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Sabatina de Jorge Messias será no dia 29

Está marcada para quarta-feira (29), às 9h, a reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para a sabatina do advogado-geral da União, Jorge Rodrigo Araújo Messias, indicado para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi confirmada pelo presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), nesta quarta-feira (22).
O relatório sobre a indicação, elaborado pelo senador Weverton (PDT-MA), foi lido na quarta-feira (15) e, inicialmente, a sessão para sabatinar Messias havia sido agendada para o dia 29. No entanto, a pedido de Weverton, a data havia sido adiantada para a terça-feira, 28. O senador disse ter sido procurado por outros parlamentares, que ponderaram sobre a proximidade da data da reunião com o feriado de 1º de maio, Dia do Trabalhador.
Otto, porém, confirmou à Agência Senado o retorno à data original da sabatina, e afirmou que a decisão se deu em função da dificuldade de comparecimento de todos os integrantes da CCJ na terça-feira (28) pela manhã.


Fonte: Senado Federal

Quando a dor vem antes do movimento: o corpo que sofre pelo que ainda não aconteceu

Você já sentiu dor antes mesmo de se mexer?
Parece estranho, mas é mais comum do que imaginamos. Pessoas que evitam dobrar o corpo porque “sabem que vai doer”. Atletas que travam antes de um movimento específico. Pacientes que, ao pensar em retomar uma atividade, já sentem o corpo responder com tensão, desconforto ou dor.
E se eu te dissesse que, em muitos desses casos, a dor não começa no movimento, mas na antecipação?
Durante muito tempo, aprendemos que a dor era um sinal direto do corpo, uma resposta a uma lesão, a um desgaste ou a um problema estrutural. Mas a ciência moderna tem mostrado algo mais complexo e, ao mesmo tempo, mais humano.
A dor não é apenas uma resposta ao que está acontecendo. Ela também pode ser uma resposta ao que o cérebro acredita que pode acontecer.

Quando o cérebro prevê perigo antes do movimento
Esse conceito está alinhado com uma das teorias mais relevantes da neurociência atual, o Predictive Processing. De forma simplificada, o cérebro funciona como um sistema de previsão. Ele usa experiências passadas, memórias e emoções para antecipar cenários futuros e preparar o corpo para eles.
Isso significa que, se você já sentiu dor ao realizar determinado movimento, o cérebro pode “aprender” essa associação. E, na tentativa de te proteger, ele começa a antecipar o perigo antes mesmo que ele exista de fato.
O resultado? O corpo entra em estado de alerta. Músculos se contraem. A respiração muda. O sistema nervoso aumenta a vigilância. E, em alguns casos, a dor aparece, mesmo antes do estímulo real.
Não se trata de fraqueza. Nem de imaginação. Trata-se de proteção.
O ciclo da dor: antecipação, tensão e evitação
O problema é que esse mecanismo, que deveria ser pontual e adaptativo, pode se tornar crônico. Quando o cérebro passa a prever ameaça o tempo todo, o corpo vive em um estado constante de prontidão. Esse acúmulo de estresse fisiológico é conhecido como Allostatic Load, uma sobrecarga que, ao longo do tempo, altera o funcionamento do organismo e amplifica a percepção de dor.
É nesse ponto que muitas pessoas se sentem confusas. “Mas meus exames estão normais.” “Não tem nada rompido.” “Então por que ainda dói?”
Porque, em muitos casos, a dor deixou de ser apenas um sinal do tecido… e passou a ser uma resposta do sistema. O cérebro não está interessado em precisão absoluta. Ele está interessado em segurança. E, diante da dúvida, ele prefere errar por excesso de proteção.
É como um alarme sensível demais, que dispara mesmo quando não há invasão.
Na prática clínica, isso aparece com frequência: pacientes que evitam movimentos por medo da dor e, ao evitá-los, reforçam ainda mais a ideia de ameaça. Cria-se um ciclo silencioso: antecipação, tensão, dor, evitação e novamente antecipação.
Como começar a quebrar esse padrão com segurança
Romper esse ciclo exige mais do que tratar músculos ou articulações. Exige compreender o papel das emoções, das memórias e, principalmente, das expectativas.
Reabilitar não é apenas fortalecer o corpo. É, também, ensinar o cérebro a se sentir seguro novamente. Isso envolve exposição gradual ao movimento, educação sobre dor, estratégias de regulação do sistema nervoso e, sobretudo, um processo de reconexão com o próprio corpo: sem medo, sem pressa, sem julgamento.
Porque, no fundo, talvez a pergunta mais importante não seja “onde dói?”, mas sim: “Do que o seu corpo está tentando te proteger?”
Quando entendemos isso, a dor deixa de ser apenas um problema a ser eliminado e passa a ser uma mensagem a ser compreendida. E, muitas vezes, o primeiro passo para melhorar não é fazer mais força: é diminuir o medo.
Prof. João Douglas Gil – CREFITO 3-13198
Fisioterapeuta
Head Nacional da Fisioterapia da Brazil Health


Fonte: Jovem Pan

Irã anuncia apreensão de navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz

A Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã, anunciou nesta quarta-feira (22) que sua força naval interceptou dois navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz e conduziu ambos para águas territoriais da República Islâmica.
“A força naval do Corpo de Guarda Revolucionária Islâmica identificou e deteve esta manhã, no Estreito de Ormuz, dois navios infratores”, afirmou o exército ideológico em um comunicado.
“Os dois navios infratores (…) foram apreendidos pelo CGRI e conduzidos para a costa iraniana”, acrescenta a nota.
As autoridades iranianas identificaram um navio como “MSC-FRANCESCA”, que disseram pertencer “ao regime sionista”, em referência a Israel, e o outro como “EPAMINONDAS”, alegando que “alterava os sistemas de navegação e colocava em perigo a segurança marítima”.
A Guarda Revolucionária fez um alerta contra qualquer ação contrária às normas da República Islâmica no Estreito, “assim como contra qualquer atividade que prejudique a segurança da navegação” nesta via marítima.
Segundo Teerã, os navios devem receber uma autorização para sair ou entrar no Golfo pelo Estreito de Ormuz, uma rota pela qual, em tempos de paz, transita 20% das exportações mundiais de petróleo e gás, assim como outros produtos essenciais.


Fonte: Jovem Pan

Brasileiras estão entre os feridos no ataque a tiros em pirâmides no México

Duas brasileiras estão entre os feridos no ataque a tiros nas pirâmides de Teotihuacán, no México, ocorrido na última segunda-feira (20), segundo o Ministério das Relações Exteriores.
Uma adolescente de 13 anos já recebeu alta hospitalar e está com a família. A outra vítima, uma mulher de 55 anos, segue internada, mas em estado estável e fora de risco.
Além das brasileiras, o ataque deixou uma turista canadense morta e ao menos 11 feridos de diferentes nacionalidades, entre eles americanos, colombianos, um russo e uma holandesa.
De acordo com as autoridades locais, o atirador, um homem mexicano, abriu fogo contra turistas e, em seguida, tirou a própria vida. A ação ocorreu por volta das 11h20, em um momento de grande movimento no ponto turístico.
Em nota, o Itamaraty informou que presta assistência consular às vítimas e suas famílias. As autoridades mexicanas abriram investigação para apurar a motivação do crime e anunciaram reforço na segurança da região.

Ataque foi planejado

O ataque “não foi espontâneo”, afirmou o procurador do Estado do México, José Luis Cervantes, em entrevista coletiva ao lado de Sheinbaum. O suposto autor do ataque foi identificado como Julio César Jasso Ramírez, 27 anos.
O homem “visitou previamente em várias ocasiões a zona arqueológica”, a menos de uma hora de carro da Cidade do México, e “se hospedou em hotéis próximos” para planejar a agressão, afirmou Cervantes.
O embaixador dos Estados Unidos no México, Ronald Johnson, manifestou “preocupação e tristeza” com o ataque.
“Estamos prontos para apoiar no que for necessário enquanto as autoridades mexicanas continuam com a investigação. Nossas orações estão com as pessoas afetadas e suas famílias”, escreveu no X.
*Com informações de Eliseu Caetano e AFP


Fonte: Jovem Pan

PSDB mede competitividade de candidatura própria antes de definir apoio a Tarcísio

O PSDB pretende medir a viabilidade e a competitividade de uma candidatura própria ao governo de São Paulo antes de decidir sobre um eventual apoio à reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) nas eleições de 2026. A discussão interna deve ganhar força a partir de maio.
Não há prazo definido, no entanto, para a conclusão do debate. Interlocutores afirmam que a decisão pode se estender até julho, período em que começam as convenções partidárias.
Parte da direção da sigla avalia que o apoio a Tarcísio de Freitas é um caminho bastante possível, principalmente se uma candidatura própria – hoje colocada na figura do ex-prefeito de Santo André e presidente estadual da federação tucana com o partido Cidadania, Paulo Serra (PSDB) – não mostrar competitividade suficiente. Nesse sentido, pesquisas de intenção de voto devem ser avaliadas.
Já o Palácio dos Bandeirantes, internamente, fala em grande probabilidade de apoio. Uma fonte do alto escalão chuta 95% de chances. Em levantamento divulgado na última quinta-feira (16), Paulo Serra apareceu em terceiro lugar nas intenções de voto para o governo, com 4,6% – há quem atribua o número a um possível reconhecimento, por parte do eleitor, do sobrenome, muito ligado ao ex-governador José Serra, também tucano.
Nos últimos dias, lideranças tucanas como Aécio Neves e o próprio Paulo Serra estiveram com Tarcísio, em encontros que aproximaram os grupos, mas nada foi definido. Até o momento, o PSDB tem mantido quadros em estados-chave, como parte de uma estratégia de tentar se manter relevante nacionalmente.
A definição deve passar, também, pela federação entre PSDB e Cidadania em São Paulo. Na próxima terça-feira (28), o deputado federal Alex Manente (Cidadania) assume o comando da federação no Estado, em cerimônia em Brasília. A decisão, portanto, será tomada de forma conjunta entre os partidos. Nesse sentido, há expectativa de que a saída de Serra do comando o impulsione como possível candidato.


Fonte: Jovem Pan

Defesa de Bolsonaro pede a Moraes autorização para cirurgia no ombro

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na terça-feira (21), autorização para a realização de uma cirurgia no ombro direito. A solicitação pede urgência na avaliação para que o procedimento seja realizado já na sexta-feira (24) ou no sábado (25).
De acordo com o documento, Bolsonaro apresenta um quadro de “dor persistente e incapacidade funcional” no ombro mesmo após tentar tratamentos conservadores e uso diário de analgésicos. Exames físicos e de imagem indicaram:

Lesão de alto grau no tendão supraespinhal – parte responsável por levantar o braço -;
Retração importante;
Comprometimento de outras estruturas da articulação, conhecidas como “manguito rotador”;

A cirurgia de reparação por via artroscópica foi formalmente indicada pelo médico ortopedista Alexandre Firmino Paniago.
Os advogados argumentam que o pedido possui natureza “estritamente humanitária e sanitária“, visando preservar a integridade física e a qualidade de vida do requerente, e destacam que não se trata de uma conveniência pessoal, mas de uma “necessidade terapêutica concreta”.
Ex-presidente em prisão domiciliar
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. No dia 24 de março, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a transferência do ex-presidente para prisão domiciliar por 90 dias. A decisão ocorreu após ele passar semanas internado na UTI de um hospital em Brasília para tratar uma broncopneumonia bacteriana bilateral.
Segundo o último relatório médico enviado ao STF na semana passada, o quadro pulmonar do ex-presidente apresenta uma evolução clínica “satisfatória” e uma “melhora sutil” no pulmão esquerdo.
Apesar de responder positivamente aos antibióticos, a equipe médica relatou que o processo de reabilitação tem sido desafiador. Durante as sessões de fisioterapia, Bolsonaro tem relatado forte fadiga muscular, perda de equilíbrio – causada por medicamentos – e dores na região dorsal, além de ter enfrentado um episódio de soluços que durou cerca de oito horas.
*Com informações do Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Ucrânia propõe à Turquia que sedie uma cúpula entre Zelensky e Putin

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andri Sibiga, afirmou nesta quarta-feira que as autoridades ucranianas solicitaram à Turquia que sedie uma cúpula entre o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, e seu homólogo russo, Vladimir Putin, para avançar no processo de paz na Ucrânia, ressaltando a importância de dar passos nessa direção e indicando que Kiev está aberta ao encontro, desde que não ocorra na Rússia nem na Bielorrússia.
“Defendemos uma reunião diplomática entre o presidente Zelenski e Putin para impulsionar uma nova dinâmica. Já perguntamos isso aos turcos e a outras capitais”, indicou o ministro das Relações Exteriores em declarações divulgadas pela agência Ukrinform.
Nesse sentido, ele enfatizou que a Ucrânia está aberta a que a cúpula seja realizada em outro país, exceto na Rússia ou na Bielorrússia. “Se alguma outra capital, além de Moscou e da Bielorrússia, organizar tal reunião, nós compareceremos. E isso é importante para nós”, afirmou.
Há semanas, Zelenski vem insistindo que é necessária uma cúpula no nível de chefes de Estado para acordar de uma vez por todas o fim da guerra com a Rússia.
“São necessárias reuniões no nível dos líderes para realmente resolver tudo”, avaliou o presidente ucraniano no final de março, ressaltando que o mais importante é estabelecer “garantias de segurança” que permitam vislumbrar o fim da guerra, uma vez que as iniciativas diplomáticas tripartites, com a mediação dos Estados Unidos, estagnaram após a guerra lançada contra o Irã no final de fevereiro.
*via Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Mais de 10 brasileiros são presos na Flórida em ação contra imigração ilegal

Uma operação policial na Flórida colocou a comunidade brasileira nos Estados Unidos novamente no centro de um escândalo envolvendo imigração. Autoridades prenderam 14 brasileiros suspeitos de integrar um esquema de fraude imigratória que, segundo investigadores, enganava imigrantes vulneráveis com promessas de regularização nos Estados Unidos, pedidos de vistos supostamente facilitados e processos migratórios conduzidos de forma ilegal.
O caso acendeu um alerta entre especialistas em imigração e autoridades americanas sobre o crescimento de redes clandestinas que atuam principalmente dentro de comunidades latinas e brasileiras nos EUA – explorando o medo da deportação, o desconhecimento das leis americanas e o desespero de quem busca permanecer legalmente no país.
Segundo registros públicos e informações divulgadas pela imprensa comunitária na Flórida, os investigados são acusados de participar de um esquema estruturado de fraude e atuação ilegal na área de imigração. As acusações incluem fraude eletrônica, extorsão e exercício ilegal da advocacia imigratória – prática considerada crime nos Estados Unidos quando feita sem licença apropriada.
A investigação ocorre em um momento de endurecimento das políticas migratórias nos Estados Unidos. Desde o retorno de medidas mais rígidas do governo do presidente Donald Trump, autoridades federais ampliaram operações contra fraudes migratórias, falsificação documental e esquemas ilegais voltados a imigrantes sem status regular.

Como funcionava o esquema
Embora as autoridades ainda não tenham divulgado todos os detalhes da investigação, fontes ligadas ao caso afirmam que o grupo prometia facilitar processos migratórios em troca de pagamentos altos — muitas vezes cobrando milhares de dólares de brasileiros recém-chegados aos Estados Unidos.
Entre os serviços oferecidos estariam:
• pedidos migratórios supostamente “garantidos”;
• preenchimento irregular de formulários federais;
• promessas falsas de obtenção de green card;
• orientação fraudulenta para pedidos de asilo;
• produção ou manipulação de documentos usados em processos imigratórios.
Investigadores acreditam que parte das vítimas pode ter entregue informações pessoais sensíveis, documentos e grandes quantias em dinheiro aos suspeitos.
Nos Estados Unidos, apenas advogados licenciados ou representantes credenciados pelo governo federal podem oferecer determinados tipos de assistência jurídica imigratória. Mesmo consultores ou “preparadores de formulários” possuem limitações rígidas sobre o que podem fazer legalmente.
Comunidade brasileira na mira
O caso causa preocupação porque brasileiros têm se tornado alvo frequente de golpes ligados à imigração nos EUA.
Com o aumento da imigração brasileira nos últimos anos, especialmente para estados como Florida, Massachusetts e New Jersey,  cresceu também um mercado paralelo de “consultores” que prometem atalhos para permanência legal no país.
Muitos imigrantes acabam recorrendo a esses serviços por não conseguirem pagar honorários de advogados especializados ou por medo de procurar ajuda oficial.
Especialistas afirmam que os esquemas costumam atingir principalmente:
• recém-chegados;
• pessoas em situação migratória irregular;
• trabalhadores sem domínio do inglês;
• famílias desesperadas para evitar deportação.
Em muitos casos, as vítimas só descobrem a fraude quando recebem notificações do governo americano informando que seus processos nunca existiram, foram preenchidos incorretamente ou continham informações falsas.
Além das perdas financeiras, vítimas de fraude imigratória podem enfrentar consequências graves nos Estados Unidos.
Dependendo do tipo de documento apresentado às autoridades, imigrantes podem acabar acusados de fraude federal — algo que compromete permanentemente futuros pedidos migratórios.
Erros em aplicações de asilo, vistos ou pedidos de residência podem resultar em:
• deportação;
• proibição de retorno aos EUA;
• perda de permissões de trabalho;
• bloqueio de futuros benefícios migratórios.
Em casos mais graves, imigrantes podem ser acusados criminalmente mesmo alegando que foram enganados por consultores.
Nos últimos anos, autoridades americanas também investigaram esquemas envolvendo:
• documentos falsos;
• fraudes em vistos;
• criação de identidades falsas;
• venda de contas fraudulentas para aplicativos;
• uso ilegal de informações pessoais de cidadãos americanos.
Em 2021, por exemplo, o FBI prendeu brasileiros acusados de participar de um esquema nacional de fraude financeira ligado à criação de contas falsas para aplicativos de transporte e entrega. Investigadores afirmaram que milhares de identidades teriam sido usadas ilegalmente.
Agora, investigadores acreditam que fraudes ligadas à imigração podem estar crescendo dentro de comunidades estrangeiras nos Estados Unidos, especialmente diante do aumento do medo de deportações e das mudanças constantes nas regras migratórias.
Clima de medo entre brasileiros
A prisão dos 14 brasileiros gerou preocupação em grupos de imigrantes na Flórida. Nos últimos meses, organizações comunitárias relataram aumento no número de brasileiros buscando ajuda após suspeitas de golpes migratórios.
Muitos afirmam ter pago milhares de dólares por processos que nunca avançaram. Outros descobriram tarde demais que haviam assinado documentos com informações falsas sem entender completamente o conteúdo.
O caso também reacende um problema histórico dentro da comunidade brasileira nos EUA: a atuação de falsos especialistas em imigração que se apresentam como “consultores”, “despachantes” ou “notários” – confundindo imigrantes que desconhecem as diferenças entre os sistemas jurídicos do Brasil e dos Estados Unidos.
Nos EUA, o termo “notary public”, por exemplo, não significa advogado, mas muitos imigrantes acabam sendo levados ao erro.
Investigação pode crescer
As autoridades ainda investigam se existem mais envolvidos no esquema e quantas vítimas podem ter sido afetadas. A expectativa é que novas denúncias apareçam nos próximos dias.
Investigadores também tentam identificar se havia conexões interestaduais ou possíveis ligações com outras redes de fraude migratória atuando em comunidades brasileiras nos Estados Unidos.
Enquanto isso, especialistas recomendam que imigrantes verifiquem cuidadosamente credenciais profissionais antes de contratar qualquer serviço ligado à imigração, especialmente em um momento de forte pressão migratória e aumento das operações federais no país.


Fonte: Jovem Pan

Veja como fica o rodízio de veículos em São Paulo nesta quarta-feira

O rodízio municipal de veículos voltou a vigorar normalmente na cidade de São Paulo nesta quarta-feira, 22, após o feriado de Tiradentes. No dia, a restrição de circulação no centro expandido, das 7h às 10h e das 17h às 20h, vale para veículos com placas de final 5 e 6.
A restrição foi suspensa na segunda-feira, 20, considerando a redução da circulação de veículos em razão do feriado prolongado de Tiradentes.
Conforme a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), as demais restrições existentes para caminhões, fretados e faixas exclusivas para ônibus na cidade foram mantidas ao longo da segunda-feira.
Já durante o feriado na terça-feira, 21, o rodízio de veículos e demais restrições não vigoraram na cidade, seguindo a previsão da legislação.
A Ciclofaixa de lazer foi ativada na terça-feira e o estacionamento rotativo pago (Zona Azul) funcionou conforme a sinalização do local.


Fonte: Jovem Pan

Em Portugal, Lula diz que Trump tem que ‘ganhar logo’ Nobel da Paz para acabar com as guerras

Lula e primeiro-ministro de Portugal.
Ricardo Stuckert/ Presidência da República
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (21) que o presidente norte-americano Donald Trump tem que “ganhar logo” o Prêmio Nobel da Paz para acabar com as guerras no mundo.
“O que a gente vê todo santo dia são declarações — que eu não sei se são brincadeira ou não—, o presidente [Donald] Trump dizendo que já acabou com oito guerras e que ainda não ganhou o prêmio Nobel da Paz”, afirmou Lula.
“Então, é importante que a gente dê logo o Prêmio Nobel para o presidente Trump para não ter mais guerra. Aí, o mundo vai ver em paz, tranquilamente”, prosseguiu.
Lula comentava sua posição na defesa do multilateralismo, no combate do unilateralismo e protecionismo, além da importância de mudanças na Organização das Nações Unidas (ONU).
O presidente brasileiro lamentou a perda de força da entidade, principalmente no que diz respeito à mediação de guerras
“Historicamente, nós temos mostrado que a harmonia entre os Estados é a forma mais eficaz de você construir parcerias mais produtivas. Todo mundo sabe que eu sou defensor do multilateralismo, todo mundo sabe que eu sou inimigo do unilateralismo e do protecionismo”, justificou.
A declaração foi feita durante agenda em Portugal, ao lado do primeiro-ministro português Luís Montenegro.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Giro pela Europa
O presidente Lula faz um giro pela Europa desde a última sexta (17), com agendas na Espanha, na Alemanha e, agora, em Portugal. O país é a última parada do presidente antes do retorno para o Brasil.
Em Barcelona, na Espanha, Lula participou da 1ª Cúpula Brasil-Espanha, teve reuniões com o primeiro‑ministro Pedro Sánchez, assinou atos em áreas como igualdade de gênero, cooperação econômica e inovação e participou do Fórum Democracia Sempre, com outros líderes internacionais.
Já na Alemanha, o presidente se reuniu com o chanceler Friedrich Merz, participou da Feira Industrial de Hannover — a maior do mundo no setor — e destacou a agenda de transição energética e biocombustíveis.
Na ocasião, o brasileiro também menciono o interesse mútuo no fortalecimento das relações bilaterais e no acordo Mercosul-União Europeia.
Lula em agenda na Alemanha.
Ricardo Stuckert/ Presidência da República


Fonte:

g1 > Política