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Irã pede que EUA abandonem ‘exigências excessivas’ nas negociações

O Irã pediu nesta segunda-feira (4) aos Estados Unidos que “adotem uma abordagem razoável” e abandonem as “exigências excessivas”, após receber uma resposta de Washington à sua nova proposta no âmbito das negociações de paz entre os dois países.
“Nesta etapa, nossa prioridade é acabar com a guerra”, afirmou em uma entrevista coletiva o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqai.
“Não podemos ignorar as lições do passado. Já negociamos em duas ocasiões sobre os aspectos nucleares e, ao mesmo tempo, fomos atacados pelos Estados Unidos”, acrescentou o porta-voz em uma entrevista exibida pela televisão estatal.
“A outra parte deve comprometer-se com uma abordagem razoável e abandonar suas exigências excessivas em relação ao Irã”, afirmou.
Também nesta segunda-feira, o comando militar do Irã advertiu que o Exército dos Estados Unidos será atacado se entrar no Estreito de Ormuz, depois que o presidente americano, Donald Trump, anunciou que Washington começaria a escoltar navios através da via marítima estratégica.
“Alertamos que qualquer Força Armada estrangeira – especialmente as agressivas forças militares americanas – será alvo de ataques se tentar se aproximar ou entrar no Estreito de Ormuz”, declarou o general Ali Abdollahi, do comando central do Exército iraniano, em um comunicado divulgado pela emissora estatal IRIB.
“Afirmamos reiteradas vezes que a segurança do Estreito de Ormuz está sob o controle das Forças Armadas da República Islâmica do Irã e que, em quaisquer circunstâncias, a passagem segura deve ser coordenada com estas forças”, acrescentou.
O Irã mantém um controle rígido sobre Ormuz – crucial para o tráfego mundial de hidrocarbonetos – desde que Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o país em 28 de fevereiro.
Em represália, Teerã atacou alvos em Israel e em países do Golfo.
Trump disse que a nova operação marítima, que batizou de “Projeto Liberdade”, era um gesto “humanitário” para as tripulações dos vários navios retidos pelo bloqueio na passagem marítima.
 
 


Fonte: Jovem Pan

Quem é o maior artilheiro da seleção da França na história das Copas do Mundo?

A resposta definitiva para quem é o maior artilheiro da seleção da França na história das Copas do Mundo é o lendário atacante Just Fontaine. Na edição de 1958, disputada na Suécia, o jogador estabeleceu uma marca que beira o impossível: ele balançou as redes 13 vezes em apenas seis partidas. Essa explosão ofensiva não apenas o colocou no topo isolado da artilharia francesa nos mundiais, como também lhe garantiu o recorde absoluto de mais gols marcados em uma única edição de toda a história do torneio da Fifa.
O fenômeno ofensivo de Just Fontaine em 1958
Nascido no Marrocos durante o período de protetorado francês e revelado no futebol do norte da África, Fontaine chegou à Suécia como uma opção no elenco e só assumiu a titularidade após a lesão de René Bliard às vésperas do torneio. O que se viu nos gramados suecos foi uma performance de almanaque que reescreveu os recordes do esporte.
Logo na estreia contra o Paraguai, o atacante assinalou um hat-trick na vitória por 7 a 3. Ele continuou a punir as defesas adversárias em todos os jogos seguintes, marcando contra a Iugoslávia, Escócia e Irlanda do Norte na fase inicial. Na emblemática semifinal contra o Brasil de Pelé e Garrincha, Fontaine deixou sua marca na derrota francesa por 5 a 2 no estádio Rasunda. Na disputa pelo terceiro lugar, coroou sua participação com quatro gols na mesma partida diante da Alemanha Ocidental, fechando a conta em 13 tentos e garantindo o pódio para o esquadrão europeu.
O ranking histórico dos goleadores franceses nos mundiais
A prateleira de artilheiros da equipe nacional reúne jogadores que definiram diferentes gerações do esporte. Abaixo, detalhamos o top 5 definitivo dos franceses mais letais na Copa do Mundo:
1. Just Fontaine (13 gols)
O dono do recorde alcançou sua marca jogando apenas a edição de 1958. Uma grave dupla fratura na perna direita o forçou a encerrar a carreira precocemente em 1962, aos 28 anos, impedindo que seus números fossem ainda mais assombrosos.
2. Kylian Mbappé (12 gols)
A atual estrela do futebol europeu precisou de duas edições (2018 e 2022) para anotar 12 tentos. Com quatro gols em finais de Copa, o atacante já superou lendas modernas e está a um passo do recorde absoluto.
3. Thierry Henry (6 gols)
O elegante centroavante participou de quatro mundiais (1998, 2002, 2006 e 2010), acumulando seis bolas na rede em 17 partidas. Henry foi peça vital no primeiro título mundial da França, conquistado em casa contra o Brasil.
4. Zinedine Zidane (5 gols)
O meio-campista é lembrado pela capacidade de decidir grandes jogos. Dos seus cinco gols em mundiais, três foram marcados em decisões — dois na histórica final de 1998 e um na final de 2006 diante da Itália.
5. Michel Platini (5 gols)
O craque da camisa 10 liderou a talentosa geração francesa dos anos 1980, distribuindo cinco gols em suas participações nos mundiais de 1978, 1982 e 1986.
A contagem regressiva para a nova dinastia de Mbappé
O cenário aponta para uma quebra iminente desse recorde histórico. Com 12 gols acumulados na principal competição de seleções, Kylian Mbappé é a principal ameaça à coroa de Just Fontaine. A estrela do ataque francês necessita de apenas dois gols na Copa do Mundo de 2026 para assumir o posto de artilheiro máximo do país no torneio.
Vale destacar uma diferença estatística importante para o fã de futebol: enquanto Fontaine domina os números restritos às Copas do Mundo, o título de maior artilheiro da história da seleção francesa em números gerais pertence a Olivier Giroud. O veterano centroavante soma 57 gols em todas as competições e amistosos, seguido por Thierry Henry e pelo próprio Mbappé, que chegaram à marca de 51 gols.
Manter a pontaria afiada no torneio de futebol mais importante do planeta exige frieza e regularidade. O feito de Just Fontaine sobreviveu às mudanças táticas do esporte ao longo de mais de seis décadas, consolidando-se como uma das marcas mais respeitadas do futebol internacional. Resta saber se a atual geração francesa conseguirá reescrever essa linha do tempo nos próximos anos.


Fonte: Jovem Pan

Quem é o maior artilheiro da Nova Zelândia na história das Copas do Mundo?

Para os fãs de estatísticas que buscam a resposta direta e querem saber quem é o maior artilheiro da Nova Zelândia na história das Copas do Mundo, o dado oficial de almanaque é surpreendente. O posto não pertence a um único jogador, mas é dividido igualmente por quatro atletas: Steve Sumner, Steve Wooddin, Winston Reid e Shane Smeltz. Como a seleção balançou as redes exatamente quatro vezes em todo o seu histórico no torneio, cada um desses nomes possui um gol oficial registrado.
Os quatro gols neozelandeses em duas participações
A Nova Zelândia garantiu vaga no Mundial de futebol masculino em apenas duas ocasiões: em 1982 (Espanha) e em 2010 (África do Sul). Em ambas as campanhas, a equipe caiu na primeira fase, o que limitou drasticamente o número de jogos e, consequentemente, as oportunidades para que um centroavante se isolasse na tabela de artilharia.
Na estreia oficial do país em 1982, os dois únicos gols a favor aconteceram logo no primeiro jogo, durante a derrota por 5 a 2 contra a Escócia. Depois, os All Whites passaram em branco contra a União Soviética e contra o Brasil.
A história mudou de tom na memorável campanha de 2010. A seleção surpreendeu os especialistas esportivos ao se despedir do torneio de forma invicta, registrando três empates na fase de grupos. Foi nesse ano que a equipe balançou as redes contra a Eslováquia e contra a poderosa seleção da Itália, então campeã mundial em título.
O ranking histórico de goleadores da Nova Zelândia
Como não existe um líder isolado, o ranking oficial de gols em Mundiais divide o mérito cronologicamente. Veja a lista de quem balançou as redes pelo país:

1. Steve Sumner (1982): O ex-meio-campista garantiu seu lugar nos livros ao marcar o primeiro gol da Nova Zelândia na história do torneio. Ele diminuiu a diferença no início do segundo tempo na partida de estreia contra a seleção escocesa.
2. Steve Wooddin (1982): Apenas dez minutos depois do feito de Sumner, o atacante aproveitou uma falha da defesa adversária e anotou o segundo tento da equipe contra a mesma Escócia.
3. Winston Reid (2010): O zagueiro virou um herói nacional instantâneo ao marcar o gol de empate aos 48 minutos do segundo tempo no 1 a 1 contra a Eslováquia. O cabeceio salvador garantiu o primeiro ponto oficial do país em Copas.
4. Shane Smeltz (2010): O centroavante chocou o mundo do futebol ao abrir o placar aos sete minutos do primeiro tempo no emblemático empate por 1 a 1 contra a Itália.

Chris Wood e o futuro na Copa do Mundo de 2026
Apesar do empate quádruplo no cenário específico das Copas, a artilharia geral da seleção nacional possui um dono hegemônico. O centroavante Chris Wood é o maior goleador da história da Nova Zelândia em todas as competições, somando 45 gols pela equipe principal. O craque do Nottingham Forest, porém, ainda não atuou em um Mundial absoluto, visto que o país falhou nas Eliminatórias de 2014, 2018 e 2022.
Com a expansão do número de vagas e o favoritismo isolado nas Eliminatórias da Oceania, os neozelandeses estão na reta final para carimbar o passaporte rumo ao Mundial da América do Norte. Isso transforma Chris Wood no candidato natural para quebrar o empate das antigas gerações e se estabelecer como o artilheiro isolado da Nova Zelândia em torneios da Fifa, consolidando de vez o seu nome na história do futebol do país.


Fonte: Jovem Pan

Os maiores artilheiros da Argélia em Copas do Mundo: o empate histórico

Neste almanaque esportivo, saiba quem é o maior artilheiro da Argélia na história das copas do mundo: a estatística oficial aponta um empate triplo na liderança. Os atacantes Islam Slimani, Abdelmoumene Djabou e Salah Assad possuem dois gols cada um marcados em fases finais do Mundial da Fifa. A marca, embora numericamente modesta, reflete as quatro participações históricas da equipe no torneio (1982, 1986, 2010 e 2014), somando um total de 13 bolas na rede até hoje.

Os donos do recorde e os momentos decisivos
Os gols argelinos em Copas concentram-se em duas campanhas antológicas: a geração de 1982, que chocou a Europa, e o elenco de 2014, que testou os limites da Alemanha. O primeiro atleta a alcançar a marca dupla foi Salah Assad, na edição sediada na Espanha. O atacante anotou dois gols na mesma partida, garantindo a vitória por 3 a 2 contra o Chile, no encerramento da fase de grupos.
Trinta e dois anos depois, no Mundial do Brasil, a Argélia registrou sua melhor campanha histórica. O centroavante Islam Slimani balançou as redes contra a Coreia do Sul e anotou o gol histórico contra a Rússia, que classificou o país para as oitavas de final de forma inédita. Na mesma competição, o meia-atacante Abdelmoumene Djabou igualou o recorde ofensivo ao marcar contra os sul-coreanos e, posteriormente, ao vazar a zaga alemã no apagar das luzes da prorrogação.
Ranking completo de artilheiros da Argélia em mundiais
1. Islam Slimani (2 gols)
Apesar de dividir o topo na Copa do Mundo, Slimani é o maior artilheiro absoluto da seleção em todos os tempos, com 45 gols na carreira internacional. No Mundial de 2014, ele operou como o principal pivô e finalizador das Raposas do Deserto.
2. Abdelmoumene Djabou (2 gols)
O meia imortalizou seu nome em 2014 com infiltrações precisas e velocidade pelo lado esquerdo. O seu gol contra os futuros campeões do mundo no estádio Beira-Rio é o momento mais celebrado pelos torcedores do país nesta década.
3. Salah Assad (2 gols)
Pioneiro na estatística, Assad comandou o setor ofensivo da lendária seleção de 1982. A equipe também entrou para a história ao derrotar a Alemanha Ocidental por 2 a 1 na estreia do torneio, em uma das maiores zebras das Copas.
4. Autores de um gol
Sete jogadores diferentes completam a lista de artilheiros argelinos na fase final do torneio. Cada um deles balançou as redes uma única vez:

Rabah Madjer (1982)
Lakhdar Belloumi (1982)
Tedj Bensaoula (1982)
Djamel Zidane (1986)
Sofiane Feghouli (2014)
Rafik Halliche (2014)
Yacine Brahimi (2014)

O cenário atual para a Copa de 2026
Com o retorno confirmado das Raposas do Deserto ao Mundial de 2026, agora sob o comando do técnico Vladimir Petković, a liderança deste ranking pode finalmente mudar de mãos. O atacante Mohamed Amoura liderou a equipe nas eliminatórias africanas com atuações decisivas e surge como o candidato natural a assumir a artilharia isolada. Além dele, veteranos remanescentes buscam balançar as redes em um Mundial pela primeira vez.
Superar a marca de dois gols na América do Norte representará mais do que um feito individual. Para o país que respira o esporte diariamente, cada bola na rede atualizará um almanaque esportivo congelado desde 2014, recolocando o futebol argelino nos holofotes globais da Fifa.


Fonte: Jovem Pan

Os maiores artilheiros da Austrália na história das Copas do Mundo

Para quem busca entender as estatísticas dos Socceroos e pesquisar quem é o maior artilheiro da Austrália na história das Copas do Mundo, a resposta é imediata. O dono absoluto do recorde é o ex-meia-atacante Tim Cahill, que encerrou sua carreira internacional somando cinco gols anotados na competição ao longo de suas participações nas edições de 2006, 2010 e 2014 do torneio organizado pela FIFA.

A trajetória do ídolo no principal torneio de seleções
A relação de destaque de Cahill com a competição começou a ser desenhada na Alemanha, em 2006. Na estreia da equipe naquele ano, a Austrália perdia para o Japão até os minutos finais. O meia entrou em campo no segundo tempo para virar o jogo, marcando os dois primeiros gols do país na história da competição e garantindo uma vitória inédita por 3 a 1.
Quatro anos depois, na África do Sul, ele voltou a deixar sua marca ao fazer o primeiro gol da vitória por 2 a 1 contra a Sérvia. No entanto, o lance mais emblemático de sua carreira internacional aconteceu no Brasil, em 2014. Na derrota por 3 a 2 contra a Holanda, o camisa 4 acertou um gol de voleio de perna esquerda que até hoje é considerado um dos chutes mais difíceis e plásticos de todas as edições do torneio. Ele ainda anotou outro gol contra o Chile na mesma edição, consolidando-se como o principal nome ofensivo da Austrália.
Ranking oficial dos goleadores australianos
A lista de artilheiros do país reflete a evolução da seleção a partir de 2006, ano em que os australianos voltaram a disputar o torneio após um longo hiato de 32 anos. Abaixo, detalhamos a lista com o top 3 dos maiores goleadores.
1. Tim Cahill (5 gols)
O dono do recorde marcou duas vezes em 2006, uma vez em 2010 e duas vezes em 2014. Além de liderar o ranking de mundiais, o ex-jogador também é o maior artilheiro da história da seleção em todas as competições, com 50 gols oficiais.
2. Mile Jedinak (3 gols)
Conhecido por sua precisão inquestionável nas bolas paradas, o ex-capitão da equipe divide a segunda posição do ranking histórico. Jedinak marcou um gol de pênalti contra a Holanda na edição de 2014 e converteu duas cobranças na Rússia, em 2018, durante os difíceis confrontos contra França e Dinamarca.
3. Brett Holman (2 gols)
O meio-campista viveu seu grande ápice técnico na edição da África do Sul, em 2010. Holman garantiu o empate importante por 1 a 1 contra Gana e, na partida seguinte, abriu o placar contra a Sérvia. Ele é o único outro jogador da seleção oceânica a ter marcado mais de uma vez na competição.
Outros jogadores com um gol
Vários atletas conseguiram deixar sua marca uma única vez ao longo das campanhas australianas. O grupo de jogadores com apenas um gol no torneio inclui:
Nomes clássicos que marcaram na Alemanha em 2006: Craig Moore, John Aloisi e Harry Kewell;
Atletas da nova geração que balançaram as redes no Catar em 2022: Craig Goodwin, Mitchell Duke e Mathew Leckie;
O cenário atual e as chances de quebra do recorde
Observando o elenco que disputou a edição de 2022 e as atuais convocações para as eliminatórias asiáticas de 2026, a marca estabelecida no passado permanece extremamente segura até hoje.
Os jogadores em atividade com mais gols no torneio mundial são Goodwin, Duke e Leckie, possuindo apenas um gol marcado cada. Para que algum atleta da geração atual consiga ameaçar essa liderança absoluta, seria necessária uma campanha ofensiva muito acima dos padrões históricos da equipe nas próximas edições.
As estatísticas comprovam que o impacto gerado na linha de frente dificilmente será superado a curto prazo. O líder do ranking entregou um alto volume de gols e sempre apareceu em momentos decisivos de sobrevivência da seleção, firmando seu nome como a referência incontestável da Austrália no cenário do futebol mundial.


Fonte: Jovem Pan

Saiba quem é o maior artilheiro da Suíça na história das Copas do Mundo e os detalhes do seu recorde

O maior artilheiro da seleção suíça na história das Copas do Mundo é Josef “Sepp” Hügi, com a expressiva marca de seis gols anotados. O detalhe esportivo mais marcante dessa estatística é que o atacante alcançou o topo do ranking disputando uma única edição do torneio: a Copa do Mundo de 1954. Jogando diante de sua própria torcida, já que a Suíça era o país-sede naquele ano, Hügi cravou seu nome no almanaque do futebol e nunca mais foi ultrapassado.
O peso tático da campanha de 1954
Josef Hügi construiu sua artilharia aproveitando o formato altamente ofensivo do futebol da década de 1950. O atacante, que construiu status de ídolo histórico do FC Basel, iniciou sua contagem marcando o gol da vitória por 2 a 1 na estreia contra a Itália. Dias depois, em um jogo extra de desempate válido pela fase de grupos, voltou a castigar a defesa italiana com mais dois gols na goleada por 4 a 1.
A consolidação definitiva do recorde ocorreu nas quartas de final, na famosa Batalha de Lausanne. No confronto eliminatório contra a Áustria, que entrou para as estatísticas oficiais da Fifa como o jogo com mais gols em todas as edições do torneio, a Suíça acabou derrotada por 7 a 5. Apesar da eliminação suíça, Hügi marcou um “hat-trick” na partida, carimbando seu sexto gol no Mundial e cimentando a liderança absoluta na artilharia do país.
Os maiores goleadores da Suíça em Mundiais
Abaixo de Josef Hügi, a relação oficial dos artilheiros engloba atletas de diferentes épocas, com forte presença da elogiada geração recente que devolveu o país ao cenário de protagonismo europeu.
1. Josef Hügi (6 gols)
O dono da marca máxima anotou todos os seus seis gols na Copa de 1954. Sua média exata de dois gols por partida disputada figura até hoje como uma das mais altas de toda a história da competição.
2. Xherdan Shaqiri (5 gols)
O meia-atacante é a principal referência contemporânea da seleção. Ele teve o mérito de balançar as redes em três edições consecutivas do torneio: fez três gols em um único jogo contra Honduras em 2014, anotou contra a Sérvia em 2018 e deixou mais um tento na edição de 2022, no Catar.
3. André Abegglen (4 gols)
Destaque da seleção no período pré-Segunda Guerra Mundial, Abegglen marcou um gol no torneio de 1934 e teve seu ápice técnico na edição de 1938, realizada na França. O atacante marcou três gols contra a Alemanha, desempenho que assegurou a classificação suíça para a segunda fase daquele ano.
4. Robert Ballaman (4 gols)
Parceiro de ataque de Hügi durante a campanha de 1954, Ballaman manteve um nível de rendimento letal ao lado do companheiro. Ele também deixou quatro gols na mesma edição, sendo peça crucial para que o time da casa avançasse no torneio com alto volume ofensivo.
A distância dos jogadores em atividade para a liderança
O posto de Josef Hügi permaneceu sob ameaça real ao longo da última década devido à pontaria afiada de Xherdan Shaqiri nos grandes torneios internacionais. No entanto, após a eliminação da Suíça na Eurocopa de 2024, Shaqiri anunciou a aposentadoria oficial da seleção nacional. Com o fim do seu ciclo com a camisa vermelha, o recorde de 1954 recuperou uma margem segura de isolamento.
Atualmente, o atleta em atividade com as melhores credenciais para escalar o ranking é o centroavante Breel Embolo. Figura carimbada no sistema ofensivo europeu, Embolo acumula no momento dois gols em Copas do Mundo, ambos anotados durante os confrontos da fase de grupos de 2022, contra as seleções de Camarões e Sérvia.
Embora o futebol suíço tenha alcançado estabilidade para avançar às fases de mata-mata com extrema regularidade em torneios da Fifa e da Uefa, a produção de uma campanha ofensiva fulminante, capaz de igualar os números gerados pela lenda do Basel há mais de sete décadas, permanece como o grande tabu da equipe na atualidade.
Fontes Consultadas

itatiaia.com.br
fifa.com
wikipedia.org
thesporting.blog
grokipedia.com
pastemagazine.com
sportinglife.com
wikipedia.org
wikipedia.org
colossusbets.com
wikipedia.org
thesoccerworldcups.com
fifa.com


Fonte: Jovem Pan

Marina ataca anistia e defende penas maiores para condenados pelo 8 de Janeiro

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), afirmou nesta sexta-feira (1º) que a pena para os envolvidos nos ataques de 8 de Janeiro “deveria ser maior”.
A declaração foi feita durante ato do Dia do Trabalhador na Praça Roosevelt, em São Paulo.
“Ontem, no Congresso Nacional, uma vergonha. Aqueles que atacaram a nossa democracia, que temem a nossa soberania, querendo diminuir a pena com um discurso falso, hipócrita, de que é por aquele coitado que não sabia o que estava fazendo”, afirmou Marina.
“A pena para eles não deveria ser menor, deveria ser maior.” Ao fim do discurso, a ministra também gritou “sem anistia”.
Haddad e a dosimetria
Fernando Haddad, que deve disputar o governo de São Paulo, disse que a aprovação do PL da Dosimetria é fruto de um acordo pela impunidade no país.
“Eu compartilho com os analistas que eu tenho lido nos jornais de que por trás dessa derrota tinha uma pretensão de um grande acordo em torno da impunidade daqueles responsáveis por alguns escândalos recentes no Brasil”, afirmou.
Erika Hilton e Paulinho da Força
Erika Hilton (PSOL-SP) classificou a derrubada do veto como “uma espécie de anistia disfarçada”. Na mesma cerimônia, o relator da proposta, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), foi convidado para compor a mesa de autoridades ao lado de Haddad, Tebet e Marina Silva, mas preferiu não subir ao palco.
Placar da derrubada
Na Câmara, 318 deputados votaram contra o veto de Lula, enquanto 144 votaram para mantê-lo. No Senado, a derrubada contou com 49 votos favoráveis e 24 contrários.
O projeto reduz penas dos condenados por suposto golpe de Estado, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).


Fonte: Conexão Política

Sem internet e sem luz: proposta de ‘corte brutal’ é apresentada na Rússia para forçar aumento da natalidade

Foto: WHoP
Mikhail Ivanov, deputado da Duma Regional de Bryansk e líder do movimento “Rússia Ortodoxa”, propôs a restrição de acesso à internet durante a madrugada para jovens casais como medida para elevar a taxa de natalidade.
Em entrevista à publicação russa Abzats, Ivanov afirmou que a internet se tornou um novo tipo de dependência psicológica e representa ameaça séria aos valores familiares.
Segundo o parlamentar, em vez de ter filhos, os jovens passam horas assistindo a filmes, jogando ou consumindo conteúdo sem propósito.
A proposta prevê limitar o uso da internet para casais que ainda não têm filhos a partir das 23h.
Corte de energia elétrica
O texto mais radical em discussão no parlamento russo prevê a interrupção do fornecimento de energia elétrica e do acesso à internet após as 22h, com a expectativa de que, com menos tempo diante das telas durante a noite, os casais se aproximem mais e contribuam para o aumento da natalidade.
Entre as medidas que circulam na Duma estão também subsídios de até 5 mil rublos para primeiros encontros e financiamento público de estadias em hotéis de lua de mel para novos casais, no valor de até 26.300 rublos.
Um ministro regional de saúde chegou a sugerir que os russos utilizem os intervalos do trabalho para “procriação”.
Crise demográfica
A Rússia enfrenta queda acentuada na taxa de natalidade agravada pelo conflito em curso na Ucrânia, que retirou do país um contingente significativo de homens em idade reprodutiva.
Putin admitiu publicamente que os esforços para elevar a natalidade no país ainda são insuficientes, o que alimentou a busca por propostas cada vez mais incomuns no parlamento.
Nina Ostanina, aliada próxima de Putin e presidente do Comitê do Parlamento Russo para Proteção da Família, avalia também a criação de um “Ministério do Sexo” para coordinar iniciativas voltadas ao aumento populacional.
Outras propostas em análise
Entre as medidas adicionais em estudo estão a remuneração de mães que ficam em casa com filhos, com contribuição dessas horas para a aposentadoria, e o subsídio a primeiras saídas a dois entre jovens.


Fonte: Conexão Política

Perícia diz que PC Siqueira foi assassinado

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Uma perícia particular solicitada pela família de Paulo Cezar Goulart Siqueira, o PC Siqueira, concluiu que o influenciador digital foi estrangulado é assassinado com o fio de um fone de ouvido dentro do apartamento onde morava, na Zona Sul de São Paulo, em 27 de dezembro de 2023.
O documento de 48 páginas foi elaborado por Francisco João Aparício La Regina, ex-perito da Polícia Técnico-Científica e professor com três décadas de experiência, contratado pelos advogados da família. O parecer contradiz diretamente os laudos oficiais do IML e do Instituto de Criminalística, que em 2025 concluíram que PC cometeu suicídio por enforcamento com cinta de catraca.
Lesões incompatíveis
O perito particular afirma que o padrão e a largura das lesões no pescoço de PC Siqueira seriam incompatíveis com a cinta de catraca laranja apreendida inicialmente pela perícia oficial, mais larga, e compatíveis com um fio fino de fones de ouvido encontrado no apartamento.
Por causa da divergência, os fones de ouvido foram enviados à Perícia Oficial, que irá comparar o objeto com as marcas no corpo. Como a morte ocorreu há quase três anos, não será possível exumar o corpo. A análise será feita por meio de fotografias do cadáver tiradas pela perícia na época.
MP barrou arquivamento
O inquérito do caso foi concluído em outubro de 2025 pelo 11º Distrito Policial, em Santo Amaro, mantendo a versão de suicídio. O Ministério Público, porém, apontou inconsistências em laudos periciais e contradições em depoimentos e não autorizou o arquivamento definitivo.
Diante disso, novas linhas de apuração foram abertas, incluindo hipóteses como instigação ao suicídio, homicídio com simulação e omissão de socorro. Até o momento, não há suspeitos formalmente identificados.
Ex-namorada e acareação
Ouvida como testemunha, a ex-namorada Maria Luiza Lopes Watanabe afirmou à Polícia Civil que tentou socorrer PC, sem êxito, relatando que deixou o apartamento gritando no corredor e pedindo ajuda. Segundo depoimento, PC teria se matado na frente dela, dois dias após o fim do relacionamento.
Em acareação realizada em janeiro de 2026, divergências de horários foram identificadas entre o relato de Maria Luiza e o de uma vizinha que auxiliou no socorro inicial, cortando a cinta com uma faca.
A advogada de Maria Luiza, Clarissa Azevedo, divulgou nota afirmando que “não há qualquer acusação formal ou imputação concreta” contra sua cliente e que os laudos oficiais do Estado “são elaborados com critérios técnicos, imparcialidade e controle institucional”, ao contrário de pareceres particulares, “produzidos por profissionais contratados por uma das partes”.
Investigação em aberto
A defesa da família de PC Siqueira informou que não se manifestará sobre o assunto porque o processo corre sob sigilo.
O novo laudo pericial particular foi entregue ao 11º Distrito Policial e o caso segue aberto na Polícia Civil, no Ministério Público e na Justiça. Pessoas próximas ao influenciador passaram a ser alvo de análise, embora não haja suspeitos formalmente identificados até o momento.
PC Siqueira tinha 37 anos quando foi encontrado morto e acumulava mais de 4 milhões de seguidores nas redes sociais.​​​​​​​​​​​​​​​​


Fonte: Conexão Política

Caso Benício: polícia diz que menino morreu após erro médico e overdose de adrenalina

A Polícia Civil do Amazonas concluiu que Benício, de 6 anos, foi vítima de um erro médico grosseiro e morreu após receber uma overdose de adrenalina em um hospital particular de Manaus. As informações foram divulgadas neste domingo (3) pelo Fantástico, da TV Globo.
As investigações apontaram que a criança deu entrada no Hospital Santa Júlia em novembro de 2025 com tosse seca, sem quadro de gravidade. Mesmo assim, a médica Juliana Brasil prescreveu adrenalina para aplicação intravenosa — medicamento de alta vigilância que deveria ser usado por inalação. A técnica de enfermagem Raiza Bentes, que atuava havia apenas sete meses na profissão, seguiu a prescrição, apesar de a mãe da criança questionar o procedimento, afirmando que o filho nunca havia recebido o remédio na veia.
Minutos após a aplicação, Benício passou mal e foi transferido para a “sala vermelha”. Ele morreu cerca de 14 horas depois, na UTI do hospital. Peritos da polícia atestaram que o quadro era irreversível e que não houve erro na intubação ou na conduta da equipe de UTI.
Segundo o Fantástico, a médica foi indiciada por homicídio doloso com dolo eventual – quando se assume o risco de matar -, fraude processual e falsidade ideológica. Durante o atendimento, ela trocava mensagens no celular sobre venda de cosméticos e recebia pagamentos via Pix, o que a polícia interpretou como indiferença total ao estado da criança. A médica também tentou se livrar da responsabilidade ao apresentar à Justiça um vídeo alegando falha no sistema eletrônico do hospital — perícia técnica comprovou que o sistema não apresentou qualquer problema. Mensagens no celular mostram que ela chegou a oferecer dinheiro para alguém gravar um vídeo que sustentasse sua versão.
A técnica de enfermagem Raiza Bentes também foi indiciada por homicídio doloso com dolo eventual. Depoimentos mostram que outra profissional a orientou a aplicar o medicamento por inalação e chegou a preparar o kit de nebulização, mas Raiza ignorou os protocolos de segurança, como a dupla checagem.
Além da médica e da técnica, dois diretores do Hospital Santa Júlia foram indiciados por homicídio culposo. A polícia concluiu que o hospital funcionava com número insuficiente de enfermeiros e sem farmacêutico para conferir as prescrições, priorizando redução de custos em detrimento da segurança dos pacientes.
A mãe de Benício, Joyce Xavier de Carvalho, disse ao Fantástico que a família está satisfeita com as conclusões da investigação e cobra punição dos responsáveis. “Os responsáveis precisam ser punidos pelo que aconteceu, até mesmo para que outras crianças, outras famílias não venham passar o que a gente está passando”, afirmou.
Médica e técnica de enfermagem podem ir a júri popular. O hospital informou que ainda não foi notificado oficialmente sobre o indiciamento dos diretores e reafirmou seu compromisso com a segurança dos pacientes.
A defesa de Juliana reafirmou ao programa que o sistema de prescrição do hospital apresentou problemas e que houve falhas na intubação. Quanto à venda de maquiagem, o advogado disse que, naquele momento, Benício não era mais responsabilidade da médica.
Os advogados de Raiza informaram que ela está suspensa do exercício profissional e que não pretende retornar à atividade.
*texto produzido com auxílio de IA


Fonte: Jovem Pan