Prefeitura de Arapongas lembra que seguem abertas até o dia 06 de julho as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado (PSS) 2026, que visa a contratação temporária de agentes públicos para vag…
Fonte: UOL Noticias
Prefeitura de Arapongas lembra que seguem abertas até o dia 06 de julho as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado (PSS) 2026, que visa a contratação temporária de agentes públicos para vag…
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A auditora Juliana Prates Caminha só descobriu que o irmão, Otacílio Prates, estava viciado em apostas on-line após a morte dele, por suicídio, em dezembro do ano passado. Também auditor, Otacílio tinha 46 anos e acumulou uma dívida estimada pela família em pelo menos R$ 1,5 milhão.
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ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou na segunda-feira, 22, que há uma “impropriedade” e um “erro crasso” no relato feito pelo ministro André Mendonça de que foi procura…
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A piora nas projeções de inflação exigiria “variações abruptas de direção e de grande magnitude” na taxa básica de juros (Selic) para colocar a inflação na meta, mas o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu adotar uma trajetória mais suave, mostra ata divulgada pelo Banco Central nesta terça-feira (23).
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Agência do Trabalhador de Arapongas oferta 250 vagas de emprego para diversos setores nesta terça-feira (23). As oportunidades atendem a diferentes níveis de escolaridade e experiência, mas vale lem…
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A Justiça condenou na madrugada desta terça-feira (23) Jordélia Pereira Barbosa a 66 anos de prisão, em regime fechado, pelo envenenamento que resultou na morte de duas crianças em Imperatriz, no Maranhão. O crime ocorreu em abril do ano passado, quando um ovo de Páscoa enviado à residência da família foi consumido pelas crianças e pela mãe delas.
As vítimas são Luiz Fernando Rocha Silva, de 7 anos, e Evillyn Fernanda Rocha Silva, de 13 anos, que morreram após ingerirem o chocolate. A mãe, Mírian Lira, também consumiu o doce e chegou a ser internada em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas sobreviveu após dias de tratamento.
De acordo com o Ministério Público do Maranhão (MPMA), o crime foi motivado por ciúmes e vingança, já que Jordélia era ex-namorada do companheiro de Mírian à época dos fatos. A denúncia foi aceita pela 3ª Vara Criminal de Imperatriz. Segundo a investigação, o ovo de Páscoa estava contaminado com “chumbinho”, pesticida de uso clandestino no Brasil. O doce teria sido entregue por um mototaxista após ser enviado pela acusada à residência da família.
Durante o julgamento, o júri reconheceu a prática de duplo homicídio qualificado contra as crianças, com agravantes como uso de veneno, motivo torpe, dissimulação e o fato de as vítimas serem menores de 14 anos. Em relação à mãe, foi reconhecida a tentativa de homicídio qualificado, sendo entendido que o resultado fatal não ocorreu por atendimento médico rápido.
A decisão também determinou indenização mínima de 100 salários mínimos à Mírian Lira e de 400 salários mínimos aos pais das crianças. O juiz ainda determinou o cumprimento imediato da pena e manteve a prisão preventiva, negando a possibilidade de recurso em liberdade.
A Jovem Pan tenta localizar a defesa de Jordélia para envio de posicionamento. O espaço está aberto para manifestação.
Relembre o caso
O crime aconteceu em abril de 2025, em Imperatriz (MA), quando um ovo de Páscoa foi entregue à residência de Mírian Lira e consumido por ela e seus dois filhos. Após a ingestão do chocolate, as três vítimas passaram mal e precisaram de atendimento médico, mas as crianças não resistiram e morreram dias depois, enquanto a mãe sobreviveu após internação em UTI.
As investigações apontaram que a acusada teria agido de forma premeditada, viajando de Santa Inês a Imperatriz, hospedando-se em um hotel com nome falso e contratando um mototaxista para realizar a entrega.
No momento da prisão, em Santa Inês, a polícia encontrou perucas, restos de chocolate em bolsas térmicas e um bilhete de ônibus com a acusada. Em depoimento, Jordélia admitiu ter comprado o chocolate e enviado à vítima, mas negou o envenenamento e atribuiu a responsabilidade a terceiros — versão que foi rejeitada pela Justiça.
Fonte: Jovem Pan
A pré-campanha do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), tem comemorado a estabilidade dos levantamentos internos mesmo após o aumento dos ataques do adversário Fernando Haddad (PT). Nas últimas semanas, Haddad e aliados passaram a intensificar críticas ao governador em temas considerados sensíveis pela campanha de Tarcísio, como a privatização da Sabesp e segurança pública. Além da divulgação de vídeos nas redes sociais, o ex-ministro da Fazenda ampliou os ataques em entrevistas, eventos e conversas com a imprensa.
Segundo auxiliares do governador, os trackings não registraram alterações relevantes até o momento. Com isso, a avaliação interna é que Tarcísio não deve partir para o confronto direto antes do início oficial da campanha. A estratégia é evitar desgaste. Interlocutores afirmam que a campanha entende que o eleitor demonstra cansaço em relação a disputas marcadas por ataques mútuos e responde melhor a mensagens ligadas a entregas de governo e propostas.
Outro fator considerado é o calendário eleitoral. Integrantes do entorno do governador avaliam que eventuais críticas ao adversário teriam mais efeito durante a campanha oficial, quando os argumentos estariam mais próximos do momento da votação.
Como a coluna mostrou, aliados de Tarcísio já vinham apontando falhas na estratégia adotada pelo PT. No Palácio dos Bandeirantes, a leitura é que há pouco espaço para novas linhas de ataque contra o governador, que vem sendo alvo de críticas desde o período em que era apontado como um dos principais nomes da direita para uma disputa presidencial.
Fonte: Jovem Pan
Se alguém observasse a humanidade há cinquenta anos e depois voltasse hoje, provavelmente perceberia uma mudança curiosa: milhões de pessoas caminham pelas ruas, sentam-se em restaurantes, esperam elevadores ou atravessam aeroportos com a cabeça inclinada para baixo. O olhar está fixo em uma tela.
O fenômeno é tão comum que já ganhou um nome próprio. “Tech Neck”, ou “pescoço tecnológico”, tornou-se a expressão utilizada para descrever dores, desconfortos e alterações associadas ao uso prolongado de smartphones, tablets e computadores.
Mas será que estamos diante de uma nova epidemia causada pela tecnologia? Ou o assunto tem sido simplificado demais?
A resposta está em algum lugar entre os dois extremos.
É verdade que nunca passamos tanto tempo diante de telas. Dados globais mostram que adultos permanecem conectados por várias horas diariamente, seja por trabalho, estudo, lazer ou comunicação.
Paralelamente, a dor cervical tornou-se uma das condições musculoesqueléticas mais prevalentes do mundo, afetando milhões de pessoas e gerando impacto significativo na qualidade de vida e na produtividade.
A coincidência entre esses dois fenômenos chamou a atenção de pesquisadores.
Celular causa dor? O que a ciência realmente diz
Estudos recentes demonstram associação entre o uso excessivo de smartphones e maior prevalência de dor cervical. Quanto maior o tempo de exposição, maior tende a ser o relato de desconforto, rigidez e fadiga muscular na região do pescoço e dos ombros.
No entanto, existe um detalhe frequentemente ignorado nas redes sociais: associação não significa causalidade.
A ideia de que o simples ato de olhar para o celular seria suficiente para “estragar a coluna” não encontra respaldo científico robusto.
A ciência atual tem mostrado algo muito mais interessante. O problema não parece ser apenas a posição da cabeça. O problema é o contexto em que essa posição ocorre.
Quando uma pessoa permanece horas sentada, movimenta-se pouco, dorme mal, apresenta baixo condicionamento físico e acumula níveis elevados de estresse, o sistema musculoesquelético passa a lidar com uma carga muito maior.
Nesse cenário, o pescoço frequentemente se transforma no elo mais vulnerável da corrente.
Por isso, a pergunta mais importante talvez não seja “qual é a postura correta?”, mas “quanto tempo passamos sem nos movimentar?”.
Como reduzir a dor sem largar as telas
Durante décadas, acreditou-se que existiria uma postura ideal capaz de prevenir dores. Hoje, a literatura científica caminha em uma direção diferente. O corpo humano parece tolerar muito bem diferentes posturas. O que ele tolera menos é a ausência de variação.
Em outras palavras, permanecer imóvel por horas pode ser mais problemático do que adotar uma posição considerada imperfeita por alguns minutos.
Essa mudança de perspectiva ajuda a explicar por que tantas pessoas desenvolvem sintomas apesar de tentarem manter uma postura considerada adequada, enquanto outras passam anos trabalhando em posições aparentemente desfavoráveis sem apresentar dor significativa.
O organismo humano não funciona como uma máquina composta apenas por alavancas e engrenagens. Fatores emocionais, qualidade do sono, nível de atividade física, capacidade muscular e até mesmo a forma como interpretamos sinais corporais influenciam a experiência da dor.
Isso não significa que a postura seja irrelevante. Significa apenas que ela é uma peça de um quebra-cabeça muito maior.
A boa notícia é que as soluções também são mais simples do que muitos imaginam.
Elevar a tela à altura dos olhos, interromper períodos prolongados sentado, realizar pausas regulares, fortalecer a musculatura cervical e escapular, praticar atividade física e cuidar do sono estão entre as estratégias mais eficazes para reduzir o risco de dor cervical relacionada ao uso de tecnologia.
Nenhuma delas exige abandonar o celular. Afinal, a tecnologia não é a inimiga; ela se tornou uma extensão da vida moderna.
O desafio contemporâneo não é viver sem telas. É impedir que as telas nos façam esquecer que continuamos habitando um corpo que precisa se mover.
Talvez essa seja a principal lição por trás do chamado Tech Neck.
O futuro da saúde cervical não depende de encontrar a postura perfeita. Depende de recuperar um hábito muito mais antigo do que qualquer smartphone: “o movimento”.
Prof. João Douglas Gil – CREFITO 3-13198
Fisioterapeuta
Head Nacional da Fisioterapia da Brazil Health
Fonte: Jovem Pan
O projeto de lei que aumenta a possibilidade de prisão preventiva de quem dirige após consumir bebidas alcoólicas e causa lesões ou mortes no trânsito está pronto para ser votado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
O PL 4.668/2020 também poderá atingir pessoas que dirigem após consumir medicamentos pesados ou drogas ilícitas.
“Condutores que, de forma irresponsável, ingerem bebidas alcoólicas ou fazem uso de substâncias psicoativas continuam a causar desastres automobilísticos, muitas vezes vitimando pedestres e ciclistas”, justifica o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), autor da proposta.
A relatora é a senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO). Ela apresentou no mês passado voto favorável à aprovação do projeto, mas sugere mudanças para tornar o texto mais claro.
Prisão preventiva
O projeto acrescenta inciso ao art. 313 do Código de Processo Penal (Decreto-Lei 3.689, de 1941) para prever a possibilidade de decretação de prisão preventiva nos casos de homicídio culposo e de lesão corporal culposa de natureza grave ou gravíssima praticados por condutores sob influência de álcool ou de outra substância psicoativa.
Homicídio culposo
A proposta prevê o aumento da pena de reclusão do homicídio culposo na direção de veículo automotor, quando houver álcool, drogas ou medicamento pesado, para de 6 a 10 anos (de 5 a 8 anos atualmente) e mantém a multa e a suspensão ou proibição do direito de tirar ou renovar qualquer tipo de CNH ou de documentos similares.
Lesão corporal grave
No texto há também aumento da pena para lesão corporal grave ou gravíssima quando o motorista estiver sob influência de álcool ou outra substância psicoativa: será de 3 a 6 anos. Atualmente é de 2 a 5 anos. Também haverá possibilidade de prisão preventiva nesses casos e em corridas ilegais, rachas, disputas ou manobras perigosas em via pública.
A relatora troca a expressão “substância psicoativa que determine dependência” por uma formulação mais ampla: “substâncias psicoativas que comprometam a capacidade de condução”. O voto de Dorinha também dá ao Contran a tarefa de regulamentar quais substâncias e medicamentos entrarão na categoria. Caso se torne lei, o texto entrará em vigência após 180 dias, em vez de ter vigência a partir da publicação, como determina o projeto de Zequinha Marinho.
Fonte: Senado Federal