Início Site

STF decide que Conselho Monetário Nacional precisa avaliar anualmente necessidade de atualizar ‘mínimo existencial’

O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu, nesta quinta-feira (23), o julgamento das ações que discutem o chamado “mínimo existencial”, um mecanismo usado na proteção de consumidores em situações de endividamento.

Por unanimidade, a Corte decidiu determinar ao Conselho Monetário Nacional que faça anualmente estudos para atualização do valor. O plenário definiu que o CNM deve apresentar suas conclusões de forma pública.
🔎O mínimo existencial é uma parte da renda de uma pessoa que não pode ser comprometida com o pagamento de dívidas. É uma reserva financeira necessária para que o devedor consiga pagar suas despesas básicas enquanto renegocia seus débitos. O mecanismo é aplicado, por exemplo, em situações de superendividamento.
A análise foi encerrada com o voto do ministro Nunes Marques.
Por maioria, os ministros consideraram inconstitucional a regra que retira do cálculo do mínimo existencial algumas modalidades de dívida, como o crédito consignado.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Julgamento
Os ministros retomaram nesta quarta-feira (22) o julgamento de ações que discutem o tema. O caso começou a ser analisado no fim do ano passado, no plenário virtual – formato de julgamentos em que os ministros apresentam seus votos na página eletrônica do Supremo.
Relator do processo, o ministro André Mendonça votou à época para rejeitar os pedidos e validar a norma. Um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes, no entanto, suspendeu a deliberação. O caso foi posteriormente liberado para julgamento no plenário presencial.
Processos
As ações foram apresentadas pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp) e pela Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep).
As associações questionaram o decreto de 2022 (alterado posteriormente em 2023) que regulamentou o chamado “mínimo existencial” – um valor mínimo da renda de uma pessoa que não pode ser comprometida para o pagamento de dívidas. O “mínimo existencial” previsto na legislação é de 25% do salário mínimo em vigor.
A definição do “mínimo existencial” é usada para o tratamento de casos de superendividamento de consumidores.
Para as associações, a regulamentação do “mínimo existencial” viola princípios constitucionais, como o da dignidade da pessoa humana, legalidade e acesso à Justiça.
Voto do relator
Relator dos processos, o ministro André Mendonça considerou inicialmente que “são razoáveis e proporcionais os critérios estabelecidos” pelo decreto.
“Ademais, entendo que o ato normativo impugnado atende ao seu propósito específico de conferir, ao mesmo tempo, (i) segurança jurídica ao mercado de crédito ao consumidor no Brasil; bem como (ii) proteção suficiente aos consumidores inadimplentes em situação de superendividamento”, afirmou.
“Por essas razões, entendo que não há violação aos preceitos fundamentais da dignidade da pessoa humana, dos direitos sociais e da vedação de retrocesso”, completou.
Retomada
Na retomada do julgamento, o ministro Alexandre de Moraes apresentou seu posicionamento.
O ministro iniciou o voto apontando que o superendividamento é “um problema antigo, atual, infelizmente parece que continuará sendo um problema futuro”.
“Não há dúvida de que a questão do superendividamento é uma questão gravíssima”, declarou.

Moraes concluiu que o Supremo deve determinar ao Conselho Monetário Nacional que faça estudos e garanta atualização periódica do valor do mínimo existencial.
Na sequência, o relator André Mendonça mudou o voto e concluiu pela necessidade de determinação de estudos ao CNM.
Os demais ministros acompanharam o entendimento sobre a necessidade de estudo sobre revisão periódica do valor.


Fonte:

g1 > Política

Reforma do Judiciário: as chances de sair do papel – O Assunto #1706

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), propôs, na segunda-feira (20), uma nova reforma do Poder Judiciário. Em artigo publicado no portal ICL Notícias, o ministro sugere medidas divididas em 15 eixos. Entre elas, defende o fim de privilégios como a aposentadoria compulsória como punição e a limitação das verbas indenizatórias — os chamados “penduricalhos”.
Soma-se a essa proposta o Código de Ética sugerido pelo presidente da Corte, Edson Fachin, apresentado em meio à crise de confiança no Supremo e aos enroscos criados pelos próprios ministros, citados em manchetes relacionadas ao Caso Master. Mas a ferida vai além, e a crise de imagem se espalha por todas as instâncias.
O texto de Dino ainda não foi formalizado, e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil criou uma comissão para mobilizar a sociedade em torno do tema. Enquanto a discussão avança, uma coisa é certa: é preciso solucionar o problema de confiança no Judiciário.
Neste episódio, Natuza Nery entrevista Ana Flor, comentarista da GloboNews, para analisar as chances de a proposta de Dino sair do papel no Supremo e no Congresso, e o advogado especialista em direito público e constitucional Beto Vasconcelos, para explicar as diferenças e semelhanças entre a proposta e o código de ética de Fachin.
Convidados: Ana Flor, comentarista da GloboNews; e Beto Vasconcelos, advogado mestre em Direito do Estado pela USP, especialista em direito público e constitucional e ex-secretário Nacional de Justiça;
O que você precisa saber:
Dino propõe revisão de competências do STF e tribunais superiores e mais rigor para corrupção de juízes
Fachin diz que proposta de Dino para nova reforma no Judiciário ‘vem somar’
OAB Nacional cria comissão para defender nova reforma do Judiciário
ANTERIORMENTE: O Código de Ética para ministros do Supremo
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti e Stéphanie Nascimento. Apresentação: Natuza Nery. Colaborou neste episódio Felipe Turioni.
STF precisa fixar prazo para processos na Corte?
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Ministro Flávio Dino durante sessão plenária do STF em 16/04/2026
Luiz Silveira/STF


Fonte:

g1 > Política

OAB Nacional cria comissão para defender nova reforma do Judiciário

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criou uma comissão para mobilizar a sociedade em torno de promover uma reforma do Judiciário.
O grupo terá a missão de articular e implementar propostas já aprovadas pela entidade sobre o tema.
Entre os pontos que serão trabalhados estão propostas aprovadas por unanimidade pelo Conselho Pleno da OAB no início do ano, como a fixação de mandatos para ministros do STF, a limitação de decisões individuais e a definição de regras para atuação de parentes de magistrados.
Ministro Flávio Dino propõe ampla reforma do Judiciário
A criação da comissão ocorre em meio ao debate sobre mudanças no Judiciário. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, defendeu recentemente uma nova reforma do sistema.
Em artigo publicado no portal ICL Notícias, ele lembrou que a última grande mudança ocorreu em 2004 e afirmou que uma nova reformulação deve priorizar mais segurança jurídica, acesso a direitos e maior rapidez nas decisões.
No texto, Dino argumenta que o país precisa de “mais justiça, não menos”, e critica discursos que defendem uma suposta autocontenção do Judiciário como solução.
O ministro também defende uma reforma ampla, que envolva todos os segmentos do sistema de Justiça, cujo órgão máximo é o STF.
O debate também inclui a discussão sobre a adoção de um código de conduta para o Supremo. Em fevereiro, a OAB Nacional enviou ofício à Corte com diretrizes para a elaboração de um Código de Ética, defendendo critérios objetivos e participação da advocacia no processo.


Fonte:

g1 > Política

MP autoriza procuradores a somarem tempo de estágio para receberem adicional de salário

Um ofício do Ministério Público da União sobre o pagamento de adicional remuneratório a procuradores a cada cinco anos de serviço autorizou que os membros incluam, na contagem para obtenção do benefício, o período de estágio na advocacia.
Na prática, a medida ajuda a acelerar os processos para o recebimento da verba adicional.
O benefício envolve a chamada Parcela de Valorização por Tempo de Antiguidade na Carreira que foi aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) quando a Corte limitou os chamados penduricalhos de juízes e membros do MP.
Esses penduricalhos são aquelas verbas pagas fora do teto do funcionalismo, que atualmente é de R$ 46.366,19.
STF define critérios para penduricalhos
No julgamento de março, o Supremo determinou que a soma das vantagens não pode ultrapassar 70% do valor do salário. Esse limite foi dividido em duas parcelas de 35%:
Verbas indenizatórias: reúnem diárias, ajuda de custo para remoção, gratificação de magistério, comarca de difícil provimento, férias não gozadas e acúmulo de jurisdição.
Antiguidade: parcela de valorização por tempo na carreira, sendo 5% a cada cinco anos, limitada ao teto de 35 anos de exercício.
A soma dos dois tipos de verbas permite o pagamento de até R$ 32.456,32 a mais no salário mensal, que pode chegar a R$ 78.822,32, caso o servidor receba o teto do funcionalismo.
No ofício que orienta a requisição para o pagamento da valorização por tempo de serviço, a Secretaria-Geral informou aos membros que foi autorizada a contagem de tempo de advocacia e estágio de advocacia.
Também podem, conforme o documento, ser contabilizados o período em que o membro atuou como servidor público em outro cargo.
Segundo a Procuradoria-Geral da República, a previsão para “a contagem de tempo de estágio segue o disposto na Lei 12.269, art. 30, que considera prática forense, para fins de ingresso em cargos públicos atividades práticas desempenhadas na vida forense, inclusive as atividades desenvolvidas como estudante de curso de Direito cumprindo estágio regular e supervisionado”.
De acordo com a Procuradoria, contudo, “esse período está limitado a 2 anos, nos termos do Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)”.
Ministério Público Federal
Foto: Leobark Rodrigues/Secom/MPF


Fonte:

g1 > Política

Gilmar Mendes diz que errou ao relacionar homossexualidade a uma acusação contra Zema

O ministro Gilmar Mendes disse que errou ao relacionar homossexualidade a uma acusação contra Romeu Zema (Novo) em entrevista concedida ao Metrópole nesta quinta-feira (23).
Ao explicar inclusão do ex-governador de Minas Gerais no Inquérito das Fake News, o ministro usou um exemplo de algo que ele avalia que Zema não aceitaria ser relacionado.
“Imagine que comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo?”, falou o ministro. Mais tarde, nas redes sociais, Mendes se desculpou.


Fonte:

g1 > Política

Lula diz ter chamado delegados que estão ‘fingindo trabalhar’ para combater crime organizado

Lula diz ter chamado delegados que estão ‘fingindo trabalhar’ para combater o crime
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (23) que pediu ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, para chamar delegados que estão fora da Polícia Federal, e delegados ou agentes que estão “fingindo trabalhar” para combater o crime organizado.
“Ontem [quarta-feira], eu mandei o ministro da Justiça fazer uma nota convidando todos os delegados da Polícia Federal que estão fora da Polícia Federal. Só vai ficar fora aqueles que forem secretários de Estado”, afirmou.
“Mas, aqueles agentes ou delegados que estão aí, em outro lugar, fingindo que estão trabalhando e não estão trabalhando, todos vão ter que voltar, porque nós vamos derrotar o crime organizado”, prosseguiu.
Segundo Lula, a ideia é que todos os cargos da corporação sejam ocupados por servidores, com o objetivo de prender criminosos. A previsão anunciada pelo governo é que isso ocorra até o fim do ano.
Lula em agenda em Planaltina.
Ricardo Stuckert/ Presidência da República
Nesta quarta, o presidente anunciou a contratação de 1 mil novos policiais federais para reforçar o combate ao crime organizado.
Na ocasião, Lula gravou um vídeo para as redes sociais detalhando as nomeações. Segundo ele, serão 630 agentes, 160 escrivães, 120 delegados, 69 peritos e 21 papiloscopistas.
A declaração de Lula foi dada no primeiro evento público dele após o retorno de uma agenda por países da Europa.
O presidente participou da Feira Brasil na Mesa, realizada pela Embrapa, em Planaltina, no Distrito Federal (leia mais abaixo).
Críticas a Trump
Mais cedo, no mesmo evento, Lula afirmou que vai levar jabuticaba para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na tentativa de acalmá-lo.
“Agora, quando eu viajar, eu vou tentar levar um pé de jabuticaba para o Xi Jinping, vou tentar levar um para o Trump para acalmar ele. Dizer para ele que jabuticaba é calmante. Levar maracujá. Por que sabe o que acontece? O Brasil tem um potencial extraordinário, mas, muitas vezes, nós não sabemos aproveitar”, afirmou.
A relação bilateral entre Brasil e Estados Unidos atravessa um momento de tensão após o retorno de um delegado da Polícia Federal, que colaborava com o governo americano, ao Brasil e a adoção de medidas recíprocas pelo governo brasileiro.
LEIA MAIS: Caso Ramagem: Lula diz esperar que EUA voltem a ‘conversar’ para que a relação volte à ‘normalidade’
O presidente falava sobre o potencial frutífero do Brasil, da importância da catalogação dos exemplares, de compartilhar esse potencial internamente e não apenas com o mundo.
“Nós, brasileiros, ficamos muito preocupados em exportar os nossos produtos, mas muitas vezes a gente esquece que a gente tem um mercado extraordinário no país. Ou seja, um estado como São Paulo é muito maior que muitos países na Europa (…). Sós temos um mercado com uma classe média muito diversa, que pode consumir tudo aquilo que a gente pensa em vender para os europeus, para os chineses, para os americanos”, argumentou.
“O que acontece é que, muitas vezes, nós não fazemos propaganda daquilo que a gente produz. Às vezes, a gente esconde aquilo que a gente tem”, emendou.
Guerra e escravidão
Em outro momento da sua fala, Lula mencionou que, “enquanto Trump quer fazer guerra, o Brasil quer ensinar o povo africano a fazer paz produzindo alimentos”.
O presidente se referia a investimentos que o governo quer fazer no continente africano e à dívida histórica da escravidão.
“Eu acho que o Brasil tem uma dívida com o continente africano, são 350 anos de escravidão, a gente não pode pagar em dinheiro até porque se a gente pegar — todo ouro que os escravos ajudaram a retirar é que foi mandado pra Portugal para pagar dívida com a Inglaterra, a gente não pagaria a grandeza do povo africano no nosso país, na nossa cultura, na nossa produção”, disse antes.
“E como a gente pode pagar isso? A gente pode pagar isso, transferindo conhecimento. Eu acho que a gente pode pegar várias universidades nossas e fazer convênio com universidade em cada país, não precisa ser só país de língua portuguesa (…). Se a gente consegue fazer isso, a gente vai estar dando uma contribuição extraordinária para o continente africano”, emendou.
Feira da Embrapa
Durante a Feira Brasil na Mesa, a Embrapa apresentou tecnologias voltadas especialmente ao fortalecimento da produção de pequenos produtores rurais, com soluções práticas que aumentam a produtividade, reduzem perdas e melhoram a qualidade dos alimentos.
Acompanhado por pesquisadores, Lula visitou o pomar da ciência, com cultivos de baunilha, açaí, pitaya, maracujá e outras espécies.
A iniciativa aproxima ciência e campo ao difundir inovações acessíveis, como técnicas de cultivo, manejo e pós-colheita, permitindo que agricultores familiares ampliem sua renda e ganhem mais autonomia na produção.
Lula tem reforçado a agricultura familiar como eixo estratégico no combate à fome no país. Em seu terceiro mandato, a valorização dos pequenos produtores aparece como caminho para garantir alimentos saudáveis na mesa da população, ao mesmo tempo em que gera renda no campo.
Programas de incentivo à produção, ampliação do crédito rural e políticas de compra pública de alimentos tem fortalecido a pequena agricultura.


Fonte:

g1 > Política

TSE publica acórdão de julgamento que condenou Castro e reconhece renúncia do ex-governador

O Tribunal Superior Eleitoral publicou nesta quinta-feira (23) o documento que traz o resultado do julgamento que tornou o ex-governador Cláudio Castro inelegível por abuso de poder político-econômico nas eleições de 2022.
O chamado acórdão afirma que o TSE reconheceu que a vacância dos cargos de governador e vice se deu por conta de renúncia e não pela cassação dos diplomas. Segundo o TSE, a maioria dos ministros considerou prejudicada a cassação do diploma e, em decorrência, do mandato.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A definição sobre se a vacância foi motivada por renúncia ou cassação impacta diretamente o modelo de escolha do governador para mandato tampão.
Quando há a cassação por decisão da Justiça eleitoral, é convocada uma nova eleição com voto popular.
No caso de outra motivação, como renúncia, os estados podem definir o modelo de escolha, sendo que o Rio operou pela eleição indireta, feita pela Assembleia Legislativa.
O texto do TSE aponta que cinco ministros consideraram que a cassação ficou prejudicada diante da saída antecipada de Castro na véspera do julgamento. E por conta da renúncia ele não foi cassado.
Na prática, o TSE deixa em aberto para o Supremo decidir qual será o modelo de escolha para o mandato tampão.
O caso chegou ao TSE depois que o PSD acionou a corte com duas ações que começaram a ser discutidas no plenário, mas o ministro Flávio Dino pediu vista, ou seja, mais prazo para analisar o caso.
Dino prometeu devolver o julgamento após a publicação do acórdão pelo TSE, mas alguns ministros defendem reservadamente aguardar que o TSE julgue possíveis recursos contra a decisão da Corte Eleitoral antes da reformada no STF.
Com a publicação, o julgamento dos processos que discutem o modelo de eleição para o governo do estado do Rio de Janeiro no Supremo Tribunal Federal (STF) deve voltar a ser analisado. O ministro Flávio Dino, que pediu mais prazo de análise, considera que é preciso verificar as circunstâncias da decisão da Corte Eleitoral sobre o processo.
Polícia Federal indicia Claudio Castro, governador do RJ, por corrupção e peculato
Reprodução/TV Globo
Situação do Rio
Atualmente, o governo do estado está sob a responsabilidade do presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto.
Isso ocorreu após a renúncia do então governador Cláudio Castro, em 23 de março, um dia antes de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomar o julgamento que resultou na cassação do mandato e na declaração de inelegibilidade por oito anos.
O Rio de Janeiro também está sem vice-governador desde maio de 2025, quando Thiago Pampolha deixou o cargo para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ).
Outra autoridade na linha sucessória, o então presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, também não pôde assumir. Ele teve o mandato cassado pelo TSE e foi preso novamente no fim de março.
O atual presidente da Alerj, deputado Douglas Ruas (PL), pediu ao (STF) para assumir imediatamente o governo do estado.
O pedido de Ruas foi encaminhado ao relator do caso, ministro Luiz Fux, e se baseia na eleição de Ruas para a presidência da Alerj, na última sexta-feira (17). Segundo a solicitação, apresentada pela Mesa Diretora da Casa, a escolha do deputado configura um “fato novo” que alteraria a atual situação de interinidade no comando do Executivo estadual.
A decisão sobre o pedido ainda não foi tomada pelo STF.


Fonte:

g1 > Política

Palmeiras vence Jacuipense, encaminha vaga na Copa do Brasil, mas Vitor Roque preocupa

Ramón Sosa entrou em campo nesta quinta-feira (23) destinado a ser o protagonista do jogo. O paraguaio fez quatro gols – só dois valeram -, sofreu um pênalti e liderou o Palmeiras na vitória por 3 a 0 sobre o Jacuipense, no Allianz Parque, pelo jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil.
A boa atuação de Sosa, que foi aplaudido de pé quando substituído aos 23 minutos do segundo tempo, foi potencializada pela parceria com Mauricio. O que reflete em uma ótima notícia para a seleção do Paraguai, que conta com os dois atletas para a Copa do Mundo.
No entanto, o Palmeiras contabiliza prejuízos neste jogo. O Jacuipense entrou em campo apelando para a agressividade, com faltas violentas que resultaram em uma expulsão, cartões amarelos e numa repetição de lesão em Vitor Roque.
Jacuipense e Palmeiras voltam a se enfrentar no dia 13 de maio, às 21h30. A partida será disputada em Londrina-PR, no Estádio do Café. O resultado obtido no Allianz Parque permitirá ao clube alviverde perder por até dois gols de diferença. A equipe baiana precisará ganhar por três gols de vantagem para levar para os pênaltis e quatro ou mais gols para levar a vaga no tempo normal Pelo Brasileirão, o Palmeiras entra em campo no domingo, às 18h30, em visita ao Red Bull Bragantino.
O Palmeiras se impôs desde os primeiros movimentos e chegou prontamente ao gol. Sosa foi derrubado na área por David Santana, e o árbitro assinalou pênalti. O paraguaio converteu a cobrança e colocou o time alviverde em vantagem aos 9 minutos.
Abel optou por um time misto, com jogadores que menos atuaram nas últimas partidas ou suspensos. Dessa forma, Vitor Roque, recuperado de lesão foi escalado como titular. Mas logo aos 15 minutos, sofreu um falta agressiva de Vicente Reis, machucou novamente o mesmo tornozelo que o afastou dos gramados por quase um mês e foi substituído.
Aos 32, Sosa recebeu, pela esquerda, cruzamento na medida de Khellven, ajeitou e emendou para o gol. Depois da comemoração, a frustração: o gol foi anulado por um toque na mão do paraguaio.
Em 30 minutos, o Jacuipense recebeu três cartões amarelos. O time baiano exagerou na força das faltas e, mesmo depois de machucar Vitor Roque, não mudou de postura. Até que aos 35, Talisca foi expulso após outra falta dura, na entrada da área, sobre Lucas Evangelista.
Um novo pênalti foi marcado aos 41 depois que Felipe Anderson tentou o cruzamento pelo lado direito e a bola bateu no rosto do atleta do Jacuipense. O VAR recomendou a revisão, e a penalidade foi anulada.
Aos 44, outro gol de Sosa foi anulado. O paraguaio tocou de cabeça em posição irregular. Mas aos 53, Felipe Anderson fez seu primeiro gol na temporada. Após jogada com bate rebate na grande área, o meia finalizou e anotou.
Apesar do domínio, o Palmeiras não conseguiu um placar elástico no primeiro tempo. A violência do Jacuipense, a falta de pontaria e uma dose de azar pelo mau posicionamento dos atacantes dificultaram a missão.
Para o segundo tempo, o Palmeiras voltou com a mesma postura. Aos 10, o terceiro pênalti foi marcado – e confirmado. Arthur foi derrubado na área. Sosa cobrou e guardou o terceiro.
Aos poucos, Abel fez trocas no time e colocou em campo titulares, como Arias, López e Andreas. No entanto, o time diminuiu o ritmo e deixou de pressionar com tanta intensidade. Flaco López por pouco não marcou de bicicleta no acréscimo, mas o goleiro Marcelo fez grande defesa e impediu o quarto gol.


Fonte: Jovem Pan

Mega-Sena: ninguém acerta as dezenas e prêmio vai a R$ 100 milhões

Nenhum apostador acertou nesta quinta-feira (23) as seis dezenas do concurso 2999 da Mega-Sena. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 100 milhões para o próximo sorteio.
Os números sorteados neste sábado foram: 24 – 09 – 26 – 45 – 38 – 58.
O prêmio estimado para este concurso era de R$ 69.727.825,87.

5 acertos – 111 apostas ganhadoras: R$ 28.755,27
4 acertos – 5.741 apostas ganhadoras: R$ 916,43

Como apostar na Mega-Sena? 
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) de sábado (25) em qualquer casa lotérica credenciada, ou pelo site e aplicativo da Caixa. Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 19h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
Cada jogo simples custa R$ 6,00 e permite escolher seis números entre os 60 disponíveis. O pagamento da aposta online pode ser realizado via Pix, cartão de crédito ou pelo internet banking (para correntistas da Caixa). Para participar dos sorteios, é necessário ter mais de 18 anos.


Fonte: Jovem Pan

PF conclui inquérito sobre morte do ‘Sicário’ de Daniel Vorcaro

A Polícia Federal (PF) divulgou nesta quinta-feira (23) que concluiu o inquérito policial que apurou as circunstâncias do atentado contra a própria vida de Luiz Philipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário” de Daniel Vorcaro.
Mourão morreu após um enforcamento que aconteceu quando ele se encontrava nas dependências da Superintendência Regional da PF em Minas Gerais, e que posteriormente resultou na confirmação da morte, no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.
O relatório final foi encaminhado, nesta quinta-feira, ao Supremo Tribunal Federal (STF).
PF nega interferência externa na morte
A Polícia Federal (PF) já havia concluído no domingo (19) a ausência de qualquer interferência externa na morte de Mourão. O enforcamento foi integralmente filmado pelas câmeras de segurança do local, sem pontos cegos. A informação foi confirmada pela Jovem Pan.
O Sicário foi preso preventivamente em 4 de março durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes envolvendo o Banco Master. Ele era apontado como coordenador operacional de um esquema que teria acessado indevidamente sistemas sigilosos da PF, do Ministério Público Federal e da Interpol, além de corromper servidores do Banco Central.
A operação resultou também na prisão de Vorcaro, dono do banco, de seu cunhado Fabiano Zettel e do policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, com bloqueio judicial de bens que chega a R$ 22 bilhões.
Ajuda
Caso você tenha pensamentos suicidas, procure o CVV (Centro de Valorização da Vida) e os Caps (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade.
O CVV funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente.


Fonte: Jovem Pan