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Eduardo comemora encontro de Flávio com Trump: ‘Aconteceu e foi muito bom’

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro compartilhou em suas redes socias nesta terça-feira (26) que o encontro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro “aconteceu e foi muito bom!”.
Eduardo também estava presente na reunião de Flávio com Trump e afirmou ter sido um encontro inédito entre presidenciável e um líder dos EUA. “No Salão Oval da Casal Branca com o presidente da maior potência bélica e econômica do mundo, que recebeu o Senador Flávio Bolsonaro, candidato à presidência do Brasil, algo simplesmente inédito! E foi muito bom!”, escreveu o ex-deputado.
Em discurso na Casa Branca após o encontro, Flávio afirmou que o evento só aconteceu com ajuda de Eduardo e o jornalista e influenciador Paulo Figueiredo. “Isso só foi possível pelo trabalho do meu irmão Eduardo e de Figueiredo”, disse o pré-candidato.
Na rede social X, Eduardo ainda comentou sobre aqueles que não acreditavam que Flávio e Trump se encontrariam ao compartilhar uma foto do irmão com o presidente norte-americano.

“Não está na agenda”.
“Não é oficial”.
“Não vai acontecer”.
Aconteceu e foi muito bom!👊 pic.twitter.com/RW3xamXowj
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) May 26, 2026

Encontro de Flávio com Trump
O pré-candidato à presidência da República viajou aos EUA e se encontrou com o presidente Donald Trump na Casa Branca nesta terça-feira. O filho do ex-presidente busca apoio americano na disputa presidencial.
O encontro acontece no momento em que o nome de Flávio cai nas pesquisas de intenção de voto contra Luis Inácio Lula da Silva (PT), após a divulgação pelo site The Intercept Brasil de conversas realizadas entre o filho do ex-presidente e o banqueiro preso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O vazamento colocou uma barreira no avanço de seu nome nas pesquisas eleitorais, ao expor cobrança de dinheiro para a produção do filme Dark Horse, sobre a vida de Jair Bolsonaro, filmado nos Estados Unidos. O orçamento previsto para a produção foi confirmado por Flávio em R$ 134 milhões, superando grandes filmes de Hollywood, incluindo vencedores recentes do Oscar.


Fonte: Jovem Pan

Nicholas Galitzine sobre Mestres do Universo: “Esperei minha carreira toda por um projeto como esse”

Os fãs de Mestres do Universo tiveram um gostinho do que vem por aí durante um evento especial realizado no Brasil, que reuniu o astro Nicholas Galitzine, a atriz Camila Mendes e o diretor do aguardado live-action inspirado na clássica franquia da Mattel. O encontro movimentou os apaixonados pela cultura pop e aumentou ainda mais a expectativa para o filme, que promete revisitar Eternia para uma nova geração.
Conhecido por produções como Uma Ideia de Você e Vermelho, Branco e Sangue Azul, Nicholas Galitzine assume agora um dos maiores desafios de sua carreira ao interpretar o lendário Príncipe Adam, alter ego do poderoso He-Man. Durante o evento, o ator falou sobre a responsabilidade de entrar em um universo tão amado pelos fãs, mas deixou claro que encarou o projeto mais com entusiasmo do que com pressão.
“Sempre digo que pressão não seria a palavra”, afirmou Nicholas ao comentar sua entrada no universo de Mestres do Universo. O ator explicou que viu no longa uma oportunidade rara de explorar diferentes camadas como intérprete. “Eu estava tão animado, porque sentia como se toda a minha carreira estivesse esperando por um projeto como este, um personagem em que eu podia fazer comédia, drama e ação”, revelou.
Mesmo reconhecendo o peso da responsabilidade de interpretar um personagem tão emblemático da cultura pop, Galitzine contou que o sentimento predominante foi de empolgação. “Eu senti responsabilidade, com certeza, mas estava muito animado. Foi um grande desafio”, completou.
A presença de Camila Mendes, que integra o elenco do filme, também chamou atenção do público brasileiro. A atriz, conhecida mundialmente por Riverdale, celebrou o carinho dos fãs durante a passagem pelo país. Já o diretor reforçou o compromisso da produção em honrar o legado da franquia, ao mesmo tempo em que apresenta uma abordagem moderna e grandiosa para os cinemas.
O live-action de Mestres do Universo acompanha o herói He-Man em sua batalha para proteger Eternia das forças malignas de Esqueleto, um dos vilões mais icônicos da animação dos anos 1980. A nova adaptação vem sendo tratada como uma das grandes apostas do cinema geek e deve apostar em cenas épicas de ação, fantasia e nostalgia.
Com a passagem do elenco pelo Brasil e o entusiasmo demonstrado por Nicholas Galitzine, a sensação é de que Mestres do Universo já começou a conquistar os fãs antes mesmo de sua estreia, marcada para dia 4 de junho.


Fonte: Jovem Pan

STF tem dois votos para derrubar mudança na Lei da Ficha Limpa que reduz prazo de inelegibilidade

STF julga alterações na Lei da Ficha Limpa
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux acompanhou, nesta quarta-feira (26), o voto da ministra Cármén Lúcia para declarar inconstitucionais trechos de uma norma que altera a Lei da Ficha Limpa e muda a contagem do tempo em que uma pessoa fica proibida de se candidatar às eleições, a chamada inelegibilidade.
Em setembro do ano passado, o Congresso aprovou, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, com vetos, uma norma que altera a legislação que impede candidatos condenados de concorrerem a cargos públicos — a chamada Lei da Ficha Limpa.
A principal alteração prevista era uma mudança no início da contagem do período de inelegibilidade.
Segundo a determinação, o prazo começaria a ser contado a partir da decisão que determina a perda do mandato ou a renúncia, e não mais a partir do fim do mandato.
➡️ Na prática, a lei reduz o tempo de punição para políticos cassados. A medida vale para parlamentares (deputados, senadores e vereadores), governadores, prefeitos e seus vices.
O julgamento ocorre no plenário virtual da Corte e segue até a próxima sexta-feira (29). Cármen Lúcia é a relatora do caso e foi a primeira a se manifestar. Os demais 9 ministros ainda precisam votar.
No voto, a ministra defendeu que as modificações feitas pelo Congresso e sancionadas pelo Executivo esvaziam a legislação, representam um retrocesso e ameaçam o instituto da inelegibilidade.
Carmen Lucia durante segundo dia de julgamento de Bolsonaro na 1ª Turma do STF
Antonio Augusto/STF
O que diz o voto?
Em seu voto, a ministra defendeu o restabelecimento de regras previstas na legislação anterior. Em outras palavras, manifestou-se pela derrubada do texto que reduz o período de perda de direitos políticos.
Veja a situação em cada caso:
Como funciona a contagem do prazo para parlamentares cassados por quebra de decoro ou violação das regras constitucionais
➡️Como era na Lei da Ficha Limpa: inelegibilidade pelo prazo restante do mandato perdido mais 8 anos;
➡️Como ficou a partir da lei de 2025: inelegibilidade por 8 anos contados a partir da decisão que decretou a perda do mandato.
Contagem do prazo para governador, vice, prefeito e vice que perderam o mandato por descumprirem regras estaduais ou municipais
➡️ Como era na Lei da Ficha Limpa: inelegibilidade pelo prazo restante do mandato perdido e mais 8 anos seguintes ao término do mandato para o qual foram eleitos;
➡️Como ficou a partir da lei de 2025: inelegibilidade pelos 8 anos seguintes à decisão que decretou a perda do mandato eletivo.
Contagem do prazo para pessoas condenadas pela Justiça, sem possibilidade de recurso ou por decisão colegiada
➡️Como era na Lei da Ficha Limpa: prazo de inelegibilidade, para todos os crimes previstos na lei, era contado desde a condenação por órgão colegiado até o transcurso do prazo de 8 anos após o cumprimento da pena.
➡️Como ficou a partir da lei da 2025: a regra geral estipulada foi a da inelegibilidade contada a partir da condenação até o prazo de 8 anos.
No caso de crimes contra a administração pública, de lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, racismo, terrorismo, tortura, crimes contra a vida e a dignidade sexual, hediondos, organização criminosa e redução à condição análoga à de escravo, a inelegibilidade ocorre desde a condenação por órgão colegiado da justiça até o transcurso do prazo de 8 anos após o cumprimento da pena.
Como fica a contagem do prazo para quem renuncia ao mandato para evitar a perda do cargo
➡️Como era na Lei da Ficha Limpa: presidentes, governadores, prefeitos e membros do Legislativo ficavam inelegíveis durante o período restante do mandato para o qual foram eleitos e nos 8 anos seguinte;
➡️Como ficou a partir da lei de 2025: presidentes, governadores, prefeitos e membros do Legislativo ficam inelegíveis nos oito anos seguintes à renúncia ao cargo.
Prazo limite no caso de inelegibilidade por improbidade administrativa acumulada com outra condenação posterior
➡️Como era na Lei da Ficha Limpa: não havia esse prazo limite.
➡️Como ficou a partir da lei de 2025: prazo máximo de 12 anos se durante o prazo de inelegibilidade por improbidade houver outra condenação que afete a capacidade eleitoral.
Cármen Lúcia também votou para estabelecer que as condições de elegibilidade e as causas de inelegibilidade devem ser analisadas no momento de formalização do registro de candidatura, sem prejuízo do reconhecimento pela Justiça Eleitoral do surgimento de novos fatos e decisões judiciais que afastem ou extingam a inelegibilidade, desde que verificadas até a data da eleição.


Fonte:

g1 > Política

Magno Malta anuncia PDLs contra decretos de Lula que regulam ‘big techs’

Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (26), o senador Magno Malta (PL-ES) anunciou a apresentação de dois projetos de decreto legislativo (PDL 460/2026 e PDL 466/2026) para tentar derrubar decretos do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que atualizam a regulamentação do Marco Civil da Internet. As novas regras ampliam a responsabilidade das plataformas digitais (big techs) na remoção de conteúdo criminoso e exigem ações preventivas contra fraudes e violência. O parlamentar afirmou que as medidas restringem a liberdade de expressão.
— Esse PDL é para anular o decreto de Lula que faz regulação da internet. São dois PDLs: o 460, de 2026, e o 466, de 2026. Reclamação disciplinar no CNJ. Como no Brasil não tem ordenamento jurídico, não tem respeito, cada um escreve o que quer, do jeito que quer, eu digo: o Executivo e o Supremo Tribunal Federal são os componentes majoritários desse consórcio que manda e desmanda, que faz e desfaz, e que não respeita o ordenamento jurídico — declarou.
No mesmo discurso, o parlamentar criticou pesquisas de opinião pública divulgadas após o vazamento de áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Segundo o parlamentar, as pesquisas foram utilizadas para ampliar desgastes políticos. O senador anunciou que pretende protocolar um pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a atuação das empresas responsáveis pelas pesquisas eleitorais no país.
— Eu entregarei amanhã um pedido de CPI para investigar as empresas de pesquisa no Brasil, os institutos de pesquisa. O que são os institutos de pesquisa, senador Wagner, senador Davi e senadora Dorinha? Eles não são entidades filantrópicas, são empresas criadas para ganhar dinheiro e precisam ter cliente. O cliente paga, e, quando dá tudo errado para ele, o instituto ainda tem a margem de erro que ele dá para o cliente e a tira do outro — disse.
O senador também voltou a defender o homeschooling (ensino domiciliar), ao comentar o caso de uma família condenada por abandono intelectual em Jales (SP). Magno Malta defendeu que educar filhos em casa não pode ser tratado como crime e informou ter apresentado reclamação disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz responsável pela sentença.


Fonte: Senado Federal

Após pedido de Flávio a Trump, entenda por que governo não quer que as facções sejam classificadas como terroristas

Flávio Bolsonaro se encontra com Trump na Casa Branca
No início de maio, Lula (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se encontraram na Casa Branca para tratar de diversos assuntos. Havia a expectativa de que uma das pautas fosse a não classificação de facções como organizações terroristas, mas, segundo o próprio petista, o tema não entrou na conversa.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
No entanto, se Lula não abordou o assunto, seu principal possível concorrente na corrida presidencial deste ano, Flávio Bolsonaro, pediu nesta terça-feira (26) a Trump que ele colocasse o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) no mesmo grupo de organizações consideradas terroristas ao redor do mundo.
O senador foi ao Salão Oval para abordar dois assuntos: a classificação de facções como organizações terroristas e a garantia plena da liberdade de expressão nas redes sociais no Brasil, uma bandeira comum entre os dois.
“Pedi enfaticamente ao presidente Trump que designe o quanto antes o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras”, afirmou.
▶️ Contexto: Em março, o jornal The New York Times publicou uma reportagem afirmando que o governo dos EUA se preparava para classificar as facções criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas.
A possibilidade já era ventilada desde 2025, quando o governo Trump iniciou uma ofensiva contra cartéis de drogas latino-americanos.
O combate ao tráfico tem sido tratado como assunto de segurança nacional pela Casa Branca, que chegou a reunir líderes da América Latina para discutir o tema.
Em outra frente, os EUA atacaram rotas do narcotráfico no Pacífico e no Caribe e capturaram o ditador Nicolás Maduro durante uma operação militar na Venezuela.
Ao mesmo tempo, os EUA têm auxiliado países da região no combate ao narcotráfico e participaram de operações no Equador com esse objetivo.
Fontes ligadas ao governo Trump que atuam no Brasil afirmam que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, tem defendido que facções brasileiras também sejam classificadas como terroristas, assim como já ocorreu com grupos do México e Venezuela.
No início de março, Rubio comunicou ao ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, que Washington planejava incluir as facções brasileiras na lista de grupos terroristas. Em uma ligação, Vieira tentou convencê-lo a não avançar com a proposta.
Em abril, no entanto, o New York Times afirmou que a proposta avançava no Departamento de Estado, com pressão de filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre integrantes da Casa Branca.
A avaliação no Palácio do Planalto é que a classificação como grupo terrorista abriria margem para ações mais duras dos Estados Unidos.
Em um cenário extremo, os norte-americanos poderiam usar esse argumento para conduzir uma operação militar no Brasil, como já ocorreu em outros países.
Pressão americana
Presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, e o presidente dos EUA, Donald Trump.
Kazuhiro Nogi e Jim Watson/AFP
Em maio de 2025, o chefe interino de coordenação do Departamento de Sanções dos Estados Unidos, David Gamble, pediu que o governo brasileiro classificasse o PCC e o CV como organizações terroristas. O pedido foi negado.
À época, o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, afirmou que as facções não se enquadram na definição de terrorismo prevista na Constituição brasileira.
🔎 A Lei Antiterrorismo, sancionada no Brasil em 2016, define terrorismo como a prática de atos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião, visando provocar terror social ou generalizado.
Em reunião no Ministério da Justiça, Sarrubbo disse que as organizações criminosas brasileiras não têm motivação ideológica, política ou religiosa, nem atuam para derrubar o sistema. Segundo ele, os grupos buscam lucro por meio de crimes e lavagem de dinheiro.
Por isso, pela legislação brasileira, facções como o PCC e o CV não são classificadas como terroristas, mas como organizações criminosas.
Nos Estados Unidos, no entanto, a avaliação pode ser diferente, já que se trata de uma organização estrangeira. Segundo reportagem do The Wall Street Journal, autoridades do país já identificaram membros do PCC atuando em território americano.
Há registros de pessoas ligadas à facção nos estados da Flórida, Nova York, Nova Jersey, Connecticut e Tennessee. Em Massachusetts, o gabinete do procurador federal anunciou, no ano passado, acusações contra 18 brasileiros com suposta ligação com o grupo.
O fato de o PCC ser considerado o maior grupo criminoso das Américas, com atuação em cerca de 30 países e mais de 40 mil membros, também poderia pesar na avaliação norte-americana.
Critérios
Muro de comunidade em Guarulhos tem pichação com a sigla do Primeiro Comando da Capital (PCC)
Glauco Araújo/G1
Nos Estados Unidos, classificar um grupo como organização terrorista não é automático. A decisão segue critérios definidos em lei e passa por diferentes etapas dentro do governo.
Segundo o Departamento de Estado dos EUA, três condições precisam ser atendidas para que uma organização receba a designação:
ser estrangeira;
estar envolvida em atividade terrorista ou ter capacidade e intenção de realizá-la;
representar ameaça à segurança de cidadãos ou à segurança nacional dos EUA.
A classificação é baseada em um dossiê com informações de fontes abertas e sigilosas que comprovem o cumprimento dos critérios legais.
A decisão cabe ao secretário de Estado, em consulta com o Departamento de Justiça e o Tesouro. Depois, a medida é comunicada ao Congresso, que tem sete dias para analisar a ordem.
Caso seja aprovada, a designação é publicada no registro oficial do governo e passa a valer. A partir daí, a medida pode trazer consequências legais:
passa a ser crime nos EUA fornecer “apoio material” ao grupo, como dinheiro, treinamento, armas ou serviços;
ativos financeiros ligados à organização podem ser bloqueados, e transações, proibidas;
membros do grupo podem ter vistos negados ou ser deportados.
A designação também ajuda a isolar o grupo internacionalmente e a cortar fontes de financiamento.
VÍDEOS: em alta no g1
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Fonte:

g1 > Política

Após pedido de Flávio a Trump, entenda por que governo não quer que as facções sejam classificadas como terroristas

Flávio Bolsonaro se encontra com Trump na Casa Branca
No início de maio, Lula (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se encontraram na Casa Branca para tratar de diversos assuntos. Havia a expectativa de que uma das pautas fosse a não classificação de facções como organizações terroristas, mas, segundo o próprio petista, o tema não entrou na conversa.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
No entanto, se Lula não abordou o assunto, seu principal possível concorrente na corrida presidencial deste ano, Flávio Bolsonaro, pediu nesta terça-feira (26) a Trump que ele colocasse o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) no mesmo grupo de organizações consideradas terroristas ao redor do mundo.
O senador foi ao Salão Oval para abordar dois assuntos: a classificação de facções como organizações terroristas e a garantia plena da liberdade de expressão nas redes sociais no Brasil, uma bandeira comum entre os dois.
“Pedi enfaticamente ao presidente Trump que designe o quanto antes o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras”, afirmou.
▶️ Contexto: Em março, o jornal The New York Times publicou uma reportagem afirmando que o governo dos EUA se preparava para classificar as facções criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas.
A possibilidade já era ventilada desde 2025, quando o governo Trump iniciou uma ofensiva contra cartéis de drogas latino-americanos.
O combate ao tráfico tem sido tratado como assunto de segurança nacional pela Casa Branca, que chegou a reunir líderes da América Latina para discutir o tema.
Em outra frente, os EUA atacaram rotas do narcotráfico no Pacífico e no Caribe e capturaram o ditador Nicolás Maduro durante uma operação militar na Venezuela.
Ao mesmo tempo, os EUA têm auxiliado países da região no combate ao narcotráfico e participaram de operações no Equador com esse objetivo.
Fontes ligadas ao governo Trump que atuam no Brasil afirmam que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, tem defendido que facções brasileiras também sejam classificadas como terroristas, assim como já ocorreu com grupos do México e Venezuela.
No início de março, Rubio comunicou ao ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, que Washington planejava incluir as facções brasileiras na lista de grupos terroristas. Em uma ligação, Vieira tentou convencê-lo a não avançar com a proposta.
Em abril, no entanto, o New York Times afirmou que a proposta avançava no Departamento de Estado, com pressão de filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre integrantes da Casa Branca.
A avaliação no Palácio do Planalto é que a classificação como grupo terrorista abriria margem para ações mais duras dos Estados Unidos.
Em um cenário extremo, os norte-americanos poderiam usar esse argumento para conduzir uma operação militar no Brasil, como já ocorreu em outros países.
Pressão americana
Presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, e o presidente dos EUA, Donald Trump.
Kazuhiro Nogi e Jim Watson/AFP
Em maio de 2025, o chefe interino de coordenação do Departamento de Sanções dos Estados Unidos, David Gamble, pediu que o governo brasileiro classificasse o PCC e o CV como organizações terroristas. O pedido foi negado.
À época, o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, afirmou que as facções não se enquadram na definição de terrorismo prevista na Constituição brasileira.
🔎 A Lei Antiterrorismo, sancionada no Brasil em 2016, define terrorismo como a prática de atos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião, visando provocar terror social ou generalizado.
Em reunião no Ministério da Justiça, Sarrubbo disse que as organizações criminosas brasileiras não têm motivação ideológica, política ou religiosa, nem atuam para derrubar o sistema. Segundo ele, os grupos buscam lucro por meio de crimes e lavagem de dinheiro.
Por isso, pela legislação brasileira, facções como o PCC e o CV não são classificadas como terroristas, mas como organizações criminosas.
Nos Estados Unidos, no entanto, a avaliação pode ser diferente, já que se trata de uma organização estrangeira. Segundo reportagem do The Wall Street Journal, autoridades do país já identificaram membros do PCC atuando em território americano.
Há registros de pessoas ligadas à facção nos estados da Flórida, Nova York, Nova Jersey, Connecticut e Tennessee. Em Massachusetts, o gabinete do procurador federal anunciou, no ano passado, acusações contra 18 brasileiros com suposta ligação com o grupo.
O fato de o PCC ser considerado o maior grupo criminoso das Américas, com atuação em cerca de 30 países e mais de 40 mil membros, também poderia pesar na avaliação norte-americana.
Critérios
Muro de comunidade em Guarulhos tem pichação com a sigla do Primeiro Comando da Capital (PCC)
Glauco Araújo/G1
Nos Estados Unidos, classificar um grupo como organização terrorista não é automático. A decisão segue critérios definidos em lei e passa por diferentes etapas dentro do governo.
Segundo o Departamento de Estado dos EUA, três condições precisam ser atendidas para que uma organização receba a designação:
ser estrangeira;
estar envolvida em atividade terrorista ou ter capacidade e intenção de realizá-la;
representar ameaça à segurança de cidadãos ou à segurança nacional dos EUA.
A classificação é baseada em um dossiê com informações de fontes abertas e sigilosas que comprovem o cumprimento dos critérios legais.
A decisão cabe ao secretário de Estado, em consulta com o Departamento de Justiça e o Tesouro. Depois, a medida é comunicada ao Congresso, que tem sete dias para analisar a ordem.
Caso seja aprovada, a designação é publicada no registro oficial do governo e passa a valer. A partir daí, a medida pode trazer consequências legais:
passa a ser crime nos EUA fornecer “apoio material” ao grupo, como dinheiro, treinamento, armas ou serviços;
ativos financeiros ligados à organização podem ser bloqueados, e transações, proibidas;
membros do grupo podem ter vistos negados ou ser deportados.
A designação também ajuda a isolar o grupo internacionalmente e a cortar fontes de financiamento.
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Fonte:

g1 > Política

Áudio: Senado valida reajuste do piso salarial dos professores da educação básica

O Senado confirmou o reajuste do piso salarial para R$ 5.130,63, instituído pela medida provisória (MPV) 1.334/2026, para os professores da educação básica pública em 2026. O valor representa aumento de 5,4% em relação ao piso anterior.
O texto altera a Lei do Piso Salarial de 2008, para adequar o cálculo anual do piso ao novo Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). O reajuste passará a considerar a inflação do ano anterior, medida pelo INPC, somada a 50% da média de crescimento das receitas do Fundeb nos cinco anos anteriores. O texto segue agora para a sanção presidencial.


Fonte: Senado Federal

Áudio: Aprovado projeto para promover nas escolas direitos de crianças e adolescentes

O Senado aprovou nesta terça-feira (26) projeto de autoria da Comissão de Direitos Humanos que passa a exigir das escolas e estabelecimentos de ensino de todo o país a promoção de medidas de conscientização sobre os direitos das crianças e dos adolescentes (PL 4.161/2025). Pelo texto, também deverão ser promovidos os mecanismos de proteção infantil e os canais para denúncia de maus-tratos e pedido de ajuda. O texto segue para análise da Câmara dos Deputados.


Fonte: Senado Federal

Fim de uma era épica para Pep Guardiola!

Pep Guardiola decidiu parar. Foi uma decisão humana, madura e profundamente respeitável.
Depois de 10 anos incríveis no Manchester City, com 20 títulos conquistados, o catalão anunciou que deixará o comando do clube ao final da temporada 2025/26.
Não é uma aposentadoria definitiva, mas uma pausa necessária na carreira de treinador.
Ele mesmo resumiu assim: “Sei que, depois desta etapa com o City, vou parar. Isso é certo, está decidido. O tempo que ficarei parado, não sei… mas vou parar, porque preciso focar em mim, no meu corpo.”
Guardiola vem falando há algum tempo que, após 18 anos comandando grandes equipes a cada três dias, cobrando títulos sem parar, a chama já não é mais a mesma. O futebol exigiu tudo dele — e cobrou um preço alto.
O lado humano pesou muito nessa escolha. A separação da esposa Cristina (que voltou para Barcelona com a filha mais nova), o tempo perdido com os filhos crescendo, a vida social praticamente inexistente e o estresse constante. Ele mesmo já comentou publicamente como a dedicação obsessiva ao futebol afetou sua família. Muitos grandes treinadores pagam essa conta: Ferguson, Mourinho e tantos outros.
Agora, Pep quer respirar, recarregar as energias, aproveitar a família — especialmente o pai, que tem 94 anos — e priorizar a saúde mental e a vida pessoal. Uma decisão assim não cai do céu de uma hora para outra. Tudo indica que foi um conflito interno longo, que foi se acumulando aos poucos.
No campo, ele conquistou tudo.
Transformou o Manchester City em uma potência, deixou um legado inesquecível e escreveu seu nome entre os maiores treinadores da história. Fora dele, escolheu ser humano.
Respeito total por essa escolha.
Fim de uma era épica no Etihad.


Fonte: Jovem Pan

Após reunião com Trump, Flávio diz que Brasil tem prestígio ‘apesar do governo Lula’

O senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), reuniu-se nesta terça-feira (26) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, nos Estados Unidos. Em fala a jornalistas, o parlamentar afirmou que o encontro demonstra “prestígio” do Brasil “apesar do governo” do chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“O presidente está hoje no meio da negociação de um acordo histórico de paz  com o Irã, envolvido no planejamento da libertação do povo cubano e lidando com inúmeras outras questões que demandam diariamente atenção do homem mais poderoso do mundo. Ainda assim, separou esse tempo”, declarou Flávio.
O senador disse também que pediu a Trump “enfaticamente” que classifique o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. O enquadramento é rejeitado pelo governo Lula.
“[As facções] controlam territórios inteiros no Brasil pela força, submetem populações ao seu próprio código, lei e Justiça paralela. Executam quem ousa resistir. Corrompem agentes públicos, infiltram instituições, intimidam testemunhas e ordenam atentados de dentro dos presídios. Operam em dezenas de países com tentáculos que afetam diretamente os Estados Unidos e o resto do hemisfério. Quem faz isso não é gangue, é organização terrorista”, afirmou.
Flávio ainda contou que se comprometeu com Trump, em eventual governo seu, a integrar o Escudo das Américas. A iniciativa liderada pelos Estados Unidos busca combater organizações ligadas ao narcotráfico no continente americano.


Fonte: Jovem Pan