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Áudio: Senado rejeita indicação de ministro da AGU para o Supremo

Por 42 votos contrários e 34 favoráveis, o Plenário rejeitou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal (MSF 7/2026). O líder da oposição, senador Rogério Marinho (PL-RN), disse que o resultado é uma resposta do Senado ao que chamou de politização do STF com candidatos “militantes” do governo. O líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou que houve uma antecipação do processo eleitoral. Já o relator da indicação, senador Weverton (PDT-MA), defendeu que o presidente Lula não encaminhe outro nome antes das eleições de outubro.  


Fonte: Senado Federal

Artilharia da África do Sul em Copas do Mundo: quem lidera o ranking histórico?

A resposta exata para a pergunta sobre quem é o maior artilheiro da seleção da África do Sul na história das Copas do Mundo termina em um empate técnico. Os ex-atacantes Benni McCarthy e Shaun Bartlett dividem o topo desta estatística com dois gols cada. Desde a estreia do país na competição, em 1998, nenhum outro jogador conseguiu ultrapassar essa modesta, porém histórica, marca ofensiva no principal palco do futebol global.
Os donos do recorde e os gols na França e na Ásia
Embora dividam a liderança isolada, a construção do recorde aconteceu de formas bem diferentes para os dois atletas. Shaun Bartlett anotou seus dois gols em uma única partida: o dramático empate em 2 a 2 contra a Arábia Saudita, durante a fase de grupos da Copa do Mundo de 1998, disputada na França.
Já Benni McCarthy carrega um feito estatístico exclusivo. Ele é o único jogador sul-africano a marcar em edições diferentes do torneio. O centroavante balançou as redes pela primeira vez no empate em 1 a 1 contra a Dinamarca, também em 1998. Quatro anos depois, na Copa de 2002 na Ásia, ele voltou a deixar sua marca na derrota por 3 a 2 para a Espanha. Além do faro de gol, McCarthy ostenta o recorde de mais partidas disputadas pelo país em Mundiais, com seis jogos no currículo.
Ranking completo de goleadores da Bafana Bafana
A seleção sul-africana disputou as Copas de 1998, 2002 e 2010, marcando um total de 11 gols em sua história na competição. A lista de artilheiros é horizontal, com a esmagadora maioria dos jogadores somando apenas um único tento.

1º – Benni McCarthy: 2 gols (1998 e 2002)
1º – Shaun Bartlett: 2 gols (1998)
3º – Siphiwe Tshabalala: 1 gol (2010)
3º – Siyabonga Nomvethe: 1 gol (2002)
3º – Quinton Fortune: 1 gol (2002)
3º – Teboho Mokoena: 1 gol (2002)
3º – Lucas Radebe: 1 gol (2002)
3º – Bongani Khumalo: 1 gol (2010)
3º – Katlego Mphela: 1 gol (2010)

O cenário atual e os candidatos na era Hugo Broos
Com a seleção sul-africana na disputa por uma vaga para a Copa do Mundo de 2026 (América do Norte), novos nomes surgem como potenciais herdeiros dessa artilharia histórica. Sob o comando do técnico belga Hugo Broos, a equipe tem renovado suas peças de frente.
O principal candidato em atividade para quebrar o recorde duplo é Lyle Foster, atual centroavante do Burnley, da Inglaterra. Ao lado dele, peças de destaque no campeonato local, como Evidence Makgopa e Oswin Appollis, formam a base ofensiva que tenta recolocar o país no mapa do Mundial.
Ainda que modesta em volume total, a artilharia da África do Sul possui um peso gigantesco no imaginário do esporte. O gol de Siphiwe Tshabalala contra o México, que abriu o Mundial de 2010 em Joanesburgo, segue reverenciado como um dos momentos mais icônicos do futebol, evidenciando que algumas marcas transcendem os números.


Fonte: Jovem Pan

Em derrota inédita para o governo Lula, Senado rejeita indicação de Messias ao STF

Em fato inédito, o Senado Federal rejeitou a indicação do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Foram 42 votos contra, 34 a favor e uma abstenção. Ele foi o primeiro nome a não ser aprovado para o cargo desde 1894.
A expectativa geral era de que o AGU fosse aprovado para a vaga deixada pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso. No entanto, a oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se movimentou nas últimas semanas para barrar a indicação. Aliados admitiram que a rejeição é a maior derrota do terceiro mandato do petista e fortalece o pré-candidato ao Planalto e senador, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Como foi a sabatina
A sessão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) teve início pouco depois das 9h, em Brasília. Os questionamentos a Messias foram concluídos às 17h46.
Messias começou com uma apresentação de si. Logo no começo, o indicado de Lula afirmou que o STF precisa se manter aberto ao aperfeiçoamento. Citando o senador de oposição Magno Malta (PL-ES), o AGU disse que a credibilidade da Corte é um compromisso e uma necessidade.
“Precisamos por sua importância, de que o STF se mantenha aberto ao aperfeiçoamento. A percepção pública de que Cortes supremas resistem às autocríticas e ao aperfeiçoamento institucional tende a pressionar a relação entre a jurisdição e a nossa democracia”, disse Messias, que completou dizendo que “em uma República, todo poder deve se sujeitar a regras e contenções”.

Messias também aproveitou a fala inicial para fazer acenos ao Congresso, após conflitos entre os Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. “É o que me comprometo a exercitar caso venha a ser aprovado por vossas excelências. O papel da jurisdição constitucional está exatamente colocado no processo de equilíbrio entre os Poderes”.

“A justiça não toma partido. Não é a favor ou contra. Não aplaude e não censura. Acredito que esse acatamento respeitoso é o ponto de partida para uma interação sadia entre a jurisdição constitucional e a política”, continuou.
‘Totalmente contra o aborto’
Durante a sabatina, Jorge Messias tratou de temas polêmicos, como o aborto. O AGU afirmou ser totalmente contra a medida. “Da minha parte, não haverá qualquer tipo de ação de ativismo em relação ao tema aborto na minha jurisdição constitucional. Eu quero deixar absolutamente vossas excelências tranquilas quanto a isso”.
O AGU ressaltou que o aborto deve ser “objeto de reprimenda”. “Quero até dizer que nenhuma prática de aborto pode ser comemorada ou celebrada, muito pelo contrário, deve ser objeto de reprimenda. Mas isso é a minha concepção pessoal, filosófica, cristã”.
“Qualquer que seja a circunstância, é uma tragédia humana. Agora, a gente precisa olhar também com humanidade à mulher, à adolescente, à criança, a uma vida. É por isso que a lei estabeleceu hipóteses muito restritas de excludentes da ilicitude”, disse, em resposta ao senador Weverton Rocha (PDT-MA).
Messias relembrou o parecer que enviou ao STF, onde defendeu a competência do Congresso Nacional para legislar sobre o aborto. “Na condição de Advogado-Geral da União, apresentei um parecer perante o Supremo Tribunal Federal (STF) em que defendi, de forma muito clara e categórica, a competência privativa do Congresso Nacional para legislar sobre o tema do aborto”, continuou.
Atos de 8 de Janeiro
Messias também comentou também sobre os atos antidemocráticos de 8 de Janeiro. O AGU afirmou que esse episódio foi “um dos mais tristes” que teve na vida.
“O 8 de janeiro foi um dos episódios mais tristes que vivi toda a minha vida. Estava na minha casa, voltando com a minha família, acabado de almoçar, estava indo descansar, quando fui chamado pela minha filha e me dizia: Papai, papai, estão quebrando o seu trabalho”, disse.
Messias disse também que violência “nunca é uma opção para a democracia” e afirmou ter convocado os advogados que trabalhavam com ele para debater como proteger o patrimônio público. “O que pedi? Não foi prisão preventiva. Pedi a prisão em flagrante, que era o que poderia fazer. Até porque não tenho competência em matéria penal. Qualquer cidadão pode pedir a prisão em flagrante”.
‘Ativismo judicial’
Sobre o chamado “ativismo judicial”, Jorge Messias comentou que enxerga a medida com “extrema preocupação”. “O ativismo judicial sempre representa, para qualquer juiz constitucional, um momento de extrema preocupação. Por quê? Ao falar em ativismo judicial, a própria expressão já carrega um elemento extremamente perigoso. E qual é este elemento? A violação ao princípio da separação de Poderes”, disse.
“Com a realidade, a política tem sido levada a uma espécie de terceiro turno e tensionada na perspectiva de transformar o Supremo Tribunal Federal numa espécie de terceira Casa Legislativa. Não tenho concordância com essa visão. Na minha visão, entendo que o Supremo Tribunal Federal não deve ser o Procon da política”, continuou.
O indicado de Lula continuou dizendo que não cabe ao Judiciário legislar ou realizar funções do Executivo, mas que a Corte não pode ser omissa na proteção de vulneráveis e de minorias.
“Não é o espaço do Supremo Tribunal Federal. Agora, o Supremo Tribunal Federal não pode ser omisso. A Constituição estabelece importâncias muito restritas de atuação do Supremo Tribunal Federal na proteção e defesa da dignidade da pessoa humana, na vedação à discriminação, na defesa da igualdade, na proteção de minorias, na proteção de vulneráveis. Essas questões são as questões centrais que devem guiar o juiz constitucional”.
Quem é Jorge Messias?
Advogado-geral da União, Jorge Messias, e o presidente Lula (PT)
O AGU ganhou notoriedade em 2016, quando a então presidente Dilma Rousseff disse a Lula, em ligação gravada pela Polícia Federal (PF), que iria enviar o “Bessias” para levar o termo de posse “em caso de necessidade”. À época, Messias era subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência da República e o atual chefe do Executivo era investigado pela Operação Lava Jato.
Jorge Rodrigo Araújo Messias, 46 anos, nasceu em Recife, Pernambuco. Formou-se em direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Possui títulos de mestre e doutor em desenvolvimento, sociedade e cooperação internacional pela Universidade de Brasília (UnB). Desde 2007, é procurador concursado da Fazenda Nacional.
Messias também foi subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil, secretário de Regulação e Supervisão do Ministério da Saúde e consultor jurídico das pastas da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação. O AGU ainda trabalhou na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e na Procuradoria do Banco Central.
Em 1º de janeiro de 2023, Messias assumiu a Advocacia-Geral da União. Casado e pai de dois filhos, ele é evangélico e frequenta a Igreja Batista. Em razão da religião do AGU, a sua indicação foi vista como aceno de Lula à comunidade.


Fonte: Jovem Pan

Quaest: 84% aprovam e 11% desaprovam governo de Ronaldo Caiado em Goiás

Ronaldo Caiado em entrevista em Goiânia
Reprodução/Youtube CBN Goiânia
O governo de Ronaldo Caiado é aprovado por 84% dos eleitores em Goiás, segundo pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (30). Conforme o levantamento, 11% dos entrevistados desaprovam a gestão, enquanto 5% não responderam ou não souberam opinar.
A pesquisa, encomendada pelo Banco Genial, foi realizada em 54 municípios do estado entre os dias 24 e 28 de abril. Ao todo, 1.104 pessoas com idade acima de 16 anos foram ouvidas. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, e o nível de confiabilidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número GO-00211/2026.
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Veja abaixo os números da pesquisa:
Avaliação de Ronaldo Caiado:
Aprova: 84%
Desaprova: 11%
Não sabe/não respondeu: 5%
Em relação às faixas etárias, o índice de aprovação do ex-governador, que deixou o cargo no dia 31 de março para concorrer à Presidência da República, é maior entre os mais jovens, de 16 a 34 anos, alcançando 86%. Entre os entrevistados pela consultoria com idade entre 35 e 59 anos, a aprovação é de 84%. Dos que possuem mais de 60 anos, o governador é aprovado por 80%.
No que se refere ao gênero, a aprovação é a mesma, de 84% entre homens e mulheres. Já em relação à escolaridade, os percentuais variam de 82% a 86%, sendo:
Ensino fundamental: 82%
Ensino médio: 86%
Ensino superior: 85%
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No quesito renda, Caiado tem a maior aprovação, de 90%, entre as pessoas que ganham acima de cinco salários mínimos. Entre as que recebem entre dois e cinco salários, o índice é de 85%, sendo de 77% entre aquelas que ganham até dois salários mínimos.
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Fonte:

g1 > Política

Quaest: No Ceará, Camilo vai melhor que Elmano contra Ciro para o governo

Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (30) mostra como está a disputa para o governo do Ceará. São quatro cenários de 1º turno, com diferentes combinações de pré-candidatos.
Cenário 1, com 5 pré-candidatos
Ciro Gomes (PSDB): 41%
Elmano de Freitas (PT): 32%
Eduardo Girão (Novo): 4%
Jarir Pereira (PSOL): 1%
Zé Batista (PSTU): 0%
Indecisos: 11%
Branco/nulo/não vai votar: 11%
Cenário 2, com 5 pré-candidatos
Camilo Santana (PT): 40%
Ciro Gomes (PSDB): 33%
Eduardo Girão (Novo): 5%
Jarir Pereira (PSOL): 1%
Zé Batista (PSTU): 1%
Indecisos: 9%
Branco/nulo/não vai votar: 11%
Cenário 3, com 5 pré-candidatos
Elmano de Freitas (PT): 39%
Roberto Cláudio (União Brasil): 16%
Eduardo Girão (Novo): 8%
Jarir Pereira (PSOL): 2%
Zé Batista (PSTU): 1%
Indecisos: 13%
Branco/nulo/não vai votar: 21%
Cenário 4, com 5 pré-candidatos
Camilo Santana (PT): 49%
Roberto Cláudio (União Brasil): 12%
Eduardo Girão (Novo): 9%
Jarir Pereira (PSOL): 1%
Zé Batista (PSTU): 1%
Indecisos: 10%
Branco/nulo/não vai votar: 18%
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 24 e 28 de abril.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Simulações de 2º turno
A pesquisa inclui também quatro simulações de 2º turno. Veja os números:
Cenário 1
Camilo Santana (PT): 44%
Ciro Gomes (PSDB): 39%
Indecisos: 7%
Branco/nulo/não vai votar: 10%
Cenário 2
Ciro Gomes (PSDB): 46%
Elmano de Freitas (PT): 35%
Indecisos: 8%
Branco/nulo/não vai votar: 11%
Cenário 3
Elmano de Freitas (PT): 46%
Roberto Cláudio (União Brasil): 26%
Indecisos: 9%
Branco/nulo/não vai votar: 19%
Cenário 4
Camilo Santana (PT): 58%
Roberto Cláudio (União Brasil): 20%
Indecisos: 6%
Branco/nulo/não vai votar: 16%
Índices de rejeição de cada pré-candidato
A Quaest perguntou aos eleitores cearenses em quais pré-candidatos eles não votariam de jeito nenhum. Os números:
Elmano de Freitas (PT): 42%
Roberto Cláudio (União Brasil): 39%
Camilo Santana (PT): 34%
Ciro Gomes (PSB): 33%
Eduardo Girão (NOVO): 29%
Jarir Pereira (PSOL): 10%
Zé Batista (PSTU): 8%
Continuidade x mudança e peso dos apoios políticos
Para 43%, o próximo governador deveria ser um aliado de Lula. Outros 34% preferem um governador independente, e 18% consideram um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a melhor opção.
Segundo a Quaest, 38% querem que o próximo governador mude apenas o que não está bom na gestão estadual, 35%, que mude totalmente, e 21%, que continue o trabalho que vem sendo feito.
Em relação ao governador Elmano de Freitas (PT), 50% consideram que ele merece ser reeleito, 39%, que não merece, e 11% não sabem ou não responderam.


Fonte:

g1 > Política

Quaest: 53% aprovam e 30% desaprovam governo Elmano de Freitas no Ceará

Segundo pesquisa da Quaest, 50% acham que Elmano de Freitas merece se reeleger.
Thiago Gadelha/SVM
Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (30) mostra que 53% dos eleitores do Ceará aprovam o governo de Elmano de Freitas (PT), enquanto 30% desaprovam. Outros 17% disseram não saber ou não responderam.
Veja abaixo os números da pesquisa.
Aprovação de Elmano de Freitas:
Aprova: 53%
Desaprova: 30%
Não sabe/não respondeu: 17%
Avaliação do governo:
Positiva: 37%
Regular: 36%
Negativa: 19%
Não sabe/não respondeu: 8%
A Pesquisa Quaest também perguntou se o eleitor acha que Elmano de Freitas merece se reeleger no Ceará.
Você acha que Elmano de Freitas merece se reeleger?
Sim: 50%
Não: 39%
Não sabe, não respondeu: 11%
Vídeos em alta no g1
38% dos eleitores quer ‘mudar apenas o que não está bom’
A pesquisa apontou ainda que 38% do eleitorado quer que o próximo governador “mude apenas o que não está bom” no trabalho que vem sendo feito no Ceará.
Na sua opinião, próximo governador deve:
Continuar o trabalho que vem sendo feito: 21%
Mudar apenas o que não está bom: 38%
Mudar totalmente: 35%
Não sabe ou não respondeu: 6%
O novo levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.002 eleitores cearenses entre os dias 24 e 28 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, e o nível de confiança das estimativas é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número CE-01725/2026.
Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:


Fonte:

g1 > Política

Quaest: 51% aprovam e 39% desaprovam governo Eduardo Leite no RS

Eduardo Leite está no segundo mandato no Palácio Piratini
Mauricio Tonetto/Palácio Piratini
Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (30) mostra que 51% dos eleitores do Rio Grande do Sul aprovam o governo de Eduardo Leite (PSD), enquanto 39% desaprovam. Outros 10% disseram não saber ou não responderam.
A avaliação ocorre exatamente um mês após a oficialização de Ronaldo Caiado como o pré-candidato à presidência do PSD — Leite concorria em uma disputa interna. Com a decisão, o governador gaúcho confirmou que seguirá à frente do Palácio Piratini até o final do mandato.
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Veja abaixo os números da pesquisa:
Aprovação de Eduardo Leite:
Aprovam: 51%
Desaprovam: 39%
Não sabem/não responderam: 10%
Avaliação do governo:
Regular: 39%
Positiva: 34%
Negativa: 24%
Não sabem/não responderam: 3%
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.104 eleitores gaúchos entre os dias 24 e 28 de abril.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais, e o nível de confiança das estimativas é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RS-03000/2026.
Vídeos em alta no g1
Tentativa de candidatura à presidência
Eduardo Leite se envolveu recentemente em uma disputa interna para se candidatar à Presidência pelo PSD. Após a desistência do governador paranaense Ratinho Junior, tido como preferido do partido, Leite divulgou um manifesto reafirmando intenção de concorrer ao Palácio do Planalto.
Diante da escolha pelo até então governador goiano Ronaldo Caiado, o gaúcho se disse ‘desencantado’ e afirmou que apoio ao correligionário não será uma ‘simples adesão’. Dias depois, quando o recebeu no RS, declarou que Caiado ‘tem todas as condições para governar o país’.
Continuidade ou mudança
A pesquisa Quaest também perguntou aos eleitores se o próximo governador deve continuar o trabalho que vem sendo feito, se deve mudar apenas o que não está bom ou se deve mudar totalmente.
Continuar o trabalho que vem sendo feito: 17%
Mudar apenas o que não está bom: 47%
Mudar totalmente: 33%
Não sabe/não respondeu: 3%
Sucessor de Leite
A Quaest também perguntou se o governador Eduardo Leite merece ou não eleger um sucessor indicado por ele. Veja os números:
Não merece: 49%
Sim, merece: 39%
Não sabe/não respondeu: 12%
VÍDEOS: Tudo sobre o RS


Fonte:

g1 > Política

Quaest: Juliana Brizola e Luciano Zucco têm empate técnico na disputa para o governo do RS no 1º turno

Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL)
Gustavo Chagas/g1 e Celso Bender/Agência ALRS
Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (30) mostra como está a disputa pelo governo do Rio Grande do Sul. Foram incluídos 5 pré-candidatos.
Veja os números:
Juliana Brizola (PDT): 24%
Luciano Zucco (PL): 21%
Gabriel Souza (MDB): 6%
Marcelo Maranata (PSDB): 2%
Rejane Oliveira (PSTU): 1%
Indecisos: 34%
Branco/nulo/não vai votar: 12%
Quaest: Intenção de voto para governador no Rio Grande do Sul no 1º turno (abril/2026)
Arte/g1
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 24 e 28 de abril.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
Para 30%, a escolha do voto para governador é definitiva, e 68% dizem que ainda pode mudar.
Vídeos em alta no g1
Cenários de 2º turno
A Quaest pesquisou também 3 cenários de 2º turno. Veja os resultados:
Cenário 1
Juliana Brizola (PDT): 35%
Luciano Zucco (PL): 27%
Indecisos: 24%
Branco/nulo/não vai votar: 14%
Quaest: Intenção de voto para governador no Rio Grande do Sul no 2º turno – Juliana Brizola x Zucco (abril/2026)
Arte/g1
Cenário 2
Juliana Brizola (PDT): 35%
Gabriel Souza (MDB): 17%
Indecisos: 29%
Branco/nulo/não vai votar: 19%
Quaest: Intenção de voto para governador no Rio Grande do Sul no 2º turno – Juliana Brizola x Gabriel Souza(abril/2026)
Arte/g1
Cenário 3
Luciano Zucco (PL): 28%
Gabriel Souza (MDB): 20%
Indecisos: 31%
Branco/nulo/não vai votar: 21%
Quaest: Intenção de voto para governador no Rio Grande do Sul no 2º turno – Gabriel Souza x Zucco (abril/2026)
Arte/g1
Índices de rejeição
A Quaest perguntou também aos eleitores em quais pré-candidatos eles não votariam de jeito nenhum.
Juliana Brizola (PDT): 35%
Luciano Zucco (PL): 17%
Gabriel Souza (MDB): 12%
Marcelo Maranata (PSDB): 9%
Rejane Oliveira (PSTU): 7%
Continuidade x mudança e peso dos apoios políticos
Para 23%, o novo governador deveria ser um aliado de Lula. Outros 28% preferem um aliado a Jair Bolsonaro (PL) e 45% consideram um independente a melhor opção.
Segundo a Quaest, 17% dos eleitores gaúchos consideram que o próximo governador deve continuar o trabalho que vem sendo feito. Outros 47% defendem mudar o que não está bom e 33% desejam uma mudança total.


Fonte:

g1 > Política

Quaest no RS: veja os números para a disputa no Senado

Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (30) mostra como está a disputa pelo Senado no Rio Grande do Sul. Manuela D’Ávila (PSOL), Germano Rigotto (MDB), Marcel Van Hattem (Novo) e Paulo Pimenta (PT) lideram os cenários, com empate técnico
Neste ano, cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores.
Vídeos em alta no g1
A Quaest incluiu no questionário dois possíveis cenários. Veja os números:
Cenário 1
Manuela D’Ávila (PSOL): 14%
Germano Rigotto (MDB): 12%
Marcel Van Hattem (Novo): 9%
Paulo Pimenta (PT): 9%
Ubiratan Sanderson (PL): 7%
Frederico Antunes (PSD): 2%
Cláudio Diaz (PSDB): 1%
Indecisos: 28%
Branco/nulo/não vai votar: 18%
Cenário 2
Manuela D’Ávila (PSOL): 13%
Germano Rigotto (MDB): 12%
Paulo Pimenta (PT): 10%
Marcel Van Hattem (Novo): 9%
Ubiratan Sanderson (PL): 6%
Frederico Antunes (PSD): 3%
Indecisos: 28%
Branco/nulo/não vai votar: 19%
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 24 e 28 de abril.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
Para 37%, a escolha de voto para senador é definitiva. Outros 62% afirmam que ainda pode mudar.
Índices de rejeição
A Quaest perguntou também aos eleitores gaúchos em quais pré-candidatos ao Senado eles não votariam de jeito nenhum. Os resultados:
Manuela D’Ávila (PSOL): 41%
Paulo Pimenta (PT): 37%
Germano Rigotto (MDB): 30%
Marcel Van Hattem (Novo): 13%
Frederico Antunes (PSD): 12%
Cláudio Diaz (PSDB): 11%
Ubiratan Sanderson (PL): 10%


Fonte:

g1 > Política

Aprender IA pode estar te deixando para trás

Você já viu essa cena? Reunião importante, dashboard pronto, relatórios gerados em segundos por inteligência artificial. Tudo funcionando. Até que alguém faz a pergunta que realmente importa. E ninguém responde.
Não faltou dado. Não faltou tecnologia. Faltou julgamento. Esse é o paradoxo que começa a aparecer nas empresas. Enquanto todo mundo corre para aprender a usar IA, pouca gente está investindo no que a tecnologia não consegue fazer. E é justamente isso que vai definir quem lidera nos próximos anos.
A inteligência artificial está deixando de ser diferencial para virar infraestrutura. O movimento é semelhante ao que aconteceu com o pacote Microsoft Office nos anos 90. Na época, dominar Excel era um diferencial competitivo. Hoje, não impressiona ninguém. É o mínimo esperado.
Com a IA, o caminho é o mesmo, só que mais rápido. Levantamentos recentes indicam que cerca de 78% das empresas já utilizam algum tipo de inteligência artificial nos seus processos. Entre pequenas empresas, esse número chega a 89%.
Em pouco tempo, dizer que sabe usar IA terá o mesmo peso que dizer que sabe usar e-mail, o básico. E isso muda completamente a lógica das carreiras. Aprender ferramentas continua sendo importante, mas não é isso que vai diferenciar ninguém.
O que diferencia é outra camada. A inteligência artificial trabalha com padrões. Organiza dados, cruza informações, gera conteúdo e sugere caminhos com uma velocidade impossível para qualquer ser humano.
Mas não decide, não interpreta contexto político, não percebe o que não foi dito, não assume responsabilidade. E é justamente nesse espaço que o valor humano cresce. A primeira habilidade que passa a ganhar peso é o pensamento crítico.
A IA responde. O profissional precisa saber perguntar. E, mais importante, precisa saber quando a resposta está errada.
Existe um fenômeno chamado viés de automação. Estudos indicam que mais de 80% das pessoas tendem a confiar nas respostas da máquina, mesmo quando elas estão incorretas. A IA fala com muita segurança. E isso engana.
Sem senso crítico, o risco não é usar mal a tecnologia. É parar de pensar. Outra capacidade que passa a ser decisiva é enxergar pontos cegos. A inteligência artificial trabalha com o que está registrado. Com dados históricos, padrões e informações disponíveis.
Mas decisões importantes raramente dependem só disso. Elas passam por fatores que não aparecem em relatório. Dinâmicas internas, interesses conflitantes, tensões que não são verbalizadas.
Esse tipo de leitura não está na base de dados. Está na experiência. E continua sendo exclusivamente humana. A forma de liderar também está mudando.
O modelo tradicional, baseado em hierarquia, perde força. A liderança passa a acontecer cada vez mais fora do organograma. É a capacidade de influenciar sem autoridade formal. De alinhar áreas com interesses diferentes. De mobilizar pessoas que não têm obrigação de seguir você.
À medida que a IA assume tarefas operacionais, as equipes humanas ficam mais especializadas e mais autônomas. E isso exige um tipo de liderança que nenhuma ferramenta ensina.
A própria McKinsey & Company aponta que, com o avanço da IA, competências como julgamento, relacionamento e empatia ganham ainda mais relevância. E aqui existe ainda um ponto pouco discutido: a IA recomenda. Quem decide continua sendo o humano. E decisão tem custo.
Não existe algoritmo que vá assumir um erro em uma reunião difícil. Não existe ferramenta que vá sustentar uma decisão impopular diante de um conselho. Confundir recomendação com decisão é um dos riscos mais silenciosos desse momento.
E ele já está acontecendo. Pesquisas conduzidas por instituições como o Massachusetts Institute of Technology e a Microsoft mostram que o uso intensivo de IA, sem reflexão ativa, pode reduzir a capacidade de raciocínio independente.
O efeito é parecido com o que aconteceu com o GPS. Antes, as pessoas desenvolviam senso de direção. Hoje, seguem instruções. Quando o sistema falha, ficam perdidas.
Com a IA, o risco é o mesmo: não de substituição, mas de dependência. A diferença entre quem vai avançar e quem vai ficar para trás não está em quem usa mais inteligência artificial.
Está em quem usa a tecnologia para pensar melhor, não para pensar menos. A pergunta, portanto, muda. Não é mais “como eu aprendo IA?”.
É “o que só eu consigo fazer e o que estou fazendo para evoluir nisso?”. A tecnologia vai executar com mais velocidade, mais escala e menos custo, mas não vai definir direção, não vai construir confiança e não vai sustentar decisões difíceis.
Isso continua sendo humano. E é isso que vai separar quem lidera de quem apenas acompanha.


Fonte: Jovem Pan