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Trump ameaça destruir Irã se ultimato não for cumprido: ‘Civilização inteira morrerá’

O presidente Donald Trump alertou que “toda uma civilização morrerá” no Irã nesta terça-feira (7), caso o regime não atenda ao seu ultimato. “Toda uma civilização morrerá esta noite, para nunca mais retornar. Não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social. “QUEM SABE?”, acrescentou.
O mandatário não forneceu detalhes, mas já havia declarado anteriormente que as forças armadas de seu país poderiam bombardear pontes, usinas de energia e outras infraestruturas civis do Irã para fazer o país regredir à “Idade da Pedra”.
O ultimato expira às 20h, horário local de Washington (21h em Brasília).
Quando questionado por jornalistas na segunda-feira (6) sobre suas condições exatas, Trump respondeu: “um acordo que me satisfaça”. Esse acordo que neutralizaria a ordem de bombardeio deve incluir, acima de tudo, a renúncia do Irã à posse de armas nucleares, enfatizou o republicano.
O presidente afirmou em algumas ocasiões que a reabertura do Estreito de Ormuz também era uma condição indispensável, embora também tenha dito que, para os Estados Unidos, isso não é absolutamente necessário.
Em sua publicação no Truth Social nesta terça-feira, o presidente pareceu deixar a porta aberta para um acordo de última hora. “Agora que temos uma mudança de regime completa e total — onde mentes diferentes, mais inteligentes e menos radicalizadas prevalecem — talvez algo revolucionariamente maravilhoso possa acontecer. QUEM SABE?”, explicou.
“Saberemos esta noite — um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. Quarenta e sete anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim”, afirmou. “Deus abençoe o grande povo do Irã!”, conclui sua publicação.
*Com informações da AFP


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Após decisão de tribunal, EUA vai enquadrar Vorcaro antes do Brasil?

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La Guaira x Fluminense: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Deportivo La Guaira e Fluminense se enfrentam nesta terça-feira (7), às 19h, no Estádio Olímpico de la UCV, em partida válida pela 1ª rodada da Copa Libertadores.
O La Guaira é o atual 2º do Campeonato Venezuelano, com 20 pontos, e vem de um empate com o Carabobo, por 1 x 1. Já o Fluminense aparece na 3ª colocação do Campeonato Brasileiro, também com 20 pontos, e vem de empate com o Coritiba, também por 1 x 1.
Onde assistir La Guaira x Fluminense ao vivo
A partida será transmitida ao vivo pelo Paramount+ (streaming).


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Será que a rejeição expressiva de Lula pode impedir sua reeleição?

Os números divulgados pela pesquisa da AtlasIntel sobre a rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro na quinta-feira, dia 2, devem ter caído como uma bomba nos redutos governistas. A cerca de seis meses das eleições, o presidente amarga o impressionante índice de 50,6%, enquanto Flávio Bolsonaro ostenta 24%, bem menos da metade.
Em nenhuma das seis últimas eleições houve tanta diferença entre os dois primeiros concorrentes. Os casos mais gritantes foram em 2022, quando Bolsonaro atingiu 54% e Lula chegava aos 39%. Com números parecidos, em 2018, Bolsonaro bateu nos 50% e Lula foi a 35%. O pleito de 2018 pode ser considerado anômalo, já que Lula não pôde concorrer por estar preso. Fernando Haddad não conseguiu substituí-lo à altura.

Nem sempre a rejeição é determinante
Nas outras eleições, as diferenças foram menores. Em 2002, Lula 40% e Serra 25%. Em 2006, Lula 35% e Alckmin 25%. Em 2010, Dilma 25% e Serra 30%. Em 2014, Dilma 35% e Aécio 25%. São índices elevados, mas nada se compara com a diferença atual. Dados de pesquisas realizadas em períodos semelhantes mostram que esse padrão se repete ao longo do tempo.
Essa retrospectiva pode dar a Lula uma tênue esperança, já que na maioria dos casos os candidatos mais rejeitados conseguiram vestir a faixa presidencial. Foi assim com o petista em 2002, com ele mais uma vez em 2006, com Dilma em 2014 e com Bolsonaro em 2018. Foram vencedores com rejeição menor apenas Dilma em 2010 e Lula em 2022.
Herança não foi maldita
Embora a rejeição dificulte o crescimento do candidato, os dados pretéritos mostram que esse fator não chega a ser impeditivo para que vença as eleições.
O ponto a ser destacado na pesquisa atual é que muitos imaginavam que, se por um lado Flávio pudesse herdar boa parte do eleitorado do pai, por outro teria também que carregar o ônus da rejeição. Para surpresa desses observadores, boa parte do capital político do ex-presidente foi transferida, mas as barreiras impostas a Jair Bolsonaro não se deslocaram na mesma proporção para o filho.
Inúmeras vezes a história eleitoral mostrou que cada eleição é uma nova disputa, dentro de um cenário distinto, com fatores que movimentam de maneira diversa o tabuleiro político. Até o final do ano passado, comparado com Lula, Flávio era desconhecido para a maioria da população brasileira. Hoje, em poucos meses, empata com Lula em eventual disputa de segundo turno e, em alguns levantamentos, até ultrapassa.
Por isso, a beleza da democracia. Proporciona a alternância de poder e permite que o eleitor substitua quem não esteja agradando e mantenha quem cumpra com seu dever de bem governar. Como disse Churchill: “Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, exceto todas as demais que já foram experimentadas.”
A tendência transforma foto em filme
Caberá ao eleitor observar com atenção. Se essa rejeição dos dois candidatos não mudar de patamar nos próximos meses, é quase certo que a tendência de crescimento de Flávio continue e que a estagnação e até o decréscimo de Lula prevaleçam. Com o início da campanha, as acusações de parte a parte, as denúncias de corrupção e as comparações entre o governo atual e seu antecessor ganharão mais peso na equação do pleito.
Quem tiver melhores propostas e menos telhado de vidro chegará mais robusto às urnas. As questões econômicas e a instabilidade internacional, com os conflitos que insistem em permanecer, poderão também ocupar papel preponderante na escolha de quem governará o país pelos próximos quatro anos.
Lula tem de se mexer
Se Lula andava de salto alto, livre, leve e solto, com a certeza de que Flávio seria o competidor mais frágil e que suas ações eleitoreiras garantiriam a vitória, deve ter percebido que a situação se alterou. Hoje, o presidente é que precisa encontrar meios para neutralizar o crescimento do adversário e fazer das tripas coração para estancar essa indesejável rejeição.
Para quem gosta de uma boa briga, emoção é o que não vai faltar nas próximas semanas. Os ataques já começaram. Flávio encontrou um apelido que tenta atingir Lula em seu ponto mais vulnerável. Disse que o presidente parece um Opala velho. Lula não deve deixar essa provocação sem resposta.
Vamos ver o que vem pela frente. Siga pelo Instagram: @polito


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Saldo da janela partidária gera ‘climão’ entre União Brasil e PL

Janela partidária gera incômodo entre União Brasil e PL
A movimentação durante a janela partidária – período em que parlamentares podem trocar de partido sem sofrer punição – acabou por agravar um incômodo entre o União Brasil, que perdeu oito deputados federais, e o PL, cuja bancada ganhou o reforço de 10 deputados.
Integrantes da cúpula do União Brasil dizem que o PL “foi pra cima” de quadros do partido com protagonismo no Congresso – por exemplo:
Mendonça Filho (PE), relator da PEC da Segurança;
Alfredo Gaspar (AL), relator da CPMI do INSS; e
Rodrigo Valadares (SE), relator da primeira versão do projeto da anistia.
Todos eram do União e se filiaram ao partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. Além destes, outros sete deputados fizeram o mesmo movimento. O saldo considera o balanço entre os que ficaram e os que saíram.
“Quem quer aliança não pesca dentro do aquário”, disse reservadamente um integrante da cúpula do União.
Um dos incômodos, segundo interlocutores da legenda, é que o União Brasil serviu de “barriga de aluguel” para vários deputados, que se beneficiaram de postos de protagonismo e depois “pularam fora”.
Citam, como exemplo, o caso de Alfredo Gaspar, que foi escolhido para compor a CPMI do INSS na cadeira do União Brasil.
“A gente investe postos importantes para ‘o cara’ sair? Poderíamos ter potencializado outro candidato”, diz uma fonte do União.
A leitura de cenário dentro do partido é que, daqui pra frente, é preciso escolher nomes mais fiéis para ocupar determinados postos – seja na Câmara ou na Esplanada.
O agravante no caso de Alfredo Gaspar é que, ao migrar para o PL, pode acabar se tornando um adversário da federação União-PP em Alagoas, onde ainda não decidiu se vai concorrer ao Senado.
Se essa possibilidade se confirmar pode dificultar a candidatura do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL). Outra hipótese seria uma candidatura de Gaspar ao governo do estado.
Com a desfiliação de Ronaldo Caiado – pré-candidato à presidência da República que era do União e passou para o PSD – a avaliação de integrantes da União Brasil é que o partido “dificilmente irá apoiá-lo” e que, hoje, “a tendência é apoiar Flávio [Bolsonaro]”, mesmo com a rusga criada.
Mas o provável apoio é usado como argumento de que o PL não deveria ter avançado sobre o União Brasil.
“Muitos de nossos deputados, por exemplo o Alfredo, iam pedir voto de qualquer jeito para o Flávio”, diz essa fonte.
‘Perda esperada’
O relator da CPI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, trocou o União pelo PL, de Bolsonaro
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Integrantes do União Brasil avaliam que o encolhimento da bancada “já era esperado” por causa da federação com o PP. Antes da janela partidária, a bancada tinha 59 deputados; agora, terá 51.
“Quando outro grupo chega [o PP], o grupo derrotado acaba indo para outro caminho”, diz um interlocutor da legenda.
Apesar do encolhimento, o partido faz uma projeção otimista de eleger entre 60 a 70 deputados federais em outubro.
Somando o número aos deputados eleitos do PP, a meta é que a federação alcance ou ultrapasse o número de 100 deputados.
Discussão e votação de propostas legislativas.
Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados


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Vídeo: Ao vivo: CAE analisa a Política Nacional de Desplastificação – 7/4/26


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‘A lei só vale para preto e pobre’: senadores criticam decisão do STF que desobrigou ida de Ibaneis a CPI

Senadores que integram a CPI do Crime Organizado no Senado protestaram nesta terça-feira (7) contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que desobrigou o depoimento do ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha.
Na sexta (3), o ministro do STF André Mendonça concedeu decisão liminar referente à convocação do governador para depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. A decisão transformou a obrigatoriedade de comparecimento em ato facultativo.
O presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-ES), disse que o Supremo tem inviabilizado o trabalho do colegiado.
“Quando é pra agir de forma contundente contra pobre e preto as leis funcionam. Quando a gente tenta fazer apuração de qualquer conduta sobre colarinho branco, crime de corrupção, envolvendo agentes políticos…a advocacia do Senado está recorrendo de todas as decisões que estão invuabilziando”, afirmou.
O presidente disse que as decisões do Supremo, que já invalidou a quebra de sigilo bancário de uma empresa do ministro Dias Toffoli, não são razoáveis e representam uma afronta ao cidadão brasileiro. “Quem nada deve nada teme”, afirmou Contarato.
O relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), também criticou o fato de o STF tornar facultativo depoimentos e quebras de sigilo aprovadas pela CPI.
“Como diz o presidente Contarato, no Brasil a lei pena só vale para preto e pobre. Essa é a verdade”, afirmou.
Membro da CPI, o senador Sergio Moro (União-PR) também criticou decisões do Supremo que liberaram autoridades de depor e invalidaram quebras de sigilo — como no caso do fundo Arleen, ligado ao Master e que investiu num resort da família do ministro do STF Dias Toffoli.
Moro afirmou que 27 senadores assinaram um requerimento para prorrogar a CPI. “É importante que esta CPI prossiga, mas que ela possa prosseguir com liberdade”, disse.
“Infelizmente surgiram essas conexões do Banco Master com ministros do STF. Nós tentamos aqui fazer uma investigação, que é uma investigação que o país precisa. Se varrermos esses problemas para debaixo do tapete, eles voltam maiores, eles vão se agravando”, disse Moro.
“Aqui nós estamos passando por um momento vergonhoso, em que essa obstrução está vindo do Supremo, de parte dos ministros. O ministro André Mendonça tem feito um trabalho corajoso, tanto no caso relacionado ao roubo de aposentadorias e pensões do INSS quanto no do caso Master”, completou.
Depoimento
Após os protestos dos membros da CPI contra o Supremo, foi iniciado o depoimento do secretário nacional de Políticas Penais do Ministério da Justiça, André Garcia.
Ele afirmou que hoje o país tem 708 mil presos, distribuídos em 1380 unidades — incluindo as cinco penitenciárias federais (Mossoró, Catanduvas, Campo Grande, Brasília e Porto Velho).
Segundo Garcia, há um déficit de 200 mil vagas, que precisariam de cerca de R$ 13 bilhões para serem construídas, e depois mais R$ 6 bilhões para custeio (manutenção das unidades).


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Vídeo: Ao vivo: Fim da aposentadoria como sanção em debate na CCJ – 7/4/26


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Vídeo: Ao vivo: Senado entrega Comenda Nise da Silveira – 7/4/26


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Depois do pacote contra efeitos da guerra, governo Lula quer socorrer endividados unificando dívidas

Depois do pacote para combater os efeitos da guerra no Oriente Médio no Brasil, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer socorrer os brasileiros endividados reunindo todas as dívidas das pessoas físicas em uma só.
A ideia é reunir a dívida do cartão de crédito, crédito pessoal e outras num só débito e trocá-las por uma nova dívida, com juros mais baixos e desconto no principal que pode chegar, em alguns casos, a 80%.
Rui Costa diz que endividamento da população preocupa Lula e que Caiado mexe pouco no cenário
Lula estabeleceu como prioridades neste início de ano:
reagir aos impactos da guerra no Irã para amenizar o aumento da inflação no Brasil e
fazer um novo programa de refinanciamento de dívidas dos brasileiros.
O presidente tem dito que as pessoas estão reclamando que, no final do mês, as dívidas estão consumindo praticamente toda sua renda.
Os bilhões que Lula vai injetar na economia em ano eleitoral: programas sociais turbinados e isenção do IR
Ricardo Stuckert / PR via BBC
Proposta contra endividamento
Além de unificar as dívidas em uma só, todo processo de renegociação será feito diretamente com bancos, para tornar o processo mais rápido.
Os bancos, para refinanciar e conceder descontos no principal da dívida, vão receber verbas possivelmente do Fundo de Garantia de Operações. Se as dívidas refinanciadas não forem pagas, os bancos terão garantia de que vão receber os valores refinanciados.
As duas medidas têm um componente eleitoral, principalmente num momento em que o presidente Lula enfrenta novamente uma fase de aprovação ruim dos brasileiros. O governo prepara ainda medidas para evitar que a conta de luz fique muito alta neste ano.
Tudo o que Lula não quer é inflação em alta durante sua campanha eleitoral, nem que as famílias continuem reclamando que seu orçamento não está fechando no final do mês. O programa de refinanciamento de dívidas terá como público alvo quem ganha até três salários mínimos.


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