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Primeira epidemia de peste aconteceu há 5.500 anos, diz estudo


Fonte: UOL Noticias

Neymar de volta aos gramados? Como é a rotina de treinos do craque nos EUA

Convocado mesmo com lesão confirmada, o craque do Santos e da Seleção Brasileira pisou nos gramados buscando se recuperar e ficar disponível na equipe de Carlo Ancelotti pela primeira vez nesta terça-feira (17), visando à fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Apesar de marcar presença em campo, ainda não participou de treinos com os companheiros.

Esse é o primeiro passo no processo de transição de Neymar do departamento médico para o campo, mas ainda precisa aprimorar o condicionamento físico e ganhar ritmo de jogo. O camisa 10 treinou de tênis, não de chuteira, fez alguns exercícios e chegou até a bater uma bola. 

O craque brasileiro tem feito sessões constantes de fisioterapia em busca de estar disponível para Ancelotti ainda antes do duelo contra o Haiti, a segunda partida do Brasil na fase de grupos, na sexta-feira (19). O técnico da Seleção Brasileira está confiante na recuperação do atacante, a tempo de jogar durante a fase de grupos da Copa do Mundo, conforme declarou em coletiva antes da partida contra o Marrocos.

Neymar está trabalhando muito forte para se recuperar o mais rápido possível. A expectativa é de que ele possa voltar ao grupo na próxima semana. A qualidade técnica dele é indiscutível, mas também a experiência e o exemplo que apresenta ao restante do grupo.

Os dias de Neymar nos EUA têm sido de tratamento médico, fisioterapia e atividades sem impacto, como bicicleta ergométrica e treinos na academia. Ele chegou a tentar participar de um aquecimento com bola, mas depois retomou sua programação de atividades controladas visando recuperação física. A CBF não divulga informações oficiais sobre o estado de saúde atual do jogador. 

Caminho de Neymar na Copa

Neymar foi anunciado na lista para a Copa do Mundo, mesmo com uma lesão muscular de grau 2 na panturrilha direita, sentida em partida do Santos contra o Coritiba, um dia antes da convocação para o Mundial. Entre os primeiros compromissos da Seleção, o amistoso contra o Panamá antes de viajar aos EUA, o craque interrompeu sua preparação para ir ao Maracanã junto com os companheiros, quando foi aclamado pela torcida.

No amistoso contra o Egito, dia 6 de junho, primeiro já nos Estados Unidos, Neymar não viajou junto com a equipe de Ancelotti. O camisa 10 ficou em Nova Jersey, focado em fisioterapia, e intensificando a programação de recuperação física, no centro de treinamentos da Seleção nos EUA, o Columbia Park.

A primeira partida oficial da Seleção na Copa do Mundo, quando o Brasil empatou com o Marrocos com um gol de cada lado, Neymar esteve presente, sentou no banco de reservas e interagiu com o time e os torcedores, mas ainda sem condições de entrar em campo vestindo o uniforme de jogo brasileiro.

A próxima partida da seleção canarinha será na sexta-feira (19), enfrentando o Haiti pela fase de grupos. Ainda não há a confirmação se Neymar poderá ou não entrar em campo junto a seus companheiros. Porém, a presença do jogador no gramado para treinos aumenta a esperança de que o craque poderá confirmar a expectativa de Ancelotti e voltar a integrar o grupo antes das eliminatórias.


Fonte: Jovem Pan

Big techs deverão comunicar retirada de conteúdo sem ordem judicial, aprova CDH

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (17) projeto que obriga provedores de internet a informar sempre que retirarem conteúdo da rede sem ordem judicial. O texto altera o Marco Civil da Internet (Lei 12.965, de 2014) para criar mecanismos de transparência nos casos em que provedores tornarem indisponível conteúdo publicado na internet sem determinação da justiça. 
Apresentado pelo senador Esperidião Amin (PP-SC), o PL 3.283/2025 recebeu voto favorável do relator, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O texto foi lido na reunião pela presidente da CDH, senadora Damares Alves (Republicanos-DF).
Conforme o projeto, os plataformas na internet terão até 24 horas para comunicar a exclusão de conteúdo ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e ao Congresso Nacional, por meio da Comissão Mista de Controle Externo da Atividade de Inteligência (CCAI). 
A proposição também estabelece que a comunicação obrigatória não se aplica a casos de remoções automáticas voltadas ao combate de mensagens indesejadas em massa, programas maliciosos, tentativas de enganar o usuário para obtenção de dados, fraude, violação de direitos autorais ou outras atividades de abuso técnico da plataforma. 
O PL 3.283/2025 foi apresentado após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que declarou parcialmente inconstitucional o item do Marco Civil da Internet sobre a responsabilização de provedores por conteúdos publicados por terceiros. Na opinião de Esperidião Amin, a decisão abriu espaço para que plataformas digitais removam conteúdo sem controle judicial direto, “o que poderia gerar risco de abusos e censura”. 
Flávio Bolsonaro apresentou emenda para incluir o Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional (CCS) entre os órgãos que devem receber a comunicação. O senador argumenta que o conselho tem competências ligadas ao tema, como a emissão de pareceres e recomendações sobre liberdade de expressão e regulação da mídia, o que justificaria sua inclusão. 
De acordo com o relator, o projeto é essencial para ampliar a transparência na retirada de conteúdos, evitar censura, preservar a liberdade de expressão e reduzir o risco de exageros por parte das plataformas digitais.
Ainda para Flávio Bolsonaro, a decisão do STF aumentou a possibilidade de “remoções indevidas e silenciosas”. Por isso, considerou que a proposta oferece “um mecanismo de transparência e responsabilização institucional” quando conteúdos forem retirados da internet sem decisão judicial. 


Fonte: Senado Federal

CDH debaterá atenção integral às pessoas com fissura labiopalatina

A qualidade da atenção integral às pessoas com fissura labiopalatina será debatida em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos (CDH), em data a ser agendada. Essa malformação congênita é caracterizada por alterações estruturais que afetam o lábio superior e/ou o palato, com repercussões funcionais, estéticas e psicossociais relevantes. Entre os pontos a serem discutidos na reunião estão diagnóstico precoce, tratamento adequado, organização da linha de cuidados junto ao Sistema Único de Saúde (SUS) e garantia de direitos das pessoas com essas malformações congênitas e suas famílias.
Apresentado pela presidente da comissão, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), o requerimento (REQ 89/2026 – CDH) foi aprovado nesta quarta-feira (17). Segundo a parlamentar, estudos epidemiológicos indicam a incidência de fissura labiopalatina em torno de 1,5 caso para cada mil nascidos vivos no Brasil.
“Trata-se de uma condição que exige abordagem multiprofissional e acompanhamento prolongado, frequentemente ao longo de toda a infância e adolescência, podendo se estender até a fase adulta. No Brasil, estima-se que milhares de crianças nasçam anualmente com fissura labiopalatina, o que evidencia a magnitude do problema e sua relevância para a saúde pública”, afirma a senadora.
Damares argumenta que o tratamento dessa condição é complexo e envolve múltiplas etapas, incluindo intervenções cirúrgicas, acompanhamento fonoaudiológico, suporte odontológico, nutricional e psicossocial. Ela ressalta a importância da Lei 15.133/2025, que estabeleceu a obrigatoriedade da oferta, pelo SUS, de cirurgia reconstrutiva de lábio leporino ou fenda palatina, bem como do tratamento integral e multidisciplinar necessário à reabilitação dos pacientes, mas aponta desafios ainda presentes no acesso a esses serviços, “especialmente em regiões com menor oferta de atenção especializada do país”.
“Além dos aspectos clínicos, a fissura labiopalatina está associada a desafios sociais importantes, incluindo estigma, dificuldades de comunicação e impactos no desenvolvimento educacional e na inclusão social. Esses fatores reforçam a necessidade de políticas públicas integradas, que articulem saúde, educação e assistência social, com foco na promoção da dignidade e na garantia de direitos das pessoas acometidas”, justifica Damares.
Deverão ser convidados para o debate representantes do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, além de especialistas em cirurgia reconstrutiva craniofacial e pacientes.


Fonte: Senado Federal

Como a Huawei driblou bloqueio dos EUA para voltar a disputar o mercado de chips

Quando o governo dos EUA decidiu, em maio de 2019, cortar o acesso da Huawei a chips, software e tecnologia de fabricação de semicondutores produzidos nos EUA, a maioria dos analistas viu a medida como uma sentença de morte para a gigante chinesa de tecnologia.


Fonte: UOL Noticias

Justiça argentina intima ex-presidente Kirchner por atos de apoiadores em frente à sua casa

A Justiça argentina emitiu uma advertência formal à ex-presidente Cristina Kirchner (2007-2015), nesta quarta-feira (17), ao completar o primeiro de seus seis anos de prisão domiciliar por corrupção, devido às manifestações de apoio que ela recebe em frente à sua casa.


Fonte: UOL Noticias

G7 pede que empresas de tecnologia criem ferramentas para proteger menores online

As potências mundiais do G7, incluindo os Estados Unidos, apelaram nesta quarta-feira (17) às empresas de tecnologia para que desenvolvam ferramentas que garantam a segurança online das crianças, em meio a preocupações com as implicações da ascensão da inteligência artificial. 


Fonte: UOL Noticias

Colheita de café na área de atuação da Cooxupé avança para 15,8% até 14 de junho

ão Paulo, 17 – A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), no sul de Minas Gerais, informou que a colheita de café alcançava 15,8% até o sábado, 14, ante 12% registrados na semana a…


Fonte: UOL Noticias

No G7, Lula diz que nunca foi esquerdista e defende urna brasileira na ONU

O presidente Lula (PT) disse, nesta quarta-feira (17), durante uma conversa no G7, que “nunca” foi um “esquerdista”. O chefe do Executivo também “fez campanha” para o sistema eleitoral brasileiro de eleição e disse que a Organização das Nações Unidas (ONU) deveria adotar o modelo de votação.

Essas falas ocorreram em uma conversa com o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz, e com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva. Apesar de a conversa ser reservada, a chegada dos líderes para a reunião do G7, em Évian-les-Bains, na França, estava sendo transmitida e a conversa pôde ser ouvida ao fundo.

Lula fazia uma digressão sobre a presença de líderes de direita e esquerda nos principais países do ocidente. Ele falou que a direita liderou esses países por muito mais tempo e chegou à conclusão de que “o mundo não é de esquerda”.

“Ou seja, o que isso prova? Que o mundo não é de esquerda (risos). O mundo é do caminho do meio. Essa é a verdade”, afirmou.

Georgieva, então, disse: “Mas quando você foi presidente pela primeira vez, todo mundo esperava que você fosse um esquerdista, e você não foi”.

Lula respondeu, contando uma história sobre não ter conseguido ir à Rússia nos anos 1980: “Mas eu nunca fui esquerdista. Veja, eu era um dirigente sindical que tinha uma belíssima relação com o sindicalismo alemão, tinha uma relação com o sindicalismo italiano, com a UGT espanhola. Em 1980, eu tinha um congresso na Rússia em que fui convidado e não fui para a Rússia porque estava condenado pela lei de segurança nacional. Fiz uma viagem pela Europa angariando solidariedade e passei a ser tratado como anticomunista”.

Sistema brasileiro de votação

Antes disso, Lula falava a Merz e a Georgieva sobre o sistema brasileiro de votação. O presidente explicou, passo a passo, como a eleição acontece – como o eleitor se dirige à urna, os itens proibidos para a votação, quais os candidatos nos quais votam etc.

“A eleição no Brasil é muito rápida. A eleição termina às 17h e às 19h já temos os resultados de 160 milhões de votos. Eu não sei porque a ONU não adota o sistema eletrônico como orientação aos outros países”, disse Lula. Merz respondeu que “na Alemanha nós não temos” isso, em tom bem-humorado.

O presidente brasileiro disse aos dois que “em 30 segundos ele (eleitor) vota”. Tentou passar para os dois a simplicidade com que se dá a votação no Brasil. Falou também sobre a campanha eleitoral, disse que ela é curta e que há “quatro ou cinco candidatos” na disputa presidencial. Afirmou que ele é “o único eleito três vezes e possivelmente o único eleito quatro vezes”.

A conversa aconteceu antes da reunião do G7 nesta quarta-feira, na França. Lula participou do encontro como convidado.


Fonte: Jovem Pan