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Shakira, Madonna e Anitta: saiba quais são as atrações da Copa do Mundo

Foram anunciados todos os artistas que se apresentarão na cerimônia de abertura do primeiro jogo da Copa do Mundo que acontece nos Estados Unidos, Canadá e México e tem início no dia 11 de junho com o confronto entre México e África do Sul.
No dia 11 de junho o show de abertura na Cidade do México contará com os cantores J Balvin, Belinda, Maná, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Alejandro Fernández, Danny Ocean.
Já a diva pop Katy Perry, o rapper Future, a integrante do BLACKPINK Lisa, a sul-africana Tyla, o cantor nigeriano Rema e a brasileira Anitta serão as atrações principais da abertura que acontece nos EUA no dia 12 de junho, no SoFi Stadium, em Inglewood, na Califórnia.
Também no dia 12 de junho, Alanis Morissette, Michael Bublé, Alessia Cara, Jessie Reyez, Elyanna, Nora Fatei, Sanjoy, Vegedream e William Prince farão o abertura da cerimônia em Toronto, no Canadá.
Já no encerramento, a colombiana Shakira, Madonna e o grupo de k-pop BTS serão os responsáveis por protagonizar o primeiro show do intervalo durante a final do campeonato no dia 19 de julho no New York New Jersey Stadium (MetLife Stadium).


Fonte: Jovem Pan

Avião cai perto da Flórida; 11 pessoas são resgatadas após horas à deriva no mar

Onze pessoas foram resgatadas com vida após a queda de um avião particular no mar, próximo à costa da Flórida. O acidente aconteceu durante um voo entre ilhas das Bahamas, e os passageiros passaram horas à deriva até serem localizados em um bote salva-vidas.
De acordo com autoridades americanas, o grupo conseguiu acionar um sinalizador de emergência após a aeronave cair no oceano, o que ajudou as equipes de busca a encontrarem os sobreviventes. O resgate foi realizado pela Guarda Costeira dos Estados Unidos, com apoio da Força Aérea.
As 11 pessoas foram encaminhadas para atendimento médico após o salvamento. Até o momento, as causas da queda da aeronave estão sendo investigadas pelas autoridades de aviação dos EUA.


Fonte: Jovem Pan

Trocas de mensagens apontam que agente da PF se oferecia para prestar serviços a grupo de Vorcaro

Trocas de mensagens entre participantes do núcleo “A Turma” apontam que um agente da Polícia Federal alvo da 6ª fase da Operação Compliance Zero se oferecia para prestar mais serviços ilegais ao grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro.
As informações sobre as mensagens apreendidas pela PF estão na decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que autorizou a operação nesta quinta-feira (14).
Segundo as investigações da PF, “A Turma” era o núcleo que realizava ameaças violentas a adversários de Daniel Vorcaro.
No documento, Mendonça destaca um apontamento feito pela Polícia Federal sobre conversa entre o policial federal Anderson Wander da Silva Lima, que trabalhava na Delegacia Especial de Polícia Federal no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, e Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado, integrante do grupo “A Turma”.
Henrique Vorcaro, pai de Daniel, é levado para IML após ser preso pela PF
A PF aponta que Anderson Wander Lima vinha atuando junto a Marilson desde agosto de 2023 de forma “estável”, sempre repassando informações sigilosas que lhe eram solicitadas.
“Os elementos até aqui coligidos revelam, em juízo de delibação, atuação de especial gravidade de Anderson Wander da Silva Lima. […] Nessa condição, detinha acesso privilegiado, atual e funcional aos bancos de dados oficiais, sendo precisamente por isso constantemente acionado por Marilson e, em tese, financeiramente retribuído”, aponta a decisão de Mendonça.
Após um primeiro trabalho realizado no começo de agosto de 2023, o agente da PF, no mês de setembro, enviou um áudio para Marilson dizendo que gostaria de fazer uns “trabalhinhos”.
“Em 20/09/2023, Anderson Wander enviou áudio dizendo, em síntese, que estava ‘fedendo’, que precisava de alguma ‘coisinha boa’ e que gostaria de fazer uns ‘trabalhinhos’”, afirmou a decisão.
Naquele momento, Marilson respondeu que “um negócio” surgiria no mês seguinte, possivelmente no Rio, e que precisaria do apoio “de vocês ai”, se referindo a prestação de serviço feita pelo agente da PF.
“Esse trecho, em juízo sumário, revela que Anderson não era mero executor de uma consulta ou outra, mas alguém integrado a circuito de demandas futuras e com expectativa de remuneração, prestando-se a atuar reiteradamente em favor da organização”, afirma Mendonça.
Em outubro, Marilson procurou Anderson novamente para saber se uma pessoa ainda estaria no Chile. A decisão não detalha quem era a pessoa e nem se a informação foi confirmada, apenas anota que a demanda havia sido resolvida.
Agente foi repreendido por membro da ‘Turma’
Operação Compliance Zero: Polícia Federal cumpre mandados de prisão e busca e apreensão em MG, SP e RJ nesta quinta-feira (14)
TV Globo
Em fevereiro de 2024, Marilson solicitou que o agente da PF fornecesse informações de um inquérito policial sobre crime financeiro relacionado a Daniel Vorcaro.
Prontamente, o agente demandou outros “três colegas” da Polícia Federal e conseguiu acesso ao inquérito policial.
Entretanto, ao enviar para Marilson, o agente da PF foi repreendido por ter encaminhado o acesso integral ao processo. Marilson queria apenas informações “sucintas” do documento.
Uma semana depois, Marilson procura Anderson Wander novamente para obter informações a respeito de uma intimação recebida pelo pai do banqueiro, Henrique Vorcaro, preso na operação desta quinta-feira (14).
“Esses fatos revelam, em tese, que Anderson era acionado não apenas para consultas cadastrais simples, mas também para sondar investigações policiais sigilosas de interesse direto do núcleo Vorcaro, inclusive mobilizando sua rede de confiança dentro da corporação”, afirmou Mendonça.


Fonte:

g1 > Política

PF aponta que Vorcaro pagou ‘bônus de final de ano’ para membros da ‘Turma’, grupo que intimidava desafetos

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que autorizou a 6ª fase da operação Compliance Zero, nesta quinta-feira (14), aponta que Daniel Vorcaro pagou um “bônus de final de ano” para os milicianos integrantes do grupo “A Turma”.
“A autoridade policial destaca que esse pagamento é compatível com o bônus de final de ano que Daniel Vorcaro teria destinado à ‘Turma”, apontou o documento.
Segundo as investigações, o braço miliciano de Vorcaro se dividia em dois grupos:
“A Turma”, que era o núcleo responsável por fazer ameaças a adversários do banqueiro;
e o grupo “Os Meninos”, que realizava ataques cibernéticos, invasões a sistemas, derrubada de perfis, inclusive, fazia monitoramento telefônico ilegal.
PF mira grupos ligados a Vorcaro que intimidavam pessoas e invadiam sistemas
De acordo com as investigações da Polícia Federal, em dezembro de 2025, Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado e integrante do grupo, pediu a chave pix de Anderson Wander da Silva Lima, que trabalhava na Delegacia Especial de Polícia Federal no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão.
Segundo a PF, Marilson também prestava serviços para “A Turma”.
“Marilson realizou pagamento a Anderson, pedindo sua chave pix para enviar uma ‘oferenda’, efetivada no dia seguinte”, apontou a denúncia.
Modo operacional
Os suspeitos participavam do núcleo chamado de “A Turma”, voltado para a prática de ameaças, intimidações presenciais, coerções, levantamentos clandestinos, obtenção de dados sigilosos e acessos indevidos a sistemas governamentais a favor dos interesses de Vorcaro.
Este grupo integrava a estrutura paralela de vigilância supostamente comandada pelo banqueiro, que está preso.
De acordo com a PF, o grupo liderado por Marilson Roseno da Silva era usado pelo pai de Vorcaro para demandar vantagens ilícitas. Investigadores apontam que ele também era o operador financeiro dos pagamentos.
Em troca de mensagens com a então namorada, Vorcaro diz que negócio de banco é igual a máfia
Jornal Nacional/ Reprodução
Entre os integrantes da Polícia Federal investigados estão:
Sebastião Monteiro Júnior, policial federal aposentado (alvo de mandado de prisão);
Anderson Wander da Silva Lima, policial federal da ativa lotado na Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro (alvo de mandado de prisão);
Valéria Vieira Pereira da Silva, delegada da PF (alvo de buscas e afastada do cargo, proibida de manter contato com integrantes da corporação); e o marido dela, Francisco José Pereira da Silva, policial federal aposentado (alvo de mandado de busca e apreensão).
Valéria e Francisco, segundo investigadores, atuavam no repasse de informações sigilosas para Marilson Roseno a partir de consultas realizadas no sistema e-Pol, plataforma interna utilizada pela corporação.
A decisão também cita Manoel Mendes Rodrigues, apresentado como “empresário do jogo” do bicho no Rio de Janeiro e apontado como líder de um braço local do grupo.


Fonte:

g1 > Política

PGR denuncia quatro pessoas por atraírem brasileiros ao Camboja para aplicar golpes; veja relatos

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou quatro homens identificados como os responsáveis por aliciar brasileiros que foram levados ao Camboja com promessas de emprego, mas que acabaram obrigados a trabalhar, em regime de escravidão, para uma rede comandada por chineses dedicada a aplicar golpes pela internet (Veja abaixo relatos e como funcionava o esquema).
Três brasileiros e um cidadão chinês foram denunciados por tráfico internacional de pessoas para fins de trabalho escravo e organização criminosa.
Dois deles estão presos na China. O governo brasileiro já formalizou pedido de extradição dos dois para o Brasil. Não há informação sobre a situação dos outros denunciados.
Vídeos em alta no g1
A denúncia aponta que ao menos outras três pessoas, todos cidadãos chineses, também faziam parte do esquema. A investigação chegou aos apelidos pelos quais eram conhecidos, mas não descobriu as identidades verdadeiras.
Os crimes aconteceram ao longo de 2022. De acordo com a denúncia, à qual a TV Globo teve acesso, pelo menos 17 brasileiros foram vítimas do grupo.
Esse número, porém, pode ser maior. Uma dessas vítimas relatou em depoimento à Polícia Federal ter visto entre 50 e 60 brasileiros trabalhando para o esquema no Camboja.
Oferta de emprego e custos pagos
A denúncia traz o relato de 17 vítimas brasileiras. Parte delas disse que entrou em contato com os aliciadores após verem ofertas de emprego em redes sociais, como Instagram e Facebook. Outra parte das vítimas afirma que já conhecia os aliciadores.
As vítimas recebiam oferta de uma viagem ao Camboja, com tudo pago, incluindo passagens aéreas, alimentação e a estadia no hotel de luxo White Sand Palace, na cidade de Sihanoukville, durante todo o tempo do contrato.
Sem dar detalhes, os aliciadores diziam às vítimas que elas trabalhariam com a venda de produtos financeiros, bitcoins ou marketing. Para isso, receberiam US$ 900 mensais (cerca de R$ 4.500 na cotação atual), além de comissões que poderiam chegar a 18% em caso de sucesso nas vendas.
As vítimas relataram que os aliciadores as convenciam de que se tratava de um negócio legítimo. Para isso, mostraram fotos do hotel onde se hospedariam e trabalhariam, apresentaram e assinaram contrato de trabalho, e até pagaram pela emissão dos passaportes e compra das malas.
Essas vítimas contaram ainda que, no dia da viagem, os aliciadores as receberam no aeroporto, repassaram os bilhetes pagos e transferiram a elas dinheiro para despesas com alimentação ao longo do trajeto.
As dificuldades começaram durante a viagem, com escalas em vários países, como Alemanha, Turquia, Catar, Emirados Árabes e Tailândia, antes da chegada ao Camboja.
Uma das vítimas contou que a viagem do Brasil até o Camboja durou seis dias. Outro disse que ficou preso na Alemanha, e que passou três dias no aeroporto, por ter perdido uma conexão.
Sede da Procuradoria-Geral da República, em Brasília
João Américo/PGR
De acordo com a denúncia, um grupo de brasileiros aliciados teve negada a entrada no Camboja e acabou deportado para a Tailândia.
Lá, eles permaneceram detidos por uma semana e foram obrigados a pagar uma taxa por ocuparem a cela. Foram soltos e conseguiram voltar ao Brasil com a ajuda da embaixada.
Chegada no Camboja
As vítimas disseram que, ao chegarem ao Camboja, ainda dentro do avião, foram abordadas por um funcionário do aeroporto que recolheu seus passaportes, que foram devolvidos carimbados.
Além disso, foram dispensados de passar pela imigração.
Em seguida, foram levados de van para o White Sand Palace, onde passariam a morar e trabalhar. Lá, foram recebidos por outros brasileiros, a quem se referiram como “líderes”.
Nas primeiras semanas, passaram por treinamento e quando foram apresentados ao trabalho, descobriram que, na verdade, haviam sido contratados para aplicar golpes em outros brasileiros, pela internet.
Condições degradantes e multas
As vítimas relataram que tinham o passaporte retido pelos empregadores e eram obrigadas a trabalhar durante a noite e a madrugada, 12 horas por dia, duas a mais do que estava previsto no contrato firmado ainda no Brasil.
Essa jornada, porém, poderia ser ainda maior se os chefes entendessem que a produtividade havia ficado abaixo da esperada no dia.
Todas elas relataram que os empregadores forneciam material de higiene e comida, que era de péssima qualidade.
Disseram ainda que precisavam de autorização para deixar o hotel, e que essas saídas, quando permitidas, eram feitas obrigatoriamente na companhia de um dos “líderes” e com horário de retorno ao hotel.
As vítimas também afirmaram que outra condição para poderem deixar o hotel era que tirassem fotos de seus pés e enviassem aos supostos patrões.
As vítimas também contaram que dificilmente recebiam o salário combinado, de US$ 900, devido a descontos feitos pelos empregadores que alegavam faltas cometidas.
Segundo eles, deslocamentos ao banheiro sem autorização, permanência no banheiro por mais de cinco minutos, pequenos atrasos para começar o trabalho ou então deixar de desligar o aparelho de ar-condicionado do quarto eram faltas que rendiam descontos.
As vítimas relataram que esses descontos variavam de US$ 200 a US$ 300 por mês, mas chegaram a ser bem maiores. Uma delas informou que, em um dos meses, recebeu US$ 400, menos da metade do salário combinado, devido às punições.
“Projetos”
As vítimas relataram que logo que começavam a trabalhar eram apresentadas a um dos dois “projetos” do grupo criminoso. Esses “projetos” eram, na verdade, dois esquemas diferentes de golpes aplicados contra brasileiros pela internet.
Os brasileiros disseram que eram obrigados a criar perfis falsos para interagir com lojistas e convencê-los a vender seus produtos em uma plataforma de compras.
De acordo com os relatos, integrantes do esquema simulavam compra de produtos. Os comerciantes eram então informados pelos golpistas que precisariam transferir um valor para garantir a entrega do produto. Em seguida, o lojista era desconectado da plataforma e perdia o dinheiro transferido.
O outro “projeto” se tratava de uma plataforma de investimentos. De acordo com os relatos, os brasileiros atraíam as vítimas com promessas de ganhos altos e imediatos.
Inicialmente os criminosos entregavam os ganhos prometidos, como meio de convencer as vítimas a aplicarem mais dinheiro. Quando isso acontecia, o dinheiro desaparecia.
Nesse caso, os brasileiros relataram que foram obrigados pelos criminosos a atrair parentes e amigos para o golpe. Um dos brasileiros disse que convenceu a própria mãe a investir na plataforma, que perdeu R$ 2.300.
Segundo a investigação, essas transferências eram feitas para a empresa Umbrella Importações Ltda. Depois, o dinheiro das vítimas dos golpes era convertido pelos criminosos em criptoativos.
Volta ao Brasil
O relato das vítimas aponta que o esquema ilegal operado a partir do hotel White Sand Palace passou a chamar a atenção da polícia do Camboja no fim de 2022. E que isso teria levado os chefes a liberarem os brasileiros.
Uma das vítimas disse que foi expulso do hotel após uma fiscalização policial.
Outra contou que os problemas para o grupo criminoso começaram a aumentar depois que um político brasileiro foi vítima de um dos golpes aplicado pela quadrilha. E que isso levou os últimos brasileiros aliciados pelo esquema a serem liberados.
As vítimas contaram ainda que precisaram da ajuda de parentes e até de ONGs para conseguir dinheiro para comprar passagem e voltar ao Brasil.


Fonte:

g1 > Política

A rede criminosa de Vorcaro e o dinheiro para o filme sobre Bolsonaro – O Assunto #1720

Na manhã dessa quinta-feira (14), a Polícia Federal realizou a sexta fase da Operação Compliance Zero, que investiga as fraudes financeiras ligadas ao Banco Master. Os agentes prenderam o pai de Daniel, Henrique Moura Vorcaro, acusado de operar uma estrutura criminosa dedicada à vigilância ilegal e intimidação de desafetos. Além dele, mais seis suspeitos foram alvos de mandados de prisão preventiva – entre eles dois agentes da PF. A investigação revela a infiltração da quadrilha na própria corporação e as conexões de Vorcaro com o jogo do bicho e com a milícia no Rio de Janeiro. No mesmo dia, foi revelado que a PF também apura o destino do dinheiro que o dono do Banco Master colocou para financiar o filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro – há a suspeita de que tenha sido usado para bancar as despesas do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro nos EUA, onde mora há mais de um ano.
Neste episódio, Victor Boyadjian conversa com Camila Bomfim. A jornalista detalha as conexões criminosas de Vorcaro reveladas pela operação da PF e explica quais são as suspeitas que pairam sobre o dinheiro que liga do dono do Master ao filme.
Convidada: Camila Bomfim, apresentadora da GloboNews e colunista do g1.
O que você precisa saber:
Pai de Daniel Vorcaro é preso pela PF em nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga caso Master
Quem são ‘A Turma’ e ‘Os Meninos’, grupos alvos da nova fase da Compliance Zero que intimidavam pessoas e invadiam sistemas
Vorcaro tinha aliados dentro da PF que intimidavam e forneciam dados sigilosos
PF apura ligação de Vorcaro com membros do jogo do bicho e da milícia no RJ
PF apura se dinheiro de Vorcaro foi usado para bancar Eduardo Bolsonaro nos EUA
Flávio Bolsonaro diz que dinheiro pago por Vorcaro para filme foi para fundo de advogado do irmão Eduardo
STF tenta há mais de um mês intimar Mário Frias para explicar emenda para ONG ligada à produtora do filme de Bolsonaro
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti , Stéphanie Nascimento e Guilherme Gama. Apresentação: Victor Boyadjian.
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
PF afirma que pai de Daniel Vorcaro tinha ligação com jogo do bicho e milícia do Rio e que usava essa conexão para ameaçar desafetos do filho
Jornal Nacional/ Reprodução


Fonte:

g1 > Política

STF tenta intimar Mario Frias há um mês por emenda para filme sobre Bolsonaro

Há mais de um mês, oficiais de justiça tentam cumprir uma determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e intimar o deputado federal Mário Frias (PL-SP) a prestar esclarecimentos sobre supostas irregularidades na destinação de emendas parlamentares a empresas da produtora artística responsável pelo filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, a obra Dark Horse.
Em 21 de março, o ministro Flávio Dino deu cinco dias para o parlamentar responder à denúncia da também deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). Tabata acusa Frias de ter destinado ao menos R$ 2 milhões à organização não governamental (ONG) Academia Nacional de Cultura (ANC), presidida pela empresária Karina Ferreira da Gama.
Karina também está à frente de outras entidades e empresas, como o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Go Up Entertainment, responsável por produzir o filme biográfico sobre Bolsonaro, previsto para estrear nos cinemas brasileiros em meados de setembro, semanas antes do primeiro turno das eleições.
Segundo os autos da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 854, a oficial de Justiça Federal encarregada de intimar Frias esteve no gabinete do deputado, na Câmara dos Deputados, em Brasília, em ao menos três ocasiões entre março e abril. Em todas as vezes, foi atendida por assessores parlamentares que informaram que Frias estaria em São Paulo, em compromissos de campanha, e que não demonstraram “interesse em informar a agenda do parlamentar”.
Emendas
A denúncia apresentada por Tabata Amaral foi motivada por uma reportagem de dezembro de 2025, do site The Intercept Brasil. Segundo a publicação, a Academia Nacional de Cultura foi contemplada com R$ 2,6 milhões oriundos de emendas parlamentares destinadas por deputados federais filiados ao Partido Liberal (PL), sigla do ex-presidente Bolsonaro. Além de Frias, são citados os deputados Bia Kicis e Marcos Pollon.
Também intimados por Dino, Bia e Pollon entregaram ao ministro seus esclarecimentos dentro do prazo estipulado. O deputado admitiu ter destinado R$ 1 milhão para a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo viabilizar, por intermédio da Go Up Entertainment, “a produção da série documental intitulada Heróis Nacionais – Filhos do Brasil que não se rendem”.
Contudo, segundo o deputado, devido à “incapacidade da entidade beneficiária de cumprir requisito técnico essencial”, o projeto não avançou e ele redirecionou os recursos para a área da saúde, “especificamente em favor do Hospital de Amor de Barretos” (SP).
Bia Kicis também admitiu ter destinado R$ 150 mil em recursos públicos para a realização da série Heróis Nacionais, citada por Pollon. E, assim como o deputado, pondera que a indicação não foi executada
A deputada classifica a petição de Tabata Amaral como “maldosa” por, “indevidamente”, associar sua emenda “a supostas irregularidades e desvios de finalidade”, não havendo “qualquer conexão entre a emenda [parlamentar] e a obra cinematográfica Dark Horse”.


Fonte: Jovem Pan

Mega-Sena: prêmio acumula e vai a R$ 65 milhões

Nenhum apostador acertou as dezenas sorteadas do concurso 3008 da Mega-Sena. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 115 milhões para o próximo sorteio.
Os números sorteados neste quinta-feira (14) foram: 11 – 12 – 14 – 20 – 42 – 44.

5 acertos: 50 apostas ganhadoras, R$ 43.872,17
4 acertos: 3.762 apostas ganhadoras, R$ 961,14

O prêmio estimado para este concurso era de aproximadamente R$ 60 milhões.
Como apostar na Mega-Sena? 
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) de sábado (16) em qualquer casa lotérica credenciada, ou pelo site e aplicativo da Caixa. Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 19h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.


Fonte: Jovem Pan

Pai é preso por suspeita de estuprar filha de 12 anos com ajuda do filho adolescente

Um homem foi preso por estuprar a filha de 12 anos com a ajuda de um filho adolescente que também abusava sexualmente da irmã, em Santa Rita de Cássia, no interior da Bahia. A prisão do suspeito, um idoso de 72 anos, aconteceu nesta quarta-feira (13).
O filho de 16 anos, irmão da vítima, foi apreendido. Os crimes aconteceram durante ao menos seis meses e foram descobertos após intervenção do Conselho Tutelar. Os nomes de pai e filho não foram divulgados, o que impossibilitou o contato com a defesa deles. A família reside em um bairro distante 15 km do centro da cidade, de 27 mil habitantes, que fica a cerca de 1 mil km da capital, Salvador. O Conselho Tutelar interveio após receber denúncias sobre os possíveis crimes.
Um exame pericial confirmou que a menina foi vítima de violência sexual. A investigação apurou que pai e filho estavam mancomunados e se revezavam na violência sexual contra a filha e irmã. A criança foi afastada da casa e está sendo acompanhada pelo Conselho Tutelar e pela rede de atendimento psicossocial da prefeitura local.
Segundo a polícia, a mãe da menina também será investigada por possível omissão na proteção da criança. A Polícia Civil representou pela prisão preventiva do homem e pela apreensão do adolescente, medidas autorizadas pela Justiça.
“Após o cumprimento das ordens judiciais, os envolvidos foram apresentados na unidade policial e permanecem à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar possíveis envolvidos”, diz a Polícia Civil. O processo tramita sob segredo de Justiça.
De acordo com a polícia, pai e filho são investigados, respectivamente, pelos crimes de estupro de vulnerável e ato infracional análogo ao mesmo crime.
Alerta: texto aborda temas sensíveis como violência infantil, violência sexual e estupro de vulnerável. Se você se identifica ou conhece alguém que está passando por esse tipo de problema, ligue 100 ou 190, e denuncie.


Fonte: Jovem Pan

Vitória x Flamengo: assista ao vivo à transmissão da Jovem Pan

Vitória e Flamengo se enfrentam nesta quinta-feira (14), às 21h30, em jogo válido pela Copa do Brasil. A Jovem Pan apresenta todas as emoções do duelo ao vivo, com narração de Fausto Favara, comentários de Bruno Prado e reportagem de Guilherme Silva no YouTube.
Assista à transmissão ao vivo


Fonte: Jovem Pan