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Surto de febre aftosa faz China abater gado e reforçar controles nas fronteias

Um pequeno surto de febre aftosa no noroeste na China fez o País reforças os controles nas fronteiras, acelerar vacinas e abater gado. Segundo autoridades, a doença veio do exterior. O Ministério da Agricultura disse no último fim de semana que havia começado a abater animais e a desinfetar áreas afetadas depois que surtos atingiram rebanhos, afetando 6.229 bovinos na província de Gansu e na Região Autônoma Uigur de Xinjiang.
Na segunda-feira, as autoridades disseram que o surto entrou na China pela fronteira noroeste, uma região que toca o Cazaquistão, a Mongólia, a Rússia e outros países. As províncias fronteiriças, incluindo Xinjiang e Gansu, receberam ordens para intensificar patrulhas e impedir a entrada da doença por meio de contrabando ou transporte ilegal, de acordo com avisos oficiais. “O surto atual ameaça uma grande região e a prevenção e o controle estão sob forte pressão”, disse Rosa Wang, analista da Shanghai JC Intelligence Co.
Analistas do setor disseram que foi a primeira vez que o sorotipo SAT-1 — um tipo de doença endêmica na África — foi detectado na China, e que as vacinas domésticas existentes para os sorotipos O e A, mais comuns, não oferecem proteção. Desde 2025, a SAT-1 se espalhou da África para regiões do Oriente Médio, Ásia Ocidental e Sul da Ásia.
O surto ocorre no momento em que a Rússia luta contra um grave surto de doença bovina na região siberiana de Novosibirsk, que faz fronteira com o Cazaquistão e fica a cerca de 1.200 km (750 milhas) e 2.500 km, respectivamente, dos locais do surto em Xinjiang e Gansu.
Em um relatório publicado em 20 de março, o Departamento de Agricultura dos EUA disse que a escala da resposta da China pode indicar um surto não confirmado de febre aftosa. A Rússia negou qualquer surto desse tipo.
*Reuters


Fonte: Jovem Pan

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