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Veneziano elogia avanços na educação e no acesso à internet na escola pública

O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (31), elogiou a atuação do governo federal e do ministro Camilo Santana à frente do Ministério da Educação. O parlamentar avaliou que, nos últimos anos, houve ampliação de investimentos e retomada de obras, com impacto na educação básica, profissional e superior em diferentes regiões do país. — Não há absolutamente níveis que possam ser tratados em comparação com o que outrora nós tínhamos, desde os investimentos que estão sendo feitos na alfabetização, passando pela educação básica, até a formação superior. Os números são arrebatadores: mostram, na essência, a sólida disposição de um governo que, quando assumiu, dizia que iria focar na educação, para que ela pudesse estar voltada à formação do cidadão, desde uma tenra idade — afirmou. Veneziano registrou solenidade ocorrida na segunda-feira (30), em Brasília, em que foi anunciada a entrega de uma centena de obras na área da educação, em todo o país, e a marca de 99 mil escolas públicas com conexão à internet. Isso representa, segundo o governo, 71,7% das unidades do país. Para o senador, esses investimentos melhoram o acesso ao conhecimento e fortalecem a formação de estudantes e professores. — Comemoramos um feito: 99 mil escolas que estão interligadas à internet. Na tarde de ontem, viu-se o presidente Lula falando diretamente ao interior do estado do Amazonas, com as crianças, que estavam diante de telas de computador, fazendo as suas tarefas, tendo a oportunidade que também outrora não tinham — disse.

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‘Fiz mais do que o Ministério das Mulheres todinho’, diz Múcio em fala captada por microfone de reunião ministerial de Lula

Um microfone da reunião ministerial conduzida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (31) captou o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, dizendo que fez "mais do que o Ministério das Mulheres todinho". Múcio deu a declaração após uma apresentação feita pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, sobre projetos tocados pela equipe ministerial de Lula ao longo do terceiro mandato do petista. A fala do ministro foi direcionada a Rui Costa, que estava sentado ao lado de Múcio e deu uma gargalhada com a declaração. "Se souber o que a gente fez... É porque a gente só aparece quando dá problema [inaudível]. Eu fiz mais do que o Ministério das Mulheres todinho", afirmou Múcio. Pela transmissão oficial, não é possível saber o contexto da fala do ministro da Defesa e sobre o que ele e Rui Costa conversavam no momento. Em nota divulgada à imprensa, a assessoria do Ministério da Defesa afirmou que Múcio deu a declaração porque, na prestação de contas apresentada na reunião por Rui Costa, não foi citada nenhuma realização do Ministério da Defesa. "Não há queixas do ministro à atuação da pasta da Mulher. O que houve foi a constatação da ausência das inúmeras realizações do Ministério da Defesa, ao longo de mais de três anos, no compilado feito pelo Palácio do Planalto", diz o comunicado da pasta chefiada por Múcio. À TV Globo, o ministro Rui Costa, ao ser questionado sobre o episódio, disse que Múcio fez uma comparação que "não foi apropriada". O chefe da Casa Civil afirmou também que a fala do ministro da Defesa foi consequência de um erro seu, Rui Costa, que tirou a parte da Defesa da apresentação feita no Palácio do Planalto. "O presidente pediu uma apresentação sucinta. Acabamos tirando a dele [Múcio]. Já comecei a reunião pedindo desculpa. O Ministério das Mulheres não tem o poder de executor de ações. Ele tem o caráter transversal, orientativo. A comparação não foi apropriada. Mas o erro foi meu", disse Rui Costa. Aumento da participação feminina na Defesa No comunicado divulgado, o Ministério da Defesa destaca ainda que, na próxima quarta-feira (1º) haverá a primeira promoção de uma mulher ao cargo de general do Exército, a médica Cláudia Lima. E que no último dia 2 de março, teve início o serviço militar voluntário feminino, com a entrada de 1,4 mil mulheres de 18 anos nas Forças Armadas. "Houve, ainda, outras nove promoções de mulheres ao posto de Oficial-General durante essa gestão, das quais cinco na Marinha e quatro na Força Aérea, além da médica Cláudia Lima", conclui o comunicado.

Girão critica parlamentares pelo fim da CPMI do INSS

O senador Eduardo Girão (Novo-CE), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (31), criticou a atuação de deputados federais e senadores no processo que levou ao encerramento da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, que investigava o esquema fraudulento de descontos em benefícios de aposentados e pensionistas. Para Girão, não houve esforço suficiente para manter a comissão em funcionamento. — Por 19 votos a 12, nós vimos ali o golpe de misericórdia para acabar com a CPMI, sem relatório! O que foi triste foi ver a comemoração de parte desses 19, que não tiveram vergonha de comemorar o encerramento de uma investigação exitosa. Isso mostra o zero compromisso dessas pessoas com o povo brasileiro. Foi ignorado um dos relatórios mais sólidos e consistentes, com quase 5 mil páginas, no qual o relator [o deputado federal Alfredo Gaspar] pediu o indiciamento de 216 pessoas, entre empresários, funcionários e políticos envolvidos nas falcatruas — disse Girão. O senador também questionou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), que derrubou a decisão liminar do ministro do STF André Mendonça que autorizava a prorrogação dos trabalhos da comissão. Na avaliação de Girão, o encerramento da CPMI sem a aprovação do relatório final impediu a responsabilização dos envolvidos apontados ao longo dos trabalhos da comissão. Além disso, ele afirmou que a forma como a CPMI terminou reforça a percepção de impunidade em casos de corrupção no país. O senador defendeu a continuidade das investigações por meio de uma nova comissão. — Oito ministros [do STF] resolveram derrubar [a CPMI], resolveram isolar André Mendonça com o argumento falacioso de prevalecer a autonomia do Congresso (...). Mais uma vez ficou reforçada a percepção de que no Brasil poderosos esquemas de corrupção raramente resultam em punições efetivas, num ciclo vicioso e interminável de impunidade. A mensagem para o mundo é que, no Brasil, o crime do colarinho branco compensa — protestou ele.

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