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Lula viaja para os EUA para reunião com Trump em Washington na quinta-feira

Lula vai encontrar Trump nos EUA quinta-feira
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarca para Washington nesta quarta-feira (6) para um encontro oficial com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na quinta-feira (7).
O encontro é visto pela diplomacia brasileira como um passo crucial para normalizar as relações comerciais, após um período de incertezas e tarifas de importação.
Além da economia, temas como a situação na Venezuela e parcerias em minerais críticos e terras raras devem compor a mesa de discussões.
A confirmação da viagem vem depois de um momento negativo para o governo Lula. O Congresso impôs duas derrotas ao presidente na semana passada, rejeitando a indicação de Jorge Messias para o STF e derrubando o veto presidencial ao PL da Dosimetria.
A visita aos EUA ocorre, então, em um momento apropriado para mostrar o presidente Lula forte nas relações internacionais.
O encontro também ocorre pouco tempo após o recente impasse diplomático entre os dois países, causado pela prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem. O governo Trump retirou as credenciais do delegado brasileiro que atuou na prisão, e o Brasil fez o mesmo, utilizando o princípio da reciprocidade (entenda mais abaixo).
Lula e Trump se encontram na Malásia.
Ricardo Stuckert/PR
Negociação desde janeiro e pauta ‘olho no olho’
Inicialmente, o encontro estava previsto para março, mas a guerra no Oriente Médio atrasou a definição da agenda.
De lá para cá, Lula fez críticas a Donald Trump por causa dos ataques dos Estados Unidos ao Irã, subindo um pouco o tom.
Mas, recentemente, Lula se solidarizou com Trump quando ele foi vítima de um atentado na semana passada durante jantar dos correspondentes em Washington.
A viagem a Washington é fruto de um processo de aproximação que ganhou tração em 26 de janeiro de 2026, quando Lula e Trump conversaram por telefone durante cerca de 50 minutos.
Naquela ocasião, os líderes manifestaram o desejo de realizar um encontro presencial para resolver divergências diretamente — o que o presidente brasileiro classificou como uma conversa “olho no olho”.
As negociações, no entanto, enfrentaram alguns obstáculos que adiaram a data original, inicialmente prevista para março.
🌍Conflitos internacionais: o agravamento das tensões no Oriente Médio, envolvendo EUA, Israel e Irã, redirecionou a prioridade da agenda da Casa Branca.
💰Divergências comerciais: o governo brasileiro busca reverter o “tarifaço” imposto por Trump a produtos nacionais.
➡️Segurança Pública: há um interesse mútuo em fortalecer a cooperação no combate ao crime organizado e lavagem de dinheiro, tema que avançou em reuniões técnicas em abril.
O governo também trabalha para impedir que os EUA incluam facções criminosas como o CV e o PCC na lista de organizações terroristas internacionais.
EUA mandam delegado brasileiro envolvido na prisão de Ramagem deixar o país
Caso Ramagem
Recentemente, a prisão e soltura do ex-deputado Alexandre Ramagem também gerou um impasse entre os governos brasileiro e norte-americano.
O ex-presidente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi detido pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos EUA (ICE) dos Estados Unidos, em 13 de abril, e solto dois dias depois.
Ramagem fugiu do país em setembro do ano passado, dias antes de ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso da trama golpista. Ele mora nos Estados Unidos desde então, onde fez um pedido de asilo. A solicitação ainda não foi concluída.
Dias depois, o governo de Donald Trump determinou que o delegado brasileiro que atuou junto às forças americanas pela prisão de Ramagem deixasse o país. Uma substituta para o cargo foi nomeada.
A Polícia Federal e o Ministério das Relações Exteriores não foram informados da decisão de expulsar o delegado. Mas, em reunião, o ICE informou a PF que Ramagem terá o direito de aguardar o resultado sobre o pedido de asilo em liberdade.
Em resposta, o governo brasileiro retirou as credenciais de um colaborador norte-americano e determinou que ele retorne aos Estados Unidos. Um segundo policial, também dos Estados Unidos, teve as credenciais suspensas, mas dias depois elas foram retomadas.


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g1 > Política

‘Desenrola 2.0’: dívidas de até R$ 100 serão desnegativadas pelos bancos

Negociação de dívida
Marcos Santos/USP Imagens
O “Novo Desenrola Brasil”, anunciado pelo governo federal nesta segunda-feira (4), prevê que as instituições financeiras vão desnegativar devedores com dívidas de até R$ 100. Ou seja, eles não estarão mais com o “nome sujo”.
Atualização: anteriormente, o ministro da Fazenda Dario Durigan falou, durante o lançamento do programa, que as dívidas de até R$ 100 seriam perdoadas. Mais tarde, porém, a informação foi corrigida pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron. Ele afirmou que o nome dos devedores serão apenas desnegativados. Ou seja, a dívida continua válida, mas o devedor não ficará mais com o nome sujo.
Além da desnegativação das dívidas de até R$ 100, os bancos também devem:
Destinar à educação financeira o equivalente a 1% do valor que for renegociado;
Proibir o envio de recursos a casas de apostas via cartão de crédito, crédito parcelado, pix crédito e pix parcelado;
Segundo o ministro, é favorável para os bancos que as dívidas sejam renegociadas porque passam a receber um dinheiro que antes não receberiam. Por conta disso, as instituições financeiras enfrentam contrapartidas com o programa.
O programa
O “Novo Desenrola Brasil”, também chamado de “Desenrola 2.0”, consiste em um pacote de medidas para reduzir o endividamento da população brasileira — que está em níveis historicamente elevados.
Uma delas é a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores possam quitar suas dívidas.
O programa tem como público-alvo os brasileiros que ganham até cinco salários-mínimos, ou seja, R$ 8.105.
A medida provisória (MP) foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta manhã, com previsão de publicação ainda nesta segunda em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
Pelas regras, será possível usar até 20% do saldo disponível do FGTS, ou até R$ 1 mil (o que for maior), para pagar débitos.
A estimativa é de que sejam liberados até R$ 8,2 bilhões aos trabalhadores (leia mais abaixo).
Novo Desenrola terá veto a apostas e uso do FGTS
Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o programa foi dividido em quatro categorias voltadas para:
famílias
Fies
empresas
agricultores rurais
“Desenrola família é a principal linha, com simplificação. Quem tem renda até cinco salários mínimos vai ter acesso franqueado. Seja do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal, procure seu banco”, afirmou o ministro.
💰 Para garantir que os recursos serão mesmo usados para quitar dívidas, a Caixa deverá transferir o dinheiro do FGTS direto para o banco em que o trabalhador tem débitos.
Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou, na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
➡️Os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os trabalhadores saberem o desconto.
Descontos do Novo Desenrola
Apresentação do Ministério da Fazenda
Fontes de recurso
O governo pretende usar um fundo com recursos públicos para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, o dinheiro da União vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.
Para formar esse fundo, o governo buscará de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos.
Também será realizado um novo aporte de até R$ 5 bilhões pelo governo.
Também ficou definido que quem renegociar a dívida dentro do programa ficará impedido de fazer apostas em jogos online por um ano.
“É maravilhoso que a gente queira comprar alguma coisa, mas é importante que façam suas dividas mas não percam de vista suas condições de pagamento”, afirmou Lula durante coletiva.
“Estamos  tentando corrigir, e já fizemos outras vezes. Esse país vem se endividando há muito tempo, a Covid também fez as pessoas se endividarem por necessidade mesmo. Estamos tentando uma fórmula de tirar a corda do pescoço dessa gente, para respirar normal, voltar a sonhar, e ter o nome limpo na praça”, prosseguiu o presidente.
Estudo mostra que primeira edição do Desenrola reduziu inadimplência das famílias de baixa renda de forma relevante, mas efeito se dissipou após 18 meses
Ministério da Fazenda
Cenário político e eleitoral
O detalhamento do programa ocorre em um momento em que o governo federal busca reforçar agendas de impacto direto no cotidiano da população em meio a um cenário político adverso no Congresso e à aproximação das eleições de 2026.
Após uma sequência de derrotas no Legislativo e com dificuldades para avançar em pautas estruturais, a estratégia do Planalto tem sido apostar em medidas econômicas de execução mais rápida e com efeito perceptível sobre renda, crédito e consumo.
Programas voltados à renegociação de dívidas e à retirada de restrições no CPF são avaliados internamente como instrumentos capazes de recuperar apoio entre eleitores mais afetados pelo endividamento, reduzir a dependência de negociações no Parlamento e fortalecer a narrativa de reconstrução econômica e social que o governo pretende apresentar no ciclo eleitoral.


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g1 > Política

Ministros do TST discutem durante sessão sobre divisão entre ‘azuis e vermelhos’ na Corte

Um bate-boca entre o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Vieira de Mello Filho, e o ministro Ives Gandra Filho marcou a sessão desta segunda-feira (4), após viralizar nas redes sociais um trecho da fala do presidente da Corte sobre juízes “vermelhos e azuis”.
A divisão indicaria os ministros que são menos ou mais ativistas a favor dos trabalhadores.
Logo após abrir a sessão, Vieira de Mello Filho se manifestou após discurso em evento nesta sexta-feira (1º) viralizar nas redes sociais.
Durante a fala em um evento de magistrados da Justiça do Trabalho, o presidente do TST disse que “não tem juiz azul nem vermelho” e que “ tem quem tem interesse e tem quem tem causa”.
Vídeos em alta no g1
“Nós vermelhos temos causa, não temos interesse. E que fique bem claro isso para quem fica divulgando isso aqui no país. Nós temos uma causa e eles que se incomodem com a nossa causa, porque nós vamos estar lá lutando o tempo todo na defesa da nossa instituição, porque as pessoas vulneráveis desse país precisam de nós e a Constituição nos dá os o poder para isso. Então, não tenho preocupação com os azuis, mas com os vermelhos”, disse.
Nas redes sociais, a divisão foi ligada à posição política de magistrados.
Nesta segunda, Vieira de Mello Filho disse que na “manifestação que foi recortada na internet e transmitida sem que houvesse uma integralidade do contexto”, buscou se colocar como defensor da Justiça do Trabalho.
“Quis dizer que batizado que fui pela cor que me deram, eu queria deixar claro qual era a minha causa. A minha causa é a defesa dessa instituição […] E ali naquele momento, eu estava dizendo pros juízes brasileiros que nós precisamos defender a nossa justiça que está ameaçada”.
Segundo o presidente do TST, a fala fez referência à declarações do ministro do TST Ives Gandra Filho em um curso para advogados que atuam no tribunal, que dividia integrantes da Corte trabalhista entre ministros azuis e vermelhos, a depender se eram “mais liberais ou intervencionistas, mais legalistas ou ativistas”.
“Vossa Excelência começou esse episódio nesse evento e ainda que Vossa Excelência me diga que não faz mais, fez e marcou. E foi ali que eu disse, eu serei o que quiserem que eu seja, desde que eu defenda a justiça do trabalho, desde que eu defenda o direito do trabalho, porque esse país é desigual, essas pessoas que trabalham precisam de proteção”.
“Como presidente do tribunal, eu não posso ficar omisso diante de cursos sobre como advogar nessa Corte. Se isso não é conflito ético, o que mais seria”.
Ministros Luiz Philippe Vieira de Mello Filho e Ives Gandra da Silva Martins Filho, do Tribunal Superior do Trabalho, durante sessão nesta segunda-feira (4)
Reprodução
Em seguida, o ministro Ives Gandra Filho disse que há “divisão interna dentro do tribunal do ponto de vista de ver o direito do trabalho de uma forma ou de outra”.
“E exatamente como eu coloquei, procurei colocar no curso, há ministros que têm uma visão mais liberal, há ministros que têm uma visão mais intervencionista, há ministros que são mais legalistas, há ministros que são mais ativistas, há ministros que são mais protecionistas e outros menos protecionistas.Tudo isso aí é uma realidade que nós vemos aqui diuturnamente no tribunal”, disse o ministro.
Gandra Filho disse ainda que o presidente do TST teria feito um “juízo moral” sobre a divisão entre “juízes azuis e vermelhos”.
“Eu sou legalista. A literalidade, a lei tá dizendo isso, eu vou seguir, não vou fazer interpretação que dê a vá vá ampliar mais os direitos eh trabalhistas. Por quê? Porque o peso o peso vai realmente cair nas empresas no sentido de que vai ser mais difícil dar empregabilidade, vai ser mais difícil atender a ser liberal. se depois aquela liberalidade vai ser transformada em obrigação”.
“Nós temos que saber fazer autocrítica. Eu procuro fazê-la e isso não é absolutamente contribuir para a destruição da justiça do trabalho. Nós seremos melhores e maiores se tivermos a humildade de reconhecer onde nós erramos, o que que nós podemos fazer para acertar e fazê-lo da forma mais suave e e melhor possível”, finalizou
Em seguida, Vieira de Mello Filho questionou o interesse “de querer destruir a Justiça do Trabalho” e disse disse que o colega afirmou que a competência dos ministros do trabalho “já estava garantida e que seria limitada”.
O bate-boca entre os dois ministros durou cerca de 30 minutos.
“E eu só quero deixar claro pra comunidade jurídica e pro país, que não fui eu que dividi em azul e vermelho. Aliás, eu acho que até sem nenhum preconceito eu sou cor-de-rosa. Tô misturando o azul com vermelho”.
Ao final do embate entre os dois ministros , a ministra Maria Cristina Peduzzi ciriticou a postura dos colegas e disse que não vê ” nenhuma atitude democrática em um bate-boca como esse que se travou”.
“Não vejo nenhuma atitude democrática em um bate-boca como esse que se travou. Por quê? Porque se tiver que responder pelos atos praticados, cada um fará e responderá por si. Não vejo nenhuma necessidade de repreender colegas, de repreender ministros, porque todos aqui atuam em nome da justiça e são agentes da justiça. Ninguém está comprometido com interesses, ninguém está comprometido com causas, ao meu ver. Todos estamos comprometidos em aplicar a lei, em fazer cumprir a lei e todos temos liberdade”, afirmou.


Fonte:

g1 > Política

‘Flávio é o único que consegue derrotar Lula’, afirma Sérgio Moro

O senador e pré-candidato ao governo do Paraná, Sérgio Moro (PL-RJ), afirmou nesta segunda-feira (04) que Flávio Bolsonaro é o único capaz de derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026. “Me uni ao Flávio, que conheci mais profundamente nesses últimos quatro anos ali no Senado, e o Flávio Bolsonaro é o único candidato que tem condições de derrotar o Lula”, declarou Moro em entrevista ao programa da Jovem Pan ‘Direto ao Ponto”.
O senador também reforçou que é contrário ao governo do PT e destacou qualidades do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. “Observei a qualidade do Flávio nesses quatro anos, ele é presidente atualmente da Comissão da Segurança Pública no Senado, eu sou vice e esse também é um dos temas importantes do nosso País, que está totalmente entregue ao crime organizado e a violência”, destacou.

Assista à entrevista completa


Fonte: Jovem Pan

Zema diz que povo deve escolher entre ‘intocáveis’ e ‘brasileiros de bem’

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à presidência, Romeu Zema (Novo), voltou a criticar nesta segunda-feira (4) políticos e ministros que, em sua visão, têm poder demais e vivem com muitos privilégios. Em entrevista à Jovem Pan News, o mineiro afirmou que o povo terá de escolher, nas eleições de outubro, entre “os intocáveis” e os “brasileiros de bem”.
“Eu estou lutando para que sejam os brasileiros de bem agora ou nunca”, acrescentou Zema.
O ex-governador tem usado as suas redes sociais para compartilhar a série intitulada “Os Intocáveis”. Nas publicações, em tom irônico, o pré-candidato ao Planalto fala sobre figuras do governo federal e do Supremo Tribunal Federal (STF), o que tem causado polêmica no mundo político.

 

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Fonte: Jovem Pan

Conheça Pilili, mascote criada pelo TSE para as eleições de 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou nesta segunda-feira (4) a mascote Pilili para as eleições gerais de 2026. A apresentação da personagem se deu durante o evento de comemoração dos 30 anos da urna eletrônica.
Criada com o objetivo de aproximar a Justiça Eleitoral da população, o TSE espera representar, por meio da Pilili, a importância do voto e da participação cidadã. A personagem inspirada na urna eletrônica vai rodar o Brasil para engajar a sociedade no pleito eleitoral.

 

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Trinta anos da urna eletrônica
Lançada em maio de 1996, a urna eletrônica foi testada nas eleições municipais do mesmo ano. A modernização da logística eleitoral, segundo o TSE, democratizou o acesso ao voto por o equipamento ter sido desenhado para ser intuitivo. O dispositivo também viabilizou a divulgação dos resultados no mesmo dia do pleito.
“Nesses 30 anos, a urna acabou com a fraude eleitoral, acabou com a possibilidade de uma pessoa votar por outra. Acabou com a possibilidade, portanto, de a gente ter um resultado que não corresponde ao votado pelo povo”, afirmou a presidente do TSE, a ministra Cármen Lúcia.
A magistrada destacou também que, com a urna eletrônica, não há intervenção humana na apuração e na totalização dos votos. “Antes se assinava uma cédula de papel e se colocava em uma urna que era de lona, e essa urna era conduzida a um local onde os votos eram contados pelo número das pessoas designadas. Isso hoje já não acontece mais”, contou.


Fonte: Jovem Pan

Sem Eduardo Bolsonaro nas urnas, bolsonaristas apostam em Mário Frias para assumir o 2222

Com a disputa pela vaga ao Senado paulista aparentemente encaminhada, já que André do Prado (PL-SP) desponta como o nome escolhido por Eduardo Bolsonaro, aliados do movimento bolsonarista articulam nos bastidores para que o deputado federal Mário Frias (PL-SP) herde o número eleitoral 2222 nas eleições de 2026. O objetivo é posicioná-lo como o candidato mais bem votado do estado de São Paulo.
A disputa pelo número não é inédita. O 2222 já foi alvo de embate entre o deputado Tiririca e Eduardo Bolsonaro, que hoje se encontra fora do país e distante das urnas eleitorais.
A pressão em favor de Frias deve partir de integrantes do núcleo bolsonarista próximos ao parlamentar. Ele, por sua vez, tem publicamente negado ambições políticas, mas afirmou à Jovem Pan estar pronto para a missão que lhe for dada até o prazo das convenções partidárias. A definição oficial de Eduardo Bolsonaro deve ser anunciada nos próximos dias.


Fonte: Jovem Pan

‘Obsessão’: O terror perturbador que transforma um simples desejo em um pesadelo sem volta

O novo filme Obsessão, dirigido por Curry Barker, chega cercado de expectativa e já promete mexer com o psicológico do público ao misturar romance, suspense e horror de um jeito nada convencional.
Na trama, acompanhamos Bear, um jovem romântico que trabalha em uma loja de discos e nutre uma paixão silenciosa por sua melhor amiga, Nikki. Tudo muda quando ele encontra um objeto misterioso capaz de realizar desejos. Ao usá-lo para conquistar o coração da garota, ele finalmente consegue o que sempre quis, mas logo descobre que realizar desejos pode ter um preço alto e assustador.
O que começa como uma espécie de comédia romântica rapidamente se transforma em uma jornada sombria, onde o amor dá lugar à obsessão e o controle foge completamente das mãos do protagonista.
Um dos grandes destaques do trailer, está justamente na virada narrativa. A história começa leve, quase inocente, mas vai mergulhando em um terror psicológico intenso, explorando as consequências das escolhas e o lado mais perturbador dos sentimentos humanos.
Entre as curiosidades, o longa já chega com um histórico impressionante: foi exibido em festivais importantes como o Festival de Toronto e o Sitges, onde conquistou o público e a crítica. Além disso, acumula alta aprovação em sites especializados, reforçando o hype em torno do lançamento.
Outro ponto interessante é que o filme brinca com uma ideia clássica do terror, o famoso “cuidado com o que você deseja”, mas atualiza esse conceito com uma abordagem mais emocional e psicológica, focada na obsessão e nas relações humanas.
Com um elenco liderado por Michael Johnston e Inde Navarrette, Obsessão não é apenas mais um filme de sustos: é uma experiência inquietante que provoca, desconcerta e fica na cabeça muito depois dos créditos finais.
Estreia dia 21 de maio nos cinemas.


Fonte: Jovem Pan

Petróleo tem alta de mais de 5% após aumento das tensões no Estreito de Ormuz

Um clima de febrilidade soprou sobre os mercados nesta segunda-feira (4) após novos ataques no Golfo, o que provocou uma alta nos preços do petróleo e uma queda nos índices das bolsas. O barril de Brent do mar do Norte, referência internacional, saltou 5,80%, para 114,44 dólares. Seu equivalente americano, o barril de West Texas Intermediate, avançou 4,36%, para 106,42 dólares.
O terminal petrolífero de Fuyaira, uma das poucas vias de exportação de hidrocarbonetos do Golfo que ainda permanecem viáveis, foi atingido, segundo as autoridades emiradenses, provocando um incêndio.
“O fechamento prolongado do Estreito de Ormuz deixou o mercado mundial diante de um déficit de 10 milhões de barris por dia”, afirmaram analistas da Eurasia Group. Na Europa, a Bolsa de Paris fechou com queda acentuada de 1,71%, Frankfurt recuou 1,24% e Milão caiu 1,59%. A praça de Londres permaneceu fechada devido a um feriado no Reino Unido. Em Nova York, o Dow Jones caiu 1,13%, o Nasdaq recuou 0,19% e o S&P 500 perdeu 0,41%.
Os Emirados Árabes Unidos acusaram nesta segunda-feira o Irã de ter atacado seu território com drones, os primeiros direcionados contra instalações civis em um país do Golfo em mais de um mês. Esses ataques colocam em dúvida o frágil cessar-fogo em vigor desde 8 de abril entre os Estados Unidos e o Irã. As notícias vindas do Oriente Médio “provocam nervosismo e volatilidade”, avalia Andreas Lipkow, analista da CMC Markets, destacando que “o fluxo de informações continua sendo opaco”.

Brasil bate recorde de produção de petróleo
Em um cenário em que a oferta global de petróleo enfrenta desafios causados pela guerra no Irã, o Brasil atingiu, em março, recorde na produção de petróleo e gás. No mês que coincidiu com o início da guerra dos Estados Unidos e Israel ao Irã, o Brasil produziu 5,531 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d). O recorde anterior pertencia a fevereiro, com 5,304 milhões de boe/d.
Ao longo de março, foram extraídos 4,247 milhões barris por dia, o que representa acréscimo de 4,6% na comparação com fevereiro e de 17,3% ante março de 2025. A produção de gás natural foi de 204,11 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), expansão de 3,3% em relação ao mês anterior e de 23,3% ante março do ano passado.
*Com informações da Agência Brasil


Fonte: Jovem Pan

Morre a terceira vítima do acidente com o avião que bateu em prédio em MG

Morreu na noite desta segunda-feira (04) a terceira vítima do acidente com o avião que colidiu com um prédio em Belo Horizonte, Minas Gerais. A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) confirmou o óbito.
Segundo a Fhemig, os outros dois pacientes que também deram entrada no Hospital João XXIII permanecem internados e estáveis.
As vítimas do acidente já haviam sido identifiadas. Segundo apurado pela Jovem Pan Poços de Caldas, são elas:

Wellington Oliveira, piloto de 34 anos que morreu na hora;
Fernando Moreira Souto, filho do prefeito da cidade de Jequitinhonha–MG, de 36 anos. Sentado no assento do copiloto e também morreu no local;
Hemerson Cleiton Almeida Souto, de 53 anos;
Leonardo Berganholi, empresário, de 50 anos;
Arthur Schaper Berganholi, filho de Leonardo, de 25 anos.

Ainda não se sabe quais dos três que não morreram no local e deram entrada no hospital teve o óbito confirmado.
O acidente
Após bater no prédio de apartamentos, o avião caiu em uma área de estacionamento. Pouco antes da colisão, o piloto teria informado à torre de controle do Aeroporto da Pampulha que enfrentava dificuldades no procedimento de decolagem.
Segundo a Agência de Aviação Civil (Anac), o modelo envolvido no acidente seria um EMB-721C, de 1979, um monomotor com capacidade para transportar até seis pessoas. A aeronave está registrada no nome de Flavio Loureiro Salgueiro.
Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave está regularizada até o dia 1º de abril de 2027, de operação privada.
As causas do acidente serão investigadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA). Foi acionado o Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III), com sede no Rio de Janeiro (RJ).


Fonte: Jovem Pan