Leo Moraes confirmando pré-candidatura de Flori e vereador Marcos Combate / Foto: Extra de Rondônia
O cenário político de Rondônia tem sido marcado por intensas articulações e discussões nos bastidores, incluindo críticas ao prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, líder do Podemos no estado. As declarações foram feitas pelo vereador Marcos Combate, de Porto Velho, em meio às movimentações para as eleições de 2026.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Combate destacou episódios em que aliados políticos teriam sido descartados por Léo Moraes durante processos de definição de candidaturas em convenções partidárias.
Ele citou o caso de Guilherme Erse, filho do senador, que foi excluído das convenções para a reeleição de vereador em Porto Velho. Em 2022, Carlos Magno enfrentou situação semelhante; e, em 2026, o caso se repete com o prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro, devido ao seu crescimento político (leia mais AQUI).
Nesse contexto, surge o nome do deputado estadual Rodrigo Camargo, que afirmou ter recebido a missão de disputar o governo pelo Podemos, a pedido de Léo Moraes, com o objetivo de enfraquecer Flori Cordeiro diante de seus aliados. Além disso, o tio de Léo também entrou na disputa por uma vaga de vice ao lado do senador Marcos Rogério, reforçando a complexidade e as movimentações no cenário político estadual.
“Nos bastidores, Léo Moraes está chamando os vereadores, oferecendo secretarias, espaço na gestão para construir uma nominata forte para eleger seu irmão. Então, fica a pergunta: um político que não cumpre acordos e nem alianças vai ter credibilidade para cumprir promessas? Você, se é candidato, será escadinha para eleger Paulo Moraes, irmão do prefeito”, desabafou.
>>> ASSISTA AO VÍDEO ABAIXO:
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Fonte: Extraderondonia.com.br