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Prefeito Tony Pablo, busca apoio do Governo Federal para concluir Hospital Municipal do Green Ville em Cacoal

Autoridades municipais, estaduais e federais se reuniram no município de Cacoal para discutir a retomada das obras do Hospital Municipal localizado no bairro Greenville, considerado estratégico para o fortalecimento da rede pública de saúde no sul de Rondônia.

Obra está parada ha mais de 06 anos.

A visita contou com a presença do secretário do Ministério da Saúde, Mozart Sales, do secretário de Estado da Saúde, Edilton Rodrigues, além do prefeito Tony Pablo. Durante a agenda, as autoridades conheceram a estrutura da unidade e debateram alternativas para a conclusão das obras, bem como o modelo de funcionamento e gestão do hospital.

Segundo o prefeito Tony Pablo, a saúde pública segue como prioridade da atual gestão. Ele destacou a importância da parceria entre os entes federativos para viabilizar a entrega da unidade à população. “Nosso compromisso é retomar essas obras e garantir que esse hospital funcione plenamente, oferecendo um serviço de qualidade à população”, afirmou.

Representando o Ministério da Saúde, Mozart Sales ressaltou que a visita faz parte das ações do programa “Agora Tem Especialistas”, iniciativa do Governo Federal que busca reduzir filas e ampliar a capacidade de atendimento na rede pública. Ele destacou ainda que a conclusão do hospital depende de uma atuação conjunta entre União, Estado e município.

“O hospital tem um papel estratégico e deve atuar de forma complementar com outras unidades, como o Hospital Regional e o Hospital do Câncer de Cacoal (Comboni), formando uma rede integrada de atendimento”, explicou o secretário.

De acordo com Mozart, já está prevista uma reunião em Brasília, na próxima semana, com representantes dos três níveis de governo e participação do senador Confúcio Moura, para definir prazos, recursos e encaminhamentos necessários à retomada das obras.

O secretário estadual de Saúde, Edilton Rodrigues, reforçou o compromisso do Governo de Rondônia com a descentralização dos serviços de saúde e a ampliação da oferta de atendimentos de média e alta complexidade na região. “Nosso objetivo é levar a saúde mais próxima da população, fortalecendo a estrutura hospitalar e garantindo atendimento mais eficiente”, afirmou.

A expectativa, segundo as autoridades, é que após a reunião em Brasília sejam anunciadas medidas concretas para a retomada das obras, incluindo cronograma, investimentos e definição do modelo de gestão. A proposta é transformar o hospital em uma unidade de referência regional, ampliando o acesso da população do sul do estado aos serviços de saúde pública.

Fonte: Secom Cacoal

Acidente entre caminhonete e carreta é registrado à noite na RO-383, em Cacoal

Imagem: vereador Amarilson Carvalho e Marcelo (Cacoal Conservador)

Um acidente de trânsito foi registrado na noite desta quarta-feira (data a confirmar) na RO-383, em Cacoal, nas proximidades da rotatória de acesso ao aeroporto, em área de zona rural.

As imagens feitas por motoristas que passavam pelo local mostram uma carreta com a parte frontal danificada após a colisão com uma caminhonete modelo S10. O impacto mobilizou pessoas que estavam nas proximidades, que se aproximaram para verificar a situação.

O trecho onde ocorreu o acidente apresenta diversos buracos na pista, o que pode ter contribuído para a colisão, principalmente durante o período noturno, quando a visibilidade é reduzida.

Veículos que trafegavam pela rodovia precisaram reduzir a velocidade, formando lentidão no local.

Até o momento, não há informações oficiais sobre feridos nem sobre as causas exatas do acidente. As circunstâncias deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

📹 As imagens foram registradas pelo vereador Amarilson Carvalho e por Marcelo, do Cacoal Conservador, que passavam pelo local no momento do acidente.

 

JD Vance diz que EUA não chegaram a acordo de paz com Irã

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, informou neste sábado (11) que Washington não chegou a um acordo de paz com Teerã. Delegações de ambos os países se reuniram em Islamabad, no Paquistão, sob mediação de lideranças paquistanesas.
Em fala a jornalistas, JD Vance disse que manteve tratativas com os iranianos por cerca de 21 horas. O vice-presidente norte-americano afirmou que os Estados Unidos “deixaram bem claro” quais eram as suas condições para estabelecer pacto de paz. Entretanto, segundo ele, o Irã não aceitou os “termos”.
Uma das exigências dos Estados Unidos foi o comprometimento iraniano de não “buscar por armas nucleares” e as “ferramentas” para “alcançar” o armamento. O vice-presidente afirmou que as instalações do programa nuclear do Irã foram destruídas nos ataques norte-americanos e israelenses.
“Acho que é uma notícia ruim mais para o Irã do que para os Estados Unidos”, declarou JD Vance.
O vice-presidente dos Estados Unidos ainda agradeceu às autoridades do Paquistão por fazer a mediação. JD Vance disse que Islamabad “realmente tentou” ajudar tanto Washington, quanto Teerã a “preencher as lacunas para se chegar a um acordo”.


Fonte: Jovem Pan

Trump diz que para ele ‘tanto faz’ o resultado das negociações com o Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (11) que “tanto faz” para ele o resultado das negociações entre os Estados Unidos e o Irã. Em fala a jornalistas, o republicano voltou a dizer que “venceu” o conflito travado contra o país persa.
“Estamos em negociações muito profundas com o Irã. Vencemos de qualquer jeito. Nós os derrotamos militarmente”, declarou.
A declaração de Trump se deu enquanto o vice-presidente norte-americano, JD Vance, lidera a delegação americana na capital paquistanesa, Islamabad, no primeiro dia de conversas com o Irã.
Ainda em fala a jornalistas, Trump reiterou que navios de guerra da Marinha dos Estados Unidos transitaram neste sábado pelo Estreito de Ormuz para começar a limpá-lo de minas iranianas. Teerã rejeitou essa versão, garantindo que controla a passagem e, com isso, o suprimento mundial de petróleo.
*Com informações de AFP


Fonte: Jovem Pan

Com desfalques importantes, São Paulo perde para o Vitória por 2 a 0

Em tarde de pouca inspiração em Salvador, o São Paulo foi superado pelo Vitória, por 2 a 0, no Barradão, em partida válida pela 11ª rodada do Brasileirão. O time Tricolor sentiu os desfalques de jogadores importantes e produziu pouco diante do rival baiano neste sábado (11). A equipe são-paulina ainda teve um jogador expulso no início do segundo tempo e ficou ainda mais exposta depois de mexidas ruins do técnico Roger Machado. Cacá e Ramon marcaram os gols da partida.
Com a derrota, o São Paulo interrompe uma sequência de três jogos invictos, estaciona nos 20 pontos e perde a chance de encostar no Palmeiras na liderança do Brasileirão. O time Tricolor volta a campo na terça-feira (14) para enfrentar os chilenos do O’Higgins, pela Copa Sul-Americana. No sábado (18), encaram o Vasco, no Rio, pelo Brasileirão.
Já o Vitória chegou aos 14 pontos e se distancia da zona de rebaixamento. O próximo compromisso dos baianos no Brasileiro será no próximo sábado, novamente em casa, contra o Corinthians.
Apesar de estar desfalcado de alguns de seus principais jogadores (Lucas Moura, Luciano, Pablo Maia, Bobadilla e Calleri), o São Paulo tentou adotar uma postura de protagonismo no Barradão. O time de Roger Machado ficou por mais tempo com a posse de bola e buscou marcar o Vitória no campo de defesa para sufocar o adversário. A equipe Tricolor levou perigo em finalizações de Artur, dentro da área, e Marcos Antônio, em chute de longa distância.
O Vitória encontrou muita dificuldade para superar a marcação são-paulina e chegar em superioridade numérica ao ataque para levar perigo à meta do goleiro Rafael. Quando a equipe baiana acertou um passe em profundidade nas costas da defesa, a arbitragem assinalou impedimento. Ao recuperar a bola, o São Paulo buscou acelerar com esticadas nas pontas, mas Artur e Ferreira foram pouco efetivos.
Com o jogo truncado, a bola parada fez a diferença. Aos 35 minutos do primeiro tempo, Cacá aproveitou o desvio após cobrança de falta para mandar para o fundo das redes e abrir o placar para o Vitória. Após o gol, o São Paulo se lançou ao ataque e assustou em finalização de André Silva, que parou em boa defesa de Lucas Arcanjo, e chute cruzado de Artur, que passou à frente de Cauly na pequena área.
O São Paulo voltou do intervalo com o objetivo de manter um ritmo intenso para buscar o empate, mas o técnico Roger Machado precisou revisar seu plano logo no início do segundo tempo após o lateral Lucas Ramon ser expulso por acertar um chute no rosto de Matheuzinho. Com um jogador a menos, a equipe Tricolor ficou exposta e o Vitória teve a chance de ampliar logo no início da segunda etapa, mas desperdiçou contra-ataques.
Mesmo após a expulsão, o São Paulo continuou com maior posse de bola, mas perdeu criatividade depois da saída de Cauly, sacrificado para dar lugar ao lateral Cédric na recomposição da linha de defesa. Perigoso, o Vitória por pouco não aumentou a vantagem em cobrança de falta de Erick, que acertou a trave.
Roger fez mudanças para manter o time ofensivo. O treinador colocou opções de velocidade, como Tapia e Tetê, e foi para o tudo ou nada ao abdicar do meia Danielzinho para colocar o jovem Lucca, outro atacante. O São Paulo pagou o preço por se expor com um jogador a menos e viu o Vitória ampliar aos 37 minutos com Ramon, em ótima tabela de pé em pé até o lateral-esquerdo receber livre na área para definir a partida.

FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 2 × 0 SÃO PAULO
VITÓRIA: Lucas Arcanjo; Nathan Mendes, Cacá, Luan Cândido e Ramon; Caíque (Zé Vitor), Baralhas (Ronald), Emmanuel Martínez e Matheuzinho (Renê); Erick e Renato Kayzer (Tarzia). Técnico: Jair Ventura.
SÃO PAULO: Rafael; Lucas Ramon, Alan Franco, Rafael Tolói e Enzo Díaz (Wendell); Danielzinho (Lucca), Marcos Antônio e Cauly (Cédric Soares); Artur, André Silva (Tapia) e Ferreira (Tetê). Técnico: Roger Machado.
ÁRBITRO: Anderson Daronco (RS).
GOLS: Cacá, aos 35 minutos do primeiro tempo; Ramon, aos 37 do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS: Tarzia e Baralhas (Vitória); Marcos Antônio, Tetê e Rafael Tolói (São Paulo).
CARTÕES VERMELHOS: Lucas Ramon (São Paulo).
PÚBLICO: 18.102 torcedores.
RENDA: R$ 539.406,00.
LOCAL: Barradão, em Salvador (BA).
*Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

EUA dizem que sua Marinha cruzou Ormuz para remover minas iranianas

O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou que navios da Marinha norte-americana cruzaram neste sábado (11) o Estreito de Ormuz para remover minas iranianas da passagem. A operação foi realizada enquanto Teerã e Washington se reúnem em Islamabad, no Paquistão, para iniciar as negociações de paz.
“Hoje iniciamos o processo de estabelecer uma nova passagem e em breve compartilharemos esta rota segura com a indústria marítima para fomentar o livre fluxo do comércio”, disse o comandante do Centcom, Brad Cooper.
Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que Washington havia começado a “desbloquear” o Estreito de Ormuz. Trump afirmou, na sua rede Truth Social, que iniciou o procedimento “como um favor a países de todo o mundo, incluindo China, Japão, Coreia do Sul, França e Alemanha”.
Teerã negou as declarações de Washington. “A iniciativa para a passagem de qualquer navio cabe às Forças Armadas da República Islâmica do Irã”, disse o porta-voz do exército, Ebrahim Zolfaqari, à televisão estatal iraniana.
O Irã bloqueou a passagem da grande maioria dos navios pelo Estreito de Ormuz em resposta aos ataques dos Estados Unidos e de Israel de 28 de fevereiro, e, em teoria, a reabertura dessa via era uma das condições do acordo de cessar-fogo entre Washington e Teerã anunciado na terça-feira (7).
*Com informações de AFP


Fonte: Jovem Pan

Paquistão diz que negociações de paz entre EUA e Irã ‘avançam na direção certa’

Uma fonte do Paquistão envolvida nas tratativas de paz entre Estados Unidos e Irã disse neste sábado (11) que as “negociações avançam na direção certa”. Autoridades norte-americanas e iranianas estão em Islamabad, capital paquistanesa, em busca de uma trégua duradoura entre Washington e Teerã.
Segundo informou a televisão estatal do Irã, duas rodadas de negociações já foram realizadas. Ao todo, a sessão deste sábado durou quase 15 horas. Uma terceira está marcada para o domingo (12). Já a Casa Branca limitou-se a dizer que os diálogos estão “em andamento”.
Por parte dos Estados Unidos, a delegação é chefiada pelo vice-presidente JD Vance. Junto a ele, estão o enviado especial Steve Witkoff e Jared Kushner. Do lado do Irã, a equipe é composta pelo presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, e pelo ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi.
Após o início das tratativas no Paquistão, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse a jornalistas que “tanto faz” o resultado das negociações. “Estamos em negociações muito profundas com o Irã. Vencemos de qualquer jeito. Nós os derrotamos militarmente”, disse o republicano.

Israel proclama vitória
Em discurso televisionado, neste sábado, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que Tel-Aviv destruiu os programas nuclear e balístico iraniano. O premiê afirmou que a guerra contra o país persa também enfraqueceu o regime e seus aliados regionais.
“Chegamos a uma situação na qual o Irã já não tem uma única instalação de enriquecimento em operação”, declarou.

Netanyahu disse que os Estados Unidos e Israel impediram que o Irã adquirisse uma bomba nuclear ao lançar um ataque em junho de 2025, seguido da campanha atual, que começou em 28 de fevereiro.
O primeiro-ministro afirmou que o conflito recente foi iniciado depois que informes de inteligência indicaram que o líder supremo anterior, o aiatolá Ali Khamenei, buscava expandir os programas nuclear e de mísseis. “Não podíamos ficar de braços cruzados. Agimos”, disse.
Segundo Netanyahu, durante décadas, a liderança iraniana e seus aliados vêm “ameaçando” Israel. “Eles queriam nos estrangular e [agora] somos nós que os estrangulamos. Eles nos ameaçavam com a aniquilação e agora lutam para sobreviver”, afirmou.
Quanto ao Líbano, Netanyahu disse que o país se aproximou de Israel com uma potencial proposta de acordo de paz. “Eu dei a minha aprovação, mas com duas condições: queremos o desarmamento do Hezbollah e queremos um acordo de paz real que perdure por gerações”, relatou.

Mais de 2 mil mortos no Líbano
Desde a entrada em vigor do cessar-fogo de duas semanas na quarta-feira (8), Israel alega que o Líbano não está incluído na trégua. Neste sábado, os ataques israelenses no sul do Líbano mataram ao todo 18 pessoas, segundo o Ministério da Saúde.
O exército israelense anunciou ter atacado, nas últimas 24 horas, mais de 200 alvos do Hezbollah. Na quarta-feira, realizou no país os ataques mais mortíferos desta guerra, com ao menos 357 mortos em um único dia, segundo o último balanço.
As autoridades libanesas informaram que, desde 2 de março, foram registrados 2.020 mortos e 6.436 feridos.
De acordo com a presidência libanesa, estão previstas para terça-feira (14) conversações entre Líbano e Israel em Washington, que o Hezbollah não vê com bons olhos.
Já Netanyahu disse que Beirute buscou Tel-Aviv com uma potencial proposta de paz. Ele disse que “deu sua aprovação”, mas sob duas condições: desarmamento do Hezbollah e adoção de um acordo duradouro.
*Com informações de AFP


Fonte: Jovem Pan

Luque estreia nos médios com finalização relâmpago sobre Gastelum no UFC 327

No card do UFC 327, realizado neste sábado (11) no Kaseya Center, em Miami, o brasileiro Vicente Luque protagonizou uma das performances mais marcantes da noite ao finalizar o norte-americano Kelvin Gastelum ainda no primeiro round.
A vitória veio aos 4 minutos e 8 segundos, por meio de um D’Arce choke — golpe característico de Luque — marcando uma estreia impactante na categoria dos médios (até 84 kg). O resultado representa não apenas um triunfo expressivo, mas também o início promissor de uma nova fase na carreira do brasileiro.
A luta começou com equilíbrio, mas rapidamente mudou de rumo após Luque encontrar a distância ideal. Em um momento de curta distância, o brasileiro conectou um uppercut preciso, que derrubou Gastelum. Sem hesitar, Luque avançou para o chão, demonstrando agressividade e técnica ao passar a guarda com rapidez.
Na sequência, encaixou o D’Arce choke com firmeza. Mesmo tentando resistir, Gastelum não conseguiu escapar da pressão e foi forçado a desistir, encerrando o combate de forma definitiva.
A atuação dominante ganha ainda mais relevância ao considerar o momento recente de Luque, que vinha de resultados adversos na divisão dos meio-médios. A mudança de categoria parece ter renovado seu desempenho e confiança dentro do octógono.
Com a vitória rápida e convincente, Luque se reposiciona como um nome a ser observado entre os médios, abrindo caminho para desafios mais relevantes na nova divisão.


Fonte: Jovem Pan

Eleições parlamentares na Hungria podem tirar Orbán do poder

Os húngaros vão às urnas no domingo (12) para escolher 199 deputados na Assembleia Nacional que, posteriormente, vão eleger o primeiro-ministro. O nacionalista Viktor Orbán, aliado tanto de Donald Trump quanto de Vladimir Putin, ocupa o cargo há 16 anos e tem chances reais de ser derrotado. A legenda de centro-direita Tisza, de Peter Magyar, lidera as pesquisas.
Entretanto, de acordo com a agência Reuters, há grande número de eleitores indecisos e alta proporção de húngaros étnicos nos países vizinhos que, em sua maioria, apoiam o partido governista Fidesz.
O cenário de estagnação econômica, aumento do custo de vida e enriquecimento de oligarcas próximos ao governo comprometeram a imagem de Orbán junto aos eleitores.
Magyar, de 45 anos, promete combater a corrupção, liberar bilhões de euros de fundos congelados da União Europeia, taxar os mais ricos e reformar o sistema de saúde húngaro. Ele também pretende distanciar a Hungria da Rússia e evitar que seu país se torne um “fantoche russo”.
A eleição de domingo é considerada muito importante para o país que reúne 9,6 milhões de habitantes, além de despertar atenção de toda a Europa.
“A Rússia considera a Hungria como um importante interlocutor dentro da União Europeia, mantendo laços energéticos e adotando, de longe, o tom mais duro em relação à Ucrânia do que qualquer outro país da UE. Nos Estados Unidos, a Hungria tem chamado a atenção como um laboratório de política soberanista”, explicou Gregoire Roos, diretor dos Programas para Europa, Rússia, e Eurásia da Chataham House, à Reuters.
*Agência Brasil


Fonte: Jovem Pan