Início Site

Flávio tem 45,3% e Lula, 44,7% no 2º turno

Foto: Conexão Política
Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (6) aponta Flávio Bolsonaro com 45,3% das intenções de voto contra 44,7% do presidente Lula em eventual segundo turno.
O resultado equivale a um empate técnico dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais, mas com inversão em relação ao levantamento anterior do mesmo instituto. Em abril, Lula aparecia numericamente à frente por 45,8% a 45,5%.
Confirmação de outro instituto
A Real Time Big Data, que ouviu 2.000 eleitores entre 2 e 4 de maio, também registrou Flávio numericamente à frente no segundo turno, com 44% contra 43% de Lula, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Entre março e maio, Flávio subiu de 41% para 44% nas intenções, enquanto Lula variou de 42% para 43%. Dois institutos distintos, com metodologias e amostras diferentes, apontando a mesma direção na mesma semana.
Perfil do eleitorado
Lula tem melhor desempenho entre mulheres, eleitores com mais de 60 anos, pessoas com renda de até dois salários mínimos, católicos e moradores do Nordeste. Flávio, por sua vez, registra seus melhores índices entre evangélicos, eleitores da região Sul e pessoas com renda superior a cinco salários mínimos. Entre homens, os dois empatam com 36% cada no primeiro turno estimulado.
Outros cenários e indecisos
No cenário de segundo turno contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula soma 44,7% contra 40% do ex-governador goiano. Contra Romeu Zema (Novo), Lula registra 44% a 39%.
A única simulação com diferença mais expressiva ocorre contra Renan Santos, em que Lula aparece com 48% contra 24%.
Os votos brancos e nulos variam entre 7% e 13% dependendo do cenário, enquanto os indecisos chegam a até 15%.
Metodologia
A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas por telefone entre os dias 1 e 5 de maio. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE sob o protocolo BR-05356/2026.


Fonte: Conexão Política

Cinco ministros e diretor da PF: veja quem acompanha Lula na viagem aos EUA para encontro com Trump

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nesta quarta-feira (6) para os Estados Unidos (EUA), onde terá uma reunião com o presidente Donald Trump, em meio a um cenário de tensões recentes na relação entre os dois países.
A viagem ocorre em um momento delicado da política internacional e é vista como uma tentativa de reabrir canais de diálogo, com uma agenda que reúne interesses diplomáticos, econômicos e estratégicos.
Veja quem integra a comitiva:
Mauro Vieira, Ministério de Relações Exteriores
Dario Durigan, Ministério da Fazenda
Márcio Rosa, Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
Alexandre Silveira, Ministério de Minas e Energia
Andrei Rodrigues, Diretor-Geral da Polícia Federal
Wellington César Lima e Silva, Ministério da Justiça e Segurança Pública
O grupo foi montado com foco em temas sensíveis da agenda bilateral, como comércio, terras raras, combate ao crime organizado, conflitos internacionais, a investigação americana sobre o PIX e o cenário eleitoral brasileiro.
Também fazem parte da delegação integrantes da equipe econômica e diplomática, além de auxiliares diretos do Palácio do Planalto, que devem acompanhar as discussões e prestar suporte técnico durante as reuniões.
O encontro entre Lula e Trump ocorre sem o status de visita de Estado, sendo classificado como uma reunião de trabalho. A viagem a Washington vinha sendo articulada desde março, mas acabou adiada em meio à escalada da guerra no Oriente Médio e com o envolvimento dos Estados Unidos no conflito.
Esse é o terceiro contato pessoal entre Trump e o presidente brasileiro, desde que Lula assumiu o mandato.
O primeiro encontro foi em 2025 na Malásia durante uma Cúpula da ASEAN e também durante a Assembleia Geral da ONU, que ocorre anualmente em Nova York, nos Estados Unidos.


Fonte:

g1 > Política

Proibição de prática que reduz vida útil de produtos avança

A Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) aprovou nesta quarta-feira (6) projeto que coíbe a obsolescência programada — prática em que produtos são feitos para durar menos —, e regula o direito do consumidor ao reparo dos produtos. O PL 805/2024 segue agora para análise terminativa da Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC).
Do senador Ciro Nogueira (PP-PI), o texto recebeu parecer favorável do senador Dr. Hiran (PP-RR). O texto altera o Código de Defesa do Consumidor (CDC), incluindo como direito básico a proteção contra a medida que reduz propositalmente a duração de produtos ou componentes em circulação no mercado de consumo, com exceção para obsolescência decorrente de legislação.
A obsolescência programada, também chamada de obsolescência planejada, ocorre quando um produto lançado no mercado se torna inutilizável ou obsoleto em pouco tempo de forma proposital, ou seja, quando empresas lançam mercadorias para que sejam rapidamente descartadas como forma de estimular o consumidor a comprá-las novamente.
O projeto veda ao fornecedor de produtos ou serviços programar a obsolescência, reduzindo artificialmente a durabilidade ou o ciclo de vida dos componentes e recusar o acesso de consumidores, direta ou indiretamente, a ferramentas, peças sobressalentes, informações e manuais explicativos necessários ao reparo dos produtos comercializados. 
O texto também proíbe que empresas recusem manutenção ou reparo de produto que tenha sido consertado anteriormente fora das redes de serviços autorizadas. O CDC ganhará um novo capítulo que trata do direito
O projeto ainda acrescenta ao CDC um capítulo que trata do direito ao reparo, garantindo ao consumidor a liberdade para escolher o local de conserto dos produtos adquiridos, e permitindo que o comprador decida se quer ou não preservar a garantia de fábrica.
Garantia 
Segundo o texto, fabricante, produtor, construtor e importador devem assegurar aos consumidores o acesso a ferramentas e peças sobressalentes necessárias para reparos por um prazo mínimo de cinco anos, contados da inserção do produto no mercado de consumo, podendo esse prazo ser estendido até o limite de 20 anos, conforme a categoria ou classificação do produto.
O consumidor também deve ter acesso garantido a informações e manuais explicativos necessários ao reparo dos produtos comercializados, bem como a orientações sobre a possibilidade de realização de consertos por terceiros e as consequências dessa escolha, em especial a perda de garantia.
Passa a ser responsabilidade do fabricante, do produtor, do construtor e do importador disponibilizar aos consumidores uma plataforma digital com informações sobre reparos, ferramentas e peças sobressalentes, assim como a localização dos serviços, as condições e o tempo necessário para a conclusão do reparo e a disponibilidade de produtos de substituição temporária. 
A plataforma deve permitir o registro de oficinas de reparo independentes, bem como de vendedores de produtos recondicionados e de compradores de produtos defeituosos para fins de recondicionamento.
Quem desrespeitar o direito ao reparo poderá ser penalizado com multa que varia de R$ 10 mil a R$ 50 milhões.
A lei que resultar da aprovação do projeto entrará em vigor após 180 dias decorridos de sua publicação.
Dr. Hiran afirmou que a obsolescência programada prejudica o meio ambiente, pois gera aumento de resíduos e uso maior de matérias-primas, e coloca o consumidor em uma posição desfavorável, principalmente quando há dificuldade para conseguir consertar o produto. 
— Os consumidores, por não terem alternativa, acabam por despender recursos na substituição do bem, perpetuando este círculo vicioso”, avalia. Para ele, a vedação à obsolescência programada e a garantia do direito de reparo aos consumidores são medidas importantes para a promoção de um desenvolvimento econômico sustentável.
O relator apresentou emenda acrescentando ao texto a proibição da redução do desempenho de aparelhos por meio de envio de mensagens de erro quando eles são consertados com peças do mercado secundário ou usadas. Ele chegou a citar experiência pessoal com seu próprio celular que, por ser um modelo mais antigo, passou por atualização e acaba restringindo a conexão com cabos e acessórios necessários para seu funcionamento. 
— Eu tenho esse telefone aqui que é mais antigo, e só o fato de ter mudado a conexão para carregar, as vezes o consumidor é estimulado de maneira mercadológica a comprar um aparelho muito mais moderno, mas que faz basicamente a mesma coisa, mas somente porque essa conexão mudou. 
Ele explicou que essa prática, chamada pareamento de partes, tem sido adotada nos últimos anos por alguns fabricantes de celulares ou tablets com o objetivo de restringir o reparo apenas à rede de oficinas autorizadas ou credenciadas. 
— Essa política industrial restringe, de modo irrazoável, a liberdade do consumidor, na medida em que o mantém vinculado ao acervo de peças e aos serviços oferecidos pelo fabricante”, aponta, lembrando também que a maioria das cidades do país não possui rede autorizada para o conserto de aparelhos das principais marcas presentes no mercado.


Fonte: Senado Federal

CEsp aprova eleição remota em organizações esportivas

Organizações esportivas deverão oferecer votação não presencial na eleição de seus dirigentes. É o que prevê projeto de lei aprovado nesta quarta-feira (6) na Comissão de Esporte (CEsp). O texto vai a Plenário.
Atualmente, a Lei Geral de Esporte permite que os associados votem remotamente, mas não assegura o direito. Em todos os casos, o sistema de voto deve ser “imune a fraudes”.
A relatora do PL 3.163/2023, senadora Leila Barros (PDT-DF), afirmou que o texto aumenta a participação dos associados nas organizações esportivas, como federações e clubes. Para ela, os avanços digitais permitem segurança na votação virtual.
— O projeto estimula maior engajamento dos associados na vida institucional das agremiações, fortalecendo a governança e promovendo decisões mais representativas — disse Leila, que também preside é a CEsp.
A senadora manteve o texto do deputado Bandeira de Mello (PSB-RJ).


Fonte: Senado Federal

CCT aprova alerta em celulares para desaparecimento de crianças

A Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) aprovou nesta quarta-feira (6) projeto que obriga empresas de telefonia a enviar alerta imediato e gratuito aos usuários em região em que haja desaparecimento de criança, adolescente, pessoa idosa ou pessoa com deficiência. Os alertas deverão se estender a portos, aeroportos, Polícia Rodoviária Federal e companhias de transporte interestaduais e internacionais. O PL 3.543/2025 segue para análise da Comissão de Direitos Humanos (CDH). 
Do ex-deputado federal Delegado Francischini (PR), o texto teve como relator o senador Izalci Lucas (PL-DF), cujo parecer foi lido pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF). De acordo com a proposta, a mensagem a ser enviada será denominada “alerta Pri”, homenagem a Priscila Belfort, desaparecida em 2004 no centro do Rio de Janeiro, após sair do trabalho para almoçar. Irmã do lutador Victor Belfort, ela nunca foi encontrada. Seu desaparecimento, explica o relator, mobilizou a família, ativistas e autoridades por mais de duas décadas e inspirou o sistema homônimo criado no estado do Rio de Janeiro em 2022. 
Sistema de alertas
O projeto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069, de 1990), o Estatuto da Pessoa Idosa (Lei 10.741, de 2003) e o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146, de 2015), inserindo nessas leis a obrigatoriedade do alerta aos usuários na região do desaparecimento e a realização de investigação imediatamente após notificação aos órgãos competentes, que deverão então comunicar o fato aos portos, aeroportos, Polícia Rodoviária Federal e companhias de transporte interestaduais e internacionais.
Além disso, altera a Lei 13.812, de 2019, incluindo a divulgação dos desaparecimentos por empresas de telefonia móvel como uma das diretrizes que devem ser seguidas para a busca e localização de pessoas desparecidas, e adicionando as empresas de telefonia móvel com provedores de aplicações de internet, especialmente os serviços de mensagens e redes sociais, entre as entidades com as quais o poder público deverá realizar convênios para a emissão de alertas. Hoje, esses convênios são previstos apenas com emissoras de rádio e de televisão.
Desaparecimento de crianças
Em seu relatório, Izalci aponta o elevado número de desaparecimentos no Brasil, que, na avaliação dele, demandam uma resposta do legislador: em 2025, foram registrados 84.760 casos, o equivalente a 232 sumiços por dia, dos quais quase 24 mil envolviam crianças e adolescentes.
Ele explica que o projeto é inspirado no modelo norte-americano conhecido como Amber Alert (America’s Missing: Broadcast Emergency Response), criado em 1996 e implantado no Brasil em 2023 por meio de acordo de cooperação técnica entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública e a empresa Meta, dona de redes sociais. 
Porém, embora classifique a iniciativa como relevante e bem-vinda, o relator considera que seu alcance é insuficiente, pois é restrito a uma única única plataforma, não abrange quem não utiliza redes sociais, não alcança idosos nem pessoas com deficiência e não impõe nenhuma obrigação às operadoras de telefonia — além de ser apenas um acordo, e não uma lei, podendo ser revisto a qualquer momento pelo Poder Executivo. 
— O PL 3.543/2025 muda essa lógica ao estabelecer a obrigatoriedade do alerta nas operadoras de telefonia móvel e ao abrir o caminho para convênios mandatórios com provedores de aplicações de internet, conferindo ao sistema a estabilidade e a abrangência que hoje lhe faltam. O mérito da proposição está em transformar em lei aquilo que hoje depende de convênios e de cooperações técnicas voluntárias — leu Damares. 
O parecer aponta ainda que as prestadoras de serviços de telecomunicações já têm infraestrutura para envio de mensagens em massa, e por isso o projeto não gera a elas nenhum custo desproporcional.


Fonte: Senado Federal

Morre Ted Turner, fundador da CNN, aos 87 anos

O empresário e filantropo Ted Turner, fundador da CNN, morreu nesta quarta-feira (6), aos 87 anos, segundo comunicado da Turner Enterprises. Até o momento, a causa da morte não foi informada.
Nascido em Ohio e radicado em Atlanta, Turner formou um conglomerado de mídia que incluiu a primeira superestação da TV a cabo, além de canais de cinema e animação e participação em equipes esportivas como o Atlanta Braves.
Além de sua atuação na comunicação, Turner também se destacou como velejador, ambientalista e filantropo. Fundou a Fundação das Nações Unidas, defendeu a eliminação mundial de armas nucleares e tornou-se um dos maiores proprietários de terras dos Estados Unidos.
Em 1991, Turner foi escolhido “Homem do Ano” pela revista Time por seu papel em influenciar os acontecimentos e transformar espectadores em cerca de 150 países em testemunhas imediatas da história.
Após vender seus ativos para a Time Warner, afastou-se da administração, mas continuou apontando a CNN como sua principal conquista.
Em nota, o presidente da CNN Worldwide, Mark Thompson, afirmou que Turner foi um líder “destemido e visionário”, cujo legado segue influenciando a emissora e o jornalismo global.
Em 2018, Turner revelou ter sido diagnosticado com demência com corpos de Lewy. No início de 2025, foi internado com pneumonia leve e se recuperou. O empresário deixa cinco filhos, 14 netos e dois bisnetos.

Ted Turner, the billionaire media entrepreneur and philanthropist who launched the 24-hour cable TV news revolution when he founded CNN in 1980, has died. He was 87. https://t.co/CboJPpPBiC pic.twitter.com/DOKk9QM120
— CNN (@CNN) May 6, 2026


Fonte: Jovem Pan

Genial/Quaest: veja as intenções de voto de Lula, Flávio e outros presidenciáveis em 10 estados

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (6) apresentou as intenções de voto para presidente da República em dez estados brasileiros, que concentram cerca de 75% de todo o eleitorado nacional.
Os dados revelam que o presidente Lula (PT) mantém liderança nos estados do Nordeste. Por outro lado, o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera ou empata tecnicamente com o petista nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
A pesquisa também mediu a força de governadores em seus redutos eleitorais, como Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais e Ronaldo Caiado (PSD) em Goiás.
Pesquisa Genial/Quaest mostra intenções de voto de Lula e Flávio Bolsonaro em 10 estados
Confira abaixo o cenário estimulado de 1º turno estado por estado:

Pernambuco
Em seu estado natal, o presidente Lula lidera com tranquilidade. O petista atinge 53% das intenções de voto, abrindo larga vantagem sobre Flávio Bolsonaro, que marca 19%. Ronaldo Caiado, Zema e Renan Santos (Missão) têm 1% cada.
Ceará
O cenário cearense é bastante favorável ao atual governo. Lula lidera com a metade das intenções de voto, registrando 50%. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar com 23%. Zema tem 2%, enquanto Caiado e Renan Santos têm 1% cada.
Bahia
Maior colégio eleitoral do Nordeste, a Bahia consolida a força do PT na região. Lula marca 49% contra 19% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado tem 2%, Zema 1% e Renan Santos 1%.
Pará
No Norte do país, o cenário é de empate técnico. Lula tem 35% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 32%. Caiado e Renan Santos aparecem com 2%, enquanto Zema tem 1%.
Minas Gerais
O segundo maior colégio eleitoral do país apresenta a maior força do ex-governador Romeu Zema. Lula lidera com 33%, seguido por Flávio Bolsonaro com 27% e Zema com 11%. Caiado possui 2% e Renan Santos, 1%.
São Paulo
No maior estado do Brasil, a vantagem no primeiro turno é da oposição. Flávio Bolsonaro lidera com 34%, enquanto Lula aparece com 31%. Como a margem de erro em SP é de 2 pontos, o cenário é de empate técnico, mas com o senador numericamente à frente.
Zema aparece com 3% na pesquisa, enquanto Caiado e Renan Santos têm 1% cada das intenções de voto.
Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro apresenta um cenário apertado. Flávio Bolsonaro tem 31% das intenções de voto contra 29% de Lula. O estado registra um dos maiores índices de votos brancos, nulos ou pessoas que dizem não votar (17%).
Caiado e Zema têm 2% cada das intenções de voto, enquanto Renan Santos aparece com 1%.
Rio Grande do Sul
A pesquisa aponta mais um empate técnico na região Sul para o primeiro turno. Flávio Bolsonaro e Lula aparecem lado a lado, com o senador marcando 31% e o presidente 29%. O número de eleitores indecisos é o maior entre os 10 estados pesquisados: 19%.
Zema e Caiado têm 3% na pesquisa, seguidos por Renan Santos com 2%.
Paraná
Entre os estados pesquisados, o Paraná é o reduto mais consolidado para a direita. Flávio Bolsonaro desponta com 38% das intenções de voto, abrindo uma diferença confortável para Lula, que registra 23%. Já Caiado e Zema têm 3% cada, enquanto Renan Santos tem 2%.
Goiás
O estado do Centro-Oeste é o único onde a liderança não está com Lula ou Flávio. O governador Ronaldo Caiado (PSD) lidera as intenções de voto com 31%, empurrando Flávio Bolsonaro para o segundo lugar, com 25%. Lula aparece na terceira colocação com 20%.
Zema aparece com 2%, enquanto Renan Santos tem 1% das intenções de voto.
Segundo turno
A pesquisa Quaest também fez um levantamento sobre as intenções de voto para segundo turno. Em um eventual cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, a divisão se mantém. Flávio venceria no RS (57% a 31%), PR (50% a 30%), GO (47% a 34%), SP (47% a 35%) e RJ (45% a 32%). Já Lula sairia vitorioso em PE (57% a 23%), BA (55% a 22%), CE (56% a 28%), PA (43% a 36%) e MG (39% a 36%, um cenário de empate técnico em território mineiro).
Genial/Quaest mostra disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro em um eventual 2º turno
Em relação a Zema, Lula sairia vitorioso em PE (60% a 13%), CE (58% a 17%), BA (56% a 13%), PA (42% a 24%) e RJ (32% a 23%). Já o ex-governador de MG, Zema venceria numericamente em MG (38% a 37%), SP (36% a 35%), GO (35% a 33%) e PR (32% a 29%), todos em cenário de empate técnico, além de um empate exato no RS (30% a 30%).
Genial/Quaest mostra disputa entre Lula e Zema em um eventual 2º turno
Já em um eventual cenário entre Lula e Ronaldo Caiado, o ex-governador goiano venceria com folga em GO (51% a 26%) e lideraria numericamente no PR (32% a 29%, empate técnico). Já Lula sairia vitorioso no CE (57% a 17%), PE (56% a 17%), BA (56% a 15%), PA (43% a 25%), MG (38% a 26%), SP (35% a 34%, empate técnico), RJ (32% a 22%) e RS (32% a 29%, empate técnico).
Genial/Quaest mostra disputa entre Lula e Caiado em um eventual 2º turno
O levantamento realizou 11.646 entrevistas presenciais entre os dias 21 e 28 de abril de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais em São Paulo e 3 pontos nos demais estados. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09928/2026, em São Paulo; BR-00430/2026, em Minas Gerais; BR-06207/2026, no Rio de Janeiro; BR-08703/2026, na Bahia; BR-01656/2026, no Paraná; BR-06915/2026, no Rio Grande do Sul; BR-03473/2026, em Pernambuco; BR-01347/2026, no Ceará; BR-01755/2026, no Pará; e BR-01368/2026, em Goiás.


Fonte: Jovem Pan

Santa Fe x Corinthians: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Independiente Santa Fe e Corinthians se enfrentam nesta quarta-feira (06) às 21h30 (de Brasília), no Nemesio Camacho El Campín Stadium, na Colômbia. A partida é válida pela 4ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. 
O Santa Fe vem de uma vitória por 3 x 1 contra o Internacional de Bogotá no domingo (03), pelo Campeonato Colombiano. O Corinthians também jogou neste domingo (03), mas perdeu por 2 x 1 para o Mirassol, pelo Campeonato Brasileiro.
Onde assistir Independiente Santa Fe x Corinthians ao vivo
A partida será transmitida ao vivo pela Globo (TV aberta), GETV e Paramount+ (streaming), com início da transmissão às 21h30 (de Brasília).


Fonte: Jovem Pan

Artista performa nua em sino gigante contra crise climática e gera polêmica

Uma artista se pendurou nua de cabeça para baixo dentro de um sino gigante como forma de protesto contra as mudanças climáticas.

A ação aconteceu no pavilhão da Áustria durante a 61ª Bienal de Arte de Veneza de 2026, na Itália. A artista foi identificada como a austríaca Florentina Holzinger.
Segundo a própria artista, a obra “Seaworld Venice” é uma instalação de grande escala que aborda o “apocalipse climático”. O sino com uma pessoa em seu interior simboliza um alerta para o avanço das águas e o risco de inundações no planeta.
A performance gerou controvérsia e polêmica nas redes sociais, onde usuários questionaram até que ponto a obra pode ser considerada arte.

No X, um dos usuários questionou: “A performer fica pendurada de cabeça para baixo, balançando o corpo para tocar o sino… Isso é arte?”
Por outro lado, outro usuário reconheceu o potencial artístico da obra: “Isso é muitas coisas, mas como alguém poderia negar que é arte?”

A Bienal de Veneza é uma das mais importantes exposições de arte contemporânea do mundo. Realizada na cidade italiana desde 1895, o evento reúne, a cada dois anos, artistas de diversos países e funciona como um dos principais espaços de debate e experimentação artística global.
Florentina Holzinger, nascida em 1986, é coreógrafa, diretora e artista performática. Conhecida por trabalhos provocativos, costuma utilizar elencos exclusivamente femininos e explorar o corpo como linguagem artística. Atualmente, reside na Holanda.

 


Fonte: Jovem Pan

Fim da escala 6×1 é compromisso da Câmara com os trabalhadores, diz Motta

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6×1 é um compromisso da Casa com os trabalhadores. A declaração foi dada durante entrevista à Rádio Câmara nesta quarta-feira (6).
Segundo Motta, a alteração na legislação tem o propósito de fornecer aos empregados mais tempo para o lazer, os cuidados com a saúde e o convívio familiar.
Em publicação nas redes sociais na semana passada, o parlamentar havia afirmado que o foco é aprovar o texto principal ainda no mês de maio.
Para garantir a agilidade do processo, Motta convocou sessões deliberativas do Plenário de segunda-feira (4) até sexta-feira (8). A medida busca acelerar a contagem do prazo regimental exigido para a apresentação de emendas na comissão especial responsável pela análise da PEC.
Em mensagem publicada no Dia do Trabalho (1º de maio), Motta voltou a enfatizar a intenção de concluir a deliberação no curto prazo. “Já instalamos a Comissão Especial para um debate profundo e rápido. Nossa meta é entregar a aprovação do texto ainda no mês de maio”, declarou o parlamentar.

 

Ver essa foto no Instagram

 
Um post compartilhado por Hugo Motta (@hugomottapb)

 
‘Ponto de equilíbrio’
Os parlamentares envolvidos na discussão da proposta apontam a necessidade de debater o tema considerando os impactos econômicos. Motta classificou a PEC como uma mudança estruturante e indicou que a adoção da nova jornada exigirá cautela e diálogo para não gerar danos à produtividade do país.
“É uma mudança muito estruturante, pois terá impactos positivos e irá requerer cuidado com a economia, para que algo muito positivo não seja danoso para a produtividade. Cautela e diálogo para que a melhor saída possa ser dada. Mas essa pauta é um compromisso da Câmara com os trabalhadores”, disse o presidente da Câmara.
O deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), relator da PEC da escala 6×1, adotou posição semelhante. O parlamentar declarou que a comissão busca um “ponto de equilíbrio” entre os avanços reivindicados pela classe trabalhadora e a proteção demandada pelos empregadores.
Como formato de adaptação do mercado, o relator defende a aplicação de uma regra de transição com duração de dois anos. Pela proposta do plano de trabalho, a jornada atual de 44 horas semanais seria reduzida para 42 horas no primeiro ano de vigência da lei, passando para 40 horas semanais no segundo ano.
Possível compensação fiscal
As discussões no Congresso Nacional também envolvem a análise de uma possível compensação fiscal. A medida seria voltada para empresas dos setores produtivo, industrial, de serviços e do agronegócio.
Na elaboração do relatório final, Prates ressaltou que a prioridade das mudanças será o trabalhador. O parlamentar destacou que haverá foco na situação das mulheres, que representam a maioria dos profissionais que cumprem a atual escala de seis dias de trabalho para um dia de folga.
Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição, a matéria exige quórum qualificado. O texto dependerá do voto favorável de pelo menos 308 dos 513 deputados federais para ser aprovado e avançar no Congresso.


Fonte: Jovem Pan