Jandir

spot_img

Zequinha Marinho alerta para situação econômica do Pará

Em pronunciamento nesta terça-feira (31), o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) criticou a atuação do governo do Pará em relação à economia do estado — cuja situação, segundo ele, é “preocupante”. Segundo o parlamentar, dados recentes indicam que mais de 70% das famílias paraenses iniciaram 2026 com algum tipo de dívida. Esse cenário, ressaltou ele, compromete a renda e a qualidade de vida da população. — Esse é um dado de um grito silencioso que ecoa a falta de oportunidades, a precariedade dos empregos e a dificuldade que os paraenses enfrentam para conseguir recursos financeiros estáveis, que lhes permitam saldar suas dívidas e construir um futuro com um pouquinho mais de segurança — afirmou. Para Zequinha, o aumento do endividamento das famílias paraenses está vinculado à baixa formalização no mercado de trabalho, o que torna necessário maior geração de empregos formais e desenvolvimento econômico e social. Por Bruno Augusto, sob supervisão de Dante Accioly 

Senado tem compromisso com as mulheres, diz Fernando Dueire

A agenda de direitos das mulheres deve ser permanente e acompanhada de ações efetivas, declarou o senador Fernando Dueire (MDB-PE) nesta terça-feira (31) durante pronunciamento em Plenário. Ao ressaltar que o Senado “não se limitou às homenagens” no mês de março, ele destacou a aprovação de iniciativas nas áreas de saúde, trabalho e proteção às mulheres. — Aprovamos medidas que buscam garantir maior acesso e agilidade na realização de exames essenciais, como mamografias, estabelecendo prioridades e reduzindo o tempo de espera no sistema público de saúde. Isso significa diagnóstico mais precoce, maior chance de cura e, sobretudo, mais respeito à vida. Dueire também elogiou a aprovação de medidas para enfrentar a desigualdade salarial com maior transparência das empresas e mecanismos de fiscalização mais rigorosos. Ao alertar para a persistência de estatísticas “alarmantes” de agressões, ele saudou a aprovação de iniciativas de combate à violência contra a mulher, com ampliação de medidas protetivas, reforço no monitoramento de agressores e punições mais duras contra a misoginia. — O Senado sinaliza que não haverá tolerância com práticas que alimentam o ciclo de violência. Não se trata apenas de punir. Trata-se de transformar uma cultura, trata-se de afirmar de forma inequívoca que o respeito às mulheres é um valor inegociável. Ao concluir seu pronunciamento, Fernando Dueire declarou que o Senado tem disposição para agir em defesa das mulheres, mas ainda resta muito a ser feito para que os avanços resultem em mudanças concretas. Para ele, “é preciso garantir que as leis saiam do papel” e que sejam instrumentos reais de proteção às mulheres.

Fim da guerra? Saiba as garantias que Irã quer para cessar conflito com EUA

Conflito no Oriente Médio não dá sinais de distensão, após mais de um mês de hostilidades, que prejudicaram a economia mundial e deixaram milhares de mortos

Jorge Messias diz que busca diálogo com ‘humildade’ com os senadores

A declaração vem após Lula informar que enviará ao Senado, nesta terça-feira (31), a indicação do advogado-geral da União para ministro do STF

Fachin marca para 14 de maio julgamento sobre uso de dados do Coaf

Decisão do plenário valerá para todos os processos que discutem o tema no País

Por que o domínio da Seleção Brasileira sobre as rivais diminuiu tanto? Entenda

Comentaristas da Jovem Pan debatem o fim da hegemonia brasileira, o impacto da evolução tática europeia e como o 'complexo de cinco estrelas' cega o torcedor para a realidade atual

Rui Costa diz que endividamento da população preocupa Lula na eleição e que Caiado ‘mexe pouco’ no cenário


Rui Costa diz que endividamento da população preocupa Lula e que Caiado mexe pouco no cenário O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que o endividamento das famílias brasileiras é hoje a principal preocupação do presidente Lula (PT) para as eleições de 2026. Segundo o ministro, embora o país viva a "maior massa salarial da história", o sentimento de perda de poder de compra do eleitor é real e fruto de um "combo" negativo: a alta taxa de juros, a facilidade do comércio eletrônico e o impacto devastador das apostas online (bets). "Temos relatos de empresas privadas com funcionários excepcionais perdendo produtividade e comprometendo a renda familiar pelo vício no jogo", alertou Costa, defendendo maior restrição ao setor. Para o ministro, esse cenário econômico é o que define o humor do eleitor, fazendo com que a entrada do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), na disputa presidencial "mexa pouco" no tabuleiro, que segue polarizado entre Lula e o campo bolsonarista — representado por Flávio Bolsonaro (PL-RJ). "Eu acho que mexe pouco [a entrada de Caiado] porque o país está muito polarizado. O caminho, na minha opinião, é mostrar o que era o Brasil na era Bolsonaro e o que é agora. [...] Tem uma coisa que é retórica e ideológica política: 'Vou tirar fulano'. Mas não consegue dizer o que é que ele vai fazer." Sobre Flávio Bolsonaro, Rui Costa disse que o senador vai precisar mostrar o seu currículo: "O candidato tem que se apresentar, tem que mostrar qual o seu currículo, o que é que ele fez pelo Brasil, o que é que ele fez pela população? [...] Porque o exemplo da gestão do pai dele é o desastre completo na economia, na inflação, na taxa de juros e no desemprego." Ligação de Campos Neto ao caso Master Rui Costa diz que Campos Neto é figura central do Caso Master Ao tratar do escândalo do Banco Master, Rui Costa apontou a responsabilidade institucional da gestão anterior do Banco Central no cenário financeiro. O ministro afirmou que a ascensão do banqueiro Daniel Vorcaro, que está preso, no sistema bancário só foi possível por uma decisão da cúpula do BC em 2019, presidido por Roberto Campos Neto, que teria ignorado alertas técnicos. "O responsável central por essa pessoa [Vorcaro] ter virado banqueiro chama-se Campos Neto e sua diretoria do Banco Central", disse. Costa relatou que, em fevereiro daquele ano, relatórios técnicos negaram o pedido de Vorcaro por falta de capacidade financeira, mas que o parecer mudou "da água para o vinho" meses após a posse de Campos Neto. Ele defendeu que a investigação mire a omissão do órgão, lembrando que o esquema só foi desarticulado após auditorias da atual diretoria. Defesa sobre a 'Cesta do Povo' na Bahia O ministro também se defendeu das tentativas de vincular sua gestão como governador da Bahia às atividades posteriores do grupo Master através do programa de crédito consignado "Credicesta". Rui Costa negou qualquer irregularidade na venda da antiga estatal Cesta do Povo e usou uma analogia para explicar sua posição: "Eu vendo um carro velho que me dá prejuízo. Se oito anos depois alguém sem carteira atropela uma pessoa com esse carro, o jornalista vem me perguntar por que vendi? Eu não sou fiscal de trânsito", ironizou. Ele reforçou que a responsabilidade de fiscalizar agentes financeiros cabe exclusivamente ao Banco Central, e não aos governos estaduais.

Subscribe

- Never miss a story with notifications

- Gain full access to our premium content

- Browse free from up to 5 devices at once

Must read

spot_img