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Nunes Marques suspende pesquisa AtlasIntel que mostrou queda de Flávio por indícios de indução de respostas

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta segunda-feira (8) a suspensão da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada em 19 de maio, que apontava queda de seis pontos nas intenções de voto do pré-candidato Flávio Bolsonaro após o vazamento dos áudios envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro.
O levantamento mostrava Lula com 48,9% e Flávio com 41,8% em eventual segundo turno. Na pesquisa anterior, os dois estavam em empate técnico, com 47,8% e 47,5%, respectivamente.
O PL acionou o TSE argumentando que o questionário de 48 perguntas foi estruturado para induzir respostas negativas. A pesquisa incluía perguntas específicas sobre se os entrevistados tinham conhecimento dos áudios vazados e se o escândalo enfraquecia a candidatura de Flávio, o que o partido classificou como “contaminação da amostra por indução”.
A AtlasIntel defendeu a metodologia, afirmando que o objetivo era capturar o impacto de um evento político relevante em tempo real, prática comum em pesquisas eleitorais. O instituto havia declarado “plena tranquilidade diante de qualquer questionamento” sobre o levantamento.


Fonte: Conexão Política

Após ‘tarifaço’, governo brasileiro tenta novo encontro entre Lula e Trump

Auxiliares do Palácio do Planalto e do Itamaraty já confirmam que há um esforço nos bastidores para viabilizar uma nova reunião bilateral entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a cúpula do G7, marcada para os dias 15 a 17 de junho de 2026 em Évian, na França. Nossas fontes na capital americana, Washington DC, ligadas ao governo brasileiro e também algumas fontes ligadas ao presidente Donald Trump confirmam uma movimentação nesses sentidos.

A ideia é criar condições para que Lula converse diretamente com Trump sobre o novo tarifaço anunciado pelos EUA, o cenário eleitoral brasileiro e demais pendências bilaterais.

Fontes em Washington indicam que existe articulação concreta para tirar isso do papel e transformar em realidade, aproveitando a presença confirmada (ou altamente provável) dos dois líderes no mesmo evento.

O que Lula disse

Durante reunião ministerial no Palácio do Planalto no dia 3 de junho, Lula confirmou que decidiu ir ao G7 justamente por causa das novas tensões comerciais. Ele admitiu ter sido pego de surpresa com a proposta de tarifas adicionais e anunciou que enviará uma nova carta a Trump cobrando explicações. Lula reforçou que o Brasil “não vai abaixar a cabeça” e criticou o que considera interferência política, mencionando indiretamente ações de “traidores da pátria” ligadas ao ambiente eleitoral.

Tarifaço

A nova rodada de tarifas (proposta de 25% adicional sobre produtos brasileiros) vem na sequência de medidas anteriores e está prevista para entrar em vigor em breve — com discussões técnicas apontando para o dia 5 de junho ou prazo próximo, dependendo do relatório final do USTR (Representante Comercial dos EUA). O prazo maior para decisões definitivas vai até meados de julho.

O tema central é a pressão comercial, com possíveis ligações à classificação de facções como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.

Contexto com Flávio Bolsonaro

Essa movimentação ocorre poucas semanas após o encontro de Flávio Bolsonaro (senador e pré-candidato) com Trump no Oval Office, em 27 de maio de 2026. Flávio divulgou fotos do encontro e afirmou ter pedido a classificação das facções criminosas como terroristas – tema que ganhou repercussão e é visto por aliados de Lula como fator de tensão adicional nas relações bilaterais. O governo brasileiro busca agora retomar o diálogo direto no mais alto nível para evitar escalada.

A expectativa nos bastidores é de que, mesmo sem uma bilateral formal confirmada até o momento, os dois presidentes tenham ao menos uma conversa de ocasião durante o G7. O Planalto e o Itamaraty seguem trabalhando nas sondagens para que o encontro saia do campo das intenções e se concretize.


Fonte: Jovem Pan

Áudio: Pauta tem dívida rural, Copa feminina e apoio a resgatados do trabalho escravo

O Senado tem 11 projetos em pauta esta semana. Na terça-feira (9), está prevista a votação, no Plenário, do PL 5.760/2023, que estabelece novas medidas de proteção e acolhimento para trabalhadores resgatados de condições análogas à escravidão.  Na quarta (10), a pauta tem o PL 5.122/2023, que cria uma linha especial de crédito, com recursos do Fundo Social do Pré-Sal, para a renegociação de dívidas de produtores rurais.


Fonte: Senado Federal

TSE suspende divulgação de pesquisa da AtlasIntel sobre disputa para presidente a pedido do PL

*Matéria em atualização.


Fonte: Jovem Pan

França x Irlanda do Norte: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

França e Irlanda do Norte se enfrentam nesta segunda-feira (8), às 16h10 (de Brasília), pelos amistosos da Copa do Mundo, na Decathlon Arena Stade Pierre-Mauroy, em Lille, na França.

A França está no Grupo I da primeira fase da Copa do Mundo, ao lado de Senegal, Iraque e Noruega. A Irlanda do Norte não disputa o campeonato mundial desde 1986.

Onde assistir França x Irlanda do Norte ao vivo

A partida será transmitida ao vivo pelo SporTv (TV fechada), com início às 16h10 (de Brasília).


Fonte: Jovem Pan

Israel rejeita condições do Irã e diz que ‘continuará atuando’ no Líbano

Israel rejeita as condições do Irã e “continuará atuando” no Líbano contra o movimento islamista libanês Hezbollah, aliado de Teerã, declarou o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, nesta segunda-feira (8), após os primeiros ataques cruzados entre Israel e Irã desde o cessar-fogo de abril.

“Rejeitamos categoricamente as ameaças do Irã. Qualquer tentativa iraniana de estabelecer um vínculo entre o Líbano e o Irã com o objetivo de atacar Israel será recebida com uma resposta muito forte”, disse Katz em um comunicado divulgado por seu gabinete.

O Irã lançou mísseis contra Israel no domingo à noite e nesta segunda-feira, alegando ser uma retaliação a um bombardeio israelense contra o Hezbollah nos arredores de Beirute, o que, por sua vez, provocou ataques aéreos israelenses.

Ao anunciar a suspensão dos ataques nesta segunda-feira, Teerã afirmou que Israel enfrentaria uma resposta mais “enérgica” caso continuasse com os bombardeios.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que os ataques de Israel contra o Irã dissuadiram a República Islâmica de lançar novos ataques, levando à cessação das hostilidades entre os dois adversários.

“Neste momento, o fogo naquela frente está contido. Depois que atacamos o regime terrorista em Teerã, ele parou de nos atacar”, disse Netanyahu em um pronunciamento televisionado.

Ele advertiu, no entanto, que caso o Irã “cometa o erro de retomar os ataques contra nós, responderemos com toda a força”.

Ligação de Trump

As declarações acontecem após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, telefonar para Benjamin Netanyahu, segundo um funcionário da Casa Branca à AFP, sem dar mais detalhes. A ligação entre os chefes de Estado aconteceu horas após diversos bombardeios aéreos entre Irã e Israel.

Após semanas de negociações com o objetivo de pôr fim ao conflito iniciado em 28 de fevereiro por ataques aéreos israelenses e americanos contra o Irã, as tensões voltaram à tona após um ataque aéreo israelense nos arredores de Beirute, no Líbano, no domingo (7), ao qual o Irã respondeu com um lançamento de diversos mísseis.

Os militares israelenses lançaram ataques contra diversas cidades iranianas, incluindo Teerã, visando sistemas de defesa e um complexo petroquímico.

Em mensagem publicada na rede social Truth Social, Trump chegou a pedir para que ambos os países cessassem as hostilidades “imediatamente”.

As relações entre os líderes americano e israelense se deterioraram significativamente nas últimas semanas, com Trump chegando a dizer a Benjamin Netanyahu que ele estava “completamente louco” durante uma recente ligação telefônica.

Colapso da trégua

A nova escalada teve início no domingo (7), após um bombardeio israelense no distrito de Dahiyeh, em Beirute, que Tel Aviv alegou ter como alvo um centro de comando militar. Em resposta, Teerã disparou uma salva de mísseis contra Israel.

Os militares israelenses reivindicaram a autoria de novos ataques nesta segunda contra sistemas de defesa iranianos e um complexo petroquímico.

A gravidade do confronto gerou reação imediata da Casa Branca. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou sua rede social, Truth Social, para exigir o fim das hostilidades: “Israel e Irã devem parar de atirar imediatamente”.

Em entrevista ao portal Axios, Trump reforçou o descontentamento: “Israel lançou seu ataque, e o Irã lançou o seu. Não precisamos de outro”.


Fonte: Jovem Pan

Áudio: Policiais e bombeiros podem receber indenização por atuação na pandemia

A Comissão de Segurança Pública (CSP) pode votar nesta terça-feira (9) o pagamento de uma indenização financeira para agentes de segurança pública que ficaram permanentemente incapacitados ou que morreram após atuar na linha de frente da pandemia de covid-19. O PL 2.038/2020, do senador Marcos do Val (Avante-ES), inclui policiais, guardas e bombeiros em uma lei que já beneficia os trabalhadores da saúde.


Fonte: Senado Federal

Campanha de Flávio Bolsonaro define que sede será em São Paulo

A equipe de Flávio Bolsonaro (PL) bateu o martelo e definiu que o QG da pré-campanha será instalado em São Paulo. A decisão é recente e representa uma mudança de rumo, uma vez que a ideia original era manter a estrutura principal em Brasília.

A definição foi tomada com base em alguns pontos específicos: o fato de o Estado ser o maior colégio eleitoral do país; a expectativa de estreitamento de laços com o setor empresarial e a Faria Lima, na capital, e a aliança do senador e pré-candidato à Presidência com o governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o prefeito Ricardo Nunes (MDB). Além disso, a o entendimento é que a sede em São Paulo também facilita viagens e deslocamentos, além de reuniões.

A partir de agora, o local do QG será escolhido. A equipe de Flávio passa por um momento de estruturação após mudanças recentes na comunicação.


Fonte: Jovem Pan

Moraes vota pela rejeição de recurso de Roberto Jefferson contra multa de R$ 452 mil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (5) pela rejeição de um recurso de Roberto Jefferson contra uma multa de R$ 452 mil imposta ao ex-deputado federal.
Jefferson foi condenado a pagar a multa em um processo no qual foi sentenciado a 9 anos de prisão por calúnia, homofobia e por incitação à prática dos crimes de abolição do Estado democrático de direito e de dano qualificado (leia mais aqui).
O julgamento do recurso contra a multa ocorre no plenário virtual do STF e os votos dos ministros podem ser inseridos no sistema até o dia 15.
O valor de R$ 452 mil pode ser parcelado em 24 vezes de R$ 18,8 mil. A quitação é condição para a progressão de regime prisional.
Agora no g1
A defesa de Roberto Jefferson alega que a multa fixada tem caráter confiscatório, diante do seu “excessivo valor”, da desproporcionalidade à infração e do comprometimento grave do patrimônio do ex-deputado.
Condenação em 2024
Em 2024, Jefferson foi condenado a nove anos, um mês e cinco dias de prisão por incitar a prática de crimes e atentar contra o exercício dos Poderes, além dos crimes de calúnia e homofobia.
O Supremo acolheu denúncia da Procuradoria-Geral da República que o acusou de ter incentivado a população a invadir o Senado e a “praticar vias de fato” contra senadores, além de ter defendido a explosão do prédio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e de ter ofendido autoridades.
Atualmente, Jefferson cumpre a pena em prisão domiciliar em Comendador Levy Gasparian (RJ), com uso de tornozeleira eletrônica e proibição de usar redes sociais.
O ex-deputado Roberto Jefferson em imagem de arquivo
JN


Fonte:

g1 > Política

Áudio: PEC que amplia autonomia do Banco Central é o primeiro item da pauta da CCJ

A proposta de emenda à Constituição que dá autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central é o primeiro item da pauta de votações da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) desta quarta-feira (10). Apresentada pelo senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), a PEC 65/2023 tem como relator o senador Plínio Valério (PSDB-AM), que incluiu artigos sobre a gratuidade e a segurança do PIX. Se a PEC for aprovada, o BC não dependerá mais da União e poderá usar a renda de seus ativos financeiros, além de outras receitas, para se custear.


Fonte: Senado Federal