Se Liga Cacoal – Header
.

Se Liga Cacoal – Header
Início Site

Áudio: Rádio Senado ganha playlist exclusiva no canal da TV Senado no Youtube

A Rádio Senado passou a contar com uma playlist exclusiva, com conteúdos em áudio e, futuramente, em vídeo, dentro do canal da TV Senado no YouTube. O novo espaço reúne entrevistas, reportagens e quadros de programas da emissora, permitindo que os ouvintes assistam novamente a materiais já veiculados ou compartilhem trechos específicos com mais facilidade. A iniciativa amplia as formas de acesso à produção jornalística e institucional do Senado Federal.


Fonte: Senado Federal

Decisão dos EUA reduz competitividade de produtos brasileiros, mas há ‘janela’ de negociação, diz Amcham Brasil

A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) avaliou nesta terça-feira (2) que a investigação dos Estados Unidos concluída nesta semana, que acusa o governo brasileiro de cometer uma série de práticas irregulares e que propõe uma sobretaxa de 25% sobre uma série de produtos brasileiros, aumentarão custos, reduzirá a competitividade e criarão obstáculos ao comércio e aos investimentos bilaterais — se confirmadas.
Ao mesmo tempo, a Amcham Brasil observa que o relatório reconhece os avanços do diálogo entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos, intensificado nas últimas semanas após o encontro entre os presidentes dos dois países em 7 de maio, e sinaliza interesse na continuidade das negociações até a decisão final prevista para 15 de julho.”
“Trata-se de uma janela concreta para a busca de soluções que possam evitar ou revisar as medidas tarifárias propostas”, acrescenta a entidade. Abrão Neto, presidente da Amcham Brasil, pontua que o relatório não é final e reforça que ainda há tempo para evitar a adoção de novas tarifas.
Segundo o presidente da Câmara Americana de Comércio para o Brasil, o setor empresarial espera que os dois governos “intensifiquem seus esforços nas próximas semanas e alcancem uma solução que enderece as questões em discussão, preservando as condições necessárias para a evolução do comércio e dos investimentos nos dois países”.


Fonte:

g1 > Política

Governo vê espaço para negociação após tarifa de 25% dos EUA, mas vai responsabilizar Flávio Bolsonaro se ela falhar por motivos políticos

EUA propõem tarifa de 25% sobre mercadorias brasileiras para punir práticas ‘irrazoáveis’
O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já esperava uma recomendação de aumento de tarifa de importação pelos Estados Unidos por alegadas práticas desleais da parte do Brasil, como anunciado na madrugada desta terça-feira (2).
Mas, acredita haver espaço para negociação, e recebeu com alívio a lista de exceções. Nela, estão incluídos café e carne, além de aeronaves e peças.
Por outro lado, se as negociações falharem, o presidente Lula vai responsabilizar o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pela medida, e usar o PIX para defender a posição brasileira.
Na avaliação da equipe presidencial, incluir o PIX ajuda o discurso do Brasil de perseguição política por parte de uma ala do governo Trump.
Lula anunciou acordo no mês passado para negociar impasse sobre tarifas e investigação comercial americana
Ricardo Stuckert/Divulgação
Segundo assessores de Lula, além do PIX, incluir acordos comerciais do Brasil com México e Índia não faz nenhum sentido. Como também não faz alegar falhas no combate à corrupção no momento em que a Polícia Federal faz várias investigações sobre fraudes bancárias e roubo de aposentados.
Integrantes do governo brasileiro afirmaram ao blog que já havia a expectativa de alguma medida por parte dos Estados Unidos no âmbito da investigação aberta contra o Brasil com base na Seção 301 da legislação comercial americana.
O que ainda não era conhecido pelas autoridades brasileiras era o percentual da tarifa que seria anunciado por Washington.
Negociações foram positivas
Nesta terça-feira, o governo americano informou a recomendação de aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros no contexto da investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR).
Interlocutores do Palácio do Planalto afirmam que as negociações recentes foram positivas e ressaltam que representantes dos Estados Unidos fizeram referências aos contatos realizados nos últimos dias, incluindo reuniões envolvendo o presidente Lula.
Segundo fontes do governo, as tratativas mantidas nas últimas semanas com autoridades americanas indicavam que alguma recomendação poderia surgir no início da semana. Apesar disso, em reservado, a avaliação interna é que o resultado poderia ter sido mais duro para o Brasil.
A leitura dentro do governo é que a decisão é política, mas preserva espaço para a continuidade do diálogo entre os dois países. Por isso, a orientação é seguir apostando na negociação para tentar reduzir os impactos da medida e buscar alternativas para reverter ou amenizar as tarifas.
Nos bastidores, integrantes do governo também criticam parte dos argumentos apresentados durante a investigação americana.
Segundo esses interlocutores, referências ao PIX e a supostos acordos preferenciais foram recebidas com estranheza e consideradas desconectadas da discussão comercial que levou à abertura da investigação.
A expectativa do governo brasileiro é manter os canais diplomáticos abertos e intensificar as conversas com a administração americana nas próximas semanas.


Fonte:

g1 > Política

Projeto muda critérios de cálculo do BPC para manter proteção social

O Senado vai analisar o projeto de lei que aprimora os critérios de cálculo da renda familiar do Benefício de Prestação Continuada (BPC). O texto, a ser distribuído para análise das comissões temáticas, também assegura proteção social em casos de mudanças na renda e incentiva a inclusão de beneficiários e de seus grupos familiares no mercado de trabalho.
O PL 1.812/2026 estabelece que o beneficiário do BPC que passar a receber pagamento por um novo trabalho não terá o benefício interrompido automaticamente, nos casos em que a situação de vulnerabilidade social continuar. De acordo com o texto, a regra também vale para o grupo familiar. 
Para medir a renda familiar, será desconsiderada, para o cálculo da renda per capita, o valor proveniente de novo vínculo de trabalho do beneficiário do BPC até o limite de um salário mínimo, conforme regulamento.
Nos casos de aumento de renda decorrente de vínculo formal de trabalho, poderá ser assegurada a manutenção do benefício por período de transição de até 12 meses, com reavaliação social ao final do período.
O projeto estabelece ainda que, na avaliação da renda familiar, deverão ser consideradas as variações temporárias de renda. Nesse caso, poderá ser utilizada a média dos rendimentos auferidos nos últimos 12 meses, quando essa metodologia melhor refletir a condição socioeconômica do grupo familiar.
De acordo com o projeto, serão deduzidos da renda familiar os gastos contínuos e comprovados com:

tratamentos médicos
terapias especializadas
medicamentos
alimentação especial
tecnologias assistivas
demais despesas indispensáveis ao beneficiário do BPC, quando não disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde ou pela rede pública de assistência social.

Por fim, o projeto prevê que a avaliação da renda deverá observar os princípios da dignidade da pessoa humana, da proteção social continuada e da promoção da inclusão produtiva, vedada a cessação automática do benefício exclusivamente em razão de alteração pontual de renda.
Proteção social
O PL 1.812/2026 foi apresentado pela senadora Roberta Acioly (Republicanos-RR). Segundo ela, a proposta aprimora a proteção social assegurada pelo BPC e confere maior segurança jurídica aos critérios de aferição da renda familiar, além de evitar a cessação automática do benefício em situações de variação temporária de renda. 
“O projeto parte do reconhecimento de uma realidade social amplamente constatada: muitas famílias beneficiárias do BPC permanecem em situação de vulnerabilidade mesmo quando há aumento pontual da renda familiar, especialmente em decorrência do ingresso recente ou temporário de membros do grupo familiar no mercado de trabalho”, ressalta a autora do texto.
De acordo com a senadora, o modelo atual pode, em determinadas situações, gerar um efeito indesejado de desestímulo à inserção produtiva. O receio da perda imediata do benefício pode levar famílias a evitar oportunidades de trabalho formal, ainda que tais oportunidades não representem superação efetiva da condição de vulnerabilidade social, argumenta a senadora.
A autora do PL observa que a proposta também dialoga com recentes aprimoramentos normativos implementados no âmbito administrativo, que já reconhecem a necessidade de considerar variações temporárias de renda e a realidade dinâmica das famílias em situação de vulnerabilidade.
Roberta Acioly enfatiza ainda que o projeto não cria novos benefícios nem amplia despesas obrigatórias. Segundo ela, o texto limita-se a aprimorar critérios de avaliação já existentes, promove maior racionalidade na aplicação da política assistencial e reduz potenciais conflitos administrativos e judiciais.


Fonte: Senado Federal

João Fonseca x Jakub Mensik: onde assistir ao jogo de Roland Garros

João Fonseca enfrenta o tcheco Jakub Mensik nesta terça-feira (2), às 15h15 (horário de Brasília), pelas quartas de final de Roland Garros. A partida ocorre na quadra Philippe-Chatrier e será transmitida ao vivo pela ESPN e pela plataforma Disney+.
Esta é a primeira vez que o brasileiro, de 19 anos, alcança as quartas de final de um Grand Slam. Atual número 30 do ranking da ATP, Fonseca garantiu uma premiação superior a R$ 2 milhões com a campanha no torneio francês, aproximando-se de sua melhor marca na classificação mundial.
O adversário, Jakub Mensik, ocupa a 27ª posição do ranking. O histórico entre os dois registra dois confrontos anteriores, ambos com vitória de Fonseca. No Next Gen ATP Finals, o brasileiro venceu por 3 sets a 2. Já no ATP da Basileia, em outubro do ano passado, a vitória ocorreu por WO após a desistência de Mensik devido a uma lesão no pé esquerdo.
Caso vença o confronto desta terça-feira, João Fonseca enfrentará na semifinal o vencedor da partida entre o espanhol Rafael Jodar e o alemão Alexander Zverev, atual número 3 do mundo.


Fonte: Jovem Pan

Legal operations não é tecnologia. É método.

O contencioso de massa brasileiro não sofre apenas por excesso de processos. Sofre, sobretudo, por falta de método. O Brasil tem mais de 70 milhões de processos pendentes. O mercado de legaltechs  cresceu 50% entre 2022 e 2025, ultrapassando 600 empresas ativas no país. A pesquisa da FGV Direito SP mostra que legal operations ganhou espaço nos departamentos jurídicos brasileiros especialmente entre 2020 e 2024. Ainda assim, muitas empresas seguem tratando contencioso de massa como planilha, volume e reação.
O custo disso, financeiro, operacional e estratégico, cresce na mesma proporção que a carteira.
Esse é o primeiro ponto: legal operations não se confunde com tecnologia jurídica. A tecnologia pode acelerar a gestão, mas não substitui método, processo, métrica e responsabilidade pelo dado. Entender essa distinção é essencial para estruturar uma função que, quando bem desenhada, transforma o jurídico de centro de custo em parceiro de decisão.

O que é legal operations e o que não é
Legal operations é a aplicação de práticas de gestão empresarial ao departamento jurídico. Envolve a definição de processos, a medição de resultados, o gerenciamento de fornecedores externos, o controle de orçamento e a produção de dados que o board consegue usar.
Não é o mesmo que tecnologia jurídica. Tecnologia é uma das ferramentas da função, não a função em si. É possível ter uma área de legal ops altamente eficiente com pouquíssima tecnologia, desde que os processos sejam claros e os resultados sejam medidos. E é igualmente possível ter um departamento repleto de ferramentas sofisticadas que continua operando de forma reativa porque ninguém definiu como os dados gerados serão usados para tomar decisão.
No contencioso de massa, a ausência de legal ops tem uma consequência muito concreta: cada advogado decide como trabalha, cada escritório terceirizado entrega o que interpreta ser adequado, e o diretor jurídico nunca tem dado consolidado suficiente para apresentar ao CFO com precisão. O resultado é provisão calculada por
estimativa, estratégia de acordo definida por intuição e reporte ao board construído às pressas no fim do trimestre.
Por que o contencioso de massa é o ambiente onde legal ops mais importa
Em uma carteira de 10.000 processos sobre temas repetidos, a diferença entre gestão e ausência de gestão não é marginal. É sistêmica.
Sem legal ops estruturado, o que acontece é previsível: inconsistência de tese entre escritórios regionais, porque cada um defende com o entendimento do advogado local. Decisões de acordo tomadas sem critério uniforme, criando sinais de mercado que atraem mais litígios para a mesma empresa. Ausência de monitoramento de IRDRs pendentes sobre os temas mais relevantes da carteira, porque ninguém tem essa função atribuída. E relatórios de contencioso que chegam ao board com tabelas de processos ativos sem qualquer tradução para impacto financeiro ou de risco.
Legal ops no contencioso de massa não é uma conveniência para empresas grandes. É a condição mínima para que a gestão seja real, e não apenas aparente.
Como estruturar a função na prática
Legal ops não precisa começar com uma área nova, um orçamento robusto ou contratação especializada. Precisa começar com três definições que a maioria dos departamentos nunca fez de forma explícita.
A primeira é a definição de processos. Quais são os fluxos de trabalho do contencioso? Como uma nova ação entra no sistema, é triada, distribuída, defendida, monitorada e reportada? Enquanto essa resposta depender do conhecimento individual de cada advogado, o processo não existe como ativo da empresa. Existe como dependência de pessoas.
A segunda é a definição de métricas. O que o departamento mede? Taxa de sucesso por tese, por tribunal e por escritório. Custo por processo ajustado pelo resultado. Tempo médio de encerramento por tipo de demanda. Taxa de resolução extrajudicial versus judicial. Índice de consistência de tese entre escritórios. Sem essas métricas, não há gestão. Há impressão de gestão.
A terceira é a definição de responsabilidade pelo dado. Quem consolida as informações de toda a carteira? Quem cruza os IRDRs pendentes com os temas mais relevantes? Quem produz o relatório que vai ao CFO? Em departamentos sem legal ops, essa função não existe formalmente. Em departamentos com legal ops estruturado, ela tem dono, tem prazo e tem formato padronizado.
A partir dessas três definições, a tecnologia entra como acelerador, não como solução. Sistemas de gestão processual, ferramentas de jurimetria e dashboards analíticos ampliam a capacidade da função, mas não a substituem quando ela ainda não existe.
O que muda quando a função está estruturada
O impacto mais imediato é a qualidade do reporte ao board. O diretor jurídico que chega a uma reunião de comitê com três indicadores claros, exposição financeira por tese, custo médio por processo ajustado ao resultado e impacto potencial de IRDRs pendentes na provisão, está tendo uma conversa diferente da que acontece quando o
relatório é uma tabela de processos sem tradução executiva.
O segundo impacto é a capacidade de tomar decisões com dado. Acordar ou litigar deixa de ser intuição e passa a ser cálculo: probabilidade de derrota naquele juízo específico, custo total do litígio versus valor do acordo e impacto do resultado no precedente para processos futuros. Esse cálculo existe quando o dado existe. E o
dado existe quando alguém tem a função de produzi-lo.
O terceiro impacto, mais lento mas mais duradouro, é o reposicionamento do jurídico dentro da organização. Departamento que produz inteligência de risco, que antecipa impactos de mudança de jurisprudência e que demonstra quanto passivo foi evitado pela atuação preventiva não é visto como centro de custo. É visto como parceiro de decisão.
Isso não acontece por acidente. Acontece quando alguém estruturou a função que torna esse resultado possível.


Fonte: Jovem Pan

EUA propõem tarifa de 25% sobre bens brasileiros após término de investigação

O Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) concluiu, na segunda-feira (1º), uma investigação que classifica políticas e práticas do governo brasileiro como irrazoáveis. Como resultado, o governo americano propôs a aplicação de uma tarifa de 25% sobre mercadorias do Brasil, alegando que as ações brasileiras oneram e restringem o comércio dos EUA.
A decisão baseia-se na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O relatório final aponta irregularidades em seis áreas principais: comércio digital e serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais desleais, aplicação de medidas anticorrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e combate ao desmatamento ilegal.
No âmbito digital, a investigação cita ordens judiciais brasileiras para remoção de conteúdo e suspensão de perfis em redes sociais americanas, além de restrições a sistemas de pagamentos.
Quanto ao etanol, o texto afirma que o Brasil não oferece tratamento tarifário recíproco desde 2017. O documento menciona ainda que, apesar de possuir leis contra o desmatamento, o Brasil falha na aplicação eficaz dessas normas.
O embaixador Jamieson Greer declarou que a investigação foi iniciada a pedido do presidente Donald Trump para abordar preocupações comerciais persistentes. Greer afirmou que, embora tenham ocorrido reuniões entre Trump e o presidente Lula (PT) nos últimos meses, permanecem divergências substanciais entre as nações.
O Escritório do Representante Comercial abriu as medidas propostas para consulta pública. Interessados podem enviar comentários por escrito até o dia 1º de julho. Uma audiência pública sobre a ação está agendada para 6 de julho. O prazo legal para a tomada de medidas corretivas finais é 15 de julho.


Fonte: Jovem Pan

PT acha ‘possível’ definição de chapa de Haddad nos próximos dias

A pré-campanha de Fernando Haddad (PT) vê como possível uma definição da chapa dele ao governo de São Paulo nos próximos dias. O que falta para selar o acordo é uma nova rodada de conversas entre o presidente Lula (PT) e Márcio França (PSB), em que o presidente deve reiterar o pedido para o ex-ministro para disputar a vaga de vice. Segundo aliados, a reunião não tem data fixa, mas “está para acontecer em qualquer momento”.
Interlocutores relatam que Márcio França resiste e preferia ir por outro caminho, assim como é o desejo do próprio partido dele, o PSB. A cúpula do PT, no entanto, entende que é preciso escolher para disputar a Casa Alta aqueles que tem pontuado melhor nas pesquisas, por “garantia”: no caso, as ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede).
Apesar da preferência de França, que já governou São Paulo em 2018, quando Geraldo Alckmin (PSB) deixou o posto – e concorreu ao Senado na chapa de Haddad, mas acabou perdendo, em 2022 – aliados destacam que ele pode topar a vaga de vice de Haddad se esse for um pedido de Lula. Principalmente galgado em uma troca, como a expectativa de ser ministro caso Lula seja reeleito e Haddad não vença.
Nos últimos dias, como mostrou a Jovem Pan, o PSB chegou a cogitar lançar França e Tebet independentemente da decisão envolvendo a chapa de Haddad – e aprovou internamente um encaminhamento para isso. O partido já vinha cobrando do PT e do próprio Lula – até publicamente – uma definição rápida sobre os candidatos ao Senado por São Paulo, sob o argumento de que a demora tem atrasado as agendas de pré-campanha de Tebet, França e do próprio Haddad.


Fonte: Jovem Pan

Corpo achado em Ilhabela é de jovem que sumiu em moto aquática, afirma Marinha

A Marinha do Brasil afirmou, em nota oficial divulgada à imprensa na noite de segunda-feira (1º), que o corpo encontrado em Ilhabela é o de Dheoge Pereira Bernardino, de 28 anos, que estava desaparecido e era buscado desde o dia 24 de maio, quando saiu para um passeio de moto aquática.
Segundo as informações do 8º Distrito Naval, o corpo de Dheoge foi encontrado nas proximidades da Praia do Pedro Arnaldo, no município de Ilhabela, e foi reconhecido por familiares e identificado pelo Instituto Médico Legal (IML). A operação de busca por ele durou nove dias e participaram a Marinha, a Força Aérea, o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil e um helicóptero Águia da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
O Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) não responderam aos questionamentos enviados pela reportagem do Estadão.
Dheoge estava desaparecido desde a tarde do dia 24 de maio. Ele estava em uma festa em uma lancha com amigos e saiu na moto aquática para um passeio ao lado de Bruna Damaris Sant’anna da Silva, que já havia sido encontrada com vida no último dia 26, e recebeu alta hospitalar na quinta-feira (28).
Até a última quinta-feira, a principal hipótese da investigação sobre o ocorrido era a de que a moto aquática tenha tido uma pane e parado de funcionar, afundando em seguida. O equipamento foi localizado no último dia 25 e encaminhado para perícia.
“Pelo que eu soube, pelo que eu apurei, ainda não é nada oficial, tendo em vista que a embarcação, o jet ski, está para fins periciais. A embarcação parou no meio do mar, apagou. Eles ficaram um tempo sobre a embarcação, ela começou a afundar, aí eles tiveram que desembarcar e ficaram à deriva todo esse período no mar”, disse o delegado responsável pelo caso, Caio Nunes de Miranda, em entrevista à Rede Vanguarda, afiliada local da Globo.
O caso também é investigado em um Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação aberto pela Marinha. A corporação informou que questões relacionadas à habilitação do condutor da moto aquática e à regularidade da documentação fazem parte da apuração em andamento.
Bruna foi encontrada flutuando no mar por dois pescadores. Ela boiava graças ao colete salva-vidas que usava e não teve ferimentos graves. Contudo, precisou ficar internada dois dias no hospital Mário Covas, em Ilhabela, devido ao esforço físico e à falta de alimentação e água nos dois dias que passou à deriva.


Fonte: Jovem Pan

Inter Miami será base de preparação para seleções da Copa do Mundo de 2026 em Miami

As instalações do Inter Miami CF foram oficialmente confirmadas como centros de treinamento para seleções que disputarão partidas da Copa do Mundo da FIFA 2026 em Miami. O anúncio foi feito pelo clube e pela Heron Sports & Entertainment, reforçando o prestígio internacional da estrutura esportiva da franquia da Major League Soccer (MLS).
A escolha das instalações do Inter Miami ocorre em um momento de grande projeção para o futebol no sul da Flórida. Além de receber partidas do principal torneio de seleções do planeta, Miami será palco de sete confrontos da Copa do Mundo, incluindo jogos da fase de grupos, das oitavas de final, das quartas de final e a disputa do terceiro lugar. Entre os destaques da programação estão os confrontos entre Arábia Saudita e Uruguai, Escócia e Brasil, além de Colômbia e Portugal.
A decisão da FIFA e dos organizadores do torneio consolida o complexo esportivo do Inter Miami entre os mais modernos da América do Norte. O Florida Blue Training Center, localizado em Fort Lauderdale, conta com sete campos de treinamento, centro de alto rendimento, áreas médicas, espaços de recuperação física e infraestrutura utilizada diariamente pelo elenco liderado por Lionel Messi. O local já recebeu seleções nacionais e equipes de elite do futebol mundial, como Argentina, Barcelona e as seleções masculina e feminina dos Estados Unidos.
Antes mesmo do início do Mundial, as instalações do clube já estarão em intensa atividade. A seleção do Haiti, que voltará a disputar uma Copa do Mundo após 51 anos, enfrentará a Nova Zelândia em 2 de junho no estádio do Inter Miami e, posteriormente, o Peru em amistoso marcado para 5 de junho no Nu Stadium. A Turquia também utilizará a estrutura do clube para sua preparação e enfrentará a Venezuela em amistoso no dia 6 de junho. Já a Escócia realizará sua preparação no centro de treinamento do Inter Miami entre os dias 1º e 5 de junho, em sua primeira participação em Copas do Mundo em 28 anos.
Além da movimentação esportiva, o Nu Stadium será palco de eventos voltados aos torcedores durante o período do Mundial. O local receberá seu primeiro grande show em 28 de junho, com apresentação do cantor mexicano Carín León, vencedor de dois prêmios Grammy e intérprete da música oficial da Copa do Mundo de 2026, “Lighter”.
A confirmação das instalações do Inter Miami como centro de preparação para seleções participantes da Copa do Mundo reforça a crescente importância do clube no cenário internacional. Com a presença de algumas das principais equipes do planeta e uma estrutura considerada de padrão mundial, o sul da Flórida se prepara para viver um dos períodos mais importantes de sua história esportiva.


Fonte: Jovem Pan