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Raízen obtém apoio de credores para reestruturação extrajudicial de R$64,7 bi

Por Luciana Magalhaes


Fonte: UOL Noticias

A espécie de peixe que vive sem machos há 100 mil anos


Fonte: UOL Noticias

Marido mata mulher e se suicida na zona sul de São Paulo


Fonte: UOL Noticias

Bandidos furam oleoduto da Petrobras e vão presos pela polícia furtando combustível

m bando furou o oleoduto da Petrobras em Ceilândia (DF) e furtou aproximadamente 100 mil litros de combustível apenas nesta semana. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou a operação Est…


Fonte: UOL Noticias

Morre aos 93 anos Bernadette Chirac, uma das ex-primeiras-damas mais populares da França

morte de Bernadette Chirac, nesta sexta-feira (5) de junho, aos 93 anos, foi anunciada neste sábado (6) por sua filha Claude Chirac. Esposa do ex-presidente Jacques Chirac por mais de 60 anos, ela t…


Fonte: UOL Noticias

Brasil tem 100% de aproveitamento contra o Egito, adversário deste sábado

A Seleção Brasileira enfrenta o Egito neste sábado (6), às 19h (de Brasília), em Cleveland, nos Estados Unidos, com o objetivo de manter o retrospecto de 100% de aproveitamento contra o adversário. Em seis partidas disputadas entre as equipes na história, o Brasil obteve seis vitórias, com 18 gols marcados e quatro sofridos.

O jogo no Huntington Bank Field é o último compromisso da equipe comandada por Carlo Ancelotti antes da estreia na Copa do Mundo. O primeiro desafio no Mundial ocorre no próximo sábado (13), contra o Marrocos, em Nova Jersey.

Com o duelo desta noite, o Egito iguala Camarões como a nação africana que mais vezes enfrentou a Seleção Brasileira, totalizando sete partidas. O histórico de confrontos inclui jogos amistosos e uma partida oficial pela Copa das Confederações de 2009, vencida pelo Brasil por 4 a 3.

O encontro mais recente entre os dois países aconteceu em novembro de 2011, com vitória brasileira por 2 a 0. Do elenco atual, o lateral-esquerdo Alex Sandro é o único remanescente daquela partida.

Confira todos os jogos entre Brasil e Egito:

29/04/1960 – Brasil 5 x 0 Egito (Amistoso);

01/05/1960 – Brasil 3 x 1 Egito (Amistoso);

06/05/1960 – Brasil 3 x 0 Egito (Amistoso);

17/05/1963 – Brasil 1 x 0 Egito (Amistoso);

15/06/2009 – Brasil 4 x 3 Egito (Copa das Confederações);

14/11/2011 – Brasil 2 x 0 Egito (Amistoso);

Amistoso com mudanças

Em entrevista coletiva na sexta-feira (5), Ancelotti confirmou que, para o jogo deste sábado, a Seleção terá mudanças na escalação. Lucas Paquetá, Igor Thiago e o lateral Douglas Santos iniciarão a partida entre os titulares. Segundo o treinador, o objetivo é observar variações táticas no último teste antes da estreia na Copa do Mundo.

“Paquetá é um jogador importante para nós, porque tem características diferentes de outros meias. Também quero testar Igor Thiago para buscar uma opção diferente. O sistema com os quatro na frente é bastante consolidado, quero testar alternativas no último teste”, explicou o treinador na coletiva.

O técnico ressaltou que a entrada de novos atletas altera a dinâmica da equipe, mas não a estrutura principal. “O sistema não muda, mas muda a característica dos jogadores. Sei que o Paquetá não pode jogar como ponta, isso eu já entendi depois de 40 anos de futebol”, disse Ancelotti.

O Brasil vem de uma goleada por 6 a 2 no Maracanã contra o Panamá, no último jogo da Seleção em solo brasileiro antes do embarque aos EUA. A boa atuação, especialmente no segundo tempo, aumentou o as opções da comissão técnica.

Já o Egito também vem de uma vitória contra a Rússia, por 1 a 0.


Fonte: Jovem Pan

Irã lança mísseis contra Bahrein e Kuwait após novo ataque dos EUA

O Irã respondeu, neste sábado (6), a um ataque americano com o disparo de vários mísseis contra o Bahrein e o Kuwait, aliados de Washington no Golfo, em novas hostilidades que ameaçam a trégua vigente desde abril.

Semanas de negociações complexas, marcadas por ameaças e episódios de violência, não resultaram em um acordo para encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz, crucial para o comércio global de combustíveis.

Divergências sobre a gestão desta passagem, o programa nuclear iraniano e as sanções contra Teerã, assim como os combates no Líbano entre Israel e o movimento Hezbollah pró-iraniano, dificultam os avanços diplomáticos.

Neste sábado, o pequeno reino insular do Bahrein, que abriga o quartel-general da Quinta Frota americana, denunciou o lançamento de sete mísseis contra seu território e contra o Kuwait, no segundo ataque em três dias.

Comunicados governamentais dos dois países condenaram a “agressão descarada” do Irã e advertiram contra uma “escalada perigosa”.

Jornalistas da AFP ouviram fortes explosões em Manama, capital bahreinita, e perto do aeroporto internacional do Kuwait, onde uma pessoa morreu em outro ataque na quarta-feira.

“Fomos acordados por uma enorme explosão. As explosões eram muito fortes”, contou à AFP no Kuwait a egípcia Reem, mãe de dois filhos. “Meus filhos ficaram apavorados e não conseguia acalmá-los”, acrescentou.

Desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, com o ataque israelense-americano contra o Irã, as ricas monarquias do Golfo, antes consideradas um refúgio seguro na região, se viram na linha de fogo da represália iraniana.

‘Em ponto morto’

Após mais de um mês de ataques que dizimaram a cúpula do poder iraniano, entrou em vigor em 8 de abril um frágil cessar-fogo, respeitado em grande parte, mas salpicado por hostilidades esporádicas.

Na sexta-feira, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) anunciou que suas forças “derrubaram quatro drones” que se dirigiam ao Estreito de Ormuz e atacaram duas instalações de radares no Irã.

O Centcom assegurou que não houve feridos em suas fileiras, nem danos em sua infraestrutura militar.

Em resposta, o Irã atacou com mísseis “bases inimigas na região”, afirmou, mais cedo neste sábado, a Guarda Revolucionária, exército ideológico do Irã.

O Ministério das Relações Exteriores iraniano denunciou ataques noturnos americanos contra instalações de radar e de vigilância costeira no Golfo e os qualificou de uma “violação flagrante do cessar-fogo”.

Trata-se de “uma agressão militar contra a soberania nacional e a integridade territorial da república islâmica do Irã”, afirmou a Chancelaria em um comunicado, no qual condenou “o comportamento hostil e provocador do regime americano”.

Os esforços diplomáticos se viram estagnados mais de uma vez, enquanto o conflito abala os mercados mundiais e aumenta a pressão política sobre o presidente americano, Donald Trump, antes das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, em novembro.

“As negociações estão em ponto morto e Trump deve romper este ponto morto”, declarou Mohsen Rezaei, assessor militar do líder supremo iraniano, aiatolá Mojtaba Khamenei, em entrevista à CNN na sexta-feira.

O conselheiro do aiatolá deu como condição para avançar o desbloqueio de 24 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 123 bilhões) de ativos iranianos no exterior, que estão congelados pelas sanções americanas.

“Esse é nosso dinheiro, não o dinheiro dos Estados Unidos”, afirmou.

O front libanês

Outra exigência de Teerã é o fim dos combates no Líbano, arrastado para a guerra quando o Hezbollah atacou Israel em 2 de março para vingar a morte do anterior líder iraniano, aiatolá Ali Khamenei.

Após uma trégua em meados de abril que nenhuma das partes respeitou, representantes israelenses e libaneses chegaram a um novo acordo esta semana em Washington, que tampouco interrompeu as hostilidades.

Neste sábado, o exército libanês informou que um ataque israelense no sul do país tinha provocado a morte de três militares, “dois oficiais – um general e um capitão – assim como de um soldado”.

O pacto sujeita o cessar-fogo à “cessação total” dos disparos do Hezbollah e prevê que o exército israelense possa manter suas operações no sul do Líbano.

O Hezbollah o rejeitou e exigiu um cessar-fogo “global” e a retirada total de Israel do país.

Diante do fracasso desta nova trégua, o presidente libanês, que exige o desarmamento do Hezbollah, instou o Irã a não interferir em seus assuntos.

“Este não é seu país, é o nosso”, disse o presidente libanês, Joseph Aoun.

O chanceler iraniano, Ahbas Araghchi, respondeu rapidamente e recomendou que Aoun se concentre em Israel. “Salve o Líbano do seu verdadeiro inimigo, senhor presidente”, afirmou.

Os ataques israelenses contra o Líbano deixaram mais de 3.560 mortos desde o início do conflito, segundo o último balanço oficial. Do lado israelense, 27 militares e um funcionário terceirizado civil morreram.


Fonte: Jovem Pan

Candidato da esquerda à Presidência do Peru é enviado a julgamento às vésperas do 2º turno

A justiça do Peru decidiu, na sexta-feira (5), dois dias antes do segundo turno das eleições presidenciais, enviar a julgamento o candidato da esquerda à Presidência do Peru, Roberto Sánchez, por suposta declaração falsa de financiamento de seu partido há cerca de seis anos.

O candidato enfrentará no domingo a direitista Keiko Fujimori, filha do ex-presidente autocrata Alberto Fujimori em um segundo turno que se anuncia acirrado. Sua realização não será impactada pela ordem judicial, pois cabe apelação.

Além disso, se vencer as eleições, Sánchez, congressista e ex-ministro de 57 anos, teria imunidade, segundo previsto pela Constituição.

“Decreta-se o auto de persecução penal, em consequência declara-se haver mérito para o julgamento oral contra Roberto Sánchez Palomino”, leu o juiz Adolfo Farfán, após uma audiência virtual de dois dias.

O Ministério Público peruano, que pediu pena de cinco anos e quatro meses de prisão, declarou “de acordo com” a resolução.

A defesa de Sánchez já informou que vai apelar, para o que tem prazo de uma semana.

Segundo o Ministério Público, há inconsistências nos informes financeiros do partido de Sánchez, o Juntos pelo Peru, nas campanhas para as eleições regionais e municipais das quais participou entre 2018 e 2020.

De acordo com a acusação, Sánchez teria recebido mais de 57.000 dólares (R$ 292 mil, na cotação atual) em aportes de integrantes de seu grupo político para atividades partidárias que não foram declaradas no Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE, na sigla em espanhol).

“Esta magistratura decidiu prosseguir, declarar infundadas as observações das defesas técnicas e declarar a validade formal da seguinte acusação”, acrescentou o juiz.

Uma mentira

Até agora, Sánchez não se pronunciou sobre a decisão judicial.

Na quinta-feira, ele assistiu à audiência virtualmente, pouco antes de seu comício de encerramento de campanha em Lima.

“Durante anos tentaram instalar uma mentira para me desacreditar politicamente”, escreveu Sánchez em abril sobre o processo no X.

O político alega que o caso contra ele tinha sido arquivado em 2025 por um tribunal, devido à falta de provas da acusação sobre o suposto crime de fraude.

Nestas eleições, marcadas pela instabilidade política e o auge da criminalidade, o candidato esquerdista se apresenta como a voz dos pobres e das áreas rurais do país.

Ele também acusa Fujimori de integrar uma “máfia” política à qual atribui a instabilidade no Peru, que desde 2016 teve oito presidentes.

Quatro presidentes foram destituídos pelo Congresso, onde o partido de Fujimori, o Força Popular, tem enorme influência.

Outros dois renunciaram antes de serem removidos, um acabou seu breve mandato de oito meses e o atual interino entregará o poder em julho.

Relações “respeitosas” com os EUA

Na reta final da campanha, Sánchez tem falado reiteradamente sobre consenso e estabilidade, distanciando-se dos apelos por uma mudança radical que assustaram alguns eleitores conservadores.

Na sexta-feita, o candidato disse à AFP que inclusive deseja ter relações “respeitosas” com o presidente americano, Donald Trump.

“A boa vizinhança, as relações respeitosas entre as nações (….) Acredito que é uma prioridade sempre. E o Peru, que tem relações históricas com os Estados Unidos, não pode ser a exceção. Essa vai ser nossa vocação de governo”, afirmou.

Durante seu segundo mandato, Trump tem opinado sobre várias eleições na América Latina em apoio a candidatos conservadores, mas até o momento não o fez sobre o Peru.

Sobre a instabilidade política, Sánchez defendeu alcançar um consenso político para frear o uso indiscriminado que o Congresso faz de seu poder de destituir um presidente, alegando “incapacidade moral permanente”, como destaca vagamente um artigo da Constituição.

“Temos que recuperar o equilíbrio de poderes, a separação dos poderes, regular a vacância por incapacidade moral permanente no cargo do presidente”, defendeu.

O líder esquerdista ressaltou que esta é uma tarefa que permitirá “parar esse desgoverno que começou no ano de 2016”.


Fonte: Jovem Pan

Netflix anuncia novo presidente do conselho; cofundador deixará empresa

A Netflix nomeou o principal diretor independente Jay Hoag como presidente do conselho de administração, sucedendo Reed Hastings, que deixou o conselho do serviço de streaming cofundado por ele há quase três décadas.


Fonte: UOL Noticias

Atriz e cineasta apucaranense Luiza Godoi protagoniza documentário sobre sua carreira

atriz, cineasta e influenciadora Luiza de Lucena Godoi Acosta, 24 anos, de Apucarana (PR), terá seu documentário “A Holandesinha” exibido nos dias 06 e 08 de junho em Curitiba durante o Festival Olh…


Fonte: UOL Noticias