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Pobres não podem pagar por irresponsabilidade das guerras, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um duro discurso contra as guerras em curso e em defesa do fortalecimento do multilateralismo, na manhã deste sábado (18), em Barcelona, na Espanha. Ele participa da quarta reunião de alto nível do Fórum de Defesa da Democracia.
O presidente está na Europa onde cumprirá agenda em três países. Em sua manifestação, Lula destacou que as consequências dos conflitos armados recaem sobre os mais pobres.
“O Trump invade o Irã e aumenta o feijão no Brasil, o milho no México, aumenta a gasolina em outro país. É o pobre que vai pagar pela irresponsabilidade de guerras que ninguém quer?”, questionou.
Lula destacou que os países têm outros problemas para enfrentar e o mundo “não está precisando de guerra”.
“Temos mais de 760 milhões de pessoas passando fome, temos milhões de pessoas analfabetas, tivemos milhões de pessoas que morreram porque não tinha vacina contra a covid-19”, continuou.
Lula observou que o mundo vive o período com o maior número de conflitos armados desde a Segunda Guerra Mundial e pediu ação coordenada da Organização das Nações Unidas (ONU).
“Precisamos exigir que o secretário-geral da ONU convoque reuniões extraordinárias, mesmo sem pedir aos cinco membros do Conselho de Segurança”, afirmou.
O presidente criticou algumas das principais guerras em andamento, como a invasão da Ucrânia pela Rússia, a destruição da Faixa de Gaza por Israel e a o conflito dos Estados Unidos contra o Irã, no Oriente Médio.
“Nenhum presidente de nenhum país do mundo, por maior que seja, tem o direito de ficar impondo regras a outros países. Nenhum. E os cinco membros do Conselho de Segurança da ONU devem se reunir para mudar seu comportamento.Nós não podemos levantar todo dia de manhã, e dormir todo dia a noite, com tuíte de um presidente da República ameaçando o mundo, fazendo guerra. Ou seja, e todos eles tomam decisão sem consultar a ONU, da qual são eles membros e fazem parte do conselho”, prosseguiu Lula.
O presidente brasileiro lamentou o silêncio dos países e pontuou que a democracia nas Nações Unidas depende do envolvimento dos países. “Fortalecer o multilateralismo depende de nós”.

Regulação das plataformas digitais
Ainda em seu discurso, Lula criticou o papel das plataformas digitais na desestabilização política dos países, e pediu que a própria ONU lidere discussões sobre regras compartilhadas entre as nações.
“A verdade, nua e crua, é que a mentira ganhou da verdade. Esse é o dado concreto. Para mentir, você não tem que explicar. Para se justificar, você tem que se explicar”, afirmou.
Lula cobrou ações da ONU também no tema das plataformas.
“Ela precisa funcionar para garantir, por exemplo, que as plataformas sejam reguladas no mundo inteiro, para todo mundo. Não pode o presidente da República interferir na eleição de um país interferir na eleição de outro, pedir voto para outro. Cadê a soberania eleitoral? Cadê a soberania territorial? Esse é um tema que nós precisamos discutir e nos fazer ouvir. E o cenário que temos que brigar é dentro das Nações Unidas”, completou Lula.
O Fórum Democracia Sempre é uma iniciativa lançada em 2024 envolvendo os governos de Brasil, Espanha, Colômbia, Chile e Uruguai. Em Barcelona, o evento, organizado pelo presidente do Governo da Espanha, Pedro Sánchez, também conta com as participações dos presidentes Yamandú Orsi (Uruguai), Gustavo Petro (Colômbia), Ciyril Ramaphosa (África do Sul), Claudia Sheinbaum (México) e do ex-presidente do Chile, Gabriel Boric.
Agenda na Europa
Após o compromisso na Espanha Lula embarca para a Alemanha neste domingo (19), onde participará da Hannover Messe – a maior feira de inovação e tecnologia industrial do mundo – que nesta edição homenageia o Brasil. Ainda na Alemanha, o presidente brasileiro terá uma reunião com o chanceler Friedrich Merz.
A viagem se encerrará dia 21, com uma rápida visita de Estado a Portugal. Em Lisboa, Lula se encontra com o primeiro-ministro Luís Montenegro e com o presidente António José Seguro.


Fonte: Jovem Pan

Justiça do RJ determina internação de adolescente que armou do estupro coletivo

A Justiça do Rio de Janeiro determinou a internação do adolescente que participou do estupro coletivo ocorrido emum apartamento em Copacabana, no Rio de Janeiro. A medida não prevê possibilidade de atividades externas por um período inicial de seis meses. 
A sentença foi proferida pela juíza Vanessa Cavalieri, da Vara da Infância e da Juventude da Capital. “A gravidade da infração e a falha da rede familiar em prover limites adequados justificam a medida extrema, visando à ressocialização do jovem e a preservação da ordem pública”, diz  a juíza na decisão. Ela levou em consideração a gravidade da conduta e a violência empregada, com base no entendimento de que o jovem planejou uma emboscada contra a vítima, de 17 anos, com quem mantinha um relacionamento afetivo.
Além do adolescente, outros quatro participaram do crime:

Bruno Felipe dos Santos Allegretti, 18 anos;
João Gabriel Xavier Berthô, 19 anos;
Mattheus Veríssimo Zoel Martins, 19 anos;
Vitor Hugo Oliveira Simonin, 18 anos;
Um adolescente não teve a identidade divulgada.

Acusados de estuprar uma jovem de 17 anos no Rio de Janeiro│Divulgação
Na decisão que determinou a internação do adolescente, a juíza valorizou o depoimento da vítima e ressaltou que, em crimes de natureza sexual, que geralmente ocorrem de forma clandestina e sem a presença de testemunhas, a palavra da vítima tem especial relevância e credibilidade.
Relembre o caso 
Segundo as investigações, uma adolescente de 17 anos foi atraída por um colega da escola (também menor de idade) a um apartamento em Copacabana em 31 de janeiro deste ano. Ao chegar ao local, a jovem percebeu a presença de quatro homens. Ela se recusou a se envolver com eles, mas foi trancada em um quarto.
Nesse local, de acordo com as autoridades, os suspeitos forçaram a adolescente a ter relações sexuais e a submeteram a graves violências física e psicológica.
Depois que o crime ganhou repercussão, Polícia Civil recebeu denúncias de duas adolescentes que declaram ter sido violentadas pelos mesmos suspeitos. De acordo com o delegado Ângelo Lages, da 12ª Delegacia de Polícia, de Copacabana, os casos ocorreram em outubro de 2023 e em outubro de 2025 e estão sob investigação.
*Com informações da Agência Brasil


Fonte: Jovem Pan

5 formas de se conectar com a força dos Pretos Velhos

Símbolos de sabedoria, paciência e amor incondicional, os Pretos Velhos são entidades muito respeitadas nas tradições de matriz africana, como a Umbanda. Sua energia é acolhedora, firme e profundamente espiritual. Eles representam a cura pela palavra, o aconselhamento, o perdão e a fé — sempre com simplicidade e humildade. Conectar-se com essa força não exige grandes rituais, mas intenção verdadeira, respeito e abertura de coração.
A seguir, veja algumas formas de se aproximar dessa energia de luz!
1. Crie um espaço de conexão
O primeiro passo é preparar um ambiente tranquilo. Pode ser um cantinho da sua casa onde você se sinta em paz. Se quiser, acenda uma vela branca (ou bicolor preta e branca, tradicionalmente associada a essa linha) e mantenha o espaço limpo e organizado. Esse ambiente funciona como um ponto de foco para sua intenção.
2. Oração com fé e simplicidade
Os Pretos Velhos valorizam a fé sincera acima de qualquer formalidade. Você pode fazer uma oração com suas próprias palavras, como se estivesse conversando com um sábio mais velho. Fale sobre suas angústias, peça orientação, proteção e clareza. A conexão acontece na verdade do que você sente — não na perfeição das palavras.
3. Café como elemento de firmeza
O café é um dos elementos tradicionalmente associados aos Pretos Velhos. Você pode preparar uma xícara de café e oferecer com respeito, colocando em um local seguro durante o seu momento de conexão. Mais do que o objeto em si, o importante é o simbolismo: um gesto de entrega, troca e reverência.
Depois da oração, o silêncio também é parte da escuta e é nele que a energia dos Pretos Velhos se manifesta Imagem: insta_photos | Shutterstock
4. Cultive o silêncio e a escuta
Depois de orar ou mentalizar, permita-se silenciar. A energia dos Pretos Velhos é calma, paciente e sutil. Muitas vezes, as respostas vêm como intuições, sensações ou pensamentos que surgem com suavidade. Não é sobre ouvir algo externo, mas perceber o que se revela dentro de você.
5. Pratique a humildade e o perdão
Conectar-se com essa linha também envolve atitude no dia a dia. Os Pretos Velhos ensinam sobre paciência, compaixão e perdão. Observar suas próprias atitudes, agir com mais empatia e evitar julgamentos já é, por si só, uma forma de honrar essa energia. A espiritualidade não está só no ritual — está na forma como você vive.
Respeito sempre em primeiro lugar
É importante lembrar que essas práticas fazem parte de tradições religiosas específicas. Se você sentir o chamado para se aprofundar, o ideal é buscar orientação em uma casa séria de Umbanda, onde os ensinamentos são transmitidos com responsabilidade. A conexão verdadeira acontece com respeito, consciência e coração aberto.
Por Viviane Pettersen

Jornalista e astróloga. No estudo do céu, encontrou caminhos para compreender questões profundas e hoje divide essas descobertas — em constante construção — por meio de diferentes conteúdos.


Fonte: Jovem Pan

Caso Henry Borel: Gilmar Mendes restabelece prisão preventiva de Monique Medeiros

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu nesta sexta-feira (17) a prisão preventiva de Monique Medeiros, acusada pelo assassinato do próprio filho, o menino Henry Borel, em 2021.
📢Em nota, a defesa de Monique disse ter recebido a decisão de Gilmar Mendes com “surpresa” e que já encaminhou questionamentos sobre a ordem do ministro. Os advogados também afirmam que a “privação de liberdade neste momento compromete” o exercício do direito de defesa (leia mais aqui).
Segundo Gilmar, a decisão da Justiça do RJ do dia 23 de março deste ano, que liberou Monique, violou entendimento da Segunda Turma do Supremo, sobre a necessidade da prisão para garantir a ordem pública e a instrução do processo, diante da gravidade dos fatos e do histórico de coação de testemunhas.
“A gravidade concreta do delito e o histórico de coação de testemunhas justificam a manutenção da medida extrema para resguardo da ordem pública e conveniência da instrução. A soltura da ré às vésperas da oitiva de testemunhas sensíveis em plenário representa risco à busca da verdade processual”, diz o ministro do STF na decisão.
🔎 Henry Borel Medeiros morreu na madrugada de 8 de março de 2021 no Rio. De acordo com perícias, a criança morreu em decorrência de hemorragia interna e laceração hepática. Embora a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, o ex-vereador Dr. Jairinho, tenham alegado que ele caiu da cama, peritos descartaram essa hipótese, e o Ministério Público sustenta que Henry foi vítima de agressões.
➡️A polícia concluiu que Henry Borel era torturado rotineiramente por Jairinho e que Monique sabia da violência. O ex-vereador, que também teve o registro de médico cassado, e a mãe foram presos um mês depois da morte do menino.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Monique foi solta após o adiamento do julgamento do caso para maio. A defesa de Dr. Jairinho abandonou o Tribunal do Júri durante a sessão em março, o que foi interpretado como uma manobra para forçar o adiamento. Sem os advogados, o júri não pôde continuar.
A Justiça decidiu soltá-la por entender que ela não foi responsável pelo adiamento do julgamento e que manter Monique presa configuraria excesso de prazo injustificado (ou seja, prisão preventiva além do razoável).
“A revogação da prisão pelo juízo reclamado configura nítido esvaziamento da eficácia de decisão desta Suprema Corte. Ao desconstituir ordem cautelar mantida pela Suprema Corte sob pretexto de excesso de prazo, usurpou competência e violou a hierarquia jurisdicional”, acrescenta Gilmar.
Gilmar afirmou que a tese de excesso de prazo na prisão não se sustenta, já que o julgamento foi adiado por uma manobra da defesa de Jairinho.
O ministro disse que os fundamentos da prisão permanecem e foram agravados por novos fatos, o que demonstra o descumprimento do que foi decidido pelo Supremo.
“Diante deste quadro, a soltura da ré em período tão próximo à nova sessão plenária designada projeta risco concreto à regularidade da instrução”, conclui Gilmar.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu o restabelecimento da prisão.
Novo julgamento em maio
A justiça do Rio adiou o julgamento sobre a morte do menino Henry Borel
Com a suspensão do julgamento em março, a juíza Elizabeth Machado Louro remarcou a decisão para 25 de maio e determinou a soltura de Monique.
A magistrada considerou a manobra da defesa de Jairinho “uma interrupção indevida do recurso processual, em franco desrespeito à orientação advinda do STF”.
Íntegra da nota da defesa
Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, usava uma camiseta com fotos do filho
Jornal Nacional/ Reprodução
Leia a íntegra da nota da defesa de Monique Medeiros:
A defesa de Monique Medeiros informa que recebeu, com o devido respeito, porém com absoluta surpresa, a decisão proferida pelo Ministro Gilmar Mendes, que determinou a prisão de sua cliente sem que, até o momento, tenham sido explicitados fundamentos concretos e juridicamente idôneos que a justifiquem.
Importa destacar que Monique Medeiros jamais ameaçou testemunhas, tampouco praticou qualquer conduta que pudesse comprometer a instrução processual ou a aplicação da lei penal.
Ressalte-se, ainda, que a não realização do julgamento pelo Tribunal do Júri decorreu de imposição legal, uma vez que há corréu apontado como o autor direto dos fatos, cuja situação processual impede a submissão isolada de Monique a julgamento neste momento. Tal entendimento, inclusive, foi expressamente acompanhado pelo Ministério Público, que reconheceu a impossibilidade jurídica de realização do júri naquele contexto, culminando no reconhecimento do excesso de prazo.
A defesa já encaminhou questionamentos ao Ministro Gilmar Mendes e aguarda esclarecimentos quanto aos fundamentos da decisão, bem como orientações acerca da forma de apresentação de sua cliente.
Cumpre destacar que Monique Medeiros possui julgamento marcado para breve, em aproximadamente 40 dias, em processo de extrema complexidade, cuja adequada preparação exige amplo e irrestrito acesso aos elementos de prova. A eventual privação de liberdade neste momento compromete de forma significativa o pleno exercício do direito de defesa, constitucionalmente assegurado.
A defesa reitera sua confiança no Supremo Tribunal Federal e no devido processo legal, aguardando que os esclarecimentos necessários sejam prestados com a urgência que o caso requer.
Rio de Janeiro, abril de 2026.
Defesa de Monique Medeiros.


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g1 > Política

Moraes vota para condenar Eduardo Bolsonaro por difamação contra Tabata Amaral

Moraes vota para condenar Eduardo Bolsonaro por difamação
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (17) pela condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pelo crime de difamação contra a deputada Tabata Amaral (PSB-SP).
🔎A parlamentar apresentou uma queixa-crime contra Eduardo em 2021, quando o então deputado, em uma rede social, afirmou que o projeto de lei de Tabata sobre a distribuição de absorventes íntimos parecia ter como objetivo o atendimento a lobby de uma empresa que fabrica produtos de higiene. E que o dono da empresa era mentor-patrocinador da parlamentar.
A pena sugerida pelo ministro é de um ano de detenção e 39 dias-multa, sendo o valor de cada dia-multa fixado em dois salários mínimos – o que resulta em um valor total de mais de R$ 80 mil.
Atualmente, Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos, para onde fugiu diante do avanço de processos penais contra ele.
Moraes é o relator do caso, que está em análise no plenário virtual do STF. Os demais ministros ainda não votaram.
📃Prevista no artigo 139 do Código Penal, a difamação é um crime contra a honra. O trecho da lei penal diz que comete o delito quem “difama alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação”.
A pena básica para quem comete o crime é de três meses a um ano de detenção, além do pagamento de multa.
No seu voto, Moraes considerou que o crime foi cometido contra funcionário público em razão de suas funções; e, também, que o crime foi cometido nas redes sociais.
“A divulgação realizada pelo réu [Eduardo] revela o meio de ardil por ele empregado, cujo objetivo foi tão somente atingir a honra da autora [Tabata Amaral], tanto na esfera pública, na condição de agente política, como em sua vida privada, uma vez que o alcance proporcionado pela Internet, como é sabido, é gigantesco e tem enorme poder de proliferação”, declarou o ministro.
Moraes também afirma que Eduardo está “em local incerto e não sabido” e, por isso, não é possível a substituição da pena privativa de liberdade por penas restritivas de direitos. Essa substituição da detenção por uma pena alternativa é permitida em casos de difamação.
O deputado Eduardo Bolsonaro, que está nos EUA
Wilton Junior/Estadão Conteúdo


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g1 > Política

Veja foto do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa em registro na Papuda

O ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa foi transferido no fim da tarde de quinta-feira (16) para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
A imagem foi obtida com exclusividade pela TV Globo, do momento em que foi feito o registro dele na unidade prisional.
Costa foi preso nessa quinta-feira (16), em nova fase da operação Compliance Zero da Polícia Federal. Inicialmente, o executivo foi levado à Superintendência da PF, onde passou por exame de corpo de delito.
Quem é Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB preso pela PF
No fim da tarde, o ex-presidente do BRB foi levado para a Papuda, onde deverá cumprir os próximos dias da prisão preventiva.
Imagem de Paulo Henrique Costa na Papuda
Imagem obtida pela TV Globo
Operação da PF
A PF identificou a criação e o uso de um conjunto de empresas imobiliárias como eixo de um suposto esquema de ocultação patrimonial que envolve o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Segundo investigações, Costa ignorou práticas de governança interna e permitiu negócios com o Banco Master sem garantias, além de receber vantagens indevidas em troca de facilitar as negociações com o banco de Daniel Vorcaro.
No núcleo dessa estrutura está Hamilton Edward Suaki, cunhado de Daniel Monteiro, operador jurídico de Vorcaro. Suaki aparece como diretor formal das companhias, que encobririam a titularidade real de bens avaliados em R$ 146,5 milhões.
Paulo Henrique Costa e Daniel Monteiro foram presos nesta quinta-feira (16) e Suaki foi alvo de mandados de busca e apreensão.
Seis imóveis avaliados em R$ 146 milhões, em Brasília e em São Paulo entraram nas negociações com o banqueiro. Dois deles na capital federal.
A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça, relator do caso na Corte.


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g1 > Política

Alckmin diz que não é contra nem a favor da ‘taxa das blusinhas’ e afirma que apoiará decisão de Lula

O vice‑presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou neste sábado (18) que não se colocou nem contra nem a favor da chamada “taxa das blusinhas” e disse que a decisão sobre a medida deve ser tomada com cautela pelo governo.
“Não me coloquei contra a medida, nem a favor. Apenas deixei claro que a decisão deve ser tomada com calma e levando em conta diversos fatores, como, por exemplo, a indústria. A decisão do presidente Lula terá meu total apoio”, afirmou.
A declaração foi dada dois dias após Alckmin afirmar que não há decisão do governo sobre o fim do imposto de importação aplicado a compras internacionais de até US$ 50, conhecidas como taxa das blusinhas (entenda mais abaixo).
Boulos diz que é possível que o governo reverta a ‘taxa das blusinhas’
Na quinta (16), ao ser questionado por jornalistas no Palácio do Planalto, o vice‑presidente disse que o tema não estava decidido “nesse momento” e citar que manutenção da cobrança é importante para preservação de empregos no país.
“Continuo entendendo que é necessária, porque mesmo com a taxa, ainda a tarifa é menor do que a produção nacional”, disse na ocasião, ao citar a soma de impostos pagos por fabricantes brasileiros.
Geraldo Alckmin, vice-presidente da República
Cadu Gomes/VPR
A chamada taxa das blusinhas incide sobre compras internacionais de até US$ 50 feitas por consumidores brasileiros em plataformas estrangeiras de comércio eletrônico, que antes eram isentas do imposto de importação.
O tema ganhou força no debate político após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticar publicamente a medida e classificá‑la como desnecessária. Também na sexta‑feira, o novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães (PT), defendeu o fim da cobrança.
Diante das críticas, empresários e trabalhadores de 67 associações enviaram um ofício a Lula em protesto contra um possível fim do imposto, que classificaram como uma medida “eleitoreira”.
A taxa foi aprovada pelo Congresso Nacional, com apoio do Ministério da Fazenda, após reclamações de empresários sobre uma “invasão” de produtos estrangeiros de baixo valor, especialmente da China.
Segundo dados da Receita Federal, o imposto arrecadou R$ 425 milhões em janeiro deste ano, alta de 25% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em todo o ano de 2025, a arrecadação chegou a R$ 5 bilhões, ajudando o governo no cumprimento da meta fiscal.


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g1 > Política

Após novo bloqueio de Ormuz, Trump adverte Irã: ‘Não podem nos chantagear’

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu o Irã neste sábado (18) e disse que o País não pode “chantagear” Washington com suas mudanças de posição sobre o Estreito de Ormuz. “Estamos conversando com eles. Eles queriam fechar o estreito de novo – vocês sabem, como vêm fazendo há anos – e não podem nos chantagear”, disse Trump em um evento na Casa Branca.
Depois de anunciar a reabertura da passagem na sexta-feira (17), o Irã voltou a fechara Ormuz neste sábado em resposta à decisão dos Estados Unidos de manter o bloqueio aos seus portos. A reabertura, na sexta-feira, da passagem marítima crucial para o transporte mundial de petróleo foi bem recebida nas Bolsas e gerou otimismo em Washington
Em meio ao novo bloquei, lanchas rápidas iranianas abriram fogo contra um petroleiro no Estreito de Ormuz, informou a agência britânica de segurança marítima, depois que o Exército do Irã anunciou o fechamento da rota de navegação.
A República Islâmica havia “aceitado de boa-fé autorizar a passagem de um número limitado de petroleiros e navios comerciais” pelo estreito, mas os americanos “continuam com  atos de pirataria amparados no chamado bloqueio”, denunciou neste sábado o comando central das Forças Armadas iranianas.
Na sexta, uma autoridade iraniana havia informado que o Teerã poderia voltar a fechar o Estreito de Ormuz, caso o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mantenha o bloqueio naval na região. A declaração foi divulgada pela agência iraniana Fars, que classificou a decisão do norte-americano de manter as restrições como uma “chantagem”.
Trump publicou na rede Truth Social que o bloqueio aos portos iranianos será mantido até a conclusão de um acordo de paz. A mensagem foi divulgada após o presidente dos EUA agradecer ao governo iraniano pela liberação do Estreito de Ormuz durante o cessar-fogo acordado entre Líbano e Israel.

O que é o Estreito de Ormuz?
Estreito de Ormuz │GIUSEPPE CACACE / AFP
O Estreito de Ormuz foi fechado em 28 de fevereiro após ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. A passagem marítima localizada entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, é classificada como o principal chokepoint (gargalo logístico) energético do mundo. Aproximadamente 20 milhões de barris de petróleo bruto transitam por suas águas diariamente, volume que equivale a cerca de 20% do consumo global da commodity. Entender a geografia e o xadrez político dessa rota é essencial para explicar por que um possível fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã pode causar um colapso na economia global


Fonte: Jovem Pan

Brasil x Canadá: onde assistir ao vivo, horário e transmissão da final do FIFA Series

Brasil e Canadá se enfrentam neste sábado (18), às 22h30, na Arena Pantanal, em partida válida pela final do Fifa Series.
A Seleção Brasileira vem de duas vitórias por goleada na Fifa Serie. Venceu a Coreia do Sul por 5 a 1 na estreia e fez 6 a 1 na Zâmbia no segundo jogo. O Canadá também vem invicto. Na primeira partida, fizeram 4 a 0 na Zâmbia. Na partida contra a Coreia do Sul, venceu por 3 a 1.
Onde assistir Brasil x Canadá ao vivo
A partida será transmitida ao vivo pela TV Globo, SporTV, Ge.globo e Fifa+.
O confronto vai decidir quem será o campeão da primeira edição do Fifa Series. Para Seleção Brasileira levar o trofeú, precisa de um empate, já que a equipe tem vantagem no saldo de gols.


Fonte: Jovem Pan

Chapecoense x Botafogo: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Chapecoense e Botafogo se enfrentam neste sábado (18), às 18h30, na Arena Condá, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. O duelo acontece pela 12ª rodada da competição e coloca frente a frente duas equipes em momentos distintos no campeonato.
A Chapecoense ocupa atualmente a 19ª colocação, com 10 pontos, e busca a voltar a vencer e fugir do G-4. Do outro lado, o Botafogo aparece em 11º lugar, soma 13 pontos e tenta voltar a vencer na competição depois de empatar na última rodada. 
Onde assistir Chapecoense x Botafogo ao vivo
A partida será transmitida ao vivo pela Premiere. 
O confronto é importante para a sequência do dos times na competição, já que ambas as equipes brigam por vagas diretas na Copa do Brasil, Libertadores e Copa Sul-Americana e tentam melhorar sua situação na tabela.
 


Fonte: Jovem Pan