Croácia elimina Panamá (1-0) e segue viva na Copa do Mundo jjr/mcd/aam
Fonte: UOL Noticias
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s aplicativos Instagram e Facebook, da Meta, apresentam instabilidade na noite desta terça-feira (23), de acordo com relatos de usuários no Brasil e em outros países. O Downdetector, serviço que moni…
Fonte: UOL Noticias
Presidente assinou nesta terça decreto do “celular seguro”
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Prepare a lanterna e evite entrar na floresta sozinho. A icônica franquia A Bruxa de Blair está oficialmente de volta! A Lionsgate confirmou que o novo capítulo da saga chegará aos cinemas em 24 de setembro de 2027, marcando o retorno de uma das histórias mais assustadoras e influentes da cultura pop.
Embora os detalhes da trama ainda estejam sendo mantidos em segredo, o projeto não será apenas uma releitura do clássico de 1999. A proposta é expandir a mitologia da misteriosa Bruxa de Blair e apresentar uma nova história para uma geração que talvez nunca tenha sentido o terror de se perder na floresta de Black Hills.
O novo longa faz parte da parceria entre a Lionsgate e a Blumhouse, estúdio responsável por sucessos como M3GAN, O Homem Invisível e Five Nights at Freddy’s. A expectativa é que o filme mantenha o clima de suspense psicológico e a sensação de realismo que transformaram a franquia em um fenômeno mundial.
Durante as gravações do filme original, os diretores Eduardo Sánchez e Daniel Myrick adotaram métodos incomuns para provocar reações genuínas dos atores. O elenco foi deixado em uma floresta de verdade por vários dias e recebia instruções através de bilhetes escondidos pelo caminho. Muitas das situações assustadoras não eram reveladas previamente, fazendo com que o medo visto nas telas fosse, em grande parte, real.
Além disso, os cineastas reduziram gradualmente a quantidade de comida oferecida aos atores durante as filmagens, aumentando o cansaço e a tensão entre eles. O resultado foi uma experiência tão convincente que, na época do lançamento, muitas pessoas acreditaram que os acontecimentos mostrados no filme eram reais.
Lançado em 1999, O Projeto Bruxa de Blair revolucionou o gênero de terror. Produzido com um orçamento extremamente baixo, o filme arrecadou cerca de US$ 250 milhões em todo o mundo e popularizou o estilo “found footage”, em que a história é apresentada como imagens encontradas após os acontecimentos.
Mais de duas décadas depois, a lenda continua viva. Agora, com um novo filme a caminho, os fãs esperam reviver a mesma sensação de medo, mistério e paranoia que transformou A Bruxa de Blair em um dos maiores clássicos do terror moderno.
Fonte: Jovem Pan
Há podridão extensa na finança -se estende da bandidagem de rua à da política. Isto é, crimes financeiros, gangues no controle de instituições financeiras, o crime organizado “comum” se valendo de instituições de pagamentos, “fintechs”, e fundos para sumir com dinheiro, com apoio de parte da elite política graúda. Nem vamos lembrar da Americanas e de tantas empresas com balanços “com problemas”.
Fonte: UOL Noticias
Fonte: UOL Noticias
Conselho Nacional de Justiça (CNJ) iniciou nesta terça-feira, 23, a análise da proposta que acaba com a aposentadoria compulsória como punição máxima para juízes sob suspeita de infrações disciplina…
Fonte: UOL Noticias
A Fictor protocolou nesta terça-feira (23) um plano de recuperação judicial que prevê duas alternativas para pagamento dos credores.
Fonte: UOL Noticias
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta terça-feira (23) que rotular organizações criminosas gera confusão na comunidade internacional e não ajuda a desmantelar as facções.
Mauro Vieira deu a declaração ao discursar na Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA). A íntegra do discurso do ministro foi divulgada pelo próprio Itamaraty.
Recentemente, o Departamento de Estado dos Estados Unidos, órgão equivalente ao Ministério das Relações Exteriores no Brasil, anunciou a classificação das facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
Agora no g1
“É importante […] não perder de vista a natureza do que enfrentamos: trata-se de estruturas criminosas movidos pelo lucro, que buscam controlar territórios e mercados ilícitos”, afirmou Mauro Vieira na OEA.
“Nesse sentido, devemos resistir à tentação de reclassificá-lo sob rótulos que confundem fenômenos de naturezas distintas. Categorias importadas de outros contextos não contribuem para desmantelar as redes criminosas”, completou o chanceler brasileiro.
Em declarações públicas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já vinha dizendo que o Brasil está disposto a aceitar ajuda dos Estados Unidos para combater as organizações criminosas, mas somente em nível de cooperação bilateral.
Ministro Mauro Vieira
Reprodução
Nesse contexto, segundo o próprio presidente, o governo brasileiro entregou ao presidente Donald Trump propostas de parcerias entre os dois países para combater o crime organizado.
Crime ‘não respeita fronteiras’
Em seu discurso na OEA, Mauro Vieira afirmou que o crime organizado “não respeita fronteiras” e tem se revelado “um dos problemas mais graves a afetar as diferentes regiões” do continente.
“O governo brasileiro confere a mais alta prioridade ao combate ao crime organizado. Qualquer esforço nacional só será eficaz, contudo, se for acompanhado de cooperação entre todos os Estados membros”, afirmou o ministro.
“É fundamental aprofundarmos a coordenação e o diálogo permanente entre nossas polícias e serviços de inteligência e a assistência jurídica mútua”, completou o chanceler.
Mauro Vieira disse ainda que atribuir termos diferentes a organizações criminosas “limita” o que ele chamou de “intercâmbio de inteligência” entre os países e, ainda, pode “converter-se em pretexto para respostas que ignoram fronteiras, jurisdições e a igualdade soberana das nações”.
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