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Zequinha Marinho alerta para avanço do crime organizado na Amazônia

O senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) afirmou, em pronunciamento no Plenário na terça-feira (5), que o avanço do crime organizado no Brasil tem se intensificado de forma estrutural, especialmente no estado do Pará e em toda a Amazônia. Segundo ele, as organizações criminosas deixaram de atuar de forma isolada e passaram a operar de maneira integrada, com articulação nacional e conexões internacionais.
Ele mencionou levantamentos segundo os quais alianças entre facções já alcançam pelo menos 17 estados brasileiros. Ele destacou que grupos antes rivais passaram a cooperar por estratégia, priorizando ganhos financeiros e ampliando o controle territorial. Marinho também citou dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, pelos quais mais de 60% dos municípios paraenses registram atuação de facções criminosas, o que representa disputa direta com a presença do Estado.
— Hoje o crime organizado funciona como uma engrenagem empresarial: com divisão de tarefas, rotas consolidadas, logística eficiente, lavagem de dinheiro sofisticada e domínio territorial progressivo  — afirmou.
O senador defendeu ações permanentes do poder público na região, com investimentos em inteligência, controle de rotas e combate à lavagem de dinheiro. Ele também relatou impactos diretos sobre a população local, afirmando que comerciantes em diversas cidades enfrentam cobranças de grupos criminosos para manter suas atividades.
— A dimensão do problema exige presença permanente do Estado, e não apenas operações pontuais; precisa de investimento em inteligência, controle de rotas, combate à lavagem de dinheiro e políticas que enfrentam as economias ilegais que alimentam o crime —  disse. 


Fonte: Senado Federal

Senado aprova criação da primeira Universidade Federal Indígena do Brasil

A Unind, Universidade Federal Indígena, deve ser a primeira instituição de ensino superior do país voltada à realidade dos povos originários. Com a aprovação sem alterações do PL 6132 pelo Senado, a proposta segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), a instituição será voltada para a formação de indígenas, nos níveis de graduação e pós-graduação. Seu modelo é embasado em integrar o fortalecimento de identidades e saberes tradicionais em diálogo com o conhecimento acadêmico não indígena.
Segundo o MEC, são os pilares da Unind:

Autonomia dos povos indígenas, com a promoção de ensino, pesquisa e extensão sob uma perspectiva intercultural;
Valorização de saberes, línguas e tradições indígenas;
Produção de conhecimento científico em diálogo com práticas ancestrais;
Fortalecimento da sustentabilidade socioambiental;
Formação de quadros técnicos capazes de atuar em áreas estratégicas para o desenvolvimento dos territórios indígenas.

A primeira sede da Universidade Federal Indígena deverá ser implementada em Brasília. A proposta de criação da instituição havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados em fevereiro, sob relatoria da deputada federal Célia Xakriabá, com forte apoio do movimento indígena, do Governo Federal e de parlamentares indígenas.


Fonte: Jovem Pan

Sem Pacheco, Plano B do governo Lula em Minas Gerais é o empresário Josué Alencar

O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) marcou uma data para anunciar se será, ou não, candidato ao governo de Minas Gerais: final de maio.
Caso ele desista, a equipe de Lula já analisa um Plano B para ter um palanque forte no estado classificado de chave para uma eleição presidencial: o empresário Josué Alencar.
Filho do vice-presidente José Alencar, o empresário se filiou ao PSB de Minas, tal como Rodrigo Pacheco. A cúpula do partido já fala no nome dele e já conversou com Lula sobre essa possibilidade.
Senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG)
Edilson Rodrigues/Agência Senado
A preferência do PT mineiro segue por Rodrigo Pacheco, porque ele já aparece com uma boa pontuação nas pesquisas.
Só que, depois de o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), comandar a rejeição ao nome de Jorge Messias para o STF, uma ala do governo já não quer mais o senador mineiro como candidato em Minas.
Interlocutores de Lula avaliam que Josué Alencar pode ser competitivo. Ele já disputou uma vaga ao Senado em 2014 em Minas, quando obteve mais de 3 milhões de votos, perdendo a vaga para Antonio Anastasia, que havia acabado de deixar o governo de Minas.


Fonte:

g1 > Política

Conselho de Ética aprova relatório que sugere suspensão de deputados que ocuparam Mesa da Câmara

Montagem com as fotos dos deputados Marcos Pollon (PL-MS); Marcel van Hattem (Novo-RS); e Zé Trovão (PL-SC)
Agência Câmara
O Conselho de Ética da Câmara aprovou nesta terça-feira (5) um relatório que sugere a suspensão dos deputados Marcos Pollon (PL-MS), Marcel Van Hattem (Novo-RS) e Zé Trovão (PL-SC) por dois meses pela ocupação da Mesa Diretora do plenário da Casa em agosto de 2025.
Os parlamentares podem recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Se rejeitado o recurso, a representação vai ao plenário da Câmara, ao qual cabe a decisão final.
Os parlamentares foram punidos por ocuparem a Mesa Diretora da Casa.
O episódio ocorreu após a decretação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na ocasião, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), chegou a ser impedido de sentar na cadeira do presidente e iniciar os trabalhos da Casa (leia mais abaixo).
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“Há aqui, portanto, uma evidente inversão de hierarquias, como se o presidente da Câmara dos Deputados dependesse da autorização, de quem quer que fosse, para acessar a cadeira para a qual foi legitimamente eleito”, afirmou o relator, deputado Moses Rodrigues (União-CE).
Em seu parecer, o parlamentar afirmou que não há como se confundir o episódio com um protesto político regular ou com uma manifestação legítima de divergência.
“Aponte-se, ademais, que o ato praticado atingiu não apenas a pessoa do presidente, mas a própria imagem e credibilidade da Câmara perante a sociedade”.
A reunião do conselho começou às 13h20 desta terça e se estendeu até a noite, com aliados dos parlamentares obstruindo o andamento da análise do parecer com discursos longos e questionamentos regimentais, diante da iminente derrota.
O que dizem os representados
Zé Trovão disse que estava vivendo uma injustiça “por servir” aos seus eleitores. Ele afirmou que a alegação de que os parlamentares impediram o funcionamento da Câmara é imprecisa e que a intenção era pressionar pela anistia dos condenados pela tentativa de golpe de 8 de janeiro.
“Não houve, em momento algum, intenção por parte dos representados de incitar violência ou atentar contra a ordem democrática, tanto que, a manifestação foi totalmente pacífica. A ação, por mais enérgica que possa ter sido, não visou subverter as instituições ou promover a instabilidade”, afirmou em defesa escrita protocolada no Conselho.
O deputado Marcel Van Hattem disse que não há nada de ilícito em tomar assento em poltrona destinada a outro deputado.
“Entender o contrário é tornar ilegal algo que é legítimo e legal, por ser uma poltrona destinada ao deputado representado e os demais 511 deputados federais. Não há, portanto, nada de ilegal”, afirmou. “Em todo o momento, os deputados portaram-se de maneira pacífica no exercício de direito de reunião que pressupôs a ocupação do espaço da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados”.
Já o deputado Marcos Pollon afirmou que a ocupação da Mesa encontra amparo na imunidade material dos parlamentares e que nada do que os deputados fizeram em 2025 extrapolou o limite.
“A atuação do representado foi pacífica, sem violência, sem ataque pessoal e sem qualquer conduta que se aproxime do padrão de gravidade típico das condenações por decoro”, afirmou.
Relembre o episódio
Deputados de oposição ocuparam a Mesa Diretora da Câmara após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) determinar a prisão preventiva de Jair Bolsonaro, por risco de fuga em meio ao desenrolar do processo que o condenou a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Durante a ocupação, Van Hattem chegou a impedir que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) sentasse na cadeira de presidente.
Hugo Motta retoma controle da Mesa Diretora da Câmara após ocupação de deputados da oposição
Reuters/Mateus Banomi
O episódio deixou Motta fragilizado no comando da Casa, obrigando-o a reagir. Ele chegou a cogitar suspender cautelarmente parte dos deputados responsáveis pelo motim, em um rito sumário que poderia levar menos de uma semana.
No entanto, a direção da Câmara dos Deputados decidiu encaminhar ao Conselho de Ética pedido de suspensão de Pollon, van Hatten e Trovão:
Marcos Pollon (PL-MS): suspensão do mandato por declarações difamatórias contra a cúpula da Câmara; e outro pedido de suspensão por obstruir o acesso de Hugo Motta à cadeira de presidente
Marcel van Hattem (Novo-RS): suspensão do mandato por obstruir o acesso de Hugo Motta à cadeira de presidente
Zé Trovão (PL-SC): suspensão do mandato por obstruir o acesso de Hugo Motta à cadeira de presidente.
Alteração no Regimento
Após o episódio, a Mesa Diretora protocolou um projeto de resolução para alterar o Regimento Interno da Câmara e o Código de Ética e estabelecer uma punição para obstrução física do plenário. A proposta, no entanto, está parada na Casa.
O projeto teve a urgência aprovada, mas ainda não foi votada no plenário da Casa.
O texto prevê que episódios como empurrões, ocupação da Mesa ou impedimento de votações poderão resultar em punições que vão da suspensão temporária à perda de mandato, dependendo da gravidade.


Fonte:

g1 > Política

Enquanto Lula negocia acordo de combate ao crime organizado com Trump, Alcolumbre segura votação da PEC da Segurança

Sinais trocados em Brasília. De um lado, o presidente Lula embarca nesta quarta-feira (06) para Washington e vai buscar fechar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um acordo de combate ao crime organizado.
De outro, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, segura a votação da PEC da Segurança. Ele nem designou o relator da proposta até agora.
Essa demora incomoda o governo Lula, que estabeleceu como prioridade deste ano aprovar a proposta para usar a medida em sua campanha eleitoral. Segurança pública é um dos pontos frágeis do presidente na avaliação dos brasileiros.
A proposta já foi aprovada na Câmara em dois turnos em março deste ano. A PEC da Segurança Pública visa integrar o sistema de segurança entre União, estados e municípios.
Aprovado com ampla maioria pelos deputados, 461 a 14 no segundo turno, a proposta está engavetada pelo presidente do Senado.
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A equipe de Alcolumbre diz que, na próxima semana, ele vai anunciar um cronograma de votação de projetos que pretende aprovar até o recesso parlamentar.
A expectativa é que a PEC da Segurança seja incluída neste cronograma. O temor do governo é que, diante da proximidade das eleições, não haja tempo para aprovar a PEC.
Em relação à viagem a Washington, a equipe do presidente Lula está otimista para o encontro com o presidente dos Estados Unidos agendado esta quinta-feira (7).
A avaliação é que há chances de as negociações avançarem no campo do combate ao crime organizado, tema de interesse também do presidente norte-americano.
No campo comercial, a expectativa é convencer Donald Trump de que o Brasil não tem prática desleal de comércio que justifique novos aumentos de tarifas de importação de produtos brasileiros por americanos.
Em troca, Lula vai oferecer parcerias com empresas americanas para exploração de terras raras. Espera, inclusive, chegar para o encontro com o projeto de regulamentação de minerais críticos aprovado pela Câmara dos Deputados para apresentar à equipe de Donald Trump.


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g1 > Política

Taxa das blusinhas: Ministro da Fazenda diz que não abre mão do programa, mas admite que fim do imposto está sendo discutido

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quarta-feira (6) que não abre mão do programa Remessa Conforme, que regularizou e controlou a entrada de produtos no país, mas admitiu que está em discussão dentro do governo o fim da chamada “taxa das blusinhas”.
A informação foi divulgada durante entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro”, coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).


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g1 > Política

Vídeo: Promulgada a Emenda 139, que reconhece tribunais de contas como órgãos essenciais

Tribunais de contas são órgãos essenciais à administração pública e não podem ser extintos. É o que determina a Emenda Constitucional 139, promulgada pelo Congresso Nacional na terça (5). A iniciativa tem origem na PEC 2/2017, chamada de “PEC da Essencialidade”, que foi apresentada pelo então presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), em 2017.


Fonte: Senado Federal

Justiça inglesa rejeita recurso da BHP e mantém condenação pelo desastre de Mariana

A Justiça do Reino Unido rejeitou nesta quarta-feira (6) o pedido da mineradora anglo-australiana BHP para recorrer da decisão que a responsabilizou pelo rompimento da barragem do Fundão, em Mariana (MG). Com a negativa do Tribunal de Apelação da Inglaterra, a empresa sofre sua segunda derrota e consolida sua condenação pelo desastre.
A decisão da Justiça inglesa abre caminho para a etapa que pode definir as eventuais indenizações bilionárias aguardadas pelas vítimas.
A condenação inicial ocorreu em 14 de novembro do ano passado, quando o Tribunal Superior inglês concluiu que a mineradora tinha conhecimento dos riscos da estrutura e agiu com negligência e imprudência ao lado da Vale, sua sócia na Samarco. Na sentença desta quarta, o juiz Fraser pontuou não existir fundamento defensável ou perspectiva real de sucesso que justificasse a apelação por parte da BHP.
“Não aceito que qualquer dos fundamentos relativos à responsabilidade da BHP pelo rompimento da barragem seja razoavelmente defensável. Não considero que haja qualquer fundamento para sustentar que a juíza de primeira instância não tenha apreciado as diferentes alegações da BHP”, disse.
Segundo as regras da Justiça britânica, a recusa encerra o processo recursal, restando apenas um mecanismo excepcional de reabertura, quase nunca bem-sucedido.
Com as vias da mineradora fechadas, o processo avança para a Fase 2, cujas audiências de julgamento começarão em abril de 2027. Esta etapa será focada em examinar categorias de perdas, quantificar os danos sofridos e fixar os valores a serem pagos para indivíduos, empresas e municípios atingidos.
Jonathan Wheeler, sócio do escritório Pogust Goodhead e representante dos atingidos na Inglaterra, classificou o resultado de hoje como “enfático e inequívoco”. “Nossos clientes esperaram mais de uma década por justiça, enquanto a BHP buscou todas as vias processuais para evitar a responsabilização”, afirmou o advogado.
Mais de uma década de espera por justiça
A decisão ocorre no contexto em que o desastre de Mariana já ultrapassou a marca de 10 anos. Em 5 de novembro de 2015, o colapso da barragem liberou cerca de 40 milhões de metros cúbicos de lama e resíduos tóxicos, que varreram comunidades, destruíram a bacia do rio Doce e alcançaram o Oceano Atlântico. A tragédia deixou 19 pessoas mortas, além de ter provocado um aborto em uma das sobreviventes.
Apesar do longo tempo decorrido, milhares de moradores de distritos como Bento Rodrigues ainda lutam por justiça no Brasil, enfrentando impasses sobre a titularidade das casas nos novos reassentamentos e a demora nas reparações plenas.
A ação coletiva, que representa centenas de milhares de vítimas — incluindo cidadãos, prefeituras, empresas e instituições religiosas —, decidiu levar o processo ao Reino Unido, já que a BHP Billiton tinha sede no país quando a tragédia aconteceu. Os autores desejam receber mais de R$ 260 bilhões em indenizações da mineradora.


Fonte: Jovem Pan

Pequenas escolhas, grandes impactos: como hábitos diários podem prolongar a vida com saúde

A busca por longevidade costuma ser associada a avanços tecnológicos, exames sofisticados ou intervenções modernas. Mas a base da saúde continua sendo construída no dia a dia, a partir de escolhas simples que, somadas ao longo dos anos, moldam o funcionamento do organismo.
Isso não significa ignorar a genética. Cada pessoa carrega predisposições que influenciam o risco de desenvolver determinadas doenças. No entanto, essas tendências não são destino. O estilo de vida pode atenuar, retardar ou, em alguns casos, evitar a manifestação de condições crônicas.

O poder do básico bem feito
Hábitos como alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, sono de qualidade e manejo do estresse têm impacto direto sobre o metabolismo, a inflamação e o funcionamento do sistema cardiovascular.
Esses fatores atuam em múltiplas vias do organismo ao mesmo tempo, ajudando a regular glicemia, pressão arterial, peso corporal e saúde mental. Não são intervenções pontuais, mas estratégias contínuas que sustentam o equilíbrio do corpo.
O exercício físico, por exemplo, melhora a sensibilidade à insulina, fortalece o sistema cardiovascular e contribui para o controle do peso. O sono adequado regula hormônios importantes e influencia diretamente o metabolismo. Já o controle do estresse reduz a sobrecarga sobre o organismo e ajuda a prevenir desequilíbrios crônicos.
Doenças se constroem ao longo do tempo – e podem ser evitadas
Doenças como diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardiovasculares não surgem de forma repentina. Elas se desenvolvem ao longo dos anos, muitas vezes de forma silenciosa, como resultado de decisões repetidas no dia a dia.
Uma alimentação desbalanceada, o sedentarismo e o excesso de peso, por exemplo, aumentam progressivamente o risco metabólico. Por outro lado, pequenas mudanças consistentes podem reduzir esse risco de forma significativa.
No caso do diabetes, há uma clara influência genética. Pessoas com histórico familiar têm maior predisposição. Ainda assim, o desenvolvimento da doença não é inevitável. Hábitos saudáveis podem retardar seu aparecimento ou tornar sua evolução mais leve e controlável.
Além disso, a probabilidade de desenvolver diabetes em pessoas não obesas é significativamente menor, o que reforça o papel do peso corporal como fator de risco modificável.
Mudanças possíveis – e sustentáveis
Um dos maiores equívocos quando se fala em saúde é acreditar que só mudanças radicais trazem resultado. Na prática, são as pequenas adaptações sustentáveis que geram impacto real.
Melhorar a qualidade da alimentação, incluir atividade física na rotina, dormir melhor e reduzir o estresse não exigem perfeição, exigem consistência.
O organismo responde ao padrão de comportamento ao longo do tempo. Não é o que se faz em um dia, mas o que se repete ao longo dos anos que define o risco de adoecer ou a chance de envelhecer com as úde.
Genética influencia, mas não determina. Hábitos moldam o caminho. E, na maioria das vezes, são justamente as escolhas mais simples – feitas todos os dias – que têm o maior impacto na forma como se vive e envelhece.
Dr. Alfredo Salim Helito – CRM/SP 43163 | RQE 132808
Clínica Médica
Membro do corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês
Head nacional de Clínica Médica da Brazil Health.


Fonte: Jovem Pan

Meio/Ideia: Flávio Bolsonaro tem 45,3% contra 44,7% de Lula no 2º turno

Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 6, aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 45,3%, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 44,7%, estão tecnicamente empatados no segundo turno na corrida pelo Palácio do Planalto.
Eles oscilaram dentro da margem de erro de 2,5 pontos porcentuais na comparação com a rodada anterior do levantamento, em abril. Há um mês, Flávio tinha 45,8% e Lula 45,5%.
O levantamento entrevistou 1.500 pessoas entre os dias 1º e 5 de maio. O nível de confiança é de 95% e o protocolo no TSE é BR-05356/2026.
A pesquisa também aponta empate técnico, no limite da margem de erro, de Lula contra o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) – 44,7% a 40%, respectivamente.
Em outro cenário de segundo turno, petista tem 44% e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), 39%, configurando empate técnico, também no limite da margem de erro
Na pesquisa espontânea para o primeiro turno, Lula aparece com 33,4%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 20%. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em prisão domiciliar e inelegível, registra 4% de menções, embora não seja pré-candidato. Caiado tem 3,7%, Zema, 3%, Renan Santos (Missão), 1,4%, e o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB), 1,3%. Outros nomes somam 5,2% de citações. Na espontânea, 23,1% não souberam apontar um candidato, e 5% pretendem votar em branco ou nulo.
Na pesquisa estimulada de primeiro turno, Lula registra 40% de preferência, e, Flávio Bolsonaro, 36%. Eles polarizam a disputa, segundo o levantamento. O terceiro colocado é Ronaldo Caiado, com 5,6%, seguido por Zema, com 3%. Ciro, tem 2,3%, o escritor Augusto Cury (Avante), 1,5%, e Renan Santos, 1,4%. O ex-deputado Aldo Rebelo (DC) tem 0,8%, o ex-deputado Cabo Daciolo (Mobiliza), 0,3%. Os nomes de Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO) e Samara Martins (UP) não pontuaram. Brancos e nulos são 3,7%, e 5,4% não responderam.


Fonte: Jovem Pan