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Áudio: Lei institui Dia Nacional de Mobilização em Memória das Vítimas de Trânsito

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei 15.403, de 2026, que cria o Dia Nacional de Mobilização em Memória das Vítimas de Trânsito, a ser lembrado anualmente no terceiro domingo de novembro. A lei, que teve origem em um projeto apresentado no Congresso Nacional (o PL 382/2026), foi publicada no Diário Oficial da União de segunda-feira (11).


Fonte: Senado Federal

Flávio Bolsonaro diz que Zema ‘se precipitou’ ao criticá-lo por áudio a Vorcaro

Flávio Bolsonaro diz que não tem que ‘justiticar nada para ninguém’ no caso Vorcaro
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, rebateu nesta sexta-feira (15) declarações do governador de Minas Gerais, Romeu Zema. O também pré-candidato, pelo Novo, criticou o senador após a divulgação das mensagens de Flávio cobrando dinheiro para o banqueiro preso Daniel Vorcaro.
ℹ️Reportagem do “Intercept Brasil” mostrou áudios e mensagens de texto em que Flávio trata Vorcaro, dono do Banco Master, como “irmão” e pede dinheiro para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Vorcaro teria pago R$ 61 milhões a Flávio. A PF investiga se os valores foram usados para bancar Eduardo Bolsonaro, outro filho de Jair, nos Estados Unidos.
“Flávio Bolsonaro, ouvir você cobrando dinheiro do Vorcaro é imperdoável. É um tapa na cara dos brasileiros de bem. Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa”, declarou Zema na quarta-feira (13).
Nesta sexta, Flávio rebateu:
“Ele se precipitou. Ele me conhece, sabe que não tem nada de errado. Ele foi induzido a erro no afã de querer ser o primeiro a falar alguma coisa. Normalmente, o mineiro é uma pessoa que tem calma na hora de falar, não tem essa velocidade do Zema. Geralmente, é uma pessoa que pensa mais, raciocina e depois se posiciona”, disse.
Sobre a relação com Vorcaro, o senador disse que não tem motivo para se justificar com ninguém.
“Não tenho que justificar nada para ninguém. Foi uma época lá atrás, quando buscava investidor. Quando o Vorcaro era uma pessoa que circulava por todas as rodas, patrocinava eventos de várias emissoras de televisão, circulava perto de autoridades. Uma pessoa que era cortejada por todo o país. Ele topou fazer um investimento privado e não tem nada além disso.”
Flávio Bolsonaro
Reprodução/TV Globo
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Fonte:

g1 > Política

Documentário sobre Bolsonaro estreia com sessões vazias, exalta ex-presidente, ignora Michelle e omite derrota e tentativa de golpe

Pôster oficial do filme ‘A colisão dos destinos’.
Divulgação
O documentário “A Colisão dos Destinos”, sobre a vida e trajetória de Jair Bolsonaro, estreou nesta quinta (14). O longa de 70 minutos é o primeiro dirigido por Doriel Francisco, da produtora Dori Filmes, e conta com produção do ex-secretário de Cultura Mario Frias.
O roteiro é assinado por Doriel Francisco e William Alves. Nos créditos, consta que o argumento é de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e de Frias.
O lançamento ocorre em meio à repercussão das mensagens publicadas pelo site The Intercept Brasil, que expuseram diálogos entre o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), e o banqueiro Daniel Vorcaro. O filme mencionado nos áudios de Flávio seria “Dark Horse”, obra de ficção estrelando o ator Jim Caviezel, e não teria relação com “A Colisão dos Destinos”.
O g1 entrou em contato com a Dori Filmes e com o diretor para obter detalhes sobre o financiamento e a distribuição da obra, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Veja, abaixo, como foi a estreia do documentário e como é o filme:
Sessões vazias
De acordo com o site oficial da produção, “A Colisão dos Destinos” foi lançado no Distrito Federal e em estados de todas as regiões do país, incluindo potências eleitorais como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, além de estados do Nordeste como Bahia, Pernambuco e Ceará.
O filme teve pré-estreia para convidados em Brasília, São Paulo, Recife, Curitiba e Fortaleza.
Vídeos em alta no g1
O g1 foi à sessão de estreia em Embu das Artes (SP), a mais próxima da capital de São Paulo, que contava com sete pessoas. Uma hora antes das sessões, outras salas no interior de SP tinham, em média, 5 a 6 ingressos vendidos, segundo o site do Grupo Cine.
Duas horas antes, sessão de ‘A Colisão dos Destinos’ em Embu das Artes (SP) tinha quatro ingressos vendidos
Reprodução
Como é o filme
Nas peças de divulgação, a obra promete mostrar uma “versão humanizada” e a “história não contada” de Jair Bolsonaro, com depoimentos do próprio ex-presidente, bem como irmãos, filhos, assessores e parlamentares próximos (Mario Frias, Nikolas Ferreira, Hélio Lopes e Gil Diniz).
A esposa do ex-presidente, Michelle Bolsonaro, não aparece entre os entrevistados.
Na prática, o filme reconta a história de Bolsonaro, da infância e adolescência à presidência, passando pela carreira militar. Não há citações do noticiário ou dados sobre os principais eventos durante a administração Bolsonaro.
Ao falar sobre o período em que Jair Bolsonaro foi presidente, o documentário foca em depoimentos de parlamentares aliados, como os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Hélio Lopes (PL-RJ). Lopes afirma que o ex-presidente “não errou uma” durante a pandemia.
Depois disso, o filme “volta no tempo” e retrata a facada que Bolsonaro sofreu em 2018, durante um comício em Juiz de Fora (MG). A família conta como foi a hospitalização e recuperação do ex-presidente, afirmando que o ocorrido o deixou mais forte.
“Falo com tranquilidade: ele é um escolhido de Deus”, afirma Flávio Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro no documentário ‘A Colisão dos destinos’, sobre trajetória de Jair Bolsonaro, que estreia nesta quinta-feira (14).
Divulgação
O filme encerra com depoimentos dos irmãos e filhos de Jair Bolsonaro, declarando que o ex-presidente exerce uma missão divina.
A última cena, antes dos créditos, é uma montagem do ex-presidente sendo ovacionado por seus eleitores, falando em palanques e celebrando vitórias.
Em agosto de 2025, Doriel disse em post no Instagram que o filme estava finalizado, mas seria adiado devido aos “últimos acontecimentos”. Na época, Bolsonaro estava sendo julgado por tentativa de golpe.
Apesar disso, o filme omite a derrota nas urnas em 2022 e a condenação de Bolsonaro em 2025.


Fonte:

g1 > Política

Dino abre novo processo para apurar desvio de emendas para filme de Bolsonaro

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (15), a abertura de um novo processo para investigar a suspeita de envio de emendas parlamentares para custear o filme Dark Horse, inspirado na trajetória do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL).
A apuração, ainda em caráter preliminar e com sigilo nível 3, tem como base petições dos deputados Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) e Tabata Amaral (PSB-SP).
Em março, Dino pediu explicações da Câmara sobre o envio de emendas parlamentares para organizações ligadas a Karina Ferreira Gama, produtora do filme Dark Horse.
Tabata apontou um “ecossistema de pessoas jurídicas interconectadas”, sob o comando da roteirista. “Tal configuração estabelece um ‘grupo econômico por coordenação‘ que, na prática, pode estar constituindo-se como um óbice à rastreabilidade dos recursos públicos”, sustentou.
O despacho que determinou o desmembramento da apuração foi proferido na mesma semana em que o site The Intercept Brasil revelou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negociou com o banqueiro Daniel Vorcaro um financiamento de R$ 134 milhões para financiar o filme.
Segundo Dino, o desmembramento é para “melhor organização dos atos processuais e delimitação do objeto da presente ação de controle abstrato”.
A ação original, relatada por Dino, é a que trata sobre o controle de transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares.


Fonte: Jovem Pan

Raí admite que chegou ao mundial de 1994 esgotado fisicamente, mas nega frustração

Campeão mundial em 1994, Raí nasceu em 15 de maio de 1965 e foi o camisa 10 da seleção na conquista do tetra. Entretanto, ele perdeu a titularidade ao longo da Copa, disputada nos Estados Unidos. Pouca gente sabe, mas o ex-jogador era o capitão do Brasil e não Dunga. 
Ainda como titular, Raí atuou nos jogos da primeira fase: Rússia, Camarões e Suécia. Entretanto, a partir das oitavas de final, contra os Estados Unidos, o técnico Carlos Alberto Parreira decidiu colocar Mazinho, que estava melhor preparado fisicamente. Naquele momento, Dunga se tornou o capitão. Em 2023, fiz uma entrevista com Raí que admitiu ter chegado ao mundial esgotado: “Não tenho nenhuma frustração. Claro que não é a Copa dos sonhos, mas eu vinha de três anos no auge, 1991, 1992 e 1993, com títulos Paulista, Brasileiro, Libertadores e Mundial. Então, é natural você sofrer uma queda física e até mental. Uma pena que isso tenha acontecido na Copa. Passei três anos praticamente sem férias, além dos desafios da minha adaptação ao futebol da França”. 
Contra a Holanda, nas quartas de final, Raí entrou durante a partida no lugar de Mazinho: “O time nos jogos eliminatórios mostrou toda a sua força, sua competitividade, sendo um time guerreiro e foi passando por todos os obstáculos. E o grande jogo da Copa foi Brasil e Holanda, um jogaço, com cinco gols e o Brasil mostrou que não só se defendia bem, mas podia fazer muitos gols. Então, foi se moldando o grupo campeão mundial”.  A vitória contra os holandeses, em Dallas, por 3 a 2, colocou a seleção brasileira nas semifinais da Copa. 
Raí, que marcou época no São Paulo e no PSG, da França, não se esqueçe do retorno ao Brasil depois da conquista do tetra: “Quando a gente chega de avião e entra no espaço aéreo brasileiro e aparecem dois caças para nos receber como se fôssemos heróis de guerra, a gente pousa em Recife e vê aquela multidão, milhões e milhões de pessoas na rua esperando, isso é o que dá a noção do diferencial gigantesco que é ser campeão do mundo”


Fonte: Jovem Pan

Flávio diz que ligou para Zema após crítica por áudio com Vorcaro: ‘Precipitado’

O pré-candidato à Presidência pelo Partido Liberal, senador Flávio Bolsonaro, se manifestou sobre o vídeo publicado pelo ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), após o vazamento de um áudio entre ele e o banqueiro preso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, classificando a reação como “precipitada”. Logo após a divulgação das conversas entre o banqueiro e o filho do ex-presidente, o pré-candidato pelo Novo publicou um vídeo classificando a revelação como “imperdoável” e um “tapa na cara dos brasileiros”.
Em entrevista a jornalistas nesta sexta-feira (15), Flávio contou que ligou para Zema para conversar sobre as declarações, pois, segundo Flávio, o candidato no Novo “precisa entender que ele também tem uma grande responsabilidade de ajudar os brasileiros a se livrarem do PT”. A declaração do pré-candidato pelo PL de que Zema foi precipitado em suas críticas é endossada por membros do Novo em estados nos quais os partidos são aliados.
Os diretórios estaduais do Novo em Santa Catarina e no Paraná já haviam se pronunciado nesta quinta-feira (14) contra o vídeo em que Zema chama de imperdoável a revelação dos pedidos de dinheiro feitos por Flávio a Vorcaro. As declarações do pré-candidato à presidência pelo Novo foram chamadas de precipitadas e sem “alinhamento prévio com o partido” pelas lideranças do partido nos estados.
Flávio também se pronunciou sobre o pré-candidato Ronaldo Caiado (PSD), agradecendo pelas declarações publicadas após o vazamento das conversas. O filho do ex-presidente disse que Caiado “fez um posicionamento correto, respeitoso comigo”. A declaração de Caiado após o vazamento diz que Flávio “deve responder aos questionamentos sobre o financiamento do filme e as relações com o dono do Master. Tudo que envolve Master e cifras milionárias precisa ser tratado com total transparência com a população”.
O filho do ex-presidente tem enfrentado críticas após o vazamento de áudio e mensagens trocadas com Daniel Vorcaro, cobrando 134 milhões de reais do banqueiro para a produção de um filme sobre seu pai, Jair Bolsonaro. Sobre as acusações, ele declarou que se trata de um “investimento privado para uma produção privada”. Vorcaro segue preso, aguardando julgamento de proposta de delação premiada.


Fonte: Jovem Pan

Flávio Bolsonaro e o dinheiro do filme do Vorcaro – e agora?

Caiu que nem uma bomba o áudio vazado pelo Intercept da conversa entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Nessa conversa, Flávio Bolsonaro pedia R$134 milhões para a produção do filme de Jair Bolsonaro. Desse montante, R$61 milhões haviam sido pagos para as gravações, de acordo com as informações do portal.
A troca de mensagens e a movimentação financeira trazem duas discussões: uma política e outra jurídica. Do ponto de vista jurídico, não há nada pelos áudios que possam incriminar Flávio Bolsonaro. Pedir dinheiro para a produção de um filme, mesmo que para um banqueiro corrupto, não é crime – a não ser que fique comprovado tráfico de influência ou desvio de recursos.
Entretanto, moralmente e politicamente o evento é ruim para Bolsonaro. A aproximação de Vorcaro com Flávio Bolsonaro não pega bem no momento atual. Vorcaro se tornou uma figura explosiva em Brasília e mal vista pela sociedade brasileira. Portanto, qualquer um que manteve relações pessoais e financeiras com ele, mesmo que lícitas, acaba tendo a reputação manchada.
Prova disso é que o episódio trouxe divisões na direita. Alguns influenciadores conservadores, que inclusive apoiavam Flávio Bolsonaro, disseram que o áudio era inaceitável. Outros alegaram que ali não tinha nada demais.
Resta saber como a conversa com o banqueiro vai atingir a força da candidatura de Flávio Bolsonaro. Tudo vai depender das novas informações que poderão surgir pela Polícia Federal e das pesquisas de intenção de voto.
De qualquer modo, mesmo que Flávio Bolsonaro perca força, isso não significa um enfraquecimento da direta, uma vez que o sentimento antipetista continua muito forte. Mesmo com disputas internas no campo liberal e conservador (Zema, Caiado, Flávio) e dentro do bolsonarismo; no segundo turno, prevalece o bom e velho voto útil.


Fonte: Jovem Pan

Cai preço do etanol e do diesel na primeira quinzena de maio, diz IPTL

O preço médio do diesel e do etanol caiu de forma relevante na primeira quinzena de maio no Brasil em relação ao mesmo período de abril, segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações realizadas em postos de combustível no País.
A maior redução foi observada no etanol, apontado como a opção mais rentável para os motoristas no período.
Na média nacional, o diesel comum recuou 4,76%, de R$ 7,56 para R$ 7,20. O diesel S-10 também acompanhou o movimento de baixa e registrou queda de 4,54% na primeira quinzena de maio.
O etanol se destacou como o combustível com maior recuo, caindo 5,52% e passando de R$ 4,89 para R$ 4,62.
A gasolina também teve redução, de 1,30%, indo de R$ 6,92 na primeira quinzena de abril para R$ 6,83 na primeira quinzena de maio – período anterior à Medida Provisória anunciada pelo governo federal na quarta-feira,13, com ações para o setor.
“Os recuos no etanol e no diesel trazem uma nova dinâmica para a quinzena, com destaque para a redução expressiva do biocombustível, que o torna a opção mais vantajosa para o abastecimento. A gasolina também acompanhou esse movimento de alívio nos postos, apresentando uma leve queda na média nacional, mas ainda com um valor acima dos biocombustíveis”, avaliou o diretor de Unidades de Negócio da Edenred Mobilidade, Vinicios Fernandes.
No recorte regional, o Centro-Oeste teve a maior queda do diesel comum, com recuo de 7,38%. Em Goiânia, as quedas foram as mais expressivas, com o diesel comum a R$ 7,05 e o S-10 a R$ 7,04, após queda de 8,68%. Na outra ponta, a Região Norte seguiu com os preços médios mais altos do País, com R$ 7,79 no diesel comum e R$ 7,75 no S-10.
Entre os Estados, Roraima manteve o diesel comum mais caro do Brasil, a R$ 8,46, e o levantamento aponta que, diante desse patamar, a recomendação local é priorizar a gasolina.
O Distrito Federal liderou as reduções no etanol e na gasolina: o biocombustível caiu 10,63%, de R$ 5,27 para R$ 4,71, enquanto a gasolina recuou 4,12%. Houve, porém, exceções. Sergipe registrou alta de 6,15% no etanol (de R$ 5,53 para R$ 5,87), e a gasolina em Goiânia subiu 3,93%, na contramão da média nacional
A queda do preço do etanol, principal concorrente da gasolina, foi o motivo apontado esta semana pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, como motivo de cautela para o aumento da gasolina, que continua com os preços defasados em mais de 80% em relação ao mercado internacional.
O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log.


Fonte: Jovem Pan

Por unanimidade, Anvisa mantém suspensão de produtos da Ypê

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu, nesta sexta-feira (15), manter a suspensão de produtos de limpeza da marca Ypê. A decisão sobre o recurso da fabricante, inicialmente prevista para quarta (13), foi definida em reunião da Diretoria Colegiada do órgão sanitário. O resultado da votação foi de forma unânime.
Participaram da reunião o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, o diretor Thiago Campos, a diretora Daniela Marreco e o diretor Daniel Pereira.
“A fabricação, a comercialização e o uso dos produtos continuam proibidos, e cabe a empresa comunicar imediatamente aos consumidores e comerciantes o seu plano de destinação de produtos que se encontram nos mercados”, disse Daniel Pereira.
A reunião era para ter acontecido na quarta-feira, mas foi adiada por Leandro Safatle, que confirmou o retorno do tema à pauta da diretoria colegiada.
No último dia 7, a agência determinou o recolhimento e a suspensão da fabricação e da venda de produtos da Ypê cujos lotes terminam com o número 1, englobando categorias de lava-louças concentrado, lava-roupas líquido e desinfetantes.
A restrição original foi motivada por possível contaminação e pelo descumprimento de normas de Boas Práticas de Fabricação, falhas identificadas durante uma inspeção sanitária conjunta com órgãos do estado e do município de São Paulo.
A Química Amparo, fabricante da Ypê, apresentou um recurso contra a decisão. O apelo garantiu efeito suspensivo automático à punição, o que liberou a comercialização temporária dos itens. Entretanto, com a decisão da Anvisa desta sexta, o recurso não vale mais.
A Jovem Pan tenta contato com a Ypê sobre a decisão. O espaço está aberto para manifestação.


Fonte: Jovem Pan

PF tem indícios que Claudio Castro criou “ambiente favorável” para os crimes da Refit

O ex-governdor do Estado do Rio de Janeiro, Claudio Castro, ,entrou na mira da Polícia Federal na investigação da Refit, porque há indícios de que sua atuação contribuiu para a manutenção do esquema criminoso.
Castro teria criado ambiente favorável para a continuidade de práticas de blindagem fiscal para beneficiar Ricardo Magro, maior devedor de impostos do país.
Durante sua gestão de Castro, foram adotadas medidas que beneficiaram diretamente o grupo, como a edição de regime especial de parcelamento de débitos tributários (LC n. 225/2025). Essa medida favoreceu empresas notoriamente devedoras contumazes e altamente endividadas. A REFIT é a principal delas.
Outra suspeita é a de que Magro tinha interferência nas escolhas de cargos dentro da estrutura da Secretaria de Fazenda, com substituição de servidores considerados mais rigorosos e indicação de nomes alinhados a Refit. Que na sua atuaçao beneficiavam o maior devedor de impostos do estado.
Entre os alvos da operação de hoje estão o ex- Secretário de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro, JULIANO PASQUAL e ADILSON ZEGUR Subsecretário de Receita da SEFAZ/RJ.
Ambos citados em dialogos obtidos pela PF em articulações com um auditor fiscal e um intermediário para favorecer a REFIT.
Além disso, o governo estadual, por meio da Procuradoria-Geral do Estado, então chefiada por Renan Miguel Saad, atuou judicialmente para tentar viabilizar a retomada das atividades da refinaria após interdições adminis


Fonte:

g1 > Política