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Filho de Biden desafia filhos de Trump para uma luta na jaula

Os norte-americanos poderão assistir a uma luta inédita enquanto se preparam para comemorar os 250 anos de independência do país: uma “cage match” (luta na jaula) entre os filhos de um presidente dos EUA em exercício e o filho de um ex-presidente.
A possibilidade improvável surgiu nesta quinta-feira (10), quando Hunter Biden, filho do ex-presidente democrata Joe Biden, desafiou os filhos mais velhos do presidente republicano Donald Trump — Donald Jr. e Eric — para uma luta.
Biden disse que recebeu uma ligação do comentarista conservador de mídia social Andrew Callaghan, que lhe disse que estava organizando a luta.
“Eu disse a ele que faria isso — 100% de participação se ele conseguir. E se ele não conseguir, eu ainda vou”, disse ele em um vídeo compartilhado no Instagram do Canal 5 de Callaghan.
A Organização Trump e a Casa Branca não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.
Não está claro se ou quando essa luta ocorrerá. A Casa Branca planeja realizar um evento semelhante — mas com verdadeiros lutadores do UFC — em 14 de junho, como parte de uma série de eventos em comemoração ao 250º aniversário dos Estados Unidos.
Biden se tornou presidente depois de derrotar Trump na eleição de 2020, que o republicano continua a alegar falsamente que foi resultado de uma fraude generalizada.
A ameaça de confronto entre seus filhos tem ecos de uma proposta de uma luta na jaula em 2023 entre os titãs da tecnologia Mark Zuckerberg e Elon Musk, embora esse evento nunca tenha ocorrido.
Em épocas anteriores da política norte-americana, houve lutas sangrentas, notadamente o duelo de 1804 entre o vice-presidente Aaron Burr e o ex-secretário do Tesouro Alexander Hamilton, que resultou na morte do ex-secretário do Tesouro e efetivamente encerrou a carreira política de Burr.
*Reuters


Fonte: Jovem Pan

Flávio Bolsonaro chama Tereza Cristina de ‘sonho de consumo’ para vice, mas adia decisão

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta quinta-feira (9) que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) é o “sonho de consumo de todo mundo” para compor sua chapa como vice, mas recuou de qualquer compromisso formal, dizendo que a definição ficará para “muito mais lá pra frente”.
A declaração foi feita na abertura da 86ª Expogrande, em Campo Grande, onde Flávio discursou com camisa estampada com a frase “o agro é top” ao lado do governador Eduardo Riedel (PP) e do ex-governador Reinaldo Azambuja, presidente estadual do PL. O senador disse querer “reafirmar compromisso com o agro para voltar a ser orgulho nacional de verdade e ocupar mais espaço no cenário internacional”.
Ao tratar do nome de Tereza Cristina, Flávio foi elogioso, mas cauteloso. Disse chamá-la carinhosamente de “vozinha” por lembrá-lo da própria avó, e a classificou como “uma das maiores referências no mundo do agro que o Brasil tem”. “Eu fico muito feliz de a gente poder ter ela entre as possibilidades”, afirmou.
O cenário, no entanto, está longe de resolvido. Assessores de Flávio Bolsonaro afirmam, em caráter reservado, que a composição com Tereza Cristina é improvável , enquanto aliados do senador já discutem outras alternativas . Do lado da senadora, a postura tem sido de distância deliberada.
“Nossa senhora, esse assunto não sai da minha frente. Nunca fui convidada. Se eu for, lá na frente nós vamos pensar. Nunca chegou esse convite”, disse a parlamentar.


Fonte: Jovem Pan

Em 1978, Julinho Botelho reclamava da falta de pontas e não apostava na seleção

Revirando os arquivos da Jovem Pan encontrei uma entrevista em que Julinho Botelho (1929-2003), ponta direita que disputou a Copa de 1954, na Suíça, estava pessimista com a participação do Brasil no mundial da Argentina, em 1978. O ex-jogador reclamava que o clubes não investiam mais na formação de atletas e dizia que os campos de várzea estavam desaparecendo em São Paulo. 
Julinho foi um dos grandes nomes do esporte nacional na década de cinquenta. O ponta direita, habilidoso, atuou por Juventus, Palmeiras, Portuguesa e Fiorentina, da Itália. No mundial de 1954, defendeu as cores da seleção brasileira que foi eliminada pela poderosa Hungria, em Berna, por 4 a 2, nas quartas de final. O atleta marcou um dos gols da equipe comandada por Zezé Moreira. 
Já em 1958, o ponta estava atuando pela Fiorentina. Ao ser sondado pela CBD (atual CBF) para disputar a Copa na Suécia, declinou da possibilidade de defender as cores nacionais. Julinho, conhecido pela correção, achou injusta a possibilidade de ocupar a vaga de alguém que estivesse atuando no futebol brasileiro. No fim de maio, ele voltou ao país para defender o Palmeiras. Na época, a imprensa discutia à exaustão: quem era melhor, Julinho ou Garrincha? 
Em 1959, depois do primeiro título mundial da seleção, o ponta foi convocado para um amistoso contra a Inglaterra, no Maracanã, e jogaria justamente no lugar de Garrincha. A torcida não se conformou com a ausência de Mané e vaiou Julinho, que arrebentou com o jogo, marcou um dos gols na vitória por 2 a 0 e saiu aplaudido do maior estádio do mundo. 
Já em 1978, Julinho tinha pendurado as chuteiras, mas trabalhava com as equipes de base da Portuguesa. Em entrevista a Wanderley Nogueira, ele demonstrava pessimismo em relação ao futebol brasileiro e apostava que a Argentina estaria na final da Copa daquele ano. Os donos da casa não só se classificaram para a decisão, como foram campeões. Sobre o Brasil, treinado por Cláudio Coutinho e que ficou em terceiro lugar, o ex-jogador demonstrava pessimismo. 
Mais uma gravação raríssima disponível no Memória da Pan. 


Fonte: Jovem Pan

Guia de direitos: carro quebrou ou oficina atrasou a viagem

A planejamento de uma viagem de carro envolve diversas etapas, desde a definição do roteiro até a revisão do veículo. No entanto, imprevistos podem ocorrer, transformando a expectativa de lazer em uma fonte de estresse. Dois dos problemas mais comuns são a quebra de um carro alugado no meio do trajeto e o atraso na entrega de um serviço pela oficina mecânica, comprometendo a data de partida. Este guia detalha, de forma objetiva, quais são os seus direitos como consumidor em ambas as situações e quais os procedimentos técnicos e legais a serem adotados para mitigar os prejuízos, com base no Código de Defesa do Consumidor (CDC).

O que fazer se o carro alugado quebrar durante a viagem
A responsabilidade pela manutenção e pelo bom funcionamento do veículo é da locadora. Uma pane mecânica durante o período de locação configura uma falha na prestação do serviço. Caso isso ocorra, o procedimento correto envolve ações imediatas para garantir sua segurança e seus direitos.

Comunicação imediata com a locadora: O primeiro passo é contatar a central de assistência 24 horas da empresa, cujo número geralmente está no contrato de locação ou em um adesivo no para-brisa. Informe a localização exata e a natureza do problema.
Registro de tudo: Documente a situação. Tire fotos e grave vídeos do veículo, do local da pane e de qualquer sinalização de alerta no painel. Anote o número de protocolo de todos os atendimentos telefônicos, bem como os nomes dos atendentes.
Verificação do contrato: Consulte as cláusulas contratuais sobre assistência. Geralmente, o serviço inclui reboque (guincho) e a substituição do veículo por outro de categoria similar ou superior, sem custos adicionais para o cliente.
Direito a carro reserva: A locadora deve fornecer um veículo substituto em um prazo razoável. Se a empresa não oferecer essa solução ou demorar excessivamente, você pode ter direito ao ressarcimento de despesas com transporte alternativo, como táxi ou aplicativos, desde que devidamente comprovadas com recibos.

Oficina não entregou o serviço a tempo: direitos do consumidor
Quando você deixa seu carro em uma oficina para reparos ou revisão pré-viagem, estabelece-se uma relação de consumo protegida pelo CDC. O não cumprimento do prazo de entrega acordado na ordem de serviço é considerado um vício na prestação do serviço.

Ordem de Serviço (O.S.): Este documento é a principal prova do acordo. Ele deve conter a descrição detalhada dos serviços a serem executados, as peças a serem trocadas, os valores e, fundamentalmente, o prazo de entrega. Exija sempre a sua via.
Opções legais segundo o CDC (Art. 20): Se o prazo não for cumprido, o consumidor pode exigir, alternativamente e à sua escolha:
A reexecução dos serviços, sem custo adicional e quando cabível.
A restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos.
O abatimento proporcional do preço.
Perdas e danos: Caso o atraso da oficina cause prejuízos diretos, como a perda de reservas de hotéis ou passagens não reembolsáveis, é possível acionar a empresa judicialmente para reaver esses valores. Para isso, é crucial ter todos os comprovantes dos gastos e da relação com a oficina.

Como prevenir e documentar problemas para garantir seus direitos
A melhor forma de lidar com imprevistos é a prevenção, mas, quando eles ocorrem, uma documentação robusta é sua maior aliada para uma resolução favorável.

Ações preventivas:
Locação de carro: Leia atentamente o contrato de locação antes de assinar, focando nas cláusulas de seguro, assistência 24 horas e responsabilidades em caso de sinistro ou pane. Inspecione o veículo (pneus, lataria, luzes) e registre qualquer avaria preexistente no checklist de vistoria.
Serviço em oficina: Solicite um orçamento prévio detalhado e uma ordem de serviço com prazo de entrega explícito. Pesquise a reputação da oficina antes de contratar o serviço.
Documentação essencial:
Guarde cópias de todos os documentos: contrato de locação, checklist de vistoria, ordem de serviço, notas fiscais e orçamentos.
Salve e-mails, mensagens de texto ou conversas em aplicativos que tratem dos prazos e serviços acordados.
Em caso de disputa, formalize a reclamação por escrito (e-mail com aviso de recebimento ou carta registrada) antes de buscar órgãos de defesa do consumidor, como o Procon.

Tanto no caso de uma pane com um carro alugado quanto no atraso de um serviço mecânico, o consumidor está amparado pela legislação. Conhecer os procedimentos corretos e manter uma documentação organizada são passos fundamentais para exigir a substituição do veículo, o cumprimento de prazos ou o ressarcimento de prejuízos. A comunicação imediata e formal com a empresa prestadora do serviço é o primeiro passo para uma solução ágil, seja ela administrativa ou, em último caso, judicial.


Fonte: Jovem Pan

Horóscopo do dia: previsão para os 12 signos em 10/04/2026

As energias desta sexta-feira tenderão a intensificar as emoções, estimular mudanças internas e exigir mais equilíbrio entre otimismo e realidade, especialmente diante de decisões importantes. Ao agir com responsabilidade, paciência e cautela, será possível transformar os desafios em oportunidades de crescimento e aproveitar melhor o dia. A seguir, confira as previsões do horóscopo para o seu signo e descubra o que os astros reservam para você!
Áries
Os nativos de Áries terão um dia importante para transformar sua maneira de interagir em grupos e construir conexões mais autênticas Imagem: Design tech art | Shutterstock
Será um dia importante para transformar a sua maneira de interagir nos grupos e projetos coletivos. Para tanto, procure identificar quais amizades ainda fazem sentido. Isso permitirá que velhos padrões sociais deem lugar a conexões mais autênticas. Ademais, busque agir com determinação para influenciar positivamente o ambiente ao seu redor.
Touro
Os nativos de Touro precisarão de disciplina para lidar com responsabilidades e evitar gastos desnecessários Imagem: Design tech art | Shutterstock
Você precisará ter cautela com a carreira, evitando que a autoconfiança excessiva o(a) leve a assumir compromissos profissionais que não conseguirá cumprir. A sexta-feira também pedirá disciplina para lidar com responsabilidades e cobranças externas, equilibrando o desejo de crescer com as limitações financeiras. Para isso, organize as suas metas e evite gastos desnecessários.
Gêmeos
Os nativos de Gêmeos deverão praticar o realismo e evitar reações intensas diante dos obstáculos Imagem: Design tech art | Shutterstock
Poderá haver um conflito entre a vontade de expandir os horizontes e as responsabilidades que limitam a sua liberdade e ação. Além disso, será possível que um otimismo exagerado surja, o(a) levando a assumir riscos desnecessários ou a prometer resultados acima da sua capacidade. Esse cenário provavelmente irá gerar tensões nos planos de longo prazo. Portanto, procure ser realista e evite reações intensas diante de obstáculos.
Câncer
Os nativos de Câncer poderão resolver pendências com objetividade e cautela nos recursos financeiros Imagem: Design tech art | Shutterstock
A sexta-feira pedirá que gerencie os recursos financeiros e as parcerias com cautela, evitando decisões impulsivas ou gastos motivados pelo excesso de otimismo. Também será importante resolver pendências com objetividade e buscar o equilíbrio entre as necessidades pessoais e as responsabilidades compartilhadas. Isso ajudará a impedir que expectativas exageradas gerem conflitos.
Leão
Os nativos de Leão viverão um dia ideal para controlar o otimismo e negociar acordos com mais equilíbrio nos relacionamentos Imagem: Design tech art | Shutterstock
Você tenderá a se deparar com tensões nos relacionamentos. Nesse cenário, o desejo de expansão poderá entrar em conflito com as responsabilidades e os limites alheios. Por isso, será fundamental controlar o otimismo exagerado e a arrogância ao negociar acordos, evitando promessas que não conseguirá cumprir.
Virgem
Os nativos de Virgem precisarão equilibrar as responsabilidades do trabalho com o lazer Imagem: Design tech art | Shutterstock
Você poderá sentir pressão para equilibrar as responsabilidades do trabalho e o lazer. Essa tensão poderá levar a exageros, promessas inviáveis e cansaço físico. Para amenizar a turbulência do dia, procure se concentrar no que é realmente essencial e evitar gastos desnecessários.
Libra
Os nativos de Libra viverão um dia ideal para organizar a rotina com senso de realidade e harmonia na vida familiar Imagem: Design tech art | Shutterstock
Você precisará equilibrar as demandas da vida familiar com o lazer, evitando que gastos exagerados ou expectativas irreais gerem tensões. De modo geral, o dia pedirá cautela ao buscar prazer imediato, pois o excesso de autoconfiança poderá levar a erros de julgamento. O mais indicado será organizar a rotina com senso de realidade e evitar conflitos com familiares.
Escorpião
Os nativos de Escorpião poderão evitar mal-entendidos ao moderar a intensidade das palavras e buscar o diálogo Imagem: Design tech art | Shutterstock
Nesta sexta-feira, procure ter cautela com a intensidade das suas palavras, evitando posicionamentos autoritários ou discussões. Pelo contrário, busque agir com moderação e equilibrar as suas vontades com as necessidades alheias. Essas atitudes o(a) ajudarão a evitar mal-entendidos.
Sagitário
Os nativos de Sagitário precisarão agir com responsabilidade para evitar decisões precipitadas e conflitos com pessoas próximas Imagem: Design tech art | Shutterstock
Mudanças intensas poderão surgir na comunicação e nas finanças, trazendo ajustes necessários à sua rotina e exigindo reorganização em ambos os setores. Nesse processo, será essencial ter cautela com os bens materiais e com as palavras, evitando decisões precipitadas. Evite se deixar levar pelo excesso de confiança ou por promessas grandiosas que possam comprometer o orçamento e gerar conflitos com pessoas próximas.
Capricórnio
Os nativos de Capricórnio viverão um dia ideal para se desapegar do que já não serve Imagem: Design tech art | Shutterstock
Você desejará transformar a sua imagem e os hábitos financeiros. Nesse cenário, haverá uma grande força para se desapegar do que já não serve. Apenas tenha cautela com atitudes ríspidas e com a tendência a impor a sua vontade. O melhor será agir com transparência e organização.
Aquário
Os nativos de Aquário passarão por uma intensa transformação emocional e sentirão a força para retomar o controle da própria vida Imagem: Design tech art | Shutterstock
Você passará por uma intensa transformação emocional e poderá sentir, durante esse processo, a necessidade de retomar o controle da própria vida. Ao longo do dia, será fundamental agir com cautela e evitar comportamentos extremos, pois essas atitudes poderão provocar desgastes físicos e conflitos desnecessários com as pessoas ao seu redor.
Peixes
Os nativos de Peixes viverão um dia favorável para reavaliar a relação com os recursos materiais e conquistar mais estabilidade Imagem: Design tech art | Shutterstock
Você sentirá a necessidade de reavaliar a forma como lida com os recursos materiais e os valores pessoais. Nesse processo, poderá identificar quais aspectos precisará desapegar para conquistar mais estabilidade. No entanto, a intensidade do dia também pode trazer à tona medos inconscientes. Diante disso, procure agir com desapego e tenha coragem para transformar a sua relação com o dinheiro e com as emoções.


Fonte: Jovem Pan

Cobrado por ‘faxina’ na herança de Castro, Ricardo Couto discute ‘plenos poderes’ com Fachin

Fachin pressiona Ricardo Couto a governar o Rio de Janeiro com plenos poderes
O governador interino do RJ, Ricardo Couto, está sendo cobrado a ter atitudes mais ativas em relação à herança maldita que assumiu. Durante o debate sobre eleições no Rio, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, ressaltou que o desembargador deve governar com plenos poderes até a decisão final da corte.
Ricardo Couto está sendo pressionado a auditar contratos deixados pelo governo Cláudio Castro (PL), resolver problemas como inchaço da máquina publica com objetivo de acomodar cabos eleitorais, e aumentar o nível do transparência dos gastos públicos.
A prioridade é uma questão que virou piada: a secretaria de Representação Política do Rio, que é chamada em Brasília de República de Sergipe. Até pouco tempo, a pasta era comandada pelo ex-deputado André Moura , que vai disputar uma vaga a senador por Sergipe. O orçamento da pasta beira os R$ 30 milhões anuais e, segundo a oposição, cuidava mais dos interesses eleitorais de Moura do que das questões do RJ.
O governador interino está sendo alertado também que um cautela excessiva pode levá-lo a cair em armadilhas em relação a contratos firmados no governo Castro. Não será surpresa se o governo requerer ao Tribunal de Contas do Estado uma auditoria em todos contratos celebrados e empenhados.
Há, ainda, uma visão de parte do mundo político e jurídico, que é dever do governador mexer na máquina deixada por Castro, até mesmo por coerência com a decisão do Tribunal Superior Eleitoral.
O ex-governador foi cassado justamente por usar a máquina para fraudar as eleições de 2022. Achar que o empreguismo para acomodar cabos eleitorais se restringe ao Ceperj (foco da denúncia de abuso de poder econômico na eleição ) seria ingenuidade, alertam assessores. Toda a máquina estaria contaminada.
Ricardo Couto se reúne nesta sexta-feira (10) com o ministro Fachin. Um dos temas será os “plenos poderes”.
Desembargador Ricardo Couto, presidente do TJ
Reprodução/TV Globo
STF vai definir em 8 de abril como próximo governador do Rio vai ser eleito


Fonte:

g1 > Política

Governo estuda liberar R$ 17 bilhões do FGTS para ajudar trabalhadores endividados

Celular vira a principal forma de sacar o FGTS; saiba em quais situações o resgate é permitido
Jornal Nacional/ Reprodução
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) estuda liberar cerca de R$ 17 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar trabalhadores a pagar dívidas, especialmente as do cartão de crédito. A proposta ainda está em análise e pode ser lançada pelo governo nos próximos dias.
Segundo a pasta, o plano prevê duas medidas diferentes:
1. Liberação de até R$ 10 bilhões
A primeira medida prevê a liberação de um valor entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões para ajudar trabalhadores a quitarem dívidas.
A iniciativa, no entanto, não deve contemplar todos os brasileiros: o foco será em pessoas de menor renda, com exclusão de quem recebe salários mais altos — como na faixa de R$ 20 mil, por exemplo. O entendimento da pasta é que essa faixa de renda teria mais condições de arcar com os débitos.
O Ministério, no entanto, não detalhou se já existe um teto salarial específico definido para essa proposta.
2. Liberação de R$ 7 bilhões a 10 milhões de pessoas
Já a segunda medida, divulgada anteriormente, prevê a liberação de cerca de R$ 7 bilhões para aproximadamente 10 milhões de trabalhadores. O valor é destinado a quem aderiu ao saque-aniversário, foi demitido e teve parte do saldo do FGTS bloqueada como garantia de empréstimos bancários.
Na prática, essa segunda proposta busca devolver valores que ficaram bloqueados além do necessário nessas operações. Quando o trabalhador antecipa o saque-aniversário, a Caixa Econômica Federal retém parte do saldo do FGTS como uma garantia do empréstimo — uma espécie de reserva para cobrir o pagamento caso o trabalhador tenha dificuldade de quitar a dívida.
Veja os vídeos em alta no g1
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo o Ministério, no entanto, esse bloqueio costuma ser superior ao valor real da dívida. Em um exemplo citado, podem ser retidos R$ 10 mil como garantia para cobrir um débito de cerca de R$ 6,4 mil. A diferença — que não corresponde à dívida — fica indisponível para o trabalhador.
A proposta em estudo prevê justamente a liberação desse excedente, com depósito direto na conta do trabalhador. A medida, nesse caso, deve alcançar quem utilizou a antecipação do saque-aniversário entre janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025.
Para entrar em vigor, será necessária a edição de uma Medida Provisória (MP). Diferentemente da medida de até R$ 10 bilhões, essa iniciativa não terá recorte por faixa de renda, já que se trata de recursos que já pertencem ao trabalhador, mas que permaneceram retidos em excesso.
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Lula quer socorrer endividados unificando débitos
Governo avalia liberar FGTS para o pagamento de dívidas
Governo quer unificar dívidas
Como antecipado pelo blog do Valdo Cruz, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer tentar socorrer os brasileiros endividados reunindo todas as dívidas das pessoas físicas em uma só.
O presidente Lula e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, se reuniram nesta semana para definir quais serão as medidas adotadas na nova proposta de refinanciamento das dívidas de brasileiros.
A ideia é reunir a dívida do cartão de crédito, crédito pessoal e outras num só débito e trocá-las por uma nova dívida, com juros mais baixos e desconto no principal que pode chegar, em alguns casos, a 80%.
Além de unificar as dívidas em uma só, todo processo de renegociação será feito diretamente com bancos, para tornar o processo mais rápido.
Os bancos, para refinanciar e conceder descontos no principal da dívida, vão receber verbas possivelmente do Fundo de Garantia de Operações. Se as dívidas refinanciadas não forem pagas, os bancos terão garantia de que vão receber os valores refinanciados.
A proposta está entre as prioridades do governo neste ano e tem um componente eleitoral, principalmente em um momento em que o presidente Lula enfrenta novamente uma fase de piora na aprovação de sua gestão.


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g1 > Política

Por que um candidato com mais votos pode não se eleger deputado

Por que um candidato com mais votos pode não se eleger deputado
Um candidato pode ter mais votos do que outros e, mesmo assim, não se eleger. Parece erro, mas não é. A explicação está no sistema usado para escolher deputados no Brasil, que leva em conta não só a votação individual, mas também o desempenho dos partidos.
Nas eleições de 2022, houve vários casos assim. Em Mato Grosso, por exemplo, Rosa Neide (PT) foi a candidata mais votada para deputada federal, com 124.671 votos, mas não conseguiu se reeleger. Isso aconteceu porque a federação da qual ela fazia parte não atingiu o número mínimo de votos necessário para garantir mais cadeiras.
No estado, foram registrados 1.730.277 votos válidos para deputado federal. Como Mato Grosso tem direito a oito vagas na Câmara, o cálculo do chamado quociente eleitoral resultou em 216.284 votos. Esse número funciona como uma espécie de “custo” mínimo para que partidos ou federações consigam conquistar vagas.
Ou seja: não bastava Rosa Neide ter votação alta. Era preciso que a soma dos votos de todos os candidatos da federação atingisse pelo menos esse patamar. Como isso não aconteceu, o grupo não conseguiu vagas suficientes para levá-la de volta à Câmara.
Situação parecida ocorreu em São Paulo. José Serra (PSDB) teve 88.926 votos para deputado federal e não foi eleito. Já Tiririca (PL) conseguiu uma vaga com 71.754 votos, cerca de 17 mil votos a menos.
Mão apertando tecla em urna eletrônica
Divulgação
A diferença está no desempenho dos partidos. O PL teve votação total suficiente para conquistar várias cadeiras. Com isso, seus candidatos mais votados, mesmo com menos votos individuais, ocuparam essas vagas. Já o PSDB, com votação total menor, conquistou menos cadeiras, e Serra ficou fora da lista dos eleitos.
Sistema proporcional
Esse mecanismo existe porque, nas eleições para deputado, o Brasil usa o chamado sistema proporcional. Antes de saber quem são os eleitos, o sistema calcula quantas vagas cabem a cada partido ou federação. Só depois disso é que se define quais candidatos vão ocupar essas cadeiras.
O especialista em direito eleitoral Pedro Luiz Barros Palma da Rosa, da Escola Judiciária Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), explica essa diferença.
“Isso ocorre porque deputados e vereadores são eleitos pelo sistema proporcional, ao passo que o presidente da República, governadores, senadores e prefeitos são escolhidos pelo sistema majoritário. Neste, quem obtiver mais votos sagra-se vencedor. Naquele, os votos computados são os de cada partido ou coligação e, em uma segunda etapa, os de cada candidato.”
O modelo foi criado para ampliar a representação política e evitar que as vagas fiquem concentradas apenas nos candidatos mais votados ou naqueles com maior estrutura e recursos de campanha dentro dos partidos.
“O sistema proporcional, a origem dele é para garantir a representação de grupos minoritários. Ou seja, é para garantir que o parlamento reflita, em alguma medida, todos os grupos presentes na sociedade”, afirma Anna Paula Oliveira Mendes, advogada, professora de Direito Eleitoral e membro da Comissão de Direito Constitucional da OAB-RJ.
O ‘processo seletivo’ dos deputados
A eleição para deputado pode ser entendida como um processo seletivo com três portas de entrada.
A primeira é o quociente eleitoral, que define a nota mínima para que um partido entre na disputa por vagas.
A segunda é o quociente partidário, que indica quantas cadeiras cada partido conquistou.
A terceira é a distribuição das sobras, que funciona como uma repescagem e distribui as vagas restantes.
O primeiro passo é calcular o quociente eleitoral. Ele é obtido dividindo o total de votos válidos no estado pelo número de vagas em disputa naquela região. Esse número define quantos votos um partido ou federação precisa ter, no mínimo, para começar a conquistar cadeiras.
Depois disso, calcula-se o quociente partidário. É ele que indica quantas vagas cada partido ou federação terá direito de ocupar. Para chegar a esse número, divide-se o total de votos recebidos pelo grupo pelo quociente eleitoral.
Só então entram os candidatos. Cada partido preenche suas vagas com os mais votados da própria lista. Mas há um detalhe importante: o candidato precisa ter, individualmente, pelo menos 10% do quociente eleitoral para poder ocupar a vaga.
Se ainda sobrarem cadeiras depois dessas duas etapas, entra a fase das sobras eleitorais. Nela, as vagas restantes são redistribuídas pelas maiores médias dos partidos.
Hoje, todos os partidos podem participar da última fase de distribuição dessas sobras. Em 2024, o Supremo Tribunal Federal invalidou a regra que restringia essa etapa aos partidos que atingissem cláusulas de desempenho, como 80% do quociente eleitoral para as legendas e 20% para os candidatos.
Segundo o STF, essa limitação dificultava a ocupação de vagas por partidos pequenos e por candidatos com votação expressiva. A Corte também manteve o entendimento de que as eleições para deputado devem continuar proporcionais.
No fim, o voto proporcional exige desempenho conjunto de partido e candidato.
“O voto proporcional hoje precisa de um desempenho tanto do partido quanto do candidato”, afirma Karina Kufa, advogada especializada em Direito Eleitoral. “Você acaba tendo uma análise, uma escolha dos candidatos, não só pela vontade do partido, mas também pela vontade do eleitor”.
O voto não é só no candidato
A cientista política Lara Mesquita, professora da FGV, destaca que o sistema funciona como uma combinação entre voto no candidato e voto no partido.
“O fundamental é termos clareza que nós votamos na lista de candidatos que o partido que escolhemos apresenta, e indicamos nossa preferência sobre quem, dentre os nomes dessa lista do partido, deveria ser o primeiro colocado nessa lista. Ou seja, nosso voto é antes de qualquer coisa um voto na lista toda”.
Na prática, o sistema funciona como uma lógica de “um por todos, todos por um”: o voto dado a um candidato ajuda a eleger outros nomes do mesmo partido ou federação e, ao mesmo tempo, pode não ser suficiente para garantir a própria vaga.
Por isso, nas eleições proporcionais, a disputa não é apenas entre candidatos. É também entre partidos. E é essa lógica que explica por que, às vezes, o mais votado não leva a vaga.
“É um sistema que protege os partidos, ou seja, o partido precisa ter um alcance de votos, tanto no conjunto quanto nos seus candidatos, para conseguir eleger um número de cadeiras”, afirma Karina Kufa. “Tem que haver um trabalho conjunto do partido e dos candidatos”.
Câmara discute trocar o sistema a partir de 2030
Esse modelo, porém, pode mudar nas próximas eleições. A Câmara dos Deputados discute um projeto para substituir o atual sistema proporcional pelo distrital misto nas eleições de deputados e vereadores a partir de 2030. A proposta, apresentada originalmente pelo então senador José Serra, está na Câmara desde 2017.
Pelo modelo em discussão, os candidatos seriam divididos em distritos eleitorais.
Metade das vagas seria preenchida pelos mais votados em cada distrito. A outra metade ficaria com os partidos mais votados, seguindo uma lista fechada definida pelas legendas.
A proposta é relatada pelo deputado Domingos Neto (PSD-CE), que em novembro do ano passado se reuniu com líderes partidários para discutir o texto.
O relator também tem buscado apoio no Senado, já que o projeto, se aprovado com mudanças, precisará voltar à Casa para nova análise. A ideia é que, após a articulação com os líderes, seja definido o momento de votação de um requerimento de urgência e a consolidação do relatório final, que ainda deve passar por ajustes com as bancadas.
Para Ana Cláudia Santano, fundadora e diretora-executiva da Transparência Eleitoral Brasil e pesquisadora na área de direito público em temas relacionados à integridade eleitoral, a mudança pode reduzir a renovação política.
“É o ‘eu contra todos’. Porque, no final das contas, como é majoritário, se eu não tiver mais votos, eu vou ficar para trás. Isso não acontece com o sistema proporcional. O sistema proporcional realmente possibilita a entrada de novos nomes. Por isso que ele é mais confuso, porque ele possibilita uma abertura técnica, uma ‘oxigenação’ do sistema.”
Santano afirma que sistemas com forte componente majoritário tendem a favorecer quem já domina determinado território eleitoral.
“A tendência em sistemas majoritários, como teria metade dessas cadeiras no distritão misto, é o congelamento, é a petrificação. Como é que a gente vai tirar uma pessoa que já domina um território, que já tem o seu eleitorado? Se os líderes comunitários já trabalham para eles e têm poder naquela região, como é que vai tirar essa pessoa de lá?”
O projeto ainda está em discussão na Câmara e não há previsão de quando será votado.


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g1 > Política

Guia de preços: quanto custa uma semana em Florianópolis

O planejamento financeiro de uma viagem é um exercício econômico fundamental que envolve a alocação de recursos e a análise de custo-benefício. Entender quanto custa uma semana em Florianópolis exige mais do que uma simples cotação; demanda uma análise dos fatores que influenciam a precificação de serviços turísticos, como sazonalidade, perfil de consumo e localização geográfica. Este guia de preços oferece uma estrutura analítica para estimar os custos de uma viagem de sete dias à capital catarinense, com foco em despesas essenciais como hospedagem, alimentação e transporte, permitindo um planejamento orçamentário mais preciso e informado.
Estrutura de custos de uma viagem para Florianópolis
O custo total de uma viagem pode ser decomposto em categorias principais de despesas. A compreensão dessa estrutura é o primeiro passo para um orçamento realista. Para uma semana em Florianópolis, os custos são segmentados da seguinte forma:

Transporte de chegada e partida: Inclui passagens aéreas ou terrestres até a cidade. Este custo é altamente variável, dependendo da origem, antecedência da compra e modalidade de transporte. Por sua volatilidade, não será incluído nos cálculos de custo diário, mas deve ser o primeiro item do planejamento individual.
Hospedagem: Representa uma das maiores fatias do orçamento. Os valores são diretamente influenciados pelo tipo de acomodação (hotel, pousada, hostel, aluguel por temporada), localização e período da viagem.
Alimentação: Abrange desde compras em supermercados para preparo próprio até refeições em restaurantes. A escolha do tipo de estabelecimento impacta significativamente o custo diário.
Transporte local: Refere-se aos deslocamentos dentro da ilha, que podem ser realizados via transporte público, aplicativos de transporte, aluguel de carro ou táxis.
Passeios e atividades: Custos associados a passeios de barco, trilhas guiadas, ingressos para eventos e outras atividades de lazer.
Despesas diversas: Orçamento para compras, souvenirs e imprevistos.

Fatores que influenciam o orçamento final
A variação de preços em Florianópolis é acentuada e responde a princípios básicos de oferta e demanda. Três fatores principais determinam o custo final da viagem.

Sazonalidade: O calendário é o principal modulador de preços.

Alta temporada (dezembro a fevereiro, julho e feriados prolongados): Período de maior demanda, resultando em preços elevados para hospedagem e serviços. O clima favorece as praias, atraindo grande fluxo de turistas.
Baixa temporada (março a junho e agosto a novembro, exceto feriados): A demanda diminui, levando a uma queda significativa nos preços. É o período mais econômico para visitar a ilha, embora as condições climáticas possam ser menos estáveis.

Perfil do viajante: O estilo de consumo define o nível de despesa.

Econômico: Prioriza o baixo custo, optando por hostels, alimentação em supermercados ou restaurantes a quilo (PF) e uso de transporte público.
Intermediário: Busca um equilíbrio entre custo e conforto, escolhendo pousadas ou Airbnb, mesclando refeições em restaurantes locais com lanches e utilizando aplicativos de transporte.
Luxo: Foca em experiência e exclusividade, com hospedagem em hotéis ou resorts, jantares em restaurantes de alta gastronomia e aluguel de carro ou transporte privativo.

Localização da hospedagem: A ilha possui microrregiões com perfis de preço distintos. O Norte (ex: Canasvieiras, Ingleses) tende a ter mais infraestrutura e preços competitivos. O Leste (ex: Lagoa da Conceição, Barra da Lagoa) concentra vida noturna e opções variadas. O Sul (ex: Campeche, Armação) oferece um ambiente mais rústico e pode ter custos de hospedagem mais baixos, mas exige mais deslocamento.

Análise de custos por categoria e perfil de viajante
A seguir, apresentamos estimativas de gastos diários por pessoa para uma viagem em período de média temporada, servindo como um referencial para o planejamento. Os valores são projeções e podem sofrer alterações conforme a inflação e a demanda do mercado.

Perfil Econômico:
Hospedagem: R$ 80 a R$ 150 (cama em hostel ou quarto simples).
Alimentação: R$ 70 a R$ 120 (refeições em restaurantes populares e compras em mercado).
Transporte: R$ 20 a R$ 40 (uso exclusivo de transporte público).
Custo diário estimado: R$ 170 a R$ 310.
Custo semanal estimado (por pessoa): R$ 1.190 a R$ 2.170.

 

Perfil Intermediário:
Hospedagem: R$ 200 a R$ 400 (pousada, Airbnb ou hotel 3 estrelas).
Alimentação: R$ 150 a R$ 250 (refeições em restaurantes à la carte e quiosques).
Transporte: R$ 50 a R$ 100 (uso de aplicativos de transporte e ônibus).
Custo diário estimado: R$ 400 a R$ 750.
Custo semanal estimado (por pessoa): R$ 2.800 a R$ 5.250.

 

Perfil Luxo:
Hospedagem: A partir de R$ 500 (hotéis de 4/5 estrelas ou imóveis de alto padrão).
Alimentação: A partir de R$ 300 (restaurantes de alta gastronomia).
Transporte: A partir de R$ 150 (aluguel de carro ou transporte privativo).
Custo diário estimado: A partir de R$ 950.
Custo semanal estimado (por pessoa): A partir de R$ 6.650.

O custo de uma semana em Florianópolis não é um valor fixo, mas uma variável dependente de decisões estratégicas de planejamento. A análise detalhada dos fatores de sazonalidade, perfil de consumo e localização permite ao viajante ajustar o orçamento às suas expectativas e capacidade financeira. As estimativas apresentadas funcionam como uma ferramenta de projeção, mas a pesquisa de preços em tempo real nos portais de reserva e a elaboração de um roteiro prévio são essenciais para garantir a precisão orçamentária e otimizar a alocação de recursos durante a viagem.


Fonte: Jovem Pan

CNJ e CNMP aprovam regulamentação de ‘penduricalhos’ a integrantes do MP

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aprovaram na quinta-feira (9) uma resolução conjunta para regulamentar os pagamentos de auxílio-moradia e gratificação de proteção à primeira infância e à maternidade a juízes e integrantes do Ministério Público (MP). Entretanto, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), os benefícios, chamados de “penduricalhos”, deveriam ser extintos.
A resolução conjunta também validou as autorizações para pagamento de licença remuneratória para cursos no exterior e de gratificação por encargo de curso ou concurso que foram concedidas até o dia 30 de março, data na qual a ata do julgamento do Supremo foi publicada. Esses dois benefícios também deveriam ser cortados após a decisão do STF.

Julgamento
Em 25 de março, por unanimidade, os ministros do Supremo decidiram que as indenizações adicionais, gratificações e auxílios deverão ser limitados a 35% do valor do salário dos ministros do STF, que tem o teto como referência e é equivalente a R$ 46,3 mil.
Dessa forma, juízes, promotores e procuradores poderão ganhar pelo menos R$ 62,5 mil mensais, somando o teto e R$ 16,2 mil em “penduricalhos”.
No final de carreira, o salário poderá chegar a R$ 78,8 mil, com o pagamento de auxílio por tempo de serviço (ATS), que também foi limitado a 35% do teto.
Restrições
O CNJ informou que o pagamento do auxílio-moradia valerá somente para magistrados em cargos de assessoramento em tribunais e que não estão em sua lotação original.
Sobre a gratificação de proteção à primeira infância para juízes e integrantes do MP, o conselho informou que a medida “promove igualdade material e proteção social às mulheres, que ainda enfrentam desigualdades remuneratórias”.
*Agência Brasil


Fonte: Jovem Pan