A esposa do tenente da Rota, Ronickson Pimentel dos Santos, 39, afirmou que a família vive “um milagre a cada dia” durante a recuperação do policial militar, baleado na cabeça em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
Fonte: UOL Noticias
A esposa do tenente da Rota, Ronickson Pimentel dos Santos, 39, afirmou que a família vive “um milagre a cada dia” durante a recuperação do policial militar, baleado na cabeça em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
Fonte: UOL Noticias
O senador e pré-candidata à Presidência, Flávio Bolsonaro, respondeu aos ataques do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que disse que a carta enviado aos Estados Unidos é ‘mais uma traição da Pátria’. Segundo o senador, o atual mandatário é o ‘único que quer o tarifaço contra os produtos brasileiros‘. “Meu pedido é simples: não imponham tarifas ao Brasil. Não punam os brasileiros pelos erros do lulopetismo.”, disse o senado. que viaja aos Estados Unidos no dia 06 de julho.
“Eu sou o oposto do Lula. Eu luto contra os narcoterroristas, trabalho de verdade contra as tarifas e vou defender sempre o nosso Pix, criado no governo Bolsonaro. O Pix é brasileiro, sem taxa, e ninguém mexe.”, escreveu Flávio.
Além do tarifaço, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que Lula envergonhou o Brasil perante ao mundo. “Ignorou o sofrimento de mais de 50 milhões de brasileiros que moram em áreas dominadas por esses narcoterroristas.”, disse. “Fez isso acreditando que pode transformar a possível punição às empresas brasileiras em uma falsa narrativa de “defesa da soberania”. Lula está se lixando para o Brasil. Faz qualquer coisa para tentar se reeleger.”, acrescentou.
Lula é o ÚNICO que quer o tarifaço contra produtos brasileiros.Provocou, esbravejou, não negociou e fez lobby a favor do PCC e do Comando Vermelho para que não fossem classificados como terroristas.Envergonhou o Brasil perante o mundo! Ignorou o sofrimento de mais de 50…— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) July 2, 2026
Críticas a família Bolsonaro
As declarações de Flávio vem após Lula, também por meio das redes sociais, criticar a família Bolsonaro e destacar que “nossa Pátria não está à venda”. A declaração vem após carta enviado pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro à Donald Trump sobre o tarifaço.
“Pedir que o tarifaço contra o nosso país seja adiado para depois das eleições é mais uma atitude de traidores da Pátria”, escreveu. Lula afirmou que é “inaceitável” que a família Bolsonaro submeta o Brasil aos interesses dos Estados Unidos. “Nós sempre vamos dialogar de igual pra igual com qualquer nação do mundo”, afirmou.
Carta de Flávio
Em carta enviada aos Estados Unidos, Flávio sugeriu que o governo norte-americano que apliquem a Lei Magnitsky contra eventuais infratores “identificáveis” ao invés de impor tarifas de 25% sobre importações brasileiras. O parlamentar apresentou a medida em carta enviada na quarta-feira (1º) ao escritório de Representante Comercial norte-americano no qual pediu que as sanções a produtos do Brasil seja adiada até as eleições para não beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na carta, Flávio afirmou que o Pix é “uma das marcas registradas” do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O senador disse que o meio de pagamento representa “um avanço tecnológico” com “poder empreendedor transformador”. Uma visão que, segundo o parlamentar, Trump compartilha.
Fonte: Jovem Pan
A Polícia Militar fez nesta quinta-feira (2) operações simultâneas para conter a criminalidade de norte a sul do Rio de Janeiro, incluindo as regiões metropolitana e litorânea do estado.
As ações mobilizaram equipes dos comandos de Policiamento de Área e de unidades especializadas, com foco no combate às organizações criminosas, ao roubo de veículos e de cargas, além da retirada de barricadas.
Notícias relacionadas:Operações de segurança causam R$ 3 bi em prejuízo ao crime organizado.Entre os principais resultados da operação está a prisão de Diego Silva de Jesus, conhecido como “Problemático”, apontado pelos setores de inteligência como um dos líderes do tráfico de drogas da comunidade da Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Contra ele havia dois mandados de prisão em aberto.
O criminoso tem 16 anotações criminais e já havia sido preso por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) em 2019, suspeito de participação no homicídio de um policial militar na Linha Amarela, uma das principais vias expressas da cidade.
Na mesma ação, outros três suspeitos foram presos e um fuzil foi apreendido, representando mais um importante golpe contra o grupo criminoso que atua na região.
Na Cidade de Deus, policiais militares do 18º batalhão da PM desarticularam uma central usada para aplicar golpes contra instituições bancárias.
No imóvel, foram apreendidos 15 notebooks, quatro computadores desktop, uma caixa de som, cinco cadernos de anotações, três aparelhos celulares e documentos contendo roteiros e registros relacionados à prática criminosa.
Fonte: Feed Últimas
Após quase 45 anos, o governo brasileiro emitiu um pedido público de desculpas pelo desaparecimento de Paulo de Tarso Celestino da Silva, ex-aluno de Direito da Universidade de Brasília (UnB), vítima da repressão da ditadura militar aos 27 anos.
O pedido de desculpas foi feito durante cerimônia na UnB, com a participação de familiares e ex-colegas da vítima, da comunidade acadêmica e de membros da Comissão de Mortos e Desaparecidos na ditadura e da Comissão de Anistia.
Notícias relacionadas:Ditadura: Estado pede desculpas a indígenas avá-canoeiro por abusos.Famílias de vítimas da ditadura recebem novas certidões retificadas.O Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania disse que o ato simbólico visa a promover uma reparação tanto a Paulo de Tarso Celestino e a sua família, diretamente lesada pela repressão, quanto uma reparação dirigida a toda a população brasileira.
Natural de Morrinhos (GO) e filho de Pedro Celestino da Silva, deputado federal cassado pelo AI-5, Paulo de Tarso concluiu o curso de Direito em 1969. Militante da Ação Libertadora Nacional (ALN), fez pós-graduação na Universidade de Sorbonne, na França.
O ex-estudante de Direito foi considerado morto pela Lei 9.140, de 1995, que reconhece a morte de pessoas detidas por agentes públicos durante a ditadura.
Informações do portal Memórias da Ditadura, mantido pelo Instituto Vladimir Herzog, com o objetivo de divulgar a História do Brasil no período da ditadura civil-militar (1964 a 1985), relatam que Paulo de Tarso desapareceu em 12 de julho de 1971, após ser capturado, juntamente com Heleny Ferreira Telles Guariba, no Rio de Janeiro, por agentes do DOI-CODI do I Exército.
O depoimento de outra ex-presa política, Inês Etienne Romeu, trouxe informações sobre o desaparecimento dos dois. Ela relatou que o ex-estudante foi levado para o centro clandestino mantido pelo Centro de Inteligência do Exército (CIE) em Petrópolis, a chamada “Casa da Morte”, onde passou por várias sessões de tortura.
No depoimento, Inês disse que Paulo de Tarso foi torturado por 48 horas pelos carcereiros “Dr. Roberto”, “Laecato”, “Dr. Guilherme”, “Dr. Teixeira”, “Zé Gomes” e “Camarão”. Ele foi colocado no pau-de-arara e obrigado a comer uma grande quantidade de sal, tendo suplicado água durante horas.
As investigações da Comissão da Verdade, da Comissão de Mortos e Desaparecidos, a partir de arquivos e relatos de agentes da ditadura, apontam que os corpos dos presos políticos executados na Casa da Morte eram esquartejados, para dificultar a eventual identificação dos restos mortais.
Responsabilidade do Estado
Durante a cerimônia, a ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Janine Melo, fez o pedido de desculpas oficial, no qual o Estado brasileiro reconhece a sua responsabilidade pelas graves violações de direitos humanos ocorridas durante a ditadura.
Janine afirmou ainda que o momento serve para que o país possa ter acesso à história vivida por Paulo de Tarso e outras vítimas da ditadura militar.
“O seu desaparecimento [de Paulo de Tarso] representa uma das faces mais cruéis da violência praticada pelo Estado durante a ditadura militar. A ausência de respostas sobre o seu destino ainda impede a sua família de exercer plenamente o seu direito ao luto e desafia toda a sociedade brasileira na busca pela verdade e pela memória”, disse.
Também egressa da UnB, do curso de Ciência Política, a ministra frisou que o ato integra uma série de ações públicas conduzidas pela pasta, voltadas à reparação simbólica das vítimas da ditadura e ao fortalecimento das políticas de memória e verdade no país.
“O fim da ditadura militar não significou o fim dos seus efeitos. As marcas da violência de Estado, as ausências jamais reparadas e as estruturas que permitiram graves violações de direitos humanos não desapareceram com a redemocratização. Esses traumas atravessaram gerações e ainda desafiam o Brasil em seu processo de reconciliação com a própria história”, continuou.
A reitora da UnB, Rozana Naves, lembrou das agressões sofridas pelas universidades durante a ditadura e disse que a memória de Paulo de Tarso representa a defesa da liberdade de pensamento, a autonomia universitária e a luta contra o autoritarismo.
Rozana disse ainda que a defesa da liberdade acadêmica, do pensamento crítico, da organização estudantil e da produção científica comprometida com o Brasil são um legado de gerações que compreenderam a educação como força essencial da construção democrática nacional.
“Estar aqui hoje é reconhecer uma ausência, mas também reconhecer uma presença. A ausência de uma vida interrompida pela violência de Estado. A presença de uma memória que segue nos convocando para defender com coragem aquilo que sustenta uma universidade pública: liberdade, pensamento crítico, justiça, democracia e compromisso com o país. As lutas do passado seguem presentes nas condições que temos hoje para ensinar, pesquisar, discordar, criar a participar da vida pública”, disse.
Fonte: Feed Últimas
O Brasil estreou nos Jogos Parasul-Americanos de Valledupar, na Colômbia, com sete medalhas no ciclismo de estrada nesta quinta-feira (2). Foram quatro de ouro e três de prata nas provas de contrarrelógio, em que vence o atleta que finalizar o percurso no menor tempo. O jogos estão sendo transmitidos pela emissora pública Señal Colombia ao vivo no YouTube.
Uma das medalhistas foi Jerusa Geber, prata na classe B (deficiência visual). Ligada ao ciclismo desde o fim de 2024, a acreana de 44 anos é uma estrela paralímpica do atletismo. Ela é tetracampeã mundial nos 100 metros (m), distância na qual é recordista, sendo, ainda, a primeira cega a percorrê-la em menos de 12 segundos. Além disso, conquistou dois ouros na Paralimpíada de Paris (França), há dois anos, nos 100 e nos 200 m.
Notícias relacionadas:Mundial de atletismo paralímpico: Jerusa Geber garante tetracampeonato.Brasileiros têm dia ruim em Wimbledon e caem nas duplas masculinas.Endrick cita papo com veteranos e confiança em Ancelotti: “iluminado”.Jerusa, que teve a paulista Marcella Toldi como pilota (guia da ciclista com deficiência visual), realizou a prova desta quinta em 27min55s23, superada somente por outra brasileira, a fluminense Viviane Soares, campeã com 26min46s41. A argentina Maria Jose Quiroga (29s13s73) completou o pódio do contrarrelógio.
“Estou muito feliz com este resultado. O ciclismo é uma paixão para mim. Estou gostando muito e pretendo ficar nele por bastante tempo. Até onde der, quero seguir no esporte dando trabalho para minhas adversárias”, disse a acreana, em depoimento à comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).
Viviane, ouro na disputa para atletas com deficiência visual com a paulista Lara Marinho de pilota, também se divide entre os esportes. A fluminense de 30 anos, que foi medalhista de bronze nos 100 m da classe T12 (baixa visão) no Campeonato Mundial de Atletismo de 2019, planejava encerrar a carreira em 2025, quando foi apresentada ao ciclismo.
“Muitas pessoas me ajudaram e me apoiaram nos momentos mais difíceis, quando pensei em parar. Foi uma prova maravilhosa. Eu sabia que tinha chances de pódio, mas não sabia qual medalha seria. Entrei para dar tudo de mim e mais um pouco para conseguir este ouro. Foi duro, cansei bastante, mas deu tudo certo no final”, celebrou a Viviane, também à assessoria de imprensa do CPB.
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Mais pódios
O Brasil foi ao pódio com mais cinco ciclistas. O paulista Lauro Chaman venceu a disputa masculina da classe C5 (atletas com deficiências físico-motoras leves ou amputações), com tempo de 34min30s81. Ele ficou à frente dos colombianos Diego Dueñas e Juan Gómez. Entre as mulheres, a mineira Fabiana Ventura foi prata (32min08s15), atrás da colombiana Paula Ossa, mas superando a panamenha Laydis Veja.
Na classe C2 (comprometimento físico-motor moderado nas pernas, braços ou tronco), o mineiro Roberto Neto garantiu o ouro entre os homens, cravando 26min00s68. Ele bateu o colombiano Esneider Muñoz e o chileno Manuel Opazo. No feminino, Sabrina Custódia levou a prata, com 15min40s07. A paulista ficou 1min42s atrás da colombiana Daniela Munévar. O bronze foi para a argentina Maria Sergo.
Já na classe H3 (atletas que utilizam bicicletas impulsionadas com as mãos, as handbikes), o mineiro Eduardo Pimenta venceu a prova com tempo de 28min41s49. O pódio ainda teve o argentino Oscar Biga (prata) e o chileno Sebastian Morales (bronze).
Evento continental
O Brasil disputa os Jogos Parasul-Americanos com 237 representantes em 13 modalidades, além de quatro atletas-guia (atletismo) e quatro pilotos (ciclismo) para auxiliar competidores com deficiência visual, dois goleiros do futebol de cegos e dois calheiros, que atuam com os atletas da bocha.
A competição vai até 15 de julho. Apesar de as disputas terem iniciado, a cerimônia de abertura será apenas neste domingo (5). O Brasil terá a halterofilista paulista Mariana D’Andrea, bicampeã paralímpica, e o mesatenista goiano Iranildo Espíndola como porta-bandeiras.
Trata-se do primeiro evento multimodalidade com participação brasileira no ciclo dos Jogos de Los Angeles (Estados Unidos), em 2028. A delegação que viajou para a Colômbia tem 50 medalhistas em Mundiais e 48 que foram ao pódio em Paralimpíadas.
Esta é a segunda edição do Parasul. A primeira ocorreu em Santiago (Chile), em 2014. O Brasil, na ocasião, ficou em segundo lugar no quadro de medalhas, atrás da Argentina. Os hermanos, inclusive, sediariam a disputa em 2018, em Buenos Aires, mas o evento acabou cancelado por questões financeiras.
Fonte: Feed Últimas
ma técnica de enfermagem, Rosane de Oliveira, foi morta a tiros pelo marido dentro da própria casa na noite de terça-feira (30) em Araquari (SC). O crime ocorreu na frente do filho da vítima. O suspe…
Fonte: UOL Noticias
Pela terceira edição seguida da Copa do Mundo, seleções que eliminaram o Brasil na edição anterior não conseguem avançar na edição seguinte.
Em 2018, após conquistar o título em 2014, a Alemanha, que tinha eliminado o Brasil na semifinal na edição anterior, supreendeu o mundo ao ser eliminada na fase de grupos. A então campeã da competição terminou na última posição do Grupo F depois de somar duas derrotas e uma vitória.
Alemanha 0 x 1 México
Alemanha 2 x 1 Suécia
Alemanha 0 x 2 Coreia do Sul
Já em 2022, a Bélgica, que eliminou o Brasil nas quartas de final de 2018 e ficou com o terceiro lugar daquela edição, também não conseguiu seguir na competição para a fase eliminatória. Foi eliminada ainda na fase de grupos após somar uma vitória, uma derrota e um empate.
Bélgica 1 x 0 Canadá
Bélgica 0 x 2 Marrocos
Bélgica 0 x 0 Croácia
Agora, em 2026, o mesmo enredo se manteve. A Croácia, que eliminou o Brasil, também nas quartas de final, só que na Copa do Catar, e ficou com o terceiro lugar na edição de 2022, parou no 16-avos de final – nova fase da competição. Foi eliminada da competição depois de sair na frente contra Portugal, mas levar a virada nos acréscimos. Sendo superada por 2 a 1.
Na fase de grupos, a Croácia, somou duas vitórias e uma derrota.
Inglaterra 4 x 2 Croácia
Panamá 0 x 1 Croácia
Croácia 2 x 1 Gana
Portugal 2 x 1 Croácia
Fonte: Jovem Pan
Portugal vence Croácia de virada (2-1) e vai enfrentar Espanha nas oitavas da Copa raa/cl/aam
Fonte: UOL Noticias
Fonte: UOL Noticias