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Tarot semanal: previsão para os signos de 13 a 19 de abril de 2026

Segundo as cartas do tarot, será uma semana de desafios moderados, transformações internas e oportunidades de crescimento para todos os signos. Haverá uma tendência de lidar com testes de paciência, decisões importantes e mudanças inesperadas, mas também surgirão momentos de leveza, conexão emocional e renovação da esperança. O ciclo pedirá equilíbrio entre razão e emoção, além de maturidade para enfrentar imprevistos sem impulsividade.
A seguir, o tarólogo e astrólogo Victor Valentim explica o que as cartas do tarot revelam para cada nativo sobre os próximos dias. Confira!
Áries – 5 de Paus
Para o ariano, será uma semana movimentada, cheia de pequenas disputas e desafios Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Conforme a carta “5 de Paus”, será uma semana movimentada, cheia de pequenas disputas e desafios. Nada será grave, mas testará sua paciência. Em vez de sair confrontando todo mundo, escolha suas batalhas. Nem tudo merece sua energia.
Touro – O Imperador
Para o taurino, esta semana pedirá firmeza nas decisões Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Conforme a carta “O Imperador”, será preciso postura, controle e liderança. Esta semana pedirá firmeza nas decisões. Será sobre assumir o comando da sua vida e parar de esperar que os outros façam por você. Estrutura será poder.
Gêmeos – 3 de Copas
Para o geminiano, será uma semana perfeita para socializar Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Haverá alegria, encontros e boas companhias, revela a carta “3 de Copas”. Será uma semana perfeita para socializar, rir e se conectar com quem te faz bem. Poderá haver comemoração, convite ou reencontro agradável. Aproveite, pois você funciona melhor quando está leve.
Câncer – 4 de Copas
O canceriano deverá ter cuidado para não ignorar oportunidades que estarão bem à sua frente Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
A carta “4 de Copas” alerta que um certo desânimo poderá surgir, trazendo aquela sensação de que “nada está bom”. No entanto, será importante ter cuidado para não ignorar oportunidades que estarão bem à sua frente. Nem tudo virá da forma como você idealizou.
Leão – A Força
Nesta semana, o leonino vencerá na calma, e não no impulso Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Você precisará exercer controle emocional, autocuidado e reconhecer seu poder interno, alerta a carta “A Força”. Esta semana não será sobre gritar mais alto, mas sobre dominar suas emoções. Você vencerá na calma, e não no impulso.
Virgem – 7 de Ouros
Nesta semana, o virginiano deverá ter mais paciência Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Será necessário ter paciência, mostra a carta “7 de Ouros”. Você já plantou, e será o momento de esperar e confiar. Evite ficar “cavando a terra” para ver se a semente cresceu. Os resultados virão, apenas não no seu tempo ansioso.
Libra – A Estrela
Para o libriano, será uma semana de se reconectar com algo mais leve dentro de si Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Haverá esperança renovada, leveza e cura, revela a carta “A Estrela”. Será uma semana de se reconectar com algo mais leve dentro de você. Após um período mais pesado, o universo te dará um respiro. Aproveite essa paz.
Escorpião – Rei de Espadas
Para o escorpiano, cortes poderão ser necessários, mas serão libertadores Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Será um período de clareza, estratégia e decisões mais racionais, ressalta a carta “Rei de Espadas”. Você precisará usar mais a cabeça do que o coração. Cortes poderão ser necessários, mas serão libertadores. Será um momento de agir sem drama, apenas com verdade.
Sagitário – 9 de Paus
A semana do sagitariano pedirá mais resistência Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Você poderá se sentir cansado(a), mas ainda permanecerá de pé. A semana pedirá resistência, conforme a carta “9 de Paus”. Você passou por muita coisa, portanto não será hora de desistir. Falta pouco, aguente mais um pouco.
Capricórnio – Ás de Ouros
Novas oportunidades financeiras ou materiais surgirão ao capricorniano Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Novas oportunidades financeiras ou materiais surgirão, revela a carta “Ás de Ouros”. Poderá ser um começo promissor. Será importante ficar atento(a), pois essa chance poderá parecer pequena, mas terá grande potencial de crescimento.
Aquário – A Torre
Mudanças inesperadas poderão acontecer para o aquariano Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Mudanças inesperadas poderão acontecer, alerta a carta “A Torre”. Algo poderá sair do controle, mas será libertador. Às vezes, o que desmorona é exatamente o que estava te prendendo. Confie, mesmo diante do caos.
Peixes – Pajem de Copas
O pisciano deverá deixar fluir, sem criar expectativas excessivas Imagem: Artemisia1508 | Shutterstock
Haverá sensibilidade, novidades emocionais e possíveis mensagens, mostra a carta “Pajem de Copas”. Poderá surgir alguém interessante ou uma nova fase mais leve no amor. Será importante deixar fluir, sem criar expectativas excessivas.
Victor Valentim

Apresentando o misticismo de forma descontraída, Victor Valentim faz sucesso nas redes sociais. O tarólogo e astrólogo trabalha com magia natural desde os 14 anos. Entregando o esoterismo aos internautas de forma leve e descontraída, ele tem se destacado pelas redes sociais @bosquedosgnomos e já coleciona quase 400 mil seguidores.


Fonte: Jovem Pan

Tarot do dia: previsão para os 12 signos em 12/04/2026

O domingo trará uma energia de renovação, clareza e novas oportunidades. Muitas cartas da tarot indicam recomeços, decisões importantes e conexões significativas, enquanto outras pedem atenção a conflitos e impulsos. O dia favorecerá quem agir com consciência e propósito.
A seguir, confira as previsões do tarot para cada um dos signos!
Áries — O Julgamento
O dia do ariano favorecerá decisões importantes Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
Será um dia de despertar e virada, conforme a carta “O Julgamento”. O domingo favorecerá decisões importantes e a consciência sobre caminhos que precisam ser transformados.
Touro — Pajem de Copas
Um convite ou mensagem poderá trazer leveza ao taurino Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “Pajem de Copas” indica que haverá sensibilidade e boas surpresas emocionais. Um convite ou uma mensagem poderá trazer leveza ao seu dia.
Gêmeos — A Estrela
O dia trará leveza, fé e confiança no futuro ao geminiano Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “A Estrela” indica que haverá esperança e renovação. O dia trará leveza, fé e confiança no futuro. Confie no processo.
Câncer — Ás de Espadas
O dia do canceriano favorecerá decisões importantes e conversas diretas Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “Ás de Espadas” indica que haverá clareza e verdade. O dia favorecerá decisões importantes e conversas diretas. Corte ilusões.
Leão — Ás de Ouros
O dia do leonino favorecerá o crescimento financeiro Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “Ás de Ouros” mostra que surgirá uma nova oportunidade no campo material. O dia favorecerá o crescimento financeiro e novos projetos.
Virgem — A Temperança
O virginiano precisará ter paciência e moderação neste dia Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
Haverá equilíbrio e harmonia, pois a carta “A Temperança” pede paciência e moderação. Tudo tenderá a se ajustar.
Libra — 2 de Paus
O dia favorecerá decisões estratégicas e novos caminhos ao libriano Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “2 de Paus” indica que haverá planejamento e visão de futuro. O dia favorecerá decisões estratégicas e novos caminhos.
Escorpião — O Louco
O escorpiano sentirá mais coragem para se jogar em algo novo Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
Um novo ciclo começará, trazendo liberdade. A carta “O Louco” indica coragem para se jogar em algo novo. Confie no seu instinto.
Sagitário — Rei de Espadas
O dia pedirá decisões racionais e comunicação direta ao sagitariano Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “Rei de Espadas” indica que haverá clareza e posicionamento firme. O dia pedirá decisões racionais e comunicação direta.
Capricórnio — 9 de Ouros
O dia favorecerá a satisfação pessoal do capricorniano Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “9 de Ouros” indica que haverá independência e realização. O dia favorecerá a satisfação pessoal e a valorização do que você conquistou.
Aquário — 2 de Copas
O dia favorecerá as parcerias do aquariano Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
A carta “2 de Copas” indica que haverá conexões importantes. O dia favorecerá parcerias, reconciliações e momentos de afeto.
Peixes — 5 de Paus
O pisciano precisará ter cuidado com disputas desnecessárias Imagem: Maisei Raman | Shutterstock
Pequenos conflitos poderão surgir. A carta “5 de Paus” pede cuidado com disputas desnecessárias e excesso de competitividade.
Por Viviane Pettersen

Jornalista e astróloga. No estudo do céu, encontrou caminhos para compreender questões profundas e hoje divide essas descobertas — em constante construção — por meio de diferentes conteúdos.


Fonte: Jovem Pan

Análise da função de mesário voluntário nas eleições

A figura do mesário voluntário constitui um dos pilares operacionais da democracia brasileira, assegurando a capilaridade e a legitimidade do processo eleitoral em todo o território nacional. Diferentemente dos convocados compulsoriamente, o mesário voluntário se apresenta espontaneamente à Justiça Eleitoral para compor as Mesas Receptoras de Votos e de Justificativas. Esta função pública temporária é revestida de autoridade estatal durante o pleito, garantindo que o fluxo de votação ocorra em conformidade com o Código Eleitoral e as resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A participação ativa da sociedade civil através deste mecanismo não apenas reduz o absenteísmo de colaboradores convocados, mas também promove uma fiscalização descentralizada do processo democrático.
Atribuições e competências legais
As responsabilidades dos mesários são hierarquicamente distribuídas dentro da seção eleitoral, garantindo a ordem e a segurança jurídica do voto. A Mesa Receptora é composta por um presidente, um primeiro e um segundo mesário, e um secretário. Cada função possui atribuições específicas definidas pela legislação vigente.
O presidente da mesa detém a autoridade máxima na seção, sendo responsável por iniciar e encerrar a votação, resolver impugnações imediatas e manter a ordem no recinto, podendo inclusive solicitar auxílio de força policial se necessário. Os mesários e secretários auxiliam na identificação do eleitor, na conferência dos dados no caderno de votação, na orientação sobre o fluxo na sala e na distribuição dos comprovantes de votação. Além da operação logística, os mesários são guardiões do sigilo do voto e da integridade da urna eletrônica, devendo reportar qualquer anomalia ao juiz eleitoral da zona correspondente.
Histórico e evolução do voluntariado eleitoral
A instituição do programa “Mesário Voluntário” pelo TSE marcou uma transição significativa na administração das eleições brasileiras. Historicamente, a composição das mesas dependia exclusivamente da convocação obrigatória, um processo que frequentemente gerava resistências e um alto índice de pedidos de dispensa.
A criação oficial do programa buscou transformar a percepção do trabalho eleitoral de um “ônus cívico” para uma oportunidade de participação democrática ativa. Com a implementação da urna eletrônica em meados da década de 1990 e a subsequente informatização do cadastro de eleitores, a Justiça Eleitoral passou a necessitar de colaboradores com maior afinidade tecnológica e disposição para treinamentos específicos. O programa evoluiu para incluir plataformas de ensino a distância (EaD) e aplicativos móveis para treinamento, modernizando a capacitação da força de trabalho voluntária.
Processo de inscrição e requisitos
Para compreender como se inscrever como mesário voluntário, é necessário analisar os canais institucionais disponibilizados pelo TSE e pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). O procedimento foi digitalizado para facilitar o acesso e a gestão dos dados dos voluntários.
Os requisitos básicos para a inscrição incluem:

Ser eleitor regularmente inscrito na zona eleitoral onde pretende atuar.
Ter completado 18 anos de idade.
Estar em dia com as obrigações eleitorais.

A legislação impõe impedimentos para certas categorias, visando a isenção do pleito. Não podem ser mesários: candidatos e seus parentes até o segundo grau, membros de diretórios de partidos políticos com função executiva, autoridades e agentes policiais, além de funcionários do serviço eleitoral.
O processo de inscrição ocorre através das seguintes vias:

Canal do Mesário: Acessível no site oficial do Tribunal Regional Eleitoral de cada estado.
Aplicativo e-Título: Ferramenta oficial que possui uma aba dedicada à inscrição voluntária.
Cartório Eleitoral: Inscrição presencial na zona eleitoral do cidadão.

Após o cadastro, os nomes entram em um banco de dados e são analisados pelo juiz eleitoral, que prioriza os voluntários na composição das mesas antes de realizar convocações compulsórias.
Benefícios legais e impacto institucional
Ao analisar quais os benefícios de ser mesário voluntário nas eleições, observa-se que a legislação brasileira estabeleceu um sistema de compensações para incentivar a adesão. Estas contrapartidas são direitos subjetivos do cidadão que presta o serviço eleitoral e variam entre benefícios federais e estaduais.
As principais vantagens asseguradas por lei incluem:

Dispensa laboral: Direito a dois dias de folga para cada dia trabalhado nas eleições, e dois dias para cada dia de treinamento, sem prejuízo do salário ou vencimento, válido tanto para o setor público quanto para o privado (Lei 9.504/97).
Critério de desempate: Utilização como critério de desempate em concursos públicos, quando previsto no edital do certame.
Isenção de taxas: Isenção de pagamento de taxa de inscrição em concursos públicos estaduais, dependendo da legislação específica de cada unidade da federação.
Atividades complementares: Reconhecimento das horas trabalhadas como atividade curricular complementar em diversas instituições de ensino superior conveniadas com a Justiça Eleitoral.
Auxílio-alimentação: Recebimento de valor estipulado pelo TSE para custeio da alimentação no dia da eleição.

O instituto do mesário voluntário consolida-se, portanto, como uma ferramenta essencial de governança eleitoral. Ao aliar a participação cidadã espontânea a um regime de benefícios legais e treinamento técnico, a Justiça Eleitoral brasileira fortalece a transparência do sufrágio. A presença de civis na condução dos trabalhos eleitorais atua como um mecanismo de controle social, validando a integridade dos resultados e reforçando a confiança nas instituições democráticas.


Fonte: Jovem Pan

Carga tributária soma 32,4% do PIB em 2025 e atinge maior valor da série histórica, estima Tesouro

A carga tributária – ou seja, a proporção entre os impostos pagos e a riqueza total do país – somou 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, segundo estimativa divulgada nesta sexta-feira (10) pela Secretaria do Tesouro Nacional.
Se a estimativa se confirmar, a carga tributária em 2025 terá sido a maior da série histórica iniciada em 2010, ou seja, um recorde. O número oficial é divulgado pela Receita no final de 2026.
Isso representa um crescimento de 0,18 ponto percentual em relação ao ano anterior, quando a carga tributária somou 32,22% do PIB.
O aumento da carga tributária em 2025 está relacionado, quase em sua totalidade, com a elevação do peso dos tributos do governo federal. Parte dessa alta está relacionada diretamente com aumento de tributos, como no caso do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF).
“Em relação aos Impostos sobre bens e serviços, é importante mencionar o aumento de 0,10 ponto percentual do PIB nos Impostos sobre operações financeiras (IOF), resultado decorrente de operações relativas à saída de moeda estrangeira e da elevação das alíquotas incidentes sobre operações de câmbio e crédito”, diz o Tesouro Nacional.
O valor da carga tributária engloba tributos pagos ao governo federal, estados e municípios. A divisão é a seguinte:
a carga tributária somente da União somou 21,6% do PIB no ano passado, contra 22,34% do PIB em 2025;
no caso dos estados, a carga tributária estimada pelo Tesouro Nacional somou 8,38% do PIB em 2025, em comparação com 8,48% do PIB no ano anterior;
os municípios, por sua vez, tiveram sua carga estimada em 2,42% do PIB em 2025, contra 2,40% do PIB no ano anterior.
Outros fatores
Além do aumento do IOF, o Tesouro Nacional apontou que houve aumento da carga tributária na categoria Impostos sobre renda, lucros e ganhos de capital, um acréscimo de 0,23 ponto percentual do PIB no Imposto sobre a renda retido na fonte (IRRF).
“Refletindo, entre outros fatores, o crescimento dos rendimentos do trabalho decorrente da expansão da massa salarial”, diz o documento.
O Tesouro destacou, ainda, o crescimento da carga em 0,12 ponto percentual do PIB na arrecadação das Contribuições para o RGPS (Regime Geral da Previdência Social).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O resultado foi impulsionado pelo “crescimento da massa salarial e criação de postos de trabalho formais, além dos efeitos da reoneração escalonada [aumento de tributo] da contribuição patronal e da folha de pagamentos”.
Mudança metodológica
Assim como a Receita Federal, responsável por calcular a carga tributária oficial do Brasil (em divulgação feita somente no fim de cada ano), o Tesouro Nacional informou que implementou um aprimoramento metodológico de modo a adequar a estatística produzida às melhores práticas internacionais.
Com essa alteração, que o Tesouro diz ter sido recomendada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), passou a excluir as contribuições destinadas ao FGTS e ao Sistema S – tributos pagos pelas empresas – do cálculo.
Com isso, os valores dos últimos anos (série histórica) também foram revistos.
Com a mudança metodológica, para atender adequar ao modelo internacional, portanto, o Tesouro Nacional excluiu do cálculo contribuições que são obrigatórias, ou seja, que são pagas por todas empresas.
Se esses tributos fossem considerados no cálculo, a carga tributária seria de 34,35% do PIB em 2025.

Marcello Casal Jr/Agência Brasil


Fonte:

g1 > Política

Última reunião da CPI do Crime, na próxima terça, deve ter depoimento de Castro e votação de relatório final

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado marcou para a próxima terça-feira (14) o depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL).
Na mesma sessão, os parlamentares devem acompanhar a leitura do relatório do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) sobre os trabalhos do colegiado e votar o documento – que pode propor às autoridades o indiciamento de alvos da CPI e projetos de aperfeiçoamento da legislação.
A próxima terça é o último dia de funcionamento da comissão, instalada em novembro do ano passado.
Os integrantes da comissão tentaram prorrogar os trabalhos, mas, segundo os parlamentares, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), decidiu não atender a esse pedido.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Além da frustração de não ter a prorrogação da CPI, os integrantes do colegiado tem se queixado de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que têm desobrigado o comparecimento de convocados, o que pode se repetir em relação ao depoimento de Cláudio Castro.
Convocação de Castro
A convocação do ex-governador do Rio foi aprovada pela CPI a partir de um pedido do senador Alessandro Vieira.
“Historicamente, o Rio de Janeiro tem sido o laboratório das mais sofisticadas dinâmicas do crime organizado no país. Nos últimos anos, observou-se uma mutação alarmante nesse cenário: a outrora nítida divisão entre facções ligadas ao narcotráfico e grupos milicianos formados por agentes e ex-agentes de segurança pública deu lugar a uma simbiose criminosa, frequentemente denominada narcomilícia”, disse o relator da CPI.
Alessandro Vieira afirmou, no pedido de convocação, que criminosos conseguiram se infiltrar nas estruturas de poder do Rio de Janeiro e que, por isso, o depoimento de Cláudio Castro é “indispensável” para a apuração da CPI.
Cláudio Castro, ex-governador do Rio
Marcelo Camargo/Agência Brasil
“O depoimento do ex-Governador proporcionará a esta CPI um panorama macroestratégico inestimável, permitindo investigar as falhas e os gargalos institucionais que dificultam o combate à lavagem de dinheiro e à asfixia financeira do crime organizado, bem como a capilaridade da infiltração de criminosos no aparato estatal”, ressalta Vieira.
Para o relator, o depoimento de Cláudio pode detalhar desafios enfrentados pelas instâncias de controle do Rio para enfrentar os problemas de segurança estaduais.


Fonte:

g1 > Política

Em meio a debate sobre o fim da escala 6×1, Banco Central vê ‘crescimento modesto’ da produtividade nos últimos anos

O crescimento da produtividade do trabalho na economia brasileira nos últimos seis anos foi “modesto” e decorreu, sobretudo, de elementos como desempenho favorável da produtividade na agropecuária e realocação do emprego para atividades mais produtivas.
Manifestantes protestam pelo fim da escala 6×1 com faixas e cartazes.
Cláudio Pinheiro / O Liberal
A conclusão é do Banco Central (BC) e foi divulgada no relatório de política monetária no fim do mês passado, em meio ao debate sobre o fim da escala 6×1.
“Quando se exclui a agropecuária, o desempenho da produtividade mostra-se ainda mais limitado: cresceu apenas 1,1% desde 2019 (média de 0,2% ao ano)”, avaliou o Banco Central, ressaltando o impacto negativo de outros setores da economia.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Em tese, sem ganhos de produtividade, a redução das horas trabalhadas pode elevar o custo de produção, pressionando margens das empresas e, em alguns casos, os preços — mas isso depende de outros fatores como concorrência, demanda e eficiência.
Para o BC, a contribuição da produtividade para a redução dos custos do trabalho tem sido limitada.
“A eventual persistência do avanço modesto da produtividade do trabalho, combinada às restrições ao crescimento da população ocupada – decorrentes da taxa de desocupação em patamar reduzido, da relativa estagnação da participação na força de trabalho e da desaceleração do crescimento da população em idade de trabalhar – poderia restringir o potencial de crescimento da economia. Nesse contexto, acelerações da demanda podem se traduzir em pressões inflacionárias”, acrescentou o BC.
Frentes parlamentares debatem escala 6X1
Fim da escala 6×1
Uma das principais bandeiras de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na economia em sua busca pela reeleição no fim deste ano, a proposta de reduzir a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais sofre resistência do setor produtivo. O principal argumento é que haverá aumento de custos, o que tende a ser repassado ao consumidor. (entenda mais abaixo)
De acordo com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, o debate sobre a redução da jornada de trabalho é uma necessidade cobrada pela sociedade brasileira.
Ele afirmou, porém, que já há empresas que vem antecipando esse debate, reduzindo voluntariamente a jornada de seus trabalhadores.
Segundo Marinho, há necessidade de enquadramento das empresas que não desejam. “Aí é lei, não haverá um acordo coletivo que leve à redução da jornada máxima. A partir da jornada máxima, empresas podem fazer adequações para menos, mas não podem para mais”, explicou.
Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu o fim da escala 6×1 durante evento em Vitória, Espírito Santo, em março
Alice Souza
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que põe fim à escala 6×1, deverá ser votada na próxima semana na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e até o fim de maio em plenário.
O ministros Guilherme Boulos (PSOL), da Secretaria-Geral da Presidência da República, disse que o governo segue disposto a enviar uma proposta sobre o tema para análise dos parlamentares. O governo deve se reunir nos próximos dias para fechar o texto do projeto. Segundo Boulos, o governo defende as seguintes mudanças nas regras trabalhistas – sem redução de salário:
fim da escala 6×1 e implementação da 5×2, com dois dias de descanso semanais; e
jornada de trabalho seja de 40 horas por semana, no máximo.
Ministro Guilherme Boulos defende envio de projeto que preveja jornada máxima de 40 horas, sem redução salarial
Divulgação
Evolução nos últimos anos
De acordo com o Banco Central, a alta relativamente modesta da produtividade do trabalho entre 2019 e 2025 (média de 0,6% ao ano) refletiu dinâmicas distintas ao longo do período.
Segundo o Banco Central:
Em 2020, observou-se forte elevação da produtividade, associada à pandemia, quando a redução da população ocupada superou a queda Valor Adicionado Bruto (VAB). Este é um indicador econômico que mede a riqueza gerada por uma empresa, setor ou região.
A alta da produtividade foi gradualmente revertida até 2022, quando a variação acumulada da produtividade desde 2019 ficou praticamente nula.
Em 2023, a produtividade apresentou alta expressiva, influenciada pelo aumento da produtividade da agropecuária em ano de safra recorde, passando a avançar em ritmo moderado nos dois anos seguintes.
“Setorialmente, a agropecuária foi o principal destaque em termos de elevação da produtividade, resultado da combinação de expansão da produção e redução da população ocupada. O segmento de outros serviços também apresentou desempenho positivo desde 2019, possivelmente associado à maior incorporação de tecnologia e mudanças organizacionais, embora essa hipótese exija investigação adicional”, diz o BC
De acordo com a instituição, os demais segmentos registraram contribuições mais modestas ou mesmo negativas para a evolução da produtividade do trabalho agregada.
Segundo o BC, agropecuária foi setor de destaque no aumento da produtividade desde 2019
Jornal Nacional/ Reprodução
O que dizem analistas e o setor produtivo
Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade, avaliou que o debate sobre qualidade de vida é legítimo e necessário, mas pontuou que a economia brasileira passa por um momento de desemprego historicamente baixo, com dificuldade de contratação.
“Mudar a jornada sem avaliar os impactos estruturais pode gerar efeitos econômicos e fiscais relevantes. Se a jornada diminui e o salário é mantido, o custo aumenta. Em um mercado já pressionado por escassez de profissionais, isso pode gerar inflação na mão de obra e parte desse aumento tende a ser repassado aos preços de produtos e serviços”, afirma Domingos.
Benito Pedro Vieira Santos, CEO da Avante Assessoria Empresarial, observou que alterações no regime de trabalho atingem operações que dependem de cobertura contínua, como indústria, logística, varejo e serviços, e, com isso, ‘reverberam ao longo de cadeias de fornecedores e clientes”.
Na prática, segundo ele, as empresas podem enfrentar três movimentos simultâneos:
recomposição de horas produtivas via contratação ou pagamento adicional;
elevação do custo fixo; e
pressão sobre preços e margens, especialmente em mercados com pouca capacidade de repasse dos custos.
Mudança da escala 6×1 teve grande adesão nas redes sociais e impulsionou projetos no Congresso
Tânia Rêgo/Agência Brasil
CNI estima queda de 0,7% no PIB
Segundo nota técnica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a proposta de redução do limite semanal das horas trabalhadas de 44 para 40 horas de trabalho – com 8 horas diárias em 5 dias por semana e manutenção do salário mensal pago – tem como resultado imediato o aumento do valor da hora trabalhada regular para os empregados cujo contrato de trabalho atual exceda 40 horas semanais.
“O exercício mostra que, como consequência da elevação do custo do trabalho, tem-se, ao fim do processo de ajuste da economia, aumento generalizado dos preços da economia. Tanto de bens e serviços para os consumidores finais, como também de insumos e matérias-primas para as empresas, o que gera perda de competitividade. A menor competitividade implicará em perda de participação nos mercados exterior e doméstico, resultando em queda das exportações e alta das importações”, avaliou a CNI.
Com a perda de participação, a entidade avalia que também haverá menor produção.
“Assim, as horas trabalhadas perdidas com a redução do limite semanal não são integralmente recompostas e, como resultado, tem-se queda da atividade econômica como um todo. Estimamos que isso geraria uma queda de 0,7% do PIB brasileiro, o equivalente a uma perda de R$ 76,9 bilhões”, concluiu.


Fonte:

g1 > Política

Vice-presidente de Trump diz que EUA não chegaram a acordo com Irã sobre guerra

Discussões duraram 21 horas, mas divergências sobre programa nuclear persistem


Fonte: UOL Noticias

Por que a Eau Rouge em Spa é a curva mais icônica da Fórmula 1

No universo da Fórmula 1, um circuito não é apenas uma pista, mas uma coleção de desafios que testam os limites de pilotos e máquinas. Algumas curvas, no entanto, transcendem a sua função e se tornam lendas, reverenciadas por sua dificuldade, velocidade e pela bravura que exigem. Entre elas, nenhuma é tão famosa quanto a Eau Rouge no circuito de Spa-Francorchamps. Este artigo analisa por que a Eau Rouge é a curva mais desafiadora e amada pelos pilotos, além de explorar outras curvas que marcaram a história do esporte.
O que define uma curva icônica na F1?
Uma curva se torna lendária na Fórmula 1 por uma combinação de fatores técnicos, históricos e emocionais. Não se trata apenas de um simples trecho do circuito, mas de um ponto que define uma volta, uma corrida ou até mesmo uma carreira. Os elementos que contribuem para esse status incluem:

Alta velocidade: Curvas que são contornadas com o acelerador no máximo, ou muito próximo disso, exigem coragem e confiança absoluta no carro.
Variação de elevação: Subidas e descidas abruptas criam forças de compressão e descompressão, afetando a aderência e a estabilidade do carro de forma dramática.
Pontos cegos: Curvas onde o piloto não consegue ver a saída (ápice ou “zebras”) exigem compromisso total e uma precisão milimétrica, baseada em memória e instinto.
Forças G: A combinação de forças G laterais (nas curvas) e verticais (nas elevações) testa a resistência física e mental do piloto ao extremo.
Importância histórica: Acidentes, ultrapassagens memoráveis e disputas de campeonato que ocorreram em uma determinada curva solidificam seu lugar na história do esporte.

Análise da Eau Rouge: o desafio de Spa-Francorchamps
Embora o nome Eau Rouge seja popularmente usado para toda a sequência, tecnicamente ele se refere apenas à primeira curva à esquerda na base da colina. A subida seguinte, uma curva cega para a direita, chama-se Raidillon. Juntas, elas formam o complexo mais reverenciado da F1. O que a torna tão especial é a confluência de todos os fatores que definem uma curva icônica.
Primeiro, a velocidade. Os pilotos chegam à base da colina em velocidade máxima, acima de 300 km/h. A descida inicial é seguida por uma compressão violenta no ponto mais baixo, onde o carro é esmagado contra o asfalto pela força G vertical, antes de iniciar a subida íngreme. Nesse momento, o piloto vira à esquerda (Eau Rouge) e imediatamente à direita (Raidillon), tudo isso enquanto sobe uma colina com o pé cravado no acelerador.
A visibilidade é outro fator crucial. A saída da Raidillon é completamente cega. O piloto aponta o carro para o céu, sem ver onde a pista continua, confiando unicamente em sua habilidade e na aderência do carro. Qualquer erro de cálculo, hesitação ou problema mecânico pode resultar em um acidente de altíssima velocidade. Contornar a Eau Rouge-Raidillon de pé cravado é o teste definitivo de coragem e da qualidade do acerto do carro, separando os grandes pilotos dos demais.
Outras curvas lendárias do calendário da F1
Embora a Eau Rouge ocupe um lugar de destaque, outros circuitos abrigam curvas que também são parte fundamental da história e do desafio da Fórmula 1.

130R (Suzuka, Japão): Uma curva de raio longo e altíssima velocidade para a esquerda, que exige precisão absoluta e um carro bem equilibrado.
Parabolica (Monza, Itália): Renomeada para Curva Alboreto, é uma longa curva para a direita que se abre para a reta principal. A forma como o piloto a contorna é crucial para a velocidade máxima na reta.
O “S” do Senna (Interlagos, Brasil): Uma desafiadora sequência em descida que começa a volta. É um dos melhores pontos de ultrapassagem do calendário e exige uma técnica apurada na frenagem e mudança de direção.
Curva 8 (Istambul, Turquia): Famosa por sua longa duração e múltiplos ápices, esta curva para a esquerda submete os pilotos a forças G laterais constantes, sendo um dos maiores testes físicos do campeonato.
O Grampo do Grand Hotel (Mônaco): Em contraste com as demais, é a curva mais lenta de todo o calendário. Seu desafio não está na velocidade, mas na precisão extrema necessária para manobrar o carro em um espaço tão apertado.

A combinação de velocidade, mudança de elevação, compressão e um ponto de saída cego solidifica a sequência Eau Rouge-Raidillon como o desafio supremo na Fórmula 1. Ela não apenas testa a performance do carro, mas, acima de tudo, a habilidade e a coragem de quem o pilota. Juntamente com outras curvas icônicas como a 130R e a Parabolica, ela compõe o panteão de trechos que definem a essência do automobilismo no seu mais alto nível, onde o risco e a recompensa andam lado a lado.


Fonte: Jovem Pan