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Eleições 2026: pesquisas mostram dificuldade para terceira via decolar; veja histórico de outras disputas

Terceira via não venceu eleição desde redemocratização 
A pesquisa Quaest divulgada na última quarta-feira (13) mostra que 32% dos eleitores brasileiros — um terço, aproximadamente — se consideram independentes: nem lulistas, nem bolsonaristas, nem de esquerda, nem de direita. É um cenário que se repete há meses nos levantamentos da consultoria.
A mesma sondagem aponta que Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) estão descolados dos demais pré-candidatos à Presidência e que, até a última semana, havia razões para acreditar que esta será mais uma eleição sem espaço para nomes que tentem ocupar o espaço da terceira via.
No cenário de 1º turno, Lula lidera com 39%, e Flávio tem 33%, segundo a pesquisa Quaest mais recente, de quarta-feira (13). Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) aparecem com 4% cada, e Renan Santos (Missão), com 2%.
“A polarização consome 72% das intenções de voto neste momento”, afirma Felipe Nunes, diretor da Quaest e coautor do livro “Biografia do abismo”, em que discute a “calcificação” da divisão do eleitorado entre dois polos: um próximo do lulismo e do PT, outro, do bolsonarismo.
Um levantamento do g1 com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que, nas disputas presidenciais anteriores, candidatos que se apresentaram como uma alternativa não conseguiram romper com o padrão que divide os votos da população entre duas candidaturas antagônicas.
Em 2014, Marina Silva (à época no PSB, hoje na Rede) chegou perto de avançar ao 2º turno, após assumir a candidatura no lugar de Eduardo Campos , mas acabou fora na reta final. A eleição foi decidida entre PT e PSDB, numa repetição das disputas de 1994, 1998, 2002, 2006 e 2010.
Em 2018 e em 2022, Ciro Gomes (então no PDT, atuamente no PSDB) e Simone Tebet (ex-MDB, agora no PSB) ficaram distantes dos dois primeiros colocados.
Felipe Nunes diz que, embora parte do eleitorado (entre 20% e 30%) demande consistentemente um candidato fora da polarização, a falta de coordenação das lideranças políticas confunde o eleitor.
Segundo ele, os partidos “acabam lançando vários nomes ao mesmo tempo e confundindo as pessoas sobre quem realmente representa a terceira via”.
Em 2026, nomes como Caiado e Zema, que buscam ampliar projeção nacional, acabam disputando o mesmo espaço de candidatura anti-Lula, em vez de se estabelecerem como uma opção de fato independente e competitiva.
Há nuances nos discursos de ambos, e isso ficou demonstrado nas reações à revelação de que Flávio pediu dinheiro a Daniel Vorcaro, dono do Master, para financiar um filme sobre o pai, Jair Bolsonaro. Enquanto Zema disse ser “imperdoável” e “um tapa na cara” a conduta do senador, Caiado afirmou que o parlamentar deve explicações, mas que o foco principal é manter a direita unida contra Lula.
O cientista político Murilo Mendes, da Universidade de Brasília (UnB), avalia que Caiado aposta em uma candidatura “antissistema moderada”, com discurso que confronta o establishment (grupo político dominante), mas com currículo administrativo, capaz de dialogar tanto com antipetistas quanto com eleitores independentes. Já Zema veste a roupagem do outsider, que confronta o sistema com mais radicalidade.
“Eles não apresentam mudança substantiva em relação ao bolsonarismo. Basta compará-los com o cerne do reacionarismo econômico, social e ambiental. Todos, em essência, reproduzem esse padrão”, diz Marina Silva, terceira colocada em 2010 e 2014, quando enfrentou Dilma Rousseff (PT).
A ex-ministra do Meio Ambiente se reaproximou de Lula em 2022 e integrou seu governo. Deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado em São Paulo como aliada do PT.
Questionada se considera ter sido representante da terceira via no passado, Marina afirma que o termo simplifica o debate e que suas candidaturas buscavam apresentar “uma nova forma de pensar o desenvolvimento do país”.
“Conseguimos dar forma a esse projeto e apontar um novo ciclo de prosperidade com base em um modelo sustentável de desenvolvimento. Mas, antes que ganhasse tração, a polarização, que passou a assumir contornos mais destrutivos, interrompeu esse avanço nas eleições de 2018.”
Qual é o histórico da 3ª via?
Resultado das eleições entre 1989 e 2022 no Brasil.
Arte/g1
A terceira via é um conceito usado na política para designar uma alternativa aos dois principais grupos da disputa. “É algo fluido, que depende do contexto. Não há qualquer outra definição política e ideológica para o termo terceira via além de uma vontade ou promessa de enfrentar a polarização”, diz o historiador Herbet dos Anjos.
O cientista político Murilo Mendes afirma que terceira via não significa necessariamente centro ideológico, mas “uma alternativa factível aos campos hegemônicos da disputa”.
Em 1989, na primeira eleição direta após a ditadura militar, houve 22 candidatos no primeiro turno e figuras pesadas da política, como Ulysses Guimarães (PMDB), Paulo Maluf (PDS) e Mario Covas (PSDB). Mas a disputa real ficou restrita a Fernando Collor (PRN) de um lado e, de outro, a Lula (PT) e Leonel Brizola (PDT), que travaram uma corrida muito apertada pela vaga no segundo turno. O petista passou por pouco e foi derrotado por Collor, por 53% a 46%.
Nos pleitos seguintes, consolidou-se o modelo de dois candidatos protagonistas e um terceiro tentando entrar na briga. Os melhores desempenhos foram de Marina Silva em 2014, com 21,3% dos votos, e Anthony Garotinho (PSB) em 2002, com 17,8%.
Em 2018, a eleição de Jair Bolsonaro pelo PSL encerrou um ciclo de 20 anos de disputas entre PT e PSDB. Desde então, o bolsonaristas substituíram os tucanos na oposição a Lula.
O empresário João Amoêdo, que fundou o partido Novo e disputou a eleição de 2018, avalia que o espaço para candidaturas de centro encolheu nos últimos anos: “Está órfão. Não há interesse de nenhum partido em se colocar como diferente do bolsonarismo ou do lulismo, já que o objetivo é aumentar as bancadas federais e, assim, conseguir mais recursos públicos via Fundo Partidário, Fundo Eleitoral e emendas parlamentares. Uma clara distorção do nosso sistema democrático”.
Amoêdo deixou o Novo após declarar apoio a Lula em 2022, em um movimento que classificou como necessário diante do que considerou um risco à democracia em um eventual segundo mandato de Bolsonaro. Desde então, não voltou a disputar cargos públicos.
As ex-ministras Simone Tebet (PSB), Marina Silva (Rede) e o empresário João Amoedo foram candidatos à Presidência considerados de terceira via
Montagem g1: Reprodução
Quais as dificuldades da 3ª via?
O desempenho inferior ao dos dois primeiros colocados nas pesquisas indica baixa probabilidade de vitória para alguém que represente a terceira via neste ano, avaliam especialistas ouvidos pelo g1.
Felipe Nunes diz que, ao observar eleitores em pesquisas qualitativas — com grupos focais e entrevistas usados para entender o comportamento do eleitorado —, percebe atualmente uma descrença maior no sistema político.
Segundo ele, esse eleitor está mais apático do que propriamente em busca de uma alternativa de centro moderado. “No fundo, esse eleitor quer alguém fora da polarização, mas também fora da política tradicional. Um outsider. O exemplo mais recente disso é o crescimento de Pablo Marçal nas eleições [municipais] de 2024, em Sao Paulo. Ali, ele ocupou esse espaço.”
O cientista político Fernando Schuler, professor do Insper, explica que o desempenho limitado da terceira via reflete uma das principais marcas da política brasileira: a disputa acirrada entre dois campos ideológicos bem demarcados.
“Nos últimos 30 anos, as eleições seguiram esse padrão de dois nomes fortes, um de cada lado, com visões opostas de programas de governo e valores. Isso dificulta o surgimento de alternativas.”
O historiador Herbert Anjos avalia que o contexto pós-2018, com a ascensão do bolsonarismo e o agrupamento de forças antagônicas no lado lulista, dificulta a missão de candidatos que tentam romper com a divisão.
“Com a escalada da extrema direita, há uma ênfase no questionamento das urnas eletrônicas, no funcionamento dos três Poderes e no crescimento de discursos golpistas e de incentivo à intervenção militar. Por isso, há uma unidade em torno de Lula que estreita as opções eleitorais. Nenhum partido com relevância social parece disposto a correr o risco de se desgastar diante do voto útil”, afirma.
Pré-candidatos à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo)
Reprodução


Fonte:

g1 > Política

O marketing promete. O jurídico paga a conta.

Não é incomum ver uma empresa ser surpreendida pela própria campanha. A mensagem foi ao ar, o consumidor comprou confiando no que foi prometido e, quando a entrega não correspondeu, o problema chegou ao jurídico. Ninguém havia percebido que o entusiasmo do marketing havia cruzado para o território da promessa que a operação não conseguia cumprir.
Existe um limite que separa o entusiasmo legítimo do marketing da promessa juridicamente exigível. Ele não está no volume da campanha, na produção do vídeo ou no número de seguidores do influenciador. Está no conteúdo da mensagem e na precisão com que ela descreve aquilo que o consumidor vai encontrar.
Quando esse limite é ultrapassado, o exagero criativo deixa de ser recurso retórico e vira obrigação. E essa obrigação pode ser cobrada pelo consumidor, pelo PROCON e pela SENACON, independentemente de a marca ter percebido que havia prometido algo que não conseguia entregar.
A literatura jurídica e publicitária reconhece o chamado puffery: afirmações genéricas, hiperbólicas e claramente não literais que não enganam o consumidor porque ninguém as leva ao pé da letra. “O melhor hambúrguer do mundo.” A experiência mais incrível da sua vida.” Ninguém processa por isso. Ninguém sequer reclama.
O problema começa quando a campanha sai do puffery e entra no território da promessa específica.”Entrega grátis em até 24 horas.” Garantia de resultado em 30 dias ou devolvemos seu dinheiro.” “Ingredientes 100% naturais, sem conservantes”. Essas afirmações não são exagero criativo. São informação precisa sobre características, prazo e qualidade do produto. E o art. 30 do CDC é direto: toda informação suficientemente precisa veiculada por qualquer meio de comunicação vincula o fornecedor e integra o contrato.
Não importa se foi um anúncio produzido com alto orçamento, um post nas redes sociais, um story que durou 24 horas ou um vídeo publicado por um influenciador contratado. Se a mensagem tem conteúdo específico sobre o que o consumidor vai receber, ela é oferta. E oferta vincula.
O erro mais comum não é a má-fé. É a ausência de alguém no processo criativo capaz de identificar o momento exato em que o tom entusiasmado da campanha cruzou para o território da promessa que a operação não consegue cumprir.
O influenciador que promete o que a marca não entrega
Esse problema ganhou uma camada adicional com o marketing de influência. Quando uma marca contrata um influenciador para divulgar seu produto, ela está delegando parte da comunicação comercial para alguém que tem audiência, credibilidade e um estilo próprio de se expressar. O que a marca nem sempre controla é o que esse influenciador vai dizer além do roteiro.
A jurisprudência já começou a enfrentar esse problema de forma mais direta. O TJSP condenou empresa de consultoria e influenciadora digital por propaganda enganosa de curso online, reconhecendo a relevância da confiança gerada pela comunicação da influenciadora perante o consumidor. O recado é claro: quando a comunicação publicitária produz promessa específica e o consumidor compra confiando nela, a responsabilidade não desaparece porque a mensagem saiu da boca de um terceiro.
É isso que diz o art. 7º, parágrafo único do CDC ao estabelecer a solidariedade entre todos os sujeitos da cadeia de consumo. A marca que contratou o influenciador pode responder pelo que ele disse, especialmente quando a mensagem integra a oferta e influencia a decisão de consumo.
O problema se repete em outro contexto igualmente relevante: o das concessionárias. Quando uma concessionária veicula campanha usando a marca, o logotipo e as imagens oficiais da montadora, o consumidor não distingue o que foi autorizado pela fabricante do que foi criado localmente. Se o anúncio promete condição de financiamento que não existe, prazo de entrega que a cadeia não comporta ou equipamento que não está disponível, a montadora pode ser chamada a responder junto, mesmo sem ter tido acesso prévio àquele conteúdo, justamente porque a solidariedade da cadeia de consumo não se limita a quem redigiu a peça, mas alcança também quem se beneficiou da confiança que ela gerou.
Na maioria das situações, o problema não foi intenção de enganar. Foi ausência de governança sobre o que o influenciador poderia ou não afirmar. Contrato sem cláusulas sobre limites do conteúdo. Briefing sem revisão jurídica sobre o que pode ser prometido. Nenhum processo de aprovação do material antes da publicação. A marca assinou o contrato com o influenciador e assumiu, sem perceber, a responsabilidade pelo que ele disse.
O CONAR também tem dado atenção crescente à publicidade por influenciadores, sobretudo quanto à necessidade de identificação clara do conteúdo comercial. Conhecer essa exigência, porém, é muito diferente de incorporá-la ao processo de aprovação e gestão das campanhas. A maioria das marcas faz a primeira. Poucas fazem a segunda.
Onde o jurídico precisa estar antes do briefing fechar
A revisão jurídica de campanhas ainda é tratada, em muitas empresas, como etapa final: um filtro que entra depois que a criação já está pronta para aprovar ou vetar. Esse modelo tem um problema estrutural: quando o jurídico chega no final, o custo de mudar é alto, o prazo é curto e a tendência é aprovar com ressalvas que ninguém vai de fato implementar.
O jurídico que é consultado antes do briefing fechar faz perguntas diferentes. A operação consegue cumprir o prazo que o marketing quer prometer? A afirmação sobre o produto tem comprovação que sustente uma autuação do PROCON? O influenciador vai ter liberdade para improvisar ou o roteiro vai ser aprovado antes da publicação? Existe cláusula contratual definindo o que pode e o que não pode ser dito?
Essas perguntas não travam a criatividade. Elas delimitam o campo de jogo dentro do qual a criatividade opera com segurança. E, na prática, evitam a situação mais comum que chega ao contencioso de consumo nesse tema: a empresa que prometeu mais do que podia cumprir, não porque quis enganar, mas porque ninguém fez a pergunta certa antes de a campanha ir ao ar.
A campanha que entusiasma sem comprometer é possível. A que compromete mais do que a empresa pode entregar cria passivo antes de vender qualquer produto. E esse passivo nasce no momento em que a mensagem é publicada, não quando o processo chega.


Fonte: Jovem Pan

Drake surpreende fãs e faz o maior lançamento da carreira ao divulgar mais de 40 músicas em um dia

O rapper canadense Drake lançou três álbuns simultaneamente na noite de quinta (14) para sexta-feira, um total de 43 músicas, no maior lançamento de sua carreira. Depois de manter um perfil discreto após seu midiático confronto com o rapper americano Kendrick Lamar em 2024, o canadense havia anunciado um novo álbum intitulado “Iceman”.
Mas surpreendeu seus fãs ao lançar de forma inesperada dois projetos adicionais: “Habibti” e “Maid of Honour”, que somam 149 minutos de música. Entre os convidados desses álbuns estão os rappers de Atlanta Future e 21 Savage, o britânico Central Cee, a artista do Missouri Sexyy Red e o cantor jamaicano de dancehall Popcaan.
Mais uma vez, Drake atacou seu rival Kendrick Lamar, depois de este ter lançado em 2024 “Not Like Us”, um ataque direto contra o canadense que se transformou em um sucesso internacional e foi interpretado no show do intervalo do Super Bowl LIX.
Em “Make Them Remember”, Drake zombou da altura de Lamar, um tema recorrente quando se trata do autoproclamado “garoto baixinho” de Compton. Segundo várias fontes, ele mede entre 1,65 m e 1,68 m. Ele também ataca outras estrelas do rap, como Jay-Z, J. Cole, Pusha T, A$AP Rocky e até a lenda do basquete LeBron James.


Fonte: Jovem Pan

Após pressão de Xi Jinping, Trump adverte Taiwan e diz que se opõe a independência da ilha

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu Taiwan nesta sexta-feira (15) contra qualquer declaração de independência, depois que seu homólogo chinês, Xi Jinping, pressionou para que Washington não apoie a ilha.
Mandatário americano deixou claro que se opõe a uma declaração de independência de Taiwan. “Não tenho vontade de que alguém declare a independência, sabem, supondo que temos de percorrer 15.000 quilômetros para ir para a guerra”, disse Trump, segundo um trecho de uma entrevista à Fox News. “Quero que [Taiwan] eles se acalmem. Quero que a China se acalme”, declarou.
Segundo a legislação dos Estados Unidos, Washington é obrigado a fornecer armas a Taiwan para sua defesa, mas não está claro se as forças americanas ajudariam a ilha em caso de ataque. “Não queremos que alguém pense: vamos proclamar a independência porque os Estados Unidos nos apoiam”, insistiu, acrescentando que ainda não havia decidido nada sobre uma eventual venda de armas à ilha, que tem Washington como sua principal fonte de apoio militar.
Os Estados Unidos reconhecem apenas a China e não apoiam a independência oficial de Taiwan, uma ilha autônoma de regime democrático que Pequim reivindica como parte de seu território e cuja reunificação não descarta alcançar pelo uso da força.
O magnata republicano encerrou sua visita de Estado com o anúncio de que fechou acordos comerciais “fantásticos”, embora não tenha dado muitos detalhes nem pareça ter conseguido avanços contundentes com a China em relação à guerra com o Irã.
Na quinta-feira (14), com uma firmeza incomum, Xi advertiu Trump que “a questão de Taiwan é a mais importante nas relações” entre Washington e Pequim. “Se for bem administrada, as relações entre os dois países poderão continuar globalmente estáveis. Se for mal administrada, os dois países colidirão, ou até mesmo entrarão em conflito”, afirmou o mandatário chinês, segundo a imprensa estatal.
Trump convidou Xi a visitar Washington em setembro, o que indica que as duas maiores economias do mundo provavelmente buscarão estabilizar suas relações, frequentemente turbulentas. A visita anunciada de Xi Jinping a Washington no próximo outono [no hemisfério norte, primavera no Brasil] representará um novo teste para o frágil status quo entre as duas potências.


Fonte: Jovem Pan

A curva do Saca-Rolhas em Laguna Seca: Análise do trecho mais desafiador do automobilismo

O WeatherTech Raceway Laguna Seca, localizado em Monterey, Califórnia, abriga um dos complexos de curvas mais reverenciados e temidos do esporte a motor mundial: o “Corkscrew” (Saca-rolhas). Tecnicamente catalogada como as curvas 8 e 8A, esta chicane em descida desafia as leis da física e a coragem dos pilotos. Entender por que a curva do saca-rolhas em Laguna Seca é uma das mais famosas e perigosas do mundo exige uma análise que vai além da simples condução, envolvendo topografia extrema, forças gravitacionais e uma entrada cega que não perdoa erros de julgamento.

Origem e desenvolvimento do traçado
A construção do circuito de Laguna Seca remonta a 1957, nascendo da necessidade de transferir as corridas de rua de Pebble Beach para um local mais seguro e controlado. O terreno escolhido era uma área de manobras de artilharia do exército americano, caracterizada por uma topografia acidentada em torno de um lago seco.
A configuração específica do Saca-rolhas não foi fruto de um design sádico intencional, mas sim uma necessidade geográfica. Para conectar a parte alta do circuito (Rahal Straight) com a parte baixa (Rainey Curve), os engenheiros precisavam vencer um desnível significativo em uma distância curta. Wallace Lynn, um dos responsáveis pelo projeto original, traçou o percurso aproveitando a encosta natural do terreno. O resultado foi uma solução pragmática de engenharia que acidentalmente criou o setor mais icônico do automobilismo norte-americano. Desde a sua inauguração, o traçado sofreu poucas alterações significativas em sua geometria, mantendo a essência desafiadora que o caracterizou na década de 1950.
Especificações técnicas e dinâmica da curva
A fama de periculosidade do Saca-rolhas deriva de uma combinação única de cegueira visual e variação altimétrica abrupta. O complexo consiste em uma curva à esquerda (Curva 8) seguida imediatamente por uma curva à direita (Curva 8A), executadas durante uma descida vertiginosa.

Entrada cega: Ao se aproximar da Curva 8, o piloto vê apenas o céu e as copas das árvores. Não há referência visual do asfalto ou do ponto de tangência (apex) até que o carro ou moto já tenha iniciado a manobra. A aproximação exige memorização muscular e referências externas, como placas ou marcas no solo antes da crista.
Variação altimétrica: O desnível total é o fator crítico. O Saca-rolhas apresenta uma queda de 18 metros (aproximadamente a altura de um prédio de 5 andares) em apenas 137 metros de extensão de pista.
Gradiente de inclinação: A descida atinge inclinações de até 16% na Curva 8A. Essa queda gera uma descompressão maciça na suspensão dos veículos no momento da entrada, seguida de uma compressão violenta na saída, testando o limite da aderência mecânica e a integridade física dos componentes.
Dinâmica de forças: A transição rápida de esquerda para direita, somada à força da gravidade puxando o veículo para baixo, cria uma situação onde a tração é mínima. Qualquer excesso de velocidade na entrada resulta na impossibilidade de corrigir a trajetória para a segunda perna da chicane.

Momentos históricos e manobras decisivas
A reputação do Saca-rolhas foi cimentada por episódios que definiram campeonatos e carreiras. A natureza da curva permite, embora com altíssimo risco, ultrapassagens que seriam impossíveis em traçados planos convencionais.

“The Pass” (1996): Na última volta do GP de Monterey da CART, Alex Zanardi executou uma manobra audaciosa sobre Bryan Herta. Zanardi mergulhou por dentro na entrada cega, passou pela terra na parte interna da curva e voltou à pista para vencer a corrida. Embora controversa hoje devido aos limites de pista, a manobra entrou para a história como um dos momentos mais espetaculares do automobilismo.
Rossi vs. Stoner (2008): Durante a etapa da MotoGP, Valentino Rossi ultrapassou Casey Stoner no Saca-rolhas, utilizando a área de escape asfaltada e a terra para completar a manobra. A agressividade de Rossi desestabilizou Stoner, que acabou caindo voltas depois, marcando um ponto de virada na rivalidade entre os dois.
Marquez vs. Rossi (2013): Cinco anos depois, Marc Marquez replicou a manobra de Rossi sobre o próprio italiano, ultrapassando-o por fora da pista na mesma curva, em uma passagem de bastão simbólica na MotoGP.
Recordes de volta: O Saca-rolhas é o fiel da balança para recordes de volta em Laguna Seca. O tempo total de volta é frequentemente decidido pela capacidade do piloto de carregar velocidade através da descida sem perder a linha para a Curva 9 (Rainey Curve). O recorde não oficial absoluto pertence a um Fórmula 1 moderno (Ferrari F2003-GA), pilotado por Marc Gené, que virou 1:05.786 em 2012, demonstrando a capacidade de carga aerodinâmica necessária para “colar” no chão durante a queda.

Fatos notáveis e curiosidades
Além das disputas na pista, o Saca-rolhas possui características que o distinguem no cenário global dos circuitos.

Dificuldade a pé: A inclinação é tão severa que caminhar ou subir o Saca-rolhas a pé é fisicamente exaustivo. A perspectiva da televisão raramente faz justiça à parede vertical que a pista representa na realidade.
Comparação com Eau Rouge: Frequentemente comparada à curva Eau Rouge-Raidillon em Spa-Francorchamps, o Saca-rolhas é considerado o “inverso”. Enquanto a curva belga é uma compressão em subida de alta velocidade, a curva californiana é uma descompressão em descida de baixa/média velocidade, exigindo técnicas de pilotagem opostas.
Sentido inverso: Em ocasiões muito raras e promocionais, veículos tentaram subir o Saca-rolhas. A visibilidade melhora, mas a necessidade de torque e tração para vencer a subida em “S” transforma a dinâmica do carro completamente.
O nome oficial: Embora mundialmente conhecida como “The Corkscrew”, a nomenclatura técnica nos mapas de engenharia permanece sendo apenas Curvas 8 e 8A.

O Saca-rolhas transcende a função de um simples trecho de asfalto; ele atua como um filtro de habilidade e coragem. Sua topografia única exige um compromisso total do piloto com o desconhecido no momento da entrada cega. A relevância desta curva para o esporte motor reside no fato de que, em uma era de circuitos padronizados por computador, o Saca-rolhas permanece como um monumento à geografia natural e ao desafio humano, validando por que a curva do saca-rolhas em Laguna Seca é uma das mais famosas e perigosas do mundo a cada competição realizada.


Fonte: Jovem Pan

Pode levar cachorro e caixa de som na praia em SC? Guia completo

Levar o pet para um dia de diversão na praia e curtir uma música ambiente parece o cenário perfeito para muitos turistas e moradores de Santa Catarina. No entanto, o que parece um simples ato de lazer é regulado por leis municipais que visam garantir a segurança, a saúde pública e o bem-estar de todos os frequentadores.
A dúvida sobre se pode levar cachorro e caixa de som nas praias de Florianópolis e Bombinhas é uma das mais comuns durante a alta temporada. As regras existem e conhecê-las é fundamental para evitar multas e garantir que seu passeio seja tranquilo. Este guia prático esclarece a legislação vigente nessas duas cidades e oferece dicas para aproveitar o litoral com responsabilidade.

Regras gerais: o que diz a legislação
Antes de detalhar as normas de cada município, é importante entender o contexto geral. No Brasil, a gestão das praias é de responsabilidade da União, mas os municípios têm autonomia para criar leis específicas sobre o uso e a ocupação da faixa de areia.
Por isso, as regras sobre a presença de animais domésticos e o uso de equipamentos sonoros variam drasticamente de uma cidade para outra. Geralmente, as restrições são baseadas em questões de saúde pública (risco de zoonoses transmitidas pelas fezes dos animais), segurança (cães soltos podem causar acidentes) e perturbação do sossego público (som alto).
Florianópolis e Bombinhas: o que é permitido em cada cidade?
A resposta direta para a pergunta principal é: na maioria dos casos, não é permitido levar cachorros ou usar caixas de som nas praias de Florianópolis e Bombinhas. Veja os detalhes de cada legislação.
Regras em Florianópolis
A capital catarinense possui regras claras estabelecidas por decretos municipais para manter a ordem e a limpeza em suas mais de 40 praias.

Cachorros na praia: A legislação municipal de Florianópolis, por meio do Decreto nº 21.332/2020, proíbe a presença de cães e outros animais domésticos na faixa de areia das praias durante todo o ano. A medida visa proteger a saúde pública e evitar transtornos. A única exceção é para cães-guia que acompanham pessoas com deficiência visual, conforme previsto em lei federal. A fiscalização existe e o descumprimento pode resultar em multa.
Caixas de som: O uso de equipamentos de som que possam perturbar o sossego alheio também é proibido. A Guarda Municipal realiza fiscalizações constantes, especialmente na alta temporada, para coibir o uso de caixas de som em volume elevado. O permitido é o uso de fones de ouvido individuais.

Regras em Bombinhas
Conhecida por suas praias de águas cristalinas, Bombinhas é uma cidade com forte apelo à preservação ambiental e possui uma das legislações mais rígidas do estado.

Cachorros na praia: A Lei Municipal nº 1.621/2018 proíbe expressamente a circulação e a permanência de animais domésticos nas praias do município. A fiscalização é ativa e o não cumprimento da norma acarreta em multa para o tutor do animal. É importante notar que a Taxa de Preservação Ambiental (TPA), cobrada na entrada da cidade, não concede permissão para levar pets à praia.
Caixas de som: Bombinhas também possui uma política de “som zero” nas praias. A Lei Municipal nº 1.575/2017 proíbe o uso de qualquer tipo de equipamento sonoro na faixa de areia, calçadões e costões. A medida busca garantir a tranquilidade e a experiência de contato com a natureza.

Dicas para um passeio seguro e responsável com seu pet
Mesmo que as praias sejam restritas, você ainda pode aproveitar o litoral catarinense com seu cachorro. Muitos locais possuem calçadões, parques e estabelecimentos pet friendly. Se for passear com seu animal em áreas permitidas, siga estas recomendações:

Hidratação constante: Leve sempre um pote e água fresca para seu cão, pois o calor pode causar desidratação rapidamente.
Cuidado com o calor: Evite passeios nos horários mais quentes do dia. A areia e o asfalto podem queimar as patas do seu animal.
Recolha sempre os dejetos: Esta é uma regra básica de posse responsável. Tenha sempre saquinhos higiênicos em mãos.
Use guia e coleira de identificação: Manter seu pet na guia é uma questão de segurança para ele e para outras pessoas. A plaquinha de identificação com seu contato é essencial caso ele se perca.
Consulte um veterinário: Antes de viajar, faça um check-up no seu pet para garantir que sua saúde e vacinação estejam em dia. Isso é especialmente importante para prevenir doenças transmitidas por parasitas comuns em áreas litorâneas.

Planejar com antecedência e respeitar as regras locais é a melhor forma de garantir uma viagem agradável para você, seu pet e todos ao redor. Antes de visitar qualquer praia, sempre verifique a legislação municipal atualizada, pois as normas podem sofrer alterações. Respeitar as regras demonstra consciência e ajuda a manter os espaços públicos organizados e seguros para todos.


Fonte: Jovem Pan

Zema é denunciado criminalmente pela PGR por vídeo satírico contra Gilmar Mendes

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou nesta sexta-feira (15) denúncia contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) pelo crime de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O caso teve início após Gilmar Mendes solicitar providências no âmbito do inquérito das fake news, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes. A partir da provocação, a Procuradoria-Geral da República analisou manifestações públicas feitas por Zema e concluiu que o episódio deveria tramitar no Superior Tribunal de Justiça (STJ), por envolver fatos ligados ao exercício do cargo de governador.
Segundo Gonet, que foi sócio de Gilmar, as publicações atribuíram falsamente ao ministro a prática de corrupção passiva ao sugerirem, ainda que em tom de humor, pedido de vantagem indevida relacionado à atuação jurisdicional. Para a PGR, o conteúdo ultrapassou os limites da crítica política e institucional permitida pela legislação.
Na denúncia, o procurador-geral afirma que o então governador não apenas manifestou inconformismo ou ironia contra decisões judiciais, mas imputou ao ministro a prática de conduta tipificada como crime no Código Penal brasileiro.
Após a apresentação da denúncia, Romeu Zema divulgou nota em que voltou a utilizar o termo “intocáveis”, expressão presente nos vídeos que motivaram a investigação, em referência a integrantes do STF. O ex-governador afirmou que não irá “recuar um milímetro” em sua atuação.
“Os intocáveis não aceitam críticas. Os intocáveis não aceitam o humor. Os intocáveis não querem prestar contas de seus atos. Os intocáveis se julgam acima dos demais brasileiros. Se estão incomodados com uma sátira, deve ser que a carapuça serviu. Não vou recuar um milímetro”, afirma o texto.


Fonte: Conexão Política

Levantamento nacional coloca Conexão Política entre gigantes da mídia brasileira em 2026

Foto: Divulgação
O Conexão Política voltou a aparecer entre os principais destaques do ambiente digital brasileiro em um novo levantamento divulgado pela Zeeng, plataforma especializada em monitoramento de performance, presença digital e engajamento de marcas, influenciadores e veículos de comunicação.
No ranking referente ao mês de abril de 2026, o Conexão Política alcançou a 7ª colocação nacional entre os publishers com maior engajamento acumulado no Instagram, somando mais de 9,8 milhões de interações no período. O portal apareceu à frente de grupos tradicionais e marcas consolidadas da imprensa brasileira, como BBC Brasil, Folha de S.Paulo, CNN Brasil, Portal R7, O Globo, Forbes e Band Jornalismo.
O estudo acompanha métricas de alcance, interação e desempenho nas redes sociais, especialmente no Instagram, considerado atualmente um dos ambientes mais estratégicos e competitivos da comunicação digital no Brasil. O ranking divulgado pela Zeeng reúne alguns dos maiores grupos de mídia e creators de informação do país.
Foto: Divulgação
A nova aparição do Conexão Política entre os principais desempenhos nacionais reforça um movimento que já vinha sendo observado nos últimos anos: o crescimento de veículos independentes capazes de construir audiência orgânica, identidade editorial consolidada e elevado poder de repercussão nas plataformas digitais.
Além do crescimento em audiência, os números também são interpretados nos bastidores do mercado como um sinal de consolidação institucional da marca. O portal, que nasceu como um projeto independente, passou a disputar espaço diretamente com grandes conglomerados da comunicação brasileira, ampliando relevância comercial, capacidade de distribuição e presença nacional.
Em nota conjunta, os sócios-fundadores Davy Albuquerque, Marcos Rocha e Raul Holderf Nascimento afirmaram que os resultados refletem a construção de um veículo com forte presença digital e relevância crescente no mercado de mídia brasileiro.
“Esse desempenho confirma que o Conexão Política alcançou um novo patamar no ambiente digital, com presença nacional, forte engajamento e crescente consolidação institucional. Isso fortalece nossa marca e amplia oportunidades estratégicas, sobretudo na área comercial”, afirmaram.


Fonte: Conexão Política

Movimento de brasileiros rumo ao Paraguai ganha força em 2026; veja o que é necessário

Foto: Daniel Huebner/Flickr
Nos últimos anos, o Paraguai passou a atrair um número crescente de brasileiros interessados em morar, empreender ou reorganizar suas atividades fora do país. O movimento ganhou visibilidade nas redes sociais, com vídeos mostrando longas filas no setor de imigração na fronteira, e reflete uma tendência que se intensificou de forma significativa no período recente.
Dados oficiais da Direção Nacional de Migrações do Paraguai indicam que os pedidos de residência aprovados para brasileiros mais que dobraram em cinco anos. O volume saiu de pouco mais de 10 mil autorizações em 2020 para mais de 23 mil em 2025, com ritmo ainda mais elevado nos primeiros meses de 2026.
Entre os fatores que explicam esse fluxo estão o custo de vida mais baixo, a proximidade geográfica com o Brasil e a percepção de um ambiente mais simples para negócios. Empresários, profissionais liberais e trabalhadores autônomos relatam interesse na menor carga tributária, em regras trabalhistas consideradas menos rígidas e na possibilidade de estruturar operações com custos mais previsíveis.
O governo paraguaio, que é de direita, também tem buscado atrair estrangeiros por meio de políticas de facilitação migratória e redução de burocracia. A postura de abertura ao capital externo tem sido apresentada como uma estratégia para impulsionar a economia local, ampliar investimentos e fortalecer o país como destino regional para residência e negócios.
Nesse contexto, o Conexão Política mantém parceria com a Imigra Paraguai, empresa especializada em assessoria migratória, abertura de empresas e estruturação de investimentos no país vizinho. A atuação da parceira abrange desde processos individuais de residência até projetos empresariais mais complexos, envolvendo planejamento tributário internacional, regularização documental e suporte na instalação de operações no Paraguai.
A Imigra Paraguai reúne profissionais com experiência no eixo migratório, incluindo advogados, contadores e especialistas familiarizados com os órgãos paraguaios e com regimes voltados à atração de investimentos, como a Lei Maquila. A empresa também presta acompanhamento nas etapas documentais e presenciais, inclusive em Assunção, buscando dar segurança ao interessado durante o processo de legalização.
Para brasileiros que avaliam residência, abertura de empresa ou organização de investimentos no Paraguai, a assessoria especializada tem se tornado um caminho utilizado para reduzir riscos, evitar falhas documentais e compreender as exigências legais do país antes da mudança ou da expansão dos negócios. O contato inicial pode ser feito via site, redes sociais ou WhatsApp: (41) 9 8816-9616.


Fonte: Conexão Política

Ex-presidente do BRB promete entregar delação no caso Master até junho

Foto: Sam Barnes/Web Summit Rio
A defesa de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), trabalha para formalizar até junho um acordo de colaboração premiada no âmbito das investigações envolvendo o banco e operações financeiras ligadas ao Banco Master. A informação foi publicada inicialmente pelo jornal O Globo e confirmada pelo Conexão Política.
De acordo com pessoas ligadas ao caso, a expectativa é que Paulo Henrique assine já na próxima semana o termo de confidencialidade necessário para o avanço das negociações. Os depoimentos previstos na possível delação devem abordar, principalmente, operações de remessa de recursos do Brasil para o exterior.
As investigações apuram suspeitas de pagamento de propina por parte do empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, para viabilizar a compra, pelo BRB, de carteiras de crédito consideradas fraudulentas, em operações que teriam alcançado ao menos R$ 12,2 bilhões. O banco estatal também chegou a negociar a aquisição do próprio Banco Master.
No dia 8 de março, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, determinou a transferência de Paulo Henrique Costa para o presídio da Papudinha, em Brasília. Ele está preso desde 16 de abril e já teve pedidos de soltura negados pela Segunda Turma da Corte.


Fonte: Conexão Política