UEM NASCEU HOJEÉ uma pessoa extremante inteligente o que fará se destacar em profissões ligadas ao grande público. A eficácia é uma de suas maiores qualidades. É o patrono dos injustiçados. Inteligen…
Fonte: UOL Noticias
UEM NASCEU HOJEÉ uma pessoa extremante inteligente o que fará se destacar em profissões ligadas ao grande público. A eficácia é uma de suas maiores qualidades. É o patrono dos injustiçados. Inteligen…
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sábado (13) será marcado por tempo estável em Apucarana. O amanhecer deve apresentar uma maior presença de nuvens, deixando o céu parcialmente encoberto nas primeiras horas do dia, mas a tendência é…
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A empresária Karina Ferreira da Gama, responsável pela produção de “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, obteve na Justiça de São Paulo uma medida protetiva contra o ex-marido, Wemerson Marinho da Gama, após denunciá-lo por ameaças, perseguição e violência psicológica.Leia mais (06/13/2026 – 06h00)
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A dependência da energia elétrica durante o período diurno para iluminar corredores, banheiros e salas centrais revela uma limitação de infraestrutura que encarece o padrão de vida. A solução para os ambientes sem janelas laterais ou enclausurados por muros vizinhos muitas vezes reside exatamente acima de nossas cabeças. Abrir vãos funcionais no telhado acaba com a penumbra profunda do imóvel e ainda ajuda as edificações a cumprirem diretrizes habitacionais modernas, como a Norma Brasileira de Desempenho (NBR 15575), que estabelece rigorosos critérios mínimos de luminosidade natural diária. Para os proprietários em momento de planejamento de obra, descobrir o que é iluminação zenital e quais os benefícios de usar claraboias na arquitetura sustentável da casa representa a primeira etapa para reverter os altos custos com iluminação artificial.
O conceito arquitetônico da luz que cruza o teto
Na prática de canteiros de obras, a estratégia baseia-se em romper pequenas fatias da laje ou do forro para permitir que o sol penetre perpendicularmente. Em vez de disputar espaço na parede com móveis e armários, o sistema posiciona recortes envidraçados diretamente no nível da cobertura. A claridade entra de maneira ampla e homogênea, sem projetar sombras duras nos cantos da alvenaria, lavando todo o piso com luz orgânica.
Historicamente empregada para banhar grandes fábricas de forma ininterrupta, essa solução tomou conta de projetos residenciais pela sua utilidade extrema. Construções icônicas no Brasil, como o bloco principal da Faculdade de Arquitetura da USP (FAUUSP), já aplicavam a tática desde a década de 1960 para eliminar pontos cegos nos estúdios de trabalho. Nos bairros atuais, a engenharia adaptou o conceito, distribuindo luz desde abóbadas em corredores íntimos até passarelas completas sobre cozinhas em conceito aberto.
Vantagens financeiras e os ganhos fisiológicos dos moradores
Desligar o interruptor das dez da manhã às cinco da tarde movimenta números expressivos ao final do mês. Análises de eficiência energética apontam que o manejo inteligente da luz exterior costuma encolher a fatura de eletricidade em faixas de 7% a 10% para unidades ocupadas em tempo integral. Quando o relógio de medição deixa de girar apenas para acender luzes de trânsito interno, o bolso do morador respira.
A transformação perpassa o conforto puramente financeiro e alcança o funcionamento do organismo. A convivência constante sob índices altos de luz diurna atua diretamente na regulação do ciclo circadiano, instruindo o cérebro sobre períodos de foco e momentos adequados para o relaxamento noturno. Além disso, quando o recurso transparente permite abertura articulada, ele se converte em exaustor mecânico primário. O ar quente, por ser naturalmente mais leve, escapa rapidamente pelas frestas do teto, induzindo o ar novo a entrar pela porta da frente e mitigando o uso do ventilador.
Como preparar a estrutura da casa para a nova abertura
Implementar uma fratura intencional em um telhado impermeável pede precisão e materiais corretos. O procedimento passa longe de um buraco improvisado e demanda que pedreiros e especialistas em vidraçaria saibam cortar e selar a alvenaria ao redor da esquadria. Abaixo, a ordem lógica para gerenciar essa etapa.
1. Identifique o caminho do sol no seu terreno
Antes de aprovar o local exato da demolição da laje, observe a trajetória da luz ao redor da sua residência nas principais estações. No hemisfério sul, painéis inclinados para as faces norte ou oeste absorvem picos intensos de caloria à tarde. Se essa orientação for inevitável, será fundamental filtrar a luz excessiva usando anteparos de madeira ou modelos de brises para não queimar o ambiente interior com um clarão desconfortável.
2. Encontre o formato mecânico adequado
Existem configurações desenhadas para orçamentos e cômodos distintos. As lâminas horizontais perfeitamente fixas são a escolha popular para clarear garagens cobertas e lavabos densos. O preço inicial costuma orbitar próximo de R$ 890 por metro quadrado na cidade de São Paulo, considerando a entrega de estruturas de aço inox seladas. Por outro lado, para despensas e cozinhas de fritura, a indicação técnica aponta para caixilhos articulados que podem ser abertos manualmente por travas ou controles remotos, acelerando a dissipação da fumaça.
3. Escolha vidros que blindam o calor e garantem segurança
A película escolhida para enfrentar a chuva de granizo e as rajadas de vento define o rigor construtivo da instalação. A lei brasileira proíbe vidros comuns sobre a cabeça das pessoas. O projeto exige a colocação de vidro laminado (ou opções em aramado e policarbonato duplo). Nele, caso ocorra impacto severo, os estilhaços não despencam no ambiente, mantendo-se perfeitamente colados em um filme plástico interno de alta resistência.
Falhas de execução que provocam vazamentos e efeito estufa
As maiores frustrações ocorrem já nos primeiros temporais intensos da temporada de chuvas. O pecado mortal das esquadrias de teto é a deficiência de selamento. Empreiteiros que ignoram o uso de rufos metálicos sob as telhas vizinhas criam pontos rápidos de infiltração, permitindo que a água corroa o acabamento de gesso e as tintas das paredes inferiores em menos de um semestre. O emprego de bons selantes estruturais ao longo do quadro de fixação não é luxo, é sobrevivência da peça.
Outro descuido crônico envolve o tamanho desenfreado da janela sob o argumento de maximizar o design. Instalar grandes quadrados translúcidos sem prever saídas de ar ou tecnologias de controle térmico no vidro culminará em um violento efeito estufa interno. Nesses cenários ruins, a luz natural que seria um alívio econômico força o morador a ligar o ar-condicionado em potência máxima, liquidando toda a métrica financeira inicial da obra sustentável.
Dúvidas comuns no projeto de coberturas translúcidas
Sótãos em laje contínua de concreto podem receber essa perfuração lumínica?
Grande parte das lajes maciças ou pré-moldadas tolera novos vãos se houver supervisão rígida. O responsável pelo cálculo estrutural precisará mapear o arranjo dos ferros da malha, garantindo o devido reforço através de cintas metálicas contornando a nova abertura para estabilizar os pesos remanescentes do piso.
O som dos pingos de chuva não atrapalha quem dorme nos quartos logo abaixo?
Se o instalador fechar a moldura com placas simples e leves de policarbonato sem recheio celular, o impacto sonoro será alto e incomodará os residentes. Em oposição a isso, chapas encorpadas de vidro múltiplo ou telhas com câmaras isolantes reduzem drasticamente a vibração da gota d’água contra a superfície, barrando os distúrbios sonoros indesejáveis nas noites de tempestade.
A independência frente aos longos meses de seca e faturas tarifárias complexas do sistema elétrico do país passa pela modernização da moradia. Utilizar o limite superior do imóvel para capturar recursos primários não configura um estilo distante, servindo como uma estratégia tática, perfeitamente madura, que viabiliza o viver bem cobrando muito menos por isso diuturnamente.
Fonte: Jovem Pan
O ciclo da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 despertou comparações inevitáveis com um passado que terminou em festa. A última vez que o Brasil conquistou o Mundial foi em 2002, justamente a edição mais recente disputada em mais de um país. Naquele ano, o torneio foi realizado por Japão e Coreia do Sul. Agora, a competição será sediada por Canadá, Estados Unidos e México.
Mas as semelhanças vão além do formato da Copa. Embora o mundo tenha mudado, a tecnologia tenha avançado e o futebol tenha passado por transformações profundas, a Seleção Brasileira chega ao Mundial cercada por dúvidas, assim como ocorreu há 24 anos.
A equipe desembarca para a 23ª edição da Copa do Mundo sob forte desconfiança da torcida. Segundo levantamento do Instituto Quaest, 72% dos brasileiros não acreditam na conquista do hexacampeonato. Apenas 25% demonstram confiança em um sexto título mundial, o menor índice registrado em quase três décadas.
A pesquisa ouviu 2.004 pessoas em 120 municípios brasileiros entre os dias 9 e 13 de abril de 2026. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09285/2026.
E se a falta de confiança atual chama atenção, vale lembrar que a Seleção também chegou desacreditada ao Mundial de 2002. Entre o vice-campeonato na Copa de 1998 e a conquista do pentacampeonato, o Brasil passou por um período de instabilidade, com quatro treinadores diferentes no comando da equipe.
Vanderlei Luxemburgo
Candinho
Emerson Leão
Felipão
O mesmo se repete agora, quando, de 2022 a 2026, o Brasil teve:
Ramon Menezes
Fernando Diniz
Dorival Júnior
Carlo Ancelotti
Ronaldo e Neymar
Ronaldo na Copa de 2022 e Neymar no treino da Seleção Brasileira para a Copa de 2026 │AFP PHOTO /ANTONIO SCORZA e MAURO PIMENTEL / AFP
Dentro de campo, as comparações também aparecem. Em 2002, o ataque brasileiro era formado por Rivaldo, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho. Em 2026, a expectativa recai sobre Vinícius Júnior, Neymar e Raphinha.
Entre os paralelos mais evidentes está justamente a situação do principal nome da equipe. Há 24 anos, Ronaldo chegava cercado por dúvidas após passar quase dois anos afastado dos gramados por graves lesões nos joelhos. Apesar do talento incontestável, havia incertezas sobre sua condição física e capacidade de retomar o protagonismo.
Neymar vive um cenário semelhante. O camisa 10 se recupera de uma lesão na panturrilha que, segundo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), deve afastá-lo dos gramados por até três semanas. A Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo em 13 de junho, diante do Marrocos.
O atacante está concentrado com o grupo na Granja Comary e segue sendo acompanhado pelo departamento médico da Seleção. Ainda assim, seu nome divide opiniões entre os torcedores. Além da sequência de lesões nos últimos anos, o desempenho recente do jogador também alimenta a desconfiança de parte da torcida.
Apesar disso, Carlo Ancelotti adotou postura semelhante à de Luiz Felipe Scolari em 2002. Assim como Felipão bancou a convocação de Ronaldo, o treinador italiano defendeu a presença de Neymar no grupo. A diferença é que fez uma ressalva pública: o atacante só entrará em campo se mostrar que merece a vaga.
Os números reforçam outra coincidência entre as duas histórias. Antes da convocação para a Copa de 2002, Ronaldo havia disputado apenas 16 partidas pela Inter de Milão após retornar das lesões. Neymar, por sua vez, chegou ao Mundial de 2026 com somente 15 jogos disputados pelo Santos na temporada.
Mudanças tecnológicas
Se em 2002 levar um celular para registrar momentos com amigos e familiares ainda era algo incomum, em 2026 a realidade é completamente diferente. Hoje, praticamente tudo vira conteúdo. Cada momento é fotografado, filmado e compartilhado em tempo real. Além das fotos, os smartphones permitem transmissões ao vivo, chamadas de vídeo e acesso instantâneo às redes sociais.
Na época do pentacampeonato, o aparelho que simbolizava a revolução da comunicação era o Nokia 3310. Agora, os smartphones dominam o cotidiano, com modelos cada vez mais avançados, como os iPhones de última geração.
Essa transformação tecnológica também mudou a forma como uma Copa do Mundo é acompanhada. Torcedores, jornalistas e jogadores estão conectados o tempo todo, acompanhando em tempo real tudo o que acontece dentro e fora dos gramados.
Ao mesmo tempo, o uso constante das redes sociais criou novos desafios para as seleções. A circulação instantânea de informações, rumores e opiniões ampliou a pressão sobre atletas e comissões técnicas. Não por acaso, algumas equipes passaram a adotar medidas para reduzir o uso de celulares durante períodos de concentração, além de estabelecer orientações sobre a frequência e o conteúdo das publicações feitas pelos jogadores ao longo do torneio.
Iphone 17, celular mais recente da Apple, e Nokia 3310, sucesso dos anos 2000 │Divulgação
Mas as mudanças não se limitam aos bastidores. Dentro de campo, a tecnologia também transformou o futebol.
A bola, que em 2002 era apenas um equipamento esportivo, hoje conta com sensores internos capazes de fornecer dados em tempo real e até exige recarga para o funcionamento de seus recursos tecnológicos. Além disso, ferramentas como o árbitro de vídeo (VAR) e o impedimento semiautomático se tornaram elementos centrais das partidas.
Esses avanços reduziram significativamente a margem para erros de arbitragem e tornaram mais difícil a ocorrência de lances polêmicos que marcaram edições anteriores da Copa do Mundo.
Um dos exemplos mais lembrados aconteceu justamente na estreia do Brasil no Mundial de 2002, contra a Turquia. Após a Seleção sair atrás no placar e empatar com Ronaldo, Luizão arrancou em velocidade aos 40 minutos do segundo tempo e foi atingido por um defensor turco fora da área. No entanto, o atacante caiu já dentro da área e o árbitro assinalou pênalti.
Na cobrança, Rivaldo converteu e garantiu a vitória brasileira por 2 a 1. Com os recursos tecnológicos disponíveis atualmente, a marcação provavelmente seria revisada e corrigida.
Em entrevista ao ge, Luizão relembrou o episódio com bom humor e reconheceu a importância do lance para a campanha brasileira. “Esse pênalti teve muita importância no nosso pentacampeonato”, afirmou.
Aquela vitória foi apenas o primeiro passo de uma trajetória que terminaria com o Brasil conquistando o quinto título mundial de forma invicta, feito que a Seleção tenta repetir agora, em um cenário muito mais conectado e tecnológico do que o vivido há 24 anos.
Fonte: Jovem Pan