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Prefeito Tony Pablo anuncia corte de gastos e restringe shows em Cacoal

O prefeito Tony Pablo de Castro Chaves anunciou a adoção de medidas de contenção de despesas no município de Cacoal, incluindo a restrição de shows e eventos de grande porte.

A decisão foi oficializada por meio de decreto e, segundo o chefe do Executivo, tem como base um levantamento detalhado realizado por equipes técnicas da administração municipal, envolvendo a Secretaria de Fazenda, Secretaria de Planejamento, contabilidade e controle interno.

De acordo com o prefeito, o município enfrenta dificuldades financeiras significativas, o que exige ações imediatas para reequilibrar as contas públicas. Entre os dados apresentados, está o pagamento de aproximadamente R$ 1,7 milhão em dívidas referentes ao ano de 2025 apenas no primeiro trimestre de 2026. Além disso, foram quitadas verbas rescisórias que somam cerca de R$ 3 milhões.

Outro ponto destacado foi o déficit na área da saúde, que, segundo a gestão, já ultrapassa R$ 2,8 milhões, além de um saldo negativo superior a R$ 7 milhões no caixa do município, conforme balancete do primeiro trimestre.

Diante desse cenário, o decreto prevê uma série de medidas de economia, como a redução de gastos com diárias, passagens e, principalmente, a suspensão de investimentos em grandes eventos e shows.

Apesar disso, o prefeito afirmou que eventos tradicionais do município, como a feira do agronegócio (Cafecau), deverão ser realizados com foco na valorização de artistas locais, reduzindo custos.

“O momento é de apertar os cintos. Precisamos direcionar os recursos para áreas essenciais como saúde, educação e obras”, afirmou.

A gestão municipal também informou que buscará apoio financeiro por meio de emendas parlamentares, tanto da bancada estadual quanto federal, para auxiliar na recuperação das finanças do município.

O decreto com as medidas deve ser disponibilizado para a imprensa e passa a valer como parte de um plano de ajuste fiscal para enfrentar o cenário econômico atual.

O papel da Rússia no Irã

Vladimir Putin disse que fará de tudo para atender aos interesses do Irã e para garantir a paz na região. Para um leitor que não acompanha tanto geopolítica, a declaração pode parecer uma piada, principalmente sobre a manutenção da paz na região.
Que a Rússia apoia o governo de Teerã, não há dúvida. O apoio não é só político, mas provavelmente bélico. Desde o início do conflito com os EUA, chama a atenção o grau de precisão dos ataques iranianos aos alvos norte-americanos. Circula na imprensa internacional que isso só seria possível com a ajuda da inteligência russa.
Quanto à segunda parte, de que Putin poderia garantir a paz no Oriente Médio, a declaração também não é um absurdo. Não se trata de dizer que Putin é um santo e merece o Prêmio Nobel da Paz. Mas reconhecer que a Rússia tem um papel importante como um agente estabilizador no Oriente Médio.
A Rússia pode ter um papel crucial para convencer o Irã a fazer algumas concessões, caso haja um avanço nas negociações. Por anos, durante a Guerra Fria, a Rússia ajudava a conter o caos no Oriente Médio pela sua influência no Irã ou na Síria.
A ameaça russa não deixava de ser um freio nas pretensões americanas e israelenses na região. Da mesma forma que os EUA eram um freio para as ameaças de Moscou no Oriente Médio. Pode parecer um paradoxo, mas o mundo era mais estável e previsível durante a Guerra Fria.


Fonte: Jovem Pan

‘Messias não vai ajudar a melhorar o clima do Judiciário’, diz líder da oposição no Senado

O líder da oposição no Senador, Rogério Marinho (PL-RN) afirmou nesta segunda-feira (27), em entrevista ao programa “Direto ao Ponto”, da Jovem Pan, que Jorge Messias, advogado-geral da União, não vai contribuir para melhorar o clima do Judiciário. “Ele sabe a nossa posição, não temos condições de votar nele. Ele não vai contribuir para melhorar o clima que o País se encontra”, disse Marinho, enfatizando que o país precisa agora é “fazer uma mudança da forma como o judiciário se encontra”, porque do jeito que está não “tá legal para o Brasil e Messias não vai ajudar para melhorar esse clima”, declarou, acrescentando que aqueles que foram escolhidos pelo presidente da República não podem ajudar a melhor o país.
Apesar da oposição a Messias, Marinho falou que durante a sabatina, marcada para quarta-feira (29), vai ser o momento de ver o advogado-geral da União como candidato. “Vamos ver aquele que vai se expor perante ao colegiado e colocas as posições que certamente deverá defender caso seja escolhido ministro do STF”, disse.
A coluna do Bruno Pinheiro, apresentador da Jovem Pan, já havia informado que a oposição se mobilizou e tornou a sabatina de Messias a maior batalha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso. Os parlamentares que desembarcam em Brasília nesta segunda-feira ainda não têm certeza sobre o desfecho da sabatina na Comissão de Constituição e Justiça.
Senadores ouvidos pela Jovem Pan falam em placar apertado. O bloco Vanguarda — que reúne 18 senadores do PL, Novo e Avante — já fechou questão contra o nome do advogado-geral da União.

Sabatina na quarta-feira 
A sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, para o Supremo Tribunal Federal (STF) retornou para a próxima quarta-feira (29). A informação foi noticiada pelo jornal O Globo e confirmada pela Jovem Pan.
Inicialmente, a sabatina de Messias estava marcada para o dia 29. Na última sessão da CCJ, na quarta-feira (15), os senadores pediram para adiantar os questionamentos ao AGU para o dia 28 em razão da proximidade do feriado de 1º de maio.


Fonte: Jovem Pan

Tarcísio chama Flávio Bolsonaro de ‘próximo presidente’ em evento do governo de SP

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), chamou nesta segunda-feira (27) o senador e pré-candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de “próximo presidente da República”. A declaração se deu durante a abertura oficial do espaço do governo paulista na Agrishow, principal feira de agronegócio do país, em Ribeirão Preto, no interior do estado.
“Estava me lembrando hoje, em 2022, eu entrei aqui nessa feira montado a cavalo com o [ex-]presidente Jair Bolsonaro. Esse é um privilégio que ninguém vai me tirar. Fica guardado na nossa memória, no nosso coração. É um privilégio estar no dia de hoje percorrendo essa feira com o seu filho 01″, declarou.
O chefe do Executivo paulista disse que a presença do senador na feira é uma forma de “homenagear” Bolsonaro. “Eu tenho certeza de que você vai honrar muito, Flávio, o legado de seu pai. Você vai fazer muita diferença. Você está indo no caminho certo. E, vai contar com um exército. Esse exército que está aqui é seu e vai fazer a diferença”, afirmou.
Tarcísio falou que “uma nova perspectiva está nascendo” em referência à pré-candidatura de Flávio. O chefe do Executivo disse ter “certeza de que o resultado de outubro será excepcional” e de que haverá uma nova gestão no Planalto.
O governador ainda elogiou o governo de Bolsonaro e disse ser grato ao ex-presidente. Tarcísio afirmou que o capitão da reserva teve um “gesto de ousadia” por compor os ministérios com “técnicos”. Segundo ele, o mesmo foi implementado em sua gestão à frente do Palácio dos Bandeirantes.

Flávio critica Lula, faz promessas ao agro e elogia Tarcísio
O senador também discursou no evento do governo de São Paulo. Em sua fala, Flávio criticou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), fez promessas ao setor agropecuário e elogiou Tarcísio.
O parlamentar disse que o governo Lula está preocupado em “pisar e asfixiar o agronegócio” e em perseguir opositores políticos. Flávio também voltou a mencionar a “missão” que, segundo ele, recebeu de seu pai. “Todo mundo sabe que quem tinha que estar aqui não era eu, mas sim o [ex-]presidente Jair Bolsonaro”, afirmou.
Ao setor, o pré-candidato prometeu fortalecimento. “Quero me comprometer com todas as pautas trazidas aqui [no evento]. A partir de 2027, o agro será ainda mais valorizado. Vocês não terão um governo [os] perseguindo, mas que dará a mão a vocês”, declarou.
Sobre Tarcísio, Flávio afirmou que “não teria ninguém melhor em São Paulo” para “caminhar” ao lado. O senador declarou ainda que o governador paulista tem “plena capacidade de ser presidente”.


Fonte: Jovem Pan

Jovem Pan concorre em duas categorias no Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio

A Jovem Pan está cocorrendo em duas categorias no “Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio”. A apresentadora Mariana Grilli, concorre como ‘Melhor Jornalista’, e o programa Hora H do Agro, foi indicado como ‘Programa de TV Geral’.
No ano passado, a apresentadora Mariana Grilli também participou da premiação. Ele esteve presente entre os estreantes e fez parte da lista dos TOP 50 +Admirados Jornalistas do Ano.
Essa é a sexta edição do prêmio, que consagra os melhores profissionais e programas. A premiação acontece por turnos, e está na segunda fase. A votação começou no dia 20 de abril e vai até o dia 4 de maio. Para votar, basta acessar o site.
Para votar, é preciso preencher um rápido cadastro e informar até cinco profissionais ou veículos por categoria.
A apresentadora da Jovem Pan disputa o prêmio com mais 100 profissionais. Eles disputam uma vaga no Top 50 +Admirados do Ano, enquanto o Hora H do Agro busca uma vaga no TOP 3 mais votados em oito categorias, sendo elas:

Agência de Notícias,
Áudio;
Canal de Vídeo;
Periódico especializado;
Programa de TV Especializada;
Programa de TV Geral;
Site/Portal;
Veículo Geral

Na votação, os eleitores podem escolher de 1 a 5 profissionais, sendo que cada posição computa uma pontuação diferente.

1º lugar: 100 pontos;
2º lugar: 80 pontos;
3º lugar: 65 pontos;
4º lugar: 55 pontos;
5º lugar: 50 pontos.


Fonte: Jovem Pan

Itamaraty confirma que criança brasileira de 11 anos e mãe morreram no Líbano após ataque de Israel

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil – Itamaraty – confirmou nesta segunda-feira (27) a morte de dois brasileiros da mesma família no Líbano após ataque de Israel. Trata-se de uma criança de 11 anos e sua mãe. O pai, que era libanês, também não resistiu. Já o irmão, que também é brasileiro, encontra-se hospitalizado. Segundo a nota do Itamaraty, a família encontrava-se em sua residência, no distrito de Bint Jeil, no Sul do Líbano, no momento do bombardeio de Israel.
“Ao expressar sinceras condolências aos familiares das vítimas, o Brasil reitera sua mais veemente condenação a todos os ataques perpetrados durante a vigência do cessar-fogo, tanto por parte das forças israelenses quanto do Hezbollah.”, diz a nota do Ministério das Relações Exteriores. “A Embaixada do Brasil em Beirute está em contato com a família dos brasileiros falecidos para prestar assistência consular, incluindo para o filho hospitalizado.”, acrescenta.
Na nota, o Itamaraty também ressalta que o bombardeio aconteceu em um momento em que os países estão vivendo uma trégua, inciada no dia 16 de abril e prorrogado por três semanas no dia 23 de abrirl. “Esse ataque constitui mais um exemplo das reiteradas e inaceitáveis violações ao cessar-fogo anunciado em 16 de abril, as quais já resultaram na morte de dezenas de civis libaneses, incluindo mulheres e crianças, assim como de uma jornalista e de dois integrantes franceses da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL).”, diz a nota.

Tensão entre Irael x Líbano
Uma coluna de fumaça e um fragmento de concreto se elevam do local de um ataque aéreo israelense nos arredores orientais de Tiro, no sul do Líbano, em 24 de março de 2026 │DIMITAR DILKOFF / AFP
As hostilidades entre o Hezbollah e Israel reacenderam-se em 2 de março, quando o grupo abriu fogo em apoio ao Irã na guerra regional em curso. O cessar-fogo no Líbano surgiu paralelamente aos esforços de Washington para resolver seu conflito com Teerã, embora o Irã tenha solicitado que o Líbano fosse incluído em qualquer trégua mais ampla.
Cerca de 2.500 pessoas foram mortas no Líbano desde que Israel entrou na ofensiva após o ataque do Hezbollah em 2 de março, de acordo com as autoridades libanesas.
No dia 16 de março, um cessar-fogo de 10 dias foi iniciado entre os dois países. O objetivo era permitir negociações em direção a um acordo permanente de segurança e paz. “Todas as partes reconhecem que as forças de segurança do Líbano têm a responsabilidade exclusiva pela soberania e defesa nacional do Líbano; nenhum outro país ou grupo tem a pretensão de ser o garantidor da soberania do Líbano”, dizia o acordo.
Os países realizam as primeiras conversas diretas entre os dois países em mais de 30 anos. Já no dia 23 de abril, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia informado que o cessar-fogo foi prorrogado por três semanas, apesar de combates esporádicos no terreno.
“O cessar-fogo entre Israel e Líbano será prorrogado por TRÊS SEMANAS”, afirmou Trump em uma publicação nas redes sociais enquanto se reunia com enviados de Israel e do Líbano. Ele também disse que há “grandes possibilidades” de se alcançar um acordo de paz ainda este ano entre Israel e Líbano.


Fonte: Jovem Pan

Donato mira 300 votos e entra na articulação pela dosimetria: ‘Contem comigo’

O deputado Messias Donato (União Brasil-ES) declarou apoio à derrubada do veto presidencial ao projeto de lei da dosimetria e afirmou estar articulando votos entre colegas para a sessão do Congresso Nacional marcada para esta quinta-feira (30).
“Contem com o meu voto e com a minha interlocução lá no Congresso Nacional para que esses homens e mulheres estejam em suas casas. É fazer justiça”, disse o deputado.
O Congresso analisa o veto presidencial (VET 3/2026) ao projeto que altera as penas aplicadas aos condenados pela tentativa de golpe e pelos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão pode modificar o tempo de prisão e as regras de progressão de regime nesses casos. O texto prevê redução de pena para crimes cometidos em contexto de multidão — desde que o condenado não tenha exercido liderança ou financiado os atos — e impede a soma das penas quando os delitos ocorrem no mesmo contexto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou a proposta integralmente em cerimônia no Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro, data em que os ataques completaram três anos.
A oposição projeta superar 300 votos pela derrubada na Câmara — acima dos 291 obtidos na aprovação original, em dezembro. Para que o veto seja derrubado, são necessários ao menos 257 deputados e 41 senadores. O governo concentra suas fichas no Senado e no voto secreto da sessão conjunta, apostando que parlamentares do centrão podem, nos bastidores, recuar da posição declarada publicamente.


Fonte: Jovem Pan

Cirone diz que obras da BR-319/AM beneficiam amplamente Rondônia

O início das obras foi autorizado pelo Ministério dos Transportes e pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT)

O deputado estadual Cirone Deiró disse que a execução das obras de melhorias e de pavimentação de trechos da BR-319/AM, além da construção da ponte sobre o Rio Igapó-Açu, vão beneficiar amplamente o Estado de Rondônia. “É um trabalho que vai garantir melhores condições para o transporte da produção rondoniense para Manaus, como também mais segurança e tranquilidade para o deslocamento da população, entre um estado e outro”, afirmou.

De acordo com o deputado, o Ministério dos Transportes e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) autorizaram o início de obras estruturantes na BR-319/AM e de serviços de melhorias na BR-174/AM. O investimento ultrapassa R$ 1 bilhão.

Conforme o projeto, as obras incluem a construção de uma ponte sobre o rio Igapó-Açu, na BR-319/AM, e a manutenção em dois lotes da BR-174/AM. Está previsto, além disso, a publicação do aviso de licitação para o melhoramento e pavimentação do “trecho do meio” da BR-319, considerado estratégico para a ligação terrestre do Amazonas com o restante do país.

Na BR-174/AM, foram autorizados serviços de manutenção em dois lotes que somam 255,7 quilômetros, entre Manaus e a divisa com Roraima. Os investimentos ultrapassam R$ 366,2 milhões e incluem ações de conservação e recuperação da rodovia.

A construção da ponte sobre o rio Igapó-Açu, no km 260,7, deverá ter 320 metros de extensão e investimento de R$ 44,1 milhões. A estrutura substituirá a travessia por balsa, o que ampliará a segurança e a fluidez do tráfego.

O chamado “trecho do meio” compreende 339,4 quilômetros entre o km 250,7 e o km 590,1, no segmento entre o Igarapé Atií e o distrito de Realidade, em Humaitá, no sul do Amazonas. Para esse trecho, será lançado edital de licitação com investimento estimado em R$ 678 milhões, com publicação prevista para o mês de abril.

O avanço do projeto foi possível a partir de alterações na legislação e de um novo entendimento jurídico da Advocacia-Geral da União (AGU), que passou a diferenciar obras de implantação de novas rodovias, daquelas voltadas à recuperação de estradas já existentes.

De acordo com estimativas do IBGE, a população do estado do Amazonas atingiu 4.321.616 habitantes em 2025. O estado consolidou-se como o mais populoso da região Norte e ocupa uma posição de destaque nacional. Manaus, a capital, concentra a maior parte desses habitantes, ultrapassando 2 milhões de pessoas.

Texto: Eli Batista
Jornalista

Em primeira agenda conjunta com Tarcísio, Flávio Bolsonaro critica atuação de Lula no agro

Flávio e Tarcísio chegam à Agrishow em 1ª agenda de pré-campanha conjunta
O governador de São Paulo e pré-candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) cumpriram nesta segunda-feira (27) a primeira agenda de pré-campanha conjunta para as eleições deste ano. A aparição ocorreu na Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país, em Ribeirão Preto (SP), que acontece até sexta-feira (1º).
Os dois chegaram no mesmo carro. Durante um discurso aos visitantes da feira, Flávio fez críticas à atuação do presidente Lula (PT) junto ao setor do agronegócio.
“Podem ter a convicção de que, a partir de 2027, o agro vai ser ainda mais valorizado. Vocês não vão ter um governo perseguindo vocês, pelo contrário, vão ter um governo dando a mão para vocês.”
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Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Flávio Bolsonaro (PL) na Agrishow 2026
Érico Andrade/g1
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Ainda no discurso, o pré-candidato do PL reforçou que Tarcísio apoiará a candidatura dele.
“Tarcísio vai se comprometer com todas as pautas trazidas aqui. Podem ter a convicção de que, a partir de 2027, o agro vai ser ainda mais valorizado.”
O próprio governador também destacou o apoio a Flávio ao discursar na feira.
“Estar hoje com você é uma forma de homenagear seu pai, de manter aquele legado vivo. Tenho certeza de que você vai honrar muito, Flávio, o legado do seu pai. Você está indo no caminho certo.”
Flávio se tornou a principal aposta da direita, diante da inelegibilidade do pai, Jair Bolsonaro. Na pesquisa Quaest do dia 15 de abril, ele apareceu pela primeira vez numericamente à frente em um eventual 2º turno contra o presidente Lula (PT) nas eleições 2026.
Já Tarcísio, segundo pesquisa Datafolha divulgada no dia 8 de março, lidera todos os cenários testados para o governo de São Paulo no primeiro turno das eleições de 2026.
Além da importância para o agronegócio, em ano eleitoral, políticos se articulam na feira mirando a influência política do setor. Na abertura, no domingo (26), participaram o vice-presidente Geraldo Alckmin, vice na chapa do presidente Lula à reeleição, e o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula.
Críticas ao governo Lula
Durante o evento nesta segunda-feira, Flávio e Tarcísio criticaram reiteradamente a atuação do governo Lula junto ao setor agropecuário. Uma das críticas foi em relação ao anúncio de Alckmin sobre o programa Move Agrícola, com o objetivo de diminuir juros em financiamentos de máquinas agrícolas a partir de um aporte de R$ 10 bilhões do governo federal.
“A gente está vendo o crédito cada vez mais caro, cada vez mais incerto, juros cada vez mais altos. Daí o governo federal vem aqui, anunciou R$ 10 bilhões, que o próprio setor classificou aquilo como um não anúncio, e é um não anúncio mesmo, porque quais são as condições, qual é a taxa, quando vai estar disponível?”, questionou Tarcísio.
As críticas ao programa foram enfatizadas também por Flávio.
“Onde já se viu abrir um financiamento agora de R$ 10 bilhões para comprar maquinário só? Ele [Lula] não entende que é um setor que está altamente endividado”, disse.
Além disso, o novo Plano Safra e a elevação na taxa de juros foram outros pontos abordados pelos pré-candidatos. Diante de entidades que representam o agronegócio e produtores rurais, Flávio Bolsonaro chegou a afirmar que o governo federal trata o setor como “lixo”.
“Primeiro que tem que tratar o agro com respeito. Não pode o governo federal asfixiar o agro, tratar o agro como se fosse vilão, o agro é a solução. É dar visibilidade para o Plano Safra, reposicionar as linhas de crédito, que acabaram, a juros completamente absurdos, em alguns casos, os produtores rurais estão tomando juros a 25% ao ano, isso é impagável.”
O pré-candidato do PL ainda considerou que o governo Lula age com imprevisibilidade ao citar os impostos.
“O governo que é imprevisível. A todo momento, aumenta a carga tributária, cria um imposto novo para gastar mais, a taxa de juro estratosférica, de 15% ao ano, quase a maior do mundo. Com o presidente Bolsonaro, nós chegamos a ter uma taxa de 2% ao ano. O agro respirava, todo mundo podia tomar financiamento para fazer os seus empreendimentos, não apenas na parte do agro ou da pecuária.”
Flávio Bolsonaro com apoiadores na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP).
Érico Andrade/g1
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Itamaraty confirma morte de dois brasileiros após ataques israelenses no Líbano

O Ministério das Relações Rxteriores informou nesta segunda-feira (27) que uma menina brasileira de 11 anos e o pai dela morreram após ataques israelenses no Líbano.
O governo brasileiro tomou conhecimento, com consternação e pesar, das mortes, em 26/4, de criança brasileira, de 11 anos, de sua mãe, também brasileira, e de seu pai libanês, vítimas de ataque das Forças de Defesa de Israel. Outro filho do casal, igualmente brasileiro, encontra-se hospitalizado. A família encontrava-se em sua residência, no distrito de Bint Jeil, no Sul do Líbano, no momento do bombardeio.
Esse ataque constitui mais um exemplo das reiteradas e inaceitáveis violações ao cessar-fogo anunciado em 16 de abril, as quais já resultaram na morte de dezenas de civis libaneses, incluindo mulheres e crianças, assim como de uma jornalista e de dois integrantes franceses da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL).
Ao expressar sinceras condolências aos familiares das vítimas, o Brasil reitera sua mais veemente condenação a todos os ataques perpetrados durante a vigência do cessar-fogo, tanto por parte das forças israelenses quanto do Hezbollah. Condena, ainda, as demolições sistemáticas de residências e de outras estruturas civis no sul do Líbano, levadas a efeito, ao longo das últimas semanas, pelas forças israelenses, e a persistência do deslocamento forçado de mais de um milhão de libaneses.
Nesse contexto, o Brasil exorta as partes ao cumprimento integral dos termos da Resolução 1701 (2006) do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que estabeleceu os termos do cessar-fogo que encerrou a guerra de 2006, e à imediata cessação das hostilidades, com a retirada completa das forças israelenses do território libanês.
A Embaixada do Brasil em Beirute está em contato com a família dos brasileiros falecidos para prestar assistência consular, incluindo para o filho hospitalizado.


Fonte:

g1 > Política