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Vídeo: Sessão especial marca os 66 anos de Brasília

O Plenário do Senado fez nesta sexta-feira (24) uma sessão especial para comemorar os 66 anos de Brasília. A homenagem contou com a presença de parlamentares do Distrito Federal e outras autoridades. Convidados destacaram a importância da interiorização da capital federal para o desenvolvimento do país.


Fonte: Senado Federal

‘Impossível não se indignar’, diz Janja sobre aliado de Trump que chamou brasileiras de ‘raça maldita’

A primeira-dama Janja da Silva fez uma publicação em rede social dizendo ser “impossível não se indignar” diante de falas de Paolo Zampolli, aliado do presidente americano Donald Trump e enviado especial para assuntos globais do governo americano.
Em entrevista à RAI, emissora italiana de rádio, Zampolli afirmou que “mulheres brasileiras são programadas para causar confusão” e que são uma “raça maldita”.
Conselheiro de Trump diz que brasileiras são ‘raça maldita’ e ‘programadas para causar confusão’
Zampolli foi casado por quase 20 anos com uma brasileira, Amanda Ungaro, e os dois têm um filho de 15 anos cuja guarda está sendo disputada nos tribunais americanos.
Janja lembrou que Zampolli é acusado pela ex-mulher de violência doméstica e abuso sexual e psicológico.
“As mulheres brasileiras, com muita força e coragem, rompem, diariamente, ciclos de violência e de silenciamento”, disse a primeira-dama na postagem. “Não somos programadas para nada. Somos pessoas com voz, com sonhos e lutamos diariamente para viver com dignidade e liberdade para sermos quem quisermos”.
Amigo de Trump fez falas misóginas contra mulheres brasileiras a rádio italiana.
OLIVER BUNIC / AFP
Interferência em deportação
Zampolli foi acusado, em uma reportagem do jornal “The New York Times”, de ter influenciado politicamente na deportação de Amanda para o Brasil, depois de ter sido detida por suposta fraude no local de trabalho.
Segundo o jornal, Zampolli teria ligado em junho de 2025 para o então alto funcionário do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE), David Venturella, após a prisão de sua ex-esposa, em Miami.
Misoginia é método do governo Trump, diz Sadi após fala de assessor
Zampolli soube da prisão e sugeriu a autoridades que sua ex-mulher estava irregular no país, questionando a possibilidade de transferi-la para uma detenção do ICE, segundo registros obtidos pelo jornal e uma fonte a par do assunto.
De acordo com o NYT, Venturella acionou o escritório do ICE em Miami, destacando que o caso interessava a alguém próximo da Casa Branca, para garantir que agentes do órgão buscariam Ungaro na prisão antes que ela fosse libertada sob fiança. Ela foi colocada sob custódia do ICE e depois deportada.
Atualmente no Brasil, Ungaro disse ao NYT acreditar que a influência de Zampolli foi determinante na sua deportação e relatou que ele teria prometido casamento e estabilidade migratória durante o relacionamento.
O Departamento de Segurança Interna, que supervisiona o ICE, afirmou em comunicado que Ungaro foi detida e deportada porque seu visto estava vencido e ela havia sido acusada de fraude.
“Qualquer sugestão de que ela foi presa e removida por motivos políticos ou favores é FALSA”, afirmou o órgão em comunicado.


Fonte:

g1 > Política

Sessão dos 66 anos de Brasília tem memórias e cobranças pelo BRB-Master

Entre cobranças pelo escândalo do BRB com o Banco Master e discursos de quem guarda Brasília na memória, o Senado realizou nesta sexta-feira (24) uma sessão especial para celebrar os 66 anos da capital federal, completados na terça-feira (21).
Senadores da bancada do Distrito Federal usaram a data para cobrar responsabilização pela crise financeira que envolve o banco público brasiliense e defender prioridades como educação, saúde e segurança. 
Autora do requerimento que originou a sessão, a senadora Leila Barros (PDT-DF) cobrou a punição dos responsáveis pelo envolvimento do BRB no escândalo do Banco Master, atribuindo a situação a decisões tomadas por interesse pessoal. 
— Quando uma instituição como o BRB é colocada sob questionamento, quem sofre é a cidade. Quem sofre são os mais vulneráveis — afirmou a senadora.
Leila também pediu respostas para problemas como a greve dos professores da rede pública, que reivindicam recomposição salarial e melhores condições de trabalho, e defendeu prioridade para a saúde e a segurança pública. 
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que Brasília vive uma crise grave e que os três senadores do DF seguirão buscando respostas por meio de CPIs, comissões e requerimentos de informações.
— Os três senadores desta Casa não se curvam, não negociam e vão encontrar as respostas. E se prepare. Se precisar de cadeia, cadeia — declarou.
Damares reconheceu que os últimos dois anos foram especialmente difíceis para quem representa o Distrito Federal no Senado. Ela afirmou que os parlamentares enfrentam “uma luta diária por verbas públicas e pela defesa do fundo constitucional”.
O senador Izalci Lucas (PL-DF) alertou que o escândalo financeiro em curso vai dificultar ainda mais a já complexa relação do DF com o governo federal e o Congresso em torno da autonomia da unidade federativa. Para corrigir o que chama de distorção da Constituição de 88, disse ter apresentado uma PEC que transfere ao DF os recursos para manter e organizar áreas como polícia civil, militar, bombeiros e educação, sem depender de autorização federal para reajustes salariais ou concursos. 
— Vai ser muito difícil, depois desse escândalo todo que está acontecendo, não receber críticas dos estados e municípios — admitiu. 
Memórias de Brasília
Durante a sessão, parlamentares e personalidades também destacaram a história da cidade, construída por brasileiros de todas as regiões e inaugurada em 1960 sob o comando de Juscelino Kubitschek.
A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Daniela Teixeira, que é brasiliense, recordou a infância na cidade e afirmou que a capital é ao mesmo tempo memória e promessa do Brasil. Ela recorreu à imagem dos pilotis e das superquadras — marcas arquitetônicas da cidade projetada por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer — para explicar o que torna a capital única: nesses espaços, vizinhos de todos os cantos do país dividem o mesmo bloco.
— Quem é de Brasília traz na alma o Brasil inteiro. Debaixo do bloco, a gente combina de subir no quinto andar para comer uma comida nordestina, no terceiro, uma mineira, no sexto, um bobó de camarão. Brasília é a memória do Brasil. E ela é promessa — disse.
Carminha Manfredini, mãe do cantor Renato Russo, contou que a família chegou a Brasília em 1973, e ela ainda guarda a lembrança do momento em que entraram no Eixo Monumental numa tarde bonita.
— Ele [ Renato] olhou pela janela e disse: mãe, que cidade linda. E colocou isso mais tarde numa música — contou. 
Carminha disse que o filho ajudou a projetar um outro lado de Brasília para além da política e que onde quer que vá, quando as pessoas descobrem que ela é mãe de Renato Russo, correm para abraçá-la. 
André Kubitschek, bisneto do ex-presidente Juscelino Kubitschek e vice-presidente do Memorial JK, afirmou que os 66 anos de Brasília são a prova de que o impossível pode ser superado quando há sonho, coragem e união. Para André, a cidade não nasceu do acaso nem de vaidade pessoal:
— Nasceu da esperança, da visão e da vontade de um país que queria crescer. Arquitetos, engenheiros e trabalhadores ergueram a nova capital. Essa cidade é a manifestação inequívoca da capacidade realizadora dos brasileiros — avaliou. 
Também participaram da sessão Georges Seigneur, procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), e Lúcia Willadino Braga, presidente da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, além do ex-senador Paulo Octávio (DF) e sua esposa, Anna Christina Kubitschek, neta do ex-presidente.


Fonte: Senado Federal

Zanin manda soltar operador de esquema de venda de sentenças no STJ por demora na acusação

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a soltura de Andreson de Oliveira Gonçalves, apontado como operador de um esquema de venda de sentenças que teria envolvido até gabinetes do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O ministro fundamentou a decisão na demora para apresentação da acusação contra Andreson. Ele estava preso desde novembro de 2025, também a mando de Zanin. Ele cumpria prisão em regime domiciliar desde julho devido ao estado crítico de saúde e da aparência esquelética.
“Considerado o dilatado tempo de prisão preventiva sem apresentação da peça acusatória, a substituição da custódia cautelar por monitoração eletrônica, acrescida das demais medidas cautelares já impostas nos autos”, escreveu o ministro.
Antes, ele ficou preso na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, por oito meses, quando teria perdido mais de 25kg e apresentado estado de diabetes avançado (veja nas imagens abaixo).
Andreson Gonçalves, apontado como o principal lobista do advogado Roberto Zampieri
Divulgação
Segundo a defesa, Andreson passou por uma cirurgia em 2020 chamada gastrectomia vertical com interposição ileal, procedimento que envolve a retirada de parte do intestino e altera significativamente a digestão e absorção de alimentos.
O esquema de venda de sentenças
O empresário é apontado pela PF como um dos principais operadores do esquema investigado.
Segundo a PF, as investigações “revelaram a existência de um mercado paralelo de influência, no qual contratos milionários de advocacia ou de consultoria eram firmados com o propósito de assegurar decisões previamente combinadas, em substituição à efetiva atuação técnico-jurídica” nos processos.
O relatório descreve a existência de uma rede de intermediários, operadores e servidores, criada para manipular e direcionar decisões do STJ e de outros tribunais.
Segundo a PF, o esquema envolvia pessoas que atuavam em três núcleos:
Servidores públicos ligados a gabinetes, que vazavam informações sensíveis e antecipavam minutas;
Advogados e lobistas, que buscavam clientes interessados em decisões favoráveis; e
Empresários, principalmente do agronegócio, que seriam beneficiados com as decisões.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Os investigadores analisaram uma série de mensagens que revelam ações que seguiam padrões típicos de atuação de organizações criminosas, como o uso de linguagem cifrada, codinomes, laranjas e empresas de fachada.
Para tentar maquiar as negociações, a PF diz que o grupo recorria a expressões como “a obra está pronta”, que correspondiam a uma minuta de decisão finalizada.
A PGR pediu ao Supremo que a PF aprofunde as investigações e detalhe mais dados da investigação.
Com saúde debilitada lobista recebe mudança para prisão domiciliar
Reprodução


Fonte:

g1 > Política

Obras paradas expõem entraves no uso do orçamento público


Fonte: Senado Federal

Congresso decide no dia 30 se mantém veto à dosimetria

O Congresso Nacional deve analisar, no dia 30, o veto presidencial (VET 3/2026) ao projeto que trata da dosimetria das penas aplicadas aos condenados por tentativa de golpe de Estado, por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão pode mudar o tempo de prisão e as regras de progressão de regime para esses casos.
A chamada dosimetria define como o juiz calcula o tamanho da pena com base na gravidade do crime, nos antecedentes e nas circunstâncias do caso. O projeto (PL 2.162/2023), aprovado pelo Congresso no fim de 2025, fixa regras para esse cálculo e prevê a possibilidade de redução das penas dos envolvidos na depredação das sedes dos Três Poderes. As novas regras poderiam alcançar condenados por esses crimes, inclusive investigados e réus em processos relacionados.
Ao vetar integralmente a proposta, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, argumentou que “a redução da resposta penal a crimes contra o Estado Democrático de Direito daria o condão de aumentar a incidência de crimes contra a ordem democrática e indicaria retrocesso no processo histórico de redemocratização que originou a Nova República, violando o fundamento disposto no art. 1º da Constituição”.
Ainda segundo a mensagem de veto, o texto aprovado poderia comprometer o ordenamento jurídico e o sistema de garantias fundamentais, ao contrariar princípios como proporcionalidade, isonomia e impessoalidade. O veto aponta que o projeto não teria seguido o rito previsto na Constituição. Segundo a justificativa, como foram feitas mudanças de mérito pela Câmara dos Deputados, o texto deveria ter retornado ao Senado.
A sessão do Congresso que vai analisar o veto foi convocada pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, que também é presidente do Senado. Para a derrubada, é necessária a maioria absoluta de votos de deputados e senadores, em votação separada nas duas Casas.

Progressão de pena: percentuais propostos no PL

Regra geral: cumprimento de 1/6 da pena 

Crime violento primário: cumprimento de 25% da pena

Violento reincidente: cumprimento de 30% da pena

Reincidente não violento: cumprimento de 20% da pena

Hediondo primário: cumprimento de 40% da pena

Hediondo com morte: cumprimento de 50% da pena

Milícia/organização criminosa: cumprimento de 50% da pena

Hediondo reincidente: cumprimento de 60% da pena

Hediondo reincidente com morte: cumprimento de 70% da pena

Feminicídio primário: cumprimento de 55% da pena

Fonte: PL 2.162/2023


Fonte: Senado Federal

Trama golpista: STF encerra fase de recursos e já executou as penas de todos os condenados

O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou nesta quinta-feira (23) a fase de recursos e já determinou o início do cumprimento da pena dos 29 condenados pela tentativa de golpe de Estado em 2022, liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Dos condenados:
20 estão em regime fechado;
3 em prisão domiciliar;
3 foragidos;
2 fecharam acordo;
1 em regime aberto.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ao longo de 2025, a Primeira Turma do STF julgou quatro núcleos de réus e entendeu que ficou comprovado – a partir da atuação de uma organização criminosa – que Bolsonaro e aliados :
agiram para minar a confiança da sociedade nas urnas eletrônicas;
pressionaram militares para aderirem à ruptura institucional;
usaram a máquina pública contra adversários, num esquema que envolveu espionagem ilegal e disseminação de dados falsos, além de ataques ao judiciário;
traçaram planos golpistas que previam até a prisão e morte de autoridades.
Esses atos, no entendimento do STF, culminaram nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023 às sedes dos Três Poderes em Brasília.
8 de janeiro
Reprodução/TV Globo
Núcleo crucial
Foi a primeira vez que um ex-presidente foi condenado e preso por atentar contra a democracia. Assim como, também pela primeira vez na história, militares de alta patente foram condenados e presos por golpe de Estado.
As penas vão de 1 ano e 11 meses a 27 anos e três meses de prisão.
As primeiras prisões para cumprimento da pena foram determinadas em 25 de novembro do ano passado pelo relator, Alexandre de Moraes, e envolvem o chamado núcleo crucial da trama golpista, que foi considerado o responsável pelo planejamento e articulação dos atos golpistas.
Ministro Alexandre de Moraes é o relator das ações relativas ao golpe de 2022
Jorge Silva/Reuters
Além de Bolsonaro, foram condenados:
Alexandre Ramagem: ex-deputado e ex-diretor da Abin, está foragido nos Estados Unidos, onde busca asilo. Moraes determinou o início do processo de extradição do ex-parlamentar;
Almir Garnier: ex-comandante da Marinha;
Anderson Torres: ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública;
Augusto Heleno: ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, atualmente cumpre prisão domciliar humanitária por questões de saúde;
Mauro Cid: ex-ajudante de ordens do presidente;
Paulo Sérgio Nogueira: ex-ministro da Defesa;
Walter Braga Netto: ex-ministro da Casa Civil.
Núcleo 3
Em 13 de março, o STF executou as penas do núcleo 3, quando foram presos os últimos 3 condenados em liberdade.
Segundo a Corte, esse grupo atuou para a ruptura institucional, com planos e ações para monitorar e até assassinar autoridades como o presidente Lula e o vice, Geraldo Alckmin.
Entre eles, militares das forças especiais, chamados de kids pretos:
Bernardo Romão Correa Netto: coronel do Exército;
Fabrício Moreira de Bastos: coronel do Exército;
Hélio Ferreira Lima: tenente-coronel do Exército;
Rafael Martins de Oliveira: tenente-coronel do Exército;
Rodrigo Bezerra de Azevedo: tenente-coronel do Exército;
Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros: tenente-coronel do Exército;
Wladimir Matos Soares: agente da Polícia Federal.
Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, com estátua da Justiça em destaque.
Divulgação/STF
Em fevereiro deste ano, o STF validou os acordos firmados entre a Procuradoria-Geral da República (PGR) e os militares Márcio Nunes de Resende Jr. e Ronald Ferreira de Araújo Jr, que foram condenados nesse núcleo por associação criminosa e incitação das Forças Armadas contra os Poderes constitucionais, delitos considerados de menor gravidade.
Eles confessaram os crimes e tiveram que cumprir determinações acertadas com o MP.
Núcleo 4
Em 10 de abril, foram presos os últimos 4 condenados do núcleo 4 da trama golpista.
O núcleo da desinformação desempenhou ações essenciais para articular a tentativa de golpe, elaborando e disseminando informações falsas, além de atacarem autoridades para tentar provocar uma ruptura institucional.
Foram condenados:
Ailton Moraes Barros: ex-major do Exército;
Ângelo Denicoli: major da reserva do Exército;
Giancarlo Rodrigues: subtenente do Exército;
Guilherme Almeida: tenente-coronel do Exército;
Marcelo Bormevet: agente da Polícia Federal.
São considerados foragidos:
O coronel do Exército Reginaldo Abreu, que está nos Estados Unidos e disse que não tem previsão de retornar ao país;
Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, que estaria na Europa.
Grupo em atos golpistas em Brasília (DF) em 8 de janeiro de 2023
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Núcleo 2
O núcleo 2 foi o último a encerrar as chances de recursos nesta quinta-feira.
Segundo o STF, seus integrantes atuaram no gerenciamento das principais ações golpistas da organização.
Foram condenados:
Filipe Garcia Martins Pereira: ex-assessor de Assuntos Internacionais da Presidência;
Marcelo Costa Câmara: coronel da reserva e ex-assessor de Jair Bolsonaro;
Marília Ferreira de Alencar: ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça – foi condenada em 2 dos cinco crimes imputados. Ela está em prisão domiciliar temporária;
Mário Fernandes: general da reserva do Exército;
Silvinei Vasques: ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal.
Revisão criminal
Ao longo do processo, as defesas alegaram a inocência dos condenados, pediram a absolvição e negaram envolvimento com ações golpistas.
Agora, os advogados podem entrar com a chamada revisão criminal, que é um instrumento que permite a um condenado que já teve uma sentença considerada definitiva, portanto não tem mais chance de recursos, pedir a reavaliação do seu caso.
A medida não representa um novo julgamento e é considerada excepcional. O objetivo do instrumento é corrigir erros judiciários e precisa apresentar novos elementos de provas que possam comprovar a inocência como:
comprovar que a sentença foi contrária à lei penal ou às provas do processo;
comprovar que a sentença que se baseou em depoimentos, exames ou documentos falsos.


Fonte:

g1 > Política

Áudio: Zap Delas registra 382 atendimentos a mulheres nos primeiros 6 meses

Lançado em outubro de 2025 pela Procuradora Especial da Mulher do Senado (Promul), senadora Augusta Brito (PT-CE), o Zap Delas, canal do Senado para atender mulheres em situação de violência política de gênero, fez 382 atendimentos até abril.
É quase o equivalente às denúncias de violência política de todo o ano de 2024 no Disque 100. Para a coordenadora da Promul, Raquel Andrade, o dado esboça um cenário precupante em ano eleitoral e reforça a necessidade de divulgar ainda mais a ferramenta.


Fonte: Senado Federal

Belga é preso tentando fugir pelo Galeão após torturar turista canadense no RJ

A Polícia Civil prendeu na madrugada desta sexta-feira (24), no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), um homem de nacionalidade belga no momento em que tentava fugir do Brasil. Ele era suspeito de extorquir e torturar um turista canadense em um apartamento no centro do Rio de Janeiro. O caso é investigado pela Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat).
De acordo com as investigações, o criminoso manteve a vítima em cárcere por dois dias. “Durante esse período, ele exigiu o pagamento de 5 mil dólares canadenses – mais de R$ 18 mil – e submeteu a vítima a extrema violência”, relatou a Polícia Civil.
Segundo a polícia, o canadense também sofreu ameaças constantes e foi submetido a uma faca para torturá-lo, chegando a quase amputar um de seus dedos. Mesmo sob intenso sofrimento, a vítima conseguiu escapar e buscar atendimento médico.
Mesmo após a hospitalização da vítima, o criminoso continuou a ameaçar e a exigir mais dinheiro por meio de mensagens, tentando continuar com as extorsões.
Foi comunicado na delegacia que os agentes da Deat iniciaram diligências imediatas. Segundo as investigações, foi revelado que a vítima vinha sendo coagida desde o Canadá, onde já havia pago 35 mil dólares canadenses ao criminoso – equivalente a mais de R$ 128 mil. Também foi constatado que o autor é reincidente e tem histórico criminal na Bélgica.
Com o monitaramento do Deat, em conjunto com a Polícia Federal, o criminoso foi localizado e preso no Galeão, enquanto tentava embarcar para a Colômbia. Ele foi autuado em flagrante pelos crimes de extorsão e tortura.
A identidade do suspeito e da vítima não foram divulgadas.


Fonte: Jovem Pan

Tarcísio começa ofensiva contra ‘gangue do quebra-vidro’ nesta sexta

O Governo de São Paulo começa, nesta sexta-feira (24), uma ação que visa coibir a chamada “gangue do quebra-vidro”, que atua em diversos pontos na capital e tem assustado a população. No total, serão usados 3 helicópteros com farol de busca, drones e o reforço de 300 policiais militares em corredores de moto e ônibus na ação.
O objetivo é aumentar a sensação de segurança e atuar na redução de crimes. A atuação será nos horários de pico, aqueles com maior fluxo de carros e trânsito parado, entre 18h e 21h. O objetivo da Secretaria de Segurança Pública (SSP), que coordena o movimento, é manter constância nas operações.
O número de dias por semana ainda não foi fechado, mas a primeira etapa já acontece hoje. Segundo interlocutores, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) pretende permanecer com a política até que a incidência desse tipo de crime sofra baixas.
Entre os pontos que serão monitorados, estão as áreas de maior incidência da gangue, com destaque, por exemplo, para a Avenida 23 de Maio. Além da região central, também serão alvo ruas da Vila Mariana, região de Pinheiros, e locais com vida noturna ativa, como a Vila Clementino.
A coluna apurou que, inicialmente, nem todos os 300 policiais estarão na primeira ofensiva. A SSP está remanejando PMs e criando a operação de forma escalonada, até chegar ao número completo. Já os drones usados terão conexão com o sistema de monitoramento e inteligência do Estado, Muralha Paulista. Alguns já contam com reconhecimento facial, inclusive.
Gangue do quebra-vidro
A ação rápida e violenta dos criminosos tem assustado a população. A “gangue do quebra-vidro” é conhecida por agir entre os motoristas, especialmente quando o trânsito está parado. Os criminosos se aproveitam para quebrar os vidros dos carros e roubar celulares e objetos de valor. Os vídeos tem viralizado nas redes sociais. A ação dura poucos segundos e as vítimas costumam sair correndo a pé, sem que o motorista consiga reagir.


Fonte: Jovem Pan