Se Liga Cacoal – Header
.

Se Liga Cacoal – Header
Início Site

PEC da redução da maioridade penal para 16 anos será discutida hoje (09) pela CCJ da Câmara

Será retomada, nesta terça-feira (09), a discussão sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/2015, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O debate será realizado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, sendo o único item em pauta do colegiado.

O projeto transita há tempos em instâncias superiores, tendo sido apresentado em 2015 e figurando na comissão desde 2016. Na ocasião, o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, pautou a PEC e conseguiu maioria para aprovação do texto, mas o projeto foi arquivado pelo Senado Federal. Atualmente, a relatoria é do deputado Coronel Assis (PL-MT), que apresentou parecer favorável ao avanço da proposta.

No texto, o parlamentar defende que a redução da maioridade penal não viola cláusulas pétreas da Constituição e, portanto, pode ser objeto de emenda constitucional. O relator também propôs que a PEC trate exclusivamente da responsabilização penal, retirando do texto as mudanças sobre direitos civis e regras eleitorais previstas na proposta original.

Votação foi adiada em duas oportunidades recentes

 A demora para a continuidade no processo de votação ocorreu em mais de uma ocasião. A mais recente aconteceu em 27 de maio, quando foi apresentado um pedido de vista pelos deputados governistas Erika Kokay (PT-DF), Orlando Silva (PCdoB-SP), Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e Talíria Petrone (PSOL-RJ). Anteriormente, no dia 19 de maio, o adiamento se deu por conta do início da Ordem do Dia do Plenário, regra regimental que impede outras votações na CCJ.

Além da PEC 32/2015, a CCJ analisa duas propostas apensadas: a PEC 8/2026, que restringe a responsabilização penal de menores a casos de crimes hediondos ou crueldade extrema, e a PEC 9/2026, que reduz a imputabilidade para 16 anos de forma ampla e prevê punição para adolescentes a partir de 12 anos em crimes violentos.

Na CCJ, os deputados não entram no mérito das propostas. A análise se limita à compatibilidade dos textos com as normas constitucionais. Para ser aprovada, a PEC precisa de maioria simples na comissão, ou seja, o parecer positivo de pelo menos 308 deputados. Se aprovadas, as PECs seguem para a comissão especial antes de ir ao plenário.

A maioria da população brasileira é favorável à mudança

Levantamento da Real Time Big Data, do dia 05 de maio deste ano, mostrou que ao menos 9 em cada 10 brasileiros são favoráveis à redução da maioridade penal para 16 anos. Segundo a pesquisa, 90% dos entrevistados apoiam a mudança, enquanto 8% são contrários e 2% não souberam responder.

O tema, ainda, encontra apoio tanto em eleitores de esquerda quanto de direita. Ao separar por espectro político, 87% dos apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são favoráveis, enquanto 10% são contrários e 3% não souberam responder.

O cenário também é positivo para a medida entre os eleitores do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ao menos 96% apoiam a redução, enquanto 2% são contrários e outros 2% não souberam responder. Apesar do apoio da base lulista, a pauta é rejeitada pelo atual presidente, que não pretende explorar o tema em campanha. Já no outro lado da disputa, Flávio Bolsonaro pretende usá-la como um dos eixos da campanha eleitoral na disputa deste ano.


Fonte: Jovem Pan

Quais os goleiros com mais defesas de pênaltis na história da Copa do Mundo

A lista exata de quais os goleiros com mais defesas de pênaltis na história da Copa do Mundo é encabeçada por quatro arqueiros empatados no topo histórico. O alemão Harald Schumacher, o argentino Sergio Goycochea e os croatas Danijel Subašić e Dominik Livaković possuem exatas quatro defesas em disputas de pênaltis cada um. O marco mais recente foi alcançado por Livaković, peça fundamental durante a campanha da Croácia na edição realizada no Catar em 2022.
Os donos da marca absoluta nas Copas
O recorde começou a ser desenhado ainda na década de 1980 por Harald Schumacher, consolidando a tradição alemã embaixo das traves. O feito foi repetido logo na edição seguinte, em 1990, quando Sergio Goycochea viveu o ápice de sua carreira liderando a Argentina em duas decisões por penalidades. Demorou quase três décadas para que a marca ganhasse novos integrantes, momento em que a escola croata de goleiros tomou conta da competição com atuações avassaladoras em 2018 e 2022.
Dentre todos os jogadores que já entraram em campo pelo torneio, Subašić e Livaković dividem uma outra marca ainda mais rara ao lado do português Ricardo: eles são os únicos capazes de defender três cobranças em uma mesma partida.
O topo do ranking de defesas no Mundial
A matemática das defesas em Copas do Mundo revela quem suporta a pressão extrema dos mata-matas. Abaixo está a lista detalhada de como cada um dos quatro recordistas atingiu o topo histórico.
1. Harald Schumacher (Alemanha Ocidental)
O lendário arqueiro alemão precisou de duas edições para estabelecer o seu número. Ele agarrou duas cobranças na semifinal de 1982 contra a França, na primeira disputa de pênaltis da história das Copas, e repetiu o brilho nas quartas de final de 1986, barrando outras duas finalizações diante do México.
2. Sergio Goycochea (Argentina)
Especialista em dezenove metros, Goycochea entrou em 1990 como reserva, mas tornou-se o maior pesadelo dos batedores adversários. Ele somou duas defesas cruciais contra a Iugoslávia nas quartas de final e bloqueou mais dois pênaltis na eletrizante semifinal contra a anfitriã Itália.
3. Danijel Subašić (Croácia)
A campanha do vice-campeonato croata de 2018 passou diretamente pelas luvas de Subašić. O jogador entrou para a história ao barrar três chutes da Dinamarca nas oitavas de final, adicionando uma quarta intervenção bem-sucedida contra a seleção da Rússia na fase seguinte.
4. Dominik Livaković (Croácia)
Comprovando a vocação de seu país em jogos longos, Livaković brilhou intensamente no Catar em 2022. O jogador croata defendeu três cobranças contra o Japão nas oitavas de final e agarrou mais um pênalti contra a Seleção Brasileira nas quartas, carimbando seu passaporte rumo ao empate recorde.
Onde se encaixam os brasileiros e os talentos atuais
Apenas um degrau abaixo dos líderes mundiais, o brasileiro Cláudio Taffarel ocupa posição de destaque absoluto com três defesas somadas. A trajetória do tetracampeão engloba o histórico bloqueio na decisão de 1994 contra a Itália e os dois pênaltis defendidos na semifinal de 1998, quando o Brasil eliminou a Holanda. O português Ricardo também possui três defesas, todas acumuladas na mesma disputa contra a Inglaterra em 2006.
Olhando para a realidade atual, poucos nomes oferecem uma ameaça tão real ao topo do ranking quanto Emiliano Martínez. Herói do título da Argentina em 2022, ele também sustenta três intervenções em disputas de pênaltis no Mundial. Com a possibilidade de atuar novamente com a camisa albiceleste e diante do maior número de jogos na fase eliminatória imposto pelo novo formato da FIFA, o argentino desponta como o principal candidato a quebrar o empate quádruplo e se isolar como o maior pegador de pênaltis da história.


Fonte: Jovem Pan

Os jogos com o maior público na história da Copa do Mundo

O jogo com o maior número de espectadores em Copas do Mundo ocorreu no dia 16 de julho de 1950, quando o Uruguai derrotou o Brasil na decisão disputada no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. O registro oficial da Fifa aponta um público de 173.850 pagantes, mas historiadores e relatos da época estimam que perto de 200 mil pessoas se espremeram nas arquibancadas de concreto da recém-inaugurada arena. Para responder à dúvida sobre quais foram as partidas com maior número de torcedores na história da Copa do Mundo, é preciso olhar para uma era em que não existiam assentos numerados individuais em todos os setores e o conceito de capacidade máxima era flexível.
O dono do recorde inalcançável de 1950
A final da Copa de 1950 não foi uma partida comum. A seleção brasileira precisava apenas de um empate para conquistar seu primeiro título mundial em casa, o que gerou uma comoção nacional sem precedentes. O Maracanã foi construído de forma ambiciosa para ser o maior estádio esportivo do mundo, e a finalíssima cumpriu essa promessa arquitetônica ao receber uma massa humana que ocupou absolutamente todas as rampas e áreas destinadas aos espectadores em pé.
A vitória do Uruguai por 2 a 1, de virada, silenciou o maior público já registrado em um evento oficial na história do esporte. Com o passar das décadas, as novas regras de evacuação e segurança, além da exigência da Fifa de instalação de assentos para a totalidade dos espectadores, reduziram drasticamente a capacidade do estádio carioca, garantindo que o recorde isolado de 1950 jamais seja quebrado no futebol contemporâneo.
O ranking oficial das maiores plateias
Abaixo do topo liderado pelas arquibancadas do Maracanã, outros templos fundamentais do futebol mundial registraram números espetaculares. A contagem de maiores bilhetes da história é amplamente dominada por jogos do século passado, disputados em estruturas colossais e sem divisões de cadeiras em estádios da América Latina e da Europa.
1. Uruguai 2 x 1 Brasil (1950)
A fatídica tarde do Maracanazo segue com folga no topo absoluto da lista, com os já mencionados 173.850 torcedores oficiais, número que se consolidou como a fronteira máxima do esporte global.
2. Argentina 3 x 2 Alemanha Ocidental (1986)
O Estádio Azteca, na Cidade do México, recebeu 114.600 espectadores para consagrar a seleção de Diego Maradona campeã do mundo. O palco mexicano sustenta a honra de ser o único a sediar duas finais de Copa com capacidades na casa dos seis dígitos.
3. México 1 x 0 Bélgica (1970)
A tração da torcida dona da casa na fase de grupos da edição de 1970 também foi histórica. O duelo atraiu 108.192 apaixonados por futebol, lotando mais uma vez as arquibancadas gigantescas do Azteca.
4. Inglaterra 4 x 2 Alemanha Ocidental (1966)
O antigo Estádio de Wembley, em Londres, foi entupido com exatas 98.270 pessoas para testemunhar o primeiro e único título mundial da seleção inglesa, decidido em uma prorrogação dramática.
5. Argentina 0 x 1 Bélgica (1982)
Na partida de abertura da primeira fase da Copa disputada na Espanha, o estádio Camp Nou, em Barcelona, faturou as atenções ao receber 95.500 torcedores ansiosos para acompanhar a estreia da seleção argentina, que defendia o título.
A distância para a era das arenas modernas
Quando observamos os dados de público do século 21, a discrepância estrutural exigida pelas federações fica bastante evidente. Na recente Copa do Mundo do Catar, em 2022, o luxuoso Estádio Lusail operou em lotação máxima durante a final eletrizante entre Argentina e França, mas registrou 88.966 torcedores. Embora tenha sido a arena com a maior capacidade das últimas décadas, o limite imposto pelos órgãos de segurança é praticamente a metade do recorde brasileiro cravado no século anterior.
A Copa do Mundo de 1994, sediada nos Estados Unidos, ainda detém o cobiçado recorde de melhor média de público da história de todas as edições, com 68.626 presentes por partida, e registrou imensos 94.194 espectadores na final no Rose Bowl. O inchaço do torneio e a excelência das grandes arenas esportivas norte-americanas trazem expectativas de que o mundial de 2026 supere facilmente os recordes gerais de arrecadação e assiduidade.
A história da contagem de bilhetes é o espelho mais puro da evolução da própria organização da Fifa e do futebol. O esporte fez a transição das gerais apinhadas de torcedores de pé para estádios multimilionários que priorizam o conforto individual e fluxos de evacuação. Os números colossais de décadas passadas sobrevivem apenas como marcas históricas insuperáveis em uma instituição que modificou para sempre o seu modo de receber o grande público.


Fonte: Jovem Pan

Favoritos à Bola de Ouro da Copa do Mundo 2026: quem pode levar o prêmio

Os atacantes Kylian Mbappé, Harry Kane e Vinícius Júnior chegam a maio de 2026 como os principais favoritos para conquistar a Bola de Ouro da Copa do Mundo, prêmio oficial entregue pela Fifa ao melhor jogador do torneio. Com a competição marcada para começar no mês que vem nos Estados Unidos, México e Canadá, as previsões colocam esses astros na linha de frente por unirem o excelente desempenho no futebol europeu ao favoritismo de suas seleções nacionais para chegar à grande final.
O rei da premiação: o recorde histórico de Lionel Messi
Para entender o peso desta honraria, é preciso olhar para quem domina a sua história. Desde que o prêmio foi oficializado nos moldes atuais em 1982, Lionel Messi é o único jogador a receber a Bola de Ouro da Copa do Mundo em duas edições diferentes. O camisa 10 foi eleito o craque da competição no vice-campeonato de 2014, disputado no Brasil, e repetiu o feito de forma irretocável ao liderar a Argentina no tricampeonato de 2022, no Catar.
Às vésperas da bola rolar na América do Norte, a perspectiva de uma “Última Dança” mantém o capitão argentino em pauta. Mesmo jogando em uma liga menos intensa pelo Inter Miami, sua genialidade e a força do elenco comandado por Lionel Scaloni garantem que seu nome ainda seja tratado com enorme respeito e citado na lista de potenciais vencedores.
Os grandes favoritos ao prêmio nos Estados Unidos, México e Canadá
A corrida pelo posto de melhor do mundo durante o torneio envolve jogadores com capacidade de desequilibrar partidas difíceis em um toque de bola. Abaixo, ranqueamos quem são os grandes favoritos para ganhar a Bola de Ouro na Copa do Mundo 2026:
1. Kylian Mbappé (França)
O atacante francês é hoje o nome mais temido do futebol mundial em torneios de curta duração. Campeão em 2018 e artilheiro isolado em 2022, ele assumiu o protagonismo da equipe no Real Madrid e conta com o suporte do elenco mais estrelado desta edição para brilhar nas fases eliminatórias.
2. Harry Kane (Inglaterra)
O capitão inglês evoluiu de um artilheiro clássico para um construtor de jogadas de elite. Atuando pelo Bayern de Munique, sua regularidade impressiona os críticos, e ele chega à Copa como a peça de engrenagem fundamental da Inglaterra. Se sua equipe avançar às semifinais, seus números de gols e assistências podem garantir a eleição.
3. Vinícius Júnior (Brasil)
O atacante chega ao seu segundo Mundial com o status de grande esperança técnica da seleção brasileira. Acostumado a definir as rodadas decisivas da Liga dos Campeões pelo Real Madrid, ele precisa apenas transferir seu poder de decisão para os mata-matas da Copa do Mundo para garantir o prêmio para o Brasil.
4. Lamine Yamal (Espanha)
Aos 18 anos, a estrela da camisa do Barcelona prova continuamente que não sente a pressão dos grandes palcos, carregando o sucesso que mostrou na Eurocopa. Em um sistema espanhol coletivamente engrenado, a velocidade, o drible e a finalização de Yamal são o toque de imprevisibilidade que os juízes da Fifa costumam valorizar.
5. Michael Olise (França)
Uma das ascensões mais velozes do cenário internacional. No Bayern de Munique, Olise empilhou assistências de forma assustadora, transformando-se no motor criativo da forte seleção francesa. Com sua visão de jogo diferenciada, ele é uma ameaça dupla ao lado de Mbappé.
Como o momento nos clubes projeta o sucesso na competição
O prêmio de melhor jogador de uma Copa do Mundo nunca foi concedido pelo conjunto da carreira, mas sempre pelo impacto absoluto durante a competição. No entanto, quem desembarca no país-sede logo após dominar o continente europeu carrega a confiança necessária para chamar a responsabilidade.
É por isso que jogadores imersos na melhor fase de suas vidas, como o inglês Jude Bellingham e o jovem francês Michael Olise, escalaram os prognósticos rapidamente. O ritmo competitivo exigido na Liga dos Campeões forja o atleta que vai aguentar a pressão de um torneio mundial com o número recorde de partidas e desgaste.
Erguer a Bola de Ouro da Copa do Mundo coloca o atleta instantaneamente em uma lista sagrada do esporte, ao lado de ícones absolutos como Diego Maradona, Romário, Ronaldo Fenômeno e Zinedine Zidane. Em julho de 2026, quem receber o troféu de ouro gravará o próprio nome como a principal figura do maior evento esportivo do planeta.


Fonte: Jovem Pan

Quais países de tradição não conseguiram se classificar para a Copa do Mundo 2026

A resposta definitiva para a pergunta sobre as ausências de peso no torneio tem um protagonista claro: a Itália foi eliminada na repescagem europeia após perder para a Bósnia e Herzegovina, consolidando seu maior vexame esportivo. Além da tetracampeã mundial, seleções fortes como Dinamarca, Chile, Nigéria, Camarões e Polônia também falharam em suas respectivas competições qualificatórias e assistirão de casa à primeira edição do evento esportivo com 48 times, que ocorrerá entre Estados Unidos, México e Canadá em junho de 2026.
O drama da Itália nas eliminatórias europeias
O fracasso mais chocante do atual ciclo esportivo pertence ao futebol italiano. A Azzurra tornou-se a única seleção campeã do mundo a ficar de fora de três edições consecutivas do torneio da Fifa (2018, 2022 e 2026). Após oscilar na primeira fase e ser superada pela Noruega em sua chave de grupos, a equipe de Gennaro Gattuso foi obrigada a disputar os temidos playoffs continentais.
A queda irreversível ocorreu no estádio Bilino Polje, em Zenica, contra a Bósnia e Herzegovina. Após um empate tenso de 1 a 1 no tempo normal, a equipe italiana foi derrotada por 4 a 1 nos pênaltis, punida pelos erros nas cobranças de Francesco Esposito e Bryan Cristante. Com um elenco estrelado e avaliado em mais de 800 milhões de euros, o país projeta pelo menos 16 anos ininterruptos sem disputar a fase de mata-mata da competição, visto que a última aparição italiana na fase de grupos ocorreu em 2014, no Brasil.
Ranking das principais seleções fora do mundial
Apesar da expansão sem precedentes no número de vagas, outras equipes de peso tropeçaram nas impiedosas fases eliminatórias de seus continentes. Abaixo, o detalhamento das potências que também não alcançaram a classificação oficial:
1. Dinamarca
Considerada uma equipe de consistência defensiva sólida na Europa, a seleção dinamarquesa caiu na fase de repescagem. O elenco não conseguiu superar a Tchéquia, empatando em 2 a 2 no tempo normal e amargando uma dolorosa eliminação por 3 a 1 nos pênaltis, encerrando precocemente seu ciclo esportivo.
2. Chile
Pela América do Sul, a esquadra chilena foi vítima da incapacidade de renovar suas peças ao longo da década. O país entregou resultados insuficientes no modelo de pontos corridos da Conmebol e confirmou a sua terceira ausência seguida no torneio, assim como o rival Peru, marcando o fim definitivo da geração bicampeã da Copa América.
3. Nigéria
Uma das camisas mais admiradas da África não desfilará nos gramados da América do Norte. A equipe nigeriana foi superada pela República Democrática do Congo na fase final das exigentes eliminatórias africanas, consolidando o segundo fracasso seguido do país na tentativa de alcançar o torneio mundial.
4. Camarões
Sempre figurando como uma representante de enorme peso continental, a equipe camaronesa caiu na segunda fase do qualificatório da Confederação Africana. Repetindo o algoz nigeriano, os Leões Indomáveis perderam o confronto para a República Democrática do Congo, privando o evento esportivo de uma das seleções mais carismáticas da história.
5. Polônia
No altamente competitivo cenário da Uefa, a equipe polonesa desperdiçou sua oportunidade ao cair na repescagem. Os europeus enfrentaram a Suécia e perderam o embate final pelo avanço na tabela, configurando uma das ausências de seleções com craques isolados no ataque.
Os grandes craques que perdem o torneio em 2026
O desastre nos torneios qualificatórios dessas federações impede a escalação de dezenas de estrelas da elite do futebol na principal vitrine da modalidade, alterando drasticamente o peso comercial e a fluidez técnica do campeonato.
A tragédia italiana impede as atuações do goleiro Gianluigi Donnarumma, do pilar defensivo Alessandro Bastoni e do versátil meia Nicolò Barella. Já a queda da Polônia decretou que o premiado goleador Robert Lewandowski perde a oportunidade de fazer sua terceira aparição na competição em fim de carreira.
A contabilidade de desfalques milionários respinga em quase todos os maiores clubes do planeta. O astro Victor Osimhen foi anulado pelo fracasso nigeriano e não mostrará sua capacidade técnica em gramados americanos. A competição também sofre com as ausências definitivas do atacante Khvicha Kvaratskhelia, eliminado com a Geórgia, do armador Dominik Szoboszlai, capitão da Hungria, e de Jan Oblak, goleiro da Eslovênia, cujas equipes cederam ao rigoroso funil das eliminatórias continentais.
A dura fotografia de 2026 prova que um torneio inflado não protege países de tradição contra a própria desorganização tática, consolidando o período atual como a fase qualificatória de maior nível de ruptura da história.


Fonte: Jovem Pan

CNJ propõe que juízes possam fixar proteção para patrimônio de influenciadores mirins; entenda

Delegada da PF diz que ECA Digital regula internet para crianças e adolescentes.
Uma proposta do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) prevê que juízes poderão estabelecer mecanismos para a proteção de crianças e adolescentes que atuam como influenciadores digitais, incluindo medidas para blindar a renda e o patrimônio obtidos por eles com esse trabalho.
De relatoria do conselheiro Fábio Esteves, a medida deve ser apresentada na sessão desta terça-feira (9) do CNJ, que discute a concessão de autorização para que menores participem de atividades artísticas e de publicidade, remuneradas, nas redes e plataformas digitais.
Essa regulamentação é uma consequência da entrada em vigor, em março, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Digital, que fixou a necessidade de alvarás para a atuação dos chamados “influenciadores mirins” no ambiente digital.
💻 📱O ECA Digital criou um marco jurídico para a proteção de jovens no ambiente digital, com medidas voltadas à segurança online, proteção de dados, prevenção de riscos e responsabilização de plataformas por conteúdos ilícitos e práticas abusivas.
Salvaguardas
A proposta estabelece que os magistrados, ao concederem os alvarás, fixarão “salvaguardas necessárias à proteção integral da criança ou do adolescente.”
Essas salvaguardas precisarão levar em consideração, segundo o CNJ, as características da atividade autorizada, a carga de exposição desse jovem, além da idade, grau de desenvolvimento e necessidades específicas dele.
Os magistrados poderão adotar medidas como:
limitar a frequência, a duração e os horários da realização dessa atividade;
adotar medidas para proteção da saúde, física e emocional, da criança ou do adolescente;
determinar ações para garantir a frequência escolar;
restringir conteúdos, a forma e o meio escolhidos para a divulgação da atividade autorizada;
definir medidas voltadas à proteção da privacidade, da imagem, da voz e dos dados pessoais da criança ou do adolescente; e
fixar “medidas de proteção patrimonial relacionadas à remuneração ou aos rendimentos decorrentes da atividade autorizada.
Proteção de rendimentos dos menores
O texto lista, entre as possíveis providências, a criação de uma reserva patrimonial em conta ou de uma aplicação em nome da criança ou do adolescente.

O CNJ propõe também mecanismos de controle e prestação de informações sobre a destinação dos rendimentos, além de restrições à utilização desses valores, quando forem identificados riscos de exploração econômica indevida ou de comprometimento do patrimônio.
A proposta estabelece ainda que os alvarás terão prazo máximo de vigência de 12 meses, para crianças, e de 18 meses, para adolescentes. Os termos fixados poderão ser alterados a qualquer tempo, caso o juiz considere necessário.
A medida traz também a criação de um banco nacional de alvarás concedidos, que terá entre os objetivos permitir que órgãos de fiscalização, como o Ministério Público, tenham acesso às informações sobre a atuação desses jovens nas redes.
ECA Digital, Estatuto da Criança e do Adolescente que cria novas regras para o acesso de menores à internet, entra em vigor
Jornal Nacional/ Reprodução


Fonte:

g1 > Política

Tabela do frete: Congresso instala nesta terça comissão sobre MP que prevê multa de R$ 10 mi

caminhões, frete, custo, produção, Rio Grande do Sul,
Reprodução/RBS TV
O Congresso Nacional instala nesta terça-feira (9) a comissão mista que vai analisar a medida provisória (MP) que endurece as regras para o cumprimento do piso mínimo do frete no transporte rodoviário de cargas.
O deputado Zé Trovão (PL-SC) foi designado relator do texto. A MP precisa ser votada pelos plenários da Câmara e do Senado até 16 de julho de 2026 para não perder a validade.
A proposta estabelece punições mais duras para empresas que desrespeitarem os valores estabelecidos na tabela do frete – incluindo multas de R$ 10 milhões e até a proibição temporária de operar no setor (veja detalhes abaixo).
De autoria do governo, o objetivo da proposta é reforçar o controle sobre o mercado de transportes e garantir que os preços praticados não fiquem abaixo dos custos operacionais mínimos definidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

A MP foi editada em março na esteira da disparada do preço do diesel por conta do acirramento dos conflitos no Oriente Médio.
🚚A Tabela do Frete, oficialmente chamada de Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, é uma norma que estabelece o valor mínimo que deve ser pago pelo serviço de transporte de cargas no Brasil.
🚛A regra instituída em 2018, quando o país passou pela greve nacional dos caminhoneiros, determina que a tabela seja reajustada sempre que ocorrer oscilação no valor do diesel superior a 5%, para baixo ou para cima, mecanismo conhecido como gatilho.
Os ministros da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT), e da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), se reuniram com representantes de caminhoneiros nesta segunda-feira (8) no Palácio do Planalto. A categoria tem pedido pressa na aprovação da proposta.
Tabelamento do frete chegou ao STF
Em abril, dias após a publicação da MP, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) ação em que pede a suspensão da medida provisória. A entidade diz que o tabelamento do frete é inconstitucional.
O deputado Zé Trovão (PL-SC), que é da oposição, disse que tem mantido bom diálogo com o setor produtivo e com o governo sobre o assunto.
“Tenho conversado com todo mundo. Até foi dessa maneira que eu consegui a relatoria desse projeto tão importante que influencia o setor produtivo nacional, o agronegócio, influencia toda uma cadeia”, afirmou o relator do texto.
O deputado disse ainda que trabalha em um parecer sobre a proposta há dois meses e que pretende apresentar na comissão os estudos e os dados que coletou para basear seu relatório. “Está bem encaminhado, até por conta do tempo exíguo que temos feito”, declarou.
Sanções pelo descumprimento do frete
A MP estabelece uma série de punições para as empresas que descumprirem os valores estabelecidos na tabela do frete.
Governo cria ‘gatilho’ para tabela do frete em resposta à disparada do diesel
Entre as punições para as empresas de transporte, estão:
suspensão cautelar: o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) pode ser suspenso em caso de descumprimento reiterado; e
cancelamento do registro: em casos considerados graves, a empresa pode ter o registro cancelado, ficando proibida de atuar no setor por até 2 anos.
Os contratantes, chamado de embarcadores, também podem ser punidos com:
multas que podem variar de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões por operação, em situações de reincidência; e
proibição de contratação, ficando impedido de realizar novos fretes por determinado período.


Fonte:

g1 > Política

As seleções com mais cartões vermelhos na história das Copas

Se a sua dúvida é qual seleção tem o maior número de jogadores expulsos na história da Copa do Mundo, a resposta factual é o Brasil. A Seleção Brasileira acumula 11 cartões vermelhos ao longo de todas as 22 edições do torneio disputadas até aqui. O dado estatístico evidencia que o país do futebol arte também ocupa o degrau mais alto do pódio de advertências máximas no palco global.
As penalidades aplicadas aos brasileiros estão diluídas ao longo de quase um século de competições oficiais. O levantamento estatístico contabiliza tanto os cartões vermelhos diretos por faltas quanto as exclusões decorrentes de um segundo amarelo, evidenciando um padrão de confrontos ríspidos no mata-mata.
O histórico da indisciplina brasileira nos gramados
O Brasil sustenta a liderança de forma absolutamente isolada, sendo a única equipe esportiva do planeta a ultrapassar a barreira de uma dezena de punições máximas em Mundiais. A Seleção passou ilesa pelas edições da Rússia e do Catar, mas ergueu esse número expressivo em embates de extrema rivalidade no passado.
As edições de 1938, 1954 e 2010 configuram os momentos de maior tensão brasileira, com dois atletas convidados a sair de campo mais cedo em cada um desses anos. O memorial das advertências clássicas inclui desde a agressão cometida por Leonardo na Copa dos Estados Unidos, em 1994, até as pesadas divididas protagonizadas por Felipe Melo e Kaká na África do Sul.
O ranking completo das seleções com mais punições
O topo do ranking de infrações na história dos eventos organizados pela Fifa é amplamente dominado por países da América do Sul. O ritmo quente das partidas eliminatórias do continente é rotineiramente transportado para as chaves da Copa.
Confira como está configurada a lista das equipes mais advertidas do torneio:
1. Brasil (11 cartões vermelhos)
Esse alto índice não é explicado apenas pela presença nacional em todas as Copas. A equipe tem uma frequência expressiva de infrações gravíssimas e segue mantendo a dianteira solitária no levantamento de exclusões de campo.
2. Argentina (10 cartões vermelhos)
Os atuais tricampeões do esporte dividem o protagonismo da lista com a segunda posição mundial. O futebol argentino registrou seu pico de indisciplina histórica durante a Copa do Mundo da Itália, disputada em 1990, acumulando três baixas disciplinares apenas naquela edição.
3. Uruguai (9 cartões vermelhos)
Respeitado mundialmente pela vigorosa força tática e imposição física, o Uruguai encerra o pódio deste ranking. A seleção vizinha é detentora de outro recorde global notório. O lateral uruguaio José Batista foi mandado para o chuveiro de forma precoce com escassos 56 segundos de bola rolando, contra a Escócia no Mundial de 1986.
O impacto da tecnologia para as próximas gerações
O vigor nas divididas e o rígido balanço da arbitragem transformaram a estrutura tática das comissões que sonham com o próximo título. A modernização do jogo com o VAR erradicou agressões invisíveis aos olhos do árbitro central, diminuindo bruscamente a impunidade nos gramados internacionais.
Na era esportiva atual, os critérios rigorosos de Fair Play determinam mais do que a simples perda de um jogador titular de defesa para a partida subsequente. A quantidade de cartões age hoje como um valioso critério de desempate na fase classificatória. O descontrole na marcação e as atitudes violentas acarretam a eliminação iminente de um elenco quando as chaves terminam espelhadas em pontos e no saldo de gols.
Manter o controle mental é imprescindível, já que estar na dianteira dessa estatística específica da Fifa expõe somente o fragilizado limite emocional de uma federação em um evento assistido por bilhões de espectadores simultâneos.
Dúvidas frequentes sobre expulsões em Mundiais
Qual foi a Copa do Mundo com o maior número de expulsões?
O Mundial sediado na Alemanha, em 2006, sustenta o recorde de indisciplina. A equipe de árbitros exibiu incríveis 28 cartões vermelhos somando todas as partidas da chave principal. O instante de maior confusão ocorreu no embate entre Holanda e Portugal, que entrou para a cultura esportiva por conta de quatro exclusões geradas na mesma partida.
 


Fonte: Jovem Pan

Quem fez o gol mais rápido da história das Copas e em quantos segundos

Se você piscar no momento do apito inicial de uma partida, corre o risco de perder um momento histórico. Quando o torcedor pesquisa quem fez o gol mais rápido da história das Copas e em quantos segundos a rede balançou, a resposta leva direto ao dia 29 de junho de 2002. O dono dessa marca implacável é o centroavante turco Hakan Şükür, que vazou a defesa da Coreia do Sul em exatos 10,8 segundos. Arredondado e oficializado pela Fifa como 11 segundos, o feito ocorreu na disputa de terceiro lugar daquele Mundial e segue intacto como o recorde absoluto do torneio.
A origem do recorde turco na Ásia
Naquele sábado, na cidade sul-coreana de Daegu, a equipe anfitriã deu a saída de bola e recuou para o seu sistema defensivo. Em uma ação de abafa imediata, o atacante Ilhan Mansiz apertou o experiente zagueiro Hong Myung-Bo, roubou a posse na entrada da área e deixou a bola limpa para seu capitão. Com um chute rápido de perna esquerda, Hakan Şükür silenciou o estádio asiático.
O mais curioso daquele momento histórico é que o jogador, amplamente conhecido como o Touro do Bósforo, enfrentava um longo jejum de gols na competição. Ele desembarcou na Ásia como o grande nome de seu país, mas passou as rodadas anteriores em branco. Aquele tento não só quebrou a maldição pessoal do atleta, como também encaminhou a vitória por 3 a 2, garantindo a melhor campanha turca em Copas.
O ranking dos gols relâmpagos em Mundiais
No decorrer das décadas, o esporte presenciou falhas de atenção drásticas das defesas e genialidades instantâneas de atacantes lendários. Abaixo, listamos o Top 5 dos artilheiros mais rápidos do evento máximo do futebol de seleções.
1. Hakan Şükür (11 segundos)
O centroavante turco lidera o topo desde a Copa de 2002, marcando contra os donos da casa de forma letal após um roubo de bola no setor de ataque.
2. Václav Mašek (15 segundos)
Na fase de grupos da competição de 1962, o ponta da antiga Tchecoslováquia surpreendeu a seleção do México logo na primeira investida ofensiva, mantendo o recorde por quatro décadas.
3. Ernst Lehner (25 segundos)
No Mundial de 1934, sediado em solo europeu, o ponta-direita alemão avançou rapidamente e abriu o placar contra a Áustria, cravando o primeiro registro relâmpago oficializado da era clássica.
4. Bryan Robson (28 segundos)
Na edição de 1982, durante o clássico europeu entre Inglaterra e França, o meio-campista britânico se aproveitou da desatenção adversária em uma cobrança de lateral e marcou com um belo voleio.
5. Clint Dempsey (30 segundos)
No torneio de 2014, realizado no Brasil, o camisa 8 dos Estados Unidos apresentou grande capacidade de drible ao passar pelo zagueiro de Gana e mandar para as redes logo no minuto inaugural.
O contexto atual e as marcas recentes
No cenário tático moderno, marcado por sistemas defensivos compactos e rígidos, marcar um gol no primeiro minuto tornou-se um acontecimento muito raro. Uma marca relâmpago demanda um comportamento altamente agressivo após o apito inicial e, quase sempre, depende de um erro grosseiro na saída de bola adversária.
A demonstração mais recente do quão difícil é entrar nesta seleta lista ocorreu no Catar, em 2022. O lateral e meia canadense Alphonso Davies estufou as redes de cabeça aos 68 segundos no confronto da fase de grupos contra a Croácia. Mesmo sendo o lance mais ágil daquela edição do evento, o tempo não foi suficiente para integrar os dez gols mais rápidos de todos os tempos.
A imortalidade estatística do recorde
Registrar seu nome como o dono do tento mais rápido da história assegura uma blindagem estatística imensurável na trajetória de qualquer atleta. Para os torcedores da Turquia, a marca veloz representa não apenas um número exato de cronômetro, mas o símbolo máximo de uma geração vencedora, materializando um recorde que tem plenas chances de atravessar o século sem ser superado.
Dúvidas frequentes sobre as estatísticas do torneio
O gol do recorde absoluto aconteceu na partida final da Copa?
Não. O recorde registrado por Hakan Şükür ocorreu na disputa de terceiro lugar em 2002, em jogo que colocou frente a frente a Turquia e a Coreia do Sul.
Qual foi o gol marcado de forma mais rápida em uma grande decisão de Mundial?
A honraria pertence ao holandês Johan Neeskens. Na finalíssima da Copa de 1974, disputada contra a Alemanha Ocidental, ele anotou um gol de pênalti com 88 segundos de bola rolando, antes mesmo de qualquer jogador alemão encostar na bola.
A Fifa considera a fração dos milissegundos para os seus rankings oficiais?
Os painéis dos estádios e as transmissões de televisão flagraram o relógio travando em exatos 10,8 segundos na partida da Turquia, mas a federação internacional adota a prática de nivelar as contagens, registrando a estatística com 11 segundos cravados.


Fonte: Jovem Pan

TCU analisa contas do presidente Lula na quarta-feira (10)

Os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) apreciam, na quarta-feira (10), às 10h, as contas do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), relativas ao exercício financeiro de 2025. A sessão plenária extraordinária será transmitida ao vivo pelo canal oficial do TCU no Youtube.

A partir desta edição, o TCU vai adotar uma nova maneira de analisar as contas do presidente da República. Segundo o Tribunal, o objetivo é “atender às modernas práticas internacionais de auditoria recomendadas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pela Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores (Intosai)”.

Entre as mudanças está a integração entre o relatório sobre as Contas do Presidente da República e os processos de controle externo que o financiaram. Dessa forma, os achados e as conclusões foram extraídos de fiscalizações individualizadas.

As contas prestadas pelo pelo presidente incluem o Balanço Geral da União (BGU) e o relatório do órgão central do sistema de controle interno do Poder Executivo.

A análise feita pelo Tribunal verifica se os dados apresentados pela União representam as posições financeira, orçamentária, contábil e patrimonial, e se a gestão dos recursos públicos observou os princípios e as normas constitucionais e legais que regem a administração pública federal. O relator é o ministro Benjamin Zymler.

Mudanças na análise

De forma geral, a mudança adota baseia o relatório e a opinião do TCU em achados de auditoria relatados ao longo do ano, no âmbito de processos de fiscalização já debatidos com os gestores do Poder Executivo.

Apesar da nova medida adotada para a análise neste ano, a deliberação do TCU não será ampliada em relação a edições anteriores. Os temas examinados continuam alinhados aos eixos previstos no art. 228 do Regimento Interno.

O que mudou foi a profundidade e a forma de construção das opiniões técnicas: os achados passaram a derivar de cerca de três dezenas de processos de controle externo conduzidos ao longo de todo o ano de 2025 e início de 2026, com fiscalizações individualizadas, produção de evidências, observância do contraditório e tramitação própria, conferindo maior rastreabilidade, segurança jurídica e aderência às melhores práticas internacionais de auditoria governamental.

Já em relação à forma como apresentar o problemas e recomendações pelo TCU passam a ser apresentados sob a forma de achados de auditoria. Uma estrutura técnica que, a partir da comparação entre a situação encontrada e o parâmetro normativo de referência, identifica causas, efeitos e responsabilidades, delimitando com precisão o que requer atenção”, explicou o TCU.

O resultado prévio do TCU pode ser pela aprovação, aprovação com ressalvas ou pela rejeição. “Quando o parecer prévio conclui que as contas devem ser aprovadas com ressalvas, serão indicadas as ressalvas/irregularidades que dão base para a referida opinião. A conclusão pode ser pela rejeição das contas, se houver irregularidades graves o suficiente para afetar o conjunto da gestão dos recursos públicos”, finalizou.


Fonte: Jovem Pan