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Líder do governo Lula é alvo de busca e apreensão em operação sobre Master, diz fonte

BRASÍLIA, 18 Jun (Reuters) – O líder ?do governo ?do presidente Luiz Inácio Lula da ?Silva ?no ?Senado, Jaques ?Wagner (PT-BA), ?é alvo nesta quinta-feira de busca ?e apreensão cumprida ?pela ?Polícia Federal no ?âmbito de uma nova fase da operação Compliance Zero, sobre o Banco Master, ?disse uma fonte com conhecimento da operação.


Fonte: UOL Noticias

O que consta no acordo de 14 pontos assinado por EUA e Irã

que consta no acordo de 14 pontos assinado por EUA e Irã – Autoridades dos EUA divulgaram documento provisório que cessa os combates em todas as frentes por 60 dias e estabelece disposições pa…


Fonte: UOL Noticias

Câmara baixa da Suíça rejeita acordo comercial com o Mercosul

ZURIQUE, 18 Jun (Reuters) – A câmara ?baixa da Suíça ?rejeitou um acordo com o Mercosul, ?em ?meio ?à oposição tanto ?da direita ?quanto da esquerda do espectro político.


Fonte: UOL Noticias

Falta de gasolina vira desafio na Crimeia ocupada

alta de gasolina vira desafio na Crimeia ocupada – Ataques ucranianos à infraestrutura de transporte geram escassez de combustível na península ocupada pela Rússia. Transportadoras russas passar…


Fonte: UOL Noticias

Polícia Federal deflagra 9ª fase da Operação Compliance Zero com Jacques Wagner entre os alvos

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (18), a 9ª fase da Operação Compliance Zero, para apurar a eventual participação de agente público em esquema de irregularidades envolvendo instituições do sistema financeiro nacional. Entre os nomes investigados, consta o de Jacques Wagner, líder do governo Lula no Senado.

Policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, nos estados da Bahia, de São Paulo e no Distrito Federal. Também estão sendo cumpridas medidas cautelares diversas da prisão, como proibição de contato entre os investigados e suspensão de passaporte.

Os fatos investigados podem caracterizar, em tese, os crimes de corrupção passiva, de corrupção ativa e de lavagem de dinheiro.

*Matéria em atualização


Fonte: Jovem Pan

Falso vendedor usa celular de idoso para aplicar golpe de R$ 17 mil em Mauá da Serra

m idoso de 77 anos foi vítima de um grave golpe financeiro na manhã desta quarta-feira (17), em Mauá da Serra. Após emprestar o próprio celular para um homem que se passava por vendedor de porta em p…


Fonte: UOL Noticias

Caso Master: PF cumpre buscas contra Jaques Wagner, líder do governo no Senado

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira, 18, a nona fase da Operação Compliance Zero e tem como alvo principal de busca e apreensão o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo Lula no Senado. A investigação apura fraudes envolvendo o Banco Master e o PT da Bahia, os vínculos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e a suposta participação do parlamentar no esquema.


Fonte: UOL Noticias

Jovem sofre lesão no rosto após soco do marido em Apucarana; suspeito foi preso

ma jovem de 20 anos precisou ser hospitalizada com uma lesão no rosto após ser agredida com um soco pelo próprio marido, de 21. O caso de violência doméstica foi registrado no final da tarde de quart…


Fonte: UOL Noticias

‘Pode ser o Papa que não pode entrar’: Vorcaro exigiu privacidade para Motta e Ciro durante viagem em que pagou hotel de luxo em Lisboa

Motta admite a interlocutores que viajou em jato de Vorcaro
Mensagens obtidas pela Polícia Federal (PF) mostram que o ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro exigiu esquema especial de privacidade e segurança durante uma viagem a Lisboa, em junho de 2024, na qual, segundo os investigadores, ele pagou hospedagem para o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e para o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Em documento da PF, em uma mensagem de áudio, Vorcaro pede privacidade a seus “convidados”: “Pode ser o Papa, que não pode entrar, ninguém que não esteja na lista”, disse Vorcaro, referindo-se à necessidade de bloquear o acesso de qualquer pessoa não autorizada.
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Senador Ciro Nogueira e Daniel Vorcaro
Jornal Nacional/ Reprodução
Essa e outras informações constam em documentos enviados ao Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga supostas fraudes ligadas ao Banco Master.
O material reúne conversas, áudios e documentos que, de acordo com a PF, indicam que Vorcaro custeava despesas e mantinha relação próxima com parlamentares influentes.
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Conheça o hotel de luxo em Lisboa onde Vorcaro pagou suítes para Ciro Nogueira e Hugo Motta, segundo PF
Motta admitiu a interlocutores viagem a Lisboa em jato de Vorcaro; banqueiro também pagou hotel
Atualmente preso em Brasília, o ex-banqueiro já teve duas propostas de colaboração premiada rejeitadas pela PF e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Em uma troca de mensagens em 18 de junho de 2024, Vorcaro pediu ao auxiliar Leo Serrano que organizasse reservas de hospedagem em Lisboa para ele, “Ciro e Hugo”.
Pouco depois, Serrano respondeu que os dois parlamentares teriam suítes júnior reservadas no Four Seasons Hotel Ritz Lisbon, um dos hotéis mais luxuosos da capital portuguesa.
Após a confirmação das reservas, Vorcaro enviou um áudio demonstrando preocupação com a privacidade de um encontro que ocorreria durante a viagem. Segundo a gravação, ele determinou que a área em frente ao restaurante fosse fechada para impedir que pessoas vissem o encontro e que houvesse controle de acesso já no saguão dos elevadores.
Vorcaro com Ciro Nogueira
Reprodução
No mesmo áudio, o ex-banqueiro justificou as medidas ao citar um episódio anterior ocorrido em Nova York. Segundo ele, era necessário impedir que pessoas chegassem ao local do encontro alegando ter outro destino dentro do prédio.
“A gente não pode deixar acontecer igual aconteceu em Nova York, que venham pessoas, falam que vão pegar um elevador para outro andar e ficam lá no nosso andar. Tem que ficar alguém dentro do elevador, de repente, para evitar isso”, afirmou.
A PF também encontrou nos e-mails de Vorcaro uma fatura relacionada à viagem a Lisboa. Para os investigadores, o documento coincide com as mensagens trocadas pelo ex-banqueiro e reforça a conclusão de que ele pagou a hospedagem dos parlamentares.
Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, admitiu ter viajado em avião de Vorcaro.
Marina Ramos / Câmara dos Deputados
O valor identificado foi de 3.155,71 euros — cerca de R$ 18,2 mil na cotação da época —, referente às diárias no hotel.
A relação de Vorcaro com Ciro Nogueira é descrita pela PF como “funcional e instrumental”.
Segundo os investigadores, o senador teria recebido uma “mesada” que somou R$ 6 milhões entre 2024 e 2025, além de ter viagens custeadas em jatos particulares para destinos como Paris, Nova York e Courchevel.
LEIA MAIS: Investigadores encontram prova de acesso ilegal a sistema da PF na casa de Henrique Vorcaro
Em contrapartida, Nogueira teria apresentado a chamada “Emenda Master” — a Emenda nº 11 à PEC nº 65/2023 —, cujo texto foi elaborado pela própria assessoria do banco para beneficiar o fundo garantidor da instituição.
Questionado sobre as informações reveladas pela investigação, Hugo Motta afirmou estar tranquilo e defendeu uma apuração “isenta e imparcial”. O presidente da Câmara teria admitido a interlocutores que viajou em avião de Vorcaro.
Ciro Nogueira não havia se manifestado sobre o episódio até a divulgação dos documentos analisados pela PF.


Fonte:

g1 > Política

Alvo da PF na Operação Compliance Zero: relembre a trajetória do Banco Pleno até a liquidação pelo BC

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (18), a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga a participação de agentes públicos em irregularidades envolvendo instituições financeiras.
A Compliance Zero investiga um suposto esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master.
O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Congresso, e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, dono do Banco Pleno, estão entre os alvos desta fase.
A liquidação extrajudicial do Banco Pleno, decretada pelo Banco Central em fevereiro deste ano, encerrou uma trajetória marcada por mudanças de controle, tentativas de reposicionamento e instabilidade operacional.
A instituição surgiu a partir do Banco Indusval & Partners (BI&P), fundado em 1967 e voltado principalmente ao crédito corporativo e ao financiamento do agronegócio. Diante de dificuldades operacionais e resultados pressionados, o banco passou por diversas reorganizações societárias.
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Em 2019, sob o controle do empresário Roberto de Rezende Barbosa, a instituição adotou o nome Banco Voiter, em uma estratégia de enxugamento da estrutura e aposta em soluções digitais, mas sem conseguir estabilizar o negócio.
Diante das dificuldades, os controladores passaram a buscar potenciais compradores.
Tentativas de vendas até chegar ao Master
Em 2023, o banco negociou uma possível venda para a Capital Consig, que previa um aporte de R$ 100 milhões e a transferência do controle da instituição. A operação, porém, não avançou, abrindo espaço para conversas com o Banco Master.
No início do ano seguinte, os controladores do então Voiter anunciaram negociações com Daniel Vorcaro, sem divulgar os valores envolvidos. O acordo previa a transferência de controle e a incorporação das áreas de atacado, corretora e gestoras ao conglomerado do Master.
Pouco tempo depois, em julho de 2025, o Banco Central autorizou a transferência do controle para Augusto Ferreira Lima, ex-sócio de Vorcaro, dando origem ao Banco Pleno.
Após a venda ao Master, a família Rezende Barbosa entrou em disputa judicial contra o conglomerado e seus controladores, envolvendo uma debênture de R$ 400 milhões emitida pela controladora do grupo.
Segundo os vendedores, a primeira parcela de R$ 100 milhões não foi paga e, mesmo após um aditivo que previa o desembolso de R$ 200 milhões em duas parcelas, os valores também não foram quitados.
O Master alegou que os credores teriam exigido a antecipação do contrato. A família acionou a Justiça em São Paulo, com valor da causa estimado em R$ 470,5 milhões, mas desistiu do processo após um acordo homologado no início de novembro, poucos dias antes da intervenção do BC no grupo.
Problemas de liquidez
A aprovação da operação veio acompanhada de exigências, entre elas a apresentação de um plano para enfrentar eventuais problemas de liquidez.
Apesar disso, o banco manteve forte dependência de captação por meio de depósitos a prazo, especialmente Certificados de Depósito Bancário (CDBs), como principal fonte de financiamento.
🔎 Problemas de liquidez ocorrem quando o banco não tem caixa para cumprir compromissos imediatos, como saques e resgates, mesmo possuindo ativos no papel. Ou seja, tem patrimônio, mas não consegue convertê-lo rapidamente em dinheiro, o que gera atrasos, perda de confiança e, em casos graves, intervenção do BC.
Segundo dados do BC, em setembro o Banco Pleno tinha passivos de cerca de R$ 6,8 bilhões, dos quais aproximadamente R$ 5,2 bilhões em CDBs e cerca de R$ 760 milhões em letras financeiras.
Com o aumento da percepção de risco, esses títulos passaram a ser negociados no mercado secundário com taxas bem acima do CDI, o que indica vendas forçadas e deterioração da confiança dos investidores.
A presença do Banco Pleno no sistema financeiro era reduzida. Até setembro do ano passado, a instituição concentrava cerca de 0,04% dos ativos do setor, que superavam R$ 18 trilhões — o equivalente a aproximadamente R$ 7,2 bilhões.
Nas captações, a fatia era de cerca de 0,05% de um total superior a R$ 13 trilhões, o equivalente a aproximadamente R$ 6,5 bilhões.
Segundo o BC, a liquidação foi adotada após o agravamento da situação econômico-financeira da instituição, que passou a ter dificuldades para cumprir suas obrigações no dia a dia. O órgão também apontou descumprimento de normas e de determinações da própria autoridade reguladora.
“A liquidação extrajudicial foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil.”
Saiba mais na reportagem abaixo.
Banco Central decreta liquidação do Banco Pleno, controlado por ex-sócio de Daniel Vorcaro
Banco Pleno
Banco Pleno/Divulgação


Fonte:

g1 > Política