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Artilharia da Arábia Saudita em Copas do Mundo: quem domina a lista

Acompanhe os dados históricos e saiba quem é o maior artilheiro da Arábia Saudita na história das Copas do Mundo, uma disputa de gerações que atualmente se resume a um empate técnico. As lendas Sami Al-Jaber e Salem Al-Dawsari dividem a liderança absoluta, ambos com três gols marcados no torneio. Al-Jaber construiu sua marca ao longo de quatro edições (1994, 1998, 2002 e 2006), enquanto Al-Dawsari alcançou o topo balançando as redes nos Mundiais de 2018 e 2022.
A divisão do recorde entre gerações
O feito de Sami Al-Jaber é um reflexo direto de sua longevidade na seleção. O ex-atacante marcou em três edições diferentes, vazando as defesas de Marrocos (1994), África do Sul (1998) e Tunísia (2006). Durante quase duas décadas, ele reinou como a principal referência ofensiva do país na competição da Fifa.
A quebra da exclusividade desse recorde aconteceu apenas anos depois, pelos pés do ponta-esquerda Salem Al-Dawsari. O camisa 10 atingiu a marca com menos partidas disputadas, destacando-se por anotar gols contra seleções tradicionais. Ele guardou o seu contra o Egito (2018) e, em 2022, marcou contra o México e protagonizou o golaço da vitória histórica sobre a Argentina no Catar.
Ranking histórico de goleadores da seleção saudita
Ao longo de sete participações no torneio, nove jogadores diferentes já comemoraram gols pelos chamados “Falcões Verdes”. A lista dos maiores goleadores da nação na principal vitrine do esporte está distribuída da seguinte forma:
1. Sami Al-Jaber e Salem Al-Dawsari (3 gols)
A dupla lidera a estatística máxima. Enquanto Al-Jaber foi o símbolo ofensivo da década de 1990, Al-Dawsari carrega o talento da geração atual.
2. Fuad Anwar (2 gols)
O meio-campista tem seu nome gravado como o autor do primeiro gol saudita na história da competição, abrindo o placar contra a Holanda na estreia do país em 1994. Na mesma edição, ele também marcou de longe contra Marrocos.
3. Saeed Al-Owairan (1 gol)
Embora possua apenas um tento na conta, Al-Owairan assinou a pintura mais famosa do país. Em 1994, ele enfileirou defensores desde o seu próprio campo de defesa para marcar contra a Bélgica, assegurando a inédita classificação às oitavas.
4. Fahad Al-Ghesheyan (1 gol)
O jogador é responsável pelo único gol do país na fase de mata-mata. Ele anotou na derrota para a forte Suécia pelas oitavas de final de 1994.
5. Empate com um gol cada
O restante da prateleira de jogadores que balançaram as redes uma vez inclui Yousuf Al-Thunayan (1998), Yasser Al-Qahtani (2006), Salman Al-Faraj (2018) e o atacante Saleh Al-Shehri, responsável por iniciar a virada no jogo épico contra a Argentina em 2022.
A atualidade e as chances de um novo recordista isolado
Com o ciclo se fechando para a edição norte-americana de 2026, os holofotes se concentram mais uma vez sobre Salem Al-Dawsari. Como segue em plena atividade e atua em alto nível no Al-Hilal, o ponta precisa de apenas mais um gol para deixar Al-Jaber para trás e assumir a coroa isolada.
Atletas do elenco atual, como Saleh Al-Shehri, também chegam na disputa para ampliar suas marcas pessoais. O eventual recorde isolado de Al-Dawsari representaria o ápice de sua carreira, gravando o nome do camisa 10 sem concorrência no livro de ouro da equipe verde e coroando o crescimento internacional do futebol no país.
Fontes Consultadas

fifa.com
saudipedia.com
medium.com
acritica.com
diariodaregiao.com.br


Fonte: Jovem Pan

Os maiores artilheiros da Coreia do Sul na história das Copas do Mundo

Se você quer saber quem é o maior artilheiro da Coreia do Sul na história das Copas do Mundo, a resposta direta é um empate triplo no topo da tabela. Os atacantes Ahn Jung-hwan e Son Heung-min, ao lado do ex-meio-campista Park Ji-sung, dividem o posto de maiores goleadores do país em Mundiais, com três gols marcados cada. Essa marca reflete a força ofensiva de diferentes gerações de uma seleção asiática que se classificou para todas as edições do torneio de forma ininterrupta desde 1986.

O peso do trio histórico e como os donos do recorde alcançaram a marca
Ahn Jung-hwan, Park Ji-sung e Son Heung-min não apenas lideram as estatísticas, mas também foram responsáveis por momentos inesquecíveis do futebol sul-coreano no cenário internacional.
Ahn Jung-hwan e o milagre de 2002
O ex-atacante se tornou um herói nacional durante a campanha histórica da Coreia do Sul, que dividiu a sede do torneio com o Japão. Ahn marcou duas vezes na Copa de 2002, incluindo o lendário gol de ouro contra a Itália nas oitavas de final. Quatro anos depois, na Alemanha, ele balançou as redes contra o Togo, consolidando seus três gols em Mundiais.
Park Ji-sung e a regularidade impressionante
Ídolo do Manchester United, Park Ji-sung ostenta um feito raro: ele é o único jogador sul-coreano a marcar em três Copas consecutivas. O incansável meio-campista deixou sua marca na vitória contra Portugal em 2002, garantiu o empate heroico contra a França em 2006 e fechou sua conta pessoal superando a defesa da Grécia na edição de 2010.
Son Heung-min e o protagonismo moderno
Principal estrela contemporânea do país, Son Heung-min igualou o recorde ao longo das edições realizadas no Brasil e na Rússia. Após anotar um gol contra a Argélia em 2014, o craque do Tottenham brilhou em 2018 com um golaço de fora da área contra o México e o emblemático gol que eliminou a Alemanha nos acréscimos da fase de grupos.
O ranking de goleadores sul-coreanos em Mundiais
Abaixo do trio de ferro, a lista de artilheiros da seleção sul-coreana conta com nomes que aproveitaram suas poucas oportunidades para gravar seus nomes na história das Copas.
1. Os líderes isolados (3 gols)

Ahn Jung-hwan: Edições de 2002 e 2006;
Park Ji-sung: Edições de 2002, 2006 e 2010;
Son Heung-min: Edições de 2014 e 2018;

2. O pelotão dos dois gols
Vários atletas conseguiram marcar duas vezes no principal torneio da Fifa, com destaque para atuações recentes e campanhas históricas do passado.

Cho Gue-sung: O centroavante anotou seus dois gols de cabeça na mesma partida durante a Copa do Catar em 2022;
Kim Young-gwon: O zagueiro artilheiro foi fundamental ao marcar em 2018 e novamente em 2022;
Lee Chung-yong: Destaque absoluto no setor ofensivo da campanha de 2010 na África do Sul;
Lee Jung-soo: O defensor também surpreendeu ao balançar as redes duas vezes na edição de 2010;
Hwang Sun-hong: O ídolo do passado marcou um gol na Copa de 1994 e outro em 2002;
Hong Myung-bo: O lendário capitão de 2002 anotou seus dois tentos no Mundial de 1994;
Yoo Sang-chul: O versátil meio-campista deixou sua marca nas edições de 1998 e 2002;

3. A marca de um gol
Uma longa lista de jogadores possui apenas um gol em Copas. Entre os nomes mais notáveis da geração atual estão Hwang Hee-chan e Paik Seung-ho, que balançaram as redes na edição de 2022. O pioneiro Park Chang-sun também merece menção honrosa obrigatória, pois foi o autor do primeiro gol da história da Coreia do Sul em Mundiais, anotado contra a Argentina em 1986.
A corrida atual e quem pode assumir a artilharia isolada
Observando o elenco atual, o recorde de três gols tem grandes chances de ser quebrado em breve. Como Son Heung-min segue em plena atividade e continua sendo a principal referência ofensiva e capitão dos “Tigres da Ásia”, basta apenas um gol na Copa do Mundo de 2026 para que o atacante assuma a liderança absoluta do ranking.
Além do camisa 7, o centroavante Cho Gue-sung, que já possui dois gols na conta, surge como um candidato forte para embolar a disputa no topo da tabela nos próximos anos.
Os números ofensivos da Coreia do Sul mostram uma evolução clara de uma seleção que, em suas primeiras décadas, apenas figurava na competição, mas que hoje entra em campo para competir e assustar potências europeias e sul-americanas. Seja pelo talento individual de uma estrela da Premier League ou pela organização tática que permite a zagueiros chegarem ao ataque como elemento surpresa, a tradição goleadora do país asiático no torneio tem tudo para ser ampliada muito em breve.


Fonte: Jovem Pan

Saiba quem é o maior artilheiro do Haiti na história das copas do mundo e como ele fez história

O ex-atacante Emmanuel “Manno” Sanon é o único jogador a marcar gols pela seleção caribenha em Mundiais da Fifa. Com dois tentos anotados na Copa de 1974, disputada na Alemanha Ocidental, ele detém o recorde isolado de maior artilheiro do país no torneio. Sua marca se tornou lendária no esporte não apenas pela exclusividade, mas por ter quebrado uma invencibilidade histórica do goleiro italiano Dino Zoff.
A consagração de Manno Sanon na Alemanha Ocidental
Na única participação haitiana em Mundiais no século XX, a equipe caiu em um grupo ingrato, ao lado de Itália, Polônia e Argentina. Apesar das três derrotas e da eliminação na fase de grupos, o camisa 20 conseguiu gravar seu nome na história do esporte mundial.
O momento de maior glória ocorreu na partida de estreia. O goleiro Dino Zoff ostentava um recorde absoluto de 1.142 minutos sem sofrer gols em jogos internacionais. No início do segundo tempo, Sanon ganhou da defesa na corrida, driblou o lendário arqueiro e abriu o placar para o Haiti. A Itália conseguiu a virada para 3 a 1, mas o feito rodou o planeta. O segundo gol do atacante sairia em um chute forte de fora da área, na derrota por 4 a 1 contra a seleção argentina.
Ranking exclusivo: os artilheiros do Haiti na competição
Como a nação marcou apenas dois gols em sua história no campeonato da Fifa, a lista de goleadores é extremamente restrita. Nenhum outro atleta conseguiu furar as defesas adversárias durante a campanha de 1974.
1. Emmanuel Sanon
O eterno ídolo do Don Bosco FC é o dono absoluto do topo da lista na artilharia do país.

Total de bolas na rede: 2 gols (contra Itália e Argentina em 1974).
Presença em campo: Disputou integralmente as três partidas da fase de grupos.
Impacto na carreira: Após o torneio, Sanon foi contratado pelo futebol europeu, transferindo-se para o clube belga Beerschot.

2. Demais jogadores de 1974
O restante do elenco titular e reserva não conseguiu balançar as redes no torneio.

Total de bolas na rede: 0 gols.
Nomes de destaque: Philippe Vorbe, autor da assistência contra a Itália, e o goleiro titular Henry Francillon.
Saldo geral da equipe: A seleção marcou dois gols e sofreu 14 ao longo dos três jogos disputados.

A nova geração e o retorno no torneio de 2026
Após um hiato de mais de 50 anos, o país confirmou sua classificação e retornará à Copa do Mundo na edição de 2026. A expansão do formato do campeonato para 48 seleções permitiu que o elenco demonstrasse sua evolução nas eliminatórias da Concacaf.
O atual plantel caribenho buscará quebrar a hegemonia estatística de Sanon. Atacantes da nova geração, como Frantzdy Pierrot e Duckens Nazon, são os principais candidatos a anotar gols e colocar seus nomes neste seleto almanaque.
O legado deixado por Manno Sanon, falecido em fevereiro de 2008, transcende os números frios. Seus dois tentos solitários representam o auge esportivo de uma nação e servem de inspiração para os atletas que terão a responsabilidade de vestir a camisa azul e vermelha nos gramados da América do Norte.
Fontes Consultadas

fifa.com
wikipedia.org
blogspot.com
ndmais.com.br
fifa.com
wikipedia.org
youtube.com
planetworldcup.com


Fonte: Jovem Pan

Palmeiras empata com Cerro Porteño e deixa liderança do Grupo F da Libertadores

O Palmeiras avassalador dos últimos anos na Libertadores, com campanhas irretocáveis na fase de grupos, ainda não apareceu em 2026. O time alviverde perdeu a liderança de sua chave ao fazer mais um jogo ruim e empatar com o Cerro Porteño por 1 a 1 nesta quarta-feira (29), em Assunção, no Paraguai.
No estádio La Nueva Olla, a equipe paulista foi protagonista de bons minutos no primeiro tempo e marcou com Jhon Arias. Na etapa final, porém, parou de jogar e fez péssimos 45 minutos finais. Levou merecidamente o empate do Cerro Porteño, mesmo com a evidente fragilidade técnica dos paraguaios, que ficaram satisfeitos com o ponto somado em casa.
São cinco pontos para o Palmeiras, que caiu da liderança para o segundo lugar do Grupo F. O Sporting Cristal, do Peru, agora é o primeiro colocado. O Cerro tem quatro pontos e é o terceiro.
Cobrado para jogar um futebol melhor do que vinha apresentando, muitas vezes limitado à retranca e lançamentos longos, o Palmeiras apresentou melhora em Assunção. No primeiro tempo, jogou tranquilo e foi dominante a partir dos 22 minutos, assim que o jogo foi retomado após a pausa para hidratação.
Não foi um futebol primoroso, mas fez bem-feito o simples para controlar a partida: bola no chão, passes curtos e jogadores próximos uns dos outros. Foram algumas chances até Marlon Freitas encontrar Allan, que rolou para Arias empurrar para as redes.
Allan, com o passe, se redimiu da inacreditável chance desperdiçada, na pequena área, minutos antes. Flaco e Arthur também tentaram e não foram às redes.
Pobre tecnicamente, o Cerro deixou sozinho o ex-vascaíno Vegetti, centroavante bom pelo alto, sem uma oportunidade sequer
No segundo tempo, o Palmeiras é que nada produziu. Simplesmente parou de jogar o time treinado por Abel Ferreira e permitiu que os anfitriões o atacassem.
Os paraguaios, mesmo com deficiências técnicas, se sentiram confortáveis e apertaram até empatar num lance de infelicidade de Carlos Miguel, que viu a bola bater em suas costas e entrar após chute de Iturbe que havia explodido na trave.
O Palmeiras deixou um pouco a preguiça de lado para ir atrás da vitória. Mas, com enorme dificuldade para criar e encontrar brechas na zaga do Cerro, os visitantes pouco fizeram. O gol da vitória foi evitado pelo goleiro Martín Arias, que defendeu cabeceio de Murilo no acréscimo.

FICHA TÉCNICA
CERRO PORTEÑO 1 x 1 PALMEIRAS
CERRO PORTEÑO: Martín Arias; Quintana (Melgarejo), Velásquez, Pérez; Rodrigo Gomez (Iturbe), Morel, Viera (Klimowicz), Domínguez (Cesar Bobadilla) e Chaparro; Torres (Peralta) e Vegetti. Técnico: Ariel Holan.
PALMEIRAS: Carlos Miguel; Giay (Khellven), Gustavo Goméz, Murilo e Arthur (Jefté); Marlon Freitas, Andreas Pereira, Arias (Lucas Evangelista) e Allan (Felipe Anderson); Sosa (Maurício) e Flaco López. Técnico: Abel Ferreira.
GOLS: Arias, aos 32 do primeiro tempo; Carlos Miguel (contra), aos 26 do segundo.
CARTÕES AMARELOS: Allan e Iturbe.
ÁRBITRO: Gustavo Tejera (Uruguai).
PÚBLICO E RENDA: Não disponíveis.
LOCAL: Estádio La Nueva Olla, em Assunção, Paraguai.


Fonte: Jovem Pan

Flamengo empata com o Estudiantes e vê Arrascaeta deixar gramado com trauma no ombro

O Flamengo não saiu com um resultado ruim da Argentina ao trazer um ponto para o Rio de Janeiro para ficar confortável no Grupo A da Libertadores. Em um campo hostil, soube impor seu futebol em alguns momentos e, após raro descuido, acabou sofrendo o empate por 1 a 1 diante do Estudiantes-ARG, nesta quarta-feira (29), no estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata. De certa forma, a preocupação carioca gira em torno do meia Arrascaeta, que deixou o gramado direto para o hospital com um trauma no ombro.
O uruguaio deixou o gramado com 16 minutos de jogo, após levar a pior em uma dividida com Piovi. O Flamengo informou que o meia seguiu direto para o hospital na Argentina, para realizar exames de imagem para saber a gravidade da lesão.
Com o resultado, o Flamengo segue invicto, com sete pontos, contra cinco do Estudiantes. O terceiro colocado é o Independiente de Medellín, com um, que atua amanhã diante do Cusco-PER, ainda sem pontuar na chave.
O Flamengo agora vira a chave para o Campeonato Brasileiro, onde tem pela frente o clássico diante do Vasco, no domingo (3), às 16h, no Maracanã. Pela Libertadores, o time viaja até a Colômbia, quando visita o Independiente Medellín, na semana que vem.
Por jogar diante do seu torcedor, era de se esperar um Estudiantes ofensivo nos primeiros minutos. O time até imprimiu um bom ritmo frente à defesa do Flamengo, que demorou para encaixar a marcação e entender o modelo de jogo argentino. A situação ficou dramática quando Arrascaeta levou a pior na dividida com Piovi e teve que ser substituído, aos 16 minutos, com dores no ombro. Sem a articulação do uruguaio no meio de campo, concentrou-se a saída de bola pelos lados do campo.
Carrascal achou belo passe para Lino dentro da área, mas o chute saiu mascado. Ali, o time carioca enxergou a fragilidade argentina. Invertendo os lados, Bruno Henrique recebeu de Samuel Lino, avançou sobre a marcação, entrou na área e cruzou rasteiro para Luiz Araújo. O camisa 7 só teve o trabalho de empurrar para o gol livre e abrir o placar, aos 32. O Estudiantes até ensaiou uma reação na reta final, abusando de cruzamentos na área, mas não levou perigo ao gol de Rossi.
A segunda etapa voltou com os mesmos moldes. O Estudiantes se lançou ao ataque, enquanto o Flamengo sabia atuar sem a bola e explorava o contra-ataque. Bruno Henrique saiu cara a cara e Muslera defendeu. No rebote, Luiz Araújo parou em outro milagre do goleiro. Vinte segundos depois, o time argentino armou o contragolpe e Carrillo se embolou com Rossi para igualar o marcador.
O empate aumentou a temperatura em campo. Emerson Royal reclamou de pênalti e logo depois os jogadores se desentenderam em campo. O saldo foi a expulsão dos dois técnicos. O confronto seguiu quente, com divididas duras e o futebol deixou de ser protagonista. Na reta final, oxigenou o ataque, mas só teve duas finalizações fracas com Pedro, enquanto Rossi fez a defesa do jogo, no último lance, garantindo o empate na Argentina.
FICHA TÉCNICA
ESTUDIANTES-ARG 1 x 1 FLAMENGO
ESTUDIANTES: Muslera; Meza, González Pírez, Tomás Palacios e Benedetti; Gabriel Neves (Aguirre), Piovi, Amondarain, Tiago Palacios (Gaich) e Farias (Cetré); Carrillo (Alexis Castro). Técnico: Alexander Medina.
FLAMENGO: Rossi; Emerson Royal, Vitão, Danilo e Alex Sandro; Evertton Araújo, Jorginho e Arrascaeta (Carrascal); Luiz Araújo (Plata), Bruno Henrique (Pedro) e Samuel Lino (Saúl). Técnico: Leonardo Jardim.
GOLS: Luiz Araújo, aos 32 minutos do primeiro tempo; Carrillo, aos nove do segundo.
CARTÕES AMARELOS: Tiago Palacios, Tomás Palacios, Farias, Piovi e Emerson Royal.
ÁRBITRO: Piero Maza (CHI).
RENDA E PÚBLICO: Não disponíveis.
LOCAL: Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata (ARG).


Fonte: Jovem Pan

Veja as reações à decisão do Senado em rejeitar a indicação de Messias ao STF

O Senado Federal rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU foi o primeiro indicado não aprovado para o cargo desde 1894. Ele recebeu 42 votos contra e 34 a favor. Por meio das redes sociais, políticos e autoridades manifestaram-se sobre a decisão da Casa Alta.
O ministro do STF André Mendonça lamentou a não aprovação do AGU. O magistrado disse respeitar a decisão do Senado e afirmou que “o Brasil perde a oportunidade de ter um grande ministro”. “Messias é um homem de caráter, íntegro e que preenche os requisitos constitucionais para ser ministro do STF”, escreveu.

Respeito a decisão do Senado, mas não posso deixar de externar minha opinião. O Brasil perde a oportunidade de ter um grande Ministro do Supremo.
Messias é um homem de caráter, íntegro e que preenche os requisitos constitucionais para ser Ministro do STF.
E amigo verdadeiro…
— André Mendonça (@MinAMendonca) April 29, 2026

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República (SGP), Guilherme Boulos, afirmou que a “aliança entre bolsonarismo e chantagem política venceu”. “O Senado sai menor desse episódio lamentável”, declarou.

A aliança entre bolsonarismo e chantagem política venceu na rejeição ao nome de Jorge Messias ao STF. O Senado sai menor desse episódio lamentável.
— Guilherme Boulos (@GuilhermeBoulos) April 29, 2026

A deputada federal e ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann (PT-PR), classificou o resultado como “uma injustiça”. A parlamentar afirmou que os senadores “privaram o país de uma pessoa muito qualificada para ser ministro do STF”. “Um grande acordão entre a oposição bolsonarista e outros com objetivos eleitoreiros e pessoais dos que se sentem ameaçados pelas investigações de escândalos financeiros e contra o crime organizado”, disse.

Mais do que uma injustiça contra Jorge Messias, os 42 senadores que rejeitaram seu nome privaram o país de uma pessoa muito qualificado para ser ministro do STF.
Um grande acordão entre a oposição bolsonarista e outros com objetivos eleitoreiros e pessoais dos que se sentem…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) April 30, 2026

O líder do governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA), disse ser “prerrogativa presidencial” a indicação de ministro ao Supremo. O parlamentar afirmou ter respeitado essa “garantia” durante o governo do ex-chefe do Executivo Jair Bolsonaro. “Kassio Nunes Marques e André Mendonça tiveram suas trajetórias respeitadas. O ex-presidente teve sua prerrogativa reconhecida, como deve ser. Messias é um homem honrado e cumpre todos os requisitos constitucionais exigidos”, declarou.

A nossa disputa política possui outros territórios para acontecer que não a escolha de um ministro ao STF. A prerrogativa presidencial de indicar ministro do supremo é uma garantia constitucional. Falo isso com a tranquilidade de quem respeitou essa garantia frente a um governo…
— Jaques Wagner (@jaqueswagner) April 30, 2026

O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), disse que a rejeição de Messias representa o fim do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O filho mais velho de Bolsonaro declarou que a gestão do petista está “plantando tudo que colheu”. “Um dia histórico para o Brasil”, afirmou.

 

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O líder do Partido Liberal na Câmara, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), disse que o Senado “deu recado claro ao Brasil” e que o “Congresso começa a reagir”. “Hoje não foi a rejeição de um nome, foi o enfrentamento de um modelo. (…) E o que vimos hoje foi isso: um governo sendo questionado de forma direta”, escreveu.

Pessoal, presta atenção nisso.
Hoje o Senado deu um recado claro ao Brasil.
Não foi apenas uma votação.
Foi um sinal político.
O Congresso começa a reagir.
Começa a retomar seu papel.
Parabéns aos senadores que tiveram coragem.
Parabéns aos que não se curvaram.
Hoje não foi…
— Sóstenes Cavalcante (@DepSostenes) April 29, 2026

O líder da oposição no Senado, o senador Rogerio Marinho (PL-RN), chamou a rejeição a Messias de “derrota histórica” do Partido dos Trabalhadores (PT). “O Parlamento reagiu e deixou claro: Lula é mercadoria vencida! O Brasil ainda tem jeito, quer normalidade democrática, e o próximo nome para o STF definido após as eleições, com legitimidade e novos critérios”, disse.

Derrota histórica do PT! O Senado rejeitou o avanço de um projeto de poder, aparelhamento e censura que coloca em risco a nossa democracia. Jorge Messias era uma ameaça clara ao reequilíbrio entre os Poderes. O Parlamento reagiu e deixou claro: Lula é mercadoria vencida! O Brasil… pic.twitter.com/ulIcCKQVxn
— Rogério Marinho🇧🇷 (@rogeriosmarinho) April 30, 2026


Fonte: Jovem Pan

Congresso analisa veto de PL da Dosimetria em meio à crise com governo

Segundo a PGR, acusados e condenados por trama golpista tiveram responsabilidade pelos atos do 8 de janeiro de 2023
Reuters via BBC
O Congresso vota, nesta quinta-feira (30), um veto (rejeição) do presidente Lula (PT) ao projeto que reduz penas de condenados pelos ataques aos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023. Ao menos 280 pessoas serão beneficiadas, inclusive o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Esta votação ocorre um dia após uma derrota do governo no parlamento, já que o Senado rejeitou nesta terça (29) a indicação, feita por Lula, de Jorge Messias, atual advogado-geral da União (AGU), para ser ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
O Congresso aprovou o que ficou conhecido como PL da Dosimetria em dezembro do ano passado. Imediatamente, o presidente Lula prometeu que vetaria a medida, o que fez em 8 de janeiro deste ano- dois anos após os atos de vandalismo. Agora, o parlamento tem a prerrogativa de negar a decisão de Lula, ou seja, derrubar o veto e possibilitar que a diminuição das punições vire lei.
Para derrubada do veto, serão necessários 257 votos de deputados e mais 41 votos de senadores. A tendência é que a oposição ao governo Lula atinja o número suficiente para tornar lei a redução das penas. Pois, na aprovação original do projeto, a Câmara registrou 291 votos a favor e 148 votos contra, além de 1 abstenção; e o Senado 48 votos favoráveis, 25 contrários e um senador se absteve.
Motta defende derrubada de vetos ao PL da Dosimetria para liberar presos
Bolsonaro está há pouco mais de um mês em prisão domiciliar por questões de saúde. Mas, em tese, segue em regime fechado, pois foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe. Segundo a Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, ele só poderá passar do regime fechado para o semiaberto dentro de sete anos, em 2033.
Especialistas estimam que, se o PL da Dosimetria virar lei, o ex-presidente tem chance de migrar de regime num prazo que varia entre dois e quatro anos.
Isso porque o texto impede a soma de dois crimes:
abolição violenta do Estado Democrático de Direito, com pena de 4 a 8 anos de prisão;
golpe de Estado, com pena de 4 a 12 anos.
Pela medida, vale a pena do crime mais grave- golpe de estado-, acrescida de um sexto até a metade. O projeto também prevê redução da pena de um a dois terços quando os crimes ocorrerem em contexto de multidão, desde que o réu não tenha financiado os atos nem exercido papel de liderança.
Caberá ao STF recalcular as punições de cada um dos réus. Para isso, a corte precisará ser provocada, por exemplo, pela defesa de algum dos condenados, pelo Ministério Público ou até por um ministro da corte, que seja relator de um dos casos da tentativa de golpe. Portanto, a redução de pena não será automática.
Outros crimes
Fachada do Congresso Nacional
Saulo Cruz/Agência Senado
Parlamentares da oposição e do Centrão estão cogitando “desmembrar” o veto para impedir que haja redução da pena para sentenciados por outros crimes, que não os contra a democracia, como o feminicídio.
Desta maneira, trechos da proposta original seriam invalidados, fazendo valer apenas parcialmente o veto de Lula. Isso terá por objetivo não contradizer a Lei Antifacção.
🔎A Lei Antifacção (sancionada em março de 2026) é um novo marco legal no Brasil, projetado para fortalecer o combate às organizações criminosas e milícias, endurecendo penas e facilitando a asfixia financeira desses grupos. Mas ela foi sancionada após a aprovação do PL da Dosimetria pelo Congresso e o veto integral do texto pelo presidente Lula. Com isso, criou-se um imbróglio jurídico.
Relação entre governo e Congresso
Nesta terça, o Senado derrotou o nome de Jorge Messias, indicado por Lula para ser ministro do STF. Essa é a primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitam uma indicação do presidente da República ao Supremo.
Jorge Messias tem nome rejeitado no Senado
Geraldo Magela/Agência Senado
A escolha de Lula por Messias em novembro de 2025 deflagrou uma crise com o Alcolumbre, que buscava emplacar o colega e aliado de primeira hora, Rodrigo Pacheco (PSB-MG). O movimento do amapaense pela rejeição fez o governo adiar o envio da mensagem formalizando a indicação, o que só ocorreu no início do mês.
Após a indicação em novembro do ano passado, Alcolumbre chegou a anunciar que a sabatina ocorreria em duas semanas, para evitar que Messias visitasse os senadores e não conseguisse os votos. Em abril deste ano, após o anúncio do calendário para a sabatina, Alcolumbre se recusou a receber Messias em uma audiência oficial.
Segundo o blog da Andreia Sadi, o presidente do Senado e Messias se encontraram na semana passada e conversaram sobre a sabatina. O encontro, no entanto, ocorreu fora da agenda na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal, Cristiano Zanin.
O blog do Valdo Cruz informou que, nesta terça, após a rejeição do nome do AGU, oposicionistas admitiram, nos bastidores, que o resultado só foi possível graças à atuação intensa de Alcolumbre, que teria trabalhado fortemente ao longo do dia contra os interesses do governo.
LEIA TAMBÉM:
Congresso analisa nesta quinta veto do presidente ao PL da dosimetria; saiba o que diz a proposta


Fonte:

g1 > Política

PF analisa proposta de delação de ex-procurador do INSS, que inclui supostas fraudes do Master em consignados

Ex-Procurador-Geral do INSS, Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, durante depoimento à CPI do INSS
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
A Polícia Federal (PF) analisa uma proposta de delação premiada apresentada pelo ex-procurador-geral do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Virgílio de Oliveira Filho, preso no Paraná desde novembro passado.
Transferido para uma cela na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, Oliveira Filho já entregou à PF uma proposta de anexos para o acordo — que é uma lista de assuntos que ele pretende delatar —, admitiu a prática de crimes e prestou os depoimentos iniciais.
Se a PF decidir assinar o acordo, o material será enviado para o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Mendonça é relator das investigações sobre as fraudes no INSS descobertas pela Operação Sem Desconto, deflagrada um ano atrás. Antes da eventual homologação do acordo, o magistrado deve consultar a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Outro investigado, o empresário Maurício Camisotti, ligado a algumas das entidades que fizeram descontos irregulares em aposentadorias e pensões do INSS, também busca validar seu acordo de colaboração premiada. No caso de Camisotti, o acordo já foi assinado com a PF e aguarda a homologação por Mendonça.
A possível delação de Virgílio de Oliveira Filho é vista por investigadores como relevante porque ele era o chefe da área jurídica do INSS e tinha conhecimento geral do esquema dentro do órgão, incluindo o envolvimento de políticos.
O g1 apurou que um dos anexos propostos por Oliveira Filho trata do Banco Master, apontado como pioneiro em fraudar empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS.
Esse é um ponto de intersecção entre as duas principais investigações que tramitam no Supremo atualmente: a do INSS e a do Master. Mendonça é o relator de ambas.
O relato de Oliveira Filho aponta que, ainda no governo de Jair Bolsonaro, foi editada uma medida provisória — apelidada internamente por funcionários do INSS de “MP do Master” — que teria beneficiado o banco na execução de contratos de empréstimo consignado, modalidade em que as parcelas são descontadas da folha de pagamentos do INSS.
O dono do Master, Daniel Vorcaro, foi preso preventivamente no início de março no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura fraudes em transações com o Banco de Brasília (BRB) e com fundos de investimento. O ex-banqueiro está na Superintendência da PF em Brasília, de onde também negocia um acordo de delação premiada.
Prisões
Virgílio de Oliveira Filho foi preso em 13 de novembro de 2025 em Curitiba, na 4ª fase da Operação Sem Desconto.
Naquele momento, a investigação da PF apontou que o ex-procurador-geral do INSS recebeu, por meio de empresas e contas bancárias de sua esposa, R$ 11,9 milhões de firmas relacionadas às associações investigadas por descontos irregulares em aposentadorias.
A esposa de Oliveira Filho, a médica Thaísa Hoffmann, também chegou a ser presa. Além dos pagamentos milionários, a PF descobriu que o lobista Antônio Antunes, conhecido como Careca do INSS e também investigado, transferiu um carro de luxo para o nome dela. Hoje, Thaísa está em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.
Outros oito suspeitos foram presos na 4ª fase da Sem Desconto, incluindo Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS, e André Fidelis, ex-diretor de Benefícios do INSS, que continuam na prisão.


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VÍDEO: ‘Acho que ele vai perder por oito’, disse Alcolumbre a líder de Lula antes de anunciar rejeição de Messias ao STF

‘Acho que ele vai perder por oito’, disse Alcolumbre antes do resultado sobre Messias
O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), fez uma previsão do resultado da votação que rejeitou o advogado-geral da União, Jorge Messias, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) segundos antes de anunciar o resultado.
“Acho que ele vai perder por oito”, respondeu Alcolumbre ao ser questionado pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner.
A assessoria de Davi Alcolumbre confirmou que é dele a voz, que vazou na transmissão da sessão do plenário na TV Senado.
“O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi questionado pelo líder do governo, senador Jaques Wagner, sobre o placar da votação e, como outros parlamentares que, ao longo dos últimos dias, vinham fazendo avaliações, deu sua opinião. Isso só reafirma e demonstra a experiência do presidente da Casa em votações”, diz o texto.
Alcolumbre cravou o resultado antes do painel mostrar o placar. Messias teve 34 votos favoráveis e 42 contrários, perdendo exatamente pelos oito votos cochichados por Alcolumbre.
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP); secretário-geral da Mesa do Senado Federal, Danilo Augusto Barboza de Aguiar; líder do governo no Senado Federal, senador Jaques Wagner (PT-BA); deputado Júlio Cesar (PSD-PI).
Ton Molina/Agência Senado
Reação de Alcolumbre
Após anunciar a rejeição, Davi Alcolumbre bateu na mesa, atirou o microfone sob a mesa e abraçou Wagner.
Após a votação, Jaques Wagner disse que não sabia a que se devia a derrota do governo e que não iria “ficar adjetivando” se senadores trairam ou não o governo.
“Para mim foi uma surpresa, [imaginava] 45, 44 [votos]. Mas cada um vota com a sua consciência”, disse Wagner ao deixar o plenário.
Atuação de Alcolumbre
O presidente do Senado foi o principal articulador da derrota de Messias no Senado. Desde a indicação do advogado-geral da União (AGU), Alcolumbre se recusou a receber Messias e trabalhou para que o Senado barrasse a escolha de Lula.
Alcolumbre defendia que o escolhido fosse seu antecessor na presidência do Senado e aliado de primeira hora, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Essa é a primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitam uma indicação do presidente da República ao Supremo.
Com a rejeição, a mensagem com a indicação de Messias foi arquivada e o presidente Lula terá que enviar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luis Roberto Barroso no Supremo.
A nova indicação precisará ser validado pelo Senado.


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Indicado por Bolsonaro, ministro André Mendonça diz, após rejeição de Messias, que ‘Brasil perde a oportunidade de ter um grande ministro do Supremo’

Após a rejeição histórica ao nome de Jorge Messias, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou em uma rede social que “o Brasil perde a oportunidade de ter um grande ministro do Supremo”.
André Mendonça concluiu voto sobre responsabilidade das redes sociais nesta quarta (5)
Gustavo Moreno/STF
“Messias é um homem de caráter, íntegro e que preenche os requisitos constitucionais para ser Ministro do STF. E amigo verdadeiro não está presente nas festas; está presente nos momentos difíceis”, escreveu André Mendonça.
André Mendonça chegou ao STF por indicação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Assim como Messias, é envagélico.
“Messias, saia dessa batalha de cabeça erguida. Você combateu o bom combate! Deus o abençoe! Deus abençoe nosso Brasil!”, completou o ministro do STF.
Rejeição de Messias

Em derrota histórica, o plenário do Senado rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação do advogado-geral da União ao cargo de ministro do STF.
Foi a a primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitam uma indicação do presidente da República ao Supremo.


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g1 > Política