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VEREADORES AMARILSON CARVALHO E DRA. AMÁLIA MILANI COBRAM INVESTIGAÇÃO SOBRE UTIs EM CACO

VEREADORES AMARILSON CARVALHO E DRA. AMÁLIA MILANI COBRAM INVESTIGAÇÃO SOBRE UTIs EM CACOA situação das UTIs em Cacoal voltou a gerar fortes cobranças durante sessão da Câmara Municipal. Os vereadores Amarilson Carvalho e Dra. Amália Milani questionaram o fechamento de leitos na rede pública e defenderam investigação sobre possíveis movimentações envolvendo a rede privada.

Durante a sessão, Amarilson afirmou ter recebido naquele momento a informação de que, com o fechamento da UTI, os atendimentos poderiam ser direcionados ao Hospital São Paulo, em Cacoal.

“A informação chegou agora, que está sendo fechada a UTI e os encaminhamentos vão ser redirecionados para o São Paulo. Vamos verificar.”

Na sequência, o vereador também levantou questionamentos sobre quem estaria por trás da unidade particular. Segundo as informações mencionadas por ele na tribuna, o Hospital São Paulo teria sido adquirido recentemente por um novo grupo.

Amarilson defendeu que os órgãos de controle verifiquem a situação e esclareçam se existe algum contrato, credenciamento ou planejamento envolvendo a unidade particular e pacientes da rede pública.

A vereadora Dra. Amália Milani reforçou as cobranças e também questionou a movimentação envolvendo o Hospital São Paulo. Durante sua manifestação, ela defendeu que o Tribunal de Contas investigue quem está por trás do grupo que teria adquirido o hospital.

Amália chamou atenção para o que considera uma coincidência que precisa ser esclarecida: de um lado, informações sobre fechamento de UTIs na estrutura pública; de outro, movimentações envolvendo leitos e atendimento na rede privada.

A cobrança dos vereadores é para que os órgãos responsáveis investiguem os fatos e apresentem respostas claras à população.

Até o momento, as declarações feitas durante a sessão não comprovam que o fechamento de leitos públicos tenha relação direta com o Hospital São Paulo ou com qualquer grupo privado. A própria fala de Amarilson ressalta que a informação recebida ainda precisa ser verificada.

Agora, ficam algumas perguntas: quantos leitos de UTI foram efetivamente fechados? Qual o motivo? Para onde estão sendo encaminhados os pacientes? Quem adquiriu o Hospital São Paulo? E existe algum planejamento do Estado para ampliar o atendimento por meio da rede privada?

O Se Liga Cacoal mantém espaço aberto para manifestação do Governo de Rondônia, da Secretaria de Estado da Saúde e das instituições citadas durante a sessão.

Quando uma UTI pública deixa de funcionar, a população tem o direito de saber o motivo e para onde irá o atendimento.

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