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UOL News 2ª Edição com Diego Sarza | Programa Completo | 08 de junho de 2026

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UOL News 1ª Edição com Fabíola Cidral | Programa Completo | 08 de junho de 2026

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Fonte: UOL Noticias

Flávio diz que é candidato a presidente porque ‘missão foi dada’ e usa slogan de Lula: ‘Esperança vai vencer o medo’

‘A esperança vai vencer o medo esse ano’, diz Flávio Bolsonaro em evento em SP
O pré-candidato do PL à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro, voltou a defender bandeiras históricas de Lula e do PT em seu discurso neste sábado (20) em Guarulhos, na Grande São Paulo.
Ele também disse que não queria ter sido candidato à Presidência em 2026, mas que “missão lhe foi dada” pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Durante o lançamento da pré-candidatura de André do Prado (PL) ao Senado Federal pelo estado, o filho de Jair Bolsonaro afirmou que “vai ser radical para cumprir uma promessa que o Lula faz há mais de 20 anos e não cumpre: o pacto contra a fome”.
Depois de fazer promessas de encarceramento em massa de ladrões de celulares, castração química de estupradores e combate às facções PCC e Comando Vermelho – que ele mesmo chamou de ‘radicais’, Flávio afirmou que terá o foco de acabar com a fome, bandeira que elegeu o presidente Lula pela 1ª vez, em 2003, quando ele criou o programa ‘Fome Zero’.
O ‘Fome Zero’ foi o embrião do que mais tarde se tranformou no programa de transferência de renda Bolsa Família, também uma das marcas dos governos petistas.
“Vou ser radical na Segurança Pública sim. Vou ser radical para garantir ensino de qualidade pras nossas crianças. Vou ser radical para cumprir uma promessa que o Lula faz há mais de 20 anos e não cumpre: o pacto contra a fome. É fácil. Basta ter vontade. Porque hoje, uma criança de dois, três anos de idade, não tem o que comer as vezes. Como essa criança vai se desenvolver? É nossa obrigação dar ajuda a essas crianças desde a creche. E a gente vai zerar essa fila de creche. Vamos ajudar os estados e municípios, para as mulheres terem com quem deixar seus filhos”, disse o senador do PL.
“Vou ser radical no pacto contra a fome”, diz Flávio Bolsonaro em evento em Guarulhos, SP
Ao final do seu discurso, Flávio voltou a citar o slongan histórico de Lula na campanha de 2022, quando ao ser eleito o petista discursou dizendo que “a esperança tinha vencido o medo” e o PT tinha chegado pela primeira vez à Presidência da República.
A fala do senador foi quando ele agradeceu ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) – que também estava no evento – e lembrou que no início não queria ser candidato à Presidência, mas que aceitou a indicação do pai “diante das circunstâncias” e porque “missão foi dada”.
“Meu amigo Tarcísio sabe o que estou passando nesse momento. O Tarcísio nunca imaginou que seria governador aqui de São Paulo. Mas quando o presidente Bolsonaro aponta, o Tarcísio prontamente – carioca e flamenguista – veio ser governador de São Paulo”, afirmou.
“O Tarcísio vai estar com a gente aqui em SP. Pra mim é uma grande honra. Eu também não queria lá atrás [ser candidato a presidente], mas as circunstâncias e a missão que me foi dada, que eu acredito que é projeto de Deus. Eu vou dar o meu melhor e tenho certeza que a esperança vai vencer o medo este ano”, afirmou o pré-candidato do PL.
O pré-candidato do PL à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro, em seu discurso neste sábado (20) em Guarulhos, na Grande São Paulo.
Reprodução/TV Globo
Defesa do Bolsa Família
Na última segunda-feira (15), Flávio Bolsonaro já tinha defendido do Programa Bolsa Família e disse, em evento da revista VEJA, que o benefício se tornou um “direito adquirido” da população brasileira e que ninguém poderia acabar com o programa.
Durante participação no VEJA Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo, Flávio Bolsonaro também defendeu que os beneficiários continuem recebendo o auxílio por um período mais longo depois de conseguir um emprego formal ou abrir uma empresa.
“Esse programa virou direito adquirido do povo brasileiro. Ninguém tem o direito de tocar ou de acabar com esse programa. Qualquer país do mundo tem um programa para pessoas de baixa renda que têm dificuldade alimentar”, afirmou.
O presidente Lula (PT) durante evento do ‘Fome Zero’, em 2003, 1° ano de seu mandato como presidente da República.
Divulgação/Instituto Lula
Segundo o senador, o receio de perder imediatamente o benefício desestimula parte dos beneficiários a buscar a formalização. Ele afirmou que muitas pessoas atendidas pelo programa já trabalham informalmente.
“Quase 70% das pessoas que recebem o Bolsa Família trabalham informalmente e não vão para a formalidade porque têm medo de perder o benefício”, declarou.
Pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL)
Reprodução
Durante o governo do pai, Jair Bolsonaro (PL), o Bolsa Família foi extinto, em 2021, e substituído pelo Auxílio Brasil. O novo programa começou a ser pago com benefício mínimo de R$ 400.
Em 2022, o valor foi elevado para R$ 600, mas o acréscimo de R$ 200 tinha validade apenas até o fim daquele ano. Em 2019, o governo Bolsonaro também pagou uma 13ª parcela do Bolsa Família, medida que não foi mantida nos anos seguintes.
Ao comentar o programa durante a entrevista, Flávio afirmou que o pai havia triplicado o valor do benefício, Flávio disse que pretende ampliar o período de proteção para quem deixar a informalidade, com o objetivo de dar mais segurança às famílias durante a transição.
“Nós vamos propor a criação de um programa não só para garantir que as pessoas permaneçam ganhando o Bolsa Família caso passem para um emprego formal ou abram a própria empresa, por um período mais longo, mas também para mostrar que elas têm um caminho e podem caminhar com as próprias pernas, sem depender de político nenhum”, afirmou.
O pré-candidato também defendeu a criação de iniciativas diferentes de acordo com o perfil de cada beneficiário. Entre as medidas citadas estão acesso à internet de alta velocidade, microcrédito, educação financeira e redução da burocracia para a abertura de pequenos negócios.
“Tem aquela pessoa que é analfabeta, aquela pessoa que só não tem educação financeira e aquela que já tem uma certa noção, quer abrir o próprio negócio, mas não tem um microcrédito. Veja os perfis diferentes de quem recebe o Bolsa Família”, disse.
Flávio afirmou ainda que programas de transferência de renda devem ser mantidos para quem precisa, mas acompanhados de políticas que ampliem as possibilidades de emprego e empreendedorismo.
“O objetivo pessoal meu é fazer com que as pessoas caminhem com as próprias pernas, sem depender de político. Precisamos trazer grandes empreendimentos que gerem empregos e deem um salário melhor, para que as pessoas não precisem mais desse tipo de ajuda. Mas, até lá, quem precisar do governo terá o apoio”, declarou.
Daniela Marques na campanha
Flávio também afirmou que a ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniela Marques está próxima de sua campanha e deverá ajudá-lo na elaboração de propostas para as áreas econômica e social.
“Ela está perto de nós aqui na campanha e vai me ajudar nessa parte econômica, mas, principalmente, na pauta de responsabilidade social”, declarou.
Segundo o blog da Ana Flor, a ex-presidente da Caixa se licenciou por seis meses da Legend, empresa em que trabalha, para se dedicar ao projeto. Daniella afirmou que pretende ajudar a formular um modelo econômico “mais austero e virtuoso” e já vinha atuando informalmente nos contatos de Flávio para difundir propostas econômicas.
Daniella foi nomeada presidente da Caixa por Jair Bolsonaro em junho de 2022, após a saída de Pedro Guimarães, que deixou o cargo depois da divulgação de denúncias de assédio sexual.
Antes de assumir o banco, ela era secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia e integrava, desde o início do governo Bolsonaro, a equipe do então ministro Paulo Guedes, de quem era considerada uma das principais assessoras.
Na ocasião de sua indicação para a Caixa, Daniella afirmou que pretendia fortalecer a governança do banco e criar uma força-tarefa para investigar as denúncias de assédio. Ela comandou a instituição até o início do governo Lula.
O senador destacou a experiência dela na Caixa, especialmente em iniciativas voltadas a mulheres empreendedoras.
“Com a experiência que ela teve na Caixa Econômica e com programas específicos para as mulheres empreendedoras, ela mostrou como é possível, com o uso de tecnologia, boa vontade e boas políticas públicas, estender a mão para aquelas pessoas que querem caminhar com as próprias pernas e empreender, mas não sabem como”, afirmou.
Segundo Flávio, Daniela poderá contribuir com propostas de microcrédito, educação financeira e redução da burocracia para facilitar a abertura e a manutenção de pequenos negócios.


Fonte:

g1 > Política

UOL News 1ª Edição com Fabíola Cidral | Programa Completo | 07 de junho de 2026

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Fonte: UOL Noticias

PF abre investigação preliminar para apurar alertas falsos enviados por sistema da Defesa Civil

A Polícia Federal abriu neste sábado (20) uma investigação preliminar para apurar o disparo de falsos alertas extremos por uma plataforma da Defesa Civil. Segundo a PF, o procedimento já está em curso.
🔎Uma investigação preliminar é o conjunto de atos e diligências iniciais realizados antes ou de forma preparatória à instauração formal de um inquérito policial.
A plataforma de envios Defesa Civil Alerta sofreu uma invasão e foram disparadas notificações para celulares de pelo menos sete unidades da federação na madrugada deste sábado.
Secretário diz que 10 alertas falsos foram disparados
Por que alerta não chegou a todos bairros de uma mesma cidade?
Anatel reforça que alerta não partiu de autoridades
As mensagens disparadas foram do tipo Alerta Extremo e continham a palavra “misantropia” ou variações. Misantropia significa aversão ou rejeição à humanidade. Em razão da invasão, a plataforma de envios foi retirada do ar por volta da 1h30.
Secretário de Defesa Civil fala sobre alertas falsos disparados na madrugada
O Ministério da Integração informou que acionou a Polícia Federal para a investigação sobre o episódio. Segundo o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, “tudo indica” se tratar de um ataque hacker.
De acordo com ele, 10 alertas falsos foram disparados, mas não é possível, no momento, estimar em quantos celulares soaram as notificações. Foram 9 alertas pelo sistema Cell Broadcast e 1 pelo sistema de mensagens SMS.
🔎O Cell Broadcast é uma tecnologia de transmissão de mensagens que permite o envio de alertas de emergência e avisos de desastres simultaneamente para todos os celulares conectados a antenas de uma área específica, sem precisar de internet ou do número de telefone do usuário, garantindo alcance imediato em situações de risco.
Pelas localidades em que houve registro de mensagens, é possível dizer, segundo o secretário, que milhões de celulares receberam os alertas.
O secretário também disse não conseguir afirmar com exatidão quantos estados receberam. Segundo ele, o sistema de envios de alertas voltará ao ar após a troca de senhas de acesso e o governo ter segurança de que não vão ocorrer novos ataques. Ele não estabeleceu uma data exata.
Mapa das regiões que receberam alertas da Defesa Civil Nacional
Gabriel Wesley Marques Santos/Arte g1
O representante do Ministério da Integração contou que um novo sistema, mais seguro, já estava em desenvolvimento, mas ainda não há data para lançá-lo.
Em tese, entre os crimes que podem ter sido cometidos nesse caso, estão:
invasão de dispositivo Informático. Pena: reclusão, de 1 a 4 anos, e multa;
perturbação de serviço telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública. Pena: reclusão, de 2 a 4 anos, e multa;
atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública. Pena: reclusão, de um a cinco anos, e multa;
falsidade ideológica. Pena: reclusão, de um a cinco anos.
Sede da PF em Brasília
TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO


Fonte:

g1 > Política

Bolívia: caem bloqueios após estado de exceção e acordo com sindicato

O número de bloqueios de rodovias na Bolívia, em protesto às políticas do governo de Rodrigo Paz, diminuiu após um acordo com a Central Operária da Bolívia (COB), firmado na sexta-feira (19), e o estado de exceção decretado nesse sábado (20).

Confirmado pelo Parlamento na madrugada deste domingo (21), o estado de exceção permite ao governo decretar toque de recolher em determinadas áreas do país e usar as Forças Armadas para reprimir manifestantes após 50 dias de bloqueios e protestos contra as políticas do governo consideradas “neoliberais”.  

Notícias relacionadas:Colômbia vai às urnas neste domingo eleger presidente para 2026-2030.Negociadores do Irã seguem para Suíça; combates no Líbano continuam.Europa sofre com onda de calor; França restringe consumo de álcool.Chegando a registrar mais de 80 bloqueios em determinados dias, nas últimas semanas, a Bolívia amanheceu este domingo com 31 bloqueios de rodovias em La Paz, Cochabamba, Oruro e Santa Cruz, informou a Administradora de Estradas Bolivianas (ABC).

Ao longo deste domingo, o número de estradas bloqueadas caiu para 12, segundo painel de monitoramento em tempo real da ABC, responsável pela gestão das rodovias do país andino.

A doutoranda em ciência política na Universidade de São Paulo (USP) Alina Ribeiro explicou à Agência Brasil que o desgaste de 50 dias de bloqueios, que levaram a escassez de alimentos e medicamentos em diversas cidades, tem favorecido a redução das mobilizações. 

“As mobilizações custaram algumas vidas, inclusive, e paralisaram as cidades. Acho que a negociação com o governo aparece com uma saída que teria mais sentido, que beneficiaria os dois lados, ainda que não garanta a renúncia do Rodrigo Paz”, disse a especialista que estuda a realidade boliviana.

Os protestos vêm escalando na Bolívia desde janeiro, chegando ao ápice em maio e junho, após a promulgação de uma lei de terras criticada pelos camponeses. Desde então, grupos passaram a pedir a renúncia do direitista Rodrigo Paz, que está há apenas sete meses no poder após quase 20 anos de governos de esquerda na Bolívia. 

A pesquisadora Alina Ribeiro, que atua no Núcleo de Democracia e Ação Coletiva do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (NDAC-Cebrap), explicou que o bloqueio de rodovias é uma prática antiga na Bolívia, que vem da época da luta contra a colonização espanhola.

“É uma estratégia de atuação muito eficaz porque você realmente paralisa as cidades. Mas, ao mesmo tempo, é uma coisa que também exige das pessoas um tempo quase que integral e um sacrifício grande”, completou.

Acordo com Central Sindical

Um dia antes de decretar estado de exceção, o presidente Rodrigo Paz firmou um acordo com a COB, principal central sindical do país, que aderiu aos protestos pedindo reajustes salariais e denunciando o alto custo de vida.

O presidente da COB, Mario Argollo, informou que o acordo prevê um período de 90 dias para testar os compromissos com o governo. Ele pediu o fim dos bloqueios aos demais grupos para “pacificar o país”.

“Isso tem passos definidos de 90 dias. Agora a bola está do lado do governo. Se ele conseguir trabalhar nos aspectos centrais nacionais e estruturais, seguramente o povo vai aplaudir. Se faltar a isso, o povo o buscará”, disse Argollo à jornalistas após encontro com o presidente Paz.

Entre os pontos do acordo, estão a não criminalização dos protestos pelo governo; e não perseguição de lideranças de grupos sociais ou sindicais; e a formação de uma comissão com representantes do governo e da COB para liberação de lideranças presas durante os protestos.  

Pelo acordo, o governo ainda se comprometeu a não privatizar empresas públicas estratégicas, nem entregar recursos nacionais a interesses privados nacionais ou estrangeiros. Os pontos do acordo foram divulgados pela mídia estatal boliviana. 

Em uma rede social, o presidente Rodrigo Paz comemoro o acordo firmado com a COB.

“Vamos fortalecer a mineração estatal e a criação de empregos, sem privatizações e com coordenação permanente com a COMIBOL [Corporação Mineira de Bolívia]”, disse o chefe de Estado.

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Estado de exceção

No dia seguinte ao acordo com a COB, Paz decretou estado de exceção na Bolívia, decisão que o governo vinha preparando há semanas, o que incluiu a revogação da legislação de estado de exceção anterior e a  aprovação de novo texto pelo Parlamento.  

Ao anunciar a medida, o presidente boliviano voltou a criminalizar os protestos, argumentando, sem apresentar provas, que os bloqueios são financiados pelo narcotráfico, mesmo discurso usado pelos Estados Unidos (EUA) para defender o governo de La Paz.  

“O que a Bolívia enfrenta hoje é uma estratégia organizada de desestabilização contra a democracia e um governo constituído, e devemos chamá-la pelo seu nome: uma tentativa de golpe de Estado por parte do narcoterrorismo”, disse Rodrigo Paz.

O governo de La Paz ainda responsabiliza o ex-presidente Evo Morales pelos protestos e bloqueios no país. Em resposta, Morales afirma que esse é um movimento do povo boliviano, unindo professores, minérios, camponeses, indígenas e outros grupos sociais, os quais ele não tem controle.  

Divergências no movimento social

Parte das organizações seguem defendendo os bloqueios até a renúncia de Rodrigo Paz, como a Confederação Nacional de Mulheres Camponesas Indígenas “Bartolina Sisa”.

Na última quinta-feira, um ato de camponeses na província Ingavi, no departamento de La Paz, defendeu a manutenção dos bloqueios e protestos.

“Reafirmamos que as decisões são tomadas em conjunto com o povo, e não pelas suas costas. A Bolívia não merece líderes que traem o mandato popular, violam os direitos da maioria e tentam entregar o nosso país a interesses estrangeiros”, disse comunicado da organização camponesa Bartolina Sisa.

A dirigente da organização Virgínia Antiñapa denunciou o assassinato de manifestantes e a perseguição de lideranças nas últimas semanas, rejeitando as acusações do governo Rodrigo Paz.

“Esta luta é uma luta pelas nossas reivindicações de anos atrás. O governo está politizando isso; dizendo que apoiamos o MAS [partido de Evo Morales], mas esta luta não deve ser politizada. Nossa luta é justa. Não temos nada a ver com o senhor Morales”, afirmou Virgínia, em coletiva de imprensa.

A pesquisadora da USP Alina Ribeiro acrescentou à Agência Brasil que as mobilizações são formadas por grupos heterogêneos, sendo difícil que eles assumam uma posição unificada para encerrar ou não os bloqueios de rodovias.

“Existe um nível de cisão interna que é muito definidora de toda essa mobilização. As organizações menos unificadas têm o processo de decisão mais difícil. Com isso, decidir continuar ou não no conflito se torna mais complexo”, completou.


Fonte: Feed Últimas

Datafolha: Lula lidera com 41% no 1º turno, e Flávio Bolsonaro tem 31%

Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Caiado, Aécio e Zema
Divulgação e reprodução
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) pelo site do jornal Folha de S.Paulo mostra o presidente Lula (PT) na liderança com 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, dez pontos à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem 31%.
No levantamento anterior, divulgado em 22 de maio, o presidente tinha 40%, e o senador, os mesmos 31%.
Após Lula e Flávio, aparecem o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) e o empresário Renan Santos (Missão), ambos com 3%.
Veja os números:
Lula (PT): 41%
Flávio Bolsonaro (PL): 31%
Ronaldo Caiado (PSD): 3%
Renan Santos (Missão): 3%
Aécio Neves (PSDB): 2%
Augusto Cury (Avante): 2%
Romeu Zema (Novo): 2%
Samara Martins (UP): 2%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 1%
Joaquim Barbosa (DC): 1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
Hertz Dias (PSTU): não pontuou
Edmilson Costa (PCB): não pontuou
Brancos/nulos: 7%
Não sabe: 4%
Datafolha mostra intenções de voto para a eleição presidencial no 1º turno
Arte g1
O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 17 e 19 de junho, segundo dados informados ao Trbunal Superior Eleitoral (TSE).
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado sob o número BR-09956/2026.
Datafolha 2º turno: Lula tem 47%, e Flávio Bolsonaro, 43%
No cenário de 2º turno, Lula aparece com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro. O cenário é o mesmo do levantamento anterior, de 22 de maio.
Flávio Bolsonaro e Lula lideram rejeição
A pesquisa também mediu a rejeição aos pré-candidatos. Segundo o levantamento, Flávio Bolsonaro e Lula são os nomes mais rejeitados, empatados tecnicamente.
48% dos entrevistados afirmaram que não votariam de jeito nenhum em Flávio;
46% dizem o mesmo sobre o presidente Lula.
Aécio Neves aparece em seguida, com 23% de rejeição.
Veja os números:
Flávio Bolsonaro (PL): 48%
Lula (PT): 46%
Aécio Neves (PSDB): 23%
Romeu Zema (Novo): 17%
Ronaldo Caiado (PSD): 14%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 14%
Renan Santos (Missão): 12%
Rui Costa Pimenta (PCO): 12%
Joaquim Barbosa (DC): 11%
Samara Martins (UP): 10%
Augusto Cury (Avante): 9%
Edmilson Costa (PCB): 8%
Hertz Dias (PSTU): 7%
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2%
Rejeita todos/não vota em nenhum: 1%
Não sabem: 3%
Datafolha mostra os índices de rejeição dos pré-candidatos
Arte g1


Fonte:

g1 > Política

UOL News 2ª Edição com Diego Sarza | Programa Completo | 11 de junho de 2026

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Fonte: UOL Noticias

UOL News 1ª Edição com Fabíola Cidral | Programa Completo | 11 de junho de 2026

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Fonte: UOL Noticias