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Mais do que companhia: como os pets transformam a vida na velhice

Para muitas pessoas, cães e gatos são membros da família e, na terceira idade, essa relação pode ganhar um significado ainda mais especial. Além da companhia constante, os animais de estimação ajudam a trazer mais movimento para a rotina, estimulam a criação de hábitos diários e oferecem uma fonte importante de afeto.


Fonte: UOL Noticias

Peça ‘Inter Alia’ estreia no Brasil com Drica Moraes e Caco Ciocler

Premiada internacionalmente por “Prima Facie”, a dramaturga australiana Suzie Miller terá mais uma obra encenada no Brasil. “Inter Alia”, que estreou recentemente em Londres, chega aos palcos brasileiros em julho com direção de Rodrigo Portella e elenco formado por Drica Moraes, Caco Ciocler e Caio Passos.Leia mais (06/18/2026 – 09h36)


Fonte: UOL Noticias

Partenon de Atenas recupera esplendor do século XIX após restauração

O Ministério da Cultura da Grécia anunciou nesta quinta-feira (18) que concluiu a restauração da fachada oeste do Partenon de Atenas, devolvendo ao monumento o aspecto que tinha no início do século XIX. 


Fonte: UOL Noticias

Cristiano, Lamine… Não há tempo para lamentações na Copa do Mundo

Ao fim da primeira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, sem dúvidas as grandes decepções foram Espanha e Portugal, que, além de jogarem mal, não conseguiram passar do empate com Cabo Verde e a República Democrática do Congo.


Fonte: UOL Noticias

Declaração de Trump sobre o Brasil é descabida, afirma Durigan

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou nesta quinta-feira (18) uma declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou na quarta-feira (17) que a situação política do Brasil havia se tornado “perigosa”.


Fonte: UOL Noticias

Rumble e Trump Media pedem que Moraes seja declarado em revelia; entenda

A plataforma de vídeos Rumble e a Trump Media & Technology Group, empresa ligada ao presidente Donald Trump e proprietária da rede social Truth Social, deram nesta quinta-feira (18) um novo passo na batalha judicial contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

As duas empresas pediram a uma corte federal em Tampa, na Flórida, que declare Moraes em revelia, argumentando que ele foi formalmente notificado sobre o processo nos Estados Unidos, teve prazo para apresentar defesa, mas não respondeu à ação.

O pedido não representa uma derrota automática do ministro, mas pode abrir caminho para que a Justiça americana avance na análise do caso sem uma contestação formal apresentada por ele.

O que significa a revelia?

A revelia ocorre quando uma pessoa processada deixa de responder à ação dentro do prazo estabelecido pelo tribunal.Segundo a petição apresentada pela Rumble e pela Trump Media, Moraes foi citado por um método alternativo autorizado pela própria Justiça americana depois de meses de tentativas frustradas de notificação por meio dos mecanismos tradicionais previstos na Convenção da Haia.

Os autores afirmam que o ministro recebeu a citação por e-mail e que o prazo legal de 21 dias para responder expirou sem qualquer manifestação. Além disso, sustentam que Moraes não apresentou defesa, não pediu extensão do prazo e não constituiu advogados para representá-lo no processo.

Diante disso, as empresas pedem que o tribunal faça o chamado “Entry of Default”, um reconhecimento formal de que o réu deixou de responder à ação.

É importante destacar que isso não significa uma condenação automática. Na prática, a revelia funciona como um primeiro passo processual. Caso o pedido seja aceito, os autores ainda precisarão solicitar uma decisão judicial conhecida como “Default Judgment”, momento em que o juiz analisará os argumentos e decidirá se há base legal para atender aos pedidos.

O caso vai muito além de uma discussão processual. A ação foi apresentada pela Rumble e pela Trump Media sob o argumento de que decisões emitidas por Alexandre de Moraes teriam produzido efeitos nos Estados Unidos, atingindo empresas americanas, cidadãos americanos e plataformas sediadas em território americano.

As empresas alegam que o ministro teria tentado impor restrições a conteúdos e contas hospedadas nos Estados Unidos, além de buscar informações de usuários americanos sem utilizar os mecanismos jurídicos previstos pela legislação americana.

Na visão dos autores, isso representaria uma violação das proteções garantidas pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que protege a liberdade de expressão.

Em nota divulgada após o protocolo do pedido de revelia, a Rumble afirmou que o processo não questiona o direito do Brasil de aplicar suas leis dentro do próprio território.

Segundo a empresa, a discussão central é outra. A plataforma sustenta que a Justiça americana precisa decidir se um juiz estrangeiro pode emitir ordens que tenham impacto direto dentro dos Estados Unidos, afetando empresas americanas, usuários americanos e conteúdos protegidos pela Constituição americana.

Governo Lula

Outro ponto citado na petição envolve a tentativa do governo brasileiro de participar da discussão judicial.

Segundo os advogados da Rumble e da Trump Media, o governo do Brasil apresentou manifestações ao tribunal americano relacionadas à soberania nacional e à imunidade de autoridades estrangeiras.

No entanto, o próprio governo teria esclarecido que não estava atuando como representante legal pessoal de Alexandre de Moraes.Por isso, as empresas argumentam que continua inexistindo uma defesa formal apresentada em nome do ministro.

Especialistas consideram que a disputa pode se transformar em um dos casos mais importantes envolvendo liberdade de expressão, soberania nacional e regulação das plataformas digitais.

Isso porque o tribunal americano poderá ser chamado a decidir até onde uma autoridade estrangeira pode exercer influência sobre empresas instaladas nos Estados Unidos.

O debate ganhou força nos últimos anos com a expansão das grandes plataformas digitais, que operam simultaneamente em dezenas de países e frequentemente se veem obrigadas a cumprir decisões judiciais de diferentes governos.

No centro da discussão está uma pergunta que pode ter repercussões globais:Uma autoridade estrangeira pode determinar a remoção de conteúdo, exigir dados de usuários ou impor restrições a empresas americanas quando os efeitos dessas decisões alcançam o território dos Estados Unidos?A resposta poderá influenciar futuras disputas envolvendo governos, tribunais e empresas de tecnologia em todo o mundo.

O próximo passo será a análise do pedido pela Corte Federal da Flórida. Se o tribunal concordar com os argumentos da Rumble e da Trump Media, Alexandre de Moraes poderá ser oficialmente declarado em revelia. Depois disso, as empresas poderão solicitar uma sentença à revelia, buscando uma decisão favorável sobre o mérito da ação.

Mesmo nesse cenário, o juiz ainda terá de enfrentar questões complexas envolvendo imunidade diplomática, jurisdição internacional, validade da citação realizada por e-mail e os limites do alcance de decisões judiciais emitidas por autoridades estrangeiras.

Por isso, embora o pedido represente uma vitória processual para a Rumble e para a empresa ligada a Trump, o desfecho da disputa ainda pode levar meses e tem potencial para produzir consequências que ultrapassam Brasil e Estados Unidos, alcançando todo o debate global sobre liberdade de expressão e poder das plataformas digitais.


Fonte: Jovem Pan

Equipe de Bolsonaro inutilizou arma de fogo do ex-presidente por segurança, diz defesa a Moraes

O ex-presidente Jair Bolsonaro em imagem na prisão domiciliar, em 2025
WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro reconheceu nesta quarta-feira (17) que o político pediu ajuda a um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para consertar uma arma de fogo registrada em seu nome.
No documento enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), os advogados afirmam que a própria equipe de segurança de Bolsonaro tinha deixado a arma de fogo inoperante para evitar riscos, frente às condições de saúde mental do político.
“[…] as medicações psiquiátricas que vinham sendo ministradas ao Peticionário [Jair Bolsonaro], capazes de afetar sua cognição — e que, inclusive, foram determinantes no episódio do rompimento da tornozeleira eletrônica —, levaram sua equipe de segurança, sem seu conhecimento prévio, a retirar o percussor da arma, tornando-a inoperante.”
➡️Em 22 de novembro de 2025, durante outro período de prisão domiciliar, Bolsonaro tentou violar a tornozeleira eletrônica usando um ferro de solda. Na época, Bolsonaro alegou alucinação e “certa paranoia” possivelmente provocadas pelo uso de remédios.
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Moraes dá 24 horas para Bolsonaro esclarecer arma apreendida com militar
Ainda segundo a defesa, Bolsonaro manipulou a arma, testou o disparo e constatou que “o mecanismo não estava funcionando regularmente”.
E, por isso, pediu que um dos militares que atuam na sua segurança pessoal levassem a pistola para o conserto.
“A entrega do armamento teve por única finalidade buscar auxílio na identificação da falha e a realização da necessária manutenção”, diz a defesa.
Ainda de acordo com a explicação dos advogados, Bolsonaro não tem interesse na restituição da arma enquanto estiver em prisão domiciliar.
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Apreensão em blitz
A arma – uma pistola Glock 9mm – seria levada para o reparo, mas foi apreendida durante uma blitz da Polícia Militar em Brasília na última segunda-feira (15). Uma consulta ao sistema do Exército confirmou o registro no nome do ex-presidente.
Apesar de ter documentação regular, a pistola foi recolhida pela Polícia Civil porque o Certificado de Registro de Arma de Fogo (Craf) não estava no veículo. O caso é investigado pela Polícia Civil do DF.
➡️O carro era dirigido pelo militar Estácio Leite da Silva Filho, vinculado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e cedido à Casa Civil para atuar na segurança de Bolsonaro.
➡️O militar prestou depoimento e foi liberado. Ele afirmou à Polícia Civil que a arma estava sendo transportada porque precisava passar por reparos, e seria devolvida em seguida ao ex-presidente.
🔎 Bolsonaro cumpre atualmente uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão. Desde o dia 24 de março deste ano, ele está sob prisão domiciliar humanitária, autorizada por Moraes por um prazo inicial de 90 dias, para que o ex-presidente se recupere de uma broncopneumonia.
O que diz a PM
“A Polícia Militar do Distrito Federal informa que, durante abordagem realizada na madrugada desta segunda-feira (15), na DF-001, Km 79, em frente ao Tag Park, em Taguatinga, um militar do Exército Brasileiro que conduzia veículo oficial foi encaminhado à 21ª Delegacia de Polícia após ser encontrada, além da arma institucional regularmente portada, uma segunda arma de fogo no interior do veículo.
Durante a ocorrência, o abordado informou não possuir a documentação da segunda arma e declarou que o armamento pertenceria a terceiro. Diante dos fatos, a arma e o condutor foram conduzidos à 21ª DP.
A identificação da propriedade, origem, regularidade e eventual vinculação da arma apreendida a qualquer pessoa dependerá da análise dos órgãos competentes, especialmente das autoridades responsáveis pela investigação.”
O que diz o GSI
“Sobre o assunto, informamos que o GSI não realiza a segurança de ex-Presidentes, incluindo o senhor Jair Messias Bolsonaro.
Os servidores à disposição dos ex-Presidentes são de livre indicação dos mesmos e não estão subordinados nem vinculados operacionalmente ao GSI, conforme dispõem a Lei Nº 7.474, de 8 de maio de 1986, e o Decreto Nº 6.381, de 27 de fevereiro de 2008.
Informamos ainda que, de acordo com o decreto supramencionado, o GSI oferece a capacitação e a avaliação de servidores e de condutores de veículos, que integram a segurança dos ex-Presidentes da República. (Portaria GSI/PR Nº 136, de 20 de setembro de 2024).”


Fonte:

g1 > Política

Putin diz que estabilização no Oriente Médio beneficiará mercados de energia

KAZAN, Rússia, 18 Jun (Reuters) – A ?estabilização no ?Oriente Médio será benéfica para os ?mercados ?de ?energia, afirmou ?o presidente ?russo, Vladimir Putin, em uma ?cúpula com líderes ?da ?Associação das Nações ?do Sudeste Asiático (Asean) na cidade russa de Kazan.


Fonte: UOL Noticias

Petróleo cai ao nível mais baixo desde o início da guerra no Irã

Por Robert Harvey e Anushree Mukherjee


Fonte: UOL Noticias