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Governo Trump detalha exigências ao Irã e planos para América Latina

Marco Rubio falou sobre medidas militares, diplomacia e a atuação de aliados estratégicos

Atlas/Estadão: Tebet, Derrite e Marina empatam na disputa pelo Senado em SP

De acordo com a pesquisa, os três aparecem como principais nomes na disputa por duas vagas

PL quer resolver vaga ao Senado em SP ate o fim de abril

Mario Frias, André do Prado e Mello Araújo estão entre os cotados

Irã ataca países do Oriente Médio após ameaças de Trump

Episódios acontecem após ameaças de Trump contra instalações estratégicas iranianas

Estatais federais têm rombo recorde de R$ 4,1 bilhões no pior 1º bimestre da história

O Banco Central informou nesta terça-feira (31) que as empresas estatais federais registraram um déficit de R$ 4,16 bilhões nos dois primeiros meses de 2026. 🔎O termo "déficit" significa que o gasto somado dessas estatais foi maior que a receita que elas conseguiram gerar no ano. Esse é o pior resultado para o primeiro bimestre de um ano da série histórica do BC, que tem início em 2002. Até então, o maior rombo para este período havia ocorrido em 2024 (-R$ 1,36 bilhão). O resultado negativo somente dos dois primeiros meses deste ano se aproxima do déficit registrado em todo ano passado, que foi de R$ 5,1 bilhões.

PF cumpre mandado contra ex-servidor do STJ suspeito de participar de esquema de venda de sentenças

A Polícia Federal (PF) cumpre nesta terça-feira (31) mandado de busca e apreensão contra um ex-servidor do Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspeito de participar de um esquema de venda de sentenças. A operação ocorrer no Distrito Federal. O ex-servidor foi demitido do tribunal e indiciado pela PF. Segundo as investigações, ele estaria seguindo delegados para tentar descobrir detalhes das apurações. A operação foi autorizada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF). - Esta reportagem está em atualização

Interrogatório de Eduardo Bolsonaro é marcado para abril; deputado não apresentou defesa e está nos EUA


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para 14 de abril o interrogatório do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) no processo em que ele é investigado. O ex-parlamentar é alvo de uma ação penal no Supremo acusado de tentar interferir e influenciar, fora do país, no julgamento do processo da trama golpista que condenou o pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro. ➡️O parlamentar é acusado de coação no curso do processo: crime que ocorre quando alguém emprega violência ou grave ameaça para favorecer interesse próprio ou de terceiros, direcionada contra autoridade, parte ou qualquer pessoa envolvida em processo judicial. A pena é de um a quatro anos de prisão. Eduardo mora nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado, e não retornou ao Brasil desde então. Como está fora do país, ele teve o mandato na Câmara dos Deputados cassado por faltas, e responde a processo administrativo na Polícia Federal (PF). Moraes manda defesa de Bolsonaro explicar fala de Eduardo sobre vídeo A data foi definida após o parlamentar ser formalmente citado via Diário Oficial da União (DOU), já que o endereço dele nos Estados Unidos é desconhecido, e não apresentar defesa dentro do prazo estabelecido. 🔎De acordo com o rito legal, a citação dá início à contagem do prazo para manifestação da defesa, mas não houve resposta por parte do deputado. Com o fim do período, Moraes marcou a data do interrogatório. Nessa etapa, o investigado pode apresentar sua versão dos fatos e responder aos questionamentos no âmbito do processo. Foto de Arquivo: o deputado Eduardo Bolsonaro conversa com a Reuters sobre seus esforços para pressionar o Brasil a suspender o julgamento de seu pai, o ex-presidente brasileiro de direita Jair Bolsonaro, em Washington, D.C., EUA, em 14 de agosto de 2025 REUTERS/Jessica Koscielniak/File Photo

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