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Trump ameaça destruir o Irã em uma noite e dá novo ultimato para reabertura do Estreito de Ormuz: ‘A qualquer momento’

Foto: WHoP
Em meio à pressão para que o Irã aceite um acordo para abrir o Estreito de Ormuz, o presidente Donald Trump afirmou nesta segunda-feira (6) que o país inteiro pode ser destruído em uma noite.
“Essa noite pode ser amanhã”, disse o republicano em pronunciamento à imprensa, dando novo prazo para seu ultimato à liderança persa: esta terça (7), às 21h pelo horário de Brasília.
Durante o pronunciamento, Trump falava ao lado do secretário de Defesa, Pete Hegseth, do general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, e de John Ratcliffe, diretor da CIA.
Trump afirmou que, caso não haja um acordo considerado satisfatório para os Estados Unidos, o Irã será fortemente atingido em seus principais pilares de infraestrutura, como plantas energéticas e pontes, e que tem a intenção de mandar o país “de volta à idade da pedra”, com uma reconstrução total que poderia demorar mais de 20 anos.
O tom das declarações foi o mais agressivo desde o início do conflito, deflagrado em fevereiro com a morte do líder supremo Ali Khamenei.
No início da fala, Trump detalhava o resgate dos aviadores americanos cujo caça foi atingido por forças do Irã na sexta (3).
Segundo ele, a operação para resgatar os dois tripulantes envolveu 155 aeronaves e ações para despistar os iranianos.
As equipes permaneceram sob ataque por aproximadamente sete horas. O resgate bem-sucedido foi usado por Trump como demonstração da capacidade operacional americana, mas também como justificativa para intensificar as ameaças.
Antes da coletiva, Trump já havia postado em sua rede Truth Social que a terça seria o “Dia da Usina Elétrica e o Dia da Ponte, tudo junto, no Irã”.
Em entrevista ao Wall Street Journal, o presidente prometeu destruir todas as usinas elétricas iranianas caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto no prazo.
O estreito, por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo, foi bloqueado pelo Irã como retaliação às operações militares americanas.
Trump enquadrou o Irã como “malvado” e listou as ameaças, mas também sinalizou ambiguidade. Em declarações ao canal Fox News, afirmou que o Irã “está negociando” e que um acordo ainda pode estar próximo.
Mais cedo, externou a proposta de cessar-fogo de 45 dias em discussão como “um passo muito significativo”, mas alegou que ainda não é suficiente para encerrar o conflito.
A escalada das ameaças de Trump abriu pânico nos mercados financeiros globais. O petróleo tipo Brent disparou 7,63%, alcançando US$ 108,88 o barril, enquanto o West Texas Intermediate subiu 9,55%, atingindo US$ 109,68.
No Brasil, o dólar registrou alta, com impacto direto na inflação e nos custos de importação, sobretudo no setor de combustíveis.
O Irã não recuou. Teerã rejeitou o prazo e prometeu resposta às ameaças americanas. O conflito, iniciado em 28 de fevereiro, já acumula mais de 1.750 civis mortos em território iraniano, segundo levantamentos independentes.


Fonte: Conexão Política

Tarcísio busca Flávio e Eduardo Bolsonaro por André do Prado no Senado

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), tem articulado pessoalmente a candidatura do presidente da Alesp, André do Prado (PL), ao Senado nas eleições de 2026. Segundo interlocutores, Tarcísio telefonou para os filhos do ex-presidente, Flávio Bolsonaro (PL) e Eduardo Bolsonaro (PL), para tratar do assunto. As conversas estariam diretamente ligadas à nova viagem de André aos Estados Unidos para conversar com Eduardo, como antecipado pela coluna.
Apesar da chapa nacional ser encabeçada pelo senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, é o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro quem tem a palavra final sobre o tema — conforme acordo interno do PL. A expectativa é que, entre o fim de abril e o começo de maio, a decisão seja tomada.
A investida chegou à interlocutores da campanha de Flávio, que admitiram, em conversa com a Jovem Pan, que o nome de André tem ganhado força. Valdemar Costa Neto, presidente do PL, também atua na consolidação da candidatura. Ele deve acompanhar André na viagem aos Estados Unidos, prevista para ocorrer entre os dias 14 e 16.
A avaliação interna é que Tarcísio tem demonstrado força política e, apesar de contar com partidos relevantes em sua base, possui capital para influenciar decisões estratégicas sobre a chapa em São Paulo. Foi assim, por exemplo, na articulação direta para posicionar o vice, Felício Ramuth, no MDB e mantê-lo na vaga na chapa à reeleição.
Outros nomes
Como vem mostrando a Jovem Pan, enquanto Tarcísio atua em favor do aliado, o nome de André do Prado e de outros possíveis candidatos ao Senado segue sendo avaliado em pesquisas internas do PL.
O deputado federal Mário Frias e Renato Bolsonaro também aparecem entre os testados. A avaliação é que Eduardo Bolsonaro prefere um nome mais alinhado ao bolsonarismo, enquanto Tarcísio busca um perfil mais ao centro. Já o nome do vice-prefeito de São Paulo, Coronel Mello Araújo, tem perdido força no cenário.


Fonte: Jovem Pan

Irã volta a fechar Estreito de Ormuz e ameaça romper cessar-fogo após ataques de Israel

O Irã voltou a fechar o Estreito de Ormuz para a travessia de petroleiros e informou que pode romper o acordo de cessar-fogo após novos ataques de Israel contra o Líbano, informou nesta quarta-feira (8) a agência semi-oficial do Irã Fars. O novo bloqueio ocorre no dia em que navios haviam cruzado a rota com autorização do Irã, logo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aceitar as condições de Teerã para a trégua.
Pela manhã, após o anúncio de que Trump aceitou os termos do Irã, o fluxo marítimo havia sido liberado. Com a permissão de trânsito concedida pelo Irã, os navios de carga NJ Earth e Daytona Beach atravessaram o estreito. A região é uma rota pela qual passa 20% do comércio mundial de petróleo e gás natural e que registrava uma queda de 95% na circulação de embarcações desde o início do conflito.
Após os ataques no Líbano, uma fonte do governo declarou à agência Tasnim que o Irã considera retirar-se do acordo temporário. A fonte afirmou que a suspensão de ataques em todas as frentes, incluindo ações contra o Líbano, era parte do plano de cessar-fogo de duas semanas mediado e aceito pelos Estados Unidos. O Irã tratou as ações militares desta quarta-feira como uma violação do tratado.
Em decorrência das ações no Líbano, as Forças Armadas do Irã iniciaram a identificação de alvos para uma possível resposta. A fonte do governo informou à Tasnim que o país fará uso da força caso os Estados Unidos não contenham as ações de Israel no Oriente Médio.
“Se os EUA não conseguirem controlar seu cão raivoso na região, o Irã, excepcionalmente, os ajudará nessa questão! E isso será feito pela força”, afirmou a fonte.

Reunião para fim definitivo
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, afirmou nesta quarta-feira que a capital do país, Islamabad, receberá delegações dos Estados Unidos e do Irã ainda esta semana, após o anúncio de um cessar-fogo temporário. “Eu… expresso minha mais profunda gratidão às lideranças de ambos os países e convido suas delegações a Islamabad na sexta-feira, 10 de abril de 2026, para prosseguir com as negociações visando um acordo definitivo para solucionar todas as disputas”, disse ele em uma publicação no X.
O Paquistão, que mantém relação próxima com o presidente dos EUA, Donald Trump, e é sensível aos acontecimentos no vizinho Irã, emergiu nas últimas semanas como canal de comunicação entre Teerã e Washington. “Esperamos sinceramente que as ‘Conversas de Islamabad’ sejam bem-sucedidas na conquista de uma paz duradoura e desejamos compartilhar mais boas notícias nos próximos dias”, completou Sharif.
Tanto Teerã quanto Washington anunciaram um acordo de cessar-fogo de duas semanas pouco antes do prazo estipulado por Trump para aniquilar o Irã. O conflito começou quando Israel e os Estados Unidos lançaram ataques contra o Irã, que resultaram na morte de seu líder supremo em 28 de fevereiro. A ação provocou ataques retaliatórios de Teerã contra nações do Golfo e Israel.
O Líbano também foi arrastado para o conflito depois que o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã, lançou ataques contra Israel, que respondeu com ofensivas aéreas — inclusive contra a capital libanesa — e iniciou uma operação terrestre no sul do país.
Sharif afirmou que o cessar-fogo se aplicava “em todos os lugares”, incluindo o Líbano, embora Israel tenha declarado posteriormente que não interromperia suas operações aéreas e terrestres contra os militantes do Hezbollah.
O cessar-fogo temporário foi alcançado após uma tentativa de última hora do Paquistão e de outros mediadores para evitar a ameaça de Trump de destruir todas as usinas de energia e pontes no Irã — medida que, segundo especialistas jurídicos, poderia constituir um crime de guerra. A Turquia e o Egito também auxiliaram na mediação nos últimos dias. A China ajudou a levar o Irã à mesa de negociações, disse Trump à AFP nesta quarta-feira.
Em publicação separada no X, Sharif informou que a China, a Arábia Saudita, a Turquia, o Egito e o Catar forneceram “apoio para alcançar o cessar-fogo e dar uma chance aos esforços diplomáticos pacíficos”. O líder paquistanês ainda agradeceu às nações árabes do Golfo por seu “compromisso com a paz e a estabilidade na região”.
*Com informações da AFP


Fonte: Jovem Pan

Suspeito de matar assassino da mãe em MG está foragido, diz polícia

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) considera como foragido o jovem Marcos Antonio da Silva Neto, de 19 anos, suspeito de ter matado o assassino de sua mãe no bairro Novo Horizonte, em Frutal, no Triângulo Mineiro. A prisão temporária do investigado foi decretada após ele descumprir um acordo de apresentação espontânea e faltar ao depoimento agendado para segunda-feira (6).
Em nota divulgada nesta quarta-feira (8), a corporação reforçou que, independentemente da motivação, “justiça com as próprias mãos” não é admitida pela lei brasileira e que o uso da força é atribuição exclusiva do Estado.”A PCMG ressalta que, independentemente de eventuais motivações, a prática de justiça pelas próprias mãos não encontra amparo no ordenamento jurídico brasileiro, sendo o uso legítimo da força atribuição exclusiva do Estado”.
O crime aconteceu no dia 31 de março como um ato de vingança contra Rafael Garcia Pedroso, de 31 anos. De acordo com as investigações, Marcos confessou o crime à própria defesa, alegando resposta pela morte da mãe, assassinada há cerca de dez anos. Na época, ele tinha apenas 8 anos e disse ter presenciado o crime. “Vi cada facada, minha mãe caiu ensanguentada e as últimas coisas que ela me disse foi, ‘filho me dá um abraço’”, justificou o jovem em aos advogados.
Rafael Garcia Pedroso havia sido condenado pelo júri popular em 2019 pelo assassinato da mãe de Marcos, mas a decisão foi anulada por erro processual. Ele cumpria prisão domiciliar desde janeiro deste ano, enquanto aguardava novo julgamento.
Procurada pela Jovem Pan na terça-feira (7), a defesa de Marcos, formada pelos advogados José Rodrigo de Almeida e Isabella Kathrine Vieira do Carmo, informou que o jovem tentou se entregar à polícia desde o primeiro dia após o crime. Eles alegaram que o plano foi adiado porque o advogado responsável estava em Inocência (MS) e só conseguiu chegar a Frutal após o fechamento da delegacia. Por isso, optaram por apresentar o rapaz diretamente ao delegado titular no dia seguinte. Os advogados afirmaram ainda que colaboraram com as autoridades para viabilizar a apresentação espontânea.
Além de Marcos, outros três homens são investigados pelo homicídio: outro jovem de 19 anos, um de 25 anos e um de 35 anos. Este último foi preso o último dia 1º por cumprimento de mandado de condenação em outro crime.
A Jovem Pan procurou nesta quarta-feira a defesa de Marcos Antonio da Silva Neto, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço está aberto para manifestação.


Fonte: Jovem Pan

Livres lança Caderno de Políticas Públicas com mais de 170 propostas para o Brasil do futuro

O Livres, associação civil dedicada à promoção de soluções liberais para o Brasil, lança nesta terça-feira (8) o Caderno de Políticas Públicas 2026. A publicação tem 170 propostas concretas de reformas estruturais e boas práticas para os âmbitos federal e estadual da administração pública, organizadas em torno da ideia de que, a partir de soluções bem desenvolvidas, o país tem condições reais de avançar com mais prosperidade e oportunidades.
O lançamento acontece na Câmara Municipal de São Paulo, às 19h, e reúne gestores públicos, lideranças políticas, especialistas e representantes da sociedade civil. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, é um dos palestrantes confirmados. No painel principal, “Caminhos para reformas estruturantes”, os economistas Leandro Piquet, André Portela e Samuel Pessôa, além do advogado Irapuã Santana, discutem soluções propostas pelo Caderno de Políticas Públicas com mediação do jornalista Mano Ferreira.
O encontro marca o início de um ciclo de eventos de lançamento pelo Brasil, que percorrerá 12 estados apresentando as propostas do Caderno de Políticas Públicas em Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e universidades. O segundo deles, na próxima terça-feira (14), acontecerá em Brasília às 19h, no Anexo II, Plenário 3, da Câmara dos Deputados.
“O Caderno é um instrumento de trabalho para gestores e lideranças de diferentes correntes”, explica Magno Karl, diretor executivo do Livres sobre a publicação. “Ele foi organizado em torno de um objetivo comum: modernizar o Estado brasileiro para que ele entregue melhor o que deve entregar e, ao mesmo tempo, abra espaço para soluções que envolvam a sociedade civil, o investimento privado e o direito de escolha do cidadão”.

Um cardápio de soluções para o Brasil do futuro
O Caderno de Políticas Públicas foi elaborado com o apoio de dezenas de associados e especialistas, além do Conselho Acadêmico do Livres, integrado por nomes como Persio Arida, Ricardo Paes de Barros, Elena Landau, André Portela, Cecilia Machado e Fernando Schüler. As 170 propostas cobrem soluções para segurança pública, educação, saúde, sustentabilidade, reforma do judiciário, primeira infância, modernização do Estado e emancipação da pobreza.
“Em uma grande democracia, é essencial que a sociedade civil ofereça sua contribuição aos temas de políticas públicas. É isso que o Livres vem fazendo”, aponta Fernando Schüler, presidente do Conselho Acadêmico. Para ele, o diferencial do CPP é precisamente a orientação para resultados de longo prazo, com “soluções liberais, que envolvam a sociedade civil, abram espaço ao investimento privado e facultem o direito de escolha aos cidadãos, para uma ampla gama de problemas públicos.”
Soluções liberais para o Brasil
Para Magno Karl, o Caderno oferece caminhos de transformação concretos, em forma de políticas públicas de qualidade, estruturados em eixos que conversam com a visão de futuro da organização.
Na Segurança Pública, a publicação parte da premissa de diminuir os incentivos econômicos da criminalidade e dos mercados ilícitos, para que o trabalho digno seja mais lucrativo que o crime. Entre as principais medidas, o Livres destaca a retomada do controle territorial, a partir do entendimento de que facções passaram a impor regras paralelas em partes do país, restringindo liberdades e comprometendo a atuação regular do poder público. A proposta é estruturar uma resposta permanente do Estado, com planejamento, uso de inteligência, coordenação entre forças e reocupação institucional desses espaços, para que escolas, unidades de saúde e outros serviços voltem a funcionar de forma regular.
Para construir um Estado moderno, que atue verdadeiramente a serviço do cidadão, o Livres propõe políticas de desburocratização da administração pública, desvinculação geral de gastos e focalização do orçamento em grupos mais vulneráveis. A agenda também propõe destravar o país para crescer, incluindo quem mais precisa, através da modernização das leis trabalhistas e da unificação inteligente dos programas de assistência.
O Livres também defende medidas para democratizar o sistema de Justiça e aproximar suas regras do interesse público. Um dos pontos é o fim dos penduricalhos, ou seja, a redução de adicionais que inflacionam remunerações e pressionam o orçamento. Outro é limitar decisões monocráticas em casos de grande impacto, tornando obrigatória a análise pelo colegiado em prazo definido e evitando liminares individuais quando houver efeitos gerais ou controle de constitucionalidade. O tema ganha peso em um contexto em que, segundo o diagnóstico do próprio Caderno, 81% das decisões do STF em 2024 foram tomadas por um único ministro.
Serviço
Lançamento do Caderno de Políticas Públicas 2026 – São Paulo
Data: 8 de abril de 2026
Horário: 19h às 22h
Local: Sala Sérgio Vieira de Melo, Câmara Municipal de São Paulo
Link de inscrição
Landing Page do CPP
Sobre o Livres
O Livres é uma associação civil que promove soluções liberais para o Brasil através de curadoria de políticas públicas, participação no debate público e qualificação de lideranças.


Fonte: Jovem Pan

Prefeito expulso do PL por criticar Pontes se filia ao Republicanos de Tarcísio

O prefeito de São Caetano do Sul, Tite Campanella, aceitou o convite para se filiar ao Republicanos após ser expulso do PL. A decisão foi tomada na manhã desta quarta-feira (8).
Segundo interlocutores, Campanella também recebeu convites do MDB e do Podemos, mas optou por ingressar no partido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
Como mostrou a Jovem Pan, a expulsão do PL, no início da semana, se deu após declarações de Campanella durante uma sessão solene realizada em 26 de março. O evento concedeu o título de cidadão sulsancaetanense ao deputado Guilherme Derrite (PP-SP). Durante a cerimônia, Campanella elogiou o congressista e disse que apoiaria a candidatura de Derrite ao Senado. Ele também afirmou que o estado de São Paulo não tem um representante “digno de sua grandeza” na Casa Alta.
A reportagem apurou que declarações irritaram o PL, que tem o Marcos Pontes como representante no Senado. O ex-ministro foi quem entrou com o pedido para pedir a expulsão do prefeito. Líderes do PL também não gostaram da promessa de apoio a Derrite, uma vez que a sigla estuda lançar um candidato própria na disputa deste ano.
Em ofício assinado por João Candelária, presidente da sigla em São Paulo, Campanella foi expulso por ferir o código de ética do partido. A reportagem teve acesso ao documento, que diz que o prefeito de São Caetano feriu dois artigos:

Artigo 4º, inciso IV – Manter atitude de urbanidade e respeito para com os dirigentes partidários, os detentores
de mandatos eletivos e os demais filiados;
Artigo 6º, inciso III – Fazer referências desairosas a outro candidato ou filiado do Partido

Tite é filho de Anacleto Campanella, um dos prefeitos mais conhecidos da história da cidade.


Fonte: Jovem Pan

Lula chama Trump de imperador e fala em invasão ao Brasil: ‘Não vamos deixar’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (8) que há, no cenário internacional, um líder que se comporta como “imperador”, em crítica indireta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Em entrevista ao portal ICL Notícias, o presidente também alertou para riscos geopolíticos e afirmou que “qualquer dia alguém resolve invadir a gente”, ressaltando que não deixará acontecer.
Lula também criticou o que chamou de “brasileiros com complexo de vira-lata” que vão aos Estados Unidos pedir que Trump invada o Brasil: “Se não tomarmos cuidado, essa gente vai vender o Brasil. Nós não podemos permitir.”
Nesse contexto, o presidente defendeu o reforço da segurança do país diante de possíveis ameaças. “Um país do tamanho do Brasil não pode ficar desprovido de segurança, não pode ficar vulnerável. O mundo está exigindo que o Brasil pense em segurança com mais seriedade”, afirmou.
Lula também anunciou a intenção de criar um Ministério da Segurança Pública separado da Justiça. A medida deve ser adotada logo após a aprovação da PEC da Segurança. “Na hora em que aprovar a PEC, na semana seguinte será anunciada a criação do Ministério da Segurança Pública, inclusive com orçamento”, declarou.

Eleições
Durante a entrevista, o presidente também afirmou que nenhum líder estrangeiro tem o direito de questionar o processo eleitoral brasileiro, ao comentar uma possível postura de Trump. “Nada com ele é impossível”, disse.
“Ninguém, nem Trump, nem Emmanuel Macron, nem Xi Jinping, tem o direito de levantar qualquer suspeita, pelo comportamento da nossa Justiça Eleitoral e pela seriedade das urnas”, declarou Lula.
O presidente acrescentou que, caso isso ocorra, o governo reagirá politicamente. “Se ele [Trump] fizer, vamos dizer que ele está mentindo e que não é verdade. Terá um enfrentamento político desnecessário. São 201 anos de relações diplomáticas. O Brasil não quer guerra com ninguém”, concluiu.
Defesa da democracia
Prestes a iniciar a campanha para um quarto mandato, Lula falou que a extrema-direita representa uma ameaça à democracia no país. “Há uma tentativa de consolidar um esquema de ultra direita nesse país que passa por colocar o fim da democracia”, declarou.
Segundo Lula, esse movimento começa com ataques às instituições. “Sonham em fechar a Suprema Corte, falam que as urnas permitiram fraude e continuam desacreditando todas as instituições que garantem o funcionamento da democracia”, disse.
O presidente afirmou ainda que pretende colocar a defesa do regime democrático no centro da campanha. “A eleição terá como ponto alto a democracia. Precisamos defender a democracia. Democracia não é apenas votar, é também ter direitos e garantir melhoria na qualidade de vida das pessoas”, afirmou.


Fonte: Jovem Pan

STF julga hoje ações que discutem a eleição para o governo do Rio

STF julga hoje ações que discutem a eleição para o governo do Rio Ministros vão analisar as regras da disputa e se eleição será direta ou indireta. STF julga hoje duas ações que discutem a eleição para o governo do Rio.. Ministros vão analisar duas ações do PSD, que tratam de regras da disputa e se eleição será direta ou indireta.. Comando do estado está com o presidente do Tribunal de Justiça do estado, o desembargador Ricardo Couto.. Ele assumiu após a renúncia do então governador Cláudio Castro um dia antes dele ser cassado pelo TSE.


Fonte:

g1 > Política

Lula diz ter aconselhado Moraes a se declarar impedido no caso Master: ‘Não permita que caso Vorcaro jogue fora sua biografia’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) relatou nesta quarta-feira (8) uma conversa que teve com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no contexto das revelações do caso Master, do banqueiro Daniel Vorcaro.
Em entrevista ao ICL, o presidente da República disse ter aconselhado o ministro do STF a se declarar impedido em um eventual julgamento, pela Suprema Corte, de ações relacionadas às fraudes financeiras bilionárias cometidas pelo Master – instituição que foi liquidada pelo Banco Central no fim do ano passado.
Segundo Lula, na conversa com Moraes, o petista citou contrato do Banco Master com o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF, e disse ao magistrado que ele não deveria permitir que o caso de Daniel Vorcaro jogasse fora a sua “biografia”.
“Eu disse para o companheiro Alexandre de Moraes e vou dizer para vocês exatamente o que eu disse para ele. É o seguinte: você construiu uma biografia histórica neste país com o julgamento do 8 de janeiro. Não permita que esse caso do Vorcaro jogue fora a sua biografia”, declarou Lula.
“Primeiro porque você não estava advogando no seu escritório há quase 15 anos, porque foi secretário da Justiça, foi ministro do Michel Temer, estava fora. Mas a sua mulher estava advogando, diga que: ‘A minha mulher estava advogando, minha mulher não tem que pedir licença para mim, eu só prometo que aqui na Suprema Corte, em caso da minha mulher, eu me sentirei impedido de votar qualquer coisa’. Alguma coisa que passe para sociedade uma firmeza, que ele [Moraes] tem”, completou o petista.
O presidente Lula durante entrevista ao ICL
Ricardo Stuckert/Presidência da República


Fonte:

g1 > Política

CPI do Crime Organizado ouve o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo

CPI do Crime Organizado ouve o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo Antecessor, Roberto Campos Neto também foi convocado, mas faltou pela terceira vez. A CPI do Crime Organizado ouve, nesta quarta-feira, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.. Seu antecessor, Roberto Campos Neto, também foi convocado, mas faltou pela 3ª vez. Leia a matéria completa.. Eles foram convocados para esclarecer a atuação da entidade em relação ao Banco Master e Daniel Vorcaro.


Fonte:

g1 > Política