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No Dia do Trabalhador, Lula cita queda no desemprego, ampliação da licença-paternidade e redução do IR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) utilizou as redes sociais neste sábado (1º), para celebrar o Dia do Trabalhador, apresentando um balanço das ações de seu governo.
Lula destacou, entre as medidas, a isenção do Imposto de Renda (IR) para trabalhadores que recebem até R$ 5 mil mensais, além da redução do tributo para faixas salariais de até R$ 7.350. O petista também citou a redução do desemprego e da inflação.
“Temos a menor inflação acumulada em quatro anos da história do Brasil, a menor taxa de desemprego, e o rendimento médio dos trabalhadores é o maior da história do Brasil”, disse Lula na postagem.
Lula também declarou que o governo tem compromisso com a valorização real do salário mínimo e a antecipação do 13º salário para aposentados e pensionistas, medida que tem sido adotada anualmente em sua gestão como forma de injetar recursos na economia.
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O presidente destacou ainda a aprovação da ampliação da licença-paternidade, que visa a uma maior participação masculina nos cuidados com recém-nascidos.
A ampliação será feita de forma gradual. A licença passará dos atuais cinco dias para:
10 dias em 2027;
15 dias em 2028;
20 dias em 2029.
No setor de energia e assistência, o petista mencionou a isenção da conta de luz para famílias de baixa renda e o programa que garante botijão de gás de cozinha para a população vulnerável.
Pronunciamento do presidente Lula sobre o 1º de Maio
Reprodução


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g1 > Política

Bruno Bolsonaro Scheid (PL) ouve demandas da população durante agenda em Nova Brasilândia do Oeste

Pré-candidato esteve ao lado do vereador Jackson Leitte (PL), visitou produtores, comércio local e reforçou discurso direto com a população

O pré-candidato ao Senado por Rondônia, Bruno Bolsonaro Scheid (PL), cumpriu agenda no município de Nova Brasilândia do Oeste (RO), onde se reuniu com produtores rurais, comerciantes e lideranças locais. Acompanhado do vereador Jackson Leitte (PL), Scheid percorreu diferentes pontos da cidade, incluindo uma caminhada pelo comércio e encontros diretos com moradores.

Durante a visita, o pré-candidato também esteve na Associação Comercial e Empresarial do município, onde dialogou com empreendedores e ouviu demandas do setor produtivo. Nova Brasilândia do Oeste tem sua economia fortemente baseada no agronegócio, com destaque para a pecuária de corte e leite, além da produção agrícola de café, milho e soja — atividades que sustentam grande parte da economia local e movimentam o comércio da região.

Em contato direto com trabalhadores e comerciantes, Scheid destacou a importância de valorizar quem está na base da economia.

 

“Isso aqui que vale a pena. Fora isso aqui, meu irmão, esquece. E aí eu vou aqui falar bonitinho, fazer um linguajar que não representa esse cara que está aqui, preparando o comércio dele para a noite”, afirmou ao observar a rotina de um comerciante local.

Ao longo da caminhada, o pré-candidato reforçou seu estilo direto e afirmou que sua atuação política não será baseada em discursos ensaiados. “É por causa de caras como esse aqui que a gente tem que sair de casa. Não tenho condição de montar um personagem, não vou montar”, declarou.

Em outro momento, completou: “Ah, não gosto dele porque ele fala tal coisa. Não me importo. Eu vou agradar, sabe quem? Quem quer segurança, quem quer saúde, quem quer menos imposto, quem quer vida decente. Vagabundo não vai gostar do meu discurso mesmo, não, chapa”.

A agenda também incluiu visita ao pastor Sidney, da Assembleia de Deus, onde Scheid participou de um momento de fé e diálogo.

Além disso, concedeu entrevista à rádio local, Parecis FM 88.3, onde apresentou suas propostas para o estado de Rondônia e comentou temas nacionais, ampliando o tom crítico em relação a pautas ideológicas.

“O pessoal da esquerda, Jackson, fala que um bebê no útero da mãe ainda não é uma pessoa, um homem ou uma mulher. Mas fala que um homem vestido de mulher é mulher. Não dá pra entender o pensamento dessa galera ou não? Vamos mudar o pensamento aí, pessoal”, afirmou.

A visita reforça a estratégia do pré-candidato de intensificar presença no interior do estado, aproximando-se de setores produtivos e da população.

Em um município onde o agronegócio é motor econômico e símbolo de desenvolvimento, o discurso de valorização do produtor rural e do trabalhador local ganha espaço, ao mesmo tempo em que evidencia o tom crítico e ideológico adotado por Scheid em sua pré-campanha.

Dia do Trabalho: vereador destaca que brasileiro trabalha até 5 meses por ano para pagar impostos

Durante o Dia do Trabalho, uma reflexão sobre a carga tributária no Brasil voltou ao centro do debate após posicionamento do vereador Amarilson Carvalho, que chamou atenção para o impacto direto dos impostos no tempo de trabalho da população. Segundo ele, o brasileiro médio trabalha entre 147 e 150 dias por ano — o equivalente a quase cinco meses — apenas para arcar com tributos federais, estaduais e municipais antes mesmo de começar a gerar renda para si próprio.

A observação reforça um tema recorrente no cenário econômico nacional: o peso da tributação sobre o trabalhador e a percepção de retorno dos serviços públicos. Especialistas apontam que a arrecadação é essencial para garantir o funcionamento do Estado, incluindo áreas como saúde, segurança e infraestrutura, mas destacam que a eficiência na aplicação desses recursos continua sendo alvo de questionamentos por parte da sociedade.

Em análises mais amplas, a relação entre contribuinte e Estado também é interpretada sob uma perspectiva histórica, sendo frequentemente comparada a modelos de organização em que há transferência de riqueza em troca de proteção e ordem. No contexto atual, essa dinâmica se manifesta por meio da cobrança de impostos e da expectativa de contrapartida em serviços e políticas públicas.

Para Amarilson Carvalho, o dado sobre o tempo dedicado ao pagamento de tributos evidencia a necessidade de ampliar o debate sobre equilíbrio fiscal e qualidade do gasto público. A discussão, que ganha força em datas simbólicas como o Dia do Trabalho, permanece como um dos principais pontos de atenção no cenário político e econômico do país.

TSE rejeita recurso e confirma cassação de Silvia Waiãpi, ex-deputada indígena apoiadora de Bolsonaro

Silvia Waiãpi durante audiência na Câmara sobre concessão de hidrovias
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, nesta quinta-feira (30), o recurso apresentado pela ex-deputada federal Sílvia Nobre Lopes (PL-AP), bolsonarista conhecida como Silvia Waiãpi, contra a cassação de mandato. A decisão foi por unanimidade.
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Amapá por usar verbas públicas de campanha em procedimento estético durante as Eleições de 2022.
A representação contra ela descrevia que ela teria usado R$ 9 mil dos recursos destinados à campanha de 2022 para pagar uma harmonização facial em um consultório odontológico em Macapá.
A decisão do TSE confirmou o entendimento do TRE do Amapá. O tribunal determinou a nulidade da votação recebida por Silvia Waiãpi, a retotalização dos votos e novos cálculos dos quocientes eleitoral e partidário para o cargo.
O plenário do TSE constatou que, para encobrir o procedimento estético pago com dinheiro público, a ex-deputada falsificou nota fiscal para simular um gasto eleitoral inexistente, a fim de frustrar a atividade de fiscalização da Justiça Eleitoral.
Isso levou a Procuradoria-Geral da República (PGR) a propor uma representação contra a política por gasto ilícito de campanha.
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Voto do relator
Para o relator do caso no TSE, ministro André Mendonça, Silvia Waiãpi usou recursos provenientes do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas (FEFC) para custear despesa pessoal, consistente em um procedimento estético no valor de R$ 9 mil.
Ele informou que também ficou comprovada a emissão de nota fiscal com o objetivo de conferir aparência de legalidade ao gasto ilícito, o que demonstra afronta expressa à moralidade administrativa e à transparência eleitoral.
André Mendonça relatou, ainda, que a apropriação, pela candidata, de recursos públicos oriundos do fundo para a realização de despesa pessoal ofende diretamente a integridade moral do processo eleitoral e compromete a própria legitimidade do mandato obtido nas urnas.
“Tal conduta evidencia a não adequação da gestão de recursos públicos, cuja administração responsável e orientada à finalidade legal deve constituir atributo inerente ao exercício de qualquer função pública, especialmente a parlamentar”, comentou.
O vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, em sua sustentação oral, afirmou que, após a regular instrução do processo no TRE, ficou comprovado, por meio de documentos e testemunhas, que a parlamentar utilizou indevidamente recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha.


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g1 > Política

Em nota, Brasil e Espanha condenam detenção de cidadãos por Israel e exigem libertação imediata

Os governos do Brasil e da Espanha divulgaram uma nota conjunta nesta sexta-feira (1º) condenando a detenção de um brasileiro e um espanhol por forças de Israel. O incidente ocorreu em águas internacionais, na altura da Grécia, segundo o comunicado.
Segundo a nota, os cidadãos faziam parte da flotilha Samud. As embarcações, segundo o documento, foram abordadas por militares israelenses em uma operação fora de sua jurisdição territorial.
Diferente dos demais passageiros e tripulantes, que foram liberados e desembarcados na ilha de Creta após a interceptação, os dois cidadãos permanecem sob custódia do Governo de Israel.
‘Afronta ao Direito Internacional’
Na nota, o Itamaraty e o Ministério de Assuntos Exteriores da Espanha classificaram a detenção como uma ação flagrantemente ilegal. Os países argumentam que o episódio:
Configura uma afronta ao Direito Internacional;
É passível de ação em cortes internacionais;
Representa um delito nas jurisdições nacionais de ambos os países.
Países cobram ‘retorno imediato’
Brasil e Espanha exigem o “retorno imediato” dos cidadãos com plenas garantias de segurança.
Além disso, os governos cobram que Israel facilite o acesso consular imediato para garantir a assistência e proteção dos detidos.


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g1 > Política

José Mourinho nega ter sido contactado pelo Real Madrid

O técnico do Benfica, José Mourinho, afirmou nesta sexta-feira (1º) que o Real Madrid não o contactou, apesar das especulações sobre um possível interesse do gigante espanhol.
O experiente treinador português, que comandou o time ‘merengue’ entre 2010 e 2013, período em que travou uma batalha constante contra o Barça de Pep Guardiola, seria, segundo relatos da imprensa, um dos nomes cotados para assumir o time da capital espanhola.
O atual técnico do Real Madrid, Álvaro Arbeloa, parece improvável de permanecer no comando da equipe, dada a perspectiva de o clube encerrar uma segunda temporada consecutiva sem conquistar títulos.
“Ninguém do Real Madrid falou comigo. Posso garantir isso”, afirmou Mourinho, de 63 anos, aos repórteres. “Estou no futebol há muitos anos e já estou acostumado com essas coisas… mas não há nada vindo do Real Madrid”, acrescentou.
O presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, nomeou Arbeloa em janeiro para substituir Xabi Alonso, que estava no comando da equipe havia apenas alguns meses.
O Real Madrid está 11 pontos atrás do líder da LaLiga, o Barcelona, restando cinco partidas para o fim da temporada, e foi eliminado nas quartas de final da Liga dos Campeões pelo Bayern de Munique.
“Tenho mais um ano de contrato com o Benfica, e nada além disso“, insistiu Mourinho, cuja equipe foi eliminada da Champions pelo Real Madrid na repescagem para as oitavas de final, em fevereiro.


Fonte: Jovem Pan

Leila ironiza Bap por causa do Maracanã: ‘Vai virar casa de espetáculo?’

Clubes mais vitoriosos nos últimos anos no futebol brasileiro, Palmeiras e Flamengo travam também disputa nos bastidores com trocas de farpas. A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, ironizou Luiz Eduardo Baptista, o Bap, mandatário do clube do Rio, por shows no Maracanã, estádio que é gerido pelo rival e pelo Fluminense.
“Vi na imprensa que fecharam com uma empresa para que haja shows no Maracanã. Poxa, será que o Flamengo está querendo largar futebol e vai virar casa de espetáculo?”, afirmou Leila em trecho de podcast inédito na TV Palmeiras ao qual a ESPN teve acesso. “Oriento ele (Bap) a botar gramado sintético. Até indico o nosso gramado, que é espetacular. Ele vai gostar. Eu tenho certeza”, completou.
A declaração de Leila Pereira foi uma resposta a Bap, que, na semana passada, criticou o uso de gramados sintéticos por clubes da elite do futebol brasileiro, como o Palmeiras. Ele provocou o rival e citou o fato de o Allianz Parque também abrigar shows, além de partidas do time. O dirigente afirmou que este tipo de piso deve ser usado apenas quando não for possível utilizar o natural.
“Gente, o campo de plástico é uma forma de você poder manter o futebol vivo em países que passam 8 ou 9 meses por ano debaixo de gelo. Não é só ter um custo de manutenção menor, é para ganhar dinheiro com show. Quem quer ganhar dinheiro com show tem que mudar de segmento, vai fazer show. Quem quer ganhar dinheiro com futebol, quer o futebol forte do Brasil, deveria defender o campo natural de grama“, afirmou Bap.
O presidente do Flamengo afirmou ainda que ser contra o uso de gramado sintético não deveria se tratar de uma polêmica, já que este tipo de piso desvalorizaria as competições. “Ou você tem uma liga de primeiro mundo com campos de grama, ou você não vai ter uma liga de primeiro mundo, porque a gente fica tentando criar subterfúgios e penduricalhos aqui e acolá.”
Ele acrescentou que a posição do Flamengo é muito clara e que o clube não tem poder para decidir sobre o assunto. “Se pudesse, já teria feito. Quem pode e deve cuidar disso é a CBF.”


Fonte: Jovem Pan

Irã apresenta, via Paquistão, nova proposta de diálogo de paz com EUA

O Irã apresentou uma nova proposta para conversas com os Estados Unidos por meio do mediador Estados Unidos, informou nesta sexta-feira (1º) a imprensa estatal iraniana.
“A República Islâmica do Irã entregou na noite de quinta-feira o texto de sua mais recente proposta de negociação ao Paquistão, como mediador nas conversas com os Estados Unidos”, informou a agência oficial de notícias IRNA, sem fornecer detalhes sobre o conteúdo dessa proposta.
O Irã e os Estados Unidos realizaram uma única rodada de conversações no contexto de um frágil cessar-fogo após quase 40 dias de guerra, que eclodiu em 28 de fevereiro.
Desde então, as negociações ficaram estagnadas, já que os Estados Unidos impuseram um bloqueio naval aos portos iranianos, e o Irã manteve em grande medida o Estreito de Ormuz fechado, permitindo apenas a passagem de alguns poucos navios desde o início da guerra.
Nesta sexta-feira, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, manteve conversações telefônicas com seus homólogos da Arábia Saudita, Catar, Turquia, Iraque e Azerbaijão sobre as mais recentes “iniciativas da República Islâmica para pôr fim à guerra”, segundo um comunicado da Chancelaria.


Fonte: Jovem Pan

Pacheco sinaliza a aliados que está fora das disputas para o STF e governo de Minas Gerais

O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) aparece do início ao fim no roteiro da rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF.
O presidente do Senado, David Alcolumbre (União Brasil-AP), assim como o ministro Alexandre de Moraes, defendiam o nome de Pacheco na composição do STF.
Sem Pacheco, Alcolumbre comprou a briga com o governo e colocou no colo do presidente Lula uma das maiores derrotas políticas da história do petista.
Lula sempre teve outros planos para Rodrigo Pacheco. Os dois se reaproximaram nos últimos meses, e Pacheco aceitou ser pré-candidato ao governo de Minas Gerais.
Quantidade de votos contrários à indicação de Jorge Messias ao STF surpreendeu até a oposição
O caldo, no entanto, entornou para todos os lados. Pacheco não foi indicado ao STF como queria Alcolumbre e não deve disputar o governo de Minas Gerais como quer Lula.
Na véspera da sabatina e análise do nome de Messias na CCJ e no plenário do Senado, Pacheco almoçou com Messias, posou para fotos e assinou nota de apoio ao indicado.
No plenário da CCJ, Pacheco cumprimentou, um a um, senadores e senadoras, enquanto Messias era sabatinado — e, por fim, saudou Messias.
No plenário, enquanto David Alcolumbre votava, a toque de caixa, as nove indicações até chegar à décima — a de Jorge Messias ao STF —, Pacheco se manteve discreto em meio a parlamentares, convidados e visitantes eufóricos, aos berros, com celulares apontados para a sessão e para a derrota histórica.
Em alguns momentos, parecia atordoado com o clima de futebol de várzea. Assim que o painel foi aberto, com o resultado expondo uma das maiores derrotas políticas de um presidente da República desde a redemocratização, foi um dos primeiros a deixar o plenário.
Deste momento em diante, começou a deixar claro: não sonha com o STF nem com o governo de Minas Gerais. Já fez chegar ao seu amigo Davi Alcolumbre que não insista em seu nome novamente ao STF. E estuda como, nas próximas semanas, vai dizer ao presidente Lula que também não quer concorrer ao governo mineiro.
A interlocutores — como um bom mineiro conciliador — diz que pretende ter como seu grande último ato na política aproximar Lula e Alcolumbre.
Senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG)
Edilson Rodrigues/Agência Senado


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g1 > Política

ANO DE ELEIÇÃO 2026: FLÁVIO PODE INDICAR ATÉ 4 MINISTROS DO STF

O cenário político para as eleições de 2026 já começa a movimentar debates importantes sobre o futuro do Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com projeções, caso o senador Flávio Bolsonaro venha a ocupar um cargo com poder de indicação, ele poderá indicar até quatro novos ministros para a Corte.

A possibilidade está ligada às aposentadorias previstas dentro do STF nos próximos anos, o que abre espaço para mudanças significativas na composição do tribunal. Caso se concretize, esse cenário pode alterar o equilíbrio das decisões e influenciar diretamente julgamentos de grande impacto nacional.

Especialistas apontam que a indicação de ministros é uma das ferramentas mais estratégicas no sistema político, podendo refletir em temas sensíveis e na condução de pautas importantes para o país.

O tema já gera repercussão e deve ganhar ainda mais força com a aproximação do período eleitoral, colocando o STF no centro das discussões políticas do Brasil.

Quero sssina ess matéria sou jornalista qual melhor jeito