Se Liga Cacoal – Header
.

Se Liga Cacoal – Header

Quaest: 47% concordam que Flávio pediu a Trump tarifaço contra o Brasil

Quaest: 65% avaliam que Flávio errou e devia ter evitado ter pedido dinheiro a Vorcaro
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) mostra que 47% dos entrevistados dizem concordar mais com Lula (PT), que acusa Flávio Bolsonaro (PL) de ter pedido o novo tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil.
Outros 35% afirmam concordar mais com Flávio, que diz ter pedido ao presidente americano Donald Trump para não importar novas tarifas ao país. Os que não souberam responder ou não quiseram se manifestar somam 18%.
Esta é a primeira pesquisa que mede a reação dos eleitores à nova ameaça do governo americano.
Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueredo com Donald Trump
Divulgação
Na semana passada, os EUA propuseram a aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras após concluírem uma investigação que acusa o país de adotar práticas que restringem o comércio com os norte-americanos. A medida ainda não está em vigor.
O levantamento ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-07661/2026.
O questionário incluiu um bloco de perguntas sobre a percepção dos eleitores em relação ao relacionamento do Brasil com os Estados Unidos e aos vínculos dos pré-candidatos Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) com o presidente americano Donald Trump.
Encontro de Flávio com Trump
50% dos entrevistados afirmaram ter conhecimento sobre o encontro entre Trump e Flávio Bolsonaro, realizado no fim de maio. Outros 50% disseram não saber da reunião.
Agora no g1
LEIA TAMBÉM:
Quaest, 1º turno: Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro, 29%
Quaest 2º turno: Lula tem 44%, e Flávio Bolsonaro, 38%
Quaest: 48% desaprovam e 47% aprovam governo Lula
Quaest: 12% dizem que relação com Vorcaro diminui vontade de votar em Flávio Bolsonaro para presidente
Quaest: 60% concordam que PCC e CV devem ser consideradas organizações terroristas
A Quaest também questionou se os entrevistados concordam mais com Lula ou com Flávio Bolsonaro sobre diferentes afirmações a respeito do que motivou as novas tarifas dos EUA.
Para Lula, elas são uma retaliação ao Pix e acusa Flávio de ter pedido o novo tarifaço contra o Brasil. Flávio Bolsonaro afirma que as novas tarifas são resultado das declarações de Lula contra os EUA e diz que pediu para Trump não importar novas tarifas. Veja os resultados:
Quaest: concordância com Lula e Flávio Bolsonaro sobre as novas tarifas dos EUA
Arte/g1
Quaest: concordância com Lula e Flávio Bolsonaro sobre as novas tarifas dos EUA (junho/2026)
Arte/g1

PCC e CV classificados como terroristas
O levantamento também questionou os entrevistados sobre a decisão de Trump de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
63% afirmaram que já tinham conhecimento da medida, enquanto 36% disseram ter ficado sabendo do assunto apenas durante a entrevista. Outros 1% não souberam responder ou não quiseram se manifestar.
Em seguida, eles foram perguntados se organizações criminosas como o PCC e o Comando Vermelho deveriam ser consideradas organizações terroristas pelo governo brasileiro.
Para 60%, a resposta é sim. Outros 29% afirmaram que não. Os que não souberam ou preferiram não responder somam 11%.
A pesquisa também perguntou se essas organizações deveriam ser classificadas como terroristas pelo governo dos Estados Unidos. 45% concordam com a medida, enquanto 45% discordam. Os que não souberam ou preferiram não responder somam 10%.
Quaest: Decisão dos EUA sobre PCC e CV (junho/2026)
Arte/g1
Os entrevistados responderam se acreditam se Flávio Bolsonaro influenciou Trump na decisão de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
47% avaliam que o parlamentar teve influência na decisão. Já 37% dizem que ele não teve participação. Os que não souberam ou preferiram não responder somam 16%.
As facções passaram a ser classificadas como organizações terroristas pelo governo dos Estados Unidos em junho. A decisão foi divulgada pelo governo de Trump no fim de maio.
O anúncio foi feito um dia após Flávio Bolsonaro se reunir com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
Especialistas em segurança avaliam que a decisão dos Estados Unidos de classificar facções brasileiras como organizações terroristas representa risco à soberania nacional. Já defensores da medida afirmam que ela pode abrir espaço para ampliar a cooperação internacional.


Fonte:

g1 > Política

Destaques