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Etapa extra sugerida por Alcolumbre para tramitação da 6×1 é inédita; governo vê manobra para atrasar votação

Fim da escala 6×1 foi aprovado na Câmara; mas, quando começa a valer?
A fala do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que sugere levar a proposta de emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1 para uma comissão especial ou para a análise de mais de um colegiado, não tem precedentes em matérias deste tipo aprovadas pela Casa, segundo o próprio Senado.
A medida acende alerta em parlamentares governistas, que temem a possibilidade de atrasar a votação.
Em sessão nesta terça-feira (2), Alcolumbre disse que se reuniria com líderes partidários para definir a tramitação da proposta, que foi aprovada na última semana na Câmara dos Deputados.
“Houve solicitação de alguns senadores de nós criarmos uma comissão especial”, disse Alcolumbre, que também sugeriu que a PEC pudesse passar por “comissões”, no plural. “Eu quero dizer, como presidente do Senado, que essa proposta vai ter que tramitar nas comissões”.
Presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP)
Carlos Moura/Agência Senado
A aprovação da PEC que acaba com a escala 6×1 na Câmara dos Deputados e o anúncio feito pelo governo dos Estados Unidos da classificação do Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, aumentaram a urgência de projetos de interesse do governo nas mãos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
A possibilidade levantada por Alcolumbre, no caso da PEC da 6×1, é diferente do que prevê o regimento do Senado: a regra é expressa ao dizer que o único caminho de uma PEC é a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que neste caso é responsável por analisar tanto a admissibilidade (se é constitucional) quanto o mérito (conteúdo) da matéria. Na sequência, o texto segue para o plenário.
➡️As regras do Senado são diferentes do regimento da Câmara, que divide a votação em duas comissões: primeiro, a admissibilidade na CCJ; depois, o mérito em uma comissão especial. O plenário também é a última etapa.
Em resposta a um pedido do g1 sobre precedentes deste tipo, a assessoria do Senado disse que “desde 1988, nenhuma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada pelo Senado Federal tramitou em outra comissão além da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ)”.
O Senado informou, ainda, que entre 2005 e 2009, nove propostas chegaram a ser encaminhadas para uma comissão temporária de Segurança Pública, porém nunca chegaram a ser analisadas e o colegiado foi extinto.
A nota cita, ainda, três PECs entre 1989 e 1991 que passaram por uma comissão especial, mas foram rejeitadas ou prejudicadas.
A avaliação de técnicos é que, mesmo se houvesse uma inovação regimental ao encaminhar uma PEC para outra comissão, a votação seria informal — exigindo uma votação posterior na CCJ.
Possibilidade de atraso
A fala de Alcolumbre preocupa governistas com um possível atraso na análise da proposta, que é uma das principais bandeiras do governo Lula na campanha eleitoral.
O senador Paulo Paim (PT-RS) chama a atenção para a fala do presidente do Senado em “comissões”, no plural.
“Desde que eu estou no Senado, cinco mandatos, nunca vi uma PEC passar por outras comissões [além da CCJ]”, disse o senador.
Plenário do Senado Federal
Jonas Pereira/Agência Senado
Outra explicação de técnicos é que, quando há vontade política, o regimento do Senado permite a votação de uma PEC diretamente no plenário, a depender de um requerimento de líderes partidários —regra que também difere da Câmara dos Deputados.
Também na terça-feira, Alcolumbre deixou claro que o Senado não será “carimbador” do texto da Câmara, ou seja, não será pressionado a votar o mesmo texto apenas para acelerar a tramitação.
“Não é razoável que a Câmara passe cinco meses debatendo um assunto muito relevante para o Brasil, para os trabalhadores e para os empreendedores, e o Senado seja obrigado a carimbar o texto aprovado na Câmara”, disse.
Governo quer aprovação antes de eleições
Idealmente, o governo conta com a promulgação da PEC ainda em agosto para que parte dos efeitos já seja sentida a tempo das eleições ou do segundo turno. O texto da Câmara prevê o fim da escala 6×1 em 60 dias após a promulgação.
Empresários, contudo, temem que a proximidade das eleições possa contaminar o debate e pressionam os senadores para segurar a discussão.
Nos bastidores, alguns senadores apostam que, com essa declaração, Alcolumbre tenta constranger o governo após o desgaste causado pela fala de Lula de que vai enviar novamente o nome de Jorge Messias para a cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF).
Messias foi rejeitado em abril com 34 votos a favor e 42 contra.
Outra leitura nos corredores do Senado é que Alcolumbre já vem fazendo sinalizações para a direita.
Embora não seja candidato ao Senado em outubro, Alcolumbre tem como objetivo uma outra eleição, mas em fevereiro de 2027: a recondução à presidência do Senado. Para isso, pode precisar de apoio de senadores da oposição.
LEIA TAMBÉM: Presidência do Senado: eleição será só em 2027, mas já movimenta articulações em Brasília; saiba por quê
Interlocutores do presidente do Senado avaliam que a tendência é que o tema passe apenas pela CCJ, mas não descartam a tramitação em uma comissão especial, já que Alcolumbre quer marcar uma posição de que o Senado não vai apenas “carimbar” o texto que veio da Câmara sem um amplo debate.
A decisão será tomada em uma reunião de líderes agendada para a próxima terça-feira (9), onde também deve ser definido o relator da PEC na Casa.


Fonte:

g1 > Política

Flávio Bolsonaro pede ao STF que declare Moraes suspeito para julgar Vorcaro e caso Master

O senador Flávio Bolsonaro (RJ), pré-candidato do PL à Presidência, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que declare que o ministro Alexandre de Moraes é suspeito para processar e julgar fatos relacionados a Daniel Vorcaro e o Banco Master.
Segundo a defesa do senador do PL, o impedimento se justifica pela suposta relação entre Moraes e o empresário, que está preso em Brasília e negocia uma delação premiada com autoridades. 
Dados da Receita Federal mostram que o Master pagou R$ 80 milhões ao escritório da esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes, pela prestação de serviços advocatícios.
Os advogados afirmam que não estão fazendo qualquer juízo de valor sobre a relação entre os dois, mas tentando garantir a observância das regras processuais e regimentais. 
Agora no g1
A ação de Flávio Bolsonaro foi apresentada após Moraes enviar para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ).
O petista solicitou que sejam apuradas supostas ligações entre Daniel Vorcaro e o senador, no que diz respeito ao financiamento, pelo banqueiro, da cinebiografia de Jair Bolsonaro, intitulada “Dark Horse”.
Trocas de mensagens entre Flávio e Vorcaro, mostram o político do PL cobrando do banqueiro a destinação de recursos para a produção do filme.
A defesa de Flávio quer que o pedido de Lindbergh seja redirecionado para relatoria do ministro André Mendonça.
Moraes, do Supremo Tribunal Federal
Evaristo SA / AFP


Fonte:

g1 > Política

Moraes vota pela rejeição de recurso de Roberto Jefferson contra multa de R$ 425 mil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (5) pela rejeição de um recurso de Roberto Jefferson contra uma multa de R$ 425 mil imposta ao ex-deputado federal.
Jefferson foi condenado a pagar a multa em um processo no qual foi sentenciado a 9 anos de prisão por calúnia, homofobia e por incitação à prática dos crimes de abolição do Estado democrático de direito e de dano qualificado (leia mais aqui).
O julgamento do recurso contra a multa ocorre no plenário virtual do STF e os votos dos ministros podem ser inseridos no sistema até o dia 15.
O valor de R$ 425 mil pode ser parcelado em 24 vezes de R$ 18,8 mil. A quitação é condição para a progressão de regime prisional.
A defesa de Roberto Jefferson alega que a multa fixada tem caráter confiscatório, diante do seu “excessivo valor”, da desproporcionalidade à infração e do comprometimento grave do patrimônio do ex-deputado.
Condenação em 2024
Em 2024, Jefferson foi condenado a nove anos, um mês e cinco dias de prisão por incitar a prática de crimes e atentar contra o exercício dos Poderes, além dos crimes de calúnia e homofobia.
O Supremo acolheu denúncia da Procuradoria-Geral da República que o acusou de ter incentivado a população a invadir o Senado e a “praticar vias de fato” contra senadores, além de ter defendido a explosão do prédio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e de ter ofendido autoridades.
Atualmente, Jefferson cumpre a pena em prisão domiciliar em Comendador Levy Gasparian (RJ), com uso de tornozeleira eletrônica e proibição de usar redes sociais.
Agora no g1
O ex-deputado Roberto Jefferson em imagem de arquivo
JN


Fonte:

g1 > Política

Bruno Bolsonaro Scheid diz seguir ensinamentos de ex-presidente e promete defesa firme de produtores, garimpeiros e empreendedores

Pré-candidato ao Senado afirma que Rondônia precisa de representantes com posicionamento claro e critica o que chama de “discurso fraco” na política

O pré-candidato ao Senado pelo PL, Bruno Bolsonaro Scheid, reforçou sua ligação política com o ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que pretende levar para Brasília os mesmos princípios que, segundo ele, aprendeu ao longo dos anos ao lado da principal liderança da direita brasileira.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Scheid declarou ser “aluno” de Bolsonaro e afirmou que pretende transformar em ação política os valores defendidos pelo ex-presidente.

“Eu sou aluno de Jair Messias Bolsonaro. É o que ele defende e o que me ensinou, que vamos colocar em prática dentro do estado de Rondônia” , afirmou.

Durante a gravação, o pré-candidato fez uma defesa enfática dos setores produtivos do estado e disse que trabalhadores do campo e da cidade precisam de representantes que adotem posições firmes diante dos desafios enfrentados por quem produz riqueza e gera empregos.

“Discurso de bunda mole não vai representar trabalhador e produtor rural, que precisa de discurso firme, posicionamento firme e ação rápida” , declarou.

Scheid citou diretamente produtores rurais, caminhoneiros, madeireiros, garimpeiros e pequenos empresários como segmentos que, segundo ele, sustentam a economia rondoniense e frequentemente enfrentam dificuldades impostas pela burocracia e por decisões políticas tomadas longe da realidade local.

Ao defender esses setores, afirmou que seu objetivo é garantir respeito e dignidade para quem trabalha de forma honesta e contribui para o desenvolvimento econômico do estado.

“Você é trabalhador, é honesto. Rondônia é feita por gente que acorda cedo todos os dias para sustentar a família e movimentar este estado” , destacou.

O empresário também afirmou que uma das principais lições recebidas de Bolsonaro foi a necessidade de coragem para defender posições políticas, mesmo diante de críticas e pressões.

“Aprendi uma coisa com Jair Bolsonaro: quem fala em nome do povo precisa ter coragem de se posicionar” , disse.

A manifestação reforça uma das principais linhas adotadas por Bruno Bolsonaro Scheid durante a pré-campanha ao Senado: a defesa dos setores produtivos, do agronegócio e das atividades econômicas tradicionais de Rondônia, aliada ao discurso de alinhamento político com o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o pré-candidato, a população rondoniense espera representantes com presença, firmeza e disposição para defender os interesses do estado em Brasília.

“Rondônia merece ser defendida com coragem e posicionamento firme”_ , concluiu.

Senado dos EUA aprova US$ 70 bi contra imigração ilegal; o que acontece agora

O Senado dos Estados Unidos aprovou um pacote de aproximadamente US$ 70 bilhões para reforçar a fiscalização imigratória e ampliar a estrutura de deportações no país. A proposta, considerada uma das maiores iniciativas de financiamento da política migratória dos últimos anos, fortalece órgãos como o ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas) e a Patrulha de Fronteira, pilares da estratégia do governo Donald Trump para combater a imigração irregular.
A aprovação representa uma importante vitória para a Casa Branca, mas, ao contrário do que muitos imaginam, as mudanças ainda não entram em vigor imediatamente.
O projeto prevê recursos para ampliar significativamente a capacidade operacional das autoridades migratórias americanas.
Entre as principais medidas estão:
-Contratação de novos agentes do ICE e da Patrulha de Fronteira;
-Ampliação de centros de detenção para imigrantes;
-Aumento das operações de prisão e deportação;
-Investimentos em tecnologia, vigilância e infraestrutura de fronteira;
-Reforço dos mecanismos de localização de pessoas com ordem de remoção pendente.
Na prática, o governo federal terá mais recursos para aplicar as leis migratórias já existentes e executar operações em maior escala.
Mas a medida ainda não está valendo.
Apesar da aprovação pelo Senado, o texto precisa passar pela Câmara dos Representantes antes de seguir para a assinatura presidencial. A expectativa é que a Câmara analise a proposta nos próximos dias.
Mesmo depois da sanção presidencial, a implementação não será imediata. Os órgãos responsáveis precisarão abrir processos de contratação, ampliar estruturas físicas, expandir contratos de detenção e adquirir equipamentos. Por isso, especialistas avaliam que os efeitos mais visíveis deverão surgir gradualmente ao longo dos próximos meses. Parte dos recursos poderá ser destinada rapidamente a programas já existentes, mas a expansão completa da estrutura de fiscalização exigirá tempo.
A aprovação de uma lei pelo Congresso não leva o texto diretamente para a Suprema Corte dos Estados Unidos. Para que isso aconteça, é necessário que alguém questione judicialmente a medida ou alguma ação decorrente dela.
Eventuais disputas podem surgir futuramente em temas como:
-Deportações aceleradas;
-Ampliação de detenções migratórias;
-Direitos processuais de imigrantes;
-Uso dos recursos federais para determinadas operações;
-Conflitos entre estados e governo federal sobre políticas migratórias.
Caso esses processos avancem pelas instâncias inferiores, o tema poderá eventualmente chegar à Suprema Corte. No momento, porém, não existe nenhuma revisão automática prevista.
Se o projeto virar lei, os principais impactos deverão ser sentidos por imigrantes em situação irregular ou que possuam ordens de deportação pendentes.
O aumento do orçamento permitirá que as autoridades ampliem operações de fiscalização, detenções e remoções.
Para cidadãos americanos, residentes permanentes (portadores do Green Card) e pessoas com vistos válidos, a mudança tende a ser indireta, já que o foco do pacote é fortalecer a aplicação das leis migratórias já existentes.
A próxima etapa é a votação na Câmara dos Representantes. Se os deputados aprovarem o texto e ele for sancionado pelo presidente Donald Trump, o governo passará a contar com uma das maiores injeções de recursos já destinadas à fiscalização migratória e às operações de deportação nos Estados Unidos.
Ou seja, o Senado aprovou o financiamento, mas a medida ainda não está em vigor. O projeto precisa passar pela Câmara, ser sancionado pelo presidente e ter seus recursos efetivamente distribuídos antes que os efeitos sejam sentidos na prática. O impacto mais imediato será o fortalecimento da estrutura federal de fiscalização e deportação de imigrantes em situação irregular.


Fonte: Jovem Pan

Princesa herdeira da Noruega entra na fila de espera para transplante de pulmão

A princesa Mette-Marit, futura rainha da Noruega, foi incluída na lista de espera para um transplante de pulmão. O anúncio ocorre após um agravamento considerável de seu estado de saúde nos últimos seis meses. Aos 52 anos, a princesa convive desde 2018 com uma forma rara de fibrose pulmonar, doença crônica que causa dificuldades respiratórias e já a obrigava a reduzir suas atividades públicas.
Segundo o professor Are Holm, pneumologista do Hospital Nacional de Oslo (Rikshospitalet), exames recentes detectaram um aumento significativo de tecido cicatricial nos pulmões da monarca.
“Os testes de função pulmonar mostram que seu quadro clínico piorou significativamente nos últimos três meses. Esta é uma condição grave”, afirmou o médico em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (5).
A inclusão na lista de transplante segue critérios técnicos rigorosos: a operação é reservada a pacientes com expectativa de vida estimada em cerca de um ano sem o procedimento, mas que ainda possuem saúde suficiente para suportar a complexidade da cirurgia. O sucesso da intervenção depende agora da localização de um doador compatível em tamanho e tipo sanguíneo.

Impacto na Coroa
O Palácio Real informou que a princesa herdeira está impossibilitada de cumprir deveres oficiais por tempo indeterminado. O cronograma da monarquia já sofreu alterações: a celebração das bodas de prata do casal real, prevista para agosto, foi adiada, e o casal não comparecerá às bodas de ouro dos reis da Suécia, em 13 de junho.
A situação mobilizou a família imediata. O príncipe herdeiro Haakon antecipou seu retorno de uma viagem oficial ao Japão para acompanhar a esposa. Já a filha do casal, a princesa Ingrid Alexandra, interrompeu seus estudos na Universidade de Sydney, na Austrália, para retornar à Noruega e permanecer em Oslo durante todo o outono europeu. Em aparições públicas recentes, Mette-Marit já utilizava auxílio de oxigênio suplementar.
Crises paralelas
O agravamento da doença coincide com um período conturbado para a princesa. Em janeiro, a divulgação de documentos nos Estados Unidos revelou uma correspondência mantida entre ela e Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais, entre 2011 e 2014.
Simultaneamente, a família lida com os problemas legais de Marius Borg Høiby, filho mais velho de Mette-Marit. Høiby foi julgado recentemente por acusações de estupro e violência reiterada contra uma ex-parceira, crimes que ele nega. O veredicto está previsto para o dia 15 de junho. A defesa do jovem chegou a solicitar sua libertação imediata alegando a fragilidade da saúde da mãe, pedido que ainda aguarda decisão judicial.


Fonte: Jovem Pan

Ancelotti diz que ressonância definirá retorno de Neymar aos treinos

O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, informou nesta sexta-feira (5) que Neymar passará por uma nova ressonância magnética na próxima segunda-feira (8). O resultado do exame definirá se o atacante será incorporado aos treinamentos com o restante do grupo na próxima semana.
“Neymar está fazendo um ótimo trabalho individual. Eu acho que, na final de semana, amanhã, vai fazer uma ressonância. E depois da ressonância, se tudo sair bem, pode ir com o grupo na próxima semana”, disse Ancelotti em entrevista coletiva.
Logo após a fala do italiano, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) corrigiu a informação do treinador e afirmou que a ressonância que Neymar fará será na segunda-feira, e não neste sábado (6).
Neymar está em recuperação de uma lesão de grau 2 na panturrilha direita. Por conta do problema físico, o jogador é desfalque para o amistoso contra o Egito, que ocorre neste sábado, em Cleveland. O atacante permanecerá em tratamento fisioterápico e não viajará com a delegação.
A lesão, inicialmente tratada como um edema pelo Santos, teve a gravidade atualizada pelo médico da seleção, Rodrigo Lasmar, no final de maio.
O Brasil estreia na Copa do Mundo contra o Marrocos, no dia 13 de junho, em Nova Jersey. Neymar não atua pela seleção desde outubro de 2023, quando sofreu uma lesão no joelho.


Fonte: Jovem Pan

Polícia encontra ‘fábrica de drogas’ na zona sul de SP; suspeito é morto

A Polícia Militar encontrou, na zona sul de São Paulo, uma “fábrica de drogas” e, durante a ocorrência, baleou um homem, na tarde de quinta-feira (4), no Jardim Santa Terezinha. A ação teve início na Rua Isabel Bueno, às margens da Represa Billings, onde foram apreendidos 65 quilos de maconha, cocaína e crack.
Equipes do Grupo Especial de Policiamento Ambiental em Áreas de Risco (GEPAAR) realizavam patrulhamento náutico quando encontraram três casas abandonadas. No local, os policiais localizaram três suspeitos. Um homem se rendeu e o segundo fugiu. O terceiro tentou sacar uma arma contra os policiais, foi alvejado e levado ao Hospital Parelheiros, mas morreu.
Além das drogas, a polícia apreendeu materiais para separar, pesar e embalar os produtos.
Em uma quarta casa situada no mesmo terreno, os agentes encontraram uma espingarda artesanal e duas de chumbinho. O morador foi conduzido à delegacia e liberado após prestar depoimento.

Incidente com veículo do IML
O veículo do Instituto Médico Legal (IML) que transportava o corpo do suspeito morto no confronto se envolveu em outro incidente na Avenida Senador Teotônio Vilela. Um homem, que fugia a pé após tentar furtar uma casa, entrou na frente do carro oficial e foi atropelado. O suspeito do furto foi preso e encaminhado a uma unidade de saúde.
Os casos foram registrados no 101º Distrito Policial (Jardim das Imbuias). A investigação sobre a morte decorrente da intervenção policial foi encaminhada ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).


Fonte: Jovem Pan

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Fonte: Jovem Pan

Pesquisador resgata íntegra da transmissão de rádio da estreia da seleção em 1958

O pesquisador de rádio Ciro Götz, já citado no “Memória da Pan”, nos brinda com um dos áudios mais raros já descobertos da Copa de 1958. A gravação traz a transmissão na íntegra da Guaíba (RS) da estreia da seleção brasileira no mundial disputado na Suécia. 
O jogo, narrado por Mendes Ribeiro, conta com comentários de Otávio Muniz que, curiosamente, era da Panamericana (Jovem Pan). Entretanto, ele entrava no ar na emissora gaúcha nos intervalos, pois, durante as partidas, fazia reportagens pela Pan. 
BRASIL 3 × 0 ÁUSTRIA – Uddevalla – 08.06.1958
Brasil: Gylmar; De Sordi, Bellini, Orlando e Nilton Santos; Dino Sani e Didi; Joel, Mazzola, Dida e Zagallo.
Técnico: Vicente Feola.
Áustria: Szanwald; Hanappi, Happel e Swoboda; Halla e Koller; Horak,  Senekowitsch, Buzek,  Körner e Schleger.
Técnico: Karl Argauer.
Árbitro: Maurice Guigue (França).
Gols: Mazzola (38) no primeiro tempo; Nilton Santos (5) e Mazzola (44) na etapa final.
Público: 22.000.
A estreia brasileira na Copa de 1958 foi no acanhado estádio Rimnersvallen, em Uddevalla. Pelé e Garrincha ainda não eram titulares, mas o placar da estreia foi garantido por Mazzola, duas vezes, e Nilton Santos. O gol marcado pelo lateral esquerdo é um dos lances mais pitorescos daquele jogo, retratado pelo jornalista Teixeira Heizer: “Cinco minutos do segundo tempo, Nilton Santos recebe de Bellini em sua zona de defesa e corre para o campo adversário: ‘Volta Nilton’ – grita Feola. O lateral continua correndo e ultrapassando seus adversários. Já está quase na intermediária austríaca. ‘Volta, Nilton’, insiste Feola. Nilton Santos finge não ouvir. Agora ele já está na entrada da área austríaca. ‘Volta, Nilton’ – esbraveja quase apoplético, o gordo treinador. Da entrada da área, Nilton chuta com maestria e vence o goleiro Szanwald. O público delira com o gol. “Boa, Nilton” – resigna-se o desconcertado selecionador do Brasil”. 
A jogada do segundo gol brasileiro, com Nilton Santos invadindo a pequena área e vencendo o goleiro adversário, demonstra as várias potencialidades da seleção de 1958. Enquanto à época os laterais atuavam como  meros marcadores, presos a um esquema tático, Nilton Santos, apelidado de “enciclopédia do futebol”, estava longe de ser um simples marcador. Zagallo, ponta esquerda, dava cobertura às investidas de Nilton Santos. 
Ouça a transmissão da Rádio Gaúcha: uma preciosidade resgatada por Ciro Götz.


Fonte: Jovem Pan