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Lula diz que não foi à Marcha para Jesus para não ‘tirar proveito político de algo sagrado’

Lula diz que não foi a Marcha para Jesus para não ‘passar ideia de que quer tirar proveito
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que decidiu não participar da Marcha para Jesus, evento com milhares de fiéis nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, em São Paulo, para “não passar a ideia de que quer tirar proveito político de algo sagrado”.
Lula deu a declaração em conversa por telefone com o bispo Estevam Hernandes e o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias.
O telefonema foi publicado nas redes sociais de Messias (veja no vídeo acima), que disse ter ido ao evento como representante do presidente.
“Eu vou lhe contar porque eu não vou. Eu não participo de nada religioso em época de eleição porque eu não quero passar a ideia de que estou tentando tirar proveito político de uma coisa sagrada”, disse Lula.
O petista é pré-candidato à reeleição no pleito de outubro. Adversário de Lula, o também pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou do evento, assim como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, além de outros políticos.
Em setembro de 2009, Lula sancionou a lei que criou o Dia Nacional da Marcha para Jesus.
Fiéis durante a 34ª Marcha para Jesus na cidade de São Paulo .
Marcello Zambrana /Estadão Conteúdo
Evento reúne milhares de fiéis
Diversos políticos e autoridades participam da Marcha para Jesus, que reuniu milhares de fiéis nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, em São Paulo.
Entre eles estão o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, e o advogado-geral da União, Jorge Messias, que representa o presidente Lula.
Eles acompanharam a marcha do alto de um trio elétrico, que saiu da estação da Luz, no centro, em direção à Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Zona Norte, onde estão programados shows e momentos de oração ao longo do dia, além de discursos.
Ainda durante o trajeto, Flávio se dirigiu à multidão e, numa breve fala, disse que o país vive uma “guerra espiritual” e que “o mal vai ser expulso do governo desse Brasil”.
“Vamos orar pelo nosso Brasil. Essa guerra é espiritual, e hoje é a maior resposta que nós podemos dar ao mundo do mal, que vai ser expulso do governo desse Brasil esse ano.”
Após a caminhada, a programação segue com apresentações de artistas da música gospel até as 21h. Entre os nomes anunciados estão Gabriela Rocha, Aline Barros, Renascer Praise, Thalles Roberto e Isadora Pompeo.


Fonte:

g1 > Política

Lula diz que não foi a Marcha para Jesus para não ‘passar ideia de que quer tirar proveito político’ da fé

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou que decidiu não participar da Marcha para Jesus, evento com milhares de fiéis nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, em São Paulo, para “não passar a ideia de que quer tirar proveito político de algo sagrado”.
Lula deu a declaração em conversa por telefone com o bispo Estevam Hernandes e o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias. O telefonema foi publicado nas redes sociais de Messias, que disse ter ido ao evento como representante do presidente.
“Eu vou lhe contar porque eu não vou. Eu não participo de nada religioso em época de eleição porque eu não quero passar a ideia de que estou tentando tirar proveito político de uma coisa sagrada”, disse Lula.
O petista é pré-candidato à reeleição no pleito de outubro. Adversário de Lula, o também pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou do evento, assim como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, além de outros políticos.
– Esta reportagem está em atualização.
Agora no g1


Fonte:

g1 > Política

Flávio Bolsonaro, Tarcísio, Nunes, Jorge Messias e André Mendonça participam da Marcha para Jesus em SP

Marcha para Jesus: imagens aéreas mostram multidão de fiéis
Diversos políticos e autoridades participam da Marcha para Jesus, que reuniu milhares de fiéis nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, em São Paulo.
Entre eles estão o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, e o advogado-geral da União, Jorge Messias, que representa o presidente Lula.
Imagens aéreas mostram uma multidão cruzando a Ponte das Bandeiras em meio à caminhada entre a estação da Luz, no centro, e a Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Zona Norte, onde estão programados shows e momentos de oração ao longo do dia.
O percurso tem cerca de 3,5 quilômetros e conta com oito trios elétricos.
Entre faixas de cabeça com a frase “100% Jesus”, famílias inteiras e grupos vindos de diversos pontos da país, a celebração reuniu histórias de fé, atrações como uma bateria de samba gospel, estrelas da música gospel e um grupo de surdos acompanhado por intérprete de Libras.
Uma das atrações da marcha é a bateria gospel Salmo 150, considerada a primeira do gênero no país. Com cerca de 100 integrantes, o grupo celebra 30 anos de existência participando do evento com um repertório de sambas-enredo inspirados em passagens bíblicas.
À frente da bateria está o pastor Jorge Rafari, que relembra a origem dos músicos e a ligação de muitos deles com o carnaval.
“A grande maioria tocava em escola de samba. Eu mesmo fiz parte de várias baterias em Itaquera, em escola da Zona Leste. Deus estava me preparando e eu não sabia. A bateria entra em lugares que poucos ministérios entram. A gente faz evangelismo através do som da bateria, do samba”, afirmou.
Entre os integrantes está Leleco Sampa, intérprete da bateria e ex-participante do carnaval. “Preparamos seis sambas-enredo e amo participar. Antes eu era do Carnaval e agora toco samba para Jesus”, disse.
Marcha Para Jesus em SP
Paola Patriarca/g1
Agradecimento e superação
Entre os milhares de participantes estavam pessoas que aproveitaram a marcha para agradecer conquistas e momentos difíceis superados nos últimos meses. As amigas Marcely Lucas e Maximiano, de Ribeirão Pires, disseram que decidiram participar como forma de gratidão.
“Fazia 14 anos que não participava por conta da correria, filho, marido. Este ano resolvi vir. Só tenho a agradecer por tudo”, afirmou Marcely ao g1.
Já o autônomo Matheus Monteiro, de Mogi das Cruzes, participou mesmo enfrentando dificuldades para caminhar. Há 11 dias, ele sofreu um acidente de moto e compareceu ao evento apoiado em uma muleta. “Acidente poderia ter sido mais grave. Não pude deixar de participar porque esse momento é único. Vim com toda minha família”, contou.
Matheus Monteiro, autônomo, é de Mogi das Cruzes
Paola Patriarca/g1
A marcha também reuniu grupos de pessoas com deficiência. Um dos grupos de surdos acompanhava a caminhada com o auxílio de um intérprete de Libras, que traduzia as orações e músicas durante o percurso.
Famílias com crianças também marcaram presença. O primeiro trio elétrico a sair foi o da Marcha Kids, destinado ao público infantil. Entre os participantes estava Larissa Costa, de São Bernardo do Campo, que levou o filho Pedro pela primeira vez ao evento.
“Já participei 3 vezes e dessa vez trouxe meu filho. Ele está amando e quer ver muito o Thalles Roberto. Ama as músicas dele”, afirmou.
Intérprete de Libras durante a Marcha
Paola Patriarca/g1
Shows e autoridades
Após a caminhada, a programação segue na Praça Heróis da FEB com apresentações de artistas da música gospel até as 21h. Entre os nomes anunciados estão Gabriela Rocha, Aline Barros, Renascer Praise, Thalles Roberto e Isadora Pompeo (programação completa abaixo).
O evento também conta com a presença de autoridades, entre elas o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB), o senador Flávio Bolsonaro (PL), o advogado-geral da União, Jorge Messias, representando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça. Também é esperada a participação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD).
Fiéis durante a 34ª Marcha para Jesus na cidade de São Paulo .
Marcello Zambrana /Estadão Conteúdo
Tema da Marcha
Imagens aéreas mostram multidão de fiéis na Marcha para Jesus
Reprodução/TV Globo
O evento está em sua 34ª edição e, neste ano, tem como tema o versículo bíblico “Todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus é o Senhor”, de Filipenses 2:10.
O presidente da Marcha para Jesus no Brasil, Apóstolo Estevam Hernandes, destaca que a cada ano o evento ganha mais força entre os cristãos, refletindo o crescimento do Evangelho e do número de fiéis no Brasil.
“A Marcha representa a união das pessoas, a comunhão de todos os que acreditam em Jesus Cristo. Foi Ele quem se sacrificou por todos nós na cruz, e é por isso que afirmamos que todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus é o Senhor. Saímos às ruas para expressar nossa fé e gratidão e para orar pela nossa cidade e pelo país”, disse, em nota divulgada ao g1.
Segundo a organização, mais de 26 mil caravanas se inscreveram para participar do evento.
Fiéis durante a 34ª Marcha para Jesus na cidade de São Paulo
MARCELLO ZAMBRANA/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO
Acessibilidade
Pessoas com deficiência poderão contar com apoio especial durante a Marcha para Jesus. A SPTrans disponibilizará o serviço Atende+, com vans que farão o transporte entre a Estação Tietê e o local de concentração do evento. As saídas ocorrerão a partir das 10h, com retorno disponível para a mesma estação após o encerramento.
Também haverá uma área reservada ao lado esquerdo do palco montado na Praça Heróis da FEB. O acesso será feito pela Avenida Voluntários da Pátria, mediante apresentação da carteirinha da SPTrans. Apenas cadeirantes terão direito a um acompanhante.
Os participantes surdos contarão com intérpretes de Libras durante toda a programação, desde a caminhada até os shows. O ponto de encontro será às 9h30, em frente à estação Tiradentes da Linha 1-Azul do metrô.
Trânsito e transporte
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que monitorará o trânsito entre as regiões da Luz e Santana das 21h de quarta-feira (3) à 1h de sexta-feira (5).
Haverá interdições em vias como Praça da Luz, Avenida Tiradentes, Avenida Santos Dumont, Ponte das Bandeiras, Praça Campo de Bagatelle e região do Campo de Marte.
A CET recomenda que os participantes utilizem a estação da Luz para participar da caminhada e as estações Tietê ou Santana para acessar a área dos shows.
A SPTrans também informou que diversas linhas de ônibus terão itinerários alterados devido às interdições previstas para o evento.
Programação
11h25 às 11h30 – Abertura
11h30 às 11h35 – Talita Dias
11h35 às 11h40 – Apresentador / virada de palco
11h40 às 12h00 – Leandro Borges
12h00 às 12h05 – Apresentador / virada de palco
12h05 às 12h25 – Lukas Agostinho
12h25 às 12h30 – Apresentador / virada de palco
12h30 às 13h00 – Aline Barros
13h00 às 13h05 – Apresentador / virada de palco
13h05 às 13h25 – Samuel Eleotério
13h25 às 13h30 – Apresentador / virada de palco
13h30 às 13h50 – André e Felipe
13h50 às 13h55 – Apresentador / virada de palco
13h55 às 14h25 – Thalles Roberto
14h25 às 14h30 – Zoe Dance / virada de palco
14h30 às 14h45 – Maria Pita
14h45 às 14h50 – Apóstolo Esteban Acosta (Colômbia)
14h50 às 15h20 – Eli Soares
15h20 às 15h35 – Palavra apostólica
15h35 às 16h05 – Marcelo Marques
16h05 às 16h10 – Apóstolo Hugo Dias (Venezuela)
16h10 às 16h30 – Ton Carfi
16h30 às 17h00 – Governador Tarcísio de Freitas, prefeito Ricardo Nunes e momento de oração
17h00 às 17h20 – Isadora Pompeo
17h20 às 17h25 – Apresentador / virada de palco
17h25 às 17h55 – Julliany Souza
17h55 às 18h00 – Pastor Alejandro Gomez (Argentina)
18h00 às 18h30 – Anderson Freire
18h30 às 18h45 – Maldonado
18h45 às 19h15 – Maria Marçal
19h15 às 19h20 – Ronaldo Caiado
19h20 às 19h50 – Renascer Praise
19h50 às 19h55 – Apresentador / virada de palco
19h55 às 20h25 – Jefferson e Suellen
20h25 às 20h30 – Apresentador / virada de palco
20h30 às 21h10 – Gabriela Rocha
21h10 às 21h15 – Encerramento da Marcha
Confira o percurso da Marcha para Jesus 2026
Arte/g1


Fonte:

g1 > Política

Flávio participa da Marcha Para Jesus ao lado de Tarcísio, Nunes e Mendonça em meio à polêmica do Master

O pré-candidato à Presidência da República pelo PL e senador Flávio Bolsonaro participa da 34ª edição da Marcha para Jesus nesta quinta-feira (4) na capital paulista, ao lado do governador de São Paulo e pré-candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça e do advogado geral da União, Jorge Messias.
O político disse durante o evento que “o mundo e o Brasil estão passando por uma grande guerra espiritual“. A declaração foi dada na Marcha para Jesus. Flávio disse estar no evento em São Paulo para recarregar as energias e “orar pelas famílias do país”.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), cantou ao lado do apóstolo Estevam Hernandes Filho, da igreja Renascer em Cristo. No mesmo palco, Messias afirmou à transmissão do evento que “a mesa de Jesus é para judeus e gentios”, afirmando que até Judas se sentou na mesa de Cristo, sem segregação.
A marcha partiu da Estação da Luz, no centro de São Paulo, e segue em direção à Praça Heróis da FEB, próxima ao Campo de Marte, na zona norte da capital. Segundo a organização do evento, foram inscritas 23 mil caravanas para participar do evento, que conta com oito trios elétricos.


Fonte: Jovem Pan

Enem 2026: inscrições ficam abertas até sexta-feira

O prazo de inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 termina na sexta-feira (5). Interessados devem se inscrever exclusivamente pela internet, na Página do Participante, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
O prazo vale também para os candidatos que querem pedir o tratamento pelo nome social em todas as fases do exame. O tratamento é destinado àqueles que se identificam e querem ser reconhecidos socialmente pela sua identidade de gênero.
Os participantes que necessitam de atendimento especializado devem fazer a solicitação no momento da inscrição. Neste ano, o Inep incluiu no edital do Enem 2026 novas condições de pessoas com transtornos mentais, como ansiedade e TOC.
Outras condições específicas dos candidatos para pedir o atendimento especializado são: baixa visão, cegueira, deficiência física, auditiva, intelectual, dislexia, transtorno do espectro autista (TEA), gestantes, lactantes, diabéticos, idosos e estudantes em classe hospitalar, fibromialgia.
Para os estudantes que concluíram o ensino médio em escolas públicas, a inscrição é automática. No entanto, o estudante precisará confirmar sua participação no sistema de inscrição, escolher a opção de prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol) e indicar, se for o caso, a necessidade de recursos de acessibilidade ou se quer ser tratado pelo nome social. 
Taxa de inscrição
Após a inscrição, o sistema do Enem vai gerar a guia de recolhimento da união (GRU) no valor de R$ 85. O pagamento da taxa de inscrição deve ser feito até 10 de junho.
As opções de pagamento são via Pix, cartão de crédito, débito ou boleto. A quitação poderá ser feita em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários. A inscrição somente será confirmada após o processamento do pagamento da taxa de inscrição.
O Inep lembra que, mesmo os alunos que tiveram aprovado o pedido de isenção da taxa de inscrição, estes precisam acessar o sistema do Inep para confirmar a participação no exame de 2026.
Igualmente, deverá se inscrever aquele candidato que teve seu pedido de isenção negado em definitivo ou teve a justificativa de ausência reprovada, conforme regras do edital do Enem 2026. Para ter a inscrição confirmada, devem pagar o valor da taxa..
Locais de provas
Neste ano, a aplicação das provas do Enem está agendada para os domingos 8 e 15 de novembro. Nesta edição, o Inep quer ampliar o número de locais de aplicação do exame para cerca de 10 mil, em todo o país.
De acordo com estimativas do Inep, aproximadamente 80% dos concluintes da rede pública devem fazer as provas dos dois dias do Enem na própria escola em que estudam. A medida tem o objetivo de facilitar o acesso ao exame e reduzir deslocamentos.
Para os estudantes que precisarem realizar a prova em outro município, o MEC divulgou que também estuda alternativas de apoio logístico para transporte entre os municípios.
Enem
O Exame Nacional do Ensino Médio, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 
As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.
Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.
Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.


Fonte: Jovem Pan

Câmara dos EUA aprova medida para limitar ação militar de Trump no Irã

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou na noite de quarta-feira (3) uma resolução de poderes de guerra destinada a interromper a ação militar americana contra o Irã, em um revés político ao presidente Donald Trump. A medida foi aprovada por 215 votos a 208, com apoio de quatro republicanos que se juntaram aos democratas, apesar de o presidente afirmar que o Congresso tenta limitar sua atuação “no meio das negociações finais” para encerrar o conflito.
O texto ainda precisa passar pelo Senado e enfrenta incertezas quanto à sua efetividade, já que Trump deve vetar qualquer tentativa do Congresso de restringir sua autoridade como comandante-chefe das Forças Armadas. Ainda assim, a votação representa um sinal do crescente desconforto no Congresso com o conflito, iniciado há três meses.
Em publicação na Truth Social na manhã desta quinta-feira (4) Trump classificou a votação como “sem sentido” e criticou os quatro republicanos que apoiaram a medida. Segundo ele, os parlamentares agiram “no meio das negociações finais” para encerrar a guerra com o Irã. O presidente afirmou ainda que os democratas são movidos pela “Síndrome de Perturbação por Trump” e acusou os republicanos dissidentes de buscarem apenas “holofotes”.
A votação ocorre em meio à ampliação das críticas à estratégia da Casa Branca no Oriente Médio. Trump havia feito campanha prometendo reduzir o envolvimento dos EUA em conflitos externos, mas a guerra com o Irã recolocou a região no centro da política externa americana.
Reflexos da guerra
Desde que os EUA se juntaram a Israel nos ataques contra o Irã em 28 de fevereiro, o conflito provocou turbulências nos mercados de energia. Teerã tem conseguido interromper parcialmente a navegação no Estreito de Ormuz.
O presidente da Câmara, Mike Johnson, afirmou que Trump está trabalhando com aliados para reabrir plenamente a passagem marítima e retomar o fluxo comercial. Embora um cessar-fogo tenha sido anunciado em abril, os confrontos e as negociações para um acordo duradouro seguem instáveis.
Durante audiência na Câmara, o secretário de Estado, Marco Rubio, criticou a resolução. Segundo ele, sua aprovação poderia levar os iranianos a concluir que as “mãos do governo estarão atadas”, reduzindo os incentivos para um acordo diplomático.


Fonte: Jovem Pan

Adilsinho, da cúpula do jogo do bicho, tem nova prisão decretada no RJ

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decretou a prisão preventiva do contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como “Adilsinho”, do ex-policial militar Rafael do Nascimento Dutra, o “Sem Alma”, e de Jefferson Rodrigues da Silva, o “Jefe”.
Os três foram denunciados pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) pela morte do policial penal Bruno Kilier da Conceição Fernandes, em junho de 2023, no Recreio dos Bandeirantes, zona sudoeste do Rio.
Nova cúpula do Bicho
Adilsinho faz parte do grupo chamado de nova cúpula do jogo do bicho do Rio e já está preso por outro crime. Ele é considerado pelas forças de segurança fluminenses como o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados do Rio.
De acordo com a denúncia, a vítima foi executada com tiros de fuzil, após ser monitorada por integrantes do grupo criminoso por meio de um equipamento de rastreamento GPS instalado clandestinamente no veículo da vítima.
As investigações revelaram que Bruno Kilier representava uma fabricante de cigarros e teria se tornado um obstáculo aos interesses da organização criminosa liderada por Adilsinho. Segundo o MPRJ, o acusado controla o comércio de cigarros clandestinos do Paraguai com fábricas em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Monopólio de cigarros ilegais
O grupo é apontado como responsável por tentar monopolizar a comercialização ilegal de cigarros no estado do Rio de Janeiro. Segundo a denúncia, o crime integra uma série de homicídios relacionados à chamada “máfia do cigarro”, que também mantém ligações com disputas envolvendo a contravenção do jogo do bicho.
De acordo com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (Gaeco), o ex-policial militar Rafael Dutra é apontado como homem de confiança de Adilsinho e participou do monitoramento e do planejamento da execução.
Já Jefferson Rodrigues da Silva teria adquirido, configurado e fornecido o rastreador utilizado para acompanhar os deslocamentos da vítima.
Prisão de segurança máxima
Na decisão da Justiça, além da decretação da prisão preventiva dos três acusados, foi determinada a permanência de Adilsinho em presídio federal de segurança máxima.
Adilsinho já cumpre pena na Penitenciária Federal em Brasília. Ele foi transferido para a unidade de segurança máxima logo após sua prisão em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, no dia 26 de fevereiro deste ano.
Ele também é o presidente de honra da Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro.


Fonte: Jovem Pan

Nunes Marques assume relatoria de ações sobre Caso Master e Dark Horse no TSE 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, foi definido como o relator de três representações que envolvem o Caso Master e o filme sobre Jair Bolsonaro, “Dark Horse“.
A distribuição dos processos ocorreu por meio de sorteio. A definição acontece após o ministro publicar, no final de maio, uma resolução na qual escalou a si mesmo e aos ministros André Mendonça e Estela Aranha como responsáveis pelas ações de propaganda eleitoral que chegarem à Corte durante o período do pleito.
As três ações sob a relatoria de Kassio Nunes Marques, indicado por Bolsonaro ao STF, são:

Questionamento sobre pesquisa: O Partido Liberal (PL) contesta um levantamento realizado pelo instituto AtlasIntel, dizendo que a pesquisa teria direcionado os entrevistados ao reproduzir o áudio de um diálogo entre o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro preso pelo escândalo do Master, Daniel Vorcaro.

Pedido de veto ao filme sobre Bolsonaro: O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) acionou o tribunal para tentar barrar a exibição de Dark Horse. O parlamentar argumenta que o documentário em homenagem ao ex-presidente pode gerar um “efeito eleitoral abusivo” nas vésperas da disputa.

Investigação de financiamento: O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) pede que o TSE investigue um possível abuso de poder político e econômico no financiamento do filme Dark Horse. Segundo ele, a obra tem potencial para desequilibrar a corrida presidencial.

Os casos agora aguardam a análise e os desdobramentos jurídicos conduzidos pelo ministro relator no TSE.


Fonte: Jovem Pan

Ataque em escola deixa um morto e três feridos após formatura nos EUA

Um ataque a tiros ocorrido após uma cerimônia de formatura na quarta-feira (3), em uma escola de ensino médio no norte da Califórnia, deixou um adolescente morto e outras três pessoas feridas, informaram as autoridades.
A violência armada mata milhares de pessoas todos os anos nos Estados Unidos, onde o direito constitucional de portar armas prevalece sobre os apelos por regulamentações mais rigorosas.
O incidente ocorreu no estacionamento da Fairfield High School, localizada cerca de 80 quilômetros a noroeste de San Francisco.
A polícia recebeu um alerta sobre o incidente por volta das 19h15 (23h15 no horário de Brasília), afirmou Michelle Belyea, policial de Fairfield, durante uma coletiva de imprensa. “Há quatro vítimas baleadas”, observou ela.
A vítima fatal foi um jovem de 18 anos, enquanto os feridos têm 11, 20 e 25 anos, respectivamente, segundo a polícia, que não forneceu detalhes sobre o estado de saúde.
Um homem que compareceu à cerimônia relatou à emissora local KCRA que ouviu disparos enquanto as pessoas tiravam fotos no estacionamento da escola.
Amanda Prieto, moradora das proximidades, disse ao mesmo veículo de imprensa que viu pessoas “gritando e correndo” pela região enquanto os tiros ecoavam.
Belyea afirmou que há uma “investigação ativa” sobre o ataque e que não há ameaça contínua à comunidade, sem fornecer detalhes sobre o suspeito.


Fonte: Jovem Pan

Caso Henry Borel: acusação e defesa de Jairinho querem anular júri que perdoou Monique

A acusação vai pedir a anulação do julgamento que condenou o ex-vereador Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho, a mais de 43 anos de prisão pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos, e concedeu perdão judicial à mãe da criança, Monique Medeiros. De acordo com o escritório do advogado Cristiano Medina da Rocha, assistente de acusação no caso da morte do menino Henry Borel, houve erro na apresentação dos quesitos aos jurados que teria comprometido a decisão sobre o caso (saiba mais abaixo).
Em entrevista, Cristiano Medina considerou o perdão judicial “uma aberração jurídica”.
O julgamento do caso – o mais longo da história do Estado do Rio de Janeiro – foi concluído na madrugada desta quinta-feira, 4, no II Tribunal do Júri , após 11 dias de depoimentos e debates entre acusação e as defesas do ex-vereador e da mãe do menino.
Jairinho foi condenado a 43 anos, nove meses e 20 dias de reclusão pela morte de Henry, enquanto a mãe do menino teve o homicídio por omissão alterado para homicídio culposo – quando não há intenção de matar – e recebeu o perdão judicial concedido pela juíza Elizabeth Machado Louro.
A defesa de Jairinho informou que vai recorrer da decisão que condenou o ex-vereador.
Já o assistente de acusação, Cristiano Medina, entrará com pedido de anulação devido à sentença dada a Monique. O Ministério Público do Rio também vai entrar com recurso.
Entenda o pedido de anulação
A acusação alega que as perguntas apresentadas aos jurados foram mudadas de forma a levá-los ao entendimento de que se tratava de homicídio culposo – quando não há intenção de matar.
Ela foi responsabilizada pela omissão em apenas um caso de tortura contra o filho. A pena, de 1 ano e quatro meses, entretanto, já foi cumprida pela professora. O pai de Henry, Leniel Borel, deverá receber reparação de danos morais de R$ 400 mil, a ser paga por Jairinho.
A juíza disse na sentença que a mãe foi vítima de um “massacre” nas redes sociais. “Desde a investigação, Monique não mereceu o benefício da dúvida e ao longo do processo, embora fosse apontada como mãe zelosa, e não ter sido acusada de infligir diretamente as agressões físicas a seu filho, a revolta evoluiu rapidamente para franco massacre nas redes sociais, com ataques muito mais virulentos do que aqueles dirigidos ao autor direto”, afirmou a magistrada durante a sentença.
A magistrada afirmou que Monique foi alvo de misoginia extrema declarada e que, durante os cinco anos do caso, a mãe de Henry foi alvo de uma perseguição implacável.
‘Terceira morte’
Em entrevista após a sentença, o pai de Henry afirmou que a decisão relativa a Monique representou uma “terceira morte” do filho. A segunda teria sido uma decisão anterior da juíza que ele entendeu como benéfica à mãe: “Agora venho para vocês falar que mataram o meu filho pela terceira vez. O que foi falado ali agora é que a misoginia matou o Henry. O Henry representa essas milhares de crianças que são vítimas todo dia, e por causa de decisões como essa, se abre precedente para outras mães, genitoras, que possam matar seus filhos, que possam permitir que seus filhos sejam mortos”, disse.
A defesa de Jairinho anunciou que também pretende recorrer na tentativa de mudar o resultado do julgamento. Os advogados do ex-vereador afirmam que também pedirão a anulação do júri por ter havido decisão contrária às provas produzidas ao longo do processo.
Durante os dez dias de julgamento, a defesa insistiu na tese de que Henry não morreu em decorrência de agressões praticadas pelo ex-vereador. Os advogados sustentaram que as lesões poderiam ter sido causadas por um acidente anterior à morte da criança.
Cronologia do caso
Henry Borel morreu no dia 8 de março de 2021, quando tinha 4 anos. No dia anterior, ele havia sido entregue pelo pai, Leniel, a Monique, no apartamento onde ela morava com Jairinho, na Barra da Tijuca.
Horas depois, na madrugada do dia 8, o casal levou o garoto ao Hospital Barra D’Or, alegando que o menino tinha caído da cama e não estava respirando.
Henry já chegou ao hospital sem vida. Um laudo informou que a causa da morte foi hemorragia interna e laceração do fígado causadas por uma ação contundente. O exame concluiu que a criança havia morrido em decorrência de uma ação violenta, descartando a possibilidade de acidente doméstico.
Após a investigação, a polícia concluiu que o menino morreu por causa das agressões de Jairinho e pela omissão de Monique.
Um mês após a morte de Henry, Jairinho e Monique foram presos. A investigação apontou que a criança tinha sido vítima de tortura e homicídio.
Após a decisão condenatória, Jairinho continua na prisão pelo menos até o julgamento dos recursos. Monique chegou a ser solta duas vezes, mas voltou para a cadeia. Com a decisão do júri, a justiça expediu alvará de soltura dela.


Fonte: Jovem Pan