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Os maiores artilheiros da seleção de Curaçao em todos os tempos

O atacante Rangelo Janga é a resposta direta para a dúvida sobre quem é o maior artilheiro da seleção de Curaçao na história antes de estrear na copa do Mundo de 2026. O centroavante de 1,92m acumula a marca isolada de 21 gols oficiais com a camisa da equipe nacional. A marca foi construída ao longo da última década e ganha enorme relevância no momento em que a ilha caribenha de apenas 160 mil habitantes se prepara para disputar o principal torneio do futebol global pela primeira vez.
Nascido em Roterdã, na Holanda, Janga optou por representar a nação de seus descendentes. Ele estreou no futebol internacional em 2016 e construiu seu recorde de artilharia atuando como o típico homem de referência na grande área. O título de maior goleador do país foi consolidado em outubro de 2023, durante a Liga das Nações da Concacaf, quando balançou as redes contra o Panamá e ultrapassou de forma definitiva o meio-campista Leandro Bacuna no ranking.
Top 5 maiores goleadores da equipe nacional
A lista da artilharia histórica contabiliza os jogos oficiais reconhecidos pela Fifa desde que a nação caribenha passou a atuar como uma associação independente, sucedendo a antiga seleção das Antilhas Holandesas a partir da década de 2010. O ranking absoluto é dominado pela atual geração de atletas.
1. Rangelo Janga (21 gols)
Dono do recorde absoluto, o atacante construiu o status de principal referência ofensiva da equipe caribenha. Com carreira forjada em ligas da Romênia, Chipre, Cazaquistão e Holanda, ele é a principal arma do jogo aéreo do time.
2. Leandro Bacuna (14 gols)
Além de ser o vice-artilheiro histórico, o meio-campista é o jogador com mais partidas disputadas pela seleção (ao lado do goleiro Eloy Room, ambos com 68 jogos). Com larga experiência no futebol inglês, ele é o cobrador oficial de pênaltis e especialista em bolas paradas.
3. Juninho Bacuna (13 gols)
Irmão mais novo de Leandro, o volante alia forte poder de marcação com chegada constante no ataque. Com 45 jogos disputados, ele possui uma das médias de gol mais altas do meio-campo, sendo peça vital na construção das jogadas.
4. Gevaro Nepomuceno (8 gols)
Atuando pelos lados do campo, o ponta direita foi um pilar da equipe na última década. Ele anotou gols fundamentais durante as Eliminatórias caribenhas e fez parte do elenco que faturou a Copa do Caribe de 2017, o principal título internacional do país.
5. Felitciano Zschusschen (8 gols)
Apesar de uma passagem curta pela seleção nacional, o centroavante foi altamente letal. Ele precisou de apenas 12 jogos oficiais para anotar oito gols, cravando uma das melhores médias de conversão de chances na história da camisa azul.
O peso da geração atual no futebol internacional
A espinha dorsal que levou Curaçao ao Mundial de 2026 sob o comando do técnico holandês Fred Rutten concentra exatamente os donos do topo do ranking. Esse fenômeno estatístico explica o momento esportivo do país: a atual equipe técnica conseguiu mesclar a disciplina tática da formação europeia com a imposição física do futebol jogado no Caribe.
A grande maioria do elenco principal foi formada nas categorias de base do Campeonato Holandês, a Eredivisie, e se transferiu para ligas competitivas ao longo da carreira. Cada gol anotado por Rangelo Janga ou pelos irmãos Bacuna nas competições continentais não apenas engordou as estatísticas individuais, mas serviu de pilar para transformar a seleção de Curaçao no menor país em população e território a garantir uma vaga na Copa do Mundo.
Fontes Consultadas

wikipedia.org
sofascore.com
sofascore.com
lance.com.br
wikipedia.org
fifa.com
wordpress.com
worldfootball.net
wikipedia.org
sofascore.com
fotmob.com
sofascore.com
wikipedia.org
itatiaia.com.br


Fonte: Jovem Pan

Em discurso, Trump insinua que EUA vão ‘tomar Cuba quase imediatamente’

O presidente Donald Trump fez uma provocação sobre Cuba durante um evento no Forum Club of the Palm Beaches, na Flórida, nesta sexta-feira (1º). Ao homenagear o ex-deputado federal Dan Mica, que já atuou no país caribenho, Trump brincou que os EUA assumiriam o controle da ilha “quase imediatamente”.
Ao se referir ao congressista, Trump declarou: “E ele vem originalmente de um lugar chamado Cuba, que nós vamos tomar conta quase imediatamente”. Em seguida, o presidente emendou, ainda em tom de piada: “Cuba tem problemas. Vamos terminar um primeiro. Eu gosto de terminar o que começo”.
O presidente continuou o raciocínio com uma cena hipotética de demonstração de força americana. Ele imaginou o retorno de uma eventual operação no Irã e disse que, no caminho de volta, um porta-aviões seria enviado para as costas de Cuba.
“Na volta do Irã, vamos ter um dos nossos grandes — talvez o porta-aviões USS Abraham Lincoln — o maior do mundo”, afirmou. “Vamos fazer ele chegar, parar próximo da costa, e eles vão dizer: ‘Muito obrigado, nós nos rendemos’”.
Sanções contra Cuba
A declaração ocorreu no mesmo dia em que Trump ordenou novas sanções contra Cuba, visando um amplo conjunto de pessoas no país governado por comunistas e ameaçando bancos estrangeiros que trabalham com elas.
As medidas são a mais recente investida de uma campanha do governo Trump para exercer forte pressão sobre Cuba, que está em meio a uma grande crise econômica depois que os Estados Unidos cortaram o fluxo de petróleo da Venezuela.
Em uma ordem executiva, Trump disse que imporia sanções a pessoas envolvidas em amplos setores da economia cubana, que é dirigida pelo governo.
Os Estados Unidos aplicarão sanções a quaisquer instituições financeiras estrangeiras que negociem com as pessoas visadas pela nova ordem, dizia o texto.
*texto produzido com auxílio de IA e com informações da AFP


Fonte: Jovem Pan

Guerra de Trump é grave, mas juros já poderiam ter caído mais, diz Haddad

O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira, 1º, que os juros no Brasil estão muito altos sem necessidade. Ele mencionou o impacto da guerra no Oriente Médio, mas manteve a avaliação de que a taxa poderia estar em um nível mais baixo.
“Eu não canso de dizer que os juros estão muito altos, não há necessidade disso. Agora, nós estamos com um episódio grave, que é a guerra do Trump, que está atrapalhando o mundo inteiro, mas já dava para ter caído mais os juros”, afirmou ele, ao deixar o ato em comemoração ao Dia do Trabalho. O evento feito por centrais sindicais ocorreu em São Bernardo do Campo, em São Paulo.
Na última quarta-feira, 29, o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic pela segunda reunião consecutiva, novamente em 0,25 ponto porcentual. Com isso, a taxa passou de 14,75% para 14,50%.
Haddad também foi questionado sobre a possibilidade de “derrotas recentes no Congresso” prejudicarem o andamento da PEC 6X1. Também na última quarta-feira, o Senado negou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF). Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Não, vamos separar as coisas”, disse em resposta. “Isso (a PEC 6X1) é uma demanda dos trabalhadores. Nós estamos no 1º de maio para celebrar as conquistas deste governo, mas para colocar também perante o Congresso Nacional, que são os representantes dos trabalhadores, o que é imperioso agora, que é enfrentar essa coisa da jornada de trabalho”, afirmou Haddad.
Voo de galinha
Ao ser questionado sobre declaração recente do ex-ministro e pré-candidato à Presidência Aldo Rebelo (DC), ao Diário do Grande ABC, de que a economia brasileira fez um “voo de galinha”, Haddad afirmou lamentar que o político tenha “derrapado desse jeito”.
“Eu acho que ele não está acompanhando os indicadores de crescimento, comparando o governo Lula com o governo que ele apoiou. Eu até lamento por ele, porque ele tinha uma trajetória interessante. E aí, derrapar desse jeito nessa idade, eu fico, eu lamento. Tinha um apreço por ele”, disse.


Fonte: Jovem Pan

Chuvas fortes deixam ao menos 4 mortos e mais de 1 mil desalojados em Pernambuco

As chuvas fortes que atingem Pernambuco desde quinta-feira (30) já deixaram quatro pessoas mortas, informou a Defesa Civil estadual à Jovem Pan nesta sexta-feira (1º).
O órgão também registra cinco feridos. Há um total de 422 pessoas desabrigadas, em abrigos públicos, e 1.068 desalojadas, em casa de parentes ou amigos.
Municípios mais afetados:

 Goiana:146 pessoas desabrigadas (47 famílias) e 994 pessoas desalojadas (371 famílias);
Olinda:170 pessoas desabrigadas, 5 pessoas feridas e 2 óbitos;
Timbaúba:34 pessoas desabrigadas (8 famílias) e 52 pessoas desalojadas (17 famílias);
Igarassu:27 pessoas desabrigadas (9 famílias) e 7 famílias desalojadas;
Paulista:32 pessoas desabrigadas e 11 pessoas desalojadas;
Camaragibe:4 pessoas desabrigadas (1 família) e 11 pessoas desalojadas (6 famílias);
Limoeiro:9 pessoas desabrigadas (3 famílias);
Recife:Registra 2 óbitos.

A lista de abrigos do Recife está disponível no site acaoinverno.recife.pe.gov.br. A capital pernambucana entrou em estágio de alerta máximo ao 12h, indicando condições meteorológicas extremas, com risco máximo à população.
Ajuda federal
Equipes da Defesa Civil Nacional se deslocaram, nesta sexta-feira (1º), para apoiar o estado de Pernambuco atingido por fortes chuvas. A decisão foi dada pelo Governo após contato com as autoridades locais. As equipes atuarão em conjunto com as defesas civis, estaduais e municipais. A determinação foi anunciada mais cedo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, entrou em contato com a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e com o prefeito do Recife, Vitor Marques, para orientar sobre as providências necessárias para o reconhecimento sumário da situação de emergência.

A pasta informou que, além de Pernambuco, o governo vai apoiar a Paraíba. O estado também tem sofrido com os temporais nas últimas 24h.
*com informações da Agência Brasil


Fonte: Jovem Pan

Desenrola 2: o problema vai continuar

Com o alto endividamento das famílias, o governo lança seu segundo programa de renegociação de dívidas a fim de tirar os brasileiros das dívidas. Para isso, os devedores que ganham até 5 salários mínimos poderão utilizar até 20% do saldo do FGTS para quitar suas dívidas.
A medida proposta pelo governo é paliativa e de cunho eleitoreiro, sem resolver a questão, ao não atacar as causas estruturais do alto endividamento dos brasileiros.
Uma dessas causas é o alto custo de vida ocasionado por períodos inflacionários, nos quais o governo teve culpa com sua política fiscal expansionista.  Com a elevação dos preços de produtos e serviços, muitos brasileiros recorreram a empréstimos para pagarem as suas contas do dia a dia.
Outra causa do alto endividamento familiar é os juros elevados, o que torna impossível para aquele que contraiu um empréstimo sair da sua dívida. Em parte, a taxa de juros é muito alta no país por conta do elevado gasto público e de uma Justiça que favorece mais o devedor, e menos o credor.
Se o governo, em vez de oferecer programas de desconto de dívida, que podem inclusive incentivar a mais endividamento – afinal, o devedor sabe que o Estado no final irá salvá-lo -, cortasse gastos públicos e atacasse a insegurança jurídica, os resultados seriam muitos melhores e sustentáveis.
Infelizmente, como este caminho é mais de médio e longo prazo, o governo prefere apostar no Desentola 2.0 para colher resultados eleitorais, sem resolver a questão de fato.


Fonte: Jovem Pan

Chuvas: Governo envia Defesa Civil para Pernambuco e Paraíba

Equipes da Defesa Civil Nacional se deslocaram, nesta sexta-feira (1º), para apoiar o estado de Pernambuco atingido por fortes chuvas. A decisão foi dada pelo Governo após contato com as autoridades locais. As equipes atuarão em conjunto com as defesas civis, estaduais e municipais. A determinação foi anunciada mais cedo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, entrou em contato com a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e com o prefeito do Recife, Vitor Marques, para orientar sobre as providências necessárias para o reconhecimento sumário da situação de emergência.
“Já conversei com autoridades locais, como o senador Humberto Costa, o ex-prefeito João Campos e a governadora Raquel Lyra, para informar que a determinação do presidente Lula é clara: garantir o socorro e assistência do Governo Federal nessa situação de emergência”, afirmou o ministro.
Waldez Góes também destacou que equipes da Defesa Civil Nacional vão atuar em campo, em parceria com as defesas civis estaduais e municipais, para avaliar a situação e adotar as medidas necessárias para reduzir os impactos causados pelas chuvas em Pernambuco.
A pasta informou que, além de Pernambuco, o governo vai apoiar a Paraíba. O estado também tem sofrido com os temporais nas últimas 24h.
De acordo com o último boletim, divulgado pela Defesa Civil estadual, nesta sexta-feira (1º), às 12h, o estado de Pernambuco está com sete municípios em alerta e teve registros expressivos de acumulado de chuva nas últimas 24 horas, em milímetros (mm), com destaque para as seguintes cidades: Goiana (181 mm), Abreu e Lima (144,8 mm), Paulista (142,9 mm), Igarassu (140,5 mm), Condado (129,6 mm), Itaquitinga (120,8 mm) e Itambé (117,6 mm). Em Recife, foram registrados pontos de alagamento.
“Os técnicos também fazem o monitoramento hidrológico em rios da Mata Norte de Pernambuco. O risco hidrológico e urbano está em evolução, com possibilidade de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de terra em áreas vulneráveis” disse a pasta.
O auxílio a Pernambuco já havia sido anunciado mais cedo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lula determinou o apoio do governo federal à região metropolitana do Recife após a cidade sofrer com fortes chuvas.
Desde ontem (30), segundo a Defesa Civil estadual, foram registrados mais de 100 milímetros de chuva na região. Pelo menos duas pessoas morreram, segundo o prefeito de Recife, Victor Marques.
Em uma rede social, Lula disse que conversou por telefone, na manhã desta sexta-feira, com o ex-prefeito de Recife, João Campos, e o senador pernambucano Humberto Costa (PT-PE) sobre as chuvas, que atingem também outras regiões do estado.
“Determinei imediatamente o pronto apoio federal às autoridades locais. O ministro da Integração Regional, Waldez Góes, acionou a Defesa Civil Nacional para prestar todo suporte às cidades atingidas, Inclusive com o reconhecimento da situação de emergência e o deslocamento de técnicos para a área,” disse o presidente.
Paraíba
O estado da Paraíba também registrou chuvas intensas e está em risco. Há alerta laranja (perigo) para parte do estado, com previsão de chuva entre 30 e 60 milímetros (mm) por hora, ventos intensos, risco de alagamentos, queda de árvores e interrupções de energia.
Entre os municípios em alerta, destaque para João Pessoa, Cabedelo, Santa Rita, Bayeux, Conde, Mamanguape, Guarabira, Sapé, Rio Tinto, Alhandra, Areia e Bananeiras.


Fonte: Jovem Pan

Eleição de governadores: veja como estão as disputas em 11 estados, segundo a Quaest

As pesquisas Quaest divulgadas na última semana de abril de 2026 traçam um mapa da corrida pelos governos estaduais em onze estados brasileiros. O cenário varia de favoritismos consolidados, como no Paraná, até disputas acirradas e alta indefinição em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.
Veja, por estado, um panorama da disputa eleitoral:
Bahia
Ceará
Espírito Santo
Goiás
Minas Gerais
Pará
Paraná
Pernambuco
Rio de Janeiro
Rio Grande do Sul
São Paulo
Bahia
ACM Neto e Jeronimo Rodrigues
Reprodução/ TV Bahia
Na Bahia, o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) aparecem tecnicamente empatados na liderança. Em um dos principais cenários testados, ACM Neto soma 41% das intenções de voto, contra 37% de Jerônimo.
Apesar da disputa apertada, o governador petista mantém indicadores positivos de gestão: 56% dos eleitores aprovam seu governo, e 51% afirmam que ele merece um novo mandato.
Ainda assim, Jerônimo enfrenta um índice elevado de rejeição (42%), superior ao de seu principal adversário (32%).
O cenário baiano é fortemente impactado pela política nacional: quase metade do eleitorado (47%) afirma preferir um governador alinhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 16% dizem optar por um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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Ceará
Camilo Santana, Ciro Gomes e Elmano Freitas
Geraldo Magela/Agência Senado, Valter Campanato/Agência Brasil e Hiane Braun/Casa Civil
No Ceará, os números mostram uma disputa condicionada principalmente à escolha do PT entre dois nomes: o senador Camilo Santana (PT) desponta como o candidato governista mais competitivo, liderando um confronto com Ciro Gomes (PSDB) por 40% a 33%.
Já em um cenário em que o governador Elmano de Freitas (PT) enfrenta Ciro, o pré-candidato do PSDB leva vantagem, com 41%, contra 32% do petista.
Elmano, no entanto, registra boa avaliação administrativa: 53% aprovam a gestão dele, 30% a desaprovam, e 50% consideram que ele merece a reeleição.
Nas simulações de segundo turno, Camilo Santana venceria Ciro Gomes por 44% a 39%, enquanto Ciro superaria Elmano de Freitas por 46% a 35%. Assim como na Bahia, o alinhamento nacional pesa: 43% dos cearenses preferem um governador aliado a Lula, frente a 18% que optam por um aliado de Bolsonaro.
Espírito Santo
Paulo Hartung (PSD), Ricardo Ferraço (MDB), Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Magno Malta (PL)
Montagem/g1
No Espírito Santo, o principal cenário testado aponta um empate técnico entre quatro pré-candidatos. O ex-governador Paulo Hartung (PSD) aparece numericamente à frente, com 19% das intenções de voto, seguido de perto pelo prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), com 18%. Logo atrás estão o vice-governador Ricardo Ferraço (MDB) e o senador Magno Malta (PL), ambos com 15%. O deputado federal Helder Salomão (PT) surge mais distante, com 7%.
Quando o nome de Hartung é retirado das simulações, o cenário muda: Ricardo Ferraço passa a liderar numericamente, com índices que variam entre 24% e 32%, dependendo da combinação testada.
O levantamento também revela um obstáculo relevante para alguns pré-candidatos. Magno Malta registra a maior rejeição, com 46%, seguido por Hartung (36%) e Helder Salomão (33%).
A disputa, no entanto, ainda é bastante incerta: 60% dos eleitores afirmam que podem mudar de voto até o dia da eleição.
Vídeos em alta no g1
Goiás
Vice-governador, Daniel Vilela (MDB), e ex-governador Marconi Perillo (PSDB)
Fábio Lima e Weimer Carvalho/ O Popular
Em Goiás, o cenário é mais favorável à continuidade do grupo atualmente no poder. O governador Daniel Vilela (MDB), que assumiu o cargo após a saída de Ronaldo Caiado (PSD) para disputar a Presidência da República, lidera as intenções de voto com 33%, seguido pelo ex-governador Marconi Perillo (PSDB), com 21%.
O desempenho de Vilela está associado ao legado de Caiado, cujo governo terminou com 84% de aprovação.
Segundo os resultados da Quaest, em uma eventual disputa de segundo turno, Daniel Vilela venceria Marconi Perillo com ampla margem: 46% a 27%. O tucano, por sua vez, é o nome mais rejeitado entre os testados, com 50% de rejeição.
Minas Gerais
Cleitinho, Alexandre Kalil e Rodrigo Pacheco
g1
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera a disputa em todos os cenários testados, com intenções de voto que variam entre 30% e 37% no primeiro turno.
Ele é seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), que registra entre 14% e 18%, e pelo senador Rodrigo Pacheco (PSB), com índices entre 8% e 12%. O atual governador, Mateus Simões (PSD), que assumiu o cargo após a renúncia de Romeu Zema (Novo) em março para concorrer à Presidência, aparece com 3% a 5%.
Cleitinho possui os eleitores mais decididos, com 56% de seus apoiadores afirmando que o voto é definitivo. Em simulações de segundo turno, ele venceria todos os adversários testados. No entanto, a incerteza ainda é alta no estado, com 60% do eleitorado afirmando que pode mudar de candidato.
Pará
Daniel Santos e Hana Ghassan empatam na disputa para o governo do Pará no 1º turno
Reprodução
A disputa no Pará é marcada por um empate técnico entre Dr. Daniel Santos (Podemos) e a atual governadora, Hana Ghassan (MDB), no 1º turno. Em um dos cenários, Daniel Santos aparece com 22% contra 19% de Hana; em outro, ele tem 24% contra 22% dela. Hana Ghassan assumiu o governo após a renúncia de Helder Barbalho (MDB), que deixou o cargo para concorrer ao Senado.
Apesar do empate, Hana Ghassan conta com o potencial apoio de Barbalho, que teve 63% de aprovação em sua gestão. No entanto, apenas 33% dos eleitores já associam Hana como a candidata do ex-governador. O nível de indecisão no Pará é alto, atingindo até 33% no primeiro turno.
Em uma simulação de segundo turno, os dois candidatos permanecem tecnicamente empatados, com Daniel Santos registrando 34% e Hana, 29%
Paraná
Sergio Moro, Requião Filho e Rafael Greca
Dida Sampaio/Estadão – Orlando Kissner/Alep – Reprodução Prefeitura de Curitiba
No Paraná, o senador Sergio Moro (PL) aparece como favorito na corrida eleitoral. Ele lidera todos os cenários testados pela Quaest e, no principal deles, soma 35% das intenções de voto, abrindo vantagem sobre Requião Filho (PDT), que tem 18%, e sobre o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB), com 15%.
O bom desempenho de Moro ocorre em um contexto de forte aprovação do atual governador Ratinho Junior (PSD), que encerra o segundo mandato com 80% de aprovação.
Apesar de não poder disputar a reeleição, Ratinho Junior mantém grande influência: 64% dos eleitores afirmam que ele merece eleger um sucessor.
No campo nacional, 44% do eleitorado paranaense defende um governador independente, 34% prefere um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro e 17% opta por um nome próximo ao presidente Lula.
Pernambuco
João Campos e Raquel Lyra
g1
Em Pernambuco, a corrida eleitoral é marcada pela disputa entre o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) e a atual governadora, Raquel Lyra (PSD). João Campos lidera as intenções de voto com 42%, contra 34% de Raquel.
Em uma simulação de segundo turno, Campos mantém vantagem, vencendo por 46% a 38%.
Apesar de aparecer atrás nas pesquisas eleitorais, a governadora apresenta indicadores positivos de gestão: a administração é aprovada por 62% dos eleitores, um avanço em relação a levantamentos anteriores, e 57% consideram que ela merece ser reeleita.
O fator nacional é decisivo no estado: 47% dos pernambucanos dizem preferir um governador aliado ao presidente Lula. Nesse aspecto, João Campos leva clara vantagem, já que 47% dos eleitores o identificam como o candidato apoiado por Lula, enquanto 12% fazem essa associação com Raquel Lyra.
Rio de Janeiro
Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL)
Stephanie Rodrigues/g1 e Alex Ramos/Alerj
No Rio de Janeiro, a liderança é do ex-prefeito da capital Eduardo Paes (PSD). Ele aparece à frente em todos os cenários testados, com intenções de voto que variam entre 34% e 40%.
Bem atrás, surge o deputado estadual Douglas Ruas (PL), com índices entre 9% e 11%, seguido pelo ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos), que marca 8%.
A disputa fluminense é influenciada pelo desgaste da gestão anterior: o ex-governador Cláudio Castro (PL) renunciou ao cargo em março de 2026 e foi declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O governo Castro terminou com 47% de desaprovação, o que se reflete no desejo do eleitorado por mudança: 43% dos entrevistados afirmam querer que o próximo governador altere completamente o trabalho que vinha sendo realizado.
Rio Grande do Sul
Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL)
Gustavo Chagas/g1 e Celso Bender/Agência ALRS
No Rio Grande do Sul, a pesquisa aponta um cenário aberto, com equilíbrio entre os nomes da oposição e elevado índice de indecisos.
No principal cenário de primeiro turno, há um empate técnico entre a deputada estadual Juliana Brizola (PDT), com 24%, e o deputado federal Luciano Zucco (PL), que aparece com 21% das intenções de voto. Mais atrás estão o vice-governador Gabriel Souza (MDB), com 6%, Marcelo Maranata (PSDB), com 2%, e Rejane Oliveira (PSTU), com 1%.
A indefinição do eleitorado gaúcho chama atenção: 34% dos entrevistados se dizem indecisos, e 68% afirmam que ainda podem rever sua escolha, um dos índices mais altos entre os estados pesquisados.
Em relação ao governo atual, o governador Eduardo Leite (PSD) mantém 51% de aprovação e 39% de desaprovação.
Apesar de a maioria aprovar a gestão de Leite, o capital político do governador não se transfere automaticamente: 49% dos eleitores afirmam que ele não merece eleger um sucessor.
No contexto político estadual, Eduardo Leite confirmou que permanecerá no cargo até o fim do mandato, após o PSD definir o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como pré-candidato do partido à Presidência da República.
São Paulo
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e o deputado federal Kim Kataguiri (Missão).
Montagem/g1/Divulgação
O atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lidera a corrida com 38% a 40% das intenções de voto. O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) aparece em segundo lugar, variando entre 26% e 28%. Outros candidatos, como Kim Kataguiri (Missão) e Paulo Serra (PSDB), pontuam com 5% cada.
A gestão de Tarcísio conta com 54% de aprovação, e ele venceria Haddad em um eventual segundo turno por 49% a 32%.
Por outro lado, Haddad enfrenta o maior índice de rejeição, com 58% dos eleitores paulistas afirmando que não votariam nele, enquanto a rejeição de Tarcísio é de 38%. A decisão de voto no estado está dividida: 48% dizem ser definitiva e 51% afirmam que podem mudar.


Fonte:

g1 > Política

Ronaldo Caiado, Ratinho Jr e Casagrande têm maior aprovação entre 11 governos avaliados pela Quaest

Ronaldo Caiado, Ratinho Jr e Renato Casagrande
Estado de Goiás, Roberto Dziura Jr/AEN e Hélio Filho/Secom
A primeira rodada de pesquisas Quaest sobre as eleições para governador, divulgadas nessa semana, mediu também o nível de aprovação de quem ocupa ou ocupou recentemente o cargo em 11 estados. Essa análise mostra que o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado tem o índice mais alto de aprovação entre os avaliados: 86%.
Caiado deixou o cargo em abril para disputar a Presidência da República, como candidato do PSD. O vice dele, Daniel Vilela (MDB), assumiu o governo de Goiás, é pré-candidato e aparece à frente na pesquisa com 33% das intenções de voto.
No extremo oposto, o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) apresenta o maior índice de desaprovação entre os avaliados, com 47% dos entrevistados afirmando desaprovarem o trabalho dele na gestão estadual.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Veja o percentual de aprovação dos governadores avaliados:
Quaest: aprovação do governo estadual em onze estados (abril/2026)
Arte/g1
Ronaldo Caiado (União-GO): 84%;
Ratinho Júnior (PSD-PR): 80%;
Renato Casagrande (PSB-ES): 77%;
Helder Barbalho (MDB-PA): 63%;
Raquel Lyra (PSDB-PE): 62%;
Jerônimo Rodrigues (PT-BA): 56%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP): 54%;
Elmano de Freitas (PT-CE): 53%;
Romeu Zema (Novo-MG): 52%;
Eduardo Leite (PSDB-RS): 51%;
Cláudio Castro (PL-RJ): 35%.
Segundo o diretor da Quaest, Felipe Nunes, as pesquisas destacam uma “recuperação notável” da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB). Após um início de mandato turbulento, Raquel Lyra atingiu 62% de aprovação.
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), em evento do governo federal
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Nunes observa que Raquel Lyra conseguiu furar a bolha da polarização, obtendo aprovação significativa tanto entre bolsonaristas quanto entre eleitores que se dizem independentes, revertendo uma tendência negativa anterior.
O diretor da Quaest também destaca, em contraste, o desgaste de Romeu Zema (Novo), que deixou recentemente o governo de Minas Gerais para concorrer a presidente. Com 52% de aprovação nos resultados de abril, Zema atingiu um nível de 41% de desaprovação, o maior desde abril de 2024, quando o governo dele era aprovado por 62% e desaprovado por 31%.
Vídeos em alta no g1
A Quaest também perguntou a avaliação dos governadores atuais ou recentes nos estados. Os ex-governadores Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Renato Casagrande aparecem com os maiores percentuais de avaliação positiva (soma de ótimo e bom), com mais de 50% em seus estados.
Veja os percentuais de avaliação positiva:
Ratinho Júnior (PSD-PR): 70%;
Ronaldo Caiado (União-GO): 69%;
Renato Casagrande (PSB-ES): 57%;
Helder Barbalho (MDB-PA): 46%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP): 39%;
Jerônimo Rodrigues (PT-BA): 37%;
Elmano de Freitas (PT-CE): 37%;
Raquel Lyra (PSDB-PE): 36%;
Eduardo Leite (PSDB-RS): 34%;
Romeu Zema (Novo-MG): 32%;
Cláudio Castro (PL-RJ): 23%.
Quaest: avaliação do governo estadual em onze estados (abril/2026)
Arte/g1


Fonte:

g1 > Política

Zema defende que crianças possam trabalhar no Brasil: ‘Nós vamos mudar’

Pré-candidato a presidente Romeu Zema (Novo)
Reprodução
O pré-candidato à Presidência da República pelo Novo, Romeu Zema, afirmou nesta sexta-feira (1º) que, se eleito, quer mudar o fato de, no Brasil, crianças não poderem trabalhar. A lei brasileira proíbe o trabalho infantil, ou seja, de menores de 16 anos. A partir dos 14 anos é possível atuar como aprendiz, atividade que tem regras específicas.
“Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal, recebe lá não sei quantos centavos por cada jornal entregue, no tempo que tem. Aqui é proibido, né? Você tá escravizando criança. Então é lamentável. Mas tenho certeza que nós vamos mudar.”
A declaração de Zema foi feita ao podcast “Inteligência Ltda”, transmitido ao vivo nesta sexta-feira, Dia do Trabalhador.
O ex-governador de Minas Gerais disse que, desde os 5 anos, ajudava o pai, que vendia peças automotivas, e que tirou a Carteira de Trabalho aos 14 anos. “Eu trabalho desde que eu aprendi a contar”, disse.
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Para o político do Novo, o trabalho infantil é proibido hoje por causa da esquerda.
“A que a esquerda criou essa noção de que trabalhar prejudica a criança.”
Zema reconheceu que estudar deve ser prioridade das crianças, mas que elas “podem ajudar com questões simples, com questões ao alcance delas” ao trabalhar.


Fonte:

g1 > Política

Técnica de enfermagem diz ter sido agredida pelo senador Magno Malta

Uma técnica de enfermagem registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) contra o senador Magno Malta (PL-ES), por agressão.
A vítima afirma que foi agredida nesta quinta-feira (30) e que a agressão ocorreu no momento que foi realizar exames no senador, que foi internado após apresentar um episódio de pressão baixa ao chegar no Congresso Nacional, na manhã desta quinta.
O parlamentar ia participar da sessão que derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PL) ao PL da Dosimetria.
Magno Malta sofre mal súbito no Senado e é levado para hospital de Brasília
“A vítima levou o agressor até a sala de exame, realizou a monitorização e fez o teste com o soro para o acesso. Segundo a vítima, após o início do exame, informou que iriam iniciar a injeção de contraste, momento em que a bomba identificou que havia uma oclusão e pressão, interrompendo o procedimento. Por esse motivo, a vítima entrou na sala onde estava o agressor para verificar o ocorrido e constatou que o contraste havia extravasado no braço dele”, disse a vítima aos policiais.
Ainda segundo o boletim de ocorrência, a vítima informou ao senador que precisaria fazer uma compressão em seu braço, momento em que ele se levantou e, “quando a vítima se aproximou para ajudá-lo, ele desferiu um tapa forte no rosto da vítima, chegando a entortar seus óculos”.
Segundo o depoimento, o parlamentar teria ainda xingado a técnica de enfermagem de “imunda” e “incompetente”.
Senador Magno Malta (PL-ES) teve mal súbito ao chegar no Congresso Nacional
Reprodução
“A vítima informa que saiu da sala imediatamente e chamou a enfermeira e o médico, atendimento este que foi recusado pelo agressor”.
Outro lado
Em nota, o senador afirmou que houve “falha técnica” da profissional de radiologia. Malta disse ter alertado que, no seu entendimento, o procedimento estava incorreto e que sentia fortes dores.
“Diante da situação e da forma como foi tratado, o senador deixou sozinho a sala de exames (estava desacompanhado nesse momento)”, afirmou.
O parlamentar disse que o episódio foi relatado à direção do hospital e à equipe médica e disse que a técnica tenta dar sua própria versão dos fatos.
“Causa estranheza que a profissional envolvida tenha buscado registrar versão própria dos fatos, em evidente atitude defensiva diante da possibilidade de responsabilização pelo grave ocorrido”.
Em nota, o hospital afirma que abriu uma apuração administrativa sobre o fato ocorrido e que “vem dando todo o suporte à colaboradora que relatou ter sido vítima de agressão”.
“A unidade também reitera que está à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários às autoridades envolvidas na investigação do episódio”, diz a nota.


Fonte:

g1 > Política