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Como passar pela transição capilar sem sofrer e quais os melhores produtos para cachear os fios

Abandonar os alisamentos e as escovas progressivas para assumir a textura original do cabelo é um processo que exige dedicação, mas não precisa ser sinônimo de frustração diária na frente do espelho. A fase em que convivem duas estruturas distintas — a raiz em seu formato natural e as pontas esticadas pela química — gera desconforto estético e demanda adaptações drásticas na rotina de higiene e finalização. A principal busca de quem inicia essa mudança é entender como passar pela transição capilar sem sofrer e quais os melhores produtos para cachear o cabelo recém-crescido de maneira saudável.
O segredo para atravessar esse período de forma leve está em dominar técnicas de camuflagem de texturas e apostar nos ativos corretos para fortalecer a fibra capilar. A mudança exige a troca de hábitos antigos por um novo repertório de cuidados diários que respeitem as necessidades hídricas e lipídicas da curvatura que está sendo revelada.
Entenda o processo de abandono das químicas de alisamento
A interrupção do uso de ativos alisantes marca o início imediato da transição. A partir desse momento, o fio passa a crescer sem qualquer alteração na sua constituição interna, revelando ondas, cachos ou crespos originais. No entanto, o comprimento que já recebeu a química não perde o aspecto liso, criando uma linha de demarcação visível e frágil no meio do cabelo.
Essa zona de encontro entre as duas texturas costuma ser o ponto crítico de ruptura capilar. O cabelo cacheado e o crespo são naturalmente mais delicados, pois possuem maiores pontos de quebra em sua extensão devido ao formato espiralado. Além disso, a oleosidade produzida no couro cabeludo tem enorme dificuldade de percorrer as curvas e chegar até as pontas, resultando em um grau natural de ressecamento.
Somando a delicadeza estrutural do cacho com as pontas fragilizadas por anos de procedimentos químicos, a quebra é praticamente inevitável se não houver reforço cosmético. O sucesso da transição depende diretamente da capacidade de nutrir a raiz virgem enquanto se protege o comprimento danificado.
Vantagens reais de recuperar a textura original dos fios
O retorno aos fios naturais promove uma drástica melhora na oxigenação e na saúde geral do couro cabeludo. Produtos alisantes aplicados cronicamente geram feridas invisíveis, descamação e episódios de afinamento do cabelo na região frontal. Desde 2009, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso do formol nas progressivas, alertando que a inalação ou contato da substância com a pele causa irritações severas e aumenta o risco de queda precoce.
Além de proteger o organismo de substâncias nocivas, a independência térmica proporciona um grande ganho de tempo na rotina. A obrigatoriedade de frequentar salões de beleza mensalmente ou de utilizar secadores e chapinhas durante horas no fim de semana dá lugar a uma rotina de lavagem e secagem natural muito mais dinâmica e econômica.
O ganho de volume e o movimento orgânico dos fios tornam o rosto mais expressivo. Muitas pessoas relatam uma melhora direta na relação com a própria imagem, substituindo a tentativa frustrada de domar o cabelo pela liberdade de usar as mais diversas possibilidades de modelagem e finalização ao ar livre.
Passos práticos para lidar com as duas texturas no dia a dia
Para evitar desgastes emocionais ao olhar no espelho, a adaptação do corte e a adoção de truques manuais de modelagem tornam a convivência pacífica com a dualidade dos fios.
1. Realize o corte das pontas alisadas de forma gradual
O grande corte, também conhecido por profissionais como “big chop”, é o momento de retirar toda a parte lisa de uma só vez, restando apenas a raiz natural. Como essa atitude pode ser um choque visual para quem sempre teve cabelos longos, o ideal é realizar cortes periódicos de manutenção. A cada trinta dias, diminua cerca de dois centímetros das pontas danificadas. Esse método de aproximação lenta diminui o peso morto da química e devolve balanço ao fio sem causar estranhamento.
2. Aplique a técnica de texturização para disfarçar o contraste
Em vez de tentar alisar a raiz com calor, o caminho mais seguro é forçar a ponta lisa a imitar o cacho de cima. Você pode utilizar técnicas noturnas como as tranças embutidas ou os twists (enrolar duas mechas pequenas uma na outra ao longo do fio). Aplique um creme consistente no cabelo úmido antes de dormir e desfaça os penteados pela manhã. As pontas lisas ficarão onduladas artificialmente por alguns dias, eliminando a linha divisória entre as duas fases do fio.
3. Adote um cronograma capilar de alta nutrição
Estabeleça uma agenda alternada de tratamento focada em repor água, óleos e massa capilar. Ao lavar, inicie sempre com uma hidratação profunda. Nos dias seguintes, utilize produtos ricos em queratina vegetal ou colágeno para encorpar a área fragilizada pela química. O cronograma é o pilar de estabilidade que impede que a mecha se parta ao meio ao ser escovada.
Saiba quais os melhores produtos para cachear durante a transição
O mercado atual oferece formulações específicas para ativar e reter o formato espiralado. Para a limpeza diária, utilize sempre xampus hidratantes e suaves, livres de sulfatos agressivos, que preservem o óleo natural do couro cabeludo e evitem o chamado “efeito palha” após o banho.
Para modelar as pontas difíceis, os cremes de pentear precisam ter uma consistência espessa, o que especialistas chamam de alta densidade. Cabelos crespos e em transição precisam de finalizadores densos que abracem a fibra e não evaporem ao longo das horas. Invista em géis ou gelatinas capilares próprias para cabelos ondulados e cacheados, pois eles travam o fio no formato desenhado pelos dedos durante as texturizações manuais.
Outro passo fundamental é abastecer a prateleira com óleos vegetais puros. Ativos como óleo extravirgem de coco, argan, macadâmia e semente de uva são perfeitos para a técnica de umectação noturna. Aplicar o produto mecha a mecha antes de deitar e lavar no dia seguinte sela as cutículas, cria uma película protetora que retém toda a hidratação e combate o aspecto espetado das pontas que insistem em perder o formato.
Erros comuns que atrasam o crescimento saudável dos fios
A ansiedade para ver o cabelo natural crescer mais rápido faz com que muitos cometam deslizes durante o banho. O erro mecânico mais prejudicial é aplicar máscaras e condicionadores encostando na raiz. O acúmulo de creme obstrui os folículos pilosos, estimula o surgimento severo de caspa e inflamações locais, e pode interromper temporariamente o desenvolvimento saudável do fio. Aplique condicionadores apenas do meio para as pontas.
O uso compulsivo da chapinha na área do crescimento também deve ser eliminado da rotina. Tentar esticar os cachos recém-nascidos para igualar com a parte que já possui química gera o que profissionais chamam de escabiose capilar ou alisamento térmico. O calor afina as extremidades sensíveis do cacho novo e destrói o formato natural para sempre, obrigando a pessoa a cortar essa parte novamente no futuro e recomeçar do zero.
Dúvidas frequentes sobre a recuperação da curvatura
O cabelo natural demora mais meses para crescer durante o processo de transição?
Trata-se de um mito visual. O cabelo humano de uma pessoa adulta, sob condições de saúde estáveis e sem falta de nutrientes, cresce a uma velocidade média de um a um e meio centímetro por mês de maneira contínua. A ilusão de que ele estacionou ou demora muito mais acontece devido ao fator encolhimento: enquanto o fio liso cresce reto para baixo, o cabelo crespo e cacheado cresce fazendo voltas sobre si mesmo, demorando mais tempo para apresentar comprimento aparente.
A aplicação de vitaminas ou produtos de uso veterinário no couro cabeludo acelera a transição?
Produtos desenvolvidos para cavalos ou cães possuem um pH completamente diferente da pele humana e ingredientes não testados para nossa derme. O uso constante desses cosméticos não acelera o crescimento natural, causa descamação agressiva e pode levar à queda acentuada. O foco deve ser direcionado unicamente ao fortalecimento com ativos adequados para uso dermatológico em humanos e à boa alimentação, que fornece os blocos de proteína necessários para a construção do fio.


Fonte: Jovem Pan

Costa do Marfim x Equador: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Costa do Marfim e Equador fazem neste domingo (14) sua estreia na Copa do Mundo. A partida será realizada às 20h e vai acontecer no Estádio de Houston, localizado no Texas. 

A Costa do Marfim volta a jogar uma Copa do Mundo depois de ficar 12 anos fora. A última participação tinha sido em 2014, quando o torneio foi realizado no Brasil. Essa será a quarta vez que a seleção da África marca presença na competição. 

Até hoje, os marfinenses ainda não conseguiram superar a fase de grupos. Em 2010, na África do Sul, fez sua campanha mais marcante ao vencer a Coreia do Norte por 3 a 0 e empatar com Portugal, sendo eliminada pelo saldo de gols em um grupo que também contava com o Brasil.

Já o Equador, vai para sua quinta disputa da Copa do Mundo. Todo o histórico da equipe na competição aconteceu neste século. Sua melhor campanha ocorreu na Alemanha, em 2006, quando a equipe se classificou em segundo lugar no grupo e avançou para as oitavas de final, mas foi eliminada pela Inglaterra por 1 a 0.

A equipe conta em seu elenco com cinco jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro. São eles: 

Gonzalo Plata: Atacante do Flamengo

Félix Torres: Zagueiro do Internacional

Ángelo Preciado: Lateral-direito do Atlético-MG

Alan Franco: Volante do Atlético-MG

Alan Minda: Atacante do Atlético-MG

Onde assistir Costa do Marfim x Equador ao vivo

O jogo entre Costa do Marfim e Equador terá transmissão da Jovem Pan no rádio e no Youtube. Com imagens, o jogo será transmitido pelo Sportv, Globo e CazeTV.


Fonte: Jovem Pan

O truque de como preparar pudim de chia para um café da manhã saudável nutritivo e rico em proteínas

Você acorda com o tempo contado, abre a geladeira e encontra uma refeição cremosa, saciante e pronta para consumo imediato. O pudim de chia deixou de ser um prato de nicho para se consolidar como uma ferramenta culinária essencial na rotina de quem busca praticidade logo cedo. Quando enriquecida com as fontes corretas, essa semente miúda se transforma em um creme robusto, garantindo a sustentação necessária até a próxima refeição. O grande desafio, no entanto, é dominar a hidratação exata para que a mistura ganhe a estrutura de uma sobremesa clássica, sem ficar rala demais ou cheia de grumos secos e sem sabor.
Os ingredientes necessários para uma base firme e proteica
Para que o prato sustente a sua manhã de verdade, precisamos ir além da semente e da água. A chia já oferece uma excelente dose de fibras, mas a estrutura do creme pede um reforço para elevar a carga nutricional. O uso de laticínios mais densos ou de suplementos em pó vai garantir que o preparo ganhe corpo e textura, funcionando como uma refeição completa.
Separe os seguintes ingredientes com atenção às medidas caseiras para manter o equilíbrio de líquidos:

4 colheres de sopa rasas de sementes de chia
1 xícara de chá de leite (integral, desnatado ou vegetal, como amêndoa ou aveia)
2 colheres de sopa cheias de iogurte grego natural ou 1 dosador de suplemento proteico (whey protein ou proteína vegetal sabor baunilha)
1 colher de chá de mel ou um fio de xarope de agave
Frutas picadas e castanhas para a finalização

O método prático para alcançar a textura aveludada
O preparo exige pouquíssimo esforço braçal, mas pede uma execução atenta na primeira etapa. Para que a semente inche e solte aquele gel macio, o contato com os ingredientes úmidos precisa ser gradual e muito bem misturado.
1. A mistura inicial dos líquidos
Em uma tigela funda, coloque primeiro o leite e a sua fonte de proteína escolhida. Se estiver usando suplemento em pó, bata vigorosamente com um batedor de arame até que todo o pó seja dissolvido no líquido, formando uma base completamente lisa e sem bolinhas. Só depois adicione o mel ou adoçante.
2. A incorporação da semente
Despeje a chia em formato de chuva sobre o líquido, mexendo suavemente com uma colher ou espátula. A semente vai começar a absorver a umidade quase instantaneamente ao entrar em contato com o leite. Mexa até perceber que os grãos estão distribuídos por igual na tigela, sem se concentrarem apenas no fundo.
3. O tempo de descanso e estrutura
Cubra o recipiente e leve à geladeira. Para que o pudim adquira a firmeza necessária e possa ser consumido de colherada sem pingar, ele precisa gelar por pelo menos quatro horas. O ideal, para garantir a maciez total das fibras, é preparar à noite e deixar descansando durante toda a madrugada.
O grande segredo para a receita não dar errado
O erro mais comum ao preparar esse lanche é misturar tudo e abandonar o pote na geladeira imediatamente. Isso faz com que as sementes afundem e colem umas nas outras, criando um bloco rígido no fundo do recipiente e deixando o líquido ralo e sem graça na superfície.
O verdadeiro pulo do gato acontece nos primeiros dez minutos após o preparo. Após fazer a primeira mistura, deixe o pote descansando na bancada da cozinha em temperatura ambiente por exatos cinco a dez minutos. Você vai notar que a chia começará a formar uma espécie de gelatina e algumas sementes subirão para o topo do líquido. Nesse exato momento, pegue a colher e mexa tudo vigorosamente mais uma vez, quebrando os pequenos aglomerados que tentaram se formar. Somente após essa segunda batida rápida é que a receita deve seguir para o frio da geladeira.
A melhor forma de armazenar e conservar o frescor
A preparação antecipada é o grande trunfo desta receita. Você pode multiplicar as quantidades listadas acima e montar diversos potes de vidro com tampa hermética de uma só vez, cobrindo a sua demanda de café da manhã para a semana inteira. O pudim puro, sem a adição de frutas frescas, mantém sua qualidade e frescor por até cinco dias na geladeira.
Se quiser adiantar as montagens, deixe para colocar os complementos frescos apenas na hora do consumo ou, no máximo, na noite anterior. Frutas como morangos, kiwis ou fatias de banana soltam muita água e podem desandar a cremosidade do creme se ficarem mergulhadas por dias seguidos.
Na hora de servir, retire o pote do frio e finalize o creme com um punhado de amêndoas tostadas ou nozes picadas para trazer contraste e garantir a mastigação. Uma xícara de café coado bem quente cria o balanço de temperatura ideal com o gelado do creme. Bom apetite.


Fonte: Jovem Pan

Curaçao espera “complicar a vida” da Alemanha na estreia na Copa do Mundo

Curaçao está pronta para orgulhar seu povo em sua primeira Copa do Mundo, e seu técnico, o veterano Dick Advocaat, afirma ter um plano para fazer frente à Alemanha, adversária deste domingo (14). 


Fonte: UOL Noticias

Holanda x Japão: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Holanda e Japão fazem neste domingo (14) sua estreia na Copa do Mundo. A partida será realizada às 17h e vai acontecer no AT&T Stadium, na cidade de Arlington, no Texas (EUA).

Veterana de Copas do Mundo, está será a 12º edição da Holanda na competição. Sem nenhum título, a “Laranja Mecânica” chegou ao vice-campeonato em três ocasiões: 1974, 1978 e 2010. O técnico da seleção desde 2023 é Ronald Koeman.

O Japão, desde da edição de 1998, participou de todas as Copas seguintes sendo país-sede em 2002 (quando o Brasil ganhou seu pentacampeonato). A atual Seleção do Japão viveu, durante anos, a fase da construção. Os jogadores como Takefusa Kubo simbolizam essa nova identidade com menos submissão e mais coragem.

Onde assistir Holanda x Japão ao vivo

O jogo entre Canadá e Bósnia e Herzegovina terá transmissão da Jovem Pan no rádio e no Youtube. Com imagens, a partida será transmitida pela TV Globo e SBT (TV aberta), SporTV e N Sports (TV fechada) e da CazeTV e Globoplay (Youtube e streaming).


Fonte: Jovem Pan

Brasil sofre com Marrocos e estreia na Copa do Mundo com empate

A caminhada em busca do hexa da Copa do Mundo iniciou dramática para o Brasil. Neste sábado (13), a seleção verde e amarela empatou por 1 a 1 com Marrocos no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Essa foi a partida de abertura do Grupo C, que ainda tem Haiti e Escócia. As duas seleções ainda se enfrentam na rodada.

A expectativa era de um confronto difícil. Se a equipe brasileira ocupa o sexto lugar do ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa), a marroquina aparece logo atrás e vem de uma semifinal no último Mundial, no Catar.

Notícias relacionadas:Lula pede para seleção do Brasil “jogar com a alma” na Copa do Mundo.Surpresas em reta final de ciclo estão na história do Brasil em Copas.A seleção de Carlo Ancelotti foi dominada na maior parte da etapa inicial e sofreu o gol, em contra-ataque veloz dos africanos. O time brasileiro não se encontrava em campo e errava muito. Vinícius Júnior, porém se destacava. Parecia mais à vontade no jogo e em jogada individual empatou com um belo gol.

O Brasil até teve maior presença ofensiva nos 45 minutos finais, mas sem eficiência suficiente. Mudanças no time no segundo tempo melhoraram a saída de bola e deram mais volume de jogo para a Seleção, mas não o suficiente para virar o jogo. Em um confronto que prometia ser muito equilibrado, a lógica prevaleceu.

Fim do mistério

Ancelotti fez mistério ao longo da semana e evitou dar pistas da escalação nos 15 minutos diários aos quais a imprensa tinha acesso nos treinos. As maiores dúvidas foram sanadas cerca de uma hora e meia antes de a bola rolar, com a divulgação dos titulares. A opção foi por Ibañez no lugar de Wesley, cortado por lesão, e de Igor Thiago no comando do ataque.

Primeiro tempo no lucro

A partida iniciou com Marrocos no controle das ações. A seleção africana ocupou o campo de ataque e pressionou a saída de bola, aproveitando o nervosismo do Brasil, que encontrava dificuldades para trocar passes e cometia erros em sequência. Em 15 minutos, os Leões do Atlas (como é conhecido o time marroquino) já tinham seis chutes, ainda que nenhum de grande perigo, e mais de 55% de posse.

Quando os brasileiros pareciam se encontrar no jogo, veio o gol marroquino. Aos 20 minutos, Bilal El Khannous desarmou Lucas Paquetá, que não conseguiu dominar o passe forte de Ibañez, e deu início ao contra-ataque. O também meia Brahim Diaz recebeu pelo meio e lançou Ismael Saibari. O atacante superou a dupla de zaga na velocidade e tocou por cobertura, na saída de Alisson.

O gol deixou o Brasil ainda mais tenso em campo, sem conseguir ajustar a marcação, frágil e lenta. Marrocos aproveitou e sufocou o time de Ancelotti na defesa. Para complicar, Ibañez e Casemiro receberam cartões amarelos e ficaram pendurados, sob risco de expulsão.

Parecia que somente a qualidade individual recolocaria a seleção brasileira no jogo. E ela veio com Vinícius Júnior. Aos 31, o camisa 7 recebeu do volante Bruno Guimarães na área pela esquerda, driblou o meia Neil El Aynaoui e bateu forte e cruzado para deixar tudo igual. Um belo gol em Nova Jersey.

Melhor do Brasil no jogo, Vinícius Júnior buscou empate com golaço. Empate refletiu o equilíbrio dos dois times. Foto: REUTERS/Dylan Martinez/Proibida reprodução

Mais calmos, os brasileiros conseguiram equilibrar o jogo e trocar mais passes. Marrocos não abdicou do ataque, mas a partida perdeu intensidade. A melhor chance antes do intervalo foi um voleio de Lucas Paquetá, dentro da área pela direita, após cruzamento de Douglas Santos pela esquerda, que o goleiro Yassine Bono defendeu.

Brasil melhora

Para o segundo tempo, Ancelotti trocou os amarelados Ibañez e Casemiro para entradas de Danilo e Fabinho. Mais ligado, o Brasil voltou do intervalo se lançando a frente, conseguindo diminuir o espaço de Marrocos. Aos seis minutos, na sequência de uma cobrança de lateral rápida pela esquerda, Igor Thiago recebeu na área e chutou forte, em cima de Bono, que espalmou no susto. Foi o único lance de perigo do camisa 25 na partida.

Atrás de mais mobilidade no setor ofensivo, o técnico italiano fez outras duas mudanças, tirando Igor Thiago, que errou praticamente tudo no jogo, e Lucas Paquetá. No lugar deles, entraram Matheus Cunha e Luiz Henrique. Por fim, Bruno Guimarães deu lugar a Danilo Santos.

Com as alterações, o Brasil tomou conta do campo marroquino, mas sem conseguir acertar o último passe, ou seja, concluir com efetividade. Rafinha, outro que acertou pouco na partida, ainda teve a chance da redenção na reta final do jogo. Recebeu de Vinícius Júnior na grande área, com espaço, mas não acertou em cheio o chute, que parou nas mãos de Bono.

Nos instantes finais, os Leões do Atlas ainda obrigaram Alisson a duas grandes defesas. Primeiro, em chute de El Aynaoui de fora da área. Depois, antecipando-se ao atacante Ayoube Amaimouni no rebote na pequena área, salvando a seleção canarinho da derrota.

O próximo compromisso será na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. No mesmo dia, mas às 19h, Marrocos pega a Escócia no Gillette Stadium, em Boston.


Fonte: Feed Últimas

Suíça desperdiça chances e Catar arranca empate no fim pelo Grupo B

A máxima do futebol do “quem não faz, toma” se fez presente no jogo que finalizou a primeira rodada do Grupo B da Copa do Mundo. Neste sábado (13), Suíça e Catar empataram por 1 a 1 no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia (Estados Unidos).

Os suíços desperdiçaram várias oportunidades ao longo da partida. Foram 26 chutes, mas apenas sete em direção a meta catari. Com bem menos finalizações (sete, quatro no gol), a equipe asiática conseguiu a igualdade nos acréscimos da etapa final e somou seu primeiro ponto da história em um Mundial. Sede da edição anterior, a seleção do país perdeu os três jogos que fez em 2022.

Notícias relacionadas:Herói na estreia dos EUA na Copa, Balogun nasceu no país por acaso.No segundo dia de Copa, EUA vence e Canadá empata.Canadá e Bósnia ficam no empate na estreia na Copa: 1 a 1.Com um ponto cada, Suíça e Catar se igualam a Canadá, outro anfitrião da Copa, e Bósnia e Herzegovina, que ficaram no 1 a 1 na última sexta-feira (12), no Toronto Field. Foi o primeiro jogo de Mundial em solo canadense na história.

O Grupo B prossegue na próxima quinta-feira (18). Às 16h (horário de Brasília), a Suíça joga novamente na Califórnia, mas em Los Angeles, no SoFi Stadium, contra a Bósnia. Mais tarde, às 19h, o Catar vai ao Canadá encarar os donos da casa no BC Place Stadium, em Vancouver.

Relógios suíços costumam significar precisão, eficiência. O mesmo não pôde ser dito sobre a seleção de futebol alpina, em que pese a vantagem no marcador ao final do primeiro tempo. Os europeus finalizaram 14 vezes nos 45 minutos iniciais, sendo 12 dentro da área, mas balançaram as redes somente em uma cobrança de pênalti.

Aos 13 minutos, o goleiro Mahmoud Abunada chegou atrasado na dividida em cima do volante Remo Freuler, dentro da área. Após três minutos de análise da arbitragem de vídeo (VAR) sobre a marcação ou não de impedimento, o atacante Breel Embolo bateu ​e mandou para as redes.

Com o jogo sob controle, a Suíça passou a cadenciar as ações para evitar maior desgaste por conta do forte calor em Santa Clara. O Catar, por sua vez, tentava sair em velocidade quando tinha a posse da bola, mas esbarrava na própria limitação técnica e na marcação dos europeus, quase sempre em superioridade numérica.

Quando a vitória suíça parecia encaminhada, veio a punição pelas oportunidades desperdiçadas. Nos acréscimos, aos 49 minutos da etapa final, o zagueiro Boualem Khoukhi apareceu na área e, de cabeça, fez o gol que explodiu a torcida catari presente na Califórnia, garantindo o empate.


Fonte: Feed Últimas

Seleção brasileira masculina vai à semifinal do Mundial de goalball

Não é somente no futebol que o Brasil quer conquistar o mundo em 2026. Neste sábado (13), a seleção masculina de goalball – modalidade praticada por atletas com deficiência visual – se classificou à semifinal do Campeonato Mundial de Hanghzou (China).

Os brasileiros superaram a Ucrânia por 7 a 1 e enfrentam os donos da casa neste domingo, às 4h (horário de Brasília). O canal da Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA, na sigla em inglês) no YouTube transmite ao vivo.

Notícias relacionadas:Brasil é campeão das Américas no goalball masculino e no feminino .No goalball, são três atletas de cada lado. Todos usam vendas, para evitar que aqueles de baixa visão tenham vantagem sobre os totalmente cegos. A bola tem um guizo, que permite aos jogadores escutarem onde ela está para poderem defender os arremessos.

São dois tempos de 12 minutos, mas acaba antes se uma das equipes abrir dez gols de diferença.

A vitória brasileira teve gols de André (três), Leomon (dois), Parazinho e Paulo. O triunfo teve gosto de revanche. Os quatro artilheiros fizeram parte da seleção medalhista de bronze na Paralimpíada de Paris (França), em 2024, superada pela própria Ucrânia na semifinal.

Atual tricampeão mundial, o Brasil é o país com mais títulos da competição entre os homens. Se vencer a China na reedição da última final e se classificar à decisão, a seleção já garante vaga para os Jogos de Los Angeles (Estados Unidos), em 2028, para buscar o segundo ouro paralímpico na história. O primeiro veio em Tóquio (Japão), em 2021.

O Brasil também esteve representado nas quartas de final do Mundial feminino, que ocorre simultaneamente ao masculino em Hanghzou. A seleção verde e amarela não resistiu à Turquia, atual campeã, mas ainda pode buscar a vaga paralímpica nos Jogos Parapan-Americanos de Lima (Peru), em 2027.

Após um empate emocionante por 4 a 4 no tempo normal, com Victória Amorim (dois), Jéssica e Moniza marcando os gols brasileiros, a decisão da classificação à semifinal foi para os pênaltis – no goalball, o atleta de um time arremessa e o da outra equipe tenta defender sozinho. As turcas, campeãs paralímpicas em Paris, fizeram 3 a 2 e levaram a melhor.


Fonte: Feed Últimas