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Qual o SUV mais econômico para viajar com a família: análise técnica e comparativo de autonomia

Escolher o veículo ideal para o transporte familiar envolve equilibrar espaço interno, segurança e, crucialmente, o custo de operação. Quando a dúvida é “qual o SUV mais econômico para viajar com a família”, a resposta técnica exige uma análise que vai além da etiqueta do Inmetro. É necessário avaliar a relação entre peso/potência, a eficiência térmica do motor em regime rodoviário e a autonomia total proporcionada pela capacidade do tanque de combustível.
No cenário atual, a disputa pela eficiência se divide entre os conjuntos híbridos (HEV) e os motores turbo de baixa cilindrada (downsizing) com injeção direta. Abaixo, analisamos os principais concorrentes do segmento, focando em como a engenharia de cada um impacta o bolso durante viagens longas.
Especificações de motorização e consumo rodoviário
Para determinar a eficiência real em viagens, selecionamos três referências de mercado que representam diferentes abordagens de engenharia: o Toyota Corolla Cross XRX Hybrid (híbrido pleno), o GWM Haval H6 HEV (híbrido forte) e o Volkswagen T-Cross 200 TSI (combustão eficiente).
A eficiência em estrada difere do ciclo urbano. Em rodovias, a aerodinâmica (coeficiente de arrasto – Cx) e o escalonamento do câmbio são determinantes.
Toyota Corolla Cross (Conjunto Híbrido Flex)
Este modelo utiliza um sistema que prioriza a eficiência térmica através do Ciclo Atkinson, que retarda o fechamento das válvulas de admissão para aproveitar melhor a explosão da mistura ar/combustível.

Motorização: 1.8L VVT-i + 2 motores elétricos (MG1 e MG2).
Potência Combinada: 122 cv.
Transmissão: Hybrid Transaxle (simula CVT).
Consumo rodoviário (Gasolina): 14,7 km/l (Dados Inmetro, podendo variar conforme topografia).
Capacidade do Tanque: 43 litros.

GWM Haval H6 HEV (Híbrido Turbo)
Diferente do Toyota, o Haval utiliza um motor a combustão turboalimentado, entregando mais torque em ultrapassagens, o que exige menos “esforço” do motor em subidas de serra, por exemplo.

Motorização: 1.5 Turbo + Motor elétrico.
Potência Combinada: 243 cv.
Transmissão: DHT (Dedicated Hybrid Transmission) de 2 marchas.
Consumo Rodoviário (Gasolina): 13,0 km/l (Média técnica, o sistema prioriza o elétrico em baixas velocidades).
Capacidade do tanque: 55 litros.

Volkswagen T-Cross 200 TSI (Combustão Pura)
Representando os motores térmicos modernos, o 1.0 TSI aposta na injeção direta de combustível em alta pressão (250 bar) para pulverizar a gasolina de forma a queimar quase 100% da mistura.

Motorização: 1.0 Turbo de 3 cilindros.
Potência: 128 cv (Etanol) / 116 cv (Gasolina).
Transmissão: Automática de 6 velocidades (AQ250).
Consumo Rodoviário (Gasolina): 14,9 km/l (Frequentemente supera 16 km/l em velocidade de cruzeiro constante).
Capacidade do Tanque: 52 litros.

Pontos fortes e fracos na estrada
A escolha de qual o SUV mais econômico para viajar com a família depende também do comportamento dinâmico. Um carro que consome pouco mas exige reduções constantes de marcha pode se tornar cansativo.
Híbridos (Corolla Cross):

Vantagens: Silêncio a bordo e economia imbatível em trechos de serra (descida) devido à frenagem regenerativa que recarrega a bateria.
Desvantagens: O tanque de apenas 43 litros limita a autonomia total, exigindo mais paradas. O desempenho em retomadas de alta velocidade (100-120 km/h) é modesto.

Híbridos Turbo (Haval H6):

Vantagens: Sobra de potência para ultrapassagens seguras, mesmo com o carro carregado (família + bagagem). O pacote ADAS (assistência à condução) reduz o consumo ao manter velocidade constante.
Desvantagens: Em velocidades de cruzeiro constantes e altas (acima de 110 km/h), o motor a combustão atua mais frequentemente, aproximando o consumo de um carro 2.0 comum.

Combustão Turbo (T-Cross):

Vantagens: O câmbio automático convencional aproveita bem a inércia em retas planas (função “roda livre” em alguns modos). Baixo custo de aquisição comparado aos híbridos.
Desvantagens: Sensível à qualidade do combustível. Perde eficiência drasticamente se o condutor tiver um “pé pesado”, acionando a turbina constantemente.

Checklist de manutenção pré-viagem para economia
Para que o veículo atinja os números de fábrica citados acima, a manutenção deve estar rigorosamente em dia. Um SUV desregulado pode aumentar o consumo em até 20%. Siga este procedimento técnico:
1. Verificação da pressão e estado dos pneus
Pneus com calibragem abaixo do recomendado aumentam a superfície de contato com o solo, elevando o atrito e o esforço do motor.

Utilize a pressão indicada para “carro carregado” (consulte a coluna B ou a tampa do tanque).
Verifique o alinhamento: rodas desalinhadas criam um “arrasto” lateral, forçando o motor a empurrar o carro contra a própria geometria da suspensão.

2. Substituição do filtro de ar do motor
O filtro de ar é o “pulmão” do motor. Se estiver obstruído por poeira:

A central eletrônica (ECU) enriquece a mistura (injeta mais combustível) para compensar a falta de ar, visando manter a temperatura da câmara de combustão.
Troque o filtro a cada 10.000 km ou antes se transitar por estradas de terra.

3. Descarbonização e velas de ignição
Motores com injeção direta (como o TSI e o 1.5 do Haval) sofrem com carbonização nas válvulas.

Velas desgastadas (gap aberto) exigem mais voltagem das bobinas e resultam em queima incompleta do combustível.
Utilize apenas velas de Iridium ou Platina conforme especificação original para garantir a centelha ideal.

Comparativo de autonomia e custo por km
O dado mais relevante para o planejamento financeiro da viagem é o custo por quilômetro rodado e a autonomia (distância percorrida com um tanque).
Considerando o preço médio da gasolina a R$ 5,80 (valor hipotético de referência):

Volkswagen T-Cross:
Autonomia estimada: 52L x 14,9 km/l = 774 km.
Custo por km: R$ 0,38.
Toyota Corolla Cross:
Autonomia estimada: 43L x 14,7 km/l = 632 km.
Custo por km: R$ 0,39.
Haval H6 HEV:
Autonomia estimada: 55L x 13,0 km/l = 715 km.
Custo por km: R$ 0,44.

Nota técnica: Embora o Corolla Cross seja extremamente eficiente em ciclo misto (cidade/estrada), na estrada pura e em velocidade constante, o T-Cross se beneficia de um tanque maior e aerodinâmica favorável, oferecendo maior autonomia total.
Se o foco estrito é responder qual o SUV mais econômico para viajar com a família sob a ótica financeira do combustível, os SUVs compactos com motor turbo 1.0 (como o VW T-Cross ou Fiat Pulse) apresentam o menor custo por quilômetro em regime rodoviário puro, superando marginalmente os híbridos que perdem a vantagem da regeneração de energia em rodovias planas de alta velocidade. No entanto, se a viagem incluir trechos urbanos ou serras, o Corolla Cross Hybrid retoma a liderança técnica em eficiência energética, apesar da autonomia limitada pelo tanque pequeno.


Fonte: Jovem Pan

A anatomia das eliminações da Seleção Brasileira e o planejamento tático

A Copa do Mundo da FIFA é o principal torneio de seleções do futebol, disputado a cada quatro anos e acompanhado por bilhões de espectadores. A Seleção Brasileira é a maior vencedora histórica da modalidade, com cinco títulos conquistados, o que confere ao país o status de potência esportiva global. No entanto, o esporte passou por uma rigorosa revolução física e estratégica nas últimas duas décadas, evidenciando uma defasagem competitiva do modelo sul-americano. A sucessão de quedas diante de adversários europeus transformou a busca pelo hexacampeonato em um objeto de estudo clínico, no qual tática, disciplina e resiliência se tornaram o centro do debate.
A linha do tempo das quedas em confrontos eliminatórios
Desde a conquista do pentacampeonato em 2002, o Brasil disputou cinco edições do torneio e foi despachado exclusivamente por países do continente europeu nas fases de mata-mata. O histórico recente desenha um padrão de falhas coletivas e erros de leitura de jogo em momentos cruciais, anulando vantagens técnicas individuais.

2006 (França): O sistema ofensivo ruiu diante da organização tática francesa. A falta de intensidade física na marcação e o distanciamento entre os setores resultaram em uma eliminação apática por 1 a 0.
2010 (Holanda): A equipe perdeu o controle do jogo após sofrer o gol de empate. A instabilidade em campo e a expulsão de Felipe Melo no segundo tempo decretaram o revés por 2 a 1.
2014 (Alemanha): O maior trauma esportivo do país ocorreu devido a um colapso completo do sistema defensivo. A ausência de um plano tático alternativo resultou no histórico 7 a 1.
2018 (Bélgica): Uma derrota pautada pela superioridade estratégica do adversário. A seleção não conseguiu adaptar suas linhas de marcação para neutralizar os contra-ataques estruturados pelo meio-campo belga e perdeu por 2 a 1.
2022 (Croácia): Um erro sistêmico de gerenciamento de tempo. Faltando cinco minutos para o fim da prorrogação, o Brasil permitiu um contragolpe com a defesa desarrumada, levando a decisão para os pênaltis e consolidando a sexta eliminação em quartas de final na história.

Os fundamentos táticos e a execução do controle emocional
No futebol de elite contemporâneo, a vitória exige a aplicação rigorosa de diretrizes e regras sistêmicas. A Seleção Brasileira tem falhado na execução dos preceitos que regem os jogos de alta tensão. A primeira normativa ignorada frequentemente é a gestão do espaço e do relógio. Contra a Croácia, a tentativa de executar uma marcação em bloco alto, com superioridade numérica no campo de ataque enquanto o placar já era favorável, demonstrou uma quebra letal de concentração tática.
A fragilidade psicológica sob pressão
O aspecto mental é outro fundamento historicamente negligenciado na preparação. Especialistas apontam que o Brasil carece de lideranças analíticas dentro das quatro linhas. Em momentos de adversidade, o comportamento padrão dos jogadores tem sido o de abandonar o desenho tático original para tentar resolver a partida por meio de ações individuais. Essa desorganização quebra o balanço defensivo da equipe, gerando buracos de marcação que expõem os zagueiros a situações de desvantagem numérica.
Para competir no mais alto nível, a compactação das linhas e a flexibilidade das formações tornaram-se regras não escritas do jogo. A rigidez do sistema brasileiro, muitas vezes preso à dependência de pontas abertos e de uma única referência criativa centralizada, tornou a equipe previsível diante da defesa em blocos baixos e compactos operada pelas seleções europeias.
O material humano e as exigências do novo ciclo
A engrenagem do futebol internacional exige que o material humano passe por atualizações constantes de perfil e valências. Para o atual ciclo de Copa do Mundo, o equipamento tático exigido nas convocações demanda a erradicação da dependência exclusiva de uma única estrela. A imposição do jogo moderno distribui a responsabilidade de criação, marcação e finalização por todos os setores do campo.
O meio-campo moderno demanda volantes e meias que consigam unir potência física à inteligência espacial para dominar as zonas centrais. O Brasil enfrenta o desafio de reconfigurar o seu motor, buscando peças que consigam cadenciar o ritmo da partida, uma ferramenta cuja ausência foi crucial para a incapacidade de reter a posse de bola nos minutos finais do último Mundial.

As engrenagens fundamentais para o modelo de jogo atual:
Pontas com capacidade associativa e visão periférica, priorizando a infiltração diagonal em detrimento do drible estático na linha de fundo.
Laterais com perfil de construção de jogo, atuando no corredor interno para gerar superioridade e opções de passe no meio-campo.
Um bloco defensivo treinado para a transição imediata, sufocando a saída de bola adversária sem desproteger a intermediária defensiva.

As estatísticas do jejum e a reestruturação para o novo formato
A estagnação de resultados impôs marcos estatísticos amargos para o país. O Brasil atingiu a marca de 24 anos sem levantar o troféu, igualando seu pior e mais longo jejum histórico, registrado no período entre as conquistas de 1970 e 1994. Adicionalmente, o esquadrão nacional consolidou a indesejada estatística de liderar as eliminações na fase de quartas de final, somando seis quedas nesta exata etapa do chaveamento.
A competição que será sediada na América do Norte apresenta um cenário logístico e esportivo inédito. A expansão do quadro de participantes para 48 seleções altera diretamente as regras de progressão no torneio, adicionando a fase de 16 avos de final. Esse regulamento ampliado exigirá um gerenciamento de elenco muito mais criterioso, uma vez que as seleções finalistas terão de suportar o desgaste de oito partidas oficiais ao invés das sete tradicionais. A matemática do novo cruzamento indica que embates contra europeus de primeiro escalão ou adversários sul-americanos tradicionais serão antecipados, reduzindo a margem para oscilações.
O cenário esportivo brasileiro em direção ao Mundial é pautado pela urgência. As recentes janelas de competições internacionais e fases classificatórias revelaram as rachaduras de um modelo de jogo que precisa ser modernizado em sua raiz para suportar a imposição atlética global. Superar o bloqueio nas partidas decisivas, estabelecer a inteligência tática sobre o improviso e formar uma estrutura coletiva sólida formam o passaporte obrigatório para que a Seleção volte a ditar o ritmo no topo do futebol mundial.


Fonte: Jovem Pan

OAB rebate Gilmar Mendes e diz ‘apurar, processar e punir’ advogados que cometem fraudes

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) rebateu nesta sexta-feira (24) fala do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a atuação da instituição durante entrevista ao Jornal da Globo, na quarta-feira (22).
Na entrevista, o magistrado foi perguntado sobre a sua manifestação a favor da Reforma do Judiciário, proposta pelo ministro Flávio Dino. Gilmar Mendes disse ser o momento ideal para se discutir a temática e afirmou haver vários problemas na atuação do Judiciário, como exemplo, foi citada a OAB.
“A OAB de São Paulo tem criticado muito o Supremo Tribunal Federal, mas a gente também pode fazer a pergunta: o que a OAB tem feito contra as fraudes perpetradas por advogados?”, questionou Gilmar Mendes.
Em nota, a OAB disse que “apura, processa e pune, sim, advogados que pratiquem infrações éticas e disciplinares”. A Ordem dos Advogados afirmou fazer o procedimento por “via própria e juridicamente adequada” para qualquer “processo ético-disciplinar”.
“Se tais providências nem sempre ganham publicidade externa, isso não decorre de omissão, tolerância ou leniência. Decorre, ao contrário, do modelo legal adotado pelo Estatuto da Advocacia, que impõe sigilo à tramitação desses feitos até o seu término”, declarou a OAB.
A instituição acrescentou que o “processo ético-disciplinar” presta-se “à apuração responsável dos fatos e, quando cabível, à efetiva aplicação das sanções correspondentes“.
“Caso Vossa Excelência disponha de notícia específica de conduta potencialmente incompatível com a ética profissional, a Ordem, como sempre esteve, permanece à disposição para receber as informações pertinentes e dar-lhes o encaminhamento institucional cabível“, disse a instituição.

Leia a íntegra da nota da OAB
“A Diretoria do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e todos os Presidentes dos Conselhos Seccionais da OAB dirigem-se respeitosamente a Vossa Excelência em razão de manifestação feita em entrevista concedida ao Jornal da Globo, em 22 de abril de 2026”.
“A OAB recebe com naturalidade as provocações próprias do debate público. Em ambiente democrático, observações, propostas e ponderações sobre o funcionamento das instituições da República — inclusive do Poder Judiciário — não devem ser tomadas como ataques, mas como manifestações legítimas de participação institucional e de compromisso com o aprimoramento da vida pública”.
“É justamente nesse espírito, e com o respeito que esta Casa sempre devotou ao Supremo Tribunal Federal e a seus ministros, que a Ordem entende ser seu dever responder objetivamente à indagação formulada por Vossa Excelência”.
“A resposta é simples: a OAB apura, processa e pune, sim, advogados que pratiquem infrações éticas e disciplinares. Faz-se isso pela via própria e juridicamente adequada, qual seja, o processo ético-disciplinar, instaurado e conduzido pelos órgãos competentes da instituição, especialmente no âmbito das Seccionais, com estrita observância do contraditório, da ampla defesa e do devido processo”.
“Tais apurações podem ter início de ofício, quando presentes elementos que as justifiquem, ou mediante provocação ou representação regularmente formulada por quem tenha conhecimento dos fatos. Nesse contexto, caso Vossa Excelência disponha de notícia específica de conduta potencialmente incompatível com a ética profissional, a Ordem, como sempre esteve, permanece à disposição para receber as informações pertinentes e dar-lhes o encaminhamento institucional cabível”.
“Se tais providências nem sempre ganham publicidade externa, isso não decorre de omissão, tolerância ou leniência. Decorre, ao contrário, do modelo legal adotado pelo Estatuto da Advocacia, que impõe sigilo à tramitação desses feitos até o seu término. Trata-se de garantia legal que resguarda a seriedade da apuração, a higidez do procedimento e os direitos fundamentais das partes envolvidas. O processo ético-disciplinar, por sua natureza, não se presta à exibição pública; presta-se à apuração responsável dos fatos e, quando cabível, à efetiva aplicação das sanções correspondentes”.
“A Ordem dos Advogados do Brasil, em cada uma de suas 27 seccionais, cumpre diariamente esse dever institucional com sobriedade, firmeza e responsabilidade. Não transige com desvios éticos, mas também não renuncia às garantias que estruturam qualquer apuração legítima em um Estado de Direito”.
“Por isso, sem embargo do respeito pessoal e institucional que continua a dedicar a Vossa Excelência, a OAB presta o presente esclarecimento não para acirrar dissensos, mas para responder, com objetividade, urbanidade e lealdade institucional, à indagação que lhe foi publicamente dirigida”.
“A Ordem reafirma sua disposição permanente para o diálogo republicano entre instituições e renova a convicção de que esse diálogo deve ser sempre marcado pela franqueza, pela civilidade e pelo respeito recíproco”.


Fonte: Jovem Pan

Cantor Leonardo sofre acidente e aparece com olho roxo

O cantor Leonardo, de 62 anos, sofreu um acidente durante uma pescaria no Pantanal e apareceu com o olho roxo e inchado em uma série de vídeos publicados nas redes sociais nesta sexta-feira (24) por Poliana Rocha, sua esposa.
Segundo o cantor, em uma de suas pescarias durante a noite, ele escorregou e bateu o olho na canoa. “Vocês acham que vida de pescador é fácil, né?”, disse Leonardo mostrando o acidente no rosto.
Poliana, que estava gravando os vídeos, disse que tomou um susto quando viu a situação do marido. O cantor foi para a unidade do Hospital Israelita Albert Einstein em Goiânia e, após uma tomografia, Leonardo seguiria para um show no Paraná. “Ele só vai fazer um exame para checar se está tudo bem e já já vai para o aeroporto”, contou Poliana.
Nas redes sociais, o cantor compartilha suas pescarias no Pantanal e no Rio Araguaia, onde está frequentemente.


Fonte: Jovem Pan

Motorista de ônibus escolar é preso suspeito de abusar de menina de 10 anos

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, nesta sexta-feira (24), um motorista de ônibus escolar suspeito de abusar sexualmente de uma menina de 10 anos. O homem de 60 anos teria praticado o crime durante o trajeto da escola até a casa da vítima, na zona rural de Novo São Joaquim.
A mãe da menina denunciou o motorista na noite de quinta-feira (23) depois de a vítima chegar em casa com comportamento alterado. À mulher, a garota relatou que o homem a chamava para sentar ao seu lado sob a justificativa de ajudá-lo na abertura da porta do ônibus ao longo da estrada.
Durante o trajeto, o suspeito teria feito carícias nas pernas e nas partes íntimas da menina, o que resultou em lesões. Os irmãos da vítima, de 8 e 6 anos, também estavam no ônibus, mas sentados na traseira, e não presenciaram os fatos.
O homem foi detido quando fazia transporte de estudantes. A polícia conduziu o suspeito à Delegacia de Novo São Joaquim e o autuou por estupro de vulnerável.
Já a vítima, acompanhada pelo Conselho Tutelar, foi ouvida pela Perícia Oficial e Identificação Técnica e fez corpo de delito. O caso segue sob investigação policial.


Fonte: Jovem Pan

De olho na Liga das Nações, Bernardinho faz 1ª convocação da seleção para temporada 2026

De olho na Liga das Nações, que começa em junho, o técnico da seleção masculina de vôlei, Bernardinho, fez nesta sexta-feira (24) a primeira lista de convocados para temporada de 2026. Ao todo, seis atletas foram selecionados para iniciar a preparação para a Liga das Nações: 

Convocados

Honorato (ponteiro)
Thiery (central)
Maicon (ponteiro)
Barreto (central)
Pureza (líbero)
Guilherme Voss (central)

O Brasil estreia na competição jogando em casa. A primeira partida será em Brasília (DF), no dia 10, às 20h, contra o Irã. O ginásio Nilson Nelson será o palco das partidas que acontece em até o dia 14.
Entre os dias 24 e 28 de junho a equipe brasileira estará em Liubliana, capital da Eslovênia, para a segunda semana da competição. E, fechando a fase classificatória, o Brasil vai a Chicago (EUA) de 15 a 19 de julho.
A fase final será em Ningbo (CHN) entre 29 de julho e 2 de agosto.
 


Fonte: Jovem Pan

Brasil barra plataformas de previsões em política e esporte; decisão não afeta bets

Celular mostra ofertas de especulação sobre esportes na Polymarket
AP Photo/Jenny Kane
O Banco Central do Brasil tornou pública nesta sexta-feira (24) uma nova resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que proíbe a oferta e a negociação, no país, de apostas de previsões atreladas a eventos esportivos, jogos on-line e temas políticos, eleitorais, sociais, culturais ou de entretenimento.
A norma, aprovada em sessão realizada na quinta-feira (23) e que passa a valer em 4 de maio, não afeta as bets já conhecidas no Brasil.
Na prática, a regra impede no Brasil plataformas como Kalshi e Polymarket de oferecer apostas sobre eleições, jogos, reality shows e outros acontecimentos que não sejam ligados à economia.
A resolução continua permitindo os chamados contratos de eventos ligados a indicadores da economia e do mercado financeiro, como inflação, juros, câmbio, risco de crédito, preços de commodities, ações e outros ativos negociados em mercados autorizados, além de outras variáveis econômicas que possam ser comprovadas.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) vai detalhar as regras e fiscalizar a medida. A proibição também vale para produtos oferecidos no Brasil, mesmo que sejam negociados fora do país.
O que são plataformas de previsões? Qual a diferença para as outras bets?
💰 Nas casas de apostas conhecidas como “bets”, o usuário aposta uma determinada quantia em um resultado e, se acertar, recebe um prêmio fixo.
💰 Já os contratos de evento funcionam de forma diferente: o usuário compra uma posição de “sim” ou “não” sobre algo que pode acontecer, e esse contrato tem um preço que sobe ou cai conforme as probabilidades mudam, como uma ação na bolsa.
Por causa das diferentes lógicas financeiras, os dois produtos têm reguladores diferentes no Brasil. As bets esportivas são supervisionadas pelo Ministério da Fazenda. Os contratos de evento, por se parecerem com derivativos, são território do Conselho Monetário Nacional e da CVM.
Na prática, quem usa as outras bets licenciadas no Brasil não é afetado pela decisão.
O que são derivativos
Derivativos são contratos que travam antecipadamente o valor de algo, como juros, petróleo ou bolsa de valores, para que uma empresa ou investidor não seja surpreendido por variações de preço no futuro.
Por exemplo: uma companhia aérea pode fechar hoje um contrato travando o preço do querosene de aviação para os próximos seis meses. Se o petróleo disparar, ela está protegida.
O objetivo não é lucrar com a alta, mas garantir previsibilidade. No mercado financeiro, isso se chama hedge.


Fonte:

g1 > Política

Taxa das blusinhas: receita dos Correios com encomendas internacionais cai de 22% para 8%

A participação das receitas com a distribuição de encomendas internacionais nas contas dos Correios caiu de 22% em 2023 para 7,8% em 2025, segundo as demonstrações financeiras da estatal publicadas no Diário Oficial da União na quinta-feira (24).
A queda está relacionada à criação do programa Remessa Conforme, do Ministério da Fazenda, que encerrou o monopólio dos Correios na distribuição de encomendas internacionais no Brasil e reduziu a receita da empresa nos últimos dois anos.
Em 2024, a estatal tinha registrado uma receita de R$ 3,9 bilhões com encomendas internacionais, já com uma redução de R$ 530 milhões para 2023.
Em 2025 o valor caiu para R$ 1,3 bilhão, com uma redução de R$ 2,6 bilhões em relação ao ano anterior.
Um documento produzido pela Diretoria Econômico-Financeira (Diefi) da instituição aponta que a criação do programa “Remessa Conforme” escancarou os problemas econômico-financeiros da empresa.
“A redução da participação de mercado no segmento de encomendas internacionais, que até agosto de 2024 representava uma espécie de “monopólio” para os Correios, evidenciou a ausência de reposicionamento negocial da Empresa, diante das transformações do comportamento da sociedade”, afirmou o documento assinado pela diretora Loiane de Carvalho Bezerra de Macedo.
Tesouro aprova empréstimo para Correios de R$ 12 bilhões com garantias da União
Jornal Nacional/ Reprodução
Taxa das blusinhas
Em 2023, o governo criou o programa Remessa Conforme que passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. Até então, essas compras estavam isentas para empresas. A medida ficou conhecida como “taxa das blusinhas”.
Com a instituição do programa, a legislação brasileira passou a permitir que empresas de transportes façam o frete pelo Brasil de mercadorias internacionais, deixando de ser obrigatória a distribuição das encomendas junto aos Correios, como era feito até então.
A medida gerou um impacto significativo nas receitas dos Correios. Um estudo produzido pela empresa no começo de 2025 apontou que a estatal teve um prejuízo de receita de R$ 2,2 bilhões após o implemento do programa.
Redução de transporte de encomendas
Um documento interno dos Correios aponta que o volume de encomendas internacionais transportadas caiu cerca de 110 milhões de objetos nos nove primeiros meses de 2025, na comparação com o mesmo período de 2024.
Ao todo, a empresa transportou 149 milhões de pacotes até setembro de 2024, contra 41 milhões de encomendas no mesmo período do ano passado.
Tráfego Postal Internacional
Reprodução/ Correios
Com a difusão das compras por meio de marketplaces internacionais nos últimos anos, a receita com encomendas estrangeiras, que já chegou a responder por quase 25% de todo o faturamento da empresa, agora representa apenas 8,8%.
Em julho de 2024, a empresa transportou 21 milhões de pacotes e teve uma receita de R$ 449 milhões, contra 3 milhões de encomendas e R$ 87 milhões em receita em setembro passado — a menor quantidade em 23 meses.
Ciclo vicioso de prejuízo
Essa frustração de receitas gerou um “ciclo vicioso de prejuízos” nos últimos anos, admitido pelos próprios Correios.
“Formou-se, assim, um ciclo vicioso de perda de clientes e receitas, decorrente da baixa qualidade operacional, que reduziu progressivamente a geração de caixa necessária para regularizar as obrigações dos Correios”, afirmou a diretora Loiane de Carvalho Bezerra de Macedo.
Segundo o documento, o agravamento da performance operacional foi o principal responsável pelos prejuízos recorrentes registrados pela empresa nos últimos trimestres.
“As negociações com grandes clientes — responsáveis por mais de 50% da receita de vendas — tornaram-se cada vez mais sensíveis, comprometendo acordos e frustrando expectativas de resultado”, completou.


Fonte:

g1 > Política

Alcolumbre e Motta sinalizam apoio a projeto sobre combustíveis; governo quer acelerar votação

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), se mostraram favoráveis à proposta do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que prevê a redução temporária de impostos que incidem sobre combustíveis.
O anúncio da proposta foi feito nesta quinta (23) pelos ministros Dario Durigan (Fazenda), José Guimarães (Relações Institucionais) e Bruno Moretti (Planejamento). Em seguida, o texto foi protocolado pelo líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS).
Governo quer royalties para compensar isenção sobre combustíveis
Antes do envio da proposta, Hugo Motta e Alcolumbre se encontraram com Guimarães, Durigan e Moretti.
Segundo relatos de interlocutores, Motta prometeu “acelerar” a tramitação do projeto e Alcolumbre, por sua vez, “recebeu bem” a proposta, de acordo com aliados.
Em linhas gerais, o projeto prevê que quando uma guerra influenciar o preço do barril de petróleo, a exemplo da que acontece neste momento entre Israel e Irã, o governo federal ficará autorizado a reduzir impostos federais que incidem sobre combustíveis (leia detalhes mais abaixo).
Está prevista para a próxima semana uma reunião de líderes partidários, e o líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta, buscará um entendimento com os demais líderes para saber se é possível o plenário aprovar o chamado “regime de urgência” para a proposta.
🔎 O regime de urgência permite um andamento mais acelerado ao projeto. Ao entrar em urgência, uma proposta não precisa passar pelas comissões temáticas da Casa e pode ser analisada diretamente no plenário.
Na prática, a medida encurta a tramitação e o projeto é encaminhando diretamente para o plenário.
04/06/25 – Senador Davi Alcolumbre, presidente do Senado, e o deputado Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, durante abertura do BRICS Parliamentary Forum no Senado Federal.
Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo
Essa etapa é considerada necessária porque, se os líderes concordarem em pautar a urgência no plenário, se a medida for aprovada, os deputados já podem analisar em seguida o projeto em si.
Entenda a proposta
Segundo o governo federal, quando uma guerra no exterior influenciar os preços dos combustíveis no país, o presidente da República — mediante recomendação do Ministério da Fazenda — poderá editar um decreto reduzindo impostos federais que incidem sobre os combustíveis.
Além de impostos federais, também compõem os preços dos combustíveis itens como impostos estaduais, preço de distribuição e lucro dos postos, por exemplo.
Quais impostos poderão ser reduzidos: PIS, Cofins e Cide;
Sobre quais combustíveis: gasolina, etanol, biodiesel e diesel;
Por quanto tempo: até dois meses, mediante avaliação da equipe econômica sobre eventual prorrogação;
Quando houver receitas extras em áreas como: royalties do petróleo, venda de óleo pela PPSA e dividendos do setor de óleo e gás (quando a União for acionista).


Fonte:

g1 > Política

Em evento do PT, Lula diz ‘não corre atrás de adversários’ e que governo não perderá eleição se fizer ‘as coisas corretas’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta sexta-feira (24) que o partido que está no comando do governo “não corre atrás do adversário” e que acredita que não perderá a eleição caso o governo siga adotando medidas corretas.
“Se nós fizemos as coisas corretas, e acreditamos que nós fizemos as coisas corretas, nós não perderemos a eleição para ninguém neste país. […] O que é importante ter claro é que um partido que está no governo não corre atrás do adversário, é o adversário que corre atrás dele. É ele que tem que colocar a bola na frente”.
A declaração foi feita em um vídeo enviado pelo presidente para ser exibido durante o encontro nacional do PT, que acontece em Brasília.
Havia expectativa que o presidente participasse presencialmente do evento, no entanto, nesta sexta, o petista retirou uma lesão de câncer de pele no couro cabeludo e fez uma infiltração no punho para tratar uma tendinite no polegar da mão direita no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.
PT debate eleições em momento de queda de popularidade
Com isso, a presença do presidente no evento, que acontece até este domingo (27), ainda não está confirmada.
Segundo o médico Roberto Kalil Filho, os dois procedimentos ocorreram sem nenhuma intercorrência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ricardo Stuckert/ Presidência da República
O Partido dos Trabalhadores (PT) discutirá, neste fim de semana, em Brasília, um documento político que deve servir para traçar estratégias relacionadas às eleições de outubro, com orientação de alianças, e às futuras diretrizes partidárias. O texto será analisado durante o encontro nacional do partido.
Em manifesto que será debatido no congresso, a sigla propõe uma reforma no Judiciário “visando à democratização, mecanismos de autocorreção e fortalecimento do Estado de Direito”.
O documento também prevê reformas que o partido considera “decisivas, sem as quais o projeto democrático-popular permanecerá bloqueado”, sendo elas:
reforma política e eleitoral, “capaz de democratizar o poder e restituir a soberania popular e alterar o atual modelo de execução orçamentária através de emendas parlamentares”;
reforma tributária, “para corrigir distorções graves do sistema de impostos e financiar direitos”;
reforma tecnológica, “com vistas à soberania produtiva, científica e digital, fortalecida por uma ampla regulamentação dos oligopólios das plataformas digitais”;
reforma do Poder Judiciário, “visando à democratização, mecanismos de autocorreção e fortalecimento do Estado de Direito”; e
reforma administrativa, “que permita a reconstrução do Estado brasileiro e fortalecimento da capacidade pública”.


Fonte:

g1 > Política