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CÂMERA REGISTRA CRIME DURANTE FESTA EM RONDÔNIA

Caso aconteceu em União Bandeirantes, distrito de Porto Velho. Polícia apura autoria e motivação.

Imagens de câmera de segurança registraram um homicídio ocorrido durante uma festa no distrito de União Bandeirantes, em Porto Velho (RO). O caso, que repercute nas redes sociais, mostra momentos de correria e desespero entre os presentes após os disparos.  

Segundo informações divulgadas por páginas de notícias regionais, a vítima foi atingida por disparos de arma de fogo durante o evento. As circunstâncias do crime, bem como a motivação e autoria, deverão ser investigadas pelas autoridades policiais.  

As imagens do circuito de segurança passaram a circular nas redes sociais e chamaram atenção pela violência do episódio. Até o momento, não há confirmação oficial sobre prisões relacionadas ao caso.

https://www.instagram.com/reel/DZjTzENzkg9/?igsh=M3BrMWU3dGNvcmw1

⚠️ Por se tratar de conteúdo sensível, parte das imagens foi preservada.

Da Redação – Se Liga Rondônia

 

New York Knicks vence Spurs na final e conquista seu 1º título da NBA após 53 anos

Com uma atuação épica de Jalen Brunson, o New York Knicks derrotou o San Antonio Spurs de Victor Wembanyama por 94 a 90 neste sábado (13) e conquistou seu primeiro título da NBA desde 1973. 


Fonte: UOL Noticias

Atuação decepcionante na estreia reforça pessimismo com a seleção na Copa

A seleção brasileira já havia empatado nos jogos de estreia das Copas de 1974, 1978 e 2018, mas o placar igual deste sábado (13), contra o Marrocos, por 1 a 1, em Nova Jersey, deixou na torcida a impressão de que poderia ter sido bem pior: o medo da derrota rondou a partida durante todo o tempo.

O técnico Ancelotti citou a ansiedade causada pela estreia e reconheceu que a equipe decepcionou. Por incrível que pareça, o Marrocos deu um nó tático no comandante italiano. Além da organização em campo, os africanos contaram com o brilho de Bouaddi. Aos 18 anos, ele levou pânico ao desorganizado Brasil.

Ancelotti começou a partida com Ibañez na lateral direita, e a escolha se mostrou trágica. O gol de Ismael Saibari foi consequência de uma defesa indecisa e, para mim, Alisson não poderia ter saído do gol daquela forma. Vinícius Jr. teve um lampejo de genialidade e balançou as redes adversárias ainda no primeiro tempo.

O técnico da seleção brasileira não estava contente e fez mudanças no segundo tempo. Tirou Casemiro, que havia levado cartão amarelo e não estava bem, e sacou Ibañez. Fabinho, Danilo (lateral), Luiz Henrique e Matheus Cunha entraram nas vagas de Igor Thiago e Paquetá. Endrick, aclamado pela torcida, não foi acionado.

O Brasil evoluiu na segunda etapa, é verdade, mas não conseguiu virar o marcador. O resultado poderia ter sido pior.

O curioso é que Ancelotti declarou antes da Copa que o futebol atual não é mais resolvido pela individualidade, mas pelo conjunto. Na partida deste sábado, o conjunto poucas vezes funcionou, e o que garantiu o placar de 1 a 1 foi justamente a individualidade de Vini.

O Brasil volta a campo na sexta-feira contra o Haiti, que perdeu na estreia para a Escócia por 1 a 0.

A seleção brasileira jogou pouco, e falta muito para chegar ao time ideal.


Fonte: Jovem Pan

Escócia vence um valente Haiti e lidera o grupo do Brasil

A Escócia precisou suar para vencer o Haiti por 1 a 0 neste sábado (13) na estreia das duas seleções na Copa do Mundo de 2026 no Boston Stadium, nos Estados Unidos.

Foi a primeira vitória escocesa em mundiais desde a edição de 1990, na Itália, e não foi nada fácil já que a equipe caribenha, de volta ao torneio depois de 52 anos, teve a chance de empatar nos minutos finais.

O capitão do Aston Villa, John McGinn, frustrou as esperanças do Haiti de conquistar seu primeiro ponto em Copas ao marcar o único gol da partida aos 28 minutos.

Com esse resultado, a Escócia, que disputa sua primeira Copa do Mundo desde a edição de 1998, na França, lidera o Grupo C com 3 pontos, seguida por Marrocos e Brasil, com um ponto cada, enquanto o Haiti é o lanterna, sem pontos.


Fonte: Jovem Pan

Escócia sofre mas vence Haiti (1-0) em seu retorno a uma Copa do Mundo  jjr/mcd/aam

Escócia sofre mas vence Haiti (1-0) em seu retorno a uma Copa do Mundo  jjr/mcd/aam


Fonte: UOL Noticias

Neuer será titular no gol da Alemanha contra Curaçao, diz técnico Julian Nagelsmann

O técnico da Alemanha, Julian Nagelsmann, confirmou neste sábado (13) que o goleiro Manuel Neuer está em perfeitas condições para ser titular na estreia da equipe na Copa do Mundo neste domingo, contra Curaçao, seleção que disputa o torneio pela primeira vez, ao mesmo tempo em que evitou discutir quem seriam os favoritos.


Fonte: UOL Noticias

Flávio chama camiseta da Seleção de ‘camisa do Bolsonaro’, e Lula pede esquerda de verde e amarelo

Flávio pede para apoiadores vestirem “camisa de Bolsonaro” para Copa
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) convocou apoiadores a vestirem a “camisa do Bolsonaro” para acompanhar os jogos da Seleção brasileira na Copa do Mundo. A declaração foi feita em vídeo publicado nas redes sociais na quinta-feira (11), durante agenda de pré-campanha no Pará.
“A Copa do Mundo começa hoje. E a gente vai torcer pro Brasil. A gente vai botar a camisa do Br… do Bolsonaro que vocês estão vestindo aí”, afirmou o senador em discurso para apoiadores que usavam a camiseta verde e amarela da Seleção.
No fim de semana, em discurso no Rio de Janeiro, o presidente Lula (PT) disse que a esquerda terá que “andar de verde e amarelo” durante a Copa “para não deixar que as cores do Brasil sejam tomadas por nenhum fascista”.
Nas redes sociais, Lula postou há uma semana uma foto vestindo a camiseta da Seleção e um shorts azul. A legenda trazia uma frase em defesa da soberania nacional: “o Brasil é dos brasileiros”. O lema tem sido usado pelo governo para se contrapor a medidas dos Estados Unidos, que anunciaram novas tarifas sobre produtos brasileiros. O presidente acusa Flávio Bolsonaro e o irmão Eduardo de atuarem junto ao governo Trump para prejudicar o Brasil.
O Brasil estreia na Copa do Mundo neste sábado (13), às 19h, contra o Marrocos.
Senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Montagem/G1/Reprodução
Camiseta da Seleção em disputa
Lula e Flávio travam uma disputa simbólica sobre o uso da camiseta da Seleção, que nos últimos anos esteve associada a manifestações do campo bolsonarista.
Ao discursar no Pará, o senador associou a bandeira do Brasil à direita e criticou o governo. “O Lula é tão ladrão que até a bandeira ele quer roubar. O PT largou a bandeira do Brasil na lata do lixo. O Bolsonaro foi lá, pegou essa bandeira e levantou com orgulho, porque a gente é brasileiro”, declarou.
O senador afirmou também que os brasileiros assistirão aos jogos do mundial em casa por medo da violência.
Para o cientista político Murilo Medeiros, ao reforçar a conexão com as cores nacionais, Flávio tenta manter mobilizada a base bolsonarista e transmitir a ideia de continuidade do espólio político do ex-presidente, em defesa de valores como conservadorismo e defesa da pátria.
“A Copa do Mundo potencializa essa discussão porque o futebol é um instrumento capaz de unir diferentes segmentos da sociedade em torno de uma identidade comum. Eleitoralmente, nenhum dos dois campos políticos quer abrir mão do simbolismo de vincular-se à camisa da seleção brasileira”, afirma.


Fonte:

g1 > Política

Com prejuízo previsto de R$ 10 bi em 2026, Correios preparam demissão voluntária de 7 mil funcionários

Sob a gestão do governo Lula 3, os Correios preparam a implantação de mais um novo Plano de Demissão Voluntária nas próximas semanas, com público potencial de até 7 mil funcionários. O programa ficará aberto até o fim de 2026 e terá frente exclusiva em trabalhadores lotados em unidades que serão extintas durante a reestruturação da estatal.
O plano de reestruturação prevê o fechamento de cerca de mil pontos de atendimento, entre centros de tratamento e armazenamento de cargas e agências em todo o país.
Os detalhes finais do programa estão sendo definidos pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, a Sest, vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação.
Diferenças em relação ao primeiro PDV
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
O segundo programa terá condições distintas do anterior. A indenização oferecida será menor e contará com um teto de pagamento ainda em definição. Desta vez, a direção dos Correios não estabelecerá uma meta de adesões, diferentemente do primeiro PDV, que tinha como objetivo 10 mil desligamentos e ficou muito abaixo.
O primeiro programa, lançado em fevereiro e encerrado em 7 de abril após prorrogação, registrou a adesão de 3.075 funcionários, 30,7% do público elegível. A estatal afirma ter alcançado 45% da economia projetada de R$ 1,4 bilhão com os desligamentos e com outras medidas de gestão implementadas no primeiro trimestre, como otimização de rotas logísticas e controle de produtividade.
Financeiro sob Lula
Os Correios registraram prejuízo de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 82,35% em relação ao mesmo período do ano anterior. Para todo o ano de 2026, a projeção é de déficit próximo a R$ 10 bilhões. A estatal conta atualmente com mais de 82 mil funcionários próprios e cerca de 10 mil terceirizados.
Plano de reestruturação
O plano de reestruturação dos Correios para o período 2025-2027 inclui o fechamento de ponta a ponta do país, a contratação de um empréstimo de R$ 12 bilhões com bancos privados ao fim de 2025 e a busca por parcerias com o setor privado para ampliar receitas. A meta do governo é tirar a estatal do vermelho até 2027. A direção não descarta a possibilidade de demissões sem o caráter voluntário caso o segundo PDV também fique abaixo do resultado esperado.


Fonte: Conexão Política

Sem diálogo com Lula, Alcolumbre trava agenda do governo e avança com pautas-bomba no Senado

A semana de esforço concentrado no Senado não trouxe novidades para pautas prioritárias do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Esse é o caso das propostas de emenda à Constituição (PECs) do fim da escala 6×1 e da segurança pública.
O cenário reforçou o distanciamento de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidente da Casa, com o Executivo diante do avanço de projetos com impacto estimado em mais de R$ 150 bilhões.
A expectativa do governo era que o Senado tivesse algum avanço na tramitação da PEC que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas por semana em até 14 meses e permite o fim da escala 6×1, aprovada há mais de duas semanas na Câmara dos Deputados.
Entenda o que são ‘pautas-bomba’, que pressionam orçamento do governo em ano eleitoral
Uma reunião entre Alcolumbre e o senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde a PEC deve tramitar, estava agendada para a última terça-feira (9), mas foi desmarcada pelo presidente do Senado em cima da hora, quando Alencar estava a caminho da residência oficial.
“Eu cheguei cedo da Bahia para tratar desse assunto [PEC da 6×1], mas em cima da hora ele desmarcou comigo. Não tem nenhuma novidade [sobre 6×1]”, afirmou o senador.
Além da PEC que acaba com a escala 6×1, Otto Alencar, aliado de primeira hora do governo, aguarda o despacho de Alcolumbre para outras duas propostas de interesse do Executivo:
a PEC da Segurança Pública; e
o projeto que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE).
Presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP).
Carlos Moura/Agência Senado
Novo encontro
Na próxima semana, o Senado funciona em sessões semipresenciais, mas Otto Alencar afirmou que virá a Brasília se Alcolumbre marcar uma reunião para discutir a tramitação das pautas. O senador, no entanto, disse que o presidente do Senado “não deu nenhum sinal” para o encontro.
“Talvez eu vá com o [Jaques] Wagner para ver se a gente conversa, mas depende do Davi. Se por acaso ele me chamar, como já me chamou e marcou. Ele desmarcou e eu também, por ter uma ótima relação com ele, eu não vou para esse confronto porque não vai resolver nada”, pontuou Otto Alencar.
Alcolumbre já fez chegar a Lula que as pautas prioritárias do governo só vão andar após um encontro entre os dois para encaminhar as matérias.
Interlocutores dos dois lados tentam viabilizar a agenda, mas, no momento, ela é considerada improvável.
A relação entre Lula e Alcolumbre, que já vinha desgastada, tensionou de vez com a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF), articulada pelo presidente do Senado.
Se de um lado as pautas prioritárias do governo seguem na gaveta de Alcolumbre, do outro o presidente do Senado acelerou a tramitação das chamadas “pautas-bomba” — projetos com potencial de elevar gastos públicos ou reduzir arrecadação (veja vídeo acima).
Na mesma terça em que desmarcou a reunião com Otto Alencar, Alcolumbre recebeu na residência oficial do Senado os ministros José Guimarães (Secretaria de Relações Institucionais) e Dario Durigan (Fazenda), que pediram justamente para o presidente do Senado segurar as pautas-bomba.
Entre eles, estava a proposta que cria uma linha especial de crédito rural para a renegociação de dívidas de produtores.
Os ministros pediram que o texto fosse retirado da pauta e saíram confiantes de que isso ocorreria — o que não se concretizou.
O projeto, nas contas da Fazenda, pode gerar custo de R$ 140 bilhões para o Tesouro Nacional nos próximos anos. Essa despesa financeira acaba elevando ainda mais a dívida pública do país.
No mesmo dia, interlocutores de Alcolumbre passaram o dia reforçando a visão dos ministros, afirmando que o projeto seria retirado da pauta.
Após pressão da bancada do agronegócio e do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), Alcolumbre anunciou no plenário do Senado que colocaria o projeto na pauta e aguardaria uma reunião dos parlamentares com Durigan antes da votação.
Mesmo relutantes em ir à Fazenda, pois não queriam negociar mais nenhum ponto da proposta, alguns senadores estiveram no ministério como gesto da boa relação de Durigan e Alcolumbre.
Antes mesmo da reunião terminar, Alcolumbre anunciou no plenário que havia falado com Durigan e que o ministro comunicou que não havia acordo. Mesmo assim, reforçou que a matéria seria votada.
Apesar da posição contrária pública, os parlamentares da base governista não atuaram de forma incisiva para barrar o projeto, que foi aprovado em votação simbólica, sem registro individual dos votos de cada parlamentar.
Além do projeto de renegociação das dívidas rurais, a CCJ do Senado aprovou, também em votação simbólica, uma PEC que prevê aposentadoria integral e com paridade a agentes de saúde e de combate a endemias.
A equipe econômica estima que o projeto amplie a insuficiência financeira dos regimes de previdência em R$ 3 bilhões por ano. Já nos cálculos do Ministério da Previdência Social, o impacto é de R$ 99 bilhões, considerando União, estados, Distrito Federal e Municípios.
No fim do mês passado, também foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) o projeto de lei que aumenta o piso salarial de médicos e cirurgiões-dentistas para R$ 13,6 mil para jornada de 20 horas semanais.
A estimativa é de um aumento na despesa da União em R$ 8,4 bilhões por ano, sem contar estados, municípios e a rede Ebserh.
O texto foi aprovado em caráter terminativo e segue direto para a Câmara dos Deputados, caso não haja um requerimento assinado por no mínimo nove senadores para levar a matéria ao plenário.
Impacto na Câmara
A pressão imposta pelo Senado ao governo já gera reflexos na Câmara.
A aprovação das “pautas-bomba” e a indefinição sobre o andamento da PEC 6×1, já aprovada pelos deputados, levou o governo a manter a pressão sobre o Congresso para marcar posição.
O caminho encontrado foi o de manter a urgência constitucional do projeto enviado pelo Executivo que trata da redução da jornada de trabalho e que está trancando a pauta da Câmara.
A medida desagradou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), com quem o presidente Lula havia estreitado relação nas últimas semanas.
Em acordo fechado em maio, a ideia era que o projeto do governo tratasse da redução de jornada de carreiras específicas, como profissionais de segurança, da área da saúde, entre outros.
Mas com o avanço da pauta bomba da renegociação das dívidas rurais, a avaliação do governo foi a de que a força da bancada ruralista também pressionaria Motta a aprovar a medida na Casa. Com isso, a avaliação foi a de que é melhor manter a pauta trancada.
No entanto, diante da negativa do governo em retirar a urgência, Motta decidiu adotar sua própria manobra para sair das cordas:
A estratégia é votar o projeto que hoje trava a pauta, mas adaptando o texto ao conteúdo da PEC já aprovada pelos deputados.
O objetivo é destravar as votações e tentar viabilizar análises de textos como o Marco Legal da Inteligência Artificial e o aumento do limite de Faturamento do Microempreendedor Individual
Por isso, Motta colocou o projeto enviado pelo governo e que está trancando votações na Câmara como único item da pauta da Casa para a próxima semana.
A votação será em sessões híbridas, uma vez que os deputados já estão mobilizados em suas bases para as eleições e para as festas juninas, muito fortes no Nordeste.
Aliados avaliam que Motta tenta manter visibilidade antes do recesso. A expectativa é de um segundo semestre esvaziado, o que seria inviabilizado por um plenário com a pauta trancada e sem votações.


Fonte:

g1 > Política