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Japão anuncia flexibilização de normas de exportação de armas

O Japão vai flexibilizar suas normas de exportação de armamento vigentes há décadas, anunciou nesta terça-feira (21, data local) o porta-voz do governo, Minoru Kihara, em uma mudança que abre caminho para a venda de armas ao exterior.
“Com esta revisão parcial dos Três Princípios sobre a Transferência de Equipamentos e Tecnologia de Defesa e as normas relacionadas, agora é possível, em princípio, permitir a transferência de equipamento de defesa, incluindo todos os produtos acabados”, disse Kihara em entrevista coletiva.
A primeira-ministra Sanae Takaichi sustenta que o Japão deve relaxar suas normas sobre exportação de armas para reforçar a defesa nacional, ao mesmo tempo que tenta impulsionar a indústria armamentista nacional como motor do crescimento econômico.
“Até agora, a transferência ao exterior de produtos acabados de fabricação nacional tinha se limitado a busca e resgate, transporte, vigilância e contramedidas contra minas […], mas, com esta emenda, as transferências de qualquer equipamento de defesa serão, em princípio, possíveis”, publicou a dirigente nesta terça-feira na rede social X.
Os defensores da mudança de política alegam que esta deveria integrar ainda mais o arquipélago asiático na cadeia de abastecimento de defesa internacional, bem como fortalecer os laços de defesa, diplomáticos e econômicos com seus aliados, na medida em que cresce a instabilidade regional.
Tóquio protagonizou episódios recentes de tensão com a China depois que Takaichi sugeriu que seu país poderia intervir em caso de um ataque a Taiwan, uma ilha de governo democrático que Pequim reivindica como parte de seu território e não descarta retomar, inclusive pela força.
Mas a decisão de flexibilizar as normas sobre a venda de armas causou inquietação entre alguns setores da opinião pública japonesa, e os críticos acusam Takaichi de minar a história de pacifismo que o país ostenta desde o fim da Segunda Guerra Mundial.
*Com informações da AFP


Fonte: Jovem Pan

Desembargadora que recebeu R$ 91 mil vê magistratura em ‘regime de escravidão’

A desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará, afirmou durante sessão na Corte que a magistratura caminha para um “regime de escravidão” diante de restrições recentes aos penduricalhos. A declaração ocorre após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que extinguiu 15 benefícios, manteve oito verbas indenizatórias e fixou que essas parcelas não podem ultrapassar 35% do subsídio, limitado a R$ 46.366,19, teto do funcionalismo.
A magistrada recebeu R$ 91 mil líquidos em março. No primeiro trimestre, acumulou R$ 216 mil em salários. Integrante da 3ª Turma de Direito Penal, ela chegou a desembargadora em julho de 2020, após 35 anos de carreira.
O Estadão pediu manifestação do Tribunal de Justiça do Pará e da magistrada sobre as remunerações acima do teto. Porém, não havia recebido retorno até a publicação deste texto. Este espaço segue aberto.
Durante a sessão, Eva do Amaral criticou a percepção pública sobre a categoria. “Os juízes estão sendo vistos como bandidos, como pessoas sem escrúpulos, pessoas que querem ganhar muito sem fazer nada”, afirmou. Em outro momento, disse que “daqui a pouco” magistrados, inclusive desembargadores, estarão “no rol daqueles funcionários que trabalham em regime de escravidão”.
A desembargadora reagiu ao uso do termo penduricalhos. “Dizer que o juiz não trabalha e que persegue verbas e mais verbas e mais verbas como privilégios, como penduricalhos, uma expressão tão chula e tão vagabunda que jogaram em cima da magistratura, que hoje a gente vive uma tensão enorme, porque não se vai ter, daqui a algum tempo, como pagar nossas contas”, declarou.
Segundo ela, a situação financeira da categoria já afeta a rotina pessoal de magistrados. “Colegas estão deixando de frequentar gabinetes de médicos, porque não vão poder pagar consulta”, disse. Em seguida, acrescentou. “Outros estão deixando de tomar remédios, entendeu? Então, a situação que a magistratura vive hoje é essa.”

‘A população vai sentir’
A magistrada ainda destacou o fim de benefícios. “Nós não temos direito mais a auxílio-alimentação, nós não temos direito a receber uma gratificação por direção de fórum, vão ser cortadas, já cortaram”, afirmou. Na sequência, reiterou a comparação. “Enfim, daqui a pouco a gente vai estar no rol daqueles funcionários que trabalham em regime de escravidão.”
Ao defender a carga de trabalho da categoria, Eva do Amaral afirmou que a atividade vai muito além do expediente nos tribunais. “Eu gostaria, sim, que uma parte da população viesse a viver o dia a dia do juiz e do desembargador, para verificar como é que a gente trabalha. Ninguém trabalha só aqui”, disse. “Até porque se nós trabalharmos só aqui, aí que a justiça não vai andar. Nós trabalhamos um número enorme de horas extras em casa, sacrificando o fim de semana, quando a gente está de plantão. Nós, de plantão, não estamos aqui, mas estamos trabalhando em casa.”
Eva afirmou que os efeitos das restrições serão percebidos pela sociedade. “A população vai sentir quando ela procurar a justiça e realmente não tiver. Aí ela vai sentir e vai ver de que lado ela optou.”
*Com informações do Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

Florianópolis: um sol para cada sonho de praia

Feche os olhos por um instante e escute. É o som suave das ondas quebrando em uma enseada tranquila, onde risadas de crianças ecoam na areia fofa? Ou é o rugido poderoso do mar, chamando os corajosos para dançar sobre as ondas? Talvez seja a batida eletrônica que se mistura ao pôr do sol, transformando a praia em uma celebração a céu aberto. Em Florianópolis, a ilha não faz perguntas, ela oferece respostas em forma de praia. Com mais de 40 faixas de areia espalhadas por seu litoral, a verdadeira magia está em encontrar aquele pedaço de paraíso que vibra na mesma sintonia que a sua alma. Este é o seu guia das praias de Florianópolis, um convite para descobrir qual a melhor para famílias, para surfar e para badalar.
Refúgios de águas calmas para memórias em família
Imagine um lugar onde a maior preocupação do dia é construir o castelo de areia mais alto ou decidir qual sabor de picolé escolher. As praias do norte da ilha são o cenário perfeito para esses momentos, com suas águas mornas e mansas que parecem um abraço do mar. Aqui, a brisa é suave, o oceano se comporta como uma grande piscina natural e a infraestrutura garante conforto e segurança para que todos, dos pequenos aos avós, possam relaxar e criar laços que o tempo não apaga.

Praia de Jurerê (lado tradicional): Com um mar sereno e areia fina, é ideal para longas caminhadas e brincadeiras na beira d’água.
Praia da Daniela: Uma verdadeira piscina a céu aberto, protegida por uma península que a deixa quase sem ondas, perfeita para os menores.
Lagoinha do Norte: Uma pintura em forma de praia, com águas cristalinas e cercada por um verde exuberante que garante fotos e lembranças espetaculares.

O santuário das ondas perfeitas e da alma surfista
Para alguns, a praia não é lugar de descanso, mas de adrenalina e conexão com a força do oceano. No leste e no sul da ilha, o mar se apresenta em sua forma mais selvagem e convidativa. É aqui que a cultura do surfe floresce, onde pranchas coloridas pontilham o horizonte e a conversa gira em torno do swell, do vento e da próxima onda perfeita. Sentir a energia da Praia Mole ao amanhecer ou encarar as ondas poderosas da Joaquina é mais do que um esporte; é um ritual, uma forma de pertencer àquele lugar.

Praia Mole: O ponto de encontro da juventude e dos surfistas, com ondas fortes e uma atmosfera descolada que se estende da areia aos bares da orla.
Praia da Joaquina: Famosa mundialmente por seus campeonatos de surfe, oferece ondas tubulares e dunas gigantes para quem quer se aventurar também no sandboard.
Praia do Campeche: Com uma longa faixa de areia branca e ondas constantes, é um paraíso para surfistas e kitesurfistas, com a mística Ilha do Campeche como pano de fundo.

A energia contagiante do agito à beira-mar
Quando o sol começa a se despedir no horizonte, pintando o céu com cores de fogo, algumas praias de Florianópolis ganham uma nova vida. A música começa a pulsar, os drinks colorem as mesas e a areia se transforma na pista de dança mais exclusiva do mundo. É o cenário para ver e ser visto, para celebrar a vida com os pés na areia e o coração em festa. Do luxo dos beach clubs à energia vibrante dos bares de praia, aqui a noite começa muito antes de as estrelas aparecerem.

Jurerê Internacional: O epicentro do glamour, com beach clubs sofisticados, festas que duram o dia todo e um público que busca exclusividade e diversão.
Praia Mole: Durante a alta temporada, seus bares de praia se tornam o palco perfeito para curtir o fim de tarde com boa música e gente bonita.
Lagoa da Conceição: Embora não seja uma praia de mar, o centrinho e a Avenida das Rendeiras reúnem bares e restaurantes que fervem noite adentro, sendo o coração boêmio da ilha.

Florianópolis não é apenas um destino, é um estado de espírito. É a tranquilidade de um dia em família, a adrenalina de uma onda perfeita e a euforia de uma festa inesquecível. Cada praia conta uma história, cada canto da ilha guarda uma promessa. A pergunta não é se você vai encontrar o seu lugar ao sol, mas qual das muitas versões de paraíso vai roubar o seu coração primeiro. A sua praia está esperando. Qual delas você vai descobrir?


Fonte: Jovem Pan

Guia de quiosques no Litoral Paulista para comer bem com o pé na areia

Comer na praia é uma das experiências mais prazerosas de uma viagem ao litoral. O desafio, no entanto, é encontrar um quiosque que ofereça comida de qualidade, bom atendimento e um ambiente agradável. Para ajudar nessa missão, preparamos um guia com os melhores quiosques de praia no Litoral Norte e Sul de São Paulo, reunindo opções para quem busca comer bem com o pé na areia, seja um petisco rápido ou uma refeição completa. Este roteiro foi pensado para quem valoriza a boa gastronomia e quer fugir das armadilhas turísticas, focando em estabelecimentos reconhecidos pelo sabor e frescor de seus pratos.
Destaques do Litoral Norte: tradição e sabor
O Litoral Norte é famoso por suas praias paradisíacas e pela culinária caiçara autêntica. Os quiosques da região costumam oferecer pratos elaborados com frutos do mar frescos e ingredientes locais.

Quiosque do Joca (Ubatuba): Localizado na Praia Grande, é um clássico conhecido pela sua casquinha de siri cremosa e pelo peixe na telha, um prato generoso que serve bem duas pessoas. O ambiente é familiar e o atendimento, ágil.
Barraca do Surfista (São Sebastião): Na badalada Praia de Maresias, este quiosque se destaca pelos lanches naturais e pelo açaí turbinado, perfeito para repor as energias. É o ponto de encontro de quem busca uma opção mais leve e saudável.
Ponto do Camarão (Ilhabela): Situado na Praia do Curral, este quiosque faz jus ao nome. A especialidade é o camarão no abacaxi, uma combinação agridoce e tropical. As caipirinhas de frutas exóticas, como caju e seriguela, também são imperdíveis.

Achados do Litoral Sul: de Santos à Juréia
O Litoral Sul oferece uma diversidade de praias, das urbanas às mais selvagens. Seus quiosques refletem essa variedade, com opções que vão desde petiscos tradicionais a pratos com peixes frescos assados na brasa.

Quiosque da Célia (Guarujá): Na movimentada Praia da Enseada, este é o lugar certo para quem não dispensa uma porção de lula à dorê sequinha e crocante, acompanhada de uma cerveja sempre gelada. O serviço é rápido e eficiente.
Quiosque do Canal 5 (Santos): Na Praia do Gonzaga, este quiosque é conhecido pelo seu misto de frutos do mar na chapa, que inclui camarão, lula, marisco e peixe. Os sucos naturais feitos na hora são um ótimo complemento.
Recanto do Pescador (Peruíbe): Localizado na Praia do Guaraú, próximo à Estação Ecológica Juréia-Itatins, este quiosque oferece uma experiência rústica e autêntica. O destaque é o peixe fresco do dia, geralmente robalo ou tainha, assado inteiro na brasa.

Como escolher o quiosque ideal para sua fome
Além das nossas sugestões, algumas dicas podem ajudar você a encontrar outros bons lugares para comer na praia. A observação é a chave para uma escolha acertada.

Observe a movimentação: Quiosques com bom movimento de clientes, especialmente de moradores locais, costumam ser um sinal de qualidade e produtos frescos.
Verifique a higiene: Dê uma olhada na limpeza geral do ambiente, incluindo as mesas, o balcão e a cozinha (se estiver visível). Um local limpo é fundamental para uma boa experiência gastronômica.
Foco na especialidade: Muitos quiosques têm um ou dois pratos que são o carro-chefe. Pergunte qual é a especialidade da casa; geralmente, é a aposta mais segura e saborosa.
Cuidado com cardápios extensos: Desconfie de quiosques que oferecem uma variedade imensa de pratos, de pizza a comida japonesa. É difícil manter a qualidade e o frescor de tantos itens diferentes.

Com este guia em mãos, sua próxima viagem ao Litoral Paulista tem tudo para ser ainda mais saborosa. Explorar a gastronomia local é parte essencial da experiência, e agora você já sabe por onde começar a busca pelos melhores sabores que a costa de São Paulo pode oferecer, diretamente da areia.


Fonte: Jovem Pan

Como Lauda e Grosjean mudaram a segurança da F1 para sempre

A Fórmula 1 é sinônimo de velocidade, tecnologia e, historicamente, de um alto grau de risco. Ao longo de suas décadas de existência, a categoria passou por uma transformação radical em seus padrões de segurança, muitas vezes impulsionada por eventos trágicos ou quase fatais. Entre os momentos mais marcantes, os acidentes de Niki Lauda em 1976 e de Romain Grosjean em 2020 se destacam como pontos de inflexão que mudaram a segurança da F1 para sempre. Separados por 44 anos, esses dois incidentes ilustram a jornada de evolução da proteção aos pilotos, mostrando como as lições do passado se tornaram os pilares da sobrevivência no presente.

O inferno de Nürburgring: O acidente de Niki Lauda em 1976
Em 1º de agosto de 1976, no perigoso circuito de Nürburgring Nordschleife, na Alemanha, Niki Lauda sofreu um dos acidentes mais terríveis da história do esporte. Após perder o controle de sua Ferrari 312T2, ele colidiu violentamente contra o guard-rail, e o carro, em chamas, voltou para o meio da pista, sendo atingido por outros competidores. Preso nos destroços, Lauda inalou gases tóxicos e sofreu queimaduras severas antes de ser resgatado pela ação corajosa de outros pilotos.
O acidente expôs as falhas críticas de segurança da época. As consequências foram imediatas e serviram como um alerta para a necessidade de mudanças drásticas.

Fim de Nürburgring: A corrida de 1976 foi a última da F1 no traçado de Nordschleife, considerado perigoso demais para os carros modernos da época. A partir de então, os circuitos passaram a ser projetados com áreas de escape maiores e barreiras mais seguras.
Equipamentos antichamas: A imagem de Lauda em um carro em chamas acelerou o desenvolvimento de macacões, luvas, sapatilhas e balaclavas com materiais cada vez mais resistentes ao fogo.
Atendimento médico: A demora no resgate e a falta de uma equipe médica especializada no local levaram à criação de um centro médico móvel e à presença obrigatória de médicos e helicópteros em todas as corridas.
Estrutura dos carros: O incidente impulsionou pesquisas para melhorar a resistência do tanque de combustível e a integridade estrutural do chassi em caso de impacto e incêndio.

O milagre do Bahrein: A sobrevivência de Romain Grosjean em 2020
No Grande Prêmio do Bahrein de 2020, o mundo assistiu atônito ao acidente de Romain Grosjean. Seu carro Haas tocou em outro veículo, saiu da pista a mais de 220 km/h e colidiu frontalmente com um guard-rail. O impacto foi tão violento que o carro se partiu em dois e explodiu em uma bola de fogo. Por 28 segundos, Grosjean esteve no meio das chamas antes de conseguir sair dos destroços. Ele sobreviveu com queimaduras nas mãos e tornozelos.
A sobrevivência de Grosjean foi um testemunho direto do legado de segurança construído ao longo de mais de quatro décadas. Vários dispositivos, muitos deles inexistentes na era de Lauda, foram cruciais.

Halo: A estrutura de titânio que protege o cockpit foi a principal responsável por salvar a vida do piloto. O Halo abriu um buraco no guard-rail, protegendo a cabeça de Grosjean de um impacto que seria fatal.
Célula de sobrevivência: O monocoque de fibra de carbono, onde o piloto fica, permaneceu intacto apesar da força do impacto e da cisão do carro, protegendo-o de ferimentos graves.
HANS (Head and Neck Support): O dispositivo, obrigatório desde 2003, evitou fraturas cervicais e cranianas durante a desaceleração brutal.
Equipamentos de segurança aprimorados: O macacão antichamas, desenvolvido com tecnologia de ponta, deu a Grosjean segundos preciosos para escapar do incêndio, uma evolução direta das lições aprendidas com o acidente de Lauda.

A evolução contínua da segurança na Fórmula 1
Os acidentes de Lauda e Grosjean são dois capítulos fundamentais na história da segurança da F1, mas fazem parte de um processo contínuo. Outros eventos, como o fim de semana trágico de Ímola em 1994, que vitimou Roland Ratzenberger e Ayrton Senna, também serviram como catalisadores para uma revolução na segurança. Desde então, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) intensificou a pesquisa e a implementação de novas tecnologias.

Crash tests rigorosos: Todos os carros são submetidos a testes de impacto frontais, laterais e traseiros cada vez mais exigentes.
Barreiras de proteção: O desenvolvimento de barreiras deformáveis, como a Tecpro, ajuda a dissipar a energia dos impactos de forma muito mais eficiente que os antigos guard-rails.
Circuitos modernos: Os novos traçados são projetados com foco total na segurança, com amplas áreas de escape e infraestrutura médica de ponta.

A jornada da segurança na Fórmula 1 é escrita a cada corrida e, infelizmente, a cada acidente. Os incidentes de Niki Lauda em 1976 e Romain Grosjean em 2020 representam os dois extremos dessa linha do tempo: o primeiro expôs a fragilidade do esporte e forçou o início de uma mudança cultural, enquanto o segundo validou décadas de pesquisa e inovação. A capacidade de Grosjean de sair andando de um acidente que teria sido fatal em qualquer outra era é a prova definitiva de que as lições dolorosas do passado foram aprendidas, transformando o automobilismo em um esporte comprovadamente mais seguro.


Fonte: Jovem Pan

Prazos de manutenção e ficha técnica dos fluidos lubrificantes de motor

O sistema de lubrificação é o principal responsável por evitar o atrito destrutivo entre os componentes de um motor de combustão interna. Pistões, bielas, mancais e árvores de comando operam em tolerâncias milimétricas e sob temperaturas que ultrapassam facilmente os 100ºC durante o regime de trabalho. Para garantir a integridade dessas peças de metal, o fluido cria uma película protetora de alta resistência que reduz o arrasto, auxilia na dissipação térmica e recolhe as micropartículas metálicas geradas pelo uso diário. Ignorar as exigências de fábrica compromete imediatamente a eficiência energética do veículo e abre caminho para falhas mecânicas severas e irreversíveis.

Capacidade volumétrica, índices de viscosidade e torque de aperto
A arquitetura de cada motorização determina o volume exato de fluido necessário para que a bomba de óleo mantenha a pressão contínua no circuito. Em motores de quatro cilindros com deslocamento entre 1.0 e 1.6 litro, a capacidade nominal do cárter varia entre 3,3 e 4,2 litros, sempre exigindo um pequeno excedente para a retenção interna do filtro novo. O abastecimento irregular fora dessa margem causa desde a aeração do fluido até o rompimento e vazamento pelos retentores do virabrequim.
A classificação da Sociedade dos Engenheiros Automotivos (SAE) define o comportamento do fluido em diferentes temperaturas. Um produto com a especificação técnica 5W30, por exemplo, apresenta alta fluidez em partidas a frio (índice 5W) e mantém a película estabilizada sob alta temperatura operacional (índice 30). Para assegurar a estanqueidade do compartimento, o bujão de escoamento na base do motor exige aperto com torquímetro calibrado. O aperto correto varia entre 25 Nm e 35 Nm, acompanhado obrigatoriamente da substituição da arruela de esmagamento em cada visita à oficina.
Diagnóstico de falhas na pressão e alertas no painel
A quebra da barreira de lubrificação gera sintomas auditivos e visuais diretos no veículo. O primeiro indício mecânico de saturação do fluido é o ruído metálico agudo na primeira partida, popularmente diagnosticado como “batida de tuchos”. Esse barulho de estalos repetitivos avisa que o lubrificante perdeu sua fluidez original a frio ou que as estreitas galerias do cabeçote estão parcialmente obstruídas por borra, atrasando a pressurização no comando de válvulas.
No quadro de instrumentos, a luz de advertência com símbolo de almotolia é o alerta de prioridade máxima. Se o ícone vermelho piscar ou permanecer aceso durante a condução, a injeção eletrônica detectou uma queda drástica na pressão de óleo no bloco. O motorista deve cortar a ignição imediatamente e encostar o carro em local seguro. O aumento perceptível no nível de vibração em marcha lenta e as falhas nas acelerações também sinalizam que o anel de segmento já está raspando nos cilindros com atrito excessivo.
Procedimento técnico para a substituição na oficina
A manutenção profilática do circuito hidráulico exige um ambiente despoluído e ferramentas de precisão. A troca expressa feita por máquinas de sucção deixa detritos no motor, sendo o escoamento natural por gravidade o único método eficaz para arrastar as impurezas decantadas no fundo da plataforma.
1. Drenagem térmica do cárter
O veículo precisa ser erguido em um elevador com o motor estabilizado na temperatura de operação (entre 80ºC e 90ºC). O calor rompe a viscosidade endurecida do material velho, garantindo o escoamento rápido e completo dos resíduos pesados pelo orifício de dreno em direção ao coletor ecológico.
2. Substituição obrigatória do elemento filtrante
A malha de papel do filtro acumula limalhas metálicas e depósitos de carvão acumulados ao longo da quilometragem rodada. A peça encapsulada deve ser sacada com chaves de garra específicas. Antes de rosquear o novo cilindro, o mecânico tem o dever de lubrificar o anel de vedação de borracha com algumas gotas de fluido limpo, evitando que a junta morda, rasgue ou ceda sob alta compressão.
3. Abastecimento manual e aferição de nível
Com o novo bujão selado e torqueado, o bloco de cilindros recebe o pacote de lubrificante virgem pelo gargalo da tampa de válvulas superior. Terminada a transferência, é necessário acionar o motor em marcha lenta por dez segundos para saturar o tecido do filtro e carregar as galerias de topo. Por fim, com o carro apoiado e nivelado no chão plano, executa-se a leitura definitiva na vareta de medição, atestando que a mancha de óleo repouse na metade exata entre os vincos de mínimo e máximo.
Tabela de custos por litro e vida útil esperada
O orçamento de revisão varia diretamente em função da tecnologia molecular aplicada na base do produto e na sofisticação dos aditivos detergentes e antioxidantes exigidos pela montadora.
Qual a diferença entre óleo mineral, semissintético e sintético e qual o melhor para o carro?
A diferença fundamental baseia-se no processo químico de refino. O produto mineral é destilado diretamente do petróleo cru e abriga moléculas irregulares, tornando-se mais vulnerável à carbonização. O lubrificante sintético é inteiramente formulado em laboratórios petroquímicos, entregando cadeias moleculares simétricas que suportam extremo estresse térmico sem degradar. Já a variante semissintética é uma solução intermediária que mistura bases de ambas as origens. O melhor para a durabilidade do carro é utilizar a especificação e o grau de viscosidade exigidos no manual, mantendo a calibração com a qual o bloco foi projetado.
Abaixo estão as médias de preços pesquisadas no mercado nacional de autopeças e os prazos limite de validade recomendados para cada família de produtos:
Fluidos de base mineral (ex: 20W50): Destinados majoritariamente a motores de concepção mais antiga e com maiores folgas de tolerância. O pacote de desgaste exige a substituição severa a cada 5.000 quilômetros ou seis meses. Nas gôndolas, o custo unitário varia de R$ 24 a R$ 29 por litro;
Fluidos semissintéticos (ex: 15W40): Entregam um compromisso sólido entre estabilidade oxidativa e proteção de partida. A durabilidade tabelada na maioria das manuais permite até 7.500 quilômetros rodados. O custo no balcão de peças transita na faixa entre R$ 32 e R$ 38 o litro;
Fluidos 100% sintéticos (ex: 5W30): Exigência absoluta para motores modernos equipados com turbocompressor, injeção direta e tuchos hidráulicos sensíveis. Preservam a película por muito mais ciclos de aquecimento, sustentando intervalos de rodagem de até 10.000 quilômetros ou exatos doze meses de validade. Os valores flutuam entre R$ 40 e R$ 51 o litro;
Negligenciar a troca programada no odômetro ou o prazo de validade temporal degrada a composição química, transformando o líquido protetor em uma borra densa e espessa parecida com graxa asfáltica. Sem a camada pressurizada separando as paredes metálicas, o atrito seco derrete as bronzinas do virabrequim em poucos minutos e provoca o fundimento instantâneo das bielas e pistões. Além do grave risco de segurança imposto pelo travamento repentino das rodas motrizes em velocidade, o conserto mecânico exigirá a desmontagem e a usinagem total do bloco de força em uma retífica especializada, gerando um prejuízo financeiro colossal.


Fonte: Jovem Pan

Lula diz que pode adotar reciprocidade contra os EUA no caso de delegado envolvido na prisão de Ramagem

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que não sabe o que aconteceu no caso do delegado brasileiro envolvido na prisão de Ramagem nos EUA e afirmou que pode usar reciprocidade contra um americano no Brasil.
“Fui informado hoje de manhã, acho que se houve um abuso americano com relação ao nosso policial, nós vamos fazer a reciprocidade com o dele no Brasil”, disse Lula na porta do Hotel em Hannover em conversa com a imprensa.
O presidente ainda afirmou que não aceitará ‘essa ingerência e esse abuso de autoridade que algumas pessoas americanas querem ter com relação ao Brasil’.
O Ministro das Relações Exteriores Mauro Vieira também falou sobre o assunto. “Essa notícia não tem fundamento. Estamos aguardando esclarecimentos das autoridades americanas”, disse o ministro.
Na segunda (20), o governo dos Estados Unidos ordenou que o delegado brasileiro envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) deixe o país. A medida foi divulgada pelo Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental do governo americano.
Sem citar nomes, o governo americano afirmou em uma rede social que uma autoridade brasileira tentou “contornar pedidos formais de extradição” para promover “perseguições políticas” no país.
“Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos. Hoje, pedimos que o funcionário brasileiro em questão deixe o país por tentar fazer isso”, diz o texto.
A TV Globo confirmou com a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil que a autoridade citada é o delegado da Polícia Federal (PF) Marcelo Ivo de Carvalho, que atuava junto ao Serviço de Imigração e Controle de Aduanas norte-americano (ICE).
Carvalho foi nomeado para atuar em Miami em março de 2023, em uma missão junto ao ICE com duração de dois anos.
Entre as funções está a identificação e a prisão de foragidos da Justiça brasileira nos EUA.
Em março de 2025, o governo publicou uma portaria que prorrogou a permanência dele na missão até agosto deste ano.
O Itamaraty disse que não vai se manifestar sobre o assunto. A PF não foi comunicada formalmente sobre a medida do governo norte-americano.


Fonte:

g1 > Política

Lula volta a criticar Conselho de Segurança da ONU; “cinco membros permanentes, cinco senhores de guerra”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar o Conselho de Segurança das Nações Unidas, neste sábado (18), em discurso na 1ª Reunião Mobilização Progressista Global, em Barcelona, na Espanha.
O evento reúne lideranças políticas de vários países e, segundo os organizadores, tem o objetivo de articular uma rede internacional em torno do fortalecimento da democracia e do multilateralismo.

“A querida Nações Unidas, que foi criada depois da segunda guerra mundial, com cinco membros permanentes, para cuidar da paz, para cuidar da cordialidade, da fraternidade, se transformaram em cinco senhores de guerra”. 

O grupo é composto por cinco países com assentos permanentes — EUA, Reino Unido, China, Rússia e França — que, nas votações, possuem o poder de vetar resoluções e 10 outros países com assentos rotativos.

Lula citou nominalmente todos os membros permanentes. Neste momento, o presidente brasileiro recebeu aplausos da plateia.

“Eu queria dizer ao presidente Trump [Donald Trump, presidente dos Estados Unidos], ao presidente Xi Jinping [presidente da China], ao presidente Putin [Vladimir Putin, presidente da Rússia], ao presidente Macron [Emmanuel Macron, presidente da França], ao primeiro-ministro da Inglaterra, que são os cinco membros do Conselho de Segurança da ONU, pelo amor de Deus, cumpram com as suas obrigações de garantir a paz no mundo, convoquem uma reunião e parem com essa loucura de guerra porque o mundo não comporta mais”, declarou Lula.
‘A que pretexto?’
Lula novamente fez críticas diretas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “A invasão dos Estados Unidos ao Irã: a que pretexto?”, disse.
Mais cedo, em outro evento, o presidente brasileiro já havia citado a tensão no Oriente Médio e a investida americana contra o Irã.
“Nós não podemos levantar todo dia de manhã e dormir todo dia à noite com um tweet de um presidente da República ameaçando o mundo, fazendo guerra” , afirmou.
Lula critica ONU e cobra respondabilidade de líderes mundiais


Fonte:

g1 > Política

Lula diz que ninguém deve ter medo de ser ‘o que é’ e elogia Sánchez por barrar apoio a ataque dos EUA ao Irã

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse neste sábado (18) que as pessoas não precisam ter medo de defender suas posições desde que sejam respeitadas as regras do jogo democrático.
“Ninguém precisa ter vergonha de ser progressista ou de ser de esquerda. Ninguém precisa ter medo, no mundo democrático, de ser o que é e falar o que precisa falar, desde que se respeitem regras do jogo democrático estabelecidos pela própria sociedade”, pontuou.
Lula ainda elogiou o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez por, segundo ele, ter tido a coragem de não ter permitido que aviões de guerra dos Estados Unidos saíssem da Espanha para atacar o Irã.
No mês passado, Sánchez foi pressionado pelo governo do presidente norte-americano Donald Trump a colaborar com a investida militar americana na região (leia mais abaixo).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O governo espanhol, contudo, se negou a autorizar o uso de bases militares americanas no país para atuar no conflito. Trump chegou a ameaçar cortar relações comerciais com o país europeu.
A declaração do petista foi feita durante a 1ª Reunião Mobilização Progressista Global, em Barcelona, na Espanha.
Lula durante evento na Espanha
Reprodução
Extrema-direita e ‘mea culpa’
Em discurso inflamado, Lula fez críticas ao extremismo, mas também a ala progressista que, segundo ele, se “transformou no sistema”.
Lula destacou avanços feitos pelos progressistas e reações contrárias, mas afirmou que esse segmento não conseguiu superar o pensamento econômico dominante.
“O projeto neoliberal prometeu prosperidade e entregou fome, desigualdade e insegurança. Provocou crise atrás de crise. Ainda assim nós sucumbimos à ortodoxia. Temos sido os gerentes das mazelas do neoliberalismo”, argumentou.
Lula citou também que governos de esquerda têm sido eleitos com discurso de ódio e praticam austeridade — política econômica que prioriza cortes de gastos públicos e contenção de despesas para equilibrar as contas.
“Abrem mão de políticas públicas em nome da governabilidade. Nós nos tornamos o sistema. Não me surpreende agora que o outro lado se apresente como antissistema”, prosseguiu.
Lula acrescentou que os progressistas precisam ter como objetivo a coerência e que não podem falar “uma coisa e implementar outra” ou, ainda, “trair a população”. Em vários momentos, ele foi aplaudido pela plateia.
Segundo o presidente brasileiro, a extrema-direita soube capitalizar o mal-estar das promessas não cumpridas do neoliberalismo. “Canalizou a frustração das pessoas inventando mentiras e mais mentiras”, justificou.
O petista afirmou, contudo, que, mesmo assim, é preciso, por parte da ala progressista, apontar o dedo para os verdadeiros culpados. Nesse contexto, Lula criticou bilionários e a meritocracia.
Ele salientou o risco do avanço da extrema-direita à democracia e citou o episódio no Brasil com a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Nosso papel é desmascarar essas forças, desmascarar aqueles que dizem estar do lado do povo, mas governam para os mais ricos, que dizem ser patriotas, mas põem a soberania à venda e pede sanções para o seu próprio país”, justificou.
Antes de participar do fórum, Lula discursou na 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum Democracia Sempre, quando criticou guerras e invasões promovidas por líderes mundiais.
O presidente faz um giro pela Europa, que inclui além da agenda na Espanha, visitas a Alemanha e a Portugal.


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g1 > Política

Governo federal diz que continuará adotando medidas para aumentar arrecadação e cumprir metas fiscais

Governo apresenta o projeto que define metas e prioridades para o orçamento de 2027
A equipe econômica informou que medidas voltadas à “recuperação da base arrecadatória” continuarão sendo adotadas para atingir as metas para as contas públicas dos próximos anos.
A informação consta no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, encaminhado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional.
📈 No projeto, entre outras previsões, o governo federal estima que o salário mínimo suba para R$ 1.717 em janeiro de 2027, com pagamento a partir de fevereiro.
O objetivo das medidas, segundo o governo, é garantir uma “contínua e gradual” recomposição do superávit das contas públicas que favoreça a estabilização da trajetória da dívida no médio prazo.

Reprodução/Pixabay
O governo informou que busca que as contas retornem ao azul em 2027, após projetar rombo em todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A meta proposta é de um resultado positivo de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a R$ 73,2 bilhões.
Com uma banda de tolerância de 0,25 ponto percentual para cima ou para baixo – ou seja, o superávit pode variar entre R$ 36,6 bilhões e R$ 109,8 bilhões.
Além disso, R$ 65,7 bilhões de gastos governo com precatórios (sentenças judiciais) e com projetos na área de defesa, saúde e educação podem ficar de fora da regra.
Na prática, portanto, o governo vai poder ter um déficit primário de até R$ 29,1 bilhões sem que a meta seja formalmente descumprida.
Mas a equipe econômica projeta um resultado positivo de R$ 8 bilhões em 2027 porque não prevê o abatimento integral dos precatórios na meta fiscal.
“No intuito de conter a evolução do endividamento público em relação ao PIB, o governo federal continuará adotando ações voltadas à recomposição das receitas, reduzindo ou eliminando incentivos fiscais [benefícios para regiões e setores da economia] que não geram os resultados econômicos e sociais esperados e buscando uma maior progressividade tributária [impostos mais altos para quem ganha mais]”, diz a equipe econômica.
Nos três primeiros anos do mandato do presidente Lula, o governo elevou uma série de tributos para melhorar a arrecadação mas, mesmo assim, não conseguiu retomar o saldo positivo em suas contas.
Carga tributária no Brasil atinge o nível mais alto em 15 anos
Jornal Nacional/ Reprodução
Lembre algumas medidas adotadas:
Tributação de fundos exclusivos (alta renda) e das “offshores” (exterior);
Audanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;
Aumento de impostos sobre combustíveis feito em 2023 e mantido desde então;
Imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas);
Reoneração gradual da folha de pagamentos;
Fim de benefícios para o setor de eventos (Perse);
Aumento do IOF sobre crédito e câmbio
Imposto sobre bets;
Alta no imposto de importação de mais de mil produtos.
Por conta dos aumentos de tributos nos últimos anos, a Receita Federal informou que a carga tributária – ou seja, a proporção entre os impostos pagos e a riqueza total do país – cresceu em 2024 e bateu recorde, atingindo o maior nível em mais de duas décadas.
Já o Tesouro Nacional estimou recentemente que a carga tributária voltou a subir no ano passado, atingindo 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Esse aumento está relacionado, quase em sua totalidade, com a elevação do peso dos tributos do governo federal.


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g1 > Política