assadas. Os delicados tintos do Jura revelam-se parceiros ideais para pratos com cogumelos, aves de caça leve e queijos de média intensidade. Os exemplares portugueses de estilo mais fresco acompanham muito bem bacalhau assado, embutidos e pratos mediterrâneos. Os tintos leves argentinos mostram afinidade com empanadas, carnes grelhadas de menor intensidade e massas recheadas. Já os tintos brasileiros, especialmente os elaborados a partir de Pinot Noir e Merlot, podem acompanhar desde um risoto de cogumelos até pratos da culinária contemporânea brasileira, incluindo peixes mais estruturados e aves assadas.Em uma época em que muitos consumidores buscam vinhos mais equilibrados e adequados ao convívio gastronômico, os tintos leves representam uma alternativa cada vez mais valorizada. Eles demonstram que elegância não é sinônimo de fraqueza, assim como potência não é garantia de qualidade. Ao privilegiarem frescor, precisão aromática e harmonia, esses vinhos reafirmam uma das maiores verdades da cultura do vinho: o equilíbrio continua sendo a mais nobre das virtudes. Salut!


Fonte: Jovem Pan