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Flávio no segundo turno é ‘tudo o que Lula quer’, afirma Caiado

Se nós chegarmos no segundo turno, nós teremos os votos dos independentes e venceremos o Lula. Se o Flávio chegar no segundo turno, com todo o respeito que ele merece, é tudo que o Lula quer.


Fonte:

g1 > Política

Fim da escala 6×1: centrais sindicais consideram positiva reunião com Davi

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, se reuniu com parlamentares e líderes de centrais sindicais na manhã desta quarta-feira (1º) para discutir a proposta de emenda à Constituição que reduz a jornada de trabalho e acaba com a escala 6×1 (PEC 221/2019). O encontro ocorreu pouco antes da sessão de debate do Plenário sobre o tema e foi considerado positivo por representantes dos sindicatos de trabalhadores.
Segundo relato do senador Paulo Paim (PT-RS), que participou da reunião, Davi manifestou apoio à proposta e acenou inclusive com a possibilidade do fim do período de transição previsto no texto aprovado pela Câmara dos Deputados no final de maio. A PEC, agora em análise no Senado, estabelece que a mudança entrará em vigor 60 dias após a eventual promulgação do texto. 
Em entrevista coletiva após o encontro, Paim e a líder do governo na Casa, senadora Teresa Leitão (PT-PE), salientaram que a discussão sobre o tema está em andamento desde que a proposta chegou ao Senado, em maio, e que não existem divergências em relação ao conteúdo da matéria. O momento agora, segundo os parlamentares, é de definição dos procedimentos para avanço da tramitação. 
— Desde que chegou [a PEC ao Senado], ela passa por debates. Tivemos três sessões junto à Comissão de Constituição e Justiça, tivemos a reunião do presidente [Davi Alcolumbre] com representantes dos empresários e, hoje, a reunião do presidente Davi, juntamente com o senador Paim e comigo, com as representações de todas das centrais sindicais, além da sessão de debate no Plenário — ressaltou a senadora. 
Teresa complementou que o calendário de votação da PEC não é eleitoral e afirmou que os demais procedimentos relativos ao tema serão definidos ao longo da discussão na Casa, especialmente após o debate desta quarta no Plenário. 
— O calendário da PEC não é eleitoral, mas é um calendário parlamentar, do Congresso. Com toda boa vontade, com toda consciência da importância desta PEC, porque é nada melhor do que o diálogo, do que ouvir as pessoas, do que analisar a conjuntura para obtermos esta vitória. 
Disposição
Segundo Paim, Davi questionou na reunião desta manhã por que uma transição tão longa prevista no texto aprovado pelos deputados. Segundo o senador, Davi ponderou se uma emenda de redação poderia levar o texto a entrar em vigor imediatamente após a promulgação da PEC. O presidente do Senado estaria avaliando com sua assessoria legislativa uma emenda de redação para que a redução da jornada e o fim da escala 6×1 passem a valer imediatamente após a promulgação, de acordo com Paim.
— O Davi chegou a dizer que a transição é muito longa, coisa que na Constituinte não houve [quando a jornada passou de 48 horas para 44 horas semanais]. O que mostrou uma grande disposição do presidente [Davi] de que a PEC seja aprovada o mais rapidamente possível — afirmou Paim, explicando que todos os passos, no entanto, ainda estão em fase de definição.
Otimismo
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sérgio Nobre, considerou “excelente” a reunião com Davi e disse acreditar que a pauta vai ter andamento célere no Senado. Nobre avaliou que a Casa tem mostrado “sintonia com o sentimento popular”, já que, conforme disse, “80% da sociedade brasileira tem a expectativa da redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1”. 
— O presidente Davi sempre foi muito gentil com o movimento sindical, sempre nos recebeu muito bem e teve muita sensibilidade com a classe trabalhadora. Conversamos com ele e dissemos que seria muito importante aprovarmos o texto na gestão dele, de modo a obtermos essa conquista importante e histórica — declarou Nobre.


Fonte: Senado Federal

Fundador do PSD e ex-prefeito de SP: quem é Gilberto Kassab, anunciado como vice em chapa de Caiado

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, em evendo na Assembleia Legislativa de SP (Alesp).
Divulgação/Alesp
Anunciado nesta quarta-feira (1º) como vice na chapa de Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência da República, Gilberto Kassab é presidente do Partido Social Democrático, sigla pela qual a chapa vai concorrer.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
Além de ocupar a liderança do partido, Kassab é fundador da sigla e já foi prefeito da maior cidade do país, São Paulo.
Engenheiro civil e economista formado pela USP, Kassab iniciou a carreira política como vereador em São Paulo, eleito em 1992 pelo antigo PL. Depois, foi secretário de Planejamento na gestão Celso Pitta e deputado federal por dois mandatos.
Caiado diz que Flávio Bolsonaro ‘perdeu espaço’ no segundo turno
Em 2004, foi eleito vice-prefeito na chapa de José Serra, então no PSDB. Assumiu a Prefeitura de São Paulo em 2006, quando Serra deixou o cargo para disputar o governo paulista. Dois anos depois, Kassab foi reeleito prefeito e ficou no cargo até 2012.
Em 2011, fundou o PSD, sigla que, em 2024, tornou-se o partido com mais prefeituras no país após as eleições municipais de 2024.
LEIA TAMBÉM:
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Cargos no governo federal e estadual
Kassab também ocupou cargos em governos federais. Foi ministro das Cidades no governo Dilma Rousseff e deixou o posto em 2016, antes da votação do impeachment na Câmara, seguindo a posição de seu partido. Depois, foi ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações no governo Michel Temer.
No governo de São Paulo, foi secretário da Casa Civil na gestão João Doria e secretário de Governo e Relações Institucionais na gestão Tarcísio de Freitas. Deixou o cargo em março de 2026.
Investigações na Justiça
Ao longo da carreira, Kassab foi alvo de investigações relacionadas à sua atuação como prefeito de São Paulo e ministro. Entre elas, estão apurações sobre o contrato da Controlar, empresa responsável pela inspeção veicular na capital paulista, além de suspeitas de caixa dois e corrupção citadas nas investigações da Lava Jato.
Ao longo dos anos, foi absolvido em um dos processos e teve inquéritos arquivados pelo Supremo Tribunal Federal e pela Procuradoria-Geral da República.
“Honra ser vice de Tarcísio”
Meses antes da confirmação que seria vice de Caiado, Kassab chegou a comentar que se sentiria honrado em ser convidado para ser vice na chapa de Tarcísio de Freitas (Republicanos) para a reeleição como governador de São Paulo.
“A vice, como eu disse agora há pouco, assim como os candidatos ao Senado, ele [Tarcísio] é quem vai coordenar. Evidente que o partido vai participar da chapa majoritária, mas sob o comando dele. Ele terá a liberdade de fazer essa escolha, como líder da coligação. Vamos aguardar o encaminhamento, mas seria um privilégio grande [ser o vice]”, avaliou em janeiro deste ano.
“Na vida pública, aqueles que não são obstinados por nenhum cargo, como no meu caso, eu falar que não teria alegria com esse privilégio, é claro que eu teria. Mas não é nenhuma obstinação ou fonte de desejo”, disse.


Fonte:

g1 > Política

Vice de Caiado, Gilberto Kassab volta a disputar eleição após 12 anos

Gilberto Kassab (PSD) foi anunciado hoje como vice na chapa de Ronaldo Caiado (PSD) na disputa pela presidência. Caso se confirme, a candidatura representará o retorno de Kassab às urnas após um intervalo de 12 anos.


Fonte: UOL Noticias

Prefeitura de Apucarana inaugura nova sede da Agência do Trabalhador

A Prefeitura de Apucarana inaugurou, na manhã desta quarta-feira (1º), a nova sede da Agência do Trabalhador. O novo espaço, localizado no centro da cidade, na Avenida Curiti…


Fonte: UOL Noticias

El Niño no Brasil: governo faz previsões sobre chuva, incêndios e ondas de calor

m primeiro boletim sobre o El Niño neste ano, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) traçou a previsão climática para o trimestre de julho a setembro no Brasil. A expectativa é de chuvas acima …


Fonte: UOL Noticias

Fundador do PSD e ex-prefeito de SP: quem é Gilberto Kassab, anunciado como vice em chapa de Caiado

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, em evendo na Assembleia Legislativa de SP (Alesp).
Divulgação/Alesp
Anunciado nesta quarta-feira (1º) como vice na chapa de Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência da República, Gilberto Kassab é presidente do Partido Social Democrático, sigla pela qual a chapa vai concorrer.
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Além de ocupar a liderança do partido, Kassab é fundador da sigla e já foi prefeito da maior cidade do país, São Paulo.
Engenheiro civil e economista formado pela USP, Kassab iniciou a carreira política como vereador em São Paulo, eleito em 1992 pelo antigo PL. Depois, foi secretário de Planejamento na gestão Celso Pitta e deputado federal por dois mandatos.
Caiado diz que Flávio Bolsonaro ‘perdeu espaço’ no segundo turno
Em 2004, foi eleito vice-prefeito na chapa de José Serra, então no PSDB. Assumiu a Prefeitura de São Paulo em 2006, quando Serra deixou o cargo para disputar o governo paulista. Dois anos depois, Kassab foi reeleito prefeito e ficou no cargo até 2012.
Em 2011, fundou o PSD, sigla que, em 2024, tornou-se o partido com mais prefeituras no país após as eleições municipais de 2024.
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No governo de São Paulo, foi secretário da Casa Civil na gestão João Doria e secretário de Governo e Relações Institucionais na gestão Tarcísio de Freitas. Deixou o cargo em março de 2026.
Investigações na Justiça
Ao longo da carreira, Kassab foi alvo de investigações relacionadas à sua atuação como prefeito de São Paulo e ministro. Entre elas, estão apurações sobre o contrato da Controlar, empresa responsável pela inspeção veicular na capital paulista, além de suspeitas de caixa dois e corrupção citadas nas investigações da Lava Jato.
Ao longo dos anos, foi absolvido em um dos processos e teve inquéritos arquivados pelo Supremo Tribunal Federal e pela Procuradoria-Geral da República.
“Honra ser vice de Tarcísio”
Meses antes da confirmação que seria vice de Caiado, Kassab chegou a comentar que se sentiria honrado em ser convidado para ser vice na chapa de Tarcísio de Freitas (Republicanos) para a reeleição como governador de São Paulo.
“A vice, como eu disse agora há pouco, assim como os candidatos ao Senado, ele [Tarcísio] é quem vai coordenar. Evidente que o partido vai participar da chapa majoritária, mas sob o comando dele. Ele terá a liberdade de fazer essa escolha, como líder da coligação. Vamos aguardar o encaminhamento, mas seria um privilégio grande [ser o vice]”, avaliou em janeiro deste ano.
“Na vida pública, aqueles que não são obstinados por nenhum cargo, como no meu caso, eu falar que não teria alegria com esse privilégio, é claro que eu teria. Mas não é nenhuma obstinação ou fonte de desejo”, disse.


Fonte:

g1 > Política

Grécia vai pagar 5 euros por quilo de perigoso baiacu invasor

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Fonte: UOL Noticias

Para o 105º aniversário do PCC, Xi Jinping promete um Exército ‘forte’ e uma China ‘unida’

presidente chinês, Xi Jinping, se comprometeu a fortalecer e modernizar as Forças Armadas, erradicar a corrupção no Partido Comunista Chinês (PCC) e retomar o controle de Taiwan. As declarações fora…


Fonte: UOL Noticias

Tenente da Rota apresenta evolução clínica após medidas adotadas pela equipe médica

O tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, baleado em um atentado em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, apresentou evolução clínica e resposta satisfatória às medidas adotadas pela equipe médica, segundo boletim divulgado pelo 1º Batalhão de Polícia de Choque (Rota).


Fonte: UOL Noticias