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O que polícia sabe sobre a morte da GCM na Rodovia dos Imigrantes

A morte da guarda civil metropolitana Sara Andrade dos Reis, de 34 anos, encontrada na Rodovia dos Imigrantes neste domingo (19), em São Paulo, está sendo investigada como latrocínio — roubo seguido de morte. Inicialmente, a Polícia Militar foi acionada para atender a uma ocorrência de acidente de trânsito, mas, ao chegar ao local, constatou que a agente havia sido baleada.
Sara Andrade pilotava uma motocicleta quando foi abordada por criminosos. Durante a ação, ela foi atingida por disparos de arma de fogo, e sua arma funcional foi levada. A principal linha de investigação aponta para a atuação de um grupo especializado em roubos de motos na Zona Sul da capital paulista.
O caso está sob responsabilidade da Polícia Civil, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo as autoridades, já há pistas sobre os suspeitos, que vinham sendo investigados anteriormente por crimes semelhantes na região. Nesse momento a polícia realiza abordagens.
A perícia foi realizada no local do crime, e agora os investigadores trabalham no cruzamento de dados obtidos por câmeras de segurança e radares inteligentes, que identificam placas de veículos, para confirmar a participação dos suspeitos no crime.
Sara Andrade integrava a Guarda Civil Metropolitana havia três anos. Ela ingressou na corporação em 3 de fevereiro de 2023 e atuava como agente de terceira classe na Inspetoria Regional do Jabaquara. Ao longo da carreira, dedicou-se a serviços voltados à proteção da população.
Em nota oficial, a Guarda Civil Metropolitana lamentou a morte da agente e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho. A instituição destacou o reconhecimento pela contribuição prestada por Sara à corporação.
O corpo da agente está sendo velado no Cemitério do Araçá, em São Paulo. O sepultamento está previsto para ocorrer ainda nesta segunda-feira (20), após as 13h.


Fonte: Jovem Pan

6 dicas para aproveitar espaços pequenos com conforto e eficiência

Nas grandes cidades, casas e apartamentos pequenos têm se tornado cada vez mais comuns, sendo excelentes alternativas para jovens profissionais, estudantes, pessoas solteiras ou casais que buscam um estilo de vida prático e dinâmico. No entanto, mesmo com a limitação de espaço nesses imóveis, é possível conciliar conforto e eficiência.
Para a arquiteta Mariana Bamont, o segredo está em unir planejamento inteligente, soluções funcionais e boas escolhas estéticas, criando espaços que atendam às necessidades da rotina e, ao mesmo tempo, transmitam personalidade e bem-estar.
Erros mais comuns ao organizar pequenos espaços
O excesso de decorações pequenas é um dos erros mais frequentes em espaços menores: elas poluem visualmente e tiram a sensação de respiro. Bloquear passagens com móveis grandes ou mal posicionados também compromete a fluidez. “Em ambientes pequenos, organização visual é essencial. Uma circulação bem planejada garante conforto, leveza e um uso muito mais funcional do espaço”, explica Mariana Bamont.
Móveis multifuncionais: aliados dos espaços compactos
Planejados de forma estratégica, os móveis multifuncionais otimizam espaços, melhoram a circulação e atendem a diferentes necessidades em um único móvel. Veja algumas sugestões por ambiente:

Sala: estantes que dividem e armazenam, rack que vira mesa e mesas de centro com baú;
Quarto: camas com baú ou gavetões, escrivaninhas dobráveis e armários com canto de estudo integrado;
Escritório/home office: bancadas retráteis e mesa acoplada à marcenaria;
Cozinha: bancadas extensíveis, armários com divisórias otimizadas e nichos embutidos;
Varanda: bancos com baú e mesas dobráveis integradas à parede ou guarda-corpo;
Entrada/hall: sapateiras que funcionam como banco e painéis com cabideiro, espelho e nichos.

Integração, boa circulação, iluminação e cores contribuem para a sensação de amplitude dos ambientes Projeto: Mariana Bamont Arquitetura | Imagem: Carina Borelli
Conforto e praticidade em imóveis pequenos
Para Mariana Bamont, é totalmente possível aliar conforto e praticidade em metragens reduzidas. Com planejamento e escolhas inteligentes, fatores como integração de ambientes, boa circulação, iluminação e cores contribuem para a sensação de amplitude. “Um imóvel pequeno pode ser tão confortável quanto um grande, muitas vezes até mais prático e fácil de manter”, afirma.
Dicas para transformar qualquer espaço
Independentemente da metragem, todo espaço tem potencial para ser mais funcional e bem aproveitado. Algumas soluções fazem toda a diferença:

Entrada organizada: chapelarias, sapateiras e espaços para objetos de uso diário facilitam a rotina e evitam bagunça;
Lavanderia otimizada: espaço para itens grandes, cestos integrados e nichos verticais, sem abrir mão da estética;
Armazenamento inteligente: armários até o teto, marcenaria contínua e móveis com dupla função;
Integração de ambientes: unir sala, cozinha e varanda cria layouts mais fluidos e amplia visualmente o espaço;
Revisão da planta: reposicionar paredes, portas ou circulações pode gerar mais armazenamento e melhorar a funcionalidade sem grandes obras;
Personalização: cada projeto considera os hábitos e a rotina dos moradores para garantir um resultado prático, confortável e sob medida.

Por Mônica Alonso


Fonte: Jovem Pan

Não é normal: 6 sinais de endometriose que costumam ser ignorados

Dor que imobiliza, cansaço inexplicável e desconforto durante o período menstrual são sinais que podem esconder um problema mais sério: a endometriose, que afeta cerca de 190 milhões de mulheres no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, a estimativa é de que uma em cada dez mulheres conviva com a doença.
O grande desafio, entretanto, não é apenas o tratamento, mas a percepção dos sintomas. Por serem frequentemente confundidos com mal-estares rotineiros do ciclo menstrual, muitas pacientes demoram entre sete e 10 anos para receberem o diagnóstico correto, período em que a doença pode evoluir e comprometer órgãos vitais.
Principais sintomas da endometriose
Para ajudar no diagnóstico da endometriose, é preciso atenção aos sinais do corpo. O Dr. Luiz Pina, ginecologista especialista em reprodução humana e endometriose da clínica Baby Center (SP), destaca os 6 principais indicadores da doença que costumam ser normalizados pelas pacientes:

Cólicas incapacitantes: diferentemente do desconforto comum, a dor da endometriose costuma ser resistente a analgésicos e impede a realização de tarefas simples do dia a dia;
Fluxo menstrual muito intenso: trocas frequentes de absorventes (em menos de duas horas) ou a presença de grandes coágulos não são normais e podem indicar processos inflamatórios ou doenças associadas, como a adenomiose;
Dor na relação sexual: o desconforto durante ou após o contato íntimo ocorre devido à inflamação em ligamentos pélvicos, e não deve ser considerado normal;
Alterações intestinais ou urinárias no período menstrual: sentir dor ao evacuar, diarreia ou desconforto ao urinar especificamente durante o período menstrual também são alertas importantes;
Cansaço excessivo: fadiga extrema que não melhora com o repouso pode estar associada à inflamação crônica;
Dificuldade para engravidar: a endometriose é uma das principais causas de infertilidade, podendo agir de forma silenciosa até que a mulher tente engravidar.

Ignorar a dor e os sintomas pode atrasar o diagnóstico e afetar a saúde e a fertilidade da mulher Imagem: Peakstock | Shutterstock
Importância do diagnóstico precoce
Segundo o Dr. Luiz Pina, a naturalização da dor, do cansaço e do fluxo intenso são obstáculos para as pacientes terem a iniciativa de investigar a doença. “Ainda vivemos em uma cultura que ensina a mulher a suportar desconfortos como se fosse algo comum na vida. Isso é um erro. Se a cólica e o fluxo impedem a rotina ou se há dor profunda no contato íntimo, precisamos investigar. O diagnóstico precoce é a melhor ferramenta para preservar o bem-estar e a reserva ovariana da paciente, já que a doença impacta diretamente o sonho da maternidade”, afirma.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Endometriose (SBE), até 50% das mulheres com a condição apresentam dificuldades de fertilidade. No entanto, Dr. Luiz Pina ressalta que o tratamento moderno é multidisciplinar e eficaz.
“Dependendo do estágio, as abordagens variam desde mudanças no estilo de vida, como dieta anti-inflamatória, até cirurgias minimamente invasivas para a retirada dos focos, devolvendo a funcionalidade aos órgãos afetados”, reforça o médico, enfatizando que ao notar que o ciclo menstrual traz mais limitações do que o habitual, a recomendação é clara: procurar um especialista e não aceitar a dor como rotina.
Por Bruna Nascimento


Fonte: Jovem Pan

Na Alemanha, Lula nega turbulência em cenário eleitoral e diz estar ‘tranquilo’ para disputar quarto mandato

Lula em agenda oficial na Alemanha.
Ricardo Stuckert/ Presidência da República
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) negou nesta segunda-feira (20) que esteja num período turbulento no cenário eleitoral e afirmou estar “tranquilo” para disputar o quarto mandato presidencial.
Lula deu a declaração ao ser questionado durante coletiva de imprensa na Alemanha.
“Não tem turbulência nenhuma. Eu encaro eleição como a coisa mais democrática, mais tranquila possível. Sou o cidadão que mais disputou eleição na história do Brasil, portanto eleição pra mim não tem turbulência”, disse o petista.
Na ocasião, o presidente fez críticas às investidas dos Estados Unidos contra outros países como Venezuela e Cuba. Afirmou também se opor ao que chamou de “falta de respeito à integridade territorial das nações”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“Eu sou contra qualquer país do mundo se meter a ter ingerência política de como sociedade de um país tem que se organizar ou não. Cadê a autodeterminação dos povos? Direitos humanos? Cadê o respeito a carta da ONU?”, questionou Lula.
“Eu quero que os Estados Unidos sejam do jeito que querem ser, Alemanha se organize do jeito que queira se organizar. Quero que o Brasil se organize do que o jeito que a sociedade brasileira queira se organizar. Ninguém pode se meter na nossa organização”, emendou.
Contexto eleitoral
Pesquisa Quaest divulgada na quarta-feira (15) mostra que Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) aparecem tecnicamente empatados em um eventual 2º turno das eleições 2026.
Flávio tem 42% das intenções de voto contra 40% de Lula. É a primeira vez na Quaest que o senador filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ultrapassa Lula numericamente.
Na pesquisa anterior da Quaest, realizada em março, Lula e Flávio empatavam pela primeira vez na série histórica, com o percentual de 41% cada.
A vantagem do presidente era de dez pontos em dezembro, passou para sete em janeiro e para cinco em fevereiro. Agora, em abril, Flávio Bolsonaro tem vantagem de dois pontos diante do petista.


Fonte:

g1 > Política

Caso Henry Borel: Monique Medeiros se entrega à polícia do RJ

A mãe do menino Henry Borel, Monique Medeiros, se entregou à polícia do Rio de Janeiro na manhã desta segunda-feira (20). Acusada, junto com Jairo dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, de ser responsável pela morte do filho, em 2021, ela se apresentou na 34ª Delegacia de Polícia, em Bangu.
Na sexta-feira (17), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu reestabelecer a prisão preventiva de Monique.

A decisão de Gilmar atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), após o pai da criança, Leniel Borel, questionar a decisão da 2ª Vara Criminal do Rio de Janeiro que soltou Monique após o adiamento do julgamento do caso. A Segunda Turma do STF votou a favor da prisão por unanimidade.
Gilmar argumentou que o excesso de prazo da prisão aconteceu apenas porque a defesa de Jairinho não se apresentou no julgamento. “Quando o retardamento da marcha processual decorre de atos da própria defesa ou de incidentes por ela provocados, resta afastada a configuração de constrangimento ilegal”, afirmou o ministro Gilmar Mendes.
A decisão de liberar Monique foi da juíza Elizabeth Machado Louro, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). “Entendo que, diante de tal quadro processual, a custódia da ré agora figura-se manifestamente ilegal por excesso claramente despropositado de prazo na prisão, razão pela qual relaxo a prisão de Monique Medeiros”, afirmou a juíza em março.
A defesa de Jairinho argumentou que não teve acesso a todas as provas do caso e pediu para que o julgamento fosse adiado. Com a negativa da juíza, os advogados abandonaram o júri, o que levou ao adiamento.
De acordo com os advogados do ex-vereador do Rio, a defesa não teve acesso ao conteúdo completo extraído de um notebook do pai de Henry. Diante da conduta dos advogados, a magistrada determinou a suspensão da sessão e remarcou o julgamento para o dia 22 de junho.
“É conduta que fere os princípios que norteiam as sessões de julgamento, além dos direitos dos acusados e da família da vítima (…) Declaro como ato atentatório contra a dignidade da Justiça a conduta dos referidos patronos. Condeno os cinco advogados presentes a esta sessão ao ressarcimento dos prejuízos causados pelo adiamento”, declarou a magistrada.
Relembre o crime 
Henry morreu no apartamento onde morava com a mãe, Monique Medeiros e o padastro, Dr. Jaririnho, na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio. O menino ainda chegou a ser levado a um hospital particular na Barra da Tijuca, onde o casal alegou que a criança teria sofrido um acidente doméstico.
No entanto, o laudo da necropsia do Instituto Médico-Legal (IML) apontou que Henry sofreu 23 lesões por ação violenta, incluindo laceração hepática e hemorragia interna.
As investigações da Polícia Civil concluíram que Henry era vítima de rotinas de tortura praticadas pelo padrasto e que a mãe tinha conhecimento das agressões.
Os réus foram presos em abril de 2021 e denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Jairinho responde por homicídio qualificado e Monique por homicídio por omissão de socorro.
A denúncia aponta que no dia do crime, Jairo Santos Júnior, com vontade livre e de forma consciente, mediante ação contundente exercida contra a vítima, causou-lhe lesões corporais que foram a causa única de sua morte, tendo a mãe, Monique Medeiros, garantidora legal da vítima, se omitido de sua responsabilidade, concorrendo eficazmente para o crime de homicídio de seu filho.
De acordo com o MPRJ, em outras três ocasiões, no mês de fevereiro de 2021, Jairinho submeteu Henry Borel a sofrimentos físico e mental com emprego de violência.
*Com informações do Estadão Conteúdo e Agência Brasil


Fonte: Jovem Pan

Morre aos 57 anos Patrick Muldoon, o ator de ‘ Tropas Estelares’

O ator e produtor Patrick Muldoon morreu no último domingo (19) de ataque cardíaco em sua residência em Beverly Hills, aos 57 anos. 
Ele estava envolvido nas filmagens de “Kockroach”, e aguardava o lançamento do thriller policial “Dirty Hands”, previsto para estelar ainda este ano.
O artista dividia a casa com a namorada Miriam Rothbart, com quem foi visto publicamente em uma aparição, em março de 2026, durante o Saturn Awards.
Natural da California, o cineasta era conhecido nas telas. Ele iniciou sua carreira durante a faculdade, desde a década de 1990.
Entre seus principais papeis estão: Austin Reed, na novela “Days of Our Lives”, e o vilão Richard Hart, na série “Melrose Place” , e claro, personagem Zander Barcalow na ficção científica “Tropas Estelares” (1997), papel que marcou uma geração.


Fonte: Jovem Pan

Testosterona baixa: sinal de idade ou alerta que poucos homens levam a sério?

O urologista Dr. Leandro Gonçalves explica quando a queda é natural e quando precisa de avaliação e tratamento, com base em diretrizes internacionais e exames bem feitos.
É comum que homens, a partir dos 40 ou 50 anos, passem a perceber mudanças no corpo e na disposição. Cansaço mais frequente, redução da libido, dificuldade de concentração e menor rendimentofísico são queixas recorrentes. Muitas vezes, a primeira hipótese levantada é a queda da testosterona — mas nem sempre essa é a causa principal, e nem sempre há indicação de reposição.

Nem toda queda hormonal é doença
A testosterona, de fato, diminui com o passar dos anos. Trata-se de um processo fisiológico, progressivo e esperado. Estima-se que essa redução ocorra de forma gradual a partir da quarta década de vida. No entanto, isso não significa que todo homem com níveis mais baixos precise de tratamento.
As principais diretrizes internacionais, como as da American Urological Association e da Endocrine Society, são claras ao estabelecer que a reposição hormonal só deve ser considerada quando há dois critérios simultâneos: sintomas compatíveis e níveis comprovadamente baixos de testosterona,  geralmente inferiores a 300 ng/dL, confirmados em mais de uma dosagem, realizada em condições adequadas.
Um dos maiores desafios na prática clínica é diferenciar o envelhecimento natural de uma deficiência hormonal que realmente exija intervenção. Sintomas como fadiga, desânimo, queda de produtividade ou mesmo alterações de humor são inespecíficos e podem ter múltiplas causas.
Fatores bastante comuns, como excesso de peso, sedentarismo, sono inadequado, estresse crônico e doenças metabólicas, interferem diretamente na produção e na ação da testosterona. Em muitos casos, a correção desses aspectos leva a uma melhora significativa dos sintomas, sem necessidade de reposição hormonal.
Por isso, o diagnóstico não deve ser baseado apenas em queixas ou em um único exame isolado. Ele exige uma avaliação clínica cuidadosa, associada a exames laboratoriais realizados corretamente e, sempre que necessário, repetidos para confirmação.
Quando a testosterona realmente faz diferença
Existem situações em que a queda hormonal é mais significativa e passa a impactar de forma mais clara a qualidade de vida. Redução importante da libido, disfunção erétil persistente, perda de massa muscular, aumento de gordura corporal, queda de energia e alterações de humor podem, nesses casos, estar associados à deficiência de testosterona.
É importante destacar que esses sintomas frequentemente coexistem com condições como obesidade, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica, um conjunto de alterações que inclui aumento da gordura abdominal, alterações no metabolismo da glicose e maior risco cardiovascular. Nesses cenários, a avaliação precisa ser ainda mais criteriosa, pois múltiplos fatores estão envolvidos.
Quando bem indicada, a reposição hormonal pode fazer parte de uma estratégia terapêutica mais ampla, integrada ao tratamento das demais condições de saúde.
Tratamento exige critério e acompanhamento
A reposição de testosterona não é um tratamento simples, nem isento de riscos. Quando indicada de forma adequada, pode trazer benefícios importantes, como melhora da libido, da disposição, da composição corporal e da qualidade de vida. No entanto, esses resultados dependem diretamente da correta indicação e do acompanhamento contínuo.
O tratamento pode ser realizado por diferentes vias, incluindo aplicações injetáveis e formulações transdérmicas. Independentemente da escolha, é fundamental o monitoramento periódico, com avaliação de níveis hormonais, parâmetros hematológicos, função prostática e possíveis efeitos adversos.
O uso indiscriminado, especialmente com finalidade estética ou de melhora de desempenho, deve ser evitado. Além de não seguir critérios clínicos adequados, pode estar associado a riscos, principalmente quando feito sem acompanhamento médico.
A testosterona não deve ser encarada como um recurso de rejuvenescimento ou como solução rápida para sintomas inespecíficos. Trata-se de um hormônio com papel fisiológico bem definido, cujo uso deve ser individualizado e baseado em critérios objetivos.
A redução da testosterona faz parte do envelhecimento masculino, mas nem sempre exige tratamento. O equilíbrio está em saber identificar quando essa queda ultrapassa o limite do esperado e passa a impactar a saúde e, nesses casos, conduzir o tratamento com responsabilidade, critério e acompanhamento adequado.
Dr. Leandro Gonçalves – CRM 106082/SP RQE: 28067
Urologista


Fonte: Jovem Pan

Após forte tremor, Japão alerta para possível terremoto de magnitude 8 ou superior

O Japão emitiu um aviso especial nesta segunda-feira (20) que alertava para um risco elevado de terremotos de magnitude 8 ou superior, depois que um forte tremor sacudiu o norte do país e provocou um alerta de tsunami.
A Agência Meteorológica do Japão indicou em um comunicado que “a probabilidade de que ocorra outro grande terremoto é relativamente mais elevada do que em tempos normais”.
O alerta para a região norte foi divulgado poucas horas após um terremoto de 7,5 graus de magnitude, que sacudiu prédios na capital, Tóquio, a centenas de quilômetros do epicentro.
O tremor aconteceu às 16h53 (4h53 em Brasília) no Oceano Pacífico, na costa do município de Iwate.
Até o momento, não foram registrados danos significativos ou feridos, informou em coletiva de imprensa o secretário-chefe de gabinete, Minoru Kihara.
Outro funcionário do governo disse na televisão que “embora não se saiba se ocorrerá [outro] terremoto importante, pedimos que tomem medidas para se preparar, com base no princípio de que cada um é responsável por sua própria segurança”.
*Com informações da AFP


Fonte: Jovem Pan

Tráfego permanece praticamente parado no Estreito de Ormuz, mostram dados

O tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz permanecia praticamente parado nesta segunda-feira (20), com apenas três travessias nas últimas 12 horas, de acordo com dados de navegação.
O petroleiro Nero, que está sob sanções do Reino Unido, deixou o Golfo e estava navegando pelo Estreito na segunda-feira, segundo análise de satélite dos especialistas em análise de dados SynMax e dados de rastreamento da plataforma Kpler.
Dois navios separados – um navio-tanque de produtos químicos e um navio-tanque de gás liquefeito de petróleo – navegaram para o Golfo através da hidrovia vital separadamente nesta segunda, mostraram os dados.

Negociações travadas
Enquanto isso, a eventual retomada das negociações entre Irã e Estados Unidos no Paquistão permanecem incertas, a menos de dois dias do fim do cessar-fogo. Teerã ainda não decidiu se participará das conversas ou não.
A situação ficou ainda mais complicada com o anúncio, no domingo (19), da apreensão pela Marinha americana de um cargueiro iraniano, o Touska, no Golfo de Omã.
O presidente Donald Trump anunciou o envio a Islamabad de uma delegação americana para tentar reativar as negociações de paz, mas Teerã expressou reservas.
O objetivo é alcançar um acordo para o fim duradouro da guerra, iniciada em 28 de fevereiro por ataques de Israel e dos Estados Unidos, e que se propagou por todo o Oriente Médio, com um balanço de milhares de mortos, principalmente no Irã e no Líbano, e um forte impacto na economia mundial.
“Neste momento, enquanto falo, não temos nenhum plano para a próxima rodada de negociações e nenhuma decisão foi tomada a respeito”, declarou o porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaeil Baqaei, que questionou a “seriedade” de Washington no processo diplomático.
No domingo, a agência oficial Irna destacou a ausência de uma “perspectiva clara de negociações frutíferas”.
A imprensa iraniana destacou que a suspensão do bloqueio naval americano é uma condição prévia para as conversações.
Cargueiro apreendido
O cargueiro Touska, de bandeira iraniana, “tentou escapar do nosso bloqueio marítimo e as coisas não correram bem para eles”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.
Teerã, por meio do porta-voz do Estado-Maior, prometeu “responder em breve” ao que chamou de “ato de pirataria armada” que viola o cessar-fogo em vigor.
Segundo a agência Tasnim, o Irã lançou drones na direção dos navios militares americanos que “atacaram” o Touska.
Mesmo sem a eventual confirmação das negociações, a segurança foi reforçada em Islamabad, capital paquistanesa, com o fechamento de rodovias e a presença de barricadas.
A delegação americana será liderada pelo vice-presidente JD Vance, que também coordenou a comitiva de Washington no primeiro ciclo de conversações, em 11 de abril.
A reunião, com um nível de representantes de alto escalão sem precedentes desde a fundação da República Islâmica em 1979, terminou sem avanços.
Ao anunciar a nova rodada no Paquistão, Trump afirmou na Truth Social que oferecia a Teerã um “acordo razoável” e que, em caso de rejeição, “os Estados Unidos destruiriam todas as usinas elétricas e todas as pontes do Irã”.
Com o aumento da tensão, os preços do petróleo voltaram a disparar nesta segunda-feira, com altas de mais de 6% no barril do Brent e no WTI.
*Com informações da AFP e da Reuters


Fonte: Jovem Pan

Placas novas? Associação diz que mudanças podem impor custos ao cidadão 

A Associação Nacional dos Detrans (AND) disse que recebeu com cautela a aprovação pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados do projeto de lei que prevê recolocar nomes dos estados e dos municípios nas placas dos veículos.
Se tornado lei, a AND afirmou que “as mudanças tendem a impor novos custos ao cidadão, sem que haja, até o momento, evidências claras de ganhos efetivos e termos de segurança pública ou eficiência na fiscalização”.
Entenda o projeto que pode mudar placas de veículos no Brasil
O texto, que altera o Código de Trânsito Brasileiro, foi aprovado pelo Senado em junho de 2024.
Na Câmara, ainda precisará ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), o que ainda não tem prazo pra acontecer. Se não for modificado pelos deputados, poderá então seguir para a sanção do presidente da República.
O argumento central da proposta é que a presença da informação sobre o estado e o município auxilia o trabalho de fiscalização, permitindo que as autoridades policiais consigam identificar com mais facilidade a origem de um veículo em situações de roubo, furto – e de infração de trânsito.
Ainda de acordo com a entidade, o atual modelo de placas ainda enfrenta desafios de consolidação e uniformização em todo o país. 

“Alterações estruturais neste momento podem ampliar a fragmentação do sistema, gerar inconsistências operacionais e dificultar avanços necessários na padronização”, acrescentou a ANP.
Padrão Mercosul

A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020. Desde então, o modelo precisa ser seguido nos emplacamentos de automóveis novos, nas transferências de propriedade (com alteração do município) e nos casos em que a placa antiga tenha sofrido algum dano, furto, roubo ou perda.
Placa Mercosul na região de Campinas
Patrícia Teixeira/g1
Uma das principais características da placa Mercosul é a diferente combinação de sete caracteres alfanuméricos.
Emplacamento
O serviço de emplacamento é feito pelos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans). O custo varia de estado para estado.
No caso dos veículos novos, são comumente cobradas duas taxas: uma inicial, para a solicitação da nova placa, e outra, para a vistoria.
Nos demais casos, com a atualização da placa cinza para o padrão Mercosul e da placa amarela para o modelo atual, é feita uma cobrança só.
Em Minas Gerais, por exemplo, o primeiro emplacamento tem um custo total de R$ 283,71 (taxa inicial de R$ 150,54 + taxa de vistoria de R$ 133,17).
Decisão do Supremo
Em 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a validade de norma do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que estabelece que os serviços de fabricação e estampagem de placas de identificação de veículos serão feitos por meio do credenciamento de empresas interessadas sem licitação.
O STF julgou improcedente a ação proposta pela Associação Nacional dos Fabricantes de Placas contra essa resolução do Contran.
A associação alegava que a atuação do Contran seria contrária à autonomia dos estados.
Outro argumento era de que, os Detrans teriam a possibilidade de contratação ilegal e inconstitucional, o que permitiria a instalação de placas de identificação em desacordo com as normas internacionais.


Fonte:

g1 > Política