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Eduardo Bolsonaro diz que foi importunado em casa nos EUA: ‘Formalizamos um B.O.’

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que reside no Texas, afirmou nesta sexta-feira (22) ter acionado a polícia local após sua esposa identificar uma pessoa circulando ao redor de sua residência. “Estão achando que vão ficar importunando a vizinhança, stalkeando ou trazendo terror para a minha família. Isso não ficará assim”, disse Eduardo em entrevista exclusiva à Jovem Pan.
Ele relatou que foi informado da situação pela esposa, por meio de um telefonema. Segundo ele, sua filha Georgia foi a primeira a ser abordada pela pessoa, que, mesmo após o contato inicial, permaneceu circulando pelo condomínio. “A esposa com a voz trêmula, tivemos que chamar a polícia. E aí você já imagina como é que fica, né, cara? Eu com duas crianças dentro de casa, a gente sempre pensa no pior. Então botamos a décima marcha no carro, viemos aqui correndo”, relatou o deputado.

“Tivemos que chamar a polícia. Eu com duas crianças dentro de casa, a gente sempre pensa no pior. Então botamos a décima marcha no carro, viemos aqui correndo”, relatou o deputado, que disse morar um bairro tranquilo e que a presença inesperada do indivíduo causou estranheza na vizinhança. “Aqui tem um crime de stalking, tem um crime de invasão de propriedade, tem um crime de distúrbio da privacidade. Isso daí não é brincadeira”, frisou.
Segundo ele, sua filha Georgia foi a primeira a ser abordada pela pessoa, que, mesmo após o contato inicial, permaneceu circulando pelo condomínio. “Aí já abre a porta, vai falando com a criança, vai falando com a minha esposa. Aí você consegue puxar e já imaginar o que está passando pela nossa cabeça”, disse.
“As pessoas que batem na porta da sua casa aqui são pessoas convidadas, você está esperando aquela visita, você conhece as pessoas”, explicou, sem fazer ameaças explícitas. “Não estou fazendo ameaça a ninguém, estou falando que é uma situação totalmente grave, que foge da rotina”, completou.
A polícia foi acionada, registrou boletim de ocorrência e ficou com fotos do suspeito. Segundo o deputado, os agentes prometeram intensificar rondas na região e deixaram um contato direto para eventual nova ocorrência. “A polícia falou que a próxima vez, se porventura a pessoa aparecer por aqui, para ligar para eles na hora. Porque aí a abordagem é feita na hora. Vai depender do grau do ocorrido — a pessoa pode ser detida, levada para a delegacia”, afirmou Eduardo Bolsonaro.
O parlamentar disse ainda não saber se o caso abrirá inquérito, mas acredita que sim.


Fonte: Jovem Pan

Cidade de São Paulo registra a tarde mais fria do ano

A cidade de São Paulo registrou a tarde mais fria do ano neste sexta-feira (22). Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura, a média da temperatura máxima chegou aos 15,1°C. O frio superou a máxima de 15,9°C de quinta, até então a tarde mais fria de 2026.
A presença da massa de ar frio e úmida manteve o dia com muita nebulosidade e pequena amplitude térmica. Nas próximas horas, os ventos que sopram do mar facilitam a formação de muitas nuvens em toda a faixa leste paulista. Desta forma, o céu continua encoberto com garoa ocasional. A temperatura apresenta lento declínio.
De acordo com a Defesa Civil da Cidade de São Paulo, a capital está em estado de atenção para baixas temperaturas até o sábado (23).

Como fica o tempo no final de semana?
A propagação de instabilidades associadas a um cavado, área de baixa pressão nos médios e altos níveis da atmosfera, vai provocar tempo chuvoso no sábado, 23.
Há potencial para chuvas generalizadas, intermitentes, com intensidade moderada a forte, e formação de alagamentos. Há potencial para rajadas de vento de até 60 Km/h. A temperatura permanece baixa, com mínima de 14°C e máxima que não supera os 18°C.
No domingo (24), o tempo continua instável. Há potencial para garoa e chuva fraca ao longo do dia. Atenção para as áreas de encosta, pois o solo encharcado aumenta o risco para deslizamentos de terra. Os termômetros oscilam entre a mínima de 15°C na madrugada e a máxima de 21°C no início da tarde.


Fonte: Jovem Pan

Em derrota para Textor, STJ confirma controle da Eagle sobre a SAF do Botafogo

A Eagle Football Holdings, dona de 90% da SAF do Botafogo, obteve vitória no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a própria o clube associativo e o empresário John Textor, que buscaram retirar da acionista seus poderes políticos e influência sobre a gestão do clube-empresa. Na prática, o STJ decidiu que quem mantém o poder de voto e controle da SAF é a Eagle, acionista majoritária da companhia.
Em decisão dessa quinta-feira (21) o ministro Raul Araújo entendeu que as questões sobre controle, votação e governança da SAF devem ser resolvidas pela arbitragem da Câmara FGV, e não pela 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, que havia suspendido os poderes políticos da Eagle e permitido a volta de John Textor à gestão.
Na arbitragem, a Eagle vinha obtendo sucessivas decisões favoráveis, com reconhecimento de seu direito de participar das votações e decisões estratégicas da SAF. Em determinado momento, o tribunal arbitral chegou a determinar o afastamento de John Textor da administração da companhia após apontar descumprimento de decisões arbitrais.
Porém, paralelamente à arbitragem, a SAF Botafogo, por meio do clube associativo, e Textor recorreram à 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, buscando suspender os direitos políticos da Eagle e reverter os efeitos das decisões arbitrais. Assim, passaram a existir duas decisões opostas convivendo ao mesmo tempo: enquanto a arbitragem reconhecia os poderes da Eagle, a Justiça empresarial limitava esses mesmos poderes.
Diante do impasse, o caso foi levado ao STJ por meio de um conflito de competência, mecanismo usado justamente para definir qual instância tem autoridade para julgar determinada disputa.
Na decisão, o ministro Raul Araújo afirma que a Justiça empresarial extrapolou sua competência ao interferir diretamente na estrutura de comando da companhia antes mesmo da existência formal de um processo de recuperação judicial. Para o ministro, “permitir que o juízo estatal, ainda em fase pré-recuperacional, neutralize decisões arbitrais e assuma o amplo controle de matérias societárias equivale a esvaziar a eficácia da arbitragem, rompendo o equilíbrio estrutural dos sistemas e comprometendo a previsibilidade das relações empresariais”.
Com isso, a arbitragem da Câmara FGV segue responsável por decidir todas as questões relacionadas à gestão e à governança da SAF Botafogo.
O caso conta com as bancas Bermudes Advogados e Mattos Filho, representando a Eagle. Já a SAF Botafogo, clube Botafogo e John Textor são representados pelos escritórios Basílio Advogados, Salomão Advogados, Fux Advogados, Cesar Asfor Rocha Advogados, Antonelli Advogados e Gleich Advogados.


Fonte: Jovem Pan

Datafolha confirma a força do populismo eleitoral

De acordo com a última pesquisa Datafolha divulgada hoje (22), 68% dos endividados esperam se beneficiar do Desenrola 2, programa do governo federal que permite a renegociação de dívidas das pessoas, utilizando recursos do FGTS.
O programa está longe de resolver a questão, pois não ataca as causas estruturais do endividamento familiar. A alta dívida contraída pelas pessoas está ligada ao encarecimento do custo de vida, à proliferação de casas de apostas online, às elevadas taxas de juros para pessoas físicas no país e à insegurança jurídica, com uma Justiça mais pró devedor do que credor.
Pesa ainda a favor do devedor programas exatamente como este, que incentivam mais endividamento futuro, uma vez que a pessoa sabe que, se não pagar a dívida, o governo poderá socorrê-la. É o que chamamos em finanças de moral hazard (risco moral).
Uma das formas de atacar estruturalmente o problema seria fazer um ajuste nas contas públicas, que ajudaria a conter a inflação e reduzir as taxas de juros do governo e do mercado, levando a um menor endividamento.
No entanto, esse tipo de medida, embora seja altamente positiva para o país, não traria os efeitos que a pesquisa Datafolha captou. Infelizmente, em ano eleitoral, o populismo vence as políticas de Estado de longo prazo.


Fonte: Jovem Pan

CEO da AtlasIntel diz que ‘não tem nada a temer’ após PL acionar TSE contra pesquisa da empresa

O CEO da AtlasIntel, Andrei Roman, disse nesta sexta-feira (22) que a empresa “não tem nada a temer” em relação ao pedido de impugnação do Partido Liberal (PL) contra a empresa na segunda-feira (18). “Sinceramente não temos nada a temer, a solidez e a robustez da metodologia da Atlas é afirmada pela nossa trajetória no Brasil em ciclos eleitorais consecutivos”, afirmou Roman.
O pedido de impugnação foi feito ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em razão da divulgação da pesquisa realizada pela AtlasIntel que mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) atrás do presidente Lula (PT) na disputa eleitoral. 
Andrei Roman afirmou que a empresa já passou por outros processos eleitorais e saiu vencedor em todos. “Não é a primeira vez que uma pesquisa Atlas está contestada na justiça eleitoral. Em diversos ciclos eleitorais a gente responde a essas ações e até hoje não lembro de uma ação que a gente não tenha conseguido ganhar no final”, disse.
Quando questionado sobre o futuro das eleições, Roman falou sobre a queda de Flávio nas pesquisas ser “nítida”. É nítido que não há um colapso imediato do Flávio Bolsonaro, mas, ao mesmo tempo, me parece bastante nítido também que será difícil que ele possa recuperar sua imagem e viabilidade eleitoral pela frente”.
O CEO comentou ainda sobre a dificuldade do eleitorado de direita em encontrar alguém que ocupe o lugar de Flávio Bolsonaro nas pesquisas e escalada até à presidência.
“Todo dia estamos observando novos elementos de desgaste em relação ao que aconteceu. Me parece que existe uma dificuldade dentro do eleitorado bolsonarista hoje de enxergar uma alternativa ao Flávio Bolsonaro porque todos os outros candidatos pontuam num nível muito inferior e não existe uma alternativa óbvia para onde esse eleitorado poderia migrar”, declarou.

Pedido de impugnação
O documento sustenta que, das 48 perguntas do questionário, pelo menos oito induzem o entrevistado sobre o envolvimento de Flávio com Daniel Vorcaro e o Banco Master. O texto afirma que essa estrutura “não mede opinião, produz contexto” e transforma a pesquisa em “meio indireto de propaganda negativa”.
O PL cita literatura científica e jurisprudência do TSE e TREs para argumentar que a ordem das perguntas altera resultados em até 20 pontos percentuais.
Além da suspensão imediata da divulgação (com multa diária em caso de descumprimento), o partido requer:

Acesso ao controle da AtlasIntel (microdados anonimizados, logs de aplicação, arquivo de áudio completo, plano amostral etc.) em 24 horas;
Multa por pesquisa irregular e, subsidiariamente, por divulgação de pesquisa fraudulenta, no patamar máximo de R$ 106.410,00;
Proibição definitiva da divulgação dos resultados das perguntas 9, 10, 11, 12 a 19, 22, 25 e 48, ou, alternativamente, obrigatoriedade de ressalva clara sobre a contaminação metodológica;
O PL argumenta que a pesquisa “não se limitou a medir a opinião pública espontânea, mas atuou diretamente para induzi-la artificialmente”, configurando risco de “indução do eleitorado em duas camadas”: dentro da entrevista e perante o público que receberá os resultados como neutros.


Fonte: Jovem Pan

Cidadania propõe pré-candidatura de Aécio Neves à Presidência em federação com PSDB

Aécio Neves no Plenário da Câmara dos Deputados, em 18 de outubro de 2022.
Elaine Menke/Câmara do Deputados
O partido Cidadania aprovou nesta sexta-feira (22) propor a pré-candidatura presidencial do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) em sua federação com o PSDB e o Solidariedade. O nome do tucano ainda será analisado pelas outras siglas durante reunião conjunta marcada para a próxima terça-feira (26).
A pré-candidatura Aécio foi aprovada por unanimidade pela Executiva Nacional do Cidadania em reunião liderada pelo presidente nacional do partido e vice-presidente da Federação, deputado federal Alex Manente (Cidadania-SP).
Para ele, o tucano é o nome da terceira via capaz de “superar a polarização” e “recolocar o foco nos problemas reais do país”. Manete também afirmou em nota que Aécio tem as “condições” necessárias para liderar uma agenda de responsabilidade fiscal, fortalecimento das instituições e crescimento sustentável. Durante a reunião, citou a trajetória do deputado em Minas e nacionalmente.
Agora no g1


Fonte:

g1 > Política

STF inicia julgamento de recursos de ex-assessor de Moraes por vazamento de informações

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta sexta-feira (22) o julgamento de sete recursos apresentados pela defesa de Eduardo Tagliaferro, o ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes que se tornou réu por vazamento de informações sigilosas sobre a atuação do magistrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Assim que a votação for concluída, o caso entrará na reta final e a Corte poderá marcar o julgamento da ação penal, em que Tagliaferro será condenado ou absolvido.
O ex-assessor de Moraes foi denunciado em novembro do ano passado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos crimes de violação do sigilo funcional, coação no curso do processo, obstrução de investigação contra organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Ele é acusado de vazar para a imprensa os diálogos profissionais que manteve com servidores do STF e do TSE que atuavam nos gabinetes de Moraes nos dois tribunais.
Na avaliação da PGR, o vazamento de informações tinha como objetivo “atender a interesses ilícitos de organização criminosa responsável por disseminar notícias fictícias contra a higidez do sistema eletrônico de votação e a atuação do STF e TSE, bem como pela tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito”.
Em agosto de 2024, o jornal Folha de S.Paulo publicou conversas de Tagliaferro com um juiz auxiliar de Moraes que demonstravam o uso da estrutura do TSE fora do rito para munir inquéritos que tramitam sob sua relatoria no STF. A PGR avaliou que a violação do sigilo funcional para vazar informações à imprensa tinha como objetivo interferir nos rumos da ação penal do golpe, que tramitou sob relatoria de Moraes.
Os recursos apresentados pela defesa de Tagliaferro foram os embargos de declaração, que apontam obscuridades e contradições em decisões judiciais. Os advogados do réu alegam, por exemplo, que a denúncia não poderia ter sido acolhida pelo STF porque ele foi comunicado da sua situação judicial por meio de edital. Essa prática consiste na publicação de um aviso pelo tribunal para informar um acusado de que existe uma ação em andamento.
No caso de Tagliaferro, Moraes alegou ter utilizado essa medida por ter sido impossível localizá-lo, porque ele estava em local desconhecido da Justiça. A defesa contesta essa versão sob o argumento de que o “relator sabe exatamente onde o réu está e finge desconhecer a condição de exilado político”. O ex-assessor se mudou para a Itália após o início dos seus processos judiciais no Brasil, alegando perseguição política.
“O relator nunca enfrentou o fato de que o próprio Juízo acionou a Itália e que há endereço do réu nos autos”, afirmou a defesa. “O relator jamais enfrentou, de maneira clara, a pergunta jurídica decisiva: por que não se aplicaria o art. 368 do CPP (Código de Processo Penal) diante da informação de residência do réu na Itália, do pedido de extradição ao mesmo país, dos documentos da Justiça italiana e do endereço constante da procuração?”.
O Artigo 368 do CCP afirma que, se o acusado de um crime residir no exterior, em lugar sabido, a sua citação (comunicação da situação judicial) deverá ser feita por meio de carta rogatória. Outra queixa de Tagliaferro foi a decisão de Moraes de nomear a Defensoria Pública da União (DPU) como responsável pela sua defesa técnica, uma vez que não foi apresentado advogado para atuar no caso.
Até o momento, o único ministro a votar sobre os recursos de Tagliaferro foi o relator Moraes, que rejeitou todos os seus pedidos. A votação ocorre na Primeira Turma. Restam os votos de Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.


Fonte: Jovem Pan

CNI protocola ação no STF contra o fim da ‘taxa das blusinhas’

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) protocolou nesta sexta-feira (22) no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação de inconstitucionalidade contra o fim da “taxa das blusinhas”, que cobrava impostos sobre importação em compras até 50 dólares.
Segundo a nota emitida pela entidade, a medida provisória do governo Lula (PT) que acabou com a taxa “viola os princípios constitucionais da isonomia, da livre concorrência e carece de requisito constitucional de urgência.”
Na avaliação da confederação, a medida prejudica o mercado interno. “A CNI argumenta que uma medida que transfere ao exterior empregos, renda e arrecadação não incentiva o mercado interno, mas o fragiliza, contrariando o mandamento constitucional”, diz o texto.
A entidade que representa a indústria estima que o Programa Remessa Conforme preservou 135 mil empregos e R$ 19,7 bilhões em 2025.  A nota também diz que a decisão foi um retrocesso, porque a instituição da taxa foi uma conquista para a indústria, pelas plataformas de e-commerce estrangeiras passarem a pagar imposto no país.
“Com essa disparidade de condições, não se preserva o ambiente de livre concorrência. A medida acentua desigualdade artificial e atribui vantagem competitiva a bens estrangeiros em detrimento da produção nacional”, diz o diretor jurídico da CNI, Alexandre Vitorino.

Revogação
O presidente Lula revogou nesta terça-feira (9) as famosas “taxas das blusinhas”, com tributação zero para compras até 50 dólares. Durante o anúncio da medida provisória (MP), o Secretário-Executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, informou que “depois de três anos em que conseguimos, praticamente, combater o contrabando e regularizar o setor, nós podemos anunciar que foram zeradas a tributação sob a importação nas famosas ‘taxas das blusinhas’”.
A medida começou a valer já na quarta-feira (13). “O presidente assinou a medida provisória que será publicada no Diário Oficial da União (DOU) e, em paralelo, também sairá uma portaria do Ministério da Fazenda estabelecendo a zeragem das tributações sobre as importações”, informou Ceron.
Ceron disse ainda que essa medida deve beneficiar uma parcela mais carente da população que “utiliza muito dessas plataformas para adquirir produtos que são muito importantes para seu dia a dia”.


Fonte: Jovem Pan

Lula faz apelo para que Alcolumbre vote PEC da Segurança pública

Em meio à tensão entre o presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil), Lula se dirigiu nesta sexta-feira (22) ao senador para pedir a votação da Proposta de Emenda a Constituição (PEC) da Segurança Pública. A solicitação foi feita em entrevista para o programa Sem Censura, da TV Brasil.
“Estou aguardando o Senado. Faço até um apelo ao presidente Alcolumbre: coloque para votar a PEC da segurança, que esse país vai resolver definitivamente o problema de segurança.” Afirmou o presidente.
Nos meses recentes, Alcolumbre e Lula têm vivido tensões, incentivadas por vetos no Senado e do presidente. O presidente do Congresso promulgou a Lei da Dosimetria para reduzir penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro, após o presidente não assinar o documento que promulgava a decisão. Davi devolveu, articulando para a rejeição do indicado de Lula para o STF, Jorge Messias.
Alcolumbre ainda derrubou o veto presidencial à Lei de Diretrizes Orçamentárias, que estabelecia que os municípios de até 65 mil habitantes não dependessem mais de adimplência fiscal para transferências voluntárias, dialogando diretamente com prefeitos. Com Lula e Alcolumbre representando lados contrários da disputa eleitoral, o pedido do presidente aparece como uma medida estratégica em busca da aprovação da PEC da Segurança Pública.
PEC da Segurança Pública
Já aprovada pela Câmara dos Deputados em março, a PEC agora aguarda ser colocada em votação no Senado para começar a valer. Em evento de lançamento do programa Brasil Contra o Crime Organizado, Lula adiantou que, a partir da aprovação do projeto, vai criar o Ministério da Segurança Pública, repensando como a gestão do assunto é distribuída entre estados e união.
A matéria foi enviada pelo governo do presidente em abril de 2025 e passou por diversas mudanças na Câmara sob relatoria do deputado Mendonça Filho. Ela estabelece mecanismos de cooperação entre os órgãos de segurança da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
A iniciativa constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) integrando forças policiais por meio de cooperação federativa e forças-tarefa intergovernamentais. A PEC também busca reorganizar a estrutura das forças, permitindo que a Polícia Federal tenha competência para investigar crimes com repercussão interestadual ou internacional, além de endurecer penas contra faccionados.
“A PEC da Segurança vai me permitir reforçar a Polícia Federal, reforçar a Polícia Rodoviária Federal, criar uma guarda nacional de verdade, para atuar, não ficar fazendo GLO quando tem um problema qualquer. “Temos que ter uma polícia profissionalizada com inteligência, para a gente tomar conta da bandidagem”, Afirmou o presidente.
Brasil contra o crime organizado
Na entrevista, Lula também destacou pontos do programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado no dia 13 de maio de 2026. “Nós estamos assumindo a responsabilidade de cuidar disso. A luta contra o crime organizado vai envolver R$ 11 bilhões, R$ 1 bilhão de investimento do governo federal, e R$ 10 bilhões de financiamento para os estados e as prefeituras, para que a gente possa dotar todo mundo dos instrumentos necessários para combater a violência”.
O programa será estruturado em quatro eixos estratégicos:

asfixia financeira das organizações criminosas
fortalecimento da segurança no sistema prisional
qualificação da investigação e do esclarecimento de homicídios
combate ao tráfico de armas

*com informações da Agência Brasil


Fonte: Jovem Pan

Zambelli é solta na Itália: ‘Continuar uma vida de missão’

A ex-deputada federal Carla Zambelli foi solta nesta sexta-feira (22) pela Justiça da Itália. Mais cedo, a Suprema Corte de Cassação italiana anulou a decisão anterior da Corte de Apelações que deu aval para a extradição da ex-parlamentar e determinou a sua liberação.
“Hoje, 22 de maio de 2026, dia de Santa Rita, a gente conseguiu. O Permillo conseguiu fazer o impossível, que era lutar contra um sistema gigantesco. Ele foi um grande leão em tudo isso. Esse é o primeiro vídeo que eu faço em liberdade. Em liberdade. Foi muito bonito”, declarou Zambelli, em vídeo publicado por um de seus advogados italianos, Pieremilio Sammarco.
Na gravação, Zambelli contou que foi aplaudida quando recebeu a notícia de que seria liberada. “E, disse bem alto, dentro da prisão: cada um de vocês que creem em Deus, [ele] vai abençoar”, afirmou.
A ex-deputada ainda disse que agora “continuará uma vida de missão” e anunciará “logo, logo” por meio de seus canais.

 

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Agora, o processo contra a ex-deputada vai ao Ministério da Justiça da Itália. O titular da pasta, Carlo Nordio, tem prazo de 45 dias para se manifestar a favor ou contra a extradição de Zambelli.
A ex-parlamentar foi presa preventivamente em julho de 2025, na Penitenciária de Rebibbia, em Roma, na Itália.
Relembre as condenações de Zambelli
Em maio de 2025, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Carla Zambelli a 10 anos de prisão em regime inicialmente fechado por invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). No mesmo mês, a ex-deputada federal deixou o Brasil. De Buenos Aires, na Argentina, ela viajou para a Flórida, nos Estados Unidos. Em junho, foi para a Itália, onde acreditava estar protegida em razão de sua cidadania italiana. No entanto, no mesmo dia de sua chegada ao país, a ex-parlamentar foi incluída na lista de difusão da Interpol.
Em agosto, o STF sentenciou Zambelli a cinco anos e três meses de prisão por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. A condenação foi em razão do episódio no qual a ex-deputada federal perseguiu um homem à mão armada por ruas de São Paulo, às vésperas das eleições de 2022.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou, em dezembro, a revogação da decisão da Câmara dos Deputados em manter o mandato de Carla Zambelli. Dias depois, a ex-deputada federal renunciou ao cargo.


Fonte: Jovem Pan