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Dívidas em recorde assombram as famílias brasileiras


Fonte: Senado Federal

PCC e CV passam a ser classificadas como organizações terroristas em lista do governo dos EUA

Lista da OFAC é atualizada com Comando Vermelho
As facções brasileiras PCC e CV passaram a ser classificadas como organizações terroristas na lista do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos Estados Unidos (OFAC, na sigla em inglês) nesta sexta-feira (29). O órgão é ligado ao Departamento do Tesouro norte-americano.
As duas organizações agora são classificadas como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGT, na sigla em inglês). A categoria as coloca no mesmo patamar de cartéis internacionais do narcotráfico, como o Cartel de Sinaloa e o Cartel de Jalisco.
Contexto: A OFAC Sanctions List reúne pessoas, empresas, bancos, organizações e embarcações sujeitas a sanções econômicas impostas pelo governo dos Estados Unidos.
CV e PCC aparecem na Lista de Nacionais Especialmente Designados e Pessoas Bloqueadas (SDN, na sigla em inglês).
A relação reúne pessoas, empresas e grupos alvo de sanções dos Estados Unidos por envolvimento com atividades consideradas uma ameaça aos interesses do país.
Nesta quinta-feira (28), os EUA anunciaram a classificação do PCC e do CV como “terroristas globais especialmente designados” e como “organizações terroristas estrangeiras”.
Lista da OFAC
Reprodução


Fonte:

g1 > Política

Papel dos líderes comunitários é destacado em sessão do Senado

Os líderes comunitários do Brasil foram homenageados em sessão especial do Senado nesta sexta-feira (29). A solenidade no Plenário, alusiva ao Dia Nacional do Líder Comunitário, comemorado em 5 de maio, foi presidida pelo autor do requerimento para a sessão, o senador Izalci Lucas (PL-DF).
Izalci registrou que já conviveu com centenas de líderes comunitários, “pessoas simples, mas gigantes na missão que exercem”, em seus mandatos como deputado distrital, deputado federal e senador. Acrescentou que eles fortalecem a democracia ao representarem pessoas que normalmente não conseguem chegar até o poder públicoo. Ressaltou que, muitas vezes, são “a única ponte entre o cidadão e o Estado”.
— É quem ajuda uma mãe a conseguir um atendimento médico para o filho; é quem organiza os moradores quando falta água, transporte, iluminação ou segurança; é quem acompanha obras, cobra promessas, reúne documentos, orienta famílias, organiza abaixo-assinados, mobiliza vizinhos; é quem transforma indignação em ação — destacou Izalci.
Apoio do Legislativo
O presidente da Confederação Brasileira das Entidades e Lideranças Comunitárias (Cobrelic), Wellington Andrade, pediu apoio dos parlamentares para uma capacitação cada vez maior dos líderes comunitários.
— É disso que a liderança comunitária precisa, realmente: de qualificação. É preciso que sejam desenvolvidas políticas públicas — reivindicou.
Ilço Firmino Neto, presidente da Associação Nacional dos Líderes Comunitários (Analc), cobrou dos senadores a criação de uma condecoração para lideranças comunitárias que se destacam, como já existem algumas em legislativos estaduais.
— Eu continuo perturbando, cobrando dos três Poderes, cobrando dessas pessoas que têm por obrigação ajudar a comunidade — afirmou.
O líder comunitário Tito Santana, fundador da empresa Projetus — especializada em Terceiro Setor —, afirmou que as lideranças comunitárias quase não têm folga e reivindicou que o Dia Nacional do Líder Comunitário seja transformado em feriado nacional. 
Santana também pediu a aprovação de um projeto de lei de Izalci que autoriza a criação do Fundo Nacional de Apoio ao Terceiro Setor (PL 427/2026). O objetivo é fortalecer as instituições privadas sem fins lucrativos que prestam serviços públicos nas áreas de saúde, assistência social e educação, e aperfeiçoar a gestão dessas instituições.
— A maior virtude do líder comunitário é a esperança. A gente trabalha sobre esperança porque a gana que nós temos de vencer, mesmo diante de várias sucessivas derrotas, é extraordinária. Isso é essência humana, que não é terceirizável. Se você fala com a pessoa em sua própria linguagem, você atinge o coração. E é isso que o líder comunitário faz — afirmou. 
A líder comunitária Jessica Fernandes de Albuquerque Carvalho, da Comissão de Defesa dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF) e fundadora do projeto social ReciclaPet, cobrou a criação de políticas públicas efetivas voltadas para os protetores de animais.
— São animais abandonados na rua, sentindo fome, frio e passando doenças para outros animais. Animais morrendo na rua também geram doenças. E hoje, no Distrito Federal, quem busca os animais na rua para fazer a castração são os protetores de animais. E hoje eles estão literalmente abandonados pelo poder público — afirmou Jessica Carvalho.
Participantes
Também participaram da solenidade José Guedes, professor e líder comunitário; Antônio Carlos Rodrigues de Freitas, presidente da Federação Sul-Mato-Grossense das Entidades e Lideranças Comunitárias; Adinelson Alexandre Bezerra Júnior, presidente da Federação Goiana das Entidades de Líderes Comunitários; Maria Laura Ribeiro, fundadora e presidente da Associação de Mulheres do Itapoã Parque e Região; Antônio Benjamim de Morais, presidente da Federação Brasiliense das Entidades e Lideranças Comunitárias; e dezenas de outras lideranças e convidados, de entidades, associações e empresas do Distrito Federal e entorno.


Fonte: Senado Federal

Lula muda tom, chama PCC e CV de ‘terroristas’, mas critica decisão dos EUA

O presidente Luiz inácio Lula da Silva (PT) reagiu nesta sexta-feira (29) sobre a decisão dos Estados Unidos de classificar os Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelhor (CV) como organizações terroristas. O mandatário, que disse estar “muito triste” com a decisão, cobrou respeito à soberania brasileira. “Não aceitamos ser tratados como moleques. Não aceitamos ser tratados como se fôssemos uma republiqueta. Isso aqui [o Brasil] não é um país qualquer. É um país muito grande”, afirmou.
“Comando Vermelho e PCC são terroristas, mas para as comunidades brasileiras. Para a sociedade brasileira e para o povo da periferia, porque incomodam famílias, bairros e cidades. São terroristas e vamos combatê-los aqui dentro. [Para isso,] aprovamos uma lei antifacção e a lei de combate ao crime organizado”, argumentou em Lula em Sergipe, onde visitou a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Sergipe (Fafen-SE) no município de Laranjeiras.
Mais cedo, o governo brasileiro havia emitido uma nota sobre a posição dos Estados Unidos às facções brasileiras e fez ataques à família Bolsonaro. “É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país”, diz o governo. O texto chama os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro de “falsos patriotas” que tentariam manipular politicamente conceitos de segurança pública.
PCC e CV na mira 
Na quinta-feira (28), os Estados Unidos emitiram uma nota informando que vão classificar o PCC e o CV como organizações terroristas. Segundo o governo americano, os grupos serão designados como “terroristas globais especialmente designados” (“Specially Designated Global Terrorists” na tradução, ou SDGTs) e também como “organizações terroristas estrangeiras” (“Foreign Terrorist Organizations”, ou FTOs).
os EUA afirmam que o CV e o PCC são duas das organizações criminosas “mais violentas do Brasil”. “Juntas, comandam milhares de membros e orquestraram ataques brutais contra policiais, funcionários públicos e civis brasileiros. Sua influência e redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras do Brasil, por toda a nossa região e por todo o país”, declararam.
Encontro de Flávio e Trump
Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo e Eduardo Bolsonaro com o presidente dos EUA, Donald Trump │Foto: Reprodução/Instagram/@bolsonarosp
A decisão dos Estados Unidos veio dois dias depois que o pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro, se encontrou com o presidente dos EUA, Donald Trump, e pediu para que ele classificasse PCC e CV como organizações terroristas.
“[As facções] controlam territórios inteiros no Brasil pela força, submetem populações ao seu próprio código, lei e Justiça paralela. Executam quem ousa resistir. Corrompem agentes públicos, infiltram instituições, intimidam testemunhas e ordenam atentados de dentro dos presídios. Operam em dezenas de países com tentáculos que afetam diretamente os Estados Unidos e o resto do hemisfério. Quem faz isso não é gangue, é organização terrorista”, afirmou Flávio.
Um dia antes do anúncio, Flávio tinha se encontrado com Marco Rubio, Secretário Estado dos Estados Unidos.


Fonte: Jovem Pan

PSG x Arsenal: onde assistir à final da Champions, horário e transmissão

Paris Saint-Germain e Arsenal disputam a grande final da UEFA Champions League neste sábado (30), às 13h00 (de Brasília), no Puskás Aréna, em Budapeste, na Hungria. O confronto define quem levanta a taça mais importante para clubes da Europa e se sagra como a melhor equipe do continente em 2026.
O PSG é o atual campeão, tendo vencido a competição no ano passado, quando ganhou seu primeiro e histórico título do torneio. O Arsenal ainda não levantou a taça do campeonato, tendo chegado à final somente em 2006.
O Arsenal derrotou o Sporting Clube e o Atlético de Madrid nas quartas e semifinais, tendo levado somente seis gols no campeonato. O Paris é o clube que mais marcou nessa edição, com 44 gols, e derrotou recentemente o Bayern de Munique e o Liverpool para chegar à grande final.
Onde assistir PSG x Arsenal ao vivo
A final da Champions League entre Arsenal e PSG terá transmissão do SBT (TV aberta), do TNT (TV fechada) e do HBO MAX (streaming). A decisão do título começa às 13h deste sábado. 


Fonte: Jovem Pan

STF passa julgamento de big techs sobre redes para o plenário físico

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu transferir para o presencial o julgamento dos recursos apresentados por empresas de tecnologia contra a decisão da Corte que ampliou a responsabilização das redes sociais por conteúdos ilícitos publicados por usuários.
A análise estava prevista para começar nesta sexta-feira (29), no plenário virtual. Ainda não há nova data. Em votação presencial, os ministros podem debater o tema durante a sessão, enquanto na virtual os votos são registrados no sistema eletrônico da Corte.
Empresas como Google e Meta, dona do Facebook, contestam entendimento do Supremo de junho do ano passado, quando os ministros consideraram parcialmente inconstitucional um dispositivo do Marco Civil da Internet.
A decisão passou a permitir que as plataformas sejam responsabilizadas civilmente caso deixem de remover conteúdos ilegais após notificação extrajudicial, sem necessidade de ordem judicial prévia.
Nos embargos de declaração apresentados ao STF, as empresas alegam haver “omissões” e “obscuridades” na tese fixada pela Corte. A Meta argumenta que a decisão criou um “novo regime de responsabilidade civil” para plataformas digitais e pede que a tese mencione apenas conteúdos “manifestamente” ilícitos ou criminosos, para evitar risco de censura ou remoções indevidas.
Já o Google afirma que a redação aprovada pelo STF pode provocar interpretações divergentes nos tribunais inferiores e solicita parâmetros mais objetivos sobre em que casos a responsabilidade recai sobre as plataformas.

Senadores avaliam suspender decretos sobre Marco Civil
A discussão ocorre em meio a uma articulação de senadores para derrubar medidas adotadas pelo governo federal. Na última quarta-feira (20), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou decretos que alteram a regulamentação do Marco Civil para adequá-lo à decisão do STF no que tange à responsabilização das plataformas digitais.
Os dispositivos estabelecem diretrizes para proteção de mulheres e enfrentamento à violência online e preveem a obrigatoriedade de canais de denúncia, representante legal no Brasil e possibilidade de remoção de conteúdos criminosos sem decisão judicial.
A consultoria jurídica do Senado recebeu pedido para analisar se os decretos ultrapassaram as prerrogativas do Poder Executivo federal. O Legislativo pode cancelar um decreto presidencial se o ato normativo em questão ultrapassar o chamado poder regulamentar.
Há pelo menos seis Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) apresentados para reverter as medidas. Os senadores Magno Malta (PL-ES) e Esperidião Amin (PP-SC) estão entre os que apresentaram os pedidos.
Em vídeo no Instagram, Esperidião Amin afirma que os decretos querem promover “censura institucionalizada” no País.


Fonte: Jovem Pan

Alckmin diz que clã Bolsonaro cria factoide para desviar atenção do Master 

O vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), declarou na quinta-feira (28) que a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelos Estados Unidos se trata de um factoide da família Bolsonaro para desviar a atenção do caso de corrupção e sonegação do Banco Master.
“Infelizmente, membros do clã Bolsonaro pensam mais em si do que no país. Para sair desse tema do Banco Master, o maior caso de corrupção e sonegação de tributos, ficam gerando factoides”, disse à imprensa durante agenda em Caraguatatuba, no litoral de São Paulo.
O vice-presidente mencionou que a medida “não vai resolver nada em termos de combate ao crime e pode prejudicar a economia”.
Na noite desta quinta-feira (28), os Estados Unidos anunciaram que passaram a designar as facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. 
O anúncio coincidiu com um encontro entre o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, ocorrido na quarta-feira (27), em Washington. Um dia antes, o senador havia se reunido com Trump na Casa Branca, em companhia do irmão, o autoexilado ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, ambos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Reportagens do portal The Intercept Brasil expuseram mensagens de áudio de Flávio Bolsonaro enviadas a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, pedindo-lhe dinheiro para pagar parte dos custos de produção da cinebiografia de seu pai. De acordo com o portal, o banqueiro teria acordado destinar R$134 milhões à produção, dos quais ao menos R$ 61 milhões foram efetivamente liberados. 
Política externa de Trump
Neste novo mandato, o governo de Donald Trump vem reorientando a política externa de Washington em relação à América Latina, direcionando sua máquina de guerra para a região sob a justificativa de combater o que chama de “narcoterrorismo”. 
Ao longo dos últimos meses, forças militares dos EUA bombardearam diretamente diversas embarcações no Caribe, fora da jurisdição norte-americana, sob alegação de combate ao terrorismo.
A própria invasão do território venezuelano, no início do ano, que resultou na deposição e captura do então presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, também foi justificada com base no combate ao narcoterrorismo.
O alcance de ações semelhantes em território brasileiro, com base nesta nova designação, apesar de incerto, torna-se um risco real.


Fonte: Jovem Pan

Pacheco descarta disputa ao governo de MG e se despede da política

O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) afirmou nesta sexta-feira (29) que pretende deixar a política ao fim deste ano, quando termina seu mandato no Senado. O ex-presidente da Casa descartou disputar o governo de Minas Gerais e também negou que pleiteie uma indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF).
“Há o fechamento do ciclo na política que eu decidi fazer com o sentimento de dever cumprido”, disse Pacheco em entrevista após participar do seminário Lide Inovação e Tecnologia, em São Paulo. O senador afirmou que tem “desapego ao poder” e já vinha “programando” sua retirada da política.
Pacheco retirou-se da disputa ao governo mineiro, mas não declarou apoio direto a nenhum outro candidato. O senador avaliou o empresário Josué Gomes como “um bom nome”, mas afirmou que a escolha da candidatura deve ser realizada em “um momento oportuno”.
Após o recuo de Pacheco, o grupo ligado ao governo federal ainda avalia um novo nome para a disputa ao governo de Minas Gerais, palanque estratégico para a disputa presidencial. Além de Josué, são cotados Marília Campos (PT), ex-prefeita de Contagem, e Gabriel Azevedo (MDB), ex-vereador de Belo Horizonte.
Josué é filho de José Alencar, que foi vice-presidente nos dois primeiros mandatos de Lula.
Pacheco negou ter articulado a rejeição do nome indicado ao Supremo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o advogado-geral da União, Jorge Messias, que acabou rejeitado pelo Senado. O senador afirmou que, de sua parte, “sempre aceitou a escolha do presidente da República” e descreveu-se como um “personagem involuntário” do caso.


Fonte: Jovem Pan

Possível duelo brasileiro: veja os confrontos das oitavas da Copa Sul-Americana

A Conmebol definiu nesta sexta-feira (29) os confrontos das oitavas de final da Copa Sul-Americana. Os times de melhor classificação avançaram direto, enquanto os segundos colocados disputam os playoffs contra os terceiros da Libertadores. Os duelos foram conhecidos por meio de sorteio realizado na sede da entidade, em Luque, no Paraguai.
O São Paulo terá o Grêmio como adversário nas oitavas caso o time gaúcho derrote o Bolívar nos playoffs. Já o Santos, de Neymar, vai encarar os equatorianos do Maracá se derrotar o Universidad Central da Venezuela no confronto prévio.
Os playoffs serão disputados após a pausa para a Copa do Mundo, com os jogos de ida entre 21 e 23 de julho e os de volta entre 28 e 30 do mesmo mês. Já as oitavas de final estão marcadas para ocorrer entre 11 e 13 de agosto, nos confrontos de ida, e entre 18 e 20 de agosto, nos duelos de volta.
A final será disputada em jogo único e está marcada para 21 de novembro, em Barranquilla, na Colômbia.
A Conmebol dividiu os times em dois potes. No primeiro, estavam as equipes que avançaram às oitavas diretamente às oitavas. No segundo, foram colocados os confrontos dos playoffs.
Além da possibilidade de fazer um duelo com um brasileiro já nas oitavas, o São Paulo não terá caminho fácil se avançar na Sul-Americana. A equipe tricolor pode pegar nas quartas de final o Boca Juniors e River Plate ou Vasco em uma eventual semifinal
Já o Santos pode enfrentar o Atlético-MG ou Red Bull Bragantino nas quartas. Na semifinal, o time de Neymar pode ter pela frente o Botafogo, dono da melhor campanha na primeira fase e que aguarda o vencedor de Cienciano e o atual campeão Lanús.

Confira os confrontos:

Recoleta (PAR) x Vencedor de O’Higgins x Boca Juniors
Atlético-MG x Vencedor de Red Bull Bragantino x Sporting Cristal
Botafogo x Vencedor de Lanús x Cienciano
Olimpia x Vencedor de Independiente Medellín x Vasco
River Plate x Vencedor de Santa Fe x Caracas
Montevideo City Torque x Vencedor de Nacional x Tigre
Maracá (EQU) x Vencedor de Universidad Central (VEN) x Santos
São Paulo x Vencedor de Bolívar x Grêmio


Fonte: Jovem Pan

Governo brasileiro tem dia de reuniões para avaliar possíveis implicações da decisão dos EUA sobre facções

Lula defende soberania após decisão dos EUA sobre PCC e CV: ‘Não aceitamos ser tratados como moleques’
Ministros e auxiliares do governo brasileiro passaram a sexta-feira (29) em reuniões em Brasília para fazer um exame detalhado das possíveis implicações do anúncio dos Estados Unidos de classificar facções criminosas como organizações terroristas estrangeiras.
Nessa quinta-feira (28), o Departamento de Estado dos EUA, chefiado por Marco Rubio, anunciou que vai classificar as facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como terroristas.
A medida foi anunciada um dia depois do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) encontrar Rubio nos EUA. Na terça-feira (26), Flávio se encontrou com o presidente Donald Trump na Casa Branca.
Como Lula soube da decisão dos EUA?
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi informado da decisão dos EUA por auxiliares e logo depois falou com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.
Lula estava no Planalto em uma agenda com o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, e o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), no momento em que o anúncio foi publicado na página do Departamento de Estado americano.
Logo após o anúncio, o assessor especial para assuntos internacionais da Presidência, Celso Amorim, defendeu que segurança é tema “nacional” e que “pretexto para intervenção é inaceitável”.
A primeira medida tomada por Lula foi pedir que os ministérios fizessem um levantamento sobre o impacto que a medida traria para as cooperações internacionais em combate ao crime organizado e também os impactos financeiros.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, acionou representantes no Banco Mundial e no Fundo Monetário Internacional (FMI) para ajudar na avaliação do impacto da medida.
Ministros fazem reunião para levantar informações
Nesta sexta-feira, Lula cumpre agenda em Sergipe. No início da manhã, por determinação de Lula, a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, convocou uma reunião para o horário do almoço com os ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Dario Durigan (Fazenda), o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Chico Lucas, e o número dois da Assessoria Especial da Presidência, Audo Faleiro.

O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, estava em viagem para o Paraguai e antecipou a volta para Brasília
Ministros apresentaram durante a reunião o impacto da decisão da Secretaria de Estado dos EUA na segurança pública, no mercado financeiro até no turismo.
Segundo integrantes do governo, se tratou de uma reunião de trabalho, em que os ministros olharam todas as ações do país em parceria com os EUA e levantaram números.
Governo e Lula se manifestam sobre decisão dos EUA
Após a reunião, o Planalto divulgou uma nota em que reforça as ações do governo no combate ao crime organizado.
O texto afirma que é “deplorável” que “mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil”, como já fizeram com o tarifaço.
Minutos depois da nota, Lula comentou o tema pela primeira vez em discurso durante um evento em Sergipe.
O petista afirmou que o governo brasileiro pretende combater internamente o crime organizado e que não vai aceitar intervenções internacionais.
Lula defendeu a soberania do país. Ele disse: “Não aceitamos ser tratados como moleques”, ou como uma “republiqueta”.
O presidente também criticou o senador Flávio Bolsonaro por ter pedido ao governo norte-americano para classificar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
Lula acusou o parlamentar de “trair a pátria” ao pedir uma intervenção estrangeira em assuntos de segurança pública nacional.


Fonte:

g1 > Política