O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou, nesta quarta-feira (24), que aceita a nomeação por parte da Venezuela de um novo representante perante a instituição, com o que retoma plenamente as relações com o país.
Fonte: UOL Noticias
O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou, nesta quarta-feira (24), que aceita a nomeação por parte da Venezuela de um novo representante perante a instituição, com o que retoma plenamente as relações com o país.
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Fonte: UOL Noticias
O Metrô de São Paulo distribuirá gratuitamente álbuns e figurinhas da Copa do Mundo 2026. A ação, que teve início na terça-feira (23) ocorre em cinco estações e inclui também uma campanha de arrecadação de cromos repetidos que serão destinados a crianças em situação de vulnerabilidade.
A iniciativa é realizada em parceria com a Panini, responsável pelo álbum oficial do torneio. Cada pessoa poderá receber um álbum acompanhado de seis figurinhas, enquanto houver estoque disponível.
A distribuição acontece nos balcões de informação das estações Luz, Ana Rosa e Portuguesa-Tietê, na Linha 1-Azul; além de Palmeiras-Barra Funda e Sé, na Linha 3-Vermelha. Os materiais serão entregues de terça a sexta-feira, das 10h às 16h, até o fim dos estoques. Segundo o Metrô, cada estação terá um limite diário de 200 álbuns distribuídos.
Doação de figurinhas repetidas
Além da distribuição gratuita, as pessoas poderão doar figurinhas repetidas para o projeto “Figurinhas para Todos”, que promove a entrega dos cromos a crianças que não têm condições de comprar ou completar os álbuns.
Para participar, basta depositar as figurinhas nas urnas instaladas nos balcões de informação das mesmas cinco estações participantes da ação. As doações poderão ser feitas entre terça-feira, 23, e sexta-feira, 26, das 8h às 18h.
A iniciativa arrecada figurinhas, pacotes fechados e álbuns para distribuir a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Hoje são mais de 40 postos de coleta (estabelecimentos comerciais) em seis Estados brasileiros, além das escolas parceiras. Todas as doações são distribuídas para instituições de caridade, incluindo hospitais, escolas e organizações não governamentais.
Como doar em outros pontos
É possível doar figurinhas, pacotinhos e álbuns para a campanha “Figurinha para Todos” via Correios ou nos pontos de coleta a seguir:
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1826 – conjunto 101 – Jd. Paulistano – 01451-908
Rua Visconde de Pirajá, 303 – cj 1301 – Ipanema – 22410-001
As pessoas também podem contribuir via Pix: [email protected]. Outros pontos de coleta e mais informações sobre a campanha podem ser consultados na página da “Figurinha para Todos” no Instagram.
Fonte: Jovem Pan
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou o reajuste no valor da conta de luz, que terá um aumento médio de 1,1% no Brasil, a partir do dia 1º de julho, valendo para o ciclo 2026/2027, até 30 de junho de 2027. O cálculo é feito com base nas Receitas Anuais Permitidas (RAP) das transmissoras e nas Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão (TUST).
Este é o primeiro ciclo tarifário de transmissão depois de a delegação da competência passar à Superintendência de Gestão Tarifária e Regulação Econômica (STR) para homologação das receitas e tarifas de transmissão. Para o ciclo 2026/2027, as receitas referentes às instalações de transmissão em operação comercial totalizam R$ 54,95 bilhões, crescimento de 9,41% em relação ao anterior.
O cálculo considerou 356 contratos de concessão de 258 empresas transmissoras. A receita total considerada no processo da TUST passou de R$ 51,6 bilhões para R$ 56,5 bilhões, elevação de 9,3%, explicada principalmente pela atualização contratual das receitas, pela expansão da rede de transmissão e por componentes financeiros regulatórios.
Apesar desse crescimento da receita, o aumento médio estimado para os consumidores finais é de 1,1%, o que demonstra maior estabilidade no repasse dos custos de transmissão aos consumidores.
Estabilidade das tarifas de transmissão para consumidores e geradores, já descontada a inflação. Divulgação / ENEEL
Esse o quarto passo dos cinco previstos para a transição metodológica, com 60% de peso para o cenário regional e 40% para o cenário nacional. Com isso, o sinal econômico passa a refletir com mais clareza a realidade elétrica do sistema, ajudando a tornar mais barato o consumo nos pontos em que há maior geração, como nas regiões Norte e Nordeste.
e de forma complementar, orientar a expansão da geração e da carga de maneira mais eficiente, conforme figura a seguir.
Locais que mais produzem energia / Locais que mais necessitam que seja transmitida. Divulgação / ENEEL.
Na prática, regiões com excesso de geração tendem a pagar menos na conta, favorecendo o consumo e a atração de investimentos que utilizam mais energia no Norte e Nordeste, enquanto partes do Brasil que mais precisam da expansão da transmissão têm custos compatíveis com o que impõem ao sistema. Essa mudança ajuda na distribuição dos custos mais próximos da realidade e melhora o planejamento mais equilibrado entre onde produz e onde consome.
Conforme a ANEEL, a infraestrutura de transmissão da energia entre regiões é parte essencial para a integração de fontes renováveis e a expansão do Sistema Interligado Nacional. O modelo de cálculo tarifário busca assegurar recursos para custear os investimentos necessários, preservar o equilíbrio econômico-financeiro das concessões e transparência com os consumidores.
Fonte: Jovem Pan
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin disse nesta quarta-feira, 24, que o grupo de trabalho criado para elaborar proposta de reforma do Poder Judiciário tem como prazo final para entregá-la o dia 19 de novembro, último dia do ano Judiciário. Segundo ele, no entanto, um “marco desejável” para a conclusão do grupo seria a data da proclamação da República, em 15 de novembro.
Fonte: UOL Noticias
Enquanto você abriu o Twitter para xingar político, 16 mil americanos perderam o emprego. Não no mês. Não na semana. No dia.
Dezesseis mil postos de trabalho eliminados por dia nos Estados Unidos, atribuíveis à inteligência artificial — é o que calcula o Goldman Sachs em abril de 2026. Multiplica por 30 e vem a escala real: quase meio milhão de empregos por mês. E isso é só o começo.
O setor de tecnologia registrou 78.557 demissões no primeiro trimestre de 2026. Desses, 47,9% foram explicitamente atribuídas à inteligência artificial. Uma pesquisa da Duke University com diretores financeiros de grandes empresas americanas projeta 502.000 cortes motivados por IA ao longo de 2026. Aumento de nove vezes em relação a 2025. Não é crescimento linear. É explosão.
Não é só tecnologia
Os dados do mercado freelance são ainda mais reveladores. Trabalhos freelance de redação caíram 30%. Vagas de desenvolvimento de software para freelancers caíram 21%. Entrada de dados, menos 35%. O investimento das empresas em freelancers despencou de 0,66% do orçamento para 0,14%. No mesmo período, o gasto com IA saltou de zero para 2,85%.
O dinheiro que ia para pessoas agora vai para máquinas. Não é teoria. É extrato bancário.
O caso emblemático: em janeiro de 2025, Jack Dorsey, fundador do Twitter e da Block — empresa que controla o Square e o Cash App — cortou o quadro de funcionários de mais de 10.000 para menos de 6.000. Redução de 40%. E Dorsey declarou, sem meias-palavras: “No próximo ano, a maioria das empresas vai chegar à mesma conclusão.”
Não foi profecia. Foi cronograma.
O paradoxo do AI Washing
Aqui preciso ser honesto, porque a verdade sobre esse terremoto é mais complicada e mais perigosa do que parece.
Uma pesquisa revelou que 59% dos gerentes de contratação admitiram usar a inteligência artificial como desculpa para demissões que tinham outras motivações. Apenas 9% disseram que a IA efetivamente substituiu as funções cortadas. E mais de 80% das empresas relataram nenhum ganho mensurável de produtividade com IA.
O próprio Sam Altman, CEO da OpenAI, reconheceu que existe “algum AI washing” no mercado. Empresas que usam o hype da IA para justificar reestruturações que fariam de qualquer jeito. Colocam “IA” no relatório aos investidores para parecer inovadoras enquanto apenas cortam custos pela forma mais antiga do capitalismo.
E aqui a coisa fica perversa: não importa se a demissão foi realmente causada pela IA ou se a IA é só o pretexto. O resultado para o trabalhador é o mesmo. Ele está na rua. E a vaga dele, automatizada de verdade ou usada como álibi, não volta.
O Gartner prevê que 50% das empresas que cortaram equipes de atendimento ao cliente por causa da IA vão precisar recontratar até 2027. Mas recontratar não significa recontratar as mesmas pessoas, nos mesmos cargos, com os mesmos salários. A maioria das portas que se fecharam não vai reabrir para quem foi empurrado para fora.
O aviso que deveria ser cravado em pedra
Daron Acemoglu, Nobel de Economia em 2024, não é um pessimista de rede social. É um dos economistas mais respeitados do planeta. E declarou, com todas as letras: “Se seguirmos nesse caminho de destruir empregos e criar mais desigualdade, a democracia americana não vai sobreviver.”
Não é retórica. É uma equação. Quando se concentra riqueza no topo e se eliminam as rotas de ascensão da base, o tecido social se rompe. Aconteceu na Roma Antiga. Aconteceu na França do século XVIII. Aconteceu na Rússia de 1917. A história é clara sobre o que acontece quando muita gente não tem nada a perder.
Andrew Yang, ex-candidato à presidência dos EUA, declarou em 2026: “O apocalipse dos empregos por IA está aqui. Milhões de empregos de colarinho branco serão perdidos nos próximos dezoito meses.” E 66% dos americanos agora são favoráveis à renda básica universal. Dois terços da população. Quando dois terços de um país pedem que o governo dê dinheiro para as pessoas simplesmente existirem, algo quebrou de forma profunda no contrato social.
Referências: Goldman Sachs, “The US Labor Market and AI Displacement” (abril de 2026); Layoffs.fyi, dados Q1 2026; Duke University/Richmond Fed CFO Survey (março de 2026); Gartner, “Predicts 2026: Customer Service AI”; Block Inc., declarações Jack Dorsey (janeiro de 2025); Upwork/Indeed, dados freelance Q1 2026; Daron Acemoglu, entrevista MIT Technology Review; Andrew Yang, declarações públicas 2026.
Fonte: Jovem Pan
O tênis argentino terá um representante nas quartas de final do torneio ATP 250 de Eastbourne (Reino Unido), após a vitória de Juan Manuel Cerúndolo nesta quarta-feira (24), na segunda rodada, sobre o britânico Arthur Fery, com parciais de 6-2 e 7-6 (7/2).
Fonte: UOL Noticias
Paraná foi reconhecido nacionalmente pelas estratégias adotadas para ampliar a cobertura vacinal e recuperar índices de imunização infantil após os impactos provocados pela pandemia de Covid-19. O d…
Fonte: UOL Noticias
A Seleção Brasileira enfrenta nesta quarta-feira (24) a Escócia pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo 2026. O técnico Carlo Ancelotti fez apensa uma mudança da última escalação que conquistou a vitória de 3 a 0 contra o Haiti e colocou Rayan no lugar de Raphinha, que lesionou a coxa direita. A confirmação dos 11 jogadores que vão iniciar na partida foi pouco antes do jogo, que tem início para às 19h.
A escalação do Brasil para a partida contra a Escócia será:
Goleiro: Alisson;
Defensores: Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos;
Meias: Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá;
Atacantes: Rayan, Matheus Cunha e Vini Jr.
Os escolhidos por Ancelotti agora têm a missão de classificar o Brasil em primeiro. Para isso, uma vitória simples assegura a vaga nas oitavas de final sem depender de outros resultados e encaminha a liderança na chave, que seria decidida em saldo de gols com Marrocos se o time africano vencer o Haiti.
No jogo de estreia da Seleção Brasileira contra o Marrocos, a equipe verde e amarela empatou o jogo em 1 a 1 e somou apenas um ponto, assim como o time marroquino. Já contra o Haiti, a equipe de Ancelotti marcou 3 gols contra nenhum do time da América Central e somou mais 3 pontos.
Até o momento, o Brasil é o líder do grupo C com 4 pontos e +3 em saldos de gol. Marrocos ocupa o segundo lugar também com 4 pontos mas apenas +1 em saldos de gol. A Escócia venceu o Haiti e perdeu para a equipe marroquinha e está na terceira posição com 3 pontos. A seleção haitiana está em 4º, não conseguiu nenhum ponto e já está matematicamente eliminada da competição.
Como joga a Escócia
A Escócia está de volta à competição depois de 28 anos e agora enfrenta o Brasil em confronto direto pela classificação. A equipe do técnico Steve Clarke ficou conhecida por jogar com esquema com três zagueiros. Por conta disso, ele sempre optou por variar entre um 3-1-4-2 ou 3-4-1 nos seus primeiros anos.
Porém, desde a última Eurocopa, a seleção tem alternado entre 4-4-2 ou 4-3-3. Com o surgimento de jogadores como Lewis Ferguson e Ben Ganon Doak.
O time escocês então deixou de ser uma equipe mais defensiva e ficou mais flexível taticamente. Além disso, ganhou a criatividade e a velocidade.
Fonte: Jovem Pan