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Sargento que atropelou mulher propositalmente no DF é preso

Suspeito de 22 anos fugiu sem prestar socorro após o crime, ocorrido no sábado (25); vítima, de 20 anos, foi internada no Hospital de Base de Brasília

TSE cassa mandato de governador de Roraima e torna Denarium inelegível por 8 anos


Edilson Damião e Antonio Denarium, da esquerda para a direita. Marley Lima/Ale-RR/Reprodução/Arquivo O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve, nesta terça-feira (28), a cassação do mandato do governador de Roraima, Edilson Damião (União Brasil), e a inelegibilidade do ex-governador Antonio Denarium (Republicanos), que renunciou ao cargo há menos de um mês. Os dois foram condenados por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022, quando a chapa foi eleita. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Com a decisão, novas eleições devem ser realizadas em Roraima, conforme a legislação eleitoral. Enquanto não ocorrem, o presidente da Assembleia Legislativa de Roraima (Ale-RR), Soldado Sampaio (Republicanos), deve assumir. Edilson teve o mandato cassado após um mês no cargo. Ele era vice-governador de Roraima desde 2022 e assumiu o governo em 27 de março de 2026, após Denarium renunciar para disputar o Senado. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A decisão foi tomada após o TSE negar recurso das defesas dos políticos contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR), que, em janeiro de 2024, cassou os mandatos do então governador Antonio Denarium e do vice. O recurso levou o caso à Corte Superior ainda em 2024. A renúncia de Denarium não encerrou o processo no TSE. Damião seguiu como alvo da cassação, enquanto Denarium respondeu pela inelegibilidade, punição aplicada pelo TRE e mantida pelo Tribunal Superior na noite desta terça-feira. Engenheiro Edilson Damião em 27 de março de 2026, quando tomou posse como governador de Roraima Ale-RR/Divulgação Abuso de poder político e econômico Denarium foi cassado quatro vezes pelo Tribunal Regional Eleitoral de Roraima. O processo julgado nesta terça refere-se à terceira cassação, em que ele e o então vice-governador tiveram os diplomas cassados. Esta ação foi movida pela coligação "Roraima Muito Melhor", que tinha como adversária a ex-prefeita de Boa Vista, Teresa Surita (MDB). Denarium e Damião, neste processo, foram acusados de: Executar reformas nas casas de eleitores roraimenses, por meio do programa “Morar Melhor”, em 2022 — ano de eleição; Distribuição de cestas básicas em ano eleitoral; Transferência de R$ 70 milhões em recursos para municípios às vésperas do período vedado pela lei eleitoral; Promoção pessoal de agentes públicos; Aumento de gastos com publicidade institucional. O julgamento do processo começou no dia 13 de agosto de 2024, mas foi suspenso após decisão unânime dos ministros do TSE e a ação ficou parada por mais de um ano na Corte. Na data, a defesa do governador e do vice, e parte adversária deles fizeram alegações orais sobre o processo. A ação voltou a ser julgada no dia 26 de agosto de 2025, mas foi suspensa pela segunda vez após o ministro André Mendonça pedir vista — mais tempo para análise. No dia, antes do pedido de vista, a ministra Isabel Gallotti, relatora do processo à época, negou os recursos apresentados pelos políticos e votou a favor da cassação dos diplomas do então governador e do vice por abuso de poder político e econômico. O voto dela teve 82 páginas. O julgamento foi retomado no dia 11 de novembro, quando o ministro André Mendonça concordou em cassar os mandatos. Após o voto, o ministro Nunes Marques pediu vista e o julgamento ficou suspenso por cerca de cinco meses. Ele foi retomado e suspenso novamente no dia 14 de abril, quando a ministra Estela Aranha também pediu vista. Antes disso, Nunes Marques votou contra a cassação de Edilson Damião, mas a favor da inelegibilidade de Antonio Denarium. Outros processos contra Denarium Ex-governador de Roraima, Antonio Denarium (PP). Samantha Rufino/g1 RR/Arquivo Além desse processo, em 2023 o então governador de Roraima, Antonio Denarium, teve o mandato cassado em outros dois: por distribuir cestas básicas no período eleitoral e por executar reformas nas casas de eleitores roraimenses. Em 2024, ele foi cassado pela quarta vez. O então governador recorreu de todas no TSE, mas apenas uma teve julgamento iniciado. Em maio de 2024, a Procuradoria-Geral Eleitoral emitiu parecer favorável à cassação do mandato do governador por crimes eleitorais em 2022. O órgão pediu ainda que a relatora colocasse em pauta de votação os três processos de uma única vez pelo "conjunto da obra", tendo em vista que os três tem acusações semelhantes, o que ainda resultaria em celeridade ao tribunal. LEIA TAMBÉM: 1ª cassação 2ª cassação 3ª cassação (esta é a que iniciou o julgamento no TSE) 4ª cassação *Essa matéria está em atualização Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

Câmara aprova PEC que exige reserva de ao menos 1% do orçamento para assistência social


A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28) em segundo turno a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece destinação anual mínima de 1% da receita corrente líquida dos orçamentos federal, estaduais e municipais para a área da assistência social. O primeiro turno da proposta havia sido votado no início do mês, mas o governo do presidente Lula pediu mais tempo para analisar a proposta diante do seu impacto fiscal, estimado em R$ 36 bilhões em 4 anos. A proposta foi aprovada em segundo turno por 444 votos a 12. O governo pediu alterações na redação da proposta, diminuindo as restrições para o cálculo dos investimentos abarcados pelo piso, e obrigando que as dotações estejam de acordo com "a lei orçamentária anual". “Se for necessário, corrige no Senado”, disse o líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS). A PEC prevê que o piso para os estados e municípios deverá ser cumprido sem contabilizar os repasses da União para a área. Vídeos em alta no g1 O piso obrigatório aumentará gradativamente e chegará a 1% em 4 anos. O escalonamento foi o principal ponto de disputa em torno da PEC e ficou da seguinte forma: 0,3% no primeiro ano; 0,5% no segundo ano; 0,75% no terceiro ano; 1% a partir do quarto ano. Parte dos deputados se posicionou de forma contrária à vinculação orçamentária, nos moldes do que já acontece com os pisos para a Educação e a Saúde. A proposta segue agora para análise do Senado, onde também precisará do aval de ao menos 54 senadores em dois turnos para ser promulgada e entrar em vigor. Plenário da Câmara dos Deputados Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Governadora do DF pede reunião com Lula ainda esta semana para tratar do socorro ao BRB


Celina Leão, governadora do Distrito Federal. TV Globo A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), enviou um ofício ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (28) para pedir uma reunião, ainda esta semana, sobre a crise do Banco de Brasília (BRB) e as medidas para recuperar a instituição. No documento a que o g1 teve acesso, Celina pergunta se Lula teria agenda já nesta quinta-feira (30), "em horário conforme sua disponibilidade". E se o secretário de Economia do DF, Valdivino de Oliveira, e o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, podem participar da audiência. O g1 questionou o Palácio do Planalto sobre o possível agendamento da reunião e aguarda retorno. Na reunião, o governo do DF deve tentar convencer o governo Lula a conceder garantia do Tesouro Nacional para o empréstimo de R$ 6,6 bilhões que foi pedido ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. O empréstimo seria tomado pelo governo do DF, acionista controlador do BRB, e repassado ao banco para sanear a crise patrimonial vivida pela instituição desde as transações malsucedidas com o Banco Master. A medida busca reforçar a situação financeira da instituição após prejuízos relacionados às operações com o Banco Master. Em nota, o GDF afirmou que a iniciativa integra uma lista de medidas para “garantir a estabilidade do BRB” (veja a nota na íntegra abaixo). Impasse fiscal Tribunal de Contas tem 9 processos para apurar o tamanho do rombo no BRB A movimentação ocorre apesar de o Distrito Federal estar atualmente com nota C na Capacidade de Pagamento (Capag), indicador do Tesouro Nacional que avalia a saúde fiscal de estados e municípios. ➡️ Como mostrou o g1, essa classificação impede que a União atue como garantidora em novas operações de crédito — prerrogativa restrita a entes com notas A ou B. Na prática, a ausência de garantia federal dificulta a obtenção de empréstimos em condições mais vantajosas, com juros menores e prazos mais longos. O Capag se baseia em critérios de endividamento, poupança e liquidez (veja detalhes abaixo) que, juntos, definem a "saúde fiscal" de cada ente. Na prática, indicam o risco de aquele governo dar o calote em um empréstimo. ➡️ A União só entra como avalista em empréstimos de Estados e municípios que tenham nota alta (A ou B). ➡️ O DF tinha nota B em 2023 e 2024, mas caiu para C na avaliação feita em 2025 e divulgada no início deste mês. Com isso, o DF perdeu a garantia da União para novas operações de crédito. O que diz o GDF "O Governo do Distrito Federal informa que a governadora Celina Leão irá encaminhar ao Tesouro Nacional ofício solicitando aval do governo federal para avançar nas tratativas relacionadas a uma operação junto ao Fundo Garantidor de Créditos. A iniciativa integra as medidas que vêm sendo conduzidas com transparência, responsabilidade e diálogo institucional para garantir a estabilidade do BRB. O documento está em fase final de formalização." Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

Após encontro, Zema elogia Tarcísio e diz ter alinhamento, mas descarta pedir apoio à candidatura: ‘nem toco nesse assunto’


Romeu Zema em visita a Campinas, nesta terça-feira (28). Fernando Evans/g1 Após encontro durante evento nesta terça-feira (28), o pré-candidato à presidência Romeu Zema (Novo) elogiou e disse ter alinhamento com o governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), mas descartou pedir apoio à sua candidatura por conta de um compromisso de Tarcísio com a família Bolsonaro. A fala aconteceu na noite desta terça, em uma solenidade para anúncio de pré-candidatos do Novo, em Campinas (SP). O ex-governador de Minas Gerais participou e discursou para apoiadores. ✅ Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Já o encontro de Zema com Tarcísio se deu pela manhã durante a Agrishow, considerada a maior feira de tecnologia agrícola do país, em Ribeirão Preto (SP). "Eu me dou muito bem com o governador Tarcísio, desde a época em que ele era ministro [da Infraestrutura, entre 2019 e 2022]. Temos os mesmos propósitos, ele também tem uma gestão em São Paulo que eu considero sem corrupção, sem escândalo", disse o pré-candidato à presidência. "Nosso encontro lá foi muito rápido, mas estamos sempre trocando figurinhas e temos esse mesmo alinhamento: queremos um Brasil onde a lei seja aplicada indistintamente para todos", completou. Quando questionado sobre pedir o apoio de Tarcísio na campanha à presidência, o ex-governador de Minas Gerais lembrou que o atual governador de São Paulo tem um acordo com a família Bolsonaro para participar da campanha de Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, nas eleições deste ano. "Nem toco nesse assunto [pedir apoio] com ele, mas ele também sabe que eu estive com o presidente Bolsonaro em agosto do ano passado. O próprio presidente falou que quanto mais candidatos a direita tiver, melhor e mais fortalecida. Foi o que aconteceu no Chile recentemente", ponderou. Compromissos políticos Evento do Novo que contou com participação de Zema foi realizado na noite desta terça em Campinas Fernando Evans/g1 O evento desta terça em Campinas, que contou com a participação de Zema, foi para lançamento da pré-campanha dos pré-candidatos do Novo na região. Segundo a legenda, a iniciativa marcou "o início da mobilização política para o próximo ciclo eleitoral" e reuniu lideranças, filiados e apoiadores. Zema já tem participado de eventos e discursado ou dado entrevistas como pré-candidato a presidente. Na manhã desta terça, ele esteve na Agrishow em Ribeirão Preto (SP), considerada a maior feira de tecnologia agrícola do país, e aproveitou para criticar o Supremo Tribunal Federal (STF). Durante as falas, o político apontou um suposto "rabo preso" do STF e retomou uma troca de farpas com o ministro Gilmar Mendes, que recentemente ironizou o sotaque do ex-governador de Minas Gerais. Vídeos em alta no g1 VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

PF investiga entrada de bagagens sem fiscalização em voo com Motta e Ciro Nogueira


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pediu que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre uma investigação da Polícia Federal que apura a entrada no Brasil sem fiscalização de cinco bagagens trazidas em um voo que teve como passageiros o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) e o senador Ciro Nogueira (PP-PI). A situação ocorreu no retorno de uma viagem à ilha caribenha de São Martinho em um avião particular do empresário Fernando Oliveira Lima, conhecido como Fernandin OIG. O empresário foi alvo da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que investigava Bets. A informação foi divulgada inicialmente pelo jornal Folha de S.Paulo. O g1 teve acesso ao relatório produzido pela PF. O ministro deu prazo de cinco dias para que a procuradoria se manifeste. Vídeos em alta no g1 A PF entendeu que o caso deveria ser avaliado pelo Supremo diante da presença de parlamentares com foro na Corte aparecerem na lista de passageiros - portanto só podem ser investigados com aval do STF. São eles o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). A PF diz que no atual estágio do caso não é possível descartar de quem eram os volumes ou o envolvimento de autoridades com foro. O Ministério Público Federal de São Paulo também entendeu que era o caso de encaminhar para o STF avaliar. “Não há, portanto, como descartar a possibilidade de envolvimento de um ou mais passageiros detentores de prerrogativa de foro [...] nos delitos sob apuração nos presentes autos ou em outras práticas delitivas que porventura vierem a ser reveladas no curso das investigações”. A PGR vai avaliar se os indícios justificam uma abertura de apuração contra os parlamentares, se há necessidade de mais diligências para aprofundar o caso antes de uma análise sobre a investigação ou se será apenas o caso de devolver a investigação para a primeira instância, se identificar que não há elementos suficientes contra os parlamentares. Procurado pelo g1, o presidente da Câmara afirmou que "ao desembarcar no aeroporto, cumpriu todos os protocolos e determinações estabelecidas na legislação aduaneira" e que vai aguardar a manifestação da PGR. O deputado Doutor Luizinho disse que não vai se manifestar sobre o caso. Os demais parlamentares foram procurados, mas não se manifestaram. Segundo a investigação da PF, o auditor fiscal Marco Antônio Canella teria permitido que o piloto José Jorge de Oliveira Júnior passasse pela área de fiscalização com as bagagens por fora da máquina de raio-x ao chegar a São Paulo no dia 20 de abril de 2025. A polícia apura os crimes de prevaricação e descaminho ao permitir que as bagagens entrassem no Brasil sem fiscalização. Segundo a PF, o piloto José Jorge de Oliveira Junior passou pelo ponto de fiscalização duas vezes. Na primeira, o piloto submete duas bagagens pela máquina de raio-x. Minutos depois, ele retorna ao ponto de fiscalização com cinco volumes a mais - além das bagagens que já estavam carregando anteriormente - e nenhuma delas passa por fiscalização. As imagens do circuito de segurança do São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional, em São Roque (SP), analisadas pela PF, mostram a sequência: às 21:31, José Jorge de Oliveira Junior passa pela fiscalização com duas bagagens; Imagens do desembarque do piloto José Jorge de Oliveira Junior no aeroporto São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional, situado em São Roque/SP Reprodução às 21:40, o piloto retorna ao ponto de fiscalização carregando cinco volumes a mais sem passar pela fiscalização. Imagens do desembarque do piloto José Jorge de Oliveira Junior no aeroporto São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional, situado em São Roque/SP Reprodução Imagens do desembarque do piloto José Jorge de Oliveira Junior no aeroporto São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional, situado em São Roque/SP Reprodução Segundo a PF, os itens correspondem a: Sacola plástica; Aparentemente uma caixa de papel; Sacola de papel; Edredom; Mala de viagem; Aparentemente uma caixa; Mochila. O relatório da polícia aponta que os itens 5 e 7, mala de viagem e mochila, foram os itens submetidos ao raio-x anteriormente. As imagens indicam que o auditor fiscal acompanhou a movimentação e permitiu a passagem dos volumes “sem a devida fiscalização”. Segundo o relatório, no momento em que o piloto passa pelo ponto de fiscalização com as bagagens não inspecionadas, ele "troca olhares e breves palavras com o tripulante e, após este passar pelo ponto de fiscalização, a Operadora de Raio-X questiona o Auditor Fiscal, que gesticula com as mãos expressando banalidade e irrelevância". "É possível constatar que o Auditor Fiscal da Receita Federal permite passar sete volumes sem a devida fiscalização", diz o documento.

Áudio: Audiência revela preocupação com redução de benefícios fiscais no esporte

A Comissão de Esporte (CEsp) debateu nesta terça-feira (28) os impactos da reforma tributária nas organizações esportivas sem fins lucrativos. Na ocasião, senadores e representantes de entidades demonstraram preocupação com pontos da Lei Complementar 224/2025, que reduz em 10% os benefícios fiscais concedidos pelo governo. A medida teria efeito sobre organizações do terceiro setor, mas, em fevereiro, a Receita Federal editou uma Instrução Normativa (IN 2.307/2026) que retirou as associações da regra.

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