Se Liga Cacoal – Header
.
Início Site

Carro roubado é pego pela polícia com mais de 600kg de maconha no PR

ma carga de 625 quilos de maconha foi apreendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tarde desta terça-feira (16), em Engenheiro Beltrão. O motorista do veículo conseguiu fugir e não foi localiz…


Fonte: UOL Noticias

STF condena Eduardo Bolsonaro à prisão e o torna inelegível até 2038

Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (16) condenar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pelo crime de coação no curso do processo. O entendimento foi acompanhado por todos os integrantes do colegiado.
Eduardo foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão, pena que deverá ser cumprida inicialmente em regime semiaberto. A decisão também impõe a perda dos direitos políticos por 12 anos, o que o impede de disputar eleições até 2038. Além do relator Alexandre de Moraes, acompanharam o voto os ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia.
Ao apresentar seu voto, Moraes afirmou que as provas reunidas ao longo da ação demonstram, de forma consistente, uma atuação voltada a interferir no andamento dos processos relacionados à investigação da suposta tentativa de golpe de Estado. Segundo o ministro, houve uma série de iniciativas destinadas a pressionar integrantes da Corte e influenciar decisões judiciais.
De acordo com Moraes, as articulações realizadas por Eduardo nos Estados Unidos ultrapassaram os limites da atuação política e tiveram como finalidade criar constrangimentos ao STF. A acusação formulada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) também sustentou que o ex-parlamentar utilizou interlocução com autoridades e integrantes do governo norte-americano em ações voltadas contra a Suprema Corte.
Durante o julgamento, Moraes declarou que a imunidade parlamentar não serviria de proteção para esse tipo de conduta, mesmo que Eduardo ainda estivesse exercendo o mandato. Para o ministro, não cabe a um representante eleito atuar internacionalmente para pressionar instituições do próprio país.
O relator ainda citou contatos mantidos pelo ex-deputado com autoridades americanas, incluindo o presidente Donald Trump, além de manifestações favoráveis à adoção de medidas contra ministros do STF e contra o Brasil. Na avaliação do magistrado, essas iniciativas representaram ameaça relevante ao funcionamento das instituições democráticas e do sistema de Justiça.
Segundo Moraes, informações levadas às autoridades dos Estados Unidos teriam produzido efeitos concretos, incluindo sanções e restrições comerciais que atingiram interesses brasileiros.
A legislação prevê o crime de coação no curso do processo quando alguém emprega violência ou grave ameaça para influenciar autoridades, partes ou participantes de procedimentos judiciais, administrativos ou policiais em benefício próprio ou de terceiros.
Representando a acusação, a PGR argumentou que as supostas ameaças atribuídas ao ex-deputado teriam se materializado em decisões adotadas pelo governo norte-americano. Entre os exemplos mencionados durante a sessão estiveram restrições de vistos a ministros do STF, medidas econômicas contra produtos brasileiros e sanções financeiras direcionadas a Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky.
Como Eduardo Bolsonaro não tinha defesa particular nos autos após sua questionável citação por edital, a atuação processual ficou sob responsabilidade da Defensoria Pública da União (DPU). O defensor público federal Esdras dos Santos Carvalho sustentou que Alexandre de Moraes deveria ser afastado do julgamento por ser diretamente afetado por algumas das medidas citadas na ação.
A defesa também questionou a forma de citação adotada pelo Supremo, argumentando que o procedimento adequado seria o envio de carta rogatória aos Estados Unidos, uma vez que o paradeiro do ex-deputado seria conhecido pelas autoridades brasileiras e também americanas.
No mérito, a DPU defendeu que os fatos atribuídos a Eduardo Bolsonaro não se enquadram no tipo penal de coação no curso do processo. Segundo a argumentação apresentada, o ex-parlamentar não possuía poder para determinar sanções contra o Brasil ou integrantes do STF e apenas exerceu atividade política e liberdade de expressão ao criticar a condução das investigações relacionadas aos atos de 8 de janeiro.


Fonte: Conexão Política

Senadora vê ligação entre INSS, Master e BMG e pede abertura de CPI para investigar o caso

A senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL) protocolou nesta segunda-feira (15) um requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar possíveis fraudes no crédito consignado do INSS envolvendo o Banco Master e o Banco BMG. A proposta conta com assinaturas de 29 parlamentares de nove partidos diferentes.
O requerimento cita indícios de irregularidades envolvendo concessão de crédito sem transparência, averbações indevidas (quando registros, inclusive cobranças, são lançados de forma irregular), uso abusivo de correspondentes bancários (práticas como assédio ao consumidor, vazamento de dados, empréstimos fraudulento), venda casada de produtos financeiros e descontos não autorizados.
“O Banco BMG, inclusive, já figurou em investigações históricas relacionadas à expansão do mercado de consignado previdenciário desde 2004, tendo sido mencionado em apurações do Tribunal de Contas da União, da Controladoria-Geral da União e em investigações no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF)”, afirma o documento.
O documento também cita a Operação Compliance Zero, que investigou o banco Master e Daniel Vorcaro.
A justificativa do requerimento invoca relatórios de auditoria, investigações da Polícia Federal e conclusões da CPMI do INSS para sustentar que há indícios consistentes de um esquema estrutural de exploração financeira de aposentados e pensionistas.
Para a senadora, a fraude do INSS, o caso Master e o banco BMG estão ligados. “É a mesma história”, disse no plenário do Senado no fim de maio. Na ocasião, também anunciou que apresentou notícia-crime na Procuradoria-Geral da República, na Polícia Federal, no STF e no Ministério Público Federal pedindo o desarquivamento de investigações relacionadas ao Banco BMG e ao INSS.
A CPI proposta teria 11 membros titulares e 7 suplentes, prazo de 130 dias para concluir os trabalhos e limite de gastos de R$ 200 mil.


Fonte: Jovem Pan

Tiroteio em hospital nos EUA deixa um morto e um ferido

Uma pessoa morreu e outra ficou ferida após disparos de arma de fogo no Hospital Wilmington, em Delaware, nos EUA. A polícia faz buscas pelo suspeito.


Fonte: UOL Noticias

Com Vinicius Junior, Brasil é um constante tudo ou nada


Fonte: UOL Noticias

Sean Penn vai dirigir filme sobre ataque ao Capitólio dos EUA

O ator Sean Penn, três vezes vencedor do Oscar, vai dirigir um filme sobre um policial que fica preso no ataque ao Capitólio dos Estados Unidos em 6 de janeiro de 2021, informaram nesta terça-feira (16) veículos da imprensa americana.


Fonte: UOL Noticias

França estreia com vitória sobre o Senegal e Mbappé quebra recordes com a seleção

Uma dupla celebração. A seleção francesa venceu o Senegal por 3 a 1 na estreia da equipe na Copa do Mundo. Autor de dois gols, Kylian Mbappé se tornou o maior artilheiro da seleção.


Fonte: UOL Noticias

Senado aprova transferência simbólica da sede do governo federal para Salvador no 2 de Julho

Funceb abre chamada pública para trazer Filarmônicas pro desfile do 2 de julho
Divulgação
O projeto de lei que transfere simbolicamente a sede do governo federal para Salvador no dia 2 de julho de cada ano foi aprovado pelo Senado nesta terça-feira (16). A proposta foi analisada em regime de urgência e agora segue para sanção presidencial.
De autoria do deputado federal Leo Prates (PDT), o projeto de lei 5.672/2025 tem como objetivo destacar as celebrações da Independência da Bahia, ocorrida em 2 de julho de 1823, data considerada por historiadores como o marco da consolidação da Independência do Brasil.
Na ocasião, as tropas portuguesas foram definitivamente expulsas do território baiano após meses de confrontos que sucederam a proclamação da independência do país, por Dom Pedro I, em 7 de setembro de 1822.
📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia
O texto prevê que a transferência simbólica envolva atividades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário durante as comemorações. No entanto, a proposta estabelece que a mudança não poderá comprometer o funcionamento dos serviços essenciais em Brasília, restringindo-se a atos oficiais e simbólicos.
Agora no g1
Segundo o projeto, caberá ao governo federal organizar a logística, a segurança e a estrutura necessária para a realização dos eventos, em articulação com os demais poderes e autoridades de Salvador.
Ao defender a proposta, o senador Jaques Wagner (PT) destacou a importância histórica da resistência baiana para a consolidação da independência nacional. “A luta foi sangrenta, com muitas mortes e, finalmente, a tropa da Marinha portuguesa se retirou, exatamente acuada pela resistência baiana, aderente ao processo de independência”, afirmou.
O senador também relembrou que a transferência temporária da sede do governo para Salvador já ocorreu anteriormente, em 1993, durante a realização da 3ª Conferência Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo. Mais recentemente, em 2025, a sede foi transferida simbolicamente para Belém durante a realização da COP-30.
Senado aprova transferência simbólica da sede do governo federal para Salvador no 2 de Julho
Carlos Moura/Agência Senado
LEIA MAIS:
Cobrança de taxa ambiental para veículos externos em Porto Seguro é adiada para agosto
Homem é preso em flagrante suspeito de estuprar enteada de 9 anos na Bahia
Dupla é presa suspeita de envolvimento no assassinato de pastor em Salvador
Veja mais notícias do estado no g1 Bahia.
Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻


Fonte:

g1 > Política